URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.395h 1.Estágio: 240h Total: 4. .

para não perderem a hegemonia. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. Com tudo isso. o do sistema educacional. etc. Neste contexto. devem investir.. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. Para isso.. em maior escala. dos países do primeiro mundo como a de computadores. absorção de pessoal qualificado. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. automóveis. bem como a contínua atualização desse pessoal. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. escola-sociedade. o tecnológico. eletrônica e robótica. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. As indústrias de alta tecnologia. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. . dominam os principais setores de ponta. o do sistema ocupacional. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. comandadas por computador. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. o comércio internacional está se intensificando. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. educaçãodesenvolvimento.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2.

registro e análise de dados.divulgação . especificando. consequentemente. Para isto. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados.materialização do conhecimento científicotecnológico. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. é preciso que se busque a autonomia na projeção . que novos consumidores. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. também. é possível. acabem se integrando ao mercado. via pesquisa básica. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter. hoje se vislumbra não ser definitivo. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. gerando novas demandas. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. Assim. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade.produção . 2. o projeto. em aplicações práticas. Com um pretendido aumento da renda. Para este.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. pelas pesquisas aplicadas. e até de ponta. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas.

o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. O terceiro é o de LIGAÇÃO. também. a compreensão dos problemas administrativos. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. Considera-se como requisito importante o . um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. abrangendo aspectos técnicos. no futuro. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. também. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. por exemplo.setores de ponta. com ênfase na atividade produtiva. como nos serviços. Deve somar. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. para programar o uso desses novos equipamentos. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. na atualidade. A expansão do mercado de trabalho. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. Com o aumento da automação nas fábricas. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. Em síntese. Evidentemente. devendo haver. processos e sistemas. como. Isso leva. a isso. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. As especializações. que atua na interface entre a concepção e a execução. e está envolvido na criação de novos produtos. Consequentemente. econômicos. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. sociais e ambientais. Além disso.

os recursos computacionais. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. planejar. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. 2. constatar-se que. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. Em certas áreas. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. ambientais e políticos. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho.conhecimento de aspectos legais e normativos. Por outro lado. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. econômicos. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. em alguns casos. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. para o efeito da carreira docente. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. Além disso. A produção de materiais didáticos. a pesquisa e a extensão. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. . nos aspectos técnicos. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. redimensionar a formação do engenheiro. Com relação aos docentes. implantar e controlar processos produtivos. principalmente. do ensino e da extensão. pois. filmes em vídeo. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. simulações em laboratório.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos.

companhias de seguros e no exercício do magistério. conjuntos habitacionais. em indústrias. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. à uma visão analítica. canais e aeroportos. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. ainda.5 O MERCADO DE TRABALHO . estradas. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. 2. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino. 2. quando tiver formação pedagógica complementar. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. bancos. A Universidade busca.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. O profissional formado por este curso. poderá atuar no serviço público. portos. consultorias. firmas especializadas em montagem de equipamentos.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento. além de Centros de Processamento de Dados.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. em termos de ensino e pesquisa. também. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. pontes. empresas de planejamento e projetos. túneis e vias férreas. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. recebem pesquisadores russos. Poderá atuar. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória. gerando hipóteses para transformação da realidade.

assim. No atual contexto. que reverte a curto prazo. é importante fazer uma profunda análise deste fato. • As oscilações econômicas por que passa o país. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. enquanto lugar de ensino e pesquisa. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. respondendo. à provocação do pensamento vanguardista. aproximadamente. recebendo estudantes de. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. 80 municípios da região. .6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. Neste sentido. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. E por não ser algo estável. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. 2. qualquer resquício de estagnação. ligado por vias asfálticas em todas as direções. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. a área de habitação popular. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. Em especial. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina.

2. assim. facilitando. como sede de um Campus de Universidade.7. aproximadamente 575 profissionais da construção civil.2 Específicos Para que o Curso atenda. a mão-de-obra de.• Santo Ângelo. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”.7 OBJETIVOS 2. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma.80 Km e nessa área. atualmente. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. planejar. realmente. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia.7.099. 2.

Vincular o curso ao progresso tecnológico.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. Incentivar a integração regional. capacitando. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. e não apenas verbalizando. administração. entre outros. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. legislação. . normalização e controle do meio ambiente. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. através da extensão. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. • • • • • • Reforçar as aulas práticas. assim.

46 40 28 32 35 MATR.18 1. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER. VEST.58 1. REMAT. VAGAS INSC. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 .CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . TRANC. URI 3093 3314 3661 3865 INSC. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2.0 1. MATR. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR . CANCEL.

15-115. 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 . 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C. 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ.5 anos / Máximo . P.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL . T.4 anos / Médio .H CRÉD.A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo . 15-104 38-106.

38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-132 38-203.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 38-201 15-114. 38-201 15-121. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131. 38-253 . 38-302 38-353. 38-301 38-253. 38-251 38-206 38-253 15-161.

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS . 38-207 30-027 38-504 .800h 38-205.

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. 4. 4. as quais. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade. .1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro.4. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. Constitui-se de conteúdos científicos.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão.Estrutura Organizacional 3. O ensino. Análise da grade curricular. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. Legislação .Controle e fiscalização profissional. O profissionalizante. O profissional de engenharia e suas atribuições. Responsabilidades do Engenheiro. Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. O básico. 6. .Formação e atualização do engenheiro. CREA-CONFEA. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. .Lei 5194 . Áreas de atuação. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. Coordenação. Avaliações do MEC. Planejamento estratégico aplicado ao estudo.Sistema CONFEA/CREA. 4. A engenharia do século XXI .O cenário do desenvolvimento . . • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 5. O curso de engenharia. Engenharia no contexto do Campus. Processos de aprendizagem. 2.Laboratórios.Cenário de atuação profissional.FURI/URI . Chefias de Departamento. A Engenharia no contexto do curso. A Engenharia no contexto da sociedade. integrando-o no sistema universitário. Estaduais e Entidades de Classe. A engenharia no contexto da universidade . . ABENGE. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. Direção.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade.Resolução 218. . Sindicatos.

Anais dos Congr. 2007. Florianópolis. Almir E. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. Aulas e tarefas no laboratório. UFSC. PEREIRA. BAZZO. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. exercícios.7. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. Santo Ângelo. & Outros. A. L. T. 8. Datas de realização: diversas. Visitas técnicas. 1970. Pesquisas na Internet. M. seminários.1997. W. URI. Florianópolis. do Ensino da Engenharia. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. UFSC. . A. estudos em laboratório e trabalhos. 9. Introdução à Engenharia. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. quadro e projetor multimídia. Manual Acadêmico. Instituto de Pesquisa Rodoviária. utilizando retro projetor. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. COBENGE . publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. W.. 1996. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. Bras. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. Revistas.

• Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações. ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos.Potências de base "i" .Teorema do resto . NÚMEROS COMPLEXOS . RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Quadrados da soma e diferença . PRODUTOS NOTÁVEIS .Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3. POTENCIAÇÃO 4.Trinômios quadrados perfeitos .Operações com números complexos 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Operações .Fator comum.Conceituação .Notação científica 6.Aplicações .Introdução . OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático. POTÊNCIAS DE BASE 10 . FATORAÇÃO . Logarítmos. Radicais. Agrupamento .Cubos da soma e da diferença 2. POLINÔMIOS .Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas. Potências de base para funções.Algoritmos da divisão .Definição .Trinômios de 2º grau .Definição . Trigonometria.Produto da soma pela diferença .

FUNÇÕES EXPONENCIAIS ..Definição e gráficos 12. .Gráficos 10.Propriedades dos logaritmos . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Arcos e ângulos . EQUAÇÕES POLINOMIAIS .Propriedades das raízes .Definição e gráficos 11.Função inversa .Domínio e imagem .Função composta . FUNÇÕES .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco . coseno. Arco duplo . variações.Adição e subtração de arcos.Aplicações.Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . tangente.Resolução . FUNÇÕES DE 1º GRAU . sinais e gráficos . Função logarítmica . cotangente.Equações logarítmicas . TRIGONOMETRIA . LOGARITMOS .Redução ao primeiro quadrante .Gráficos .Definição.Mudança de base .Definições.Relações de Girard 9.Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8.Aplicações 13.Círculo trigonométrico .Definição .Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Razões trigonométricas num triângulo retângulo .Funções trigonométricas: seno.Sistemas de logaritmos .Tipos de funções .Logaritmos decimais e naturais . secante e cossecante .

1994.6. São Paulo. 3. SOLOMON. Atual. V. Matemática. São Paulo. São Paulo. volume único. 1975. Fundamentos de matemática elementar. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. Matemática. 2001. José Rui. curso completo. V. Gelson. .AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos.7. Melhoramentos. Cours de mathematiques supérieures. IEZZI. IBEP. Scipione.9 SCIPIONE e outros. Matemática. 2000. DOMENICO. Moscou Mir. Matemática. Luiz Carlos de. 1970.4. São Paulo. V. 1 a 10. Curso Fundamental. Charles. Ática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI.

Atrito.Aplicações das leis de Newton.Posição e deslocamento.2 .Movimento circular uniforme. 5. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas. . 4.3 .Vetores unitários. 3.5 . aplicar.3 .MEDIÇÃO 1. Teoria cinética dos gases.Leis de Newton 5.Velocidade e aceleração.1 .Movimento em duas e três dimensões. Escalas vetoriais. 5.FORÇA E MOVIMENTO 5. UNIDADE 4 .4 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. 4. 3.2 .5 . atrito. UNIDADE 2 .Posição e deslocamento.Força.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.3 .MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4.Queda livre.MOVIMENTO RETILINEO 3.5 .Mudança de unidades.Massa.Componentes de vetores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .1 . 2.4 .2 .Vetores e escalares. 3.1 .Velocidade e aceleração. 2.Soma de vetores. 1.2 . 4.1 . 4.VETORES 2.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.2 . 2. aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. UNIDADE 5 . em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.Movimento de projeteis. Trabalho e energia. 2. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais.6 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Sistema Internacional de Unidades (SI). Cinemática.1 .3 .Movimento. Princípios da dinâmica.5 . 5.

4 . 10. 10. 11. 6.Centro de massa.1 .5 .Energia cinética de rotação. 8.3 .5 .2 .COLISÕES 9.1 .3 . 6.Conservação do momento angular. canhão. UNIDADE 11 .4 .UNIDADE 6 .Torque. 10. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório.1 .4 . 9.3 .2 . 6.Conservação do momento linear UNIDADE 9 .Momento linear. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. 8.1 .ROTAÇÃO I 10.3 .Colisões elásticas e inelásticas.Forças conservativas e não-conservativas.Lei de Hook. 6.5 . 7. 7.3 .2 .Trabalho e energia potencial.Variáveis lineares e angulares. 9. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6.Trabalho de uma força variável. 10.Potência.2 .Energia mecânica 7. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. atividades de laboratório e relatórios.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.Momento angular de um corpo rígido.Impulso e momento linear. UNIDADE 7 . UNIDADE 10 . 7.1 . A fixação dos conteúdos será através de exercícios.O que é colisão.4 . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.Momento Angular. 9. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).6 .2 .ROTAÇÃO II 11.Cálculo do momento de inércia.Energia cinética.Colisões em duas dimensões.3 . aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 . .Trabalho de uma força constante 6.Conservação de energia.1 . 11.2 .Teorema trabalho-energia cinética.As variáveis da rotação.CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Rio de Janeiro.. Física. 3 Ed. 1996.1. 1981.Mecânica. HALLIDAY.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. MARK W.. Física . EDWARD GETTYS. SP. 1995. D. 1999. . S. W.. ed. ZEMANSKY. SKOVE. KELLER. 4 Ed.. Edgard Blucher Ltda. 1. Física 1. Física.. Física. WALKER. LTC. TIPLER. Um curso Universitário. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. 4 Ed. 2.ed. 1990. R. YOUNG. Rio de Janeiro. São Paulo : Edgard Blücher. H. V. P. LTC. D. LTC. RESNICH. K. FREDERICK J.. 3. São Paulo: Makron Books. HUGH D. V. Rio de Janeiro. MALCOLM J. Fundamentos de Física .J. 1996. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica.Mecânica. KRANE.1996. FRANCIS SEARS. R.. Ed. RESNICH.

barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. planilha eletrônica e apresentação. software e principais utilitários. manipulação de arquivos. Lógica de programação. gerações. Linguagem básica específica da área. Noções sobre sistemas operacionais. funcionamento e variações). octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. 2ª. Algorítmo. . 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. teoria da comunicação. Manipulação de conjuntos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. funcionamento. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. Noções de editoração. hardware. memória.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. variações.

SOUZA. M. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". Nosso Futuro e o Computador. Para fins de avaliação do desempenho. 2001. regulado nos artigos 55 a 59. 1999. Porto Alegre: Bookman. Glenn. Porto Alegre: Bookman. 2000. São Paulo: Harper & Row do Brasil. 2002. NETO. São Paulo: Ed. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. fica instituída a atribuição de notas. 8 ed . Porto Alegre: Bookman. Raciocínio Lógico. Conceitos de Linguagens de Programação. Jonofon. Larry. Rio de Janeiro: LTC. GERSTING. 5ª ed. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. . Rio de Janeiro: 2ª ed. Robert W. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). Informática: novas aplicações com microcomputadores. Introdução à Informática.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. GONICK. Fernando de Castro. Campus. Lógica para Ciência da Computação. NASCIMENTO. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. Introdução Ilustrada à Computação. Informática: Conceitos Básicos. 2ª ed. 4ª ed. 4. transcritos no Manual Acadêmico. Judith L. 1ª ed. J. MEIRELLES. 1990. 1998. 2002. laboratório de informática (Prédio 8). VELLOSO. METODOLOGIA: Quadro. Fernando de Souza. João Nunes de. 1a ed. Ângela J. 3ª ed. retroprojetor. São Paulo: Makron Books. 2000. conforme especificado no Regimento Geral da URI. conceitos básicos e utilização de navegador). vídeo. São Paulo: Saraiva. 1994. 2000. ed. João Augusto Mattar. MEYER. SÉRATES. Metodologia Científica na Era da Informática. 1984.Brasília: Editora Jonofon LTDA. Rio de Janeiro: Editora Campus. ponto de acesso à Internet. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. McGraw-Hill.

retas.Lugar geométrico .Conceitos fundamentais . ESPECÍFICOS: . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Condições de paraleloimo e perpendiculares . Estudo da circunferência. Produto interno vetorial e misto.Operação com vetores . posições de ponto e reta em relação à circunferência. .Áreas de um triângulo .Combinação linear.Coordenadas do barricentro de um triângulo . Vetores e operações.Ângulo entre duas retas . Sistema de coordenadas cartesianas .Intersecção de duas retas .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia.Classificação.Coordenadas polares 2. Vetores linearmente dependentes e independentes .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. espaços vetoriais.Versor de um vetor .Expressão analítica e coordenadas de um vetor .Equipolência e suas propriedades .Estudo da circunferência: equação.Estudo da reta: diversas formas de equação . GEOMETRIA ANALÍTICA .Representação cartesiana de um vetor. planos e circunferências. Operações e propriedades.Conceitos fundamentais . características e tipos de vetores .Resolver sistemas de equações.Ponto que divide o segmento numa razão dada .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas. . A área de um triângulo. VETORES .Distância entre dois pontos no plano .Distância de um ponto e uma reta . Estudo da reta. Problemas . Coordenadas polares.Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores. . Distância entre dois pontos planos.Módulos de um vetor . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico.

STEINBRUCH. Imprensa Universitária UFSM. Fundamentos de matemática elementar. 1971. Geometria analítica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. 1984. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais.Decomposição de um vetor . São Paulo. Univ. 1988. Vicente Paz e outros. JUDICE. de São Paulo. REIS e SILVA. 1983. 1986. Waldir Muniz. LTC. Rio de Janeiro. São Paulo. São Paulo. OLIVA.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . Matemática. Rio de janeiro. 2. Utilização de apostila com resumo da teoria.. Belo Horizonte. RIGUETO. Matemática para o colégio. Ed. 1988. Scipione. Vetores e geometria analítica. Vetores e geometria analítica. 1988.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . Cálculo vetorial e geometria analítica. exercícios e problemas variados. São Paulo. 2000.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade .Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. São Paulo:MAKRON Books. Geometria analítica. 1987.Produto misto e suas propriedades . e WINTERLE. Rio de Janeiro. Elementos de geometria analítica. Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. Edson Durão. Atual. . GIOVANI. P. Campus. José Reni e outros. Miguel O . 1993. Instituto Brasileiro de Edições Científicas. A. São Paulo.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . IEZZI. WINTERLE. Gelson. SHENK AL. Campus AS. São Paulo: MAKRON Books. Vetores e geometria. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. 1982. Armando. FTD. P. Cálculo e geometria analítica.

