URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

.Estágio: 240h Total: 4.11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.395h 1.

O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. bem como a contínua atualização desse pessoal.. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. comandadas por computador. o comércio internacional está se intensificando. em maior escala. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. o do sistema ocupacional. para não perderem a hegemonia. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. Para isso. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. o tecnológico. dominam os principais setores de ponta. automóveis.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. Com tudo isso. As indústrias de alta tecnologia. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. . escola-sociedade. etc. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. dos países do primeiro mundo como a de computadores. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. educaçãodesenvolvimento. absorção de pessoal qualificado. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo.. Neste contexto. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. o do sistema educacional. devem investir. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. eletrônica e robótica.

acabem se integrando ao mercado. que novos consumidores. e até de ponta.produção . as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. é preciso que se busque a autonomia na projeção . pelas pesquisas aplicadas. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. especificando. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. Assim. Para este. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. Com um pretendido aumento da renda. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. via pesquisa básica. 2. é possível. em aplicações práticas. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados.materialização do conhecimento científicotecnológico. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter.divulgação .a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. Para isto. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. registro e análise de dados. também. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. consequentemente. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. gerando novas demandas. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. hoje se vislumbra não ser definitivo. o projeto.

devendo haver. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. para programar o uso desses novos equipamentos. Deve somar. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. a compreensão dos problemas administrativos. sociais e ambientais. Em síntese. na atualidade. também. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. abrangendo aspectos técnicos. Evidentemente. Além disso. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. como. que atua na interface entre a concepção e a execução. no futuro. como nos serviços. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. Isso leva. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. Considera-se como requisito importante o . Com o aumento da automação nas fábricas. As especializações. também. a isso. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. O terceiro é o de LIGAÇÃO. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. processos e sistemas. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos.setores de ponta. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. com ênfase na atividade produtiva. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. A expansão do mercado de trabalho. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. por exemplo. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. Consequentemente. e está envolvido na criação de novos produtos. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. econômicos. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia.

Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. filmes em vídeo. a pesquisa e a extensão. nos aspectos técnicos. . redimensionar a formação do engenheiro. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. do ensino e da extensão. Com relação aos docentes. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. principalmente. ambientais e políticos. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. 2. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. Em certas áreas. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. simulações em laboratório. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. A produção de materiais didáticos. para o efeito da carreira docente.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. planejar. econômicos. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. os recursos computacionais. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. Por outro lado. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. pois. em alguns casos. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. Além disso. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir.conhecimento de aspectos legais e normativos. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. constatar-se que. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. implantar e controlar processos produtivos. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários.

consultorias. conjuntos habitacionais. túneis e vias férreas. companhias de seguros e no exercício do magistério. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. 2. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. portos. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória.5 O MERCADO DE TRABALHO . pontes. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. poderá atuar no serviço público. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. quando tiver formação pedagógica complementar. ainda. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. também. bancos. Poderá atuar. 2. estradas. além de Centros de Processamento de Dados. em termos de ensino e pesquisa. A Universidade busca. O profissional formado por este curso. à uma visão analítica. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . gerando hipóteses para transformação da realidade. recebem pesquisadores russos. em indústrias.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. firmas especializadas em montagem de equipamentos. canais e aeroportos.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino. empresas de planejamento e projetos.

80 municípios da região. . à provocação do pensamento vanguardista. a área de habitação popular. que reverte a curto prazo. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. • As oscilações econômicas por que passa o país. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. Neste sentido. ligado por vias asfálticas em todas as direções. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. assim. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. 2. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. Em especial. qualquer resquício de estagnação. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. No atual contexto. é importante fazer uma profunda análise deste fato.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. enquanto lugar de ensino e pesquisa. respondendo. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. recebendo estudantes de.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. aproximadamente. E por não ser algo estável. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade.

atualmente. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. a mão-de-obra de.2 Específicos Para que o Curso atenda.7. realmente. como sede de um Campus de Universidade. aliada a conhecimentos específicos para idealizar.7.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. 2.7 OBJETIVOS 2. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. assim. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma. planejar. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos.80 Km e nessa área. facilitando.099.• Santo Ângelo. aproximadamente 575 profissionais da construção civil. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais. 2.

• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. capacitando. e não apenas verbalizando. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. administração. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. assim. . o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. Incentivar a integração regional. legislação. entre outros. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. através da extensão. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. • • • • • • Reforçar as aulas práticas. Vincular o curso ao progresso tecnológico. normalização e controle do meio ambiente. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas.

VEST. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC. URI 3093 3314 3661 3865 INSC.0 1. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 .URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER. CANCEL. TRANC.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . VAGAS INSC.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. REMAT. MATR.58 1. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR.18 1.46 40 28 32 35 MATR. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR .

15-115. 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 . 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL .4 anos / Médio . P.H CRÉD. T. 15-104 38-106.9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C. 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ.5 anos / Máximo .Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo .

38-301 38-253. 38-302 38-353. 38-201 15-114. 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 38-253 . 38-201 15-121. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 38-251 38-206 38-253 15-161. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-132 38-203. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202.

800h 38-205.LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS . 38-207 30-027 38-504 .

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

Constitui-se de conteúdos científicos. as quais. 4. 4. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade.2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo.4. .

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

Avaliações do MEC. Direção. Coordenação. Chefias de Departamento. .Sistema CONFEA/CREA. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. O profissionalizante.Estrutura Organizacional 3. ABENGE. O ensino. Responsabilidades do Engenheiro. O básico. 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. A engenharia no contexto da universidade . 4. O profissional de engenharia e suas atribuições. A Engenharia no contexto da sociedade. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro. Planejamento estratégico aplicado ao estudo.Lei 5194 . • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. 6. Processos de aprendizagem.Cenário de atuação profissional. CREA-CONFEA. . Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. O curso de engenharia. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. . • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Análise da grade curricular. Estaduais e Entidades de Classe. integrando-o no sistema universitário.Resolução 218. 5. . Engenharia no contexto do Campus.Laboratórios. Legislação .Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade. Sindicatos.Controle e fiscalização profissional. A engenharia do século XXI . . A Engenharia no contexto do curso.Formação e atualização do engenheiro.O cenário do desenvolvimento . Áreas de atuação.FURI/URI .

Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. estudos em laboratório e trabalhos. 2007. Revistas. 1970. quadro e projetor multimídia. UFSC. UFSC. & Outros. Datas de realização: diversas. COBENGE . 8. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. W. Almir E. Introdução à Engenharia. seminários. Santo Ângelo. L. Aulas e tarefas no laboratório. Florianópolis. utilizando retro projetor. T. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Bras. Rio de Janeiro. Visitas técnicas. A. Florianópolis.Anais dos Congr. 9. Pesquisas na Internet. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. exercícios.1997. W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. A.. URI. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. M.7. Manual Acadêmico. Instituto de Pesquisa Rodoviária. BAZZO. do Ensino da Engenharia. 1996. PEREIRA.

Agrupamento . POLINÔMIOS .Trinômios de 2º grau . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Logarítmos.Potências de base "i" . POTÊNCIAS DE BASE 10 . POTENCIAÇÃO 4. PRODUTOS NOTÁVEIS .Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3.Definição .Quadrados da soma e diferença . FATORAÇÃO . Potências de base para funções.Operações com números complexos 7. Radicais.Introdução .Algoritmos da divisão .Cubos da soma e da diferença 2. NÚMEROS COMPLEXOS .Aplicações .Produto da soma pela diferença .Teorema do resto . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático.Operações . RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Notação científica 6. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações.Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas. Trigonometria.Trinômios quadrados perfeitos .Fator comum.Definição .Conceituação .

Arcos e ângulos .Propriedades das raízes .Definição e gráficos 11.Tipos de funções .Resolução . FUNÇÕES DE 1º GRAU . EQUAÇÕES POLINOMIAIS .Redução ao primeiro quadrante .Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8.Definição.Mudança de base . Arco duplo . FUNÇÕES .Equações logarítmicas .Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Logaritmos decimais e naturais . coseno. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Gráficos 10.Gráficos .Razões trigonométricas num triângulo retângulo .Função inversa .Definições.Definição .Funções trigonométricas: seno. secante e cossecante .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco . . cotangente.Adição e subtração de arcos.Aplicações 13. variações. LOGARITMOS .Sistemas de logaritmos .Definição e gráficos 12. Função logarítmica .Aplicações.Equações exponenciais não redutíveis a mesma base .Propriedades dos logaritmos ..Relações de Girard 9.Função composta . FUNÇÕES EXPONENCIAIS . TRIGONOMETRIA .Círculo trigonométrico . sinais e gráficos . tangente.Domínio e imagem .

Gelson. Moscou Mir. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. São Paulo.6. 2001. Curso Fundamental. São Paulo. V. SOLOMON. Matemática. 2000. 1 a 10.7. Cours de mathematiques supérieures. IBEP.9 SCIPIONE e outros. IEZZI. V. Charles. Melhoramentos.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Ática. São Paulo. Atual. Scipione. Matemática. 1975. José Rui. volume único. DOMENICO. 3. V. 1994. São Paulo. 1970. Matemática. Matemática. Fundamentos de matemática elementar. curso completo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. Luiz Carlos de.4.

UNIDADE 2 . em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.Movimento circular uniforme.Componentes de vetores.Posição e deslocamento. 4.1 .5 .Movimento.Sistema Internacional de Unidades (SI).2 .Força.3 .3 .1 . aplicar. UNIDADE 5 . 4. . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.VETORES 2. Trabalho e energia.Movimento em duas e três dimensões. 3. UNIDADE 4 . Escalas vetoriais. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.FORÇA E MOVIMENTO 5.1 .5 .2 .2 . 2. 4.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4. atrito. 4.3 . Princípios da dinâmica. 5. 2.Massa.4 .3 . o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais.Mudança de unidades.MOVIMENTO RETILINEO 3. 2.2 .Velocidade e aceleração.Movimento de projeteis.2 . 5.Vetores e escalares.Queda livre. Teoria cinética dos gases.5 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.Aplicações das leis de Newton.1 . 3.Velocidade e aceleração.Vetores unitários. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas.Leis de Newton 5.Soma de vetores.4 . Cinemática. 5.1 . 2.5 .6 . 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . 3.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 .Posição e deslocamento.Atrito. aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas.MEDIÇÃO 1.

4 .As variáveis da rotação. 7. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. 8.COLISÕES 9.Cálculo do momento de inércia.2 . 10. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Torque.6 .Momento angular de um corpo rígido.1 .Variáveis lineares e angulares.CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.ROTAÇÃO I 10.Energia cinética de rotação.3 . 11.2 .TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6. 6.Trabalho de uma força constante 6. 7. UNIDADE 7 . .3 .2 .1 .1 .Conservação do momento angular. 11. 8.Energia mecânica 7. 10. 6. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.Teorema trabalho-energia cinética. 7.3 .Impulso e momento linear.3 .Trabalho de uma força variável. 9.Trabalho e energia potencial.ROTAÇÃO II 11.Potência.2 . A fixação dos conteúdos será através de exercícios.Lei de Hook.Conservação do momento linear UNIDADE 9 . UNIDADE 11 . 10. canhão. 6.Centro de massa. 9. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.Momento linear.O que é colisão.3 .Colisões elásticas e inelásticas. 9.Forças conservativas e não-conservativas.Momento Angular.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .5 .2 .1 .1 .UNIDADE 6 .5 . UNIDADE 10 .Energia cinética. 10.2 .Conservação de energia. 6.5 .4 .3 .1 .Colisões em duas dimensões. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).4 . atividades de laboratório e relatórios.4 .SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.

R.J. Física. Ed. Rio de Janeiro. 4 Ed. São Paulo : Edgard Blücher.ed. 1981.1996. W. Fundamentos de Física . FRANCIS SEARS. V.. TIPLER.. 1995. D. HUGH D. MALCOLM J.Mecânica... Física. D. 1. RESNICH. RESNICH. São Paulo: Makron Books. Edgard Blucher Ltda.. 1996.1.. EDWARD GETTYS. V. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica.. MARK W. H. KELLER. 1999. S. 1990. SKOVE. Física 1. Física. LTC. HALLIDAY. Física . LTC. 3.Mecânica. 4 Ed. KRANE. K. LTC. . ed.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. FREDERICK J. SP. P. 1996. YOUNG. 3 Ed. Rio de Janeiro. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro. Um curso Universitário. 2. R. ZEMANSKY. WALKER.

Lógica de programação. funcionamento e variações). Noções sobre sistemas operacionais. Manipulação de conjuntos. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. software e principais utilitários.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. Linguagem básica específica da área. gerações. memória. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. hardware. Noções de editoração. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. . octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. funcionamento. Algorítmo. manipulação de arquivos. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. teoria da comunicação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. 2ª. planilha eletrônica e apresentação. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. variações. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª.

. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. NASCIMENTO. 3ª ed. Fernando de Souza. fica instituída a atribuição de notas. Nosso Futuro e o Computador. 4. João Nunes de. Informática: Conceitos Básicos. MEYER. GONICK. Jonofon. 1994. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). ed. retroprojetor. Introdução à Informática. Rio de Janeiro: LTC. VELLOSO. 2002. 4ª ed. NETO. Raciocínio Lógico. conforme especificado no Regimento Geral da URI. Fernando de Castro. Robert W. São Paulo: Harper & Row do Brasil. MEIRELLES. 2000. regulado nos artigos 55 a 59. Lógica para Ciência da Computação. 1a ed. São Paulo: Ed. 2002. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. ponto de acesso à Internet. Glenn. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. 5ª ed. McGraw-Hill. Porto Alegre: Bookman. 2ª ed. Larry. 2000. vídeo. São Paulo: Makron Books. 2000. 8 ed . METODOLOGIA: Quadro.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. Campus. Introdução Ilustrada à Computação. Porto Alegre: Bookman. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. laboratório de informática (Prédio 8). M. conceitos básicos e utilização de navegador). 1984. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1ª ed. Metodologia Científica na Era da Informática. São Paulo: Saraiva. GERSTING. SOUZA. Judith L. Rio de Janeiro: 2ª ed. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". Informática: novas aplicações com microcomputadores. Conceitos de Linguagens de Programação. J. Porto Alegre: Bookman. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. 1990. 2001. 1998. João Augusto Mattar. SÉRATES. transcritos no Manual Acadêmico.Brasília: Editora Jonofon LTDA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. Ângela J. Para fins de avaliação do desempenho.

Problemas .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. características e tipos de vetores . Operações e propriedades.Expressão analítica e coordenadas de um vetor . ESPECÍFICOS: .Classificação.Equipolência e suas propriedades .Módulos de um vetor . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico. .Coordenadas do barricentro de um triângulo .Áreas de um triângulo . visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. Estudo da circunferência. planos e circunferências. Sistema de coordenadas cartesianas .Coordenadas polares 2. Vetores linearmente dependentes e independentes .Combinação linear. Coordenadas polares.Estudo da circunferência: equação.Estudo da reta: diversas formas de equação .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia. .Ponto que divide o segmento numa razão dada . .Intersecção de duas retas .Representação cartesiana de um vetor. VETORES .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas.Versor de um vetor .Resolver sistemas de equações.Distância entre dois pontos no plano .Operação com vetores . Produto interno vetorial e misto.Condições de paraleloimo e perpendiculares .Distância de um ponto e uma reta .Conceitos fundamentais .Lugar geométrico .Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores. posições de ponto e reta em relação à circunferência. A área de um triângulo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estudo da reta. Vetores e operações.Ângulo entre duas retas . GEOMETRIA ANALÍTICA .Conceitos fundamentais . retas. espaços vetoriais. Distância entre dois pontos planos.

Vetores e geometria analítica. Fundamentos de matemática elementar.Decomposição de um vetor . Vetores e geometria analítica. 1984. e WINTERLE. 1986.Produto misto e suas propriedades . 1971. Gelson. exercícios e problemas variados. Armando. Geometria analítica. Geometria analítica. P. Ed.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. Scipione. Utilização de apostila com resumo da teoria. GIOVANI. Cálculo vetorial e geometria analítica. Matemática para o colégio. WINTERLE. JUDICE. Campus AS. FTD. STEINBRUCH. REIS e SILVA. 1983. São Paulo: MAKRON Books. Vetores e geometria. Rio de Janeiro. Campus.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . Belo Horizonte. RIGUETO. São Paulo. A. São Paulo.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. 1988. 1988.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. José Reni e outros. Rio de janeiro. Cálculo e geometria analítica. Vicente Paz e outros. Miguel O . Waldir Muniz. São Paulo. LTC. 1993. 2000. São Paulo:MAKRON Books. Elementos de geometria analítica. Edson Durão. IEZZI. . de São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. Univ. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais.. São Paulo. Imprensa Universitária UFSM. Rio de Janeiro. Atual. OLIVA. 2. São Paulo. Matemática. P. SHENK AL. 1988.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Instituto Brasileiro de Edições Científicas. 1987. 1982.

