URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

Estágio: 240h Total: 4. .11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.395h 1.

absorção de pessoal qualificado. o comércio internacional está se intensificando. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. eletrônica e robótica..2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. escola-sociedade. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias.. o tecnológico. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas. para não perderem a hegemonia. . dominam os principais setores de ponta. devem investir. o do sistema ocupacional. bem como a contínua atualização desse pessoal. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul. etc. Com tudo isso. automóveis. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. em maior escala. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. As indústrias de alta tecnologia. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. dos países do primeiro mundo como a de computadores. Para isso. Neste contexto. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. o do sistema educacional. comandadas por computador. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. educaçãodesenvolvimento. As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção.

2. via pesquisa básica. registro e análise de dados. pelas pesquisas aplicadas.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo.materialização do conhecimento científicotecnológico. também. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos . os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas.produção . Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo. gerando novas demandas. consequentemente. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. é possível. Com um pretendido aumento da renda. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. hoje se vislumbra não ser definitivo. pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. e até de ponta. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. acabem se integrando ao mercado.divulgação . o projeto. especificando. A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. Assim. Para isto. que novos consumidores. Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. é preciso que se busque a autonomia na projeção . projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. Para este. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. em aplicações práticas.

a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. também.setores de ponta. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. Com o aumento da automação nas fábricas. Além disso. a compreensão dos problemas administrativos. com ênfase na atividade produtiva. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos. como. para programar o uso desses novos equipamentos. econômicos. Em síntese. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. por exemplo. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. na atualidade. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. devendo haver. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. Deve somar. também. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. no futuro. a isso. e está envolvido na criação de novos produtos. Considera-se como requisito importante o . processos e sistemas. O terceiro é o de LIGAÇÃO. abrangendo aspectos técnicos. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. Consequentemente. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. Isso leva. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. As especializações. sociais e ambientais. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. que atua na interface entre a concepção e a execução. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. como nos serviços. A expansão do mercado de trabalho. Evidentemente.

3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. planejar. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. 2. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. constatar-se que. aliada a conhecimentos específicos para idealizar. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. implantar e controlar processos produtivos. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. . O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. para o efeito da carreira docente. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica. ambientais e políticos. Com relação aos docentes. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. em alguns casos. Por outro lado.conhecimento de aspectos legais e normativos. os recursos computacionais. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. principalmente. do ensino e da extensão. filmes em vídeo. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. econômicos. simulações em laboratório. a pesquisa e a extensão. A produção de materiais didáticos. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. pois. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. nos aspectos técnicos. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. redimensionar a formação do engenheiro. Em certas áreas. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. Além disso. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos.

Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. à uma visão analítica. portos. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. em termos de ensino e pesquisa. bancos. Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. gerando hipóteses para transformação da realidade. além de Centros de Processamento de Dados. quando tiver formação pedagógica complementar. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. consultorias. em indústrias. conjuntos habitacionais. firmas especializadas em montagem de equipamentos. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . pontes. recebem pesquisadores russos. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. O profissional formado por este curso. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. empresas de planejamento e projetos. 2. 2. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. também.5 O MERCADO DE TRABALHO . ainda. A Universidade busca. companhias de seguros e no exercício do magistério. túneis e vias férreas. estradas. poderá atuar no serviço público. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. canais e aeroportos. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil. Poderá atuar.

No atual contexto.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. aproximadamente. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. qualquer resquício de estagnação. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. é importante fazer uma profunda análise deste fato. assim. 2. Em especial. • As oscilações econômicas por que passa o país. à provocação do pensamento vanguardista. . enquanto lugar de ensino e pesquisa. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. que reverte a curto prazo. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. recebendo estudantes de. 80 municípios da região. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. E por não ser algo estável.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. ligado por vias asfálticas em todas as direções. respondendo. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. a área de habitação popular. Neste sentido.

2.2 Específicos Para que o Curso atenda. aliada a conhecimentos específicos para idealizar.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. planejar. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino. É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. como sede de um Campus de Universidade.7 OBJETIVOS 2.099. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho. realmente.7. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. assim.• Santo Ângelo.7. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais. facilitando. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . aproximadamente 575 profissionais da construção civil. 2. atualmente. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem.80 Km e nessa área. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil. a mão-de-obra de. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos.

o engenheiro a um trabalho interdisciplinar. assim. entre outros. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. . • • • • • • Reforçar as aulas práticas. normalização e controle do meio ambiente. capacitando. através da extensão. administração. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. e não apenas verbalizando. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. Vincular o curso ao progresso tecnológico. legislação. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. Incentivar a integração regional. capacitando os alunos a resolverem problemas reais.

46 40 28 32 35 MATR. VAGAS INSC.18 1.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. MATR.58 1. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC. TRANC.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA . CANCEL.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER.0 1. REMAT. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 . TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR . URI 3093 3314 3661 3865 INSC. VEST.

T.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL .5 anos / Máximo . 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.4 anos / Médio . 15-115. 15-104 38-106.H CRÉD. 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 . P.Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo .9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C. 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ.

38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131. 38-251 38-206 38-253 15-161. 38-302 38-353. 38-132 38-203. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-201 15-121. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-201 15-114. 38-301 38-253. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-253 .

800h 38-205.LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS . 38-207 30-027 38-504 .

Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met.

4. 4. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade. Constitui-se de conteúdos científicos. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. . consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo. as quais.2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. 4. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

Análise da grade curricular. Legislação . . ABENGE.Resolução 218. Processos de aprendizagem. integrando-o no sistema universitário.Sistema CONFEA/CREA.O cenário do desenvolvimento . A Engenharia no contexto do curso.Formação e atualização do engenheiro. Direção. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Áreas de atuação. O profissional de engenharia e suas atribuições. A engenharia do século XXI . CREA-CONFEA. O ensino. 2. Estaduais e Entidades de Classe.Lei 5194 . Chefias de Departamento.Laboratórios. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro.Cenário de atuação profissional. . 6.Estrutura Organizacional 3. Coordenação. 5. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. Avaliações do MEC. A Engenharia no contexto da sociedade. Engenharia no contexto do Campus. A engenharia no contexto da universidade . O curso de engenharia. Planejamento estratégico aplicado ao estudo. O profissionalizante. Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. 4.FURI/URI .Controle e fiscalização profissional. .Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade. . Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. O básico. Sindicatos. . Responsabilidades do Engenheiro.

. BAZZO. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. W. UFSC. URI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. Santo Ângelo. PEREIRA.Anais dos Congr. Bras. Florianópolis. do Ensino da Engenharia. utilizando retro projetor. Introdução à Engenharia. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. 1996. 9. UFSC. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. exercícios. Aulas e tarefas no laboratório. Revistas. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. Rio de Janeiro. Almir E. L. estudos em laboratório e trabalhos. & Outros. 1970. Visitas técnicas. Pesquisas na Internet. . 2007.7. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil. Manual Acadêmico. Datas de realização: diversas. W. quadro e projetor multimídia. Instituto de Pesquisa Rodoviária. COBENGE . A.1997. T. Florianópolis. A. M. seminários. 8.

Operações . PRODUTOS NOTÁVEIS . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas. • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações. FATORAÇÃO . POTENCIAÇÃO 4. Trigonometria. ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos.Cubos da soma e da diferença 2. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático. NÚMEROS COMPLEXOS . RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Fator comum.Operações com números complexos 7.Notação científica 6.Aplicações .Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3. POLINÔMIOS .Teorema do resto .Quadrados da soma e diferença . Logarítmos.Trinômios quadrados perfeitos .Algoritmos da divisão .Conceituação . Potências de base para funções.Produto da soma pela diferença .Introdução .Definição .Trinômios de 2º grau .Potências de base "i" . POTÊNCIAS DE BASE 10 . Radicais.Definição . Agrupamento .

Função inversa .Adição e subtração de arcos. .Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Definição e gráficos 12.Sistemas de logaritmos .Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . sinais e gráficos . EQUAÇÕES POLINOMIAIS .Aplicações. FUNÇÕES DE 1º GRAU .Propriedades dos logaritmos .Logaritmos decimais e naturais . variações.Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Círculo trigonométrico .Domínio e imagem .Tipos de funções . Arco duplo .Arcos e ângulos . FUNÇÕES EXPONENCIAIS .Gráficos 10.Redução ao primeiro quadrante .Definição. coseno. secante e cossecante .Relações de Girard 9.Equações logarítmicas . FUNÇÕES .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco .Propriedades das raízes .Definição e gráficos 11. Função logarítmica .Aplicações 13. cotangente..Funções trigonométricas: seno.Razões trigonométricas num triângulo retângulo .Definições.Resolução . TRIGONOMETRIA .Gráficos .Definição . tangente.Mudança de base . LOGARITMOS .Função composta .

V. Moscou Mir. Curso Fundamental. 1994. Matemática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. Charles. São Paulo. José Rui. 1970.9 SCIPIONE e outros. V. 2001. SOLOMON. 3. Melhoramentos.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos.7. Matemática. volume único. 1 a 10.6. IEZZI. 1975. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. Matemática. São Paulo. Matemática. curso completo. V. Luiz Carlos de. IBEP. DOMENICO.4. Cours de mathematiques supérieures. São Paulo. . Scipione. Atual. Ática. São Paulo. 2000. Gelson. Fundamentos de matemática elementar.

Soma de vetores. Cinemática.Massa.5 .3 .VETORES 2. 4. 5. 2. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.MEDIÇÃO 1. 1. bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. UNIDADE 5 . 2.1 .Mudança de unidades.1 .Velocidade e aceleração. em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton.4 .Movimento.3 .2 . 5. .1 .Posição e deslocamento. Escalas vetoriais. 3.Multiplicação de vetores UNIDADE 3 .Componentes de vetores. 4. UNIDADE 4 .3 . UNIDADE 2 . Princípios da dinâmica.2 .Aplicações das leis de Newton.4 . o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais. 5.2 . Teoria cinética dos gases. 3.Velocidade e aceleração.Movimento de projeteis. 4.FORÇA E MOVIMENTO 5.Sistema Internacional de Unidades (SI). 2. atrito. aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .Atrito.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.3 . Trabalho e energia. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.Movimento em duas e três dimensões.Movimento circular uniforme. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas. 4.Força. aplicar.5 .2 .Vetores e escalares.Posição e deslocamento.6 .Queda livre.5 .1 .2 . 2.1 .MOVIMENTO RETILINEO 3.Vetores unitários.Leis de Newton 5.5 . 3.

6.2 .2 .Centro de massa. UNIDADE 7 . aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.Trabalho de uma força constante 6. 7. 10.Colisões elásticas e inelásticas.Trabalho e energia potencial. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.3 . . 6.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .UNIDADE 6 .2 .O que é colisão.ROTAÇÃO II 11.1 .1 . canhão.1 .COLISÕES 9.Potência.3 .Energia mecânica 7.Conservação do momento linear UNIDADE 9 . 8. 10.Momento linear. 6.5 . AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.Impulso e momento linear. 6.Energia cinética de rotação.Conservação de energia.Torque.3 .Energia cinética.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8. UNIDADE 10 . sendo no mínimo duas notas e no máximo três. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.4 .3 .As variáveis da rotação.1 .Cálculo do momento de inércia.5 .ROTAÇÃO I 10.Variáveis lineares e angulares. 7.4 .6 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).Momento angular de um corpo rígido. 7. atividades de laboratório e relatórios.Teorema trabalho-energia cinética. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. 9.2 . 9.1 .4 .1 .Trabalho de uma força variável.5 .2 . UNIDADE 11 .4 .Momento Angular. 8. 11.2 .Colisões em duas dimensões. 9.CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7.3 .Lei de Hook. 10.3 .Forças conservativas e não-conservativas.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6. 10. 11.Conservação do momento angular. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório.

. MARK W. 1996.ed. D. Física. Física. 1995. Edgard Blucher Ltda. Física 1. 1999. HUGH D. 4 Ed. ZEMANSKY. 3.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.1996. São Paulo: Makron Books. R. KRANE. TIPLER. 3 Ed. D.. EDWARD GETTYS. SP. H.1.. Rio de Janeiro. . MALCOLM J.Mecânica. V.. 2. W. 1. FREDERICK J.Mecânica. Um curso Universitário. São Paulo : Edgard Blücher.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. WALKER. S. ed. 4 Ed.. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica. Rio de Janeiro. Fundamentos de Física . V. Física. LTC. RESNICH. HALLIDAY.. 1990. 1996. LTC. 1981. P. FRANCIS SEARS. RESNICH. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos. K. LTC. YOUNG.J. Ed. SKOVE. R. Física . Rio de Janeiro. KELLER.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. Linguagem básica específica da área. funcionamento e variações). OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. manipulação de arquivos. 2ª. Algorítmo. variações.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. teoria da comunicação. Manipulação de conjuntos. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. memória. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. Noções sobre sistemas operacionais. . hardware. ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. gerações. funcionamento. planilha eletrônica e apresentação. Lógica de programação. Noções de editoração. software e principais utilitários.

Informática: Conceitos Básicos. transcritos no Manual Acadêmico. Para fins de avaliação do desempenho. ponto de acesso à Internet.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. vídeo. Rio de Janeiro: LTC. Robert W. São Paulo: Harper & Row do Brasil. Informática: novas aplicações com microcomputadores. Introdução Ilustrada à Computação. João Nunes de. 3ª ed. laboratório de informática (Prédio 8). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). Fernando de Castro. São Paulo: Saraiva. MEYER. Porto Alegre: Bookman. Raciocínio Lógico. 1a ed. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. 2ª ed. Lógica para Ciência da Computação. 4ª ed. METODOLOGIA: Quadro. VELLOSO. 1ª ed. GERSTING. Ângela J. regulado nos artigos 55 a 59. NASCIMENTO. Judith L. retroprojetor. 2000. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". 8 ed . ed. fica instituída a atribuição de notas. 4. 2001. Larry. NETO. Jonofon. 1994. .Brasília: Editora Jonofon LTDA. conforme especificado no Regimento Geral da URI. J. Nosso Futuro e o Computador. MEIRELLES. Fernando de Souza. 1990. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. SÉRATES. Conceitos de Linguagens de Programação. 1984. São Paulo: Makron Books. Campus. Rio de Janeiro: 2ª ed. SOUZA. 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. Metodologia Científica na Era da Informática. Porto Alegre: Bookman. 1998. GONICK. Glenn. 2002. João Augusto Mattar. 2002. SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. 2000. Introdução à Informática. Porto Alegre: Bookman. McGraw-Hill. 1999. conceitos básicos e utilização de navegador). Rio de Janeiro: Editora Campus. M. São Paulo: Ed. 5ª ed. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais.

Versor de um vetor .Estudo da reta: diversas formas de equação .Ponto que divide o segmento numa razão dada . Estudo da reta. Sistema de coordenadas cartesianas . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico.Distância entre dois pontos no plano .Expressão analítica e coordenadas de um vetor .Combinação linear.Condições de paraleloimo e perpendiculares .Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas. A área de um triângulo.Estudo da circunferência: equação. .Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores.Intersecção de duas retas .Resolver sistemas de equações. planos e circunferências. Problemas .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. espaços vetoriais. Operações e propriedades.Equipolência e suas propriedades . Estudo da circunferência.Ângulo entre duas retas .Coordenadas do barricentro de um triângulo .Operação com vetores . retas. ESPECÍFICOS: . Distância entre dois pontos planos.Áreas de um triângulo .Lugar geométrico . Produto interno vetorial e misto. posições de ponto e reta em relação à circunferência. visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso. .Distância de um ponto e uma reta .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia. .Classificação.Conceitos fundamentais .Coordenadas polares 2.Representação cartesiana de um vetor. GEOMETRIA ANALÍTICA . VETORES .Conceitos fundamentais . Coordenadas polares. Vetores linearmente dependentes e independentes . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. características e tipos de vetores .Módulos de um vetor . Vetores e operações.

Cálculo e geometria analítica. Fundamentos de matemática elementar.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . 1983. Geometria analítica. Utilização de apostila com resumo da teoria. 2000. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. P. OLIVA. Instituto Brasileiro de Edições Científicas.Decomposição de um vetor . Gelson. José Reni e outros. IEZZI. Univ. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. LTC. São Paulo:MAKRON Books. Armando. 1988. 1971. Rio de Janeiro. . 1993. WINTERLE. 1988.Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . 1988. São Paulo. 1982. FTD. Cálculo vetorial e geometria analítica. Geometria analítica. Miguel O . SHENK AL. Campus. Elementos de geometria analítica. São Paulo. JUDICE.. Scipione. Matemática para o colégio. 1984. 1987. São Paulo. Vetores e geometria. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. Belo Horizonte. Rio de Janeiro. Campus AS. RIGUETO. Vetores e geometria analítica. REIS e SILVA. 1986. Waldir Muniz.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . Vicente Paz e outros. São Paulo. 2. Ed.Produto misto e suas propriedades . Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. exercícios e problemas variados. A. de São Paulo. São Paulo: MAKRON Books. Matemática. Atual.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . GIOVANI. Edson Durão. P. Vetores e geometria analítica. Rio de janeiro. São Paulo. Imprensa Universitária UFSM. STEINBRUCH. e WINTERLE.

