URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

.Estágio: 240h Total: 4.395h 1.11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.

. Com tudo isso. o tecnológico. dominam os principais setores de ponta. bem como a contínua atualização desse pessoal. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul. o do sistema ocupacional. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. educaçãodesenvolvimento. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. eletrônica e robótica. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. dos países do primeiro mundo como a de computadores. para não perderem a hegemonia. Neste contexto.. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. o do sistema educacional. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social.. comandadas por computador. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. o comércio internacional está se intensificando.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. As indústrias de alta tecnologia. etc. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. absorção de pessoal qualificado. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. escola-sociedade. devem investir. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. Para isso. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. em maior escala. automóveis.

Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. é preciso que se busque a autonomia na projeção . e até de ponta. acabem se integrando ao mercado. consequentemente. hoje se vislumbra não ser definitivo. Assim. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. também. em aplicações práticas. é possível. que novos consumidores. o projeto. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter.produção . registro e análise de dados. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. Para este. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. 2. Para isto. via pesquisa básica. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas. Com um pretendido aumento da renda. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade.materialização do conhecimento científicotecnológico. gerando novas demandas. pelas pesquisas aplicadas. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados. especificando.divulgação .2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes.

na atualidade. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. processos e sistemas. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. para programar o uso desses novos equipamentos. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. no futuro. Evidentemente. Deve somar. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. devendo haver. que atua na interface entre a concepção e a execução. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. Considera-se como requisito importante o . com ênfase na atividade produtiva. As especializações. Isso leva. sociais e ambientais. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. por exemplo. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. Com o aumento da automação nas fábricas. como nos serviços. Consequentemente. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. a isso. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. O terceiro é o de LIGAÇÃO. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. e está envolvido na criação de novos produtos. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. Em síntese. também. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. abrangendo aspectos técnicos. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. econômicos.setores de ponta. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. também. como. Além disso. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. a compreensão dos problemas administrativos. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. A expansão do mercado de trabalho.

implantar e controlar processos produtivos. para o efeito da carreira docente. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. planejar. A produção de materiais didáticos. simulações em laboratório. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. os recursos computacionais. do ensino e da extensão. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. principalmente. redimensionar a formação do engenheiro. econômicos. Além disso. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. constatar-se que.conhecimento de aspectos legais e normativos. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. pois. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. Os egressos possuem poucas habilidades práticas.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. filmes em vídeo. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. . ambientais e políticos. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. Com relação aos docentes. a pesquisa e a extensão. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. Por outro lado. 2. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. nos aspectos técnicos. em alguns casos. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. Em certas áreas. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas.

pontes.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. à uma visão analítica. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. gerando hipóteses para transformação da realidade. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. poderá atuar no serviço público. túneis e vias férreas. ainda. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. Poderá atuar. companhias de seguros e no exercício do magistério. consultorias.5 O MERCADO DE TRABALHO . em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. além de Centros de Processamento de Dados. firmas especializadas em montagem de equipamentos. A Universidade busca.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. 2. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória. em indústrias. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. canais e aeroportos.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. também. em termos de ensino e pesquisa. estradas. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. portos. empresas de planejamento e projetos. recebem pesquisadores russos. bancos. quando tiver formação pedagógica complementar. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . O profissional formado por este curso. 2. conjuntos habitacionais. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino.

as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. Em especial. • As oscilações econômicas por que passa o país. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. à provocação do pensamento vanguardista. qualquer resquício de estagnação. assim. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. recebendo estudantes de. respondendo. aproximadamente. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. E por não ser algo estável. No atual contexto. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. a área de habitação popular. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. Neste sentido. 2. que reverte a curto prazo. . enquanto lugar de ensino e pesquisa. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. é importante fazer uma profunda análise deste fato. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. 80 municípios da região. ligado por vias asfálticas em todas as direções.

2. atualmente. facilitando. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. aliada a conhecimentos específicos para idealizar.• Santo Ângelo. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . 2.7 OBJETIVOS 2. assim.80 Km e nessa área.2 Específicos Para que o Curso atenda.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. realmente. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia.7. como sede de um Campus de Universidade. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível.099. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. planejar. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino.7. aproximadamente 575 profissionais da construção civil. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. a mão-de-obra de.

. através da extensão. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. Incentivar a integração regional. legislação. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. assim.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. administração. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. • • • • • • Reforçar as aulas práticas. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. capacitando. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. e não apenas verbalizando. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. entre outros. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. Vincular o curso ao progresso tecnológico. normalização e controle do meio ambiente. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais.

TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR .18 1. VAGAS INSC. URI 3093 3314 3661 3865 INSC. CANCEL. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . VEST. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC.0 1. TRANC.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER.58 1. MATR.46 40 28 32 35 MATR. REMAT. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 .

A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215. P.5 anos / Máximo . 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 . 15-104 38-106. 15-115.4 anos / Médio .H CRÉD.9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C.Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo .3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL . T. 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ. 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .

38-251 38-206 38-253 15-161. 38-201 15-121. 38-253 . 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-301 38-253. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 38-302 38-353. 38-132 38-203. 38-201 15-114. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131.

30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS .800h 38-205.LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2. 38-207 30-027 38-504 .

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista. Constitui-se de conteúdos científicos. 4. as quais.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes.4. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia. 4. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade. .1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

Avaliações do MEC. O ensino. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. Coordenação. . • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. integrando-o no sistema universitário. Processos de aprendizagem.Controle e fiscalização profissional. O profissional de engenharia e suas atribuições. Engenharia no contexto do Campus.Estrutura Organizacional 3. CREA-CONFEA. Análise da grade curricular. 4. Estaduais e Entidades de Classe. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. A Engenharia no contexto da sociedade. O profissionalizante.Sistema CONFEA/CREA. O básico. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Resolução 218. Legislação . Áreas de atuação. . 6. Direção. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro. Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes.Formação e atualização do engenheiro.FURI/URI . . A Engenharia no contexto do curso. Responsabilidades do Engenheiro. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. A engenharia no contexto da universidade . A engenharia do século XXI . 2. . .Laboratórios. Chefias de Departamento.O cenário do desenvolvimento . ABENGE. Planejamento estratégico aplicado ao estudo.Cenário de atuação profissional. 5. O curso de engenharia.Lei 5194 . Sindicatos.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade.

M. Santo Ângelo. PEREIRA. Florianópolis. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. seminários. 1970. quadro e projetor multimídia.Anais dos Congr. UFSC. . & Outros. Pesquisas na Internet. COBENGE . Seminários sobre artigos referentes à disciplina. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Visitas técnicas. exercícios. Introdução à Engenharia. UFSC. A. Almir E. W. 1996. A.. Instituto de Pesquisa Rodoviária. L. Revistas. Bras. estudos em laboratório e trabalhos. 8. Aulas e tarefas no laboratório. do Ensino da Engenharia. utilizando retro projetor. 2007. Rio de Janeiro. URI. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. Datas de realização: diversas. W. Manual Acadêmico. BAZZO.1997. 9. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. Florianópolis. T. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes.7.

Algoritmos da divisão .Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas.Aplicações . NÚMEROS COMPLEXOS . RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5. Potências de base para funções.Cubos da soma e da diferença 2.Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3. POTÊNCIAS DE BASE 10 .Operações .Fator comum. POLINÔMIOS .Introdução .Teorema do resto .Notação científica 6. Agrupamento .Quadrados da soma e diferença . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Definição .Trinômios quadrados perfeitos . FATORAÇÃO . OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações. PRODUTOS NOTÁVEIS . Logarítmos.Trinômios de 2º grau .Definição .Produto da soma pela diferença .Potências de base "i" . Radicais. Trigonometria. POTENCIAÇÃO 4.Conceituação . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos.Operações com números complexos 7.

Adição e subtração de arcos. Função logarítmica . coseno.Gráficos .Equações logarítmicas . tangente..Razões trigonométricas num triângulo retângulo .Gráficos 10.Logaritmos decimais e naturais .Resolução .Definição e gráficos 12.Definições.Aplicações 13.Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . secante e cossecante . Arco duplo .Propriedades dos logaritmos .Função inversa . FUNÇÕES .Domínio e imagem .Função composta . EQUAÇÕES POLINOMIAIS .Arcos e ângulos .Relações trigonométricas num triângulo qualquer . FUNÇÕES DE 1º GRAU .Relações de Girard 9.Definição. cotangente.Aplicações.Redução ao primeiro quadrante . variações.Funções trigonométricas: seno.Tipos de funções . TRIGONOMETRIA .Definição .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco .Mudança de base .Sistemas de logaritmos . .Definição e gráficos 11. LOGARITMOS .Propriedades das raízes .Círculo trigonométrico . FUNÇÕES EXPONENCIAIS . sinais e gráficos .Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. V. São Paulo. Matemática.7. Atual.4. . DOMENICO. SOLOMON.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Scipione. V. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. 1970.9 SCIPIONE e outros. curso completo. 1994. volume único. Matemática. IEZZI.6. Ática. José Rui. Gelson. 1 a 10. Cours de mathematiques supérieures. V. São Paulo. 2000. Luiz Carlos de. Curso Fundamental. Fundamentos de matemática elementar. IBEP. 3. São Paulo. São Paulo. Charles. Moscou Mir. Matemática. 1975. Melhoramentos. Matemática. 2001.

Posição e deslocamento. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. UNIDADE 5 . 2.1 .4 . 2.Movimento.Sistema Internacional de Unidades (SI). aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.5 . 2.Posição e deslocamento.3 . 3.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4.3 . 4.Velocidade e aceleração. 4.Movimento em duas e três dimensões.Mudança de unidades. Princípios da dinâmica.5 . aplicar. 4.2 .1 .Vetores e escalares.Movimento circular uniforme. UNIDADE 2 .Vetores unitários.Força. UNIDADE 4 .Leis de Newton 5.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 . . 5. Escalas vetoriais. Cinemática.2 . 3. Teoria cinética dos gases.Componentes de vetores. 5.MOVIMENTO RETILINEO 3. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas.Massa.5 .VETORES 2.Velocidade e aceleração. 1. 4.5 .2 . Trabalho e energia. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.Queda livre.1 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.3 .2 . 5.Atrito.Aplicações das leis de Newton.4 . atrito.1 .FORÇA E MOVIMENTO 5.3 . 3.2 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .Movimento de projeteis.6 . 2.1 .MEDIÇÃO 1.Soma de vetores.

8.Colisões elásticas e inelásticas. 10.Trabalho e energia potencial.6 .Potência.4 .3 . 6. 6.ROTAÇÃO II 11. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6.2 .Trabalho de uma força variável. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.3 .2 .1 . UNIDADE 10 . 9. atividades de laboratório e relatórios.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.Variáveis lineares e angulares.5 .Colisões em duas dimensões.Energia cinética.Momento linear.Torque.UNIDADE 6 .Impulso e momento linear. 10. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório. 10.Cálculo do momento de inércia.3 .4 .Energia mecânica 7.5 . 7.Trabalho de uma força constante 6. 6.O que é colisão.ROTAÇÃO I 10.1 .Teorema trabalho-energia cinética. 6.Momento angular de um corpo rígido.Momento Angular. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.COLISÕES 9.Energia cinética de rotação. sendo no mínimo duas notas e no máximo três.Conservação do momento angular.Lei de Hook. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. 9. 11.3 .CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7.5 .2 .2 .1 .Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .1 . .1 .3 .1 .4 . 7. 9.Centro de massa. 7.Conservação de energia.4 . 11.2 .Conservação do momento linear UNIDADE 9 .Forças conservativas e não-conservativas. 8.3 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas). 10. UNIDADE 7 . UNIDADE 11 . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.2 .As variáveis da rotação. canhão.

R. 1995. São Paulo: Makron Books. Rio de Janeiro. YOUNG. SKOVE. WALKER. Física . KELLER. 2. Física. Física. ZEMANSKY. R. K.ed.Mecânica. MALCOLM J.. Fundamentos de Física . D. 3. 1990. MARK W...BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. RESNICH..Mecânica. EDWARD GETTYS. LTC. 1996. FRANCIS SEARS. Física 1. FREDERICK J. KRANE. D.. Um curso Universitário. 4 Ed. 3 Ed. W. 1999. 4 Ed. Edgard Blucher Ltda. 1996. LTC. Ed..1996.. . São Paulo : Edgard Blücher. 1981. TIPLER. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica. HUGH D. V. Rio de Janeiro. ed. P. Física. S. SP. V. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. Rio de Janeiro. HALLIDAY. LTC.1.J. H. RESNICH.

teoria da comunicação. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. Lógica de programação.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. Algorítmo. Linguagem básica específica da área. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. hardware. manipulação de arquivos. funcionamento. Noções sobre sistemas operacionais. . software e principais utilitários. planilha eletrônica e apresentação. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. memória. 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. Manipulação de conjuntos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. 2ª. funcionamento e variações). gerações. Noções de editoração. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. variações.

SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. 4ª ed. Ângela J. Conceitos de Linguagens de Programação. ponto de acesso à Internet. São Paulo: Saraiva. 2000. 3ª ed. SÉRATES. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. João Nunes de. Fernando de Souza. Robert W. Jonofon. VELLOSO. 2ª ed. 1999. Glenn. J. conceitos básicos e utilização de navegador). MEIRELLES. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". transcritos no Manual Acadêmico. Raciocínio Lógico. Informática: novas aplicações com microcomputadores. NETO.Brasília: Editora Jonofon LTDA. METODOLOGIA: Quadro. GERSTING. Porto Alegre: Bookman. Rio de Janeiro: 2ª ed. Campus. 5ª ed. São Paulo: Makron Books. conforme especificado no Regimento Geral da URI. MEYER. São Paulo: Ed. McGraw-Hill. 2001. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. Rio de Janeiro: LTC. 2000. SOUZA. Fernando de Castro. São Paulo: Harper & Row do Brasil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. 1984. Nosso Futuro e o Computador. Para fins de avaliação do desempenho. Informática: Conceitos Básicos. 1994.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. Lógica para Ciência da Computação. NASCIMENTO. Larry. 2000. regulado nos artigos 55 a 59. M. vídeo. Introdução à Informática. fica instituída a atribuição de notas. 1a ed. Porto Alegre: Bookman. GONICK. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. 1990. 4. Rio de Janeiro: Editora Campus. João Augusto Mattar. 2002. ed. . laboratório de informática (Prédio 8). Metodologia Científica na Era da Informática. 8 ed . 1998. Porto Alegre: Bookman. 2002. retroprojetor. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). Introdução Ilustrada à Computação. Judith L. 1ª ed.

VETORES .Intersecção de duas retas .Estudo da circunferência: equação. espaços vetoriais.Coordenadas do barricentro de um triângulo . . Operações e propriedades.Representação cartesiana de um vetor. . Estudo da reta. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Operação com vetores . Vetores linearmente dependentes e independentes . Coordenadas polares.Áreas de um triângulo .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia. .Equipolência e suas propriedades .Coordenadas polares 2.Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas. retas.Conceitos fundamentais . Sistema de coordenadas cartesianas . Problemas .Ponto que divide o segmento numa razão dada . posições de ponto e reta em relação à circunferência.Distância entre dois pontos no plano .Versor de um vetor .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. ESPECÍFICOS: . características e tipos de vetores .Módulos de um vetor . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico.Classificação. Produto interno vetorial e misto.Condições de paraleloimo e perpendiculares . planos e circunferências.Distância de um ponto e uma reta . A área de um triângulo.Combinação linear.Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores. Estudo da circunferência. visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. Vetores e operações. GEOMETRIA ANALÍTICA .Conceitos fundamentais .Ângulo entre duas retas .Expressão analítica e coordenadas de um vetor .Lugar geométrico .Estudo da reta: diversas formas de equação . Distância entre dois pontos planos.Resolver sistemas de equações.

São Paulo:MAKRON Books. Matemática. exercícios e problemas variados. STEINBRUCH. Utilização de apostila com resumo da teoria. A. Vetores e geometria analítica. OLIVA.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade .. Univ. 1988. Instituto Brasileiro de Edições Científicas. Vetores e geometria analítica. Geometria analítica. São Paulo.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . 1988. Atual. de São Paulo. Fundamentos de matemática elementar. José Reni e outros.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Rio de Janeiro. Elementos de geometria analítica. Cálculo e geometria analítica. 1993. São Paulo. 1983. Campus. Gelson. Imprensa Universitária UFSM. LTC. São Paulo. 1986. Rio de janeiro. Rio de Janeiro. WINTERLE. Vicente Paz e outros. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . GIOVANI. SHENK AL. 2. P. São Paulo: MAKRON Books. 1982. Ed. Vetores e geometria. P. São Paulo. São Paulo. REIS e SILVA. 1971. 1984. Campus AS. RIGUETO. 1987.Decomposição de um vetor . Edson Durão. Miguel O . Armando. e WINTERLE. Geometria analítica. 1988. JUDICE. Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. Cálculo vetorial e geometria analítica.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. FTD. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. 2000.Produto misto e suas propriedades . Belo Horizonte. IEZZI. Waldir Muniz. Scipione. Matemática para o colégio. .