Thomas E. W. L.Divisão de uma reta em partes iguais 4. Fundamentos de Desenho Técnico.Traçado de curvas 5. FRENCH. Proporções. São Paulo. Francesco. José & Outros. Fundamental de traçado à mão-livre. O. 2004. Richard. STAMATO. V. Projeção ortogonal de peças simples. 13 Ed. Primeiro e terceiro diedros. BACHMANN. Introdução ao Desenho Técnico. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre.Exercícios 9. Editora Globo. Desenho Técnico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2 Ed.. 1986. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. J.Traçado de retas 2. Editora Globo BORNANCINI.. PETZOLD JUNIOR. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. Sistemas de representação. Vistas omitidas. 1981. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas).Traçado de paralelas 3. e o estudo das projeções ortogonais. Desenho Técnico. Lisboa. Coletânea de normas de desenho Técnico. PROTEC.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre.Desenho de letras técnicas 6.Normas de desenho técnico.M. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. Albert & FORBERG.Projeção ortogonal 7. 1969. 854p. Sulina. CUNHA. Desenho Técnico. H. Desenhista projetista. Porto Alegre. Normas para o desenho técnico. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. 207p. PROVENZA. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre.

O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA . Avaliação da apresentação pública do projeto.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. Projeto de pesquisa. Rio de Janeiro.ABNT. Função social da pesquisa. ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos. ANDRADE. Rio de Janeiro. de. São Paulo: .O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . M. 1989. Apostila. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. Avaliações por objetivos. fim objetos . Normas ABNT sobre Documentação.Processo histórico de produção e transmissão . A pesquisa como ato cotidiano. pesquisa.Natureza . Avaliação do projeto.Relação universidade e pesquisa . Instrumentalização metodológica. tecnologia e desenvolvimento . METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos).Educação.Planejamento. Tipos e características da pesquisa. O método científico e a prática da pesquisa.Caracterização .A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO .A função social da pesquisa . ciência. M. Relatório de pesquisa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA .Tipos e níveis .

São Paulo: Cortez. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. 1995. Rio de Janeiro: DP&A editora. Metodologia Científica. Ed. V.Atlas. 1997. SANTOS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. SEVERINO. . A L. 1999. Pedro. ed. 2001. 1994. F. 20.. 3 ed. Metodologia do Trabalho Científico. P. Machado. 4 ed. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. J. Ed. Gláucio Couri. Sâo Paulo: Cortez. Pesquisa: princípio científico e educativo. Eli. Metodologia e Prática investigativa-ação. 2000. 2004. M. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. RUDIO.A. Petrópolis: Vozes. São Paulo: Atlas. Ver. A Metodologia Científica. THIOLLENT. J. 22. EDIURI. RUIZ. 1996. BERVIAN. 4. A. Antonio Raimundo dos. Dutra. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. São Paulo: Cortez. . Ampl. DEMO. Santo Ângelo. 1986.

2º SEMESTRE .

3.4.5. Cálculo de Limites . hiperbólicas diretas e inversas. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais.4. Velocidade e Aceleração.5.3. 4. DERIVAÇÃO 2. 3.1.6.2.1. Derivação de uma função na forma paramétricas. 2. ESPECÍFICOS: Determinar o limite. 2. implícita. 1. Teorema de Rolle e do Valor Médio. a derivada e a integral de uma função de uma variável.4.6. .Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. Funções crescentes e descrescentes 3. Integração por partes e por substituição. Limites infinitos. 2. 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3. LIMITES E CONTINUIDADE 1.3.2. 2. Integral definida. Limite de uma função. derivação de funções de uma variável.2. Resolver problemas aplicando o limite. Taxas de Variação. 3. 3.Aplicações. Limites no infinito. a derivada e a integral de uma função em situações diversas. Integral Indefinida. Integração indefinida e definida.1.Máximos e mínimos de uma função . APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. 4. trigonométricas diretas e inversas.5.6. logarítmica. Outras Aplicações. 3. 2. 2. INTEGRAÇÃO. Propriedades dos limites 1. Derivação das Funções: compostas. continuidade. 4. Limites Fundamentais.Interpretação geométrica. Derivadas Sucessivas 2. 1.Regra de L'hospital.3. Regras de Integração. 4. Aplicação das derivadas. Derivação das funções Elementares. Continuidade de funções.2.1. Diferencial de uma função de uma variável . Definição e interpretação geométrica.7. 1.

1995.MAPLE e outros. 5. Cálculo com geometria analítica. Cálculo com geometria analítica. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas.M. Porto Alegre. Uso de Software matemático . São Paulo.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. São Paulo. 1987. ed. GF. Um curso de cálculo. 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. São Paulo : Malheiros. trabalhos individuais e em grupo. vol 1... Mirian Buss. Vol. São Paulo: McGraw-Hill. Derivação. 3. Makron -Books. GONÇALVES. SWOKOWSKI. SIMMONS.1. O cálculo com geometria analítica. 2000. Louis. Makron -Books. GUIDORIZZI.. D. Earl W. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. São Paulo: Makron Books. SWOKOWSKI. Laurence D.ed. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. Rio de Janeiro: 2001. George F. Cálculo diferencial e integral. Limites. 2000 FLEMMING. Cálculo um Novo Horizonte. Cálculo com Geometria Analítica. Bookmann. HOFFMANN. Earl W. São Paulo : Harbra. SP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON.. 1987. ed. realizadas ao longo do semestre. McGraw-Hill do Brasil..Ed. Vol. 7.. . São Paulo : Makron Books. Rio de Janeiro: 2002.Cálculo Com Geometria Analítica. 1 SIMMONS. Cálculo A: Funções. Paulo. 2. Hamilton Luiz. H. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Aulas no Laboratório de Informática. São Paulo. LEITHOLD. 6ª Ed. Integração. 1994. 1999. Vol 1. ed.1. BRADLEY. Vol. Gerald L.

Classificação dos materiais. de equilíbrio. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. líquidos e gases. .Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. Diagramas de estado. Cálculos. Propriedades periódicas e aperiódicas. Estados de oxidação mais prováveis. Equilíbrio químico. Modelo de Rutherford.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos. Teoria de Bohr.Definir e utilizar as propriedades periódicas. Sólidos imperfeitos.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. expressões de concentração. Reações de óxido-redução. Sólidos amorfos.Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. UNIDADE 5 . .Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos. . Estrutura e propriedades dos sólidos. Cálculos envolvendo a Teoria Atômica. . Princípios da incerteza. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . ESPECÍFICOS: .CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos. UNIDADE 2 . Classificação periódica dos elementos. de Broglie. UNIDADE 3 . Modelo atômico atual. UNIDADE 4 . Difração de raios-x.PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL.

EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. Aulas prático-experimentais em laboratórios. Bfucher. Volumetria de neutralização. B. Porto Alegre: Editora Bookman. ATKINS. (tradutora). H. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. Vol. Indicadores. Jones. LEE. 1999..IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho.. Química Inorgânica. D. Oxidantes e redutores. E. UNIDADE 8 . Química. Química.. Soluções sólido-sólido. Caracelli. B. Tradução: I. McGraw-Hill. C. GOMES. Química Inorgânica Não Tão Concisa. um Curso Universitário. J. L. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. J. . Porto Alegre: Ed. F. A. Soluções líquido-líquido. Soluções líquido-sólido. ARAKI. UNIDADE 9 . 2001.. dialogadas e questionadas. LTC. H. (Tradutores). 1986. TREICHEL Jr. P.1985. BRADY.. 1 e Vol. Química Geral. J. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Química Geral. ROSENBERG. W. São Paulo. K. oxidação-redução e complexometria.. P. 4a Ed. também. TOMA. J. D. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula.1981. UNIDADE 7 . Bookman. 2003.1978. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. SHRIVER.1982. Química Geral. através de seminários. R. C. RUSSEL. J. Livros técnicos e científico. Princípios de Química. MAHAN. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. 3ª edição. ROCHA. McGraw-Hill.E. 2004.. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. B. Guanabara Dois. As avaliações poderão ser realizadas.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. M. V. M. QUAGLIANO. J.UNIDADE 6 .2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. São Paulo. Química e Reações Químicas.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

ESTUDO DO PONTO .Condições geométricas.Classificação dos sistemas projetivos. .Representação da reta. . . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Posições relativas de duas retas. 2. rotação e rebatimento.Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. .Pertinência . Distância.Geometria descritiva. retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano.Classificação dos métodos descritivos. ESTUDO DO PLANO . MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS .Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas .Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção . planos. Estudo do plano. 3.Condições geométricas.Posições de um plano em relação a outro plano . . de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. retas contidas em um plano .Posições de um ponto. 4. ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas.Representação do ponto. Mudança de plano de projeção de figuras planas. .Posições da reta.Método mongeano. ESTUDO DA RETA . épura. INTERSEÇÃO .Método de mudança de plano de projeto 5. .Figuras planas que possuem projeção acumulada .Condições geométricas . convenções. Estudo do ponto e da reta. rotação e rebatimentos. GENERALIDADES . .Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.Retas principais de um plano.Condições geométricas.

Guanabara Koogan. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos.Condições geométricas.Condições geométricas. Porto Alegre: Sagra. PRINCIPE JUNIOR. exercícios de planificação de elementos.Retas ortogonais 9. PERPENDICULARISMO .. estudos dos eixos perpendiculares . . Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). 1975. com trabalho em aula e extra classe.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva.Interseção entre retas 7. com apresentação de todo o conteúdo. REBATIMENTO . retas paralelas 8. Elementos que definem uma rotação . 8ª ed. PARALELISMO .Condições geométricas . 1999. 1995. distância entre retas 10. Donato Geometria Descritiva.Distância entre ponto e reta. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. ROTAÇÃO . retas perpendiculares . Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. Rio de Janeiro: SEDEGRA. RODRIGUES. Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. Buenos Aires: Alsina. Rio de Janeiro. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas. H. Álvaro J. DISTÂNCIAS . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. RANGEL. Trilhas. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. Mexico. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. 1984. GAMA.Condições geométricas. LACOURT.Condições geométricas. São Paulo: Nobel.Estudo dos eixos paralelos 11. 6ª ed. Ao Livro Técnico. distância entre dois pontos .Escolha de eixos. 1976. . 1968.Condições geométricas. 1959. Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. Rio de Janeiro.

Subespaços vetoriais . ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO .Igualdade de matrizes .Matriz adjunta e matriz inversa 3. Espaços vetoriais. Autovalores e autovetores.Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem .Equação linear .Matriz inversa .Inversão de matrizes por operações elementares 4. Sistemas de equações lineares. MATRIZES .Dependência e independência linear . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Representação genérica e abreviada .Base de um espaço vetorial .Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes. sistemas de equações lineares. Diagonalização de operadores. determinantes.Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) .Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) . ESPAÇO VETORIAL .Produto interno em espaços vetoriais . Vetores no Rn. Polinômios. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear. Espaços com produto interno.Conceito de matriz .Propriedades dos determinantes .Tipos de matrizes .Combinação linear .Espaços vetoriais .Regra de Cramer .Operações elementares . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. DETERMINANTES .Posto de uma matriz . Transformações lineares.Mudanças de base 5.Operações com matrizes 2.Forma escada . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes.Solução de um sistema de equações lineares .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

. 7º ed. 1999.Livros Técnicos e Científicos Editora S. Mario F. .TRIOLA. Introdução à Estatística.A.Rio de Janeiro: LTC ..

2. Desenho de instalações hidros-sanitárias.Cortes 15. Desenho de Estruturas de madeira. .Técnicas de desenho técnico 3.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil. Perspectiva linear cônica. Cotas e escalas. Perspectivas de sólidos e sombras. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Estruturas metálicas 6.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos.Projeto elétrico 11. Fluxograma.Esquadrias 12.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos. Desenho arquitetônico.Canalizações 8. . AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).Cotas. parafusos e porcas 5.Situação 15.Trabalhar o aluno.1.Projeto residencial 15.Materiais e Equipamentos 2. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo.3. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Planta baixa 15. Noções de projeção central. Desenho Topográfico.Escadas 13. metálicas e de concretos. ESPECÍFICOS: .Projeto hidro-sanitário 10. rebites.Estereogramas 9. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação.Localização.Madeiramento de telhado 14. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais.Cortes e secções 4. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Soldas 7.

1970. Richard. Desenho para apresentação de projetos.1974. Cotação funcional dos desenhos técnicos. Albert e FORBERG. Editora Globo..BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. FRENCH. Perspectiva linear cônica.1972.1981. Porto Alegre. Thomas E. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. ROPION. Desenho técnico. CAVALIN. Cavalcante. Globo. Introdução do desenho técnico. . Rio de Janeiro. GILL. BACHMANH. Rio de Janeiro FENAME.1976. R. Curitiba. Roberto W. M. José e outros. McGrawHill do Brasil. A. Normas para desenho técnico. São Paulo. Rio de Janeiro Tecnoprint. José. Desenho Técnico.

3º SEMESTRE .

4. 3.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural.1. especialmente o aparelho ideológico do direito. Fatores Determinantes da Mudança. 2. b) Identificar. . igreja e meios de comunicação social.2.4. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade.4.4 Classes Sociais.4 Capitalista. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. Teoria Histórica-crítica. Socialista e Comunista. reconhecer e analisar os principais modos de produção. com ênfase especial no capitalismo e socialismo.3. 1. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2.5. Processo de Produção da Sociedade.5. 4. 1.2. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano.1. bem como suas principais instituições. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL. Luta de Classes.5. família. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3.2. 4. 3.5.3. Objeto de Estudo da Sociologia.3. organização e estrutura de classes na sociedade.2. 3. Definição de Sociologia. 3. 1.5. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. estatal e ideológica.1. Superestrutura política. ESPECÍFICOS: a) Identificar. 2. Escravista. Primitivo.1. 3. Os movimentos Sociais 4. Teoria Estrutural Funcionalista. 3. Instituições Sociais.2.1. 3. Infra-estrutura. 3. Os Principais Modos de Produção: 3. sindicato.3 Asiático e Feudal. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.

VITA. OLIVEIRA. 1999. Participação em debates e seminários. São Paulo: Moderno. 1987. São Paulo: Ática. Paul. leituras orientadas. O Capitalismo: evolução histórica. A Construção Social da Realidade. São Leopoldo: UNISINOS. lógica e dinâmica. PACHECO. Eliezer. trabalhos em grupos com temas específicos. Porto Alegre: Mundo Jovem. GAIGER. desde logo o emprego de exposição dialogada. seminários. Sociologia Crítica. 1989. elaboração de Artigos. SINGER. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. 1989. 1996. Retorno do trabalho do semestre. Pedrinho.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. 1989. . Introdução à Sociologia. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. debates. 1986. Prevê-se. Peter. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. Sociologia da Sociedade Brasileira. Álvaro de. Provas orais. São Paulo: Ática. Luiz Inácio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. estudos de Casos. Pérsio dos Santos de. Ijuí: UNIJUÍ. Petrópolis: Vozes.

2. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. Pressão de Fluídos. Movimento de Inércia 2.5.7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Áreas Planas 2. Trabalho 2. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Derivadas parciais. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1.6. Derivada Direcional e gradiente 3. .1. Integração por Frações Parciais 1. Extremos de Funções de duas variáveis 3. trabalhos individuais e em grupo. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas.3. Aplicações das integrais. Derivadas Parciais 3.1.1. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração. Integração múltipla. Limite.4.2.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. Centro de Gravidade. Integração por Substituições Trigonométricas 1.4.5. Continuidade.3.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo.6.5.3. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. Comprimento de Arco 3. Integração de Funções Trigonométricas 1. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão . Funções de duas ou mais variáveis. Área de uma Superfície de Revolução 2. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.4. Integrais Impróprias 2.8.Aplicar a integração na resolução de problemas. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. Volume de sólido de Resolução 2. Regra da Cadeia 3. conforme suas necessidades profissionais.2. ESPECÍFICOS: . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. . realizadas ao longo do semestre.

Vol. Earl W. M. Rio de Janeiro: 2002. limite. 6ª Ed. H. M. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. Gerald L. George F. 1 e 2.. Vol. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. Bookmann. McGraw-Hill do Brasil. SP.. Cálculo com geometria analítica. vl 1 e 2. 5. GUIDORIZZI. Earl W. B. São Paulo: Makron Books. integração. Vol. São Paulo: 1992. ed.acrescentar pontos nas avaliações. SIMMONS. Makron Books.M. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. 1995.. SWOKOWSKI. Ed. GONÇALVES. Louis. 2000 FLEMMING. Cálculo diferencial e integral. Porto Alegre. SWOKOWSKI. Vol. 1994. 1 e 2.. 1 e 2. 1998. Rio de Janeiro: 2001. . Vol 1 e 2. 3. 1987. Cálculo com geometria analítica. BRADLEY. Laurence D. Integrais Duplas e Triplas. Um curso de cálculo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. São Paulo: Harbra. ed. 2.. Paulo. 1999. São Paulo : Malheiros. D. São Paulo. FLEMMING. Mirian Buss. D. O cálculo com geometria analítica. São Paulo: McGraw-Hill. Hamilton Luiz. 2000.ed. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. derivação. 7. 2. GONÇALVES. ed.ed.1. Cálculo com Geometria Analítica. LEITHOLD. Cálculo A: funções. Cálculo um Novo Horizonte.. HOFFMANN. 5. São Paulo: Makron Books. São Paulo.

Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Execução de pesquisa experimental. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. Cinética Química. Ação dos catalisadores. fundamentada numa boa referência bibliográfica. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. Tintas. Termoquímica. Tempo de meia-vida. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. Eletroquímica. Fatores que influenciam a velocidade das reações. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Eletrólise. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. Noções de corrosão. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. Controle de qualidade de água. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. Aplicação dos processos eletroquímicos. Leis de Faraday. . Entalpia de reação em qualquer temperatura.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Medidas da velocidade das reações. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. Aplicação da lei de Hess. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. 2. Eletroquímica Termos elétricos. Classificação e destinação de resíduos industriais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Processo de combustão. Leis da Termodinâmica. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Pilhas. Aplicação da equação de Arrhenius. Aplicação da equação de Nernst. 4. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. 3.

Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Trad. BRADY. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. / Paula J. G. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.W. B. P. princípios básicos de tratamento de águas. Química. v. avaliação da qualidade de águas naturais. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. Moore.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Análise de combustíveis. Química Geral. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. R. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. Fundamentos de Físico-Química. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. O Material e Suas Transformações. LTC.W. Análise química quantitativa. . incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde.2. b) outra com uma avaliação teórica. Edgard Blucher. e EWT. vídeo). 252p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. 1a ed. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico. 2003. 2002.. Rio de Janeiro. ATKINS. 1999. V. 2003. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. et al. hidrelétrica e seu impacto ambiental. Físico-Química. LTC. V. corrosão em meio atmosférico. cobreagem. 1994. I. zincagem). V. J. Santos. V. W.J. AL. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. P. Russell. avaliação físico-química de combustíveis.1. Saõ Paulo: Makron Books. Físico-química. canhão. 1.. 6. Físico-Química. W. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. / Jordan.5. 1995. J. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido.. 1. Cristina M. J. 1995. Rio de Janeiro: LTC. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. VOGEL. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura.

bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.3 .5 . Correntes alternadas.O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 .Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 . Força Eletromotriz.Energia Potencial e Potencial Elétrico 4. Capacitores.6 .Condutores e Isolantes 1.5 . Equações de Maxwel.Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.7 .CAMPO ELÉTRICO 2.2 .Fluxo do Campo Elétrico 3.A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.LEI DE GAUSS 3.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4. Indutância. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C. Corrente elétrica.1 .Superfícies Equipotenciais 4.3 . Potencial elétrico.CARGA ELÉTRICA 1.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.2 .Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .1 .Carga Elétrica 1.5 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.Lei de Gauss 3. lei de Ampére.POTENCIAL ELÉTRICO 4.Linhas do Campo Elétrico 2.3 .6 .Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2. Lei de Gauss.4 .O Lei de Gauss: Simetria Plana 3. Campo Magnético. Faraday Lenz.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.3 . Circuitos elétricos.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .4 . Ondas eletromagnéticas. Oscilações eletromagnéticas. Uide Gauss. Campo elétrico.1 .2 .Lei de Coulomb UNIDADE 2 .O Campo Elétrico 2.1 .2 .4 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso.Um Condutor Carregado Isolado 3. Propriedades Magnéticas da matéria.

INDUTÂNCIA 11.3 .5 .6 .6 .Capacitância 5.Lei de Ohm 6.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .9 .1 .1 .Capacitores e Indutores 11. Energia e FEM 7.CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.CIRCUITO 7.Resistência e Resistividade 6.4 .Lei da Indução de Faraday 10.Circuitos RL .1 .Movimento Circular de uma Carga 8.Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.Diferenças de Potencial 7.Lei de Ampére UNIDADE 10 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.4.3 .Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .3 .Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .7 .O CAMPO MAGNÉTICO 8.Auto-Indução 11.Instrumentos de Medidas Elétricas 7.6 .3 .1 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.2 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .3 .2 .6 .O Efeito Hall 8.O Cálculo da Corrente 7.5 .2 .5 .Circuitos RC UNIDADE 8 .1 .Lei de Lenz 10.Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.8 .Cálculo da Capacitância 5.2 .4 .Densidade de Corrente 6.Capacitores em Paralelo e em Série 5.4 .Corrente e Campo Magnético 9.2 .Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.2 .2 .3 .Capacitor com um Dielétrico 5.Trabalho.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .LEI DE AMPÉRE 9.LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.CAPACITÂNCIA 5.4 .3 .5 .1 .1 .O Campo Magnético 8.

KRANE. HALLIDAY. Vol 3. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.4 . 2002. 1995.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. Física 3. 3 Ed. LTC.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12.CORRENTES ALTERNADAS 14. Rio de Janeiro.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 .Corrente Alternada 14.Corrente de Deslocamento 15. M. EDWARD GETTYS. MALCOLM J. Vol 3. Ed. FREDERICK J.Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. Fundamentos de Física . H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Edgard Blucher Ltda.O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12.Paramagnetismo. 1990. .4 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. Física.1 . São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.O Magnetismo e o Elétron 12..2 . 1981.5 . SP. R. ed. Um curso Universitário. 1999..6 . NUSSENZVEIG.3 . Física.3 . Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Curso de Física Básica.ed. D. TIPLER.2 . 2. YOUNG. São Paulo: Makron Books. RESNICH.. J.Indução Mútua UNIDADE 12 .O Magnetismo da Terra 12. HUGH D. canhão. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.3 .O Circuito em Série RLC 14. K. Física . 4 Ed.Eletromagnetismo. WALKER.Energia Armazenada num Campo Magnético 11. W.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13. Rio de Janeiro.. FRANCIS SEARS. 4 Ed. São Paulo: Edgard Blücher. 3. Paula.1 .4 .Eletromagnetismo. S.1 .2 . RESNICH.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. LTC. 1996. atividades de laboratório e relatórios. D.1 .5 .A Lei de Gauss do Magnetismo 12.2 ..Oscilações LC 13.3 . SKOVE. ZEMANSKY.O Transformador UNIDADE 15 . Rio de Janeiro .Campos Magnéticos Induzidos 15. KELLER. 1996. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. LTC. R.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. MARK W.. Física.

Análise de Estruturas treliças. Laboratório de Engenharia Mecânica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 5. 1970. 3.Análise de treliças planas. OBERT. Mecânica dos Sólidos. . 2. Momentos de inércia . Estática. Eduart F.Graus de Liberdade e Restrições de nós.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. Vol 1. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. 2000. THIBAUT. 4. 2001. L. A. L. Dinâmica de um corpo rígido. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. 1979. TOURNAUY.Estática. Momento estático de área e centro de gravidade. MEC/PREMESU. McGraw-hill do Brasil. Esforços em vigas.. & KRAIGE. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. E.. Rio de Janeiro. G.. (Momento Fletor. Equilíbrio de corpos rígidos. Mecânica Vetorial para Engenheiros. Mecânica . GYOROGI. Mecânica Geral. Esforço normal) Momento torsor e fletor. SC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Johnston Jr. F. Russel. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças.. G. Sistemas de Forças Equivalentes. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. máquinas. 6. Editora LTC.Carros e Veículos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. R. Donald A. LTC. Noções de Carregamentos em Estruturas. TIMOSHENKO. Características Geométricas de Seções Transversais. determinar características geométricas de seções transversais.

7. 13. Sistema de coordenadas. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. Grandezas medidas num levantamento topográfico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Planimetria. Métodos de levantamento planimétrico. 10. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. 2. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. Teoria dos erros nas medições topográficas. 9. trabalhos práticos. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. 11. Medidas lineares e angulares. 4. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. Noções de Topografia: Histórico. pelas demais . • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). Evolução do uso de equipamentos topográficos. 8. 5. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Confecção de croqui de medição. quanto à localização e confrontações. Desenho topográfico e escala. Unidades de medidas. 6.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. Equipamentos utilizados na topografia. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. 12. 3. Desenho de plantas topográficas. conceitos e divisão da topografia. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. Redes de referência para medições topográficas. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. Levantamentos topográficos expedidos e regulares.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES. 1982. Alberto de Campos Borges Topografia. BORGES. 1977 . GARCIA. BORGES. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria.v. W. Gilberto e PIEDADE. 1992 . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . ESPARTEL. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. São Paulo: Edgard Blücher.v. Florianópolis: Editora da UFSC. Rio de Janeiro: ABNT. JORDAN. Lélis et al. 1994.1974. Barcelona: Gustavo Gili. Carlos e CORDINI. . Porto Alegre: Editora Globo. 1998. Exercícios de topografia.Associação Brasileira de Normas Técnicas.1. Porto Alegre: Globo.1975. ESPARTEL. São Paulo: Edgard Blücher. Alberto de Campos. Topografia aplicada. ABNT .2. Gertrudes. 1995. São Paulo: Nobel. Manual de topografia e caderneta de campo. Lélis Curso de Topografia.atividades propostas e por sua participação em aula.1987. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento.Associação Brasileira de Normas Técnicas. São Paulo: Edgard Blücher. LOCH.1983. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Tratado general de topografia.

Trabalhar com metodologia adequada. LDB e Política Educacional. culturais. Análise de conjuntura. A Dívida Externa. A Desestatização. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. tanto individual como coletiva. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. 8. etc. . 16. 5. A Política do menor. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. 10. 3. entre outras. 14.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 13. A Dívida Interna. 11. organização e apresentação de seminários. 6. Política Salarial. A Revisão Constitucional. 12. seminários. A Questão Ecológica. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. atividades de pesquisa. 15. políticos. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. 9. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. elaboração de textos. 7. realizada através de testes e provas escritas. 4. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. A Política dos MCS. Planos Econômicos. Sindicalismo no Brasil atual. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. trabalhos em grupo. Mercosul. A Questão da Reforma Agrária. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. A Política da Saúde no Brasil. 2. científicos e tecnológicos. A Questão da Modernidade.

Livraria UNIJUI. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. Rio de Janeiro. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Realidade Brasileira. O Brasil no contexto da crise mundial. Inflação e crise na economia mundial. P. Argemiro. 1983. Mário E. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. Achimé. visão Humanizadora. Paz e Terra. 1991. LADMANN. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. BUARQUE.1993. 1983 BIZ. 1985. FIDENE. SAMPAIO. J. 1984. Vozes.1988. Vozes. Régis de Construção social da enfermidade.1982. BRAVERMAN. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. Vozes. 1982. Oswaldo. Zahar. Cristovam. 1994. 1988. GUARESCHI. Laurício e DALPIAS. Petrópolis. Berthier. BRUM. FERRI. São Paulo. GENTILI.F. Academia. O e GIRARDI. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. NEUMANN.1974. Petrópolis. Ecologia: temas e problemas. I. 1980. Rio de Janeiro. RJ:Editora Vozes. Vozes.J. Problemas do Brasil. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. Trabalho e capital monopolista. POA. Comunicação e poder. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. Ilatiaial USP. 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. Cortez e Morais. Ijuí. Petrópolis. 1978. K. ZAMBERLAN. Passo Fundo. 1992. Central Editor de America Latina AS. 1980. R. Buenos Aires. . São Paulo. MORAIS. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. LTC.

2. . 3. The modals.Structures. Dictionary usage.Energy sources. conjunctions. 5. . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa. Comandos.Industrial waste. Basic general English and technical vocabulary.Highways.Foundations.Construction. 6. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . 7.Civil engineering and engineering studies.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. personal and demonstrative pronouns.Refrigeration.Home heating and air conditioning. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler. . .Roofs.Concrete. Elements of textual cohesion: articles. diagrams. regular and irregular verbs. . newspaper and magazine articles. articles from technical books. . • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. Reading different kinds of texts: advertisements. .Sanitary engineering. Comparative and superlative constructions. Word formation: prefixes and suffixes. interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. . . Verbs: basic notions about verb tenses.Computers. Water control . tables. com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário. . 4. . .Transportation.

JONES. MCCARTHY. Simon and PYE.org/pubshom1. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. Gail and SINCLAIR.html>.1990. HOLME. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. Editora Ática. Cambridge University Press.Inc. WEST. Adrian Negotiating. 1994. KITTO.1989. Peter Target Vocabulary. ELT.1992. GLENDINNING. São Paulo. 1994. Richard Engineering Information. O' DELL. W. Cambridge University Press. English Grammar in Use. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. UR. Barbara Learning to Learn English. GREENALL. O'CONNOR. Cambridge University Press. Philip and PILBEAM. Cambridge University Press. Semanal. Felicity English Vocabulary in Use.1991. Cambridge University Press. Penny Grammar Practice Activities. Eric H. 1933-. Raymond. Abril 2003.asce. Disponíveis em <http:///www. Cambridge University Press.. . GLENDINNING. Talking texts. ELLIS. MURPHY. MURPHY.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. Rio de Janeiro: Editora Globo .line Publications.1989. Luciane Cassela de. 1994.1988.pubs. Diana Reading. Randal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. Marília de Figueiredo Improve Your English. 1991. 1996. Longman. Michael. SILVEIRA. Michael. Aulas no laboratório de idiomas. On. Mensal. SPEAK-UP. Raymond Basic Grammar in Use. New York: Penguin English. NEEWSWEEK. New York: Longman. New York: Newsweek. Oxford University Press. 1994.

4º SEMESTRE .

. Equações lineares com coeficientes variáveis. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. Equações de derivadas parciais. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. Equações diferenciais de ordem superior à primeira.

. . A . Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais. quando for o caso. UEPG Ponta Grossa PR1999. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. Wilson C. Equação Diferencial. EUSP.1988.SP WILLIE. FERREIRA. 1978. Frank. Jr. Equações Diferenciais.SP.RJ . IMPA . McGraw-Hill . BRONSON. Luiz Mauro Cálculo. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral.1997. FIGUEIREDO. Rodney C. LTC . São Paulo. Equações Diferenciais e suas aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES.SP 1976. Jr. 1974. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO.1979. Atlas . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. Sergio A. ABUNAHMAN.SP .AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. ROCHA. HABRA . BASSANEZI.

Determinação da Raiz. Métodos iterativos.4. 1.3.2. 2. Erros da Fase de Resolução. Conceitos e Definições. 1.2. Cálculo Numérico. aproximação de funções. Zeros de funções.3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1. zeros de funções. 2.4.3. 1. 2.5. Erros da Fase de Modelagem. SISTEMAS LINEARES. 3.2. 2. 1. generalizar e operar com elementos. .1. ERROS.1. integração numérica. 1. realizar integração numérica. ZEROS DE FUNÇÕES.9. Processo Iterativo. Teorema de Bolzano. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. Processos Iterativos. Introdução.8. 1. Localização de Raízes Isoladas.6.3. Métodos de Gauss Jordan.Propagação de Erros. resolver sistemas de equações lineares. interpolação. 1.Erros de Arredondamento. 2. Conceitos e definições: 2. 3.7. Zeros de uma Função. 2. Iteração e ajuste de curvas.Erros de Truncamento. fazer interpolação. 2. fazer ajustes de curvas. Método da Dicotomia ou Bissecção. inversão de matrizes. saber quando aplicar. Erros e Critérios de Arredondamento. zeros de polinômios.1.4. 3.2. sistemas de equações lineares.1.1. Newton-Raphson ou das Tangentes. ESPECÍFICOS: Entender. Integração numérica. 1. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas.4.1. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes. Método de Newton. Matrizes Associadas a um Sistema.2. tais como: Erros nas aproximações numéricas. Método Numérico. 2. 2.4. Localização e Refinamento. 2. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. 1.10.1. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo.1.2. Interpolação polinomial. 1. Sistemas lineares. 2.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. Leônidas Conceição. Interpolação Polinomial. Interpolação Quadrática .6. exercícios de aplicação.1. 4. São Paulo: Atlas. 1980. 1996.2.3.4. MELO.9. 3. Sistemas Equivalentes.7. 5. Sistemas Triangulares.5. Homem. Inês S. Cálculo Numérico com aplicações. 3 vol. Algorítmo da Triangulação de Gauss. Rio de Janeiro: Interciência. METODOLOGIA: Aulas expositivas. A. SADOSKY. 5. 3.3. Gomes. Ana Flora P.4.Determinante de Vandermonde.4. Introdução 6.10. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. 4. 4. Manuel.1.3. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. Introdução. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA.4. Método dos Trapézios. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. 3. RUGGIERO. CLAUDIO.5. Cálculo Numérico e Gráfico. de Castro. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. Método de Gauss e Gauss-Jordan. Luzia . Cálculo da Inversa de uma Matriz. 1989. 3. Método de Euler. 5. 4. 6. Refinamento de Soluções. Interpolação de Lagrange. Método de Runge-Kutta. Interpolação de Newton para diferenças divididas.MARINS. 6. J. 4. São Paulo: Makron Books.2. 3. 3.3.2. Rui. 3. 1978. São Paulo: Atlas. Márcia A. 4. Cálculo Numérico Básico.5. 2 ed.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO.3. Cálculo de Determinantes. Método da Pivotação. HUMES.5. Jussara Maria. 3. Dalcídio Moraes . São Paulo: Harbra.1. Interpolação Linear. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas. 6.2. Método de Simpson. Quadratura Gaussiana. Cálculo numérico computacional Teoria e prática.8. 3. 5. 1987. INTERPOLAÇÃO. 5. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. YOSHIDA. Método de Predição-Correção.