Porto Alegre. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. Editora Globo BORNANCINI. 13 Ed. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre. O. Proporções. 2004. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT. Editora Globo. J.Traçado de paralelas 3. 1969. Albert & FORBERG. Fundamentos de Desenho Técnico.Traçado de curvas 5. PROTEC. PROVENZA. H. São Paulo. 1986. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. José & Outros. . bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. FRENCH. Lisboa. Sulina.Normas de desenho técnico. Vistas omitidas. 207p. L. Normas para o desenho técnico. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. V.. W. Sistemas de representação.Desenho de letras técnicas 6. 2 Ed. Desenho Técnico. Primeiro e terceiro diedros.Exercícios 9.Projeção ortogonal 7.M. Thomas E.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. STAMATO. Introdução ao Desenho Técnico. BACHMANN.Traçado de retas 2. Fundamental de traçado à mão-livre. Desenhista projetista. PETZOLD JUNIOR. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. Francesco.. Coletânea de normas de desenho Técnico. 854p. 1981. Richard. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Divisão de uma reta em partes iguais 4. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. CUNHA. e o estudo das projeções ortogonais. Projeção ortogonal de peças simples. Desenho Técnico. Desenho Técnico.

Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. Relatório de pesquisa. Avaliação do projeto. Normas ABNT sobre Documentação. ANDRADE. AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). Avaliação da apresentação pública do projeto.Relação universidade e pesquisa . na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos.A função social da pesquisa . de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário. Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA . ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. Rio de Janeiro.O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA . pesquisa. ciência.Planejamento. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. Avaliações por objetivos. M. Instrumentalização metodológica. fim objetos . A pesquisa como ato cotidiano.O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . Função social da pesquisa.Educação.Natureza . M. tecnologia e desenvolvimento . 1989. Tipos e características da pesquisa. Rio de Janeiro.A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO .Tipos e níveis . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . Apostila. São Paulo: .ABNT. Projeto de pesquisa. O método científico e a prática da pesquisa.Processo histórico de produção e transmissão .Caracterização .

1996. Metodologia Científica. A. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. São Paulo: Cortez. P. 4. Ver. J. Antonio Raimundo dos. SEVERINO. 22.Atlas. Sâo Paulo: Cortez. Ed. 2000. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica. THIOLLENT. Metodologia do Trabalho Científico. A Metodologia Científica. DEMO. Gláucio Couri. ed. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. 20. Ed. . BERVIAN. 2001. RUDIO. 1994. Machado. SANTOS. F. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. São Paulo: Atlas. A L. RUIZ. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. 1999. Pedro.A. Pesquisa: princípio científico e educativo. V. 1997. Rio de Janeiro: DP&A editora. 1986. São Paulo: Cortez. Petrópolis: Vozes. Ampl. 3 ed. M. 4 ed. . J. Santo Ângelo. Metodologia e Prática investigativa-ação. Eli.. 1995. 2004. Dutra. EDIURI.

2º SEMESTRE .

ESPECÍFICOS: Determinar o limite.5. a derivada e a integral de uma função de uma variável. a derivada e a integral de uma função em situações diversas.3. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. 2. 1.7.2.4. 1.Interpretação geométrica. Derivação de uma função na forma paramétricas. 3.3. LIMITES E CONTINUIDADE 1.2. Propriedades dos limites 1. Outras Aplicações. 3. Limites infinitos.6. hiperbólicas diretas e inversas. 3. 2. Resolver problemas aplicando o limite.Regra de L'hospital. Integral definida.1.2. 1. Derivação das funções Elementares. logarítmica.6. Integração por partes e por substituição. continuidade. 4. Regras de Integração. Aplicação das derivadas.4. 3. Velocidade e Aceleração. Continuidade de funções.1. implícita. Definição e interpretação geométrica.4. 2. Limite de uma função. . Integração indefinida e definida. INTEGRAÇÃO. 2.3. DERIVAÇÃO 2. Cálculo de Limites . 4. derivação de funções de uma variável.2.1. Integral Indefinida.5. Funções crescentes e descrescentes 3. Diferencial de uma função de uma variável .3. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais.Máximos e mínimos de uma função . Limites no infinito. trigonométricas diretas e inversas.6. Derivadas Sucessivas 2.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. 3. 2. Taxas de Variação. 4. Teorema de Rolle e do Valor Médio. Limites Fundamentais. 1.Aplicações. 2. 4.5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Derivação das Funções: compostas.1.

Uso de Software matemático . 1987. São Paulo. Rio de Janeiro: 2001. ed. 1999. Hamilton Luiz. realizadas ao longo do semestre. Cálculo com geometria analítica. SWOKOWSKI. ed.1.. 2000. Laurence D. trabalhos individuais e em grupo. Earl W. BRADLEY. George F.M.. Makron -Books.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. São Paulo: McGraw-Hill.Ed. Paulo. 2. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. H. São Paulo. Aulas no Laboratório de Informática. São Paulo: Makron Books. Mirian Buss. D. Vol. SWOKOWSKI. São Paulo : Harbra.. Integração. Gerald L. 1987. Vol 1. GF. Makron -Books. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas.MAPLE e outros.. 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. 1 SIMMONS. Cálculo diferencial e integral. McGraw-Hill do Brasil.Cálculo Com Geometria Analítica. 5. Louis. Vol. GONÇALVES. São Paulo : Makron Books.. Derivação. São Paulo : Malheiros. Cálculo um Novo Horizonte.1. Cálculo A: Funções. Limites. Porto Alegre. HOFFMANN. Rio de Janeiro: 2002.. Cálculo com geometria analítica. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. 7. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. Bookmann. São Paulo. Vol. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. SP. 3. 1992. . ed. SIMMONS. 1994.ed. vol 1. 6ª Ed. Earl W. LEITHOLD. Cálculo com Geometria Analítica. Um curso de cálculo. O cálculo com geometria analítica. 2000 FLEMMING. GUIDORIZZI.

Cálculos envolvendo a Teoria Atômica.Definir e utilizar as propriedades periódicas. Sólidos imperfeitos. Diagramas de estado. Princípios da incerteza. .CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado. de equilíbrio.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos. expressões de concentração. Modelo de Rutherford. UNIDADE 2 . . Propriedades periódicas e aperiódicas. UNIDADE 4 . Equilíbrio químico. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos. Teoria de Bohr. . VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . Estrutura e propriedades dos sólidos. Sólidos amorfos. Classificação periódica dos elementos.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. Estados de oxidação mais prováveis.Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. Classificação dos materiais. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos. Reações de óxido-redução. UNIDADE 5 . de Broglie. ESPECÍFICOS: . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. .PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. Cálculos. líquidos e gases. UNIDADE 3 . Difração de raios-x. Modelo atômico atual.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica.

também. J. H.. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. Indicadores. GOMES. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. W.. McGraw-Hill. METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. B. 1986. R. J. E. (Tradutores). P.1981. TREICHEL Jr. As avaliações poderão ser realizadas.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. TOMA. ATKINS. B. MAHAN. São Paulo. Livros técnicos e científico. J. McGraw-Hill.. K. J. BRADY. Química Inorgânica Não Tão Concisa.. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. QUAGLIANO. SHRIVER. C. Soluções sólido-sólido. (tradutora). Porto Alegre: Editora Bookman. através de seminários. Oxidantes e redutores.2.1985..1982. RUSSEL. Química Geral. Química Geral. 2001. 4a Ed. F. A.. Química Inorgânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ. Soluções líquido-sólido. ROCHA. Princípios de Química. Bookman. Caracelli. 2004. 1999. Volumetria de neutralização. dialogadas e questionadas. J. D. ROSENBERG. Porto Alegre: Ed. Química.1978. L. Guanabara Dois. UNIDADE 8 . P. Rio de Janeiro..E. M. Aulas prático-experimentais em laboratórios. B. D.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH. Química. UNIDADE 9 . oxidação-redução e complexometria. C. Vol. São Paulo.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. H. M. Tradução: I. 1 e Vol. Rio de Janeiro. . 3ª edição.UNIDADE 6 . 2003. Bfucher. um Curso Universitário. UNIDADE 7 . J. ARAKI. LTC. LEE. Química Geral. Soluções líquido-líquido. Jones. Química e Reações Químicas. V.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção .Posições de um ponto. rotação e rebatimento. Estudo do ponto e da reta.Método de mudança de plano de projeto 5.Classificação dos métodos descritivos.Método mongeano.Pertinência . ESTUDO DO PONTO . rotação e rebatimentos.Condições geométricas . retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. .Posições de um plano em relação a outro plano .Classificação dos sistemas projetivos.Retas principais de um plano. .Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. .Condições geométricas. . Mudança de plano de projeção de figuras planas. Distância. Estudo do plano. 2. . GENERALIDADES . . ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas. 3. planos.Representação da reta.Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas . INTERSEÇÃO . ESTUDO DA RETA . convenções. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno.Posições da reta. épura. 4. retas contidas em um plano . de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa.Geometria descritiva.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.Condições geométricas.Condições geométricas.Representação do ponto. .Figuras planas que possuem projeção acumulada . .Posições relativas de duas retas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESTUDO DO PLANO . . MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS .

PARALELISMO . RODRIGUES. retas paralelas 8. 1959. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. Porto Alegre: Sagra. LACOURT. retas perpendiculares . Guanabara Koogan.. distância entre retas 10. Rio de Janeiro. com trabalho em aula e extra classe. Rio de Janeiro.Condições geométricas. Trilhas.Condições geométricas. Ao Livro Técnico.Condições geométricas. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. 1995.Estudo dos eixos paralelos 11. . GAMA. DISTÂNCIAS . PRINCIPE JUNIOR.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva. 1976. com apresentação de todo o conteúdo. Mexico. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. RANGEL. AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas.Condições geométricas . São Paulo: Nobel. ROTAÇÃO . Donato Geometria Descritiva. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina. 1984. Rio de Janeiro: SEDEGRA. 6ª ed. estudos dos eixos perpendiculares . . exercícios de planificação de elementos. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). 8ª ed. H. REBATIMENTO . Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios.Distância entre ponto e reta. Álvaro J.Retas ortogonais 9. 1968. desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos.Escolha de eixos.Condições geométricas.Condições geométricas. 1975. Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. PERPENDICULARISMO .Interseção entre retas 7. 1999. Buenos Aires: Alsina. distância entre dois pontos . Elementos que definem uma rotação . Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva.

Subespaços vetoriais .Matriz inversa .Representação genérica e abreviada . Sistemas de equações lineares.Operações com matrizes 2.Dependência e independência linear . sistemas de equações lineares. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear.Solução de um sistema de equações lineares .Combinação linear .Base de um espaço vetorial .Regra de Cramer . Espaços com produto interno. Transformações lineares. ESPAÇO VETORIAL .Produto interno em espaços vetoriais .Tipos de matrizes .Inversão de matrizes por operações elementares 4.Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Espaços vetoriais . Espaços vetoriais.Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem .Igualdade de matrizes .Forma escada . Vetores no Rn. Diagonalização de operadores.Mudanças de base 5.Equação linear . DETERMINANTES . SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Posto de uma matriz . MATRIZES . Autovalores e autovetores.Propriedades dos determinantes .Matriz adjunta e matriz inversa 3.Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) . Polinômios. ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes.Conceito de matriz . ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO . determinantes. espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) .Operações elementares .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

1999.Rio de Janeiro: LTC .TRIOLA. .Livros Técnicos e Científicos Editora S. . Mario F. Introdução à Estatística. 7º ed..A.

Perspectiva linear cônica.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil. Noções de projeção central.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos. . OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Desenho arquitetônico.Materiais e Equipamentos 2. ESPECÍFICOS: . abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil. metálicas e de concretos.Localização.Soldas 7.Madeiramento de telhado 14.Cortes 15. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. rebites. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).Projeto residencial 15.Cotas.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos. Desenho de Estruturas de madeira.Estruturas metálicas 6.Canalizações 8.Técnicas de desenho técnico 3. parafusos e porcas 5. Desenho de instalações hidros-sanitárias.Estereogramas 9. .Escadas 13. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais. Desenho Topográfico. Cotas e escalas. Fluxograma.Projeto elétrico 11. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Planta baixa 15.Esquadrias 12.3.Trabalhar o aluno. .Projeto hidro-sanitário 10.Situação 15.1.2.Cortes e secções 4. Perspectivas de sólidos e sombras.

Rio de Janeiro Tecnoprint. Desenho Técnico. José. CAVALIN. M. Rio de Janeiro. Desenho para apresentação de projetos. . FRENCH. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. Normas para desenho técnico.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Thomas E. Roberto W. Cavalcante.1972.1974. Editora Globo. R.. São Paulo. McGrawHill do Brasil. GILL. Perspectiva linear cônica. Rio de Janeiro FENAME. ROPION. Curitiba. Desenho técnico. A.1976. BACHMANH. Albert e FORBERG. Cotação funcional dos desenhos técnicos. José e outros.1981.1970. Globo. Introdução do desenho técnico. Porto Alegre. Richard.

3º SEMESTRE .

5. 3. Infra-estrutura. 3. 3. 1. Primitivo.2. bem como suas principais instituições.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. 3. com ênfase especial no capitalismo e socialismo. especialmente o aparelho ideológico do direito. 4. Fatores Determinantes da Mudança. organização e estrutura de classes na sociedade.1.1. Definição de Sociologia. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais. Instituições Sociais.1. 3. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1.3. Teoria Estrutural Funcionalista. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4. b) Identificar.5.2.4 Capitalista.5.4. 3. Socialista e Comunista. 1. Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia.3.2.4. Superestrutura política. Luta de Classes. Objeto de Estudo da Sociologia. 3.5. 1. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL. 2. igreja e meios de comunicação social. ESPECÍFICOS: a) Identificar. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2.2.1. estatal e ideológica.3. Processo de Produção da Sociedade.1. Escravista. Teoria Histórica-crítica. sindicato.2. .3 Asiático e Feudal.4 Classes Sociais. Os Principais Modos de Produção: 3. família. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 3. 2. Os movimentos Sociais 4. 4. 4.5. 3. reconhecer e analisar os principais modos de produção.

Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. 1989. Ijuí: UNIJUÍ. Retorno do trabalho do semestre. Prevê-se. Participação em debates e seminários. O Capitalismo: evolução histórica. Pedrinho. São Paulo: Moderno. seminários. Provas orais. GAIGER. Peter. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. São Leopoldo: UNISINOS. lógica e dinâmica. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. Paul. debates. Sociologia da Sociedade Brasileira. elaboração de Artigos. Álvaro de. SINGER. leituras orientadas. São Paulo: Ática. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. Porto Alegre: Mundo Jovem. 1986. Luiz Inácio. estudos de Casos. OLIVEIRA. Sociologia Crítica. Introdução à Sociologia. desde logo o emprego de exposição dialogada. Petrópolis: Vozes. 1989. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. 1989. Pérsio dos Santos de. 1987. . 1999. 1996. São Paulo: Ática. PACHECO. Eliezer. trabalhos em grupos com temas específicos. A Construção Social da Realidade. VITA.

4.1.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.5.6. Comprimento de Arco 3.3.2. Limite. .4.2. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. realizadas ao longo do semestre.1. Extremos de Funções de duas variáveis 3.3. Integração de Funções Trigonométricas 1. . trabalhos individuais e em grupo.3. Derivada Direcional e gradiente 3. Derivadas parciais.Aplicar a integração na resolução de problemas. Volume de sólido de Resolução 2.5. Movimento de Inércia 2. Integração por Substituições Trigonométricas 1. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3. Área de uma Superfície de Revolução 2. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo.5. Integração por Frações Parciais 1. Integrais Impróprias 2.4. Áreas Planas 2. Continuidade.2. conforme suas necessidades profissionais.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração.1. Trabalho 2. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. ESPECÍFICOS: .7. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. Integração múltipla. Derivadas Parciais 3. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3.8. Funções de duas ou mais variáveis. Aplicações das integrais. Regra da Cadeia 3. Centro de Gravidade. Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1.6. Pressão de Fluídos. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão .

Cálculo A: funções. SWOKOWSKI. GONÇALVES. São Paulo: Harbra. 2000 FLEMMING. SP. ed. HOFFMANN. 2000.. 5. integração. Cálculo com Geometria Analítica. Paulo. Louis. Hamilton Luiz. Bookmann. O cálculo com geometria analítica. Integrais Duplas e Triplas. Ed. Vol 1 e 2. 3. Earl W. Cálculo diferencial e integral.. São Paulo: 1992.. Cálculo com geometria analítica. Cálculo um Novo Horizonte. 1999. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 1998. ed. GUIDORIZZI. Makron Books. Laurence D. limite. M. Porto Alegre. Vol. Rio de Janeiro: 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. 1994. vl 1 e 2.ed. 1 e 2. GONÇALVES. Mirian Buss.. 6ª Ed. George F. SWOKOWSKI. BRADLEY. Earl W. São Paulo. Vol.. Rio de Janeiro: 2001. 1987. D. H. São Paulo : Malheiros.1. LEITHOLD. São Paulo: Makron Books.acrescentar pontos nas avaliações. ed. B. Vol. derivação. 2. 1995. São Paulo: Makron Books. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON. 7. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. São Paulo: McGraw-Hill. 2.. Cálculo com geometria analítica. D. M. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. SIMMONS.M. McGraw-Hill do Brasil. Gerald L. . FLEMMING. 1 e 2.ed. Vol. 5. 1 e 2. São Paulo. Um curso de cálculo.

OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. Termoquímica. Leis da Termodinâmica. Execução de pesquisa experimental. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. Tintas. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. Leis de Faraday. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. fundamentada numa boa referência bibliográfica. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. Eletroquímica. Pilhas. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Tempo de meia-vida. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. Processo de combustão. Eletrólise. Noções de corrosão. Cinética Química. 3. Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. Medidas da velocidade das reações. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Aplicação da equação de Arrhenius. 4. . tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Classificação e destinação de resíduos industriais. Entalpia de reação em qualquer temperatura. Ação dos catalisadores. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. Eletroquímica Termos elétricos.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. 2. Aplicação da lei de Hess. Fatores que influenciam a velocidade das reações. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Controle de qualidade de água. Aplicação da equação de Nernst. Aplicação dos processos eletroquímicos.

Análise de combustíveis. R.J. Edgard Blucher. Química. ATKINS. V. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. avaliação da qualidade de águas naturais. 6. 2002. . e EWT. Trad. Rio de Janeiro. VOGEL. vídeo). G. 252p. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. / Paula J.2. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. W. Físico-Química.. 1995. cobreagem. 1995.. 2003. avaliação físico-química de combustíveis. Rio de Janeiro: LTC. LTC.1. BRADY. Russell. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. Santos. O Material e Suas Transformações. 1a ed. Análise química quantitativa. Físico-química. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. V.W. AL. 2003. 1.1. zincagem). Química Geral. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. hidrelétrica e seu impacto ambiental. 1999. / Jordan. princípios básicos de tratamento de águas. Fundamentos de Físico-Química. V. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas.5. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde. canhão. b) outra com uma avaliação teórica. W. Físico-Química. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. B. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. J. v. relatório teórico-prático e apresentação em seminário. I. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. V. J. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Cristina M. 1. P.. corrosão em meio atmosférico. Moore. P. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. et al. J. Saõ Paulo: Makron Books. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico.W. 1994. LTC. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica.

A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica. Uide Gauss.Condutores e Isolantes 1.Linhas do Campo Elétrico 2.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2. Campo Magnético. lei de Ampére.6 .2 .2 .Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 .2 .POTENCIAL ELÉTRICO 4.Energia Potencial e Potencial Elétrico 4. Indutância. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 .1 . Lei de Gauss. Força Eletromotriz.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4.O Campo Elétrico 2. Correntes alternadas.Carga Elétrica 1.Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .Lei de Coulomb UNIDADE 2 . o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo. bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. Ondas eletromagnéticas.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.1 .4 .Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.3 . Circuitos elétricos.1 . Capacitores. Potencial elétrico. Campo elétrico.Lei de Gauss 3.3 . Corrente elétrica.LEI DE GAUSS 3.5 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.5 .2 .7 .CARGA ELÉTRICA 1.4 . OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.CAMPO ELÉTRICO 2.1 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 .Superfícies Equipotenciais 4. Propriedades Magnéticas da matéria. Faraday Lenz.4 .Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .3 .6 . Equações de Maxwel.5 .3 . Oscilações eletromagnéticas.Um Condutor Carregado Isolado 3.Fluxo do Campo Elétrico 3.

O Campo Magnético 8.2 .3 .CIRCUITO 7.3 .Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .O Efeito Hall 8.Circuitos RC UNIDADE 8 .Lei de Ampére UNIDADE 10 .4 .2 .7 .6 .5 .3 .1 .1 .Diferenças de Potencial 7.4 .2 .Auto-Indução 11.Movimento Circular de uma Carga 8.2 .Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .3 .5 .Circuitos de Malhas Múltiplas 7.Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.1 .CAPACITÂNCIA 5.9 .2 .CORRENTE E RESISTÊNCIA 6. Energia e FEM 7.1 .Circuitos RL .Capacitância 5.O Cálculo da Corrente 7.Instrumentos de Medidas Elétricas 7.Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.5 .1 .Densidade de Corrente 6.4 .Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.8 .4 .Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.Corrente e Campo Magnético 9.3 .O CAMPO MAGNÉTICO 8.2 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.Resistência e Resistividade 6.2 .Cálculo da Capacitância 5.1 .Lei da Indução de Faraday 10.LEI DE AMPÉRE 9.3 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .1 .LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.6 .6 .6 .Capacitores e Indutores 11.Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.5 .Trabalho.Capacitor com um Dielétrico 5.INDUTÂNCIA 11.3 .Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.Capacitores em Paralelo e em Série 5.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .Lei de Ohm 6.4.Lei de Lenz 10.

1981.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14.O Magnetismo da Terra 12.4 . Vol 3. FREDERICK J.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.. LTC. MALCOLM J.. . LTC.. Física . ZEMANSKY. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. Rio de Janeiro.1 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. RESNICH.5 . ed.2 . São Paulo: Makron Books. Rio de Janeiro.O Circuito em Série RLC 14.1 .11. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.Indução Mútua UNIDADE 12 . 1990.3 .Energia Armazenada num Campo Magnético 11. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.5 . 4 Ed. SP. FRANCIS SEARS.CORRENTES ALTERNADAS 14. H. Rio de Janeiro .Corrente Alternada 14. R.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12. 2.Eletromagnetismo. 1995.4 .Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. 1999. Edgard Blucher Ltda.ed. HUGH D. KRANE.A Lei de Gauss do Magnetismo 12. MARK W. Curso de Física Básica..3 .Oscilações LC 13. YOUNG.Corrente de Deslocamento 15. NUSSENZVEIG. D.4 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. canhão. Física.Campos Magnéticos Induzidos 15. HALLIDAY. R. Paula. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. S.2 . D.1 .1 .. W.O Magnetismo e o Elétron 12.Paramagnetismo. 3. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. M. TIPLER. J. Fundamentos de Física .2 . 3 Ed.3 . Um curso Universitário. Física 3. EDWARD GETTYS..3 .O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 . LTC.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13.Eletromagnetismo. KELLER.Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. A fixação dos conteúdos será através de exercícios. 2002.2 . São Paulo: Edgard Blücher. 4 Ed. WALKER. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Física. atividades de laboratório e relatórios.O Transformador UNIDADE 15 . Física. K. RESNICH. SKOVE.6 . Vol 3. Ed. 1996. 1996.

2000. Esforço normal) Momento torsor e fletor. Russel. 5. J.Análise de treliças planas. E. & KRAIGE.. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos. 2. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. 6. Mecânica Geral.. Equilíbrio dos Corpos Rígidos. SC. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas.Estática. GYOROGI. Mecânica Vetorial para Engenheiros. determinar características geométricas de seções transversais. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. LTC. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. THIBAUT. G. OBERT.Graus de Liberdade e Restrições de nós. L. Mecânica dos Sólidos. Estática. R. Esforços em vigas. 1970. Momentos de inércia . McGraw-hill do Brasil. TOURNAUY. Vol 1.. Rio de Janeiro. 1979. 4. F. Dinâmica de um corpo rígido. Análise de Estruturas treliças. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. Mecânica . Noções de Carregamentos em Estruturas. TIMOSHENKO. máquinas. Editora LTC. Donald A. Equilíbrio de corpos rígidos.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes.Carros e Veículos. MEC/PREMESU. 2001. A. Johnston Jr. Laboratório de Engenharia Mecânica.. Momento estático de área e centro de gravidade. L. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Eduart F. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. 3. (Momento Fletor. . G. Características Geométricas de Seções Transversais. Sistemas de Forças Equivalentes.

OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. 3. Teoria dos erros nas medições topográficas. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. 11. Medidas lineares e angulares. 2. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. 7. conceitos e divisão da topografia. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. Equipamentos utilizados na topografia. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. 6. Sistema de coordenadas. Noções de Topografia: Histórico. Redes de referência para medições topográficas. 5. 12. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Desenho topográfico e escala. Evolução do uso de equipamentos topográficos. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. pelas demais . • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. 9. 10. Desenho de plantas topográficas. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. 8. 4. Planimetria. Unidades de medidas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Instrumentos de aquisição e implantação de dados.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Confecção de croqui de medição. trabalhos práticos. Grandezas medidas num levantamento topográfico. Métodos de levantamento planimétrico. 13. quanto à localização e confrontações.

Manual de topografia e caderneta de campo. Alberto de Campos Borges Topografia. 1995. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES.1987. Exercícios de topografia. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria.1. Porto Alegre: Globo. ESPARTEL. Lélis et al.atividades propostas e por sua participação em aula. São Paulo: Nobel. 1992 . BORGES. São Paulo: Edgard Blücher. JORDAN. Tratado general de topografia. GARCIA. Rio de Janeiro: ABNT. Rio de Janeiro: ABNT. 1982. São Paulo: Edgard Blücher. LOCH. 1994. ESPARTEL.2. Carlos e CORDINI.1974. Gilberto e PIEDADE.1983. Porto Alegre: Editora Globo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . Alberto de Campos. São Paulo: Edgard Blücher. . Barcelona: Gustavo Gili. Florianópolis: Editora da UFSC.Associação Brasileira de Normas Técnicas. 1977 . ABNT . Topografia aplicada. Lélis Curso de Topografia.Associação Brasileira de Normas Técnicas. Gertrudes.v.1975. BORGES. NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento.v. W. 1998. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil.

A Revisão Constitucional. realizada através de testes e provas escritas. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. A Questão da Reforma Agrária. 10. Sindicalismo no Brasil atual. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. 12. 2. entre outras. A Política da Saúde no Brasil. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. políticos. 7. tanto individual como coletiva. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. 9. 16. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. A Política dos MCS. A Questão da Modernidade. A Política do menor. 3. Mercosul. etc. Planos Econômicos. . 11. A Desestatização.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. elaboração de textos. LDB e Política Educacional. 8. atividades de pesquisa. 13. Política Salarial. seminários. trabalhos em grupo. organização e apresentação de seminários. A Questão Ecológica. culturais. científicos e tecnológicos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 14. 5. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. 6. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. Trabalhar com metodologia adequada. 4. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. A Dívida Externa. A Dívida Interna. Análise de conjuntura. 15.

Argemiro. Petrópolis. Ilatiaial USP.F. BRUM. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil.1988. Zahar. Buenos Aires. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. Vozes. R. Vozes. Oswaldo. Rio de Janeiro.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE. Realidade Brasileira. 1983 BIZ. Inflação e crise na economia mundial. Comunicação e poder. Vozes. Petrópolis. Livraria UNIJUI. Achimé. RJ:Editora Vozes. 1991. Régis de Construção social da enfermidade. Cristovam. 1992. 1980. 1988. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. Petrópolis. BUARQUE. Problemas do Brasil. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. São Paulo. 1980. BRAVERMAN. Cortez e Morais. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. Trabalho e capital monopolista. LTC. O e GIRARDI. Ijuí. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. Mário E. 1982. FERRI. Central Editor de America Latina AS. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. GENTILI.J. J. Vozes. Berthier. FIDENE.1993. Passo Fundo. 1984. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. 1978. Ecologia: temas e problemas. Paz e Terra. ZAMBERLAN. 1994. O Brasil no contexto da crise mundial. NEUMANN. Rio de Janeiro. K. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. São Paulo. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. I. 1985. GUARESCHI. Laurício e DALPIAS. Rio de Janeiro. visão Humanizadora. Rio de Janeiro. . SAMPAIO. 1981.1982. LADMANN. MORAIS. 1983. P. Academia. POA.1974.

Highways. 2.Foundations. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler. 4. The modals. . . . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa. Comparative and superlative constructions.Home heating and air conditioning. Reading different kinds of texts: advertisements. Comandos. conjunctions. . personal and demonstrative pronouns. . com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário. 5. Verbs: basic notions about verb tenses. . 7.Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. tables. . interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil.Transportation. Water control .Energy sources. .Construction. diagrams.Civil engineering and engineering studies.Structures. . 6. . Elements of textual cohesion: articles. articles from technical books. . Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. 3. .Concrete. Dictionary usage. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. Basic general English and technical vocabulary.Refrigeration.Roofs.Industrial waste. .Sanitary engineering. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. newspaper and magazine articles.Computers. regular and irregular verbs. Word formation: prefixes and suffixes.

Felicity English Vocabulary in Use. Richard Engineering Information. UR. GLENDINNING. 1994. Cambridge University Press.Inc. New York: Newsweek.org/pubshom1.1990. 1994. ELLIS. Talking texts.1989.asce. Semanal. 1994. Luciane Cassela de. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS. Eric H. Cambridge University Press. Cambridge University Press.pubs. Cambridge University Press. 1933-. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. Peter Target Vocabulary. Penny Grammar Practice Activities. Marília de Figueiredo Improve Your English. Oxford University Press. NEEWSWEEK. O'CONNOR. SPEAK-UP. 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. MCCARTHY. Randal.1989.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. MURPHY. .html>. On. 1994. ELT.. Cambridge University Press. 1991. Diana Reading. O' DELL. Abril 2003. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. Adrian Negotiating. English Grammar in Use. HOLME. KITTO.1991. Raymond. GREENALL. MURPHY. Aulas no laboratório de idiomas. Michael. Barbara Learning to Learn English. Editora Ática. Disponíveis em <http:///www.1992. Rio de Janeiro: Editora Globo . Philip and PILBEAM. Mensal. New York: Penguin English. Cambridge University Press. São Paulo. Raymond Basic Grammar in Use. W. JONES. Gail and SINCLAIR.1988. GLENDINNING. Simon and PYE. SILVEIRA. New York: Longman. Michael.line Publications. WEST. Longman.

4º SEMESTRE .

Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. Equações diferenciais de ordem superior à primeira. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. Equações lineares com coeficientes variáveis. Equações de derivadas parciais. . • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo.

Equação Diferencial. Jr. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. Jr. BRONSON. Rodney C. FIGUEIREDO. Sergio A. Wilson C. EUSP. ROCHA. HABRA . BASSANEZI. Equações Diferenciais e suas aplicações..RJ . Atlas . LTC . UEPG Ponta Grossa PR1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO. IMPA . McGraw-Hill . FERREIRA. Frank.SP. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. . Equações Diferenciais.SP WILLIE.1988.1997. quando for o caso. 1974. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral.1979. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. Luiz Mauro Cálculo. A . Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física.SP 1976.SP . São Paulo. ABUNAHMAN. 1978.AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame.

1. 1.9. 2.1. 2.2. Integração numérica. Zeros de uma Função. 2. realizar integração numérica.3.4. fazer interpolação. Método Numérico.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes.6. 2. Erros e Critérios de Arredondamento. Método de Newton.5. Métodos de Gauss Jordan. Processo Iterativo. tais como: Erros nas aproximações numéricas. resolver sistemas de equações lineares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1. Conceitos e Definições. Zeros de funções.2. integração numérica. Conceitos e definições: 2.Propagação de Erros. Newton-Raphson ou das Tangentes.2. 2. Método da Dicotomia ou Bissecção. 1. Iteração e ajuste de curvas. zeros de polinômios. Interpolação polinomial.8. Erros da Fase de Modelagem. 3.Erros de Arredondamento. 2.2.7.1.1.1. fazer ajustes de curvas. 2. 2.2. Teorema de Bolzano. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. 1. 1. . Processos Iterativos. Métodos iterativos. zeros de funções. 1. 1.2.3. 3.4. ESPECÍFICOS: Entender. interpolação. Introdução. 3. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias.1.Erros de Truncamento. inversão de matrizes. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo.10. 2. Sistemas lineares. sistemas de equações lineares.4. generalizar e operar com elementos. Determinação da Raiz.1. Localização de Raízes Isoladas. aproximação de funções.4. Matrizes Associadas a um Sistema.1. ZEROS DE FUNÇÕES.3. ERROS.4. Cálculo Numérico. saber quando aplicar. 1. 1. 2. SISTEMAS LINEARES. 2.1. 1. Erros da Fase de Resolução. Localização e Refinamento.3.

CLAUDIO. Sistemas Triangulares. SADOSKY. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. São Paulo: Makron Books.2. Introdução 6. Cálculo Numérico e Gráfico. 4. Introdução. Método de Euler.6. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos.3.4. 4.3.9. Algorítmo da Triangulação de Gauss. 1980. 4.2.4. Interpolação de Newton para diferenças divididas. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA.2. Interpolação Polinomial. Quadratura Gaussiana. 4. 1978. 5.7. 3 vol. São Paulo: Atlas.3. J.MARINS.1.5. São Paulo: Harbra. Método de Simpson. Luzia . Ana Flora P. 1989. 6. Dalcídio Moraes . 3.2. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. 5. Cálculo de Determinantes. 1987. RUGGIERO.5. A.1. Cálculo Numérico com aplicações. São Paulo: Atlas. Rui.3. Sistemas Equivalentes. Refinamento de Soluções. Rio de Janeiro: Interciência. Cálculo da Inversa de uma Matriz. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel. HUMES. INTERPOLAÇÃO. 3. 3. Cálculo Numérico Básico.10. 5. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO. 3. 1996. Homem. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. 4. Gomes. 3. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas.5. 2 ed.4. Inês S. 3. 5. de Castro.1. Márcia A. Método dos Trapézios. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. Método de Runge-Kutta. Leônidas Conceição. 3. 6.Determinante de Vandermonde. 3. Jussara Maria. Método de Predição-Correção. Método da Pivotação.5. MELO. 4. 6. Interpolação Quadrática . exercícios de aplicação. METODOLOGIA: Aulas expositivas.8. 3.3. YOSHIDA.1. Interpolação de Lagrange.4. Manuel. Método de Gauss e Gauss-Jordan. 5. Interpolação Linear. Cálculo numérico computacional Teoria e prática.