M.Normas de desenho técnico. FRENCH. Coletânea de normas de desenho Técnico. Desenhista projetista. Desenho Técnico. H. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. Normas para o desenho técnico. 2 Ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. BACHMANN. PROTEC. Fundamentos de Desenho Técnico. CUNHA. 1981.. Richard. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. Desenho Técnico. 207p.Projeção ortogonal 7. Introdução ao Desenho Técnico. Vistas omitidas. Fundamental de traçado à mão-livre. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. Porto Alegre. STAMATO.Exercícios 9. 1986. 13 Ed. Albert & FORBERG.Divisão de uma reta em partes iguais 4. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. Lisboa. José & Outros. PETZOLD JUNIOR. Projeção ortogonal de peças simples.Traçado de paralelas 3. L. PROVENZA. e o estudo das projeções ortogonais. V. O.Traçado de curvas 5. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. . Proporções. Francesco. Editora Globo.Traçado de retas 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.. Thomas E. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). 1969. J. 2004. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Desenho Técnico. Sistemas de representação. Primeiro e terceiro diedros. São Paulo. W. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre.Desenho de letras técnicas 6.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. Sulina. Editora Globo BORNANCINI. 854p.

fim objetos .ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . 1989.Tipos e níveis . de. ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas.O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . O método científico e a prática da pesquisa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA . na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico.O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA . tecnologia e desenvolvimento . Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. Rio de Janeiro. Avaliação da apresentação pública do projeto. Apostila. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa.A função social da pesquisa .Relação universidade e pesquisa . AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). São Paulo: .Caracterização .A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO . ANDRADE. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. Normas ABNT sobre Documentação. Tipos e características da pesquisa.Processo histórico de produção e transmissão . Rio de Janeiro. METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais. M.Educação. Função social da pesquisa. Avaliação do projeto.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário.Natureza . pesquisa. Avaliações por objetivos. Projeto de pesquisa.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. A pesquisa como ato cotidiano. M. ciência. Instrumentalização metodológica. Relatório de pesquisa.Planejamento.

Pedro. 3 ed. M. Pesquisa: princípio científico e educativo. 20. J. A L. Sâo Paulo: Cortez. 4. Rio de Janeiro: DP&A editora. A. São Paulo: Cortez. EDIURI. Metodologia Científica. 2001. 1996. 1995. 2000. 4 ed. . Ed. Ver. Ed. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. F. RUIZ. Eli. THIOLLENT. 1994.. 1999. Metodologia do Trabalho Científico. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. . 1997. J. 1986. SANTOS. Santo Ângelo. Machado. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. Dutra. SEVERINO. ed. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. São Paulo: Atlas.A. 22. Gláucio Couri. P. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. RUDIO. Ampl. Antonio Raimundo dos. São Paulo: Cortez. Metodologia e Prática investigativa-ação. V.Atlas. DEMO. A Metodologia Científica. BERVIAN. 2004. Petrópolis: Vozes.

2º SEMESTRE .

OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais.4. 2. Derivação das Funções: compostas. Limites Fundamentais. 1. 1. Velocidade e Aceleração. a derivada e a integral de uma função de uma variável.5. Cálculo de Limites . trigonométricas diretas e inversas.6.Regra de L'hospital. ESPECÍFICOS: Determinar o limite.4. derivação de funções de uma variável. Integração indefinida e definida. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3. 4. Integral Indefinida. 3. 1. logarítmica.1.5. DERIVAÇÃO 2.6. 2. 2. Derivação das funções Elementares. Limite de uma função.Interpretação geométrica.2.5.2. Limites no infinito.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. 3.2. Regras de Integração. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. Taxas de Variação. Diferencial de uma função de uma variável . continuidade. 3.3. a derivada e a integral de uma função em situações diversas.3.4. 2.1. hiperbólicas diretas e inversas. 4. Propriedades dos limites 1.3.2. 4.Máximos e mínimos de uma função . 4. 3. Resolver problemas aplicando o limite. Aplicação das derivadas. Derivadas Sucessivas 2.1. LIMITES E CONTINUIDADE 1. Limites infinitos.1. Outras Aplicações. Derivação de uma função na forma paramétricas. Funções crescentes e descrescentes 3. 2. Definição e interpretação geométrica.6. implícita. INTEGRAÇÃO. 1. Continuidade de funções. Integral definida.3. Teorema de Rolle e do Valor Médio.7. . Integração por partes e por substituição.Aplicações.

. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON.1.ed. SIMMONS. São Paulo : Makron Books. H.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. São Paulo. realizadas ao longo do semestre. Makron -Books. McGraw-Hill do Brasil. Aulas no Laboratório de Informática.M. ed. vol 1. Laurence D. São Paulo: McGraw-Hill. Louis. SP. 3. Uso de Software matemático . 7. São Paulo : Harbra. Rio de Janeiro: 2001.. Cálculo diferencial e integral. São Paulo: Makron Books. São Paulo : Malheiros. Bookmann. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. Cálculo com geometria analítica... Cálculo com Geometria Analítica. 2000 FLEMMING. Rio de Janeiro: 2002..Cálculo Com Geometria Analítica. Cálculo um Novo Horizonte.MAPLE e outros. Paulo. BRADLEY. 1995. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. 5. D. Integração. Mirian Buss.1. ed.. GUIDORIZZI. HOFFMANN. 2. ed. Gerald L. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. GONÇALVES. LEITHOLD. Vol. Cálculo A: Funções. 1994. 1987. GF. Derivação. O cálculo com geometria analítica. São Paulo. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Vol. Limites. 1 SIMMONS. 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS.Ed. Vol 1. 2000. Porto Alegre. 1992. trabalhos individuais e em grupo. São Paulo. Um curso de cálculo. Hamilton Luiz. Earl W. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. 6ª Ed. George F. 1999. SWOKOWSKI. Earl W. . Makron -Books. Cálculo com geometria analítica. SWOKOWSKI. Vol.

Modelo atômico atual. . Diagramas de estado. Sólidos amorfos. UNIDADE 3 . Estrutura e propriedades dos sólidos.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos. de Broglie. Classificação periódica dos elementos. . Propriedades periódicas e aperiódicas. Princípios da incerteza. UNIDADE 2 . Cálculos envolvendo a Teoria Atômica. Classificação dos materiais.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos.CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado. ESPECÍFICOS: . Reações de óxido-redução.Definir e utilizar as propriedades periódicas. Equilíbrio químico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . . Modelo de Rutherford. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. de equilíbrio. Sólidos imperfeitos. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. líquidos e gases. Cálculos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. UNIDADE 4 .Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos. Difração de raios-x.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. expressões de concentração. Teoria de Bohr. .PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. UNIDADE 5 . Estados de oxidação mais prováveis.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos.Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos.

K. (Tradutores). UNIDADE 9 . ARAKI.E. D.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH. (tradutora).1978. Química Geral. Livros técnicos e científico. 2003. Soluções líquido-líquido. Jones. Tradução: I. P. A. UNIDADE 8 . 2001. J. dialogadas e questionadas. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. Aulas prático-experimentais em laboratórios. L. Caracelli. McGraw-Hill. QUAGLIANO.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. LEE. W.. LTC.. Química e Reações Químicas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. Química. 3ª edição. ROSENBERG.1982. Indicadores. UNIDADE 7 . um Curso Universitário. V. F.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. B. BRADY. E.. 2004. . Química Inorgânica. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. J. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. C. RUSSEL. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. McGraw-Hill. 1 e Vol. TREICHEL Jr. São Paulo. 4a Ed. São Paulo. Volumetria de neutralização.2. através de seminários. Química Geral. Porto Alegre: Ed. também. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. Guanabara Dois. Química.. Rio de Janeiro. Soluções líquido-sólido. R.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. Vol. B. Soluções sólido-sólido.1985. 1999. P. Porto Alegre: Editora Bookman. C. Princípios de Química.. M. TOMA. J. J. oxidação-redução e complexometria. ATKINS. Rio de Janeiro. H. As avaliações poderão ser realizadas. 1986. D. J. J..UNIDADE 6 . ROCHA. SHRIVER.. GOMES. Oxidantes e redutores. Bfucher. MAHAN. H. B.1981. Química Inorgânica Não Tão Concisa. M. Bookman. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. Química Geral.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

planos.Método de mudança de plano de projeto 5.Condições geométricas. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno.Condições geométricas. Estudo do ponto e da reta. . 4. retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. Distância.Retas principais de um plano. . de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa.Geometria descritiva. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas.Método mongeano. .Figuras planas que possuem projeção acumulada . . ESTUDO DO PLANO .Posições de um ponto. .Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas . épura. MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS . GENERALIDADES . ESTUDO DA RETA . convenções.Classificação dos sistemas projetivos. . Estudo do plano.Condições geométricas . retas contidas em um plano .Representação do ponto.Representação da reta. .Posições relativas de duas retas.Pertinência . ESTUDO DO PONTO . 2. INTERSEÇÃO .Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção . Mudança de plano de projeção de figuras planas.Posições de um plano em relação a outro plano .Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. rotação e rebatimentos. .Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. rotação e rebatimento.Classificação dos métodos descritivos. 3.Condições geométricas.Posições da reta.

Buenos Aires: Alsina. estudos dos eixos perpendiculares . 1984.Estudo dos eixos paralelos 11. exercícios de planificação de elementos. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. Rio de Janeiro: SEDEGRA. 1975. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva.Escolha de eixos. Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. com trabalho em aula e extra classe. Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. 1995. PARALELISMO . Porto Alegre: Sagra. distância entre dois pontos .Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva. Elementos que definem uma rotação . REBATIMENTO . . 6ª ed.Distância entre ponto e reta. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO.Retas ortogonais 9. Rio de Janeiro. 1968. 1999. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos. 8ª ed. 1976. ROTAÇÃO ..Interseção entre retas 7.Condições geométricas. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). . Guanabara Koogan. 1959. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas.Condições geométricas . Trilhas. PERPENDICULARISMO .Condições geométricas. RODRIGUES. LACOURT. Rio de Janeiro. DISTÂNCIAS . Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. retas perpendiculares . H. São Paulo: Nobel.Condições geométricas. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. Mexico. GAMA.Condições geométricas. Álvaro J. Ao Livro Técnico. retas paralelas 8. distância entre retas 10. com apresentação de todo o conteúdo.Condições geométricas. PRINCIPE JUNIOR. RANGEL. Donato Geometria Descritiva.

Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem . Vetores no Rn. determinantes.Operações com matrizes 2. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear. ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes. Espaços com produto interno. Espaços vetoriais.Regra de Cramer .Combinação linear .Posto de uma matriz .Mudanças de base 5.Produto interno em espaços vetoriais .Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) .Matriz adjunta e matriz inversa 3. MATRIZES . Transformações lineares.Representação genérica e abreviada . ESPAÇO VETORIAL .Forma escada .Conceito de matriz .Subespaços vetoriais .Inversão de matrizes por operações elementares 4.Solução de um sistema de equações lineares .Matriz inversa .Propriedades dos determinantes . DETERMINANTES . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Tipos de matrizes .Base de um espaço vetorial . Diagonalização de operadores.Espaços vetoriais . Autovalores e autovetores. ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO .Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Equação linear .Igualdade de matrizes . Polinômios.Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) .Dependência e independência linear .Operações elementares . Sistemas de equações lineares. sistemas de equações lineares. espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

. 7º ed. . Introdução à Estatística. .Rio de Janeiro: LTC .TRIOLA.A.Livros Técnicos e Científicos Editora S. Mario F. 1999.

Planta baixa 15.Soldas 7. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais.Projeto residencial 15.Estereogramas 9.Escadas 13. Fluxograma.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil.Cortes e secções 4.Materiais e Equipamentos 2.3.Cotas. ESPECÍFICOS: . Desenho arquitetônico. .Canalizações 8.1. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. Desenho de Estruturas de madeira.Madeiramento de telhado 14. metálicas e de concretos.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Localização. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Técnicas de desenho técnico 3.Projeto elétrico 11.Estruturas metálicas 6. .Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos.Trabalhar o aluno.2. Desenho de instalações hidros-sanitárias. Desenho Topográfico. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas). Cotas e escalas. rebites. Perspectivas de sólidos e sombras. . • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Projeto hidro-sanitário 10. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. parafusos e porcas 5. Perspectiva linear cônica.Situação 15.Cortes 15.Esquadrias 12. Noções de projeção central.

M. José e outros. BACHMANH. São Paulo. Cavalcante. Roberto W. Desenho técnico. ROPION. Rio de Janeiro FENAME. Globo.. Introdução do desenho técnico. Thomas E. Curitiba. José. McGrawHill do Brasil. Editora Globo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. Richard. Normas para desenho técnico. Cotação funcional dos desenhos técnicos.1976.1974. Rio de Janeiro. Desenho para apresentação de projetos.1981. Desenho Técnico. CAVALIN. Perspectiva linear cônica.1970. . Porto Alegre.1972.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro Tecnoprint. A. GILL. Albert e FORBERG. FRENCH. R.

3º SEMESTRE .

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1.2.2.3. Escravista.5. sindicato. 3.2. especialmente o aparelho ideológico do direito. 2. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. 3. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. 3.4 Capitalista. 4. Teoria Estrutural Funcionalista. 3. estatal e ideológica.3. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. 3. Processo de Produção da Sociedade. Luta de Classes.4.4. Primitivo. 4. 3. com ênfase especial no capitalismo e socialismo.1. ESPECÍFICOS: a) Identificar. 3. 2. b) Identificar. Objeto de Estudo da Sociologia. bem como suas principais instituições.1. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3. 1. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais.4 Classes Sociais. Teoria Histórica-crítica.5. Superestrutura política. Fatores Determinantes da Mudança. Definição de Sociologia.5.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano. 1.3.2.1. organização e estrutura de classes na sociedade. . MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL.3 Asiático e Feudal. Instituições Sociais. 1. reconhecer e analisar os principais modos de produção. Socialista e Comunista. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4.1. Infra-estrutura.5. Os Principais Modos de Produção: 3.5. igreja e meios de comunicação social.1. Os movimentos Sociais 4.2. família. 3.

1987. 1986. elaboração de Artigos. . Paul. lógica e dinâmica. Participação em debates e seminários. 1996. São Paulo: Ática. 1999. 1989. São Leopoldo: UNISINOS. O Capitalismo: evolução histórica. Álvaro de. Porto Alegre: Mundo Jovem. leituras orientadas. Retorno do trabalho do semestre. Ijuí: UNIJUÍ. debates. A Construção Social da Realidade. 1989. São Paulo: Ática. Introdução à Sociologia. GAIGER. VITA. Petrópolis: Vozes. Pedrinho.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. São Paulo: Moderno. desde logo o emprego de exposição dialogada. OLIVEIRA. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. Eliezer. Sociologia da Sociedade Brasileira. SINGER. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. estudos de Casos. Provas orais. Luiz Inácio. Sociologia Crítica. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. Peter. 1989. Prevê-se. Pérsio dos Santos de. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. PACHECO. seminários. trabalhos em grupos com temas específicos. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas.

trabalhos individuais e em grupo. Derivadas parciais. Derivadas Parciais 3. Movimento de Inércia 2.8.Aplicar a integração na resolução de problemas. Pressão de Fluídos. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Áreas Planas 2. Funções de duas ou mais variáveis. Integração por Frações Parciais 1.2.4.4. Integração por Substituições Trigonométricas 1.1. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. . Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.2.2. . Regra da Cadeia 3.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. Continuidade.5. Volume de sólido de Resolução 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração. Integrais Impróprias 2. Limite.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. Área de uma Superfície de Revolução 2.6.3.5. Comprimento de Arco 3. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3.5. ESPECÍFICOS: . realizadas ao longo do semestre. conforme suas necessidades profissionais.6.1. Aplicações das integrais. Derivada Direcional e gradiente 3. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas.7. Integração de Funções Trigonométricas 1.1. Centro de Gravidade.4. Trabalho 2. Extremos de Funções de duas variáveis 3. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica.3. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Integração múltipla.

1999. McGraw-Hill do Brasil. FLEMMING. GONÇALVES.acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. 5. HOFFMANN. São Paulo: Makron Books. Vol. 1 e 2. SWOKOWSKI. . M. 2. Gerald L. George F. Laurence D. 2000 FLEMMING. 6ª Ed. LEITHOLD. 1 e 2. GONÇALVES. 1994. limite. 1 e 2. ed. Earl W. Um curso de cálculo. 1998. derivação. B. Cálculo com geometria analítica.1..ed. M. GUIDORIZZI. São Paulo. Vol. BRADLEY. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Porto Alegre. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. ed. Cálculo A: funções. 1987.ed. Ed. SIMMONS. Vol. H. Mirian Buss. São Paulo: Harbra. SWOKOWSKI. São Paulo: 1992. O cálculo com geometria analítica.. integração. São Paulo: Makron Books. 2. SP. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: McGraw-Hill. 2000. Cálculo com geometria analítica.. 5. Integrais Duplas e Triplas. D. 1995. Rio de Janeiro: 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS... Bookmann. Rio de Janeiro: 2001. Paulo. Vol 1 e 2. Makron Books. São Paulo : Malheiros.. Earl W. 3. Vol. 7. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. Hamilton Luiz. vl 1 e 2. Louis. Cálculo diferencial e integral. Cálculo um Novo Horizonte. ed.M. São Paulo. D.

g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. Execução de pesquisa experimental. Leis de Faraday. fundamentada numa boa referência bibliográfica. Aplicação da equação de Nernst. Eletrólise. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. . Aplicação dos processos eletroquímicos. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. 4. Tintas. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Aplicação da equação de Arrhenius. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Eletroquímica. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. Eletroquímica Termos elétricos. Termoquímica. Entalpia de reação em qualquer temperatura.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. Classificação e destinação de resíduos industriais. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. Processo de combustão. Tempo de meia-vida. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. Controle de qualidade de água. Leis da Termodinâmica. 3. Aplicação da lei de Hess. 2. Fatores que influenciam a velocidade das reações. Medidas da velocidade das reações. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Pilhas. Cinética Química. Noções de corrosão. Ação dos catalisadores.