. 1979. 1984. Victor. Noções de Cálculo Numérico. MIRSHAWKA. .Kazuko.MARTINS.Hill Ltda. Wagner Tunis. Cálculo Numérico. São Paulo: Nobel. São Paulo: Editora McGraw.

5. Linhas de Estado 4.Linhas De Influência. Sistemas isostáticos Planos. Sistemas de estruturas isostáticas. Rio de Janeiro. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Traçado de Diagramas De Vigas. GORFIN. Princípio dos Trabalhos Virtuais. LTC.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Curso de mecânica. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. Sistemas Tri-Articulados. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Introdução à Teoria das Estruturas. Sistemas Isostáticos Planos. Vigas Gerber. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Rio de . OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. 6. Ademar. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. • Avaliar soluções estruturais. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. Método dos deslocamentos. 1972. Método das forças. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . Análise de Treliças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. 8. 2. 7. 3. 9.

Globo. Exercícios de estática e resistência dos materiais. LTC. 1979. Vol 1. 1980. SÜSSEKIND.Janeiro. Neto José de Almendra. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. Curso de análise estrutural. Mecânica dos Sólidos. Timoshenko / Gere. Curitiba. UFRP. . José Carlos. 1971. 2001.

Introdução .Conceito .Prática 4.Forças X Tensões .Prática 6.Convenção da resistência dos materiais 2.Conceitos . Elastotécnica: Tensões e Deformações.TENSÃO . Normas simples. conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais. OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS .Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais. CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Conceito . Torção e Flexão. ESFORÇOS AXIAIS .Tensões admissíveis . TORÇÃO . • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Cisalhamento.Diagrama/tensão/deformação .Esforços externos/internos .Deformação específica .Prática 3. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais.Prática 5. FLEXÃO PURA .Cargas axiais . ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. DEFORMAÇÃO .Conceito . Estado de tensões.

Porto Alegre. Francesco. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. Resistência dos Materiais.1982. Mirmoscovo. SOUZA. PROTEC. Resistência dos Materiais. LTC. E. McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. São Paulo. JOHSTON Jr. 1985. São Paulo. 1964 NASH. Prodill. Ed. Rio de Janeiro. McGraw-hill do Brasil. . Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. 3 Ed. consistindo de participação em sala de aula. TIMOSHENKO. LTC. William A Resistência dos Materiais. A P.Avaliação do desempenho. G. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Ciências dos Materiais. Hiron R. Prontuário de Resistência de Materiais. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Globo. As 3 avaliações formam a média do semestre. AVALIAÇÃO: . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. Resistência dos Materiais. A G.- Flexão Pura Torção 7. LACERDA. Stepheu P. Da USP. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. GOMES.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. 1966. P. e LAKOVIEV. Rio de Janeiro. V. Rio de Janeiro. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. LTC. MATVETEV. cumprimento de trabalhos e freqüência. Ferdinand. PISSARENKO. ROCHA.. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. .1986. 2007.1980. São Paulo. 1969. Sergio Conci Resistência dos Materiais. RUSSELL. Flávio S de Resistência dos Materiais. 1980. PROVENZA.

sobre ele. Processos: Iodo ativado. EIA/RIMA 9. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. Agenda 21 11. usando como instrumentos de avaliação: seminário. Saneamento e meio ambiente. Arborização urbana. Digestão anaeróbica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Noções Gerais de Ecologia 2. Habitações Salubres 15. Lagoas de estabilização. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. relatórios técnicos. no qual atua o profissional da engenharia. Legislação Ambiental 8. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. resenhas e atividades em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. 13.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Recursos naturais e sua utilização 5. Tipos de poluição. provas dissertativas e objetivas. Manuseio e Tratamento do Iodo. Gerenciamento Ambiental 10. Regiões Salubres 14. Características das águas residuais na indústria de alimentos. causa e conseqüências 4. Sistemas de tratamento de água e esgoto. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. Filtros biológicos. . 12. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais.Produção. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). buscando soluções adequadas. Vegetação urbana e qualidade de vida 16. destinação e reaproveitamento do lixo 7. Nitrificação. A biosfera e seu equilíbrio 3. Desenvolvimento sustentado 6.

1992. estatutos. Petrópolis. Legislação Ambiental Brasileira.1975. MIRANDA. Porto Alegre: AGE. São Paulo. MEGEE.1988. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. Bragança e MONTEIRO. Porto Alegre: Assembléia Legislativa.1998. Rio de Janeiro. Charles T. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. GOMES. São Paulo: USP. VIERTLER. Vozes. Gerhard e outros. Ecologia cultural . Martha L. Roger. Barcelona: MARCOMBO. ABES. 1995. Leis. São Paulo: Scipione. Paulo Afonso Soares. São Paulo. Coleção Primeiros Passos. O homem e seu ambiente. Led. São Paulo. Lenate Brigitte. Legislação de conservação da natureza. 2000. Salvador: EDUSFB.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. DKADE. MOURA. Sérgio L.. Gestão Ambiental. Vozes. São Paulo: Prentice-Hall. poluição e impacto ambiental. Lúcia L. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Introdução à Engenharia Ambiental.1994. Rios. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres.Antonio Carlos da F. Benedito. DAJOZ. O problema ecológico e suas implicações éticas.1989. Ática. BRASIL. LP EM. Fundação Getúlio Vargas. . B. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. Guanabara. HELENE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. PINHEIRO.M. 2000. Subsecretária de Editoras Técnicas. RIO GRANDE DO SUL. MOTA.P.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. GUATARRI. PEREIRA. FONFRÍA A. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. São Paulo: Quark Book.1990. Como Funciona o Meio Ambiente. Joan de Pablo. Suetônio.1983. Ecologia geral. 2002. Presto. Introdução à Engenharia ambiental. As três ecologias. Ana Lúcia da F. Rio de Janeiro. São Paulo. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Maria E. Rio de Janeiro. 1978. 1995. Brasília: Senado Federal. CESP.1986. 1995. MOSER. Eugene. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. 2000. CARVALHO. ODUM. Ciências do ambiente Ecologia. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. Carlos Gomes. Ecologia. Porto Alegre. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Petrópolis. Diretoria de Anais . Poluentes Atmosféricos.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG. Makroni.1983.1986. e outros. São Paulo. Papirus. e outros. Luiz Antonio Abdala de. São Paulo. GRALLA. Juares Oliveira. Como sobreviver a tecnologia. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. .Uma Antropologia da mudança. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.1998. contribuição para um código nacional ambiental. JIMENEZ. Ramón e RIBAS. Antônio. 1999. Félix.1983.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

artigos neutro. HETEROGENÉRICOS 6. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos.Hetetotônicos 2. indefinidos) 3. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano. ADVÉRBIOS . NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: .Divisão Silábica • .Artigos (subdivisão. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Adjetivos (flexão de número.Flexão (desinências número-pessoais. demonstrativos. literatura e artes plásticas.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. retos e oblíquos. possessivos. desinências modo-temporais) 7. enfatizando a produção de textos descritivos. formativos e literários.Conjunções e conectores . relativos. contrações) . permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música.Pronomes (pessoais.Acentuação Gráfica . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos.Substantivos . bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. privilegiando o desenvolvimento da oralidade. de tratamento. VERBOS . entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos.Ortografia • .Auxiliares e regulares . gênero e grau) 5. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . NOMES .

Prova escrita. Adda. atividades de reflexão. Moderna.A Dicionário básico de la lengua española.2000. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. Curso Prático.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. BRUNO. Gramática de Espanhol para brasileiros. 2000. a aprendizagem centrada no aluno. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. Gonzáles. 1998. O professor oferecer a condições. . HETEROSSEMÂNTICOS 11. São Paulo. Fátima Cabral & MENDONZA. 1999. PEDRAZAJIMÉNEZ. GARCIA. Sociedad General Española de Liebraria S. Josephine Sánchesz. Felipe B. Angélica. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. La Literatura en los textos. Español sin fronteras. São Paulo: Moderna. Nerman. OJO com los falsos amigos. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10. Scipione. NARI M & MELLO. Edelso. 1991. atinja a compreensão e interpretação e. Maria Angélica. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. São Paulo: Saraiva. Curso de lingua Y cultura Hispânica. analise os itens gramaticais.8. Esther Maria. São Paulo.Estudo do Vocabulário . CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. MILANI. A & ALFARO. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. discussão e resolução de problemas. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. 1998. Hacia el Español. Madrid. Suely Fernandes & MAURE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. São Paulo.Compreensão . Walter Gustavo. Gramática de Espñol lengua estranjera. HERMOSO. Sanchez M. com base nos textos. Partir-se-á sempre de textos. Mucho Español para brasileños.

5º SEMESTRE .

OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA. LTC . 1999. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório. . aulas práticas de laboratório. aulas com recursos áudio visuais (canhão).Definições fundamentais . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Utilização de recursos 3D 2.A área de trabalho . AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas.Preparação da área de trabalho . Linguagem avançada para a engenharia. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD. b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. 955p.Conceitos . Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais.Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3. Manuais do usuário dos Softwares.Utilização das ferramentas de desenho .Menus suspensos . Autocad . Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4.Traçado de cotas . G. análise e dimensionamento específicos da área de engenharia.Impressão e plotagem . Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Dominando o Auto Cad.Seleção e edição de objetos .

D.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. 1994. C. Cálculo Numérico Computacional. . Ed. Atlas.

fator de potência e corresão de fator de potência 5. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Geradores. Circuitos de corrente contínua 1.3. Resistivos.1. Capacitadores.2. capacitivos. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Comandos elétricos. Instalações elétricas 5. Luminotécnica 10. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Paralelo 1.1. Lei de OHM 1. Leis de Kirchdhoff 2. Série 1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Circuítos de corrente alternada. Associação de resistores 1. Circuitos de correntes alternada 2. indutivos 2.1. Mista 1.1. Transformadores e Motores-instalações 9. Lei de Kirshoff.2. Condutores elétricos. Motores.1. Lei de O hm. . ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos. Impedância 3. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Trabalhos em grupo e individual. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. Potências em CA.3.1.2.1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais.

Porto Alegre. A. Globo. L. Livraria Freitas Bastos. 1975. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. MOTTA. São Paulo. B.1977. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. Circuitos elétricos. A. C. São Paulo. Teoria básica de circuitos. Companhia Editora Nacional. Globo. VALKENBURGH. Eletricidade básica. FALCONE. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas. et al. L. Guanabara. A. Rio de Janeiro. PAGLIARICCI. C. . Dragão. Bestseller. Rio de Janeiro.1968. C. Guanabara Dois. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. M. E.1975. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. P.1977. QUEVEDO. São Paulo. C.1975. MARCUS. São Paulo. Eletricidade básica.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Eletrotécnica geral.1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. 1976. S. Porto Alegre. 1979. e KUN. 1974. DAWES. São Paulo. Manual prático do eletricista. Hemus. V.

Flexão oblíqua composta. Flexão oblíqua simples. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flexão composta/aplicação 5. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. . ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. Avaliação do desempenho. • Verificar seções. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Resistência e deformações combinadas. Flexão simples e cortante/aplicação 4. Deformação por flexão. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). • Características Geométricas. Flexão oblíqua/aplicação 6. consistindo de participação em sala de aula. cumprimento de trabalho e freqüência. Análise Estrutural 3. Caso geral 7.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento.

V. LTC. Prodill. 1985.1980. P. 1969. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY.. Resistência dos materiais. RUSSELL. A. JOHSTON Jr. R. NASH. C. LAKOVIEV. Resistência dos materiais. de. Resistência dos Materiais. 1966. 1964. McGraw-Hill. PROVENZA. TIMOSHENKO. SOUZA. São Paulo. H. F. Mirmoscovo. ROCHA. W.1986. São Paulo. 1982. F. GOMES. São Paulo. Resistência dos materiais. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. P. PISSARENKO. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Ed. Globo. da. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. MATVETEV. E.. . Ciências dos Materiais. Resistência dos Materiais. LACERDA. A. F. Porto Alegre. A Resistência dos materiais. Rio de Janeiro.• • As três avaliações formam a média do semestre. LTC. LTC. G. S. Resistência dos Materiais. McGrawhill do Brasil. PRO-TEC. Rio de Janeiro. 2007. S. M. Da USP.. S. Prontuário de resistência de materiais. G. 3 ED. A P. Rio de Janeiro. 1980.

Aceleração da partícula .Relação entre solução por sistema e .Forças e contato com um fluído confinado . EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .Pontos de vista.Variação da pressão com a profundidade . OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.Fluidos e o contínuo 2.Quantidades escolares. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6.primeira lei da termodinâmica. Transmissão de calor. FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS . Quantidade de movimento. Estática dos fluídos.Volumes de controle e sistemas . TENSÃO EM UM PONTO . LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON .Propriedades do tensor das tensões.Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5.Volume de controle 7. gradientes 4.Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos.Fluido incompreensível .Equação da quantidade de movimento . LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . Ciclos termodinâmicos. LEIS DA FLUTUAÇÃO .Coeficiente de viscosidade 3. segunda lei da termodinâmica.Campo de velocidade .Atmosfera padrão . Equações de estado.Tensão em um ponto . Escoamento dos fluidos. vetoriais e tensoriais .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) . Calor e trabalho . Hidroestática.

WYLEN.conservação de massa 11. M Necati. STREETER. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. V.1988. Mecânica dos fluídos. Introdução à mecânica dos fluídos. Transferência de calor: um texto básico.1981. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre.1985.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. E.1993. Guanabara Koogan. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA . J.1975. L. ZISIK. Fundamentos da termodinâmica clássica. McGraw-Hill. Fenômenos de transporte. Bliicher. Manual de hidráulica. R. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. Blücher.energia interna . Mecânica dos fluidos. Gordan J.Equilíbrio de fase . McGraw-Hill do Brasil. São Paulo. SISSOM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. D. M..Processos reversíveis e irreversíveis .A. ÁLVAREZ. .Entalpia . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. São Paulo. Robert W.Regime permanente e regime uniforme .1973. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . São Paulo. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . MCDONALD. PITTS. Rio de Janeiro. Blicher. realizados exercícios em sala de aula. Sonntag e RICHARD. São Paulo. São Paulo. Guanabara. 1982. G. Rio de Janeiro.. TRABALHO E CALOR 10. Alan T.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9. SHAMES.Substância pura . E.Momento da quantidade de movimento 8.

Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sensores remotos. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. Princípios físicos. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. Interpretação aplicada ao planejamento regional. PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. Critérios de Fotointerpretação. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. Estereoscopia. Câmaras fotogramétricas e filmes.

pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.. de 10 de julho de 2001. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. Florianópolis: Editora da UFSC. R. F. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia.. 1993. S. E. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. Fundamentos para Fotointerpretação. 2007. 1986. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9.257. F. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. 10. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. Câmara dos Deputados. SIG . trabalhos práticos. LOCH. L. que estabelece diretrizes gerais . dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. WATZLAWICK.Orientação de um par estereoscópico 6. C. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. SCHOENINGER. P. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. Guarapuava: Editora da Unicentro. Elementos de Interpretação fotográfica. F.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. KIRCHNER.

Brasília: Câmara dos Deputados. SAASTAMOINEN. Delmar A. T. CHRZANOWSKI. OLIVEIRA. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR. J.. Apostila. MARCHETTI. Cartografia y levantamientos urbanos. 1977. Gilberto J. H. Curso de cartografia moderna. Noções básicas de cartografia. 2005. . Dirección General de Geografia del Território Nacional. Springer-Verlag. 273p. BLACHUT. C. Introdução à Geodésia Geométrica.da política urbana e dá outras providências. GEMAEL. Coordenação de Publicações. B. São Paulo: Nobel. J. IBGE. 3. A. Rio de Janeiro:IBGE.1988.. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. Rio de Janeiro: IBGE. e GARCIA. 1ª Parte e 2ª Parte. 1979. Ceurio de. (1999). New York: Inc.ed. (1987).

Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. Movimentos de massa. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas.Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada .Idade da terra . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. formação e evolução. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. INTRODUÇÃO . químicos e biológicos .Volume. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.As rochas . barragens. químicas e mecânicas . Rochas e sua utilização. Águas subterrâneas na geotecnia. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA .Pedra de cantaria.Forma e tamanho .Rochas sedimentares .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental. 3. Estrutura da Terra. SOLOS .Processos físicos.Rochas metamórficas 4. sua origem.Os minerais .Agregados e blocos de rochas . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO .Apresentação da disciplina .A utilização de rochas na construção civil .Conceituação de Geotecnia.Rochas ígneas .Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico . Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica. revestimento e calçamento 6. Estruturas geológicas. peso e massa . MINERAIS E ROCHAS .Estrutura e constituição da crosta terrestre. INTEMPERISMO .Propriedades físicas. Mapa geológico.Durabilidade das rochas 5. Prospecção geológica para estradas. obras subterrâneas. Mineralogia.