Cálculo Numérico. 1984.. Noções de Cálculo Numérico.Kazuko. Wagner Tunis. MIRSHAWKA. Victor. São Paulo: Editora McGraw. 1979. São Paulo: Nobel.Hill Ltda.MARTINS. .

Método dos deslocamentos. Rio de Janeiro. 5. Sistemas isostáticos Planos. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. Sistemas Isostáticos Planos. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas. 8.Linhas De Influência.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Bernardo Oliveira Miriam Marques de. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 6. 9. Ademar. • Avaliar soluções estruturais. 1972. LTC. Vigas Gerber. GORFIN. Princípio dos Trabalhos Virtuais. Rio de . Introdução à Teoria das Estruturas. Linhas de Estado 4. Traçado de Diagramas De Vigas. Sistemas Tri-Articulados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2. Método das forças. Sistemas de estruturas isostáticas. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais. 3. 7. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. Curso de mecânica. Análise de Treliças. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural.

Curitiba. SÜSSEKIND. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. José Carlos. 2001. LTC. 1979. 1971. 1980.Janeiro. . Mecânica dos Sólidos. Exercícios de estática e resistência dos materiais. Neto José de Almendra. Globo. Curso de análise estrutural. Vol 1. Timoshenko / Gere. UFRP.

Tensões admissíveis .Cargas axiais . OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS . • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Conceito .Prática 6.TENSÃO .Esforços externos/internos . Estado de tensões. DEFORMAÇÃO .Forças X Tensões .Prática 5. Normas simples.Convenção da resistência dos materiais 2.Deformação específica .Prática 3.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais.Prática 4. Torção e Flexão.Diagrama/tensão/deformação . CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Conceito .Introdução . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais. Elastotécnica: Tensões e Deformações. FLEXÃO PURA . conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais. Cisalhamento.Conceitos .Conceito . ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. TORÇÃO . ESFORÇOS AXIAIS .

RUSSELL. PISSARENKO. Ed. LTC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. TIMOSHENKO.1982. GOMES. JOHSTON Jr. Sergio Conci Resistência dos Materiais. LTC. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula.1986. Rio de Janeiro. São Paulo. ROCHA. . desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Porto Alegre. Francesco. Rio de Janeiro. Da USP.Avaliação do desempenho. Prodill. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Flávio S de Resistência dos Materiais. e LAKOVIEV. Resistência dos Materiais. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. LACERDA.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Resistência dos Materiais. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. Prontuário de Resistência de Materiais. As 3 avaliações formam a média do semestre. MATVETEV. Ciências dos Materiais. 1969. PROTEC. 1985. PROVENZA. São Paulo.1980. cumprimento de trabalhos e freqüência. 1964 NASH. Globo. . ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. Hiron R. São Paulo. LTC.- Flexão Pura Torção 7. Stepheu P. A P. Ferdinand. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. AVALIAÇÃO: . William A Resistência dos Materiais. McGraw-hill do Brasil. consistindo de participação em sala de aula. G. 1980. 1966. 3 Ed. P. Resistência dos Materiais. Mirmoscovo. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. A G. 2007. V. Rio de Janeiro. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais. McGraw-Hill. E.. SOUZA.

• Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. resenhas e atividades em sala de aula. Legislação Ambiental 8. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Tipos de poluição. sobre ele. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. Arborização urbana. Agenda 21 11. Nitrificação. usando como instrumentos de avaliação: seminário. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. Processos: Iodo ativado. relatórios técnicos. Saneamento e meio ambiente. Recursos naturais e sua utilização 5. Lagoas de estabilização. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). destinação e reaproveitamento do lixo 7. EIA/RIMA 9. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. Vegetação urbana e qualidade de vida 16. A biosfera e seu equilíbrio 3. Sistemas de tratamento de água e esgoto. buscando soluções adequadas. provas dissertativas e objetivas. Filtros biológicos. Noções Gerais de Ecologia 2. Manuseio e Tratamento do Iodo. Digestão anaeróbica. causa e conseqüências 4. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. Regiões Salubres 14. no qual atua o profissional da engenharia.Produção. Desenvolvimento sustentado 6. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. . 12. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Habitações Salubres 15. Gerenciamento Ambiental 10. Características das águas residuais na indústria de alimentos. 13. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia.

1998. ODUM. Charles T. Lúcia L. Guanabara. PINHEIRO. LP EM. São Paulo. Gestão Ambiental. DAJOZ. CARVALHO. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos. Salvador: EDUSFB. Rio de Janeiro. e outros. Legislação de conservação da natureza. As três ecologias. Suetônio. HELENE. contribuição para um código nacional ambiental.1994. Sérgio L. 1995. Eugene. O homem e seu ambiente.1983. Rio de Janeiro. Ramón e RIBAS. Fundação Getúlio Vargas. BRASIL. Ecologia. Petrópolis. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. Ecologia geral. Vozes. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Martha L. Benedito. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. Poluentes Atmosféricos.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. São Paulo. Juares Oliveira.Uma Antropologia da mudança. 2000. Makroni. MEGEE. O problema ecológico e suas implicações éticas. Paulo Afonso Soares. São Paulo: Prentice-Hall. São Paulo. Antônio. Carlos Gomes. e outros.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG. São Paulo.1992. RIO GRANDE DO SUL. Gerhard e outros. 2000. Como sobreviver a tecnologia. 1995. Rio de Janeiro. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. GOMES.1998. Rios. Félix. Introdução à Engenharia Ambiental. Diretoria de Anais . Maria E. O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. Joan de Pablo. 2000. Ática.1988. São Paulo.1983. 1978. 1995.M. Petrópolis. Ana Lúcia da F. São Paulo: Quark Book. São Paulo: USP. Porto Alegre: Assembléia Legislativa.1975. GUATARRI.1989. B. Luiz Antonio Abdala de. PEREIRA. . MOSER. Barcelona: MARCOMBO. .BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. São Paulo. poluição e impacto ambiental. Subsecretária de Editoras Técnicas. Vozes. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. estatutos.1986. Presto.P. GRALLA. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. Brasília: Senado Federal. ABES. Bragança e MONTEIRO. Introdução à Engenharia ambiental.1983. VIERTLER. JIMENEZ. Leis. Coleção Primeiros Passos. MIRANDA. Led. Ciências do ambiente Ecologia. Porto Alegre: AGE. Como Funciona o Meio Ambiente. MOTA. Lenate Brigitte. São Paulo: Scipione.Antonio Carlos da F. Legislação Ambiental Brasileira. Porto Alegre. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres. Roger. CESP. DKADE. Ecologia cultural . 2002. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública.1986. FONFRÍA A. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. MOURA. 1999.1990.. Papirus.

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

Substantivos . demonstrativos.Flexão (desinências número-pessoais.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4. HETEROGENÉRICOS 6. formativos e literários. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo.Acentuação Gráfica . contrações) . relativos. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos. permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. artigos neutro. possessivos.Ortografia • . ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . desinências modo-temporais) 7. VERBOS . gênero e grau) 5. literatura e artes plásticas. retos e oblíquos. de tratamento. ADVÉRBIOS . bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar.Artigos (subdivisão. indefinidos) 3. privilegiando o desenvolvimento da oralidade.Conjunções e conectores . Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música.Adjetivos (flexão de número. NOMES . Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano.Hetetotônicos 2. enfatizando a produção de textos descritivos.Pronomes (pessoais.Auxiliares e regulares . Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua.Divisão Silábica • . NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: .

Mucho Español para brasileños.2000. Moderna. Suely Fernandes & MAURE. Maria Angélica. São Paulo: Moderna. 2000. 1991. 1999. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. Felipe B. Partir-se-á sempre de textos. São Paulo.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos. analise os itens gramaticais. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10.A Dicionário básico de la lengua española. A & ALFARO. Esther Maria. discussão e resolução de problemas. com base nos textos. 1998. Gonzáles. HETEROSSEMÂNTICOS 11. Nerman. atividades de reflexão. MILANI. Prova escrita. Scipione. Angélica. atinja a compreensão e interpretação e. La Literatura en los textos. Edelso. Sociedad General Española de Liebraria S. O professor oferecer a condições. Curso de lingua Y cultura Hispânica. Walter Gustavo. São Paulo. Hacia el Español. NARI M & MELLO.8. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. HERMOSO. BRUNO. Español sin fronteras. São Paulo: Saraiva. Adda. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. 1998. GARCIA. Josephine Sánchesz. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. Gramática de Espanhol para brasileiros. Curso Prático.Compreensão . Fátima Cabral & MENDONZA. Madrid.Estudo do Vocabulário . a aprendizagem centrada no aluno. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. Sanchez M. Gramática de Espñol lengua estranjera. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES. OJO com los falsos amigos. PEDRAZAJIMÉNEZ. . LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS .

5º SEMESTRE .

Linguagem avançada para a engenharia.Utilização das ferramentas de desenho . LTC .Utilização de recursos 3D 2. Dominando o Auto Cad. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA. Manuais do usuário dos Softwares. OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. . análise e dimensionamento específicos da área de engenharia.Definições fundamentais .Menus suspensos .Preparação da área de trabalho . AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas. Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. aulas com recursos áudio visuais (canhão).Conceitos . 1999. 955p.Traçado de cotas . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Autocad . Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3.Impressão e plotagem . b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório.Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4.Seleção e edição de objetos . G.A área de trabalho . aulas práticas de laboratório.

Atlas.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. 1994. D. C. Ed. Cálculo Numérico Computacional. .

Lei de O hm. Lei de OHM 1.1.1. Luminotécnica 10. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula.1. Capacitadores. Circuitos de correntes alternada 2. Circuitos monofásicos e trifásicos 4.3. Dispositivos de comandos dos circuitos 8. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas.2. . Condutores elétricos. Resistivos. Geradores.3. Circuitos de corrente contínua 1. Associação de resistores 1. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais.1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Leis de Kirchdhoff 2. Série 1. indutivos 2. Circuítos de corrente alternada.2. Mista 1.1. fator de potência e corresão de fator de potência 5.1. Impedância 3.1. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos. Motores. Transformadores e Motores-instalações 9. Instalações elétricas 5. Trabalhos em grupo e individual. Paralelo 1. capacitivos. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua. Comandos elétricos. Lei de Kirshoff. Potências em CA.

Circuitos elétricos. e KUN. Livraria Freitas Bastos. L. Teoria básica de circuitos. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário. E. VALKENBURGH. A. B. Guanabara. et al.1968. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. V. Manual prático do eletricista. Dragão. Porto Alegre. 1976. Bestseller. Rio de Janeiro. C. São Paulo. Globo. C. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas.1975. São Paulo.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. QUEVEDO. 1974. P. A.1975. FALCONE. S. PAGLIARICCI. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. A. Eletricidade básica. Hemus. São Paulo. São Paulo. C.1977. Guanabara Dois. 1975. 1979. Globo. DAWES. Eletrotécnica geral. Eletricidade básica.1977. São Paulo. MARCUS. Porto Alegre. C. Rio de Janeiro. L.1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. Companhia Editora Nacional. M. MOTTA. .

Caso geral 7. consistindo de participação em sala de aula. • Características Geométricas. Flexão oblíqua simples. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. Resistência e deformações combinadas.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. • Verificar seções. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Análise Estrutural 3. cumprimento de trabalho e freqüência. Flexão simples e cortante/aplicação 4. Flexão composta/aplicação 5. Avaliação do desempenho. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. Flexão oblíqua/aplicação 6. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. Deformação por flexão. . Flexão oblíqua composta.

MATVETEV. JOHSTON Jr. ROCHA.. Mirmoscovo. PROVENZA. Rio de Janeiro. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. F. 1985. A Resistência dos materiais.1980. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. A. LAKOVIEV. A P. Rio de Janeiro. GOMES. R. 1982. LTC. . desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. Resistência dos materiais. TIMOSHENKO. G. 1964. Resistência dos materiais. Ciências dos Materiais. Rio de Janeiro. LTC. LTC. M. 3 ED. Ed. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. P. Resistência dos materiais. Prodill. S. S. C.. P. Prontuário de resistência de materiais. 1980. São Paulo. Porto Alegre. McGraw-Hill. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY.1986. 1969. PISSARENKO. LACERDA. A. E. São Paulo. RUSSELL. McGrawhill do Brasil. da. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. NASH.. São Paulo.• • As três avaliações formam a média do semestre. PRO-TEC. S. Globo. F. Resistência dos Materiais. Resistência dos Materiais. H. G. de. F. Da USP. 1966. V. 2007. W. SOUZA. Resistência dos Materiais.

primeira lei da termodinâmica. ESTÁTICA DOS FLUÍDOS .Variação da pressão com a profundidade . vetoriais e tensoriais .Volume de controle 7. OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.Tensão em um ponto .Equação da quantidade de movimento . Estática dos fluídos. TENSÃO EM UM PONTO .Quantidades escolares.Fluido incompreensível . LEIS DA FLUTUAÇÃO .Volumes de controle e sistemas .Pontos de vista.Coeficiente de viscosidade 3.Atmosfera padrão .Propriedades do tensor das tensões. Transmissão de calor. Escoamento dos fluidos.Relação entre solução por sistema e . LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . gradientes 4. FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO .Forças e contato com um fluído confinado . Quantidade de movimento. LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON . Equações de estado. ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento.Fluidos e o contínuo 2.Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE .Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. Aceleração da partícula . Calor e trabalho . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6. Hidroestática.Campo de velocidade . Ciclos termodinâmicos. segunda lei da termodinâmica.Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) .

São Paulo. São Paulo. Gordan J. Guanabara Koogan. Fenômenos de transporte. PITTS. Alan T. Mecânica dos fluidos.1985.Entalpia . J. R. SISSOM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. .. Bliicher. V. Sonntag e RICHARD. Rio de Janeiro. WYLEN. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. Rio de Janeiro. McGraw-Hill do Brasil. São Paulo. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12. São Paulo. Mecânica dos fluídos.1988.Processos reversíveis e irreversíveis . 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . D. Fundamentos da termodinâmica clássica. 1982. Robert W.energia interna . M.Regime permanente e regime uniforme . E.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9.1993.A.Substância pura .Equilíbrio de fase . M Necati. ZISIK.conservação de massa 11. São Paulo. McGraw-Hill. MCDONALD.1973. Guanabara. como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais.1975. Introdução à mecânica dos fluídos. SHAMES. TRABALHO E CALOR 10.. Manual de hidráulica.Momento da quantidade de movimento 8. ÁLVAREZ. Transferência de calor: um texto básico. realizados exercícios em sala de aula. G. E.1981. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. L. Blicher. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . STREETER. Blücher. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA .

Princípios físicos. INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Câmaras fotogramétricas e filmes. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. Interpretação aplicada ao planejamento regional. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. Critérios de Fotointerpretação. Sensores remotos.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação. PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. Estereoscopia. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3.

Orientação de um par estereoscópico 6. de 10 de julho de 2001. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. L. S. que estabelece diretrizes gerais . C. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. 1993. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. KIRCHNER.. SCHOENINGER. 1986.. Fundamentos para Fotointerpretação. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. SIG . Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. E. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. Elementos de Interpretação fotográfica. trabalhos práticos. F. WATZLAWICK. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11. LOCH. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. 10. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. F. 2007. Florianópolis: Editora da UFSC. P. Câmara dos Deputados. F.257. Guarapuava: Editora da Unicentro. R. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7.

B. J. SAASTAMOINEN. Apostila. Cartografia y levantamientos urbanos. Brasília: Câmara dos Deputados.da política urbana e dá outras providências. São Paulo: Nobel. 273p. Ceurio de. H. 3. MARCHETTI. Gilberto J. C. OLIVEIRA... (1987). J. 1ª Parte e 2ª Parte. 1979. Springer-Verlag. IBGE. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR. Rio de Janeiro: IBGE. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação. Delmar A. . New York: Inc. Curso de cartografia moderna. CHRZANOWSKI. Coordenação de Publicações. 1977. Dirección General de Geografia del Território Nacional. e GARCIA.1988. Introdução à Geodésia Geométrica. Noções básicas de cartografia. BLACHUT.ed. GEMAEL. Rio de Janeiro:IBGE. A. 2005. T. (1999).

Movimentos de massa. fundações de edifícios e problemas geotécnicos. MINERAIS E ROCHAS . revestimento e calçamento 6. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas.As rochas . Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. SOLOS . obras subterrâneas.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental.Pedra de cantaria.Agregados e blocos de rochas .Durabilidade das rochas 5.Conceituação de Geotecnia. químicas e mecânicas . OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil. Rochas e sua utilização. INTEMPERISMO .Apresentação da disciplina . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Idade da terra . sua origem. Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções. químicos e biológicos .Rochas metamórficas 4. Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica. Mapa geológico. formação e evolução. barragens. Estruturas geológicas. Mineralogia.Estrutura e constituição da crosta terrestre. 3.Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico .Rochas sedimentares . Estrutura da Terra.Os minerais .Propriedades físicas. peso e massa .A utilização de rochas na construção civil .Processos físicos.Rochas ígneas . Águas subterrâneas na geotecnia.Forma e tamanho . INTRODUÇÃO .Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada . Prospecção geológica para estradas.Volume. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO .

ESTRUTURAS GEOLÓGICAS .Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 4. 1998.Propriedades físicas . 342 p SCHUMANN. 487 p. S. São Paulo : Companhia Editora Nacional.ed. S. UFSM. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8.Composição dos solos .L. A. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . 1967. Rochas do Brasil.Conceito . 284p.Classificação pedológica e geotécnica 7. ed.N.Planalto . Carlos. 291p. visitas técnicas e seminários. e ampl. C. 223 p. 149 p. técnólogo e estudantes.M. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. T. ERNST. LEINZ. UFV. KIRSCH. Viktor..periódico . M. TAIOLI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. 1972. São Paulo: Edgard Blücher. G. DE.A. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. POPP. M. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. Introdução à geologia de engenharia. rochas.. 5. FONTES. Santa Maria. 162 p. OLIVEIRA. ABGE. ABMS/ABGE .C. São Paulo: Companhia Editora Nacional. MACIEL FILHO. Decifrando a Terra. Rio de Janeiro: São José. Introdução ao estudo de minerais e rochas. rev. João Ernesto de Souza. 2. Viktor. FAIRCHILD. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2000. CPRM. São Paulo. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. Mineralogia e geologia. Helmut. 1971.Diaclases . UFV. 1985. Geologia de Engenharia. Geologia geral. Oficina de Textos. BRITO. 1994. gemas. E. Geologia geral. M. ed. Rochas e minerais: minerais. 3.Depressão Periférica . ed.. Mineralogia aplicada: para engenheiros. W.Falhas 9.Escudo . Rio de Janeiro : Ao livro técnico. São Paulo: Polígono. TOLEDO. João José. Minerais e rochas.R. W. CAMPOS.Dobras .Solos e Rochas . F. 1962. ed. Walter. 1974. 376 p. José Henrique. 5.. em grupo e/ou individual. Guia para determinação de minerais. TEIXEIRA. MINETE. POTSCH. 310p. 1997.

Traços .Ensaios de laboratório 5.Ensaios de laboratório 2. ADITIVOS E ADIÇÕES . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil.Miúdos e graúdos .Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS . ARGAMASSAS . solos e gases. Argamassas e Aditivos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Aglomerantes. Agregados.Ensaios de laboratório 4. Ensaios de laboratório.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.Dosagem .Propriedade das argamassas .Gesso .Cimento .Através de águas.Processos de fabricação . .Tipos. propriedades e utilizações .Ensaios de laboratório 3. • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. GLOMERANTES .Tipos . AGREGADOS .Cal .Preparo . AGENTES AGRESSIVOS .Propriedades dos materiais cerâmicos .Processos de fabricação .

1995. SILVA. Propriedades do concreto. dissertações de mestrado e teses de doutorado. São Paulo. M. E. Porto Alegre.Estrutura. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. 1991. quadro e data show. propriedades e materiais.. BAUER. Editora PINI. MONTEIRO. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. F.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. PINI. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3). A . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. São Paulo. A. de campo e de laboratório. P. Materiais de construção. Ed. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). . 1995. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. NEVILLE. SILVA. São Paulo.F. K. 1994. Editora PINI. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER. Manual Prático de Materiais de Construção. São Paulo. PINI. P. Editora PUC-EMMA. Normas Técnicas da ABNT. M. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA. Materiais de Construção. São Paulo. Concreto . LTC Editora. Editora PINI. R. 1988. 1997.. Rio de Janeiro. E. Ed. Editora PINI. Materiais de construção. 1975. L. VERÇOSA. utilizando retro projetor. São Paulo. A. P.

6º SEMESTRE .

As micro-empresas .Direitos e garantias fundamentais 2. . OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos.Extinção do contrato de trabalho . classificação e história . DIREITO DO TRABALHO . uma tomada de contato com a legislação em geral. FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL .Os atos de comércio. ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções. tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Serão estas. com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. DIREITO CIVlL .Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos.Constituição: conceito. marcas. comercial. DIREITO COMERCIAL . • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica.O contrato de trabalho .Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 .Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.Fatos e atos jurídicos .A personalidade jurídica da sociedade comercial .Os direitos do trabalhador na constituição federal .Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes. o comerciante e as sociedades comerciais . especialmente. administrativo e direito trabalhista.Aposentadoria 4.Títulos de crédito: conceito e classificação 5. às ligadas à futura profissão. conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos. e transferência de tecnologia .Extinção da empresa . aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. registros.Relações de parentesco e pátrio poder 3. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos.Patentes. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO .Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria .Os principais tipos de sociedades comerciais . direito civil.

1992. São Paulo. Forense.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). Gilberto Vieira. Maria Helena. Manual de elaboração de contratos e documentos. São Paulo. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. São Paulo.CLT. Revista dos tribunais. Forense. Orlando.1996. GOMES. São Paulo: Saraiva. Paulo Dourados de. Sagra. Saraiva. 2002. LUIZ. Ruy Samoel. São Paulo. Código Civil Anotado. 2000. Brasiliense. Introdução ao estudo de direito. . Introdução à ciência do direito. GUSMÃO. Miguel. DINIZ. Dalmo. 2002. O que são direitos da pessoa. 2000. Lições preliminares de direito. Valdemar Pereira. MONTORO. REALI. 2000. Saraiva. São Paulo.1994. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. Rio de Janeiro. São Paulo.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . Conceito de Princípios Constitucionais. ESPINDOLA. Introdução ao estudo do direito. Direito e Legislação. André Franco. Rio de Janeiro. Revista dos Tribunais.

Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Húmus. Projeto elétrico 1. São Paulo.1987.510 .2Comercial 2. Ademar Bitencourt. NORMAS TELEBRÁS. Afonso. AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. Discubra.308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. motores elétricos.2000. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. São Paulo. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. Instalação elétrica. • Tomar contato com as noras técnicas. Desenvolvimento de um projeto elétrico. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. McGraw-Hill do Brasil.1990. Iluminação e instalações domiciliares. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA.310 . Eletrotécnica. COTRIM.710 .1985. Manual de instalações elétricas. Porto Alegre. Instalações Elétricas.710 . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. Hélio. . SPT no 235 .306lRS SPT no 565 . 1988. Instalações elétricas prediais. Globo.500/RS SPT no 565 . MARTIGNONI.1Residencial 1. Instalações elétricas de baixa tensão. Alfonso. Paulo Ribeiro. 1998. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Porto Alegre. ABNT. São Paulo.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. São Paulo. MARTIGNONT.6O2/RS SPT no 565 . Rio de Janeiro.

Globo. Globo. Interciência. João Luis Escosteguy. Conceitos de trabalho. J.. MERINO. 7. Método das forças. Método da carga unitária. José Carlos. VI. 3 TIMOSHENKO. vl. Análise matricial. Teorema dos trabalhos virtuais. Método dos deslocamentos. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. Princípios energéticos. José Carlos. 1979. Método das forças. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. Principio dos trabalhos virtuais. Curso de análise estrutural.vol. 2001. 2 SÜSSEKIND. 1982. • Interpretar comportamento de estruturas. 2.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. . Princípios energéticos. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. GERE. Mecânica dos Sólidos. • Avaliar estruturas hiperestáticas. Curso de análise estrutural. Vol 2. 3. 1979. S. Fritz. 5. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. 6. 4. Deformações devido à variação de temperatura. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais.. Método dos deslocamentos.vol. SÜSSEKIND. Construções de Concreto. Processo de Cross.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER. Análise de Estruturas Reticuladas. G. .

Produtos betuminosos 15. Dosagem dos concretos . Madeira 13. . A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Agregados para o concreto 3. quadro. Concretos. Metais em geral 12. comparando com a teoria estudada.método IPT 6. Controle tecnológico do concreto 10. utilizando retro projetor.patologia e terapia das estruturas 9. Estrutura do concreto armado . visitas técnicas. Produtos Betuminosos. data show ou canhão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. lançamento e cura dos concretos 8. adensamento. Concreto endurecido 5.método ABCP ou ACI 7. Dosagem dos concretos . de campo e de laboratório. Tintas 14.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural. Produtos siderúrgicos 11. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Introdução ao concreto 2. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Ensaios de laboratório. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. Preparo. Madeiras. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. Materiais plásticos 16. Concreto fresco 4.

2000. GIAMUSSO. Concreto/ Estrutura. Propriedades do concreto. C. P. Porto Alegre. . RIPPER. C. Editora PINI. 1995. São Paulo. Editora PINI. Editora PINI. São Paulo. Editora PINI. P. dissertações de mestrado e teses de doutorado. 1992. BAUER. Editora PINI. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. VERÇOSA. A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. E. S. SILVA. São Paulo. Concreto de alto desempenho. SILVA. New York. Concrete Materials And Structures. D. E. Ed PINI. P. Manual prático de materiais de construção. São Paulo. Editora PINI. C. Editora PINI. HELENE. M. Tese (Doutorado). Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Editora PUC-EMMA. 1991. P. São Paulo. F. 1997. Cambridge University Press. propriedades e materiais. Roberto de. Ed. R. São Paulo. M. USP. E.. Editora PINI. Manual de dosagem do concreto. Materiais de construção. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos.NT da ABNT DAL MOLIN. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. PINI. Editora PINI. 1995.. A. O'REILLY DIAZ. Falcão Materiais de Construção. 1989. P. 1994. Editora PINI. TERSIAN. MEHTA. A. Manual do concreto. K. Princípios básicos sobre concreto fluído. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. L. WILBY. 1975. 1991. São Paulo. NEVILLE. São Paulo. V.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. São Paulo. 1996. 1988. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. 1995. 1994. C. Materiais de construção. 1998. São Paulo. Tecnologia de Edificações. Rio de Janeiro. São Paulo. SOUZA. LTC Editora. 1994.

1 Viscosidade.9 Diagrama de Stanton-Moody 2.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2.12 Cálculo de potência de bombas 2.4 Canais 2.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1. velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão. • Dimensionamento e seleção de bombas. Movimento Uniforme em Canais. densidade.6 Número de Reynolds 2.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão. aulas práticas. • Determinação de vazão.1 Escoamento em regime permanente 2.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . Reservatórios Projetos e Instalações.Hidrodinâmica 2.10 Perda de carga em dutos 2. pressão 1. Barômetro 1. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.8 Equação universal da perda de carga 2. aulas de exercícios.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas.6 Força resultante em uma superfície submersa 1. Escoamento de Fluidos .3 Medidores de Pressão: Manômetro.2 Equação de bernoulli 2. Movimento Variado em Canais.Hidrostática 1.5 Condutos sob pressão 2.11 Perda de carga Localizada 2.3 Orifícios e Bocais 2.8 Comportas e Barragens 1. Fluidos em Repouso .

Introdução a Mecânica dos Fluidos. Alan T. SHAMES Irving H. LTC. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. R. LTC. Makron Books. Mecânica dos Fluidos. D. McDONALD. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. GILES. Volume 01. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. Ronald V. Física. . Robert W.Edgard Blucher Ed. 02. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. HALLIDAY.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01].

Ligação . Computação voltada a estrada.Reconhecimento terrestre .Radiais . • Locar uma estrada em campo.Classificação segundo a sua orientação .Importância .Reconhecimento ou anteprojeto .Longitudinais . Aulas Práticas.Secções transversais . ESTRADA .Determinação dos volumes de corte e aterro . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Distância média de transporte e momento de transporte .Exploração ou projeto . • Projetar uma estrada.Sistema arterial .Classificação Funcional .Cálculo das áreas das secções transversais . Locação e Fiscalização.Reconhecimento terrestre . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA .Diagonais .Transversais . OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas. • Fases do estudo de uma estrada.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias.Greide . Cubação de volumes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Perfil longitudinal . Greide de uma estrada.Cálculo do diagrama de Bruckner . Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada.Exploração aerofotogramétrica 3. Lançamento dos eixos.sua importância e classificação . Projetos geométricos.Sistema coletor 2.Reconhecimento aerofotográfico .

Coordenadas XC e YC .Ângulo central .Equação da superelevação .Elementos constituintes de uma curva circular simples .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Locação por coordenadas 6. CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Comprimento da curva de transição . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Elementos da curva de transição .Tipos clássicos de transição .Cálculo de todos os elementos .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5. DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Distribuição da superelevação .Tipos de transição .Ângulo central a espiral . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Locação de uma curva de transição 10.Deflexão por metro .Distribuição da superlargura 8.Normas .Tipos de concordância vertical .Grau de curva . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .4.Cálculo completo de uma curva de transição .Finalidade . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Locação de curvas circulares .Equação da superlargura .Projeto de uma curva circular .Função da superlargura .Normas 7. NORMAS .Raio da curva e raio mínimo .Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) .Finalidade da curva de transição .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Objetivos das normas e classificação técnica .Locação por flexão acumulada .Equação da espiral .Estudo da superelevação .Tangentes .

Hemus. M. São Paulo. FRAENKEL. Renato G. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. de A.P. trabalhos práticos. OLIVEIRA. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Raphael do Amaral. Topografia Prática: Tratado da Clotóide. Wlastermiller de. Bonjarmin B. Rney Chich. Rio de Janeiro.. FONTES. Estradas de rodagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. 2 ed. 2004.1975. Projeto geométrico.T. São Carlos: Rima. INFRAESTRUTURA 12. Luiz Carlos A.1979. Porto Alegre.Nota de serviço para estradas 11. Salvador.1995.1980. LIN. Centro Editorial e Didático da UFBA. Multilibri.1980.. Porto Alegre.1980. Projeto Geométrico de rodovias. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.1977. Rio de Janeiro. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos.Cálculo de curvas verticais . PIMENTA. Grêmio Politécnico. dialogas e com unidades teóricas. Grêmio Politécnìco.1966.R. Rio de Janeiro. SENÇO. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN. Curso de estradas. C.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas . Engenharia rodoviária. LTC. Projeto de estradas. Guanabara Dois. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Harry R. MICHELIN. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. Engenharia de Estradas. São Paulo. . CAMPOS. Pacheco de. M.

Proctor Normal .Plasticidade e consistência dos solos .Classificação dos solos 4. Granulometria dos solos. COMPACTAÇÃO DO SOLO . Permeabilidade e porosidade. • Seus índices físicos.solo . • Os sistemas de classificação dos solos.Estrutura dos solos . Propriedades físicas e químicas dos solos. • Suas propriedades de compacidade.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.Formação do solo . ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . Pressão e Tensões do solo. Exploração do subsolo. • Suas propriedades de compressibilidade e resistência. Plasticidade e consistência dos solos. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo. Adensamento e recalques do solo. • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS . Índices físicos dos solos.Proctor Modificado . ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos.Compacidade dos solos .Textura dos solos . Compactação do solo.definição . • Suas propriedades de consistência e plasticidade. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico. Resistência ao cizalhamento do solo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Proctor Intermediário . FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos.Tipos de solos 3. Estruturas dos solos. • Sua textura. Compressibilidade. Textura dos solos.Índices físicos dos solos .

Cálculo de recalques em solos argilosos 7. New York.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6.Pressões devidas ao peso próprio do solo . Apresentação individual de trabalhos em seminários. COMPRESSIBILIDADE . São Paulo : Grêmio Politécnico. 1979.ed. McGraw-Hill do Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO.Capilaridade dos solos . PINTO.R. AS. J. 1967. Mecânica dos solos e suas aplicações. E.A. C.Pressões devidas às cargas externas 8.W. .J. Rio de Janeiro.A.V. HIDRÁULICA DOS SOLOS . Limusa Wiley. CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. DE S..K. M. WHITMAN. H. RALPH B. São Paulo. 2000.. 1983. 137p. 1977. T. São Paulo. New York : John Wiley & Sons. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. PINTO. Soil mechanics in engineering practice 2.Compressibilidade por adensamento . 729 p. R. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO. 1983.Permeabilidade dos solos . PECK. Introdução à mecânica dos solos. Soil mechanics . LAMBE. Oficina de Textos. TERZAGHI. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO . aulas de laboratório.R.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.SI version.5. John Wiley and Sons. John Wiley and Sons. J. ed. ORTIGÃO. LTC. 1983. RODRIGUES. 1979. KARL. México. Curso básico de mecânica de solos. New York. exercícios e seminários.P. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. Fundamentals of soil behavior. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO . AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. 1972. VARGAS. Mecánica de suelos. MITCHELL.

Estereofotogrametria. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário. Recobrimento aerofotogramétrico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7. Métodos Fotogramétricos de Restituição: .Fotogrametria Pioneira. . . Princípios de restituição e fotogramétrica. Tipos de estereoscópios. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. . Princípios Básicos de Fotogrametria . Características Básicas de Obtenção das Imagens 9.A Câmara Fotográfica. Fotointerpretação. .Orientação Interior.Fotogrametria Digital.Fotogrametria Analógica. . Histórico da Fotogrametria . Noções de aerotriangulações.A Câmara Fotogramétrica. 6. . ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais. Introdução 2. 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais .Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. .Radiação Eletromagnética. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10.Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades. . Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. 4. Noções de Sensoriamento Remoto.Orientação exterior (relativa e absoluta). Processamento Digital de Imagens 8.Fotogrametria Analítica.

