URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

.11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.395h 1.Estágio: 240h Total: 4.

devem investir. etc. o do sistema educacional. o do sistema ocupacional. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. Neste contexto. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. Para isso. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. comandadas por computador.. As indústrias de alta tecnologia. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. dominam os principais setores de ponta. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. Com tudo isso. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. absorção de pessoal qualificado. em maior escala. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. educaçãodesenvolvimento. automóveis. o tecnológico.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. o comércio internacional está se intensificando. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. dos países do primeiro mundo como a de computadores. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. .. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. escola-sociedade. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. para não perderem a hegemonia. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul. eletrônica e robótica. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. bem como a contínua atualização desse pessoal.

hoje se vislumbra não ser definitivo. também. é preciso que se busque a autonomia na projeção . Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter. pelas pesquisas aplicadas. 2. via pesquisa básica. registro e análise de dados.divulgação . que novos consumidores. acabem se integrando ao mercado.produção . Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. Assim. especificando. e até de ponta. Com um pretendido aumento da renda. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. é possível. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. gerando novas demandas.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo.materialização do conhecimento científicotecnológico. Para este. Para isto. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. consequentemente. em aplicações práticas. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. o projeto.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto.

como. abrangendo aspectos técnicos. com ênfase na atividade produtiva. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. Além disso. Evidentemente. a isso. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. por exemplo. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. econômicos. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. e está envolvido na criação de novos produtos. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. Deve somar. como nos serviços. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. no futuro. processos e sistemas. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. Com o aumento da automação nas fábricas. Consequentemente. também.setores de ponta. sociais e ambientais. Isso leva. também. As especializações. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. Em síntese. para programar o uso desses novos equipamentos. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. na atualidade. devendo haver. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. a compreensão dos problemas administrativos. Considera-se como requisito importante o . A expansão do mercado de trabalho. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. que atua na interface entre a concepção e a execução. O terceiro é o de LIGAÇÃO. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função.

Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. pois. A produção de materiais didáticos. Em certas áreas. principalmente. planejar. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. constatar-se que. . redimensionar a formação do engenheiro. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. do ensino e da extensão. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. filmes em vídeo. para o efeito da carreira docente. a pesquisa e a extensão. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. 2. econômicos. nos aspectos técnicos. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. em alguns casos. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. Por outro lado. ambientais e políticos. simulações em laboratório. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. Além disso. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. os recursos computacionais.conhecimento de aspectos legais e normativos. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. Com relação aos docentes. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. implantar e controlar processos produtivos. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação.

A Universidade busca. 2. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. portos. à uma visão analítica. canais e aeroportos. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. poderá atuar no serviço público. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . ainda. empresas de planejamento e projetos. companhias de seguros e no exercício do magistério. O profissional formado por este curso. em indústrias. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. firmas especializadas em montagem de equipamentos. Poderá atuar. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho.5 O MERCADO DE TRABALHO . recebem pesquisadores russos. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. quando tiver formação pedagógica complementar. gerando hipóteses para transformação da realidade. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. estradas. túneis e vias férreas. também. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. bancos. pontes. além de Centros de Processamento de Dados. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. em termos de ensino e pesquisa. consultorias. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. conjuntos habitacionais. 2.

a área de habitação popular. • As oscilações econômicas por que passa o país. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. 2. . de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. E por não ser algo estável.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. Neste sentido. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. assim. 80 municípios da região. ligado por vias asfálticas em todas as direções. Em especial. à provocação do pensamento vanguardista. respondendo. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. recebendo estudantes de. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. é importante fazer uma profunda análise deste fato. que reverte a curto prazo. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. enquanto lugar de ensino e pesquisa. qualquer resquício de estagnação. aproximadamente. No atual contexto.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso.

facilitando.• Santo Ângelo. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. 2. 2.7. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . 2 A URI abrange uma área aproximada de 43.7. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino.2 Específicos Para que o Curso atenda. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. aproximadamente 575 profissionais da construção civil.099. como sede de um Campus de Universidade. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais. planejar. a mão-de-obra de. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível.80 Km e nessa área. realmente. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. assim.7 OBJETIVOS 2. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. atualmente.

e não apenas verbalizando. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. assim. capacitando. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. entre outros. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. através da extensão. Incentivar a integração regional.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. . Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. administração. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. legislação. normalização e controle do meio ambiente. Vincular o curso ao progresso tecnológico. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. • • • • • • Reforçar as aulas práticas.

58 1.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER. CANCEL. VAGAS INSC. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR .46 40 28 32 35 MATR. TRANC. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2.0 1. URI 3093 3314 3661 3865 INSC.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 .NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. VEST.18 1. REMAT. MATR. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR.

15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 .9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C.Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo . 15-115. T. 15-104 38-106. 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .5 anos / Máximo . P.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL .4 anos / Médio . 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ.H CRÉD.A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.

38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-301 38-253.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 38-201 15-114. 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 38-302 38-353. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-201 15-121. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-253 . 38-132 38-203. 38-251 38-206 38-253 15-161. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131.

38-207 30-027 38-504 .30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS .800h 38-205.LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. 4. Constitui-se de conteúdos científicos. .2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil.4. as quais. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro. 4. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro.Estrutura Organizacional 3. CREA-CONFEA.Lei 5194 . Coordenação. Chefias de Departamento. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia.Controle e fiscalização profissional. Processos de aprendizagem. integrando-o no sistema universitário. Legislação .Cenário de atuação profissional. A engenharia no contexto da universidade . . 4. Planejamento estratégico aplicado ao estudo. Engenharia no contexto do Campus. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. Estaduais e Entidades de Classe. 6. O básico. O profissionalizante. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso.Resolução 218. Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. . Direção.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade. Responsabilidades do Engenheiro.Formação e atualização do engenheiro. . Análise da grade curricular. A Engenharia no contexto da sociedade. . Áreas de atuação.Laboratórios. O curso de engenharia.FURI/URI . ABENGE.Sistema CONFEA/CREA. 2. O profissional de engenharia e suas atribuições. Avaliações do MEC.O cenário do desenvolvimento . . O ensino. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 5. Sindicatos. A engenharia do século XXI . A Engenharia no contexto do curso.

Seminários sobre artigos referentes à disciplina. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. BAZZO. Almir E. Bras. Instituto de Pesquisa Rodoviária. seminários. PEREIRA. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. L. Datas de realização: diversas. 1996. Pesquisas na Internet. Rio de Janeiro. exercícios.7. UFSC. 9. A. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. URI. Introdução à Engenharia. Revistas. T.. 8. do Ensino da Engenharia. Florianópolis. Visitas técnicas. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. Santo Ângelo. & Outros. 1970. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO.Anais dos Congr. A. Florianópolis. Aulas e tarefas no laboratório. COBENGE . utilizando retro projetor. 2007. UFSC. M. W. estudos em laboratório e trabalhos. W.1997. Manual Acadêmico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. quadro e projetor multimídia. .

Notação científica 6. POTÊNCIAS DE BASE 10 .Algoritmos da divisão . Logarítmos.Aplicações .Introdução . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. PRODUTOS NOTÁVEIS . Agrupamento .Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3.Operações com números complexos 7. Radicais. POTENCIAÇÃO 4. NÚMEROS COMPLEXOS . RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Conceituação .Trinômios quadrados perfeitos .Produto da soma pela diferença . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos.Potências de base "i" . POLINÔMIOS .Teorema do resto .Operações .Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas.Quadrados da soma e diferença .Cubos da soma e da diferença 2. Trigonometria. Potências de base para funções. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático.Fator comum. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações.Definição . FATORAÇÃO .Definição .Trinômios de 2º grau .

Redução ao primeiro quadrante .Equações logarítmicas .Função composta .Relações trigonométricas num triângulo qualquer . Função logarítmica .Aplicações 13.Relações de Girard 9.Gráficos . FUNÇÕES DE 1º GRAU .Logaritmos decimais e naturais .Propriedades das raízes .Arcos e ângulos .Definições. TRIGONOMETRIA .Aplicações.Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco .Gráficos 10.Funções trigonométricas: seno.Definição.Sistemas de logaritmos . sinais e gráficos . cotangente. secante e cossecante .Função inversa .Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . tangente.Propriedades dos logaritmos .Razões trigonométricas num triângulo retângulo . LOGARITMOS . FUNÇÕES EXPONENCIAIS .Domínio e imagem .Resolução . coseno. .. Arco duplo .Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8.Círculo trigonométrico . variações.Mudança de base .Adição e subtração de arcos.Definição e gráficos 12.Definição e gráficos 11. FUNÇÕES .Definição .Tipos de funções . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. EQUAÇÕES POLINOMIAIS .

São Paulo. IEZZI.4. Luiz Carlos de. Matemática. 3. Matemática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. 1 a 10. V. Moscou Mir. IBEP. Atual. Ática.6. Melhoramentos. SOLOMON. Curso Fundamental. 1970. Scipione. Matemática. Charles. José Rui. V. 2000.7. V. São Paulo.9 SCIPIONE e outros. 2001. 1994. 1975. curso completo. Fundamentos de matemática elementar. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. São Paulo. Matemática. São Paulo.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. volume único. Gelson. DOMENICO. Cours de mathematiques supérieures.

2.4 .2 . 4. UNIDADE 5 .2 . 2.MOVIMENTO RETILINEO 3.Velocidade e aceleração. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais. 2.3 .Vetores unitários.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4.Soma de vetores.1 .Movimento em duas e três dimensões. 3.5 .Leis de Newton 5. aplicar. 5.3 . 4.2 .Movimento de projeteis.Movimento. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .5 .5 . Cinemática.Mudança de unidades.Massa. UNIDADE 4 .Aplicações das leis de Newton.Movimento circular uniforme.3 . Escalas vetoriais.FORÇA E MOVIMENTO 5.Sistema Internacional de Unidades (SI). bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Atrito.Queda livre. 5.1 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A. . 1.6 .2 .Vetores e escalares. atrito.MEDIÇÃO 1. UNIDADE 2 .Posição e deslocamento. 3.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 .2 .5 . 4. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. 4. Trabalho e energia.1 . em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.Componentes de vetores.VETORES 2.4 . Teoria cinética dos gases.1 .Posição e deslocamento. aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. Princípios da dinâmica.1 .Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores. 3.Velocidade e aceleração. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas.Força.3 . 5.

2 . 6.3 .Centro de massa. canhão.Lei de Hook.ROTAÇÃO I 10. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório.Teorema trabalho-energia cinética. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. 8.3 .Forças conservativas e não-conservativas.2 . 10.Energia mecânica 7. A fixação dos conteúdos será através de exercícios. 10.Conservação do momento linear UNIDADE 9 . UNIDADE 10 .Colisões elásticas e inelásticas. 10.3 .Conservação do momento angular.Cálculo do momento de inércia. 6.Momento Angular. 9. 6.3 .CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .4 .1 . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.Potência. 7.1 .5 . 11.4 . 7.Energia cinética. 6.Trabalho de uma força variável.Trabalho de uma força constante 6.UNIDADE 6 .2 .Torque.1 . UNIDADE 7 .Conservação de energia. UNIDADE 11 .COLISÕES 9.2 .2 . AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.Energia cinética de rotação. 10.Trabalho e energia potencial. 7. 11.4 .Impulso e momento linear.1 . atividades de laboratório e relatórios.As variáveis da rotação.3 .6 . METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. .O que é colisão.Momento angular de um corpo rígido.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6.Colisões em duas dimensões. 9.1 .Variáveis lineares e angulares.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.4 .3 .Momento linear. 8.5 .2 .1 .5 .ROTAÇÃO II 11. 9.

R. V. Física.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. 4 Ed. ZEMANSKY. LTC.. D. 2. 1981. 1999. HALLIDAY. MALCOLM J. H. Física 1. D. SP. Fundamentos de Física . 4 Ed.J. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física .ed. ed.. YOUNG. W. São Paulo: Makron Books. 1996. 3 Ed. 1995. R. FRANCIS SEARS. WALKER. LTC.. Ed. K. 1990. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica. P. SKOVE. 3. V. EDWARD GETTYS. Rio de Janeiro. FREDERICK J.. Rio de Janeiro.Mecânica.1. LTC. Física. Um curso Universitário. Física. RESNICH. Rio de Janeiro.. Edgard Blucher Ltda.1996. TIPLER. RESNICH. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. HUGH D. .. KELLER. MARK W. S.Mecânica. KRANE.. São Paulo : Edgard Blücher. 1996.

3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. memória. . UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. Manipulação de conjuntos. funcionamento. planilha eletrônica e apresentação. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. funcionamento e variações).Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. software e principais utilitários. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. manipulação de arquivos. Lógica de programação. hardware. Noções de editoração. Algorítmo. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. 2ª. variações. gerações. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. Linguagem básica específica da área. teoria da comunicação. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. Noções sobre sistemas operacionais.

ponto de acesso à Internet. Ângela J. conforme especificado no Regimento Geral da URI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. 1a ed. João Augusto Mattar. Rio de Janeiro: 2ª ed. Informática: Conceitos Básicos. Robert W. 2000. Jonofon. SÉRATES. Introdução à Informática. São Paulo: Makron Books. 4. Rio de Janeiro: LTC. 2ª ed. Judith L. regulado nos artigos 55 a 59. 2001. NETO. conceitos básicos e utilização de navegador). Campus. ed. transcritos no Manual Acadêmico. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. Porto Alegre: Bookman. 3ª ed. METODOLOGIA: Quadro. VELLOSO. Fernando de Souza. 2000. GERSTING. SOUZA. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). 2000. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais. Lógica para Ciência da Computação. João Nunes de. vídeo. 1ª ed. 1999. 5ª ed. retroprojetor. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. Porto Alegre: Bookman. 1990. 8 ed . M. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. Raciocínio Lógico. São Paulo: Ed. 2002. Rio de Janeiro: Editora Campus. McGraw-Hill. Metodologia Científica na Era da Informática. 1984. Glenn. Conceitos de Linguagens de Programação. MEYER. MEIRELLES. Larry. fica instituída a atribuição de notas. São Paulo: Saraiva. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. Fernando de Castro. . Para fins de avaliação do desempenho.Brasília: Editora Jonofon LTDA. Nosso Futuro e o Computador. laboratório de informática (Prédio 8). NASCIMENTO. Informática: novas aplicações com microcomputadores. GONICK. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". São Paulo: Harper & Row do Brasil. 1998. Porto Alegre: Bookman. 1994. Introdução Ilustrada à Computação. 2002.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. 4ª ed. J.

Intersecção de duas retas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. VETORES .Distância entre dois pontos no plano . visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. A área de um triângulo.Módulos de um vetor .Resolver sistemas de equações.Operação com vetores .Ângulo entre duas retas .Coordenadas do barricentro de um triângulo .Expressão analítica e coordenadas de um vetor .Conceitos fundamentais . . Operações e propriedades. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico. planos e circunferências. Distância entre dois pontos planos.Representação cartesiana de um vetor.Versor de um vetor . Vetores linearmente dependentes e independentes .Classificação. Sistema de coordenadas cartesianas .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas.Estudo da reta: diversas formas de equação . posições de ponto e reta em relação à circunferência.Ponto que divide o segmento numa razão dada .Combinação linear.Conceitos fundamentais .Distância de um ponto e uma reta . Estudo da circunferência.Condições de paraleloimo e perpendiculares . GEOMETRIA ANALÍTICA . . Vetores e operações. Coordenadas polares. espaços vetoriais.Lugar geométrico . retas.Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia.Equipolência e suas propriedades .Áreas de um triângulo .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. ESPECÍFICOS: .Coordenadas polares 2. Produto interno vetorial e misto.Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores. características e tipos de vetores . .Estudo da circunferência: equação. Estudo da reta. Problemas .

Imprensa Universitária UFSM. WINTERLE. IEZZI. Geometria analítica. Armando. São Paulo: MAKRON Books. P. Instituto Brasileiro de Edições Científicas.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . Campus. Belo Horizonte. OLIVA. SHENK AL. Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. Scipione. 1984.Decomposição de um vetor . 1988. José Reni e outros. Vetores e geometria analítica. Rio de Janeiro. Vicente Paz e outros. 1986. Fundamentos de matemática elementar.Produto misto e suas propriedades . LTC. 1982. Campus AS. Ed. 1983. REIS e SILVA. de São Paulo. . 1993. 1988. Matemática. e WINTERLE. Univ. FTD. São Paulo. Edson Durão. 1971. exercícios e problemas variados. Vetores e geometria analítica. Rio de janeiro. Vetores e geometria. Utilização de apostila com resumo da teoria. São Paulo:MAKRON Books. Atual.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . Cálculo e geometria analítica.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. Miguel O .. São Paulo. 1988. Cálculo vetorial e geometria analítica. 2. 1987. Matemática para o colégio. P. GIOVANI. STEINBRUCH.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. Elementos de geometria analítica. São Paulo. JUDICE. São Paulo. São Paulo. Rio de Janeiro. Gelson. RIGUETO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. A. Geometria analítica.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Waldir Muniz. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. 2000.

Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. L. PETZOLD JUNIOR. Thomas E. Normas para o desenho técnico. 1981.Traçado de retas 2. Introdução ao Desenho Técnico. Desenhista projetista. 207p. Sulina. Primeiro e terceiro diedros. 2004. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas).Projeção ortogonal 7.M. O. São Paulo. Francesco. Editora Globo.Desenho de letras técnicas 6. Fundamental de traçado à mão-livre. José & Outros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. Coletânea de normas de desenho Técnico. Proporções. . W. Lisboa. CUNHA.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. Desenho Técnico. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre.Traçado de paralelas 3. H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. Projeção ortogonal de peças simples. Porto Alegre. Editora Globo BORNANCINI. STAMATO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Desenho Técnico.. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. 2 Ed. Vistas omitidas.Exercícios 9. Desenho Técnico. 1986. 854p. FRENCH. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. Sistemas de representação. e o estudo das projeções ortogonais.Divisão de uma reta em partes iguais 4. J. V. Fundamentos de Desenho Técnico. PROTEC. BACHMANN. PROVENZA. Richard. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. Albert & FORBERG. 1969. 13 Ed..Normas de desenho técnico.Traçado de curvas 5.

A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO . Relatório de pesquisa.Caracterização . pesquisa. Apostila. tecnologia e desenvolvimento . M.O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA . fim objetos . OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. Tipos e características da pesquisa.Processo histórico de produção e transmissão . Rio de Janeiro. M. Instrumentalização metodológica. Função social da pesquisa. Avaliações por objetivos. Projeto de pesquisa. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. ciência. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina.Relação universidade e pesquisa . ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. Avaliação do projeto. AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos).Planejamento.Educação.ABNT. O método científico e a prática da pesquisa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA .Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário. 1989. São Paulo: . execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos. Normas ABNT sobre Documentação. Avaliação da apresentação pública do projeto. Rio de Janeiro. A pesquisa como ato cotidiano. de. METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais.O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento .Tipos e níveis . ANDRADE.A função social da pesquisa .Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza.Natureza .

Gláucio Couri. THIOLLENT. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. . J. RUDIO. 20. Pesquisa: princípio científico e educativo.. 1996. 2000. M. São Paulo: Atlas. São Paulo: Cortez. Ed. . RUIZ. Sâo Paulo: Cortez. DEMO. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. 1995. Santo Ângelo. SEVERINO. A Metodologia Científica. A. Rio de Janeiro: DP&A editora. SANTOS. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. 1994. A L. P. São Paulo: Cortez. J. 1986. Eli. F. Ed. Metodologia Científica: a construção do conhecimento.Atlas.A. EDIURI. 1997. Ver. Petrópolis: Vozes. Machado. Metodologia do Trabalho Científico. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. Metodologia Científica. 22. Ampl. Antonio Raimundo dos. 1999. Dutra. Pedro. 2001. ed. 4. 3 ed. V. Metodologia e Prática investigativa-ação. 4 ed. BERVIAN.

2º SEMESTRE .

4. 2. . implícita. INTEGRAÇÃO. a derivada e a integral de uma função de uma variável. 2. Teorema de Rolle e do Valor Médio.3. Velocidade e Aceleração.6. 3.2.5. Derivação das funções Elementares. a derivada e a integral de uma função em situações diversas. 3. 4. hiperbólicas diretas e inversas. 2. Derivadas Sucessivas 2. Integração por partes e por substituição. Outras Aplicações. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Limite de uma função. 3.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites.4. ESPECÍFICOS: Determinar o limite. 3.Aplicações. Integral Indefinida. Limites infinitos. 4.1. Integral definida.3.5.Regra de L'hospital. 1. 4.2. Limites no infinito. Propriedades dos limites 1. Definição e interpretação geométrica. Integração indefinida e definida. 1. Aplicação das derivadas. Funções crescentes e descrescentes 3. 2.6. logarítmica. 2.Máximos e mínimos de uma função .6. DERIVAÇÃO 2. Continuidade de funções. Taxas de Variação.3.5. 2. 3. trigonométricas diretas e inversas.1.Interpretação geométrica. Derivação das Funções: compostas. Derivação de uma função na forma paramétricas.7. Regras de Integração. Cálculo de Limites . APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. LIMITES E CONTINUIDADE 1.4. Resolver problemas aplicando o limite.2. Limites Fundamentais. derivação de funções de uma variável.3.1.1. Diferencial de uma função de uma variável . 1. continuidade. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais. 1. 4.2.

3. Makron -Books. LEITHOLD. SWOKOWSKI. O cálculo com geometria analítica.. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. 1 SIMMONS. ed. Vol 1. Cálculo diferencial e integral. Cálculo um Novo Horizonte. ed. 1987. Derivação. ed. 2. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. 1992. . São Paulo: McGraw-Hill.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. realizadas ao longo do semestre. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. Bookmann. Rio de Janeiro: 2002. São Paulo..1. São Paulo: Makron Books. Integração.. Louis. 2000. Cálculo A: Funções.MAPLE e outros. H. Hamilton Luiz. Gerald L.. 1987. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. SP. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas.Cálculo Com Geometria Analítica. GONÇALVES. Vol.Ed. Um curso de cálculo. Earl W. Aulas no Laboratório de Informática. Rio de Janeiro: 2001. Porto Alegre.. GUIDORIZZI. São Paulo. 1999.. 5. Cálculo com geometria analítica. 2000 FLEMMING. BRADLEY. Earl W.ed. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. Cálculo com Geometria Analítica. 7.M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. 1995. Makron -Books. McGraw-Hill do Brasil. 1994. Vol. Vol. GF. D. Paulo. Limites. Mirian Buss. Uso de Software matemático .1. SIMMONS. São Paulo : Malheiros. Cálculo com geometria analítica. vol 1. São Paulo : Makron Books. São Paulo : Harbra. George F. 6ª Ed. SWOKOWSKI. HOFFMANN. São Paulo. trabalhos individuais e em grupo. Laurence D.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . Sólidos imperfeitos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos.CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado. Sólidos amorfos. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos. .Definir e utilizar as propriedades periódicas.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. Reações de óxido-redução. UNIDADE 4 . expressões de concentração. . VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. Modelo atômico atual. de equilíbrio. Equilíbrio químico. de Broglie. UNIDADE 3 . Princípios da incerteza. Teoria de Bohr. UNIDADE 5 . Classificação dos materiais.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. UNIDADE 2 . Diagramas de estado. Difração de raios-x. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. . Estrutura e propriedades dos sólidos. Modelo de Rutherford. .Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. Classificação periódica dos elementos. líquidos e gases. Cálculos.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos.PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. Propriedades periódicas e aperiódicas. ESPECÍFICOS: . Estados de oxidação mais prováveis.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. Cálculos envolvendo a Teoria Atômica.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos.

LTC. ARAKI. M. W. UNIDADE 8 .. Bookman..UNIDADE 6 . H. São Paulo. F.. McGraw-Hill. TREICHEL Jr. UNIDADE 7 . Soluções líquido-sólido. V. 3ª edição. D. GOMES. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. . P.1981. Química. RUSSEL. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. Vol. Guanabara Dois. Soluções líquido-líquido. São Paulo. também. 4a Ed. C.1978. M. 1986. Caracelli.. 1999. A. J.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. ROCHA. Química Geral.. (tradutora). SHRIVER. L. 1 e Vol. Química e Reações Químicas. QUAGLIANO. Porto Alegre: Ed. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. Soluções sólido-sólido. J. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. Rio de Janeiro. Tradução: I. TOMA. As avaliações poderão ser realizadas.. Química Geral. (Tradutores). relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais. MAHAN. J. E. B. R. Química. um Curso Universitário. P. Química Geral. Porto Alegre: Editora Bookman. LEE. J. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. D. K. 2004. Volumetria de neutralização. J. 2001. BRADY.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. 2003. H. McGraw-Hill. Química Inorgânica Não Tão Concisa. B. Rio de Janeiro.E. Aulas prático-experimentais em laboratórios. oxidação-redução e complexometria. Química Inorgânica. Livros técnicos e científico. J.1985.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH. dialogadas e questionadas.1982. C. Jones. através de seminários. Princípios de Química. Indicadores. ROSENBERG. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. Oxidantes e redutores. ATKINS.. B. UNIDADE 9 . Bfucher.2.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

INTERSEÇÃO . . .Condições geométricas. ESTUDO DO PONTO . ESTUDO DO PLANO . . .Retas principais de um plano.Geometria descritiva. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção . retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. . Estudo do ponto e da reta.Posições de um plano em relação a outro plano .Condições geométricas . ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas. GENERALIDADES . 4.Classificação dos métodos descritivos.Posições de um ponto. convenções.Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas .Posições da reta. .Classificação dos sistemas projetivos. planos.Método mongeano. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS . rotação e rebatimento. . Distância. retas contidas em um plano . épura.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.Condições geométricas. ESTUDO DA RETA .Pertinência .Método de mudança de plano de projeto 5. rotação e rebatimentos.Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6.Condições geométricas. Mudança de plano de projeção de figuras planas.Posições relativas de duas retas.Figuras planas que possuem projeção acumulada . Estudo do plano. de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa. 3.Representação da reta. 2. .Representação do ponto.

PRINCIPE JUNIOR. DISTÂNCIAS . 1999.Estudo dos eixos paralelos 11. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. 1968. Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. com trabalho em aula e extra classe. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. Donato Geometria Descritiva. LACOURT. Rio de Janeiro. 1976. PARALELISMO . PERPENDICULARISMO . 1959.Escolha de eixos. retas perpendiculares . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. GAMA.Condições geométricas. 1995. RANGEL. RODRIGUES. retas paralelas 8. 1975. Álvaro J. H.Condições geométricas. exercícios de planificação de elementos. Rio de Janeiro. REBATIMENTO .Condições geométricas. . 8ª ed. .Interseção entre retas 7. Rio de Janeiro: SEDEGRA. 1984.Condições geométricas. Trilhas. São Paulo: Nobel.Retas ortogonais 9.Distância entre ponto e reta.Condições geométricas . estudos dos eixos perpendiculares . Guanabara Koogan. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. Elementos que definem uma rotação ..Condições geométricas. Mexico. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva. Buenos Aires: Alsina. 6ª ed. ROTAÇÃO . distância entre retas 10. Porto Alegre: Sagra. Ao Livro Técnico. com apresentação de todo o conteúdo. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). distância entre dois pontos .

Sistemas de equações lineares.Espaços vetoriais . Autovalores e autovetores. determinantes. MATRIZES .Operações elementares . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Equação linear .Matriz adjunta e matriz inversa 3.Subespaços vetoriais .Matriz inversa .Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Tipos de matrizes .Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem .Forma escada . Vetores no Rn. DETERMINANTES .Conceito de matriz . Diagonalização de operadores.Regra de Cramer .Representação genérica e abreviada . ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO .Operações com matrizes 2. ESPAÇO VETORIAL .Posto de uma matriz .Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) . Polinômios.Solução de um sistema de equações lineares .Igualdade de matrizes . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Transformações lineares.Base de um espaço vetorial . Espaços vetoriais.Produto interno em espaços vetoriais . OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear. sistemas de equações lineares.Mudanças de base 5.Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) .Combinação linear . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes.Propriedades dos determinantes . Espaços com produto interno.Inversão de matrizes por operações elementares 4.Dependência e independência linear .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

Introdução à Estatística. 7º ed.A. Mario F. ..Rio de Janeiro: LTC .TRIOLA. 1999.Livros Técnicos e Científicos Editora S. .

Canalizações 8.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação.Estruturas metálicas 6.Materiais e Equipamentos 2.3. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).Projeto hidro-sanitário 10. Desenho arquitetônico.Escadas 13. .Madeiramento de telhado 14. ESPECÍFICOS: . Desenho Topográfico. Desenho de Estruturas de madeira.Localização.Trabalhar o aluno.Cortes e secções 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Fluxograma. metálicas e de concretos. Perspectivas de sólidos e sombras.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos.Cortes 15.Cotas. . orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais.2.Técnicas de desenho técnico 3.Esquadrias 12. Perspectiva linear cônica. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Desenho de instalações hidros-sanitárias.Planta baixa 15.Estereogramas 9. Cotas e escalas.Projeto elétrico 11. .Projeto residencial 15.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil. Noções de projeção central.1. parafusos e porcas 5.Situação 15.Soldas 7. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil. rebites. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo.

A. Desenho Técnico. Introdução do desenho técnico. M. José. Richard. Thomas E. Editora Globo. FRENCH.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. R. Rio de Janeiro. Desenho técnico. Cotação funcional dos desenhos técnicos. São Paulo. BACHMANH. Curitiba. Porto Alegre. Roberto W. Globo.. Desenho para apresentação de projetos. José e outros. . Cavalcante. McGrawHill do Brasil. GILL.1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. Rio de Janeiro Tecnoprint.1970.1972. Perspectiva linear cônica. Normas para desenho técnico. Rio de Janeiro FENAME. Albert e FORBERG.1974. ROPION.1976. CAVALIN.

3º SEMESTRE .

1. Processo de Produção da Sociedade.2.3.2. 4. Primitivo.5. especialmente o aparelho ideológico do direito. Os Principais Modos de Produção: 3.4 Capitalista. Superestrutura política. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL.5. Infra-estrutura. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. estatal e ideológica. b) Identificar.3.1.1.3 Asiático e Feudal. 3. 4. reconhecer e analisar os principais modos de produção. Objeto de Estudo da Sociologia.5.1. 3. 2.4. 3.4 Classes Sociais. Socialista e Comunista. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. igreja e meios de comunicação social. 3. Teoria Estrutural Funcionalista. Escravista. família. 3. 3. Instituições Sociais.4. 4.2. 3. bem como suas principais instituições. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. 1. Definição de Sociologia. Fatores Determinantes da Mudança. ESPECÍFICOS: a) Identificar.1.5. organização e estrutura de classes na sociedade. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. 2.2. sindicato.3. Os movimentos Sociais 4. Teoria Histórica-crítica. com ênfase especial no capitalismo e socialismo. Luta de Classes.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. 3.1. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.2. 1.5. .

seminários. São Paulo: Moderno. debates. PACHECO. São Paulo: Ática. Ijuí: UNIJUÍ. Peter. trabalhos em grupos com temas específicos. Porto Alegre: Mundo Jovem. 1996. elaboração de Artigos. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. Eliezer.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. Retorno do trabalho do semestre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. leituras orientadas. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. Sociologia da Sociedade Brasileira. 1986. 1987. São Leopoldo: UNISINOS. . Luiz Inácio. estudos de Casos. 1989. O Capitalismo: evolução histórica. 1989. SINGER. 1989. desde logo o emprego de exposição dialogada. OLIVEIRA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. VITA. GAIGER. Paul. Petrópolis: Vozes. Provas orais. Participação em debates e seminários. São Paulo: Ática. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. Álvaro de. 1999. Sociologia Crítica. Prevê-se. lógica e dinâmica. Pérsio dos Santos de. A Construção Social da Realidade. Introdução à Sociologia. Pedrinho.

Volume de sólido de Resolução 2. Regra da Cadeia 3. Extremos de Funções de duas variáveis 3. Comprimento de Arco 3.1. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. .6. Movimento de Inércia 2.8. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. Áreas Planas 2.4.1. Aplicações das integrais. Funções de duas ou mais variáveis.3.Aplicar a integração na resolução de problemas.2.1. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3.7. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão .3. Centro de Gravidade. Área de uma Superfície de Revolução 2.5. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Integração de Funções Trigonométricas 1. realizadas ao longo do semestre. Derivadas parciais. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração.3. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2.4. Pressão de Fluídos. Integrais Impróprias 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. conforme suas necessidades profissionais. Continuidade. Integração múltipla.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. Limite. Derivadas Parciais 3. Derivada Direcional e gradiente 3. Integração por Frações Parciais 1.2. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Integração por Substituições Trigonométricas 1. . TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.5.2. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo.6. trabalhos individuais e em grupo. ESPECÍFICOS: .4. Trabalho 2.5.

McGraw-Hill do Brasil. 1999.ed. 1995. 1 e 2. Cálculo com Geometria Analítica. B. Earl W.acrescentar pontos nas avaliações. 7. Louis. SWOKOWSKI. Rio de Janeiro: 2002.ed. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. H. ed. FLEMMING. GONÇALVES. Vol 1 e 2. M. . integração. Cálculo um Novo Horizonte.. SP. GUIDORIZZI. Integrais Duplas e Triplas. ed. Vol. 5. Cálculo com geometria analítica. 1 e 2. São Paulo: McGraw-Hill. 2000. Paulo. São Paulo. Vol.M.. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. 2000 FLEMMING.. 6ª Ed. 5. D. Cálculo A: funções. Rio de Janeiro: 2001. São Paulo: Makron Books. São Paulo: 1992. São Paulo: Harbra. Vol. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. vl 1 e 2. Vol. Porto Alegre.. derivação. Bookmann. 1 e 2. 1994. HOFFMANN. 3. Gerald L. Cálculo diferencial e integral. O cálculo com geometria analítica. Makron Books. 2. 2. D. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. Earl W. Laurence D. M. SWOKOWSKI.. São Paulo.. Um curso de cálculo.1. Hamilton Luiz. George F. 1998. GONÇALVES. BRADLEY. Cálculo com geometria analítica. ed. LEITHOLD. Ed. limite. SIMMONS. Mirian Buss. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. São Paulo : Malheiros. São Paulo: Makron Books. 1987.