C.Depressão Periférica . UFV. T. 1985. POPP. OLIVEIRA. DE. 149 p.Conceito .R. João José. BRITO. Introdução ao estudo de minerais e rochas.. MACIEL FILHO. visitas técnicas e seminários. Walter. Oficina de Textos. 342 p SCHUMANN.Classificação pedológica e geotécnica 7. 284p. FONTES. 4.N. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8. Geologia de Engenharia. São Paulo: Polígono. Rochas do Brasil. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos.M. 1962. 1994. 223 p. Helmut. S. Introdução à geologia de engenharia. 1972. TAIOLI.Planalto . M. rev. S.Falhas 9.periódico . 3. Mineralogia e geologia. POTSCH. ed. técnólogo e estudantes. M. G. TOLEDO. 1998. UFV.. CPRM. 1974. São Paulo: Companhia Editora Nacional. São Paulo : Companhia Editora Nacional. São Paulo. M. João Ernesto de Souza. 291p. F. Mineralogia aplicada: para engenheiros. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. 2000. São Paulo: Edgard Blücher.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.Solos e Rochas . ERNST. rochas. 5. W. ABGE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA.A. 2. gemas. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. José Henrique. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. e ampl. KIRSCH. CAMPOS. 1997.Dobras . E. ed. UFSM. FAIRCHILD.Escudo . Rochas e minerais: minerais. em grupo e/ou individual. 162 p. A.Composição dos solos . ABMS/ABGE . 1967. Santa Maria. 487 p. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS . Carlos.. 5. LEINZ. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Viktor. Decifrando a Terra. Minerais e rochas.L. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. 310p. W. MINETE. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. TEIXEIRA.Propriedades físicas .C. 376 p. Viktor. Geologia geral. Geologia geral. Rio de Janeiro: São José. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . Guia para determinação de minerais..Diaclases . ed. 1971.ed.

Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS .Propriedade das argamassas .Preparo . ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.Tipos. Agregados. Aglomerantes. Argamassas e Aditivos. propriedades e utilizações .Processos de fabricação .Cal . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Propriedades dos materiais cerâmicos .Ensaios de laboratório 2. GLOMERANTES . AGREGADOS .Ensaios de laboratório 5. Ensaios de laboratório.Gesso .Traços .Ensaios de laboratório 3.Ensaios de laboratório 4.Tipos .Miúdos e graúdos .Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades. ARGAMASSAS . AGENTES AGRESSIVOS .Através de águas. .Dosagem . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Processos de fabricação .Cimento . ADITIVOS E ADIÇÕES . solos e gases.

São Paulo. M. PINI. Editora PINI. P. 1975. Materiais de Construção. F. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). Porto Alegre. Normas Técnicas da ABNT. R. propriedades e materiais. 1991. A. SILVA. Propriedades do concreto. PINI. 1995. 1994. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. NEVILLE. Editora PINI. M. VERÇOSA. E. Materiais de construção. Rio de Janeiro. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. A . P. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Editora PINI. L. SILVA. 1997. Editora PINI. dissertações de mestrado e teses de doutorado. MONTEIRO. Editora PUC-EMMA. Manual Prático de Materiais de Construção. 1988. P. Concreto . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. utilizando retro projetor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER.. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Materiais de construção. 1995.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas.. de campo e de laboratório. São Paulo. São Paulo. São Paulo. Ed. 1994. A. . AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). São Paulo. BAUER. E. K. quadro e data show. São Paulo. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. LTC Editora.F. Ed.Estrutura.

6º SEMESTRE .

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes.Extinção do contrato de trabalho .Relações de parentesco e pátrio poder 3. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO . classificação e história .Extinção da empresa . Serão estas.As micro-empresas . .Constituição: conceito. uma tomada de contato com a legislação em geral.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes. às ligadas à futura profissão. registros.Patentes. respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos. e transferência de tecnologia .Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria .Os direitos do trabalhador na constituição federal . conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos.A personalidade jurídica da sociedade comercial .Os atos de comércio.Aposentadoria 4. especialmente. tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro.O contrato de trabalho . direito civil. DIREITO COMERCIAL . conjuntamente determinadas pelo professor e alunos. com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. comercial. FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL . • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica. o comerciante e as sociedades comerciais .Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.Títulos de crédito: conceito e classificação 5. administrativo e direito trabalhista.Direitos e garantias fundamentais 2.Fatos e atos jurídicos . DIREITO DO TRABALHO .Os principais tipos de sociedades comerciais . ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções. marcas.Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 . DIREITO CIVlL .

CLT. Ruy Samoel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. 2002. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. DINIZ. Brasiliense. Gilberto Vieira. Rio de Janeiro. São Paulo. Maria Helena. André Franco. Paulo Dourados de.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). 2002. O que são direitos da pessoa. . Revista dos tribunais.1994. Manual de elaboração de contratos e documentos. GOMES. 2000. São Paulo. Introdução à ciência do direito. REALI.1996. Saraiva. Orlando. Direito e Legislação. GUSMÃO. Saraiva. Rio de Janeiro. Código Civil Anotado. Dalmo. Conceito de Princípios Constitucionais. ESPINDOLA. Revista dos Tribunais. São Paulo. São Paulo. MONTORO. Forense. São Paulo. Sagra. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. São Paulo.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . Introdução ao estudo de direito. Introdução ao estudo do direito. São Paulo: Saraiva. Miguel.1992. Valdemar Pereira. Lições preliminares de direito. 2000. Forense. 2000. LUIZ.

500/RS SPT no 565 .310 . Manual de instalações elétricas. Desenvolvimento de um projeto elétrico. Afonso. Instalações elétricas prediais. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Projeto elétrico 1. Instalação elétrica. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. NORMAS TELEBRÁS.6O2/RS SPT no 565 .1987. motores elétricos.308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. Paulo Ribeiro. Porto Alegre.1985.1Residencial 1. 1998. Rio de Janeiro.510 . MARTIGNONI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. Discubra. MARTIGNONT.1990. Instalações elétricas de baixa tensão.306lRS SPT no 565 .710 .2Comercial 2. • Tomar contato com as noras técnicas. Alfonso. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA. Globo. SPT no 235 . Hélio. Eletrotécnica. Húmus. Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Instalações Elétricas.710 . Iluminação e instalações domiciliares.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. Ademar Bitencourt. São Paulo. São Paulo. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 1988. COTRIM. . McGraw-Hill do Brasil. ABNT. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos.2000. São Paulo. São Paulo. Porto Alegre.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. Principio dos trabalhos virtuais. J. 2001. Análise matricial. Curso de análise estrutural. Vol 2. VI. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. MERINO. Globo. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. Princípios energéticos. Fritz. José Carlos. João Luis Escosteguy. 1982. GERE. 1979. SÜSSEKIND. 2. Globo. 7. • Interpretar comportamento de estruturas. José Carlos. Deformações devido à variação de temperatura. Interciência. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Mecânica dos Sólidos. 5. Método dos deslocamentos. Teorema dos trabalhos virtuais. Princípios energéticos. Método das forças. • Avaliar estruturas hiperestáticas. 6. 4. S. . 1979. Método dos deslocamentos. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. Método das forças. vl.. 3.vol. Processo de Cross. Curso de análise estrutural. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. Conceitos de trabalho.vol. Método da carga unitária. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. Construções de Concreto. 3 TIMOSHENKO. 2 SÜSSEKIND..

.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER. Análise de Estruturas Reticuladas. G.

patologia e terapia das estruturas 9. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação.método IPT 6. comparando com a teoria estudada. Madeira 13.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. visitas técnicas. Metais em geral 12. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. Preparo. Concretos. Produtos betuminosos 15. Controle tecnológico do concreto 10. lançamento e cura dos concretos 8. Dosagem dos concretos . Tintas 14. Produtos siderúrgicos 11. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. . Dosagem dos concretos . Madeiras. adensamento. Produtos Betuminosos. Concreto endurecido 5. Estrutura do concreto armado . • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Materiais plásticos 16.método ABCP ou ACI 7. Introdução ao concreto 2. utilizando retro projetor. Concreto fresco 4. Ensaios de laboratório. quadro. data show ou canhão. Agregados para o concreto 3. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. de campo e de laboratório. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.

E. Editora PINI. NEVILLE. Ed PINI. São Paulo. Rio de Janeiro. propriedades e materiais. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. dissertações de mestrado e teses de doutorado. R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. Concreto/ Estrutura. 1995. USP. 1995. V. M. São Paulo. Concreto de alto desempenho. São Paulo. 1994. SILVA. 1989. WILBY. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. P. LTC Editora.. 2000. 1991. 1988. 1991. P. 1995. New York. Editora PINI. Ed. K. Manual de dosagem do concreto. Editora PINI. Manual do concreto. VERÇOSA.. 1975. Editora PINI. São Paulo. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. F. Editora PINI. HELENE. D. SILVA. Editora PINI. BAUER. 1997. A. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. P. Materiais de construção. São Paulo. C. PINI. 1992. E. A. P. P. TERSIAN. 1994. São Paulo. . Editora PUC-EMMA. Editora PINI. Propriedades do concreto. São Paulo. Roberto de. C. Materiais de construção. Falcão Materiais de Construção.NT da ABNT DAL MOLIN. E. L. SOUZA. São Paulo. Princípios básicos sobre concreto fluído. Porto Alegre. C. Cambridge University Press. RIPPER. MEHTA. Editora PINI. Manual prático de materiais de construção. Tecnologia de Edificações. São Paulo. 1994. S. Tese (Doutorado). Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. C. São Paulo. Concrete Materials And Structures. O'REILLY DIAZ. Editora PINI. GIAMUSSO.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. 1996. M. São Paulo. A. 1998. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. Editora PINI.

Barômetro 1.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas.5 Condutos sob pressão 2.Hidrostática 1. aulas práticas.9 Diagrama de Stanton-Moody 2. • Dimensionamento e seleção de bombas.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1.6 Número de Reynolds 2. Movimento Variado em Canais.2 Equação de bernoulli 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.11 Perda de carga Localizada 2. Reservatórios Projetos e Instalações.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1.3 Medidores de Pressão: Manômetro.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2.8 Comportas e Barragens 1. Movimento Uniforme em Canais.3 Orifícios e Bocais 2.4 Canais 2.1 Escoamento em regime permanente 2.12 Cálculo de potência de bombas 2. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas. • Determinação de vazão.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão. Escoamento de Fluidos .10 Perda de carga em dutos 2. Fluidos em Repouso . velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão. aulas de exercícios.6 Força resultante em uma superfície submersa 1.8 Equação universal da perda de carga 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos.2 Determinação da densidade de Fluidos 1. pressão 1.1 Viscosidade.Hidrodinâmica 2.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2. densidade. .

Makron Books. LTC. McDONALD. R. Introdução a Mecânica dos Fluidos. LTC. GILES.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. D. SHAMES Irving H.Edgard Blucher Ed. 02. Ronald V. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. Mecânica dos Fluidos. Física. Volume 01. HALLIDAY. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. . Robert W. Alan T. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK.

Exploração aerofotogramétrica 3. Computação voltada a estrada.Reconhecimento ou anteprojeto .Longitudinais . ESTRADA . Aulas Práticas.Distância média de transporte e momento de transporte . Lançamento dos eixos.Classificação segundo a sua orientação . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA . Greide de uma estrada.Determinação dos volumes de corte e aterro .Importância . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Perfil longitudinal .Ligação .Exploração ou projeto .Reconhecimento terrestre .Reconhecimento terrestre .Reconhecimento aerofotográfico .Greide . Projetos geométricos. Locação e Fiscalização. OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas.Sistema arterial .sua importância e classificação . Cubação de volumes.Cálculo do diagrama de Bruckner .Radiais .Classificação Funcional . • Locar uma estrada em campo.Sistema coletor 2.Cálculo das áreas das secções transversais .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Transversais . • Projetar uma estrada. Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada.Secções transversais . • Fases do estudo de uma estrada.Diagonais . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

Grau de curva .Raio da curva e raio mínimo . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Equação da superelevação .Distribuição da superlargura 8.Equação da espiral .Ângulo central a espiral .Finalidade .Elementos da curva de transição .Deflexão por metro .Objetivos das normas e classificação técnica . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Normas 7.Finalidade da curva de transição .Locação por coordenadas 6.Tipos de transição .Estudo da superelevação .Tangentes .Ângulo central .Cálculo completo de uma curva de transição .Projeto de uma curva circular .Distribuição da superelevação . NORMAS .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Locação de curvas circulares .4. DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Locação de uma curva de transição 10. CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Tipos clássicos de transição .Comprimento da curva de transição .Cálculo de todos os elementos .Normas .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Função da superlargura .Coordenadas XC e YC .Equação da superlargura .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Tipos de concordância vertical . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Locação por flexão acumulada . ESTUDO DA SUPERLARGURA .

AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas.1980. Raphael do Amaral. Salvador. de A. Estradas de rodagem. INFRAESTRUTURA 12. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Rio de Janeiro. dialogas e com unidades teóricas. M.. Harry R.1975. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. Porto Alegre. M. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Engenharia rodoviária. Porto Alegre. FONTES. FRAENKEL. Rio de Janeiro. OLIVEIRA. 2004. 2 ed. LTC. Guanabara Dois. C.Nota de serviço para estradas 11.1966. Projeto de estradas. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. Rney Chich. Rio de Janeiro..1995.1980. trabalhos práticos. Centro Editorial e Didático da UFBA.1980. Renato G.T.P. Hemus. . CAMPOS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN. Curso de estradas. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. SENÇO. Pacheco de.Cálculo de curvas verticais .Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas . São Paulo. Grêmio Politécnìco. Multilibri. São Paulo. MICHELIN. São Carlos: Rima. LIN. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Luiz Carlos A. Projeto geométrico. Grêmio Politécnico. Bonjarmin B. Wlastermiller de. Engenharia de Estradas.1977.1979. Projeto Geométrico de rodovias. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. PIMENTA.R.

organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.Proctor Normal . Plasticidade e consistência dos solos. Exploração do subsolo.Classificação dos solos 4. Pressão e Tensões do solo.Proctor Intermediário .definição . Propriedades físicas e químicas dos solos.Textura dos solos . Compressibilidade. Resistência ao cizalhamento do solo. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . Adensamento e recalques do solo. FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO . INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS . Granulometria dos solos. Compactação do solo. COMPACTAÇÃO DO SOLO .solo . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Textura dos solos. • Sua textura.Tipos de solos 3.Índices físicos dos solos . Estruturas dos solos.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos.Proctor Modificado .Formação do solo .Compacidade dos solos .Estrutura dos solos . • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade. • Suas propriedades de consistência e plasticidade. Permeabilidade e porosidade. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. • Seus índices físicos. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo. • Suas propriedades de compacidade. • Os sistemas de classificação dos solos. • Suas propriedades de compressibilidade e resistência.Plasticidade e consistência dos solos . ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. Índices físicos dos solos.

Soil mechanics . R. São Paulo : Grêmio Politécnico.R. New York : John Wiley & Sons. KARL. H.Pressões devidas ao peso próprio do solo . John Wiley and Sons. McGraw-Hill do Brasil.R.V. Rio de Janeiro. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. 2000. E.J. M. Apresentação individual de trabalhos em seminários. São Paulo. Mecânica dos solos e suas aplicações. VARGAS. LTC. 1972. ORTIGÃO.5. exercícios e seminários. J. .SI version.Capilaridade dos solos . 1967.Compressibilidade por adensamento . LAMBE. John Wiley and Sons. Mecánica de suelos.. 1983. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. Introdução à mecânica dos solos. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. COMPRESSIBILIDADE . Limusa Wiley. TERZAGHI. WHITMAN. 1983.. RODRIGUES. New York. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO . Oficina de Textos. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. MITCHELL. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3.Permeabilidade dos solos . PINTO.ed. Soil mechanics in engineering practice 2.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. 1977. C. Fundamentals of soil behavior. AS. New York. ed.K. J.W. PECK.Cálculo de recalques em solos argilosos 7. DE S. PINTO. Curso básico de mecânica de solos. aulas de laboratório. 137p.A. T. São Paulo. 1979. 1979. HIDRÁULICA DOS SOLOS .Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 729 p. México. RALPH B.A. 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO .Pressões devidas às cargas externas 8.P.

Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. . Estereofotogrametria.A Câmara Fotogramétrica. Fotointerpretação. . Histórico da Fotogrametria . .A Câmara Fotográfica. Tipos de estereoscópios. Princípios de restituição e fotogramétrica. Noções de Sensoriamento Remoto.Fotogrametria Analítica. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Fotogrametria Pioneira.Orientação exterior (relativa e absoluta). Métodos Fotogramétricos de Restituição: . 4.Orientação Interior. Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos.Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Princípios Básicos de Fotogrametria . Introdução 2. . Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos. 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais . Recobrimento aerofotogramétrico. Noções de aerotriangulações.Fotogrametria Analógica. .Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. 6. . Processamento Digital de Imagens 8. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7.Fotogrametria Digital. Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário.Radiação Eletromagnética. .