2a Ed. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Placidino M. São Paulo: Editora Edgard Blücher. Fotogrametria. 1989. Campinas.Tipos de Grade de um MDT 13. Porto Alegre.. NOVO. Ed. Brasil: 1998. Brasil: 1993. Carlos e LAPOLLI. Brasília. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. CRÓSTA. Brasil: 2000. Fotogrametria. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. e FAGUNDES. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. ANDRADE. T34-304 Manual Técnico. Evlyn. Paulo E. Bittencourt de. 1991. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. Unicamp. Florianópolis: Editora da UFSC. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. M.Restituição Digital. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Fotogrametria Básica. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . Edis Mafra. Geração de Orto-imagens 14. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. trabalhos práticos. TAVARES.Conceito Inicial . Rio de Janeiro. ANDRADE. Instituto Militar de Engenharia. Brasil: 1997. 11. Brasil: 1984. Exército Brasileiro. Álvaro Penteado. 1992.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . SBEE. J. dialogadas e com unidades teóricas. Fagundes. Aplicações 12. Curitiba. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Dinarte Francisco Pereira Nunes de.

7º SEMESTRE .

1 Antecedentes da Legislação Profissional. 3. 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2. Exercício profissional.1 A Constituição Federal e o Diploma. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional.5 Ignorância e Responsabilidade. 3.194/66.2 Definição da Ética. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4. 4.2 Atribuições Profissionais . 1.8 Coação Externa e Responsabilidade. 1. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia. . OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente.4 Uma Leitura Histórica.Aprovado no III CNP. ÉTICA PROFISSIONAL 1. 3.7 Estatuto do Sistema . 3. SISTEMA PROFISSIONAL 3.4 Responsabilidade Moral. filosofia e política da legislação. 1. 4.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. 1. 4.3 Subsistema de Relações Sociais.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais. 2.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional.2 Subsistema de Relações Trabalhistas.194/66. Leis correlatas e anexas. 2. 1. 1.5 Uma Proposta. 1. Ética profissional e sanções disciplinares. 4.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5.6 Constituinte do Sistema. 4.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos.Histórico. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão.3 Ética Profissional.4 Lei Federal 5. 3.1 Subsistema de Formação Profissional. 1. 4. 2.9 Comportamento Ético Profissional.1 Objetivos da Ética.7 Coação Interna e Responsabilidade.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5.6 Liberdade e Responsabilidade. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.

8 Direitos Patrimoniais. set. 5. 5.1988. Lei nº 8. Código de Defesa do Consumidor.5 Importância da ART. Frederico. 5.4.1 Profissional. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9.4 Remuneração. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. 9. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.3 Poder Público.1 Quando Utilizar? 9. 6.6 Direitos Autorais. Gilberto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL.3 ART x CREA.2 Área de Arquitetura. Ética e Nicômanos. 6.078. 5.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. datashow. 5. Ed.1 Erro Ético.4 Área de Engenharia Industrial. 5. Arquitetura e Agronomia. FISCALIZAÇÃO./1990. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7. 5. Brasília. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6. 6.1 Resolução. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia. 9. 7.5 Área de geologia e Minas. Estudos de Caso. Ed.3 Área de Engenharia. 9. Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Apresentação de seminário.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. 9. Informativo .1985. Constituição da República Federativa do Brasil.4 ART x Profissional. Univ. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. 8. 5. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação.2 Cliente. Trabalho escrito em grupo.vídeo). O Exercício Profissional e a Nova Constituição. Simone Brião do. ARISTÓTELES. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. 2002. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. BUSSINGER. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais.7 Direitos Morais do Autor.1 Tabela de Notificações. 6.

Propriedade Industrial.CONFEA. nº3. FLORES. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul. CONFEA. 1988. Frederico. Brasília. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio.ed. . Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. 1999./1994. Leis: Decretos e Resoluções. 1990. Out. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. José Ubirajara. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia.1989. Jornal do CREA/RS. BUSSINGER. 1989. CONFEA.3. Destaques da Legislação Básica. Comissão Executiva CREA/RS. 1987. Atribuições: Conceitos de./ Nov. CREA/RS. Rio de Janeiro. Arquitetura e Agronomia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. Riscos ambientais 3. Normalização e Legislação específica. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. Segurança nas diversas etapas construtivas. Estatística e Custos dos Acidentes. 11. utilizando retro projetor. Estudo da NR-18.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho. Agentes ambientais 4. Segurança no Projeto e Construções. Normas regulamentadoras para a construção civil. 13. Histórico e estatística dos acidentes 2. Fundamentos de Segurança. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre.1 Desenvolvimento de Projeto 14. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. 12. 10. EPI 7. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. equipamentos e meio ambiente. Higiene do trabalho 5. projetos. Ferramentas manuais. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. 8. Higiene do Trabalho. quadro e Data Show. Levantamentos ambientais 6. . OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. Segurança em projetos. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Noções de Primeiros Socorros. máquinas. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. Plano geral de segurança 9. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho.

Equipamentos de Proteção Individual. 1994. Ed.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. 1980. São Paulo. São Paulo. Manual da aplicação da NR-18. CLT FUNDACENTRO. (peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. Rio de Janeiro. ZOCCHIO. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. Ed. PINI. SAMPAIO. ROUSSELET. Ed. Brasília. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. FUNDACENTRO. T. São Paulo. MTb. MINISTÉRIO DO TRABALHO. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. Segurança e medicina do trabalho. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. Brasília. 2000.. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. 1996 ABNT. Ed. Normas de prevenção de incêndio. Edison as Silva. FUNDACENTRO. apresentando técnicas de proteção recomendadas. 1998. Normas Regulamentadoras. 2003 Normas Técnicas da ABNT.Seconsi. Atlas. G. José Carlos de Arruda. YAMADA. A. 1997. São Paulo. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . Atlas.

Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas.6 Vigas c/ altura definida 2.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado.1 Revisão da Flexão Simples 2.5 Zona comprimida 2. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região.2 Vigas em CA . Comportamento das estruturas de concreto armado.7 Armaduras mínimas 3. Princípios básicos da verificação e da segurança. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. flexão simples. torção.3. Flexão e Cisalhamento 2. Conhecer os materiais em usados em CA. Tirantes 6. Introdução ao CA 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Compressão simples 3. É apresentada um pequeno prédio modelo. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações. Conhecer os estados limites das estruturas em CA. flexão composta. . constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo. Normas para Concreto Armado. Dimensionamento à torção.4 Cisalhamento em CA 2.2 Detalhamento construtivo 4.1 Pilares 3.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Detalhar a armadura das estruturas. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.Dimensionamento 2.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2. compressão simples. Caso geral (Casa) 5.

Ed. Hormigón Armado. . Guanabara Dois. NBR 7480 . B. cumprimento de trabalhos e freqüência. consistindo de participação em sala de aula. Souza. GARCIA. Rio de Janeiro 1998. CABRE F. MESEGNES A. NBR 6118 . J.solicitações normais.V. C. P. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. McGraw-Hill Do Brasil. MARAN. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. P. J. Concreto Armado. Estruturas de Concreto Armando . Pini SP 1995. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno.Projeto e execução de obras de concreto Armado.Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. LAURO M. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. GUERRIN. Nobel Editora. As 3 avaliações formam a média do semestre. A.M & Cunha. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO. .• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. Nov 2003 NBR 6120 . MONTOYA P. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. FUSCO. Lajes em concreto armado e protendido.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações. Avaliação do desempenho. dos. M. SANTOS. Cálculo do Concreto Armado.. Barcelona. 1987.

relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. Supra estrutura. 9. Alvenarias. utilizando retro projetor. 8. 4. Supra-estrutura de obras de construção civil. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Terraplanagem. visitas técnicas. data show ou canhão. 7. Impermeabilizações. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. Estudo das fundações. Revestimentos. Instalações elétricas. 5. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Instalações. 10. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7).Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. 12. Infra estrutura. levantamentos e instalações provisórias 2. Fôrmas. Revestimentos. Infra-estrutura de obras de construção civil. 13. Movimento de terra. quadro. 11. o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). de campo e em laboratório. Trabalhos preliminares. 3. Execução de contrapisos. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. . Marcação de obras. Argamassas. Alvenaria. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7).

Caderno de encargos. SOUZA. R. Espanha. Ed.. Bookman. São Paulo. HIRSCHFELD. 1999. Revistas e publicações técnicas. Editora Gustavo Gili. YAZIGI. 3. 1998. São Paulo. propriedades e materiais. E. 2000. RIPPER. 1999. PINI. FRANCIS D. conforme NBR 9575. São Paulo. Madrid. São Paulo. Artigos técnicos. 1994 PIRONDI. Edição. MONTEIRO. de. Zeno. Editora PINI. Técnicas modernas de construção. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Concreto . CHING. Editora PINI. São Paulo. M. P. R. H. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. 1994. W. 1988. Editora PINI. Editora PINI. CETOP. dissertações de mestrado e teses de doutorado.estrutura. K. Editora PINI. 1996. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. F. Tecnologia de edificações. . H. Divisão de edificações do IPT. 1988. 1988. P. M. K. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. São Paulo. C.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. 2002 CHUDLEY. A técnica de edificar. Atlas. Editora PINI. Manual de construcción de edificios. DIVERSOS. Técnicas de Construção Ilustradas. MEHTA. Como evitar erros na construção. São Paulo. Portugal. São Paulo.

2 Estimativa de consumo 2.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3. Instalações prediais de esgoto sanitário. Instalações elevatórias prediais. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2.3 Capacidade dos reservatórios 1. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias.1 Introdução 1.1 Introdução 3.2 Colunas e barriletes 1. Instalações prediais de água quente.3 Sucção e recalque 1.4 Dimensionamento 1.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre.4. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3.4 Aquecimento central 2.5 Instalações de recalques de água 1. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1.1 Introdução 2. Instalações de construção de fossas sépticas. e contando-se para isto.1 Sub-ramais e ramais 1.4.3 Aquecimento elétrico e a gás 2. .Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria. Instalações prediais de combate a incêndio.4. Instalações prediais de águas pluviais.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1. Instalações prediais de gás.

1979. Hélio. São Paulo. Instalações prediais de esgotos sanitários. ABNT. Instalações hidráulicas e sanitárias. 1991. LTC. ABNT. Nelson Gandur. Eugênio e BLUNDI. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. ABNT. 1984. Instalações prediais de esgotos sanitários. Rio de Janeiro. Luiz et al. ABNT. Instalações prediais de água fluviais. Carlos E. NBR . Instalações prediais de água fria. CAMPOS. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. EUSP. 1959. São Paulo. LTC.Apresentação do projeto hidro-sanitário. 1982. São Paulo. 1991. José Roberto. NB . EDIUSP. DACCH. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO. 1981.5626. NBR .611. 1982. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. EDUSP. Rio de Janeiro.19. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. . 1991. NB . FORESTI. Sistemas urbanos de água.1221.

Utilização de meios de Multimídia.Agregados 14. Materiais para pavimentos. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. • Calcular volumes de corte e aterro. Revisão do Projeto Vertical 3. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Sequência Real do Projeto 5. Calculo dos volumes. Construção de pavimentos. Diagrama de Bruckner 20. Projeto Geométrico e de terraplenagem. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Trabalhos de Pesquisa. Visitas a Obras. solo e brita 15. . Critérios de projetos de pavimentos. Softwares. Locação de curvas com PI Inacessível 18. Dimensionamento de pavimentos. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. Usinas de asfalto. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Locação de Projetos (aula prática) 11. Pedreiras e britadores 16. Sinalização. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Locação de Off-Sets 13. AVALIAÇÃO: Provas. Interseções (cálculo e locação) 17. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. Drenagem de pavimentos. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Estudo das curvas de nível 8. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. Projeto geotécnico. Compensação de volumes 10. Ensaios em Laboratório. Diagrama de Massas 19. Compensação de Volumes 4. Revisão do Projeto Horizontal 2. • Escolher os equipamentos adequados. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 21.

Antonio Lucio. 1999. Rio de Janeiro. PUBLICAÇÕES DNER. Pavimentação. Fglobo.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. São Paulo: Pini. Estradas de rodagem. Porto Alegre. Misturado a Frio. Manual de projetos de intersecções. 1976. Engenharia rodoviária. Porto legre. Grêmio Politécnico. São Paulo. 1982 SENÇO. SENÇO. FERREIRA. 1980. 1993. Sistemas drenantes. Projeto de estradas. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. 1979 FRAENKEL. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. UPAE. Ipiranga AS. . MICHELIN. São Paulo. Rhodia AS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Multilibri. Paulo Roberto. CAMPOS. Wlastermuller de. Raphael do Amaral. 1976. Cyro Nogueira. Rio de Janeiro. 1988. Pelo Serviço de documentação. Manual de técnicas de pavimentação. Grêmio Politécnico. 1975. Renato G. Wlastermuller de. Benjamin B. DNER.

Métodos gráficos 6. Aterros rodoviários. FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS . Terraplanagem.Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo .Teoria de Coulomb .Tipos .Retaludamento .Controle e comportamento das barragens .Obras de contenção .Filtros 5. Barragens de terra.Efeito da água 3. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO .Considerações . Equilíbrio de maciços de terra. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Muros de arrimo . BARRAGENS . INTRODUÇÃO .Geossintéticos 4. • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra. Elementos de projetos de obras de terra. ESTABILIDADE DE TALUDES .Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos.Generalidades sobre obras de terra 2. EMPUXOS DE TERRA . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra.Reconstrução de aterros .Seleção de materiais .Teoria de Rankine . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7.Métodos analíticos . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra.

Milton. São Paulo: Oficina de Textos. Rio de Janeiro: 1958. edição revisada e ampliada. Homero Pinto. Estabilidade de taludes. da Costa. . Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. Introdução à mecânica dos solos. 526p. PINTO. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. NUNES. 4 v. de Textos. São Paulo : McGraw-Hill. estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. TSCHEBOTARIOFF. Rio de Janeiro: 1961. New York: John Wiley & Sons. 1983. Rio de Janeiro: LTC. CRUZ. 2. 1978. Gregory Porphyriewitch. 509p. São Paulo: Grêmio Politécnico. J. Fundações. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. TERZAGHI.8. Paulo Teixeira da. Homero Pinto. Curso básico de mecânica de solos. C. TERZAGHI. São Paulo : McGraw-Hill. 1996. visitas técnicas e seminários. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. A.Considerações gerais . Mecânica dos solos na prática da engenharia. materiais de construção. 1962. Soil mechanics in engineering practice. Paulo Teixeira da. projeto.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 1967. Ofic. Mecânica dos solos e suas aplicações. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. 659 p. Apresentação individual de trabalhos em seminários. São Paulo. exercícios. ed. 1991. VARGAS. 2. Karl. 648 p. Karl. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. CRUZ. TERRAPLENAGEM . 1980. 2000. 1978. 100 barragens brasileiras: casos históricos. DE S.

Brasiliense. Agir. Dinamismo e inovação 6. WONNACOTT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. 1983. Instituto Liberal.Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. 1985. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. Zahar. Circulação 4. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. um tratado de economia. Ação humana. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. objeto e divisão da economia. Produção e produtividade. Introdução à economia. Seminários sobre assuntos da área econômica. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. Rio de Janeiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. São Paulo. . D. 1970. 1990. Crusius. Paul. como também os pressupostos teóricos. Ludwing. Discussão de temas atuais da economia. Introdução á ciência econômica 2. A. W e HAGUE. Rio de Janeiro. Introdução à análise econômica. Rio de Janeiro. VON MISES. Produção 3. Estrutura dos sistemas econômicos. Paul. São Paulo. STONIER. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. Necessidades e bem econômico central. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Aprender economia. C. McGraw-Hill. Circulação. Teoria econômica.

8º SEMESTRE .

Método do valor atual .Exercícios .Comentários .Tabelas .Problemas . Comparação entre alternativas de investimentos.Exercícios .Valor atual .Juros .Engenharia econômica . COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Fórmulas de Juros . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. INTRODUÇÃO . Fórmulas de juros.Taxas mínimas de atratividade .Exercícios 2.Fator de acumulação de capital .Problemas .Energia de deformação e potencial .Critérios de decisões . série uniforme . série uniforme . Equivalência.Alternativas com vidas diferentes .Equivalência .Fator de acumulação de capital .Fator de acumulação de capital.Taxa de retorno .Série em gradiente .Equivalência .Juro simples .Pagamento simples .Pagamento simples .Taxas múltiplas .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução. série uniforme . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos.Fator de valor atual. Extensões. OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Composto .Fator de formação de capital.Custo atual .Diagrama de fluxo de caixa .

Engineering economy. MEYER. 1990. 1985. São Paulo. estudos de casos. 1958 NASCIMENTO. pequenos trabalhos.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. Administração da produção. . AVALIAÇÃO: Provas. MACLINE. 1984. McGraw-Hill Book Co. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. Engenharia econômica. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. 1982. GERALDO et al. Atlas. RAYMOND. FGV. Manual de administração da produção. DIFEL. Nova York. Engenharia econômica. CLAUDE et al. McGraw-Hill.

ed. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL. Rio de Janeiro. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Dimensionamento de vigas 8. 295p. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. Peças comprimidas 7. 7. . Estruturas de aço 2. Peças tracionadas 4. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. W.ed. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. Propriedades geométricas de seções transversais 3. Ligações soldadas 6. • Avaliar soluções estruturais. W. 335p. LTC. Ligações parafusadas 5. 5. Estruturas de madeira 9. Rio de Janeiro:LTC. PFEIL. Estruturas de Madeira. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. 1994. 2000. Estruturas de aço: dimensionamento prático.