LTC. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. W. R. Físico-Química. V. J. Moore. princípios básicos de tratamento de águas. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico. / Jordan. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. Físico-Química. Análise química quantitativa. B. 2003. Edgard Blucher. J. Rio de Janeiro. 252p. 1999. Saõ Paulo: Makron Books. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. . avaliação da qualidade de águas naturais. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.2. I. 1.. Química Geral.J. Fundamentos de Físico-Química. 6. cobreagem. Cristina M. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. 2003. Russell.1. avaliação físico-química de combustíveis.. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. 1995. 1a ed. G. Santos. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. Trad. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. 1. P. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. BRADY. P. W. 1994.W. LTC. b) outra com uma avaliação teórica. V. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. J. canhão. AL. Análise de combustíveis. Química. VOGEL. V. v. ATKINS. e EWT. corrosão em meio atmosférico. zincagem). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. / Paula J. Rio de Janeiro: LTC.W.1. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis.5. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Físico-química. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. O Material e Suas Transformações. hidrelétrica e seu impacto ambiental. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. 2002. vídeo). 1995. et al.. V.

A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3. Campo elétrico. Potencial elétrico. Correntes alternadas.5 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. Faraday Lenz.Lei de Gauss 3.Fluxo do Campo Elétrico 3. bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. Lei de Gauss.2 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo.4 .Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .1 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .Carga Elétrica 1.1 .Um Condutor Carregado Isolado 3.Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 . Campo Magnético. Indutância.3 .2 . Equações de Maxwel.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.7 .Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4.1 .CAMPO ELÉTRICO 2.Lei de Coulomb UNIDADE 2 .5 .O Campo Elétrico 2. Ondas eletromagnéticas.1 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.4 . Oscilações eletromagnéticas.LEI DE GAUSS 3.3 .4 .3 . Força Eletromotriz.POTENCIAL ELÉTRICO 4. lei de Ampére.O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.6 .2 . Circuitos elétricos.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III . Capacitores.6 .Linhas do Campo Elétrico 2. Propriedades Magnéticas da matéria.CARGA ELÉTRICA 1.5 .A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.3 .Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 .Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.Superfícies Equipotenciais 4.Energia Potencial e Potencial Elétrico 4. Corrente elétrica.Condutores e Isolantes 1. Uide Gauss.2 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso.

Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.4 .Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.5 .9 .3 .1 .6 .Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Resistência e Resistividade 6.Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.O Efeito Hall 8.O CAMPO MAGNÉTICO 8.2 .4.3 .LEI DE AMPÉRE 9.Instrumentos de Medidas Elétricas 7.Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.Corrente e Campo Magnético 9.7 .3 .Capacitores em Paralelo e em Série 5.Diferenças de Potencial 7.CAPACITÂNCIA 5.1 .Circuitos RC UNIDADE 8 .Circuitos RL .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .1 .5 .1 .Movimento Circular de uma Carga 8.2 .Auto-Indução 11.8 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .Lei de Ampére UNIDADE 10 .2 .5 .CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.Densidade de Corrente 6.Capacitância 5.2 .6 .Trabalho.4 .4 .CIRCUITO 7.4 .3 .2 .6 .2 .Cálculo da Capacitância 5.O Cálculo da Corrente 7.3 .3 .1 .Lei da Indução de Faraday 10.3 .O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .Capacitores e Indutores 11.1 .O Campo Magnético 8.Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.5 .2 .LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.INDUTÂNCIA 11.1 .Lei de Ohm 6.Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.Lei de Lenz 10. Energia e FEM 7.Capacitor com um Dielétrico 5.6 .

LTC. canhão.ed.O Transformador UNIDADE 15 . H. atividades de laboratório e relatórios.CORRENTES ALTERNADAS 14.A Lei de Gauss do Magnetismo 12.O Circuito em Série RLC 14. HALLIDAY. W.4 . . SKOVE. NUSSENZVEIG. 2. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. S. LTC.O Magnetismo e o Elétron 12.3 ..Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. Rio de Janeiro. R. Física. São Paulo: Edgard Blücher.4 . 1996. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY.2 .Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13.6 . Rio de Janeiro .1 .1 .Campos Magnéticos Induzidos 15. 1990. Curso de Física Básica.5 . sendo no mínimo duas notas e no máximo três.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12.Eletromagnetismo.Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. HUGH D. K. D. Ed. Vol 3. Física .Energia Armazenada num Campo Magnético 11. TIPLER.Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. Física. RESNICH. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. 1999.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.Corrente Alternada 14.. 4 Ed. WALKER.1 .O Magnetismo da Terra 12.11. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.4 . Física. Rio de Janeiro. 1996. KRANE. J. R. Fundamentos de Física .1 . Paula. 2002. M. 1995. RESNICH. 1981.3 . FRANCIS SEARS. Um curso Universitário.. São Paulo: Makron Books.. Física 3.. FREDERICK J. 3.Corrente de Deslocamento 15.2 . Vol 3. EDWARD GETTYS. MALCOLM J. SP. LTC.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 . KELLER. ZEMANSKY. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.5 . Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .Indução Mútua UNIDADE 12 . ed. 4 Ed.O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12.3 . YOUNG.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13.Oscilações LC 13.3 .2 . MARK W.Eletromagnetismo. D.Paramagnetismo. 3 Ed. Edgard Blucher Ltda.2 .

determinar características geométricas de seções transversais. Mecânica Geral. Johnston Jr. Noções de Carregamentos em Estruturas. 5. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. Dinâmica de um corpo rígido.Análise de treliças planas. Editora LTC. Momentos de inércia . Mecânica Vetorial para Engenheiros. OBERT. Rio de Janeiro. Momento estático de área e centro de gravidade.. J. Donald A.. Laboratório de Engenharia Mecânica. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. 1970. G. E. SC. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. Russel. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos.. 6. Esforço normal) Momento torsor e fletor. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. R. Análise de Estruturas treliças. Características Geométricas de Seções Transversais. MEC/PREMESU. LTC. Vol 1. máquinas. Eduart F. (Momento Fletor. Estática. Esforços em vigas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. 2. 4.Carros e Veículos.Graus de Liberdade e Restrições de nós. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. McGraw-hill do Brasil. 2000.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos.Estática. & KRAIGE. F. 1979. Mecânica . TOURNAUY. Sistemas de Forças Equivalentes. G.. THIBAUT. TIMOSHENKO. . L. 2001. 3. Equilíbrio de corpos rígidos. Mecânica dos Sólidos. A. L. GYOROGI.

Planimetria. Redes de referência para medições topográficas. trabalhos práticos. 10. 13. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. 4. conceitos e divisão da topografia. Sistema de coordenadas. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. Métodos de levantamento planimétrico. 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. Teoria dos erros nas medições topográficas. 2.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. 7. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. 11. 8. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. 3. Medidas lineares e angulares. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). pelas demais . quanto à localização e confrontações. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. 9. 12. Evolução do uso de equipamentos topográficos. Unidades de medidas. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. Desenho topográfico e escala. Noções de Topografia: Histórico. Grandezas medidas num levantamento topográfico. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. Equipamentos utilizados na topografia. 5. Confecção de croqui de medição. Desenho de plantas topográficas.

Associação Brasileira de Normas Técnicas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . São Paulo: Nobel. ABNT . BORGES. Alberto de Campos. Porto Alegre: Editora Globo.1983. ESPARTEL. 1982. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento. Carlos e CORDINI. Rio de Janeiro: ABNT. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil. ESPARTEL.2. . W. Topografia aplicada. Rio de Janeiro: ABNT. São Paulo: Edgard Blücher.v. Exercícios de topografia.Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1998. Manual de topografia e caderneta de campo. 1994. Alberto de Campos Borges Topografia.v. JORDAN. 1977 . Gertrudes. São Paulo: Edgard Blücher.1975. Barcelona: Gustavo Gili. Tratado general de topografia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. 1995. São Paulo: Edgard Blücher.1987.1974. LOCH. GARCIA. Lélis Curso de Topografia. Lélis et al. Gilberto e PIEDADE. BORGES. 1992 . Florianópolis: Editora da UFSC. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria.1. Porto Alegre: Globo.atividades propostas e por sua participação em aula.

A Revisão Constitucional. entre outras. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. seminários. 10. 5. Mercosul. tanto individual como coletiva. elaboração de textos. 14. 7. 6. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. políticos. realizada através de testes e provas escritas. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. A Questão da Modernidade. 9. culturais. A Desestatização. A Política do menor. atividades de pesquisa.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. A Dívida Interna. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. 16. científicos e tecnológicos. LDB e Política Educacional. Planos Econômicos. etc. 12. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. Política Salarial. A Política dos MCS. Trabalhar com metodologia adequada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. A Política da Saúde no Brasil. organização e apresentação de seminários. 8. trabalhos em grupo. 13. 3. Sindicalismo no Brasil atual. 11. 2. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. A Questão da Reforma Agrária. Análise de conjuntura. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. 15. . AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. A Questão Ecológica. 4. A Dívida Externa.

Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. 1988. visão Humanizadora. Vozes. 1983 BIZ. Ecologia: temas e problemas. Petrópolis. 1982. 1983.F. 1980. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. Cristovam. 1994.1974. Achimé. Petrópolis. Rio de Janeiro. 1980. Vozes.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. GUARESCHI. Laurício e DALPIAS. FIDENE. SAMPAIO. R. Rio de Janeiro. Cortez e Morais. I. 1984. J. Paz e Terra. Livraria UNIJUI. Buenos Aires. Trabalho e capital monopolista. P. GENTILI. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. Vozes.1982. Oswaldo. BRAVERMAN. Comunicação e poder. O Brasil no contexto da crise mundial. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. . 1985. Berthier. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. 1992. Petrópolis. 1981. POA. BUARQUE. Academia. MORAIS. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil.J. BRUM. O e GIRARDI. Zahar. Vozes. Passo Fundo.1988. Central Editor de America Latina AS. 1978. Rio de Janeiro. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. K. NEUMANN. Régis de Construção social da enfermidade. ZAMBERLAN. Inflação e crise na economia mundial. FERRI. São Paulo. Ilatiaial USP. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro.1993. 1991. Realidade Brasileira. Argemiro. RJ:Editora Vozes. LTC. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Ijuí. Mário E. Rio de Janeiro. Problemas do Brasil. LADMANN.

diagrams. Reading different kinds of texts: advertisements.Construction. Verbs: basic notions about verb tenses. personal and demonstrative pronouns. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: .Roofs. Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo.Highways. 6. regular and irregular verbs. . 4.Civil engineering and engineering studies. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2. conjunctions. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa.Structures. .Concrete. Basic general English and technical vocabulary.Industrial waste. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler.Foundations. articles from technical books. . . . Dictionary usage. tables. . . . . 3. 5. 7. The modals.Sanitary engineering. Water control .Transportation. Comparative and superlative constructions. newspaper and magazine articles. Elements of textual cohesion: articles.Energy sources. .Refrigeration. interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. . Comandos.Computers.Home heating and air conditioning. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. Word formation: prefixes and suffixes.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário. .

SILVEIRA. MURPHY. Abril 2003. SPEAK-UP. New York: Longman. 1994. MURPHY. NEEWSWEEK. Randal. Adrian Negotiating. Editora Ática. Richard Engineering Information. HOLME. JONES.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais.asce. Barbara Learning to Learn English. GREENALL. 1996. Peter Target Vocabulary.pubs. São Paulo.. MCCARTHY. Aulas no laboratório de idiomas. New York: Newsweek. Semanal. KITTO. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. Gail and SINCLAIR. New York: Penguin English. English Grammar in Use. 1994.line Publications. ELT. GLENDINNING. Marília de Figueiredo Improve Your English. Diana Reading. . Felicity English Vocabulary in Use. Disponíveis em <http:///www.Inc.1991. Eric H. WEST. Cambridge University Press. Michael. On. Rio de Janeiro: Editora Globo . Cambridge University Press. Oxford University Press. Talking texts. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. 1994. Simon and PYE. 1994. Luciane Cassela de. Cambridge University Press. O' DELL. O'CONNOR. Mensal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS.1988. ELLIS.1990.1989. Michael. Cambridge University Press. Longman. 1991. Cambridge University Press.1989.org/pubshom1. 1933-. Cambridge University Press. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. UR. Raymond Basic Grammar in Use. Philip and PILBEAM.html>. Penny Grammar Practice Activities. GLENDINNING. W.1992. Raymond.

4º SEMESTRE .

. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. Equações lineares com coeficientes variáveis. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo. Equações de derivadas parciais. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas.

. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO. Luiz Mauro Cálculo. São Paulo. UEPG Ponta Grossa PR1999.RJ .AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.. 1974. HABRA . EUSP.SP 1976. Jr. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral. quando for o caso. FIGUEIREDO. Equações Diferenciais e suas aplicações. McGraw-Hill . Sergio A. LTC . BRONSON. Frank.SP WILLIE. FERREIRA. 1978. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. A .1988. ABUNAHMAN. Jr. Wilson C. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. Rodney C. ROCHA.SP . Atlas .1979. BASSANEZI. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. Equação Diferencial.SP. IMPA . Equações Diferenciais.1997.

4. Método Numérico.1. zeros de polinômios.1. Conceitos e definições: 2. 2. Método de Newton. 1.1.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. fazer ajustes de curvas. 2. 1. saber quando aplicar. aproximação de funções.8.1. ESPECÍFICOS: Entender. 1. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes.5.4. 2.1. 2. inversão de matrizes. SISTEMAS LINEARES. ERROS. Teorema de Bolzano.2. 2. 3. Newton-Raphson ou das Tangentes. 2.1. Localização de Raízes Isoladas. 3.3. generalizar e operar com elementos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1. fazer interpolação. resolver sistemas de equações lineares. 1. 1. 2. Processos Iterativos. Iteração e ajuste de curvas. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.2. tais como: Erros nas aproximações numéricas.2.3.Erros de Truncamento. Matrizes Associadas a um Sistema. Integração numérica. Métodos iterativos. Determinação da Raiz. sistemas de equações lineares. Métodos de Gauss Jordan. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas. Interpolação polinomial. 2. 2. realizar integração numérica. 2. 3. 1. Localização e Refinamento. Método da Dicotomia ou Bissecção. Processo Iterativo.3.Erros de Arredondamento. 1. ZEROS DE FUNÇÕES. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo. Erros e Critérios de Arredondamento.9.2.4.4.1. integração numérica.1. Cálculo Numérico. interpolação.4.1.2.2.7. 1. . Erros da Fase de Resolução.10. Zeros de uma Função.3. 1. Conceitos e Definições. Zeros de funções.Propagação de Erros. Introdução.6. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. Erros da Fase de Modelagem. zeros de funções. Sistemas lineares. 2.

5. 3. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. 1978. Refinamento de Soluções. 4. METODOLOGIA: Aulas expositivas. 5. Cálculo de Determinantes.2. Quadratura Gaussiana. Sistemas Triangulares. SADOSKY.2. Introdução. 3. Homem. 6. Algorítmo da Triangulação de Gauss. Cálculo Numérico Básico.5. Rui.3. Leônidas Conceição. 1996.2. Luzia . 4.8. Método de Gauss e Gauss-Jordan.4. 4. Interpolação de Lagrange. 6. Método da Pivotação.5. 3. 1987. exercícios de aplicação. 3 vol. 5. J. de Castro. 2 ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS.Determinante de Vandermonde.3. Jussara Maria. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. Ana Flora P. Rio de Janeiro: Interciência. CLAUDIO.10. Sistemas Equivalentes.1. 4.MARINS. Interpolação Polinomial.4. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas. Interpolação de Newton para diferenças divididas. YOSHIDA. HUMES. Introdução 6. Gomes.4. 6. 4.7.9. 3. 1980.1. Método de Simpson. INTERPOLAÇÃO. A. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. Interpolação Linear. MELO. RUGGIERO. Cálculo numérico computacional Teoria e prática.4. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. São Paulo: Atlas. 3. São Paulo: Makron Books. Método de Euler. Método de Runge-Kutta. 4. Cálculo Numérico com aplicações.1. 3. Inês S.3. Márcia A. 5. Cálculo Numérico e Gráfico.3. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. 5. Método de Predição-Correção. Interpolação Quadrática . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO. São Paulo: Atlas. 3. 3.5. Manuel.2. 3.1. Cálculo da Inversa de uma Matriz.3.6. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA. 5. Dalcídio Moraes . São Paulo: Harbra. 1989. Método dos Trapézios.