NOVO. Geração de Orto-imagens 14. Brasil: 1997.Conceito Inicial . 1991. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. ANDRADE. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). CRÓSTA. Exército Brasileiro. . Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia.. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. M. Evlyn. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Campinas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Brasil: 1984. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. dialogadas e com unidades teóricas. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto.Restituição Digital. Fagundes. Florianópolis: Editora da UFSC. 1992. e FAGUNDES. Aplicações 12. ANDRADE. Unicamp. Bittencourt de. trabalhos práticos. Fotogrametria. 2a Ed. Curitiba. T34-304 Manual Técnico. 1989. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. SBEE. Rio de Janeiro. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Geração de Modelos Numéricos de Elevações .Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . Fotogrametria. Brasília. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. TAVARES. Brasil: 1998. Paulo E. Brasil: 1993. 11. Carlos e LAPOLLI. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Edis Mafra. Placidino M. Instituto Militar de Engenharia. Porto Alegre. Ed. J. Álvaro Penteado. Brasil: 2000.Tipos de Grade de um MDT 13. São Paulo: Editora Edgard Blücher. Fotogrametria Básica.

7º SEMESTRE .

LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.2 Subsistema de Relações Trabalhistas.Aprovado no III CNP.2 Atribuições Profissionais . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais. 1.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. 3.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5.6 Liberdade e Responsabilidade.7 Estatuto do Sistema .3 Apreciação Geral sobre a Lei 5. 4. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente. Exercício profissional. SISTEMA PROFISSIONAL 3.1 A Constituição Federal e o Diploma.5 Uma Proposta.2 Definição da Ética. ÉTICA PROFISSIONAL 1.3 Subsistema de Relações Sociais. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional. 2. 1.3 Ética Profissional. 1.1 Antecedentes da Legislação Profissional.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos. 2. 4. 3. 1. 4. 2. 2.1 Subsistema de Formação Profissional. Leis correlatas e anexas. 1.6 Constituinte do Sistema. .7 Coação Interna e Responsabilidade.4 Responsabilidade Moral.5 Ignorância e Responsabilidade. 1.194/66. Ética profissional e sanções disciplinares.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. 4. 4. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão. filosofia e política da legislação. 4. 3.4 Lei Federal 5. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. 4. 1. 3.194/66.4 Uma Leitura Histórica. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. 1.8 Coação Externa e Responsabilidade.1 Objetivos da Ética.Histórico. 3.9 Comportamento Ético Profissional.

INFRAÇÕES E PENALIDADES 9. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. Constituição da República Federativa do Brasil. 6.5 Área de geologia e Minas./1990.1 Resolução. 2002.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. 5.3 Poder Público. 9. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7.4. 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. Código de Defesa do Consumidor. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação.2 Cliente. 9.3 Área de Engenharia. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. Trabalho escrito em grupo. 6.078.1 Quando Utilizar? 9. Simone Brião do.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Brasília. O Exercício Profissional e a Nova Constituição.4 Área de Engenharia Industrial. 5. 9.1985. 5. Univ.6 Direitos Autorais.4 Remuneração. Ed. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais. Lei nº 8. 5. 5. 9.3 ART x CREA.1 Tabela de Notificações. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6. 5. Arquitetura e Agronomia. 6. BUSSINGER.vídeo). Informativo . 7.4 ART x Profissional. set. ARISTÓTELES. FISCALIZAÇÃO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL. Gilberto.1 Erro Ético.1 Profissional. 5. Ed. 5. Frederico.1988. Apresentação de seminário.8 Direitos Patrimoniais. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. datashow.2 Área de Arquitetura. 8. Estudos de Caso. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia.5 Importância da ART. Natureza Jurídica do Conselho Profissional.7 Direitos Morais do Autor. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Ética e Nicômanos.

Rio de Janeiro. CREA/RS. 1989. Atribuições: Conceitos de./1994. CONFEA. 1990. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul./ Nov. CONFEA. Propriedade Industrial. 1999. 1987. FLORES. BUSSINGER.3. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. Frederico.1989.CONFEA. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. Leis: Decretos e Resoluções.ed. Arquitetura e Agronomia. . Brasília. Jornal do CREA/RS. nº3. Out. 1988. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. José Ubirajara. Destaques da Legislação Básica. Comissão Executiva CREA/RS.

Plano geral de segurança 9. EPI 7. 13. Riscos ambientais 3. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. Higiene do trabalho 5. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. máquinas. 8. Normas regulamentadoras para a construção civil. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. Estudo da NR-18. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. Agentes ambientais 4.1 Desenvolvimento de Projeto 14. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. quadro e Data Show. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. 10. Noções de Primeiros Socorros. Higiene do Trabalho.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. Segurança em projetos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. 12. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. 11. Segurança no Projeto e Construções. Estatística e Custos dos Acidentes. Ferramentas manuais. equipamentos e meio ambiente. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho. Histórico e estatística dos acidentes 2. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. . Fundamentos de Segurança. projetos. utilizando retro projetor. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Levantamentos ambientais 6. Segurança nas diversas etapas construtivas. Normalização e Legislação específica.

T. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos.Seconsi. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. São Paulo. MTb. Normas de prevenção de incêndio. 1997. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . CLT FUNDACENTRO. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. São Paulo. A. PINI. Atlas. Manual da aplicação da NR-18. G. Atlas. Brasília. YAMADA.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. SAMPAIO. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. 1998. Equipamentos de Proteção Individual. Ed. Ed. São Paulo. Ed. Edison as Silva. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. São Paulo. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. Segurança e medicina do trabalho. São Paulo. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. 2003 Normas Técnicas da ABNT. FUNDACENTRO. apresentando técnicas de proteção recomendadas.. Brasília. 1996 ABNT. Rio de Janeiro. 1994. Normas Regulamentadoras. ZOCCHIO. MINISTÉRIO DO TRABALHO. ROUSSELET. Ed. FUNDACENTRO. 1980. José Carlos de Arruda. 2000.

4 Cisalhamento em CA 2. Conhecer os estados limites das estruturas em CA.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado.6 Vigas c/ altura definida 2.Dimensionamento 2. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.2 Vigas em CA . Detalhar a armadura das estruturas. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. É apresentada um pequeno prédio modelo. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações. compressão simples. Introdução ao CA 2. Flexão e Cisalhamento 2. Normas para Concreto Armado. flexão composta. Dimensionamento à torção.1 Pilares 3. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado.7 Armaduras mínimas 3.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2.3.5 Zona comprimida 2.1 Revisão da Flexão Simples 2. flexão simples. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2 Detalhamento construtivo 4. Tirantes 6. Conhecer os materiais em usados em CA. Caso geral (Casa) 5. Comportamento das estruturas de concreto armado. . torção. Compressão simples 3. Princípios básicos da verificação e da segurança. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região.

CABRE F. MONTOYA P.• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. P. FUSCO. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. J. A. Avaliação do desempenho. Lajes em concreto armado e protendido. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. B. Barcelona. LAURO M. NBR 7480 . 1987. cumprimento de trabalhos e freqüência. MESEGNES A. Souza. As 3 avaliações formam a média do semestre.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. Estruturas de Concreto Armando . MARAN. Rio de Janeiro 1998. Guanabara Dois. Nov 2003 NBR 6120 . . .solicitações normais. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado.. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Cálculo do Concreto Armado. Concreto Armado. consistindo de participação em sala de aula. P. dos. SANTOS. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. C. GUERRIN. Hormigón Armado. J. M. GARCIA. McGraw-Hill Do Brasil.V. Nobel Editora. Ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO.Projeto e execução de obras de concreto Armado. Pini SP 1995. NBR 6118 .M & Cunha. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ.

quadro. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). Revestimentos. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). Trabalhos preliminares. Supra-estrutura de obras de construção civil. levantamentos e instalações provisórias 2. Infra-estrutura de obras de construção civil. 9. Terraplanagem. Impermeabilizações. 13. 4. Argamassas. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). Supra estrutura. Instalações elétricas. Fôrmas. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). 3. Revestimentos. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. Instalações. Alvenarias. visitas técnicas. Infra estrutura.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. 12. 8. Estudo das fundações. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Movimento de terra. 10. de campo e em laboratório. Alvenaria. Marcação de obras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 6. Execução de contrapisos. . • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. data show ou canhão. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. 5. 7. 11. utilizando retro projetor.

C. F. FRANCIS D. RIPPER. 1999. Editora PINI. conforme NBR 9575. Artigos técnicos. Divisão de edificações do IPT. M. São Paulo. 2000. São Paulo. Editora Gustavo Gili. HIRSCHFELD. R. São Paulo. R. . Ed. Tecnologia de edificações. Edição. Portugal. Madrid. Atlas. H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. W. SOUZA. de. São Paulo. Zeno. E. propriedades e materiais.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. 3. 2002 CHUDLEY. São Paulo. Caderno de encargos. 1996. K. 1988. Espanha. Editora PINI. A técnica de edificar. PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. 1998. 1994. P. CETOP. MEHTA. 1999. Revistas e publicações técnicas. Manual de construcción de edificios. Editora PINI. Editora PINI. Como evitar erros na construção. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. Editora PINI. K. 1988. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Técnicas modernas de construção. DIVERSOS. MONTEIRO. Técnicas de Construção Ilustradas. Bookman. São Paulo.. São Paulo. 1994 PIRONDI. CHING. YAZIGI. Editora PINI. M. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Concreto . H. São Paulo. 1988.estrutura. P.

Instalações prediais de esgoto sanitário.1 Introdução 2.2 Estimativa de consumo 2. Instalações de construção de fossas sépticas.3 Sucção e recalque 1.4.1 Sub-ramais e ramais 1. e contando-se para isto. Instalações elevatórias prediais. .2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3. Instalações prediais de água quente. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias.3 Capacidade dos reservatórios 1. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo. Instalações prediais de gás. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2. Instalações prediais de águas pluviais.4.5 Instalações de recalques de água 1. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.4 Aquecimento central 2.1 Introdução 3. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1. Instalações prediais de combate a incêndio.4.4 Dimensionamento 1.1 Introdução 1.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria.2 Colunas e barriletes 1.

José Roberto. 1982. LTC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. 1981. CAMPOS. Instalações hidráulicas e sanitárias.1221. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO. NB . ABNT. NB . Instalações prediais de água fria. São Paulo.5626. 1991. DACCH. FORESTI. 1979. EDIUSP. Luiz et al. EUSP. Nelson Gandur. Instalações prediais de esgotos sanitários. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. Instalações prediais de esgotos sanitários. Sistemas urbanos de água. Rio de Janeiro. NBR . Hélio. Rio de Janeiro. 1959. Eugênio e BLUNDI. 1991.Apresentação do projeto hidro-sanitário.19. ABNT. ABNT. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. São Paulo. 1991. Instalações prediais de água fluviais. Carlos E. NBR . ABNT. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. São Paulo.611. . 1982. LTC. EDUSP. 1984.

Calculo dos volumes. Usinas de asfalto. Materiais para pavimentos. Construção de pavimentos. • Escolher os equipamentos adequados. Locação de Off-Sets 13. Interseções (cálculo e locação) 17. METODOLOGIA: Aulas expositivas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Pedreiras e britadores 16. Locação de curvas com PI Inacessível 18. Revisão do Projeto Vertical 3. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. solo e brita 15. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Diagrama de Massas 19. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Visitas a Obras. Diagrama de Bruckner 20. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Softwares. Dimensionamento de pavimentos. Sinalização. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Ensaios em Laboratório. Projeto Geométrico e de terraplenagem. Compensação de Volumes 4. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Projeto geotécnico. Estudo das curvas de nível 8. Utilização de meios de Multimídia. Locação de Projetos (aula prática) 11. • Calcular volumes de corte e aterro. Trabalhos de Pesquisa. Revisão do Projeto Horizontal 2.Agregados 14. Compensação de volumes 10. AVALIAÇÃO: Provas. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. Critérios de projetos de pavimentos. . Sequência Real do Projeto 5. 21. Drenagem de pavimentos.

1993. Antonio Lucio. Wlastermuller de. Engenharia rodoviária. Ipiranga AS. Sistemas drenantes. 1982 SENÇO. Estradas de rodagem. Pavimentação. Misturado a Frio. 1976. Manual de projetos de intersecções. Renato G. Rio de Janeiro. Grêmio Politécnico. Pelo Serviço de documentação. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. CAMPOS. São Paulo: Pini. 1975. DNER. Grêmio Politécnico.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. FERREIRA. São Paulo. . MICHELIN. 1988. UPAE. Multilibri. 1976. Paulo Roberto. PUBLICAÇÕES DNER. Raphael do Amaral. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Benjamin B. Manual de técnicas de pavimentação. Rhodia AS. 1979 FRAENKEL. Porto Alegre. Projeto de estradas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. 1980. Rio de Janeiro. Wlastermuller de. SENÇO. 1999. Cyro Nogueira. Fglobo. Porto legre. São Paulo.

ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Métodos analíticos .Generalidades sobre obras de terra 2.Seleção de materiais .Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos. Barragens de terra. EMPUXOS DE TERRA .Geossintéticos 4. BARRAGENS . Aterros rodoviários. Equilíbrio de maciços de terra.Tipos . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra.Métodos gráficos 6. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS .Teoria de Coulomb .Efeito da água 3.Muros de arrimo .Retaludamento .Teoria de Rankine .Obras de contenção . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7.Reconstrução de aterros . Elementos de projetos de obras de terra.Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo . ESTABILIDADE DE TALUDES .Considerações . Terraplanagem.Controle e comportamento das barragens . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra. INTRODUÇÃO .Filtros 5.

. NUNES. TSCHEBOTARIOFF. Rio de Janeiro: 1958. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. Gregory Porphyriewitch. 1962. Introdução à mecânica dos solos. 1983. Fundações. Paulo Teixeira da. Mecânica dos solos e suas aplicações. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. C. 1996. exercícios. Karl. 648 p. New York: John Wiley & Sons. materiais de construção. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. São Paulo: Grêmio Politécnico.Considerações gerais . Homero Pinto. 1991. 1978. TERRAPLENAGEM .Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Homero Pinto. São Paulo : McGraw-Hill. A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO.8. PINTO. TERZAGHI. DE S. 1967. 4 v. edição revisada e ampliada. São Paulo: Oficina de Textos. projeto. Karl. ed. 659 p. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. 1980. Ofic. TERZAGHI. Paulo Teixeira da. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. visitas técnicas e seminários. Soil mechanics in engineering practice. 2. 509p. 1978. 526p. Milton. Apresentação individual de trabalhos em seminários. CRUZ. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. Rio de Janeiro: LTC. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. São Paulo. Rio de Janeiro: 1961. Mecânica dos solos na prática da engenharia. J. São Paulo : McGraw-Hill. VARGAS. da Costa. 2000. Curso básico de mecânica de solos. CRUZ. 100 barragens brasileiras: casos históricos. de Textos. 2. Estabilidade de taludes.

São Paulo. Introdução á ciência econômica 2. Ação humana. um tratado de economia. Estrutura dos sistemas econômicos. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. Circulação. A. Crusius.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. como também os pressupostos teóricos. STONIER. 1970. Rio de Janeiro. São Paulo. C. objeto e divisão da economia. Aprender economia. Introdução à análise econômica. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. 1983. Dinamismo e inovação 6. Produção 3. Rio de Janeiro. Circulação 4. VON MISES. Discussão de temas atuais da economia. Introdução à economia. Agir. Brasiliense. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. 1985. Instituto Liberal. Paul. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. McGraw-Hill. . W e HAGUE. Necessidades e bem econômico central. Ludwing. 1990. Paul. D. Teoria econômica. WONNACOTT. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. Seminários sobre assuntos da área econômica. Zahar. Produção e produtividade. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

8º SEMESTRE .

Fator de valor atual.Fator de formação de capital.Pagamento simples .Composto . INTRODUÇÃO . Comparação entre alternativas de investimentos. ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Tabelas .Juro simples .Exercícios . Fórmulas de juros.Fator de acumulação de capital.Critérios de decisões .Exercícios 2.Fórmulas de Juros . série uniforme .Taxas múltiplas .Método do valor atual .Custo atual .Energia de deformação e potencial .Série em gradiente .Diagrama de fluxo de caixa .Problemas .Taxas mínimas de atratividade .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Comentários .Valor atual .Fator de acumulação de capital .Juros . Equivalência.Pagamento simples . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Problemas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Taxa de retorno . série uniforme .Fator de acumulação de capital . série uniforme .Equivalência .Alternativas com vidas diferentes . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Exercícios . Extensões.Equivalência .Engenharia econômica .

Nova York. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. AVALIAÇÃO: Provas. MACLINE. pequenos trabalhos. estudos de casos. Engenharia econômica. McGraw-Hill Book Co. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. . GERALDO et al. Engineering economy. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. RAYMOND. 1958 NASCIMENTO. Engenharia econômica. CLAUDE et al. McGraw-Hill.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. 1984. 1990. DIFEL. MEYER. 1985. 1982. FGV. Manual de administração da produção. Atlas. Administração da produção. São Paulo.

