URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

.Estágio: 240h Total: 4.395h 1.11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.

em maior escala. o tecnológico. etc. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul. dominam os principais setores de ponta. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. bem como a contínua atualização desse pessoal. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. Para isso. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. comandadas por computador.. o comércio internacional está se intensificando. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. devem investir. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. para não perderem a hegemonia. educaçãodesenvolvimento. automóveis. escola-sociedade. Com tudo isso. . devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico.. dos países do primeiro mundo como a de computadores. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. o do sistema ocupacional. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. eletrônica e robótica. absorção de pessoal qualificado. Neste contexto. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. As indústrias de alta tecnologia. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. o do sistema educacional. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios.

materialização do conhecimento científicotecnológico. gerando novas demandas. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. é preciso que se busque a autonomia na projeção . Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. registro e análise de dados. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. acabem se integrando ao mercado. Para isto. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. Assim. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. consequentemente. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. Com um pretendido aumento da renda. o projeto.divulgação .2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . 2. em aplicações práticas. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados. via pesquisa básica. Para este. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo.produção . especificando. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. e até de ponta.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter. que novos consumidores. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. hoje se vislumbra não ser definitivo. também. é possível. pelas pesquisas aplicadas. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas.

para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. que atua na interface entre a concepção e a execução. sociais e ambientais. também. para programar o uso desses novos equipamentos. a compreensão dos problemas administrativos. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. A expansão do mercado de trabalho.setores de ponta. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. Com o aumento da automação nas fábricas. por exemplo. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. Em síntese. O terceiro é o de LIGAÇÃO. Evidentemente. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. Consequentemente. também. no futuro. Isso leva. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. a isso. e está envolvido na criação de novos produtos. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. devendo haver. Considera-se como requisito importante o . As especializações. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. na atualidade. processos e sistemas. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. Deve somar. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. econômicos. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. com ênfase na atividade produtiva. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. como. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. Além disso. como nos serviços. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. abrangendo aspectos técnicos. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas.

baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. Com relação aos docentes. econômicos. ambientais e políticos. 2. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. os recursos computacionais. Além disso.conhecimento de aspectos legais e normativos. simulações em laboratório. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. Por outro lado. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. Em certas áreas. . aliada a conhecimentos específicos para idealizar.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. filmes em vídeo. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. em alguns casos. pois. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. implantar e controlar processos produtivos. constatar-se que. principalmente. A produção de materiais didáticos. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. redimensionar a formação do engenheiro. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. planejar. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. nos aspectos técnicos. do ensino e da extensão. para o efeito da carreira docente. a pesquisa e a extensão. Os egressos possuem poucas habilidades práticas.

recebem pesquisadores russos. empresas de planejamento e projetos.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. à uma visão analítica. em termos de ensino e pesquisa. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. firmas especializadas em montagem de equipamentos. O profissional formado por este curso. ainda. 2. A Universidade busca. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. Poderá atuar. gerando hipóteses para transformação da realidade.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . 2. canais e aeroportos. pontes. bancos. em indústrias. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. consultorias. portos. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino. companhias de seguros e no exercício do magistério. também. conjuntos habitacionais. poderá atuar no serviço público. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. túneis e vias férreas.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação.5 O MERCADO DE TRABALHO . estradas. além de Centros de Processamento de Dados. quando tiver formação pedagógica complementar.

a área de habitação popular. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. E por não ser algo estável. recebendo estudantes de. No atual contexto. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. assim. que reverte a curto prazo. 2. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. Neste sentido. aproximadamente. 80 municípios da região. qualquer resquício de estagnação. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. é importante fazer uma profunda análise deste fato. respondendo. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. à provocação do pensamento vanguardista. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. Em especial. • As oscilações econômicas por que passa o país. . enquanto lugar de ensino e pesquisa. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. ligado por vias asfálticas em todas as direções.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade.

onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. planejar. como sede de um Campus de Universidade. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino.2 Específicos Para que o Curso atenda. a mão-de-obra de.099. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”.7. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma.7. 2. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. destacamos como objetivos específicos fundamentais: .• Santo Ângelo.7 OBJETIVOS 2. atualmente.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica.80 Km e nessa área. facilitando. aproximadamente 575 profissionais da construção civil. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. 2. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia. realmente. assim. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem.

Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. Incentivar a integração regional. . • • • • • • Reforçar as aulas práticas. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. e não apenas verbalizando. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. capacitando. Vincular o curso ao progresso tecnológico. entre outros. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. normalização e controle do meio ambiente. administração. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. através da extensão. assim. legislação.

18 1. TRANC. REMAT.0 1.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 . MATR. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER. VEST. URI 3093 3314 3661 3865 INSC. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR .58 1. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . VAGAS INSC.46 40 28 32 35 MATR. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR. CANCEL.

30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ. 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 . 15-104 38-106.9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C.H CRÉD.Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo . 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III . P.5 anos / Máximo .A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL . T.4 anos / Médio . 15-115.

38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-132 38-203. 38-201 15-114. 38-201 15-121. 38-251 38-206 38-253 15-161. 38-301 38-253. 38-302 38-353. 38-253 . 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131.

800h 38-205. 38-207 30-027 38-504 .30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS .LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

4. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista.2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. 4. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro. as quais. 4. Constitui-se de conteúdos científicos. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. .3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

O profissional de engenharia e suas atribuições. 5. Sindicatos. Análise da grade curricular. Responsabilidades do Engenheiro. Chefias de Departamento.Lei 5194 .Sistema CONFEA/CREA.Formação e atualização do engenheiro.Resolução 218. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. O básico.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade. Coordenação. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. O ensino. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Direção. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. Planejamento estratégico aplicado ao estudo.Laboratórios. Engenharia no contexto do Campus. 6. A engenharia do século XXI . . suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro. A engenharia no contexto da universidade . Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. 2.Controle e fiscalização profissional. Processos de aprendizagem. . O curso de engenharia.Estrutura Organizacional 3. .FURI/URI . ABENGE. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil.Cenário de atuação profissional. Estaduais e Entidades de Classe.O cenário do desenvolvimento . A Engenharia no contexto da sociedade. A Engenharia no contexto do curso. 4. integrando-o no sistema universitário. CREA-CONFEA. Áreas de atuação. Avaliações do MEC. . O profissionalizante. . Legislação .

COBENGE . Revistas. & Outros. UFSC. PEREIRA. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. Instituto de Pesquisa Rodoviária. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. A. BAZZO. Visitas técnicas. L. Florianópolis. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. utilizando retro projetor. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. T. Pesquisas na Internet. W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. seminários. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. 1970. . quadro e projetor multimídia. M. Aulas e tarefas no laboratório. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. exercícios. Datas de realização: diversas. Rio de Janeiro. Bras. 1996. Santo Ângelo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. Manual Acadêmico. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. 9.Anais dos Congr. A. do Ensino da Engenharia.7. estudos em laboratório e trabalhos..1997. W. 2007. Florianópolis. Introdução à Engenharia. 8. URI. UFSC. Almir E.

Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3.Notação científica 6.Quadrados da soma e diferença .Cubos da soma e da diferença 2.Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas. POLINÔMIOS . Agrupamento . NÚMEROS COMPLEXOS .Operações com números complexos 7. Logarítmos. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações.Conceituação . Trigonometria.Trinômios quadrados perfeitos .Aplicações . FATORAÇÃO .Trinômios de 2º grau .Definição .Produto da soma pela diferença . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. POTÊNCIAS DE BASE 10 .Introdução .Algoritmos da divisão . POTENCIAÇÃO 4. RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Potências de base "i" . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos. Radicais.Operações . PRODUTOS NOTÁVEIS . Potências de base para funções. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático.Definição .Fator comum.Teorema do resto .

Função composta .Gráficos .Propriedades dos logaritmos .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco . secante e cossecante . Função logarítmica .Adição e subtração de arcos.Definições. tangente.Aplicações. EQUAÇÕES POLINOMIAIS . cotangente.Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Aplicações 13..Propriedades das raízes .Definição.Razões trigonométricas num triângulo retângulo . LOGARITMOS . variações.Sistemas de logaritmos .Definição e gráficos 12.Função inversa . Arco duplo .Funções trigonométricas: seno.Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . FUNÇÕES .Equações logarítmicas .Arcos e ângulos . .Resolução . sinais e gráficos . TRIGONOMETRIA .Círculo trigonométrico . FUNÇÕES DE 1º GRAU .Relações de Girard 9.Tipos de funções .Redução ao primeiro quadrante .Gráficos 10.Definição e gráficos 11.Domínio e imagem . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. FUNÇÕES EXPONENCIAIS .Mudança de base .Definição .Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8. coseno.Logaritmos decimais e naturais .

Curso Fundamental. São Paulo. José Rui. 2001.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. . Fundamentos de matemática elementar. Matemática. Melhoramentos.6. São Paulo. Charles. V. SOLOMON. IEZZI. São Paulo. Ática. Matemática. DOMENICO. São Paulo. Cours de mathematiques supérieures. Moscou Mir. Atual. curso completo. 2000. 1970. Matemática.9 SCIPIONE e outros. V.7. Gelson. 1 a 10. Matemática. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. V. volume único. 3. 1975. Luiz Carlos de. Scipione. IBEP.4. 1994. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI.

2 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.3 .Leis de Newton 5.Massa.5 .FORÇA E MOVIMENTO 5. Princípios da dinâmica. atrito. Cinemática. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .4 . UNIDADE 2 .Mudança de unidades. Teoria cinética dos gases.5 . esquematizar diagramas de forças e resolver problemas. 2. 2.Força. 3.1 .Velocidade e aceleração.2 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. 4.2 .Movimento. em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.Velocidade e aceleração.Componentes de vetores. Escalas vetoriais. 5.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 .Soma de vetores.Movimento circular uniforme. UNIDADE 4 . .Movimento de projeteis.4 . aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. 2.5 .1 . 4.1 .3 . 2.Posição e deslocamento. 5.Movimento em duas e três dimensões.VETORES 2. aplicar. 3. 5.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais.Vetores e escalares. 4.5 .1 .3 .Queda livre.MOVIMENTO RETILINEO 3.2 .MEDIÇÃO 1. Trabalho e energia.Atrito.Vetores unitários.6 .Aplicações das leis de Newton. bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Posição e deslocamento.1 . 1. UNIDADE 5 .Sistema Internacional de Unidades (SI).3 . 4.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.2 .

2 .1 .Torque.Energia cinética.3 . 8.Conservação de energia.1 .Lei de Hook. 6. 10. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.1 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).Energia cinética de rotação.5 .SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.Colisões elásticas e inelásticas.2 .Trabalho de uma força variável. 9. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.3 .Conservação do momento linear UNIDADE 9 .2 .6 . 9.4 .UNIDADE 6 . 9.5 .Conservação do momento angular.2 . UNIDADE 10 .1 . UNIDADE 7 .O que é colisão. 10.Trabalho de uma força constante 6.3 . METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.Momento angular de um corpo rígido.4 .Centro de massa.Forças conservativas e não-conservativas.5 . 6.4 .Potência.Impulso e momento linear.Momento linear. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. sendo no mínimo duas notas e no máximo três.3 .Colisões em duas dimensões.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .Variáveis lineares e angulares. 7.3 .Teorema trabalho-energia cinética.Momento Angular.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6.Energia mecânica 7. 11. canhão.4 .3 . UNIDADE 11 . 10.As variáveis da rotação.2 . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.1 .2 . 10.Trabalho e energia potencial. 6. 8. 11.1 . trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório. 7.ROTAÇÃO I 10.COLISÕES 9. 6.ROTAÇÃO II 11.Cálculo do momento de inércia.CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7. atividades de laboratório e relatórios. . 7.

. 1995. 1999.J. D. 2. Ed. KELLER. EDWARD GETTYS. D. Rio de Janeiro.Mecânica. SP. RESNICH. RESNICH. FREDERICK J.ed. V. V. WALKER... Edgard Blucher Ltda.1. KRANE. São Paulo : Edgard Blücher. 3 Ed. Um curso Universitário. W. MARK W. R. HUGH D.. São Paulo: Makron Books. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica. Rio de Janeiro. K. Física.. Rio de Janeiro. ZEMANSKY. Física.. LTC. YOUNG.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. 1. P. 1981. Fundamentos de Física .. Física . SKOVE.Mecânica. R. LTC. ed. H. 1990. Física. FRANCIS SEARS. LTC. 4 Ed. 1996. 4 Ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. TIPLER. 3. MALCOLM J.1996. Física 1. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. S. HALLIDAY. 1996..

Algorítmo. teoria da comunicação. funcionamento. Linguagem básica específica da área. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. . hardware. memória. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. Lógica de programação. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. Manipulação de conjuntos. planilha eletrônica e apresentação. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. funcionamento e variações). 2ª. variações. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. Noções sobre sistemas operacionais. Noções de editoração. gerações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. software e principais utilitários. manipulação de arquivos. 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário.

Judith L. 2000. 1a ed. 3ª ed. 2002. Metodologia Científica na Era da Informática. transcritos no Manual Acadêmico. Rio de Janeiro: LTC. Rio de Janeiro: Editora Campus. Campus. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). conceitos básicos e utilização de navegador). fica instituída a atribuição de notas. Informática: Conceitos Básicos. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. Jonofon. Rio de Janeiro: 2ª ed. SÉRATES. 4. vídeo. São Paulo: Makron Books. Introdução Ilustrada à Computação. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". Larry. 2002. 5ª ed. M. 1998. Introdução à Informática. 1999. 8 ed . MEIRELLES. laboratório de informática (Prédio 8). Informática: novas aplicações com microcomputadores. 1ª ed. Conceitos de Linguagens de Programação. Robert W. Porto Alegre: Bookman. 2ª ed.Brasília: Editora Jonofon LTDA. 2001. METODOLOGIA: Quadro. 2000. 4ª ed. McGraw-Hill. 1984. Raciocínio Lógico. João Nunes de. Ângela J. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. . Porto Alegre: Bookman. Fernando de Souza. 1990. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. regulado nos artigos 55 a 59. NASCIMENTO. J. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. GERSTING. SOUZA. São Paulo: Saraiva.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. ed. GONICK. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. 2000. 1994. João Augusto Mattar. São Paulo: Ed. retroprojetor. MEYER. VELLOSO. ponto de acesso à Internet. Para fins de avaliação do desempenho. Glenn. Lógica para Ciência da Computação. Fernando de Castro. conforme especificado no Regimento Geral da URI. Porto Alegre: Bookman. NETO. Nosso Futuro e o Computador. São Paulo: Harper & Row do Brasil.

Coordenadas polares. .Coordenadas do barricentro de um triângulo . visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. Sistema de coordenadas cartesianas .Conceitos fundamentais .Áreas de um triângulo . Estudo da reta.Resolver sistemas de equações.Ângulo entre duas retas . retas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Condições de paraleloimo e perpendiculares . Estudo da circunferência.Operação com vetores . espaços vetoriais. ESPECÍFICOS: . Operações e propriedades.Estudo da reta: diversas formas de equação . . GEOMETRIA ANALÍTICA .Representação cartesiana de um vetor. VETORES .Classificação.Equipolência e suas propriedades .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia. características e tipos de vetores .Distância entre dois pontos no plano . posições de ponto e reta em relação à circunferência. Produto interno vetorial e misto.Módulos de um vetor .Intersecção de duas retas .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico.Expressão analítica e coordenadas de um vetor .Lugar geométrico .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas.Coordenadas polares 2.Estudo da circunferência: equação. Problemas . planos e circunferências.Ponto que divide o segmento numa razão dada .Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores.Combinação linear. Vetores linearmente dependentes e independentes .Versor de um vetor . A área de um triângulo.Conceitos fundamentais . Distância entre dois pontos planos. . Vetores e operações.Distância de um ponto e uma reta .

Fundamentos de matemática elementar. Vetores e geometria analítica.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. Univ. 1993.Produto misto e suas propriedades . São Paulo. 2. Geometria analítica. Matemática para o colégio. Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. Cálculo vetorial e geometria analítica.Decomposição de um vetor . 1983. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. Matemática. 1987. São Paulo: MAKRON Books.. São Paulo. Rio de Janeiro. 1982. Imprensa Universitária UFSM. IEZZI. P. Waldir Muniz. Vetores e geometria analítica. 1986. 1988.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . Utilização de apostila com resumo da teoria. Vetores e geometria. . Cálculo e geometria analítica.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . São Paulo. Vicente Paz e outros. Belo Horizonte. Ed. Campus.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . Edson Durão. Instituto Brasileiro de Edições Científicas. José Reni e outros. RIGUETO. GIOVANI. Gelson. São Paulo. SHENK AL. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. de São Paulo. LTC. Scipione. FTD. Armando. 1984. Campus AS. OLIVA. Geometria analítica. São Paulo:MAKRON Books. Atual. 2000. Rio de janeiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. REIS e SILVA. e WINTERLE. 1988. STEINBRUCH. WINTERLE. JUDICE. Elementos de geometria analítica. A. exercícios e problemas variados.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Miguel O . Rio de Janeiro. 1971. 1988. P.