Leis da Termodinâmica.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Processo de combustão. 4. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. Noções de corrosão. Controle de qualidade de água. Aplicação da equação de Nernst. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. Tintas. Ação dos catalisadores. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Cinética Química. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. Leis de Faraday. Classificação e destinação de resíduos industriais. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Fatores que influenciam a velocidade das reações. Termoquímica. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. Tempo de meia-vida.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Eletroquímica Termos elétricos. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Eletroquímica. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. Entalpia de reação em qualquer temperatura. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. Eletrólise. Medidas da velocidade das reações. Execução de pesquisa experimental. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Pilhas. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Aplicação da equação de Arrhenius. Aplicação dos processos eletroquímicos. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. 3. fundamentada numa boa referência bibliográfica. Aplicação da lei de Hess. 2. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. Rio de Janeiro.J. 252p. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. V. cobreagem. P. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. b) outra com uma avaliação teórica. 1. e EWT. Físico-química. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. corrosão em meio atmosférico. Fundamentos de Físico-Química. 6. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. J. 1995. 1a ed. . R. Saõ Paulo: Makron Books. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins.5. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. 2003.. BRADY. avaliação físico-química de combustíveis.1.. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. V. 1. Análise química quantitativa. v. canhão. princípios básicos de tratamento de águas. Físico-Química. V. AL. W. 1994. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. Química.1. I.W. J. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Edgard Blucher. Trad. zincagem). Análise de combustíveis. VOGEL. Físico-Química. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. Santos. et al. 2003. G. Moore. Química Geral. / Jordan. LTC. 2002. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico. ATKINS. avaliação da qualidade de águas naturais. W. 1999. hidrelétrica e seu impacto ambiental. J. O Material e Suas Transformações.W.2. Rio de Janeiro: LTC. Russell. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. B. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. vídeo). / Paula J. V. P.. Cristina M. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. LTC. 1995.

Campo Magnético.3 .CAMPO ELÉTRICO 2.O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.2 .Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.2 .6 . ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.5 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. Propriedades Magnéticas da matéria. Correntes alternadas.7 . Circuitos elétricos.4 .Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 .O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.6 .Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 .Condutores e Isolantes 1.4 . Força Eletromotriz. Potencial elétrico.2 .CARGA ELÉTRICA 1.5 .3 .3 . Campo elétrico.Superfícies Equipotenciais 4.LEI DE GAUSS 3. Uide Gauss.2 .Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .Linhas do Campo Elétrico 2. Capacitores.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.Lei de Coulomb UNIDADE 2 .3 . Corrente elétrica. Oscilações eletromagnéticas.Carga Elétrica 1.1 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo. Lei de Gauss.Um Condutor Carregado Isolado 3. Ondas eletromagnéticas.5 .POTENCIAL ELÉTRICO 4. lei de Ampére. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.1 .1 . Equações de Maxwel.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.Lei de Gauss 3. Faraday Lenz.O Campo Elétrico 2. Indutância.1 .4 .Fluxo do Campo Elétrico 3.Energia Potencial e Potencial Elétrico 4.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.

1 .2 .O Campo Magnético 8.Resistência e Resistividade 6.6 .9 .LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.4 .2 .2 .Corrente e Campo Magnético 9.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .O Efeito Hall 8.3 .Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.4 .1 .LEI DE AMPÉRE 9.O Cálculo da Corrente 7.Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.6 .Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.O CAMPO MAGNÉTICO 8.CAPACITÂNCIA 5.4.1 .CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.Capacitores e Indutores 11.8 .3 .3 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.1 .Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.6 .5 .Lei de Ohm 6.Cálculo da Capacitância 5.INDUTÂNCIA 11.Capacitância 5.Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .CIRCUITO 7.Circuitos RL .Trabalho.3 .Movimento Circular de uma Carga 8.1 .Lei de Lenz 10.2 .2 .5 .Auto-Indução 11.Lei de Ampére UNIDADE 10 .2 .Circuitos RC UNIDADE 8 .4 .Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.4 .Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.3 .5 .1 .6 .3 .2 .Capacitor com um Dielétrico 5.7 .Capacitores em Paralelo e em Série 5.Lei da Indução de Faraday 10.Densidade de Corrente 6. Energia e FEM 7.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .Diferenças de Potencial 7.3 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .5 .1 .Instrumentos de Medidas Elétricas 7.

1 . R.1 . São Paulo: Makron Books. 2002.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 .O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Corrente de Deslocamento 15.3 . WALKER. LTC. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. 1996. 3. ZEMANSKY.3 . RESNICH.3 . KRANE. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .2 ..Oscilações LC 13. 1999. W.2 .O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12.Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. Ed.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.O Transformador UNIDADE 15 . canhão. NUSSENZVEIG. 3 Ed.4 . RESNICH. Física 3. K. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. 4 Ed.A Lei de Gauss do Magnetismo 12. M. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. 1996. Curso de Física Básica. LTC.O Circuito em Série RLC 14. 1981.Energia Armazenada num Campo Magnético 11. KELLER. Edgard Blucher Ltda.O Magnetismo da Terra 12.O Magnetismo e o Elétron 12. D. São Paulo: Edgard Blücher. Paula. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. J.4 . 4 Ed. Vol 3.CORRENTES ALTERNADAS 14.1 . 1990.Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.ed.Corrente Alternada 14. sendo no mínimo duas notas e no máximo três.Eletromagnetismo.2 . MALCOLM J.. Rio de Janeiro . MARK W.Campos Magnéticos Induzidos 15. FREDERICK J. Física. HUGH D. Um curso Universitário.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13. Física .11. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14.2 . SKOVE. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos.5 . 1995. 2.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. HALLIDAY. YOUNG. . Rio de Janeiro. D. SP. H..3 . Física.5 . Física. R. atividades de laboratório e relatórios. LTC..Indução Mútua UNIDADE 12 . S. EDWARD GETTYS. Rio de Janeiro.4 ..Eletromagnetismo.. Vol 3. TIPLER.6 .Paramagnetismo.1 . Fundamentos de Física . FRANCIS SEARS. ed.

Carros e Veículos. 2. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. G. G. TOURNAUY. TIMOSHENKO. Mecânica Vetorial para Engenheiros. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. Estática. Equilíbrio de corpos rígidos. Russel. J. OBERT. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. LTC. 1979. SC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. & KRAIGE. Análise de Estruturas treliças. Momentos de inércia . máquinas. 6... A. 1970. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. 3. Sistemas de Forças Equivalentes. L. MEC/PREMESU. Momento estático de área e centro de gravidade. E. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. Rio de Janeiro. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. determinar características geométricas de seções transversais. F. . L. Mecânica . THIBAUT. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. Esforço normal) Momento torsor e fletor. Mecânica Geral.Graus de Liberdade e Restrições de nós. Vol 1.Análise de treliças planas. Noções de Carregamentos em Estruturas. Características Geométricas de Seções Transversais.. 2000.Estática.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. 2001. Johnston Jr. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. 5. (Momento Fletor. Esforços em vigas.. Mecânica dos Sólidos. 4. Editora LTC. Laboratório de Engenharia Mecânica. Dinâmica de um corpo rígido. McGraw-hill do Brasil. Donald A. GYOROGI. R. Eduart F.

• Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. Confecção de croqui de medição. 10. apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. 5. Unidades de medidas. 8.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. Teoria dos erros nas medições topográficas. 6. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. Evolução do uso de equipamentos topográficos. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. 9. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. 11. conceitos e divisão da topografia. Desenho topográfico e escala. 4. 2. quanto à localização e confrontações. Redes de referência para medições topográficas. 12. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. Grandezas medidas num levantamento topográfico. Noções de Topografia: Histórico. 13. Equipamentos utilizados na topografia. 7. Planimetria. Medidas lineares e angulares. Métodos de levantamento planimétrico. 3. trabalhos práticos. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Sistema de coordenadas. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. pelas demais . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Desenho de plantas topográficas. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas.

Alberto de Campos. LOCH.Associação Brasileira de Normas Técnicas. Porto Alegre: Globo. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento.1974. Barcelona: Gustavo Gili. Tratado general de topografia. ESPARTEL. W. . Carlos e CORDINI. JORDAN. Manual de topografia e caderneta de campo. GARCIA. Gilberto e PIEDADE. 1982. BORGES. ABNT . ESPARTEL.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES. Lélis Curso de Topografia. 1994. Topografia aplicada. 1995. São Paulo: Edgard Blücher. São Paulo: Edgard Blücher. Porto Alegre: Editora Globo. Alberto de Campos Borges Topografia.atividades propostas e por sua participação em aula. Lélis et al. 1992 .2.v.1987. Gertrudes. 1998. Exercícios de topografia. São Paulo: Edgard Blücher.Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro: ABNT. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil.v. 1977 .1983. Rio de Janeiro: ABNT. São Paulo: Nobel. BORGES. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . Florianópolis: Editora da UFSC.1975.

3. A Dívida Externa. Sindicalismo no Brasil atual. 6. 14. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. 15. culturais. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. etc. A Questão da Reforma Agrária. . OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. organização e apresentação de seminários. 12. A Política dos MCS. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 11. seminários. A Revisão Constitucional. científicos e tecnológicos. A Dívida Interna. entre outras. elaboração de textos. 10. políticos. tanto individual como coletiva. Política Salarial. A Política da Saúde no Brasil. A Questão Ecológica. 5. 4. 16. realizada através de testes e provas escritas. trabalhos em grupo. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. Planos Econômicos. A Política do menor. A Questão da Modernidade. Mercosul. LDB e Política Educacional. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. Análise de conjuntura. A Desestatização. Trabalhar com metodologia adequada. 13. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. 7. 2. 9. 8. atividades de pesquisa.

Rio de Janeiro. Achimé.1974. 1984. 1981. NEUMANN. Rio de Janeiro. P. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. Petrópolis. 1978.1982. LADMANN. Berthier. Paz e Terra. O Brasil no contexto da crise mundial. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil. LTC. Trabalho e capital monopolista. Régis de Construção social da enfermidade. 1988. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. Rio de Janeiro. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. ZAMBERLAN. Vozes. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. Inflação e crise na economia mundial. FERRI. Rio de Janeiro. SAMPAIO. FIDENE. Vozes. Argemiro. Oswaldo. 1980. GUARESCHI. BRUM. 1980. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. Ilatiaial USP. Realidade Brasileira. O e GIRARDI. Vozes.1993. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. K. Vozes. RJ:Editora Vozes. Comunicação e poder. GENTILI. visão Humanizadora. Cristovam. Petrópolis. 1983. 1982. Mário E. 1983 BIZ. Cortez e Morais. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. 1985. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. . J.1988. POA.J. Academia. Laurício e DALPIAS.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. Ijuí. Central Editor de America Latina AS. 1991. São Paulo. Passo Fundo.F. Petrópolis. 1992. Problemas do Brasil. São Paulo. BRAVERMAN. R. Zahar. Livraria UNIJUI. BUARQUE. I. Buenos Aires. Ecologia: temas e problemas. 1994. MORAIS.

Foundations. Word formation: prefixes and suffixes.Concrete. tables. Elements of textual cohesion: articles. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler.Energy sources. regular and irregular verbs. Dictionary usage. . • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. 6. Comparative and superlative constructions. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Industrial waste. . . . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa. 3. . 4. interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. 5. 2.Computers. . . Verbs: basic notions about verb tenses. . newspaper and magazine articles. personal and demonstrative pronouns. com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário.Highways. compreensão de textos técnicos e gramática do texto.Roofs. Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. . articles from technical books. . Reading different kinds of texts: advertisements.Construction. 7.Structures.Home heating and air conditioning. The modals. Comandos. Water control . Basic general English and technical vocabulary. .Sanitary engineering. .Refrigeration. diagrams.Civil engineering and engineering studies. . Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . conjunctions.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura.Transportation.

1991. GREENALL. Gail and SINCLAIR. . Penny Grammar Practice Activities. Cambridge University Press. Marília de Figueiredo Improve Your English. Adrian Negotiating. English Grammar in Use.1992.html>.1989. Diana Reading.org/pubshom1. Peter Target Vocabulary. Barbara Learning to Learn English.pubs. Simon and PYE. Oxford University Press. New York: Penguin English. Editora Ática. São Paulo. Aulas no laboratório de idiomas. O'CONNOR. Luciane Cassela de. JONES. Longman. New York: Longman. On. Cambridge University Press.Inc. Talking texts. UR. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. ELT. 1994. 1996. 1933-. WEST. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. Raymond Basic Grammar in Use. KITTO. NEEWSWEEK.1988. Randal. Cambridge University Press. Philip and PILBEAM. 1991. Cambridge University Press. 1994. ELLIS. HOLME. Richard Engineering Information. Abril 2003. Semanal. 1994. 1994.asce. Eric H. Michael. Disponíveis em <http:///www. Felicity English Vocabulary in Use. Rio de Janeiro: Editora Globo . GLENDINNING. Cambridge University Press. Cambridge University Press. Raymond..METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. SPEAK-UP.1989. W. Michael.line Publications. SILVEIRA. MCCARTHY.1990. GLENDINNING. New York: Newsweek. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. O' DELL. MURPHY. Mensal. MURPHY.

4º SEMESTRE .

Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. Equações lineares com coeficientes variáveis. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. Equações de derivadas parciais.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas. . • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas.

McGraw-Hill . Sergio A. 1974. Rodney C. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO. EUSP. Equações Diferenciais. Frank. Jr. quando for o caso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais. A . UEPG Ponta Grossa PR1999. ROCHA. Equação Diferencial. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. Luiz Mauro Cálculo. IMPA .SP WILLIE. BASSANEZI.1988. .1979.SP 1976. FERREIRA. FIGUEIREDO.SP . Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. HABRA .SP. Atlas . 1978. LTC . São Paulo. Wilson C. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil.. ABUNAHMAN.1997. Jr. Equações Diferenciais e suas aplicações.RJ . Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral.AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame. BRONSON.

zeros de funções. 1. 1. aproximação de funções.Erros de Arredondamento. 2. .1. 2. 1. 2. ZEROS DE FUNÇÕES. 1.1.3.2. 2.1.1. inversão de matrizes. 1. fazer interpolação.2. Zeros de funções. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes. interpolação. 1. Localização de Raízes Isoladas. 2. 3. Método de Newton.4.2. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo. Método Numérico. Sistemas lineares. Determinação da Raiz. 2. Cálculo Numérico. Conceitos e Definições. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender.3.1. 2.1.9.Erros de Truncamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. fazer ajustes de curvas.3. saber quando aplicar. Métodos de Gauss Jordan. ESPECÍFICOS: Entender. Interpolação polinomial. 3.4. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas.8. Conceitos e definições: 2. 2.7.4. ERROS. 1. Método da Dicotomia ou Bissecção. generalizar e operar com elementos. 1. 1. zeros de polinômios.1. Processos Iterativos.6. resolver sistemas de equações lineares. Teorema de Bolzano. Iteração e ajuste de curvas. 2.3.4.Propagação de Erros. Erros da Fase de Resolução. SISTEMAS LINEARES. tais como: Erros nas aproximações numéricas. 2.2. 3. 1.10. sistemas de equações lineares.1. Integração numérica.2. Processo Iterativo. Newton-Raphson ou das Tangentes. Localização e Refinamento. Zeros de uma Função.4. Introdução. integração numérica. 2.2.5.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. Métodos iterativos. Erros da Fase de Modelagem. realizar integração numérica. Matrizes Associadas a um Sistema. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. Erros e Critérios de Arredondamento.1.

Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais.5. 4. 6.1. 3 vol. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan.4. 6. SADOSKY. Quadratura Gaussiana. 5.3. Ana Flora P. Homem. 3.2. Gomes.10. Método de Runge-Kutta. 4. Cálculo Numérico e Gráfico.7. Algorítmo da Triangulação de Gauss. Cálculo de Determinantes.1. CLAUDIO. exercícios de aplicação. 4. Interpolação de Newton para diferenças divididas. São Paulo: Makron Books.5. Inês S. Cálculo Numérico Básico. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. 3.4. Rui. Interpolação Quadrática . 1980. São Paulo: Harbra.9. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. São Paulo: Atlas. INTERPOLAÇÃO.3. Método da Pivotação. 3. Método de Simpson.4. 5. 4. 5. Interpolação Polinomial. J. 4. Jussara Maria. Interpolação Linear. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos. Leônidas Conceição. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. 3. Introdução 6.Determinante de Vandermonde. Luzia . de Castro. Método de Predição-Correção. 1987. Método dos Trapézios. 5.3. Dalcídio Moraes . Introdução. 3. 1978. 2 ed. Método de Gauss e Gauss-Jordan. MELO. 3.2. 1989. 3. HUMES. Cálculo numérico computacional Teoria e prática. 1996. Sistemas Equivalentes. Márcia A. Rio de Janeiro: Interciência.3.1.2. YOSHIDA.2. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA. Refinamento de Soluções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO.4. RUGGIERO. A. METODOLOGIA: Aulas expositivas. 6. Interpolação de Lagrange.1. Sistemas Triangulares.3. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas. Método de Euler. 4.6. Manuel.5. 5. 3. 3. Cálculo Numérico com aplicações.MARINS.8. São Paulo: Atlas. Cálculo da Inversa de uma Matriz.5.

Kazuko. Wagner Tunis.Hill Ltda.. Noções de Cálculo Numérico. 1979. São Paulo: Nobel. 1984. .MARTINS. MIRSHAWKA. Cálculo Numérico. São Paulo: Editora McGraw. Victor.

Introdução à Teoria das Estruturas. LTC. Análise de Treliças. 1972. Ademar. GORFIN. Sistemas Tri-Articulados. 3.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Linhas de Estado 4. 6. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. Bernardo Oliveira Miriam Marques de.Linhas De Influência. Rio de . OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. Sistemas de estruturas isostáticas. Curso de mecânica. Sistemas Isostáticos Planos. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. Método das forças. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. Rio de Janeiro. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. 8. 7. 5. Vigas Gerber. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Princípio dos Trabalhos Virtuais. 9. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. 2. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . Sistemas isostáticos Planos. Traçado de Diagramas De Vigas. Método dos deslocamentos. • Avaliar soluções estruturais.

2001.Janeiro. Vol 1. 1971. Globo. José Carlos. Curitiba. SÜSSEKIND. UFRP. Timoshenko / Gere. 1980. . LTC. Mecânica dos Sólidos. Neto José de Almendra. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. 1979. Exercícios de estática e resistência dos materiais. Curso de análise estrutural.

OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS .Prática 3.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais.Esforços externos/internos . ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante.Prática 5. Cisalhamento. • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Cargas axiais . CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Conceito .Conceito .Prática 4.Introdução . Elastotécnica: Tensões e Deformações. TORÇÃO . conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais.Prática 6. Estado de tensões.Conceitos . FLEXÃO PURA .Deformação específica . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais. Normas simples. DEFORMAÇÃO .Conceito .TENSÃO .Tensões admissíveis . ESFORÇOS AXIAIS .Convenção da resistência dos materiais 2.Forças X Tensões .Diagrama/tensão/deformação . Torção e Flexão.

1986. MATVETEV. .Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. 1969. SOUZA. William A Resistência dos Materiais. . A P. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook.. ROCHA. Da USP. Sergio Conci Resistência dos Materiais. TIMOSHENKO. Prodill. E.- Flexão Pura Torção 7. P. V. As 3 avaliações formam a média do semestre. LACERDA. A G. Stepheu P. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Rio de Janeiro. Globo. Mirmoscovo. 2007. Ed. Flávio S de Resistência dos Materiais. e LAKOVIEV. PISSARENKO. McGraw-Hill. Prontuário de Resistência de Materiais. 1980. consistindo de participação em sala de aula.1980. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Resistência dos Materiais. 1966. Hiron R. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. PROTEC. São Paulo. Rio de Janeiro. 1964 NASH.1982. São Paulo. Ciências dos Materiais. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. cumprimento de trabalhos e freqüência. Ferdinand. JOHSTON Jr. São Paulo. AVALIAÇÃO: . PROVENZA. GOMES. 1985. Rio de Janeiro. LTC. LTC.Avaliação do desempenho. Resistência dos Materiais. Francesco. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. G. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. 3 Ed. Porto Alegre. Resistência dos Materiais. McGraw-hill do Brasil. RUSSELL. LTC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY.

resenhas e atividades em sala de aula. Desenvolvimento sustentado 6. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. 12. Legislação Ambiental 8.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Recursos naturais e sua utilização 5. Filtros biológicos. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. relatórios técnicos. Nitrificação. Regiões Salubres 14. • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. Agenda 21 11. Noções Gerais de Ecologia 2. . Manuseio e Tratamento do Iodo. provas dissertativas e objetivas. usando como instrumentos de avaliação: seminário. Arborização urbana. buscando soluções adequadas. Saneamento e meio ambiente. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). Digestão anaeróbica. Vegetação urbana e qualidade de vida 16. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Tipos de poluição. EIA/RIMA 9. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos.Produção. Lagoas de estabilização. A biosfera e seu equilíbrio 3. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. Sistemas de tratamento de água e esgoto. Gerenciamento Ambiental 10. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. Habitações Salubres 15. 13. Características das águas residuais na indústria de alimentos. sobre ele. causa e conseqüências 4. Processos: Iodo ativado. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. no qual atua o profissional da engenharia. destinação e reaproveitamento do lixo 7.

CESP. Ciências do ambiente Ecologia. 2002. Lúcia L. Charles T. Fundação Getúlio Vargas. 2000. Poluentes Atmosféricos. e outros. Rio de Janeiro. 1978. Ana Lúcia da F. Juares Oliveira.M. São Paulo. Ática. ODUM. Brasília: Senado Federal. São Paulo: Prentice-Hall. . Como Funciona o Meio Ambiente. Joan de Pablo. 1995. 1999. Suetônio. Paulo Afonso Soares. Rio de Janeiro.1994. São Paulo. Makroni. São Paulo. contribuição para um código nacional ambiental. MOSER.1983. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Papirus. 2000. Rio de Janeiro. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. GRALLA. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. Ecologia geral. MEGEE. Led. Gestão Ambiental.. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. Guanabara. Roger. CARVALHO. Benedito. Salvador: EDUSFB.1975. e outros. Petrópolis. Vozes. O homem e seu ambiente. FONFRÍA A. São Paulo: Scipione. São Paulo. São Paulo: Quark Book. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. Ecologia cultural . INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. RIO GRANDE DO SUL. 1995.1986.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. BRASIL.1983. VIERTLER. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. MOURA.Antonio Carlos da F. Bragança e MONTEIRO. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. MIRANDA. Coleção Primeiros Passos. MOTA. PINHEIRO. Porto Alegre. 2000. Presto. B.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. Sérgio L. Carlos Gomes. São Paulo.1992.1989.1998.1998. Subsecretária de Editoras Técnicas. Legislação de conservação da natureza. Leis. As três ecologias. O problema ecológico e suas implicações éticas. HELENE. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.1988. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. Legislação Ambiental Brasileira. estatutos. GOMES. Introdução à Engenharia Ambiental. Ramón e RIBAS. JIMENEZ. Porto Alegre: AGE. Petrópolis. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. 1995. Luiz Antonio Abdala de. Antônio. PEREIRA. Ecologia.P. DAJOZ. Barcelona: MARCOMBO. GUATARRI. ABES. DKADE. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. Diretoria de Anais . São Paulo: USP.Uma Antropologia da mudança.1990. Gerhard e outros. . Introdução à Engenharia ambiental.1983. Vozes. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres.1986. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Eugene. São Paulo. Martha L. Rios. Maria E. LP EM. Félix. Como sobreviver a tecnologia. poluição e impacto ambiental. Lenate Brigitte.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

Pronomes (pessoais. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4.Adjetivos (flexão de número. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música. de tratamento.Flexão (desinências número-pessoais. VERBOS . artigos neutro. contrações) . HETEROGENÉRICOS 6.Auxiliares e regulares . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos. retos e oblíquos.Artigos (subdivisão. gênero e grau) 5.Divisão Silábica • . literatura e artes plásticas. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos. desinências modo-temporais) 7. enfatizando a produção de textos descritivos. ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . indefinidos) 3. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Hetetotônicos 2. ADVÉRBIOS .Ortografia • .Substantivos . permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos.Acentuação Gráfica . relativos. possessivos. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano.Conjunções e conectores .Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. NOMES . demonstrativos. formativos e literários. bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. privilegiando o desenvolvimento da oralidade.

Walter Gustavo. São Paulo: Saraiva. Angélica. Nerman. Mucho Español para brasileños. HETEROSSEMÂNTICOS 11. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. discussão e resolução de problemas. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . NARI M & MELLO. Fátima Cabral & MENDONZA.2000. Esther Maria. . Edelso. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. Madrid. São Paulo. HERMOSO. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10. Gonzáles. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. 1991. 1998. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. São Paulo. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical.Compreensão . 1998.8. Prova escrita. São Paulo: Moderna. a aprendizagem centrada no aluno. 2000. Maria Angélica. OJO com los falsos amigos. Moderna.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. 1999. Gramática de Espanhol para brasileiros. Curso Prático. O professor oferecer a condições. Suely Fernandes & MAURE. GARCIA.A Dicionário básico de la lengua española. Español sin fronteras. atividades de reflexão. Adda. Scipione. Felipe B. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. Sanchez M. analise os itens gramaticais. Curso de lingua Y cultura Hispânica. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português.Estudo do Vocabulário . BRUNO. Partir-se-á sempre de textos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. Gramática de Espñol lengua estranjera. Sociedad General Española de Liebraria S. São Paulo. PEDRAZAJIMÉNEZ. A & ALFARO. com base nos textos. atinja a compreensão e interpretação e. Hacia el Español. MILANI. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. La Literatura en los textos. Josephine Sánchesz.

5º SEMESTRE .

A área de trabalho . Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3.Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . aulas com recursos áudio visuais (canhão). Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA. G. aulas práticas de laboratório. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD. .Impressão e plotagem . Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4. Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.Preparação da área de trabalho . LTC . Manuais do usuário dos Softwares. Linguagem avançada para a engenharia. 955p. Dominando o Auto Cad.Conceitos . análise e dimensionamento específicos da área de engenharia.Utilização das ferramentas de desenho . Autocad . OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais.Seleção e edição de objetos . A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório.Menus suspensos . b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia.Traçado de cotas .Definições fundamentais .Utilização de recursos 3D 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas. 1999.

Atlas. . C.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. D. 1994. Ed. Cálculo Numérico Computacional.

indutivos 2. Motores.3. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Trabalhos em grupo e individual. Lei de O hm.2. Luminotécnica 10. Lei de OHM 1. Circuítos de corrente alternada. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos. Transformadores e Motores-instalações 9. Capacitadores.2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua. Geradores.1. Comandos elétricos. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Potências em CA. Impedância 3.2.1.1. Condutores elétricos. Associação de resistores 1.1.1. Resistivos. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Mista 1. Circuitos de correntes alternada 2. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Série 1. Lei de Kirshoff. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. Leis de Kirchdhoff 2. Paralelo 1.1.1. fator de potência e corresão de fator de potência 5. capacitivos. Circuitos de corrente contínua 1. Instalações elétricas 5. . Dispositivos de proteção dos circuitos 7.3.

C. 1976.1983. et al. Bestseller. S.1977. C. Dragão. Porto Alegre. VALKENBURGH. Globo. Eletricidade básica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. Rio de Janeiro. E. 1974.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. C. Rio de Janeiro. e KUN. FALCONE. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas.1968. MOTTA. Eletrotécnica geral. L. A. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. Guanabara Dois. 1979. C. Porto Alegre. São Paulo. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. São Paulo. L. Circuitos elétricos. Eletricidade básica. P. Guanabara. São Paulo.1977. Livraria Freitas Bastos. Companhia Editora Nacional.1975. PAGLIARICCI. São Paulo. QUEVEDO. Manual prático do eletricista. V. 1975. Globo. B. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. DAWES. . Hemus. Teoria básica de circuitos. A. São Paulo. M. A.1975. MARCUS. Curso de eletrotécnica: corrente alterada.

Flexão composta/aplicação 5. cumprimento de trabalho e freqüência. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flexão simples e cortante/aplicação 4. Caso geral 7. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Deformação por flexão. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. consistindo de participação em sala de aula. • Características Geométricas. • Verificar seções.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. Flexão oblíqua simples. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . Resistência e deformações combinadas. Avaliação do desempenho. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). Flexão oblíqua composta. Flexão oblíqua/aplicação 6. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. Análise Estrutural 3.

W. F. São Paulo. TIMOSHENKO. H. McGrawhill do Brasil. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. 1969. ROCHA.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. PISSARENKO. PRO-TEC. Ed. MATVETEV. Resistência dos Materiais. 3 ED. NASH. São Paulo.1980. R. 1966. Porto Alegre. . A. Globo. Prodill. de. LTC. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Prontuário de resistência de materiais. S. Da USP.. LACERDA. G. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Ciências dos Materiais. 1985.• • As três avaliações formam a média do semestre. A P. 1982. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. G. LTC. S. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Rio de Janeiro. A. JOHSTON Jr. Mirmoscovo.1986. 1964. F. P. Rio de Janeiro. SOUZA. C. São Paulo. A Resistência dos materiais. E. Resistência dos Materiais. da. Resistência dos materiais. 1980. LTC. Resistência dos materiais. V. S. RUSSELL. F. Resistência dos Materiais.. LAKOVIEV. McGraw-Hill. PROVENZA. Resistência dos materiais. 2007. GOMES. M. P.

Campo de velocidade . vetoriais e tensoriais . Quantidade de movimento. Calor e trabalho . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Hidroestática.Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos.Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) . segunda lei da termodinâmica.primeira lei da termodinâmica.Propriedades do tensor das tensões.Equação da quantidade de movimento . Equações de estado. LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL .Volume de controle 7.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6. Aceleração da partícula .Atmosfera padrão .Volumes de controle e sistemas .Relação entre solução por sistema e . FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . Transmissão de calor. TENSÃO EM UM PONTO .Variação da pressão com a profundidade . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS . EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .Fluido incompreensível .Forças e contato com um fluído confinado .Pontos de vista.Coeficiente de viscosidade 3. Estática dos fluídos.Quantidades escolares. LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON . Escoamento dos fluidos. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento. Ciclos termodinâmicos.Tensão em um ponto .Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. LEIS DA FLUTUAÇÃO . gradientes 4.Fluidos e o contínuo 2. OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.

J. SHAMES. . Manual de hidráulica. PITTS. realizados exercícios em sala de aula.Processos reversíveis e irreversíveis . McGraw-Hill. São Paulo. McGraw-Hill do Brasil. L. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. São Paulo. Robert W.. São Paulo.Substância pura .Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9. Mecânica dos fluidos.Momento da quantidade de movimento 8. TRABALHO E CALOR 10. WYLEN. Transferência de calor: um texto básico.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. Rio de Janeiro. STREETER.Regime permanente e regime uniforme . MCDONALD. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. Blücher. G. Guanabara Koogan. Blicher. E. V. D.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. Bliicher. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA .1975. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE .Equilíbrio de fase . ÁLVAREZ. São Paulo. Introdução à mecânica dos fluídos.A. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . ZISIK. Mecânica dos fluídos.1973.1993.energia interna .conservação de massa 11. Fenômenos de transporte. São Paulo. Rio de Janeiro. Gordan J. Alan T.1985. E.Entalpia . como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. Fundamentos da termodinâmica clássica. M. R. Guanabara. M Necati.1988. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. SISSOM.1981. Sonntag e RICHARD. 1982.

FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. Critérios de Fotointerpretação.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. Princípios físicos. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. Estereoscopia. Interpretação aplicada ao planejamento regional. Sensores remotos. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. Câmaras fotogramétricas e filmes.

Fundamentos para Fotointerpretação. E. que estabelece diretrizes gerais . SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. SCHOENINGER. Florianópolis: Editora da UFSC. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. 2007. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. F.. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. F. 1986. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. WATZLAWICK. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. R. P. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. trabalhos práticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. F. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Câmara dos Deputados. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. SIG . S.. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. 10. Elementos de Interpretação fotográfica.Orientação de um par estereoscópico 6. Guarapuava: Editora da Unicentro.257. de 10 de julho de 2001. LOCH. C. KIRCHNER. L. 1993. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12.

273p. CHRZANOWSKI. IBGE. . Rio de Janeiro: IBGE. Introdução à Geodésia Geométrica. e GARCIA. OLIVEIRA. J.. Delmar A. Rio de Janeiro:IBGE. C. BLACHUT. SAASTAMOINEN. A. (1987). Dirección General de Geografia del Território Nacional. 1979. New York: Inc. J. MARCHETTI. GEMAEL. Brasília: Câmara dos Deputados. 1977. Apostila. 2005. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR. B. Gilberto J. São Paulo: Nobel. T.ed. 1ª Parte e 2ª Parte. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. Coordenação de Publicações. Curso de cartografia moderna.1988. 3. Springer-Verlag..da política urbana e dá outras providências. Ceurio de. (1999). Noções básicas de cartografia. Cartografia y levantamientos urbanos. H.

3.Rochas metamórficas 4. INTRODUÇÃO . fundações de edifícios e problemas geotécnicos. SOLOS .Agregados e blocos de rochas .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental. barragens.Estrutura e constituição da crosta terrestre. Prospecção geológica para estradas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Os minerais . CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA .Idade da terra . peso e massa . Estruturas geológicas.Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico . Mineralogia.Volume.Rochas sedimentares . INTEMPERISMO .A utilização de rochas na construção civil . Estrutura da Terra. químicos e biológicos . Rochas e sua utilização.Conceituação de Geotecnia. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.Pedra de cantaria. obras subterrâneas. Águas subterrâneas na geotecnia.Processos físicos.Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada .Forma e tamanho . Mapa geológico. revestimento e calçamento 6.Apresentação da disciplina . Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica. sua origem.Durabilidade das rochas 5.As rochas .Rochas ígneas . Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. químicas e mecânicas . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO . Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. formação e evolução. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas. MINERAIS E ROCHAS . Movimentos de massa.Propriedades físicas.

284p. 376 p. 487 p. Mineralogia aplicada: para engenheiros. CAMPOS. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8.Escudo . T.ed.C. São Paulo: Companhia Editora Nacional. Viktor. Rochas do Brasil. 5. e ampl.Planalto . Mineralogia e geologia. São Paulo: Edgard Blücher. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS . José Henrique.. S. C. 3.Solos e Rochas .. M. 1974.M. João Ernesto de Souza. visitas técnicas e seminários.periódico . gemas. 2000. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. MINETE.R. Rochas e minerais: minerais. 223 p. M. ABMS/ABGE . 2. ERNST. 1985. LEINZ. ed.Dobras .Propriedades físicas . Minerais e rochas.L. Helmut. TOLEDO. MACIEL FILHO. S. 1998. W.Falhas 9. 1994. 149 p. G.Classificação pedológica e geotécnica 7. São Paulo. 5. UFV. Guia para determinação de minerais. Walter. BRITO. 291p.Composição dos solos . POTSCH. UFV. técnólogo e estudantes. 162 p. rev. A.Depressão Periférica . Rio de Janeiro: São José. 1972. minérios-Mais de 300 fotos coloridas.A. UFSM. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. ABGE. OLIVEIRA. CPRM. W. Introdução ao estudo de minerais e rochas. E. Decifrando a Terra. DE. Carlos.Diaclases . KIRSCH. Geologia geral. Introdução à geologia de engenharia. 342 p SCHUMANN. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. F. FONTES. rochas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. São Paulo: Polígono. 310p. 1997. Santa Maria.. João José. São Paulo : Companhia Editora Nacional. 1971. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. POPP. Geologia geral. Geologia de Engenharia.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. ed.. TAIOLI. 4. 1967.Conceito . FAIRCHILD. Viktor. 1962. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . ed. TEIXEIRA. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. Oficina de Textos.N. em grupo e/ou individual. ed. M.

ARGAMASSAS .Ensaios de laboratório 4. GLOMERANTES .Gesso .Propriedades dos materiais cerâmicos . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Aglomerantes. AGREGADOS . ADITIVOS E ADIÇÕES .Traços . AGENTES AGRESSIVOS .Cal .Processos de fabricação . Argamassas e Aditivos.Ensaios de laboratório 3.Tipos. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Propriedade das argamassas .Através de águas. Agregados.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS .Cimento . propriedades e utilizações . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. solos e gases.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades.Tipos .Processos de fabricação . Ensaios de laboratório. .Ensaios de laboratório 5.Dosagem . ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.Miúdos e graúdos .Ensaios de laboratório 2.Preparo .

dissertações de mestrado e teses de doutorado. 1995. Ed. São Paulo. propriedades e materiais. Editora PINI. 1988. 1994. P. de campo e de laboratório. SILVA. BAUER. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. 1997. Editora PUC-EMMA. LTC Editora. NEVILLE. Editora PINI. SILVA. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana.Estrutura. K. Manual Prático de Materiais de Construção. VERÇOSA.F.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Editora PINI. Materiais de construção. São Paulo. PINI. Porto Alegre. 1994. São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. Rio de Janeiro. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). P. E. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. 1975. Editora PINI. São Paulo. P. 1995. 1991. Concreto . Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). A . utilizando retro projetor. Ed. São Paulo. MONTEIRO... Normas Técnicas da ABNT. São Paulo. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. A. Materiais de construção. PINI. E. Propriedades do concreto. Materiais de Construção. M. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. quadro e data show. M. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER. L. F. R. A.

6º SEMESTRE .

DIREITO COMERCIAL . respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos.Aposentadoria 4. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos. Serão estas. e transferência de tecnologia . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.O contrato de trabalho . com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. o comerciante e as sociedades comerciais . . administrativo e direito trabalhista.Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.Direitos e garantias fundamentais 2.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 .Títulos de crédito: conceito e classificação 5.Os direitos do trabalhador na constituição federal .Extinção da empresa . DIREITO DO TRABALHO . uma tomada de contato com a legislação em geral.Relações de parentesco e pátrio poder 3.Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria . especialmente.A personalidade jurídica da sociedade comercial . classificação e história . DIREITO CIVlL . ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO . às ligadas à futura profissão.Constituição: conceito. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica. OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes. comercial.Os principais tipos de sociedades comerciais . marcas. direito civil. FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL .Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica .As micro-empresas . tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro. registros. conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos.Os atos de comércio.Patentes.Fatos e atos jurídicos .Extinção do contrato de trabalho .

Rio de Janeiro. DINIZ. 2002. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. São Paulo. Lições preliminares de direito.CLT. REALI. GUSMÃO. Forense. Conceito de Princípios Constitucionais. Paulo Dourados de. Dalmo. 2002. Rio de Janeiro. Direito e Legislação. ESPINDOLA. O que são direitos da pessoa. Sagra. Ruy Samoel. . Saraiva. São Paulo. São Paulo: Saraiva. GOMES. Saraiva. 2000.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). Código Civil Anotado. Valdemar Pereira. 2000. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. São Paulo. São Paulo. MONTORO. Gilberto Vieira. LUIZ.1992. 2000. André Franco.1994. São Paulo. Miguel. São Paulo. Manual de elaboração de contratos e documentos. Forense. Orlando. Revista dos Tribunais. Introdução à ciência do direito. Revista dos tribunais. Introdução ao estudo do direito.1992 Consolidação das Leis do Trabalho .1996. Maria Helena. Introdução ao estudo de direito. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. Brasiliense.

Húmus. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NORMAS TELEBRÁS. Ademar Bitencourt. Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. McGraw-Hill do Brasil. • Tomar contato com as noras técnicas.500/RS SPT no 565 . Iluminação e instalações domiciliares. 1998. MARTIGNONI.2Comercial 2. . SPT no 235 . Instalações elétricas prediais. 1988. ABNT.1985. Alfonso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2000. Manual de instalações elétricas. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA.510 . AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Rio de Janeiro. Paulo Ribeiro. MARTIGNONT. Desenvolvimento de um projeto elétrico.1987.1990.1Residencial 1.6O2/RS SPT no 565 . Hélio. motores elétricos. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. Instalação elétrica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. Porto Alegre. Globo. Instalações Elétricas. Instalações elétricas de baixa tensão.308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. Porto Alegre.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. São Paulo.310 .710 .710 . COTRIM. Projeto elétrico 1. Afonso. Discubra.306lRS SPT no 565 . São Paulo. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. Eletrotécnica. São Paulo.

3. Globo. Vol 2. Interciência. Conceitos de trabalho. S. Globo. Método dos deslocamentos.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. Deformações devido à variação de temperatura. Princípios energéticos. MERINO. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. • Avaliar estruturas hiperestáticas. J. Mecânica dos Sólidos. 2. VI. Método das forças. Método das forças.vol. 2 SÜSSEKIND. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. Principio dos trabalhos virtuais. Construções de Concreto. Análise matricial. . Método da carga unitária. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática.. José Carlos. 4. 7. Processo de Cross. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais.. GERE. 1982. Método dos deslocamentos. José Carlos. 3 TIMOSHENKO. 1979. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. 6. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. Curso de análise estrutural. Curso de análise estrutural.vol. Princípios energéticos. João Luis Escosteguy. 5. 1979. Fritz. Teorema dos trabalhos virtuais. 2001. SÜSSEKIND. vl. • Interpretar comportamento de estruturas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

G. . Análise de Estruturas Reticuladas.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.método IPT 6. Agregados para o concreto 3. Metais em geral 12. Ensaios de laboratório. Dosagem dos concretos . exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre.patologia e terapia das estruturas 9. Concreto fresco 4. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Produtos Betuminosos. Materiais plásticos 16. Introdução ao concreto 2. Controle tecnológico do concreto 10. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. Madeiras. de campo e de laboratório. Tintas 14. quadro. lançamento e cura dos concretos 8. visitas técnicas. comparando com a teoria estudada. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Madeira 13. . utilizando retro projetor. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. Concreto endurecido 5. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Produtos siderúrgicos 11. Dosagem dos concretos . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. adensamento. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. Preparo. Concretos. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. Estrutura do concreto armado .método ABCP ou ACI 7. Produtos betuminosos 15.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. data show ou canhão.

A. E. M. RIPPER. C. Editora PUC-EMMA. LTC Editora. Cambridge University Press. 1997. 1994. São Paulo. C. São Paulo. Roberto de. A. C. New York. 1988. São Paulo. Manual prático de materiais de construção. Concreto/ Estrutura.. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. P. Editora PINI. 1995. SILVA. E. Materiais de construção. 1991. Manual de dosagem do concreto. O'REILLY DIAZ. BAUER. 1991. Editora PINI. 1992. WILBY. Tecnologia de Edificações. 1994.NT da ABNT DAL MOLIN. Concrete Materials And Structures. Ed PINI. SOUZA. Falcão Materiais de Construção. Princípios básicos sobre concreto fluído. São Paulo. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. P. 1989. S. Editora PINI. São Paulo. HELENE. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. 2000. R. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. São Paulo. 1995. A. K. São Paulo. Tese (Doutorado). São Paulo. . F. M. Editora PINI. Editora PINI. PINI. 1996. Editora PINI. V. Porto Alegre. São Paulo. Ed. Concreto de alto desempenho. P. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. VERÇOSA. Editora PINI. SILVA.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. GIAMUSSO. 1975. USP. Manual do concreto. 1995. MEHTA. 1994. Propriedades do concreto. São Paulo. São Paulo. L.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Rio de Janeiro. Editora PINI. Editora PINI. Editora PINI. D. C. E. propriedades e materiais. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Materiais de construção. P. P. TERSIAN. 1998. NEVILLE.

Hidrodinâmica 2.9 Diagrama de Stanton-Moody 2.1 Viscosidade. aulas de exercícios. • Determinação de vazão.3 Orifícios e Bocais 2. Movimento Variado em Canais. Barômetro 1.12 Cálculo de potência de bombas 2.10 Perda de carga em dutos 2.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2.4 Canais 2.11 Perda de carga Localizada 2.6 Número de Reynolds 2.Hidrostática 1. Movimento Uniforme em Canais.1 Escoamento em regime permanente 2.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão.6 Força resultante em uma superfície submersa 1.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1. Reservatórios Projetos e Instalações. Fluidos em Repouso . densidade.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2. pressão 1.8 Equação universal da perda de carga 2. aulas práticas.5 Condutos sob pressão 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.8 Comportas e Barragens 1.2 Equação de bernoulli 2. Escoamento de Fluidos . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos.3 Medidores de Pressão: Manômetro. • Dimensionamento e seleção de bombas.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1. .

01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. HALLIDAY.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01]. Robert W. Introdução a Mecânica dos Fluidos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK.Edgard Blucher Ed. R. McDONALD. Ronald V. . 02. Alan T. Mecânica dos Fluidos. GILES. Makron Books. Física. LTC. Volume 01. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. LTC. D. SHAMES Irving H.

Sistema coletor 2.Greide .Exploração ou projeto . Lançamento dos eixos.Diagonais .Reconhecimento ou anteprojeto .Secções transversais .Reconhecimento terrestre . ESTRADA .Perfil longitudinal .Determinação dos volumes de corte e aterro .Classificação Funcional .Classificação segundo a sua orientação . Greide de uma estrada.Cálculo das áreas das secções transversais .Cálculo do diagrama de Bruckner . • Locar uma estrada em campo.Reconhecimento aerofotográfico . Projetos geométricos. Cubação de volumes.Importância .Transversais .Exploração aerofotogramétrica 3. • Fases do estudo de uma estrada.Sistema arterial . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Reconhecimento terrestre . Computação voltada a estrada.Radiais . OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas. FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias. • Projetar uma estrada. Locação e Fiscalização.Longitudinais . Aulas Práticas.Ligação .Distância média de transporte e momento de transporte . Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada.sua importância e classificação .

4.Deflexão por metro .Grau de curva .Objetivos das normas e classificação técnica .Cálculo de todos os elementos . NORMAS .Finalidade .Estudo da superelevação . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Distribuição da superlargura 8.Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) .Finalidade da curva de transição .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9. DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Ângulo central a espiral .Normas .Ângulo central .Equação da superlargura .Normas 7.Projeto de uma curva circular .Tipos de transição .Locação por coordenadas 6. CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Tipos de concordância vertical .Elementos da curva de transição . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Distribuição da superelevação .Tangentes .Função da superlargura .Comprimento da curva de transição .Equação da superelevação .Locação por flexão acumulada .Equação da espiral .Raio da curva e raio mínimo .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Cálculo completo de uma curva de transição . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Coordenadas XC e YC .Tipos clássicos de transição .Locação de curvas circulares .Locação de uma curva de transição 10.

LIN. de A. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.1966. Raphael do Amaral. Multilibri. FRAENKEL. . Luiz Carlos A.1980. LTC. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia.T. Harry R. São Paulo. Guanabara Dois. Projeto de estradas. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Projeto Geométrico de rodovias.1979. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. SENÇO. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Grêmio Politécnico. trabalhos práticos. PIMENTA. Estradas de rodagem. Engenharia de Estradas. Projeto geométrico. OLIVEIRA.. M. Salvador. Porto Alegre. 2004. Rney Chich.R.. Grêmio Politécnìco.1980.Cálculo de curvas verticais . São Paulo. Rio de Janeiro. Renato G. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO.1995. M. INFRAESTRUTURA 12. São Carlos: Rima. CAMPOS. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Rio de Janeiro. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.1977. Rio de Janeiro.Nota de serviço para estradas 11. FONTES. Engenharia rodoviária. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN.P. C.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas .1975. Pacheco de. Curso de estradas. Centro Editorial e Didático da UFBA. Wlastermiller de. Hemus. dialogas e com unidades teóricas. MICHELIN. 2 ed. Bonjarmin B. Topografia Prática: Tratado da Clotóide.1980. Porto Alegre.

• Suas propriedades de compressibilidade e resistência. Granulometria dos solos.Tipos de solos 3. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO .Plasticidade e consistência dos solos . Permeabilidade e porosidade. Compressibilidade.Estrutura dos solos .Compacidade dos solos .Classificação dos solos 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Suas propriedades de compacidade. Propriedades físicas e químicas dos solos.Formação do solo . • Os sistemas de classificação dos solos. Exploração do subsolo. ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. • Seus índices físicos.Proctor Intermediário . • Suas propriedades de consistência e plasticidade.Índices físicos dos solos . INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS .Proctor Normal . Pressão e Tensões do solo.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. Plasticidade e consistência dos solos. Estruturas dos solos. Adensamento e recalques do solo. • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade.definição . Resistência ao cizalhamento do solo.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.Textura dos solos . Índices físicos dos solos. • Sua textura.solo . Textura dos solos. Compactação do solo.Proctor Modificado . COMPACTAÇÃO DO SOLO .

LAMBE. 2000.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. ORTIGÃO. Limusa Wiley.V. .ed. R. HIDRÁULICA DOS SOLOS .A. VARGAS.. Soil mechanics . Curso básico de mecânica de solos. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. John Wiley and Sons. C. exercícios e seminários. J. 1983. McGraw-Hill do Brasil. COMPRESSIBILIDADE . WHITMAN. J. M. Oficina de Textos.Pressões devidas às cargas externas 8. PECK. T. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. Introdução à mecânica dos solos. 1967. aulas de laboratório.Cálculo de recalques em solos argilosos 7. New York : John Wiley & Sons.5.J. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO . AS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO.Capilaridade dos solos . E.P. LTC. Rio de Janeiro. ed. 1979. RALPH B. 137p. São Paulo : Grêmio Politécnico. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. New York. 1972. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 1983. 729 p. Apresentação individual de trabalhos em seminários. TERZAGHI. H. KARL. São Paulo. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. Mecânica dos solos e suas aplicações. 1979. John Wiley and Sons.K. PINTO.SI version. DE S.W. Mecánica de suelos. PINTO. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. MITCHELL. São Paulo.Compressibilidade por adensamento .R. New York.R.. 1977. Fundamentals of soil behavior.Pressões devidas ao peso próprio do solo . 1983.Permeabilidade dos solos .Introdução ao estudo da percolação nos solos 6.A. Soil mechanics in engineering practice 2. México. RODRIGUES. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO .

Noções de aerotriangulações. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos.A Câmara Fotogramétrica. Fotointerpretação. . Estereofotogrametria. Tipos de estereoscópios. 4. Introdução 2. .Fotogrametria Digital. Noções de Sensoriamento Remoto. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. Métodos Fotogramétricos de Restituição: . 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais . . .Radiação Eletromagnética. . Princípios de restituição e fotogramétrica. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7.Fotogrametria Pioneira. Princípios Básicos de Fotogrametria . Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. Recobrimento aerofotogramétrico. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário.Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.Fotogrametria Analítica. Histórico da Fotogrametria . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 6. . Conceito e objetivo da Fotogrametria 3.Orientação Interior. .Fotogrametria Analógica.Orientação exterior (relativa e absoluta).Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10. Processamento Digital de Imagens 8.A Câmara Fotográfica.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. .

Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática.. São Paulo: Editora Edgard Blücher. 1992. 2a Ed. NOVO. ANDRADE. T34-304 Manual Técnico. Brasil: 1984. J. Brasília. Edis Mafra.Tipos de Grade de um MDT 13. SBEE. Curitiba. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. Geração de Orto-imagens 14. Brasil: 1993. Fotogrametria. Fagundes.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . 1991. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Bittencourt de. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . TAVARES. Evlyn. Aplicações 12. Carlos e LAPOLLI. 11. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Fotogrametria. Paulo E. e FAGUNDES. Exército Brasileiro. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. Brasil: 2000. Ed. Instituto Militar de Engenharia. Porto Alegre. dialogadas e com unidades teóricas. Unicamp. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Álvaro Penteado. 1989. CRÓSTA. . ANDRADE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Fotogrametria Básica. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Rio de Janeiro. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Placidino M. Campinas. Brasil: 1997.Conceito Inicial . Brasil: 1998. trabalhos práticos.Restituição Digital. M. Florianópolis: Editora da UFSC.

7º SEMESTRE .

1. 1.1 Objetivos da Ética. 2. .3 Apreciação Geral sobre a Lei 5.1 Subsistema de Formação Profissional. 4. 3. 3. 1. 1.2 Atribuições Profissionais . 1.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5. 4.3 Subsistema de Relações Sociais. 4. 2.1 Antecedentes da Legislação Profissional. ÉTICA PROFISSIONAL 1.Aprovado no III CNP.Histórico. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2. 4. 4. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4.2 Definição da Ética.5 Uma Proposta. 2.3 Ética Profissional.6 Liberdade e Responsabilidade.9 Comportamento Ético Profissional. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. 1.6 Constituinte do Sistema. 1.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais. 3.8 Coação Externa e Responsabilidade.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos. Exercício profissional.5 Ignorância e Responsabilidade.1 A Constituição Federal e o Diploma. 3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.7 Estatuto do Sistema .4 Responsabilidade Moral. 1. 4. SISTEMA PROFISSIONAL 3. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão. filosofia e política da legislação.194/66.4 Lei Federal 5.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional.4 Uma Leitura Histórica.194/66. Leis correlatas e anexas.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. 4.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. Ética profissional e sanções disciplinares. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe.7 Coação Interna e Responsabilidade. 2. 3.

6.1 Profissional. 6.3 ART x CREA.vídeo).7 Direitos Morais do Autor. 6.8 Direitos Patrimoniais.1985.4 ART x Profissional. Constituição da República Federativa do Brasil. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação. O Exercício Profissional e a Nova Constituição.1 Quando Utilizar? 9. Simone Brião do. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL.2 Área de Arquitetura./1990.1988. Lei nº 8. Ed. Ética e Nicômanos.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. BUSSINGER.4 Área de Engenharia Industrial. 9. FISCALIZAÇÃO. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. Gilberto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. Ed. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. set. Estudos de Caso. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7. Frederico. 5. Natureza Jurídica do Conselho Profissional.1 Erro Ético. Univ. 9. Apresentação de seminário. 6. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9.6 Direitos Autorais.4 Remuneração. Brasília. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. 5.5 Área de geologia e Minas.4. 5.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. Informativo . Código de Defesa do Consumidor. 2002.3 Poder Público. 5.2 Cliente. 5.1 Tabela de Notificações. 9. 9.5 Importância da ART. 5.3 Área de Engenharia. 8. Trabalho escrito em grupo.1 Resolução. ARISTÓTELES. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia. datashow. 7. 5.078. Arquitetura e Agronomia. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. 5.

/1994.3. Destaques da Legislação Básica. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. FLORES. CONFEA. Propriedade Industrial. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. Comissão Executiva CREA/RS. Jornal do CREA/RS. BUSSINGER.CONFEA.1989. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. 1990. Frederico. Atribuições: Conceitos de. nº3. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. José Ubirajara. Arquitetura e Agronomia. CONFEA. Rio de Janeiro. 1987.ed. 1988./ Nov. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. CREA/RS. Out. Brasília. . Leis: Decretos e Resoluções. 1989. 1999.

Segurança nas diversas etapas construtivas. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. 12. máquinas. Riscos ambientais 3. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. Noções de Primeiros Socorros. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. Plano geral de segurança 9. Ferramentas manuais. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. Fundamentos de Segurança. quadro e Data Show. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Segurança no Projeto e Construções. EPI 7. projetos. Levantamentos ambientais 6. utilizando retro projetor. Normas regulamentadoras para a construção civil. Segurança em projetos.1 Desenvolvimento de Projeto 14. . Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. Higiene do trabalho 5. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. 11. Agentes ambientais 4. 8. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. 13. equipamentos e meio ambiente. Estatística e Custos dos Acidentes. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Estudo da NR-18. 10. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. Histórico e estatística dos acidentes 2. Higiene do Trabalho. Normalização e Legislação específica.

FUNDACENTRO. 1997. FUNDACENTRO. Equipamentos de Proteção Individual. São Paulo. Ed. 1998. Atlas. Brasília. Edison as Silva. MINISTÉRIO DO TRABALHO. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. São Paulo. Ed. Normas Regulamentadoras. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. G. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. José Carlos de Arruda. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . Manual da aplicação da NR-18. A. MTb. PINI. Atlas. Brasília. CLT FUNDACENTRO. ROUSSELET. 1994. 2000.Seconsi. 1980. apresentando técnicas de proteção recomendadas. Ed. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos. 2003 Normas Técnicas da ABNT. YAMADA. São Paulo. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. Rio de Janeiro. São Paulo. ZOCCHIO. Segurança e medicina do trabalho. Ed. T.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. Normas de prevenção de incêndio. São Paulo.. 1996 ABNT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. SAMPAIO.

1 Pilares 3. Caso geral (Casa) 5. Dimensionamento à torção.1 Revisão da Flexão Simples 2.3.4 Cisalhamento em CA 2.7 Armaduras mínimas 3. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo. Conhecer os estados limites das estruturas em CA. flexão simples. Tirantes 6.5 Zona comprimida 2. Introdução ao CA 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Princípios básicos da verificação e da segurança. torção.2 Detalhamento construtivo 4. Conhecer os materiais em usados em CA. . Compressão simples 3. Detalhar a armadura das estruturas. compressão simples. Comportamento das estruturas de concreto armado. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região. Normas para Concreto Armado.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2. Flexão e Cisalhamento 2. flexão composta. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações.2 Vigas em CA .6 Vigas c/ altura definida 2.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado. É apresentada um pequeno prédio modelo.Dimensionamento 2.

Pini SP 1995. Concreto Armado.Projeto e execução de obras de concreto Armado. . M.M & Cunha. . SANTOS. MONTOYA P. A. Nov 2003 NBR 6120 . Barcelona. Cálculo do Concreto Armado.V. MESEGNES A. Hormigón Armado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO.• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. Ed. C. Guanabara Dois. Nobel Editora. MARAN. dos. Rio de Janeiro 1998. NBR 7480 .solicitações normais. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. P. Estruturas de Concreto Armando . Avaliação do desempenho. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. McGraw-Hill Do Brasil. B. J. 1987. P. CABRE F. consistindo de participação em sala de aula. GARCIA. Lajes em concreto armado e protendido. FUSCO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. Souza. J. NBR 6118 . GUERRIN. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. cumprimento de trabalhos e freqüência. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. LAURO M. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar.. As 3 avaliações formam a média do semestre.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado.

relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). 7. de campo e em laboratório. Infra estrutura. Infra-estrutura de obras de construção civil. Argamassas. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. 5. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Supra estrutura. data show ou canhão. . 6. utilizando retro projetor. Supra-estrutura de obras de construção civil. 12. 8. Execução de contrapisos. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). 11. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. Impermeabilizações. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. levantamentos e instalações provisórias 2. Alvenaria. Instalações elétricas. Revestimentos. Trabalhos preliminares. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). Revestimentos.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. Instalações. Marcação de obras. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). quadro. Terraplanagem. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. 9. Estudo das fundações. 10. Alvenarias. 3. 13. Fôrmas. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Movimento de terra. visitas técnicas.

São Paulo. Editora PINI. Editora PINI. São Paulo. SOUZA. M. R. 1998. Zeno. CETOP. Revistas e publicações técnicas. dissertações de mestrado e teses de doutorado. H. RIPPER.. 2002 CHUDLEY. R. Como evitar erros na construção. 1994. YAZIGI. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. Tecnologia de edificações. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo. Editora PINI.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. 1988. 1999. 1996. Bookman. M. Portugal. MEHTA. Divisão de edificações do IPT. PINI. FRANCIS D. MONTEIRO. A técnica de edificar. conforme NBR 9575. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. 1994 PIRONDI. K. DIVERSOS. 1988. Edição. de. Técnicas modernas de construção. Concreto . A construção civil fundamental: modernas tecnologias. K.estrutura. Ed. Madrid. Espanha. São Paulo. Atlas. . 2000. F. P. São Paulo. São Paulo. H. Editora Gustavo Gili. São Paulo. Técnicas de Construção Ilustradas. São Paulo. E. Caderno de encargos. 3. W. Editora PINI. Editora PINI. 1988. Manual de construcción de edificios. HIRSCHFELD. Editora PINI. P. CHING. Artigos técnicos. propriedades e materiais. 1999. C.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Introdução 3. Instalações elevatórias prediais. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre. Instalações prediais de combate a incêndio.1 Introdução 2.2 Colunas e barriletes 1.4.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1.3 Capacidade dos reservatórios 1.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria.5 Instalações de recalques de água 1. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias. Instalações de construção de fossas sépticas. Instalações prediais de gás. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3.4.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. e contando-se para isto. Instalações prediais de esgoto sanitário.1 Introdução 1.2 Estimativa de consumo 2. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações. . Instalações prediais de águas pluviais. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3.3 Sucção e recalque 1.4.4 Aquecimento central 2.4 Dimensionamento 1. Instalações prediais de água quente.1 Sub-ramais e ramais 1.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.

611. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO.Apresentação do projeto hidro-sanitário. Eugênio e BLUNDI. ABNT. Luiz et al. 1991. 1959. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. CAMPOS.1221. 1991. 1984. José Roberto. EDUSP. Instalações prediais de esgotos sanitários. LTC. Carlos E. Rio de Janeiro. EUSP. Instalações prediais de água fria. ABNT. Instalações prediais de água fluviais. Rio de Janeiro. Hélio. EDIUSP. LTC. São Paulo. NB . 1982. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. Instalações prediais de esgotos sanitários.5626. 1981. São Paulo. São Paulo. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio.19. DACCH. FORESTI. NB . Sistemas urbanos de água. ABNT. Nelson Gandur. 1991. 1979. . ABNT. Instalações hidráulicas e sanitárias. NBR . 1982. NBR . Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais.

Diagrama de Bruckner 20. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. 21. Projeto geotécnico. Revisão do Projeto Horizontal 2. Materiais para pavimentos. Calculo dos volumes. Usinas de asfalto. Construção de pavimentos. AVALIAÇÃO: Provas. solo e brita 15. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. Visitas a Obras. Sequência Real do Projeto 5. Locação de Projetos (aula prática) 11. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Compensação de volumes 10. Trabalhos de Pesquisa.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. Utilização de meios de Multimídia. • Escolher os equipamentos adequados. Projeto Geométrico e de terraplenagem. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Estudo das curvas de nível 8. Sinalização. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Interseções (cálculo e locação) 17. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Revisão do Projeto Vertical 3. • Calcular volumes de corte e aterro. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Compensação de Volumes 4. Ensaios em Laboratório. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9.Agregados 14. Locação de Off-Sets 13. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Critérios de projetos de pavimentos. Drenagem de pavimentos. . Locação de curvas com PI Inacessível 18. Pedreiras e britadores 16. Dimensionamento de pavimentos. Softwares. Diagrama de Massas 19.

Ipiranga AS. Porto Alegre. 1976. São Paulo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. UPAE. 1980. SENÇO. Grêmio Politécnico. Rio de Janeiro. 1999. Pavimentação. Rio de Janeiro. Fglobo. CAMPOS. DNER. Manual de projetos de intersecções. Grêmio Politécnico. Porto legre. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. São Paulo: Pini. Projeto de estradas. Misturado a Frio. 1979 FRAENKEL. 1993. Sistemas drenantes. PUBLICAÇÕES DNER. Paulo Roberto. Manual de técnicas de pavimentação. 1976. 1975. FERREIRA. Benjamin B. Cyro Nogueira. Wlastermuller de. São Paulo. Estradas de rodagem. Raphael do Amaral. Engenharia rodoviária. Antonio Lucio. Multilibri. 1988. MICHELIN. Pelo Serviço de documentação. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Rhodia AS. . Renato G. Wlastermuller de. 1982 SENÇO.

Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS .Efeito da água 3. ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra. EMPUXOS DE TERRA . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra. Equilíbrio de maciços de terra.Obras de contenção . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7. Barragens de terra. INTRODUÇÃO .Retaludamento . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. Aterros rodoviários.Muros de arrimo . ESTABILIDADE DE TALUDES . BARRAGENS .Reconstrução de aterros .Considerações .Generalidades sobre obras de terra 2.Controle e comportamento das barragens . ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO . Terraplanagem.Seleção de materiais .Métodos gráficos 6.Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo .Geossintéticos 4.Filtros 5.Teoria de Rankine . Elementos de projetos de obras de terra.Teoria de Coulomb .Tipos . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Métodos analíticos .

2. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Mecânica dos solos e suas aplicações. NUNES. ed. Gregory Porphyriewitch. Estabilidade de taludes. 648 p. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. C. 1978. São Paulo. CRUZ. Rio de Janeiro: 1958. Apresentação individual de trabalhos em seminários. Karl. 509p. . Rio de Janeiro: LTC. materiais de construção. edição revisada e ampliada. 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. Paulo Teixeira da. Mecânica dos solos na prática da engenharia. 1978. Introdução à mecânica dos solos. 2000. 1967. Fundações. 1991. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. 526p. TERZAGHI. New York: John Wiley & Sons. Curso básico de mecânica de solos. Karl. 100 barragens brasileiras: casos históricos.8. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. Rio de Janeiro: 1961. 659 p. A. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. São Paulo : McGraw-Hill. São Paulo: Grêmio Politécnico. J. São Paulo: Oficina de Textos.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. PINTO. Soil mechanics in engineering practice.Considerações gerais . Milton. TERRAPLENAGEM . 2. 1962. VARGAS. 4 v. Homero Pinto. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. 1980. Paulo Teixeira da. visitas técnicas e seminários. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. São Paulo : McGraw-Hill. de Textos. 1996. TSCHEBOTARIOFF. CRUZ. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. DE S. Homero Pinto. projeto. exercícios. da Costa. TERZAGHI. Ofic.

1985. C. Zahar. Necessidades e bem econômico central. Paul. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. São Paulo. Introdução à economia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Aprender economia. Brasiliense. Discussão de temas atuais da economia. objeto e divisão da economia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. . Crusius. Teoria econômica. Seminários sobre assuntos da área econômica. D. um tratado de economia. Rio de Janeiro. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. 1990. Circulação 4. Introdução à análise econômica. VON MISES. Ludwing. Produção e produtividade. Agir. Paul. Ação humana. Produção 3. como também os pressupostos teóricos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. 1970. STONIER. Circulação. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. 1983. McGraw-Hill. São Paulo. Dinamismo e inovação 6. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Rio de Janeiro. Introdução á ciência econômica 2. Instituto Liberal. A. WONNACOTT. Estrutura dos sistemas econômicos. W e HAGUE. Rio de Janeiro.

8º SEMESTRE .

Tabelas . série uniforme .Valor atual .Exercícios 2.Fórmulas de Juros . Equivalência.Problemas .Exercícios .Fator de acumulação de capital . série uniforme .Fator de acumulação de capital.Taxa de retorno .Equivalência .Fator de acumulação de capital .Critérios de decisões . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Juros . Fórmulas de juros. OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Método do valor atual . série uniforme .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Juro simples .Engenharia econômica .Exercícios .Taxas múltiplas . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Energia de deformação e potencial .Série em gradiente . INTRODUÇÃO .Diagrama de fluxo de caixa . Comparação entre alternativas de investimentos.Comentários .Taxas mínimas de atratividade .Fator de formação de capital.Problemas . Extensões.Equivalência .Fator de valor atual.Composto .Alternativas com vidas diferentes . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Pagamento simples .Custo atual .Pagamento simples .

DIFEL. FGV. Engenharia econômica. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. MEYER. pequenos trabalhos. . Nova York. 1985. Atlas. CLAUDE et al. McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. Administração da produção. GERALDO et al. São Paulo. Engenharia econômica. 1990. RAYMOND. McGraw-Hill Book Co. AVALIAÇÃO: Provas. 1984. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. 1982. Engineering economy. 1958 NASCIMENTO. MACLINE. estudos de casos.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. Manual de administração da produção.

1994. W. 295p. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Rio de Janeiro:LTC. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. • Avaliar soluções estruturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL. Estruturas de aço: dimensionamento prático. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. W. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira.ed. . ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. PFEIL. Peças comprimidas 7. Rio de Janeiro. 7. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. Peças tracionadas 4.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. Propriedades geométricas de seções transversais 3. LTC. Ligações soldadas 6. Ligações parafusadas 5. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. Dimensionamento de vigas 8. Estruturas de aço 2. 5. 2000. Estruturas de madeira 9.ed. Estruturas de Madeira. 335p.

A.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. São Paulo: Edgard Blücher. Elementos para projetos em perfis leves de aço. . 209 p. 1998.

Pilares. Escalas. dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais. Fundações em Concreto Armado 2. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes.1 Fundações diretas 2. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado. Funcionamento .Concreto/aço 5.1 Consolos 3. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7. torsões.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. Projeto Piloto 7.5 Vigas Paredes 4. Vigas Hiperstáticas.1 Dimensionamento de lajes 1.Projeto Piloto 7. Flexão Composta e Oblíqua 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. .2 Dimensionamento de Escadas 2. Reservatórios. Detalhamento. Muros de Arrimo.2 Blocos de coroamento de estacas 3.4 Reservatórios 3.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. Flexão composta. Lajes 1. Estruturas Especiais 3.2 Muros de Arrimo 3. Tração. Compressão.1 Detalhamento . ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado.3 Lajes Cogumelos 3.

São Paulo: LTC. M. A3 .. 12. ed. Concreto Armado. 6v.AVALIAÇÃO: A1 . 7. J. São Paulo: Nobel.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. PFEIL. 5. Exame com questões teóricas e práticas. 1982. Rio de Janeiro: Interciência. Barcelona : Gustavo Gili. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Curso prático de concreto armado. DA ROCHA.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. A2 .Prova escrita intermediária. 1987. 1986. 1989. ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. Construções de concreto. Avaliação do semestre é a média aritmética. . A. Hormigón armado. ed. V. F.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

A Ciência hidrológica .Análise de freqüência de séries mensais anuais .Fase terrestre e atmosférica .Análise dos dados de precipitação .Introdução . INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA .Conceitos .Área de drenagem da bacia . Bacia hidrográfica.Precipitação média numa área . BACIA HIDROLÓGICA . como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) .Medição da precipitação 5. ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia. Infiltração e evaporação.Hidrologia aplicada 2. Previsão e controle de cheias.Histórico . Águas subterrâneas.Classificação das precipitações 4. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia.Classificação dos cursos de água .Divisor de águas .Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3.Descrição geral do ciclo hidrológico . CICLO HIDROLÓGICO . Regularização de vazões.Generalidades . PRECIPITAÇÃO . • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas. Precipitações.Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico.Precipitações máximas . PLUVIOMETRIA .Características físicas da bacia . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Escoamento superficial.

ESCOAMENTO SUPERFICIAL .Método de transferência de massas .Hidrograma unitário instantâneo .Introdução .Evapotranspiração .Introdução .Problema simplificado de dimensionamento .Evaporação . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Equações empíricas .Bacias representativas e experimental 6.Redistribuição interna .Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Evaporimetros . PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Medidas para controle de inundação .Método combinado .Balanço hídrico .Determinação da precipitação efetiva .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8. REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Comportamento do hidrograma .Hidrograma unitário sintético 7.Medidas diretas .Equação para cálculo de infiltração pontual .Modelo linear .Hidrograma unitário .Equacionamento geral da infiltração .Métodos baseados na radiação .Umidade do solo: conceitos e métodos .Armazenamento de água no solo . INFILTRAÇÃO .Avaliação de enchentes ..Enchentes .Sistema de drenagem da bacia .Separação do escoamento superficial .Curva hipsométrica .Forma da bacia .Modelos de escoamento superficial .Declividade da bacia .Balanço hídrico 9.Avaliação das cheias 10.Infiltração .Métodos baseados na temperatura .Balanço de energia .

Porto Alegre: ABRH. 798 p. CHAVES. 2001. CARLOS E. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. JOSEPH B. Blucher.Caracterização do ambiente aquático . 2001. ALVAREZ. São Paulo: E.Problema real de dimensionamento . 372 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. 1975 245p.Introdução . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. IRANI DOS. 2000. 1978. 625 p..Legislação de Recursos Hídricos . Eloiza Maria Cauduro de Paiva.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. FRANZINI. VILLELA. SANTOS. SWAMI M. M. São Paulo. rev. FRANCIS. LUCAS NOGUEIRA. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. 169 p. Hidrologia. FERNANDO ANTONIO. et al.. São Paulo: Edgard Blücher. TUCCI. TUCCI. 208 p.. Rio de Janeiro : Interciência. HENRIQUE. M. Hidrometria aplicada. 1976. . 291 p. GUILLERMO ACOSTA. 278 p. PAIVA. 289 p. Hidrologia básica. 1998. e atual.Garantia de atendimento a demanda 11. Nobel. xv. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. MATTOS. 1980. 669 p. F. Porto Alegre : UFRGS.. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. Apresentação individual dos trabalhos em seminários.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . 1999. Porto Alegre: UFRGS. DE SOUSA. 1987. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . Modelos hidrológicos. PINTO. LUIZ AMERICO. ARTUR Hidrologia Aplicada. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. Gerenciamento de recursos hídricos. RODRIGUES. ed. CARLOS E. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. 2. Engenharia de recursos hídricos. PASTORINO. São Paulo: McGraw Hill. 1998. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). trabalhos de campo e seminários. NELSON L.

1 Método do Índice de grupo.2.3 Reforço 1.1.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos. • Execução das diversas camadas de um pavimento.2. 1.3. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1. • Tipos de pavimentos Urbanos. • Sinalização de pistas.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.Base 1.1.1 Sub-leito 1.2 Regularização 1. 1.5 Base de solo cimento.4 Sub-Base 1.5 Base 1.1. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.Asfalto 1.1.4 Base de brita graduada 1.1 Reforço do sub -leito 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.2 Sub . solo .1 Classificação dos revestimentos .1. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.2 Método do CBR.4 Método da Prefeitura de São Paulo.3.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.5 Método da AASHTO 1. Pavimentação urbana.3 Método DNER 1.2.1.3.2.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1. Execução de comandos de pavimentos.3.2.4 Processos de Construção de Revestimentos 1.6 Revestimento 1.3. pavimentação Urbana. 1.4. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

Rio de Janeiro. Visitas a Obras. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas.7 Concreto betuminoso 1.4. São Paulo.misturado a frio. São Paulo.4.4. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.8 Pré-misturado à frio 1. CAMPOS.São Paulo 2000.4.2 Ponto de amolecimento 2.11 Calçamento de paralelepípedos 1. Antonio Lúcio UPAE . 1993.2 Tratamento superficial simples 1.4. Trabalhos de Pesquisa. IIPIRANGA Produtos de Petróleo.4 Ponto de fulgor 2.4. Renato G. 1982. . 1979. FERREIRA.10 Binder 1. PUBLICAÇÕES DNER.1. Multilibri. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO.3 Ductilidade 2.5 Determinação do teor de betume 2. Manuais técnicos de Betume. 1976. Projeto de estradas.4. Utilização de meios de Multimídia. Engenharia rodoviária. Rio de Janeiro. Manual de projetos e intersecções. Ipiranga SA. Benjamin B.4.9 Pré misturado à quente 1. 1980.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2.4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. Drenagem superficial e subterrânea de estradas.4. Ed. 1975. Porto Alegre. DNER.6 Capa selante betuminosa 1.3 Tratamento superficial duplo 1.1 Ensaio de penetração 2. Grêmio Politécnico. apresentação de trabalhos e relatórios. FRAENKEL. Cyro Nogueira. 1991. Pelo Serviço de Documentos. 8ª edição 1998. Wlastermuller de Estradas de rodagem. 1985. Globo. Softwares. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. SENÇO. Raphael do Amaral. Pini . Pavimentação.6 Ensaio de Marshall 3. Porto Alegre.4 Tratamento superficial triplo 1. MICHELIN.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. Ensaios em Laboratório. Grêmio Politécnico.4. 1976. AVALIAÇÃO: Realização de provas. 1971.

Manual técnico de Pavimentação. Sistemas drenantes. estudo Técnico. estudo técnico. Associação brasileira de Cimento Portland. São Paulo 1998. Paulo Roberto. 1988. . 1998. Rhodia SA. São Paulo.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. Associação Brasileira de Cimento Portland. 6ª edição 1994. AGUIAR. Construção de pavimentos em concreto simples. Dimensionamento de pavimentos rígidos. ABCP. ABCP.

Dimensionamento geométrico das fundações diretas .Ensaio de Palheta (Vane) .Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Recalques de fundações diretas .Ensaio Dilatométrico 4. Estáticas do estaqueamento. Projetos.Sondagens a trado e poços de observação .critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis. INTRODUÇÃO . muros de arrimo.Tipos de fundações diretas .Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem. Recalques. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .Métodos para a estimativa das tensões admissíveis . Normas. profundas e capacidade de carga. • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas. SONDAGENS GEOTÉCNICAS .Ensaio Pressiométrico (PMT) . ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional.Generalidades sobre fundações . • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas. bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas.História da Engenharia de Fundações 2. Escolha do tipo de fundações.Sondagens a percussão (SPT) . Fundações: diretas. FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS .Ensaios de cone (CPT) .Recalques admissíveis .

N. 20 189 p.E. SCHNAID. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações. HACHICH. B..Dimensionamento estrutural de fundações superficiais . John Wiley & Sons. 201p. 169 p. Foundation Engineering Handbook.. [et al] Fundações : teoria e prática.Capacidade de carga de estacas isoladas . Van Nostrand Reinhold Company. Editora Interciência.Provas de carga em estacas . TOMLINSON. 785p VELLOSO..Comportamento de estacas escavadas e cravadas . 1981. Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO. vol. MENZIES. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice.J. 751 p. WINTERKORN. SIMONS. São Paulo : Oficina de Textos.A.. 1948. LOPES. São Paulo : Edgard Blücher. Fundações. Edition. N. ALONSO. 1983.1. Apresentação individual de trabalhos em seminários. J. Foundation Design and Construction. 1996.E. D.Atrito negativo em estacas 7. 1a. WALDEMAR . FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. FUNDAÇÕES PROFUNDAS . COPPE-UFRJ. New York. 1996. 1998.. visitas técnicas e seminários.B.Recalques de estacas isoladas .. São Paulo : Pini.. Foundation Analysis and Design. McGraw Hill.Y.Tipos de fundações profundas . H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES.. F. Ed.R. TERZAGHI. 290p.Y.K. R. exercícios. edição. FANG. H.Provas de carga em placa 6. M. Pitman Publishing. PECK. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. . URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas.F. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. São Paulo Edgard Blücher. Introdução à Engenharia de Fundações. 1. K.

Corrosão por cloretos. Vida útil das edificações 6. Causas prováveis de falhas 4. Lesões por esmagamento e compressão. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação.Origem dos problemas patológicos 3. determinando suas prováveis origens. Defeitos de projeto e execução 5. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. Empolamento dos solos. sulfatos e carbonatação 9. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. redimensionamento da viga . Fissurações: Tipos. Efeitos do fogo 10. medidas preventivas e corretivas 12. em obras e em simulações realizadas em laboratório. pilares e lajes de concreto armado. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. Lesões por acomodação. fibra de carbono. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Agressividade e corrosão das armaduras 11. grout.Chapa colada. Introdução 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. • Propor formas de tratamento das patologias. Lesão por rotação. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos. Patologia dos materiais 7.

Prova de carga 19. A . Editora PINI. P. UFRGS. de campo e em laboratório. o primeiro seminário e o estudo de caso. Editora PINI. São Paulo. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. 1998. HELENE. quadro. 1993. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. DAL MOLIN. 1986. V. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. São Paulo. da Acidentes estruturais na construção civil. Residential construction problem solver. UFC. da alvenaria. SILVA. New York. revestimentos e impermeabilização 15. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. Editora PINI. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Vol I e II. 1992. Porto Alegre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. data show ou canhão. McGraw Hill. Patologia das fundações. reforço e proteção de estruturas de concreto. Editora PINI. Manual para reparo. F. São Paulo. HELENE. UFRGS. A. P. Porto Alegre. SOUZA. utilizando retro projetor. São Paulo. 1997. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. CUNHA. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. São Paulo. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. visitas técnicas. P. 1988. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). FORTES.13. USP. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. D. E. Patologia. 1998. Editora PINI. 1995. B. R. 1999. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. . Patologia das pinturas e acabamento 17. São Paulo. 1995. J. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. Tese (Livre Docência). Patologia da umidade 16. recuperação e reforço de estruturas de concreto. (Dissertação de Mestrado). L. P.

Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. Santa Maria. Porto Alegre. Multipress Editora. A. . 1996. UFRGS. Patologias da impermeabilização. do N. J.PINTO. 1989.

9º SEMESTRE .

tempo 4. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.3 Sistema Comercial .RH 3. produção e engenharia de apoio.1.1.3 Cronograma Físico .Fayol 2. OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho. A Evolução da Administração como Ciência 2. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.4 Sistema Recursos Humanos . ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.custo 4. .Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas.1.Taylor 2.Processo .1.1.Projeto .financeiro 4.1 Sistema Industrial . sua evolução e aplicações.1. compras. projetos.1.1.Mayo 2.4 Teoria Humana .1 Pert .1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3.PLP 3.2 Teoria Científica .2 Pert .Venda . Aulas Práticas e Visitas Técnicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4. Uso de Recursos Audiovisuais.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2.3 Teoria Clássica . TEORIA DE SISTEMAS 3.Marketing 3. b) Estudar as funções e operações administrativas. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.5 Sistema Financeiro 3. marketing e vendas. Princípios e teorias administrativas.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2. Conceitos básicos em Administração.1.Produção 3. financeira.2 Sistema Planejamento e Controle .

MONKS. 1999. Teoria Geral da Administração. Idalberto. Nigel et. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. 1983. Administração da Produção. São Paulo: Makron Books. 2vls. . Apresentação em Aula. SLACK. Joseph. São Paulo: Makron Books. 1993. Atlas. Ed.Administração da Produção. Relatórios.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. Introdução á Teoria geral da Administração. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. 4ª ed. MC Grand Hill. 1993. Ed. al. Idalberto. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula.

utilizar um software sobre o assunto. Posteriormente.financeiro. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações. cartas convite e processos de julgamento. Discutir tendências da construção civil. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. Executar cronogramas físico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. cronogramas. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico. Avaliação imobiliária. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. composição de materiais e custos. planejamento de obras. orçamentos. gerenciamento e controle de perdas. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. financeiro e físico . financeiro e físico-financeiro . noções de perdas. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. editais e concorrências. Orçamento. Receber orientações sobre concorrência.721/99. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. planejamento. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. utilizando métodos científicos de avaliação. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos.

R. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. apresentação individual do memorial descritivo. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). São Paulo. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. P. J. PINI. C. R. 2000. quadro e data show. Artigos técnicos. 1999. 1999. Ed. DANTAS. V.Tabelas de composição de preços para orçamentos. . AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). São Paulo. São Paulo. Construção civil e produtividade. R. FIKER. Ed. A. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. 1994. 2001. Ed. PINI. Como gerenciar construções. PINI. Ed. DIAS. São Paulo. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. 2001. Revistas e publicações técnicas. Planejar para construir. P. ABNT . Curitiba. Ed. TCPO .Introdução à metodologia científica. . utilizando retro projetor. Ed. . 2000. São Paulo. dissertações de mestrado e teses de doutorado. São Paulo. ed. 2000. 2002. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. de campo. A. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. V. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). P.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. Ed. DIAS. PINI. A. São Paulo.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. Copiare. PINI. R. Ed. Copiare.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. 1997. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). Engenharia de Avaliações . Avaliação de imóveis urbanos. Gerência de programas e projetos. VIEIRA NETTO. PINI. PINI. Anais de Seminários e congressos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. Curitiba. VIEIRA NETTO. Rio de Janeiro.

Tipologia de espaços arquitetônicos. Necessidades. apresentação de vídeos. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). A evolução urbana. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. projetos arquitetônicos. O Urbanismo. complementares. construções e equipamentos. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. O planejamento do espaço. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo.Organograma de Funções . projetos complementares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . Condicionamentos dos espaços arquitetônicos.Habilitação 2.Projetos: Arquitetônicos.Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . A evolução social. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. A cidade como complexo sóciotécnico. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual.Atividades Humanas . ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. .Fluxograma de Circulações . Legislação prática: projetos arquitetônicos. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS .Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. sócio-econômico e cultural.Pré Dimensionamento .Teoria de Programa de Necessidade . programas. Visitas a centros históricos.

Enio Cruz da Arquitetura ecológica. A. 1990. G. 1979. Ernst. São Paulo. A. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. Blucher. A. Blucher. MONTENEGRO. NEUFERT. Introdução ao projeto. MONTENEGRO. 1965. Blucher. G. Desenho arquitetônico. 1982. Ventilação e cobertas. 1968. 1988. Blucher. REVISTAS de Arquitetura. Mestre Jov. São Paulo. Morris. MOLITERNO. PLANO diretor de Porto Alegre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. 1988. COSTA. A. MONTENEGRO. Pioneira. São Paulo. G. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. Gustavo Gili. São Paulo. Blucher. . 1990. PLANO diretor de Santo Ângelo. Blucher. 1982. São Paulo. São Paulo. FERRAR. Arte de projetar com arquitetura. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. A perspectiva dos profissionais. São Paulo.

meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Seção transversal. Detalhes de Acabamento 10. Tipos e métodos construtivos de pontes. Linhas de influência. Pontes em pré-moldados. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. Processos de Construção 8. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Escolha da Seção Transversal 9. Tipos Estruturais 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Normas Aplicáveis 4. Estruturas metálicas de pontes.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Solicitações sobre estruturas de pontes. Considerações de carga móvel. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Tipo de Fundações. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Carregamento em Pontes 5. História das Pontes 2. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. Apoios. Conceitos Notações 3. Infra-estruturas. Apoio de Pontes 11.

