PP Erechim Engenharia Civil do

URI - UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS DE ERECHIM

PRÓ-REITORIA DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIAS E CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE GRADUAÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL Modalidade Bacharelado

JULHO, 2010

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

REITORIA Reitor: Luiz Mario Silveira Spinelli Pró-Reitora de Ensino: Rosane Vontobel Rodrigues Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação: Giovani Palmas Bastos Pró-Reitor de Administração: Clóvis Quadros Hempel

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE ERECHIM Diretor Geral: Paulo José Sponchiado Diretora Acadêmica: Elisabete Maria Zanin Diretor Administrativo: Paulo Roberto Giollo

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE FREDERICO WESTPHALEN Diretor Geral: César Luis Pinheiro Diretora Acadêmica: Sílvia Regina Canan Diretor Administrativo: Nestor Henrique De Cesaro

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTO ÂNGELO Diretor Geral: Maurílio Miguel Tiecker Diretora Acadêmica: Neusa Maria John Scheid Diretor Administrativo: Gilberto Pacheco

DIREÇÃO DA URI - CAMPUS DE SANTIAGO Diretor Geral: Francisco Assis Górski Diretora Acadêmica: Michele Noal Beltrão Diretor Administrativo: Jorge Padilha dos Santos

DIREÇÃO DA URI - SÃO LUIZ GONZAGA Diretora Geral: Sonia Regina Bressan Vieira

DIREÇÃO DA URI - CERRO LARGO Diretor Geral: Edson Bolzan

1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1.1 DENOMINAÇÃO Curso de Graduação em Engenharia Civil.

1.2 MODALIDADE DE ENSINO Bacharelado.

1.3 MODALIDADE DE OFERTA Presencial

1.4 REGIME DE MATRÍCULA Semestral

1.5 REGIME DO CURSO Por créditos

1.6 NÚMERO DE VAGAS ANUAIS 45 vagas (anuais).

1.7 TÍTULO Engenheiro Civil

1.8 INTEGRALIZAÇÃO Mínimo: 4 anos Médio: 4,5 anos Máximo: 7 anos

1.9 TURNO Noturno/Diurno

1.10 CARGA HORÁRIA TOTAL Carga horária obrigatória: 3.750h Optativas: 165h Atividades Complementares: 240h

11 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 240h.395h 1.Estágio: 240h Total: 4. .

As indústrias de alta tecnologia. em maior escala. devem investir. . As fábricas do futuro serão flexíveis com o uso de máquinas programáveis e facilidade de adaptação das linhas de produção. automóveis.2 CONCEPÇÃO E OBJETIVOS 2. com investimentos maciços na modernização de sistemas produtivos e a introdução de recursos de informática. equipamentos de comunicação e automação de fábricas e escritórios. As novas descobertas estão sendo incorporadas com velocidade cada vez maior à produção de bens e serviços. Repensar a relação qualificação e cidadania é um dos pontos fundamentais quando se analisam os novos paradigmas: o da ordem econômica. o do sistema educacional. As empresas líderes introduzem freqüentes aperfeiçoamentos em sua linha de produção. com a gradual diluição das barreiras alfandegárias. O desenvolvimento tecnológico torna-se cada vez mais dependente das atividades de pesquisa. Neste contexto. absorção de pessoal qualificado.. Para isso. o tecnológico. As empresas têm de se modernizar e se fortalecer para enfrentar esse novo padrão de concorrência. etc. eletrônica e robótica. para não perderem a hegemonia. dos países do primeiro mundo como a de computadores. A reflexão e o debate sobre a relação trabalho e educação tornamse mais necessárias ainda num tempo de mudança como o que estamos vivendo. educaçãodesenvolvimento. devido à necessidade de acesso às informações científicas e tecnológicas.. o comércio internacional está se intensificando. bem como a contínua atualização desse pessoal. O que se propõe é combinar as discussões da política educacional e científica-tecnológica correspondentes procurando responder quanto do melhor modo de preparar e desenvolver a qualificação para o trabalho considerando aí as relações: indivíduo-estrutura social. comandadas por computador. escola-sociedade.1 O CENÁRIO DO FUTURO O cenário futuro descortina para uma competição cada vez mais acirrada nas transações internacionais. o do sistema ocupacional. Deve ocorrer uma profunda alteração capital/trabalho. Com tudo isso. na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. dominam os principais setores de ponta. É imprescindível mudar os paradigmas para enfrentar a mudança. A integração das empresas com Instituições de Ensino e Pesquisa está crescendo. O MERCOSUL inaugura uma nova era no comércio da América do Sul.

Assim. os produtos sofisticados e descartáveis de países desenvolvidos nem sempre são os mais adequados. também. acabem se integrando ao mercado. Os conhecimentos genéricos e descritivos já não são suficientes. que novos consumidores. e até de ponta. 2. como a oferta de produtos adaptados às necessidades do terceiro mundo. gerando novas demandas. os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas. Para este. Se por um tempo o caminho da dependência na política da Ciência e Tecnologia pareceu fatal.materialização do conhecimento científicotecnológico. as indústrias tradicionais devem procurar outras vantagens competitivas. registro e análise de dados. a mão-de-obra barata pode deixar de ser fator competitivo. pelas pesquisas aplicadas.a densidade de capital deve aumentar e a participação relativa da mão-de-obra é cada vez menor na composição de custo do produto. o projeto. Outros devem se engajar nas novas oportunidades que surgem nos .divulgação . A crescente competição industrial exige do Engenheiro maior eficiência e flexibilidade para converter. Para isto. via pesquisa básica.produção . é preciso que se busque a autonomia na projeção . pela mistura “tecnológica” na adaptação das descobertas em aplicações práticas que solucionem problemas específicos de nossa realidade. Outra alternativa importante é a de se capacitar profissionais para atender as mercado interno. em aplicações práticas. Isso significa que estes devem ter conhecimentos mais específicos no seu ramo de atividade. é possível. hoje se vislumbra não ser definitivo. projetando e instalando equipamentos e sistemas destinados à melhoria da produtividade e qualidade. especificando. A grande massa trabalhadora brasileira é formada por grandes contingentes populacionais de baixa renda e pouca escolaridade. envolvendo grandes computadores e instrumentos sofisticados de observação. Com um pretendido aumento da renda. Devido à complexidade e elevado custo das instalações produtivas. Muitos engenheiros estão envolvidos na modernização do parque Produtivo.2 O CENÁRIO DA ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO As novas tecnologias emergentes são desenvolvidas por equipes de pesquisa com qualificação e suporte de material complexo. a operação e manutenção das mesmas exigem profissionais especializados. consequentemente.