Propriedades geométricas de seções transversais 3. Ligações parafusadas 5. Rio de Janeiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. 5. Rio de Janeiro:LTC. W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. Ligações soldadas 6. Estruturas de madeira 9. Estruturas de aço 2. 295p. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. 335p. Peças tracionadas 4. Dimensionamento de vigas 8. 1994. 7. W. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. 2000. Estruturas de Madeira. PFEIL. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. • Avaliar soluções estruturais. Peças comprimidas 7.ed. Estruturas de aço: dimensionamento prático.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço.ed. LTC. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. . OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira.

209 p.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. Elementos para projetos em perfis leves de aço. A. 1998. São Paulo: Edgard Blücher. .

2 Dimensionamento de Escadas 2. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. Pilares. Flexão composta. Flexão Composta e Oblíqua 6.4 Reservatórios 3.1 Detalhamento .Projeto Piloto 7.1 Dimensionamento de lajes 1. Vigas Hiperstáticas.5 Vigas Paredes 4.2 Blocos de coroamento de estacas 3.1 Consolos 3. Projeto Piloto 7. Funcionamento . Muros de Arrimo. . dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais. Fundações em Concreto Armado 2. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Compressão.1 Fundações diretas 2.Concreto/aço 5. Reservatórios.3 Lajes Cogumelos 3. Lajes 1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado. torsões. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. Escalas. Tração. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Detalhamento. Estruturas Especiais 3. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento.2 Muros de Arrimo 3.

A.. 7. Curso prático de concreto armado. 6v. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Concreto Armado. Exame com questões teóricas e práticas.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. 1989. 1987. Construções de concreto.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. Barcelona : Gustavo Gili. A3 . PFEIL. 1986. 12. ed. M. 1982. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. J. Rio de Janeiro: Interciência. São Paulo: Nobel.Prova escrita intermediária. A2 . F. . ed. V. ed. Hormigón armado.AVALIAÇÃO: A1 . 5. DA ROCHA. São Paulo: LTC. Avaliação do semestre é a média aritmética.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

A Ciência hidrológica .Histórico . BACIA HIDROLÓGICA .Generalidades . CICLO HIDROLÓGICO .Fase terrestre e atmosférica .Introdução .Conceitos . PRECIPITAÇÃO . PLUVIOMETRIA . Precipitações.Características físicas da bacia .Análise dos dados de precipitação . Bacia hidrográfica.Análise de freqüência de séries mensais anuais .Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico.Descrição geral do ciclo hidrológico . Regularização de vazões.Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3. ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia.Precipitação média numa área . Águas subterrâneas.Medição da precipitação 5.Classificação dos cursos de água . Infiltração e evaporação.Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) . Escoamento superficial. Previsão e controle de cheias.Área de drenagem da bacia . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia.Hidrologia aplicada 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Precipitações máximas . • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas.Classificação das precipitações 4. INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA . como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Divisor de águas .

Separação do escoamento superficial .Sistema de drenagem da bacia .Umidade do solo: conceitos e métodos .Balanço hídrico .Equações empíricas .Métodos baseados na temperatura .Evaporimetros .Forma da bacia .Avaliação de enchentes .Medidas diretas .Introdução .Método combinado .Equacionamento geral da infiltração .Evapotranspiração . ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Avaliação das cheias 10..Introdução .Determinação da precipitação efetiva .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Declividade da bacia . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Equação para cálculo de infiltração pontual .Método de transferência de massas .Modelos de escoamento superficial .Infiltração .Modelo linear .Hidrograma unitário sintético 7.Hidrograma unitário .Problema simplificado de dimensionamento .Métodos baseados na radiação .Redistribuição interna .Hidrograma unitário instantâneo .Comportamento do hidrograma . INFILTRAÇÃO .Medidas para controle de inundação . PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Enchentes .Balanço de energia .Evaporação .Curva hipsométrica .Armazenamento de água no solo . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Balanço hídrico 9.Bacias representativas e experimental 6.

169 p. M. Apresentação individual dos trabalhos em seminários. Blucher.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . CHAVES. JOSEPH B. xv. Hidrometria aplicada. 2. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. LUCAS NOGUEIRA.Introdução . ed. 1975 245p. São Paulo: McGraw Hill. CARLOS E. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . FRANCIS. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). São Paulo: E. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. IRANI DOS. PINTO. 2000. HENRIQUE. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. NELSON L. 1998. 1978. . Hidrologia básica. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. 1980. F. São Paulo. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. CARLOS E. 1976. TUCCI. RODRIGUES. FERNANDO ANTONIO. VILLELA. 669 p. 798 p. FRANZINI. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. ARTUR Hidrologia Aplicada. 2001. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. rev. trabalhos de campo e seminários. 291 p. GUILLERMO ACOSTA.Caracterização do ambiente aquático .. SWAMI M. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill.Problema real de dimensionamento . Porto Alegre: UFRGS. 1987. São Paulo: Edgard Blücher. 625 p. e atual.Legislação de Recursos Hídricos .. DE SOUSA. Gerenciamento de recursos hídricos. Modelos hidrológicos.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. ALVAREZ. MATTOS. LUIZ AMERICO. Porto Alegre : UFRGS. M. Nobel. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH.Garantia de atendimento a demanda 11. TUCCI. 278 p. 2001. Engenharia de recursos hídricos.. 372 p. Hidrologia. 1998. PASTORINO. 208 p. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. PAIVA. SANTOS. 289 p. et al. Porto Alegre: ABRH. Rio de Janeiro : Interciência. 1999..

4 Processos de Construção de Revestimentos 1.5 Base de solo cimento.3. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos.4.1. • Execução das diversas camadas de um pavimento.5 Método da AASHTO 1. pavimentação Urbana.2.Base 1. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1. 1. solo .3.1 Sub-leito 1. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.3.1.3. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1. Execução de comandos de pavimentos.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.2 Método do CBR.Asfalto 1.3 Método DNER 1. • Tipos de pavimentos Urbanos.5 Base 1.2.2.3 Reforço 1.2.1 Classificação dos revestimentos .2 Sub . 1.3.1 Método do Índice de grupo.6 Revestimento 1.1.4 Base de brita graduada 1.1 Reforço do sub -leito 1. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.2 Regularização 1.4 Método da Prefeitura de São Paulo.1.4 Sub-Base 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.1. • Sinalização de pistas. 1. Pavimentação urbana.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos.2.1.

3 Ductilidade 2.São Paulo 2000. Wlastermuller de Estradas de rodagem. Utilização de meios de Multimídia. FERREIRA.7 Concreto betuminoso 1. Manuais técnicos de Betume. Rio de Janeiro. CAMPOS. AVALIAÇÃO: Realização de provas.2 Tratamento superficial simples 1.misturado a frio. Visitas a Obras. Pavimentação.3 Tratamento superficial duplo 1. Trabalhos de Pesquisa. Engenharia rodoviária.4. Multilibri. 8ª edição 1998. MICHELIN. Grêmio Politécnico.4.4 Tratamento superficial triplo 1. Ensaios em Laboratório.11 Calçamento de paralelepípedos 1.4 Ponto de fulgor 2. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. 1982. 1971. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. Porto Alegre. São Paulo. 1980.6 Capa selante betuminosa 1. Renato G.4. 1975.4.8 Pré-misturado à frio 1.1. Antonio Lúcio UPAE .10 Binder 1. DNER. Softwares.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. Grêmio Politécnico. Projeto de estradas.1 Ensaio de penetração 2. Pini . Ed.4. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. 1979.6 Ensaio de Marshall 3.5 Determinação do teor de betume 2.4. São Paulo. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Benjamin B. Pelo Serviço de Documentos.4.2 Ponto de amolecimento 2.4. PUBLICAÇÕES DNER. Globo. . SENÇO. Rio de Janeiro.4. 1976. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual de projetos e intersecções. FRAENKEL. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Raphael do Amaral. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO. 1993. Porto Alegre.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. apresentação de trabalhos e relatórios. 1976.4.4. 1985.9 Pré misturado à quente 1. Ipiranga SA. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. 1991. Cyro Nogueira.

6ª edição 1994. estudo Técnico. AGUIAR. Manual técnico de Pavimentação. 1988. Construção de pavimentos em concreto simples. Paulo Roberto. São Paulo 1998. São Paulo. Associação Brasileira de Cimento Portland. Rhodia SA. 1998.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. Sistemas drenantes. ABCP. Associação brasileira de Cimento Portland. ABCP. estudo técnico. Dimensionamento de pavimentos rígidos. .

INTRODUÇÃO .Recalques de fundações diretas .Dimensionamento geométrico das fundações diretas . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas. bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra. • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis.Ensaios de cone (CPT) .Sondagens a percussão (SPT) . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Ensaio Pressiométrico (PMT) .Ensaio de Palheta (Vane) .Recalques admissíveis .critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .História da Engenharia de Fundações 2. • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas. Projetos. profundas e capacidade de carga. Estáticas do estaqueamento.Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas .Generalidades sobre fundações .Métodos para a estimativa das tensões admissíveis .Tipos de fundações diretas . Normas.Ensaio Dilatométrico 4. Fundações: diretas. Recalques. muros de arrimo. ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional. Escolha do tipo de fundações.Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem. • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas. SONDAGENS GEOTÉCNICAS .Sondagens a trado e poços de observação . FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS . IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3.

M. Foundation Analysis and Design. MENZIES. vol. 785p VELLOSO. John Wiley & Sons.1.Y. 1a...Y. 1.E. TOMLINSON. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. R. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. São Paulo : Oficina de Textos. N. F. ALONSO.. PECK.K. Ed. Foundation Design and Construction. Van Nostrand Reinhold Company. 1948. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. H.Provas de carga em placa 6. visitas técnicas e seminários. exercícios. H. FANG.Tipos de fundações profundas . WALDEMAR . São Paulo Edgard Blücher. 1996. Pitman Publishing. URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas. SIMONS. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO.. FUNDAÇÕES PROFUNDAS . 169 p. Editora Interciência. 290p. New York.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais .. 20 189 p. 1996.Capacidade de carga de estacas isoladas . TERZAGHI. J. Foundation Engineering Handbook. McGraw Hill. LOPES. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações.F.Recalques de estacas isoladas . WINTERKORN. Edition. Fundações. HACHICH. edição. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES.R. São Paulo : Edgard Blücher. 751 p.J. São Paulo : Pini. 1998. COPPE-UFRJ. 201p. 1981.Atrito negativo em estacas 7. N. Apresentação individual de trabalhos em seminários. SCHNAID.Provas de carga em estacas .E. [et al] Fundações : teoria e prática.B. D. B. Introdução à Engenharia de Fundações.A. 1983. .... K.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações.

Lesões por acomodação. Vida útil das edificações 6. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . pilares e lajes de concreto armado. Defeitos de projeto e execução 5. Efeitos do fogo 10. redimensionamento da viga . sulfatos e carbonatação 9. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação.Chapa colada. fibra de carbono. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações. Causas prováveis de falhas 4. medidas preventivas e corretivas 12. Patologia dos materiais 7. • Propor formas de tratamento das patologias. Empolamento dos solos. determinando suas prováveis origens.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Lesão por rotação. em obras e em simulações realizadas em laboratório. Lesões por esmagamento e compressão. Corrosão por cloretos. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8.Origem dos problemas patológicos 3. Fissurações: Tipos. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. grout. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. Agressividade e corrosão das armaduras 11. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. Introdução 2.

New York. HELENE. SILVA. B. DAL MOLIN. FORTES. 1997. Vol I e II. São Paulo. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. 1988. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. R. Editora PINI. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. 1999. de campo e em laboratório. McGraw Hill. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. São Paulo. o primeiro seminário e o estudo de caso. Porto Alegre. São Paulo. Editora PINI. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. L. (Dissertação de Mestrado). Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. 1992. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. SOUZA. São Paulo. Tese (Livre Docência). 1995. utilizando retro projetor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. Editora PINI. Patologia da umidade 16. quadro. 1986. da Acidentes estruturais na construção civil. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. P. Patologia das pinturas e acabamento 17. Porto Alegre. HELENE. São Paulo. visitas técnicas. UFC. E. São Paulo. da alvenaria. data show ou canhão. Manual para reparo. P. P. USP. Patologia. 1993. . Editora PINI. reforço e proteção de estruturas de concreto. Prova de carga 19. V. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. CUNHA. Residential construction problem solver. UFRGS. 1998.13. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). recuperação e reforço de estruturas de concreto. J. 1995. F. revestimentos e impermeabilização 15. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Patologia das fundações. D. A . Editora PINI. 1998. UFRGS. A. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. P. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga.

Santa Maria. 1989. do N. Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. J. A.PINTO. UFRGS. 1996. . Patologias da impermeabilização. Multipress Editora. Porto Alegre.

9º SEMESTRE .

Conceitos básicos em Administração.2 Teoria Científica .5 Sistema Financeiro 3.1.3 Teoria Clássica .Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução. produção e engenharia de apoio. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.1 Sistema Industrial .1.Produção 3. sua evolução e aplicações.1. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.financeiro 4.1. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2. A Evolução da Administração como Ciência 2. TEORIA DE SISTEMAS 3. OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.RH 3.4 Teoria Humana .Fayol 2.1.1.1.Marketing 3. b) Estudar as funções e operações administrativas.PLP 3. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.1. projetos. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4.tempo 4.custo 4.Mayo 2.Projeto .3 Sistema Comercial .1 Pert . .1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3. marketing e vendas. Aulas Práticas e Visitas Técnicas.4 Sistema Recursos Humanos .Processo .2 Pert . Uso de Recursos Audiovisuais.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2.3 Cronograma Físico . financeira.1. Princípios e teorias administrativas.Venda .2 Sistema Planejamento e Controle .4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2. compras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Taylor 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. Joseph. 1983. 4ª ed. Atlas.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos.Administração da Produção. Ed. MC Grand Hill. Ed. São Paulo: Makron Books. 1999. . 1993. Apresentação em Aula. al. Introdução á Teoria geral da Administração. Teoria Geral da Administração. Idalberto. MONKS. Relatórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. Idalberto. 2vls. SLACK. Administração da Produção. Nigel et. 1993. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. São Paulo: Makron Books.

financeiro e físico-financeiro . planejamento de obras. orçamentos. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. utilizar um software sobre o assunto. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. cronogramas. Receber orientações sobre concorrência. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3.721/99. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico. utilizando métodos científicos de avaliação. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. editais e concorrências. gerenciamento e controle de perdas. financeiro e físico . planejamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Discutir tendências da construção civil. cartas convite e processos de julgamento. composição de materiais e custos. noções de perdas. Posteriormente. Avaliação imobiliária. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações.financeiro. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. Orçamento. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. Executar cronogramas físico.

quadro e data show. PINI. PINI.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). DIAS. 2000. 2001. 1999. Como gerenciar construções. PINI. R. São Paulo. Revistas e publicações técnicas. A. São Paulo. Ed. V. 2000. Artigos técnicos. V. apresentação individual do memorial descritivo. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. ABNT . FIKER. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. Construção civil e produtividade. São Paulo. P. J. A. Gerência de programas e projetos. Ed. . VIEIRA NETTO. Copiare. Curitiba. P. PINI. utilizando retro projetor. DIAS. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). A. São Paulo. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). 2002. Ed. PINI. DANTAS. Avaliação de imóveis urbanos. PINI. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). Ed. Anais de Seminários e congressos. Engenharia de Avaliações . de campo. Ed. . 2000. Ed. Ed. 2001. Curitiba. C. P. Copiare. . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Planejar para construir. 1999. TCPO .• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. R. ed. Ed. PINI. São Paulo. R. 1997. São Paulo. São Paulo. dissertações de mestrado e teses de doutorado.Tabelas de composição de preços para orçamentos. 1994.Introdução à metodologia científica. Rio de Janeiro. VIEIRA NETTO.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. R. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas.

TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . apresentação de vídeos. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas.Projetos: Arquitetônicos. Visitas a centros históricos. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. Tipologia de espaços arquitetônicos. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). projetos arquitetônicos. . O Urbanismo. NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos. projetos complementares. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4.Fluxograma de Circulações .Pré Dimensionamento .Habilitação 2.Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. Necessidades. O planejamento do espaço. sócio-econômico e cultural. programas.Organograma de Funções . A evolução urbana. Legislação prática: projetos arquitetônicos. complementares.Atividades Humanas .Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. A evolução social. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo.Teoria de Programa de Necessidade . construções e equipamentos. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. A cidade como complexo sóciotécnico.

Blucher. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. 1982. A. Arte de projetar com arquitetura. G. 1982. São Paulo. A perspectiva dos profissionais. Ventilação e cobertas. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. A. São Paulo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. Blucher. São Paulo. REVISTAS de Arquitetura. PLANO diretor de Santo Ângelo. G. São Paulo. Desenho arquitetônico. MONTENEGRO. G. Ernst. COSTA. NEUFERT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. Blucher. 1968. 1988. 1988. São Paulo. São Paulo. MONTENEGRO. Mestre Jov. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. 1990. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. MOLITERNO. 1979. Morris. 1965. Blucher. A. FERRAR. MONTENEGRO. Pioneira. Introdução ao projeto. PLANO diretor de Porto Alegre. Blucher. A. Blucher. São Paulo. Gustavo Gili. 1990. .

OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Solicitações sobre estruturas de pontes. Pontes em pré-moldados. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Escolha da Seção Transversal 9. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Normas Aplicáveis 4. Detalhes de Acabamento 10. Apoios. Seção transversal. Tipo de Fundações. Estruturas metálicas de pontes. Processos de Construção 8. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Tipos e métodos construtivos de pontes. Linhas de influência. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Infra-estruturas. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Carregamento em Pontes 5. Conceitos Notações 3. Apoio de Pontes 11. Tipos Estruturais 7. Considerações de carga móvel. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. História das Pontes 2.

Teórico e práticas. F. NORMAS ABNT . 1977. G. S. Vl 6 Interciência. S.Ed. K & CHANDRASE KLAR. GIOSH. P. P. ACI Publicacion.LEONHARDT. Interciência. Hormigon Armado. McGrawhill do Brasil. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado. M. 1987. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. 1976.Aplicáveis ao concreto armado. GIOSH. C. São Paulo: LMS. Interciência. 12. São Paulo: Hemus. PROMON. F. A. J. . S. CABRE.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . MONNIG. 1977. 1977 GIOSH. MONTOYA. S. 1977. Barcelona : Gustavo Gili. K & CHANDRASE KLAR. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. Construção de Concreto Armado. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. K & CHANDRASE KLAR. SANTOS. S. Analysis of determination structural concrete flexural members. Estruturas de Concreto .. K & CHANDRASE KLAR. S. ed. 1977. Interciência. E. Tratado de concreto armado. MESEGNES. C. Construções de Concreto. S. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. 2002. S. Barcelona. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. 1981. A.Solicitações normais . F. B. LEONHARDT. Guanabara Dois GIOSH. Interciência. C.

. fundações.Elaboração de pré-dimensionamento. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . .Elaboração de programa de necessidade. Reservatórios. realizando pesquisa de dados. pilares. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. elétrico e arquitetônico.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. Hidros-sanitário.Organograma das funções. vigas. . . bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Fluxograma das circulações. .Lay-out interno. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. Modelos estruturais.Execução e desenvolvimento de ante-projeto. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. Muros de arrimo. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. escadas. . Lajes. .

OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Coagulação e floculação .Mistura e decantação . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA .Quantidade de esgoto sanitário .Alcalinidade. condições de potabilidade. Sistema urbano de abastecimento de água.Produtos químicos. ESGOTOS . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto.Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água . controle de efluentes. sistema de esgotos sanitários.Condutos 4. dureza e corrosão .Conceito básico . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Caracterização da água de abastecimento . Estruturas de drenagem.Reservatórios .Poluição e autodepuração da água .Sistemas de esgotos . higiene e conforto dos ambientes.Filtros e desinfeção . ÁGUA . tratamento e condução de águas. processos de tratamento. Sistema de abastecimento e tratamento de água.Flouretação 3. Esgoto: Características. ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental.Aeração e arejamento .Características do esgoto .Rios .Quantidade de água necessária 2.Quantidade de esgoto pluvial .Projetos de redes de água .Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico. dosagem e aplicação . Drenagem superficial urbana.Recurso natural . construção e operação de tanques sépticos. Captação de água e adução. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO .Sistemas de bombeamento . Reservatório e redes de distribuição.

Belo Horizonte : UFMG. TANQUES SÉPTICOS . 2001.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.Elevatórios de esgotos . BOTELHO. 1980.H. 483 p. Ed. P.V. C. 131 p. Belo Horizonte: UFMG. Reatores anaeróbios. Tratamento primário de esgoto. UFMG.V. 1996. 211 p. Elevatórias nos sistemas de esgotos. Saneamento Básico.Inspeção 6. et all. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. SPERLING. Belo Horizonte : UFMG. DACACH.Métodos . AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. IMHOFf .C. N. Lodos ativados.G. SPERLING. São Paulo : Edgard Blücher.V. H. SPERLING.NBR 7229. Ed. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais. C. BALBLITT. Belo Horizonte : UFMG. DACACH.Projetos de redes de esgotos sanitários . São Paulo : Edgard Blücher.G.Condições gerais .. 237 p CHERNICHARO.Definição .Instalação da tubulação nas valas 5. DRENAGEM URBANA . Edgar Blucher. K. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. SPERLING. Lagoas de estabilização. 134 p. 415 p. . M. 1997. Belo Horizonte: DESA. São Paulo. Belo Horizonte. (Manual de projeto). Sistemas urbanos de água. Rio de Janeiro. 1993. CRESPO. 2001. Sistema de esgotos. N. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. Manual de tratamento de águas residuárias. Belo Horizonte : UFMG.Projetos de esgoto pluvial .Pluvial . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. M. 290p. DACACH.A.G. N.Drenagem urbana.Projeto de sistema de distribuição de água. Guanabara Dois. 245 p CRESPO.Valas para coletores de esgoto .G. exercícios.V. (1975).V. 2001. CETESB. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. CETESB. Rio de Janeiro. 1986. 1996. M. 1984. 1997. de L. Abastecimento de água. 240p. P. 1984. 1973.Dimensionamento dos condutos . Princípios básicos do tratamento de esgotos. M.G. 301p. visitas técnicas e seminários. M.

Engenharia do Saneamento Ambiental.C. M. 1979.JORDÃO..P. Manual de saneamento de cidades e edificações. LTC. 229 p. Rio de Janeiro.M. . P. 1991. A. NETTO. BOTELHO. J. Tratamento de esgoto doméstico. LEME.H. São Paulo : Pini. F.

Sistemas de transportes.1 Planejamento de transportes.1 O Cenário do Sistema 3.5 O problema macro-logístico 2.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes. Transportes públicos.8 Modelos de alocação de viagens 1. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes. Política de transporte. PLANEJAMENTO 1. . SISTEMA VIÁRIO.2 Métricas espaciais 2. • Políticas de transportes. • Planejar o transporte de carga. LOGÍSTICA 2.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2.4 Modelos de transporte 1. Estudos de operações em transportes. Análise técnica-econômica de projetos de transportes.7 Modelos de escolha modal 1. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.9 Cálculo semafórico 2. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes. Visão Geral 1. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT).5 Modelos de geração de viagens por regressão 1.6 Roteirização de veículos 3. • Planejar o transporte urbano. Estudos de demanda de transporte. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos.1 Introdução a logística 2.2 As Componentes do Sistema 3.3 Sistemas de distribuição física 2.6 Modelos de distribuição de viagens 1.3 Dimensionamento de Vias. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.3 Aspectos de estrutura urbana 1. • Executar um Plano Municipal Viário.2 Transporte e atividades urbanas 1. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes.

OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. DE NEUFVILLE. Louis F. 1997.SP. .3. Nilder e KAWAMOTO.4 Saturação das Vias. Leon H. STAMMER Jr. NCHRPR. 16. 1989. visitas a parques de estacionamento. EESCUSP. e KAWAMOTO. 1982. DICKEY. FURTADO. BAUMOL. R.1Modal Rodoviário 4. trabalhos de pesquisa. WAYSON. Eiji. and Vinod. BOWLBY.3 Modal Aquaviário 4. 4. New York. W.2 Modal Ferroviário 4. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes. New York. 413-21. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. Avaliação de Projetos de Transporte. Applied System Analysis. John Wiley and Sons.L. and MILLER.5 Modal Dutos 5. Environmental analysis of transportation systems. E. Livros Técnicos e Científicos. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. obras. Pp. BARRA. Gary R. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. Management Science. praças de pedágios. 311 trb. New York.Z. J.225-230. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. A. John Wiley and Sons. R. 1990. 1978. 1984. Mc Graw-Hill. John W. 1970. pp. Rio de Janeiro. W.4 Modal Marítimo 4. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. Richard. H. and MCVOY. Road project appraisal for developing countries. 4. Modelling and Management in Transportation. São Carlos . apresentação de trabalhos e relatórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER.. Volume 2. An inventory theoretical model of freight Transportation.

OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2.2 Ventiladores .1. Conforto Térmico 10. Carta Psicrométrica 8. Isolamento térmico.2 Temperatura 6.1 Sistemas de distribuição de ar 11. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11. Carga Térmica 10. Elaboração de Projetos. Princípio de Funcionamento 3.2 Tabelas 6. Psicrometria 8. Dimensionamento e Aplicações 5.3 Umidade 7. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas. Cálculo de carga térmica. Elementos de Controle 6.1 Aplicações 9. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes.1 Dados para elaboração de projetos 11. Dimencionamento de ar.1 pressão 6. Ciclo Termodinâmico 4. Fluídos Frigoríficos 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Condicionamento de ar.Diagramas 5.

Koogan. Rio de Janeiro. Transferência de Calor. FOX.V. Rio de Janeiro.12.. Blucher. Florianópolis : UFSC. Fenômenos de transporte. McGraw-Hill. São Paulo. Rio de Janeiro. 1976.Guanabara Dois. W. Guanabara. NOGUEIRA. Mecânica dos fluidos. 1975. Richard F. Espanha. Calefação 12. Ventilação Industrial. 1990. São Paulo. Engenharia do ar condicionado. 1993. e PITTS. Fundamentos de ventilação industrial. MACINTYRE . R. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. STREETER.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. & SONNTAG. Blucher. S P. Guanabara. Gardon J. São Paulo. Victor L.V. 1999.Física Industrial de refrigeração. Necoti. A. LTC. A. M. CREDER. Campus. Barcelona. WYLEN. OZISIK. Toleres gráficos ibero-americanos. SISSOM. Robert.E. MACCARTNEY. 1988. 1985. CLEZAR. McGraw-Hill do Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA.P. C. R J. Blücher. Madrid. L.R. 1972. 198l. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. A. 1981. W. Água caliente solar. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. Hélio. Indrodução do ar condicionado. Rio de Janeiro. Fund. Termodinâmica clássica. . C. . 1973. Ventilação industrial e controle de poluição. Introdução à mecânica dos fluidos. 1990.K. D. Blycher. Enio C. Espanha. V. JONES.

. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Noções de confiabilidade. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. Normas básicas. Gerenciamento. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. Implantação. Movimentos motivacionais. Conceitos da qualidade. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Ferramentas da Qualidade 7. Normalização. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. PBQP-H ANEXO III/IV 6. Qualidade em projetos: suprimentos. Fabricação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. equipamentos. Documento do SGQ 5. Organização nacional e estrangeira.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Mapeamento de Processo 3. Conceitos de QUALIDADE 2. Metodologia de elaboração de normas. Montagem e condicionamento. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. Sistemas da qualidade. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. Normas ISO 9000 4. • Elaborar Plano da Qualidade da obra.

1996.. JURAN. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. Mc Graw-Hill Ltda. A. São Paulo: Atlas. NBR ISO 9001. Gestão da qualidade: teoria e casos. PINI. Ed. SP. E.L. Dissertação.M. P. H. 2003. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. NBR ISO 19011. 2006. P. THOMAZ. E.Requisitos para o SGQ. M. PALADINI. . M. UFSC. São Paulo. J. Rio de Janeiro: Elsevier. 2001.Diretrizes para auditoria da qualidade. gerenciamento e qualidade na construção. 1991. Tecnologia. 135 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. Controle da Qualidade.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO.

Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador. Ou propõe um tema e escolhe um orientador. Escolha do tema. .Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. .O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. domínio do conhecimento).Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. METODOLOGIA . ESPECÍFICOS: . feita pelo orientador. foco e conteúdo científico). Fundamentação teórica. O orientador avalia a pertinência do assunto. Definição do orientador com afinidade ao tema. Elaboração da metodologia de trabalho.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. 2. . OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. .Apresentação oral (postura. 3.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. se houver.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. gestão do tempo e recursos.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. . Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.Revisão anual emitido pelo responsável do curso.

10º SEMESTRE .

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Planejamento das atividades. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. . Elaboração da proposta. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. Elaboração de Relatório. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. bem como. Atividade de estágio. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis.

ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. Rio de Janeiro.Imediata e deferisas Flexão . • Calcular seção dos cabos. Esforços devida a protensão. 6. NBR 6118-2003 . PFEIL. cumprimento de trabalhos e freqüência. As 3 avaliações formam a média do semestre. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. • Associar a teoria à prática. Conceitos.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Interciência Vl 06. • Dimensionar seções transversais. 2. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. 4. 3. consistindo de participação em sala de aula. Avaliação do desempenho. EDC. 5. Construções de Concreto. 1977. Determinação da protensão.Tesões Normais . Estudo dos materiais. 8. F. Perdas de protensão. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão .Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. 1991. Dimensionamento. Execução de protensão. 7. Walter Concreto Protendido._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.

1980. de. NORMAS CEB/FIB . Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. A. Arte & Industria. SILVA. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. LTC. da Prática de Concreto protendido. Augusto C.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. VASCONCELOS. Gildásio R. 1975. Lê projet de bétom precomtraint. Eurolles.

Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. foco e conteúdo científico). . gestão do tempo e recursos. ESPECÍFICOS: . 3. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. 2. METODOLOGIA .As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . feita pelo orientador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. . Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I.Apresentação oral (postura. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. domínio do conhecimento). Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. .Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. Revisão anual emitido pelo responsável do curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I.

AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. 1991.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. W. Rio de Janeiro. USP. . volume de tráfego. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. Apply on design of urban highways and arterial streets. Americam Association of state highway officials. W. de Planejamento. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. Introdução ao fluxo em redes. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. desenho de vias. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. General. CONTROLE DE ACESSOS 7. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. função e características do motorista e do pedestre. para a programação de semáforos. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. THOMAS & ARIES. Sinalização horizontal e vertical. Capacidade e nível de serviço. Escola politécncia. para o dimensionamento das vias. planejamento. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. SENÇO. Representação dos fluxos de tráfego. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. 1973. Projeto de sinalização semafórica. PUC. Notas de aula. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. 1972.

A. 1975. Economia dos Transportes. departamento de Vias de Transporte e Topografia. Berkeley.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. USP. WIDNER. 1991. University of California. M. J. . J. The full costs of urban transport. P.

Integração social e integração de surdos. Porto Alegre: Mediação. Tanya A. Passo Fundo: UPF. FERNANDES. Babel. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. 2004. Lucinda (Org. ARANTES. THOMA. Brasília: SEESP.Disciplina: LIBRAS . QUADROS. Madalena.. SOUZA. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. noções sobre a estrutura da língua. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. 1999. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS.). Vol. Educação de surdos: aquisição da linguagem. SILVESTRE. Lucinda (Org. Porto Alegre: Mediação. I. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. Porto Alegre: Artes Médicas. 1998. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. Língua. FELIPE. A invenção da surdez: cultura. 2005. Adriana da Silva e LOPES. identidade e diferença no campo da educação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. Ronice Muller de. 1. culturas comunidades e identidades surdas. Regina Maria de. Elalia. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. Valéria Amorim (orgs. os elementos que constituem os sinais. Brasília.). Porto Alegre: Organizadora Mediação. Lodernir Becker e KLEIN. MONTEIRO. MEC: SEESP. 1997. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. 2001. Surdez e Bilingüismo. alteridade. 2005. Andaraí/RJ: Ed. 1997. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos.). curso básico.). ________. Carlos. Roseléia. KARNOPP. Maura Corcini (org. 2006.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. Núria. Um olhar sobre as diferenças. Língua brasileira de sinais: educação especial. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. SCHINEIDER. Myrna S. 2007. SCKLIAR. 2003. A língua na educação do surdo. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Vol. 1993. São Paulo: Summus. Carlos. . SCKLIAR.

determina que seja inserido.788.788/2008”. resolve: Art.788. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia . de 25 de setembro de 2008. de 25 de setembro de 2008. de 25 de setembro de 2008.788. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio.URI. abaixo discriminados. 1º Para atender ao disposto na Lei 11.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. a partir de 1º de novembro de 2008. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. que dispõe sobre o estágio de estudantes. acrescida à carga horária regular e obrigatória.

a contar da presente data. deverão ser definidas. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. 31 de outubro de 2008. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório. as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. bem como.No prazo de 90 (noventa) dias. REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim.Português.Esta Portaria entra em vigor na presente data. 2º . Art. 3º . pelos Departamentos da URI. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . Bruno Ademar Mentges Reitor da URI .

Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. certidão e relatório técnicos. Auxiliar na elaboração de laudo.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. 1308/CUN/2009. planejamento. parecer. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. . PARECER Nº 2824. organizar. perícia.03/CUN/09.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. Elaborar orçamentos. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. vistoria. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. 1. Exercitar a capacidade de observar. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. Elaborar desenhos técnicos.

Hidráulica. Projetos de Construção de Estradas I e II.• Auxiliar na coleta de dados. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Saneamento Básico. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. e também. Estrutura de Concreto Armado I e II. Topografia I e II. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. Superestrutura de Estradas. Instalação I e II. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. Quantitativos e Custos. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. topografia e geoprocessamento. Desenho Técnico I e II. Fundações. Computação II-B. ensaio e experimentação técnica. Construção Civil I e II. transportes. estradas. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Fotointerpretação. Hidrologia. Mecânica dos Solos I e II. saneamento ambiental e estruturas. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . instalações elétricas e hidráulicas. barragens. Obras de Terra. Estrutura de Aço e Madeira. estudo.

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