São Paulo: Editora McGraw. Victor. São Paulo: Nobel.Hill Ltda.Kazuko. 1984.. MIRSHAWKA. Noções de Cálculo Numérico. 1979. . Wagner Tunis. Cálculo Numérico.MARTINS.

3. 8. 2. Ademar. 9. Rio de . LTC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sistemas isostáticos Planos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. Linhas de Estado 4. Traçado de Diagramas De Vigas.Linhas De Influência. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Princípio dos Trabalhos Virtuais.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Introdução à Teoria das Estruturas. 7. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Análise de Treliças. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. Curso de mecânica. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. GORFIN. • Avaliar soluções estruturais. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. Sistemas Tri-Articulados. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . Rio de Janeiro. Sistemas Isostáticos Planos. Método das forças. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. 1972. 6. Sistemas de estruturas isostáticas. Vigas Gerber. Método dos deslocamentos. 5.

2001. Curso de análise estrutural. LTC. 1980. Globo. Neto José de Almendra. Exercícios de estática e resistência dos materiais. José Carlos. . Curitiba.Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. 1979. 1971. UFRP. SÜSSEKIND. Timoshenko / Gere. Vol 1. Mecânica dos Sólidos.

Cargas axiais .Tensões admissíveis . Normas simples. OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS .Prática 4. Torção e Flexão.Diagrama/tensão/deformação . ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. Elastotécnica: Tensões e Deformações.Convenção da resistência dos materiais 2.Deformação específica . FLEXÃO PURA .Prática 3. CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais.Conceitos . Estado de tensões. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais.Introdução . Cisalhamento.Forças X Tensões .Prática 5. • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Prática 6. conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais. DEFORMAÇÃO .Esforços externos/internos . ESFORÇOS AXIAIS . TORÇÃO .Conceito .Conceito .TENSÃO .Conceito .

1980.1980. G. 1969. RUSSELL. e LAKOVIEV. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. LACERDA. A P. Resistência dos Materiais. Flávio S de Resistência dos Materiais. 1964 NASH. Rio de Janeiro. P. Ferdinand. 3 Ed. PISSARENKO..- Flexão Pura Torção 7. A G. AVALIAÇÃO: . Porto Alegre. PROTEC. LTC. . Ed. Hiron R. Rio de Janeiro. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Rio de Janeiro. Globo. JOHSTON Jr. McGraw-hill do Brasil. cumprimento de trabalhos e freqüência. Resistência dos Materiais. LTC. Stepheu P. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.1982.1986. TIMOSHENKO. Resistência dos Materiais.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. PROVENZA. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. As 3 avaliações formam a média do semestre. 1985. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Prodill. São Paulo. LTC. ROCHA. V. 2007. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. William A Resistência dos Materiais. consistindo de participação em sala de aula. . São Paulo. São Paulo. E. SOUZA. McGraw-Hill. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. GOMES. Sergio Conci Resistência dos Materiais. Francesco. Da USP. Prontuário de Resistência de Materiais.Avaliação do desempenho. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 1966. MATVETEV. Mirmoscovo. Ciências dos Materiais.

• Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais.Produção. Nitrificação. Arborização urbana. Saneamento e meio ambiente. destinação e reaproveitamento do lixo 7. Habitações Salubres 15. relatórios técnicos. provas dissertativas e objetivas. EIA/RIMA 9. usando como instrumentos de avaliação: seminário. Lagoas de estabilização. Gerenciamento Ambiental 10. Recursos naturais e sua utilização 5. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. no qual atua o profissional da engenharia. Filtros biológicos. Processos: Iodo ativado. Digestão anaeróbica. resenhas e atividades em sala de aula. 13. Tipos de poluição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Vegetação urbana e qualidade de vida 16. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. Legislação Ambiental 8. Regiões Salubres 14. . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. sobre ele. Agenda 21 11. Características das águas residuais na indústria de alimentos. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. Desenvolvimento sustentado 6. 12. Manuseio e Tratamento do Iodo. Noções Gerais de Ecologia 2. causa e conseqüências 4. A biosfera e seu equilíbrio 3. Sistemas de tratamento de água e esgoto. buscando soluções adequadas. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário).Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento.

Coleção Primeiros Passos. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Luiz Antonio Abdala de. Porto Alegre: AGE. Subsecretária de Editoras Técnicas.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. São Paulo. . O problema ecológico e suas implicações éticas. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. Como sobreviver a tecnologia.1975. 2000. e outros. Salvador: EDUSFB. MOSER. Brasília: Senado Federal. MIRANDA. Suetônio. Ramón e RIBAS. Maria E. Barcelona: MARCOMBO.P. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. Como Funciona o Meio Ambiente. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. B. Charles T. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. MEGEE. 2000.1989. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. São Paulo. São Paulo. 2000. poluição e impacto ambiental.1983.1988. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Ecologia geral. 1978. LP EM. JIMENEZ. Legislação Ambiental Brasileira. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. Papirus.1998. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. GUATARRI.M. 1995. Petrópolis. ODUM. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres. VIERTLER. Carlos Gomes. Introdução à Engenharia Ambiental.1994. Ática. Vozes. Gestão Ambiental. Joan de Pablo. DKADE. Rio de Janeiro.Antonio Carlos da F. estatutos. Fundação Getúlio Vargas. RIO GRANDE DO SUL. São Paulo: Prentice-Hall. Diretoria de Anais . GRALLA. ABES. PINHEIRO. Antônio. Introdução à Engenharia ambiental. GOMES.1990. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. BRASIL.1983. Ecologia. Bragança e MONTEIRO. 2002. São Paulo: Quark Book. e outros. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. MOTA. Benedito. São Paulo. CESP. Lenate Brigitte.. Leis. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Legislação de conservação da natureza.1998. . Makroni. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. 1995. Martha L. Lúcia L. HELENE. Rios. 1999. Porto Alegre. Poluentes Atmosféricos. PEREIRA. Juares Oliveira. 1995. Ciências do ambiente Ecologia. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública.1992.1986. Presto.1986. Guanabara. São Paulo.1983.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. Gerhard e outros. Félix. Roger. São Paulo. DAJOZ. As três ecologias. Petrópolis. Vozes. Rio de Janeiro. Eugene. Paulo Afonso Soares. CARVALHO.Uma Antropologia da mudança. contribuição para um código nacional ambiental. Sérgio L. MOURA. O homem e seu ambiente. Rio de Janeiro. Ana Lúcia da F. São Paulo: Scipione. São Paulo: USP. FONFRÍA A. Led. Ecologia cultural .Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música. contrações) . desinências modo-temporais) 7. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos.Hetetotônicos 2. gênero e grau) 5. artigos neutro. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. VERBOS . literatura e artes plásticas. NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . indefinidos) 3. demonstrativos.Artigos (subdivisão.Auxiliares e regulares .Conjunções e conectores .Flexão (desinências número-pessoais. retos e oblíquos. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos. de tratamento. relativos.Divisão Silábica • . Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. formativos e literários.Acentuação Gráfica . HETEROGENÉRICOS 6. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos.Ortografia • .Pronomes (pessoais. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. privilegiando o desenvolvimento da oralidade.Adjetivos (flexão de número. enfatizando a produção de textos descritivos. possessivos.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. ADVÉRBIOS . ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. NOMES .Substantivos .

atividades de reflexão. Prova escrita. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10. atinja a compreensão e interpretação e. Suely Fernandes & MAURE.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. La Literatura en los textos. Fátima Cabral & MENDONZA. São Paulo. Edelso. Maria Angélica. Esther Maria. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. HETEROSSEMÂNTICOS 11. Felipe B. GARCIA. BRUNO. HERMOSO. Español sin fronteras. Scipione. PEDRAZAJIMÉNEZ. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. São Paulo. MILANI. 1991. Walter Gustavo. discussão e resolução de problemas. OJO com los falsos amigos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA.Estudo do Vocabulário . Madrid. São Paulo: Moderna. 1999.A Dicionário básico de la lengua española.8. Adda. .Compreensão . LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. Nerman. Sanchez M. 2000. O professor oferecer a condições. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. 1998. Curso Prático. Hacia el Español. Gramática de Espanhol para brasileiros. Sociedad General Española de Liebraria S. Moderna. São Paulo. Gonzáles. Josephine Sánchesz. A & ALFARO. Curso de lingua Y cultura Hispânica. NARI M & MELLO. Mucho Español para brasileños.2000. Gramática de Espñol lengua estranjera. Partir-se-á sempre de textos. a aprendizagem centrada no aluno. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. Angélica. analise os itens gramaticais. 1998. São Paulo: Saraiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. com base nos textos. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação.

5º SEMESTRE .

Linguagem avançada para a engenharia.Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . aulas práticas de laboratório. Dominando o Auto Cad. b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. G. LTC . AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas. Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia.Utilização de recursos 3D 2. análise e dimensionamento específicos da área de engenharia.Preparação da área de trabalho . 1999. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório.Impressão e plotagem . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA.Conceitos .Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4.Traçado de cotas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD. Manuais do usuário dos Softwares.Seleção e edição de objetos .A área de trabalho .Menus suspensos . 955p. Autocad . .Utilização das ferramentas de desenho . Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3.Definições fundamentais . OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. aulas com recursos áudio visuais (canhão).

Ed. Atlas. D. 1994. C.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. Cálculo Numérico Computacional. .

Comandos elétricos.1. Geradores. Lei de Kirshoff.3. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Circuítos de corrente alternada. Circuitos de corrente contínua 1. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. Potências em CA.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua.3. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos. Luminotécnica 10.1. .1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Circuitos de correntes alternada 2. Resistivos.2. Impedância 3. indutivos 2. Condutores elétricos. fator de potência e corresão de fator de potência 5. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais. Lei de OHM 1. Paralelo 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Lei de O hm. Série 1. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Leis de Kirchdhoff 2.1. Mista 1. Trabalhos em grupo e individual. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Capacitadores.1. Motores.2. Associação de resistores 1. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. Instalações elétricas 5.1.1.2. Transformadores e Motores-instalações 9. capacitivos.

A. PAGLIARICCI. et al. C.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Livraria Freitas Bastos. . Curso de eletrotécnica: corrente alterada. Guanabara Dois. 1979. São Paulo. e KUN. Companhia Editora Nacional. QUEVEDO. Dragão. São Paulo.1975. São Paulo.1983. Globo. 1974. S. MARCUS. Hemus. C. P. Rio de Janeiro. B. VALKENBURGH. V. L.1975.1968. A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. Porto Alegre. Manual prático do eletricista. Circuitos elétricos. Bestseller. E. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas. MOTTA. A. C. 1975. FALCONE. Eletricidade básica. L. DAWES. C. Globo. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. M. Guanabara. Eletrotécnica geral. 1976. Teoria básica de circuitos. Porto Alegre. Rio de Janeiro. São Paulo.1977. Eletricidade básica.1977. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. São Paulo.

• Características Geométricas. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. consistindo de participação em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. Análise Estrutural 3. • Verificar seções. Deformação por flexão. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flexão oblíqua simples. Avaliação do desempenho. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). Flexão oblíqua composta. Resistência e deformações combinadas. Caso geral 7.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. Flexão simples e cortante/aplicação 4. cumprimento de trabalho e freqüência. Flexão oblíqua/aplicação 6. . • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Flexão composta/aplicação 5.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. PISSARENKO.. S. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. G. Prodill. V. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Ed. Globo. Porto Alegre. GOMES. JOHSTON Jr. A. Rio de Janeiro. Ciências dos Materiais. Resistência dos Materiais. R. 1980. Mirmoscovo. W. de. 1982. Da USP. Resistência dos materiais. S. 1966. P. TIMOSHENKO. São Paulo. 3 ED. NASH. F. PRO-TEC. SOUZA. RUSSELL. A. A Resistência dos materiais. S. F. Prontuário de resistência de materiais. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. da. LAKOVIEV. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. PROVENZA. LTC. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. 2007. . P. E.. McGraw-Hill. LTC. LACERDA. F. São Paulo..1980.• • As três avaliações formam a média do semestre. MATVETEV. A P. Resistência dos materiais. M. C. 1985.1986. LTC. G. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. 1969. Resistência dos Materiais. McGrawhill do Brasil. ROCHA. 1964. H. São Paulo. Resistência dos Materiais. Resistência dos materiais.

FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . gradientes 4. LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON . Estática dos fluídos. LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . Escoamento dos fluidos.Tensão em um ponto . Equações de estado. LEIS DA FLUTUAÇÃO . Aceleração da partícula .Fluidos e o contínuo 2. OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.Equação da quantidade de movimento .Fluido incompreensível .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) .Campo de velocidade .primeira lei da termodinâmica. TENSÃO EM UM PONTO .Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos.Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. Calor e trabalho . Hidroestática. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento.Relação entre solução por sistema e .Volumes de controle e sistemas . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS . vetoriais e tensoriais . Transmissão de calor.Forças e contato com um fluído confinado .Atmosfera padrão .Coeficiente de viscosidade 3.Quantidades escolares.Volume de controle 7. segunda lei da termodinâmica.Variação da pressão com a profundidade . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Ciclos termodinâmicos. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE . Quantidade de movimento.Propriedades do tensor das tensões.Pontos de vista.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6.

Bliicher. Mecânica dos fluídos. R. São Paulo. . ZISIK. Sonntag e RICHARD. Fundamentos da termodinâmica clássica. Guanabara Koogan. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS .. Rio de Janeiro. STREETER.Substância pura . MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. L. São Paulo. WYLEN. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX.1988. São Paulo.1993. TRABALHO E CALOR 10.. G. E.Processos reversíveis e irreversíveis . 2ª LEI DA TERMODINÂMICA .Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9. SHAMES. McGraw-Hill. PITTS. realizados exercícios em sala de aula.Regime permanente e regime uniforme . AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. Fenômenos de transporte.1973.A. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . 1982. E.Entalpia . M. São Paulo. Mecânica dos fluidos. ÁLVAREZ. D.1975. MCDONALD. Robert W. Transferência de calor: um texto básico. Manual de hidráulica.Momento da quantidade de movimento 8. SISSOM. Blicher.conservação de massa 11. Gordan J.1981.energia interna . V. Introdução à mecânica dos fluídos. McGraw-Hill do Brasil.1985. Alan T. Blücher.Equilíbrio de fase . São Paulo.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. J. M Necati. Guanabara. Rio de Janeiro.

ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. Princípios físicos. Câmaras fotogramétricas e filmes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sensores remotos. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. Interpretação aplicada ao planejamento regional. Critérios de Fotointerpretação. INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. Estereoscopia. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais.

MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. 10. C. 1986. S. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. P. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. SIG . SCHOENINGER. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Guarapuava: Editora da Unicentro.257. R. que estabelece diretrizes gerais . trabalhos práticos.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. F. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. de 10 de julho de 2001. WATZLAWICK. 1993. LOCH. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. F. F. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL.Orientação de um par estereoscópico 6. Florianópolis: Editora da UFSC. E. L... 2007. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. Câmara dos Deputados. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. KIRCHNER. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. Elementos de Interpretação fotográfica. Fundamentos para Fotointerpretação.

Brasília: Câmara dos Deputados. SAASTAMOINEN. MARCHETTI. CHRZANOWSKI.da política urbana e dá outras providências. 1977. (1987). 1979. Curso de cartografia moderna. Rio de Janeiro: IBGE. OLIVEIRA. 1ª Parte e 2ª Parte. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR. J.. Apostila. New York: Inc.ed. Introdução à Geodésia Geométrica. Coordenação de Publicações. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. B. Rio de Janeiro:IBGE. J. Springer-Verlag. Gilberto J. Cartografia y levantamientos urbanos. Ceurio de. IBGE. São Paulo: Nobel. Delmar A. . A. C. (1999). T. e GARCIA.. H. BLACHUT. GEMAEL. Noções básicas de cartografia. 3.1988. 273p. 2005. Dirección General de Geografia del Território Nacional.