. 2004. Introdução ao Desenho Técnico. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. Francesco.M.Normas de desenho técnico.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. 207p. PETZOLD JUNIOR.Traçado de curvas 5. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. . H. e o estudo das projeções ortogonais. Sistemas de representação. Desenho Técnico. V. STAMATO. Vistas omitidas. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. W. Porto Alegre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Primeiro e terceiro diedros. Richard. J. Desenho Técnico.Traçado de paralelas 3. PROVENZA. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). O. Fundamental de traçado à mão-livre. Albert & FORBERG. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. Lisboa. CUNHA.. 854p. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre. Normas para o desenho técnico. Projeção ortogonal de peças simples. 1981. Sulina.Traçado de retas 2.Projeção ortogonal 7. FRENCH. São Paulo. José & Outros. Coletânea de normas de desenho Técnico. Proporções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. 2 Ed. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. PROTEC. 1986. 13 Ed. Desenhista projetista. Desenho Técnico. Editora Globo.Divisão de uma reta em partes iguais 4. Fundamentos de Desenho Técnico. 1969.Desenho de letras técnicas 6. Editora Globo BORNANCINI. L. Thomas E. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. BACHMANN.Exercícios 9.

Natureza . O método científico e a prática da pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. pesquisa. tecnologia e desenvolvimento . M.A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO . Tipos e características da pesquisa. ANDRADE.Planejamento. Apostila. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA . ciência. na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário.Processo histórico de produção e transmissão . M.Tipos e níveis . São Paulo: . Rio de Janeiro. Projeto de pesquisa.ABNT.Relação universidade e pesquisa . A pesquisa como ato cotidiano. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. Avaliação do projeto. METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. Relatório de pesquisa. AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). Avaliação da apresentação pública do projeto.A função social da pesquisa . Normas ABNT sobre Documentação.Educação. Função social da pesquisa.Caracterização . Rio de Janeiro. de. 1989. fim objetos .O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA .O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . Avaliações por objetivos. Instrumentalização metodológica.

Metodologia e Prática investigativa-ação. RUIZ. 2001. Metodologia do Trabalho Científico.A. São Paulo: Cortez. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. 3 ed. Dutra. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. 1996. 20. 4. Pedro. V.Atlas. 1999. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. J. EDIURI. Machado. BERVIAN. 22. THIOLLENT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. Eli. DEMO. 1997. Ver.. RUDIO. . São Paulo: Cortez. . Petrópolis: Vozes. F. SEVERINO. A L. M. São Paulo: Atlas. 4 ed. J. Ampl. 1994. 1995. Antonio Raimundo dos. Pesquisa: princípio científico e educativo. ed. A. 2004. A Metodologia Científica. 1986. Sâo Paulo: Cortez. Santo Ângelo. 2000. Ed. Metodologia Científica. SANTOS. P. Gláucio Couri. Ed. Rio de Janeiro: DP&A editora.

2º SEMESTRE .

4. Resolver problemas aplicando o limite. Outras Aplicações. 1.6. logarítmica. Integral Indefinida. 1. 2. Limites no infinito. Continuidade de funções. . 2. Definição e interpretação geométrica. 3. Limites infinitos. 3. Diferencial de uma função de uma variável . 3.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. derivação de funções de uma variável.4.1. 4. implícita.1.6.Aplicações. a derivada e a integral de uma função de uma variável.2. INTEGRAÇÃO. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais. 4.1.4.1.Máximos e mínimos de uma função .2. Derivação de uma função na forma paramétricas.2. 2. 1. Teorema de Rolle e do Valor Médio.3. 2.5. hiperbólicas diretas e inversas.Regra de L'hospital. 2. Propriedades dos limites 1. Funções crescentes e descrescentes 3. a derivada e a integral de uma função em situações diversas.7. trigonométricas diretas e inversas.5. Integral definida.6. Derivação das Funções: compostas. Velocidade e Aceleração.Interpretação geométrica. Limites Fundamentais.3. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. 3. DERIVAÇÃO 2.5. Taxas de Variação. Derivação das funções Elementares. continuidade. ESPECÍFICOS: Determinar o limite. 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Cálculo de Limites . Integração indefinida e definida. 3. 4. Regras de Integração.3.2. 4. Integração por partes e por substituição. 2. Aplicação das derivadas. Limite de uma função. LIMITES E CONTINUIDADE 1. Derivadas Sucessivas 2.3.

1987. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. . D. ed. Cálculo com geometria analítica. São Paulo : Makron Books. Makron -Books. Paulo.. Vol. Bookmann. 1995.MAPLE e outros. São Paulo : Malheiros. ed. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. São Paulo. Louis. Rio de Janeiro: 2002. Cálculo A: Funções. 1987.. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações.1. trabalhos individuais e em grupo. 7. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Laurence D. 1994.1. Cálculo diferencial e integral. 1992.M.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Integração. Hamilton Luiz. Earl W. Aulas no Laboratório de Informática. Cálculo um Novo Horizonte. ed. O cálculo com geometria analítica. SIMMONS. 6ª Ed. SP. Porto Alegre.. 2. Um curso de cálculo. Uso de Software matemático .Cálculo Com Geometria Analítica. HOFFMANN. São Paulo. Makron -Books. 2000 FLEMMING. Cálculo com Geometria Analítica. BRADLEY. 1999. Gerald L. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. Limites. São Paulo: Makron Books. São Paulo.Ed. GONÇALVES. George F. São Paulo: McGraw-Hill. Cálculo com geometria analítica. 5. Vol. H. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. 2000. LEITHOLD. Earl W. Derivação. SWOKOWSKI. 1 SIMMONS. SWOKOWSKI.. realizadas ao longo do semestre. GF. vol 1. McGraw-Hill do Brasil. Vol 1.ed.. Mirian Buss. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. Rio de Janeiro: 2001.. Vol. São Paulo : Harbra. 3. GUIDORIZZI.

Diagramas de estado. UNIDADE 2 .Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos. Estrutura e propriedades dos sólidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . de Broglie.Definir e utilizar as propriedades periódicas. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. líquidos e gases. UNIDADE 3 . Equilíbrio químico.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. Difração de raios-x. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. Sólidos imperfeitos.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos. .CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado. Classificação dos materiais. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. Cálculos envolvendo a Teoria Atômica. Sólidos amorfos. . Princípios da incerteza. . termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. Teoria de Bohr. Cálculos. Modelo de Rutherford. Estados de oxidação mais prováveis. Classificação periódica dos elementos. Propriedades periódicas e aperiódicas. expressões de concentração.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. ESPECÍFICOS: . UNIDADE 5 . UNIDADE 4 .Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. de equilíbrio. Reações de óxido-redução. .PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela.PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. Modelo atômico atual.

Tradução: I. C. Indicadores. Porto Alegre: Ed. São Paulo.1985. Aulas prático-experimentais em laboratórios. Soluções sólido-sólido. dialogadas e questionadas. um Curso Universitário. Jones. D. através de seminários.1981. L. RUSSEL. J. SHRIVER.UNIDADE 6 . Química e Reações Químicas.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. J. H. Guanabara Dois. P.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. GOMES. São Paulo. BRADY.. C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. Soluções líquido-líquido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. D. H. 4a Ed. 1986. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH. UNIDADE 9 .1982. Química Inorgânica Não Tão Concisa.. LTC... 2001. 1999. Volumetria de neutralização.1978.. Porto Alegre: Editora Bookman. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. J. B. McGraw-Hill. QUAGLIANO. TREICHEL Jr. Química. ATKINS. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. P. M. Livros técnicos e científico. UNIDADE 7 . B. K. 2004. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. 1 e Vol. ROCHA. M. MAHAN. J. As avaliações poderão ser realizadas. (tradutora).. Química Geral. TOMA. UNIDADE 8 .E. Química. F.2. A. B. Química Geral. Rio de Janeiro. 3ª edição. Química Inorgânica. J. J. oxidação-redução e complexometria. Oxidantes e redutores. 2003. Bookman. também. LEE. E. Química Geral. Vol. Bfucher. McGraw-Hill.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. Princípios de Química. Rio de Janeiro. ROSENBERG. ARAKI. . Soluções líquido-sólido.. Caracelli. W. R. (Tradutores). V.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. GENERALIDADES . retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. . Estudo do plano. INTERSEÇÃO .Condições geométricas . MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS . ESTUDO DO PONTO .Posições relativas de duas retas. Distância. de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa. .Condições geométricas.Posições da reta. ESTUDO DO PLANO .Geometria descritiva. 4. .Posições de um plano em relação a outro plano . rotação e rebatimentos. .Posições de um ponto. 3.Representação do ponto.Classificação dos sistemas projetivos. . . . 2. ESTUDO DA RETA .Pertinência . convenções. retas contidas em um plano . rotação e rebatimento.Classificação dos métodos descritivos.Retas principais de um plano. Estudo do ponto e da reta.Condições geométricas. .Representação da reta.Condições geométricas.Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas .Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. planos.Método mongeano. Mudança de plano de projeção de figuras planas.Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção . épura.Figuras planas que possuem projeção acumulada .Método de mudança de plano de projeto 5.

Álvaro J. distância entre retas 10. com apresentação de todo o conteúdo.Condições geométricas . Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios.Condições geométricas. REBATIMENTO . RANGEL. Guanabara Koogan.. 1976. PERPENDICULARISMO . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO.Interseção entre retas 7. RODRIGUES.Distância entre ponto e reta. 1968. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva. .Condições geométricas. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. Trilhas. ROTAÇÃO . DISTÂNCIAS . retas paralelas 8. PARALELISMO . Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. Rio de Janeiro. com trabalho em aula e extra classe. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. 1975. LACOURT. Rio de Janeiro.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva. Ao Livro Técnico.Condições geométricas. exercícios de planificação de elementos. 1999. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). Mexico.Estudo dos eixos paralelos 11. PRINCIPE JUNIOR. 1995. Buenos Aires: Alsina.Condições geométricas. retas perpendiculares . .Retas ortogonais 9. 8ª ed.Escolha de eixos. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos. GAMA. 1984. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. São Paulo: Nobel. estudos dos eixos perpendiculares . AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas. Donato Geometria Descritiva. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. 6ª ed. Elementos que definem uma rotação . H. distância entre dois pontos . Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros.Condições geométricas. Porto Alegre: Sagra. Rio de Janeiro: SEDEGRA. 1959.

Forma escada .Espaços vetoriais . Polinômios.Produto interno em espaços vetoriais . Sistemas de equações lineares. ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO .Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem .Equação linear .Igualdade de matrizes .Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Regra de Cramer .Representação genérica e abreviada .Tipos de matrizes . OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear.Matriz adjunta e matriz inversa 3.Operações com matrizes 2.Propriedades dos determinantes . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Combinação linear .Solução de um sistema de equações lineares . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Subespaços vetoriais . Diagonalização de operadores.Operações elementares .Dependência e independência linear . Espaços vetoriais.Posto de uma matriz . DETERMINANTES . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes. Autovalores e autovetores.Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) . Transformações lineares.Inversão de matrizes por operações elementares 4. ESPAÇO VETORIAL . determinantes. MATRIZES .Base de um espaço vetorial .Matriz inversa . sistemas de equações lineares. Espaços com produto interno.Mudanças de base 5.Conceito de matriz .Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) . Vetores no Rn.

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

Rio de Janeiro: LTC . .Livros Técnicos e Científicos Editora S. 7º ed. Mario F. 1999.TRIOLA. ..A. Introdução à Estatística.

AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas). .Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil. .Projeto hidro-sanitário 10.Planta baixa 15.Estereogramas 9.Projeto elétrico 11.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos. Desenho de instalações hidros-sanitárias.1. Desenho de Estruturas de madeira. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação.Cortes 15.Canalizações 8.Escadas 13. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo.Projeto residencial 15.2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Fluxograma. Noções de projeção central.Estruturas metálicas 6.3. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais. metálicas e de concretos.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos. .Situação 15.Cortes e secções 4.Trabalhar o aluno. Desenho arquitetônico. ESPECÍFICOS: . Cotas e escalas.Soldas 7. parafusos e porcas 5.Cotas. Desenho Topográfico.Esquadrias 12.Localização. rebites. Perspectiva linear cônica. Perspectivas de sólidos e sombras. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Madeiramento de telhado 14. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Materiais e Equipamentos 2.Técnicas de desenho técnico 3.

1970.1972. Perspectiva linear cônica. Cavalcante. Introdução do desenho técnico. GILL. Desenho Técnico. Richard.. Desenho para apresentação de projetos. São Paulo. Thomas E. Rio de Janeiro Tecnoprint. McGrawHill do Brasil. CAVALIN. Desenho técnico. R. Albert e FORBERG. José. Curitiba. A. Editora Globo. Rio de Janeiro FENAME. Porto Alegre. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. José e outros. M. FRENCH.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Roberto W. Globo.1976. Cotação funcional dos desenhos técnicos. Normas para desenho técnico.1974.1981. ROPION. BACHMANH. Rio de Janeiro.

3º SEMESTRE .

Objeto de Estudo da Sociologia. 4. b) Identificar. 3. Socialista e Comunista. 2. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano.2. bem como suas principais instituições. 3.5. 1. igreja e meios de comunicação social.2. família. Teoria Histórica-crítica. Luta de Classes. 4. 3. 3. com ênfase especial no capitalismo e socialismo.1. 1.2. especialmente o aparelho ideológico do direito. Superestrutura política. 3.4. sindicato. 3. Os movimentos Sociais 4.5. Teoria Estrutural Funcionalista. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Instituições Sociais.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1.5. 4.4. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. 3. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. Fatores Determinantes da Mudança. organização e estrutura de classes na sociedade.5.3. Processo de Produção da Sociedade. ESPECÍFICOS: a) Identificar. Definição de Sociologia. 2. Primitivo.4 Capitalista. 3. Os Principais Modos de Produção: 3.4 Classes Sociais.1.1.2. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida.1. estatal e ideológica. reconhecer e analisar os principais modos de produção. 3.1. Infra-estrutura. Escravista.3.2. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.3 Asiático e Feudal. . MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL.5.3. 1.

METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. estudos de Casos. Introdução à Sociologia. Ijuí: UNIJUÍ. Petrópolis: Vozes. GAIGER. Pérsio dos Santos de. Sociologia da Sociedade Brasileira. trabalhos em grupos com temas específicos. SINGER. 1989. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. Retorno do trabalho do semestre. PACHECO. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. São Leopoldo: UNISINOS. 1989. Peter. Paul. 1986. lógica e dinâmica. seminários. . 1989. OLIVEIRA. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. Prevê-se. São Paulo: Ática. Eliezer. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. A Construção Social da Realidade. 1999. Sociologia Crítica. O Capitalismo: evolução histórica. leituras orientadas. debates. São Paulo: Ática. São Paulo: Moderno. Provas orais. 1996. Porto Alegre: Mundo Jovem. desde logo o emprego de exposição dialogada. Luiz Inácio. elaboração de Artigos. Participação em debates e seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. Álvaro de. Pedrinho. VITA. 1987.