como nos serviços. a tendência é de que os engenheiros não estejam ocupados com as funções administrativas e financeiras. que serão exercidas progressivamente por profissionais formados especificamente nessas áreas gerando com isso. sociais e do meio ambiente que o habilita a trabalhar em equipes interdisciplinares. processos e sistemas. em conseqüência dos rápidos desenvolvimentos que se verificam nos países centrais e que se irradiam aos demais países. Evidentemente. os engenheiros estão cada vez mais envolvidos em atividades não industriais. Tudo isso contribui para aumentar a atuação interdisciplinar da Engenharia. na Engenharia de Produção e na Engenharia Consultiva. sociais e ambientais. As exigências da qualidade e de redução dos custos levam a um esforço maior de normatização e padronização. para atuar junto à fábricas ou canteiros de obras. para programar o uso desses novos equipamentos. A expansão do mercado de trabalho. a necessidade da qualificação do engenheiro civil voltado para sua ação. também. Consequentemente. a atividade do engenheiro está cada vez mais concentrada na fase de concepção de novos sistemas ou nas suas adaptações e modificações posteriores. como. no futuro. ditadas pelas exigências do mercado de trabalho. a uma maior necessidade de desenvolvimento na área de “software”. abrangendo aspectos técnicos. fazendo a “ponte” entre os dois tipos anteriores. As especializações. Em síntese. e está envolvido na criação de novos produtos. Deve somar. devendo haver. nem todos os engenheiros exercem o mesmo tipo de função. Além disso. um fortalecimento dos instrumentos e organismos de controle e regulação da tecnologia. Com o aumento da automação nas fábricas. A demanda do setor de engenharia pode envolver serviços integrados de tecnologia. Isso leva. O segundo tipo é o de EXECUÇÃO. que atua na interface entre a concepção e a execução. O terceiro é o de LIGAÇÃO. o engenheiro deve ter sólidos conhecimentos em ciências básicas. a compreensão dos problemas administrativos. levam a três tipos de perfis: O primeiro deles é aquele de CONCEPÇÃO que tem uma forte base científica e tecnológica. também. Considera-se como requisito importante o . com ênfase na atividade produtiva. por exemplo. para desenvolver pesquisas e elaborar projetos. na atualidade. registra um maior crescimento relativo do setor de serviços e essa tendência deve se manter no futuro. a isso. econômicos.setores de ponta. mas também as suas possíveis implicações em termos econômicos. espírito de pesquisa e capacidade para conceber e operar sistemas complexos.

Além disso. filmes em vídeo. o afastamento dos mesmos da prática da Engenharia. em função dos cursos excessivamente verbalizantes e literários. Em certas áreas. redimensionar a formação do engenheiro. em alguns casos. Devem estar aptos a trabalhar com modernos equipamentos. o que dificulta o acesso do recémformadoa mercado de trabalho. principalmente. para o efeito da carreira docente. Para a transmissão mais eficiente de informações atualizadas surge a comunicação pelo diálogo com o uso da reflexão sobre as idéias geradoras de novas propostas. econômicos. constatar-se que. do ensino e da extensão. programas (softwares) estações de trabalho e redes de comunicação. 2. por se tratar de um sistema muito lento de comunicação. . aliada a conhecimentos específicos para idealizar. Os egressos possuem poucas habilidades práticas. atualmente os cursos de formação desse profissional estão muito voltados aos conhecimentos teóricos. planejar. ambientais e políticos. As tradicionais aulas expositivas dogmáticas. nos aspectos técnicos. onde surgem as grandes inovações tecnológicas. observa-se que a exigência de dedicação integral ao ensino e à pesquisa provocou. os recursos computacionais. baseadas no uso intensivo do quadro negro e transmissão verbal de conhecimentos tendem a diminuir. é importante que o profissional de empresa traga para a Universidade a experiência e a condução de trabalhos práticos e realimente-se através da pesquisa. a experiência profissional extra-acadêmica é tão importante quanto àquela acadêmica.3 O PAPEL DA UNIVERSIDADE E A FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL É sabido que cabe à Universidade realizar o ensino. Essas habilidades só são apreendidas nos primeiros empregos. pois. devem ser capazes de visualizar globalmente as implicações de seu trabalho. A produção de materiais didáticos. implantar e controlar processos produtivos. Por outro lado. Os engenheiros devem possuir sólida formação básica. cometindo-lhe realizar a difusão dos resultados de seus esforços na geração de conhecimentos tecnológicos. Pretende-se com a implantação do curso de Engenharia Civil. a pesquisa e a extensão.conhecimento de aspectos legais e normativos. Com relação aos docentes. É sua função formar recursos humanos que contribuam eficazmente para o desenvolvimento sócio-econômico. O domínio de línguas estrangeiras é importante para se ter acesso direto ás informações geradas nos países adiantados. simulações em laboratório.

2. firmas especializadas em montagem de equipamentos. além de Centros de Processamento de Dados. sabendo que a aprendizagem torna-se uma pesquisa onde eles passam de uma visão sintéticaglobal. A Universidade busca. CORSAN Companhia Riograndense de Saneamento. companhias de seguros e no exercício do magistério. através de sua teorização para chegar a uma síntese provisória.4 PERFIL PROFISSIOGRÁFICO Os egressos de Engenharia civil estarão habilitados a atuar no planejamento. também. quando tiver formação pedagógica complementar. bancos.5 O MERCADO DE TRABALHO . gerando hipóteses para transformação da realidade. Poderá atuar. Assumirão a responsabilidade técnica nas obras de drenagem e irrigação. fomentar a pesquisa e a extensão como forma de atualizar o ensino. canais e aeroportos. Os docentes devem instruir-se no uso adequado dos multimeios e os alunos podem participar mais ativamente no processo de aprendizagem. à uma visão analítica. assumindo maiores responsabilidades pelo seu desempenho. conjuntos habitacionais. poderá atuar no serviço público. Institutos de Pesquisa Tecnológica e organismos como o DAER . Realizarão trabalhos topográficos e geodésicos. em indústrias. empresas de planejamento e projetos. 2. O profissional formado por este curso. em empresas privadas e prestativas ligadas á construção civil.Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. Nessa perspectiva aproveitando o programa da FAPERGS (Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul)/professorvisitante. organização e inspeção de trabalhos relacionados com a construção de residências. consultorias. na área de qualidade e análises químicas para possibilitar a universalização do conhecimento e a conseqüente melhoria do curso. recebem pesquisadores russos. em termos de ensino e pesquisa. estradas. túneis e vias férreas.livros didáticos são elementos fundamentais para estabelecer a relação teórico-prática entre o que se apresenta como “ponto de ancoragem” na universidade e o que se busca acrescer na realidade para a futura ação do profissional. portos. ainda. pontes.

considerando que: • O avanço do processo tecnológico e a exigência da sociedade moderna pressupõe o esforço em formar recursos humanos que inovem e auxiliem o processo de transformação que se empreende na região e no país. a área de habitação popular. que carece de estudos e pesquisas para o implemente de habilitações a custos mais reduzidos de forma que a população mais carente tenha acesso à moradia. que reverte a curto prazo. A necessidade de transformação social e a de atendimento as carências nos setores da construção civil levantaram à busca e atendimento às áreas de formação. A URI possui experiência na área tecnológica por manter cursos de Engenharia Industrial Mecânica e Tecnólogo da Construção Civil (Estradas e Topografia) já alguns anos.Os fatores que determinam o mercado do trabalho são fundamentalmente relacionados à política econômica de um país. o funcionamento da Habilitação de Civil no Curso de Engenharia é de fundamental importância. de outras regiões do Estado e do Estado de Santa Catarina. • A localização geográfica e a pujança de Santo Ângelo como pólo regional. No atual contexto. com a modernização dos currículos e a adequação ao mercado. as mudanças ocorridas nos diferentes setores exigem a formação de recursos humanos capazes de interpretar a nova realidade e apontar novos rumos para um processo mais dinâmico de desenvolvimento. E por não ser algo estável. Neste sentido. ligado por vias asfálticas em todas as direções.6 O NOVO CURSO Com o desenvolvimento do Projeto Institucional da Universidade um dos fatores preponderantes é o redimensionamento e a implementação de novos curso. enquanto lugar de ensino e pesquisa. respondendo. . qualquer resquício de estagnação. 2. recebendo estudantes de. é importante fazer uma profunda análise deste fato. aproximadamente. à provocação do pensamento vanguardista. 80 municípios da região. Em especial. conforme atesta o Projeto Pedagógico do curso. o mercado de trabalho é variado e cabe ao curso. • As oscilações econômicas por que passa o país. atender às áreas elencadas e pensar também na relação desses profissionais com a sociedade. assim.