Rochas sedimentares . Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica.Rochas ígneas . INTEMPERISMO . INTRODUÇÃO . sua origem. SOLOS .A utilização de rochas na construção civil .Processos físicos. Prospecção geológica para estradas.Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada . químicos e biológicos .Idade da terra . barragens.Rochas metamórficas 4. MINERAIS E ROCHAS .Durabilidade das rochas 5.Volume. 3. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. Rochas e sua utilização.Pedra de cantaria. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. Águas subterrâneas na geotecnia.Propriedades físicas. obras subterrâneas. Mineralogia.Agregados e blocos de rochas . revestimento e calçamento 6. peso e massa .Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental. formação e evolução. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.Os minerais . ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas.Estrutura e constituição da crosta terrestre. Estruturas geológicas.Conceituação de Geotecnia.Apresentação da disciplina .As rochas . Estrutura da Terra. Movimentos de massa. ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO . químicas e mecânicas . CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA . Mapa geológico.Forma e tamanho . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

Geologia geral.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Carlos. Introdução à geologia de engenharia.C.M.. São Paulo: Companhia Editora Nacional. FONTES. M. E.Dobras . 149 p. 162 p. C.Conceito . 4. 376 p. técnólogo e estudantes. 5. Introdução ao estudo de minerais e rochas. ed. 284p.ed. Viktor. LEINZ.Depressão Periférica . Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. São Paulo: Polígono.N. 2000. 310p. rochas. 487 p. 3. 1972. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. MINETE. José Henrique. ed. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS .Solos e Rochas . T. Guia para determinação de minerais. Mineralogia aplicada: para engenheiros. 342 p SCHUMANN. CPRM. TAIOLI. São Paulo : Companhia Editora Nacional. G. ed. 223 p. M. 1985.. ABMS/ABGE . UFSM. M. S. TOLEDO. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. João José. POTSCH.L. São Paulo. 5. Oficina de Textos. KIRSCH. e ampl. Decifrando a Terra. 1967.. POPP. Walter. ABGE. Geologia geral.R. 1974. 1994. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . ERNST. rev. BRITO. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8. TEIXEIRA. visitas técnicas e seminários. Santa Maria. em grupo e/ou individual. W. Rochas do Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. Mineralogia e geologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.. Viktor. Geologia de Engenharia. Rochas e minerais: minerais. A. 1998. Rio de Janeiro: São José. São Paulo: Edgard Blücher.A. ed. 1971. FAIRCHILD.Composição dos solos . MACIEL FILHO.Planalto . Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. gemas.Propriedades físicas . 1962. 2.Diaclases . S. UFV. João Ernesto de Souza. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos.Falhas 9. CAMPOS. 1997. 291p. UFV.periódico .Escudo . F. OLIVEIRA.Classificação pedológica e geotécnica 7. DE. W. Helmut. Minerais e rochas.

Ensaios de laboratório.Gesso . Aglomerantes.Traços .Tipos . Agregados.Através de águas.Cimento . Argamassas e Aditivos.Ensaios de laboratório 5. • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento.Propriedades dos materiais cerâmicos . AGREGADOS .Ensaios de laboratório 2. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS . ADITIVOS E ADIÇÕES . AGENTES AGRESSIVOS . solos e gases.Ensaios de laboratório 3. .Miúdos e graúdos . ARGAMASSAS .Preparo .Tipos.Processos de fabricação .Dosagem .Cal .Processos de fabricação .Propriedade das argamassas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. GLOMERANTES .Ensaios de laboratório 4. propriedades e utilizações .Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades.

Concreto . DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER. Ed. L. Materiais de construção. Porto Alegre. Editora PINI. Editora PINI. 1994.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Editora PUC-EMMA. Normas Técnicas da ABNT. utilizando retro projetor. P. 1995. 1994. Materiais de Construção.. PINI. dissertações de mestrado e teses de doutorado. K. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. São Paulo. São Paulo. . propriedades e materiais. Editora PINI. 1997. São Paulo. 1991. Propriedades do concreto. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. quadro e data show. MONTEIRO. M. P. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3).F. Editora PINI. 1995. São Paulo. SILVA. A. M. Rio de Janeiro. 1988. São Paulo. SILVA. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos.Estrutura. E. Manual Prático de Materiais de Construção. P. São Paulo. BAUER. A. A . Ed. F. de campo e de laboratório.. LTC Editora. VERÇOSA. PINI. R. E. Materiais de construção. NEVILLE. 1975.

6º SEMESTRE .

Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . especialmente.Constituição: conceito. • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO . respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos.Aposentadoria 4.A personalidade jurídica da sociedade comercial . aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. e transferência de tecnologia . comercial.Relações de parentesco e pátrio poder 3. o comerciante e as sociedades comerciais . com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. classificação e história .Fatos e atos jurídicos .Patentes.Extinção da empresa .Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria . OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos. registros.Títulos de crédito: conceito e classificação 5. administrativo e direito trabalhista.Os principais tipos de sociedades comerciais . marcas. DIREITO DO TRABALHO .Extinção do contrato de trabalho .Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.O contrato de trabalho .Os atos de comércio. conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos. direito civil.Direitos e garantias fundamentais 2.Os direitos do trabalhador na constituição federal . tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro. ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes.As micro-empresas . uma tomada de contato com a legislação em geral.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 . Serão estas. às ligadas à futura profissão. DIREITO COMERCIAL . . DIREITO CIVlL . FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL .

1996. Sagra. DINIZ. Conceito de Princípios Constitucionais. 2000.1994. Forense. MONTORO. GOMES. André Franco. São Paulo. O que são direitos da pessoa. Brasiliense. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. Gilberto Vieira.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). Introdução à ciência do direito. Rio de Janeiro. REALI.CLT. Revista dos tribunais. Orlando. Rio de Janeiro. Saraiva. São Paulo. 2002. Direito e Legislação. São Paulo. Ruy Samoel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. Lições preliminares de direito. Código Civil Anotado. São Paulo. Miguel. 2000.1992. São Paulo. Maria Helena. Manual de elaboração de contratos e documentos. São Paulo: Saraiva. ESPINDOLA. São Paulo. 2002. Valdemar Pereira. Dalmo. Introdução ao estudo do direito. Revista dos Tribunais. GUSMÃO. Forense. 2000. LUIZ. Introdução ao estudo de direito. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. .1992 Consolidação das Leis do Trabalho . Paulo Dourados de. Saraiva.

306lRS SPT no 565 . 1988. Iluminação e instalações domiciliares. Afonso. São Paulo. • Tomar contato com as noras técnicas. MARTIGNONT. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. Paulo Ribeiro.710 . Instalações elétricas prediais. COTRIM. Porto Alegre. Rio de Janeiro. MARTIGNONI.310 .710 . São Paulo. Projeto elétrico 1. ABNT.1987. Desenvolvimento de um projeto elétrico. Húmus. NORMAS TELEBRÁS. São Paulo. . Instalações elétricas de baixa tensão.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial.1985. Ademar Bitencourt. Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. motores elétricos.500/RS SPT no 565 .2Comercial 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1Residencial 1. Porto Alegre.2000. Eletrotécnica. Instalação elétrica. Manual de instalações elétricas. Alfonso. SPT no 235 . 1998.1990. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. McGraw-Hill do Brasil. Globo. Instalações Elétricas.6O2/RS SPT no 565 .308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA.510 . Discubra. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Hélio.

Fritz. • Avaliar estruturas hiperestáticas. 4. 5. Método dos deslocamentos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Método da carga unitária. 1979. Vol 2. Método das forças. Método das forças. Método dos deslocamentos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Conceitos de trabalho. Curso de análise estrutural. Principio dos trabalhos virtuais. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Análise matricial. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. S. 3 TIMOSHENKO. Construções de Concreto. . Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. José Carlos. Princípios energéticos. 1979. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. 3. João Luis Escosteguy. 2. Deformações devido à variação de temperatura.. J. Teorema dos trabalhos virtuais. SÜSSEKIND.vol. José Carlos. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. Interciência.vol. Princípios energéticos.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. 6. 7. vl. GERE.. VI. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Processo de Cross. MERINO. 2 SÜSSEKIND. 1982. Mecânica dos Sólidos. Globo. Curso de análise estrutural. 2001. Globo. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. • Interpretar comportamento de estruturas.

G. . Análise de Estruturas Reticuladas.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER.

Controle tecnológico do concreto 10.método IPT 6.patologia e terapia das estruturas 9. comparando com a teoria estudada. Produtos Betuminosos. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Madeira 13. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Concreto fresco 4. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. Madeiras. Dosagem dos concretos . . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. Introdução ao concreto 2.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos.método ABCP ou ACI 7. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Tintas 14. Metais em geral 12. lançamento e cura dos concretos 8. Ensaios de laboratório. visitas técnicas. Produtos betuminosos 15. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Produtos siderúrgicos 11. Dosagem dos concretos . • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. Concretos. utilizando retro projetor. Estrutura do concreto armado . Preparo. de campo e de laboratório. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. quadro. Agregados para o concreto 3. Materiais plásticos 16. adensamento. data show ou canhão. Concreto endurecido 5.

VERÇOSA. 1975. LTC Editora. Propriedades do concreto. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. São Paulo. 1991. A. C. Porto Alegre. P.NT da ABNT DAL MOLIN. SILVA. C. A. F. 1996. 1994. Materiais de construção. Falcão Materiais de Construção. Editora PINI. Roberto de. 1992. Editora PINI. São Paulo. Concreto/ Estrutura. R. São Paulo. C. 1995. 1994. E. Editora PINI. São Paulo. V. Tese (Doutorado). Princípios básicos sobre concreto fluído. Editora PUC-EMMA. Rio de Janeiro. TERSIAN. Editora PINI. São Paulo. 1989. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Editora PINI. 1995. 1995.. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. SOUZA. Manual de dosagem do concreto. RIPPER. Cambridge University Press. A. São Paulo. São Paulo. 1988. HELENE. Manual do concreto. NEVILLE. BAUER. P. L. K. P. Editora PINI. 2000. D. P. . SILVA. M. 1998.. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Manual prático de materiais de construção. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. São Paulo. 1991. Editora PINI. PINI. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. Concrete Materials And Structures. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. 1997. São Paulo. Ed. Ed PINI. Concreto de alto desempenho. propriedades e materiais. New York. C. O'REILLY DIAZ. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. GIAMUSSO. Editora PINI. USP. S. 1994. São Paulo. M. WILBY. MEHTA. Materiais de construção. Editora PINI.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. E. Editora PINI. São Paulo. Tecnologia de Edificações. E. P.

3 Medidores de Pressão: Manômetro. aulas práticas.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2.4 Canais 2.1 Viscosidade.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2.8 Equação universal da perda de carga 2.5 Condutos sob pressão 2.6 Número de Reynolds 2. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas. • Dimensionamento e seleção de bombas. Movimento Uniforme em Canais.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas.8 Comportas e Barragens 1.11 Perda de carga Localizada 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos. Barômetro 1.6 Força resultante em uma superfície submersa 1. Reservatórios Projetos e Instalações.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1.3 Orifícios e Bocais 2.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão. Movimento Variado em Canais.2 Equação de bernoulli 2. • Determinação de vazão.Hidrostática 1. Escoamento de Fluidos . pressão 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão. Fluidos em Repouso .9 Diagrama de Stanton-Moody 2.10 Perda de carga em dutos 2.1 Escoamento em regime permanente 2. .7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.12 Cálculo de potência de bombas 2. densidade.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1. aulas de exercícios.Hidrodinâmica 2.

McDONALD.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. Introdução a Mecânica dos Fluidos. GILES. Alan T. Makron Books. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK. LTC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. LTC. Física. Robert W. HALLIDAY. 02. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. D. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica.Edgard Blucher Ed. R. Ronald V. Volume 01. SHAMES Irving H. Mecânica dos Fluidos.

Secções transversais . Lançamento dos eixos.Distância média de transporte e momento de transporte .Sistema coletor 2. Locação e Fiscalização. Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada. Cubação de volumes.Exploração ou projeto .Reconhecimento aerofotográfico .Importância . • Locar uma estrada em campo.Sistema arterial .Reconhecimento terrestre .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Exploração aerofotogramétrica 3. Aulas Práticas. ESTRADA .Diagonais . Projetos geométricos.sua importância e classificação . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas.Transversais .Reconhecimento terrestre . Greide de uma estrada. • Projetar uma estrada.Reconhecimento ou anteprojeto .Greide . Computação voltada a estrada.Determinação dos volumes de corte e aterro .Ligação .Perfil longitudinal .Classificação segundo a sua orientação .Radiais . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Classificação Funcional .Cálculo das áreas das secções transversais . • Fases do estudo de uma estrada.Longitudinais . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Cálculo do diagrama de Bruckner .

Grau de curva .Distribuição da superlargura 8.Cálculo de todos os elementos .Tipos clássicos de transição .Locação de uma curva de transição 10.Equação da superlargura .Função da superlargura . NORMAS .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau . DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Equação da espiral .Objetivos das normas e classificação técnica .Locação de curvas circulares .Normas 7.Deflexão por metro .Finalidade da curva de transição . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Coordenadas XC e YC .Projeto de uma curva circular .Tipos de concordância vertical .Ângulo central .Locação por flexão acumulada .4.Ângulo central a espiral .Estudo da superelevação .Raio da curva e raio mínimo .Finalidade .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9. ESTUDO DA SUPERLARGURA .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Elementos da curva de transição .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Equação da superelevação .Distribuição da superelevação .Normas .Cálculo completo de uma curva de transição .Tangentes .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO . CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Comprimento da curva de transição .Locação por coordenadas 6.Tipos de transição . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .

R.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas .T.Nota de serviço para estradas 11. dialogas e com unidades teóricas.1966. Raphael do Amaral. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Centro Editorial e Didático da UFBA. Projeto de estradas.. LIN. INFRAESTRUTURA 12. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN.1995. Projeto Geométrico de rodovias. Renato G. de A.P. Drenagem superficial e subterrânea de estradas.1979. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. . São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. 2 ed. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. trabalhos práticos. Rio de Janeiro. Wlastermiller de.1980. Hemus. M. Projeto geométrico. LTC.Cálculo de curvas verticais . AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Multilibri. Porto Alegre. SENÇO. Rio de Janeiro. São Paulo. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. OLIVEIRA. Curso de estradas. C. Grêmio Politécnìco. Estradas de rodagem. M. Grêmio Politécnico.1980..1975. FRAENKEL. MICHELIN. Rio de Janeiro. Pacheco de. Salvador. Luiz Carlos A.1977. CAMPOS. 2004. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. FONTES. Porto Alegre. São Carlos: Rima. Harry R. Engenharia de Estradas.1980. Guanabara Dois. Bonjarmin B. Rney Chich. PIMENTA. Engenharia rodoviária. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.

Formação do solo . • Seus índices físicos. • Sua textura. Adensamento e recalques do solo. • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade. • Os sistemas de classificação dos solos.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.Plasticidade e consistência dos solos .Estrutura dos solos . Textura dos solos. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo.Proctor Modificado .Índices físicos dos solos . Estruturas dos solos.Textura dos solos . Índices físicos dos solos. Plasticidade e consistência dos solos. Propriedades físicas e químicas dos solos.Tipos de solos 3. COMPACTAÇÃO DO SOLO . Compactação do solo.Proctor Intermediário .Classificação dos solos 4.solo .Proctor Normal . ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO .definição . • Suas propriedades de compressibilidade e resistência. Exploração do subsolo. • Suas propriedades de consistência e plasticidade. Compressibilidade.Compacidade dos solos . Granulometria dos solos. Resistência ao cizalhamento do solo. Pressão e Tensões do solo. Permeabilidade e porosidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . • Suas propriedades de compacidade.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS .

1977. México.ed.SI version. LAMBE.Capilaridade dos solos . Introdução à mecânica dos solos.Permeabilidade dos solos .A.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. PINTO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO.R. LTC. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. ..W. 1983. COMPRESSIBILIDADE . São Paulo. 1967. New York. J. R. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO .Compressibilidade por adensamento . PECK. Soil mechanics .Pressões devidas ao peso próprio do solo . 1979. Mecânica dos solos e suas aplicações. Soil mechanics in engineering practice 2. Curso básico de mecânica de solos.R.A. John Wiley and Sons. aulas de laboratório. Fundamentals of soil behavior. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. 2000. 1979. New York : John Wiley & Sons. São Paulo : Grêmio Politécnico.Cálculo de recalques em solos argilosos 7. RALPH B.. RODRIGUES.J.V. DE S. 1983. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO . Mecánica de suelos. T. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. TERZAGHI. exercícios e seminários. New York.5. 729 p.K. Limusa Wiley.Pressões devidas às cargas externas 8. John Wiley and Sons. H. KARL. 1983. McGraw-Hill do Brasil. M. Rio de Janeiro. J. ORTIGÃO. Oficina de Textos. E. ed. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. 1972. São Paulo. AS. MITCHELL. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 137p. WHITMAN. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório.P. C. VARGAS.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. HIDRÁULICA DOS SOLOS . PINTO.

. . .Radiação Eletromagnética. . Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. 4. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário. Princípios de restituição e fotogramétrica.Orientação Interior. Estereofotogrametria. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos. .Fotogrametria Analógica.Fotogrametria Pioneira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Processamento Digital de Imagens 8.A Câmara Fotogramétrica.Orientação exterior (relativa e absoluta). Noções de aerotriangulações.Fotogrametria Digital. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7. Tipos de estereoscópios. 6.Fotogrametria Analítica. Recobrimento aerofotogramétrico. Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. . 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais .Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. .Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. . Métodos Fotogramétricos de Restituição: . Histórico da Fotogrametria . Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10. Introdução 2.A Câmara Fotográfica.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. Noções de Sensoriamento Remoto. Princípios Básicos de Fotogrametria . • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. Fotointerpretação.