13 Ed.Normas de desenho técnico. Thomas E. Porto Alegre. 1986. Desenho Técnico. e o estudo das projeções ortogonais. W. Desenhista projetista. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. Lisboa. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). Richard. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Projeção ortogonal 7. STAMATO. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho.. 2004. São Paulo. Editora Globo.. Vistas omitidas. O. Proporções. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre. PROVENZA. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação.Traçado de paralelas 3.Traçado de curvas 5. Desenho Técnico. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre.Exercícios 9. CUNHA.Desenho de letras técnicas 6. PROTEC. 2 Ed. V. Coletânea de normas de desenho Técnico. Projeção ortogonal de peças simples. 207p. 1981. L. 1969.M.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. Francesco. Fundamentos de Desenho Técnico. J. BACHMANN. Desenho Técnico. Sulina. FRENCH. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT.Traçado de retas 2. Sistemas de representação. H. Introdução ao Desenho Técnico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. Editora Globo BORNANCINI. 854p. José & Outros. Fundamental de traçado à mão-livre. Albert & FORBERG. PETZOLD JUNIOR.Divisão de uma reta em partes iguais 4. Normas para o desenho técnico. . Primeiro e terceiro diedros.

Planejamento. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. Avaliação do projeto. Avaliação da apresentação pública do projeto. AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). M. Instrumentalização metodológica.Processo histórico de produção e transmissão . na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos. Avaliações por objetivos. Apostila. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA .A função social da pesquisa . ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. Função social da pesquisa.ABNT. M.Relação universidade e pesquisa .Natureza . Projeto de pesquisa. tecnologia e desenvolvimento . Tipos e características da pesquisa. Rio de Janeiro. METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais. pesquisa.Tipos e níveis .Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. O método científico e a prática da pesquisa. Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. de. Relatório de pesquisa.Caracterização . ANDRADE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Normas ABNT sobre Documentação. Rio de Janeiro. A pesquisa como ato cotidiano.A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO . fim objetos . ciência.Educação. 1989. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. São Paulo: .O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA .O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.

4 ed. Metodologia e Prática investigativa-ação. Ed.. V. SEVERINO. ed. A Metodologia Científica. . A. 1999. Pesquisa: princípio científico e educativo. 4. 1986.A. RUDIO. Santo Ângelo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. EDIURI. Ed. . J. A L. Pedro. THIOLLENT. 3 ed. 2000. São Paulo: Atlas.Atlas. Petrópolis: Vozes. F. São Paulo: Cortez. Rio de Janeiro: DP&A editora. RUIZ. 2004. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. São Paulo: Cortez. 1994. M. Machado. Dutra. 2001. DEMO. Metodologia do Trabalho Científico. 1997. BERVIAN. 1995. 22. Ver. J. 1996. SANTOS. Gláucio Couri. Metodologia Científica. 20. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. Antonio Raimundo dos. Ampl. Sâo Paulo: Cortez. Eli. P.

2º SEMESTRE .

3.5. 2.2. 1. Velocidade e Aceleração. Teorema de Rolle e do Valor Médio. 2.Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3.4. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3.6. DERIVAÇÃO 2. Integração por partes e por substituição. Derivadas Sucessivas 2. Limites no infinito. 1.5. a derivada e a integral de uma função de uma variável. 4. Derivação das funções Elementares. Limites Fundamentais. 4. 2. 1.3. Taxas de Variação. Propriedades dos limites 1. Diferencial de uma função de uma variável . Derivação de uma função na forma paramétricas. 4.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites.5. Cálculo de Limites . 2. Aplicação das derivadas.1. Integral definida.2. Derivação das Funções: compostas. . implícita.Regra de L'hospital. 1.1. Regras de Integração. derivação de funções de uma variável. LIMITES E CONTINUIDADE 1. hiperbólicas diretas e inversas. ESPECÍFICOS: Determinar o limite.4. 3. 2. Integral Indefinida.7. continuidade. Resolver problemas aplicando o limite. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais. Funções crescentes e descrescentes 3.6.3. Limites infinitos. Definição e interpretação geométrica.1. Integração indefinida e definida. trigonométricas diretas e inversas. a derivada e a integral de uma função em situações diversas.Máximos e mínimos de uma função .3. logarítmica. Continuidade de funções.2. 3. 2.Interpretação geométrica.2.6. Outras Aplicações. Limite de uma função.4.3. 4.1. 3. INTEGRAÇÃO.

Cálculo com geometria analítica. Cálculo A: Funções.ed. SIMMONS. 5. Um curso de cálculo.. Louis. Vol 1. Paulo. São Paulo : Malheiros. SP. ed. GUIDORIZZI. Cálculo um Novo Horizonte. ed. Cálculo com geometria analítica. SWOKOWSKI. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. O cálculo com geometria analítica. Gerald L.Cálculo Com Geometria Analítica. 1999. Vol. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. ed. São Paulo. vol 1. São Paulo. 1992. 2000 FLEMMING. GF. São Paulo: Makron Books. Integração. Earl W. BRADLEY. H. Bookmann. São Paulo : Harbra. Cálculo diferencial e integral. Makron -Books. realizadas ao longo do semestre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. 7. Limites.. Derivação. São Paulo : Makron Books. São Paulo.. Laurence D. Makron -Books. 2000. Vol. SWOKOWSKI. Aulas no Laboratório de Informática. 1994. Vol. George F. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. McGraw-Hill do Brasil. . 2. HOFFMANN. Mirian Buss.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Porto Alegre. LEITHOLD. 1 SIMMONS. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. 1987. 3.. 1995. Rio de Janeiro: 2002.. trabalhos individuais e em grupo. Earl W. D. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica.MAPLE e outros. Uso de Software matemático .. São Paulo: McGraw-Hill. Cálculo com Geometria Analítica. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. GONÇALVES. 6ª Ed.Ed.1. Rio de Janeiro: 2001. 1987.1.M. Hamilton Luiz.

Estrutura e propriedades dos sólidos. Propriedades periódicas e aperiódicas. . Cálculos. . Classificação dos materiais.Definir e utilizar as propriedades periódicas. de equilíbrio. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. Classificação periódica dos elementos. Modelo de Rutherford. UNIDADE 5 .TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. Equilíbrio químico. Sólidos imperfeitos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . Modelo atômico atual. Difração de raios-x. Diagramas de estado. expressões de concentração.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos.CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. Reações de óxido-redução. . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. Estados de oxidação mais prováveis. .Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos. líquidos e gases. UNIDADE 2 . Sólidos amorfos.PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. Cálculos envolvendo a Teoria Atômica. UNIDADE 4 . UNIDADE 3 .TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos. Princípios da incerteza. Teoria de Bohr. de Broglie. ESPECÍFICOS: . para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos.

1981. 1 e Vol. B. D.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. . 2003. Bookman. Química Geral. UNIDADE 9 . ROCHA. A. 4a Ed. P. W. J. C. BRADY. Tradução: I.. (tradutora). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. L. ROSENBERG. C. J. MAHAN. SHRIVER. M.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. Vol. UNIDADE 8 . Guanabara Dois.1985. E. Rio de Janeiro. McGraw-Hill.. TOMA. TREICHEL Jr. São Paulo. B. GOMES. H. F. Química. Livros técnicos e científico.. J. P. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. R. ARAKI. J. LTC. Soluções sólido-sólido. Porto Alegre: Editora Bookman. Química Inorgânica Não Tão Concisa. oxidação-redução e complexometria. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. Volumetria de neutralização. As avaliações poderão ser realizadas. 1986. Química Geral. (Tradutores).. B. 1999. Porto Alegre: Ed.1982.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. Química. São Paulo. Oxidantes e redutores. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada.. K. LEE. QUAGLIANO. 2001. um Curso Universitário. M. J. Química e Reações Químicas. também. H. Caracelli. J. UNIDADE 7 . dialogadas e questionadas. 2004. Soluções líquido-líquido. Aulas prático-experimentais em laboratórios. Bfucher.. D. ATKINS.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. Soluções líquido-sólido. 3ª edição. através de seminários. Química Geral. Indicadores. Princípios de Química. Jones.1978.E. V. Química Inorgânica. Rio de Janeiro.UNIDADE 6 . McGraw-Hill. RUSSEL.2.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

Condições geométricas. .Condições geométricas.Posições de um plano em relação a outro plano . rotação e rebatimentos. rotação e rebatimento.Método mongeano.Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . ESTUDO DO PONTO . 2.Figuras planas que possuem projeção acumulada . Estudo do ponto e da reta.Representação da reta. convenções. 4.Condições geométricas . Estudo do plano. ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas. retas contidas em um plano .Posições de um ponto.Classificação dos métodos descritivos. . .Condições geométricas. ESTUDO DA RETA . planos.Retas principais de um plano. 3. . retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano.Posições relativas de duas retas. épura.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. . INTERSEÇÃO .Classificação dos sistemas projetivos. Mudança de plano de projeção de figuras planas.Pertinência . MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS . .Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção .Posições da reta. .Método de mudança de plano de projeto 5. Distância. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. ESTUDO DO PLANO . GENERALIDADES . .Geometria descritiva.Representação do ponto.Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa.

Retas ortogonais 9.Condições geométricas. retas perpendiculares . H. retas paralelas 8. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. Rio de Janeiro: SEDEGRA. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas. Donato Geometria Descritiva. São Paulo: Nobel. 1959. 1984. Buenos Aires: Alsina. exercícios de planificação de elementos. Rio de Janeiro.Distância entre ponto e reta. REBATIMENTO . . RANGEL. PARALELISMO . RODRIGUES. 8ª ed. . DISTÂNCIAS . Guanabara Koogan. Elementos que definem uma rotação . Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. Porto Alegre: Sagra. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. 1995. PRINCIPE JUNIOR. Álvaro J.Condições geométricas. 1999. 1976. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva.Estudo dos eixos paralelos 11. PERPENDICULARISMO . Ao Livro Técnico.Condições geométricas. com trabalho em aula e extra classe. distância entre retas 10. LACOURT. com apresentação de todo o conteúdo. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). 1975. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. Mexico. estudos dos eixos perpendiculares . ROTAÇÃO . 1968. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO.Interseção entre retas 7.Escolha de eixos.Condições geométricas.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva.. distância entre dois pontos . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. GAMA.Condições geométricas. 6ª ed. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. Rio de Janeiro. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos. Trilhas.Condições geométricas . Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros.

Espaços com produto interno.Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) . ESPAÇO VETORIAL . Vetores no Rn.Base de um espaço vetorial . Autovalores e autovetores.Mudanças de base 5. Polinômios.Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes. sistemas de equações lineares. determinantes. Sistemas de equações lineares. Transformações lineares.Produto interno em espaços vetoriais .Solução de um sistema de equações lineares .Operações com matrizes 2. ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO . OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear. Diagonalização de operadores.Tipos de matrizes .Inversão de matrizes por operações elementares 4.Dependência e independência linear .Representação genérica e abreviada . MATRIZES .Combinação linear .Operações elementares . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Propriedades dos determinantes . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes.Conceito de matriz .Matriz adjunta e matriz inversa 3.Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) .Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Forma escada .Matriz inversa . Espaços vetoriais.Subespaços vetoriais .Equação linear .Regra de Cramer .Posto de uma matriz .Espaços vetoriais .Igualdade de matrizes . DETERMINANTES .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

. Mario F.TRIOLA. Introdução à Estatística.Rio de Janeiro: LTC . 7º ed.. 1999.Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. .

rebites. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).Materiais e Equipamentos 2. Cotas e escalas.2.Localização.Canalizações 8.Projeto residencial 15. metálicas e de concretos.Planta baixa 15.Escadas 13.Cortes 15. Desenho de Estruturas de madeira.Projeto elétrico 11. .Situação 15. Noções de projeção central. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos.Esquadrias 12. Desenho de instalações hidros-sanitárias. parafusos e porcas 5. Desenho Topográfico. Fluxograma. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Trabalhar o aluno.Madeiramento de telhado 14. Desenho arquitetônico.1.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil.Técnicas de desenho técnico 3. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos.Estereogramas 9. Perspectiva linear cônica. ESPECÍFICOS: .Estruturas metálicas 6.Soldas 7. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Projeto hidro-sanitário 10. . .Cotas.3. Perspectivas de sólidos e sombras.Cortes e secções 4.

BACHMANH. M. Cotação funcional dos desenhos técnicos. Normas para desenho técnico. A. CAVALIN. Cavalcante.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Roberto W.1981.1970. Richard. Rio de Janeiro Tecnoprint. José e outros. Porto Alegre. McGrawHill do Brasil. Desenho para apresentação de projetos. .1974. Desenho técnico. Albert e FORBERG. ROPION.. Rio de Janeiro FENAME. Desenho Técnico. São Paulo. GILL. Perspectiva linear cônica. José. Globo. Rio de Janeiro. Editora Globo. FRENCH. Introdução do desenho técnico. R.1972.1976. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. Thomas E. Curitiba.

3º SEMESTRE .

Definição de Sociologia.2. Superestrutura política.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. 3.2. família.2. com ênfase especial no capitalismo e socialismo.5. Fatores Determinantes da Mudança.2. Os movimentos Sociais 4. 2.3 Asiático e Feudal. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade.3. Primitivo.5. 3. 1. 4.3. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. bem como suas principais instituições. estatal e ideológica.1. organização e estrutura de classes na sociedade. 2. 1. 4. Socialista e Comunista. 1. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. 3. Teoria Estrutural Funcionalista. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.5.4. b) Identificar. 3. . Infra-estrutura. ESPECÍFICOS: a) Identificar.2. reconhecer e analisar os principais modos de produção. Processo de Produção da Sociedade. Escravista. 3. 3. 3.4 Classes Sociais.5.3. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano. Teoria Histórica-crítica. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. especialmente o aparelho ideológico do direito.4. Luta de Classes. Os Principais Modos de Produção: 3. sindicato.1. 4. Instituições Sociais.1.1. 3. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL.1.4 Capitalista. Objeto de Estudo da Sociologia.5. igreja e meios de comunicação social.

trabalhos em grupos com temas específicos. São Paulo: Ática. Pedrinho. São Paulo: Moderno. A Construção Social da Realidade. lógica e dinâmica. Retorno do trabalho do semestre. São Leopoldo: UNISINOS. 1989. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. 1986. leituras orientadas. Paul. 1989. Peter. VITA. seminários. 1999. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. O Capitalismo: evolução histórica. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. Introdução à Sociologia. Álvaro de. Pérsio dos Santos de. 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. GAIGER. 1987. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. estudos de Casos. . Petrópolis: Vozes. Provas orais. São Paulo: Ática. debates. Sociologia da Sociedade Brasileira. Ijuí: UNIJUÍ. Sociologia Crítica. elaboração de Artigos. Prevê-se. desde logo o emprego de exposição dialogada. Eliezer. 1989. PACHECO. Luiz Inácio. SINGER. OLIVEIRA.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. Participação em debates e seminários. Porto Alegre: Mundo Jovem.

2. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo. Limite. realizadas ao longo do semestre.Aplicar a integração na resolução de problemas.4.6. conforme suas necessidades profissionais. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Derivadas parciais. . Integração de Funções Trigonométricas 1. Extremos de Funções de duas variáveis 3.3.8. Comprimento de Arco 3.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. Integração múltipla. Derivadas Parciais 3.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. Movimento de Inércia 2. Área de uma Superfície de Revolução 2. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1. Integração por Frações Parciais 1.1. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.3. Integração por Substituições Trigonométricas 1. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2.1. Regra da Cadeia 3.6. ESPECÍFICOS: .2. Derivada Direcional e gradiente 3.4. Volume de sólido de Resolução 2. Pressão de Fluídos.2. .5.5. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. Continuidade.4. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão . trabalhos individuais e em grupo. Trabalho 2.5.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração. Centro de Gravidade. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Aplicações das integrais.1. Áreas Planas 2. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3.3.7. Funções de duas ou mais variáveis. Integrais Impróprias 2.

Vol. São Paulo : Malheiros. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 1 e 2. FLEMMING. BRADLEY. Rio de Janeiro: 2001. derivação. São Paulo: Harbra. Earl W. SWOKOWSKI. GUIDORIZZI. São Paulo: McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON.. Makron Books. D. SWOKOWSKI. B. ed. São Paulo. 1998.M. M. 5. 1 e 2. H.1. 5. Earl W. ed. 1 e 2. 1999. GONÇALVES. 3. limite. ed. Porto Alegre. São Paulo. O cálculo com geometria analítica. LEITHOLD. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. São Paulo: Makron Books. M. SP. Vol. 7. Cálculo com Geometria Analítica. Hamilton Luiz. integração. Louis. SIMMONS. 2000 FLEMMING. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. 2. McGraw-Hill do Brasil.ed. 1994... 2. George F.. Cálculo um Novo Horizonte. Mirian Buss. D. Ed. Paulo. Bookmann. 1995. Gerald L.. São Paulo: Makron Books. São Paulo: 1992. 2000. Integrais Duplas e Triplas. Cálculo A: funções. Rio de Janeiro: 2002. Vol. Vol. Cálculo diferencial e integral. Cálculo com geometria analítica. GONÇALVES.. HOFFMANN.ed. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. Laurence D. . Cálculo com geometria analítica. Vol 1 e 2. vl 1 e 2. 1987.acrescentar pontos nas avaliações. 6ª Ed. Um curso de cálculo.

fundamentada numa boa referência bibliográfica. Tempo de meia-vida. Eletroquímica Termos elétricos. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Aplicação da equação de Nernst. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. Execução de pesquisa experimental. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Leis da Termodinâmica. Termoquímica. Tintas. Eletrólise. Fatores que influenciam a velocidade das reações. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. Aplicação dos processos eletroquímicos.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. Medidas da velocidade das reações. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. 4. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. 2. 3. Pilhas.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. Aplicação da lei de Hess. Processo de combustão. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Aplicação da equação de Arrhenius. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. Eletroquímica. Ação dos catalisadores. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Leis de Faraday. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. Cinética Química. Entalpia de reação em qualquer temperatura. Controle de qualidade de água. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. Noções de corrosão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Classificação e destinação de resíduos industriais.

Santos. princípios básicos de tratamento de águas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. BRADY. W. Análise de combustíveis. zincagem). Russell. VOGEL. cobreagem. I. LTC. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico. 1995. 1999. Química. Química Geral. V.. Físico-Química. 252p. B. Edgard Blucher. Moore.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. P. 1. V.. b) outra com uma avaliação teórica.W. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. 1994.. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis.5. 6. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. corrosão em meio atmosférico. 1. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. 2003. avaliação da qualidade de águas naturais. Análise química quantitativa. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. Físico-química. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. P. canhão.2. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. Rio de Janeiro. hidrelétrica e seu impacto ambiental. v. LTC. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. 1a ed. Rio de Janeiro: LTC. J. Saõ Paulo: Makron Books. e EWT.W. J. 2003. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. 2002. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. AL. / Jordan. Trad. Físico-Química. W. 1995. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. vídeo). G. O Material e Suas Transformações. Fundamentos de Físico-Química. V. Cristina M. R. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. / Paula J. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. avaliação físico-química de combustíveis. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. ATKINS. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios.J. . et al. J.1. V.

Carga Elétrica 1.1 .4 . Força Eletromotriz.Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes . Equações de Maxwel. Campo Magnético.Condutores e Isolantes 1.Fluxo do Campo Elétrico 3. Ondas eletromagnéticas.3 . Capacitores.Lei de Coulomb UNIDADE 2 .Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 . Campo elétrico. Circuitos elétricos.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4. bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Lei de Gauss 3.3 .2 .A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.O Campo Elétrico 2.LEI DE GAUSS 3. lei de Ampére.1 .O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.2 . Propriedades Magnéticas da matéria.1 . Potencial elétrico.Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.6 .CAMPO ELÉTRICO 2.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .6 .Linhas do Campo Elétrico 2.3 .Energia Potencial e Potencial Elétrico 4.Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 . Corrente elétrica.7 .2 .3 . Indutância. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.4 . Faraday Lenz.4 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo.5 .5 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.5 .Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .2 .POTENCIAL ELÉTRICO 4. Lei de Gauss. Uide Gauss. Oscilações eletromagnéticas.1 . Correntes alternadas.Superfícies Equipotenciais 4.Um Condutor Carregado Isolado 3.CARGA ELÉTRICA 1.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.

Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.Capacitores em Paralelo e em Série 5.2 .7 .Capacitor com um Dielétrico 5.Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Densidade de Corrente 6.Trabalho.Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.2 .4.CAPACITÂNCIA 5.3 .Lei de Lenz 10.Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.INDUTÂNCIA 11.3 . Energia e FEM 7.Auto-Indução 11.1 .1 .1 .O Cálculo da Corrente 7.1 .Lei da Indução de Faraday 10.Capacitância 5.Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.1 .4 .2 .4 .Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .Capacitores e Indutores 11.CIRCUITO 7.O CAMPO MAGNÉTICO 8.Diferenças de Potencial 7.LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.Resistência e Resistividade 6.Circuitos RC UNIDADE 8 .3 .6 .Lei de Ampére UNIDADE 10 .CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.2 .8 .2 .Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .O Efeito Hall 8.Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.Corrente e Campo Magnético 9.5 .LEI DE AMPÉRE 9.3 .2 .3 .6 .4 .5 .Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .5 .Instrumentos de Medidas Elétricas 7.1 .Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.O Campo Magnético 8.Movimento Circular de uma Carga 8.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .Cálculo da Capacitância 5.Circuitos RL .5 .3 .6 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.3 .6 .2 .9 .Lei de Ohm 6.4 .1 .

Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 . São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.. R. Curso de Física Básica. K. 1996. 3.5 .. HUGH D.ed. J. TIPLER. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. 1995. HALLIDAY. WALKER. 1990.A Lei de Gauss do Magnetismo 12. SKOVE. 1999.Indução Mútua UNIDADE 12 .Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. S. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.1 . canhão. . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. Rio de Janeiro. 3 Ed.Corrente de Deslocamento 15. MARK W. 1981. YOUNG.Oscilações LC 13..3 . Ed.1 . Rio de Janeiro.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.2 . Física.11.Campos Magnéticos Induzidos 15.O Circuito em Série RLC 14.O Magnetismo da Terra 12.4 . Física. Física . 2002. LTC.5 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos.O Transformador UNIDADE 15 .CORRENTES ALTERNADAS 14.. RESNICH. ed. FRANCIS SEARS. D. Fundamentos de Física .Energia Armazenada num Campo Magnético 11. NUSSENZVEIG.2 . R. atividades de laboratório e relatórios. KELLER. W.6 .Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13. MALCOLM J. Vol 3. 1996.4 .O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12. RESNICH. LTC. SP. ZEMANSKY. Física 3. São Paulo: Edgard Blücher.Eletromagnetismo. LTC.2 . Edgard Blucher Ltda. São Paulo: Makron Books.4 . 4 Ed. Um curso Universitário. 4 Ed. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. M. Vol 3.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. Paula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. EDWARD GETTYS. D. FREDERICK J.3 .. H.O Magnetismo e o Elétron 12.3 .AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.. Física.3 .1 . KRANE.Paramagnetismo. Rio de Janeiro .2 .Corrente Alternada 14. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Eletromagnetismo.1 .

LTC. determinar características geométricas de seções transversais. 4.. Donald A. SC.. 3. G. OBERT. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças.Graus de Liberdade e Restrições de nós. Mecânica Vetorial para Engenheiros.. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. R. 5. & KRAIGE. Características Geométricas de Seções Transversais. Momentos de inércia . Esforço normal) Momento torsor e fletor. A. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. L. Estática.. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. McGraw-hill do Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Noções de Carregamentos em Estruturas.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. Eduart F. 2. Vol 1. J. THIBAUT. Momento estático de área e centro de gravidade. Equilíbrio de corpos rígidos. máquinas. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. MEC/PREMESU. Análise de Estruturas treliças. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Editora LTC. L.Estática. GYOROGI. Johnston Jr. 6. Mecânica Geral. 2000. . Esforços em vigas. TOURNAUY. TIMOSHENKO. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. F.Análise de treliças planas. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. Rio de Janeiro. Mecânica dos Sólidos. (Momento Fletor. Mecânica . Dinâmica de um corpo rígido. E. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM.Carros e Veículos. 1979. 1970. 2001. Russel. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. G. Sistemas de Forças Equivalentes. Laboratório de Engenharia Mecânica.

7. Equipamentos utilizados na topografia. 5. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. Teoria dos erros nas medições topográficas. 8. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. Grandezas medidas num levantamento topográfico. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). quanto à localização e confrontações.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. 13. trabalhos práticos. Redes de referência para medições topográficas. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Unidades de medidas. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. conceitos e divisão da topografia. Medidas lineares e angulares. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. 10. 12. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. 11. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. Desenho de plantas topográficas. 2. pelas demais . • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. Sistema de coordenadas. Confecção de croqui de medição. 3. 6. 9. 4. Evolução do uso de equipamentos topográficos. Planimetria. Noções de Topografia: Histórico. Métodos de levantamento planimétrico. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. Desenho topográfico e escala. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil.

NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. Alberto de Campos. 1977 . Florianópolis: Editora da UFSC. Topografia aplicada. 1992 . NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento.1974. GARCIA. São Paulo: Edgard Blücher. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria. BORGES. Barcelona: Gustavo Gili. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . São Paulo: Edgard Blücher.1983. . JORDAN. 1982.2. Porto Alegre: Globo. Tratado general de topografia.v. BORGES. Rio de Janeiro: ABNT. ESPARTEL. Porto Alegre: Editora Globo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES. Manual de topografia e caderneta de campo. LOCH. Exercícios de topografia. 1995. Gilberto e PIEDADE. São Paulo: Nobel.1975. ESPARTEL. Alberto de Campos Borges Topografia. Lélis Curso de Topografia. Gertrudes. Carlos e CORDINI.v.Associação Brasileira de Normas Técnicas. W. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil.atividades propostas e por sua participação em aula. Lélis et al. ABNT . São Paulo: Edgard Blücher.1987. 1994.1. Rio de Janeiro: ABNT. 1998.Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. 8. culturais. trabalhos em grupo. A Política da Saúde no Brasil. A Dívida Externa. A Revisão Constitucional. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. políticos. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 15. A Dívida Interna. A Desestatização. elaboração de textos. A Política dos MCS. Análise de conjuntura. A Questão da Reforma Agrária. 10. 2. A Questão da Modernidade. A Questão Ecológica. Trabalhar com metodologia adequada. etc. 11. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. Política Salarial. A Política do menor. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. 13. realizada através de testes e provas escritas. 12. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. entre outras. Mercosul. Sindicalismo no Brasil atual. 14. 4. LDB e Política Educacional. 16. 6. 5. Planos Econômicos. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. . Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. tanto individual como coletiva. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. 3. seminários. organização e apresentação de seminários. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. atividades de pesquisa. científicos e tecnológicos. 9.

Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. 1983. Rio de Janeiro. O e GIRARDI. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. GENTILI. Vozes. Rio de Janeiro. São Paulo. Comunicação e poder. Cortez e Morais. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil. 1988. Problemas do Brasil. Paz e Terra. Passo Fundo.1993.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. Ilatiaial USP. 1991. Rio de Janeiro. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. BRAVERMAN. Petrópolis. FIDENE. SAMPAIO. RJ:Editora Vozes. Trabalho e capital monopolista. I. Vozes. Realidade Brasileira. Academia. NEUMANN. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. Régis de Construção social da enfermidade. Petrópolis. P. 1980. GUARESCHI. BUARQUE. MORAIS. Oswaldo.1974. . Vozes. visão Humanizadora. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Berthier. Argemiro. Vozes. Achimé. O Brasil no contexto da crise mundial. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. Rio de Janeiro. Central Editor de America Latina AS.1982.J. 1992. Buenos Aires. K. J. 1983 BIZ. Ijuí. 1982. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. 1994. 1984. LTC. Mário E. R. POA. Petrópolis. Cristovam. Laurício e DALPIAS. 1981. Inflação e crise na economia mundial. Livraria UNIJUI. Zahar. ZAMBERLAN.1988. LADMANN. 1985. BRUM.F. 1980. FERRI. 1978. Ecologia: temas e problemas.

.Industrial waste.Foundations. . Comparative and superlative constructions. articles from technical books. . Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. 4. • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua.Civil engineering and engineering studies. Reading different kinds of texts: advertisements. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. newspaper and magazine articles. . . diagrams. .Sanitary engineering. conjunctions. . interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil.Construction.Energy sources.Computers.Home heating and air conditioning.Transportation. The modals. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa.Refrigeration. . . personal and demonstrative pronouns. Comandos.Roofs. Dictionary usage. 6. 2. Basic general English and technical vocabulary. Elements of textual cohesion: articles.Concrete. Verbs: basic notions about verb tenses.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler. regular and irregular verbs.Highways. Water control . . . com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . Word formation: prefixes and suffixes. tables. .Structures. 7. 3.

Richard Engineering Information.asce. Disponíveis em <http:///www. Eric H.pubs.html>. Randal. HOLME. Talking texts. NEEWSWEEK. SILVEIRA. Philip and PILBEAM. Rio de Janeiro: Editora Globo . Luciane Cassela de.1988. Raymond Basic Grammar in Use. Gail and SINCLAIR. W. New York: Longman. Semanal. Oxford University Press. Marília de Figueiredo Improve Your English. ELLIS. Raymond. MCCARTHY. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. Cambridge University Press.Inc. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. Simon and PYE. Cambridge University Press. Mensal. WEST. On.1992. 1996. Adrian Negotiating. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. Abril 2003.1989. UR. Barbara Learning to Learn English. GLENDINNING. 1994.. 1994. Cambridge University Press. Cambridge University Press.line Publications. Michael. 1994. Penny Grammar Practice Activities. Cambridge University Press.1989. GREENALL.1991. Cambridge University Press. GLENDINNING. KITTO. Editora Ática. Diana Reading. JONES. MURPHY. São Paulo. SPEAK-UP. New York: Newsweek. Michael. Longman. New York: Penguin English.1990. 1994. 1991. O'CONNOR. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. . Aulas no laboratório de idiomas. MURPHY. 1933-. English Grammar in Use. Peter Target Vocabulary. O' DELL. ELT.org/pubshom1. Felicity English Vocabulary in Use.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais.

4º SEMESTRE .

• Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. Equações lineares com coeficientes variáveis. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. .Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. Equações de derivadas parciais. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais.

Equação Diferencial. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. A . Jr. Frank. São Paulo. Wilson C. . LTC .RJ .1997. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO.. McGraw-Hill .SP WILLIE. FIGUEIREDO. ROCHA. Sergio A. HABRA .SP 1976. ABUNAHMAN.SP. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral.AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. UEPG Ponta Grossa PR1999. Equações Diferenciais e suas aplicações. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais.1979. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. quando for o caso. 1978.1988. Equações Diferenciais. Atlas . 1974. IMPA . Rodney C. FERREIRA. Luiz Mauro Cálculo. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. BASSANEZI. Jr. EUSP.SP . BRONSON.

1.Propagação de Erros. 2.2. 2.4.2. ESPECÍFICOS: Entender. zeros de polinômios.3.3.4. Newton-Raphson ou das Tangentes.5.1.2.6. Interpolação polinomial.10. 2. aproximação de funções.2.3. Conceitos e definições: 2. 1.Erros de Truncamento. Método Numérico.4. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1. 2.8. ERROS. 2. 2. 3. 2. zeros de funções. Erros e Critérios de Arredondamento.2. Zeros de funções. inversão de matrizes. 2. 3. Processos Iterativos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender.Erros de Arredondamento. Zeros de uma Função. Integração numérica. 1. Método de Newton. 2.3.1. SISTEMAS LINEARES. tais como: Erros nas aproximações numéricas. 1. Determinação da Raiz. Erros da Fase de Resolução. Localização e Refinamento.1. Sistemas lineares. Teorema de Bolzano.1.1.1.7. 2.4.2. Iteração e ajuste de curvas.9. Método da Dicotomia ou Bissecção. 3. Localização de Raízes Isoladas. Erros da Fase de Modelagem. . Cálculo Numérico. 1. integração numérica. 1. Introdução. resolver sistemas de equações lineares. interpolação. fazer ajustes de curvas. 1. Matrizes Associadas a um Sistema. 1. Conceitos e Definições. saber quando aplicar. Métodos iterativos. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo.1.4. generalizar e operar com elementos. 1. Métodos de Gauss Jordan. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. fazer interpolação. Processo Iterativo. realizar integração numérica.1. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. 1. ZEROS DE FUNÇÕES. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas. sistemas de equações lineares.

3. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. São Paulo: Atlas.2. 3 vol.5. Homem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO.3. Quadratura Gaussiana.4. 1989. Sistemas Triangulares. Cálculo Numérico Básico. MELO. Rio de Janeiro: Interciência. INTERPOLAÇÃO. CLAUDIO. Cálculo de Determinantes. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. 3. 1987. Refinamento de Soluções. Ana Flora P. Interpolação Quadrática . Rui. SADOSKY.MARINS. 4. J.3. 6. Método de Predição-Correção. 3. Leônidas Conceição.4.2. 1978. São Paulo: Makron Books. exercícios de aplicação. Cálculo Numérico com aplicações. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. 3. 1980.5. 4.Determinante de Vandermonde. Método de Simpson. 3.1. RUGGIERO. A. Cálculo da Inversa de uma Matriz. Algorítmo da Triangulação de Gauss. 4. 4.2. Método de Gauss e Gauss-Jordan. 3. Sistemas Equivalentes. YOSHIDA. Jussara Maria.1. 3. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas.1. 4.7. HUMES. 5. 3. São Paulo: Atlas.10. Dalcídio Moraes . 1996. Interpolação Linear. Método de Runge-Kutta. Cálculo Numérico e Gráfico. Interpolação de Newton para diferenças divididas. 5. São Paulo: Harbra. 5.1. 2 ed. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Introdução 6.4.2. Método da Pivotação. Método de Euler.5. Método dos Trapézios. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS.3. Luzia . Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan.6. Introdução. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA. 5. Cálculo numérico computacional Teoria e prática. Gomes. 5. de Castro. 3.4. Interpolação de Lagrange. 3. Manuel. Interpolação Polinomial.8.9.5. Inês S. 4. 6.3. 6. Márcia A.

Kazuko. 1984. Noções de Cálculo Numérico. 1979.. Victor. São Paulo: Editora McGraw. São Paulo: Nobel. . Cálculo Numérico.Hill Ltda. Wagner Tunis.MARTINS. MIRSHAWKA.

ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. Sistemas Isostáticos Planos. 7. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. 9.Linhas De Influência. Sistemas isostáticos Planos. Sistemas de estruturas isostáticas. Sistemas Tri-Articulados. Ademar. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. GORFIN. 6. Análise de Treliças. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . 2. • Avaliar soluções estruturais. Linhas de Estado 4. Traçado de Diagramas De Vigas. Método dos deslocamentos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Introdução à Teoria das Estruturas. Rio de . • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. 5. Rio de Janeiro. Método das forças. Vigas Gerber. Princípio dos Trabalhos Virtuais. 1972. 3. LTC. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. 8. Curso de mecânica.

Vol 1. José Carlos. 1979. 1971. Curso de análise estrutural. . Timoshenko / Gere. Neto José de Almendra. Exercícios de estática e resistência dos materiais. Globo. Curitiba. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. 2001.Janeiro. 1980. SÜSSEKIND. Mecânica dos Sólidos. UFRP. LTC.

DEFORMAÇÃO . Cisalhamento. TORÇÃO . Elastotécnica: Tensões e Deformações.Conceitos . conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais. • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais.Conceito . ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. FLEXÃO PURA .Tensões admissíveis .Introdução .TENSÃO .Conceito .Conceito .Diagrama/tensão/deformação . ESFORÇOS AXIAIS .Esforços externos/internos .Prática 5.Prática 6.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais.Prática 4.Deformação específica .Convenção da resistência dos materiais 2. Torção e Flexão. Estado de tensões.Forças X Tensões . OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS .Cargas axiais .Prática 3. Normas simples.

ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. A G. PISSARENKO. cumprimento de trabalhos e freqüência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. E. . Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. LTC. Globo. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. 3 Ed. Resistência dos Materiais. G. e LAKOVIEV. AVALIAÇÃO: . .1986. William A Resistência dos Materiais. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. 1985. Rio de Janeiro. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 1980. Sergio Conci Resistência dos Materiais. Stepheu P. Mirmoscovo. Ferdinand. LTC. ROCHA. Ed. PROTEC.1982. Da USP. Porto Alegre. 1966. McGraw-hill do Brasil. Ciências dos Materiais. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina.Avaliação do desempenho.. A P. PROVENZA. McGraw-Hill. P.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. TIMOSHENKO. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. RUSSELL. Rio de Janeiro. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. V. Francesco. LACERDA. GOMES. SOUZA. Hiron R. Resistência dos Materiais. 2007.- Flexão Pura Torção 7. As 3 avaliações formam a média do semestre. 1964 NASH. São Paulo.1980. Rio de Janeiro. Flávio S de Resistência dos Materiais. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. consistindo de participação em sala de aula. JOHSTON Jr. Resistência dos Materiais. 1969. LTC. São Paulo. Prodill. MATVETEV. Prontuário de Resistência de Materiais.

Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). Vegetação urbana e qualidade de vida 16. Gerenciamento Ambiental 10. 13. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. .Produção. Desenvolvimento sustentado 6. destinação e reaproveitamento do lixo 7. no qual atua o profissional da engenharia. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. sobre ele. • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. Legislação Ambiental 8. causa e conseqüências 4. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. buscando soluções adequadas. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. Tipos de poluição. provas dissertativas e objetivas. Arborização urbana. Manuseio e Tratamento do Iodo. Características das águas residuais na indústria de alimentos. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. Habitações Salubres 15. Agenda 21 11. 12. Nitrificação. Lagoas de estabilização. Filtros biológicos. Sistemas de tratamento de água e esgoto. relatórios técnicos. resenhas e atividades em sala de aula. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. Noções Gerais de Ecologia 2. EIA/RIMA 9. Processos: Iodo ativado. Saneamento e meio ambiente. A biosfera e seu equilíbrio 3. Regiões Salubres 14. Recursos naturais e sua utilização 5. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Digestão anaeróbica. usando como instrumentos de avaliação: seminário.

PINHEIRO. Rio de Janeiro. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. RIO GRANDE DO SUL.1975. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública.1990.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. HELENE. B. São Paulo: USP. Eugene. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. Antônio. Bragança e MONTEIRO. Gerhard e outros. 2000. Como Funciona o Meio Ambiente.1983. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA.P. Salvador: EDUSFB. Ecologia. Guanabara. DKADE. Lúcia L. Leis.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres.1994. Charles T. O homem e seu ambiente. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. poluição e impacto ambiental. Porto Alegre: AGE. FONFRÍA A.1986. Paulo Afonso Soares.. Rio de Janeiro. Vozes. O problema ecológico e suas implicações éticas.Uma Antropologia da mudança.1988. São Paulo. Vozes. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. MIRANDA. . GOMES. Poluentes Atmosféricos. Petrópolis. e outros. Carlos Gomes. DAJOZ. Presto. 2000. 2000. Brasília: Senado Federal. JIMENEZ. LP EM.Antonio Carlos da F. contribuição para um código nacional ambiental. Petrópolis. Rio de Janeiro. Juares Oliveira. CESP.1992. Ecologia geral.1989. Suetônio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. Ática. Barcelona: MARCOMBO. MOSER. Coleção Primeiros Passos. Introdução à Engenharia Ambiental.1983. Gestão Ambiental. São Paulo. Rios. São Paulo: Scipione. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. Benedito. Porto Alegre. ODUM. 1999. GRALLA. Como sobreviver a tecnologia. Lenate Brigitte. CARVALHO. Ana Lúcia da F. Félix. As três ecologias. São Paulo. 1995. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. Roger. GUATARRI. 1995. PEREIRA. Introdução à Engenharia ambiental. Diretoria de Anais . Fundação Getúlio Vargas. Maria E. MOTA. São Paulo. 2002. Sérgio L. BRASIL.M. e outros. . Joan de Pablo.1998. Ecologia cultural .1998. São Paulo. Papirus. Subsecretária de Editoras Técnicas. VIERTLER. Makroni. MEGEE. 1978. 1995. São Paulo. São Paulo: Prentice-Hall. Led. Ciências do ambiente Ecologia. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. São Paulo: Quark Book. Legislação Ambiental Brasileira. Martha L. MOURA. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. Legislação de conservação da natureza. ABES.1986. Luiz Antonio Abdala de.1983. Ramón e RIBAS. estatutos.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

Conjunções e conectores . bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. ADVÉRBIOS .Auxiliares e regulares . possessivos.Flexão (desinências número-pessoais. literatura e artes plásticas. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano. relativos. gênero e grau) 5. artigos neutro. enfatizando a produção de textos descritivos.Artigos (subdivisão.Hetetotônicos 2. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua.Acentuação Gráfica .Substantivos . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. indefinidos) 3. NOMES . entendendo porque irradiou-se por todo o mundo.Ortografia • . formativos e literários. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos.Adjetivos (flexão de número. contrações) . de tratamento. desinências modo-temporais) 7. privilegiando o desenvolvimento da oralidade. HETEROGENÉRICOS 6. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos. retos e oblíquos.Divisão Silábica • .Pronomes (pessoais. NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . demonstrativos. permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. VERBOS .

GARCIA.Compreensão . Josephine Sánchesz. Partir-se-á sempre de textos.Estudo do Vocabulário . . Maria Angélica. com base nos textos. Sociedad General Española de Liebraria S. Moderna. Scipione. atividades de reflexão. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. O professor oferecer a condições. MILANI. São Paulo: Moderna. 2000. São Paulo. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. a aprendizagem centrada no aluno. Felipe B.A Dicionário básico de la lengua española. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. Walter Gustavo.2000. HETEROSSEMÂNTICOS 11. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. PEDRAZAJIMÉNEZ. São Paulo.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. São Paulo: Saraiva. Fátima Cabral & MENDONZA.8. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. 1999. Curso Prático. discussão e resolução de problemas. Hacia el Español. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. Mucho Español para brasileños. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . Español sin fronteras. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. 1991. 1998. Edelso. HERMOSO. atinja a compreensão e interpretação e. 1998. Prova escrita. NARI M & MELLO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. Esther Maria. A & ALFARO. analise os itens gramaticais. Adda. BRUNO. Suely Fernandes & MAURE. Gonzáles. Angélica. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. Curso de lingua Y cultura Hispânica. Nerman. La Literatura en los textos. Gramática de Espanhol para brasileiros. Gramática de Espñol lengua estranjera. Sanchez M. São Paulo. OJO com los falsos amigos. Madrid. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10.

5º SEMESTRE .

G. Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4. AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas.Utilização de recursos 3D 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. análise e dimensionamento específicos da área de engenharia. Dominando o Auto Cad.Traçado de cotas .Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório.A área de trabalho . aulas práticas de laboratório. Manuais do usuário dos Softwares.Menus suspensos . 1999. Autocad . aulas com recursos áudio visuais (canhão). Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. . Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. LTC .Impressão e plotagem .Seleção e edição de objetos . Linguagem avançada para a engenharia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho.Conceitos .Utilização das ferramentas de desenho .Definições fundamentais . ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD. 955p. Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3.Preparação da área de trabalho .

C. Cálculo Numérico Computacional. D. . 1994. Ed.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. Atlas.

Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Circuítos de corrente alternada. Luminotécnica 10.1. Lei de Kirshoff.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua. Mista 1. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. Comandos elétricos. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Circuitos de correntes alternada 2. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Série 1. indutivos 2. Condutores elétricos. Leis de Kirchdhoff 2.1. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais. fator de potência e corresão de fator de potência 5. Impedância 3.2. Circuitos de corrente contínua 1.1.3.3. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Lei de O hm. Associação de resistores 1. Trabalhos em grupo e individual.1.2. Paralelo 1. . Resistivos. Instalações elétricas 5.1. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. Lei de OHM 1.2. Transformadores e Motores-instalações 9.1. Potências em CA. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. capacitivos. Motores. Capacitadores.1. Geradores. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos.

São Paulo. A. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. Livraria Freitas Bastos. 1974. Globo. Guanabara. e KUN. E. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. C. São Paulo. FALCONE. Eletrotécnica geral. A. V. Hemus.1975. Guanabara Dois. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas. 1979. MOTTA. . Circuitos elétricos. L. C. São Paulo. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. P. PAGLIARICCI. São Paulo.1983. 1975.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Eletricidade básica. B. Globo. Porto Alegre. Companhia Editora Nacional. VALKENBURGH. MARCUS. Dragão. Teoria básica de circuitos. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. QUEVEDO.1975. C.1977.1977. Rio de Janeiro. 1976. C. Bestseller. DAWES. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. et al. São Paulo. M. Rio de Janeiro.1968. Porto Alegre. S. Eletricidade básica. L. Manual prático do eletricista. A.

Flexão composta/aplicação 5. . Análise Estrutural 3. Flexão oblíqua/aplicação 6. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. • Verificar seções. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. Resistência e deformações combinadas. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. Avaliação do desempenho. consistindo de participação em sala de aula. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Deformação por flexão. Flexão oblíqua composta. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. • Características Geométricas. Flexão simples e cortante/aplicação 4. Flexão oblíqua simples. Caso geral 7. cumprimento de trabalho e freqüência.

F. Ciências dos Materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. 3 ED. A Resistência dos materiais. RUSSELL. S. . MATVETEV. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. LAKOVIEV. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. PISSARENKO. P. JOHSTON Jr.. 1980. Ed. F.. A. Porto Alegre. V. P. Globo. 2007. São Paulo. R. NASH. LTC.• • As três avaliações formam a média do semestre. São Paulo. Da USP. LTC. LACERDA. Resistência dos materiais. SOUZA. S. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. C. São Paulo.1980. 1969. Prodill. PRO-TEC. A P. W. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro. G. F. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. GOMES. Resistência dos materiais. 1966.. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Resistência dos materiais. M. G.1986. de. H. LTC. ROCHA. McGrawhill do Brasil. da. 1964. McGraw-Hill. Rio de Janeiro. A. TIMOSHENKO. PROVENZA. 1985. Mirmoscovo. S. E. Resistência dos Materiais. Prontuário de resistência de materiais. 1982.

Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Volumes de controle e sistemas .Fluidos e o contínuo 2.Relação entre solução por sistema e .Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos. LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON .Campo de velocidade . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS .Variação da pressão com a profundidade . Hidroestática. FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . Equações de estado.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6. Quantidade de movimento. segunda lei da termodinâmica.Tensão em um ponto .Pontos de vista. vetoriais e tensoriais .Atmosfera padrão .Coeficiente de viscosidade 3. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento. TENSÃO EM UM PONTO .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) . Estática dos fluídos.Quantidades escolares. Transmissão de calor. LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL .Equação da quantidade de movimento .Propriedades do tensor das tensões. Aceleração da partícula . Calor e trabalho . Ciclos termodinâmicos.primeira lei da termodinâmica.Fluido incompreensível .Volume de controle 7.Forças e contato com um fluído confinado . OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos. gradientes 4. LEIS DA FLUTUAÇÃO . Escoamento dos fluidos. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .

Manual de hidráulica. G. São Paulo. Introdução à mecânica dos fluídos. 1982. L. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais.1985.. Robert W. V. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . Guanabara Koogan. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. McGraw-Hill do Brasil. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA .1993. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. TRABALHO E CALOR 10. M Necati. McGraw-Hill. Bliicher.Substância pura .1973. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. São Paulo. Blücher. E.1981.conservação de massa 11. São Paulo. Fenômenos de transporte.Processos reversíveis e irreversíveis .Entalpia .Regime permanente e regime uniforme . SISSOM. Blicher. WYLEN. Transferência de calor: um texto básico. Rio de Janeiro. Mecânica dos fluidos. ZISIK. Guanabara. E. Alan T.Equilíbrio de fase . São Paulo. Gordan J. STREETER. São Paulo.Momento da quantidade de movimento 8. SHAMES. D. Mecânica dos fluídos. R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO.A.energia interna .Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. . ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . MCDONALD. Rio de Janeiro. ÁLVAREZ.1988. realizados exercícios em sala de aula.1975. PITTS. Fundamentos da termodinâmica clássica.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9.. M. J. Sonntag e RICHARD.

Interpretação aplicada ao planejamento regional. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. Câmaras fotogramétricas e filmes. Critérios de Fotointerpretação. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Princípios físicos. Estereoscopia. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. Sensores remotos. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . PRINCÍPIOS FÍSICOS 4.

1986. de 10 de julho de 2001. R. SCHOENINGER.. Fundamentos para Fotointerpretação. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. LOCH. P. F. F. SIG . pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. L. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. 1993. Elementos de Interpretação fotográfica. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. 10. S. F. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. E.Orientação de um par estereoscópico 6. que estabelece diretrizes gerais . Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. 2007.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. Câmara dos Deputados. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. trabalhos práticos. Florianópolis: Editora da UFSC. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo.. Guarapuava: Editora da Unicentro. KIRCHNER. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. WATZLAWICK.257. C. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento.

ed. Dirección General de Geografia del Território Nacional. Ceurio de. C. 273p. Rio de Janeiro: IBGE. New York: Inc. H.1988. Introdução à Geodésia Geométrica. Gilberto J. Curso de cartografia moderna. Noções básicas de cartografia. OLIVEIRA.. 3. (1999). Brasília: Câmara dos Deputados. J. 1979. T. Rio de Janeiro:IBGE. IBGE. GEMAEL. Delmar A. SAASTAMOINEN. Coordenação de Publicações. CHRZANOWSKI. A. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. Apostila. Springer-Verlag. e GARCIA. B. 1ª Parte e 2ª Parte. BLACHUT. MARCHETTI. São Paulo: Nobel. Cartografia y levantamientos urbanos. J..da política urbana e dá outras providências. (1987). 1977. 2005. . Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR.

ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. barragens. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA .Forma e tamanho . Águas subterrâneas na geotecnia.Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico . INTEMPERISMO .Rochas ígneas .Processos físicos. sua origem. Estruturas geológicas. Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica.Rochas metamórficas 4.Volume. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2.Os minerais .Estrutura e constituição da crosta terrestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. revestimento e calçamento 6. peso e massa .Pedra de cantaria.As rochas .Idade da terra . Movimentos de massa.Agregados e blocos de rochas .Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada . 3. Prospecção geológica para estradas.Propriedades físicas. SOLOS .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental.A utilização de rochas na construção civil .Durabilidade das rochas 5. INTRODUÇÃO . obras subterrâneas. Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. Rochas e sua utilização. Mapa geológico. MINERAIS E ROCHAS . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO .Apresentação da disciplina . químicas e mecânicas .Conceituação de Geotecnia.Rochas sedimentares . Estrutura da Terra. Mineralogia. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil. formação e evolução. químicos e biológicos .