209 p. A. 1998. São Paulo: Edgard Blücher. Elementos para projetos em perfis leves de aço. .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO.

dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais.2 Dimensionamento de Escadas 2.1 Consolos 3. Estruturas Especiais 3. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes. Pilares. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado.5 Vigas Paredes 4. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.2 Blocos de coroamento de estacas 3.3 Lajes Cogumelos 3.Concreto/aço 5. Fundações em Concreto Armado 2.4 Reservatórios 3. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Lajes 1. Escalas.1 Dimensionamento de lajes 1.1 Detalhamento . Funcionamento .Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Muros de Arrimo. . Tração. Detalhamento. Flexão composta. Compressão.2 Muros de Arrimo 3.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. Flexão Composta e Oblíqua 6.1 Fundações diretas 2. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura. Reservatórios. Vigas Hiperstáticas.Projeto Piloto 7. torsões. Projeto Piloto 7.

Exame com questões teóricas e práticas. 12. São Paulo: Nobel.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. Avaliação do semestre é a média aritmética. ed. Barcelona : Gustavo Gili. ed. Hormigón armado.Prova escrita intermediária. 1989. Construções de concreto. 5. . J. A2 . 6v. A. DA ROCHA. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. ed. 1987.AVALIAÇÃO: A1 .. 1986. 1982. PFEIL. M. A3 . V. São Paulo: LTC. Curso prático de concreto armado. F. Concreto Armado. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. Rio de Janeiro: Interciência. 7.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Precipitações.Classificação dos cursos de água .Classificação das precipitações 4.Divisor de águas .Análise de freqüência de séries mensais anuais . Infiltração e evaporação.Medição da precipitação 5. ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia.Conceitos . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Características físicas da bacia . Águas subterrâneas. PLUVIOMETRIA . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia.A Ciência hidrológica .Fase terrestre e atmosférica . Regularização de vazões. Bacia hidrográfica. como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3. Previsão e controle de cheias.Precipitações máximas .Hidrologia aplicada 2.Área de drenagem da bacia . Escoamento superficial.Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) .Descrição geral do ciclo hidrológico .Análise dos dados de precipitação . • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas. PRECIPITAÇÃO .Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico. BACIA HIDROLÓGICA .Introdução .Precipitação média numa área .Generalidades . INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA .Histórico . CICLO HIDROLÓGICO .

Modelo linear .Medidas para controle de inundação .Problema simplificado de dimensionamento .Redistribuição interna .Balanço hídrico 9.Armazenamento de água no solo .Método de transferência de massas .Infiltração .Avaliação de enchentes .Equações empíricas .Evaporimetros . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO . INFILTRAÇÃO .Comportamento do hidrograma .Métodos baseados na radiação .Métodos baseados na temperatura .Declividade da bacia .Introdução .Evaporação . PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Introdução .Evapotranspiração .Forma da bacia .Equacionamento geral da infiltração .Avaliação das cheias 10.Equação para cálculo de infiltração pontual .Balanço de energia .Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Separação do escoamento superficial .Umidade do solo: conceitos e métodos .Enchentes .Determinação da precipitação efetiva .Curva hipsométrica .Medidas diretas .Balanço hídrico .Hidrograma unitário .Modelos de escoamento superficial . ESCOAMENTO SUPERFICIAL ..Hidrograma unitário instantâneo .Bacias representativas e experimental 6.Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Hidrograma unitário sintético 7.Sistema de drenagem da bacia . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Método combinado .

Rio de Janeiro : Interciência. 798 p. JOSEPH B. 2001. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. Hidrometria aplicada.Introdução . F. 278 p. Porto Alegre: UFRGS. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. LUCAS NOGUEIRA. ed. IRANI DOS. Nobel. GUILLERMO ACOSTA. 372 p. rev. RODRIGUES. et al.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos .Legislação de Recursos Hídricos . CARLOS E. São Paulo: McGraw Hill.. 1999. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. FERNANDO ANTONIO. FRANZINI. SANTOS. 1998. Hidrologia. 1980. HENRIQUE. 669 p. 291 p. 1978. MATTOS.. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. Porto Alegre : UFRGS. PAIVA. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. PINTO.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. SWAMI M. 208 p. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. 625 p. TUCCI. DE SOUSA.Problema real de dimensionamento . TUCCI.. 1998. Porto Alegre: ABRH. 2001. 2000.Garantia de atendimento a demanda 11. ARTUR Hidrologia Aplicada. 2. trabalhos de campo e seminários. 1987. Engenharia de recursos hídricos. FRANCIS. 289 p. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. . São Paulo. CHAVES.. CARLOS E. Apresentação individual dos trabalhos em seminários. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. M. Hidrologia básica.Caracterização do ambiente aquático . 1975 245p. M. xv. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . e atual. 1976. Blucher. NELSON L. VILLELA. São Paulo: Edgard Blücher. PASTORINO. Gerenciamento de recursos hídricos. ALVAREZ. LUIZ AMERICO. Modelos hidrológicos. 169 p. São Paulo: E. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ.

• Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos.2.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1. • Sinalização de pistas. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.2.3 Método DNER 1.4 Base de brita graduada 1.3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Reforço do sub -leito 1. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.2. solo .5 Base 1. pavimentação Urbana. Pavimentação urbana.3. 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1. 1.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.1. • Tipos de pavimentos Urbanos.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.5 Método da AASHTO 1.3. Execução de comandos de pavimentos.1 Método do Índice de grupo.1.1.3 Reforço 1.Base 1.1 Sub-leito 1.4 Processos de Construção de Revestimentos 1.2.4 Sub-Base 1.1.3. 1. • Execução das diversas camadas de um pavimento.5 Base de solo cimento.1 Classificação dos revestimentos .Asfalto 1.4 Método da Prefeitura de São Paulo. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias.2.1.2 Sub .6 Revestimento 1.2 Método do CBR.1.3.4.2 Regularização 1.

Pelo Serviço de Documentos. .8 Pré-misturado à frio 1.2 Ponto de amolecimento 2. DNER.4.2 Tratamento superficial simples 1. Multilibri. Softwares.4.6 Capa selante betuminosa 1.4. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. Manuais técnicos de Betume. Grêmio Politécnico. Ed. Utilização de meios de Multimídia.4. 1985. AVALIAÇÃO: Realização de provas. São Paulo. Wlastermuller de Estradas de rodagem. PUBLICAÇÕES DNER. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. Globo. Raphael do Amaral. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Porto Alegre. Antonio Lúcio UPAE . 1976.4 Tratamento superficial triplo 1. Engenharia rodoviária. 1979. 1971. Cyro Nogueira. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. São Paulo.1. Renato G. Pavimentação.São Paulo 2000.4. Ensaios em Laboratório.4.4. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. 1976.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2.9 Pré misturado à quente 1. Grêmio Politécnico. 1991.4. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO.4.10 Binder 1.7 Concreto betuminoso 1. Benjamin B. Pini . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. 1975. Rio de Janeiro. FRAENKEL.1 Ensaio de penetração 2. Porto Alegre. Projeto de estradas.4.11 Calçamento de paralelepípedos 1. 8ª edição 1998. Rio de Janeiro.3 Tratamento superficial duplo 1.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1. Trabalhos de Pesquisa.4 Ponto de fulgor 2. 1982.4. 1993. CAMPOS.6 Ensaio de Marshall 3. SENÇO.3 Ductilidade 2. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. apresentação de trabalhos e relatórios. 1980.misturado a frio.5 Determinação do teor de betume 2. Manual de projetos e intersecções. Ipiranga SA. MICHELIN. FERREIRA. Visitas a Obras.

ABCP.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. Associação Brasileira de Cimento Portland. estudo Técnico. São Paulo. AGUIAR. ABCP. Construção de pavimentos em concreto simples. 6ª edição 1994. Paulo Roberto. 1998. Rhodia SA. Sistemas drenantes. Dimensionamento de pavimentos rígidos. São Paulo 1998. . estudo técnico. Manual técnico de Pavimentação. Associação brasileira de Cimento Portland. 1988.

Ensaio de Palheta (Vane) . profundas e capacidade de carga.Ensaios de cone (CPT) . ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES . Fundações: diretas. • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas.Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem.Dimensionamento geométrico das fundações diretas .Sondagens a percussão (SPT) .Sondagens a trado e poços de observação . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas. IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3.critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas.História da Engenharia de Fundações 2. INTRODUÇÃO .Recalques admissíveis .Métodos para a estimativa das tensões admissíveis . SONDAGENS GEOTÉCNICAS .Tipos de fundações diretas . FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas . • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis. Normas. muros de arrimo.Generalidades sobre fundações . Projetos. Escolha do tipo de fundações. Estáticas do estaqueamento.Ensaio Pressiométrico (PMT) . bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra.Recalques de fundações diretas . Recalques.Ensaio Dilatométrico 4. ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional.

290p. São Paulo : Edgard Blücher. Edition. WALDEMAR . Foundation Design and Construction. Pitman Publishing. 751 p.Recalques de estacas isoladas .Y. Apresentação individual de trabalhos em seminários..Y. edição.J.. John Wiley & Sons.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . 785p VELLOSO.. 1996. 1983. Introdução à Engenharia de Fundações. 169 p. PECK. 1996. 1998. J. COPPE-UFRJ.Capacidade de carga de estacas isoladas .Dimensionamento estrutural de fundações superficiais .Provas de carga em placa 6. FANG. SIMONS. MENZIES. HACHICH.Provas de carga em estacas . F. N..E. [et al] Fundações : teoria e prática. . Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO. Foundation Engineering Handbook. SCHNAID. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. 1a. São Paulo : Oficina de Textos. Editora Interciência. Van Nostrand Reinhold Company. Foundation Analysis and Design.. São Paulo Edgard Blücher. URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas... 201p. D. B. McGraw Hill. M. exercícios. Ed. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas.F. TOMLINSON. FUNDAÇÕES PROFUNDAS .B. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. 1. LOPES. 20 189 p. ALONSO. R. H. 1981. Fundações. TERZAGHI.Tipos de fundações profundas .. visitas técnicas e seminários.K. WINTERKORN. vol. New York.1. São Paulo : Pini. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES.Atrito negativo em estacas 7. H. N.A.R. K. 1948.E. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações.

Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações.Origem dos problemas patológicos 3. Lesão por rotação. Fissurações: Tipos. Causas prováveis de falhas 4. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. sulfatos e carbonatação 9. medidas preventivas e corretivas 12. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. Agressividade e corrosão das armaduras 11. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. Empolamento dos solos. fibra de carbono. Corrosão por cloretos. Lesões por esmagamento e compressão. Defeitos de projeto e execução 5. determinando suas prováveis origens. Introdução 2. grout. • Propor formas de tratamento das patologias. pilares e lajes de concreto armado.Chapa colada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Vida útil das edificações 6. redimensionamento da viga . em obras e em simulações realizadas em laboratório. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. Efeitos do fogo 10. Patologia dos materiais 7. Lesões por acomodação. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos.

Porto Alegre. P. Patologia das pinturas e acabamento 17. São Paulo. Patologia das fundações. Tese (Livre Docência). Editora PINI. P. São Paulo. reforço e proteção de estruturas de concreto. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). 1999. 1995. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. da alvenaria. quadro. V. E. FORTES. de campo e em laboratório. data show ou canhão. Editora PINI. 1995. recuperação e reforço de estruturas de concreto. da Acidentes estruturais na construção civil. 1998. USP. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. São Paulo. o primeiro seminário e o estudo de caso. SOUZA. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. visitas técnicas. B. utilizando retro projetor. J. 1988. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. 1986. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Vol I e II. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. São Paulo. Residential construction problem solver. CUNHA. A. São Paulo. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. . 1998. Patologia. HELENE. Editora PINI. 1993. New York. F. Patologia da umidade 16. São Paulo. Editora PINI. HELENE. 1997. Prova de carga 19. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação. Manual para reparo. UFC. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. 1992. SILVA. McGraw Hill. P. A . Porto Alegre. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. UFRGS. UFRGS. R. DAL MOLIN. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. (Dissertação de Mestrado). L. revestimentos e impermeabilização 15. D. P.13. Editora PINI.

Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação. 1996. A. UFRGS. . Santa Maria. J.PINTO. Multipress Editora. Patologias da impermeabilização. Porto Alegre. 1989. do N.

9º SEMESTRE .

b) Estudar as funções e operações administrativas.financeiro 4. compras.PLP 3.1. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.Mayo 2.Taylor 2. Aulas Práticas e Visitas Técnicas. financeira.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2.1.custo 4.5 Sistema Financeiro 3.3 Cronograma Físico . TEORIA DE SISTEMAS 3. produção e engenharia de apoio. A Evolução da Administração como Ciência 2.1.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3. Uma visão geral da administração de: recursos humanos.2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2. Princípios e teorias administrativas.3 Sistema Comercial .4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas.1. Conceitos básicos em Administração.1. marketing e vendas.Produção 3.Fayol 2. Uso de Recursos Audiovisuais.4 Sistema Recursos Humanos .2 Pert . OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho.2 Teoria Científica . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1.1. .4 Teoria Humana .Venda . projetos.Projeto .Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução.1 Sistema Industrial .1.RH 3.1 Pert . PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4. sua evolução e aplicações.Processo .2 Sistema Planejamento e Controle . ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.1.tempo 4.Marketing 3.3 Teoria Clássica .

São Paulo: Makron Books. 1993. Ed. al. Apresentação em Aula. MONKS. 2vls.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. Nigel et. 1993. Teoria Geral da Administração. São Paulo: Makron Books. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. SLACK. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. Atlas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. Ed. MC Grand Hill.Administração da Produção. Idalberto. Idalberto. . 1999. 1983. Introdução á Teoria geral da Administração. 4ª ed. Relatórios. Joseph. Administração da Produção.

Posteriormente.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. Avaliação imobiliária. cronogramas. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. Orçamento. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações.financeiro. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. financeiro e físico-financeiro . Executar cronogramas físico. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. editais e concorrências. orçamentos. planejamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.721/99. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. composição de materiais e custos. gerenciamento e controle de perdas. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. Receber orientações sobre concorrência. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. noções de perdas. financeiro e físico . cartas convite e processos de julgamento. utilizar um software sobre o assunto. Discutir tendências da construção civil. planejamento de obras. utilizando métodos científicos de avaliação. Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico.

ABNT . 2000. Como gerenciar construções. R. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. Ed. PINI. São Paulo. Anais de Seminários e congressos. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Copiare. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. DIAS. quadro e data show. Ed. PINI. R. Ed. PINI. Curitiba. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. DIAS. utilizando retro projetor.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. 1997. Engenharia de Avaliações . 2000. Construção civil e produtividade. Gerência de programas e projetos. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). Ed. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). DANTAS. . Ed. Ed. de campo.Introdução à metodologia científica. São Paulo. apresentação individual do memorial descritivo. Curitiba. Artigos técnicos. V. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. P. São Paulo. 2001. . A. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1).Tabelas de composição de preços para orçamentos. VIEIRA NETTO. A. São Paulo. R. C. PINI. Revistas e publicações técnicas.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. VIEIRA NETTO. V. 2000. PINI. 1999. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. Rio de Janeiro. Planejar para construir. ed. Copiare. PINI. . A. São Paulo. P. 1994. 2001. São Paulo. Ed. São Paulo. 2002. Avaliação de imóveis urbanos. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. PINI. TCPO . Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). 1999. P. Ed. R. FIKER.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. J.

A evolução social. ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. A evolução urbana. Visitas a centros históricos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual.Teoria de Programa de Necessidade . Necessidades. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS . TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . Legislação prática: projetos arquitetônicos. . projetos arquitetônicos. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva.Habilitação 2. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). complementares.Organograma de Funções . Condicionamentos dos espaços arquitetônicos.Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. projetos complementares. Tipologia de espaços arquitetônicos. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. A cidade como complexo sóciotécnico. apresentação de vídeos.Projetos: Arquitetônicos. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. O Urbanismo. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. construções e equipamentos. programas.Fluxograma de Circulações .Atividades Humanas . sócio-econômico e cultural. O planejamento do espaço.Pré Dimensionamento .Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial.

A. A. 1988. A perspectiva dos profissionais. 1990. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. A. São Paulo. . São Paulo. FERRAR. MONTENEGRO. A.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. Desenho arquitetônico. G. Blucher. São Paulo. Introdução ao projeto. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. 1982. Blucher. COSTA. 1988. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. 1979. PLANO diretor de Santo Ângelo. Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. Ventilação e cobertas. 1982. Blucher. Blucher. MOLITERNO. Blucher. Blucher. São Paulo. Ernst. G. MONTENEGRO. São Paulo. REVISTAS de Arquitetura. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. PLANO diretor de Porto Alegre. MONTENEGRO. 1990. Mestre Jov. Gustavo Gili. 1965. Morris. São Paulo. 1968. G. NEUFERT. Arte de projetar com arquitetura. Pioneira.

ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. História das Pontes 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Solicitações sobre estruturas de pontes.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Apoio de Pontes 11. Processos de Construção 8. Apoios. Estruturas metálicas de pontes. Infra-estruturas. Linhas de influência. Detalhes de Acabamento 10. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Carregamento em Pontes 5. Considerações de carga móvel. Pontes em pré-moldados. Escolha da Seção Transversal 9. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Conceitos Notações 3. Seção transversal. Tipos e métodos construtivos de pontes. Tipos Estruturais 7. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização. Tipo de Fundações. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Normas Aplicáveis 4.

M. Construções de Concreto. S. P.Aplicáveis ao concreto armado. Analysis of determination structural concrete flexural members. MONNIG. SANTOS. Interciência. LEONHARDT. F. K & CHANDRASE KLAR. C. Vl 6 Interciência. S.Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . McGrawhill do Brasil. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. 1977 GIOSH. 1981. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. E. São Paulo: LMS. GIOSH.. K & CHANDRASE KLAR. S. S. 1977. G. ACI Publicacion. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado. Barcelona : Gustavo Gili. F. MONTOYA. CABRE. Tratado de concreto armado. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. Construção de Concreto Armado. K & CHANDRASE KLAR. J. P. S. ed. Interciência. S. A. 2002. A. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. NORMAS ABNT . 12. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. PROMON.Teórico e práticas. . Estruturas de Concreto . São Paulo: Hemus. B.LEONHARDT. 1977. 1987. K & CHANDRASE KLAR. C. C. S.Solicitações normais . Guanabara Dois GIOSH. MESEGNES. 1977. C. S. Barcelona. 1976. Interciência. 1977. F. GIOSH. Hormigon Armado.Ed. Interciência.

Muros de arrimo. . . Lajes.Execução e desenvolvimento de ante-projeto.Elaboração de programa de necessidade.Lay-out interno. realizando pesquisa de dados. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. Hidros-sanitário. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares.Fluxograma das circulações. .Elaboração de pré-dimensionamento. pilares. AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. escadas.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. . Modelos estruturais. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . fundações. • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. . elétrico e arquitetônico. Reservatórios. vigas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. . ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial.Organograma das funções. .

dosagem e aplicação . condições de potabilidade. Sistema urbano de abastecimento de água. processos de tratamento. ESGOTOS . higiene e conforto dos ambientes.Sistemas de esgotos .Projetos de redes de água .Quantidade de esgoto sanitário .Condutos 4.Reservatórios . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Esgoto: Características.Características do esgoto . Reservatório e redes de distribuição. ÁGUA .Mistura e decantação .Sistemas de bombeamento .Filtros e desinfeção . sistema de esgotos sanitários.Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico.Rios . Estruturas de drenagem.Quantidade de água necessária 2.Recurso natural .Alcalinidade. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água .Aeração e arejamento . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA .Produtos químicos.Quantidade de esgoto pluvial . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto. Captação de água e adução. dureza e corrosão . controle de efluentes.Conceito básico . Sistema de abastecimento e tratamento de água. Drenagem superficial urbana. ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental. construção e operação de tanques sépticos. tratamento e condução de águas.Poluição e autodepuração da água .Caracterização da água de abastecimento .Coagulação e floculação .Flouretação 3. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO .

Projetos de esgoto pluvial . Tratamento primário de esgoto.Elevatórios de esgotos . M. Belo Horizonte : UFMG. M. BOTELHO. SPERLING. N.Métodos .G.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 1973. 131 p. Manual de tratamento de águas residuárias. Lodos ativados.C. DACACH.V. São Paulo : Edgard Blücher. 1986.V. K. 1997. Belo Horizonte : UFMG. Belo Horizonte : UFMG.Inspeção 6. SPERLING.H. exercícios. BALBLITT. 1996. SPERLING. Princípios básicos do tratamento de esgotos. CRESPO. Edgar Blucher. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Sistemas urbanos de água. 211 p. M. DACACH.V. Abastecimento de água.Condições gerais . TANQUES SÉPTICOS .Definição . H.G. DRENAGEM URBANA .Valas para coletores de esgoto . 2001. 483 p.Instalação da tubulação nas valas 5. 2001.V. Sistema de esgotos. Belo Horizonte: UFMG. 1984. Saneamento Básico. Lagoas de estabilização. UFMG. C. CETESB. Belo Horizonte. 134 p. Belo Horizonte : UFMG. P.V. CETESB. Ed. 2001. 290p.G. (1975). Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. M. 1984. . São Paulo : Edgard Blücher. et all. IMHOFf . São Paulo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. M. N. Ed. 1997. 415 p. de L. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. (Manual de projeto). 1996. Rio de Janeiro. DACACH.Projeto de sistema de distribuição de água. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. 1980.NBR 7229. visitas técnicas e seminários.G. 245 p CRESPO.G. 237 p CHERNICHARO. Elevatórias nos sistemas de esgotos. Belo Horizonte: DESA. N.Dimensionamento dos condutos .. Guanabara Dois. SPERLING. AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais.A.Pluvial .Drenagem urbana. 301p. Rio de Janeiro. 240p. Reatores anaeróbios.Projetos de redes de esgotos sanitários . 1993. C. P.

NETTO. Rio de Janeiro.H.M. A.P. BOTELHO.JORDÃO. LTC. P. LEME. São Paulo : Pini. Manual de saneamento de cidades e edificações. M. 229 p. Tratamento de esgoto doméstico. F.C. J. 1991.. . 1979. Engenharia do Saneamento Ambiental.

9 Cálculo semafórico 2. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT). Estudos de operações em transportes.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2.2 Transporte e atividades urbanas 1. Visão Geral 1. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos. LOGÍSTICA 2.6 Modelos de distribuição de viagens 1. • Políticas de transportes. Política de transporte.3 Dimensionamento de Vias. Estudos de demanda de transporte. SISTEMA VIÁRIO. Sistemas de transportes. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes.4 Modelos de transporte 1.3 Aspectos de estrutura urbana 1. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. • Estudar a Demanda x Oferta de transportes.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1.1 Introdução a logística 2. 3.3 Sistemas de distribuição física 2.1 O Cenário do Sistema 3.6 Roteirização de veículos 3. • Planejar o transporte de carga.8 Modelos de alocação de viagens 1.2 As Componentes do Sistema 3. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes. • Executar um Plano Municipal Viário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Transportes públicos. • Planejar o transporte urbano. .2 Métricas espaciais 2.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes. PLANEJAMENTO 1.7 Modelos de escolha modal 1.5 O problema macro-logístico 2.1 Planejamento de transportes. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.

W.4 Saturação das Vias.SP. J.5 Modal Dutos 5. São Carlos .225-230. 4.Z. John Wiley and Sons. praças de pedágios. obras. 16. Modelling and Management in Transportation.3.3 Modal Aquaviário 4. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives. New York. 4. EESCUSP. pp. 1984. BARRA. Livros Técnicos e Científicos. BAUMOL. A. Applied System Analysis. NCHRPR. 413-21. 1982. 1970. Management Science. visitas a parques de estacionamento.L.1Modal Rodoviário 4. Gary R. Leon H. and MCVOY. DE NEUFVILLE.. . OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. John W. An inventory theoretical model of freight Transportation. R.4 Modal Marítimo 4. STAMMER Jr. Nilder e KAWAMOTO. New York. W. Pp. Road project appraisal for developing countries. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. and Vinod. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. FURTADO. John Wiley and Sons. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. BOWLBY. H. Avaliação de Projetos de Transporte. New York.2 Modal Ferroviário 4. Rio de Janeiro. 1990. E. 1978. 1989. Eiji. trabalhos de pesquisa. and MILLER. e KAWAMOTO. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes. apresentação de trabalhos e relatórios. 311 trb. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. Volume 2. 1997. Louis F. Environmental analysis of transportation systems. DICKEY. R. Richard. Mc Graw-Hill. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. WAYSON.

2 Ventiladores . Ciclo Termodinâmico 4.1 Dados para elaboração de projetos 11. Elaboração de Projetos. Carta Psicrométrica 8. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações. Condicionamento de ar. Cálculo de carga térmica. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Sistemas de distribuição de ar 11.2 Temperatura 6.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas.1. Princípio de Funcionamento 3. Fluídos Frigoríficos 5. Isolamento térmico.3 Umidade 7.Diagramas 5. Conforto Térmico 10. Carga Térmica 10. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes. Psicrometria 8. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11.1 pressão 6. Elementos de Controle 6. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração. Dimencionamento de ar. Dimensionamento e Aplicações 5. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2.2 Tabelas 6.1 Aplicações 9.

Guanabara Dois. McGraw-Hill do Brasil. e PITTS. Transferência de Calor. Enio C. A. Campus. Mecânica dos fluidos. 1993. Victor L. FOX. & SONNTAG. Fenômenos de transporte. Água caliente solar. W. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. WYLEN. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA. Fundamentos de ventilação industrial.P. R. Blucher. .Física Industrial de refrigeração. Rio de Janeiro. 1975. Blucher.V. Richard F. L. D.. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. McGraw-Hill. A. C. Necoti.K. São Paulo. Espanha. 1972. São Paulo. 1981. CREDER. Fund.R. Introdução à mecânica dos fluidos. Calefação 12. . 1990. MACINTYRE . S P.12. LTC. MACCARTNEY. 1985. Ventilação industrial e controle de poluição. 1981. Madrid. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. Espanha. R J. Termodinâmica clássica. CLEZAR. Ventilação Industrial. Robert. 1973. 1976. Gardon J. 1999. JONES.E. Barcelona. Toleres gráficos ibero-americanos. V.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. Guanabara. 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. SISSOM. M. 1988.V. STREETER. Rio de Janeiro. 198l. Engenharia do ar condicionado. Indrodução do ar condicionado. Guanabara. A. São Paulo. Hélio. Blycher. NOGUEIRA. W. Blücher. Koogan. C. Florianópolis : UFSC. OZISIK. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado.

PBQP-H ANEXO III/IV 6. Mapeamento de Processo 3. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. Movimentos motivacionais. Metodologia de elaboração de normas. Noções de confiabilidade. Conceitos de QUALIDADE 2. Normalização. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Sistemas da qualidade. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. Montagem e condicionamento. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. equipamentos. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. Organização nacional e estrangeira. Normas ISO 9000 4. Documento do SGQ 5. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. Conceitos da qualidade. Normas básicas. Qualidade em projetos: suprimentos. . • Conhecer as normas para qualidade vigentes.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Gerenciamento. Implantação. Ferramentas da Qualidade 7. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Fabricação.

São Paulo. Ed. Controle da Qualidade. P. NBR ISO 19011. 135 p. P. UFSC. E. 2006.. A.L. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. São Paulo: Atlas. M. SP. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. . Mc Graw-Hill Ltda. Rio de Janeiro: Elsevier.Diretrizes para auditoria da qualidade.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. THOMAZ. 1991. 2003. Dissertação. gerenciamento e qualidade na construção. PINI. E. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. Tecnologia. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. JURAN. M. NBR ISO 9001. PALADINI. 1996. 2001.M. H.Requisitos para o SGQ. Gestão da qualidade: teoria e casos. J.

. . Definição do orientador com afinidade ao tema. Fundamentação teórica. . feita pelo orientador. foco e conteúdo científico). Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. Ou propõe um tema e escolhe um orientador.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor.O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização).Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. Elaboração da metodologia de trabalho. METODOLOGIA .Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. O orientador avalia a pertinência do assunto. em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. gestão do tempo e recursos. 2.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador. se houver. domínio do conhecimento). Escolha do tema.Apresentação oral (postura. 3. . Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. . OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. ESPECÍFICOS: .

Revisão anual emitido pelo responsável do curso. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.

10º SEMESTRE .

ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. bem como.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Elaboração de Relatório. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio. Atividade de estágio. Elaboração da proposta. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. . Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. Planejamento das atividades.

Construções de Concreto. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. Perdas de protensão. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. • Associar a teoria à prática. As 3 avaliações formam a média do semestre. 8. 7. Rio de Janeiro. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. Estudo dos materiais. consistindo de participação em sala de aula. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases.Tesões Normais . 2. 4. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. Dimensionamento. • Calcular seção dos cabos. 1977.Imediata e deferisas Flexão . Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. cumprimento de trabalhos e freqüência. Avaliação do desempenho. Determinação da protensão. Walter Concreto Protendido. 5.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. 3. • Dimensionar seções transversais. NBR 6118-2003 . F. Esforços devida a protensão. EDC. 1991._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. PFEIL.Interciência Vl 06.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. 6. Execução de protensão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Conceitos.

Augusto C. 1975. NORMAS CEB/FIB . de. Rio de Janeiro. Gildásio R. LTC. VASCONCELOS. 1980.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. A. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. Arte & Industria. SILVA. Lê projet de bétom precomtraint. da Prática de Concreto protendido. Rio de Janeiro. Eurolles.

AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. METODOLOGIA . .Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. domínio do conhecimento). Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. 3. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. ESPECÍFICOS: . 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso.Apresentação oral (postura. gestão do tempo e recursos.Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver. . feita pelo orientador. foco e conteúdo científico). .A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Revisão anual emitido pelo responsável do curso. .

Introdução ao fluxo em redes. Escola politécncia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. 1972. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. NÍVEIS DE SERVIÇO 13. General. desenho de vias. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. Apply on design of urban highways and arterial streets. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. Notas de aula. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. Capacidade e nível de serviço. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. planejamento. UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. W. Rio de Janeiro. Representação dos fluxos de tráfego. CONTROLE DE ACESSOS 7. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6. para a programação de semáforos.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. USP. para o dimensionamento das vias.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos. SENÇO. Sinalização horizontal e vertical. de Planejamento. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. PUC. 1991. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. função e características do motorista e do pedestre. volume de tráfego. THOMAS & ARIES. 1973. Americam Association of state highway officials. Projeto de sinalização semafórica. W. . CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10.

Berkeley. University of California. J. J. M. Economia dos Transportes. departamento de Vias de Transporte e Topografia. 1991. The full costs of urban transport. WIDNER. 1975.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. P. . USP. A.

Lucinda (Org. THOMA. Lodernir Becker e KLEIN. Língua brasileira de sinais: educação especial. Carlos. alteridade. SILVESTRE. 2006. Adriana da Silva e LOPES. Andaraí/RJ: Ed. São Paulo: Summus. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. Porto Alegre: Organizadora Mediação.).). os elementos que constituem os sinais. Tanya A.Disciplina: LIBRAS . Elalia. Ronice Muller de. Valéria Amorim (orgs. I. Língua. 2007. Maura Corcini (org. QUADROS. 1. curso básico. 2004. SOUZA. KARNOPP.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. A invenção da surdez: cultura. 1997. Regina Maria de.). Educação de surdos – pontos e cotrapontos. Porto Alegre: Mediação. 1999. Madalena. 1993. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Núria. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. SCKLIAR. Lucinda (Org. Brasília. Vol. noções sobre a estrutura da língua. FERNANDES. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. 1997. 2005. MONTEIRO. Brasília: SEESP. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. Myrna S. FELIPE. Porto Alegre: Mediação. Vol. Roseléia. SCHINEIDER. 2001. Integração social e integração de surdos. Babel. .). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. identidade e diferença no campo da educação. Passo Fundo: UPF. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. ________. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. MEC: SEESP. SCKLIAR. Carlos. Educação de surdos: aquisição da linguagem. ARANTES. 2005. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. Surdez e Bilingüismo. Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Artes Médicas.. 2003. A língua na educação do surdo. culturas comunidades e identidades surdas. 1998.

acrescida à carga horária regular e obrigatória. de 25 de setembro de 2008. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia . a partir de 1º de novembro de 2008. de 25 de setembro de 2008. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. 1º Para atender ao disposto na Lei 11.788. determina que seja inserido. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. de 25 de setembro de 2008. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões .Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11.788/2008”. que dispõe sobre o estágio de estudantes. abaixo discriminados. Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio.788. resolve: Art.URI.788. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos.

pelos Departamentos da URI. 3º .Esta Portaria entra em vigor na presente data. REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório. Bruno Ademar Mentges Reitor da URI .• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . 2º . as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa.Português. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português. 31 de outubro de 2008.No prazo de 90 (noventa) dias. a contar da presente data. Art. deverão ser definidas. Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. bem como. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos.

1.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento. Elaborar desenhos técnicos. 1308/CUN/2009. PARECER Nº 2824. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa. Elaborar orçamentos. Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. planejamento. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. parecer. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. Exercitar a capacidade de observar.03/CUN/09. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. vistoria.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. certidão e relatório técnicos. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas. perícia. Auxiliar na elaboração de laudo. organizar. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. .DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº.

topografia e geoprocessamento. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. Superestrutura de Estradas. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: . Hidráulica. Mecânica dos Solos I e II. Quantitativos e Custos. estudo. Projetos de Construção de Estradas I e II. Instalação I e II. Computação II-B. Hidrologia. saneamento ambiental e estruturas. e também. Construção Civil I e II. 3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Estrutura de Aço e Madeira. Saneamento Básico. Obras de Terra. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Fotointerpretação. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. Estrutura de Concreto Armado I e II. instalações elétricas e hidráulicas. Desenho Técnico I e II. barragens. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. transportes. Fundações. ensaio e experimentação técnica. estradas.• Auxiliar na coleta de dados. Topografia I e II.

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