Tipos de Grade de um MDT 13. Fotogrametria Básica. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Carlos e LAPOLLI. ANDRADE. T34-304 Manual Técnico.. Brasil: 1997. trabalhos práticos. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. 2a Ed. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Brasília. Edis Mafra. NOVO. Brasil: 2000. ANDRADE. CRÓSTA. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Placidino M. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. Fotogrametria. 11. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . 1991. Ed. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Aplicações 12. Instituto Militar de Engenharia. Fagundes. SBEE. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital.Restituição Digital. Curitiba. 1989. Geração de Orto-imagens 14. 1992. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. São Paulo: Editora Edgard Blücher. Brasil: 1984. J. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Campinas. Florianópolis: Editora da UFSC. M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Bittencourt de. Brasil: 1993. Evlyn. Rio de Janeiro. Brasil: 1998. Exército Brasileiro. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática.Conceito Inicial . Fotogrametria. Álvaro Penteado. dialogadas e com unidades teóricas. Unicamp. Paulo E. Porto Alegre. e FAGUNDES. TAVARES.

7º SEMESTRE .

2 Definição da Ética.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5. filosofia e política da legislação.5 Uma Proposta.3 Subsistema de Relações Sociais. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. ÉTICA PROFISSIONAL 1.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5. 3. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. 4.194/66. 3. 4. 2.3 Ética Profissional. 1.7 Coação Interna e Responsabilidade.Histórico. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. 1. 1. 2. 4.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.1 A Constituição Federal e o Diploma.5 Ignorância e Responsabilidade.Aprovado no III CNP.7 Estatuto do Sistema . SISTEMA PROFISSIONAL 3.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos. 4. 4. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão. 3.1 Antecedentes da Legislação Profissional. .1 Objetivos da Ética.6 Liberdade e Responsabilidade.6 Constituinte do Sistema. 2.8 Coação Externa e Responsabilidade. Leis correlatas e anexas. 1.9 Comportamento Ético Profissional.2 Atribuições Profissionais . 4.1 Subsistema de Formação Profissional.4 Responsabilidade Moral. 1.4 Lei Federal 5. 1.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente. 2. Exercício profissional.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. 4. 3. 1.4 Uma Leitura Histórica. 1.194/66. 3. Ética profissional e sanções disciplinares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

4 ART x Profissional.2 Cliente. 5. Gilberto. 5.4 Área de Engenharia Industrial.8 Direitos Patrimoniais. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9. 9.5 Área de geologia e Minas. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. Natureza Jurídica do Conselho Profissional.1 Profissional. BUSSINGER. 2002.vídeo). FISCALIZAÇÃO. 6. 5.078. O Exercício Profissional e a Nova Constituição. 5.1 Tabela de Notificações. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia. set. Ed. 5.3 ART x CREA.6 Direitos Autorais. Estudos de Caso. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL. 6. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. 5. 9. 5. ARISTÓTELES. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA.1 Erro Ético.1 Quando Utilizar? 9.3 Poder Público. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais.3 Área de Engenharia.1985. Brasília. Ética e Nicômanos. 7.4. Informativo . 5. Lei nº 8./1990. Código de Defesa do Consumidor. 6. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação. Frederico. 9. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7.5 Importância da ART. 9. datashow. Arquitetura e Agronomia. Trabalho escrito em grupo. 6. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. Ed.4 Remuneração. Simone Brião do. Univ. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. Constituição da República Federativa do Brasil. Apresentação de seminário.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. 8.2 Área de Arquitetura.1988.7 Direitos Morais do Autor.1 Resolução.

A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. Atribuições: Conceitos de. 1988. Comissão Executiva CREA/RS. CREA/RS. José Ubirajara. Propriedade Industrial. CONFEA. 1989.3. Destaques da Legislação Básica. Brasília. Frederico. 1987. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio./1994. Rio de Janeiro. Arquitetura e Agronomia. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul.CONFEA.ed.1989. Out. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. 1999. Leis: Decretos e Resoluções. CONFEA. Jornal do CREA/RS. BUSSINGER./ Nov. nº3. . FLORES. 1990.

Segurança no Projeto e Construções. 12. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. Ferramentas manuais. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Higiene do Trabalho. EPI 7. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. Estatística e Custos dos Acidentes. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. 13. equipamentos e meio ambiente. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. Histórico e estatística dos acidentes 2. Segurança nas diversas etapas construtivas. 10. Segurança em projetos. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho. Riscos ambientais 3.1 Desenvolvimento de Projeto 14. utilizando retro projetor. . Noções de Primeiros Socorros. Plano geral de segurança 9. Normas regulamentadoras para a construção civil. Higiene do trabalho 5. Fundamentos de Segurança. quadro e Data Show. Normalização e Legislação específica. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. Agentes ambientais 4. 11. 8. Estudo da NR-18. Levantamentos ambientais 6. máquinas. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. projetos.

2003 Normas Técnicas da ABNT. São Paulo. Normas de prevenção de incêndio. MINISTÉRIO DO TRABALHO. Segurança e medicina do trabalho. José Carlos de Arruda. T. Manual da aplicação da NR-18. São Paulo. Ed. 2000. YAMADA. G. Rio de Janeiro. Brasília.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. Ed. FUNDACENTRO. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. Ed.. 1996 ABNT. Atlas. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. MTb. São Paulo. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. ZOCCHIO. Atlas. São Paulo. 1980. Edison as Silva. São Paulo. Brasília. Ed. A. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. 1998. 1997. apresentando técnicas de proteção recomendadas. CLT FUNDACENTRO. FUNDACENTRO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . Normas Regulamentadoras. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. ROUSSELET. Equipamentos de Proteção Individual. SAMPAIO.Seconsi. PINI. 1994. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos.

4 Cisalhamento em CA 2. Princípios básicos da verificação e da segurança. Tirantes 6. Detalhar a armadura das estruturas. compressão simples. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações. Comportamento das estruturas de concreto armado. Introdução ao CA 2. Normas para Concreto Armado. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas. Conhecer os materiais em usados em CA. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. Dimensionamento à torção. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. torção.1 Revisão da Flexão Simples 2. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região.2 Detalhamento construtivo 4.1 Pilares 3.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2.3.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2. Compressão simples 3.5 Zona comprimida 2. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.7 Armaduras mínimas 3. flexão composta. Conhecer os estados limites das estruturas em CA. Caso geral (Casa) 5.6 Vigas c/ altura definida 2. Flexão e Cisalhamento 2. .2 Vigas em CA . flexão simples. É apresentada um pequeno prédio modelo. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo.Dimensionamento 2.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado.

. Rio de Janeiro 1998. NBR 6118 . Barcelona. Concreto Armado. J. dos. cumprimento de trabalhos e freqüência. Lajes em concreto armado e protendido. NBR 7480 . J. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. GARCIA. FUSCO. Estruturas de Concreto Armando .solicitações normais. Pini SP 1995. CABRE F. McGraw-Hill Do Brasil.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. Nobel Editora. Cálculo do Concreto Armado. Souza. As 3 avaliações formam a média do semestre. C. SANTOS.Projeto e execução de obras de concreto Armado. P. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. MARAN. MESEGNES A. Ed.V. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO. GUERRIN. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. .• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. Nov 2003 NBR 6120 . desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. P. 1987. Avaliação do desempenho. LAURO M. Guanabara Dois. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. Hormigón Armado. M. consistindo de participação em sala de aula.M & Cunha. B. . Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. MONTOYA P. A.

6. . 8. 10. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). quadro. Trabalhos preliminares. Revestimentos. Impermeabilizações. 12. visitas técnicas. Execução de contrapisos. Instalações elétricas. Alvenarias. 4. 7. 11. Argamassas. levantamentos e instalações provisórias 2. Instalações. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. Alvenaria. data show ou canhão. Infra-estrutura de obras de construção civil. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). 9. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3. Supra estrutura. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. Terraplanagem. Marcação de obras. Revestimentos. 13. 5. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. Estudo das fundações. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). utilizando retro projetor. Fôrmas. de campo e em laboratório. Infra estrutura. Supra-estrutura de obras de construção civil. Movimento de terra.

1998. Editora PINI. Editora PINI. Editora PINI. Caderno de encargos. Tecnologia de edificações. FRANCIS D. São Paulo. DIVERSOS. M. HIRSCHFELD. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. Concreto . SOUZA. 1988. 1996. K. H. São Paulo. Portugal. R. São Paulo. dissertações de mestrado e teses de doutorado. YAZIGI. 1988. Editora PINI.. Editora PINI. MONTEIRO. São Paulo.estrutura. F. Zeno. M. 2000. 1988. Editora Gustavo Gili. PINI. 1999. K. CHING. de. H. MEHTA. 1994. W. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. São Paulo. 1994 PIRONDI. Manual de construcción de edificios. CETOP. Atlas. São Paulo. A técnica de edificar. Como evitar erros na construção. conforme NBR 9575. 2002 CHUDLEY. Ed. Madrid. propriedades e materiais. Divisão de edificações do IPT. R. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Edição. Técnicas modernas de construção. São Paulo. Revistas e publicações técnicas. Artigos técnicos. P.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. C. RIPPER. Editora PINI. Técnicas de Construção Ilustradas. 3. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Bookman. E. P. 1999. . São Paulo. Espanha.

3 Aquecimento elétrico e a gás 2. Instalações prediais de gás. Instalações prediais de água quente.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.4 Aquecimento central 2. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1.1 Sub-ramais e ramais 1. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3. Instalações prediais de águas pluviais.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria.1 Introdução 3. Instalações prediais de esgoto sanitário.4. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre.1 Introdução 1.5 Instalações de recalques de água 1. Instalações elevatórias prediais. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo.2 Colunas e barriletes 1. Instalações de construção de fossas sépticas.4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3 Capacidade dos reservatórios 1.1 Introdução 2.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3.4. .2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas. Instalações prediais de combate a incêndio.2 Estimativa de consumo 2.4 Dimensionamento 1. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2.3 Sucção e recalque 1.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1. e contando-se para isto.

FORESTI. ABNT. 1984. LTC. 1991. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO.Apresentação do projeto hidro-sanitário. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. Carlos E.5626. São Paulo. São Paulo.1221. Hélio. EDIUSP. CAMPOS. 1991. Instalações prediais de esgotos sanitários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. DACCH. ABNT. EDUSP. Rio de Janeiro. Sistemas urbanos de água. Instalações prediais de esgotos sanitários. Instalações prediais de água fluviais. 1991. . NBR . NB . 1959. Nelson Gandur. 1981. Instalações hidráulicas e sanitárias. Instalações prediais de água fria. 1982. ABNT. Rio de Janeiro. NB . São Paulo.611. NBR . Luiz et al. ABNT. EUSP.19. Eugênio e BLUNDI. 1982. 1979. José Roberto. LTC.

Usinas de asfalto. Diagrama de Bruckner 20. Locação de Projetos (aula prática) 11. solo e brita 15. Trabalhos de Pesquisa. • Calcular volumes de corte e aterro. Sequência Real do Projeto 5.Agregados 14. Softwares. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. Estudo das curvas de nível 8. Drenagem de pavimentos. Ensaios em Laboratório. Pedreiras e britadores 16. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. Locação de curvas com PI Inacessível 18. METODOLOGIA: Aulas expositivas. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Calculo dos volumes. Materiais para pavimentos. Revisão do Projeto Vertical 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: Provas. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Diagrama de Massas 19.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. Sinalização. Revisão do Projeto Horizontal 2. Locação de Off-Sets 13. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Compensação de volumes 10. Construção de pavimentos. Interseções (cálculo e locação) 17. Projeto geotécnico. Visitas a Obras. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Dimensionamento de pavimentos. Compensação de Volumes 4. 21. • Escolher os equipamentos adequados. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Critérios de projetos de pavimentos. Projeto Geométrico e de terraplenagem. Utilização de meios de Multimídia. . Sinalização Vertical e Horizontal 22. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7.

Sistemas drenantes. UPAE. Multilibri. . MICHELIN. Wlastermuller de. Ipiranga AS. Porto Alegre. Engenharia rodoviária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Rhodia AS. 1976. Grêmio Politécnico.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Rio de Janeiro. São Paulo: Pini. Raphael do Amaral. Renato G. PUBLICAÇÕES DNER. 1980. São Paulo. 1988. DNER. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Rio de Janeiro. Fglobo. 1976. 1979 FRAENKEL. FERREIRA. São Paulo. 1975. Cyro Nogueira. Antonio Lucio. SENÇO. 1982 SENÇO. Pavimentação. Manual de técnicas de pavimentação. Projeto de estradas. Pelo Serviço de documentação. Wlastermuller de. Estradas de rodagem. Manual de projetos de intersecções. CAMPOS. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Misturado a Frio. Paulo Roberto. 1993. Porto legre. 1999. Benjamin B. Grêmio Politécnico.

Barragens de terra. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS .Teoria de Coulomb .Geossintéticos 4.Controle e comportamento das barragens .Obras de contenção .Filtros 5. Aterros rodoviários.Tipos . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra.Considerações . Terraplanagem. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO .Efeito da água 3.Generalidades sobre obras de terra 2.Métodos gráficos 6. • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. Equilíbrio de maciços de terra.Teoria de Rankine . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra. INTRODUÇÃO . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7.Retaludamento . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Métodos analíticos . Elementos de projetos de obras de terra. ESTABILIDADE DE TALUDES . EMPUXOS DE TERRA . BARRAGENS .Seleção de materiais .Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo .Muros de arrimo .Reconstrução de aterros .Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos.

de Textos. Gregory Porphyriewitch. 1996. 2.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. PINTO. Mecânica dos solos e suas aplicações. 1978. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. TERRAPLENAGEM . Curso básico de mecânica de solos. 1983. Rio de Janeiro: 1961. Rio de Janeiro: LTC. TERZAGHI. São Paulo: Grêmio Politécnico. Soil mechanics in engineering practice. 2. 100 barragens brasileiras: casos históricos. Introdução à mecânica dos solos. Milton. Paulo Teixeira da. VARGAS. 1978. Mecânica dos solos na prática da engenharia. materiais de construção. 509p. Paulo Teixeira da. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. Ofic. 1967.8. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. CRUZ. Rio de Janeiro: 1958. CRUZ. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Homero Pinto. . Karl. TERZAGHI. 1980. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. visitas técnicas e seminários. 648 p. da Costa. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. 659 p. A. NUNES. edição revisada e ampliada. 4 v. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. São Paulo : McGraw-Hill. São Paulo: Oficina de Textos. 526p. Karl. projeto. Estabilidade de taludes. ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. 1991. Fundações. DE S. 1962. São Paulo. São Paulo : McGraw-Hill. New York: John Wiley & Sons. exercícios.Considerações gerais . Homero Pinto. TSCHEBOTARIOFF. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 2000. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. C.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. STONIER. A. Necessidades e bem econômico central.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. W e HAGUE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. objeto e divisão da economia. Circulação. São Paulo. Introdução á ciência econômica 2. Rio de Janeiro. Instituto Liberal. Crusius. D. McGraw-Hill. Seminários sobre assuntos da área econômica. VON MISES. 1990. 1970. C. Rio de Janeiro. Aprender economia. Agir. Ludwing. Discussão de temas atuais da economia. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. Paul. Teoria econômica. WONNACOTT. um tratado de economia. Rio de Janeiro. 1985. Paul. Produção 3. Zahar. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. Introdução à análise econômica. Ação humana. Circulação 4. Brasiliense. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. Produção e produtividade. . São Paulo. Estrutura dos sistemas econômicos. 1983. Introdução à economia. Dinamismo e inovação 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. como também os pressupostos teóricos.

8º SEMESTRE .

Custo atual .Diagrama de fluxo de caixa .Fator de acumulação de capital . Extensões.Taxas múltiplas . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Exercícios 2. Comparação entre alternativas de investimentos.Fator de acumulação de capital .Critérios de decisões . Fórmulas de juros.Juro simples .Exercícios .Valor atual .Equivalência . série uniforme .Taxas mínimas de atratividade .Pagamento simples .Exercícios . série uniforme .Fator de formação de capital.Composto .Fórmulas de Juros . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Pagamento simples .Fator de valor atual.Método do valor atual .Equivalência .Problemas . Equivalência. série uniforme .Alternativas com vidas diferentes .Energia de deformação e potencial .Tabelas .Problemas . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Taxa de retorno . INTRODUÇÃO .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Série em gradiente . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Fator de acumulação de capital.Juros .Engenharia econômica .Comentários .

1958 NASCIMENTO. GERALDO et al.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. Engenharia econômica. pequenos trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. Engenharia econômica. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. Administração da produção. DIFEL. FGV. Nova York. 1984. McGraw-Hill Book Co. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. MEYER. MACLINE. 1985. Engineering economy. Atlas. RAYMOND. AVALIAÇÃO: Provas. São Paulo. 1990. estudos de casos. Manual de administração da produção. McGraw-Hill. CLAUDE et al. 1982. .

Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. 5. Ligações soldadas 6. Peças comprimidas 7.ed. Rio de Janeiro.ed. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Peças tracionadas 4. Propriedades geométricas de seções transversais 3. Dimensionamento de vigas 8. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. • Avaliar soluções estruturais. Rio de Janeiro:LTC. W. 335p. 295p. Estruturas de aço 2. Ligações parafusadas 5. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL. PFEIL. 2000. W. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. 7. Estruturas de madeira 9. 1994. Estruturas de aço: dimensionamento prático. Estruturas de Madeira. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . LTC.