Interciência. 1976. 1977. S. S. K & CHANDRASE KLAR. J.Aplicáveis ao concreto armado. E. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado.Ed. S. Interciência. Guanabara Dois GIOSH. M. CABRE. MONTOYA. Construção de Concreto Armado. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. 1987. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. K & CHANDRASE KLAR. NORMAS ABNT . 1977. 1977 GIOSH.LEONHARDT. Analysis of determination structural concrete flexural members. C. K & CHANDRASE KLAR. S. Vl 6 Interciência. A. G. PROMON. C. ed. São Paulo: Hemus. Barcelona : Gustavo Gili. S. A. 1977. 1977. MONNIG. São Paulo: LMS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. F. F. K & CHANDRASE KLAR. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO.. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. Barcelona. S. MESEGNES. Construções de Concreto. 2002. P. Interciência. S. LEONHARDT. Interciência. C. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. P. B. 1981. 12. ACI Publicacion. McGrawhill do Brasil. . S.Teórico e práticas.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . Estruturas de Concreto . GIOSH. F. SANTOS. Hormigon Armado.Solicitações normais . GIOSH. Tratado de concreto armado. C.

Organograma das funções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. pilares. . Lajes.Elaboração de programa de necessidade. elétrico e arquitetônico. • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. fundações. .Lay-out interno.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares.Elaboração de pré-dimensionamento.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. Reservatórios. Hidros-sanitário.Fluxograma das circulações.Execução e desenvolvimento de ante-projeto. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. . ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. . realizando pesquisa de dados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. Muros de arrimo. Modelos estruturais. vigas. escadas. .

Poluição e autodepuração da água .Quantidade de água necessária 2.Mistura e decantação .Sistemas de esgotos . sistema de esgotos sanitários. ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental. Sistema de abastecimento e tratamento de água. higiene e conforto dos ambientes. dosagem e aplicação . construção e operação de tanques sépticos.Aeração e arejamento .Quantidade de esgoto pluvial . processos de tratamento. controle de efluentes. Esgoto: Características.Rios .Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água . ESGOTOS . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto. ÁGUA . tratamento e condução de águas.Recurso natural .Alcalinidade. Reservatório e redes de distribuição. Estruturas de drenagem. SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA .Quantidade de esgoto sanitário . Captação de água e adução.Flouretação 3.Produtos químicos. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Características do esgoto .Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico.Projetos de redes de água . dureza e corrosão .Filtros e desinfeção .Condutos 4. Sistema urbano de abastecimento de água.Sistemas de bombeamento . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Drenagem superficial urbana.Reservatórios . condições de potabilidade.Coagulação e floculação .Conceito básico .Caracterização da água de abastecimento . CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO .

CETESB. DRENAGEM URBANA . DACACH. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. de L. M. 1980. 237 p CHERNICHARO. São Paulo : Edgard Blücher. São Paulo : Edgard Blücher.G. SPERLING.H.V.Instalação da tubulação nas valas 5. CRESPO. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos.G. 1997. Belo Horizonte : UFMG.Projetos de esgoto pluvial . Rio de Janeiro. TANQUES SÉPTICOS . et all. 301p.Definição . Ed. Sistemas urbanos de água. IMHOFf . P.V. 2001.V. Lagoas de estabilização. BALBLITT. SPERLING. Rio de Janeiro. (Manual de projeto). (1975).G.Pluvial . 1993. 2001. 290p. DACACH. M. Belo Horizonte. 1984. 245 p CRESPO. DACACH. N. . • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. Saneamento Básico. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais. H. C.Drenagem urbana.NBR 7229. Reatores anaeróbios. 131 p. P. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. M. Belo Horizonte: DESA.. N. exercícios.G. 1986. Manual de tratamento de águas residuárias. Guanabara Dois.A. Elevatórias nos sistemas de esgotos. Tratamento primário de esgoto. visitas técnicas e seminários.Valas para coletores de esgoto .Métodos .Condições gerais . Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. UFMG.C. 240p. Princípios básicos do tratamento de esgotos. Edgar Blucher.Projetos de redes de esgotos sanitários . Belo Horizonte: UFMG. SPERLING. 1997.Projeto de sistema de distribuição de água. CETESB. 134 p. 1996. BOTELHO. 1996. 415 p. M. Ed. M. Belo Horizonte : UFMG. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos.Dimensionamento dos condutos . 1973.V. Sistema de esgotos. Belo Horizonte : UFMG. SPERLING. Lodos ativados.Elevatórios de esgotos .V.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. São Paulo. Abastecimento de água. 1984.G. C. K. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. 211 p. 483 p. Belo Horizonte : UFMG. N. 2001.Inspeção 6.

J. Manual de saneamento de cidades e edificações. 1991. .. LEME. F. A. Tratamento de esgoto doméstico.C. NETTO.JORDÃO. 1979. Rio de Janeiro.P. BOTELHO. M. LTC. São Paulo : Pini.M. Engenharia do Saneamento Ambiental. P. 229 p.H.

9 Cálculo semafórico 2. LOGÍSTICA 2. SISTEMA VIÁRIO. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. Sistemas de transportes. • Executar um Plano Municipal Viário.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos.2 Transporte e atividades urbanas 1.3 Dimensionamento de Vias.2 As Componentes do Sistema 3.6 Modelos de distribuição de viagens 1.3 Sistemas de distribuição física 2. Política de transporte.1 Planejamento de transportes.1 O Cenário do Sistema 3.4 Modelos de transporte 1. • Planejar o transporte de carga. Transportes públicos.8 Modelos de alocação de viagens 1.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes. .6 Roteirização de veículos 3.2 Métricas espaciais 2. • Planejar o transporte urbano.7 Modelos de escolha modal 1. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Estudos de demanda de transporte. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas. PLANEJAMENTO 1.3 Aspectos de estrutura urbana 1. Estudos de operações em transportes.1 Introdução a logística 2. • Políticas de transportes.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes.5 O problema macro-logístico 2. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT). Visão Geral 1. 3.

1989.3. BAUMOL.2 Modal Ferroviário 4. 1970. 4. 1997. Management Science. John Wiley and Sons. John W. BARRA.5 Modal Dutos 5. 1982. E. 4. Volume 2. A. São Carlos . visitas a parques de estacionamento. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. An inventory theoretical model of freight Transportation. W. Modelling and Management in Transportation. Environmental analysis of transportation systems. New York. 413-21. R. W. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. 1984. WAYSON. NCHRPR. praças de pedágios. R.3 Modal Aquaviário 4. 16.Z. 1990. Leon H. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives.4 Modal Marítimo 4. 1978. Gary R. Rio de Janeiro. John Wiley and Sons. BOWLBY. . STAMMER Jr. 311 trb. pp. EESCUSP. Applied System Analysis. New York. Nilder e KAWAMOTO. obras. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. Road project appraisal for developing countries. apresentação de trabalhos e relatórios. H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. Richard.L. New York.SP. Avaliação de Projetos de Transporte. J. DE NEUFVILLE.4 Saturação das Vias. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. Livros Técnicos e Científicos.1Modal Rodoviário 4. Pp. trabalhos de pesquisa. DICKEY. FURTADO.. and MCVOY. and Vinod. Mc Graw-Hill. e KAWAMOTO. and MILLER. Eiji. Louis F.225-230. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes.

Elaboração de Projetos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1. Carta Psicrométrica 8.Diagramas 5. Fluídos Frigoríficos 5. Ciclo Termodinâmico 4. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. Dimencionamento de ar. Cálculo de carga térmica. Elementos de Controle 6. Carga Térmica 10. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado. Princípio de Funcionamento 3.2 Ventiladores .Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes.1 Aplicações 9. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11.3 Umidade 7.1 Sistemas de distribuição de ar 11. Isolamento térmico.2 Tabelas 6. Condicionamento de ar.1 Dados para elaboração de projetos 11. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes.1 pressão 6. Conforto Térmico 10. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2. Dimensionamento e Aplicações 5. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Psicrometria 8.2 Temperatura 6.

McGraw-Hill. São Paulo. W. CREDER. Rio de Janeiro.Física Industrial de refrigeração. Introdução à mecânica dos fluidos. Barcelona. Termodinâmica clássica. Espanha. Fund. Florianópolis : UFSC. Rio de Janeiro. M. 1981. V. Necoti. 1999. Enio C. SISSOM. A. Gardon J.V. Rio de Janeiro. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. A. Espanha. FOX. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN.E. São Paulo. Ventilação industrial e controle de poluição. C. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. Robert. Calefação 12. NOGUEIRA.Guanabara Dois. R J. MACCARTNEY. Toleres gráficos ibero-americanos. 1990. Fundamentos de ventilação industrial. & SONNTAG. Guanabara. Victor L. Madrid. São Paulo. 1973. Koogan. e PITTS. McGraw-Hill do Brasil. C. Richard F. JONES.12. 1981. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA.K. 1972. 1975. 1988. Blucher. LTC. R.R.P. . OZISIK.V.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. Transferência de Calor. Blücher. Água caliente solar. 1993. L. WYLEN. S P. A. Rio de Janeiro. Indrodução do ar condicionado. 1990. Ventilação Industrial. Campus. . Blycher. Fenômenos de transporte. STREETER. Hélio. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. CLEZAR. D. Blucher. W. Engenharia do ar condicionado. 1985.. MACINTYRE . 198l. 1976. Mecânica dos fluidos. Guanabara.

Montagem e condicionamento. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. PBQP-H ANEXO III/IV 6. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Conceitos de QUALIDADE 2. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. Qualidade em projetos: suprimentos. Normalização. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. Normas básicas. Normas ISO 9000 4. Organização nacional e estrangeira. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. .Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Gerenciamento. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. Conceitos da qualidade. Noções de confiabilidade. Metodologia de elaboração de normas. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Implantação. Movimentos motivacionais. equipamentos. Sistemas da qualidade. Mapeamento de Processo 3. Fabricação. Ferramentas da Qualidade 7. Documento do SGQ 5. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

São Paulo: Atlas.Diretrizes para auditoria da qualidade. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. THOMAZ.L. Gestão da qualidade: teoria e casos. Ed.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. JURAN. Tecnologia. gerenciamento e qualidade na construção. 1996. NBR ISO 9001. PINI. A. São Paulo. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR.. P. E. Dissertação. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. J. H. M. 2001. PALADINI.M. E. UFSC. 2003. 2006. 135 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. 1991. SP. Controle da Qualidade. . P. M. Mc Graw-Hill Ltda.Requisitos para o SGQ. Rio de Janeiro: Elsevier. NBR ISO 19011.

São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor. . Elaboração da metodologia de trabalho. Escolha do tema.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. feita pelo orientador. se houver. foco e conteúdo científico). METODOLOGIA . domínio do conhecimento). . BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.Apresentação oral (postura. OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático. 3. Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador. gestão do tempo e recursos.O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização). elaborado e atualizado pela coordenação do curso. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. Fundamentação teórica. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. O orientador avalia a pertinência do assunto. .Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. . Ou propõe um tema e escolhe um orientador. Definição do orientador com afinidade ao tema.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. 2. ESPECÍFICOS: .

Revisão anual emitido pelo responsável do curso. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.

10º SEMESTRE .

Planejamento das atividades. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. bem como.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. Elaboração de Relatório. Elaboração da proposta. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. . Atividade de estágio.

Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . • Dimensionar seções transversais. • Associar a teoria à prática. Estudo dos materiais. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. cumprimento de trabalhos e freqüência. Execução de protensão. Determinação da protensão. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. 1991.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 1977. As 3 avaliações formam a média do semestre. NBR 6118-2003 . 7. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases.Tesões Normais . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. 3. Rio de Janeiro. Walter Concreto Protendido. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. PFEIL. 6. 5. F. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. consistindo de participação em sala de aula. 8.Imediata e deferisas Flexão . Conceitos. • Calcular seção dos cabos. Perdas de protensão._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT.Interciência Vl 06. Dimensionamento. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Esforços devida a protensão. Avaliação do desempenho.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. Construções de Concreto. EDC. 2. 4.

Arte & Industria. 1980. VASCONCELOS.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. de. A. Rio de Janeiro. Eurolles. Augusto C. Lê projet de bétom precomtraint. 1975. NORMAS CEB/FIB . Rio de Janeiro. Gildásio R. LTC. SILVA. da Prática de Concreto protendido.

feita pelo orientador. domínio do conhecimento). foco e conteúdo científico). AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1.Apresentação oral (postura.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. ESPECÍFICOS: . .As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. METODOLOGIA .Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I. 3. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. 2. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso. elaborado e atualizado pela coordenação do curso.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. gestão do tempo e recursos. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. .Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. Revisão anual emitido pelo responsável do curso.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I. .

Rio de Janeiro. PUC. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. Notas de aula. volume de tráfego. 1991. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. General. . Capacidade e nível de serviço. CONTROLE DE ACESSOS 7. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. 1972. desenho de vias. Projeto de sinalização semafórica. Representação dos fluxos de tráfego. W. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. THOMAS & ARIES. função e características do motorista e do pedestre. Apply on design of urban highways and arterial streets. USP. 1973. para a programação de semáforos.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. Introdução ao fluxo em redes. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. planejamento. Americam Association of state highway officials. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. SENÇO. W. de Planejamento. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. Escola politécncia. Sinalização horizontal e vertical. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. para o dimensionamento das vias.

1975.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. J. University of California. Berkeley. M. departamento de Vias de Transporte e Topografia. J. 1991. P. WIDNER. . Economia dos Transportes. USP. A. The full costs of urban transport.

Núria. FERNANDES. Carlos. Vol. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. Porto Alegre: Organizadora Mediação. KARNOPP. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. os elementos que constituem os sinais. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. Adriana da Silva e LOPES. 2001. Madalena. alteridade. 1997. noções sobre a estrutura da língua. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. MEC: SEESP. MONTEIRO.). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. . Surdez e Bilingüismo. Valéria Amorim (orgs. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. 2005. Língua. Elalia. Regina Maria de. 1998.Disciplina: LIBRAS . culturas comunidades e identidades surdas. 2006. 2007. Andaraí/RJ: Ed.. THOMA. Integração social e integração de surdos. Lucinda (Org. Educação de surdos: inclusão no ensino regular.). SOUZA. A invenção da surdez: cultura. Porto Alegre: Mediação. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. QUADROS. Porto Alegre: Mediação. Porto Alegre: Artes Médicas. 1993. 2004. Lodernir Becker e KLEIN. Passo Fundo: UPF. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. curso básico. ________. 1.). ARANTES. A língua na educação do surdo. Tanya A. Vol. 2003. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. Ronice Muller de. SCHINEIDER. Roseléia. FELIPE. SCKLIAR. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. identidade e diferença no campo da educação. Brasília: SEESP. Brasília. 1997.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. Lucinda (Org. 1999. Maura Corcini (org. Um olhar sobre as diferenças. Myrna S. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. Língua brasileira de sinais: educação especial. São Paulo: Summus. SCKLIAR. 2005. I. Carlos. Babel. SILVESTRE. Educação de surdos: aquisição da linguagem.).

788/2008”. de 25 de setembro de 2008. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos.788. que dispõe sobre o estágio de estudantes. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia .Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. 1º Para atender ao disposto na Lei 11. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. determina que seja inserido. de 25 de setembro de 2008. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. acrescida à carga horária regular e obrigatória. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio. abaixo discriminados.788. a partir de 1º de novembro de 2008.788. de 25 de setembro de 2008. resolve: Art. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11.URI.

as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. bem como. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. Bruno Ademar Mentges Reitor da URI . a contar da presente data. deverão ser definidas. 31 de outubro de 2008. 3º .• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. Art. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. pelos Departamentos da URI. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório.Português.Esta Portaria entra em vigor na presente data. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português.No prazo de 90 (noventa) dias. 2º .

organizar. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. Elaborar desenhos técnicos. 1308/CUN/2009. Elaborar orçamentos. certidão e relatório técnicos. Auxiliar na elaboração de laudo.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. . É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. Exercitar a capacidade de observar. 1. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. parecer. PARECER Nº 2824. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. vistoria. planejamento.03/CUN/09. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. perícia. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia.

5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . Saneamento Básico. Projetos de Construção de Estradas I e II. estradas. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Fotointerpretação. Desenho Técnico I e II. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos.• Auxiliar na coleta de dados. estudo. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. Topografia I e II. ensaio e experimentação técnica. Mecânica dos Solos I e II. Obras de Terra. Quantitativos e Custos. e também. Fundações. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. instalações elétricas e hidráulicas. saneamento ambiental e estruturas. Instalação I e II. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Estrutura de Aço e Madeira. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. topografia e geoprocessamento. Hidráulica. Construção Civil I e II. Superestrutura de Estradas. Estrutura de Concreto Armado I e II. transportes. Hidrologia. Computação II-B. barragens.

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