OLIVEIRA. Viktor. visitas técnicas e seminários. Santa Maria. Geologia de Engenharia.R. POPP. KIRSCH.Classificação pedológica e geotécnica 7. Rio de Janeiro: São José. 1985. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . W.L. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS .. M. TOLEDO. G. rev. ed.Diaclases . São Paulo: Companhia Editora Nacional. FAIRCHILD.A. 1997. 162 p. ABMS/ABGE . Rochas e minerais: minerais. BRITO. CPRM.. Minerais e rochas. Geologia geral. ed. 149 p. MACIEL FILHO.Dobras . Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. Introdução ao estudo de minerais e rochas.M. 4. 376 p.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. 5.C. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. São Paulo: Edgard Blücher. São Paulo : Companhia Editora Nacional. Walter. 1994. 1967. 1971. ed. e ampl. João Ernesto de Souza. 310p. 5. S. 291p. Helmut.Composição dos solos .Depressão Periférica . rochas. UFV.Escudo .N. Carlos. 342 p SCHUMANN. 1974.Conceito . W. 2000. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. Viktor. João José. São Paulo: Polígono. 223 p.Propriedades físicas . São Paulo. UFSM.Planalto . Rochas do Brasil. DE. UFV.. Oficina de Textos. ed. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. M. TEIXEIRA. ABGE. TAIOLI. 2. em grupo e/ou individual. Rio de Janeiro : Ao livro técnico.periódico . 284p. 1962. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. T. E. Mineralogia aplicada: para engenheiros. José Henrique. gemas. FONTES. A. 1998. F. M. S. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8. MINETE. Guia para determinação de minerais. 487 p. Geologia geral. 3.Solos e Rochas . CAMPOS. C. técnólogo e estudantes.Falhas 9. Introdução à geologia de engenharia. ERNST. LEINZ.ed. POTSCH. Decifrando a Terra. Mineralogia e geologia. 1972.

Agregados. AGENTES AGRESSIVOS .Cimento .Ensaios de laboratório 2. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades. GLOMERANTES .Através de águas.Gesso .Ensaios de laboratório 3.Tipos . ARGAMASSAS .Processos de fabricação .Cal . Aglomerantes.Propriedades dos materiais cerâmicos .Ensaios de laboratório 5.Propriedade das argamassas .Tipos. propriedades e utilizações . AGREGADOS . solos e gases.Processos de fabricação .Traços .Ensaios de laboratório 4.Preparo . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Dosagem . Argamassas e Aditivos.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS . . Ensaios de laboratório. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Miúdos e graúdos . ADITIVOS E ADIÇÕES .

utilizando retro projetor. E. Rio de Janeiro. propriedades e materiais. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Ed. R. Porto Alegre. SILVA. PINI. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. Propriedades do concreto. 1994. P. A.. 1995.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. K. A . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. 1988. P. São Paulo. São Paulo. Editora PUC-EMMA. Editora PINI. Manual Prático de Materiais de Construção. 1975. 1997. Materiais de construção. BAUER. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). VERÇOSA. Editora PINI. M. Editora PINI. P. de campo e de laboratório. A. dissertações de mestrado e teses de doutorado. L. Ed. NEVILLE. Materiais de Construção. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. 1994. São Paulo. SILVA. 1991. Materiais de construção. São Paulo. Normas Técnicas da ABNT. PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER.. 1995. M. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. MONTEIRO. F. E. São Paulo.Estrutura. . Concreto . AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10).F. quadro e data show. Editora PINI. LTC Editora. São Paulo.

6º SEMESTRE .

respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos. DIREITO DO TRABALHO . uma tomada de contato com a legislação em geral. especialmente. FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL . • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 . conjuntamente determinadas pelo professor e alunos.O contrato de trabalho . com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. direito civil.Constituição: conceito. comercial.Fatos e atos jurídicos . classificação e história . tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica .A personalidade jurídica da sociedade comercial .Relações de parentesco e pátrio poder 3. às ligadas à futura profissão.Os direitos do trabalhador na constituição federal .Patentes. administrativo e direito trabalhista.Títulos de crédito: conceito e classificação 5.Os principais tipos de sociedades comerciais .Extinção do contrato de trabalho .Direitos e garantias fundamentais 2. conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos. DIREITO COMERCIAL . ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções. registros. o comerciante e as sociedades comerciais . DIREITO CIVlL . marcas.Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria .Os atos de comércio.As micro-empresas . OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos. e transferência de tecnologia . DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO . Serão estas.Aposentadoria 4.Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro. .Extinção da empresa .

Revista dos Tribunais. GOMES. Saraiva. 2002. Forense. Introdução ao estudo do direito. Sagra. O que são direitos da pessoa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. Valdemar Pereira. GUSMÃO. Lições preliminares de direito. Saraiva. Paulo Dourados de.CLT. Direito e Legislação. 2000. Maria Helena. LUIZ.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . 2000. André Franco. Revista dos tribunais. ESPINDOLA. São Paulo. Dalmo. Introdução à ciência do direito. Introdução ao estudo de direito.1992. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. São Paulo. Orlando. São Paulo: Saraiva.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). Gilberto Vieira. . Forense. Ruy Samoel. Código Civil Anotado. Conceito de Princípios Constitucionais. São Paulo. Manual de elaboração de contratos e documentos. 2002. Rio de Janeiro.1994. Brasiliense.1996. DINIZ. Miguel. MONTORO. 2000. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. Rio de Janeiro. São Paulo. São Paulo. São Paulo. REALI.

306lRS SPT no 565 .710 .1Residencial 1. Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.2000. Manual de instalações elétricas. MARTIGNONI. Instalação elétrica. Afonso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Discubra. MARTIGNONT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA.510 .308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. SPT no 235 . OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais.500/RS SPT no 565 . 1998.2Comercial 2.310 . São Paulo. Instalações Elétricas. motores elétricos. Iluminação e instalações domiciliares. Globo. Húmus. Rio de Janeiro. Instalações elétricas de baixa tensão.1990. Paulo Ribeiro.6O2/RS SPT no 565 . Porto Alegre. Eletrotécnica. . Porto Alegre. ABNT. • Tomar contato com as noras técnicas. Projeto elétrico 1.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. Alfonso. McGraw-Hill do Brasil.1987. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. NORMAS TELEBRÁS. São Paulo. 1988.710 . Hélio. Desenvolvimento de um projeto elétrico.1985. Ademar Bitencourt. São Paulo. São Paulo. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Instalações elétricas prediais. COTRIM.

MERINO.vol. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. Vol 2. Principio dos trabalhos virtuais. VI. Análise matricial. 2001. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Princípios energéticos. José Carlos. 1979. Globo. SÜSSEKIND..Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. Fritz. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. Método dos deslocamentos. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. 3. Método da carga unitária. José Carlos. • Avaliar estruturas hiperestáticas. Construções de Concreto. Teorema dos trabalhos virtuais. . 5. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Método dos deslocamentos.. Deformações devido à variação de temperatura. Processo de Cross. 1979. 2 SÜSSEKIND. Mecânica dos Sólidos. Interciência. 3 TIMOSHENKO. GERE. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. • Interpretar comportamento de estruturas. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. 6. Princípios energéticos. Conceitos de trabalho.vol. Curso de análise estrutural. João Luis Escosteguy. Método das forças. 2. Globo. 1982. vl. J. Curso de análise estrutural. 7. Método das forças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. S.

Análise de Estruturas Reticuladas.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER. G. .

Produtos betuminosos 15. Materiais plásticos 16.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. Metais em geral 12. Dosagem dos concretos . Produtos siderúrgicos 11. . visitas técnicas. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. Estrutura do concreto armado . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Agregados para o concreto 3. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. adensamento. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Preparo. Dosagem dos concretos . Controle tecnológico do concreto 10. Madeiras. de campo e de laboratório.método IPT 6. lançamento e cura dos concretos 8. Concreto endurecido 5. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. Concreto fresco 4. Tintas 14. Produtos Betuminosos. Concretos. Introdução ao concreto 2.método ABCP ou ACI 7. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre.patologia e terapia das estruturas 9. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. quadro. data show ou canhão. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. Madeira 13. utilizando retro projetor. Ensaios de laboratório. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. comparando com a teoria estudada.

1991. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. São Paulo. MEHTA. A. Manual prático de materiais de construção. A. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Manual de dosagem do concreto. 1994. C. Editora PINI. São Paulo. RIPPER. 1988. O'REILLY DIAZ. WILBY. C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. Tecnologia de Edificações. Editora PINI. Editora PINI. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. Editora PINI. SILVA. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. K. São Paulo. Cambridge University Press. USP. 2000.. PINI. F. 1996. 1997. 1991. 1995. São Paulo. LTC Editora. D. Ed.NT da ABNT DAL MOLIN. Editora PINI. C. 1989. VERÇOSA. E. New York. 1995. Tese (Doutorado). 1994. propriedades e materiais. P. M. V.. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. Editora PUC-EMMA. Editora PINI. São Paulo. São Paulo. Ed PINI. P. Concreto/ Estrutura. P. TERSIAN. P. Propriedades do concreto. E. São Paulo. Concrete Materials And Structures. Editora PINI. Concreto de alto desempenho. A. Editora PINI. SOUZA. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. NEVILLE. S. 1995. 1992. 1994. Editora PINI. São Paulo. Editora PINI. Roberto de. P. Falcão Materiais de Construção. GIAMUSSO. Manual do concreto. HELENE. Porto Alegre. R. M. São Paulo. 1975.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. E. Princípios básicos sobre concreto fluído. L. São Paulo. São Paulo. . BAUER. 1998. Materiais de construção. C. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. SILVA. Materiais de construção. Rio de Janeiro.

1 Viscosidade. pressão 1.2 Equação de bernoulli 2. densidade. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas. Fluidos em Repouso .1 Escoamento em regime permanente 2.6 Força resultante em uma superfície submersa 1.5 Condutos sob pressão 2.6 Número de Reynolds 2. Movimento Uniforme em Canais.Hidrodinâmica 2.4 Canais 2.Hidrostática 1.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2. . Barômetro 1.11 Perda de carga Localizada 2.9 Diagrama de Stanton-Moody 2. aulas de exercícios.3 Orifícios e Bocais 2.8 Equação universal da perda de carga 2.12 Cálculo de potência de bombas 2. • Dimensionamento e seleção de bombas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.3 Medidores de Pressão: Manômetro. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão.10 Perda de carga em dutos 2.8 Comportas e Barragens 1. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos. • Determinação de vazão.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1. Movimento Variado em Canais. aulas práticas.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1. Reservatórios Projetos e Instalações.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2. Escoamento de Fluidos .Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão.

LTC. SHAMES Irving H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK.Edgard Blucher Ed. Makron Books.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. Mecânica dos Fluidos. McDONALD. Robert W. D. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. 02. . Ronald V. Física. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. Volume 01. LTC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. GILES. R. Introdução a Mecânica dos Fluidos. HALLIDAY. Alan T. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo.

Lançamento dos eixos. Computação voltada a estrada. Aulas Práticas. OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas.Reconhecimento aerofotográfico .sua importância e classificação . • Projetar uma estrada. • Locar uma estrada em campo.Reconhecimento terrestre . Projetos geométricos.Perfil longitudinal .Sistema arterial .Cálculo das áreas das secções transversais .Transversais . Greide de uma estrada. • Fases do estudo de uma estrada.Classificação Funcional . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Radiais .Classificação segundo a sua orientação . Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada. Locação e Fiscalização.Distância média de transporte e momento de transporte .Importância .Greide .Determinação dos volumes de corte e aterro . ESTRADA . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Reconhecimento terrestre .Longitudinais .Diagonais .Reconhecimento ou anteprojeto .Secções transversais .Sistema coletor 2.Ligação .Exploração aerofotogramétrica 3.Exploração ou projeto . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Cálculo do diagrama de Bruckner . Cubação de volumes.

Tipos de concordância vertical .Tangentes . DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Objetivos das normas e classificação técnica . NORMAS .Equação da superlargura . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Cálculo de todos os elementos .Locação por flexão acumulada .Normas . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Locação de uma curva de transição 10.Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Grau de curva .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Finalidade da curva de transição .Projeto de uma curva circular .Elementos da curva de transição .Raio da curva e raio mínimo .Comprimento da curva de transição .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Deflexão por metro .Estudo da superelevação .Coordenadas XC e YC . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Finalidade .Cálculo completo de uma curva de transição .Equação da espiral .Função da superlargura .Locação de curvas circulares .Tipos clássicos de transição .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) . CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Ângulo central a espiral .Normas 7.Equação da superelevação .4.Tipos de transição .Distribuição da superlargura 8.Ângulo central .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Locação por coordenadas 6. ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Distribuição da superelevação .

Rio de Janeiro. Engenharia rodoviária. M.1995. Engenharia de Estradas.T. São Carlos: Rima.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas . Guanabara Dois. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. trabalhos práticos.1980. Projeto de estradas. Grêmio Politécnìco.Nota de serviço para estradas 11.1975. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Centro Editorial e Didático da UFBA. São Paulo. Pacheco de. Renato G. Rio de Janeiro. SENÇO. Projeto Geométrico de rodovias. Bonjarmin B. MICHELIN.. Grêmio Politécnico. Luiz Carlos A. FONTES. OLIVEIRA. INFRAESTRUTURA 12.. CAMPOS. FRAENKEL. Wlastermiller de. Multilibri. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. São Paulo. M.1977. Raphael do Amaral. Estradas de rodagem. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Hemus. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN.1980. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.R.1979. Curso de estradas. PIMENTA. LTC. Harry R. Porto Alegre.1966. 2004. LIN. 2 ed. . dialogas e com unidades teóricas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. Projeto geométrico. Drenagem superficial e subterrânea de estradas.P. Rney Chich. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Porto Alegre.Cálculo de curvas verticais . Rio de Janeiro. C. de A. Salvador.1980.

Compacidade dos solos . Granulometria dos solos.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.Formação do solo . • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS . Propriedades físicas e químicas dos solos. Estruturas dos solos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. • Sua textura. • Suas propriedades de compacidade. Exploração do subsolo. COMPACTAÇÃO DO SOLO .Classificação dos solos 4.Proctor Normal .Índices físicos dos solos . FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO . • Suas propriedades de consistência e plasticidade. Textura dos solos.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos. Permeabilidade e porosidade. Compressibilidade.definição . ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. • Suas propriedades de compressibilidade e resistência. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Resistência ao cizalhamento do solo. • Os sistemas de classificação dos solos.Proctor Intermediário . permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo.Proctor Modificado . Plasticidade e consistência dos solos.Estrutura dos solos .solo . Pressão e Tensões do solo. Índices físicos dos solos.Plasticidade e consistência dos solos . Adensamento e recalques do solo. Compactação do solo. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . • Seus índices físicos.Tipos de solos 3.Textura dos solos .

John Wiley and Sons.SI version. WHITMAN.Cálculo de recalques em solos argilosos 7. 1967.Pressões devidas às cargas externas 8. J. COMPRESSIBILIDADE . C. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. LTC.Compressibilidade por adensamento . RALPH B. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 1979. T.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. Fundamentals of soil behavior. São Paulo : Grêmio Politécnico. E. PINTO. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. 1979. H. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3.ed. Introdução à mecânica dos solos. John Wiley and Sons. Mecânica dos solos e suas aplicações. ed. 2000. RODRIGUES.A.A. McGraw-Hill do Brasil. LAMBE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO.V.5.W. M.R. exercícios e seminários. Oficina de Textos. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. New York. R.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. PINTO. 1983.P. New York. 137p. Limusa Wiley.Pressões devidas ao peso próprio do solo .Capilaridade dos solos .Permeabilidade dos solos . VARGAS.R. TERZAGHI. MITCHELL. HIDRÁULICA DOS SOLOS . Mecánica de suelos.J.K. KARL. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. DE S. São Paulo.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO. Rio de Janeiro. . AS. 1983. New York : John Wiley & Sons. aulas de laboratório. 1983. 1972. 729 p. PECK.. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO . ORTIGÃO. 1977. Soil mechanics . México. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO . Soil mechanics in engineering practice 2. São Paulo. Curso básico de mecânica de solos. J.

ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos. 6. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. Princípios de restituição e fotogramétrica. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10.Fotogrametria Pioneira. Fotointerpretação. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7. .Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. Noções de Sensoriamento Remoto.A Câmara Fotogramétrica.Fotogrametria Digital. . Recobrimento aerofotogramétrico.Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Noções de aerotriangulações.A Câmara Fotográfica. Tipos de estereoscópios. Características Básicas de Obtenção das Imagens 9.Fotogrametria Analógica.Orientação exterior (relativa e absoluta).Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. Histórico da Fotogrametria .Fotogrametria Analítica. 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais . . Introdução 2. . . 4. Princípios Básicos de Fotogrametria . Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. . Métodos Fotogramétricos de Restituição: . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estereofotogrametria. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário. .Radiação Eletromagnética. Processamento Digital de Imagens 8.Orientação Interior. .

Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . Brasil: 1997.Tipos de Grade de um MDT 13. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Bittencourt de. Ed. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Paulo E. Instituto Militar de Engenharia. 1991. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. Campinas.. 1992. ANDRADE. Florianópolis: Editora da UFSC. Evlyn. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. 2a Ed. NOVO. Brasil: 2000. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Porto Alegre. M. e FAGUNDES. trabalhos práticos. J. Unicamp. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. dialogadas e com unidades teóricas. Exército Brasileiro. Álvaro Penteado. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. . Edis Mafra. 1989. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . TAVARES. Brasília.Restituição Digital. 11. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. Placidino M. Brasil: 1998. T34-304 Manual Técnico. Brasil: 1984. CRÓSTA. Fotogrametria. Fagundes. Aplicações 12. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Brasil: 1993. Geração de Orto-imagens 14. ANDRADE. Carlos e LAPOLLI. SBEE. Fotogrametria Básica.Conceito Inicial . Rio de Janeiro. Curitiba. São Paulo: Editora Edgard Blücher. Fotogrametria.

7º SEMESTRE .

5 Ignorância e Responsabilidade.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais.194/66. 4. 3. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. 2.2 Definição da Ética. 1. 1.3 Subsistema de Relações Sociais. 4.Aprovado no III CNP. 4.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5.194/66.1 Objetivos da Ética.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. 3. 4. 1.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional. 2.4 Responsabilidade Moral. 2. 1. 1.6 Constituinte do Sistema. 3.7 Estatuto do Sistema . Leis correlatas e anexas. 4. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. SISTEMA PROFISSIONAL 3.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. filosofia e política da legislação.9 Comportamento Ético Profissional. 1.2 Atribuições Profissionais . 4.4 Uma Leitura Histórica. 3. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão. 2.1 Antecedentes da Legislação Profissional.Histórico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5. 1.8 Coação Externa e Responsabilidade. Ética profissional e sanções disciplinares. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente.3 Ética Profissional.1 A Constituição Federal e o Diploma.1 Subsistema de Formação Profissional. . Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia.7 Coação Interna e Responsabilidade. Exercício profissional. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.5 Uma Proposta. 4. 3. ÉTICA PROFISSIONAL 1.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos.4 Lei Federal 5. 1.6 Liberdade e Responsabilidade.

Simone Brião do. 5. Frederico. 5.5 Área de geologia e Minas.6 Direitos Autorais. BUSSINGER. Ed.8 Direitos Patrimoniais.vídeo). Natureza Jurídica do Conselho Profissional. ARISTÓTELES. 9. Ed. set. Ética e Nicômanos. 5./1990.3 Área de Engenharia. Trabalho escrito em grupo.1988. 6. FISCALIZAÇÃO.1 Erro Ético. 9.5 Importância da ART. 6.4 Área de Engenharia Industrial. 5. Estudos de Caso. datashow. 7. Lei nº 8.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional.1 Tabela de Notificações.7 Direitos Morais do Autor. 2002. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. Apresentação de seminário. 6.4. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5.2 Anotação de Responsabilidade Técnica.2 Área de Arquitetura. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Univ.4 ART x Profissional. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9. Gilberto.1985. Constituição da República Federativa do Brasil. 5.1 Resolução. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais.3 Poder Público. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL. Brasília. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. Código de Defesa do Consumidor. 6. Arquitetura e Agronomia. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6. Informativo . GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7.1 Quando Utilizar? 9. O Exercício Profissional e a Nova Constituição.2 Cliente. 9. 9. 8. 5. 5.3 ART x CREA.078. 5.4 Remuneração.1 Profissional. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia.

Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. Comissão Executiva CREA/RS. 1987. Rio de Janeiro. Arquitetura e Agronomia. CONFEA. 1988./1994. José Ubirajara. Out.ed. Frederico. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. FLORES. CONFEA. CREA/RS. Leis: Decretos e Resoluções.1989.CONFEA. Jornal do CREA/RS. . Atribuições: Conceitos de./ Nov. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. BUSSINGER. 1990. 1999. 1989.3. Destaques da Legislação Básica. Propriedade Industrial. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. nº3. Brasília.

equipamentos e meio ambiente. Levantamentos ambientais 6. Noções de Primeiros Socorros. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. utilizando retro projetor. Higiene do Trabalho. Normas regulamentadoras para a construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Segurança no Projeto e Construções. Estatística e Custos dos Acidentes. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. quadro e Data Show. Ferramentas manuais. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. . Segurança nas diversas etapas construtivas. Normalização e Legislação específica. 12. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. 13. 8.1 Desenvolvimento de Projeto 14. Plano geral de segurança 9. Histórico e estatística dos acidentes 2. Estudo da NR-18. máquinas. Agentes ambientais 4. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. projetos. 11. Segurança em projetos. Riscos ambientais 3. Higiene do trabalho 5. 10. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Fundamentos de Segurança. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. EPI 7.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes.

FUNDACENTRO. apresentando técnicas de proteção recomendadas. Edison as Silva. São Paulo. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . José Carlos de Arruda. SAMPAIO. PINI. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. Manual da aplicação da NR-18. 2000. A. Segurança e medicina do trabalho. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. ROUSSELET. CLT FUNDACENTRO. Ed.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. ZOCCHIO.. YAMADA. FUNDACENTRO. Atlas. Normas de prevenção de incêndio. 1996 ABNT. Atlas. Normas Regulamentadoras. 2003 Normas Técnicas da ABNT. São Paulo. T. 1980. Rio de Janeiro. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. 1994. Equipamentos de Proteção Individual. Ed. 1998. MTb. São Paulo. MINISTÉRIO DO TRABALHO.Seconsi. Brasília. 1997. Ed. Ed. G. São Paulo. Brasília.

Flexão e Cisalhamento 2.6 Vigas c/ altura definida 2.5 Zona comprimida 2. Caso geral (Casa) 5. Princípios básicos da verificação e da segurança. Tirantes 6. Comportamento das estruturas de concreto armado. É apresentada um pequeno prédio modelo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Compressão simples 3.1 Revisão da Flexão Simples 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Introdução ao CA 2. torção.Dimensionamento 2. compressão simples. Normas para Concreto Armado. Detalhar a armadura das estruturas.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2. flexão composta. Dimensionamento à torção. . Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações.3.4 Cisalhamento em CA 2. Conhecer os estados limites das estruturas em CA. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo.1 Pilares 3. Conhecer os materiais em usados em CA.2 Vigas em CA .Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região. flexão simples.2 Detalhamento construtivo 4.7 Armaduras mínimas 3. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.

consistindo de participação em sala de aula.• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado.M & Cunha. LAURO M. B. As 3 avaliações formam a média do semestre. Estruturas de Concreto Armando .Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. C. . SANTOS. Avaliação do desempenho. Pini SP 1995. GARCIA. MARAN. Guanabara Dois. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. MESEGNES A. P. FUSCO. Nobel Editora.V. NBR 6118 . dos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Barcelona. Cálculo do Concreto Armado. NBR 7480 . Lajes em concreto armado e protendido. MONTOYA P. 1987. GUERRIN. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. M. CABRE F. cumprimento de trabalhos e freqüência.solicitações normais. Ed. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. J. Concreto Armado. Nov 2003 NBR 6120 . P.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. Rio de Janeiro 1998..Projeto e execução de obras de concreto Armado. A. McGraw-Hill Do Brasil. . Souza. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Hormigón Armado. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ.

11. Supra-estrutura de obras de construção civil. 7. Marcação de obras. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. quadro. 6. 4. Supra estrutura. . • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. Impermeabilizações. Fôrmas. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). 3. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. 8. Alvenarias. de campo e em laboratório. 10. 5. Infra-estrutura de obras de construção civil. Revestimentos. Execução de contrapisos. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). 13. Estudo das fundações. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). Instalações. 12. Terraplanagem. Infra estrutura. visitas técnicas. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Alvenaria. Trabalhos preliminares. Revestimentos. data show ou canhão.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. Argamassas. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). levantamentos e instalações provisórias 2. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. Instalações elétricas. utilizando retro projetor. Movimento de terra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 9.

1994.. Como evitar erros na construção. 1988. Editora PINI. Caderno de encargos. propriedades e materiais. Bookman. F. R. E. R. 1994 PIRONDI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. Editora PINI. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. Concreto . São Paulo. Madrid. São Paulo. de. 2000. 3. Manual de construcción de edificios. São Paulo. Atlas. SOUZA. Editora PINI. MEHTA. São Paulo. Portugal. HIRSCHFELD. 1988. São Paulo. Técnicas modernas de construção. M. YAZIGI. H. Revistas e publicações técnicas. São Paulo. C. CETOP. Artigos técnicos. FRANCIS D. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Zeno. Editora Gustavo Gili. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. 1998. P. São Paulo. K. Edição.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. Editora PINI. São Paulo. . MONTEIRO. P. 1996. DIVERSOS. conforme NBR 9575. A técnica de edificar. Divisão de edificações do IPT. Espanha. 1988. H. Tecnologia de edificações. 1999. Técnicas de Construção Ilustradas. RIPPER. M. Ed.estrutura. 2002 CHUDLEY. K. 1999. PINI. W. dissertações de mestrado e teses de doutorado. CHING. Editora PINI. Editora PINI.

Instalações prediais de gás.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias. .1 Introdução 2. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2.4 Dimensionamento 1. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo.4.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.3 Sucção e recalque 1. Instalações prediais de combate a incêndio. Instalações elevatórias prediais.3 Capacidade dos reservatórios 1.1 Introdução 3.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.2 Colunas e barriletes 1. Instalações prediais de esgoto sanitário.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3.2 Estimativa de consumo 2. Instalações prediais de água quente. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3. e contando-se para isto. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.4 Aquecimento central 2.4.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas. Instalações prediais de águas pluviais.1 Introdução 1.4.1 Sub-ramais e ramais 1.5 Instalações de recalques de água 1. Instalações de construção de fossas sépticas.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1.

1982. São Paulo.611. LTC. 1982.5626. 1979. 1984. .1221. Instalações hidráulicas e sanitárias. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. Instalações prediais de água fria. NB . José Roberto. 1959.Apresentação do projeto hidro-sanitário. NBR . EUSP. Instalações prediais de esgotos sanitários. 1991. 1991. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. CAMPOS. EDIUSP. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. São Paulo. DACCH. Hélio. ABNT. NB . Eugênio e BLUNDI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. Instalações prediais de esgotos sanitários. NBR . 1981. Nelson Gandur. LTC. ABNT. 1991. ABNT. Instalações prediais de água fluviais.19. EDUSP. Sistemas urbanos de água. FORESTI. Carlos E. São Paulo. Rio de Janeiro. ABNT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO. Luiz et al. Rio de Janeiro.

Diagrama de Massas 19. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. Softwares. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. . Pedreiras e britadores 16. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. Sinalização Vertical e Horizontal 22. • Escolher os equipamentos adequados.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. AVALIAÇÃO: Provas. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Projeto Geométrico e de terraplenagem. 21. Diagrama de Bruckner 20. Usinas de asfalto. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Compensação de Volumes 4. Drenagem de pavimentos. Compensação de volumes 10. Locação de curvas com PI Inacessível 18. solo e brita 15. Construção de pavimentos. Dimensionamento de pavimentos. Critérios de projetos de pavimentos. Utilização de meios de Multimídia. Sinalização. Ensaios em Laboratório. • Calcular volumes de corte e aterro. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Revisão do Projeto Horizontal 2. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Materiais para pavimentos. Estudo das curvas de nível 8. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Projeto geotécnico. Calculo dos volumes. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Revisão do Projeto Vertical 3. Visitas a Obras.Agregados 14. Interseções (cálculo e locação) 17. Sequência Real do Projeto 5. Locação de Projetos (aula prática) 11. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Locação de Off-Sets 13. Trabalhos de Pesquisa.

Cyro Nogueira. Fglobo. FERREIRA. Porto legre. Pavimentação. Raphael do Amaral. Manual de técnicas de pavimentação. 1976. São Paulo. Projeto de estradas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Sistemas drenantes. PUBLICAÇÕES DNER. 1979 FRAENKEL. Porto Alegre. CAMPOS. Renato G. Estradas de rodagem. UPAE. Engenharia rodoviária. Misturado a Frio. MICHELIN. 1988. Benjamin B. Wlastermuller de. Pelo Serviço de documentação. Rio de Janeiro. Manual de projetos de intersecções. Grêmio Politécnico. 1980. Rhodia AS. 1975. Wlastermuller de. São Paulo: Pini. 1976. SENÇO. 1999. . Ipiranga AS. Rio de Janeiro. Paulo Roberto. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. 1993. 1982 SENÇO. DNER. Antonio Lucio. São Paulo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Multilibri. Grêmio Politécnico.

Terraplanagem. EMPUXOS DE TERRA . Elementos de projetos de obras de terra. Barragens de terra. • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Efeito da água 3.Teoria de Coulomb .Retaludamento .Filtros 5. ESTABILIDADE DE TALUDES .Teoria de Rankine .Generalidades sobre obras de terra 2.Obras de contenção .Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo .Considerações .Métodos analíticos . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra.Controle e comportamento das barragens .Métodos gráficos 6. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS . INTRODUÇÃO . BARRAGENS .Reconstrução de aterros . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7. Aterros rodoviários. ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra. Equilíbrio de maciços de terra.Tipos . ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO .Geossintéticos 4.Muros de arrimo .Seleção de materiais .Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos.

526p. Milton. J. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. CRUZ. 1983. 509p. A. Gregory Porphyriewitch. 1978. TERZAGHI. Homero Pinto. 1980. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. edição revisada e ampliada. visitas técnicas e seminários. Estabilidade de taludes. São Paulo: Grêmio Politécnico. exercícios. materiais de construção. Paulo Teixeira da. 659 p. Ofic. Soil mechanics in engineering practice. de Textos. 2000. 2. Rio de Janeiro: LTC. Karl. VARGAS. 1978. Mecânica dos solos e suas aplicações. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 1996. Karl. TSCHEBOTARIOFF.Considerações gerais . São Paulo : McGraw-Hill. Curso básico de mecânica de solos. São Paulo: Oficina de Textos.8. projeto. 648 p. 2. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Homero Pinto. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. 4 v. Mecânica dos solos na prática da engenharia. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Introdução à mecânica dos solos. New York: John Wiley & Sons. Rio de Janeiro: 1961. 100 barragens brasileiras: casos históricos. PINTO. DE S. ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. NUNES. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. Paulo Teixeira da. Rio de Janeiro: 1958. São Paulo. TERRAPLENAGEM . C. 1962. 1991. da Costa. CRUZ. 1967. . TERZAGHI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. Fundações. São Paulo : McGraw-Hill. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos.

São Paulo. C. A. Introdução á ciência econômica 2. um tratado de economia. 1970. WONNACOTT. Ação humana. Introdução à economia. D. Necessidades e bem econômico central. 1983. Teoria econômica. Produção 3. Agir. Circulação. 1985. Paul. Introdução à análise econômica. Ludwing. STONIER. McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. VON MISES. Estrutura dos sistemas econômicos. Rio de Janeiro. Instituto Liberal. Rio de Janeiro. . como também os pressupostos teóricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. W e HAGUE. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Circulação 4. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. Zahar. Seminários sobre assuntos da área econômica. Crusius. Aprender economia. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. Brasiliense. Produção e produtividade. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. 1990. Rio de Janeiro. São Paulo. Discussão de temas atuais da economia. objeto e divisão da economia. Dinamismo e inovação 6. Paul.

8º SEMESTRE .

Critérios de decisões .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Método do valor atual . Comparação entre alternativas de investimentos. Equivalência.Problemas .Energia de deformação e potencial .Série em gradiente .Custo atual . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Tabelas . Extensões.Pagamento simples .Taxa de retorno .Equivalência .Fator de acumulação de capital .Diagrama de fluxo de caixa .Juros .Engenharia econômica .Exercícios .Taxas múltiplas .Alternativas com vidas diferentes . Fórmulas de juros. série uniforme . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Fator de valor atual.Composto .Problemas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INTRODUÇÃO .Fórmulas de Juros .Equivalência .Exercícios .Pagamento simples . série uniforme .Taxas mínimas de atratividade .Fator de formação de capital.Valor atual . série uniforme .Fator de acumulação de capital.Comentários .Exercícios 2.Fator de acumulação de capital . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Juro simples .

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. estudos de casos. FGV. AVALIAÇÃO: Provas. Engenharia econômica. MACLINE. . Engenharia econômica. Manual de administração da produção. 1984. Atlas. RAYMOND. 1990. McGraw-Hill. pequenos trabalhos. 1982. MEYER. DIFEL. São Paulo.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. Nova York. 1985. CLAUDE et al. 1958 NASCIMENTO. GERALDO et al. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. Administração da produção. McGraw-Hill Book Co. Engineering economy. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA.

OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. Peças comprimidas 7. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. . • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. Ligações soldadas 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL. W. PFEIL. Estruturas de Madeira. Rio de Janeiro:LTC. 1994. W. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. Rio de Janeiro.ed.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. 7. 2000. LTC.ed. Dimensionamento de vigas 8. Peças tracionadas 4. Ligações parafusadas 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 335p. 5. Propriedades geométricas de seções transversais 3. Estruturas de aço 2. Estruturas de aço: dimensionamento prático. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Estruturas de madeira 9. 295p. • Avaliar soluções estruturais.

Elementos para projetos em perfis leves de aço. São Paulo: Edgard Blücher. 1998. . A. 209 p.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO.

3 Lajes Cogumelos 3. Estruturas Especiais 3. Flexão Composta e Oblíqua 6. Escalas. Fundações em Concreto Armado 2. Lajes 1. Compressão. Projeto Piloto 7. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.2 Dimensionamento de Escadas 2. Vigas Hiperstáticas. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado.Concreto/aço 5. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. . Funcionamento . Flexão composta. dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais. Reservatórios.1 Consolos 3.4 Reservatórios 3. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado.1 Fundações diretas 2.2 Blocos de coroamento de estacas 3.1 Dimensionamento de lajes 1.1 Detalhamento . Muros de Arrimo.2 Muros de Arrimo 3. torsões. Detalhamento. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.Projeto Piloto 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Tração.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento.5 Vigas Paredes 4. Pilares.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas.

Curso prático de concreto armado. A2 . ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Avaliação do semestre é a média aritmética. DA ROCHA. F. A. São Paulo: Nobel. Hormigón armado. 1989.AVALIAÇÃO: A1 . 1987.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. PFEIL. M.Prova escrita intermediária. Rio de Janeiro: Interciência.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. Exame com questões teóricas e práticas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. J. Construções de concreto. Barcelona : Gustavo Gili. 5. 1982. ed. Concreto Armado. A3 . 7. São Paulo: LTC. ed. V. . 12.. 6v. 1986.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Classificação dos cursos de água .Introdução .Medição da precipitação 5.Hidrologia aplicada 2. Regularização de vazões.Características físicas da bacia . BACIA HIDROLÓGICA .Precipitações máximas .A Ciência hidrológica .Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) .Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico.Análise dos dados de precipitação .Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3.Precipitação média numa área .Classificação das precipitações 4. Precipitações. Águas subterrâneas. Escoamento superficial. como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Análise de freqüência de séries mensais anuais .Descrição geral do ciclo hidrológico . PLUVIOMETRIA .Fase terrestre e atmosférica . Bacia hidrográfica. INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA .Conceitos . ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia. • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas. PRECIPITAÇÃO . Infiltração e evaporação.Área de drenagem da bacia . Previsão e controle de cheias. CICLO HIDROLÓGICO .Divisor de águas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Histórico .Generalidades .

Modelos de escoamento superficial .Separação do escoamento superficial .Método combinado .Declividade da bacia . INFILTRAÇÃO .Avaliação das cheias 10.Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Infiltração .Equacionamento geral da infiltração .Balanço hídrico .Introdução .Hidrograma unitário instantâneo .Sistema de drenagem da bacia .Redistribuição interna .Balanço de energia .Introdução .Problema simplificado de dimensionamento .Comportamento do hidrograma .Curva hipsométrica ..Hidrograma unitário sintético 7.Modelo linear .Medidas para controle de inundação .Equações empíricas .Armazenamento de água no solo .Métodos baseados na temperatura .Evaporimetros . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Evapotranspiração .Determinação da precipitação efetiva .Hidrograma unitário . ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Bacias representativas e experimental 6. PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Avaliação de enchentes .Evaporação .Umidade do solo: conceitos e métodos .Métodos baseados na radiação .Equação para cálculo de infiltração pontual .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8. REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Medidas diretas .Forma da bacia .Enchentes .Balanço hídrico 9.Método de transferência de massas .

trabalhos de campo e seminários.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.. IRANI DOS. 1976.Legislação de Recursos Hídricos . 372 p. 2001. PASTORINO. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. LUCAS NOGUEIRA. rev. Blucher. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. Porto Alegre: UFRGS. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. 2. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. São Paulo. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. São Paulo: Edgard Blücher. 1999. CARLOS E. xv. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS .Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . FRANZINI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. Hidrologia. 169 p. PAIVA. GUILLERMO ACOSTA. 625 p. F. 669 p. FRANCIS. 798 p. 1978. SWAMI M.Problema real de dimensionamento . Apresentação individual dos trabalhos em seminários.. 278 p. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. ARTUR Hidrologia Aplicada. DE SOUSA. TUCCI. Hidrologia básica. 2000. NELSON L. Rio de Janeiro : Interciência.. Modelos hidrológicos. e atual. ed.Garantia de atendimento a demanda 11. VILLELA. 289 p. 1980. Engenharia de recursos hídricos. 1998. Hidrometria aplicada. Gerenciamento de recursos hídricos. .Introdução . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. CHAVES. São Paulo: McGraw Hill. ALVAREZ. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). TUCCI. 1998. 1987. 2001. PINTO. 291 p. M. RODRIGUES. Porto Alegre: ABRH.. 208 p. São Paulo: E.Caracterização do ambiente aquático . 1975 245p. CARLOS E. Porto Alegre : UFRGS. MATTOS. JOSEPH B. LUIZ AMERICO. Nobel. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. et al. FERNANDO ANTONIO. M. SANTOS. HENRIQUE.

1 Classificação dos revestimentos .2.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.2.2 Método do CBR. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.3.4 Processos de Construção de Revestimentos 1. 1.2.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.1 Sub-leito 1.2 Regularização 1. • Tipos de pavimentos Urbanos.Asfalto 1.1.Base 1.2.3.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1. Execução de comandos de pavimentos.4 Método da Prefeitura de São Paulo.3 Reforço 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. pavimentação Urbana.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.3.1.1 Método do Índice de grupo.2 Sub .2.4.4 Base de brita graduada 1.3.5 Método da AASHTO 1.1.1. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias. • Sinalização de pistas.5 Base de solo cimento. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos.1.3 Método DNER 1. 1.5 Base 1.3. • Execução das diversas camadas de um pavimento. 1.1.4 Sub-Base 1. Pavimentação urbana.6 Revestimento 1.1 Reforço do sub -leito 1. solo .

Multilibri. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO.São Paulo 2000. Utilização de meios de Multimídia. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. 1971. 1975. Pini . Grêmio Politécnico.4.7 Concreto betuminoso 1. Porto Alegre. 1979.4. Pavimentação. CAMPOS.4.3 Ductilidade 2. 1991. Manuais técnicos de Betume. Renato G.4.3 Tratamento superficial duplo 1. .12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. 1976. Ipiranga SA. Wlastermuller de Estradas de rodagem. FRAENKEL. Engenharia rodoviária.4. Cyro Nogueira. DNER.4. São Paulo. Globo. Rio de Janeiro. Trabalhos de Pesquisa. MICHELIN. Visitas a Obras. Benjamin B. 1985.6 Ensaio de Marshall 3.4 Ponto de fulgor 2.4 Tratamento superficial triplo 1. Antonio Lúcio UPAE .10 Binder 1. Ensaios em Laboratório.6 Capa selante betuminosa 1. 8ª edição 1998. SENÇO. FERREIRA. Manual de projetos e intersecções.1. Rio de Janeiro. Porto Alegre. Grêmio Politécnico.4. Ed. 1976.9 Pré misturado à quente 1. AVALIAÇÃO: Realização de provas. Projeto de estradas. Pelo Serviço de Documentos. apresentação de trabalhos e relatórios.4.2 Tratamento superficial simples 1. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2.5 Determinação do teor de betume 2.misturado a frio.4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação.4. 1980. PUBLICAÇÕES DNER. 1982.4. 1993.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. Softwares.1 Ensaio de penetração 2.11 Calçamento de paralelepípedos 1.2 Ponto de amolecimento 2. São Paulo. Raphael do Amaral. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas.8 Pré-misturado à frio 1.

AGUIAR. Paulo Roberto. ABCP. estudo técnico. São Paulo. Sistemas drenantes. estudo Técnico.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. Associação Brasileira de Cimento Portland. ABCP. 6ª edição 1994. Construção de pavimentos em concreto simples. 1988. Dimensionamento de pavimentos rígidos. . São Paulo 1998. Associação brasileira de Cimento Portland. 1998. Rhodia SA. Manual técnico de Pavimentação.

Sondagens a trado e poços de observação . Escolha do tipo de fundações. bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .Dimensionamento geométrico das fundações diretas . • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas. • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas.Recalques de fundações diretas .Ensaio Dilatométrico 4.Recalques admissíveis . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas. Recalques. Normas. Fundações: diretas.Sondagens a percussão (SPT) . muros de arrimo. • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis.Métodos para a estimativa das tensões admissíveis .Ensaios de cone (CPT) .Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas . SONDAGENS GEOTÉCNICAS . ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional. INTRODUÇÃO . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3.Ensaio de Palheta (Vane) . profundas e capacidade de carga.Tipos de fundações diretas . FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS .Generalidades sobre fundações . Estáticas do estaqueamento. Projetos.Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem.critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5.Ensaio Pressiométrico (PMT) .História da Engenharia de Fundações 2.

Pitman Publishing. H. Introdução à Engenharia de Fundações. R. 1983. SCHNAID.Provas de carga em estacas .Atrito negativo em estacas 7.E. 785p VELLOSO. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. São Paulo : Oficina de Textos. Editora Interciência. visitas técnicas e seminários.. WINTERKORN.Tipos de fundações profundas . 1998. TERZAGHI. H. Foundation Engineering Handbook. 20 189 p. 1996.B. Van Nostrand Reinhold Company. .. HACHICH. FANG. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. vol. 169 p. exercícios. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. TOMLINSON. LOPES. 290p. N.E. Ed. 751 p. M.K. [et al] Fundações : teoria e prática. edição.Y. K. 1948.Provas de carga em placa 6.. ALONSO. Foundation Design and Construction. Edition. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas... D. 1. 1a.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . COPPE-UFRJ. Apresentação individual de trabalhos em seminários.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais . WALDEMAR . 1981. B.1. São Paulo Edgard Blücher. J. John Wiley & Sons.. N.Capacidade de carga de estacas isoladas . MENZIES. 1996. New York.Recalques de estacas isoladas . SIMONS..F. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO. PECK. São Paulo : Pini. FUNDAÇÕES PROFUNDAS .A. McGraw Hill. Foundation Analysis and Design. 201p. São Paulo : Edgard Blücher. Fundações.Y. F..J.R. URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas.

Processos de secagem de madeira para utilização em construções.Origem dos problemas patológicos 3. em obras e em simulações realizadas em laboratório.Chapa colada. Lesões por acomodação. Corrosão por cloretos. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. redimensionamento da viga . sulfatos e carbonatação 9. fibra de carbono. Defeitos de projeto e execução 5. medidas preventivas e corretivas 12. Vida útil das edificações 6. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. • Propor formas de tratamento das patologias. Agressividade e corrosão das armaduras 11. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. Lesão por rotação. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação. Empolamento dos solos. Lesões por esmagamento e compressão. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. determinando suas prováveis origens. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . grout. Introdução 2. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. Causas prováveis de falhas 4. Fissurações: Tipos. pilares e lajes de concreto armado. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações. Efeitos do fogo 10.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Patologia dos materiais 7.

Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Prova de carga 19. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). F. 1993. da Acidentes estruturais na construção civil. São Paulo. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. P. DAL MOLIN. Tese (Livre Docência). Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. São Paulo. São Paulo. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. Editora PINI. (Dissertação de Mestrado). 1986. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. Editora PINI. 1995. . E. A. FORTES. Manual para reparo. UFRGS. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. Editora PINI. Patologia das fundações. quadro. R. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. utilizando retro projetor. P. J. o primeiro seminário e o estudo de caso. revestimentos e impermeabilização 15. SILVA. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. McGraw Hill. SOUZA. visitas técnicas. 1998. 1995. New York. D. recuperação e reforço de estruturas de concreto. Editora PINI. UFRGS. A . L. 1997. HELENE. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. Editora PINI. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. USP. Patologia das pinturas e acabamento 17. UFC. São Paulo. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. Residential construction problem solver. CUNHA. Patologia da umidade 16. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. 1999. P. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. de campo e em laboratório. data show ou canhão. reforço e proteção de estruturas de concreto. Vol I e II. São Paulo. P. 1992.13. B. Porto Alegre. HELENE. Patologia. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. Porto Alegre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. 1988. da alvenaria. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. V. 1998.

Patologias da impermeabilização.PINTO. Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. UFRGS. 1989. 1996. J. Multipress Editora. do N. Santa Maria. Porto Alegre. A. .

9º SEMESTRE .

1.financeiro 4. Uso de Recursos Audiovisuais. produção e engenharia de apoio.Projeto .2 Pert .1.1. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.PLP 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2. TEORIA DE SISTEMAS 3. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas. Uma visão geral da administração de: recursos humanos. compras. Aulas Práticas e Visitas Técnicas. marketing e vendas. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.5 Sistema Financeiro 3.Marketing 3.1.1. sua evolução e aplicações.Produção 3.1.2 Teoria Científica .Taylor 2.tempo 4.2 Sistema Planejamento e Controle . OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2. . b) Estudar as funções e operações administrativas. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4. financeira.4 Teoria Humana .RH 3.Fayol 2.4 Sistema Recursos Humanos . Conceitos básicos em Administração. A Evolução da Administração como Ciência 2.Venda . projetos.1.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas. Princípios e teorias administrativas.Mayo 2.3 Teoria Clássica .1.3 Cronograma Físico .1 Pert .Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução.custo 4.1 Sistema Industrial .3 Sistema Comercial .1.Processo .

São Paulo: Makron Books. Idalberto. al. Nigel et. 1999. Administração da Produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. Idalberto. São Paulo: Makron Books. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. Ed. SLACK. Introdução á Teoria geral da Administração. Relatórios. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. 4ª ed. Atlas. Teoria Geral da Administração. MC Grand Hill. MONKS. . 1983. 1993.Administração da Produção. Apresentação em Aula. 2vls. 1993. Joseph. Ed.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos.

Avaliação imobiliária. gerenciamento e controle de perdas. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. utilizando métodos científicos de avaliação. editais e concorrências. planejamento. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações. Posteriormente. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. financeiro e físico . Discutir tendências da construção civil. cartas convite e processos de julgamento. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. utilizar um software sobre o assunto. cronogramas. Executar cronogramas físico. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. planejamento de obras. noções de perdas.financeiro. Orçamento.721/99. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. orçamentos. financeiro e físico-financeiro . composição de materiais e custos. Receber orientações sobre concorrência.

Tabelas de composição de preços para orçamentos. São Paulo. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. Artigos técnicos. R. Ed. R. V. R. dissertações de mestrado e teses de doutorado. A. Ed. PINI. Gerência de programas e projetos. 1999. Ed. PINI. Como gerenciar construções. Revistas e publicações técnicas. São Paulo. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). São Paulo. PINI. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. utilizando retro projetor. VIEIRA NETTO. Ed. ed. São Paulo. Ed. de campo. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. R. 2000. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Copiare. Construção civil e produtividade. Copiare. São Paulo. 2001. DIAS. Avaliação de imóveis urbanos. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. Curitiba. DIAS. PINI. PINI. ABNT . PINI. Ed. VIEIRA NETTO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. P. . Curitiba.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). 2002. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). TCPO . 2000.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. apresentação individual do memorial descritivo. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). 1997. Ed. São Paulo. Anais de Seminários e congressos. 2001. Engenharia de Avaliações . P. quadro e data show. 2000. P. São Paulo. A. Planejar para construir. A. . V. FIKER. PINI.Introdução à metodologia científica. Rio de Janeiro. DANTAS. Ed. C. 1999. J. 1994.

Projetos: Arquitetônicos. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores.Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial.Habilitação 2.Pré Dimensionamento . • Apresentação de trabalhos em grupo e individual. O Urbanismo. construções e equipamentos. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos.Organograma de Funções . . sócio-econômico e cultural. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . projetos arquitetônicos. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . Tipologia de espaços arquitetônicos.Atividades Humanas . OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo. A evolução social. A evolução urbana. TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . A cidade como complexo sóciotécnico. complementares. Legislação prática: projetos arquitetônicos. projetos complementares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Visitas a centros históricos. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. O planejamento do espaço. apresentação de vídeos.Teoria de Programa de Necessidade . Necessidades. programas.Fluxograma de Circulações .Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3.

Desenho arquitetônico. MOLITERNO. 1990. FERRAR. . MONTENEGRO. G. Pioneira. A. NEUFERT. São Paulo. A perspectiva dos profissionais. São Paulo. A. A. Blucher. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. Blucher. 1988. Gustavo Gili. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. G. São Paulo. G. Blucher. 1979. Blucher. São Paulo. 1982. Blucher. Mestre Jov. COSTA. 1990. 1982. REVISTAS de Arquitetura. MONTENEGRO. Arte de projetar com arquitetura. Ventilação e cobertas. Morris. PLANO diretor de Porto Alegre. São Paulo. 1968. Ernst. Introdução ao projeto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. A.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. 1965. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. São Paulo. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. 1988. MONTENEGRO. São Paulo. Blucher. PLANO diretor de Santo Ângelo.

Pontes em pré-moldados. Apoio de Pontes 11. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. Carregamento em Pontes 5. Detalhes de Acabamento 10. Apoios. História das Pontes 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Infra-estruturas. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Tipo de Fundações.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Estruturas metálicas de pontes. Escolha da Seção Transversal 9. Conceitos Notações 3. Normas Aplicáveis 4. Processos de Construção 8. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Tipos Estruturais 7. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. Tipos e métodos construtivos de pontes. Seção transversal. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Considerações de carga móvel. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Solicitações sobre estruturas de pontes. Linhas de influência.

MONTOYA. F. Hormigon Armado. S. J. São Paulo: LMS. Vl 6 Interciência. C.Solicitações normais . Analysis of determination structural concrete flexural members. 1977. P. ACI Publicacion. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado.Ed. Barcelona : Gustavo Gili. C.Teórico e práticas. A. 1977. F. K & CHANDRASE KLAR.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações .LEONHARDT. 1987. ed. 1977 GIOSH. K & CHANDRASE KLAR. MONNIG. S. 2002. 1981. S. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. B. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. A. Interciência. E. São Paulo: Hemus. Barcelona. S. 12. GIOSH.. S. Interciência. K & CHANDRASE KLAR. Guanabara Dois GIOSH. 1976. F. 1977. Interciência. Estruturas de Concreto . Interciência. LEONHARDT. Construções de Concreto. P. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado.Aplicáveis ao concreto armado. CABRE. Tratado de concreto armado. 1977. NORMAS ABNT . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. PROMON. G. S. C. M. MESEGNES. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. S. Construção de Concreto Armado. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. S. . McGrawhill do Brasil. GIOSH. C. SANTOS. K & CHANDRASE KLAR.

METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. realizando pesquisa de dados.Elaboração de programa de necessidade. .Elaboração de pré-dimensionamento. . Hidros-sanitário. elétrico e arquitetônico. vigas.Execução e desenvolvimento de ante-projeto. . • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. escadas. . Muros de arrimo. fundações. . Lajes.Organograma das funções.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. Reservatórios. pilares. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos.Fluxograma das circulações. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. .Lay-out interno. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. Modelos estruturais.

Captação de água e adução. controle de efluentes. ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental.Caracterização da água de abastecimento .Projetos de redes de água . Esgoto: Características.Quantidade de água necessária 2. Sistema urbano de abastecimento de água.Sistemas de bombeamento .Coagulação e floculação . Drenagem superficial urbana.Aeração e arejamento . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA . CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO . condições de potabilidade.Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Flouretação 3. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Mistura e decantação .Alcalinidade.Produtos químicos. dosagem e aplicação .Quantidade de esgoto sanitário . ÁGUA . Sistema de abastecimento e tratamento de água.Reservatórios . Estruturas de drenagem. tratamento e condução de águas. higiene e conforto dos ambientes. construção e operação de tanques sépticos. Reservatório e redes de distribuição.Filtros e desinfeção . ESGOTOS .Características do esgoto .Condutos 4. dureza e corrosão .Recurso natural .Sistemas de esgotos .Conceito básico . processos de tratamento.Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água .Rios .Poluição e autodepuração da água . sistema de esgotos sanitários.Quantidade de esgoto pluvial . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto.

C. São Paulo : Edgard Blücher.G. 415 p.V. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais.Métodos . 1973. H. Belo Horizonte: UFMG. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. Belo Horizonte : UFMG. Belo Horizonte : UFMG. exercícios.Pluvial . 1980.NBR 7229. 211 p. 2001. 131 p. M. et all. DACACH. K. Edgar Blucher. BALBLITT. São Paulo : Edgard Blücher. IMHOFf . 1986. Rio de Janeiro. Sistemas urbanos de água. N.Definição . CRESPO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. 1984. CETESB. 2001. . P. Manual de tratamento de águas residuárias.Dimensionamento dos condutos .Projetos de redes de esgotos sanitários . 1993. 1996. DACACH. 240p.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. N. (Manual de projeto). SPERLING. 237 p CHERNICHARO. Belo Horizonte. (1975). Guanabara Dois. Saneamento Básico. Sistema de esgotos.Condições gerais . Belo Horizonte : UFMG. Tratamento primário de esgoto. visitas técnicas e seminários.V. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Abastecimento de água. DRENAGEM URBANA .Projetos de esgoto pluvial . Reatores anaeróbios. 290p. 1984. DACACH.Elevatórios de esgotos . N. Lagoas de estabilização. M. Belo Horizonte: DESA.V.C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT.A. 2001. 1996. 245 p CRESPO. SPERLING. de L. 483 p. SPERLING. CETESB. 134 p. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. P. BOTELHO.Valas para coletores de esgoto . UFMG.H. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. M. Rio de Janeiro.Inspeção 6. SPERLING. M.Projeto de sistema de distribuição de água.G. Ed. Elevatórias nos sistemas de esgotos.G.Instalação da tubulação nas valas 5.G. 1997. Belo Horizonte : UFMG.. Lodos ativados. 1997.V.V. 301p.Drenagem urbana. TANQUES SÉPTICOS .G. Ed. São Paulo. C. M.

A. Tratamento de esgoto doméstico. 229 p. NETTO. J.M. BOTELHO.H.JORDÃO. São Paulo : Pini. 1979. . 1991.P. F. M. LTC. P.C. LEME.. Manual de saneamento de cidades e edificações. Rio de Janeiro. Engenharia do Saneamento Ambiental.

1 Planejamento de transportes.2 Transporte e atividades urbanas 1. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT).8 Modelos de alocação de viagens 1. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. Política de transporte.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes. Sistemas de transportes. • Políticas de transportes. PLANEJAMENTO 1.6 Modelos de distribuição de viagens 1.7 Modelos de escolha modal 1.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes. LOGÍSTICA 2.6 Roteirização de veículos 3.1 O Cenário do Sistema 3. 3. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.3 Dimensionamento de Vias. • Planejar o transporte de carga.2 Métricas espaciais 2.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1. . Transportes públicos.4 Modelos de transporte 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Executar um Plano Municipal Viário. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes. • Planejar o transporte urbano.1 Introdução a logística 2. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes. Estudos de operações em transportes. SISTEMA VIÁRIO. Visão Geral 1. Estudos de demanda de transporte.3 Sistemas de distribuição física 2.3 Aspectos de estrutura urbana 1.9 Cálculo semafórico 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos.5 O problema macro-logístico 2.2 As Componentes do Sistema 3.

Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes.2 Modal Ferroviário 4. 4. 1982. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. H. Road project appraisal for developing countries.3. STAMMER Jr. John W. 16.1Modal Rodoviário 4. New York. apresentação de trabalhos e relatórios. .Z. Volume 2. 311 trb. e KAWAMOTO. and Vinod. Richard. 1970. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. BARRA. R. Avaliação de Projetos de Transporte. J. 413-21. Leon H. 1990. BAUMOL. and MILLER.L.SP. An inventory theoretical model of freight Transportation.225-230. visitas a parques de estacionamento. John Wiley and Sons. 1989. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. Mc Graw-Hill. pp. New York. Pp.4 Saturação das Vias. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia.3 Modal Aquaviário 4. W. Environmental analysis of transportation systems. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. BOWLBY. R. FURTADO. Eiji. W. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. DE NEUFVILLE. trabalhos de pesquisa. Modelling and Management in Transportation. John Wiley and Sons.4 Modal Marítimo 4.5 Modal Dutos 5. Louis F. Nilder e KAWAMOTO. 4. E. obras. praças de pedágios. DICKEY. 1997. Management Science. WAYSON. São Carlos . Livros Técnicos e Científicos. EESCUSP. 1978.. New York. NCHRPR. and MCVOY. A. Gary R. 1984. Applied System Analysis.

medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes. Conforto Térmico 10.1 Sistemas de distribuição de ar 11.1 Dados para elaboração de projetos 11. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado.Diagramas 5.2 Temperatura 6. Elementos de Controle 6. Carga Térmica 10. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas. Psicrometria 8. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11. Isolamento térmico. Cálculo de carga térmica. Carta Psicrométrica 8.1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Dimensionamento e Aplicações 5.2 Tabelas 6.3 Umidade 7. Fluídos Frigoríficos 5. Princípio de Funcionamento 3. Elaboração de Projetos. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Condicionamento de ar.1 pressão 6. Dimencionamento de ar. Ciclo Termodinâmico 4.2 Ventiladores . OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes.1 Aplicações 9.

LTC. 1988. Termodinâmica clássica. Richard F. C. Espanha. Barcelona.V.R. Rio de Janeiro. D. WYLEN. Florianópolis : UFSC. FOX.. Madrid. 1981. Ventilação industrial e controle de poluição. Koogan. Guanabara. 1993. 1985. Mecânica dos fluidos. Indrodução do ar condicionado. CREDER. OZISIK.Guanabara Dois. . Introdução à mecânica dos fluidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA. São Paulo. 1972. Campus. MACINTYRE . . Blycher. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. W. NOGUEIRA.Física Industrial de refrigeração. Rio de Janeiro. São Paulo. Rio de Janeiro. W. Robert. CLEZAR. Blucher. R. 1976. Transferência de Calor. e PITTS. Necoti. 1999. Calefação 12. Toleres gráficos ibero-americanos. V. Hélio. JONES. Fund. A.V. MACCARTNEY. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. STREETER.12. Engenharia do ar condicionado. R J.K.E. SISSOM. McGraw-Hill. A.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas.P. McGraw-Hill do Brasil. L. Blücher. 198l. A. 1990. Gardon J. Ventilação Industrial. C. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. 1990. 1981. São Paulo. & SONNTAG. Rio de Janeiro. Fenômenos de transporte. 1975. Blucher. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. Espanha. Guanabara. Água caliente solar. M. 1973. Victor L. S P. Enio C. Fundamentos de ventilação industrial.

Metodologia de elaboração de normas. Normalização. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Conceitos de QUALIDADE 2. Mapeamento de Processo 3. Ferramentas da Qualidade 7. Montagem e condicionamento. Gerenciamento. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. Qualidade em projetos: suprimentos.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. equipamentos. PBQP-H ANEXO III/IV 6. Movimentos motivacionais. Normas ISO 9000 4. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Normas básicas. . Organização nacional e estrangeira. Fabricação. Noções de confiabilidade. Implantação. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Conceitos da qualidade. Sistemas da qualidade. Documento do SGQ 5.

1996. Gestão da qualidade: teoria e casos. SP.Diretrizes para auditoria da qualidade. gerenciamento e qualidade na construção.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. PINI. THOMAZ. Rio de Janeiro: Elsevier. 135 p. P. PALADINI. São Paulo. M. A. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. Tecnologia. Ed. 1991. 2006. P. .L. E.Requisitos para o SGQ. 2003. M. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global.. NBR ISO 19011.M. UFSC. NBR ISO 9001. Controle da Qualidade. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. E. Dissertação. H. São Paulo: Atlas. Mc Graw-Hill Ltda. J. JURAN. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. METODOLOGIA . 2.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. ESPECÍFICOS: . Definição do orientador com afinidade ao tema. . se houver. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. domínio do conhecimento). elaborado e atualizado pela coordenação do curso.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. . . Escolha do tema. . O orientador avalia a pertinência do assunto. Elaboração da metodologia de trabalho. foco e conteúdo científico).Apresentação oral (postura. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. gestão do tempo e recursos. feita pelo orientador. 3. Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador. Fundamentação teórica.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. .O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização).Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. Ou propõe um tema e escolhe um orientador. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.

.Revisão anual emitido pelo responsável do curso. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.

10º SEMESTRE .

Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. bem como. Atividade de estágio. Planejamento das atividades. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. Elaboração de Relatório. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. . Elaboração da proposta. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis.

6. 3._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Walter Concreto Protendido. 1991. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. 1977. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. 2. Rio de Janeiro. 4. 5. As 3 avaliações formam a média do semestre. F.Tesões Normais . cumprimento de trabalhos e freqüência.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. EDC. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Construções de Concreto. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases. Conceitos. Perdas de protensão. Avaliação do desempenho. Determinação da protensão. consistindo de participação em sala de aula. Dimensionamento.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. PFEIL.Interciência Vl 06. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula.Imediata e deferisas Flexão . Esforços devida a protensão. Estudo dos materiais. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. Execução de protensão. • Associar a teoria à prática. NBR 6118-2003 . • Calcular seção dos cabos. • Dimensionar seções transversais. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . 8.

Rio de Janeiro. VASCONCELOS. Gildásio R.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. NORMAS CEB/FIB . 1975. LTC. Augusto C. Lê projet de bétom precomtraint. Rio de Janeiro. da Prática de Concreto protendido. de. Eurolles. A. Arte & Industria. SILVA. 1980. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso. .As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. ESPECÍFICOS: . .Apresentação oral (postura. feita pelo orientador. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. . Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. 3.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. domínio do conhecimento). Revisão anual emitido pelo responsável do curso.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. METODOLOGIA . 2. foco e conteúdo científico).Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. gestão do tempo e recursos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I.

função e características do motorista e do pedestre. para a programação de semáforos. THOMAS & ARIES. Introdução ao fluxo em redes. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. desenho de vias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. Apply on design of urban highways and arterial streets. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. volume de tráfego. Representação dos fluxos de tráfego. de Planejamento. USP. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. W. 1973. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. Capacidade e nível de serviço. . planejamento. General. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1991. SENÇO. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. Escola politécncia.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. W. Notas de aula. PUC. para o dimensionamento das vias. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. Americam Association of state highway officials. CONTROLE DE ACESSOS 7. 1972. Rio de Janeiro. Sinalização horizontal e vertical. Projeto de sinalização semafórica.

M. J. The full costs of urban transport. WIDNER. J. A. 1975. Berkeley. University of California. departamento de Vias de Transporte e Topografia.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. 1991. Economia dos Transportes. USP. . P.

Vol. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. SCHINEIDER.Disciplina: LIBRAS . Língua. Brasília. Madalena. 1997. identidade e diferença no campo da educação. Carlos. 1993. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. Um olhar sobre as diferenças. SOUZA. Vol. culturas comunidades e identidades surdas.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. Educação de surdos: aquisição da linguagem. SCKLIAR. 1999. I. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. Língua brasileira de sinais: educação especial. Lodernir Becker e KLEIN. MEC: SEESP. Elalia. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. São Paulo: Summus. 2006. 2005. ________. Babel. 2003. Regina Maria de.. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. Lucinda (Org. 1997. Passo Fundo: UPF. FERNANDES. ARANTES. Maura Corcini (org.). FELIPE. Surdez e Bilingüismo. 1998. Núria. Adriana da Silva e LOPES. alteridade. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. Andaraí/RJ: Ed. KARNOPP. QUADROS. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. Porto Alegre: Mediação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. SCKLIAR. Porto Alegre: Organizadora Mediação. Roseléia. 1. Myrna S. SILVESTRE. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. THOMA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO.). Integração social e integração de surdos.). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. 2001. . 2007. 2005. Ronice Muller de. A língua na educação do surdo. Tanya A. Carlos. Brasília: SEESP. Porto Alegre: Mediação. Valéria Amorim (orgs. noções sobre a estrutura da língua. A invenção da surdez: cultura. Porto Alegre: Artes Médicas. curso básico. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. MONTEIRO. 2004. Lucinda (Org. os elementos que constituem os sinais.

Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio.788. a partir de 1º de novembro de 2008. de 25 de setembro de 2008. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. 1º Para atender ao disposto na Lei 11.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia . de 25 de setembro de 2008. de 25 de setembro de 2008. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . abaixo discriminados.URI. acrescida à carga horária regular e obrigatória.788.788/2008”. que dispõe sobre o estágio de estudantes. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. resolve: Art.788. determina que seja inserido. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos.

Bruno Ademar Mentges Reitor da URI . REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. 3º . Art.No prazo de 90 (noventa) dias. bem como. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. deverão ser definidas. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art.Esta Portaria entra em vigor na presente data. 2º .Português. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . 31 de outubro de 2008. pelos Departamentos da URI. a contar da presente data. as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa.

É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. certidão e relatório técnicos. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. organizar. . perícia. PARECER Nº 2824. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. parecer.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. Auxiliar na elaboração de laudo. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente.03/CUN/09. vistoria. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. Elaborar orçamentos. 1308/CUN/2009. 1. Elaborar desenhos técnicos. planejamento. Exercitar a capacidade de observar.

estudo. Hidrologia. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. Superestrutura de Estradas. Fundações. Obras de Terra. Saneamento Básico. saneamento ambiental e estruturas. transportes. Fotointerpretação. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Quantitativos e Custos. Desenho Técnico I e II. e também. topografia e geoprocessamento. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. Construção Civil I e II. Topografia I e II. Instalação I e II. estradas. Hidráulica. Estrutura de Concreto Armado I e II. barragens. ensaio e experimentação técnica. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Estrutura de Aço e Madeira. Computação II-B. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. instalações elétricas e hidráulicas. Projetos de Construção de Estradas I e II.• Auxiliar na coleta de dados. Mecânica dos Solos I e II.

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