1998.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. . 209 p. São Paulo: Edgard Blücher. A. Elementos para projetos em perfis leves de aço.

OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado. dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais.1 Consolos 3. Flexão composta. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.1 Detalhamento .2 Blocos de coroamento de estacas 3.1 Dimensionamento de lajes 1. Estruturas Especiais 3.4 Reservatórios 3.Projeto Piloto 7. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. Pilares. Detalhamento.2 Dimensionamento de Escadas 2. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Lajes 1. Projeto Piloto 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Fundações diretas 2.2 Muros de Arrimo 3. Compressão.3 Lajes Cogumelos 3. Tração. Escalas.Concreto/aço 5.5 Vigas Paredes 4. Vigas Hiperstáticas. Funcionamento . Fundações em Concreto Armado 2. Muros de Arrimo. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento. Reservatórios. Flexão Composta e Oblíqua 6. .2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. torsões.

5. 1989. M. São Paulo: Nobel.AVALIAÇÃO: A1 . Exame com questões teóricas e práticas.. 1982. Construções de concreto. ed. A. ed. Concreto Armado. 1987. 7. J. F. São Paulo: LTC. A2 .Apresentação do projeto completo na última aula do semestre.Prova escrita intermediária. 6v. . ed. Curso prático de concreto armado. 1986. Avaliação do semestre é a média aritmética. 12. DA ROCHA. Barcelona : Gustavo Gili. A3 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. Hormigón armado. V. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. PFEIL. Rio de Janeiro: Interciência.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Precipitação média numa área .Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3.Área de drenagem da bacia .Introdução . • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas.Classificação das precipitações 4.Histórico .A Ciência hidrológica . como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Precipitações máximas . PLUVIOMETRIA . CICLO HIDROLÓGICO .Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) .Divisor de águas .Características físicas da bacia . ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia.Generalidades .Fase terrestre e atmosférica .Análise dos dados de precipitação . PRECIPITAÇÃO . BACIA HIDROLÓGICA .Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico. Regularização de vazões. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia. Infiltração e evaporação. Águas subterrâneas. Previsão e controle de cheias. Precipitações.Análise de freqüência de séries mensais anuais .Classificação dos cursos de água . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA . Bacia hidrográfica.Conceitos .Medição da precipitação 5.Hidrologia aplicada 2. Escoamento superficial.Descrição geral do ciclo hidrológico .

Balanço hídrico . ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Introdução .Balanço hídrico 9.Capacidade de infiltração e taxa de infiltração . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Hidrograma unitário . PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Enchentes .Balanço de energia .Equações empíricas .Infiltração .Equacionamento geral da infiltração .Equação para cálculo de infiltração pontual .Forma da bacia .Evaporimetros .Método de transferência de massas .Método combinado .Armazenamento de água no solo .Curva hipsométrica .Modelos de escoamento superficial .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Evaporação . INFILTRAÇÃO .Comportamento do hidrograma .Bacias representativas e experimental 6.Hidrograma unitário sintético 7.Métodos baseados na temperatura ..Avaliação das cheias 10.Avaliação de enchentes .Hidrograma unitário instantâneo .Modelo linear . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Sistema de drenagem da bacia .Umidade do solo: conceitos e métodos .Redistribuição interna .Determinação da precipitação efetiva .Introdução .Problema simplificado de dimensionamento .Medidas para controle de inundação .Métodos baseados na radiação .Evapotranspiração .Declividade da bacia .Medidas diretas .Separação do escoamento superficial .

372 p. MATTOS.. 798 p. 1998. Gerenciamento de recursos hídricos. Porto Alegre: UFRGS. Modelos hidrológicos. ALVAREZ. NELSON L. São Paulo: E. FERNANDO ANTONIO. 2000. 208 p. Blucher. et al. Hidrologia básica. GUILLERMO ACOSTA. 1998. VILLELA. DE SOUSA. F. 289 p. Porto Alegre : UFRGS. 1978. 1975 245p. rev. CHAVES. Porto Alegre: ABRH. 2001.Garantia de atendimento a demanda 11. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. PASTORINO. xv. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . ARTUR Hidrologia Aplicada. São Paulo. Nobel. TUCCI.Problema real de dimensionamento . LUCAS NOGUEIRA. SWAMI M. 278 p. Hidrometria aplicada. 169 p. PAIVA. 1999. 2001. 1980. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. 669 p. JOSEPH B. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. Rio de Janeiro : Interciência. M.. 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 291 p. Apresentação individual dos trabalhos em seminários. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. e atual. FRANZINI. PINTO. São Paulo: Edgard Blücher. FRANCIS. trabalhos de campo e seminários. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). SANTOS. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas.Caracterização do ambiente aquático . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. Engenharia de recursos hídricos. CARLOS E. 625 p.. M. São Paulo: McGraw Hill. 1976. LUIZ AMERICO. . IRANI DOS.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos .Legislação de Recursos Hídricos . FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. RODRIGUES. HENRIQUE. ed. Hidrologia. CARLOS E. 1987.Introdução . TUCCI..

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1.4.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos. • Sinalização de pistas. 1.3. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos. solo .3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.1 Reforço do sub -leito 1. 1.3. pavimentação Urbana.2. 1.3.3 Reforço 1.3.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.5 Método da AASHTO 1. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.4 Sub-Base 1.1.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.2.2 Sub .1. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos. Execução de comandos de pavimentos.1.1 Método do Índice de grupo. Pavimentação urbana.3.2.4 Processos de Construção de Revestimentos 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.Base 1.2 Regularização 1.1 Classificação dos revestimentos .2 Método do CBR.1.4 Base de brita graduada 1.Asfalto 1.5 Base 1. • Execução das diversas camadas de um pavimento.4 Método da Prefeitura de São Paulo.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.6 Revestimento 1.2.3 Método DNER 1.1 Sub-leito 1.2.5 Base de solo cimento. • Tipos de pavimentos Urbanos.1.

Grêmio Politécnico. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Wlastermuller de Estradas de rodagem.4.4. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.2 Tratamento superficial simples 1.4. 1982.4. Softwares. Projeto de estradas. Pelo Serviço de Documentos. Trabalhos de Pesquisa.4. Benjamin B.9 Pré misturado à quente 1. DNER.6 Capa selante betuminosa 1. MICHELIN.4. Cyro Nogueira.4.11 Calçamento de paralelepípedos 1.4. 1985. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. Multilibri. 1971. 1979. SENÇO.7 Concreto betuminoso 1. Rio de Janeiro. São Paulo.4 Tratamento superficial triplo 1. . Globo. Porto Alegre. Ipiranga SA.6 Ensaio de Marshall 3. IIPIRANGA Produtos de Petróleo.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. FERREIRA. Rio de Janeiro.3 Tratamento superficial duplo 1. Grêmio Politécnico. Antonio Lúcio UPAE .4. 1976. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO. apresentação de trabalhos e relatórios. Ensaios em Laboratório. AVALIAÇÃO: Realização de provas.1 Ensaio de penetração 2.4 Ponto de fulgor 2. São Paulo.São Paulo 2000.1. Engenharia rodoviária. Drenagem superficial e subterrânea de estradas.4.misturado a frio. Manual de projetos e intersecções. Renato G.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. Visitas a Obras. FRAENKEL.8 Pré-misturado à frio 1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. PUBLICAÇÕES DNER. Utilização de meios de Multimídia. Pavimentação. 1976.5 Determinação do teor de betume 2.2 Ponto de amolecimento 2. Ed.4. Manuais técnicos de Betume. 1975. 8ª edição 1998. CAMPOS. Porto Alegre.10 Binder 1. Raphael do Amaral.3 Ductilidade 2. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. Pini . 1991. 1993. 1980.

estudo técnico.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. São Paulo. Manual técnico de Pavimentação. São Paulo 1998. estudo Técnico. AGUIAR. 6ª edição 1994. Construção de pavimentos em concreto simples. Rhodia SA. Sistemas drenantes. Associação brasileira de Cimento Portland. 1988. . Paulo Roberto. 1998. Associação Brasileira de Cimento Portland. ABCP. ABCP. Dimensionamento de pavimentos rígidos.

Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem.Tipos de fundações diretas .Sondagens a percussão (SPT) . Fundações: diretas. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3.Ensaio Dilatométrico 4.Métodos para a estimativa das tensões admissíveis . • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas.Dimensionamento geométrico das fundações diretas . • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas. Recalques. Projetos. FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS .critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. Escolha do tipo de fundações.História da Engenharia de Fundações 2. profundas e capacidade de carga.Generalidades sobre fundações . muros de arrimo. Estáticas do estaqueamento. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .Recalques de fundações diretas . • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis. INTRODUÇÃO .Ensaio Pressiométrico (PMT) .Recalques admissíveis . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Ensaios de cone (CPT) . ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional.Ensaio de Palheta (Vane) . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas.Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas . Normas. SONDAGENS GEOTÉCNICAS .Sondagens a trado e poços de observação . bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra.

H. Introdução à Engenharia de Fundações.. R.Y.E. MENZIES. 20 189 p.Y. edição. FUNDAÇÕES PROFUNDAS . visitas técnicas e seminários. F. Ed. 169 p. 1996. . COPPE-UFRJ. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos..1. SCHNAID. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES. vol.Tipos de fundações profundas . D. PECK. Foundation Analysis and Design. São Paulo : Edgard Blücher.. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO. URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. 1a.. N. SIMONS. Pitman Publishing.Capacidade de carga de estacas isoladas . John Wiley & Sons. São Paulo : Pini. 1996. TOMLINSON. 785p VELLOSO.Provas de carga em estacas . B. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações. Foundation Design and Construction. 1948. WINTERKORN. Apresentação individual de trabalhos em seminários.B. 1998. TERZAGHI. [et al] Fundações : teoria e prática.. 290p. Fundações.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais .Recalques de estacas isoladas . exercícios.Atrito negativo em estacas 7. Van Nostrand Reinhold Company.. 201p.R. LOPES.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . FANG. 1983.J.. J. 1. São Paulo Edgard Blücher. H. McGraw Hill. Editora Interciência. 1981. ALONSO.Provas de carga em placa 6. K. N.E. New York. HACHICH. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.. M. Foundation Engineering Handbook.A. WALDEMAR .K.F. São Paulo : Oficina de Textos. 751 p. Edition.

Chapa colada. Lesões por esmagamento e compressão. pilares e lajes de concreto armado. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Patologia dos materiais 7. Lesão por rotação. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação. redimensionamento da viga . Agressividade e corrosão das armaduras 11. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. grout. Corrosão por cloretos. Efeitos do fogo 10. Fissurações: Tipos. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações.Origem dos problemas patológicos 3. Introdução 2. medidas preventivas e corretivas 12. Empolamento dos solos. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. sulfatos e carbonatação 9.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Vida útil das edificações 6. Causas prováveis de falhas 4. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . • Propor formas de tratamento das patologias. determinando suas prováveis origens. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. Defeitos de projeto e execução 5. fibra de carbono. Lesões por acomodação. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. em obras e em simulações realizadas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. da Acidentes estruturais na construção civil. Patologia das fundações. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. 1988.13. P. Residential construction problem solver. Editora PINI. visitas técnicas. 1995. McGraw Hill. data show ou canhão. 1998. UFRGS. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. FORTES. 1992. V. UFRGS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. quadro. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. São Paulo. (Dissertação de Mestrado). recuperação e reforço de estruturas de concreto. Porto Alegre. D. Editora PINI. Editora PINI. UFC. A . São Paulo. F. New York. SOUZA. P. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. J. DAL MOLIN. 1986. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. revestimentos e impermeabilização 15. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. Prova de carga 19. L. Vol I e II. HELENE. 1997. 1998. Editora PINI. 1995. utilizando retro projetor. Editora PINI. reforço e proteção de estruturas de concreto. P. 1993. B. SILVA. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. Patologia da umidade 16. R. Porto Alegre. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. de campo e em laboratório. A. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. . E. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. CUNHA. São Paulo. P. da alvenaria. Patologia das pinturas e acabamento 17. 1999. HELENE. Manual para reparo. USP. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. São Paulo. o primeiro seminário e o estudo de caso. Tese (Livre Docência). São Paulo. São Paulo. Patologia.

A. Porto Alegre. . Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. J. UFRGS.PINTO. 1996. Santa Maria. do N. 1989. Patologias da impermeabilização. Multipress Editora.

9º SEMESTRE .

custo 4.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.1.Fayol 2.RH 3. compras. Aulas Práticas e Visitas Técnicas.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2. Uso de Recursos Audiovisuais. A Evolução da Administração como Ciência 2.2 Sistema Planejamento e Controle .financeiro 4.Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução.2 Pert . financeira. b) Estudar as funções e operações administrativas. OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3.1.Marketing 3.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas.1. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. marketing e vendas.Venda .1. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.Projeto .1.1 Sistema Industrial . produção e engenharia de apoio.3 Cronograma Físico . ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.Produção 3.Taylor 2.1. TEORIA DE SISTEMAS 3.1.1.3 Teoria Clássica . . PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4. Conceitos básicos em Administração.4 Sistema Recursos Humanos . sua evolução e aplicações.1 Pert .Mayo 2.4 Teoria Humana .Processo .PLP 3. Princípios e teorias administrativas. projetos.2 Teoria Científica .1.5 Sistema Financeiro 3.3 Sistema Comercial .tempo 4.

SLACK. 1993. 1999. al. Introdução á Teoria geral da Administração. 1983. São Paulo: Makron Books. MC Grand Hill. MONKS. Ed. Idalberto. Joseph. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. Administração da Produção. São Paulo: Makron Books. 1993.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. 4ª ed.Administração da Produção. Ed. . AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. Nigel et. Apresentação em Aula. Atlas. Idalberto. Relatórios. 2vls. Teoria Geral da Administração.

AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações. cartas convite e processos de julgamento. composição de materiais e custos. Posteriormente. financeiro e físico-financeiro .Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. Avaliação imobiliária. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. financeiro e físico . Receber orientações sobre concorrência. noções de perdas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. gerenciamento e controle de perdas.721/99. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. Orçamento. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. editais e concorrências. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. orçamentos. Executar cronogramas físico. utilizar um software sobre o assunto. planejamento de obras.financeiro. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. utilizando métodos científicos de avaliação. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico. planejamento. cronogramas. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. Discutir tendências da construção civil.

Curitiba. Rio de Janeiro. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). São Paulo. ABNT . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. utilizando retro projetor.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. C. 2002. PINI. Ed. Engenharia de Avaliações . P. V. R. 1994. DIAS. ed.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. São Paulo. P. Curitiba. Ed. P. São Paulo. R. 1999. PINI. Ed. Ed. FIKER. São Paulo. Como gerenciar construções. . de campo. 2000. Anais de Seminários e congressos. VIEIRA NETTO. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. A. 1999. R. PINI. A. VIEIRA NETTO. Avaliação de imóveis urbanos. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7).Introdução à metodologia científica. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. Ed. Construção civil e produtividade. R. 1997. 2001. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). 2000. PINI. Copiare. PINI. São Paulo. . Gerência de programas e projetos. V. Ed. J. Revistas e publicações técnicas. Copiare. Planejar para construir. . Artigos técnicos.Tabelas de composição de preços para orçamentos. apresentação individual do memorial descritivo. São Paulo. DIAS. São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. PINI. TCPO . Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. Ed. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). DANTAS. A. 2000. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. 2001. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Ed. PINI. quadro e data show.

Necessidades. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. construções e equipamentos. A evolução social. A cidade como complexo sóciotécnico.Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. projetos arquitetônicos.Organograma de Funções . programas. NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo. . apresentação de vídeos. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos. Legislação prática: projetos arquitetônicos. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores.Fluxograma de Circulações . dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). projetos complementares.Pré Dimensionamento . O planejamento do espaço. Tipologia de espaços arquitetônicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. complementares.Habilitação 2. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . A evolução urbana.Atividades Humanas .Projetos: Arquitetônicos. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual. sócio-econômico e cultural. O Urbanismo. Visitas a centros históricos.Teoria de Programa de Necessidade . construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS .

Gustavo Gili. São Paulo. 1979. PLANO diretor de Porto Alegre. Blucher. NEUFERT. FERRAR. São Paulo. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. Blucher. . 1990. A. A. Ventilação e cobertas. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. Desenho arquitetônico. Mestre Jov. 1968. São Paulo. Introdução ao projeto. São Paulo. 1990. 1965. Morris. COSTA. G. MOLITERNO. MONTENEGRO. Blucher. G. 1988. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. A. Blucher. Blucher. 1982. Pioneira. MONTENEGRO. Blucher. A perspectiva dos profissionais. A. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. PLANO diretor de Santo Ângelo. 1988. Arte de projetar com arquitetura. São Paulo. MONTENEGRO. São Paulo. G. Ernst. 1982. São Paulo. REVISTAS de Arquitetura. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA.

Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Escolha da Seção Transversal 9. Infra-estruturas. Apoio de Pontes 11. Conceitos Notações 3. Pontes em pré-moldados. Linhas de influência. História das Pontes 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Detalhes de Acabamento 10. Carregamento em Pontes 5. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Apoios. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Tipos Estruturais 7. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Tipo de Fundações. Seção transversal. Tipos e métodos construtivos de pontes. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Estruturas metálicas de pontes. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Considerações de carga móvel. Processos de Construção 8. Normas Aplicáveis 4.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Solicitações sobre estruturas de pontes.

G. A. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado.Ed. Interciência. MONNIG. 1977. S. Tratado de concreto armado. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. S. A. 1977. 12. Barcelona. 1987. NORMAS ABNT .. K & CHANDRASE KLAR. Interciência. C. M. Analysis of determination structural concrete flexural members. S. C. Guanabara Dois GIOSH. S. 1976. 1981. B. P. 1977.LEONHARDT. São Paulo: Hemus. MESEGNES. Vl 6 Interciência.Solicitações normais . Barcelona : Gustavo Gili. K & CHANDRASE KLAR. F. K & CHANDRASE KLAR. C. Construção de Concreto Armado. MONTOYA. S. . F.Aplicáveis ao concreto armado. PROMON. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. E. 1977 GIOSH. GIOSH. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. 1977. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado.Teórico e práticas. 2002. ACI Publicacion. Hormigon Armado. C. J. SANTOS. F. K & CHANDRASE KLAR. McGrawhill do Brasil. S. São Paulo: LMS. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. Interciência. P. Estruturas de Concreto . S. Interciência. S. GIOSH.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . ed. CABRE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. Construções de Concreto. LEONHARDT.

vigas.Elaboração de pré-dimensionamento.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar.Organograma das funções.Fluxograma das circulações.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Modelos estruturais. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. . • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto.Lay-out interno. Reservatórios. . . • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. Hidros-sanitário.Execução e desenvolvimento de ante-projeto. Muros de arrimo. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. Lajes. escadas. realizando pesquisa de dados. fundações. . . pilares. bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. . ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . elétrico e arquitetônico. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. .Elaboração de programa de necessidade.

Estruturas de drenagem.Reservatórios .Sistemas de esgotos . construção e operação de tanques sépticos.Caracterização da água de abastecimento .Projetos de redes de água . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto. ÁGUA . higiene e conforto dos ambientes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Drenagem superficial urbana.Conceito básico .Quantidade de esgoto sanitário . dureza e corrosão . dosagem e aplicação .Filtros e desinfeção . Reservatório e redes de distribuição.Sistemas de bombeamento .Mistura e decantação . condições de potabilidade.Quantidade de água necessária 2.Características do esgoto .Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico. processos de tratamento.Condutos 4. ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental.Aeração e arejamento . controle de efluentes.Coagulação e floculação . tratamento e condução de águas.Flouretação 3. Sistema urbano de abastecimento de água. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico. sistema de esgotos sanitários. ESGOTOS .Poluição e autodepuração da água .Rios .Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água .Alcalinidade. Captação de água e adução.Recurso natural . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA . Esgoto: Características.Produtos químicos. Sistema de abastecimento e tratamento de água. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO .Quantidade de esgoto pluvial .

São Paulo.Condições gerais . (Manual de projeto). Rio de Janeiro.Projeto de sistema de distribuição de água. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. DRENAGEM URBANA . 415 p. N. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. 2001. M.Instalação da tubulação nas valas 5. C. visitas técnicas e seminários. 1973.Projetos de redes de esgotos sanitários . SPERLING. SPERLING.Projetos de esgoto pluvial . DACACH. SPERLING. Sistemas urbanos de água. 2001.G. TANQUES SÉPTICOS .Definição . 1997. 245 p CRESPO.H.C. Reatores anaeróbios. 131 p. 2001. 1993. M.V. Belo Horizonte : UFMG. de L. Lodos ativados.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. N. Lagoas de estabilização.G. 1984. N. et all. 1996. Manual de tratamento de águas residuárias. Guanabara Dois. 211 p. Abastecimento de água. BOTELHO. CRESPO.Valas para coletores de esgoto . 1980. 1996.G.G. M. Belo Horizonte : UFMG. 1986. Belo Horizonte : UFMG. São Paulo : Edgard Blücher. Edgar Blucher. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Belo Horizonte : UFMG. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. K. M. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais.G. Elevatórias nos sistemas de esgotos. P. São Paulo : Edgard Blücher.V. Ed. Rio de Janeiro. 1984. UFMG.Inspeção 6. BALBLITT. 1997. DACACH.V. C.Métodos ..Elevatórios de esgotos . 237 p CHERNICHARO.V. 483 p. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Belo Horizonte. SPERLING. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. 301p. Belo Horizonte: DESA. P. Saneamento Básico.Drenagem urbana.V.A. 240p. (1975). exercícios.Pluvial . H. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. Belo Horizonte: UFMG. CETESB. 290p. . • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. Sistema de esgotos.NBR 7229. Tratamento primário de esgoto. CETESB. Ed. IMHOFf . M. DACACH.Dimensionamento dos condutos . 134 p.

BOTELHO.P. 1979. NETTO. Manual de saneamento de cidades e edificações.H. P. 1991. J.M.C. LTC. A. LEME..JORDÃO. Tratamento de esgoto doméstico. F. Rio de Janeiro. . 229 p. São Paulo : Pini. Engenharia do Saneamento Ambiental. M.

5 O problema macro-logístico 2. PLANEJAMENTO 1.1 Introdução a logística 2. • Executar um Plano Municipal Viário.6 Modelos de distribuição de viagens 1.3 Dimensionamento de Vias. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1. • Planejar o transporte urbano. Estudos de operações em transportes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3 Sistemas de distribuição física 2. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.3 Aspectos de estrutura urbana 1. SISTEMA VIÁRIO.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes.9 Cálculo semafórico 2. Política de transporte.1 O Cenário do Sistema 3.2 As Componentes do Sistema 3. 3. LOGÍSTICA 2.7 Modelos de escolha modal 1. • Planejar o transporte de carga.2 Métricas espaciais 2. Visão Geral 1. Transportes públicos. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes. Estudos de demanda de transporte.6 Roteirização de veículos 3. .2 Transporte e atividades urbanas 1. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos.1 Planejamento de transportes. Sistemas de transportes.4 Modelos de transporte 1. • Políticas de transportes. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT).Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes.8 Modelos de alocação de viagens 1.

John Wiley and Sons. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes.3. Louis F. e KAWAMOTO. BARRA. 1982. STAMMER Jr.225-230. Leon H. Rio de Janeiro. and MILLER. Environmental analysis of transportation systems. EESCUSP. 311 trb. Pp. Applied System Analysis. 413-21. DE NEUFVILLE. NCHRPR. Avaliação de Projetos de Transporte. BOWLBY. Livros Técnicos e Científicos. visitas a parques de estacionamento. and Vinod.SP. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. J. Nilder e KAWAMOTO.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. DICKEY. Mc Graw-Hill. R. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. WAYSON. New York. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels.L. 1970. pp. John W. obras. São Carlos . apresentação de trabalhos e relatórios. R. Modelling and Management in Transportation. 1989. 1997.5 Modal Dutos 5. trabalhos de pesquisa. 4.4 Modal Marítimo 4. praças de pedágios. 16. E. Eiji. Volume 2. H. W. Richard. New York.2 Modal Ferroviário 4. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. 1990.Z. 1984.4 Saturação das Vias.3 Modal Aquaviário 4. An inventory theoretical model of freight Transportation. FURTADO. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. 4. . 1978. New York. BAUMOL. Road project appraisal for developing countries. and MCVOY. Gary R.1Modal Rodoviário 4. John Wiley and Sons. A. W. Management Science.

3 Umidade 7. Isolamento térmico. Ciclo Termodinâmico 4.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas.1. Fluídos Frigoríficos 5. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes.2 Tabelas 6. Carta Psicrométrica 8.1 Sistemas de distribuição de ar 11. Dimensionamento e Aplicações 5. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. Princípio de Funcionamento 3.1 Aplicações 9. Carga Térmica 10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Dados para elaboração de projetos 11. Condicionamento de ar. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado. Elementos de Controle 6. Elaboração de Projetos. Conforto Térmico 10. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes.1 pressão 6.2 Ventiladores . Psicrometria 8. Cálculo de carga térmica.2 Temperatura 6.Diagramas 5. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2. Dimencionamento de ar. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11.

Indrodução do ar condicionado. L. NOGUEIRA. São Paulo.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. Victor L. Koogan.Física Industrial de refrigeração. Gardon J. Rio de Janeiro. Madrid. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA. 1985.R. 1973. Blucher. Blücher. Ventilação industrial e controle de poluição. OZISIK. CLEZAR. Rio de Janeiro. Espanha. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. W.. 1990. LTC. MACINTYRE . Necoti. 1988. MACCARTNEY. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. Enio C.E. 1976. Guanabara.V. São Paulo. Blucher. Fund. A. e PITTS. W. Barcelona.P. M. Toleres gráficos ibero-americanos.Guanabara Dois. Campus. Calefação 12. Introdução à mecânica dos fluidos. . JONES. Richard F. SISSOM. Mecânica dos fluidos. Transferência de Calor. Espanha. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. STREETER. 1975. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. Robert. A.12. Água caliente solar. 1981. Termodinâmica clássica. São Paulo.V. FOX. 1981. McGraw-Hill. 1993. . McGraw-Hill do Brasil. 1972. A. R. D. Guanabara. S P. Rio de Janeiro. Hélio. C. 1999. Fundamentos de ventilação industrial. R J. Florianópolis : UFSC. WYLEN. & SONNTAG. Fenômenos de transporte. C. 1990.K. CREDER. Ventilação Industrial. Blycher. 198l. Engenharia do ar condicionado. V.

• Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. PBQP-H ANEXO III/IV 6. Ferramentas da Qualidade 7. Mapeamento de Processo 3. Documento do SGQ 5. Normas ISO 9000 4. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. Normalização. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Conceitos da qualidade. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. Organização nacional e estrangeira. Implantação. Conceitos de QUALIDADE 2. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. Fabricação. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. Movimentos motivacionais. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. Normas básicas. Sistemas da qualidade. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Gerenciamento. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. Noções de confiabilidade. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Metodologia de elaboração de normas. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. . Montagem e condicionamento. equipamentos. Qualidade em projetos: suprimentos.

SP. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global.Diretrizes para auditoria da qualidade. 1996. THOMAZ. Mc Graw-Hill Ltda. P. A. UFSC. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H.. 2006. São Paulo. E.M. M. . São Paulo: Atlas. E. H. 2003. PINI. PALADINI. Dissertação. Rio de Janeiro: Elsevier. NBR ISO 19011. gerenciamento e qualidade na construção. NBR ISO 9001. 135 p. 2001.L. Ed.Requisitos para o SGQ. Controle da Qualidade. Tecnologia. 1991. P. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. JURAN. Gestão da qualidade: teoria e casos.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. M.

Apresentação oral (postura.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. Elaboração da metodologia de trabalho. O orientador avalia a pertinência do assunto. . ESPECÍFICOS: . se houver. Escolha do tema.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Ou propõe um tema e escolhe um orientador. METODOLOGIA . . Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. gestão do tempo e recursos. domínio do conhecimento). Definição do orientador com afinidade ao tema. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. foco e conteúdo científico). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso.O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização). Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. Fundamentação teórica. 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. 3. Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. .O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador. .Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. feita pelo orientador.

.Revisão anual emitido pelo responsável do curso. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.

10º SEMESTRE .

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. Atividade de estágio. Planejamento das atividades. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. bem como. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. Elaboração de Relatório. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. Elaboração da proposta. . METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização.

• Calcular seção dos cabos. PFEIL. NBR 6118-2003 . desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Esforços devida a protensão. Avaliação do desempenho. Perdas de protensão. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. 2.Imediata e deferisas Flexão . 7. Estudo dos materiais. 4. As 3 avaliações formam a média do semestre. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . 8. cumprimento de trabalhos e freqüência. 3. Walter Concreto Protendido. F. • Associar a teoria à prática. Determinação da protensão.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Dimensionamento. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Rio de Janeiro. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Construções de Concreto. 1991.Tesões Normais . consistindo de participação em sala de aula. • Dimensionar seções transversais. Execução de protensão. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. 5.Interciência Vl 06. 6. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Conceitos. EDC. 1977.

Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. LTC. VASCONCELOS. Arte & Industria. Eurolles. Lê projet de bétom precomtraint. NORMAS CEB/FIB . Rio de Janeiro. Augusto C. A. Rio de Janeiro. da Prática de Concreto protendido. 1980.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. Gildásio R. de. SILVA. 1975.

2.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. ESPECÍFICOS: . que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. feita pelo orientador.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I. 3. foco e conteúdo científico). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. . gestão do tempo e recursos. METODOLOGIA .O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.Apresentação oral (postura.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. Revisão anual emitido pelo responsável do curso. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. . domínio do conhecimento). .

General. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. Apply on design of urban highways and arterial streets. Sinalização horizontal e vertical. CONTROLE DE ACESSOS 7. Notas de aula. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. USP. desenho de vias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. Americam Association of state highway officials. Representação dos fluxos de tráfego. 1972. W. volume de tráfego. W. Projeto de sinalização semafórica.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. Rio de Janeiro. de Planejamento. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. função e características do motorista e do pedestre. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. 1991. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. para o dimensionamento das vias. SENÇO. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. para a programação de semáforos. PUC. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Introdução ao fluxo em redes. Capacidade e nível de serviço. planejamento. 1973. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. THOMAS & ARIES. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. Escola politécncia. . ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano.

USP. . M. 1991.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. 1975. P. Economia dos Transportes. J. A. The full costs of urban transport. departamento de Vias de Transporte e Topografia. J. WIDNER. Berkeley. University of California.

Elalia. Lodernir Becker e KLEIN. FELIPE. Roseléia. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Porto Alegre: Organizadora Mediação. Núria.). Lucinda (Org. Porto Alegre: Artes Médicas. Integração social e integração de surdos. FERNANDES. Passo Fundo: UPF. identidade e diferença no campo da educação. Um olhar sobre as diferenças. 2004. MONTEIRO.). visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem.). Porto Alegre: Mediação.. Língua brasileira de sinais: educação especial. Carlos.). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. 1997. QUADROS. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. Vol.Disciplina: LIBRAS . 2005. Brasília: SEESP. THOMA. ________. Língua. 1. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. São Paulo: Summus. ARANTES. SOUZA. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. Surdez e Bilingüismo. MEC: SEESP. 1998. 2006. Ronice Muller de. os elementos que constituem os sinais. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. Tanya A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. SCKLIAR.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. Myrna S. Educação de surdos: aquisição da linguagem. Maura Corcini (org. curso básico. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. I. SILVESTRE. KARNOPP. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. alteridade. SCHINEIDER. 2005. noções sobre a estrutura da língua. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. A invenção da surdez: cultura. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. SCKLIAR. 2001. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Babel. culturas comunidades e identidades surdas. Andaraí/RJ: Ed. Madalena. Porto Alegre: Mediação. 1993. 1997. Lucinda (Org. 1999. Vol. . 2003. 2007. Valéria Amorim (orgs. Regina Maria de. Carlos. A língua na educação do surdo. Brasília. Adriana da Silva e LOPES.

788/2008”. que dispõe sobre o estágio de estudantes.788.URI. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. de 25 de setembro de 2008. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11.788. de 25 de setembro de 2008. acrescida à carga horária regular e obrigatória. a partir de 1º de novembro de 2008. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos. Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio. 1º Para atender ao disposto na Lei 11.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. abaixo discriminados. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia . O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . determina que seja inserido.788. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. resolve: Art. de 25 de setembro de 2008.

Art.Português. bem como. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. a contar da presente data. deverão ser definidas.Esta Portaria entra em vigor na presente data. 3º . Bruno Ademar Mentges Reitor da URI . 2º . Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório. REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. 31 de outubro de 2008. pelos Departamentos da URI.No prazo de 90 (noventa) dias.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras .

parecer. Elaborar desenhos técnicos.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. . supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia.03/CUN/09. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. Auxiliar na elaboração de laudo. PARECER Nº 2824.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. 1. planejamento. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. vistoria. organizar. certidão e relatório técnicos. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. Elaborar orçamentos. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. Exercitar a capacidade de observar. 1308/CUN/2009.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. perícia.

Projetos de Construção de Estradas I e II. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. estudo. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. ensaio e experimentação técnica. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Estrutura de Aço e Madeira. barragens. Hidrologia. Obras de Terra. Hidráulica. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . transportes. Superestrutura de Estradas. Saneamento Básico. saneamento ambiental e estruturas. e também. estradas. Instalação I e II. topografia e geoprocessamento. Desenho Técnico I e II. Construção Civil I e II. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. Fotointerpretação. Estrutura de Concreto Armado I e II. Mecânica dos Solos I e II. instalações elétricas e hidráulicas. Topografia I e II. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia.• Auxiliar na coleta de dados. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. Quantitativos e Custos. Fundações. Computação II-B.