2 Específicos Para que o Curso atenda. estão situados 120 municípios em franco desenvolvimento que absorvem. • A estrutura física do Campus dispõe de amplo espaço destinado ao Curso de Engenharia Civil onde laboratórios têm capacidade para atender a uma demanda maior de alunos. facilitando. assim. • A política de aperfeiçoamento do pessoal docente está sendo estimulada com a concessão de bolsas de estudo e a implantação de um plano de cargos e salários ensejando a ascensão profissional e a melhoria da qualidade de ensino. implantar e controlar processos produtivos integrados as habilidades práticas específicas. onde para isso a presença de novos técnicos é fator imprescindível. aos avanços tecnológicos e a integração dos mercados nacionais e internacionais.7 OBJETIVOS 2. promissor e com característica inovadora para o profissional egresso da mesma. o acesso do recém-formado ao mercado de trabalho.7. 2. aproximadamente 575 profissionais da construção civil.80 Km e nessa área. aliada a conhecimentos específicos para idealizar.099.• Santo Ângelo. atualmente. 2.7. como sede de um Campus de Universidade. destacamos como objetivos específicos fundamentais: . É fundamental que se proponha um curso de Engenharia-Habilitação Civil com um sentido de “novo”. planejar. tem o compromisso de projetar na região uma nova fisionomia. a mão-de-obra de. O prédio número seis destina-se exclusivamente aos Laboratórios de ensaios Tecnológicos da Construção Civil.1 Geral Proporcionar aos estudantes do Curso de engenharia Civil uma sólida educação básica. 2 A URI abrange uma área aproximada de 43. realmente.

legislação. assim. para que os alunos tenham oportunidade de aprender fazendo. Proporcionar o desenvolvimento do espírito de pesquisa aliando-o ao domínio de conhecimentos específicos. normalização e controle do meio ambiente. administração. capacitando. e não apenas verbalizando. Incentivar a integração regional. Facilitar o entrosamento entre as disciplinas básicas e aplicadas. . Vincular o curso ao progresso tecnológico. Manter intercâmbio com Universidades Brasileiras que mantém cursos na área para trocas culturais.• • • • • Oferecer aos estudantes uma sólida bagagem de conhecimentos básicos constituindo o núcleo comum. • • • • • • Reforçar as aulas práticas. através da extensão. entre outros. Estimular aos docentes a realização de cursos de atualização e estágios em empresas e institutos de pesquisa no Brasil e no exterior. Valorizar a experiência profissional do docente fora do meio acadêmico. capacitando os alunos a resolverem problemas reais. em resposta os desafios criados pela competição nacional e internacional. Intensificar o intercâmbio com Universidades dos outros países integrantes do MERCOSUL e que mantém cursos na área. Oferecer um currículo moderno com noções básicas de economia. o engenheiro a um trabalho interdisciplinar.

0 1.NUMÉRICA E QUALITATIVAMENTE COM BASE NAS INSCRIÇÕES DOS CONCURSOS VESTIBULARES JÁ REALIZADOS. MATR. URI 3093 3314 3661 3865 INSC. TABELA 01: INSCRIÇÕES NO VESTIBULAR . CANCEL. DO CURSO 100 63 59 73 MÉDIA P/ VAGA 2.URI Campus de Santo Ângelo ANO/ PER. VAGAS INSC. TRANC. M F 10 16 16 15 TOTAL 50 44 48 50 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 50 50 50 50 TABELA 02: MATRÍCULAS E REMATRÍCULAS NO CURSO ANO/PERÍODO T/GERAL DE VAGAS MATR. DO VESTIBULAR 998 951 1051 893 INSC.46 40 28 32 35 MATR. VEST. REMAT.18 1.CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA .58 1. M 1993/I 1994/I 1995/I 1996/I 1993/II 1994/II 1995/II 1996/II 50 100 150 200 50 100 150 200 40 28 32 35 F 10 16 16 15 M 37 33 44 44 62 58 84 F 07 04 15 14 20 20 24 M ---01 01 01 ---- F 02 02 02 02 M 03 10 06 02 F ---04 02 02 M 37 51 69 90 37 43 62 84 10 16 28 31 F 05 13 18 24 TOTAL 47 67 97 121 42 56 80 108 .

H CRÉD.A MECÂNICA GERAL A TOPOGRAFIA I REALIDADE BRASILEIRA INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V CÁLCULO NUMÉRICO 15-104 2º SEMESTRE 15-215 40 38-105 15-121 15-241 15-215.9 anos Carga Horária: 3750h (250 créditos) + 240h (Estágio) + 240h (Atividades Complementares) + 165h (Optativas) Carga Horária Total: 4395h Turno: Noturno SEMESTRE CÓDIGO 39-211 15-104 15-215 35-191 15-114 38-105 DISCIPLINAS INTRODUÇÃO À ENGENHARIA C. P. T.3 CURRICULO PLENO ENGENHARIA CIVIL . 15-115. 15-114 3º SEMESTRE 4º SEMESTRE 15-125 15-128 15-131 15-121 .Modalidade Bacharelado Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo .5 anos / Máximo . 1º SEMESTRE FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I COMPUTAÇÃO I GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES DESENHO TÉCNICO I METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA 72-271 PESQUISA 15-121 15-241 15-214 15-115 15-149 15-161 38-106 73-227 15-131 15-242 15-353 38-201 38-131 73-400 81-283 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A GEOMETRIA DESCRITIVA ÁLGEBRA I-A ESTATÍSTICA I DESENHO TÉCNICO II SOCIOLOGIA CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III . 30 60 40 20 40 20 60 30 30 60 60 40 40 30 60 60 20 30 60 40 20 40 20 60 40 20 60 60 60 60 20 20 30 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 4 PRÉ-REQ.4 anos / Médio . 15-104 38-106.

38-302 38-353. 38-132 38-203. 38-205 38-254 38-302 38-501 38-302. 38-501 38-352 38-252 9º SEMESTRE 38-254 38-254 38-202. 38-351 7º SEMESTRE 30 30 30 20 66-178 38-252. 38-131 35-191 15-353 38-203 15-131.38-202 38-203 34-159 38-132 81-300 35-193 38-401 38-204 38-301 38-172 38-351 38-251 66-178 38-402 38-205 38-252 38-302 38-501 38-352 38-171 39-214 38-451 38-206 38-253 38-303 38-502 38-353 67-167 39-213 38-208 38-207 38-254 38-304 38-503 38-354 38-258 67-121 38-255 38-256 38-211 38-257 38-305 38-504 38-452 68-453 TEORIA DAS ESTRUTURAS RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE TOPOGRAFIA II LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) COMPUTAÇÃO II-B ELETRICIDADE RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II FENÔMENOS DE TRANSPORTES FOTOINTERPRETAÇÃO MECÂNICA DOS SOLOS I MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I FUNDAMENTOS JURÍDICOS INSTALAÇÕES I ESTRUTURAS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II HIDRÁULICA PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I MECÂNICA DOS SOLOS II FOTOGRAMETRIA (Optativa) ÉTICA PROFISSIONAL ENGENHARIA DE SEGURANÇA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I CONSTRUÇÃO CIVIL I INSTALAÇÕES II PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II OBRAS DE TERRA ECONOMIA (Optativa) ENGENHARIA ECONÔMICA ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II CONSTRUÇÃO CIVIL II HIDROLOGIA SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS FUNDAÇÕES PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES ADMINISTRAÇÃO I QUANTITATIVOS E CUSTOS ARQUITETURA E URBANISMO PONTES E GRANDES ESTRUTURAS PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SANEAMENTO BÁSICO ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) 60 60 60 30 30 60 30 30 30 40 40 30 40 30 30 30 60 40 60 30 40 40 30 30 60 30 30 30 40 30 30 40 60 30 60 60 40 40 30 30 40 40 20 40 40 40 30 30 20 20 40 20 20 20 30 20 30 30 20 30 20 20 30 20 20 30 20 30 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 2 2 4 4 4 4 4 4 4 2 4 4 4 4 4 4 4 4 15-131. 15-214 38-132 15-104 5º SEMESTRE 6º SEMESTRE 38-401 38-202 38-251 38-301 38-172. 38-201 15-121. 38-301 38-253. 38-204 38-252 38-302 38-501 38-352 8º SEMESTRE 20 20 38-205. 38-201 15-114. 38-253 . 38-251 38-206 38-253 15-161.

38-207 30-027 38-504 .800h 38-205.LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS 30 240 60 30 40 20 30 2 16 4 2 4 2 2.30-027 38-551 10º SEMESTRE 38-212 30-031 38-505 80-174 PROJETO FINAL DE CURSO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO CONCRETO PROTENDIDO PROJETO FINAL DE CURSO II ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) LIBRAS .

4 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL EM FORMAÇÃO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL –ORGANIZAÇÃO CURRICULAR NÚCLEO BÁSICO Fundamentos da Matemática A Física Geral e Experimental I Computação I Geometria Analítica e Vetores Desenho Técnico I Met. Científica e da Pesquisa Cálculo Diferencial e Integral I Química Geral e Experimental I Física Geral e Experimental II-A Geometria Descritiva Álgebra A Desenho Técnico II Sociologia Cálculo Diferencial e Integral II-A Química Geral e Experimental II Física Geral e Experimental III-A Mecânica Geral A Realidade Brasileira Cálculo Diferencial e Integral V Resistência dos Materiais I Eletricidade Resistência dos Materiais II Fenômenos de Transporte Administração I NÚCLEO PROFISSIONALIZANTE Topografia I Teoria das Estruturas Topografia II Mecânica dos Solos I Materiais de Construção I Instalação I Estruturas Materiais de Construção II Hidráulica Projetos de Construção de Estradas I Mecânica dos Solos II Engenharia de Segurança Estrutura de Concreto Armado I Construção Civil I Instalação II Projetos de Construção de Estradas II Obras de Terra Estrutura de Aço e Madeira Estrutura de Concreto Armado II Construção Civil II Hidrologia Superestrutura de Estradas Fundações Patologia das Construções Saneamento Básico Análise e Projetos de Transportes Gestão da Qualidade NÚCLEO ESPECÍFICO Introdução à Engenharia Estatística I Inglês Instrumental Cálculo Numérico Engenharia do Meio Ambiente Língua Espanhola Computação II-B Fotointerpretação Fundamentos Jurídicos Fotogrametria Economia Ética Profissional do Engenheiro Engenharia Econômica Quantitativos e Custos Arquitetura e Urbanismo Pontes e Grandes Estruturas Projetos de Construção Civil Controle Térmico de Ambientes Estágio Supervisionado Engenharia de Tráfego Concreto Protendido Projeto Final de Curso .

. bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar a modalidade.1 NÚCLEO BÁSICO Constitui-se de disciplinas que envolvem conhecimentos básicos que são essenciais para a formação do futuro Engenheiro.4.2 NÚCLEOPROFISSIONALIZANTE O conjunto de disciplinas do núcleo profissionalizante é constituído por disciplinas que objetivam desenvolver competências e habilidades necessárias para que o profissional possa atuar em diversas áreas do campo da Engenharia Civil. consideram a interdisciplinaridade dentro dos tópicos definidos nas Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia. Constitui-se de conteúdos científicos. São disciplinas definidas em linhas transdisciplinares que conferem uma formação generalista. Estas disciplinas estão inseridas no decorrer do currículo. tecnológicos e instrumentais que contemplam as diversas áreas da Engenharia Civil. 4. mas grande parte delas está concentrada nos primeiros semestres do curso. 4. as quais.3 NÚCLEO ESPECÍFICO O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes.

PLANO DE ENSINO .

1º SEMESTRE .

Administração e otimização do tempo e respectivos ajustes. O curso de engenharia.Lei 5194 . Estaduais e Entidades de Classe. Responsabilidades do Engenheiro. Sindicatos. A engenharia no contexto da universidade . A Engenharia no contexto da sociedade. 2. O profissional de engenharia e suas atribuições. ABENGE. Coordenação. 4. Planejamento estratégico aplicado ao estudo. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao acadêmico uma visão global e específica de seu curso e de sua profissão. .Resolução 218. suas disciplinas e a atuação profissional do futuro engenheiro.Estrutura Organizacional 3.FURI/URI . Avaliações do MEC. A engenharia do século XXI . . integrando-o no sistema universitário. • Dar uma visão do que se espera do engenheiro do século XXI • Proporcionar visitas à obras de construção civil • Realizar alguns ensaios em laboratório • Promover seminários sobre as diversos assuntos da Engenharia Civil • Em uma obra da região: Pesquisar características dos trabalhadores da construção civil_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Laboratórios. Engenharia no contexto do Campus.Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA Código: 39-211 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: A universidade. . Direção. • Oferecer uma visão sobre os Conselhos Federais. . Apresentação dos conteúdos e mostrar as diversas áreas da engenharia. O básico.Formação e atualização do engenheiro. Áreas de atuação. Legislação . . Processos de aprendizagem.Cenário de atuação profissional. A Engenharia no contexto do curso.Sistema CONFEA/CREA.Controle e fiscalização profissional. • Apresentar a estrutura da universidade • Apresentar o curso. O ensino. 5. O profissionalizante.O cenário do desenvolvimento . Análise da grade curricular. Chefias de Departamento. CREA-CONFEA. 6. ESPECÍFICOS: • Despertar o aluno para a Engenharia Civil.

exercícios.1997. quadro e projetor multimídia. A fixação dos conteúdos será através de visitas técnicas. utilizando retro projetor. Almir E. A. 2007. publicações do CONFEA e CREA e Normas Técnicas da ABNT. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GERMANO. & Outros. Florianópolis. T.Anais dos Congr. Ensino da Engenharia: na busca do seu aprimoramento. Estudo sobre o ensino da Engenharia de Transportes. 8. COBENGE . Instituto de Pesquisa Rodoviária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAZZO. Manual Acadêmico. A. 9. L. Santo Ângelo. estudos em laboratório e trabalhos. Visitas técnicas. Datas de realização: diversas. Florianópolis. URI. W. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. UFSC. Aulas e tarefas no laboratório. UFSC. . M. Introdução à Engenharia. Rio de Janeiro. BAZZO. do Ensino da Engenharia. 1996. AVALIAÇÃO: Apresentação de seminários e desenvolvimento de experimentos ligados à Engenharia Civil.7.. Pesquisas na Internet. Bras. Seminários sobre artigos referentes à disciplina. seminários. PEREIRA. 1970. W. Revistas.

Notação científica 6. PRODUTOS NOTÁVEIS .Cubos da soma e da diferença 2.Trinômios quadrados perfeitos .Potências de base "i" . Agrupamento . • Analisar os diferentes tipos de funções identificando suas características e aplicações. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer o processo de construção do conhecimento matemático.Algoritmos da divisão .Conceituação . ESPECÍFICOS: • Evidenciar a importância da resolução de problemas para a construção dos conceitos. RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES 5.Operações . NÚMEROS COMPLEXOS . Potências de base para funções.Produto da soma pela diferença . Trigonometria.Diferença de dois quadrados e de dois cubos -Soma de dois cubos 3.Aplicações .Trinômios de 2º grau .Teorema do resto . Logarítmos. POTENCIAÇÃO 4. POLINÔMIOS .Operações com números complexos 7.Quadrados da soma e diferença .Introdução . POTÊNCIAS DE BASE 10 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. FATORAÇÃO .Disciplina: FUNDAMENTOS DE MATEMÁTICA A Código: 15-104 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Expressões algébricas.Definição . Radicais.Definição .Fator comum.

Domínio e imagem .Aplicações.Definição e gráficos 11. TRIGONOMETRIA .Equações logarítmicas . secante e cossecante .Definição .Aplicações 13.Dispositivo prático de Briot-Ruffini 8. tangente. variações.Redução ao primeiro quadrante . sinais e gráficos . FUNÇÕES EXPONENCIAIS .Definição e gráficos 12.Logaritmos decimais e naturais .Definição.Gráficos . METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula.Tipos de funções .Círculo trigonométrico .Resolução . Função logarítmica .Funções trigonométricas: seno. FUNÇÕES DE 1º GRAU .Definições. FUNÇÕES . LOGARITMOS .Relações de Girard 9. .Função inversa .Relações trigonométricas num triângulo qualquer .Função composta .. coseno.Propriedades das raízes .Arcos e ângulos .Relações entre as funções trigonométricas de um mesmo arco .Adição e subtração de arcos.Mudança de base .Gráficos 10. Arco duplo .Razões trigonométricas num triângulo retângulo .Equações exponenciais não redutíveis a mesma base . EQUAÇÕES POLINOMIAIS . cotangente.Sistemas de logaritmos .Propriedades dos logaritmos .

2001. V. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SMIRNOV. Moscou Mir. V.7. SOLOMON. 2000. 3. Matemática. São Paulo. IEZZI. Melhoramentos. José Rui. 1970. Luiz Carlos de. curso completo. Gelson. DOMENICO. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIOVANNI. 1975. Ática. V.9 SCIPIONE e outros. Matemática. São Paulo. São Paulo. Cours de mathematiques supérieures. Scipione. 1 a 10. Matemática. Atual. Charles.6. 1994. Matemática. Curso Fundamental. São Paulo.AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. volume único. IBEP. . Fundamentos de matemática elementar.4.

5 .1 . aplicar corretamente as unidades das grandezas físicas. 4. UNIDADE 4 .4 .2 .Sistema Internacional de Unidades (SI).3 . Cinemática. 3.4 .MOVIMENTO RETILINEO 3.2 .Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-215 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Vetores.Massa.2 .Multiplicação de vetores UNIDADE 3 . UNIDADE 5 . 5.2 .FORÇA E MOVIMENTO 5.Soma de vetores.Mudança de unidades.Componentes de vetores. Escalas vetoriais. 5. 2.5 .VETORES 2. 5. 2.Movimento de projeteis.3 . 3.Posição e deslocamento. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral A.Vetores unitários.Leis de Newton 5. bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.Velocidade e aceleração. esquematizar diagramas de forças e resolver problemas.3 .1 . 4. o aluno deverá tornar-se capaz de: operar com grandezas vetoriais. em situações de problemas as funções adequadas do movimento e das leis de Newton. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação.2 . .Movimento em duas e três dimensões. 4.Velocidade e aceleração.Força.Movimento.Queda livre.Vetores e escalares.MEDIÇÃO 1.Atrito. Teoria cinética dos gases.MOVIMENTO EM DUAS E TRÊS DIMENSÕES 4. Princípios da dinâmica. Trabalho e energia.1 .5 .3 . UNIDADE 2 .1 . 2. 3. 1.1 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . aplicar.Movimento circular uniforme.Aplicações das leis de Newton. 2.5 .6 .Posição e deslocamento. atrito. 4.

3 . 8.4 .Trabalho de uma força variável. 9.Energia cinética.ROTAÇÃO I 10.SISTEMA DE PARTÍCULAS 8.Conservação de energia. A fixação dos conteúdos será através de exercícios. 10. canhão.As variáveis da rotação.Energia cinética de rotação. 8.1 .Torque.Centro de massa. sendo no mínimo duas notas e no máximo três.Teorema trabalho-energia cinética.Trabalho realizado pela força de atrito UNIDADE 8 .Momento angular de um corpo rígido.2 .1 . aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor.4 .4 .2 .Momento Angular.Energia mecânica 7.4 .Variáveis lineares e angulares.Forças conservativas e não-conservativas.UNIDADE 6 . 10. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor.3 .Potência.3 . 6.1 . UNIDADE 11 .3 .1 .CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 7.Lei de Hook. 6.5 .Colisões em duas dimensões. vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. UNIDADE 10 .COLISÕES 9. 10.Momento linear.1 .1 . UNIDADE 7 .Colisões elásticas e inelásticas. trabalhos ou relatórios de práticas de laboratório. 7. 7. 11.2 .2 . 9.Trabalho de uma força constante 6.3 .5 .Trabalho e energia potencial. 6.O que é colisão.2 .Impulso e momento linear. 9. atividades de laboratório e relatórios.TRABALHO E ENERGIA CINÉTICA 6. 7.ROTAÇÃO II 11.3 . Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas).Conservação do momento angular.Cálculo do momento de inércia.Conservação do momento linear UNIDADE 9 . . METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.5 .2 .6 . 11. 10. 6.

H. São Paulo : Edgard Blücher. 1999. Ed. HUGH D. D. ed. 1981. EDWARD GETTYS. MARK W. Rio de Janeiro. MOYSÉS NUSSENZVEIG Curso de Física Básica. K. Física. Física . 4 Ed.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. WALKER. Rio de Janeiro. São Paulo: Makron Books.Mecânica. . 1995. 1... 1990. MALCOLM J. LTC.. Fundamentos de Física . 1996. Rio de Janeiro.1. LTC. RESNICH.ed. 3 Ed. FRANCIS SEARS. W. V. RESNICH.1996. YOUNG. ZEMANSKY. R. KELLER.Mecânica. KRANE. Física. V. TIPLER. Edgard Blucher Ltda.. Física. D. SKOVE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. R. HALLIDAY. SP. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.. 3.J. LTC. FREDERICK J. P. 1996.. Física 1. S. 2. Um curso Universitário.. 4 Ed.

ESPECÍFICOS: Proporcionar uma visão abrangente da capacidade e dos recursos dos computadores como ferramenta de trabalho e apoio na tomada de decisões. Noções de editoração. Noções sobre sistemas operacionais. funcionamento e variações). OBJETIVOS: GERAL: A disciplina tem por objetivo fornecer o suporte necessário para o entendimento dos conceitos da computação. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Conceitos básicos de Computação e Informática Informática (Histórico: evolução. planilha eletrônica e apresentação. variações. funcionamento. Lógica de programação. teoria da comunicação. Algorítmo. utilização básica) Sistema Operacional Utilitários do Sistema OperacionalConceitos básicos de Linguagens de Programação (1ª. UCP (microprocessadores) Placa-mãe (UCP. software e principais utilitários. barramento e outros componentes) Periféricos/Dispositivos de Entrada e Saída Unidades/Dispositivos e mídias de Armazenamento SOFTWARE BÁSICO (Conceitos. manipulação de arquivos. gerações.Disciplina: COMPUTAÇÃO I Código: 35-191 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Noções básicas. . Linguagem básica específica da área. possibilitando ao aluno o uso dos computadores e da informática como ferramenta necessária às diversas tarefas cotidianas da quase totalidade das profissões existente e da sociedade em geral. Manipulação de conjuntos. 3ª e 4ª geração) e Algoritmos (técnicas de programação) Conceitos básicos de Orientação a Objetos SOFTWARE APLICATIVO Tipos de Aplicações Comerciais e requisitos Conceitos básicos e Tipos de Banco de Dados Noções básicas e utilização de programas de: editoração de textos. 2ª. memória. álgebra booleana) Sistemas Digitais e Analógicos Modalidade de Sistemas de Computadores (uso e finalidade) ESTRUTURAS E REPRESENTAÇÃO DE DADOS Características dos dados Sistemas de representação numérica (binário. octal e hexadecimal) Unidades de medida HARDWARE (Organização básica. hardware.

SITES da Internet indicados pelo professor e/ou buscados pelos alunos. 1999. ponto de acesso à Internet. SOUZA. Robert W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BROOKSHEAR. Glenn. Introdução à Informática. Porto Alegre: Bookman. AVALIAÇÃO: A avaliação se dará através de 2 provas escritas e realização de trabalhos em grupo ou individuais.REDES DE COMPUTADORES Conceitos básicos de rede e conectividade entre computadores Internet (histórico. laboratório de informática (Prédio 8). 2001. McGraw-Hill. Conceitos de Linguagens de Programação. conceitos básicos e utilização de navegador). São Paulo: Saraiva. 2002. Porto Alegre: Bookman. Campus. conforme especificado no Regimento Geral da URI. 2ª ed. 1994. MEIRELLES. Judith L. Larry. 4ª ed. São Paulo: Ed. Lógica para Ciência da Computação. MEYER. regulado nos artigos 55 a 59. ed. Fernando de Castro. NASCIMENTO. 1990. 1984. fica instituída a atribuição de notas. 1998. 5ª ed.Brasília: Editora Jonofon LTDA. micro e canhão multimídia (laboratório de informática). retroprojetor. transcritos no Manual Acadêmico. 2000. São Paulo: Makron Books. Jonofon. NETO. J. Porto Alegre: Bookman. 3ª ed. Raciocínio Lógico. VELLOSO. São Paulo: Harper & Row do Brasil. 1a ed. Rio de Janeiro: LTC. Informática: novas aplicações com microcomputadores. João Nunes de. Nosso Futuro e o Computador. METODOLOGIA: Quadro. M. sob o título de "Verificação do Rendimento Escolar". João Augusto Mattar. SÉRATES. Fernando de Souza. Informática: Conceitos Básicos. Rio de Janeiro: 2ª ed. 2000. vídeo. 2000. Rio de Janeiro: Editora Campus. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SEBESTA. GONICK. . 2002. Para fins de avaliação do desempenho. Introdução Ilustrada à Computação. 4. Ciência da Computação: Uma Visão Abrangente. GERSTING. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. Metodologia Científica na Era da Informática. 8 ed . Ângela J. 1ª ed.

visão bidimensional e conceitos aplicativos nas demais disciplinas do curso.Operação com vetores .Módulos de um vetor . características e tipos de vetores . retas.Equipolência e suas propriedades .Versor de um vetor .Ponto que divide o segmento numa razão dada .Estudo da reta: diversas formas de equação .Classificação. Estudo da circunferência. Coordenadas polares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Intersecção de duas retas . VETORES .Conceitos fundamentais . Vetores linearmente dependentes e independentes .Representação cartesiana de um vetor. planos e circunferências.Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA E VETORES Código: 15-114 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de coordenadas cartesianas.Conceitos fundamentais . .Distância de um ponto e uma reta .Aplicar os conhecimentos adquiridos em situações concretas para resolver os problemas de engenharia.Condições de paraleloimo e perpendiculares . ESPECÍFICOS: .Identificar figuras geométricas planas e espaciais. Produto interno vetorial e misto. GEOMETRIA ANALÍTICA .Expressão analítica e coordenadas de um vetor . Problemas . posições de ponto e reta em relação à circunferência.Distância entre dois pontos no plano .Adquirir conhecimentos algébricos e geométricos sobre vetores.Estudo da circunferência: equação. Distância entre dois pontos planos.Coordenadas polares 2.Combinação linear. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno a capacidade de raciocínio matemático geométrico.Coordenadas do barricentro de um triângulo .Ângulo entre duas retas . Estudo da reta.Lugar geométrico . Vetores e operações. espaços vetoriais. Operações e propriedades. . A área de um triângulo. Sistema de coordenadas cartesianas .Áreas de um triângulo .Resolver sistemas de equações. .

Rio de Janeiro. São Paulo. Fundamentos de matemática elementar. Belo Horizonte.Produto misto e suas propriedades . Geometria analítica. Imprensa Universitária UFSM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FEITOSA. São Paulo:MAKRON Books. 1988. 1987. LTC. Miguel O .Produto escalar de dois vetores e sua propriedade . Utilização de softwares matemáticos como ferramenta de cálculo. São Paulo. 1986. 1971.Produto vetorial de dois vetores e sua propriedade . 2. Rio de janeiro. FTD. Elementos de geometria analítica. Armando. Vetores e geometria. Univ. Scipione. Waldir Muniz. e WINTERLE. 1988. P. 1983. São Paulo. Instituto Brasileiro de Edições Científicas. de São Paulo. P. JUDICE. Cálculo e geometria analítica. Campus AS. Utilização de apostila com resumo da teoria. Vicente Paz e outros. RIGUETO. OLIVA. A. Cálculo vetorial e geometria analítica.Duplo produto vetorial de três vetores METODOLOGIA: • • • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações. Campus. 1988. REIS e SILVA. GIOVANI. AVALIAÇÃO: Aplicação de provas semestrais. São Paulo: MAKRON Books. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNANDEZ. STEINBRUCH. Vetores e geometria analítica. SHENK AL.Decomposição de um vetor . Atual. Vetores e geometria analítica.. Edson Durão. exercícios e problemas variados. São Paulo. Geometria analítica. . 2000. WINTERLE. José Reni e outros. Matemática.Expressão cartesiana de um vetor definido pela sua origem e extremidade . Ed. 1982. 1993. Rio de Janeiro. São Paulo.Ângulos diretores e cossenos diretores de um vetor . Gelson. Matemática para o colégio. 1984. IEZZI.

PETZOLD JUNIOR. . O. 1969. PROTEC. Albert & FORBERG. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo. bem como treinar técnicas de desenho a mão-livre. V. Proporções. 13 Ed. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Primeiro e terceiro diedros. 1981.Traçado de retas 2. Desenho Técnico. Desenho Técnico.. e o estudo das projeções ortogonais.Normas de desenho técnico. Desenho Técnico Básico: Fundamentos Teóricos e Exercícios à Mão Livre. 2004.Divisão de uma reta em partes iguais 4. Lisboa. CUNHA. Sistemas de representação..M.Traçado de curvas 5. Francesco.Desenho de letras técnicas 6. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. José & Outros. Porto Alegre. Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila. Editora Globo.Projeção ortogonal 7. L. AVALIAÇÃO: Verificações parciais bimestrais (provas). São Paulo. Thomas E. J. Editora Globo BORNANCINI. Coletânea de normas de desenho Técnico. 2 Ed. 1986. Normas para o desenho técnico. STAMATO. ESPECÍFICOS: Dotar o aluno de visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. W. Fundamental de traçado à mão-livre. Vistas omitidas. Fundamentos de Desenho Técnico. Introdução ao Desenho Técnico. 854p. H. Desenho Técnico. PROVENZA. BACHMANN. OBJETIVOS: GERAL: desenvolver no aluno o entendimento de uma visão espacial de desenho. Sulina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ABBOTT.Exercícios 9. Richard. Projeção ortogonal de peças simples.Traçado de paralelas 3.Disciplina: DESENHO TÉCNICO I Código: 38-105 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico à mão-livre. Desenhista projetista. 207p. FRENCH.

fim objetos . Avaliações por objetivos.Processo histórico de produção e transmissão .O papel da leitura e da escrita na apreensão e comunicação do conhecimento . Projeto de pesquisa. Avaliação do projeto. Tipos e características da pesquisa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIVERSIDADE E A PESQUISA . AVALIAÇÃO: Avaliações sistemáticas (por objetivos). METODOLOGIA: Abordagens audiovisuais.Tipologia: classificação da pesquisa quanto à sua natureza. São Paulo: . A pesquisa como ato cotidiano. M. de. na área do conhecimento com pesquisas e projetos práticos.Caracterização . Função social da pesquisa. Apostila. tecnologia e desenvolvimento . ANDRADE. O método científico e a prática da pesquisa. ciência. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar a compreensão e prática de mecanismos que embasarão as atividades do universitário de fazer universidade através da criticidade e criatividade a nível científico. ESPECÍFICOS: Introduzir nos alunos os conceitos de ciência e tecnologia e prepará-los para o campo da pesquisa científica e tecnológica através do uso das metodologias propostas. execução e comunicação dos resultados de uma pesquisa. pesquisa.Tipos e níveis . Rio de Janeiro. Relatório de pesquisa.A função social da pesquisa . Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS . M.Disciplina: METODOLOGIA CIENTÍFICA E DA PESQUISA Código: 72-271 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sentido e perspectiva do ensino universitário. Normas ABNT sobre Documentação. Rio de Janeiro.ABNT. Instrumentalização metodológica.Natureza .O método científico na busca do conhecimento A PESQUISA CIENTÍFICA .Relação universidade e pesquisa .Planejamento. Avaliação da apresentação pública do projeto.Educação. 1989. Aplicação da teoria em projeto acadêmico durante a disciplina.A metodologia científica e a universidade O CONHECIMENTO .

J. DEMO. 20. Metodologia Científica. SEVERINO. M. Metodologia Científica: a construção do conhecimento. Rio de Janeiro: DP&A editora.. São Paulo: Cortez. Dutra. São Paulo: Atlas. A L. São Paulo: Cortez.A. Ver. Ed. 1995. Pedro. RUDIO. A Metodologia Científica.Atlas. V. A. Ampl. Metodologia do Trabalho Científico. Sâo Paulo: Cortez. ed. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CERVO. 22. 1999. 1997. Manual e Orientações e Normas para Trabalhos Científicos. 1994. J. BERVIAN. 4 ed. Metodologia e Prática investigativa-ação. Eli. P. Ed. 2000. THIOLLENT. 3 ed. EDIURI. Petrópolis: Vozes. Machado. 1996. SANTOS. . 1986. Pesquisa: princípio científico e educativo. 2004. . Gláucio Couri. Antonio Raimundo dos. F. 4. RUIZ. São Paulo: Makron Bocks do Brasil. Santo Ângelo. Introdução ao Projeto de Prática investigativa Científica.

2º SEMESTRE .

2.6. ESPECÍFICOS: Determinar o limite.4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 1. Integral definida.1. a derivada e a integral de uma função de uma variável. 2. 3.4. Derivação das funções Elementares. 1. Limites Fundamentais. Derivação das Funções: compostas. 4. 2.Regra de L'hospital. INTEGRAÇÃO. Funções crescentes e descrescentes 3. Resolver problemas aplicando o limite. 1. 4.5. Limite de uma função. Teorema de Rolle e do Valor Médio. Aplicação das derivadas. 4. Diferencial de uma função de uma variável . Continuidade de funções. Taxas de Variação. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS 3. Regras de Integração.3.3. 2. 3. Derivação de uma função na forma paramétricas.3.7. trigonométricas diretas e inversas.3. Derivadas Sucessivas 2. implícita.5.5. Integral Indefinida. 3. Propriedades dos limites 1. 4.6. 3.1. 2. Cálculo de Limites . Integração por partes e por substituição.2. a derivada e a integral de uma função em situações diversas.4. LIMITES E CONTINUIDADE 1.2. Integração indefinida e definida. hiperbólicas diretas e inversas. Outras Aplicações. derivação de funções de uma variável.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I Código: 15-121 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Limites. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas conforme suas necessidades profissionais.1. Velocidade e Aceleração.1.6.Máximos e mínimos de uma função . logarítmica. 2. Limites no infinito.Interpretação geométrica. 3. 2.Aplicações. 1. . DERIVAÇÃO 2. continuidade. Definição e interpretação geométrica. Limites infinitos.2.

2000. D. Cálculo A: Funções. Gerald L. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. GUIDORIZZI. Rio de Janeiro: 2001. 6ª Ed. São Paulo: Makron Books.MAPLE e outros. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo. Limites. Um curso de cálculo. GF. O cálculo com geometria analítica. 1995. Integração. realizadas ao longo do semestre.Ed. Vol 1. Mirian Buss.ed. Earl W. Laurence D. São Paulo. São Paulo: McGraw-Hill. São Paulo. McGraw-Hill do Brasil. 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS. LEITHOLD. GONÇALVES. Vol. Hamilton Luiz. Cálculo diferencial e integral. 1987. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. vol 1. 1987. Vol. 5. 1 SIMMONS. Cálculo com geometria analítica. ed. São Paulo : Harbra. São Paulo : Malheiros... H. Bookmann. SP. Earl W. BRADLEY.METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON..1. Cálculo com geometria analítica. .. 1994. trabalhos individuais e em grupo.. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. Paulo. ed.1. Aulas no Laboratório de Informática. Vol. HOFFMANN. 2.Cálculo Com Geometria Analítica.. Makron -Books. 7. Louis. George F. 3. 1992. SWOKOWSKI. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas. Cálculo um Novo Horizonte. Porto Alegre. SIMMONS. Uso de Software matemático . Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas. SWOKOWSKI.M. Makron -Books. Derivação. Rio de Janeiro: 2002. 2000 FLEMMING. São Paulo : Makron Books. ed.

. para posterior aplicação em atividades no campo da Engenharia. Classificação periódica dos elementos.Reconhecer um elemento químico a partir dos seus números quânticos.TEORIA CINÉTICA DA ESTRUTURA DOS GASES: RELAÇÕES DE PRESSÃO. expressões de concentração. de Broglie. Modelo de Rutherford. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a explicar e aplicar conceitos. Modelo atômico atual. Sólidos amorfos.TEORIA DE PLANCK Espectro descontínuo dos átomos.Definir e utilizar as propriedades periódicas. Difração de raios-x.CARACTERÍSTICAS DO ESTADO LÍQUIDO Mudanças de estado. Cálculos. líquidos e gases. Propriedades periódicas e aperiódicas. Reações de óxido-redução.Compreender e assimilar os conceitos fundamentais das estruturas dos estados físicos.PROPRIEDADES PERIÓDICAS Estrutura eletrônica conforme posição na tabela. termodinâmicos e cinéticos envolvidos nos fenômenos químicos. UNIDADE 5 . Classificação dos materiais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . Princípios da incerteza. .PROPRIEDADES GERAIS DOS SÓLIDOS Sistemas cristalinos. Teoria de Bohr. ESPECÍFICOS: . de equilíbrio. princípios e leis fundamentais referentes à estrutura e aos estados físicos da matéria e a aspectos estequiométricos. Equilíbrio químico. UNIDADE 3 . Diagramas de estado.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL I Código: 15-241 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Teoria e estrutura atômica. UNIDADE 4 . Estrutura e propriedades dos sólidos. UNIDADE 2 . Estados de oxidação mais prováveis. VOLUME E TEMPERATURA PARA O GÁS IDEAL. . Sólidos imperfeitos.Aplicar os resultados da mecânica ondulatória para predizer as configurações eletrônicas dos elementos. . Cálculos envolvendo a Teoria Atômica.

V.NATUREZA DAS SOLUÇÕES Expressões de concentração. Caracelli. 3ª edição. Soluções líquido-sólido. São Paulo. Química. C. J. L. Livros técnicos e científico.EQUILÍBRIO IÔNICO DA ÁGUA PH e POH.. MAHAN. Oxidantes e redutores. B. um Curso Universitário. P. Vol. Soluções líquido-líquido. Rio de Janeiro.1981. H.. GOMES. ROSENBERG. Volumetria de neutralização. Tradução: I. F. ROCHA. Bfucher.IDENTIFICAÇÃO E USO DOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS DE LABORATÓRIO Normas de segurança do trabalho. ARAKI. Química. . 1 e Vol. (tradutora). SHRIVER. P. H. Indicadores. Porto Alegre: Editora Bookman. J. LEE. M. W.. (Tradutores). METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas em sala de aula. J. Porto Alegre: Ed. K. Química Geral.. UNIDADE 9 . Química Geral. Bookman. 2001. J. McGraw-Hill. 5ª edição São Paulo: Editora Edgard Blücher. 1999. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTZ.UNIDADE 6 . 2004. Guanabara Dois. C. 2003. TREICHEL Jr. B.E. J.. relatórios e outras atividades relacionadas à disciplina. Química e Reações Químicas. AVALIAÇÃO: As avaliações poderão ser de forma escrita ou dialogada. D. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS.1978. Aplicação da fotocolometria em análise de ligas. B. Aulas prático-experimentais em laboratórios. As avaliações poderão ser realizadas.1985. ATKINS. Jones. Química Inorgânica Não Tão Concisa. Química Inorgânica. RUSSEL. TOMA.REAÇÕES DE ÓXIDO-REDUÇÃO Equações parciais.2. BRADY.. também. Princípios de Química. LTC. J. M. Rio de Janeiro. dialogadas e questionadas. através de seminários. D.. R. 1986. oxidação-redução e complexometria. UNIDADE 7 . São Paulo. E. Química Geral. Soluções sólido-sólido. QUAGLIANO. A. 4a Ed.1982. McGraw-Hill. UNIDADE 8 .

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-A Código: 15-214 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Estudo da Cinemática e Dinâmica da Rotação de Corpos Rígidos. Vibrações e Ondas Mecânicas (som), Estatística e Dinâmica dos Fluídos. Noções sobre temperatura, calor e princípios da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Dilatação dos corpos. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação, bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo o aluno deverá tornar-se capaz de: desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao oscilações, gravitação, fluídos e termodinâmica, e um entendimento de inúmeros fenômenos que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 - OSCILAÇÕES 1.1 - Oscilações. Oscilador harmônico simples. 1.2 - Movimento harmônico simples. 1.3 - Considerações de energia no movimento harmônico simples. 1.4 - Relações entre movimento harmônico simples e movimento circular uniforme. 1.5 - Oscilações de dois corpos. 1.6 - Movimento harmônico amortecido. 1.7 - Oscilações forçadas e ressonância. UNIDADE 2 - GRAVITAÇÃO 2.1 - Introdução histórica. 2.2 - A Lei da gravitação universal. 2.3 - Massa inercial e massa gravitacional. 2.4 - Variações da aceleração da gravidade. 2.5 - Efeito gravitacional de uma distribuição esférica de massa. 2.6 - Movimentos de planetas e satélites. 2.7 - Campo gravitacional. 2.8 - Energia potencial gravitacional. 2.9 - Considerações de energia no movimento de planetas e satélites. 2.11 - A terra como referencial inercial. 2.11 - Princípio da equivalência. UNIDADE 3 - ESTÁTICA DOS FLUÍDOS 3.1 - Fluídos. Pressão e densidade. 3.2 - Variação de pressão em um fluído em repouso. 3.3 - Princípios de Pascal e de Arquimedes. 3.4 - Medida de pressão.

UNIDADE 4 - DINÂMICA DOS FLUÍDOS 4.1 - