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PP Erechim Engenharia Civil do

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URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

.11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.Estágio: 240h Total: 4.395h 1.

Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. eletrônica e robótica. bem como a contínua atualização desse pessoal. dos países do primeiro mundo como a de computadores. para não perderem a hegemonia. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. o comércio internacional está se intensificando. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. absorção de pessoal qualificado. As indústrias de alta tecnologia. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. o tecnológico. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. automóveis. Com tudo isso. em maior escala. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. etc.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais.. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. devem investir. educaçãodesenvolvimento. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. o do sistema educacional. Neste contexto. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. . escola-sociedade.. dominam os principais setores de ponta. Para isso. comandadas por computador. o do sistema ocupacional.

é preciso que se busque a autonomia na projeção . via pesquisa básica. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. é possível. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. o projeto. Com um pretendido aumento da renda. também. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. pelas pesquisas aplicadas. Para isto. que novos consumidores. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos .divulgação . hoje se vislumbra não ser definitivo. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas.produção .a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. consequentemente. Assim. 2. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes.materialização do conhecimento científicotecnológico. Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. acabem se integrando ao mercado. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. gerando novas demandas. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. e até de ponta. registro e análise de dados. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. em aplicações práticas. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. Para este. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. especificando. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo.

sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. Deve somar. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais.setores de ponta. por exemplo. também. O terceiro é o de LIGAÇÃO. Consequentemente. para programar o uso desses novos equipamentos. econômicos. na atualidade. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. com ênfase na atividade produtiva. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. e está envolvido na criação de novos produtos. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. A expansão do mercado de trabalho. Isso leva. Além disso. processos e sistemas. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. Evidentemente. no futuro. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. Com o aumento da automação nas fábricas. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. sociais e ambientais. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. como. como nos serviços. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. a isso. que atua na interface entre a concepção e a execução. As especializações. a compreensão dos problemas administrativos. devendo haver. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. Em síntese. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. também. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. Considera-se como requisito importante o . As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. abrangendo aspectos técnicos.

nos aspectos técnicos. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. a pesquisa e a extensão. para o efeito da carreira docente. pois. redimensionar a formação do engenheiro. planejar. constatar-se que. 2. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. Além disso. ambientais e políticos.conhecimento de aspectos legais e normativos. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. filmes em vídeo. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. . Por outro lado. A produção de materiais didáticos. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. principalmente. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. em alguns casos. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. os recursos computacionais. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. do ensino e da extensão. Com relação aos docentes. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. simulações em laboratório. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. Em certas áreas. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. econômicos. implantar e controlar processos produtivos.

conjuntos habitacionais. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. bancos. companhias de seguros e no exercício do magistério. túneis e vias férreas. também. quando tiver formação pedagógica complementar. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. firmas especializadas em montagem de equipamentos. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . recebem pesquisadores russos. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. poderá atuar no serviço público. estradas. consultorias. portos. A Universidade busca. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. em termos de ensino e pesquisa.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. empresas de planejamento e projetos. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino.5 O MERCADO DE TRABALHO . Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. ainda. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. em indústrias. Poderá atuar. além de Centros de Processamento de Dados. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento. canais e aeroportos. 2. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. O profissional formado por este curso. gerando hipóteses para transformação da realidade. 2. à uma visão analítica. pontes.

• A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. é importante fazer uma profunda análise deste fato. No atual contexto. aproximadamente. enquanto lugar de ensino e pesquisa. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. a área de habitação popular. • As oscilações econômicas por que passa o país. à provocação do pensamento vanguardista. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. Neste sentido. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. 80 municípios da região.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. respondendo. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. Em especial. ligado por vias asfálticas em todas as direções. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. . considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. E por não ser algo estável. recebendo estudantes de. qualquer resquício de estagnação. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. que reverte a curto prazo. assim. 2. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso.

a mão-de-obra de. atualmente. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia.80 Km e nessa área. aproximadamente 575 profissionais da construção civil. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. planejar. como sede de um Campus de Universidade. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino.• Santo Ângelo. assim.2 Específicos Para que o Curso atenda. realmente. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais.7 OBJETIVOS 2. facilitando. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. 2.099. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica.7. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. 2. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43.7. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas.

assim. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. • • • • • • Reforçar as aulas práticas. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. através da extensão. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. administração. Vincular o curso ao progresso tecnológico. e não apenas verbalizando. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. legislação.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. Incentivar a integração regional. . Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. capacitando. entre outros. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. normalização e controle do meio ambiente.

REMAT. TRANC. MATR. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 . URI 3093 3314 3661 3865 INSC.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA .58 1.46 40 28 32 35 MATR. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR. VEST. CANCEL.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. VAGAS INSC.18 1. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR .0 1. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC.

H CRÉD.5 anos / Máximo . 15-115.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL .A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215. 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ. 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo . 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 .4 anos / Médio . 15-104 38-106. P. T.9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C.

38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131. 38-201 15-121. 38-251 38-206 38-253 15-161.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-301 38-253. 38-201 15-114. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-302 38-353. 38-253 . 38-132 38-203. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302.

800h 38-205.30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS . 38-207 30-027 38-504 .LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.

4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met. Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .

São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista. 4. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade. as quais. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. Constitui-se de conteúdos científicos.2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. . Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes.4. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro. 4. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

O curso de engenharia.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade.Lei 5194 . Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. Avaliações do MEC.Resolução 218.Formação e atualização do engenheiro. . Chefias de Departamento. . 5. O profissional de engenharia e suas atribuições. A engenharia do século XXI . CREA-CONFEA.O cenário do desenvolvimento . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão.Controle e fiscalização profissional. O profissionalizante. ABENGE. integrando-o no sistema universitário.Laboratórios. O ensino. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. Coordenação. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. Legislação . Análise da grade curricular.Sistema CONFEA/CREA. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Responsabilidades do Engenheiro. Processos de aprendizagem. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro. A Engenharia no contexto do curso. . .Estrutura Organizacional 3. Engenharia no contexto do Campus. .FURI/URI .Cenário de atuação profissional. Planejamento estratégico aplicado ao estudo. A Engenharia no contexto da sociedade. O básico. Direção. A engenharia no contexto da universidade . Sindicatos. Estaduais e Entidades de Classe. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. 4. Áreas de atuação. 6. 2.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. 9. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. Florianópolis. Datas de realização: diversas. 1996. A. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. seminários. 1970. Manual Acadêmico. UFSC. do Ensino da Engenharia. M. Santo Ângelo. URI. Aulas e tarefas no laboratório. Pesquisas na Internet. PEREIRA. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. W.7.. 2007. Almir E. . BAZZO. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. exercícios. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. UFSC. quadro e projetor multimídia. W. A.Anais dos Congr.1997. 8. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. L. estudos em laboratório e trabalhos. utilizando retro projetor. Florianópolis. Visitas técnicas. COBENGE . Bras. & Outros. Instituto de Pesquisa Rodoviária. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. Revistas. Introdução à Engenharia. T.

POTÊNCIAS DE BASE 10 . NÚMEROS COMPLEXOS .Notação científica 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Trigonometria. Logarítmos. Radicais.Definição .Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas.Operações .Teorema do resto . PRODUTOS NOTÁVEIS .Algoritmos da divisão .Quadrados da soma e diferença .Definição .Aplicações . OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático. POLINÔMIOS .Cubos da soma e da diferença 2.Trinômios de 2º grau .Fator comum. RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Potências de base "i" . Agrupamento .Trinômios quadrados perfeitos . FATORAÇÃO .Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3.Introdução .Produto da soma pela diferença . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos. Potências de base para funções. POTENCIAÇÃO 4. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações.Conceituação .Operações com números complexos 7.

Função composta .Definição.Propriedades dos logaritmos .Definição .Funções trigonométricas: seno.Aplicações. Arco duplo .Redução ao primeiro quadrante .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco .Gráficos ..Resolução . sinais e gráficos .Domínio e imagem . tangente. Função logarítmica .Gráficos 10. coseno.Equações exponenciais não redutíveis a mesma base .Logaritmos decimais e naturais .Função inversa .Razões trigonométricas num triângulo retângulo . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. TRIGONOMETRIA .Propriedades das raízes . FUNÇÕES DE 1º GRAU .Círculo trigonométrico .Aplicações 13.Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8.Tipos de funções . FUNÇÕES EXPONENCIAIS . cotangente. EQUAÇÕES POLINOMIAIS .Definição e gráficos 11. FUNÇÕES . secante e cossecante .Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Arcos e ângulos .Adição e subtração de arcos.Mudança de base .Relações de Girard 9.Definição e gráficos 12.Equações logarítmicas . LOGARITMOS .Sistemas de logaritmos .Definições. variações. .

Luiz Carlos de. IEZZI. Atual. São Paulo. 2000. São Paulo. Gelson. Matemática. Matemática. 3. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV.4. volume único. José Rui. V. 2001. IBEP. V. 1994.7. curso completo. V. Matemática. São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. Cours de mathematiques supérieures. Scipione. . Charles. São Paulo. Moscou Mir. 1970. Matemática. 1 a 10.6.9 SCIPIONE e outros. Curso Fundamental. Ática. Melhoramentos. Fundamentos de matemática elementar. SOLOMON. 1975. DOMENICO.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos.

3. Teoria cinética dos gases.1 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. 5.Posição e deslocamento.Componentes de vetores. 4. atrito.3 . 4. em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton. Trabalho e energia.VETORES 2.3 .Aplicações das leis de Newton. 2.Força.Movimento circular uniforme.4 .MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4. aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. 3.Queda livre.1 .4 .Massa.MOVIMENTO RETILINEO 3.2 .Movimento de projeteis. UNIDADE 5 .Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.FORÇA E MOVIMENTO 5.Soma de vetores.Atrito. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas. 5. Cinemática.2 .Vetores unitários.Sistema Internacional de Unidades (SI).Leis de Newton 5.Posição e deslocamento. UNIDADE 4 .2 .3 . UNIDADE 2 .3 . .Velocidade e aceleração.Velocidade e aceleração. 4. 1.MEDIÇÃO 1. Princípios da dinâmica.1 .1 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.Vetores e escalares. 5.5 .Mudança de unidades. aplicar.1 . 3.2 .Multiplicação de vetores UNIDADE 3 .6 .5 .Movimento. 2. 4. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.2 . 2. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais.Movimento em duas e três dimensões.5 .5 . 2. Escalas vetoriais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .

4 . 10.Variáveis lineares e angulares.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6.UNIDADE 6 .3 .Potência. UNIDADE 7 .Momento linear. 11.1 .5 .Cálculo do momento de inércia. 9. UNIDADE 11 .Torque. 10. 9.Energia cinética de rotação.2 .1 .3 .Trabalho de uma força constante 6. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas). vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.4 .3 . UNIDADE 10 . trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Conservação do momento angular.3 . 11.5 . 7.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.Trabalho e energia potencial.Teorema trabalho-energia cinética. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.Forças conservativas e não-conservativas.1 .5 .Centro de massa. 6.Momento angular de um corpo rígido.Lei de Hook.Impulso e momento linear.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .1 .Trabalho de uma força variável.4 .Colisões elásticas e inelásticas.O que é colisão.3 . canhão. 7.2 . 6. 7.ROTAÇÃO I 10.Momento Angular. 10.2 . 10.COLISÕES 9.1 . 9.1 .Energia mecânica 7. .3 .Conservação do momento linear UNIDADE 9 . 8. atividades de laboratório e relatórios.2 .4 .Colisões em duas dimensões. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.2 .Energia cinética. 6.ROTAÇÃO II 11. 8. 6.As variáveis da rotação.6 . AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.2 .CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7.Conservação de energia.

4 Ed. H.J.. ZEMANSKY. 4 Ed.. São Paulo: Makron Books. R. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. LTC. KELLER. 1996. YOUNG. TIPLER.. EDWARD GETTYS. SKOVE. KRANE. V. MARK W. Fundamentos de Física . WALKER. K. HALLIDAY.1. São Paulo : Edgard Blücher. 1999. 1990.. MALCOLM J. ed. LTC. HUGH D. D. Física . . V. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.. 1.Mecânica. R. W. 3. Física. Rio de Janeiro. FRANCIS SEARS. D. P. Física 1. RESNICH. Física. Ed.. RESNICH. Um curso Universitário. 1995. 1996. FREDERICK J. LTC. Física. 2.ed.1996. 1981. 3 Ed. SP. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. S.. Edgard Blucher Ltda.Mecânica.

3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. gerações. Linguagem básica específica da área. funcionamento. Noções de editoração.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. planilha eletrônica e apresentação. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. funcionamento e variações). possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. memória. 2ª. Algorítmo. software e principais utilitários. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. Manipulação de conjuntos. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. manipulação de arquivos. hardware. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. . ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. variações. teoria da comunicação. Lógica de programação. Noções sobre sistemas operacionais.

2001. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. McGraw-Hill. 2000. 4. 2ª ed. Robert W. Ângela J. vídeo. 1990. Nosso Futuro e o Computador. 1999. 5ª ed. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. Para fins de avaliação do desempenho. Campus. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. Jonofon. Introdução Ilustrada à Computação. Lógica para Ciência da Computação. 1994. GONICK. Introdução à Informática. conforme especificado no Regimento Geral da URI.Brasília: Editora Jonofon LTDA. Porto Alegre: Bookman. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". São Paulo: Ed. 1a ed. GERSTING. 2002. Larry. Glenn. conceitos básicos e utilização de navegador). AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. 1998. NETO. Informática: Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: LTC. 2002. Judith L. Fernando de Castro. 4ª ed. M. Metodologia Científica na Era da Informática. Raciocínio Lógico. SÉRATES.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. ed. 1ª ed. João Augusto Mattar. Rio de Janeiro: Editora Campus. MEYER. laboratório de informática (Prédio 8). retroprojetor. 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. 2000. João Nunes de. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). 8 ed . . Rio de Janeiro: 2ª ed. Porto Alegre: Bookman. Porto Alegre: Bookman. METODOLOGIA: Quadro. SOUZA. regulado nos artigos 55 a 59. J. ponto de acesso à Internet. transcritos no Manual Acadêmico. MEIRELLES. 2000. Fernando de Souza. VELLOSO. São Paulo: Makron Books. São Paulo: Harper & Row do Brasil. fica instituída a atribuição de notas. São Paulo: Saraiva. NASCIMENTO. 3ª ed. Conceitos de Linguagens de Programação. Informática: novas aplicações com microcomputadores.

Operação com vetores . VETORES .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas.Resolver sistemas de equações.Ponto que divide o segmento numa razão dada . espaços vetoriais.Estudo da reta: diversas formas de equação .Conceitos fundamentais .Estudo da circunferência: equação. posições de ponto e reta em relação à circunferência.Módulos de um vetor .Áreas de um triângulo . retas. Sistema de coordenadas cartesianas .Intersecção de duas retas .Coordenadas do barricentro de um triângulo .Combinação linear. planos e circunferências.Representação cartesiana de um vetor. Produto interno vetorial e misto. Vetores e operações. visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso.Distância entre dois pontos no plano . Estudo da circunferência. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico. A área de um triângulo.Condições de paraleloimo e perpendiculares . Estudo da reta. Vetores linearmente dependentes e independentes .Expressão analítica e coordenadas de um vetor . Coordenadas polares.Distância de um ponto e uma reta . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. características e tipos de vetores .Versor de um vetor .Conceitos fundamentais .Equipolência e suas propriedades .Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores. GEOMETRIA ANALÍTICA . ESPECÍFICOS: .Coordenadas polares 2.Identificar figuras geométricas planas e espaciais.Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia. Distância entre dois pontos planos. Problemas .Ângulo entre duas retas . Operações e propriedades.Lugar geométrico . . .Classificação.

Produto misto e suas propriedades . Armando. Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. STEINBRUCH. Cálculo e geometria analítica. Rio de Janeiro. 1988. SHENK AL. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. IEZZI. São Paulo:MAKRON Books. 2000.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. José Reni e outros. . P. São Paulo. São Paulo. Fundamentos de matemática elementar. RIGUETO. Miguel O . OLIVA. JUDICE. Campus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. de São Paulo. Belo Horizonte. FTD. Instituto Brasileiro de Edições Científicas. 1988.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Cálculo vetorial e geometria analítica. Ed. 1971. Vicente Paz e outros. São Paulo. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. Elementos de geometria analítica.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . Atual. São Paulo. Rio de Janeiro. Vetores e geometria analítica. Vetores e geometria. exercícios e problemas variados. Scipione. 1988. LTC. P.. A. WINTERLE. Utilização de apostila com resumo da teoria. Waldir Muniz. Edson Durão. 1986.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . São Paulo: MAKRON Books. Campus AS. Geometria analítica. 1983. Rio de janeiro. Vetores e geometria analítica. GIOVANI. 2. Gelson. Geometria analítica.Decomposição de um vetor . Matemática. 1993. e WINTERLE. Matemática para o colégio. 1987. Imprensa Universitária UFSM. 1984. 1982.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . Univ. REIS e SILVA.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. Proporções. e o estudo das projeções ortogonais.Traçado de paralelas 3. 1986. Lisboa. Vistas omitidas. STAMATO. H. PROTEC. Fundamental de traçado à mão-livre. PROVENZA.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. São Paulo. Desenho Técnico. Francesco. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Desenho Técnico. Richard. 2004.Exercícios 9.. Normas para o desenho técnico. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre. V. 2 Ed. José & Outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. 1981. Desenho Técnico.Normas de desenho técnico. Albert & FORBERG. Thomas E. Projeção ortogonal de peças simples.Traçado de curvas 5. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. O. 13 Ed. Sulina. PETZOLD JUNIOR. L.M.Divisão de uma reta em partes iguais 4. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. FRENCH. Introdução ao Desenho Técnico.Projeção ortogonal 7. Porto Alegre. W. J. Primeiro e terceiro diedros. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. Sistemas de representação. Desenhista projetista.Traçado de retas 2.Desenho de letras técnicas 6.. 854p. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Coletânea de normas de desenho Técnico. . Fundamentos de Desenho Técnico. CUNHA. 207p. Editora Globo. BACHMANN. Editora Globo BORNANCINI. 1969.