A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. conforme suas necessidades profissionais.4.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações.Aplicar a integração na resolução de problemas. Extremos de Funções de duas variáveis 3.2. .5.5. . Limites de funções de duas ou mais variáveis 3. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo. Pressão de Fluídos. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. trabalhos individuais e em grupo. Movimento de Inércia 2. Integração de Funções Trigonométricas 1. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas.1.2. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.1. Volume de sólido de Resolução 2. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração. Derivadas parciais. Derivadas Parciais 3.7. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3.2. Área de uma Superfície de Revolução 2. ESPECÍFICOS: .8. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1.3.6. Trabalho 2. Aplicações das integrais. Funções de duas ou mais variáveis.3. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. Comprimento de Arco 3. Integrais Impróprias 2. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas.1.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. Integração por Substituições Trigonométricas 1. Derivada Direcional e gradiente 3. Continuidade. Limite. Regra da Cadeia 3. realizadas ao longo do semestre.6. Integração por Frações Parciais 1. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Áreas Planas 2.4. Integração múltipla.5.3. Centro de Gravidade.4.

ed. São Paulo. Vol. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. 3. O cálculo com geometria analítica. 1 e 2. FLEMMING. 6ª Ed. 5. 1987. ed. São Paulo: Makron Books. George F. BRADLEY.1. 1999. Bookmann. Vol 1 e 2.... São Paulo: McGraw-Hill.. M.ed. São Paulo : Malheiros. McGraw-Hill do Brasil. Earl W. Louis. LEITHOLD. SWOKOWSKI. 2000 FLEMMING. Rio de Janeiro: 2001. Laurence D. Porto Alegre.. São Paulo: 1992. . H. derivação. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. limite. Earl W. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. B. vl 1 e 2. Mirian Buss. 2. Vol. Cálculo um Novo Horizonte.ed. Ed. Cálculo diferencial e integral.M. 1998. Rio de Janeiro: 2002. Gerald L. São Paulo: Harbra. integração. 1994. Cálculo com Geometria Analítica. 7. 2. ed. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. SWOKOWSKI. 1995. Cálculo A: funções. GONÇALVES. HOFFMANN. São Paulo: Makron Books. Makron Books. Um curso de cálculo. Vol. Vol. D. Integrais Duplas e Triplas. SP. 5. SIMMONS. GUIDORIZZI. 2000.. 1 e 2. Cálculo com geometria analítica. GONÇALVES. D. Cálculo com geometria analítica.acrescentar pontos nas avaliações. M. 1 e 2. Hamilton Luiz. Paulo.

b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. fundamentada numa boa referência bibliográfica. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Processo de combustão. Execução de pesquisa experimental. Aplicação da lei de Hess. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. .Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Aplicação da equação de Nernst. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. Controle de qualidade de água. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Medidas da velocidade das reações. Ação dos catalisadores. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. Leis da Termodinâmica. Eletrólise. 4. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. Noções de corrosão. Tempo de meia-vida. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. 3. Entalpia de reação em qualquer temperatura. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. Fatores que influenciam a velocidade das reações. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Pilhas. Aplicação da equação de Arrhenius. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Eletroquímica. Tintas. Termoquímica. Eletroquímica Termos elétricos. Aplicação dos processos eletroquímicos. Leis de Faraday. Classificação e destinação de resíduos industriais. Cinética Química.

avaliação da qualidade de águas naturais. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Cristina M. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido.. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. e EWT. vídeo). Análise química quantitativa. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. V. Físico-Química. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. R. B. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. V. 252p. 1995. hidrelétrica e seu impacto ambiental. ATKINS. Química. VOGEL. P. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. V. G. princípios básicos de tratamento de águas. 1. Análise de combustíveis. V. 1995. O Material e Suas Transformações. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. 2003.W.. Edgard Blucher. Fundamentos de Físico-Química.J. 1a ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. avaliação físico-química de combustíveis. 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. P. LTC. J. Saõ Paulo: Makron Books. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. Rio de Janeiro: LTC.1. corrosão em meio atmosférico. Moore.W. Físico-química. Química Geral. W.1. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. Físico-Química.5. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. 1999. 6. BRADY. et al. canhão. 1994. b) outra com uma avaliação teórica. Rio de Janeiro.. I. LTC. zincagem).2. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico. Russell. Santos. cobreagem. Trad. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. J. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. / Jordan. / Paula J. 2003. AL. . AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. 2002. W. v. J.

3 .O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.1 .3 .4 .3 .Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III . Oscilações eletromagnéticas.2 .Lei de Gauss 3.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.2 . Uide Gauss. Indutância.5 .Energia Potencial e Potencial Elétrico 4. Ondas eletromagnéticas.Condutores e Isolantes 1.2 . lei de Ampére. Lei de Gauss. Potencial elétrico.1 .O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.LEI DE GAUSS 3. Circuitos elétricos.Superfícies Equipotenciais 4. Faraday Lenz.Linhas do Campo Elétrico 2. Força Eletromotriz.5 . Capacitores.Fluxo do Campo Elétrico 3. Campo Magnético.6 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. Propriedades Magnéticas da matéria. Campo elétrico.Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Um Condutor Carregado Isolado 3.Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.7 .4 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C. Corrente elétrica.1 .CAMPO ELÉTRICO 2.CARGA ELÉTRICA 1.1 . Correntes alternadas.Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4.Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.Carga Elétrica 1.5 .O Campo Elétrico 2.Lei de Coulomb UNIDADE 2 .4 .2 .POTENCIAL ELÉTRICO 4.6 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo.3 . Equações de Maxwel.

Lei de Ohm 6.2 .O Campo Magnético 8.3 .1 .9 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .5 .O CAMPO MAGNÉTICO 8.LEI DE AMPÉRE 9.6 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .Lei de Ampére UNIDADE 10 .Lei de Lenz 10.Diferenças de Potencial 7.5 .1 .Lei da Indução de Faraday 10.3 .Movimento Circular de uma Carga 8.6 .1 .Capacitância 5.4 .Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.1 .3 .Resistência e Resistividade 6.6 .4 .8 .LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4. Energia e FEM 7.Instrumentos de Medidas Elétricas 7.1 .Capacitores e Indutores 11.6 .Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.4 .5 .2 .CAPACITÂNCIA 5.Capacitor com um Dielétrico 5.CIRCUITO 7.Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.2 .Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .4 .3 .3 .Densidade de Corrente 6.Capacitores em Paralelo e em Série 5.3 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.Trabalho.2 .O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .2 .7 .Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.3 .1 .Auto-Indução 11.INDUTÂNCIA 11.Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Circuitos RL .2 .1 .Cálculo da Capacitância 5.2 .O Cálculo da Corrente 7.Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .Circuitos RC UNIDADE 8 .O Efeito Hall 8.Corrente e Campo Magnético 9.4.5 .

2 . Curso de Física Básica.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13.3 ..Corrente de Deslocamento 15. 4 Ed.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 .O Magnetismo da Terra 12. KELLER. 1996.Eletromagnetismo.O Circuito em Série RLC 14.6 . aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.2 . R.1 .5 . Um curso Universitário. FRANCIS SEARS.O Magnetismo e o Elétron 12.. EDWARD GETTYS.O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12. Física 3. Vol 3.Campos Magnéticos Induzidos 15. 3 Ed.4 . 1996. Física. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.1 . H.O Transformador UNIDADE 15 . .2 . NUSSENZVEIG.Paramagnetismo. SP.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. D. 1995. RESNICH. 3. Rio de Janeiro .Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. MARK W. R. Rio de Janeiro.3 . HALLIDAY. W. D. SKOVE. FREDERICK J. LTC.Corrente Alternada 14. A fixação dos conteúdos será através de exercícios. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. MALCOLM J. Vol 3. RESNICH.4 . 2002. K.. WALKER.Oscilações LC 13.11. canhão.1 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos.ed. KRANE.2 . São Paulo: Makron Books. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12. S. Edgard Blucher Ltda. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 . Física. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. atividades de laboratório e relatórios.CORRENTES ALTERNADAS 14.Indução Mútua UNIDADE 12 . M. ZEMANSKY. Fundamentos de Física .3 .AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15. Ed.Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.Energia Armazenada num Campo Magnético 11. São Paulo: Edgard Blücher.5 . J. HUGH D.4 . ed. 1981.Eletromagnetismo.1 . 4 Ed... LTC. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. Paula. YOUNG.3 . LTC.. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. TIPLER. 1999. Física .A Lei de Gauss do Magnetismo 12. 2. 1990. Física.

R.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. OBERT. Equilíbrio de corpos rígidos. 3. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. Estática. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. & KRAIGE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. J. Esforços em vigas. 2000. TIMOSHENKO.. 2001. A.. G. Momentos de inércia . LTC. MEC/PREMESU. E. Mecânica Vetorial para Engenheiros. L. F. 1979. Vol 1. Noções de Carregamentos em Estruturas. determinar características geométricas de seções transversais. Laboratório de Engenharia Mecânica. 5. Mecânica dos Sólidos.Análise de treliças planas. SC. THIBAUT. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. (Momento Fletor. Momento estático de área e centro de gravidade. G. Rio de Janeiro. Mecânica Geral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. Eduart F.. Análise de Estruturas treliças. máquinas. TOURNAUY. Sistemas de Forças Equivalentes. McGraw-hill do Brasil. L. 4. Características Geométricas de Seções Transversais.Graus de Liberdade e Restrições de nós. Mecânica .Carros e Veículos.Estática. . 6. Russel. 2. Donald A.. Dinâmica de um corpo rígido. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. Esforço normal) Momento torsor e fletor. Editora LTC. 1970. GYOROGI. Johnston Jr.

OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. Planimetria. 2. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. Desenho de plantas topográficas. Noções de Topografia: Histórico. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. Grandezas medidas num levantamento topográfico. Redes de referência para medições topográficas. quanto à localização e confrontações. 10. 11. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. Equipamentos utilizados na topografia. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. 4. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. pelas demais . 8. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. 7. Teoria dos erros nas medições topográficas. conceitos e divisão da topografia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Confecção de croqui de medição. 13. 12. Unidades de medidas. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). Medidas lineares e angulares. Evolução do uso de equipamentos topográficos. Sistema de coordenadas. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. 3. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. 6. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. trabalhos práticos. 5. 9. Desenho topográfico e escala. Métodos de levantamento planimétrico.

São Paulo: Nobel. Alberto de Campos.1974. 1977 . ABNT . São Paulo: Edgard Blücher. Barcelona: Gustavo Gili. Topografia aplicada. Porto Alegre: Globo.atividades propostas e por sua participação em aula.1983. BORGES. JORDAN. Tratado general de topografia. Rio de Janeiro: ABNT.Associação Brasileira de Normas Técnicas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . Exercícios de topografia. São Paulo: Edgard Blücher. GARCIA. Gertrudes. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Alberto de Campos Borges Topografia. 1995. ESPARTEL. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. Porto Alegre: Editora Globo.1987. BORGES. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento. Gilberto e PIEDADE. Rio de Janeiro: ABNT.v.2. Manual de topografia e caderneta de campo. Lélis et al.Associação Brasileira de Normas Técnicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES.v. LOCH. 1994. W. 1998. . São Paulo: Edgard Blücher. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria. 1992 .1. Carlos e CORDINI. 1982. Lélis Curso de Topografia. ESPARTEL. Florianópolis: Editora da UFSC.1975.

Planos Econômicos. 9. seminários. Sindicalismo no Brasil atual. 12. LDB e Política Educacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. científicos e tecnológicos. 7. realizada através de testes e provas escritas. culturais. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. A Questão da Reforma Agrária. elaboração de textos. 6. 10. Mercosul. organização e apresentação de seminários. 13. 11. A Revisão Constitucional. A Questão da Modernidade. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. A Questão Ecológica. A Desestatização. A Política do menor. políticos. 8. 2. 15. A Política da Saúde no Brasil. A Dívida Externa. 16. A Política dos MCS. Análise de conjuntura. etc. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. 14. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. atividades de pesquisa. 4. entre outras. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. . ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. trabalhos em grupo. Política Salarial. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. tanto individual como coletiva. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. 3. 5. Trabalhar com metodologia adequada. A Dívida Interna.

visão Humanizadora. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. Inflação e crise na economia mundial. Rio de Janeiro. 1980. Livraria UNIJUI. 1982. I. FERRI. GENTILI.1993. Laurício e DALPIAS.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. Petrópolis. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. MORAIS. Mário E. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Petrópolis. FIDENE. Achimé. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. 1988. Realidade Brasileira. Buenos Aires. J. 1981. O e GIRARDI. 1994. SAMPAIO. K. Trabalho e capital monopolista. Régis de Construção social da enfermidade.J. Comunicação e poder. Vozes. São Paulo. Cristovam. 1984. . Zahar. 1992. Vozes. Rio de Janeiro. RJ:Editora Vozes. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. NEUMANN. Paz e Terra. LADMANN. 1983. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. Academia. BRAVERMAN. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. Ilatiaial USP. 1985. GUARESCHI. Passo Fundo. Berthier. LTC. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. Petrópolis. Vozes. Vozes. ZAMBERLAN. R. Argemiro. Problemas do Brasil. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil. BRUM.1982. BUARQUE. Cortez e Morais. 1980. Central Editor de America Latina AS. 1991.F. Oswaldo. 1983 BIZ. POA.1988. Ijuí.1974. O Brasil no contexto da crise mundial. São Paulo. 1978. Ecologia: temas e problemas. P.

conjunctions. Word formation: prefixes and suffixes. Comparative and superlative constructions.Refrigeration. Reading different kinds of texts: advertisements. Comandos. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler.Home heating and air conditioning.Construction. Water control . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Verbs: basic notions about verb tenses. . Dictionary usage. newspaper and magazine articles. 2. . 6. . The modals.Energy sources.Roofs. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. Basic general English and technical vocabulary. interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. 5. Elements of textual cohesion: articles. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa.Sanitary engineering. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: .Transportation. . . 3. .Civil engineering and engineering studies.Industrial waste.Structures. 7. articles from technical books. . personal and demonstrative pronouns. . • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. . .Concrete. regular and irregular verbs. com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário. .Foundations. tables. diagrams.Highways.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. .Computers. 4. . Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo.

Aulas no laboratório de idiomas. Luciane Cassela de. 1994. Raymond Basic Grammar in Use.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. ELLIS. GLENDINNING. SILVEIRA. Philip and PILBEAM. O'CONNOR. Disponíveis em <http:///www.pubs.1991. Randal. São Paulo. MURPHY. Eric H. GLENDINNING.org/pubshom1. On. KITTO. GREENALL. Simon and PYE. Adrian Negotiating. Longman. W. Rio de Janeiro: Editora Globo . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. MURPHY. ELT.line Publications. MCCARTHY. Marília de Figueiredo Improve Your English. Cambridge University Press. Cambridge University Press.1988.html>. Raymond. Mensal. 1994. Cambridge University Press.1989. Talking texts. Richard Engineering Information. . New York: Penguin English. SPEAK-UP. JONES. English Grammar in Use. Barbara Learning to Learn English. New York: Longman. Editora Ática. UR. Cambridge University Press. Michael. 1991. Penny Grammar Practice Activities. Abril 2003. 1994. O' DELL. Gail and SINCLAIR. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. 1996.1990. Cambridge University Press. Felicity English Vocabulary in Use.1989. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. New York: Newsweek. 1994. Cambridge University Press. Peter Target Vocabulary. HOLME. Michael.asce. WEST. Semanal.. Diana Reading.1992. NEEWSWEEK.Inc. Oxford University Press. 1933-.

4º SEMESTRE .

. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. Equações lineares com coeficientes variáveis. Equações de derivadas parciais. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações.

ABUNAHMAN. LTC . Frank. Luiz Mauro Cálculo.SP 1976.1988. São Paulo. 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral. . FIGUEIREDO. Jr. Wilson C. UEPG Ponta Grossa PR1999. FERREIRA. Equações Diferenciais e suas aplicações.RJ . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.1979. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. Sergio A. Rodney C.SP. McGraw-Hill . IMPA .SP . BASSANEZI. Jr. A .SP WILLIE.AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais.1997. Equação Diferencial. EUSP. quando for o caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. ROCHA. Atlas . 1974. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas.. BRONSON. HABRA . Equações Diferenciais.

1.4. 3. saber quando aplicar. Integração numérica. 2. 2.2.10. Sistemas lineares. aproximação de funções. Interpolação polinomial.Erros de Truncamento. Método da Dicotomia ou Bissecção.5.2. 2. realizar integração numérica. Erros e Critérios de Arredondamento. ERROS. 2. Iteração e ajuste de curvas. Métodos de Gauss Jordan. Método Numérico. 3. Determinação da Raiz.2. Conceitos e definições: 2.3.8. resolver sistemas de equações lineares. inversão de matrizes.1.4. Localização e Refinamento.9. 2. Método de Newton.Erros de Arredondamento. 2. 1. Newton-Raphson ou das Tangentes. Processo Iterativo. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. 2.Propagação de Erros. Erros da Fase de Resolução. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes.2.3. Processos Iterativos.1. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo. fazer ajustes de curvas. 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas.6. Zeros de uma Função. 2. Cálculo Numérico. fazer interpolação. ZEROS DE FUNÇÕES. 1.1. 2. 1.2.7.4. Zeros de funções. Matrizes Associadas a um Sistema. 1. Introdução. 3. Localização de Raízes Isoladas.3. 1. Métodos iterativos. Conceitos e Definições.1.1. zeros de polinômios. 1. zeros de funções. tais como: Erros nas aproximações numéricas. SISTEMAS LINEARES.4.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. 1. integração numérica. Erros da Fase de Modelagem. 1. ESPECÍFICOS: Entender.1.1. generalizar e operar com elementos.4. Teorema de Bolzano.1. interpolação. 2. . sistemas de equações lineares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2. 1.1.3.

9. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. São Paulo: Atlas. 1987.2.7. Cálculo numérico computacional Teoria e prática. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. 4. 5. SADOSKY.3. Introdução. 3. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. Sistemas Equivalentes. 5.2. 3 vol. Cálculo de Determinantes. Interpolação de Newton para diferenças divididas. HUMES. de Castro.4.1. 6. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. Rui.2. RUGGIERO. Interpolação Quadrática . A. MELO. Cálculo Numérico e Gráfico. Interpolação Linear. Método dos Trapézios. Leônidas Conceição. Interpolação Polinomial.3. Refinamento de Soluções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO. CLAUDIO. Interpolação de Lagrange. Gomes. 4. 3. 3. 1978.3. 3. 4.1. 1989. Método da Pivotação. Método de Euler. Ana Flora P. 1980. Jussara Maria. Márcia A. Homem. Rio de Janeiro: Interciência. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. exercícios de aplicação.5.4. INTERPOLAÇÃO. 5. 3.5.3. São Paulo: Atlas. 6. METODOLOGIA: Aulas expositivas. 5.2. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA.5. Cálculo Numérico Básico. Método de Gauss e Gauss-Jordan. Método de Simpson. Algorítmo da Triangulação de Gauss.3. YOSHIDA. São Paulo: Makron Books. Introdução 6. 3. 2 ed. 1996.5. Cálculo da Inversa de uma Matriz. Sistemas Triangulares. 3. Inês S.4. Método de Predição-Correção. 3.8. 5. São Paulo: Harbra. 4. 6.1. Cálculo Numérico com aplicações.6. 4. Quadratura Gaussiana.10. Método de Runge-Kutta. 4. Luzia .4.MARINS. J. 3. Dalcídio Moraes .Determinante de Vandermonde. Manuel.1. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas.

Noções de Cálculo Numérico.Hill Ltda. MIRSHAWKA. Cálculo Numérico. 1979. São Paulo: Nobel. . São Paulo: Editora McGraw.Kazuko.MARTINS. 1984. Wagner Tunis.. Victor.

Método dos deslocamentos. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos.Linhas De Influência. • Avaliar soluções estruturais. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . LTC. Rio de Janeiro. Linhas de Estado 4. Método das forças. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. Princípio dos Trabalhos Virtuais. 2. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. Sistemas Tri-Articulados. Sistemas Isostáticos Planos. Sistemas de estruturas isostáticas. 3. Vigas Gerber. 8. Sistemas isostáticos Planos. GORFIN. Rio de . • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. 5. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. 7. Análise de Treliças. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 9.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Ademar. Introdução à Teoria das Estruturas. 1972. Traçado de Diagramas De Vigas. 6. Curso de mecânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA.

1971. . Curitiba. Globo. Vol 1. Neto José de Almendra. 2001. 1980. SÜSSEKIND. Exercícios de estática e resistência dos materiais. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. 1979. Curso de análise estrutural. LTC. UFRP. Timoshenko / Gere.Janeiro. Mecânica dos Sólidos. José Carlos.

Diagrama/tensão/deformação .Convenção da resistência dos materiais 2. Normas simples. Estado de tensões. FLEXÃO PURA . CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Esforços externos/internos . DEFORMAÇÃO .Conceito .Prática 5.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante.Cargas axiais .Prática 4. Cisalhamento.Introdução .Forças X Tensões .Conceito . TORÇÃO . Elastotécnica: Tensões e Deformações. ESFORÇOS AXIAIS .Tensões admissíveis .Conceito . • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais.Prática 6. OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS . Torção e Flexão. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais.Deformação específica .Prática 3.Conceitos .TENSÃO .

JOHSTON Jr. AVALIAÇÃO: . Sergio Conci Resistência dos Materiais. Resistência dos Materiais. Ferdinand.. PROVENZA. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Stepheu P. Globo. 1966. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. A G. Flávio S de Resistência dos Materiais. GOMES. LTC. LTC. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. G. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. . LTC. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais.1986.- Flexão Pura Torção 7. 1985. RUSSELL. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. V. e LAKOVIEV. William A Resistência dos Materiais. McGraw-Hill. Hiron R. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Ciências dos Materiais. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. TIMOSHENKO. 1964 NASH. McGraw-hill do Brasil.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. SOUZA. 1969. 1980. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 2007. E. MATVETEV. cumprimento de trabalhos e freqüência. Francesco. Rio de Janeiro. São Paulo. LACERDA. As 3 avaliações formam a média do semestre.1982. Mirmoscovo. . consistindo de participação em sala de aula. P. Rio de Janeiro. PISSARENKO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. Resistência dos Materiais. São Paulo. A P. ROCHA. PROTEC. Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro. 3 Ed.1980. Prontuário de Resistência de Materiais. Prodill.Avaliação do desempenho. Da USP. Porto Alegre. São Paulo. Ed.

• Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. relatórios técnicos. Tipos de poluição. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. Desenvolvimento sustentado 6. Lagoas de estabilização. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. 12. usando como instrumentos de avaliação: seminário. Gerenciamento Ambiental 10. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. provas dissertativas e objetivas. Saneamento e meio ambiente. Legislação Ambiental 8. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. resenhas e atividades em sala de aula. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. causa e conseqüências 4. Recursos naturais e sua utilização 5. EIA/RIMA 9. Digestão anaeróbica. Processos: Iodo ativado. Arborização urbana. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio.Produção. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). Regiões Salubres 14. no qual atua o profissional da engenharia. 13. Habitações Salubres 15. sobre ele. Vegetação urbana e qualidade de vida 16. Filtros biológicos. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. destinação e reaproveitamento do lixo 7. Agenda 21 11. buscando soluções adequadas. Nitrificação. Sistemas de tratamento de água e esgoto. Noções Gerais de Ecologia 2.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Características das águas residuais na indústria de alimentos. A biosfera e seu equilíbrio 3. Manuseio e Tratamento do Iodo.

1983. Fundação Getúlio Vargas. Brasília: Senado Federal. . São Paulo: USP. Ramón e RIBAS. Roger. Legislação Ambiental Brasileira. Luiz Antonio Abdala de. poluição e impacto ambiental.Uma Antropologia da mudança. estatutos. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. São Paulo. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. PINHEIRO.1986.1989. 2000. Rios.1998. 1978. FONFRÍA A. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. Gerhard e outros. Legislação de conservação da natureza. Led. O problema ecológico e suas implicações éticas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. LP EM. CESP. GRALLA. PEREIRA. e outros. 2000.1983. MOTA. São Paulo. Martha L. MEGEE. Salvador: EDUSFB.Antonio Carlos da F. Joan de Pablo. VIERTLER. Paulo Afonso Soares.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG. Ana Lúcia da F. ODUM. . Lúcia L.P.1986. Benedito. ABES. Suetônio. São Paulo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. O homem e seu ambiente. GUATARRI. JIMENEZ. 1999. Porto Alegre: AGE.1988. Petrópolis. Ecologia cultural . Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Charles T. São Paulo: Scipione.1992. CARVALHO. São Paulo. Eugene. Vozes.1994. Gestão Ambiental. Como sobreviver a tecnologia. Antônio. 2002. Introdução à Engenharia ambiental. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. RIO GRANDE DO SUL. Subsecretária de Editoras Técnicas. Makroni.1975. Presto. DKADE. Como Funciona o Meio Ambiente. Vozes. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres. HELENE. São Paulo. Félix. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. Rio de Janeiro. Ciências do ambiente Ecologia.1990. Barcelona: MARCOMBO. 1995. MOURA.1983. Petrópolis. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. Ática. Papirus. Lenate Brigitte. e outros. São Paulo: Prentice-Hall. 1995. São Paulo. BRASIL.. Juares Oliveira. MOSER. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Carlos Gomes. 2000. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. MIRANDA. Porto Alegre. As três ecologias. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. Maria E. Guanabara. Diretoria de Anais . Ecologia. Rio de Janeiro. São Paulo: Quark Book. Rio de Janeiro.1998. Sérgio L. 1995. Ecologia geral. DAJOZ. Bragança e MONTEIRO. Coleção Primeiros Passos. Poluentes Atmosféricos. contribuição para um código nacional ambiental. Introdução à Engenharia Ambiental. GOMES.M. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Leis. B. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

Divisão Silábica • .Pronomes (pessoais. permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas.Acentuação Gráfica . desinências modo-temporais) 7. retos e oblíquos. NOMES . Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música. NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . enfatizando a produção de textos descritivos. relativos. formativos e literários. VERBOS .Ortografia • . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais.Flexão (desinências número-pessoais. bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. indefinidos) 3. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. ADVÉRBIOS .Artigos (subdivisão. ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano.Conjunções e conectores .Auxiliares e regulares . demonstrativos.Hetetotônicos 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua.Substantivos . Aplicar regras gramaticais em traduções de textos. possessivos. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos. de tratamento. HETEROGENÉRICOS 6. contrações) . artigos neutro. privilegiando o desenvolvimento da oralidade. gênero e grau) 5. literatura e artes plásticas.Adjetivos (flexão de número.

Partir-se-á sempre de textos. 1991.Compreensão . Mucho Español para brasileños. Gramática de Espanhol para brasileiros. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . NARI M & MELLO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. Suely Fernandes & MAURE. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10.8. Sanchez M. HERMOSO. Moderna. Esther Maria. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. analise os itens gramaticais.A Dicionário básico de la lengua española. Gonzáles. Josephine Sánchesz. Curso de lingua Y cultura Hispânica. OJO com los falsos amigos. atinja a compreensão e interpretação e. 1999. 1998. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação.Estudo do Vocabulário . PEDRAZAJIMÉNEZ. Nerman. discussão e resolução de problemas. Edelso. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. com base nos textos. Felipe B. Walter Gustavo. La Literatura en los textos. São Paulo. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. Fátima Cabral & MENDONZA. BRUNO. São Paulo: Saraiva. a aprendizagem centrada no aluno. Hacia el Español. atividades de reflexão. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. Curso Prático. Scipione. 2000. São Paulo. Madrid. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. Español sin fronteras. Angélica.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. Prova escrita. Sociedad General Española de Liebraria S. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. Gramática de Espñol lengua estranjera. HETEROSSEMÂNTICOS 11. MILANI. A & ALFARO. .2000. 1998. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. Maria Angélica. São Paulo: Moderna. Adda. O professor oferecer a condições. GARCIA. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. São Paulo.

5º SEMESTRE .

análise e dimensionamento específicos da área de engenharia.Seleção e edição de objetos . aulas práticas de laboratório. Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. 955p. b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Manuais do usuário dos Softwares.A área de trabalho . LTC .Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . 1999.Utilização de recursos 3D 2.Definições fundamentais .Conceitos . AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas. Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3. Dominando o Auto Cad. Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4. aulas com recursos áudio visuais (canhão). Autocad . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA.Traçado de cotas .Impressão e plotagem . .Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. Linguagem avançada para a engenharia. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório. OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. G.Preparação da área de trabalho .Menus suspensos . ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD.Utilização das ferramentas de desenho .

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. Cálculo Numérico Computacional. D. 1994. Atlas. Ed. . C.

Lei de Kirshoff. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Lei de O hm. indutivos 2.1. Leis de Kirchdhoff 2.1. Dispositivos de proteção dos circuitos 7.3. . fator de potência e corresão de fator de potência 5. Motores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. capacitivos. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais. Circuitos de corrente contínua 1. Lei de OHM 1. Série 1.2. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Potências em CA.2. Trabalhos em grupo e individual. Condutores elétricos. Circuitos de correntes alternada 2. Associação de resistores 1. Transformadores e Motores-instalações 9.1. Mista 1.2.1. Dispositivos de comandos dos circuitos 8.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua.1.1. Resistivos.1. Circuítos de corrente alternada. Impedância 3. Circuitos monofásicos e trifásicos 4.3. Geradores. Instalações elétricas 5. Capacitadores. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Luminotécnica 10. Paralelo 1. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos. Comandos elétricos.

Rio de Janeiro. FALCONE. Manual prático do eletricista. B. Globo. et al. A. Hemus. . C. Bestseller.1975. 1979. VALKENBURGH. Livraria Freitas Bastos. Circuitos elétricos. PAGLIARICCI.1983. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. Teoria básica de circuitos. São Paulo. Dragão. 1974. Guanabara. Eletricidade básica. São Paulo. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. Porto Alegre. Eletricidade básica. 1975. São Paulo.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Guanabara Dois. 1976.1975. Globo. S. C. L. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES.1977. MARCUS. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. e KUN. São Paulo. A.1968. Porto Alegre. São Paulo. QUEVEDO. Companhia Editora Nacional. DAWES. Rio de Janeiro. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas. Eletrotécnica geral. C. M. V.1977. P. MOTTA. E. A. C. L. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER.

Deformação por flexão. • Características Geométricas. cumprimento de trabalho e freqüência. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. • Verificar seções. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. Caso geral 7. Flexão oblíqua composta. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Flexão oblíqua simples. Flexão composta/aplicação 5. . Avaliação do desempenho. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. Resistência e deformações combinadas. Flexão simples e cortante/aplicação 4. consistindo de participação em sala de aula. Análise Estrutural 3. Flexão oblíqua/aplicação 6.

1966. R. S. Da USP. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. 1982. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. LTC. 1964. de. São Paulo. PRO-TEC. S. 1985. MATVETEV. da. Rio de Janeiro. Resistência dos Materiais. JOHSTON Jr. LTC. E. A P. . 1980. Resistência dos Materiais. McGraw-Hill. A Resistência dos materiais. A. LAKOVIEV. LACERDA. A. G. McGrawhill do Brasil. Porto Alegre. Mirmoscovo. M. S. Rio de Janeiro. PROVENZA. Resistência dos materiais.. PISSARENKO. P. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Resistência dos materiais. Ed. Ciências dos Materiais. SOUZA. São Paulo. F. TIMOSHENKO. Prodill. W. RUSSELL.. Globo. V.1986. C.• • As três avaliações formam a média do semestre. H. Prontuário de resistência de materiais. LTC. 2007. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. ROCHA. NASH. P. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. GOMES. F. F. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro. São Paulo. G. Resistência dos Materiais..1980. 3 ED. 1969. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER.

FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON .Volume de controle 7.Forças e contato com um fluído confinado .Variação da pressão com a profundidade . Aceleração da partícula . Transmissão de calor. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento.Fluido incompreensível . Equações de estado.Volumes de controle e sistemas . gradientes 4.Tensão em um ponto .primeira lei da termodinâmica. TENSÃO EM UM PONTO .Relação entre solução por sistema e .Quantidades escolares. OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos. LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . Calor e trabalho .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS .Propriedades do tensor das tensões. Estática dos fluídos. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos.Pontos de vista.Coeficiente de viscosidade 3. Quantidade de movimento. vetoriais e tensoriais . LEIS DA FLUTUAÇÃO .Campo de velocidade .Fluidos e o contínuo 2.Equação da quantidade de movimento .Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Atmosfera padrão . Hidroestática. Ciclos termodinâmicos. segunda lei da termodinâmica.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6. Escoamento dos fluidos.

MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. Mecânica dos fluidos. Guanabara Koogan.Momento da quantidade de movimento 8. ZISIK. Guanabara. TRABALHO E CALOR 10.1993. . Blücher.1973.1988.Processos reversíveis e irreversíveis . 2ª LEI DA TERMODINÂMICA . Blicher.1981. WYLEN.1975.Regime permanente e regime uniforme . Mecânica dos fluídos..Entalpia .energia interna . realizados exercícios em sala de aula. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. São Paulo. E. São Paulo. ÁLVAREZ. J. L. M. MCDONALD. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . Bliicher. São Paulo. E. 1982. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. G.1985. Fenômenos de transporte. STREETER. Alan T. SHAMES. McGraw-Hill. R.Substância pura . São Paulo. McGraw-Hill do Brasil.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9.. SISSOM. Sonntag e RICHARD.conservação de massa 11. Fundamentos da termodinâmica clássica. Rio de Janeiro. Gordan J. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. M Necati.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas.Equilíbrio de fase . V. São Paulo. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . PITTS. Rio de Janeiro. Manual de hidráulica. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. Robert W. Introdução à mecânica dos fluídos. D. Transferência de calor: um texto básico.A.

INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. Princípios físicos. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . Câmaras fotogramétricas e filmes. Critérios de Fotointerpretação. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estereoscopia. Sensores remotos. Interpretação aplicada ao planejamento regional. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade.

SCHOENINGER. Câmara dos Deputados. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. P. C.Orientação de um par estereoscópico 6.. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. de 10 de julho de 2001.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. 1986. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. Elementos de Interpretação fotográfica. 10. SIG .257. E. WATZLAWICK. F. Guarapuava: Editora da Unicentro. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. L.. Florianópolis: Editora da UFSC. F. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. 1993. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. R. que estabelece diretrizes gerais . LOCH. KIRCHNER. F. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. S. 2007. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Fundamentos para Fotointerpretação. trabalhos práticos. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7.

1988. Curso de cartografia moderna. Apostila. B. 1977. J. H.da política urbana e dá outras providências. 273p. Gilberto J. Brasília: Câmara dos Deputados. 1979. IBGE. 3.ed. C. Coordenação de Publicações. Introdução à Geodésia Geométrica. SAASTAMOINEN. CHRZANOWSKI. Cartografia y levantamientos urbanos. Delmar A. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR. (1987). e GARCIA. Springer-Verlag. A. 1ª Parte e 2ª Parte. BLACHUT. OLIVEIRA. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. . Dirección General de Geografia del Território Nacional. Rio de Janeiro:IBGE. J. T... Noções básicas de cartografia. 2005. New York: Inc. São Paulo: Nobel. (1999). GEMAEL. MARCHETTI. Rio de Janeiro: IBGE. Ceurio de.

químicas e mecânicas .Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico . formação e evolução. Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. Águas subterrâneas na geotecnia.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental. 3.Durabilidade das rochas 5. INTEMPERISMO . químicos e biológicos . revestimento e calçamento 6. Movimentos de massa. Estruturas geológicas. Mineralogia. obras subterrâneas. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas.As rochas . Prospecção geológica para estradas. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. Rochas e sua utilização. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA . Estrutura da Terra.Forma e tamanho .Pedra de cantaria.Rochas sedimentares .A utilização de rochas na construção civil . OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.Os minerais .Rochas metamórficas 4. Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica. MINERAIS E ROCHAS . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO . INTRODUÇÃO .Agregados e blocos de rochas . peso e massa . Mapa geológico.Apresentação da disciplina .Volume.Propriedades físicas. SOLOS .Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada .Idade da terra . sua origem.Processos físicos. barragens.Conceituação de Geotecnia. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2.Estrutura e constituição da crosta terrestre.Rochas ígneas .

CAMPOS. 1974. MACIEL FILHO. São Paulo: Edgard Blücher.Conceito .ed. Oficina de Textos. 310p.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA.Propriedades físicas . AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. Viktor.Composição dos solos . 5. São Paulo: Polígono. rochas.R. 1997. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . F. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. Guia para determinação de minerais. 149 p. Mineralogia aplicada: para engenheiros. visitas técnicas e seminários. 284p. Introdução ao estudo de minerais e rochas. técnólogo e estudantes.C. KIRSCH.Solos e Rochas . ERNST.A.Falhas 9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. TAIOLI. João José. UFSM. Mineralogia e geologia. João Ernesto de Souza. FONTES.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. Decifrando a Terra. POPP. W. 3. 1972. São Paulo. 5. 162 p. Geologia geral. 1967. TOLEDO. T. 487 p. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 2000. POTSCH. M. A. FAIRCHILD. M. e ampl. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. M. São Paulo : Companhia Editora Nacional. TEIXEIRA. em grupo e/ou individual. 1971. Walter. Helmut. Rochas do Brasil. DE. José Henrique. Santa Maria. Carlos. G. UFV. 1994. LEINZ. S. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Geologia de Engenharia. Rochas e minerais: minerais.N. W.Escudo ... C. 1985. Minerais e rochas. Viktor. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8. 2. 376 p. ed.M.Dobras . UFV. CPRM. OLIVEIRA. Introdução à geologia de engenharia. ABMS/ABGE .periódico .Planalto . Rio de Janeiro : Ao livro técnico.. 4. S. 291p. 1998. BRITO. ed.L. Geologia geral.Classificação pedológica e geotécnica 7. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS . ABGE. 342 p SCHUMANN. E.Diaclases . 223 p.Depressão Periférica . Rio de Janeiro: São José. ed. gemas. 1962. rev. ed. MINETE.

Preparo .Ensaios de laboratório 3.Traços .Tipos .Processos de fabricação . .Ensaios de laboratório 2.Ensaios de laboratório 5. ADITIVOS E ADIÇÕES .Processos de fabricação .Dosagem .Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Propriedades dos materiais cerâmicos . Ensaios de laboratório. Agregados. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. solos e gases.Ensaios de laboratório 4.Tipos.Através de águas.Cal . AGREGADOS .Miúdos e graúdos . Aglomerantes. AGENTES AGRESSIVOS .Cimento . Argamassas e Aditivos.Gesso . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. propriedades e utilizações . ARGAMASSAS .Propriedade das argamassas . GLOMERANTES .

A. Concreto . 1975.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. 1988. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. VERÇOSA. Editora PINI. E. Materiais de construção. Editora PINI. Normas Técnicas da ABNT. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. São Paulo. propriedades e materiais. P. 1995. Materiais de Construção. São Paulo. Porto Alegre. MONTEIRO. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. L. F. Ed. K. Rio de Janeiro. Manual Prático de Materiais de Construção. SILVA. BAUER. 1995. 1994. SILVA. A . E. NEVILLE. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). M. P. 1997. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. PINI. São Paulo. quadro e data show. de campo e de laboratório.. utilizando retro projetor. 1994. Propriedades do concreto. São Paulo. . Editora PUC-EMMA. LTC Editora. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). Editora PINI. R. A.Estrutura. M. São Paulo. Materiais de construção. PINI. Ed.F. 1991. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER. P. Editora PINI..

6º SEMESTRE .

DIREITO COMERCIAL . classificação e história . • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica.A personalidade jurídica da sociedade comercial .Constituição: conceito.Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.Os direitos do trabalhador na constituição federal . direito civil. respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos.Aposentadoria 4. tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro.Os atos de comércio.Direitos e garantias fundamentais 2.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 .Patentes. Serão estas. e transferência de tecnologia .Títulos de crédito: conceito e classificação 5. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos. DIREITO CIVlL . FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL .Extinção da empresa . DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO .Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria .Os principais tipos de sociedades comerciais . uma tomada de contato com a legislação em geral. registros.Extinção do contrato de trabalho . marcas. OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos. às ligadas à futura profissão. especialmente. com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico.Relações de parentesco e pátrio poder 3.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes. administrativo e direito trabalhista.O contrato de trabalho .As micro-empresas . comercial.Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. o comerciante e as sociedades comerciais . DIREITO DO TRABALHO . conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes.Fatos e atos jurídicos . ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções.

1996. Orlando. GUSMÃO. Lições preliminares de direito. São Paulo. São Paulo. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. Rio de Janeiro. Revista dos tribunais. Rio de Janeiro. Código Civil Anotado. Forense. André Franco. Paulo Dourados de. Introdução ao estudo do direito. Introdução à ciência do direito. MONTORO. LUIZ. São Paulo: Saraiva. Forense. Brasiliense. Direito e Legislação. Sagra. São Paulo. Revista dos Tribunais. 2000. Valdemar Pereira. REALI. GOMES. Ruy Samoel. . Conceito de Princípios Constitucionais. Maria Helena.1994. São Paulo. 2002.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. Dalmo. Gilberto Vieira.1992. Saraiva. São Paulo. O que são direitos da pessoa. 2000. 2000. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). 2002. São Paulo. ESPINDOLA.CLT. Manual de elaboração de contratos e documentos. Introdução ao estudo de direito. Miguel. DINIZ. Saraiva.

6O2/RS SPT no 565 .500/RS SPT no 565 .2Comercial 2. Ademar Bitencourt. Iluminação e instalações domiciliares.1990. Projeto elétrico 1. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. 1988. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. COTRIM. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Instalações elétricas de baixa tensão. Manual de instalações elétricas. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais.1Residencial 1.710 . Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Afonso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Globo.1987.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial.308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. São Paulo.1985. Porto Alegre. MARTIGNONI. Instalações elétricas prediais. Húmus. Paulo Ribeiro. Alfonso. Eletrotécnica. São Paulo. MARTIGNONT. SPT no 235 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER.710 . Desenvolvimento de um projeto elétrico. Instalações Elétricas. • Tomar contato com as noras técnicas. Discubra. São Paulo. Hélio.306lRS SPT no 565 . . 1998. ABNT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA. motores elétricos. Instalação elétrica.510 .2000. NORMAS TELEBRÁS.310 . Porto Alegre. McGraw-Hill do Brasil. São Paulo. Rio de Janeiro.

1979. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. José Carlos. GERE. Vol 2. • Interpretar comportamento de estruturas. Globo. José Carlos. Método dos deslocamentos. 2. Principio dos trabalhos virtuais. Interciência. SÜSSEKIND. 6..vol. S. Método dos deslocamentos. Princípios energéticos. Princípios energéticos. 3 TIMOSHENKO. Teorema dos trabalhos virtuais. Globo. . João Luis Escosteguy. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Método das forças. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. Processo de Cross. • Avaliar estruturas hiperestáticas. 2 SÜSSEKIND. VI. 1982. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. MERINO. Fritz. Construções de Concreto. 3. J. Deformações devido à variação de temperatura. Análise matricial. Conceitos de trabalho.vol. Método das forças. Curso de análise estrutural. Mecânica dos Sólidos. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. 4. Curso de análise estrutural.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. Método da carga unitária. 2001. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. vl. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 7.. 5. 1979.

Análise de Estruturas Reticuladas.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER. G. .

AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Concreto endurecido 5. Agregados para o concreto 3. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. . Produtos siderúrgicos 11. de campo e de laboratório. Estrutura do concreto armado . Tintas 14. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre.método ABCP ou ACI 7. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Metais em geral 12. Produtos Betuminosos. Materiais plásticos 16. Introdução ao concreto 2. data show ou canhão. Concretos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas.método IPT 6. Madeira 13. comparando com a teoria estudada. Dosagem dos concretos . lançamento e cura dos concretos 8. Ensaios de laboratório. Madeiras.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. adensamento. quadro. Concreto fresco 4. Produtos betuminosos 15. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. Preparo. utilizando retro projetor. Controle tecnológico do concreto 10. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento.patologia e terapia das estruturas 9. visitas técnicas. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Dosagem dos concretos .

O'REILLY DIAZ. Editora PINI. C. . São Paulo. Editora PINI. São Paulo. Ed PINI. 2000. Concreto de alto desempenho. Editora PINI. São Paulo. P. Editora PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. C. Editora PINI. WILBY. V. P. São Paulo. NEVILLE.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. Ed. F. Rio de Janeiro. 1991. 1994. R. M. MEHTA. propriedades e materiais. E. Roberto de. HELENE. Concreto/ Estrutura. Tese (Doutorado). Editora PUC-EMMA. Materiais de construção. São Paulo. A. 1998. LTC Editora. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. Materiais de construção.. Editora PINI.. S. 1988. Editora PINI. 1995. São Paulo. P. VERÇOSA. Editora PINI. Manual do concreto. 1994. BAUER. M. Manual prático de materiais de construção. Concrete Materials And Structures. GIAMUSSO. SILVA. A. 1989. Porto Alegre. K. New York. C. Tecnologia de Edificações. 1996. SILVA. D. P. São Paulo. 1997. São Paulo. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Falcão Materiais de Construção. TERSIAN. Propriedades do concreto. Editora PINI. P. RIPPER. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. 1995. 1994. São Paulo.NT da ABNT DAL MOLIN. Princípios básicos sobre concreto fluído. dissertações de mestrado e teses de doutorado. SOUZA. USP. C. Editora PINI. São Paulo. 1992. Manual de dosagem do concreto. PINI. E. 1995. Cambridge University Press. A. São Paulo. 1991. E. 1975. L. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica.

11 Perda de carga Localizada 2.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2.2 Equação de bernoulli 2. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2. aulas práticas.5 Condutos sob pressão 2.1 Escoamento em regime permanente 2.Hidrodinâmica 2.9 Diagrama de Stanton-Moody 2. Reservatórios Projetos e Instalações.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão. Movimento Variado em Canais.Hidrostática 1.6 Força resultante em uma superfície submersa 1.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.3 Medidores de Pressão: Manômetro.12 Cálculo de potência de bombas 2. Escoamento de Fluidos .8 Equação universal da perda de carga 2.1 Viscosidade. • Determinação de vazão. Barômetro 1. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão.4 Canais 2.10 Perda de carga em dutos 2.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1. Movimento Uniforme em Canais. • Dimensionamento e seleção de bombas. densidade.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1. pressão 1. Fluidos em Repouso .8 Comportas e Barragens 1.3 Orifícios e Bocais 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.6 Número de Reynolds 2. aulas de exercícios.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas.

Edgard Blucher Ed. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. Mecânica dos Fluidos. Alan T. Física. HALLIDAY. GILES. 02. LTC. D. LTC. Introdução a Mecânica dos Fluidos. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. SHAMES Irving H. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK. R. Robert W. Makron Books. Ronald V.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. Volume 01. McDONALD.

Cálculo do diagrama de Bruckner . Cubação de volumes. Computação voltada a estrada.Transversais . • Locar uma estrada em campo. Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada.Determinação dos volumes de corte e aterro .Reconhecimento terrestre . OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas.Sistema coletor 2.Secções transversais . ESTRADA .Distância média de transporte e momento de transporte .Importância .Classificação segundo a sua orientação . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Reconhecimento terrestre .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Cálculo das áreas das secções transversais .Reconhecimento aerofotográfico .Diagonais .Greide .Classificação Funcional .Reconhecimento ou anteprojeto . Locação e Fiscalização.Sistema arterial .Longitudinais . Projetos geométricos.Perfil longitudinal .Exploração ou projeto . Lançamento dos eixos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Ligação .sua importância e classificação . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA . • Fases do estudo de uma estrada. • Projetar uma estrada.Radiais . Greide de uma estrada. Aulas Práticas.Exploração aerofotogramétrica 3.

Locação por coordenadas 6.Tipos clássicos de transição . CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) .Tipos de concordância vertical . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Grau de curva .Equação da espiral .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Comprimento da curva de transição . DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Raio da curva e raio mínimo .Elementos da curva de transição .Tipos de transição .Equação da superelevação .4.Normas . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Projeto de uma curva circular .Coordenadas XC e YC .Ângulo central a espiral .Estudo da superelevação .Função da superlargura .Locação de uma curva de transição 10.Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Locação de curvas circulares .Distribuição da superelevação .Deflexão por metro .Normas 7.Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Tangentes . NORMAS .Cálculo de todos os elementos .Finalidade da curva de transição .Finalidade .Locação por flexão acumulada . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Equação da superlargura .Objetivos das normas e classificação técnica .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Distribuição da superlargura 8.Ângulo central .Cálculo completo de uma curva de transição .

de A.1995. Grêmio Politécnìco. Harry R. São Paulo. São Paulo. Engenharia rodoviária. Centro Editorial e Didático da UFBA. FONTES. LIN. Projeto geométrico. São Carlos: Rima.Cálculo de curvas verticais . C. Rney Chich. Wlastermiller de. Projeto Geométrico de rodovias.P. Engenharia de Estradas. 2 ed.1979. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN. INFRAESTRUTURA 12. MICHELIN. CAMPOS. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Multilibri.. .1977. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. LTC. Hemus. Rio de Janeiro. Luiz Carlos A.. Pacheco de.1980. Rio de Janeiro. PIMENTA. Bonjarmin B. Curso de estradas.1975. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas .1980. M. OLIVEIRA. Salvador. Rio de Janeiro. Guanabara Dois. Porto Alegre.R. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Porto Alegre. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática.T.1966. trabalhos práticos. Projeto de estradas. M.1980. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Renato G. Raphael do Amaral. Grêmio Politécnico. dialogas e com unidades teóricas. 2004. SENÇO.Nota de serviço para estradas 11. FRAENKEL. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Estradas de rodagem.

• Seus índices físicos. • Suas propriedades de compressibilidade e resistência. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS .organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2. Exploração do subsolo. Pressão e Tensões do solo. • Suas propriedades de consistência e plasticidade. ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo. Estruturas dos solos. Propriedades físicas e químicas dos solos. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . Granulometria dos solos. Índices físicos dos solos. Permeabilidade e porosidade.Plasticidade e consistência dos solos . • Os sistemas de classificação dos solos.Formação do solo . Compressibilidade.Compacidade dos solos . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. Compactação do solo.Estrutura dos solos . • Suas propriedades de compacidade.definição .solo . Plasticidade e consistência dos solos.Textura dos solos .Tipos de solos 3. • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade.Índices físicos dos solos .Classificação dos solos 4. COMPACTAÇÃO DO SOLO . FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO . Resistência ao cizalhamento do solo. • Sua textura. Adensamento e recalques do solo. Textura dos solos.Proctor Modificado .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Proctor Normal .Proctor Intermediário .

Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Mecânica dos solos e suas aplicações.ed. 729 p. Soil mechanics in engineering practice 2.SI version. 1983. 2000. São Paulo.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. exercícios e seminários. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO . ORTIGÃO. R. São Paulo : Grêmio Politécnico. COMPRESSIBILIDADE . 1967. New York. 1979. 1983. RALPH B. Apresentação individual de trabalhos em seminários.Capilaridade dos solos . Curso básico de mecânica de solos. Rio de Janeiro.J. Fundamentals of soil behavior. 1979.A. PECK. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. J.Pressões devidas ao peso próprio do solo .A. McGraw-Hill do Brasil. WHITMAN. New York. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. aulas de laboratório.. LTC. MITCHELL. TERZAGHI. RODRIGUES.5. KARL. Mecánica de suelos. VARGAS. AS. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. DE S.R. PINTO. 137p.P. .R. Oficina de Textos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. M. J. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO . ed. São Paulo. John Wiley and Sons. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. LAMBE. Limusa Wiley. 1983. 1977. New York : John Wiley & Sons.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. E. Introdução à mecânica dos solos.Pressões devidas às cargas externas 8. C. Soil mechanics . H.W.Permeabilidade dos solos ..Cálculo de recalques em solos argilosos 7. HIDRÁULICA DOS SOLOS . PINTO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO.Compressibilidade por adensamento . T.K. John Wiley and Sons. 1972.V. México.

. Princípios Básicos de Fotogrametria . .Orientação Interior. Métodos Fotogramétricos de Restituição: .Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Fotointerpretação. . Histórico da Fotogrametria . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.A Câmara Fotogramétrica.A Câmara Fotográfica. Introdução 2. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos.Fotogrametria Pioneira.Fotogrametria Analítica.Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. Recobrimento aerofotogramétrico. Processamento Digital de Imagens 8. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos.Fotogrametria Digital. Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. Estereofotogrametria.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. . Princípios de restituição e fotogramétrica.Fotogrametria Analógica. Noções de Sensoriamento Remoto. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7. . 4.Orientação exterior (relativa e absoluta). Noções de aerotriangulações. . . Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais . OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário. Tipos de estereoscópios.Radiação Eletromagnética. 6. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10. .

Fotogrametria. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Carlos e LAPOLLI. ANDRADE. dialogadas e com unidades teóricas. Geração de Orto-imagens 14. NOVO. Brasil: 2000. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. 11. Placidino M. Bittencourt de. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . trabalhos práticos. TAVARES. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Curitiba. Brasil: 1993. 1992. Brasília. Exército Brasileiro. Brasil: 1997. ANDRADE. J. Aplicações 12. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Porto Alegre. T34-304 Manual Técnico.Conceito Inicial . Álvaro Penteado.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.Restituição Digital. . e FAGUNDES.Tipos de Grade de um MDT 13. Edis Mafra. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. Fotogrametria Básica. M. 1989. Campinas. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Fotogrametria. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Ed. SBEE. Instituto Militar de Engenharia. Brasil: 1984.. 2a Ed. Unicamp. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Fagundes. Rio de Janeiro. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. Paulo E. Evlyn. CRÓSTA. Brasil: 1998. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. Florianópolis: Editora da UFSC. 1991. São Paulo: Editora Edgard Blücher.

7º SEMESTRE .

4. 1. 1.4 Responsabilidade Moral.4 Uma Leitura Histórica. 4. 3.Histórico. 2. filosofia e política da legislação.7 Coação Interna e Responsabilidade.Aprovado no III CNP.7 Estatuto do Sistema . Exercício profissional.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional. 4. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. 2. 4. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2. ÉTICA PROFISSIONAL 1. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos.2 Definição da Ética.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. 3. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. SISTEMA PROFISSIONAL 3. 1. 3.1 A Constituição Federal e o Diploma. 1. 2.194/66.194/66.1 Subsistema de Formação Profissional. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. 4.4 Lei Federal 5.2 Atribuições Profissionais .1 Objetivos da Ética. 1. 3.6 Liberdade e Responsabilidade. 4.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5.5 Ignorância e Responsabilidade.3 Subsistema de Relações Sociais. 2. Ética profissional e sanções disciplinares.3 Ética Profissional.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. 3.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. 1.9 Comportamento Ético Profissional.6 Constituinte do Sistema. 1. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais. .5 Uma Proposta.8 Coação Externa e Responsabilidade. Leis correlatas e anexas.1 Antecedentes da Legislação Profissional.

5.1 Quando Utilizar? 9. Natureza Jurídica do Conselho Profissional.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. Simone Brião do. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9. ARISTÓTELES. FISCALIZAÇÃO.4.8 Direitos Patrimoniais.1 Erro Ético. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais. 2002. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. Univ. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação. 9. 5. Trabalho escrito em grupo. Frederico.078. 5.4 Área de Engenharia Industrial. Gilberto.4 Remuneração. O Exercício Profissional e a Nova Constituição. Estudos de Caso.5 Área de geologia e Minas. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Brasília. 5. 5. 6.3 Poder Público./1990. 7. Lei nº 8. 9. 5.1988. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7. 6.1 Profissional. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. BUSSINGER. Ed.4 ART x Profissional.2 Área de Arquitetura.1 Tabela de Notificações. 5. 9. Ed.3 Área de Engenharia.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Apresentação de seminário. set. 6. Código de Defesa do Consumidor. datashow. Ética e Nicômanos. 5. Informativo .7 Direitos Morais do Autor. Arquitetura e Agronomia.3 ART x CREA.1985. 6. 8.vídeo). GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8.5 Importância da ART.6 Direitos Autorais. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia.1 Resolução. Constituição da República Federativa do Brasil.2 Cliente. 9.

Propriedade Industrial. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. . Leis: Decretos e Resoluções. CONFEA. 1988. Destaques da Legislação Básica. Brasília. 1989. 1999. José Ubirajara.1989. 1987. Atribuições: Conceitos de. FLORES.CONFEA. CREA/RS. Comissão Executiva CREA/RS. Jornal do CREA/RS. Out.ed. Frederico. nº3./1994. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. CONFEA. Rio de Janeiro.3. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. Arquitetura e Agronomia. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. 1990./ Nov. BUSSINGER.

Higiene do trabalho 5. Normalização e Legislação específica. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. 13. quadro e Data Show. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. Plano geral de segurança 9. Segurança no Projeto e Construções. Fundamentos de Segurança. Agentes ambientais 4. projetos. . • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. Noções de Primeiros Socorros. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. Estatística e Custos dos Acidentes. equipamentos e meio ambiente. Estudo da NR-18. 11. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. Riscos ambientais 3. Levantamentos ambientais 6. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho. EPI 7. Ferramentas manuais.1 Desenvolvimento de Projeto 14. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. 10. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Histórico e estatística dos acidentes 2.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. Higiene do Trabalho. Segurança em projetos. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Normas regulamentadoras para a construção civil. 8. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Segurança nas diversas etapas construtivas. 12. utilizando retro projetor. máquinas.

. FUNDACENTRO. Atlas. Rio de Janeiro. 2000. Manual da aplicação da NR-18. São Paulo. A. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. 1998. 1997. 1980. T. ROUSSELET. PINI. São Paulo. MINISTÉRIO DO TRABALHO. José Carlos de Arruda. Ed.Seconsi. SAMPAIO. YAMADA. Equipamentos de Proteção Individual. Ed. 1994. São Paulo. FUNDACENTRO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. CLT FUNDACENTRO. Ed. MTb. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. Segurança e medicina do trabalho. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . apresentando técnicas de proteção recomendadas. ZOCCHIO. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. São Paulo. Atlas. 1996 ABNT. G. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. Ed. Normas de prevenção de incêndio. Brasília.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. Brasília. 2003 Normas Técnicas da ABNT. Normas Regulamentadoras. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos. São Paulo. Edison as Silva.

1 Revisão da Flexão Simples 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. flexão composta. Dimensionamento à torção. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. . constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo.3.7 Armaduras mínimas 3.6 Vigas c/ altura definida 2.Dimensionamento 2. Introdução ao CA 2. Princípios básicos da verificação e da segurança.4 Cisalhamento em CA 2.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado. Compressão simples 3. compressão simples. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas.5 Zona comprimida 2.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Detalhar a armadura das estruturas. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações. É apresentada um pequeno prédio modelo. Comportamento das estruturas de concreto armado.2 Vigas em CA . Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado. Caso geral (Casa) 5. Tirantes 6.2 Detalhamento construtivo 4. Conhecer os materiais em usados em CA. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. Flexão e Cisalhamento 2.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2.1 Pilares 3. Conhecer os estados limites das estruturas em CA. torção. flexão simples. Normas para Concreto Armado.

J.Projeto e execução de obras de concreto Armado. Nov 2003 NBR 6120 . Estruturas de Concreto Armando . J. SANTOS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. Barcelona. A. Nobel Editora. CABRE F. Avaliação do desempenho. Guanabara Dois. As 3 avaliações formam a média do semestre. . P. 1987. dos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO. B. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. NBR 7480 . GUERRIN.solicitações normais.V. MARAN. Souza. M. Rio de Janeiro 1998.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula.. Ed. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. LAURO M. Pini SP 1995.• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. MESEGNES A. Concreto Armado. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula.M & Cunha. C. Hormigón Armado. P. consistindo de participação em sala de aula. Lajes em concreto armado e protendido. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. . Cálculo do Concreto Armado. McGraw-Hill Do Brasil. cumprimento de trabalhos e freqüência. NBR 6118 . GARCIA. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. MONTOYA P. FUSCO.

9. Fôrmas. Alvenaria. visitas técnicas. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Alvenarias. Movimento de terra. 3. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. Instalações. Infra estrutura. Revestimentos. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. Infra-estrutura de obras de construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . 8. 11. Supra estrutura. Estudo das fundações. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. Execução de contrapisos. Revestimentos. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). Trabalhos preliminares. data show ou canhão. levantamentos e instalações provisórias 2. 12. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. 7. Argamassas. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). 6. Terraplanagem. de campo e em laboratório. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). 4. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. 13. Instalações elétricas. utilizando retro projetor. Supra-estrutura de obras de construção civil.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. Marcação de obras. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. Impermeabilizações. quadro. 10. 5.

Artigos técnicos. 1988. Concreto . CETOP. MONTEIRO. Editora PINI.estrutura. DIVERSOS. H. MEHTA. A técnica de edificar. 1988. C. Bookman. Espanha. São Paulo. Madrid. São Paulo. Editora Gustavo Gili. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. PINI. CHING. de. P. 1994 PIRONDI. Ed. 1994. Edição. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Zeno. 1998. Técnicas de Construção Ilustradas. Atlas. Manual de construcción de edificios. 1996. W. M. São Paulo. Portugal. RIPPER. Revistas e publicações técnicas. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT.. Editora PINI. H. P. SOUZA. 1999. F. 1988. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. E. Tecnologia de edificações. 2002 CHUDLEY. São Paulo. Editora PINI. R. São Paulo. Editora PINI. M. 2000. São Paulo. Editora PINI.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. K. Técnicas modernas de construção. YAZIGI. dissertações de mestrado e teses de doutorado. 3. Como evitar erros na construção. Editora PINI. Divisão de edificações do IPT. São Paulo. FRANCIS D. Caderno de encargos. conforme NBR 9575. R. HIRSCHFELD. São Paulo. K. propriedades e materiais. .

2 Colunas e barriletes 1.1 Introdução 2. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1.4 Dimensionamento 1.5 Instalações de recalques de água 1.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2.1 Sub-ramais e ramais 1.4. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3. Instalações de construção de fossas sépticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Instalações prediais de esgoto sanitário. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo.1 Introdução 3.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de águas pluviais. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre. e contando-se para isto. Instalações prediais de gás.4. Instalações elevatórias prediais.4. . OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias.2 Estimativa de consumo 2. Instalações prediais de combate a incêndio.3 Capacidade dos reservatórios 1.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.1 Introdução 1.4 Aquecimento central 2.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3.3 Sucção e recalque 1.

Carlos E.19. EUSP. 1982. Nelson Gandur. Instalações prediais de água fluviais. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. CAMPOS. ABNT. NBR . Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO. NB . 1979.5626. Hélio. 1984. 1991. ABNT.611. Eugênio e BLUNDI. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente.1221. EDIUSP. . Instalações prediais de esgotos sanitários. São Paulo. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. DACCH. LTC. Instalações prediais de esgotos sanitários. Luiz et al. ABNT. ABNT. 1991. Instalações hidráulicas e sanitárias. Sistemas urbanos de água. José Roberto. LTC. 1959. FORESTI. São Paulo. 1991. Instalações prediais de água fria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. EDUSP. 1981. NBR .Apresentação do projeto hidro-sanitário. São Paulo. NB . 1982.

Pedreiras e britadores 16. Revisão do Projeto Vertical 3. . Utilização de meios de Multimídia. Locação de Projetos (aula prática) 11. Sinalização. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Sequência Real do Projeto 5. Softwares. Locação de curvas com PI Inacessível 18. Compensação de volumes 10. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. Visitas a Obras. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Estudo das curvas de nível 8.Agregados 14. 21. Usinas de asfalto. Diagrama de Massas 19.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. solo e brita 15. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Interseções (cálculo e locação) 17. Materiais para pavimentos. Calculo dos volumes. Construção de pavimentos. Projeto geotécnico. Diagrama de Bruckner 20. Ensaios em Laboratório. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Revisão do Projeto Horizontal 2. METODOLOGIA: Aulas expositivas. • Escolher os equipamentos adequados. Locação de Off-Sets 13. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Compensação de Volumes 4. Critérios de projetos de pavimentos. Trabalhos de Pesquisa. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Projeto Geométrico e de terraplenagem. AVALIAÇÃO: Provas. Dimensionamento de pavimentos. Drenagem de pavimentos. • Calcular volumes de corte e aterro.

São Paulo. São Paulo. Renato G. 1993. 1976. 1988. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. PUBLICAÇÕES DNER.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Grêmio Politécnico. UPAE. 1979 FRAENKEL. Engenharia rodoviária. 1976. 1982 SENÇO. Antonio Lucio. Fglobo. Rio de Janeiro. Manual de projetos de intersecções. Pavimentação. Porto legre. MICHELIN. São Paulo: Pini. Ipiranga AS. SENÇO. CAMPOS. 1975. Grêmio Politécnico. Pelo Serviço de documentação. Manual de técnicas de pavimentação. Porto Alegre. 1980. Multilibri. Cyro Nogueira. Wlastermuller de. 1999. Benjamin B. . Rio de Janeiro. Misturado a Frio. FERREIRA. Estradas de rodagem. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Wlastermuller de. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Raphael do Amaral. Projeto de estradas. DNER. Rhodia AS. Paulo Roberto. Sistemas drenantes.

ESTABILIDADE DE TALUDES .Métodos gráficos 6. Terraplanagem. Barragens de terra. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra.Obras de contenção .Teoria de Rankine . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7.Retaludamento . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra.Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo . EMPUXOS DE TERRA .Teoria de Coulomb .Filtros 5.Efeito da água 3.Métodos analíticos .Tipos . Aterros rodoviários.Generalidades sobre obras de terra 2.Controle e comportamento das barragens . FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS . BARRAGENS . Elementos de projetos de obras de terra.Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos. INTRODUÇÃO .Geossintéticos 4.Muros de arrimo . ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO .Seleção de materiais . Equilíbrio de maciços de terra.Reconstrução de aterros .Considerações .

exercícios. TERRAPLENAGEM . CRUZ. 1962. São Paulo. 526p. Karl. TERZAGHI. 100 barragens brasileiras: casos históricos. visitas técnicas e seminários. 2. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. Rio de Janeiro: 1958. 1983. A. São Paulo : McGraw-Hill. TSCHEBOTARIOFF. C. .8. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Mecânica dos solos e suas aplicações. NUNES. de Textos. Paulo Teixeira da. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. VARGAS. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 659 p. Paulo Teixeira da. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. New York: John Wiley & Sons. Curso básico de mecânica de solos. 648 p. 509p. PINTO. 1991. 1978. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. Rio de Janeiro: LTC. Gregory Porphyriewitch. 1967. TERZAGHI. São Paulo: Grêmio Politécnico. 1980. Introdução à mecânica dos solos.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Rio de Janeiro: 1961. Fundações. Milton. ed. 2000. Karl. 4 v. Homero Pinto. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. projeto. Homero Pinto. São Paulo : McGraw-Hill.Considerações gerais . materiais de construção. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. DE S. São Paulo: Oficina de Textos. edição revisada e ampliada. Mecânica dos solos na prática da engenharia. da Costa. Ofic. 2. 1996. J. Soil mechanics in engineering practice. CRUZ. 1978. Estabilidade de taludes.

como também os pressupostos teóricos. Seminários sobre assuntos da área econômica. Rio de Janeiro. um tratado de economia. Agir. 1985. Aprender economia. Teoria econômica. 1983. A. McGraw-Hill. Circulação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estrutura dos sistemas econômicos. Ação humana. Introdução à análise econômica. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 1990. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. São Paulo. Paul. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. VON MISES. W e HAGUE. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. Brasiliense.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. D. C. Discussão de temas atuais da economia. Zahar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. Crusius. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. Produção 3. . Ludwing. Paul. WONNACOTT. Introdução á ciência econômica 2. Necessidades e bem econômico central. objeto e divisão da economia. Dinamismo e inovação 6. STONIER. São Paulo. 1970. Instituto Liberal. Produção e produtividade. Circulação 4. Introdução à economia.

8º SEMESTRE .

Fator de formação de capital.Exercícios 2.Taxa de retorno .Fator de acumulação de capital .Taxas mínimas de atratividade .Composto .Critérios de decisões .Tabelas .Problemas .Fator de acumulação de capital.Juro simples .Valor atual .Comentários .Equivalência .Taxas múltiplas .Método do valor atual . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Juros .Alternativas com vidas diferentes .Exercícios .Série em gradiente .Engenharia econômica . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Fórmulas de Juros .Diagrama de fluxo de caixa . série uniforme . INTRODUÇÃO .Pagamento simples . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Pagamento simples .Custo atual . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Extensões. Fórmulas de juros.Exercícios .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução. Comparação entre alternativas de investimentos.Fator de acumulação de capital . série uniforme .Fator de valor atual.Problemas .Equivalência .Energia de deformação e potencial . Equivalência. série uniforme .

Engenharia econômica. MACLINE. FGV. Manual de administração da produção. Administração da produção. RAYMOND. São Paulo. 1958 NASCIMENTO. 1985. pequenos trabalhos. Atlas. 1984. DIFEL. 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. Nova York. MEYER. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. . 1982. Engineering economy. GERALDO et al. Engenharia econômica. estudos de casos.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. McGraw-Hill Book Co. McGraw-Hill. AVALIAÇÃO: Provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. CLAUDE et al.

2000. Estruturas de madeira 9. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. Ligações parafusadas 5. Dimensionamento de vigas 8. Estruturas de aço 2. W. Peças tracionadas 4.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. W. • Avaliar soluções estruturais. Rio de Janeiro. Peças comprimidas 7. Propriedades geométricas de seções transversais 3. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. LTC. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. . Ligações soldadas 6. Estruturas de aço: dimensionamento prático. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. Estruturas de Madeira. 335p. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. 7. 295p.ed. PFEIL. 1994. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. Rio de Janeiro:LTC.ed. 5. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL.

1998.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. 209 p. Elementos para projetos em perfis leves de aço. . A. São Paulo: Edgard Blücher.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Lajes 1. Escalas. Projeto Piloto 7.1 Detalhamento . exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. Funcionamento . Muros de Arrimo.2 Blocos de coroamento de estacas 3.1 Dimensionamento de lajes 1. Compressão.5 Vigas Paredes 4. Estruturas Especiais 3. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Pilares.2 Dimensionamento de Escadas 2.3 Lajes Cogumelos 3.4 Reservatórios 3. Flexão composta. Detalhamento. Tração. Vigas Hiperstáticas.2 Muros de Arrimo 3.1 Fundações diretas 2. Fundações em Concreto Armado 2. dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.1 Consolos 3. torsões. . Reservatórios. Flexão Composta e Oblíqua 6.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas.Concreto/aço 5. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado.Projeto Piloto 7.

M. Construções de concreto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. 12.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. São Paulo: LTC. PFEIL. ed. J. Concreto Armado. Rio de Janeiro: Interciência.. . F. 7. 5. A. São Paulo: Nobel. ed. ed. 1989. Curso prático de concreto armado. A2 . Exame com questões teóricas e práticas. Avaliação do semestre é a média aritmética. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. V. 1986. DA ROCHA. Barcelona : Gustavo Gili.AVALIAÇÃO: A1 . Hormigón armado. 1987. A3 . 6v.Prova escrita intermediária. 1982.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

A Ciência hidrológica .Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3.Classificação das precipitações 4. BACIA HIDROLÓGICA .Divisor de águas .Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) .Área de drenagem da bacia .Classificação dos cursos de água . Regularização de vazões. PRECIPITAÇÃO .Medição da precipitação 5.Análise dos dados de precipitação .Histórico .Características físicas da bacia .Precipitações máximas .Generalidades .Introdução . Previsão e controle de cheias. • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas.Precipitação média numa área . INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA .Análise de freqüência de séries mensais anuais . ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia. como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Fase terrestre e atmosférica . Águas subterrâneas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico. Precipitações.Descrição geral do ciclo hidrológico . Escoamento superficial. CICLO HIDROLÓGICO . Bacia hidrográfica.Hidrologia aplicada 2. PLUVIOMETRIA .Conceitos . Infiltração e evaporação. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia.

Evaporimetros .Problema simplificado de dimensionamento .Medidas para controle de inundação .Método de transferência de massas .Armazenamento de água no solo .Forma da bacia .Equacionamento geral da infiltração .Hidrograma unitário .Bacias representativas e experimental 6.Determinação da precipitação efetiva .Sistema de drenagem da bacia .Separação do escoamento superficial .Introdução ..Equações empíricas .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Equação para cálculo de infiltração pontual . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Enchentes . ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Curva hipsométrica .Métodos baseados na temperatura .Balanço de energia .Método combinado .Evapotranspiração .Modelos de escoamento superficial .Introdução .Modelo linear .Infiltração .Umidade do solo: conceitos e métodos .Avaliação das cheias 10. EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Balanço hídrico .Declividade da bacia .Redistribuição interna .Evaporação .Avaliação de enchentes .Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Comportamento do hidrograma .Balanço hídrico 9. PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Medidas diretas .Métodos baseados na radiação . INFILTRAÇÃO .Hidrograma unitário instantâneo .Hidrograma unitário sintético 7.

FERNANDO ANTONIO. 1976. 372 p. IRANI DOS. 2000. Apresentação individual dos trabalhos em seminários. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. SANTOS. Porto Alegre: ABRH. xv. LUCAS NOGUEIRA. 1980.. SWAMI M. 1999. Hidrologia básica. 208 p. São Paulo: McGraw Hill. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. TUCCI. Nobel.. 291 p. 1975 245p. RODRIGUES. FRANCIS. 169 p. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. trabalhos de campo e seminários. ed. São Paulo: E. M. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. 2. . et al. DE SOUSA. CARLOS E. Porto Alegre: UFRGS. F. 1987. M. e atual. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . PASTORINO. VILLELA. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. 798 p.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 2001. HENRIQUE. ARTUR Hidrologia Aplicada. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. Modelos hidrológicos.Introdução . 1998. São Paulo: Edgard Blücher. PAIVA. CHAVES.Legislação de Recursos Hídricos . Hidrologia. GUILLERMO ACOSTA. FRANZINI. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. Hidrometria aplicada. 2001.. ALVAREZ. PINTO. MATTOS. 625 p.Caracterização do ambiente aquático . TUCCI. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. Blucher. 278 p. CARLOS E. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo. Porto Alegre : UFRGS.Problema real de dimensionamento . NELSON L. LUIZ AMERICO. rev.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . 1978.Garantia de atendimento a demanda 11. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. JOSEPH B. 289 p. Gerenciamento de recursos hídricos.. 669 p. Rio de Janeiro : Interciência.

2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.3.1.3 Reforço 1.4. 1.5 Base de solo cimento. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.4 Processos de Construção de Revestimentos 1. 1.1 Sub-leito 1. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.1.2. • Tipos de pavimentos Urbanos. solo . ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1. Execução de comandos de pavimentos.Base 1.1. Pavimentação urbana.3.6 Revestimento 1. • Sinalização de pistas.1 Classificação dos revestimentos .1 Reforço do sub -leito 1. pavimentação Urbana.2 Regularização 1.2. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos. 1.3.5 Base 1. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos.5 Método da AASHTO 1.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos.3.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1.2 Método do CBR.2. • Execução das diversas camadas de um pavimento.1.2.1.4 Base de brita graduada 1.1 Método do Índice de grupo.3.2.3 Método DNER 1. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.4 Sub-Base 1.2 Sub .Asfalto 1.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.4 Método da Prefeitura de São Paulo.

Trabalhos de Pesquisa. Grêmio Politécnico. Benjamin B.4. Engenharia rodoviária.9 Pré misturado à quente 1. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. 1993. Antonio Lúcio UPAE .4. .4. 1985. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.4.6 Capa selante betuminosa 1. Rio de Janeiro.4. FRAENKEL. Projeto de estradas.3 Ductilidade 2. Visitas a Obras.4 Ponto de fulgor 2.10 Binder 1.4.1 Ensaio de penetração 2.8 Pré-misturado à frio 1. Pavimentação. 1979. Grêmio Politécnico. Renato G.4. São Paulo.4.3 Tratamento superficial duplo 1. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. apresentação de trabalhos e relatórios. Manual de projetos e intersecções.misturado a frio.6 Ensaio de Marshall 3.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. Porto Alegre. CAMPOS. 1982. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Ipiranga SA. 8ª edição 1998. MICHELIN.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. São Paulo.11 Calçamento de paralelepípedos 1.7 Concreto betuminoso 1.1.4. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO. Pelo Serviço de Documentos. Utilização de meios de Multimídia. PUBLICAÇÕES DNER. Multilibri. Manuais técnicos de Betume.5 Determinação do teor de betume 2. 1976.2 Ponto de amolecimento 2. 1991. Wlastermuller de Estradas de rodagem. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. AVALIAÇÃO: Realização de provas.4. 1975. Ed. Rio de Janeiro. 1980. FERREIRA.São Paulo 2000. Ensaios em Laboratório. Pini .2 Tratamento superficial simples 1. 1971. DNER.4 Tratamento superficial triplo 1. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. Globo. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Raphael do Amaral. SENÇO. 1976. Porto Alegre. Softwares. Cyro Nogueira.4.

BETUNEl Industria e Comércio LTDA. Sistemas drenantes. 1998. Paulo Roberto. ABCP. ABCP. São Paulo. Dimensionamento de pavimentos rígidos. AGUIAR. 1988. estudo técnico. São Paulo 1998. Rhodia SA. 6ª edição 1994. Manual técnico de Pavimentação. Construção de pavimentos em concreto simples. estudo Técnico. . Associação Brasileira de Cimento Portland. Associação brasileira de Cimento Portland.

Métodos para a estimativa das tensões admissíveis .Sondagens a percussão (SPT) . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas.Sondagens a trado e poços de observação .Ensaio de Palheta (Vane) . FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS . • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis. muros de arrimo.Ensaio Dilatométrico 4.Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem. bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional. • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas.Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas .Recalques de fundações diretas .Generalidades sobre fundações . profundas e capacidade de carga.Recalques admissíveis . Normas.Tipos de fundações diretas .Ensaios de cone (CPT) . Recalques. INTRODUÇÃO .História da Engenharia de Fundações 2.Ensaio Pressiométrico (PMT) . ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES . Estáticas do estaqueamento.critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. Fundações: diretas. Escolha do tipo de fundações.Dimensionamento geométrico das fundações diretas . SONDAGENS GEOTÉCNICAS . IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3. Projetos. • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas.

. WINTERKORN. Pitman Publishing. Foundation Analysis and Design. Edition.. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO.Recalques de estacas isoladas . LOPES. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. 1996. HACHICH.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Apresentação individual de trabalhos em seminários.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais . exercícios.. Fundações. edição. Foundation Engineering Handbook. SIMONS. 201p. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 751 p. H.A. Introdução à Engenharia de Fundações. COPPE-UFRJ. John Wiley & Sons.F.Provas de carga em placa 6. Editora Interciência.Tipos de fundações profundas . R. TERZAGHI. K. vol. FANG. D. F. H. São Paulo : Edgard Blücher. Foundation Design and Construction. N. N. B.E. M. 1983. PECK.Capacidade de carga de estacas isoladas . New York. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações.E. 1948. visitas técnicas e seminários. .K. TOMLINSON. 785p VELLOSO.Provas de carga em estacas . 169 p. Van Nostrand Reinhold Company.. McGraw Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES.Atrito negativo em estacas 7. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações. WALDEMAR . URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas. [et al] Fundações : teoria e prática. São Paulo : Oficina de Textos. ALONSO. 1998. MENZIES. Ed. 1996. 290p.. FUNDAÇÕES PROFUNDAS ..J. SCHNAID.Y.R. J. 1981.1.Y. 1a.B... São Paulo : Pini. 1. São Paulo Edgard Blücher. 20 189 p.

Empolamento dos solos. • Propor formas de tratamento das patologias. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. Lesões por acomodação. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações. Defeitos de projeto e execução 5. em obras e em simulações realizadas em laboratório. redimensionamento da viga . Processos de secagem de madeira para utilização em construções. Introdução 2. Lesão por rotação. Patologia dos materiais 7.Chapa colada. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção.Origem dos problemas patológicos 3. grout. medidas preventivas e corretivas 12. pilares e lajes de concreto armado. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. determinando suas prováveis origens. Agressividade e corrosão das armaduras 11. fibra de carbono. sulfatos e carbonatação 9. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . Causas prováveis de falhas 4. Efeitos do fogo 10. Vida útil das edificações 6. Corrosão por cloretos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Fissurações: Tipos.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Lesões por esmagamento e compressão.

New York. FORTES. reforço e proteção de estruturas de concreto. 1997. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Prova de carga 19. B. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. de campo e em laboratório. 1986. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). Manual para reparo. recuperação e reforço de estruturas de concreto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. 1993. Editora PINI. HELENE. 1995. Tese (Livre Docência). 1988. SILVA. DAL MOLIN. quadro. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. Patologia da umidade 16. São Paulo. USP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. Patologia. UFRGS. São Paulo. SOUZA. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. D. V. P. E. Porto Alegre. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. data show ou canhão. L. CUNHA. P. Editora PINI. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. Editora PINI. visitas técnicas. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. São Paulo. São Paulo. Vol I e II. 1998. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. R. A. Patologia das pinturas e acabamento 17. J. da Acidentes estruturais na construção civil. . P. São Paulo. revestimentos e impermeabilização 15. o primeiro seminário e o estudo de caso. Patologia das fundações. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. 1992. Editora PINI. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. utilizando retro projetor. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. 1999. UFC.13. F. UFRGS. 1995. (Dissertação de Mestrado). da alvenaria. Editora PINI. HELENE. P. São Paulo. A . McGraw Hill. 1998. Residential construction problem solver. Porto Alegre.

Santa Maria.PINTO. do N. J. Multipress Editora. Patologias da impermeabilização. UFRGS. 1996. Porto Alegre. . Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. A. 1989.

9º SEMESTRE .

compras.1.Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução.Projeto .1. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas. projetos.4 Sistema Recursos Humanos .3 Sistema Comercial .2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2.RH 3.Taylor 2. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4. Princípios e teorias administrativas. Uso de Recursos Audiovisuais.3 Cronograma Físico . A Evolução da Administração como Ciência 2.1.1 Sistema Industrial .2 Teoria Científica . Conceitos básicos em Administração.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2.3 Teoria Clássica . OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.Mayo 2. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.1. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Processo .tempo 4.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.4 Teoria Humana .Produção 3. marketing e vendas.2 Pert .custo 4.Marketing 3. TEORIA DE SISTEMAS 3.1 Pert .PLP 3. .2 Sistema Planejamento e Controle . sua evolução e aplicações.1.Fayol 2.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3. produção e engenharia de apoio. financeira.1. Aulas Práticas e Visitas Técnicas. b) Estudar as funções e operações administrativas.5 Sistema Financeiro 3.financeiro 4.1.1.Venda .

1999. Atlas. Apresentação em Aula. Administração da Produção. . Joseph. Ed. 4ª ed. SLACK. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. Relatórios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. 1993. Teoria Geral da Administração. Nigel et. São Paulo: Makron Books.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. MONKS. Idalberto. MC Grand Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. 1983. 1993. al. 2vls. Introdução á Teoria geral da Administração. Ed.Administração da Produção. Idalberto. São Paulo: Makron Books.

AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. financeiro e físico-financeiro . noções de perdas. Discutir tendências da construção civil. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico.financeiro. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. Receber orientações sobre concorrência. composição de materiais e custos. planejamento. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. Orçamento. orçamentos. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos.721/99.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. utilizando métodos científicos de avaliação. gerenciamento e controle de perdas. cartas convite e processos de julgamento. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. Executar cronogramas físico. Posteriormente. financeiro e físico . OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. cronogramas. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. planejamento de obras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. editais e concorrências. utilizar um software sobre o assunto. Avaliação imobiliária.

Construção civil e produtividade. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. 2000. São Paulo. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). DIAS. 1994. 2001. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. São Paulo. Anais de Seminários e congressos. Planejar para construir.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. PINI. São Paulo. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). PINI. Artigos técnicos. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). . 2000. PINI. São Paulo. Revistas e publicações técnicas. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. R. VIEIRA NETTO. A. Curitiba. PINI. Ed. ABNT . São Paulo. Ed. Ed. utilizando retro projetor. VIEIRA NETTO. P. quadro e data show. Ed. São Paulo. R. Rio de Janeiro. 1999. 1997. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. DIAS.Introdução à metodologia científica. . P. de campo. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Como gerenciar construções. FIKER. 2002. P. Copiare. DANTAS. Avaliação de imóveis urbanos. TCPO . PINI. R. PINI. apresentação individual do memorial descritivo. ed. Curitiba. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. R. 2000. Ed. 1999. C. A. Gerência de programas e projetos. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3).Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. São Paulo. J. V. A. PINI. Ed. 2001. . ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. Engenharia de Avaliações . Ed. V. Ed. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis.Tabelas de composição de preços para orçamentos. Copiare.

TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo.Fluxograma de Circulações .Organograma de Funções . CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo. O Urbanismo. complementares. projetos complementares. Visitas a centros históricos.Projetos: Arquitetônicos.Atividades Humanas . A cidade como complexo sóciotécnico.Pré Dimensionamento . Necessidades. NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. apresentação de vídeos. projetos arquitetônicos. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual.Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. A evolução urbana. Tipologia de espaços arquitetônicos. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos.Teoria de Programa de Necessidade .Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. Legislação prática: projetos arquitetônicos. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade).Habilitação 2. O planejamento do espaço. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. construções e equipamentos. sócio-econômico e cultural. programas. A evolução social. .

A. São Paulo. Ventilação e cobertas. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. Gustavo Gili. São Paulo. São Paulo. NEUFERT. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. G. Blucher. 1979. PLANO diretor de Porto Alegre. PLANO diretor de Santo Ângelo. MONTENEGRO. 1982. A. A. 1968. FERRAR. Mestre Jov. Desenho arquitetônico. Morris.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. Blucher. MOLITERNO. Blucher. G. MONTENEGRO. . REVISTAS de Arquitetura. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. A. A perspectiva dos profissionais. 1990. São Paulo. Pioneira. 1988. 1988. 1982. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. G. Blucher. Arte de projetar com arquitetura. MONTENEGRO. Ernst. 1990. São Paulo. 1965. COSTA. Blucher. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. Introdução ao projeto. São Paulo. Blucher.

Seção transversal. Pontes em pré-moldados. Processos de Construção 8. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Apoios. História das Pontes 2. Considerações de carga móvel. Linhas de influência.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Apoio de Pontes 11. Tipos Estruturais 7. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Estruturas metálicas de pontes. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Carregamento em Pontes 5. Escolha da Seção Transversal 9. Normas Aplicáveis 4. Detalhes de Acabamento 10. Solicitações sobre estruturas de pontes. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. Tipo de Fundações. Infra-estruturas. Tipos e métodos construtivos de pontes. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Conceitos Notações 3.

G. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. S. SANTOS. 1976.LEONHARDT. LEONHARDT. A. 1977. 1977. C. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado.Teórico e práticas. P. E. S. Barcelona.Ed. F. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado. S. GIOSH. Vl 6 Interciência. MESEGNES. Tratado de concreto armado. K & CHANDRASE KLAR.Aplicáveis ao concreto armado. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. MONTOYA. 1987. C. . McGrawhill do Brasil. 1977. Guanabara Dois GIOSH. NORMAS ABNT . CABRE. K & CHANDRASE KLAR. S. Interciência. A. K & CHANDRASE KLAR. Interciência. Construções de Concreto. M. GIOSH. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. ed. PROMON. P.. S. 1977. C.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . Interciência. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. S. F. São Paulo: LMS.Solicitações normais . S. Hormigon Armado. ACI Publicacion. K & CHANDRASE KLAR. 12. C. Interciência. Analysis of determination structural concrete flexural members. Barcelona : Gustavo Gili. F. Construção de Concreto Armado. Estruturas de Concreto . S. B. J. 1977 GIOSH. MONNIG. São Paulo: Hemus. 2002. 1981. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado.

Elaboração de pré-dimensionamento. . escadas. elétrico e arquitetônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. . • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. Lajes. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . Reservatórios. realizando pesquisa de dados. pilares. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. . .Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. .Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. . fundações.Elaboração de programa de necessidade. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. vigas. Modelos estruturais. bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares.Fluxograma das circulações.Lay-out interno. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. Muros de arrimo.Organograma das funções. Hidros-sanitário. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS .Execução e desenvolvimento de ante-projeto.

Quantidade de esgoto sanitário . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto.Projetos de redes de água . sistema de esgotos sanitários. processos de tratamento. construção e operação de tanques sépticos.Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água .Poluição e autodepuração da água . Esgoto: Características.Filtros e desinfeção . Estruturas de drenagem. Reservatório e redes de distribuição.Aeração e arejamento .Alcalinidade. controle de efluentes. dosagem e aplicação . ÁGUA . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA .Condutos 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Quantidade de esgoto pluvial .Rios .Flouretação 3.Produtos químicos.Recurso natural .Reservatórios .Conceito básico . ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental. dureza e corrosão . tratamento e condução de águas. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO . higiene e conforto dos ambientes.Sistemas de esgotos . Sistema de abastecimento e tratamento de água.Caracterização da água de abastecimento . ESGOTOS .Características do esgoto .Coagulação e floculação . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Sistemas de bombeamento .Mistura e decantação . Sistema urbano de abastecimento de água.Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico.Quantidade de água necessária 2. condições de potabilidade. Drenagem superficial urbana. Captação de água e adução.

Pluvial . H. Belo Horizonte : UFMG.V.Dimensionamento dos condutos . 1997.Drenagem urbana.Condições gerais . SPERLING. et all. 290p. K. Saneamento Básico. exercícios. CETESB.V. P.A. visitas técnicas e seminários. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. CRESPO. P. Belo Horizonte : UFMG. Manual de tratamento de águas residuárias. SPERLING. DRENAGEM URBANA .Projetos de redes de esgotos sanitários .Elevatórios de esgotos . Princípios básicos do tratamento de esgotos. Rio de Janeiro. SPERLING. 1986. M. M. 2001. Lodos ativados. de L. C. C.V. São Paulo : Edgard Blücher. 1996. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. IMHOFf . Ed. Abastecimento de água. TANQUES SÉPTICOS . Belo Horizonte. Belo Horizonte : UFMG. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. DACACH. M. Guanabara Dois.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Ed. 131 p. Belo Horizonte : UFMG. 2001.Projeto de sistema de distribuição de água. 1993.Projetos de esgoto pluvial . N.C. N. 1984. São Paulo : Edgard Blücher. Rio de Janeiro. .G. 2001. BOTELHO. Lagoas de estabilização. M. N. São Paulo. 483 p. Edgar Blucher. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades.NBR 7229.Definição . DACACH. 301p.G.V.H.G. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos.G. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos.Instalação da tubulação nas valas 5.. 245 p CRESPO. Sistema de esgotos.Valas para coletores de esgoto .Inspeção 6. BALBLITT. Tratamento primário de esgoto. Sistemas urbanos de água. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais. SPERLING. 1973. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. 134 p.Métodos . 211 p. 1997. 415 p. M. UFMG. CETESB.G. (Manual de projeto). 1980. Belo Horizonte: UFMG. Belo Horizonte: DESA. Elevatórias nos sistemas de esgotos. 237 p CHERNICHARO. DACACH. 240p. 1996.V. (1975). Reatores anaeróbios. 1984.

229 p. P. . Tratamento de esgoto doméstico. Manual de saneamento de cidades e edificações.C. M.JORDÃO. BOTELHO.P. 1991. Engenharia do Saneamento Ambiental.. J. São Paulo : Pini. LEME. LTC. Rio de Janeiro. NETTO. A.M.H. F. 1979.

• Executar um Plano Municipal Viário. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes. Política de transporte.9 Cálculo semafórico 2.3 Dimensionamento de Vias. LOGÍSTICA 2.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2. Transportes públicos. 3. • Políticas de transportes.1 Planejamento de transportes. PLANEJAMENTO 1. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes.4 Modelos de transporte 1.3 Aspectos de estrutura urbana 1.1 Introdução a logística 2. SISTEMA VIÁRIO. Sistemas de transportes. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes. .2 Transporte e atividades urbanas 1.7 Modelos de escolha modal 1. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas. • Planejar o transporte urbano.3 Sistemas de distribuição física 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos. Estudos de demanda de transporte.6 Modelos de distribuição de viagens 1. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT). Estudos de operações em transportes.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes.2 Métricas espaciais 2.5 O problema macro-logístico 2. Análise técnica-econômica de projetos de transportes.1 O Cenário do Sistema 3.6 Roteirização de veículos 3.2 As Componentes do Sistema 3. • Planejar o transporte de carga. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Visão Geral 1.8 Modelos de alocação de viagens 1.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1.

311 trb.3.1Modal Rodoviário 4. J. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes. obras. Volume 2. Management Science. Road project appraisal for developing countries. FURTADO. 4. 1990. 1997. Leon H. NCHRPR. Environmental analysis of transportation systems.2 Modal Ferroviário 4. pp. R.L. BAUMOL. WAYSON. Applied System Analysis.3 Modal Aquaviário 4. and MCVOY. An inventory theoretical model of freight Transportation. apresentação de trabalhos e relatórios. São Carlos . 16. Avaliação de Projetos de Transporte. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. John Wiley and Sons. 1984. . PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. Richard. praças de pedágios. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. Modelling and Management in Transportation. EESCUSP. W.. Mc Graw-Hill. Pp. W. Gary R.4 Saturação das Vias. R. and MILLER. Rio de Janeiro. Eiji.225-230. DE NEUFVILLE.Z. New York. H. Nilder e KAWAMOTO. STAMMER Jr. E. trabalhos de pesquisa.SP. A. Louis F. visitas a parques de estacionamento. DICKEY. BARRA.5 Modal Dutos 5.4 Modal Marítimo 4. New York. 413-21. John W. BOWLBY. 4. 1978. 1982. e KAWAMOTO. New York. and Vinod. John Wiley and Sons. 1989. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. 1970. Livros Técnicos e Científicos.

Diagramas 5. Dimensionamento e Aplicações 5.1 Dados para elaboração de projetos 11.1 Sistemas de distribuição de ar 11. Isolamento térmico. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes.1 pressão 6. Princípio de Funcionamento 3.1 Aplicações 9.2 Ventiladores .2 Tabelas 6. Conforto Térmico 10.1. Psicrometria 8. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Elementos de Controle 6. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Condicionamento de ar. Elaboração de Projetos. Fluídos Frigoríficos 5.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11.3 Umidade 7. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2. Carta Psicrométrica 8. Carga Térmica 10. Dimencionamento de ar. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes.2 Temperatura 6. Cálculo de carga térmica. Ciclo Termodinâmico 4.

Blücher. 1985. R J. NOGUEIRA.E. Transferência de Calor. Blucher. 198l. Rio de Janeiro. W.Guanabara Dois. Espanha. Água caliente solar. Fenômenos de transporte. Termodinâmica clássica. M.V. 1990. Blucher. JONES. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA.K. Guanabara. W. 1990. 1981. WYLEN. S P. São Paulo. McGraw-Hill.V. Barcelona. Toleres gráficos ibero-americanos. Hélio. Rio de Janeiro. Gardon J. L.12. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. A. São Paulo. STREETER. 1975. Rio de Janeiro. & SONNTAG. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN.P. A. Indrodução do ar condicionado. . Victor L. A. FOX. Ventilação Industrial. D. CLEZAR. Ventilação industrial e controle de poluição. LTC. SISSOM. São Paulo. e PITTS. Fundamentos de ventilação industrial. 1993. 1999.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. C. 1973. Necoti. 1981. MACINTYRE . R. Engenharia do ar condicionado. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. Florianópolis : UFSC. C. 1976. . Espanha. Fund.R. Richard F. McGraw-Hill do Brasil. OZISIK. Enio C. Calefação 12.. Koogan.Física Industrial de refrigeração. Rio de Janeiro. Blycher. 1988. CREDER. Campus. Mecânica dos fluidos. Guanabara. Robert. Introdução à mecânica dos fluidos. V. MACCARTNEY. 1972. Madrid. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo.

São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. Metodologia de elaboração de normas. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. Qualidade em projetos: suprimentos. equipamentos. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. Sistemas da qualidade. Mapeamento de Processo 3. Conceitos de QUALIDADE 2. Normas ISO 9000 4. PBQP-H ANEXO III/IV 6. Organização nacional e estrangeira. Noções de confiabilidade. Fabricação. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. . • Elaborar Plano da Qualidade da obra. Normas básicas. Ferramentas da Qualidade 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Normalização. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. Movimentos motivacionais.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Gerenciamento. Documento do SGQ 5. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. Conceitos da qualidade. Montagem e condicionamento. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Implantação.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. Ed. A. E. 2006. THOMAZ. 2001. P. . SP. gerenciamento e qualidade na construção. 2003. UFSC. 135 p. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. Controle da Qualidade.L. PALADINI. M. JURAN. 1991. NBR ISO 9001. Gestão da qualidade: teoria e casos. J. São Paulo: Atlas. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. Rio de Janeiro: Elsevier. Dissertação. E.Diretrizes para auditoria da qualidade. P.M.Requisitos para o SGQ. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. PINI. Mc Graw-Hill Ltda. São Paulo. M. NBR ISO 19011. H. Tecnologia. 1996..

. Escolha do tema. domínio do conhecimento).Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. Definição do orientador com afinidade ao tema. O orientador avalia a pertinência do assunto. OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático.O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização).Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação.Apresentação oral (postura.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador. ESPECÍFICOS: . Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. 3. Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. foco e conteúdo científico). .Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. se houver. 2. . feita pelo orientador.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. Elaboração da metodologia de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. gestão do tempo e recursos. Fundamentação teórica.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. . METODOLOGIA . . Ou propõe um tema e escolhe um orientador.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso.

Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.Revisão anual emitido pelo responsável do curso.

10º SEMESTRE .

METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. Atividade de estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Planejamento das atividades. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. . Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. Elaboração da proposta.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Elaboração de Relatório. bem como. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional.

• Associar a teoria à prática. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Walter Concreto Protendido. Execução de protensão. cumprimento de trabalhos e freqüência. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. • Dimensionar seções transversais.Tesões Normais . Esforços devida a protensão. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. NBR 6118-2003 . Avaliação do desempenho. Determinação da protensão. 1977. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Conceitos. 7. EDC. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases. 3. Dimensionamento. F. 6. Perdas de protensão. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. Estudo dos materiais.Interciência Vl 06.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. 8. 1991. As 3 avaliações formam a média do semestre._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Rio de Janeiro. PFEIL. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. 5. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. 2. • Calcular seção dos cabos. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . 4.Imediata e deferisas Flexão . Construções de Concreto. consistindo de participação em sala de aula.

Rio de Janeiro. 1975. VASCONCELOS. Rio de Janeiro. LTC. de. NORMAS CEB/FIB . Eurolles. 1980. Augusto C. Lê projet de bétom precomtraint.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. SILVA. da Prática de Concreto protendido. Gildásio R. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. A. Arte & Industria.

foco e conteúdo científico). feita pelo orientador. gestão do tempo e recursos.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. 3.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. METODOLOGIA . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. elaborado e atualizado pela coordenação do curso.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . Revisão anual emitido pelo responsável do curso.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. . 2. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. . ESPECÍFICOS: . domínio do conhecimento). Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.Apresentação oral (postura.

THOMAS & ARIES. 1973. Representação dos fluxos de tráfego. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. volume de tráfego. USP. função e características do motorista e do pedestre. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. Introdução ao fluxo em redes. 1972. para a programação de semáforos. Escola politécncia. PUC. SENÇO. W. Rio de Janeiro. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. Projeto de sinalização semafórica. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. de Planejamento. Capacidade e nível de serviço. W.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. Americam Association of state highway officials. . Apply on design of urban highways and arterial streets. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sinalização horizontal e vertical. 1991. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. desenho de vias. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. planejamento. CONTROLE DE ACESSOS 7. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. General. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. para o dimensionamento das vias. Notas de aula.

J. 1975. . Economia dos Transportes. A.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. USP. departamento de Vias de Transporte e Topografia. J. Berkeley. 1991. WIDNER. The full costs of urban transport. University of California. P. M.

1998. Adriana da Silva e LOPES. Babel. Elalia. Integração social e integração de surdos. ARANTES. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. 2007. Madalena. KARNOPP. noções sobre a estrutura da língua. Educação de surdos: aquisição da linguagem. Núria. THOMA. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Valéria Amorim (orgs. Carlos. A invenção da surdez: cultura. 2001. . 1.). FERNANDES. Porto Alegre: Mediação.). Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. SOUZA.Disciplina: LIBRAS . Lucinda (Org. 1999. 1993. 2003. MEC: SEESP. Brasília: SEESP. Regina Maria de. culturas comunidades e identidades surdas. Maura Corcini (org. 2005. Roseléia. Andaraí/RJ: Ed.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. MONTEIRO. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. 2004. Um olhar sobre as diferenças. QUADROS. A língua na educação do surdo. Porto Alegre: Organizadora Mediação. SCKLIAR. alteridade. Vol. Passo Fundo: UPF. SCHINEIDER. Língua brasileira de sinais: educação especial. SILVESTRE. Tanya A. SCKLIAR. Ronice Muller de. Surdez e Bilingüismo. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. Língua. Porto Alegre: Mediação. Myrna S. ________. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. curso básico. 2006. 1997. Lodernir Becker e KLEIN. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. identidade e diferença no campo da educação. FELIPE. 1997. São Paulo: Summus. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. a língua em uso em contextos triviais de comunicação.). 2005. Lucinda (Org. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. Porto Alegre: Artes Médicas. Vol. Brasília.. os elementos que constituem os sinais. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. I. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. Carlos.).

Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio.788/2008”. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação.URI. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos. que dispõe sobre o estágio de estudantes. abaixo discriminados.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11.788. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . a partir de 1º de novembro de 2008. determina que seja inserido. de 25 de setembro de 2008. 1º Para atender ao disposto na Lei 11. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11. acrescida à carga horária regular e obrigatória. resolve: Art. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia .788.788. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. de 25 de setembro de 2008. de 25 de setembro de 2008.

REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. deverão ser definidas. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português.Português. pelos Departamentos da URI. Art. bem como. a contar da presente data. 2º .• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras .Esta Portaria entra em vigor na presente data. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Bruno Ademar Mentges Reitor da URI . as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. 31 de outubro de 2008. 3º . as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório.No prazo de 90 (noventa) dias.

1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. Elaborar desenhos técnicos. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. 1. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. organizar. PARECER Nº 2824. Auxiliar na elaboração de laudo.03/CUN/09. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. 1308/CUN/2009. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. vistoria. perícia. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. . parecer. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. planejamento. Elaborar orçamentos.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. certidão e relatório técnicos.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. Exercitar a capacidade de observar.

instalações elétricas e hidráulicas. Superestrutura de Estradas. ensaio e experimentação técnica. Saneamento Básico. Projetos de Construção de Estradas I e II. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. Hidrologia. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Fotointerpretação. estudo. Quantitativos e Custos. Estrutura de Concreto Armado I e II. Hidráulica. Desenho Técnico I e II. Fundações. e também. Computação II-B. transportes. Construção Civil I e II. barragens. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Topografia I e II. saneamento ambiental e estruturas. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. estradas. Obras de Terra. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. Estrutura de Aço e Madeira.• Auxiliar na coleta de dados. topografia e geoprocessamento. Mecânica dos Solos I e II. Instalação I e II.