A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO .Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário.Processo histórico de produção e transmissão . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . tecnologia e desenvolvimento . METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas.Natureza .Relação universidade e pesquisa . execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa.Planejamento. de. Rio de Janeiro. M. Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. A pesquisa como ato cotidiano. Avaliações por objetivos.Tipos e níveis . AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). Avaliação da apresentação pública do projeto. M. Instrumentalização metodológica. Rio de Janeiro. fim objetos .ABNT. Apostila. pesquisa. São Paulo: . na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos. Avaliação do projeto. Relatório de pesquisa.Educação. ANDRADE. Normas ABNT sobre Documentação.Caracterização . 1989. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA . O método científico e a prática da pesquisa.A função social da pesquisa . OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico.O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . ciência. Projeto de pesquisa. Tipos e características da pesquisa. Função social da pesquisa.O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA . Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.

. . Dutra. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. 4 ed. 1999. Ampl.Atlas.. São Paulo: Cortez.A. Metodologia Científica. 2000. 22. 2004. Metodologia do Trabalho Científico. RUIZ. 4. 20. EDIURI. Gláucio Couri. 1995. Pesquisa: princípio científico e educativo. J. P. RUDIO. BERVIAN. Ed. Metodologia e Prática investigativa-ação. Pedro. Eli. M. Ver. A Metodologia Científica. 3 ed. Machado. 2001. Antonio Raimundo dos. 1996. 1994. J. ed. A L. Petrópolis: Vozes. 1997. F. DEMO. 1986. V. Santo Ângelo. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. São Paulo: Atlas. Rio de Janeiro: DP&A editora. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. SANTOS. São Paulo: Cortez. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. A. SEVERINO. Ed. THIOLLENT. Sâo Paulo: Cortez.

2º SEMESTRE .

4. Cálculo de Limites . 3. ESPECÍFICOS: Determinar o limite. 1. trigonométricas diretas e inversas.3. Diferencial de uma função de uma variável . derivação de funções de uma variável. 4. LIMITES E CONTINUIDADE 1.1.3. Definição e interpretação geométrica. 2.2. INTEGRAÇÃO. 3.4.1.Regra de L'hospital.2. Regras de Integração.Aplicações. Continuidade de funções. a derivada e a integral de uma função em situações diversas. Integral definida.1. Integração por partes e por substituição.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. 4. 3. logarítmica.6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3. a derivada e a integral de uma função de uma variável. Derivação das Funções: compostas. hiperbólicas diretas e inversas.6. 2.5. 3. Taxas de Variação. Integral Indefinida.5. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. Aplicação das derivadas. continuidade. Limites infinitos. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais. Outras Aplicações.3. Derivadas Sucessivas 2.2.5. Resolver problemas aplicando o limite. implícita.Máximos e mínimos de uma função .2.1. DERIVAÇÃO 2. Propriedades dos limites 1. Teorema de Rolle e do Valor Médio. .6. 4. 2. Limites no infinito.7. Limite de uma função. 2.4. Integração indefinida e definida. 1. 1. 2. Derivação de uma função na forma paramétricas. Limites Fundamentais. Derivação das funções Elementares. Funções crescentes e descrescentes 3. Velocidade e Aceleração. 1.Interpretação geométrica. 3. 2.4.

.. São Paulo: Makron Books. ed. ed. Derivação. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. Cálculo com geometria analítica. SWOKOWSKI. D. Porto Alegre.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. Mirian Buss. Vol. Rio de Janeiro: 2001. LEITHOLD. realizadas ao longo do semestre. SWOKOWSKI. 1987. Paulo. 1992. SP. 5. Rio de Janeiro: 2002. Vol. 1 SIMMONS. 1994. Makron -Books. Louis. Bookmann. McGraw-Hill do Brasil. 2000 FLEMMING. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. . 3. 1999.. BRADLEY. ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. Gerald L. Cálculo A: Funções. vol 1. 6ª Ed. Hamilton Luiz. Earl W. Um curso de cálculo. Earl W. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. São Paulo: McGraw-Hill. HOFFMANN. São Paulo : Harbra. Cálculo com geometria analítica.. São Paulo. Laurence D. 1995.1.M. SIMMONS. Aulas no Laboratório de Informática. 7.ed. trabalhos individuais e em grupo. Cálculo diferencial e integral. São Paulo : Makron Books. Uso de Software matemático . Cálculo com Geometria Analítica. GONÇALVES. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. Cálculo um Novo Horizonte. São Paulo.Cálculo Com Geometria Analítica. George F. Vol 1. São Paulo. Makron -Books. Vol. GUIDORIZZI.. H. GF. 1987.MAPLE e outros. Limites.1. São Paulo : Malheiros. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica.Ed. 2000. Integração.. O cálculo com geometria analítica. 2.

Estados de oxidação mais prováveis. Classificação dos materiais. Cálculos envolvendo a Teoria Atômica. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos.PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. Estrutura e propriedades dos sólidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos.Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. . UNIDADE 4 .Definir e utilizar as propriedades periódicas. Modelo atômico atual.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos. . Cálculos. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. Sólidos amorfos. Princípios da incerteza. Difração de raios-x. UNIDADE 2 . de Broglie. . UNIDADE 3 . Reações de óxido-redução. Modelo de Rutherford. Diagramas de estado. ESPECÍFICOS: . líquidos e gases. Sólidos imperfeitos. Classificação periódica dos elementos.CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos. Propriedades periódicas e aperiódicas. expressões de concentração.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. Teoria de Bohr. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. Equilíbrio químico. .TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. UNIDADE 5 . de equilíbrio.

1985. L. UNIDADE 7 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. Volumetria de neutralização. LTC. M. B.. também. Porto Alegre: Ed. B. D. Vol.E. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. Guanabara Dois. ATKINS. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher.2. 2004. P. Soluções líquido-sólido.UNIDADE 6 . Bookman. A.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. BRADY.1982. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. ARAKI. São Paulo. D. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. UNIDADE 9 . P. Soluções líquido-líquido. Indicadores. (tradutora). 2001. ROCHA. McGraw-Hill. através de seminários.. K. Química e Reações Químicas. C. Caracelli. MAHAN. Química Inorgânica. J. São Paulo. 2003. Química. J. Química Inorgânica Não Tão Concisa. . SHRIVER. ROSENBERG.. As avaliações poderão ser realizadas. R. 1999.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH.. (Tradutores). dialogadas e questionadas.1978. Rio de Janeiro.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração.. TOMA. GOMES. Química Geral. Princípios de Química. Jones.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. LEE. 3ª edição.. Porto Alegre: Editora Bookman.1981. 4a Ed. Tradução: I. Química Geral. 1986. McGraw-Hill. oxidação-redução e complexometria. V. Aulas prático-experimentais em laboratórios. B. J. Oxidantes e redutores. TREICHEL Jr. W. M.. F. J. Química. Livros técnicos e científico. Rio de Janeiro. 1 e Vol. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. C. Química Geral. H. UNIDADE 8 . H. Soluções sólido-sólido. QUAGLIANO. RUSSEL. Bfucher. E. J. um Curso Universitário. J.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

Classificação dos métodos descritivos. ESTUDO DA RETA . épura. planos.Posições relativas de duas retas.Posições da reta.Geometria descritiva.Método mongeano.Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas . . .Representação da reta.Representação do ponto.Condições geométricas . Estudo do plano.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. convenções.Posições de um plano em relação a outro plano . rotação e rebatimento.Método de mudança de plano de projeto 5.Condições geométricas. INTERSEÇÃO .Condições geométricas. Mudança de plano de projeção de figuras planas. .Retas principais de um plano. 3.Posições de um ponto.Figuras planas que possuem projeção acumulada . retas contidas em um plano . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. ESTUDO DO PLANO . Estudo do ponto e da reta. Distância. .Classificação dos sistemas projetivos. MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS .Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa.Pertinência . . rotação e rebatimentos. . ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas. . 4. . retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. 2.Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção .Condições geométricas. . GENERALIDADES . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESTUDO DO PONTO .

GAMA. 1999. retas perpendiculares .Condições geométricas. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. ROTAÇÃO . 1975. 1968. Rio de Janeiro. Ao Livro Técnico. Mexico. DISTÂNCIAS . Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico.Condições geométricas. H. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva. PARALELISMO . Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). com trabalho em aula e extra classe.Condições geométricas . Guanabara Koogan. REBATIMENTO .Condições geométricas.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva.Escolha de eixos. Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. 1984. . LACOURT. PERPENDICULARISMO . Rio de Janeiro: SEDEGRA. retas paralelas 8. 1976.Interseção entre retas 7. exercícios de planificação de elementos. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. PRINCIPE JUNIOR. RODRIGUES. 1995. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. Rio de Janeiro. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas. com apresentação de todo o conteúdo.Estudo dos eixos paralelos 11. distância entre dois pontos . estudos dos eixos perpendiculares . desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos.Retas ortogonais 9. Álvaro J.Condições geométricas. Trilhas. RANGEL.. Porto Alegre: Sagra.Distância entre ponto e reta. Buenos Aires: Alsina. Donato Geometria Descritiva. São Paulo: Nobel.Condições geométricas. Elementos que definem uma rotação . 1959. 8ª ed. . 6ª ed. distância entre retas 10.

Equação linear .Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Dependência e independência linear . Autovalores e autovetores. ESPAÇO VETORIAL . Transformações lineares.Operações elementares . MATRIZES .Mudanças de base 5.Inversão de matrizes por operações elementares 4. determinantes.Propriedades dos determinantes . Polinômios.Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem . ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO .Combinação linear .Solução de um sistema de equações lineares .Igualdade de matrizes . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Operações com matrizes 2.Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) . Vetores no Rn.Posto de uma matriz .Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) .Subespaços vetoriais . DETERMINANTES . Espaços vetoriais.Forma escada .Espaços vetoriais .Matriz adjunta e matriz inversa 3.Representação genérica e abreviada . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Regra de Cramer . Sistemas de equações lineares. sistemas de equações lineares. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear.Matriz inversa . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes. Diagonalização de operadores.Conceito de matriz . Espaços com produto interno.Produto interno em espaços vetoriais .Base de um espaço vetorial .Tipos de matrizes .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

Introdução à Estatística. 7º ed. Mario F.TRIOLA. .Rio de Janeiro: LTC .A..Livros Técnicos e Científicos Editora S. 1999. .

Estereogramas 9. parafusos e porcas 5. Perspectiva linear cônica.3.Madeiramento de telhado 14.Projeto elétrico 11. Desenho Topográfico.Técnicas de desenho técnico 3.Cotas. . .Soldas 7.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos.Trabalhar o aluno.Projeto hidro-sanitário 10. Desenho de Estruturas de madeira.Esquadrias 12.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil.Projeto residencial 15.Situação 15. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. Noções de projeção central. rebites. Perspectivas de sólidos e sombras. Desenho de instalações hidros-sanitárias. .Canalizações 8. Cotas e escalas. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Cortes 15.Localização. Desenho arquitetônico. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Cortes e secções 4. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais. Fluxograma.Escadas 13.Materiais e Equipamentos 2. metálicas e de concretos. ESPECÍFICOS: .2.1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Planta baixa 15.Estruturas metálicas 6.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).

Desenho técnico. Richard..1981.1974. Porto Alegre.1976. GILL. . São Paulo. Rio de Janeiro Tecnoprint. Cotação funcional dos desenhos técnicos. Globo. José. ROPION. José e outros. M.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.1970. A. Rio de Janeiro FENAME. Desenho Técnico. Introdução do desenho técnico. Thomas E. Perspectiva linear cônica. BACHMANH. Editora Globo. Albert e FORBERG. McGrawHill do Brasil.1972. Curitiba. FRENCH. Rio de Janeiro. Normas para desenho técnico. Cavalcante. CAVALIN. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. R. Roberto W. Desenho para apresentação de projetos.

3º SEMESTRE .

Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural.4. Teoria Estrutural Funcionalista.1.1. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. 3. bem como suas principais instituições. Instituições Sociais.1.2.1. estatal e ideológica. Definição de Sociologia.5. 1. Infra-estrutura. 3. organização e estrutura de classes na sociedade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2.4 Capitalista. 1.3.3. Socialista e Comunista.5. 4. 3. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. Teoria Histórica-crítica. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. Fatores Determinantes da Mudança. 4. Os Principais Modos de Produção: 3. 4. 3.5. 3. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.5. família. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL. 3. 3. Escravista.2. Processo de Produção da Sociedade. 2. Primitivo. especialmente o aparelho ideológico do direito. Os movimentos Sociais 4. 1.4 Classes Sociais. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1. . b) Identificar.1. com ênfase especial no capitalismo e socialismo. Luta de Classes. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. reconhecer e analisar os principais modos de produção.2.3 Asiático e Feudal. 2. ESPECÍFICOS: a) Identificar. Superestrutura política.3. sindicato. Objeto de Estudo da Sociologia. igreja e meios de comunicação social.5. 3.4. 3.2.

GAIGER. Pedrinho. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. elaboração de Artigos. Pérsio dos Santos de. São Paulo: Ática. Peter. OLIVEIRA. Participação em debates e seminários. seminários. Petrópolis: Vozes. 1989. PACHECO. 1987.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. Sociologia da Sociedade Brasileira. Retorno do trabalho do semestre. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. Paul. lógica e dinâmica. Prevê-se. . Álvaro de. VITA. 1986. estudos de Casos. debates. Sociologia Crítica. 1999. trabalhos em grupos com temas específicos. 1989. leituras orientadas. desde logo o emprego de exposição dialogada. 1989. Luiz Inácio. Ijuí: UNIJUÍ. Introdução à Sociologia. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. O Capitalismo: evolução histórica. Porto Alegre: Mundo Jovem. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. São Leopoldo: UNISINOS. São Paulo: Ática. SINGER. A Construção Social da Realidade. Provas orais. Eliezer. 1996. São Paulo: Moderno.

Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. Integração por Substituições Trigonométricas 1.5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração.3.8. Movimento de Inércia 2. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3. Continuidade. Comprimento de Arco 3. Integração de Funções Trigonométricas 1. realizadas ao longo do semestre. Pressão de Fluídos. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. Extremos de Funções de duas variáveis 3. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo. Integrais Impróprias 2. ESPECÍFICOS: . Derivada Direcional e gradiente 3.5. . Áreas Planas 2. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3.1.4. Aplicações das integrais. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas.5.4. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas.3. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão .6.2.3. Derivadas parciais.1.4. Funções de duas ou mais variáveis.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. Integração múltipla. Integração por Frações Parciais 1. conforme suas necessidades profissionais.1. Trabalho 2.2. . Derivadas Parciais 3.Aplicar a integração na resolução de problemas. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. Volume de sólido de Resolução 2.7. trabalhos individuais e em grupo. Limite.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1. Regra da Cadeia 3. Área de uma Superfície de Revolução 2. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica.2. Centro de Gravidade.6.

Gerald L. FLEMMING. Rio de Janeiro: 2002. Earl W. Louis. vl 1 e 2. . Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. 3. GONÇALVES. 1994. 1999. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Makron Books.. Vol. Cálculo A: funções. 1998. 1995. O cálculo com geometria analítica. Porto Alegre. Cálculo com geometria analítica. 7. GONÇALVES. BRADLEY. Um curso de cálculo. São Paulo: McGraw-Hill. São Paulo : Malheiros. ed. São Paulo: 1992.. Mirian Buss.acrescentar pontos nas avaliações. SWOKOWSKI. 2. HOFFMANN. Integrais Duplas e Triplas. 5. M.1.M. integração. Vol 1 e 2. 1 e 2. ed. Ed. 2. 2000 FLEMMING. 5. São Paulo. Bookmann. ed. H. D. derivação. Cálculo diferencial e integral. Laurence D. George F. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. GUIDORIZZI. Hamilton Luiz.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON.. D... São Paulo: Makron Books. Cálculo um Novo Horizonte. M. McGraw-Hill do Brasil. limite. 2000.ed. São Paulo: Makron Books. Cálculo com geometria analítica. Vol. SP. Vol. Rio de Janeiro: 2001. São Paulo. Vol. SWOKOWSKI.ed. 1 e 2. 6ª Ed. SIMMONS. B. Cálculo com Geometria Analítica. Paulo. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. LEITHOLD. São Paulo: Harbra. 1987. 1 e 2. Earl W.

Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. Tempo de meia-vida. Eletroquímica Termos elétricos. 3. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Aplicação da equação de Nernst. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Leis da Termodinâmica. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. Aplicação da equação de Arrhenius. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Eletrólise. Noções de corrosão. Controle de qualidade de água. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. . Fatores que influenciam a velocidade das reações. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. Classificação e destinação de resíduos industriais. Entalpia de reação em qualquer temperatura. fundamentada numa boa referência bibliográfica. Aplicação dos processos eletroquímicos.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Medidas da velocidade das reações. Cinética Química. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. 2. 4. Tintas. Execução de pesquisa experimental. Eletroquímica. Ação dos catalisadores.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Processo de combustão. Leis de Faraday. Termoquímica. Pilhas. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. Aplicação da lei de Hess. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico.

2003. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. G. canhão. J. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. Cristina M. Russell. cobreagem. zincagem). Saõ Paulo: Makron Books. ATKINS. BRADY. Moore. 1a ed. Química Geral. Físico-Química.2. VOGEL. 6. hidrelétrica e seu impacto ambiental. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. 252p. Edgard Blucher. P. et al. B. Rio de Janeiro: LTC. Rio de Janeiro. W. 1995.1. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico..1. Físico-Química. J. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. / Jordan.J. v. Trad. avaliação da qualidade de águas naturais. I. V. corrosão em meio atmosférico. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. 1. LTC. P. e EWT. vídeo).. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. V. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica.W. . avaliação físico-química de combustíveis. b) outra com uma avaliação teórica. princípios básicos de tratamento de águas. 1999. 2002. 2003.. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. / Paula J.5. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. V. O Material e Suas Transformações. Fundamentos de Físico-Química. J. R. 1995. Físico-química. 1. Análise de combustíveis. Análise química quantitativa. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. LTC.W. AL. Química. V. Santos. W. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. 1994.

3 . Propriedades Magnéticas da matéria. Capacitores.Lei de Gauss 3. Campo elétrico. o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo.Condutores e Isolantes 1.CAMPO ELÉTRICO 2. Uide Gauss. Campo Magnético.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.4 .Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4. Faraday Lenz.Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 .Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.1 .3 .5 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Superfícies Equipotenciais 4.1 .3 . Correntes alternadas.Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .2 . Corrente elétrica.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .1 .2 .5 .1 .2 .A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.6 .Carga Elétrica 1.3 . lei de Ampére.LEI DE GAUSS 3.4 . Circuitos elétricos. Lei de Gauss.5 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso.Fluxo do Campo Elétrico 3.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.Um Condutor Carregado Isolado 3. Potencial elétrico.7 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .CARGA ELÉTRICA 1.Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 .Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.Energia Potencial e Potencial Elétrico 4.O Campo Elétrico 2.4 .Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4. Ondas eletromagnéticas. Equações de Maxwel. Força Eletromotriz.6 .O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.Lei de Coulomb UNIDADE 2 . Oscilações eletromagnéticas.2 .Linhas do Campo Elétrico 2.POTENCIAL ELÉTRICO 4. Indutância.

2 .Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.Lei de Ampére UNIDADE 10 .6 .5 .2 .1 .6 .5 .Lei de Ohm 6.O CAMPO MAGNÉTICO 8.LEI DE AMPÉRE 9.6 .Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.4.4 .9 .Instrumentos de Medidas Elétricas 7.Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.2 .1 .2 .Capacitores e Indutores 11.Circuitos RC UNIDADE 8 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.4 .1 .1 .2 .3 .Auto-Indução 11.3 .O Efeito Hall 8.Lei da Indução de Faraday 10.Capacitores em Paralelo e em Série 5.Trabalho.Cálculo da Capacitância 5.5 .Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.CAPACITÂNCIA 5.Capacitor com um Dielétrico 5.Circuitos de Malhas Múltiplas 7. Energia e FEM 7.5 .Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .Lei de Lenz 10.4 .2 .CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.2 .3 .4 .Diferenças de Potencial 7.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .Corrente e Campo Magnético 9.O Cálculo da Corrente 7.1 .Densidade de Corrente 6.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .Capacitância 5.Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .7 .3 .Circuitos RL .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.CIRCUITO 7.O Campo Magnético 8.Movimento Circular de uma Carga 8.Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.1 .1 .3 .6 .3 .INDUTÂNCIA 11.3 .8 .Resistência e Resistividade 6.

São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.2 .Eletromagnetismo.1 . 2. EDWARD GETTYS.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 . D.5 . HALLIDAY.3 .2 . MALCOLM J. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. M.ed. 1995. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. Rio de Janeiro. Física.1 . Edgard Blucher Ltda.2 . Um curso Universitário.Energia Armazenada num Campo Magnético 11.Corrente de Deslocamento 15. YOUNG. LTC. SKOVE. RESNICH. A fixação dos conteúdos será através de exercícios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. R.. Vol 3. K. 4 Ed.Eletromagnetismo. WALKER. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Curso de Física Básica. W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. KELLER. 1999. 1996.Campos Magnéticos Induzidos 15.Oscilações LC 13.. Ed.. Rio de Janeiro. 3. NUSSENZVEIG... 4 Ed. KRANE. ed.Densidade de Energia de um Campo Magnético 11.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13. Fundamentos de Física . Física. S. RESNICH. ZEMANSKY. 1990.5 . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.Corrente Alternada 14. Física . R. Física 3. atividades de laboratório e relatórios. Física. 2002.3 .1 . São Paulo: Edgard Blücher.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. D.1 .O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12. 1996.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13.4 .3 . canhão.CORRENTES ALTERNADAS 14..3 .O Magnetismo e o Elétron 12. J.4 . sendo no mínimo duas notas e no máximo três. FRANCIS SEARS.O Magnetismo da Terra 12.4 . São Paulo: Makron Books. Paula. 3 Ed.11. HUGH D.Indução Mútua UNIDADE 12 . FREDERICK J.O Transformador UNIDADE 15 .O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. . Rio de Janeiro . SP. LTC. 1981. Vol 3. LTC.6 . H.2 .O Circuito em Série RLC 14. TIPLER. MARK W.Paramagnetismo.A Lei de Gauss do Magnetismo 12.

. Estática. R. Editora LTC. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. L. Donald A. (Momento Fletor. McGraw-hill do Brasil.Carros e Veículos. OBERT. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1970. 2000.Graus de Liberdade e Restrições de nós. THIBAUT. Análise de Estruturas treliças. LTC.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. Russel. E. Johnston Jr.Análise de treliças planas. Esforço normal) Momento torsor e fletor.Estática. Equilíbrio de corpos rígidos. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. 3. Características Geométricas de Seções Transversais. Momento estático de área e centro de gravidade. J. Dinâmica de um corpo rígido. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. TIMOSHENKO. Momentos de inércia .. Mecânica dos Sólidos. GYOROGI. 2001. Vol 1. Eduart F. Mecânica Vetorial para Engenheiros. Laboratório de Engenharia Mecânica. Noções de Carregamentos em Estruturas. MEC/PREMESU. 6. L. 1979. TOURNAUY. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. A. & KRAIGE. F. G. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. Rio de Janeiro. G. Mecânica . 2. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. Sistemas de Forças Equivalentes.. determinar características geométricas de seções transversais. máquinas. Esforços em vigas. SC. Mecânica Geral. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos.. 4. 5.

Sistema de coordenadas. Teoria dos erros nas medições topográficas. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. 5. pelas demais . 11. 8. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. Equipamentos utilizados na topografia. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. Planimetria. 10. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo).Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Evolução do uso de equipamentos topográficos. 9. Métodos de levantamento planimétrico. trabalhos práticos. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. conceitos e divisão da topografia. 2. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. 7. 3. Redes de referência para medições topográficas. quanto à localização e confrontações. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Desenho topográfico e escala. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. 4. Confecção de croqui de medição. 12. Desenho de plantas topográficas. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. 6. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. Unidades de medidas. Grandezas medidas num levantamento topográfico. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. 13. Noções de Topografia: Histórico. Medidas lineares e angulares.

NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento.1987.Associação Brasileira de Normas Técnicas. GARCIA. Rio de Janeiro: ABNT. São Paulo: Edgard Blücher. Porto Alegre: Editora Globo. 1992 . Carlos e CORDINI. Rio de Janeiro: ABNT. 1998.1975. Manual de topografia e caderneta de campo. 1994.atividades propostas e por sua participação em aula. W. BORGES. . ESPARTEL. São Paulo: Nobel. Tratado general de topografia. 1982. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Lélis et al. Topografia aplicada. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria.Associação Brasileira de Normas Técnicas. Barcelona: Gustavo Gili. Alberto de Campos.2. BORGES. Alberto de Campos Borges Topografia. 1995. JORDAN. Exercícios de topografia. ESPARTEL. Florianópolis: Editora da UFSC.1983. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. Lélis Curso de Topografia. São Paulo: Edgard Blücher. 1977 . Gertrudes.v. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . ABNT . LOCH.v. Gilberto e PIEDADE. Porto Alegre: Globo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES.1974. São Paulo: Edgard Blücher.1.

OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. LDB e Política Educacional. 16. políticos. Análise de conjuntura. atividades de pesquisa. 3. 7.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. Sindicalismo no Brasil atual. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. 2. 9. 15. A Política dos MCS. culturais. A Questão da Modernidade. 13. 11. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. tanto individual como coletiva. . 14. A Dívida Externa. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. A Política do menor. organização e apresentação de seminários. etc. científicos e tecnológicos. A Questão Ecológica. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. 4. 5. A Questão da Reforma Agrária. realizada através de testes e provas escritas. 12. 10. elaboração de textos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. 8. entre outras. Política Salarial. A Política da Saúde no Brasil. A Revisão Constitucional. 6. trabalhos em grupo. A Desestatização. Mercosul. seminários. Trabalhar com metodologia adequada. A Dívida Interna. Planos Econômicos.

GUARESCHI. Buenos Aires. 1980. . 1981. Central Editor de America Latina AS. Academia. Vozes. Rio de Janeiro. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. Ijuí. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. R. Rio de Janeiro. GENTILI. 1978. São Paulo. 1982. Problemas do Brasil. Berthier. 1994. Laurício e DALPIAS. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa.1993. 1985. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil. BRAVERMAN. Argemiro. 1991.F. São Paulo. Oswaldo. Rio de Janeiro. Mário E. Petrópolis. Rio de Janeiro. O e GIRARDI. Passo Fundo. 1983. Régis de Construção social da enfermidade. RJ:Editora Vozes. Ilatiaial USP. Paz e Terra. K. BRUM. ZAMBERLAN. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. 1983 BIZ.J. 1984. FIDENE. Petrópolis. 1988. Vozes. Trabalho e capital monopolista. MORAIS. Petrópolis.1988. NEUMANN. Achimé.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE.1982. BUARQUE. LADMANN. Vozes. Inflação e crise na economia mundial. POA. 1980. Zahar. O Brasil no contexto da crise mundial. Comunicação e poder. Ecologia: temas e problemas. 1992. Cortez e Morais. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. P. I. Vozes.1974. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. SAMPAIO. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. FERRI. visão Humanizadora. Cristovam. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. Livraria UNIJUI. LTC. Realidade Brasileira. J.

Comandos.Civil engineering and engineering studies. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. newspaper and magazine articles.Refrigeration. Word formation: prefixes and suffixes. . Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. Reading different kinds of texts: advertisements. articles from technical books. Dictionary usage. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler.Concrete.Computers. . personal and demonstrative pronouns. Verbs: basic notions about verb tenses. 7.Sanitary engineering. 3. . Basic general English and technical vocabulary. regular and irregular verbs. . 2. • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa. Water control . com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário.Construction. conjunctions.Home heating and air conditioning. .Energy sources. .Roofs. . .Industrial waste. tables. 4.Structures. . interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. 6. Elements of textual cohesion: articles.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. . 5.Transportation. . The modals. Comparative and superlative constructions.Highways. . Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . diagrams. .Foundations.

1991. ELT.asce. NEEWSWEEK. Diana Reading. MURPHY.1988.1990.pubs. 1994. 1933-. Penny Grammar Practice Activities. SPEAK-UP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. GLENDINNING. São Paulo. Raymond Basic Grammar in Use. Cambridge University Press. Aulas no laboratório de idiomas. SILVEIRA. Marília de Figueiredo Improve Your English.1991. New York: Longman. Raymond. KITTO. Mensal. Cambridge University Press. . O'CONNOR. English Grammar in Use. 1994. Peter Target Vocabulary. Philip and PILBEAM. MURPHY. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. Randal. Cambridge University Press. New York: Penguin English.line Publications. MCCARTHY. Oxford University Press.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. O' DELL. JONES. 1996. Felicity English Vocabulary in Use. Longman. Luciane Cassela de.. Disponíveis em <http:///www. Semanal. W. Gail and SINCLAIR. Simon and PYE. Cambridge University Press.1992. Rio de Janeiro: Editora Globo . Cambridge University Press.1989. On. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. 1994. GREENALL. UR. WEST. Cambridge University Press. ELLIS. GLENDINNING. Richard Engineering Information.1989. Barbara Learning to Learn English. Abril 2003. 1994. Adrian Negotiating.org/pubshom1. Michael. New York: Newsweek. HOLME.html>. Eric H. Talking texts. Michael.Inc. Editora Ática.

4º SEMESTRE .

Equações lineares com coeficientes variáveis. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. . Equações de derivadas parciais. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau.

UEPG Ponta Grossa PR1999.SP. São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral. Equações Diferenciais e suas aplicações.SP 1976. BASSANEZI. BRONSON. Equação Diferencial. ABUNAHMAN. Frank.SP . quando for o caso. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. Atlas .AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. EUSP. Rodney C. LTC . Jr. 1978.. Luiz Mauro Cálculo. McGraw-Hill . A . Sergio A. . 1974. FIGUEIREDO. FERREIRA.1988. Wilson C. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. ROCHA. Equações Diferenciais.SP WILLIE. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais.1997. IMPA . HABRA .RJ . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Jr. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO.1979.

integração numérica. 3. inversão de matrizes. 2. Método Numérico.Erros de Arredondamento.2.1. 1.1.4. Localização e Refinamento. Conceitos e definições: 2. . Métodos iterativos. Cálculo Numérico. zeros de polinômios. 2. 2. 3.10. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. 2. Matrizes Associadas a um Sistema. realizar integração numérica. 2. 1. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.3. 1. Newton-Raphson ou das Tangentes.1.5. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas. fazer ajustes de curvas. 1.2.1. 1. 1. Conceitos e Definições. Zeros de uma Função.9. 2. generalizar e operar com elementos.2. interpolação. Método de Newton.2.4. Erros da Fase de Modelagem.Propagação de Erros. Determinação da Raiz. zeros de funções. 1. 1.3.8. aproximação de funções.2.2. resolver sistemas de equações lineares. 1. Processo Iterativo.3.3.1.1. Zeros de funções. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Integração numérica. Erros da Fase de Resolução. Métodos de Gauss Jordan. Interpolação polinomial. Introdução. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo.Erros de Truncamento. Processos Iterativos.6. Sistemas lineares. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes.7.1. saber quando aplicar.4. 2. Erros e Critérios de Arredondamento. tais como: Erros nas aproximações numéricas.1. Localização de Raízes Isoladas.4. SISTEMAS LINEARES. 2.1. 2. sistemas de equações lineares. 1. 2.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. ESPECÍFICOS: Entender. Iteração e ajuste de curvas. fazer interpolação. 3. ZEROS DE FUNÇÕES.4. ERROS. Método da Dicotomia ou Bissecção. Teorema de Bolzano.

MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. Quadratura Gaussiana.5.5.2. 1989. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO. São Paulo: Atlas. Método da Pivotação. 3. Método de Predição-Correção. de Castro. 4.2. Interpolação Quadrática . METODOLOGIA: Aulas expositivas. 3. Rui.7.1. 4. Método de Euler. Sistemas Triangulares. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. 3. Introdução. São Paulo: Harbra. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas. Algorítmo da Triangulação de Gauss.8. Método de Gauss e Gauss-Jordan. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. Método de Simpson. Leônidas Conceição. 4. 1980.3. 3. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. Márcia A. Dalcídio Moraes . Cálculo da Inversa de uma Matriz. Inês S. Luzia .4. RUGGIERO. Gomes. 5. Homem. São Paulo: Makron Books.2. exercícios de aplicação. CLAUDIO.4. Interpolação Polinomial.3. Cálculo Numérico Básico. 5.4.5. Interpolação Linear. Cálculo de Determinantes.MARINS. Ana Flora P. 5. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. Interpolação de Lagrange. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. 3. 3 vol.3. Método dos Trapézios. 6.Determinante de Vandermonde.3. 1978. Cálculo numérico computacional Teoria e prática. 6. São Paulo: Atlas.4. 5. 2 ed. Manuel. Jussara Maria. Interpolação de Newton para diferenças divididas. J. 4. 5. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA. HUMES.10. 3.1. 3.6. A. 1996. Cálculo Numérico e Gráfico. Sistemas Equivalentes.2. Rio de Janeiro: Interciência. 3.1. Refinamento de Soluções. 4. YOSHIDA.9.3. SADOSKY. 4.5. 1987.1. INTERPOLAÇÃO. Método de Runge-Kutta. MELO. Cálculo Numérico com aplicações. 3. Introdução 6. 6.

MIRSHAWKA. São Paulo: Editora McGraw. Noções de Cálculo Numérico. 1984. São Paulo: Nobel. Victor.Kazuko..Hill Ltda. 1979. Wagner Tunis. Cálculo Numérico.MARTINS. .

Linhas de Estado 4. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Linhas De Influência. Sistemas de estruturas isostáticas. 7. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Rio de . • Avaliar soluções estruturais. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. 3. GORFIN. 5. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Introdução à Teoria das Estruturas. Método das forças. Princípio dos Trabalhos Virtuais. 9. 1972. Rio de Janeiro. 8.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Sistemas Tri-Articulados. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. LTC. 2. Traçado de Diagramas De Vigas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. Método dos deslocamentos. Análise de Treliças. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. Sistemas Isostáticos Planos. Curso de mecânica. Vigas Gerber. Ademar. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sistemas isostáticos Planos. 6.

UFRP. 2001. Curitiba. . 1979. Vol 1. Exercícios de estática e resistência dos materiais.Janeiro. Curso de análise estrutural. 1971. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. José Carlos. LTC. 1980. SÜSSEKIND. Timoshenko / Gere. Mecânica dos Sólidos. Neto José de Almendra. Globo.

Introdução .Conceito .Cargas axiais . FLEXÃO PURA .Conceito .Prática 3. • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais. Torção e Flexão.Prática 4.Prática 5. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. Normas simples. CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO . OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS . DEFORMAÇÃO .Prática 6. ESFORÇOS AXIAIS .Esforços externos/internos .Convenção da resistência dos materiais 2. Cisalhamento.Conceitos . Estado de tensões.TENSÃO .Deformação específica .Forças X Tensões . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais. TORÇÃO . conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais.Diagrama/tensão/deformação .Tensões admissíveis . Elastotécnica: Tensões e Deformações.Conceito .

1966.1982. LTC.1986. Hiron R. São Paulo. Francesco. Rio de Janeiro. Ferdinand. McGraw-Hill. TIMOSHENKO. Ed. 3 Ed. ROCHA. São Paulo. PROVENZA. PROTEC. SOUZA. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. Sergio Conci Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro. 1985. P. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. e LAKOVIEV. cumprimento de trabalhos e freqüência. LACERDA. LTC. MATVETEV. V. PISSARENKO.Avaliação do desempenho. E.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Prodill. William A Resistência dos Materiais. Resistência dos Materiais. Prontuário de Resistência de Materiais. 1969. 2007. Ciências dos Materiais. Rio de Janeiro.1980. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. A G. As 3 avaliações formam a média do semestre. Globo. Porto Alegre. 1980. Mirmoscovo. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Da USP. McGraw-hill do Brasil. LTC. A P. Flávio S de Resistência dos Materiais. São Paulo. RUSSELL. GOMES. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. Resistência dos Materiais. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Stepheu P. 1964 NASH. Resistência dos Materiais. JOHSTON Jr.- Flexão Pura Torção 7. . consistindo de participação em sala de aula. AVALIAÇÃO: . G. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.. .

. destinação e reaproveitamento do lixo 7. sobre ele. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. buscando soluções adequadas. 12.Produção. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. Filtros biológicos. 13. Habitações Salubres 15. Tipos de poluição. relatórios técnicos. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. provas dissertativas e objetivas. Arborização urbana. EIA/RIMA 9. resenhas e atividades em sala de aula.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Desenvolvimento sustentado 6. Regiões Salubres 14. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. Sistemas de tratamento de água e esgoto. Legislação Ambiental 8. • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. A biosfera e seu equilíbrio 3. Agenda 21 11. causa e conseqüências 4. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. Digestão anaeróbica. Nitrificação. Saneamento e meio ambiente. Gerenciamento Ambiental 10. Recursos naturais e sua utilização 5. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. Características das águas residuais na indústria de alimentos. no qual atua o profissional da engenharia. usando como instrumentos de avaliação: seminário. Manuseio e Tratamento do Iodo. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). Vegetação urbana e qualidade de vida 16. Noções Gerais de Ecologia 2. Processos: Iodo ativado. Lagoas de estabilização.

CARVALHO. Presto.Engenharia Ambiental e saúde coletiva.1992. Ciências do ambiente Ecologia.1990. Vozes. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.1986. Antônio.1986. São Paulo. MOSER.M.1983. Como sobreviver a tecnologia. Félix. 1999. Rio de Janeiro. JIMENEZ. 1978. 1995. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. MOTA.P. RIO GRANDE DO SUL. HELENE.1998. São Paulo. Como Funciona o Meio Ambiente. Lenate Brigitte. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. GRALLA. CESP. DAJOZ. Porto Alegre. Rio de Janeiro. MIRANDA. Juares Oliveira. . O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense.Uma Antropologia da mudança. Sérgio L. B. Joan de Pablo. 2000. estatutos.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG. Coleção Primeiros Passos.1994. O homem e seu ambiente. MOURA. e outros.1989. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. ABES. Guanabara. FONFRÍA A. Salvador: EDUSFB. Rio de Janeiro. As três ecologias. São Paulo: Prentice-Hall. Fundação Getúlio Vargas.1983. LP EM. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. Ana Lúcia da F. Ática. ODUM. Roger. Bragança e MONTEIRO. São Paulo: Quark Book. Petrópolis. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Poluentes Atmosféricos. 1995. São Paulo: Scipione.1998. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. Legislação de conservação da natureza. Benedito. . Barcelona: MARCOMBO. Luiz Antonio Abdala de. poluição e impacto ambiental. Porto Alegre: AGE. Leis. Martha L. Charles T. Led. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres. Eugene. Suetônio. Ramón e RIBAS.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. São Paulo. Lúcia L.1988. Maria E.1975.. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Introdução à Engenharia Ambiental. 2000. São Paulo. Ecologia. DKADE. PINHEIRO. Papirus. 2002. BRASIL. O problema ecológico e suas implicações éticas. Legislação Ambiental Brasileira. Diretoria de Anais . Gestão Ambiental. Paulo Afonso Soares. GUATARRI. GOMES. Subsecretária de Editoras Técnicas. Vozes. Rios. Carlos Gomes. 1995.1983. Ecologia geral. Petrópolis. Introdução à Engenharia ambiental. Brasília: Senado Federal. Gerhard e outros. São Paulo. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil.Antonio Carlos da F. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. MEGEE. VIERTLER. e outros. Makroni. 2000. São Paulo: USP. contribuição para um código nacional ambiental. PEREIRA. Ecologia cultural .

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

relativos. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos.Substantivos . VERBOS . retos e oblíquos. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos. desinências modo-temporais) 7.Adjetivos (flexão de número. contrações) . privilegiando o desenvolvimento da oralidade.Pronomes (pessoais. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música. bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. de tratamento.Divisão Silábica • . NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . possessivos. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano.Flexão (desinências número-pessoais.Ortografia • . NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua. enfatizando a produção de textos descritivos.Hetetotônicos 2. gênero e grau) 5.Acentuação Gráfica .Auxiliares e regulares . demonstrativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Conjunções e conectores . indefinidos) 3. NOMES . ADVÉRBIOS . HETEROGENÉRICOS 6.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. artigos neutro. formativos e literários.Artigos (subdivisão. literatura e artes plásticas.

CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. MILANI. atividades de reflexão. 1998. Angélica. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. Curso de lingua Y cultura Hispânica. São Paulo: Moderna. Edelso. Walter Gustavo. São Paulo. analise os itens gramaticais. Josephine Sánchesz.2000.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos.8.Compreensão . Moderna. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. Fátima Cabral & MENDONZA. BRUNO. São Paulo: Saraiva. A & ALFARO. Gramática de Espñol lengua estranjera. PEDRAZAJIMÉNEZ. . Prova escrita. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. discussão e resolução de problemas. São Paulo. 2000. Gonzáles. HERMOSO. OJO com los falsos amigos. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS .Estudo do Vocabulário . a aprendizagem centrada no aluno. Adda. Maria Angélica.A Dicionário básico de la lengua española. Nerman. Hacia el Español. NARI M & MELLO. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. O professor oferecer a condições. 1991. Sociedad General Española de Liebraria S. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. 1998. Madrid. atinja a compreensão e interpretação e. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. São Paulo. Gramática de Espanhol para brasileiros. Mucho Español para brasileños. Español sin fronteras. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. GARCIA. Scipione. Esther Maria. HETEROSSEMÂNTICOS 11. Partir-se-á sempre de textos. 1999. Sanchez M. com base nos textos. Felipe B. La Literatura en los textos. Curso Prático. Suely Fernandes & MAURE.

5º SEMESTRE .

Seleção e edição de objetos .Traçado de cotas .Utilização das ferramentas de desenho .Definições fundamentais .Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . 1999. OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório. 955p.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA. LTC . Manuais do usuário dos Softwares. aulas com recursos áudio visuais (canhão). Linguagem avançada para a engenharia. G.Impressão e plotagem . aulas práticas de laboratório.Preparação da área de trabalho . AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas.Menus suspensos . Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3. Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4. Autocad . análise e dimensionamento específicos da área de engenharia. Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. . b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia.Utilização de recursos 3D 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.A área de trabalho . Dominando o Auto Cad. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD.Conceitos .

D. Ed. .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. Cálculo Numérico Computacional. Atlas. C. 1994.

Circuitos de corrente contínua 1. Geradores. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos.1. Luminotécnica 10. indutivos 2. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. Comandos elétricos.1. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Lei de O hm. capacitivos.1.1. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Lei de Kirshoff.1. Instalações elétricas 5. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Circuítos de corrente alternada. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais.3. fator de potência e corresão de fator de potência 5. Leis de Kirchdhoff 2.2. Resistivos.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua.2. Série 1. Impedância 3.2. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Capacitadores.3. Motores. Trabalhos em grupo e individual. Paralelo 1. Potências em CA.1. Circuitos de correntes alternada 2. . Lei de OHM 1. Associação de resistores 1. Condutores elétricos.1. Transformadores e Motores-instalações 9. Mista 1.

1968. São Paulo. P. MARCUS. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. DAWES. C. Globo. L. A. Circuitos elétricos.1975. Porto Alegre. Eletricidade básica. E. . L. 1976. Rio de Janeiro.1975. 1975. M. Rio de Janeiro. Dragão. São Paulo. São Paulo. e KUN. Guanabara Dois. Eletricidade básica. Livraria Freitas Bastos.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Teoria básica de circuitos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. Bestseller. A. VALKENBURGH. V. S. C. Manual prático do eletricista. FALCONE. Porto Alegre. São Paulo. QUEVEDO. Hemus. B. C.1983. São Paulo. 1974. A. Companhia Editora Nacional. Eletrotécnica geral. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. C. MOTTA. Guanabara.1977. PAGLIARICCI. 1979.1977. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. et al. Globo.

Flexão composta/aplicação 5. Caso geral 7.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. • Verificar seções. Avaliação do desempenho. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Flexão oblíqua composta. Análise Estrutural 3. Resistência e deformações combinadas. . cumprimento de trabalho e freqüência. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flexão oblíqua simples. consistindo de participação em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. • Características Geométricas. Deformação por flexão. Flexão oblíqua/aplicação 6. Flexão simples e cortante/aplicação 4.

da. Resistência dos materiais. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro. LTC. MATVETEV. Prontuário de resistência de materiais. G. Globo. S. F.. LAKOVIEV. LTC. M. C. PROVENZA. P. São Paulo. São Paulo. 1969. S. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. PISSARENKO. 2007. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. 1964.. LACERDA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. Resistência dos materiais. A. de. P. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Resistência dos materiais.. V. Resistência dos Materiais. 1966. São Paulo. H. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina.• • As três avaliações formam a média do semestre. Resistência dos Materiais. RUSSELL. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Porto Alegre. W. 1980. JOHSTON Jr. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. NASH. F. G. PRO-TEC. GOMES. R. E. 1982. Ed. A P. McGraw-Hill. Da USP. Mirmoscovo. 1985. A. ROCHA. LTC. F. A Resistência dos materiais. 3 ED. . TIMOSHENKO. SOUZA. S.1986. McGrawhill do Brasil. Prodill.1980. Ciências dos Materiais.

FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO .Campo de velocidade . EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .Variação da pressão com a profundidade . Quantidade de movimento.Pontos de vista. Ciclos termodinâmicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Volume de controle 7. Hidroestática. LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON . OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.Coeficiente de viscosidade 3.Propriedades do tensor das tensões.Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos. TENSÃO EM UM PONTO . Estática dos fluídos.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6.Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento.Tensão em um ponto . LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . Transmissão de calor.Volumes de controle e sistemas . Equações de estado.Relação entre solução por sistema e .Atmosfera padrão . Escoamento dos fluidos. Aceleração da partícula . Calor e trabalho .Fluido incompreensível .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) .primeira lei da termodinâmica. segunda lei da termodinâmica.Equação da quantidade de movimento .Quantidades escolares. gradientes 4. vetoriais e tensoriais . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS .Forças e contato com um fluído confinado . LEIS DA FLUTUAÇÃO .Fluidos e o contínuo 2.

Entalpia . E.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9. ÁLVAREZ.energia interna . Fundamentos da termodinâmica clássica.Equilíbrio de fase . Sonntag e RICHARD. Blicher. Blücher. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA . G.1981. Alan T. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. Mecânica dos fluidos. . ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS .Momento da quantidade de movimento 8.A. realizados exercícios em sala de aula.. Guanabara Koogan.Regime permanente e regime uniforme .1993. São Paulo. M Necati. STREETER. São Paulo. PITTS. Rio de Janeiro. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . Fenômenos de transporte.. E. J. Bliicher. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. McGraw-Hill.1988. Introdução à mecânica dos fluídos. L. Gordan J. TRABALHO E CALOR 10. ZISIK. Rio de Janeiro.1975. Manual de hidráulica. MCDONALD. SHAMES. McGraw-Hill do Brasil. Guanabara. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12.1985. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. V.Substância pura . São Paulo. M. Mecânica dos fluídos. SISSOM.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. São Paulo. Robert W. WYLEN. São Paulo.1973.Processos reversíveis e irreversíveis . R.conservação de massa 11. 1982. Transferência de calor: um texto básico. D.

INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. PRINCÍPIOS FÍSICOS 4.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. Sensores remotos. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. Câmaras fotogramétricas e filmes. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . Princípios físicos. Critérios de Fotointerpretação. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. Interpretação aplicada ao planejamento regional. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. Estereoscopia.

KIRCHNER. de 10 de julho de 2001. F.. WATZLAWICK. Fundamentos para Fotointerpretação.. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. F. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. SIG .Orientação de um par estereoscópico 6. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. LOCH. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. C. 10. 1993. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. E. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. SCHOENINGER. Elementos de Interpretação fotográfica. trabalhos práticos. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. L. que estabelece diretrizes gerais . pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.257. F. P. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. Guarapuava: Editora da Unicentro. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Florianópolis: Editora da UFSC. S. 2007. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. 1986. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. R. Câmara dos Deputados.

Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. J. São Paulo: Nobel. Dirección General de Geografia del Território Nacional. OLIVEIRA. Noções básicas de cartografia. B. Springer-Verlag. 1ª Parte e 2ª Parte. GEMAEL. BLACHUT. 273p. T. Brasília: Câmara dos Deputados. SAASTAMOINEN. H.. New York: Inc. . CHRZANOWSKI. e GARCIA. C. MARCHETTI. Apostila. 3. IBGE.da política urbana e dá outras providências. 1979. A. Introdução à Geodésia Geométrica. (1999). 1977. 2005. Delmar A. Cartografia y levantamientos urbanos. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR.1988. Coordenação de Publicações. (1987). Rio de Janeiro: IBGE. Curso de cartografia moderna. J. Rio de Janeiro:IBGE. Ceurio de.ed.. Gilberto J.

Estruturas geológicas. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. INTRODUÇÃO .Rochas sedimentares .A utilização de rochas na construção civil . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. SOLOS . ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas. barragens. Rochas e sua utilização.Processos físicos. sua origem. Movimentos de massa. formação e evolução.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. Prospecção geológica para estradas. INTEMPERISMO . Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. Estrutura da Terra. revestimento e calçamento 6. obras subterrâneas. ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO . MINERAIS E ROCHAS .As rochas .Conceituação de Geotecnia. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA . Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica. Mapa geológico. Águas subterrâneas na geotecnia.Forma e tamanho .Idade da terra .Rochas metamórficas 4.Estrutura e constituição da crosta terrestre. químicos e biológicos .Pedra de cantaria. químicas e mecânicas . 3.Rochas ígneas .Volume.Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico .Agregados e blocos de rochas .Os minerais .Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada .Propriedades físicas. Mineralogia.Durabilidade das rochas 5. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.Apresentação da disciplina . peso e massa .

Santa Maria.N. CAMPOS. 4. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Rio de Janeiro: São José. 291p. José Henrique. OLIVEIRA. 223 p. TAIOLI.. UFSM. em grupo e/ou individual. ed. João Ernesto de Souza. Viktor. Geologia geral. São Paulo. TOLEDO. Introdução à geologia de engenharia. 1967. técnólogo e estudantes. ed.Planalto . Introdução ao estudo de minerais e rochas. Geologia geral. 1971. Oficina de Textos.Diaclases . Geologia de Engenharia. Walter. ed. rev.Dobras . São Paulo : Companhia Editora Nacional..Solos e Rochas .Composição dos solos .Conceito . AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. FAIRCHILD. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. 1998. São Paulo: Edgard Blücher. MACIEL FILHO. 1985.R. 149 p.ed. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8.Falhas 9. CPRM. KIRSCH. João José.periódico . e ampl. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . rochas. 5. 2. São Paulo: Polígono. 310p. 376 p. G.C.Propriedades físicas .. M. T. UFV. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. gemas. Decifrando a Terra. 1974. 1994. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. BRITO. Minerais e rochas. Viktor. 1972.Depressão Periférica .Classificação pedológica e geotécnica 7. F. DE. M.A. ed. 487 p.M. POTSCH.Escudo . 162 p. Rochas e minerais: minerais. Guia para determinação de minerais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. 3. S. visitas técnicas e seminários. C. Mineralogia e geologia. 342 p SCHUMANN. S. 284p. LEINZ. MINETE. POPP. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. Mineralogia aplicada: para engenheiros. ERNST. Rochas do Brasil. UFV. E. Helmut.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 2000. ABMS/ABGE . minérios-Mais de 300 fotos coloridas. TEIXEIRA. 5. Carlos.. 1962.L. FONTES. ABGE. W. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. M. W. 1997. A.

Processos de fabricação .Cimento . solos e gases. AGENTES AGRESSIVOS . GLOMERANTES .Miúdos e graúdos . .Ensaios de laboratório 5.Processos de fabricação . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades. propriedades e utilizações .Cal . Aglomerantes.Traços .Ensaios de laboratório 4.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS .Através de águas. AGREGADOS . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. Ensaios de laboratório.Propriedade das argamassas .Ensaios de laboratório 3. Agregados. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Dosagem .Tipos . Argamassas e Aditivos. ARGAMASSAS .Ensaios de laboratório 2.Gesso .Tipos. ADITIVOS E ADIÇÕES .Propriedades dos materiais cerâmicos .Preparo .

BAUER. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. São Paulo. Editora PINI. 1994. P. PINI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. 1988. . São Paulo. A . de campo e de laboratório. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER.Estrutura. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). E. L. Materiais de Construção. propriedades e materiais. Editora PUC-EMMA. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). PINI. utilizando retro projetor. 1975. LTC Editora. São Paulo. Editora PINI. E. Materiais de construção. 1995. NEVILLE. Editora PINI. 1991. MONTEIRO. M. Concreto .. VERÇOSA. Propriedades do concreto. São Paulo. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana.F.. R. A. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. P. Materiais de construção. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Ed. P. SILVA. K. A. Editora PINI. quadro e data show. M. Ed. Manual Prático de Materiais de Construção. SILVA. 1994. Normas Técnicas da ABNT. 1995. F. Rio de Janeiro. 1997. Porto Alegre.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. São Paulo.

6º SEMESTRE .

direito civil. DIREITO DO TRABALHO .Títulos de crédito: conceito e classificação 5. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. Serão estas.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 .Direitos e garantias fundamentais 2. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos.Aposentadoria 4. o comerciante e as sociedades comerciais . especialmente. OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO . e transferência de tecnologia . classificação e história . ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções.O contrato de trabalho . marcas.Relações de parentesco e pátrio poder 3. DIREITO COMERCIAL . respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos. administrativo e direito trabalhista. . uma tomada de contato com a legislação em geral.Constituição: conceito.Patentes.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes.Os principais tipos de sociedades comerciais .Extinção do contrato de trabalho . FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL . DIREITO CIVlL .Os atos de comércio. às ligadas à futura profissão.Os direitos do trabalhador na constituição federal . com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico.Fatos e atos jurídicos . conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos. tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro. • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica.A personalidade jurídica da sociedade comercial . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. comercial.As micro-empresas .Extinção da empresa .Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria .Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . registros.

São Paulo. Introdução ao estudo do direito. Gilberto Vieira. São Paulo: Saraiva. Saraiva. Lições preliminares de direito. . 2000. André Franco. Manual de elaboração de contratos e documentos. GOMES.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . ESPINDOLA. REALI. Brasiliense. Revista dos tribunais. Sagra. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. São Paulo. São Paulo. São Paulo. Conceito de Princípios Constitucionais.1994. 2000. Valdemar Pereira. Rio de Janeiro. Orlando. São Paulo.CLT. Código Civil Anotado.1996. Introdução à ciência do direito. Forense. Miguel. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. Forense. Dalmo. 2002. São Paulo. Paulo Dourados de. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. Saraiva. 2000. LUIZ. Revista dos Tribunais. Rio de Janeiro. Direito e Legislação. Ruy Samoel. 2002. Maria Helena. GUSMÃO. MONTORO.1992. O que são direitos da pessoa.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). DINIZ. Introdução ao estudo de direito.

510 . Iluminação e instalações domiciliares. MARTIGNONI. Porto Alegre.1990. Discubra. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instalações elétricas prediais. Hélio. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. NORMAS TELEBRÁS. São Paulo.2000.710 .710 . Alfonso. Porto Alegre. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. MARTIGNONT. Desenvolvimento de um projeto elétrico. Manual de instalações elétricas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.500/RS SPT no 565 .308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos.2Comercial 2. 1988. Ademar Bitencourt. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA. Instalações elétricas de baixa tensão. São Paulo. McGraw-Hill do Brasil.306lRS SPT no 565 . ABNT. Eletrotécnica. São Paulo. Globo.1985. Paulo Ribeiro. 1998. Instalações Elétricas. SPT no 235 .1987. Instalação elétrica. motores elétricos. Projeto elétrico 1. Húmus. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER.1Residencial 1. COTRIM. Afonso.6O2/RS SPT no 565 . Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas.310 . . • Tomar contato com as noras técnicas.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. São Paulo. Rio de Janeiro.

Princípios energéticos. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. Deformações devido à variação de temperatura. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos.vol. • Interpretar comportamento de estruturas.. 1982. Interciência. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. MERINO. 1979. Globo. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. SÜSSEKIND. 3 TIMOSHENKO.vol. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Curso de análise estrutural. J. Mecânica dos Sólidos. vl. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. 7. Globo. Curso de análise estrutural. Principio dos trabalhos virtuais. Análise matricial. Princípios energéticos. Método da carga unitária. José Carlos. Construções de Concreto. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. 3. 1979. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. 2.. João Luis Escosteguy. 6. Conceitos de trabalho. GERE. Método das forças. Vol 2. Processo de Cross. • Avaliar estruturas hiperestáticas. 2001. Método dos deslocamentos. 2 SÜSSEKIND. Método das forças. S. José Carlos. Teorema dos trabalhos virtuais. . VI. 4. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. 5. Fritz. Método dos deslocamentos.

Análise de Estruturas Reticuladas. G. .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER.

Madeira 13. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Controle tecnológico do concreto 10. Estrutura do concreto armado . • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Agregados para o concreto 3.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. Materiais plásticos 16. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. comparando com a teoria estudada. Metais em geral 12. Dosagem dos concretos . Produtos Betuminosos. utilizando retro projetor.método IPT 6. quadro. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre.método ABCP ou ACI 7. visitas técnicas. Madeiras. data show ou canhão. de campo e de laboratório. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.patologia e terapia das estruturas 9. . Concreto endurecido 5. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. Introdução ao concreto 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Produtos betuminosos 15. Produtos siderúrgicos 11. Preparo. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Dosagem dos concretos . lançamento e cura dos concretos 8. Ensaios de laboratório. Concreto fresco 4. Tintas 14. Concretos. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. adensamento. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos.

E. Roberto de. M. D. São Paulo.. Editora PINI. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. 1975. Porto Alegre. C. Editora PINI. R. GIAMUSSO. São Paulo. O'REILLY DIAZ. SOUZA.. 1994. WILBY. Materiais de construção. K. RIPPER. NEVILLE. P. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. São Paulo. P. São Paulo. Propriedades do concreto. 1992. E. Rio de Janeiro. 2000. . BAUER.NT da ABNT DAL MOLIN. Concreto/ Estrutura. 1995. Manual do concreto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. HELENE. PINI. São Paulo. propriedades e materiais. São Paulo. Editora PINI. C. Editora PINI. Editora PINI. A. F. S. Princípios básicos sobre concreto fluído. P. Cambridge University Press. 1994. Editora PINI. P. C. Ed PINI. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. A. P. 1988. 1991. São Paulo. Tese (Doutorado). Editora PINI. 1997. Editora PINI. E. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. C. SILVA. 1991.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. L. dissertações de mestrado e teses de doutorado. LTC Editora. Falcão Materiais de Construção. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. Editora PINI. 1996. V. São Paulo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. TERSIAN. Materiais de construção. Manual prático de materiais de construção. São Paulo. New York. Concrete Materials And Structures. VERÇOSA. USP. São Paulo. Concreto de alto desempenho. Tecnologia de Edificações. 1995. 1994. Manual de dosagem do concreto. SILVA. São Paulo. 1989. 1998. 1995. M. MEHTA. Editora PUC-EMMA. A. Ed. Editora PINI.

Reservatórios Projetos e Instalações.12 Cálculo de potência de bombas 2.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas.Hidrostática 1. • Dimensionamento e seleção de bombas. Barômetro 1. aulas de exercícios.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1. .Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão.4 Canais 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.8 Equação universal da perda de carga 2.5 Condutos sob pressão 2.8 Comportas e Barragens 1.6 Número de Reynolds 2. • Determinação de vazão.3 Orifícios e Bocais 2.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2.6 Força resultante em uma superfície submersa 1. densidade. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas.Hidrodinâmica 2.2 Equação de bernoulli 2.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1.11 Perda de carga Localizada 2. pressão 1. Escoamento de Fluidos . Movimento Variado em Canais.1 Escoamento em regime permanente 2. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão. aulas práticas. Movimento Uniforme em Canais.3 Medidores de Pressão: Manômetro.9 Diagrama de Stanton-Moody 2.1 Viscosidade.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.10 Perda de carga em dutos 2.2 Determinação da densidade de Fluidos 1. Fluidos em Repouso .

Volume 01. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. Mecânica dos Fluidos. McDONALD. D. LTC. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. Alan T. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. Introdução a Mecânica dos Fluidos. R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. SHAMES Irving H. HALLIDAY. . GILES. Ronald V. Makron Books. Física. LTC.Edgard Blucher Ed. Robert W. 02. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX.

• Projetar uma estrada. Projetos geométricos.Classificação Funcional . • Locar uma estrada em campo.Sistema arterial . ESTRADA .Exploração ou projeto . OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas. • Fases do estudo de uma estrada.Sistema coletor 2.Reconhecimento terrestre .Perfil longitudinal .Cálculo do diagrama de Bruckner .Ligação .Distância média de transporte e momento de transporte .Classificação segundo a sua orientação .Determinação dos volumes de corte e aterro . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Cubação de volumes. Lançamento dos eixos.Reconhecimento terrestre . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Longitudinais .Reconhecimento aerofotográfico . Greide de uma estrada. ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Reconhecimento ou anteprojeto . Computação voltada a estrada. Locação e Fiscalização.Transversais . Aulas Práticas.Radiais .sua importância e classificação .Secções transversais .Importância .Diagonais .Cálculo das áreas das secções transversais .Greide .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Exploração aerofotogramétrica 3. Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada.

Equação da superlargura . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Tipos de concordância vertical . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Finalidade da curva de transição .Ângulo central a espiral .Cálculo completo de uma curva de transição .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .4.Objetivos das normas e classificação técnica .Locação por coordenadas 6.Locação de curvas circulares .Raio da curva e raio mínimo .Locação por flexão acumulada . DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Elementos da curva de transição .Finalidade .Normas 7.Cálculo de todos os elementos . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Tangentes .Distribuição da superlargura 8.Comprimento da curva de transição . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Equação da superelevação .Distribuição da superelevação .Projeto de uma curva circular .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Ângulo central .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) . CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Estudo da superelevação .Tipos clássicos de transição .Normas .Coordenadas XC e YC .Deflexão por metro .Função da superlargura .Tipos de transição .Grau de curva .Equação da espiral .Locação de uma curva de transição 10. NORMAS .

Nota de serviço para estradas 11. FONTES.T. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos.1980.1980.1977. Curso de estradas. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Porto Alegre. INFRAESTRUTURA 12.. Rio de Janeiro. São Carlos: Rima. Guanabara Dois. 2004. Luiz Carlos A.1995. de A. Projeto Geométrico de rodovias. Engenharia de Estradas. FRAENKEL.1966. 2 ed. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática.1980. Salvador. Centro Editorial e Didático da UFBA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN. Rney Chich. C. LTC. Porto Alegre. Bonjarmin B.P. PIMENTA.1975. OLIVEIRA. Estradas de rodagem. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Raphael do Amaral.. trabalhos práticos. Projeto geométrico. Projeto de estradas.1979. CAMPOS. Pacheco de. SENÇO. Renato G. M.R. Rio de Janeiro. MICHELIN. Multilibri. LIN. São Paulo. Harry R. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. São Paulo. Grêmio Politécnico. Rio de Janeiro. M. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. Hemus.Cálculo de curvas verticais . dialogas e com unidades teóricas. Wlastermiller de. . Engenharia rodoviária. Grêmio Politécnìco.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas .

• Os sistemas de classificação dos solos. • Seus índices físicos.solo .Classificação dos solos 4. Pressão e Tensões do solo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. COMPACTAÇÃO DO SOLO .Proctor Intermediário . INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS .Índices físicos dos solos .Estrutura dos solos .Tipos de solos 3. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico.definição . • Suas propriedades de compressibilidade e resistência.Compacidade dos solos .Plasticidade e consistência dos solos . Índices físicos dos solos.Proctor Normal .Formação do solo . • Sua textura. Granulometria dos solos. Adensamento e recalques do solo.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos. • Suas propriedades de consistência e plasticidade. Permeabilidade e porosidade. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo.Proctor Modificado . Compactação do solo. Textura dos solos. Propriedades físicas e químicas dos solos.Textura dos solos . Compressibilidade. ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. Plasticidade e consistência dos solos. Estruturas dos solos. Resistência ao cizalhamento do solo.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2. FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO . ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . • Suas propriedades de compacidade. Exploração do subsolo. • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade.

PECK. Curso básico de mecânica de solos. PINTO. New York : John Wiley & Sons. aulas de laboratório. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 1979. exercícios e seminários. São Paulo. PINTO.A. LAMBE. 1983. ed. RODRIGUES. John Wiley and Sons.A. Soil mechanics in engineering practice 2. 729 p. M. 137p.5.Cálculo de recalques em solos argilosos 7.P. New York. H.W. Limusa Wiley.Permeabilidade dos solos . E.SI version. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. COMPRESSIBILIDADE . 2000. 1972. Introdução à mecânica dos solos.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. ORTIGÃO. C. DE S. VARGAS.. 1979. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO . RALPH B. México. Fundamentals of soil behavior.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. KARL. Mecânica dos solos e suas aplicações. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. T. John Wiley and Sons. J.Compressibilidade por adensamento . Mecánica de suelos. WHITMAN. New York. AS.Pressões devidas às cargas externas 8.J. 1983. 1967. 1977. Oficina de Textos.Pressões devidas ao peso próprio do solo .R. MITCHELL. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. TERZAGHI. Rio de Janeiro. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO .ed.R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO.. R. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório.Capilaridade dos solos . 1983. McGraw-Hill do Brasil.K. HIDRÁULICA DOS SOLOS . São Paulo. .V. Soil mechanics . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. J. LTC. São Paulo : Grêmio Politécnico.

6.Orientação exterior (relativa e absoluta).A Câmara Fotogramétrica. Processamento Digital de Imagens 8.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. Tipos de estereoscópios. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7.Fotogrametria Pioneira. 4. .Fotogrametria Digital. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. Fotointerpretação. . Estereofotogrametria. . 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais .Fotogrametria Analógica. Métodos Fotogramétricos de Restituição: . . Princípios de restituição e fotogramétrica. Noções de aerotriangulações.Orientação Interior. Histórico da Fotogrametria . Introdução 2. Conceito e objetivo da Fotogrametria 3.Radiação Eletromagnética. Recobrimento aerofotogramétrico. .Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10. Princípios Básicos de Fotogrametria . OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário.A Câmara Fotográfica. Noções de Sensoriamento Remoto. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos. .Fotogrametria Analítica. .

Placidino M. ANDRADE.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . e FAGUNDES. 2a Ed. SBEE. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. 1992. Unicamp. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Brasil: 1998. Bittencourt de. 1989. Campinas. trabalhos práticos.Tipos de Grade de um MDT 13. Carlos e LAPOLLI. Brasil: 1993. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. ANDRADE.Conceito Inicial . Fagundes. J. 11. Brasil: 1984. Geração de Orto-imagens 14. Fotogrametria. Ed. Rio de Janeiro.. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. CRÓSTA. Brasil: 1997. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro).Restituição Digital. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Porto Alegre. Fotogrametria Básica. Edis Mafra. M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Álvaro Penteado. Curitiba. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. 1991. T34-304 Manual Técnico. dialogadas e com unidades teóricas. Brasil: 2000. Aplicações 12. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . São Paulo: Editora Edgard Blücher. TAVARES. Florianópolis: Editora da UFSC. Paulo E. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. Evlyn. Fotogrametria. Brasília. Exército Brasileiro. NOVO. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Instituto Militar de Engenharia. .

7º SEMESTRE .

2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5.5 Ignorância e Responsabilidade. 3.7 Coação Interna e Responsabilidade.1 Objetivos da Ética.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional. 1.2 Atribuições Profissionais . 2. 4.8 Coação Externa e Responsabilidade.4 Responsabilidade Moral. 3.194/66. 4.7 Estatuto do Sistema .3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte.9 Comportamento Ético Profissional. 1.3 Subsistema de Relações Sociais. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. Leis correlatas e anexas. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.6 Constituinte do Sistema.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. 4.4 Lei Federal 5. 4. 4. 2.Aprovado no III CNP. 1. 1. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional.194/66. 1. 4. SISTEMA PROFISSIONAL 3.4 Uma Leitura Histórica.1 A Constituição Federal e o Diploma.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente. 4. 2.1 Antecedentes da Legislação Profissional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.6 Liberdade e Responsabilidade. Ética profissional e sanções disciplinares. Exercício profissional. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. 3. 2. 1. filosofia e política da legislação. .Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos.Histórico. ÉTICA PROFISSIONAL 1. 1. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão.5 Uma Proposta. 3.3 Ética Profissional. 1.1 Subsistema de Formação Profissional.2 Definição da Ética. 3.

Ed./1990.3 ART x CREA. 9. 6. 5.1988. 6. 9. set.7 Direitos Morais do Autor. FISCALIZAÇÃO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA.4 Remuneração.3 Poder Público. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Constituição da República Federativa do Brasil.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais.1 Profissional. 9. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. 5. Ética e Nicômanos. Trabalho escrito em grupo. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6.1 Resolução. 2002.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Simone Brião do. 5.1 Tabela de Notificações. Frederico. Arquitetura e Agronomia. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9.5 Área de geologia e Minas. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas.6 Direitos Autorais. Estudos de Caso. 5. datashow. 9.4 Área de Engenharia Industrial.4 ART x Profissional. 7. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL. Ed. 5.1 Quando Utilizar? 9. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. Natureza Jurídica do Conselho Profissional. 6. 5. Informativo . 5.vídeo). Apresentação de seminário. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia. 5.2 Área de Arquitetura.078. O Exercício Profissional e a Nova Constituição.5 Importância da ART.8 Direitos Patrimoniais. ARISTÓTELES. BUSSINGER. 6. Brasília.1985.1 Erro Ético. Univ.2 Cliente.3 Área de Engenharia. Lei nº 8.4. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação. Código de Defesa do Consumidor. 8. Gilberto.

O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia.ed. BUSSINGER. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. FLORES. Propriedade Industrial. Frederico. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. . Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS./ Nov. Arquitetura e Agronomia. nº3. 1989. Jornal do CREA/RS. Comissão Executiva CREA/RS. Atribuições: Conceitos de. 1990.CONFEA. Leis: Decretos e Resoluções./1994. 1999. CONFEA. 1988. CONFEA.3. Rio de Janeiro. José Ubirajara. CREA/RS.1989. Out. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Brasília. 1987. Destaques da Legislação Básica.

equipamentos e meio ambiente. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. 12. Noções de Primeiros Socorros. Segurança nas diversas etapas construtivas. 11. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. 13. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho. quadro e Data Show. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho.1 Desenvolvimento de Projeto 14. Riscos ambientais 3. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. Normalização e Legislação específica. Fundamentos de Segurança. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. 8. . Segurança em projetos. Higiene do Trabalho. Estudo da NR-18.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. utilizando retro projetor. Higiene do trabalho 5. máquinas. Histórico e estatística dos acidentes 2. Ferramentas manuais. EPI 7. Estatística e Custos dos Acidentes. Plano geral de segurança 9. 10. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. Normas regulamentadoras para a construção civil. projetos. Agentes ambientais 4. Segurança no Projeto e Construções. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. Levantamentos ambientais 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

São Paulo. Normas de prevenção de incêndio. Normas Regulamentadoras. Manual da aplicação da NR-18. Ed. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. MINISTÉRIO DO TRABALHO. Edison as Silva. ZOCCHIO. Brasília.Seconsi. 2003 Normas Técnicas da ABNT. 1980. Equipamentos de Proteção Individual. Atlas. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. A. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. 1998. FUNDACENTRO. ROUSSELET. SAMPAIO. Ed. Ed. Atlas. 1996 ABNT. 2000. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. São Paulo. apresentando técnicas de proteção recomendadas. Segurança e medicina do trabalho. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . PINI.. São Paulo. 1994. 1997. MTb. T. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. G. FUNDACENTRO. São Paulo. Brasília. São Paulo. Rio de Janeiro. Ed. YAMADA. CLT FUNDACENTRO. José Carlos de Arruda.

Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações. torção. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. flexão composta.2 Vigas em CA . Conhecer os materiais em usados em CA.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2.7 Armaduras mínimas 3.2 Detalhamento construtivo 4.4 Cisalhamento em CA 2. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado. compressão simples. Introdução ao CA 2. Conhecer os estados limites das estruturas em CA.1 Revisão da Flexão Simples 2. Caso geral (Casa) 5.Dimensionamento 2. Compressão simples 3. Tirantes 6. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. flexão simples. Dimensionamento à torção. Comportamento das estruturas de concreto armado.5 Zona comprimida 2.1 Pilares 3.3. Princípios básicos da verificação e da segurança. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. . É apresentada um pequeno prédio modelo. Flexão e Cisalhamento 2. Normas para Concreto Armado. Detalhar a armadura das estruturas. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo.6 Vigas c/ altura definida 2.

J.Projeto e execução de obras de concreto Armado. Hormigón Armado. M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. Estruturas de Concreto Armando .• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. MONTOYA P. J. FUSCO. CABRE F. NBR 6118 . Barcelona. dos. LAURO M. P. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. Lajes em concreto armado e protendido. A. . As 3 avaliações formam a média do semestre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO.. GARCIA. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. B. Concreto Armado. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula.solicitações normais. Ed. . Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. consistindo de participação em sala de aula.M & Cunha. SANTOS. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. P. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. GUERRIN. MESEGNES A. Rio de Janeiro 1998.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. McGraw-Hill Do Brasil. Avaliação do desempenho. Guanabara Dois. NBR 7480 . C. cumprimento de trabalhos e freqüência. MARAN. Nov 2003 NBR 6120 . 1987. Cálculo do Concreto Armado. Pini SP 1995.V. Nobel Editora. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. Souza.

11. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). Fôrmas. quadro. 6. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). 7. Supra estrutura. Execução de contrapisos. visitas técnicas. Impermeabilizações. Estudo das fundações. Revestimentos. Instalações elétricas. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. utilizando retro projetor. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. 3. Movimento de terra. Marcação de obras. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. 13. Trabalhos preliminares. Infra-estrutura de obras de construção civil. Terraplanagem. Revestimentos. . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Alvenarias. 9. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). 10. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. 12. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. data show ou canhão. levantamentos e instalações provisórias 2. 8. 4. Alvenaria. Infra estrutura. Instalações. Supra-estrutura de obras de construção civil. Argamassas. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. de campo e em laboratório. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7).Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil.

P. 1999. Zeno. CETOP.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. W. 1999. P. de. E. propriedades e materiais. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Portugal. DIVERSOS. K. Caderno de encargos. 1998. Revistas e publicações técnicas. H. Artigos técnicos. HIRSCHFELD. São Paulo. 1988. conforme NBR 9575. M. Editora PINI. São Paulo. 3. M. MEHTA. Técnicas modernas de construção. Editora PINI. Atlas. CHING. São Paulo. RIPPER. SOUZA. K. PINI. Espanha. A técnica de edificar.estrutura. São Paulo. Técnicas de Construção Ilustradas. 1988. Editora PINI. Manual de construcción de edificios. F. R. Madrid. . 2000. Bookman.. YAZIGI. São Paulo. Divisão de edificações do IPT. FRANCIS D. H. 1996. Editora PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. R. Concreto . Tecnologia de edificações. Ed. São Paulo. Editora PINI. Edição. 1994. São Paulo. Editora Gustavo Gili. 1988. C. 2002 CHUDLEY. dissertações de mestrado e teses de doutorado. MONTEIRO. São Paulo. Como evitar erros na construção. 1994 PIRONDI. Editora PINI.

1 Sub-ramais e ramais 1. e contando-se para isto. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias. Instalações prediais de águas pluviais. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre.2 Estimativa de consumo 2.1 Introdução 2.1 Introdução 3.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo. Instalações prediais de esgoto sanitário. Instalações elevatórias prediais.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1.4 Dimensionamento 1.4.5 Instalações de recalques de água 1.4. Instalações prediais de combate a incêndio. Instalações prediais de água quente.4 Aquecimento central 2.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.1 Introdução 1.3 Sucção e recalque 1.4.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2. Instalações prediais de gás. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. Instalações de construção de fossas sépticas.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas.3 Capacidade dos reservatórios 1.2 Colunas e barriletes 1.

ABNT.Apresentação do projeto hidro-sanitário. ABNT. 1979. ABNT. Rio de Janeiro. São Paulo. Instalações prediais de água fria. ABNT. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. Sistemas urbanos de água. DACCH. . Eugênio e BLUNDI. Instalações prediais de esgotos sanitários. FORESTI. 1991. EDIUSP.1221. EUSP. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio.19. 1982. Luiz et al. Carlos E. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. São Paulo. São Paulo. José Roberto. EDUSP. Instalações prediais de esgotos sanitários. 1981. 1982.5626. Instalações hidráulicas e sanitárias.611. NBR . Rio de Janeiro. Nelson Gandur. Instalações prediais de água fluviais. 1984. 1991. CAMPOS. LTC. NBR . NB . 1959. LTC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO. 1991. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. Hélio. NB .

supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. Locação de Off-Sets 13. • Escolher os equipamentos adequados. solo e brita 15. • Calcular volumes de corte e aterro. Sequência Real do Projeto 5.Agregados 14. Interseções (cálculo e locação) 17. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Projeto geotécnico. Critérios de projetos de pavimentos. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Ensaios em Laboratório. Revisão do Projeto Horizontal 2. Dimensionamento de pavimentos. Calculo dos volumes. Utilização de meios de Multimídia. Projeto Geométrico e de terraplenagem. Compensação de volumes 10. 21. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Construção de pavimentos. Drenagem de pavimentos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Diagrama de Bruckner 20. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. Revisão do Projeto Vertical 3. Sinalização. AVALIAÇÃO: Provas. Compensação de Volumes 4. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Materiais para pavimentos. Visitas a Obras. Locação de Projetos (aula prática) 11. . Usinas de asfalto. Locação de curvas com PI Inacessível 18. Trabalhos de Pesquisa. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Softwares. Estudo das curvas de nível 8. Pedreiras e britadores 16. Diagrama de Massas 19.

Pavimentação. 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. SENÇO. 1999. Benjamin B. Manual de projetos de intersecções. Rio de Janeiro. 1980. Wlastermuller de. Grêmio Politécnico. Paulo Roberto. Manual de técnicas de pavimentação. Ipiranga AS. Porto legre. Multilibri. . Rhodia AS. São Paulo. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Cyro Nogueira. FERREIRA. Raphael do Amaral. Antonio Lucio. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Renato G. São Paulo. DNER. 1976. Rio de Janeiro. 1993. UPAE. Projeto de estradas. Grêmio Politécnico. Misturado a Frio. CAMPOS. Pelo Serviço de documentação. Estradas de rodagem. 1976. MICHELIN. PUBLICAÇÕES DNER.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. 1975. Wlastermuller de. 1979 FRAENKEL. Porto Alegre. Fglobo. Sistemas drenantes. Engenharia rodoviária. 1982 SENÇO. São Paulo: Pini.

Geossintéticos 4.Obras de contenção .Seleção de materiais .Reconstrução de aterros . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO .Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos. ESTABILIDADE DE TALUDES .Tipos .Métodos analíticos . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. Equilíbrio de maciços de terra.Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo .Muros de arrimo .Considerações .Generalidades sobre obras de terra 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra. Terraplanagem.Efeito da água 3. Barragens de terra. EMPUXOS DE TERRA . Aterros rodoviários. Elementos de projetos de obras de terra.Retaludamento . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra. ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7.Métodos gráficos 6.Teoria de Rankine . INTRODUÇÃO .Controle e comportamento das barragens .Teoria de Coulomb .Filtros 5. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS . BARRAGENS .

8. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. 4 v. Fundações. PINTO.Considerações gerais . da Costa. 1978. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. São Paulo : McGraw-Hill. edição revisada e ampliada. TSCHEBOTARIOFF. Mecânica dos solos e suas aplicações. TERZAGHI. Paulo Teixeira da. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. Rio de Janeiro: 1961. 648 p.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. . São Paulo: Grêmio Politécnico. 1996. Mecânica dos solos na prática da engenharia. 1983. Introdução à mecânica dos solos. New York: John Wiley & Sons. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. VARGAS. Gregory Porphyriewitch. CRUZ. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. Karl. 1991. projeto. São Paulo: Oficina de Textos. 2000. Karl. 1962. ed. 509p. 526p. Estabilidade de taludes. C. J. A. 100 barragens brasileiras: casos históricos. Ofic. Rio de Janeiro: LTC. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. 1967. São Paulo : McGraw-Hill. DE S. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Homero Pinto. Homero Pinto. Apresentação individual de trabalhos em seminários. visitas técnicas e seminários. 1978. São Paulo. Soil mechanics in engineering practice. NUNES. Milton. TERZAGHI. de Textos. TERRAPLENAGEM . CRUZ. 2. materiais de construção. Paulo Teixeira da. 659 p. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Rio de Janeiro: 1958. exercícios. 2. Curso básico de mecânica de solos. 1980.

um tratado de economia. Brasiliense. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. Necessidades e bem econômico central. objeto e divisão da economia. Produção 3.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. Rio de Janeiro. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Ludwing. Zahar. C. São Paulo. Dinamismo e inovação 6. 1983. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. Seminários sobre assuntos da área econômica. Circulação 4. W e HAGUE. Introdução à análise econômica. Produção e produtividade. Ação humana. 1985. Paul. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Discussão de temas atuais da economia. McGraw-Hill. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. 1990. VON MISES. Circulação. 1970. Instituto Liberal. STONIER. São Paulo. A. Crusius. como também os pressupostos teóricos. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. Introdução à economia. Estrutura dos sistemas econômicos. WONNACOTT. Teoria econômica. Agir. Introdução á ciência econômica 2. Paul. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. D. Rio de Janeiro. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. Aprender economia.

8º SEMESTRE .

Equivalência .Problemas .Fórmulas de Juros .Problemas .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Exercícios . Fórmulas de juros. série uniforme .Taxas mínimas de atratividade .Método do valor atual .Juros . INTRODUÇÃO .Taxas múltiplas . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Pagamento simples .Fator de acumulação de capital .Exercícios 2.Valor atual . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos. série uniforme .Fator de acumulação de capital.Custo atual .Exercícios .Diagrama de fluxo de caixa .Engenharia econômica .Juro simples . Extensões. Equivalência.Alternativas com vidas diferentes .Comentários .Fator de valor atual.Pagamento simples .Série em gradiente .Fator de formação de capital.Composto .Energia de deformação e potencial .Equivalência . Comparação entre alternativas de investimentos. COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Fator de acumulação de capital .Critérios de decisões . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Tabelas .Taxa de retorno . série uniforme .

BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. AVALIAÇÃO: Provas. MEYER. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. 1958 NASCIMENTO. 1982. Engenharia econômica. DIFEL. pequenos trabalhos. 1985. McGraw-Hill.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. GERALDO et al. Manual de administração da produção. McGraw-Hill Book Co. estudos de casos. São Paulo. 1990. Engenharia econômica. RAYMOND. Nova York. CLAUDE et al. Atlas. FGV. . JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. Administração da produção. Engineering economy. MACLINE. 1984.

Peças comprimidas 7. 295p. 2000.ed. Rio de Janeiro. Ligações parafusadas 5. Peças tracionadas 4. Estruturas de madeira 9. Dimensionamento de vigas 8. Ligações soldadas 6. . 335p. 7.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. Estruturas de aço: dimensionamento prático. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. PFEIL. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. Estruturas de aço 2. Estruturas de Madeira. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. W. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. 1994. 5. • Avaliar soluções estruturais. LTC. Propriedades geométricas de seções transversais 3.ed. W. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Rio de Janeiro:LTC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL.

A.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. 209 p. São Paulo: Edgard Blücher. 1998. Elementos para projetos em perfis leves de aço. .

Reservatórios.2 Blocos de coroamento de estacas 3.Concreto/aço 5. Detalhamento. Fundações em Concreto Armado 2. Projeto Piloto 7. Vigas Hiperstáticas. Flexão Composta e Oblíqua 6.5 Vigas Paredes 4. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado. Compressão.3 Lajes Cogumelos 3. Tração. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura.1 Consolos 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Detalhamento . Lajes 1.2 Dimensionamento de Escadas 2.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento.2 Muros de Arrimo 3.1 Fundações diretas 2. Flexão composta. . dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais. Estruturas Especiais 3.1 Dimensionamento de lajes 1. Escalas. Muros de Arrimo. torsões. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.4 Reservatórios 3. Funcionamento . Pilares.Projeto Piloto 7.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.

7. 1989. 6v. M.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. ed. Hormigón armado. V. Exame com questões teóricas e práticas..Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. PFEIL. São Paulo: LTC. 1987. Avaliação do semestre é a média aritmética. 12. J. F. Barcelona : Gustavo Gili. . Rio de Janeiro: Interciência.Prova escrita intermediária. 1982. 1986. ed. 5. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. Curso prático de concreto armado. A. A2 . Construções de concreto.AVALIAÇÃO: A1 . São Paulo: Nobel. Concreto Armado. DA ROCHA. A3 .

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

• Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas.Classificação das precipitações 4.Classificação dos cursos de água .Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3. Infiltração e evaporação.Área de drenagem da bacia . PRECIPITAÇÃO .Medição da precipitação 5. como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Generalidades .A Ciência hidrológica . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. BACIA HIDROLÓGICA .Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico.Características físicas da bacia .Fase terrestre e atmosférica .Divisor de águas . Regularização de vazões.Introdução . Precipitações. Previsão e controle de cheias. Escoamento superficial. PLUVIOMETRIA .Precipitação média numa área .Histórico .Descrição geral do ciclo hidrológico .Precipitações máximas .Hidrologia aplicada 2.Conceitos .Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) . Águas subterrâneas.Análise dos dados de precipitação . Bacia hidrográfica. ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia. INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA . CICLO HIDROLÓGICO .Análise de freqüência de séries mensais anuais .

Balanço hídrico 9.Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Redistribuição interna ..Evapotranspiração .Bacias representativas e experimental 6.Forma da bacia . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Métodos baseados na radiação .Infiltração .Introdução .Medidas diretas . ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Comportamento do hidrograma .Declividade da bacia .Umidade do solo: conceitos e métodos .Problema simplificado de dimensionamento .Introdução .Evaporimetros .Medidas para controle de inundação . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Modelos de escoamento superficial .Curva hipsométrica .Balanço de energia .Hidrograma unitário sintético 7.Balanço hídrico .Armazenamento de água no solo .Separação do escoamento superficial . PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Determinação da precipitação efetiva .Evaporação .Equacionamento geral da infiltração .Equações empíricas . INFILTRAÇÃO .Método combinado .Avaliação de enchentes .Método de transferência de massas .Enchentes .Avaliação das cheias 10.Hidrograma unitário instantâneo .Modelo linear .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Hidrograma unitário .Sistema de drenagem da bacia .Equação para cálculo de infiltração pontual .Métodos baseados na temperatura .

Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. 208 p. Apresentação individual dos trabalhos em seminários. Porto Alegre: UFRGS. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. 625 p. JOSEPH B. 2. xv. LUIZ AMERICO. São Paulo. CARLOS E. IRANI DOS.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Blucher. 1976.. 2001. São Paulo: McGraw Hill. TUCCI. HENRIQUE. 2001. SWAMI M. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. 1978. São Paulo: Edgard Blücher.Caracterização do ambiente aquático . 669 p. Rio de Janeiro : Interciência. rev. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. PAIVA. 1998.. Modelos hidrológicos. SANTOS. São Paulo: E. NELSON L. MATTOS. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. Engenharia de recursos hídricos. 1980. 169 p. . 2000. 798 p.. Porto Alegre: ABRH. FERNANDO ANTONIO. CHAVES. Hidrologia. RODRIGUES. Gerenciamento de recursos hídricos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH.Legislação de Recursos Hídricos . M. ed. DE SOUSA. ALVAREZ. Porto Alegre : UFRGS. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. 291 p. Nobel. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas.Problema real de dimensionamento . ARTUR Hidrologia Aplicada. VILLELA. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. 289 p. Hidrologia básica. M. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. 372 p.Introdução . AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11).Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . PASTORINO. TUCCI. 1998. e atual. et al. 1975 245p. PINTO. CARLOS E. FRANCIS. GUILLERMO ACOSTA. trabalhos de campo e seminários. Hidrometria aplicada. 278 p. LUCAS NOGUEIRA. FRANZINI. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . 1999. F..Garantia de atendimento a demanda 11. 1987.

OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos.2.3 Método DNER 1.3.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.Base 1. 1.2.3.1.Asfalto 1.5 Base de solo cimento.1 Classificação dos revestimentos .2 Sub .4 Método da Prefeitura de São Paulo.4 Base de brita graduada 1.2. • Tipos de pavimentos Urbanos. solo .3.3 Reforço 1.1.1. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1. Pavimentação urbana.4 Sub-Base 1. 1.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.4 Processos de Construção de Revestimentos 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação. • Execução das diversas camadas de um pavimento.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.1.1. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos. 1. Execução de comandos de pavimentos.2.2.1 Método do Índice de grupo.3.1 Sub-leito 1.2 Método do CBR.4. pavimentação Urbana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Reforço do sub -leito 1.6 Revestimento 1.1. • Sinalização de pistas.3. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.5 Base 1.5 Método da AASHTO 1.2 Regularização 1.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1.

4. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. 1975.5 Determinação do teor de betume 2.São Paulo 2000.2 Ponto de amolecimento 2. apresentação de trabalhos e relatórios.1.4 Ponto de fulgor 2.2 Tratamento superficial simples 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO. Trabalhos de Pesquisa. Ipiranga SA.misturado a frio.7 Concreto betuminoso 1. Projeto de estradas.11 Calçamento de paralelepípedos 1. . ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. 1971.4.4.3 Ductilidade 2. Cyro Nogueira. Renato G.8 Pré-misturado à frio 1.4.10 Binder 1. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Porto Alegre. 1982. 1993. 8ª edição 1998.4. PUBLICAÇÕES DNER. 1991.9 Pré misturado à quente 1. 1979. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação.4. CAMPOS. Grêmio Politécnico. AVALIAÇÃO: Realização de provas. Ensaios em Laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Antonio Lúcio UPAE .12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. Pini . 1976. Visitas a Obras.6 Ensaio de Marshall 3. Wlastermuller de Estradas de rodagem.6 Capa selante betuminosa 1. Porto Alegre. Manuais técnicos de Betume.4 Tratamento superficial triplo 1. Pavimentação.4. 1980. 1976. FRAENKEL.4. Benjamin B.4. Manual de projetos e intersecções. Rio de Janeiro. FERREIRA. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. São Paulo. Grêmio Politécnico. Ed. Globo. SENÇO.4.1 Ensaio de penetração 2. MICHELIN.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. Softwares. São Paulo. Multilibri. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Rio de Janeiro. Raphael do Amaral. 1985. Utilização de meios de Multimídia.4. Engenharia rodoviária. Pelo Serviço de Documentos.3 Tratamento superficial duplo 1. DNER.

estudo técnico. Manual técnico de Pavimentação. AGUIAR. 6ª edição 1994. São Paulo 1998.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. São Paulo. ABCP. Paulo Roberto. Rhodia SA. Associação brasileira de Cimento Portland. Dimensionamento de pavimentos rígidos. Construção de pavimentos em concreto simples. Sistemas drenantes. 1988. . Associação Brasileira de Cimento Portland. 1998. ABCP. estudo Técnico.

OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas.Sondagens a trado e poços de observação . profundas e capacidade de carga.Tipos de fundações diretas . • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis.Recalques de fundações diretas . • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas. Recalques. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Dimensionamento geométrico das fundações diretas .Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem. Normas. INTRODUÇÃO . Escolha do tipo de fundações.Ensaio Dilatométrico 4. Projetos.Métodos para a estimativa das tensões admissíveis .História da Engenharia de Fundações 2. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .Ensaio de Palheta (Vane) . Fundações: diretas.Ensaios de cone (CPT) .Generalidades sobre fundações .Recalques admissíveis . Estáticas do estaqueamento. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3. muros de arrimo. • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas. SONDAGENS GEOTÉCNICAS . FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS .Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas .Sondagens a percussão (SPT) .Ensaio Pressiométrico (PMT) . bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra.critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional.

1996.. 290p. New York.K. . McGraw Hill. [et al] Fundações : teoria e prática.Atrito negativo em estacas 7. 1981. John Wiley & Sons. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. ALONSO.Provas de carga em estacas .Comportamento de estacas escavadas e cravadas .R. visitas técnicas e seminários. FANG.E. 785p VELLOSO..Capacidade de carga de estacas isoladas . Foundation Analysis and Design. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações. COPPE-UFRJ. São Paulo Edgard Blücher. vol. 1948. 1983. SIMONS. 169 p. São Paulo : Edgard Blücher. exercícios. Editora Interciência. Ed. R. HACHICH. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES.J. 1.E.F. URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas.. Van Nostrand Reinhold Company. Edition. 1a. TERZAGHI. São Paulo : Pini. M.. TOMLINSON. Foundation Design and Construction.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais . D.1. edição..A. N. PECK.Recalques de estacas isoladas . H.Y. 1998. 20 189 p. 1996.B. 201p.Y. FUNDAÇÕES PROFUNDAS .. São Paulo : Oficina de Textos. H. LOPES. Introdução à Engenharia de Fundações. Apresentação individual de trabalhos em seminários. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. Foundation Engineering Handbook. SCHNAID. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO. 751 p. MENZIES.Provas de carga em placa 6.Tipos de fundações profundas . F.. Fundações.. WALDEMAR . K. B. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. WINTERKORN. N. Pitman Publishing.

Empolamento dos solos. Patologia dos materiais 7. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . em obras e em simulações realizadas em laboratório. Lesões por acomodação. Lesão por rotação. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. medidas preventivas e corretivas 12. Vida útil das edificações 6. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. • Propor formas de tratamento das patologias.Chapa colada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. pilares e lajes de concreto armado. Fissurações: Tipos.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Lesões por esmagamento e compressão.Origem dos problemas patológicos 3. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. Corrosão por cloretos. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação. Defeitos de projeto e execução 5. grout. Efeitos do fogo 10. Agressividade e corrosão das armaduras 11. determinando suas prováveis origens. redimensionamento da viga . ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. Introdução 2. Causas prováveis de falhas 4. sulfatos e carbonatação 9. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações. fibra de carbono.

recuperação e reforço de estruturas de concreto. A . FORTES. UFC. E. (Dissertação de Mestrado). Técnicas de união de concreto novo e velho 14.13. revestimentos e impermeabilização 15. o primeiro seminário e o estudo de caso. 1998. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. . São Paulo. Patologia das pinturas e acabamento 17. McGraw Hill. Editora PINI. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. UFRGS. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. SILVA. 1986. UFRGS. São Paulo. L. São Paulo. J. 1988. Porto Alegre. P. da alvenaria. P. São Paulo. HELENE. São Paulo. Manual para reparo. São Paulo. Tese (Livre Docência). P. Editora PINI. DAL MOLIN. de campo e em laboratório. Prova de carga 19. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. D. Patologia da umidade 16. R. CUNHA. reforço e proteção de estruturas de concreto. 1995. F. da Acidentes estruturais na construção civil. Patologia. V. Editora PINI. SOUZA. A. HELENE. quadro. Vol I e II. visitas técnicas. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. Patologia das fundações. Editora PINI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. 1993. 1997. 1999. Residential construction problem solver. Porto Alegre. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. B. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. data show ou canhão. 1998. 1995. 1992. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. Editora PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. P. USP. utilizando retro projetor. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. New York.

1996. Porto Alegre. Santa Maria.PINTO. Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. J. do N. UFRGS. Multipress Editora. Patologias da impermeabilização. A. 1989. .

9º SEMESTRE .

1. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.1 Sistema Industrial .1.1.financeiro 4.PLP 3.1.Marketing 3.1.Processo .Taylor 2.Projeto .Mayo 2. compras. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.1. OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.1 Pert .Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução. marketing e vendas. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.3 Cronograma Físico .Produção 3.Venda .1. sua evolução e aplicações. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4.1.tempo 4. projetos.5 Sistema Financeiro 3. TEORIA DE SISTEMAS 3.2 Teoria Científica . Conceitos básicos em Administração.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3. Aulas Práticas e Visitas Técnicas.3 Teoria Clássica . . Uso de Recursos Audiovisuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.4 Sistema Recursos Humanos .3 Sistema Comercial . financeira.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2. produção e engenharia de apoio.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2.2 Pert .RH 3.custo 4.1.4 Teoria Humana . Princípios e teorias administrativas.Fayol 2. b) Estudar as funções e operações administrativas.2 Sistema Planejamento e Controle . A Evolução da Administração como Ciência 2.

4ª ed. 1983. 1993. São Paulo: Makron Books. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. 1999. MONKS. Teoria Geral da Administração. Atlas. Joseph. Idalberto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. Introdução á Teoria geral da Administração. 2vls. MC Grand Hill. 1993. .Administração da Produção. al. Nigel et. Ed. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. Relatórios.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. SLACK. Idalberto. Administração da Produção. São Paulo: Makron Books. Apresentação em Aula. Ed.

utilizar um software sobre o assunto. financeiro e físico-financeiro . CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. Executar cronogramas físico. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. orçamentos. Posteriormente. cartas convite e processos de julgamento. financeiro e físico . utilizando métodos científicos de avaliação. planejamento. Receber orientações sobre concorrência. planejamento de obras. Orçamento. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. composição de materiais e custos. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. editais e concorrências. noções de perdas. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. gerenciamento e controle de perdas. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. Discutir tendências da construção civil. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais.721/99. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. cronogramas. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. Avaliação imobiliária.financeiro.

2000. dissertações de mestrado e teses de doutorado. São Paulo. ABNT . AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). PINI. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). A. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. utilizando retro projetor.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. VIEIRA NETTO. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. 2001. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. 1999. R. São Paulo. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). DIAS. Copiare. R. apresentação individual do memorial descritivo. V. Anais de Seminários e congressos. PINI. . 2001. R. PINI.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. P. Ed. Como gerenciar construções. Ed. PINI. . Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. 1999. A. 1994.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. Avaliação de imóveis urbanos. Construção civil e produtividade. DANTAS. P. 1997. São Paulo. A. R. Engenharia de Avaliações . DIAS. P. Ed. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. São Paulo. PINI. quadro e data show. Gerência de programas e projetos. PINI. ed. J. PINI. Ed. TCPO . Ed. Planejar para construir. São Paulo. . VIEIRA NETTO. São Paulo.Tabelas de composição de preços para orçamentos. Curitiba.Introdução à metodologia científica. de campo. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Ed. Ed. V. Artigos técnicos. Rio de Janeiro. 2002. 2000. 2000. São Paulo. Ed. C. Curitiba. FIKER. Revistas e publicações técnicas. Copiare.

Organograma de Funções . • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. construções e equipamentos. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos. A evolução urbana.Teoria de Programa de Necessidade . O Urbanismo.Projetos: Arquitetônicos. NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS .Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3.Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. Visitas a centros históricos. A cidade como complexo sóciotécnico. sócio-econômico e cultural. Legislação prática: projetos arquitetônicos. O planejamento do espaço. apresentação de vídeos. complementares. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS .Habilitação 2. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo.Fluxograma de Circulações .Pré Dimensionamento . dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). A evolução social. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo. projetos complementares. programas. TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . Necessidades. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva.Atividades Humanas . . Tipologia de espaços arquitetônicos. projetos arquitetônicos.

Enio Cruz da Arquitetura ecológica. 1982. Mestre Jov. MOLITERNO. Desenho arquitetônico. Blucher. PLANO diretor de Porto Alegre. Ventilação e cobertas. A perspectiva dos profissionais. Blucher. PLANO diretor de Santo Ângelo. G. . Enio Cruz da Arquitetura ecológica. G. A. Blucher. Pioneira. 1990. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. REVISTAS de Arquitetura. Ernst. 1968. COSTA. São Paulo. FERRAR. NEUFERT. Morris. MONTENEGRO. 1988. Blucher. São Paulo. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. São Paulo. MONTENEGRO. A. G. 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. Arte de projetar com arquitetura. 1965. 1982.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. São Paulo. 1979. Gustavo Gili. Introdução ao projeto. MONTENEGRO. A. Blucher. São Paulo. São Paulo. A. São Paulo. 1988. Blucher.

Detalhes de Acabamento 10. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Estruturas metálicas de pontes. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Conceitos Notações 3. História das Pontes 2. Pontes em pré-moldados. Linhas de influência. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Tipo de Fundações. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Normas Aplicáveis 4. Infra-estruturas. Solicitações sobre estruturas de pontes. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Tipos Estruturais 7. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Tipos e métodos construtivos de pontes. Apoios. Carregamento em Pontes 5. Considerações de carga móvel. Seção transversal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Apoio de Pontes 11. Processos de Construção 8. Escolha da Seção Transversal 9. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6.

SANTOS. F. GIOSH. McGrawhill do Brasil.. Barcelona : Gustavo Gili. S. 1987. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado. CABRE. 1977. S. M.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . K & CHANDRASE KLAR.Aplicáveis ao concreto armado. 1977. Guanabara Dois GIOSH. K & CHANDRASE KLAR.Solicitações normais .Ed. Tratado de concreto armado. S. 12.Teórico e práticas. Interciência. Interciência. S. São Paulo: Hemus. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. MONTOYA. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. 1977 GIOSH. PROMON. B. Interciência. C. P. 1977. C. G. 1981. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. Analysis of determination structural concrete flexural members. F. LEONHARDT. E. S. Vl 6 Interciência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. K & CHANDRASE KLAR. J. MONNIG. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. S. S. Construções de Concreto. Estruturas de Concreto . A. ACI Publicacion. NORMAS ABNT . MESEGNES. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. 1977. C. GIOSH. 1976. ed. Interciência.LEONHARDT. Hormigon Armado. K & CHANDRASE KLAR. F. S. Barcelona. Construção de Concreto Armado. C. P. . São Paulo: LMS. 2002. A.

• Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade.Organograma das funções.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. Modelos estruturais. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. .Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. .Execução e desenvolvimento de ante-projeto. Muros de arrimo. Lajes. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. . METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. .Elaboração de programa de necessidade. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. elétrico e arquitetônico. realizando pesquisa de dados. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. vigas.Lay-out interno. . pilares. Reservatórios. Hidros-sanitário. fundações.Fluxograma das circulações. . ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. escadas.Elaboração de pré-dimensionamento.

dosagem e aplicação . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto. processos de tratamento. ÁGUA .Caracterização da água de abastecimento .Características do esgoto .Quantidade de esgoto pluvial . controle de efluentes. dureza e corrosão . ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental.Coagulação e floculação .Quantidade de esgoto sanitário .Sistemas de esgotos . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Condutos 4.Projetos de redes de água .Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água . sistema de esgotos sanitários. Sistema de abastecimento e tratamento de água. construção e operação de tanques sépticos.Rios . Estruturas de drenagem. tratamento e condução de águas. Esgoto: Características.Sistemas de bombeamento . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA .Alcalinidade.Poluição e autodepuração da água . Captação de água e adução. ESGOTOS . condições de potabilidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Produtos químicos.Mistura e decantação .Flouretação 3.Recurso natural .Quantidade de água necessária 2.Reservatórios .Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico.Aeração e arejamento . Sistema urbano de abastecimento de água.Conceito básico .Filtros e desinfeção . Reservatório e redes de distribuição. Drenagem superficial urbana. higiene e conforto dos ambientes. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO .

(1975). (Manual de projeto). DACACH. 131 p. Edgar Blucher. 1986. M. N. Sistema de esgotos. 245 p CRESPO.G. Manual de tratamento de águas residuárias. N. P. CRESPO.Drenagem urbana. visitas técnicas e seminários. BOTELHO. M. 1996. DACACH. C. 2001. 301p.Condições gerais . de L.Dimensionamento dos condutos . Belo Horizonte. 1984. Belo Horizonte : UFMG.H.V. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais. exercícios. Rio de Janeiro.G.Valas para coletores de esgoto . 290p.V. Belo Horizonte : UFMG. IMHOFf . Elevatórias nos sistemas de esgotos. M. SPERLING.V. Belo Horizonte: DESA. SPERLING.Projeto de sistema de distribuição de água. Ed.. TANQUES SÉPTICOS . 1997. 2001. Guanabara Dois. 483 p.Instalação da tubulação nas valas 5.A. . CETESB. 1984. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos.G. DACACH. Tratamento primário de esgoto.V. M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. UFMG. Lagoas de estabilização.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.NBR 7229. Ed. 2001.Projetos de redes de esgotos sanitários . 1973. BALBLITT.Definição . 1980. 1996. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. K. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. 415 p. Belo Horizonte : UFMG. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT.Pluvial . Lodo de esgotos: tratamento e disposição final.V. SPERLING. M. et all.Inspeção 6. Rio de Janeiro. 211 p. 240p. H. Abastecimento de água. CETESB. Belo Horizonte: UFMG. 1993. 134 p. 1997. São Paulo : Edgard Blücher. Lodos ativados.G. DRENAGEM URBANA . SPERLING. Sistemas urbanos de água. P. N.Projetos de esgoto pluvial . São Paulo : Edgard Blücher. Reatores anaeróbios. Saneamento Básico. Belo Horizonte : UFMG. São Paulo.G.Elevatórios de esgotos .C. C. Princípios básicos do tratamento de esgotos.Métodos . 237 p CHERNICHARO.

M. F. A.M. Manual de saneamento de cidades e edificações. J.H. 1979. BOTELHO.JORDÃO. Tratamento de esgoto doméstico. São Paulo : Pini.C. . 229 p. LTC. P. NETTO. Rio de Janeiro. Engenharia do Saneamento Ambiental.P. 1991. LEME..

. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. PLANEJAMENTO 1. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. LOGÍSTICA 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2. Estudos de operações em transportes. • Planejar o transporte de carga.3 Dimensionamento de Vias. Estudos de demanda de transporte. • Executar um Plano Municipal Viário. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes.5 O problema macro-logístico 2.9 Cálculo semafórico 2.2 Métricas espaciais 2.2 Transporte e atividades urbanas 1. • Planejar o transporte urbano.3 Sistemas de distribuição física 2. 3.8 Modelos de alocação de viagens 1. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes. Sistemas de transportes. Transportes públicos.4 Modelos de transporte 1. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes.3 Aspectos de estrutura urbana 1.7 Modelos de escolha modal 1.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1.6 Modelos de distribuição de viagens 1. SISTEMA VIÁRIO. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT).Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes. Visão Geral 1.2 As Componentes do Sistema 3.1 Introdução a logística 2.1 Planejamento de transportes.1 O Cenário do Sistema 3.6 Roteirização de veículos 3. Política de transporte. • Políticas de transportes. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.

John Wiley and Sons. obras. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes. Road project appraisal for developing countries. John Wiley and Sons. DE NEUFVILLE. 1990. Applied System Analysis. Avaliação de Projetos de Transporte. Volume 2. WAYSON. BAUMOL. and MCVOY. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. Environmental analysis of transportation systems..L. 1982. A. R.1Modal Rodoviário 4.3 Modal Aquaviário 4. 413-21. W.5 Modal Dutos 5. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. 1984. Leon H. 1970. New York. Richard. Nilder e KAWAMOTO. Rio de Janeiro. New York.SP. Livros Técnicos e Científicos. John W. STAMMER Jr.4 Saturação das Vias. FURTADO. 4. 1997. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. DICKEY. 4. 311 trb. Mc Graw-Hill. Eiji. NCHRPR. BARRA. . São Carlos . AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. J. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. Modelling and Management in Transportation. BOWLBY. 16.2 Modal Ferroviário 4. and Vinod.Z. Louis F. Gary R. EESCUSP. H. Pp. e KAWAMOTO. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. New York. 1978.4 Modal Marítimo 4. R.225-230. and MILLER. apresentação de trabalhos e relatórios. trabalhos de pesquisa. W. An inventory theoretical model of freight Transportation. E. praças de pedágios. Management Science. 1989. visitas a parques de estacionamento. pp.3.

Conforto Térmico 10.Diagramas 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11.1 Sistemas de distribuição de ar 11. Isolamento térmico. Dimensionamento e Aplicações 5. Psicrometria 8.1 Aplicações 9. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes. Carga Térmica 10. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas.2 Tabelas 6. Ciclo Termodinâmico 4. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes. Fluídos Frigoríficos 5. Dimencionamento de ar. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração.1 pressão 6.3 Umidade 7. Elementos de Controle 6. Carta Psicrométrica 8. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. Elaboração de Projetos.1 Dados para elaboração de projetos 11. Princípio de Funcionamento 3. Condicionamento de ar. Cálculo de carga térmica.2 Ventiladores .2 Temperatura 6.1.

198l. Ventilação industrial e controle de poluição. Engenharia do ar condicionado. Indrodução do ar condicionado. Koogan. Espanha. 1973. Blucher. Barcelona. S P. A. São Paulo. Calefação 12. 1988. Robert.Guanabara Dois. 1990. Enio C. C. Richard F. 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. Rio de Janeiro. 1972. Ventilação Industrial. 1985. . Necoti. Guanabara. 1981. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado.V.R. A. CREDER. Termodinâmica clássica. R J. Florianópolis : UFSC. OZISIK. Madrid. L. WYLEN. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. Blycher. McGraw-Hill.P. e PITTS. CLEZAR. Rio de Janeiro. Victor L. Espanha. A. Mecânica dos fluidos. São Paulo. Fundamentos de ventilação industrial. V. 1990. JONES. & SONNTAG. Fenômenos de transporte. 1976. W. . Transferência de Calor. McGraw-Hill do Brasil. Guanabara. NOGUEIRA. MACCARTNEY. Hélio.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. Campus.K. Blucher. R. Toleres gráficos ibero-americanos. 1975. MACINTYRE . STREETER.V. SISSOM.. Introdução à mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. C. Blücher. Gardon J.12. 1999.Física Industrial de refrigeração. 1981. D. W. Rio de Janeiro. São Paulo. M. Fund. Água caliente solar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA. FOX. LTC.E.

ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. Gerenciamento. Conceitos de QUALIDADE 2. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. Normas ISO 9000 4. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. Implantação. PBQP-H ANEXO III/IV 6.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Movimentos motivacionais. Sistemas da qualidade. Montagem e condicionamento. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. Organização nacional e estrangeira. Normas básicas. Documento do SGQ 5. Ferramentas da Qualidade 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Fabricação. Normalização. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Qualidade em projetos: suprimentos. Noções de confiabilidade. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Mapeamento de Processo 3. Conceitos da qualidade. equipamentos. . Metodologia de elaboração de normas.

São Paulo. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. PALADINI. . 2006. Gestão da qualidade: teoria e casos. Ed. UFSC.Requisitos para o SGQ. Rio de Janeiro: Elsevier. Tecnologia.M. Controle da Qualidade. 2001. NBR ISO 19011. São Paulo: Atlas. P. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. 2003. 1991. SP.Diretrizes para auditoria da qualidade.. A. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. E. 1996. P. H. E. gerenciamento e qualidade na construção. JURAN. PINI. 135 p.L.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. M. Mc Graw-Hill Ltda. THOMAZ. NBR ISO 9001. M. J. Dissertação.

Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. Definição do orientador com afinidade ao tema.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador. Fundamentação teórica.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. domínio do conhecimento).Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. elaborado e atualizado pela coordenação do curso.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. 3. OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. METODOLOGIA . O orientador avalia a pertinência do assunto. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. Ou propõe um tema e escolhe um orientador. ESPECÍFICOS: . BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. . Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. Escolha do tema. feita pelo orientador.O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização). gestão do tempo e recursos. .Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. . . se houver.Apresentação oral (postura. 2. foco e conteúdo científico). em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso. Elaboração da metodologia de trabalho. .

Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.Revisão anual emitido pelo responsável do curso. .

10º SEMESTRE .

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Planejamento das atividades. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional. Atividade de estágio. Elaboração de Relatório. Elaboração da proposta. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. .Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. bem como.

• Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. Execução de protensão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Associar a teoria à prática. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . 4. 7. Walter Concreto Protendido._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 2. Avaliação do desempenho. • Dimensionar seções transversais. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. Conceitos.Interciência Vl 06. 1991. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. cumprimento de trabalhos e freqüência. Determinação da protensão. PFEIL.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. consistindo de participação em sala de aula. 8. Perdas de protensão. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. • Calcular seção dos cabos. As 3 avaliações formam a média do semestre. F. 1977. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. EDC.Imediata e deferisas Flexão . AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula.Tesões Normais . 3. Esforços devida a protensão. NBR 6118-2003 . 6. Estudo dos materiais. Rio de Janeiro. 5. Construções de Concreto. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. Dimensionamento.

NORMAS CEB/FIB . Rio de Janeiro. 1975. LTC. de. Rio de Janeiro. A.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. da Prática de Concreto protendido. VASCONCELOS. Eurolles. Lê projet de bétom precomtraint. Gildásio R. 1980. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. Augusto C. SILVA. Arte & Industria.

.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. feita pelo orientador.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. . . Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. METODOLOGIA . 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso. gestão do tempo e recursos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. foco e conteúdo científico). ESPECÍFICOS: . Revisão anual emitido pelo responsável do curso.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I.Apresentação oral (postura. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. . domínio do conhecimento). elaborado e atualizado pela coordenação do curso.

função e características do motorista e do pedestre. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. Introdução ao fluxo em redes. SENÇO. Apply on design of urban highways and arterial streets. Escola politécncia. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. General. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. Projeto de sinalização semafórica. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. Americam Association of state highway officials. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. 1991. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. W. Rio de Janeiro. Representação dos fluxos de tráfego. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. Sinalização horizontal e vertical. volume de tráfego. para o dimensionamento das vias. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. . USP. 1972. de Planejamento. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. desenho de vias. para a programação de semáforos. Notas de aula. PUC. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. CONTROLE DE ACESSOS 7. planejamento. THOMAS & ARIES. W. Capacidade e nível de serviço. 1973.

WIDNER.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. The full costs of urban transport. departamento de Vias de Transporte e Topografia. J. USP. 1975. University of California. J. . M. 1991. P. Economia dos Transportes. A. Berkeley.

Língua brasileira de sinais: educação especial. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. Língua.. Surdez e Bilingüismo. MONTEIRO. I. Porto Alegre: Mediação. Valéria Amorim (orgs. Porto Alegre: Organizadora Mediação. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. SCKLIAR. 2001. Madalena. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. ARANTES. THOMA. Roseléia. alteridade. A língua na educação do surdo. 1999. Educação de surdos: aquisição da linguagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. noções sobre a estrutura da língua.). Educação de surdos: inclusão no ensino regular. Núria. os elementos que constituem os sinais. 2005. KARNOPP. Vol. São Paulo: Summus. SCHINEIDER. ________. Vol. Carlos. Porto Alegre: Artes Médicas. 1997. Brasília: SEESP. Carlos. Lucinda (Org. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. Regina Maria de. 2007.Disciplina: LIBRAS .Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. 1998. 1997. identidade e diferença no campo da educação.). culturas comunidades e identidades surdas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. QUADROS. 2005. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. 2006. FELIPE. Elalia. 2003. A invenção da surdez: cultura. 1. Porto Alegre: Mediação. Ronice Muller de. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. Babel. FERNANDES. SCKLIAR. Adriana da Silva e LOPES. Andaraí/RJ: Ed. Passo Fundo: UPF. Tanya A. Myrna S. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. Lodernir Becker e KLEIN. Integração social e integração de surdos. Educação de surdos – pontos e cotrapontos.). Lucinda (Org. 2004. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. SILVESTRE. SOUZA. Brasília. MEC: SEESP. curso básico. . Maura Corcini (org. 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. Um olhar sobre as diferenças.).

de 25 de setembro de 2008. abaixo discriminados. acrescida à carga horária regular e obrigatória. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . a partir de 1º de novembro de 2008. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia . determina que seja inserido. de 25 de setembro de 2008.788/2008”. resolve: Art. de 25 de setembro de 2008.788. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos. Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. que dispõe sobre o estágio de estudantes. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11.URI. 1º Para atender ao disposto na Lei 11. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso.788.788.

2º . bem como. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos.No prazo de 90 (noventa) dias. a contar da presente data.Esta Portaria entra em vigor na presente data. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. Art. Bruno Ademar Mentges Reitor da URI . pelos Departamentos da URI.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório. REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. deverão ser definidas. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português.Português. 3º . as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. 31 de outubro de 2008.

Elaborar orçamentos. Exercitar a capacidade de observar. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental.03/CUN/09. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. certidão e relatório técnicos. organizar. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. parecer. perícia.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. 1308/CUN/2009. Auxiliar na elaboração de laudo. PARECER Nº 2824. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. planejamento. Elaborar desenhos técnicos. vistoria. .1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. 1.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº.

3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Projetos de Construção de Estradas I e II. Desenho Técnico I e II. Mecânica dos Solos I e II. barragens. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. Estrutura de Aço e Madeira. e também. Fotointerpretação. Instalação I e II. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . Obras de Terra. transportes. Superestrutura de Estradas. Computação II-B. Quantitativos e Custos. ensaio e experimentação técnica. Hidráulica. Topografia I e II. Construção Civil I e II. Fundações. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. estradas. Saneamento Básico. estudo. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. instalações elétricas e hidráulicas. Estrutura de Concreto Armado I e II. Hidrologia. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos.• Auxiliar na coleta de dados. saneamento ambiental e estruturas. topografia e geoprocessamento.

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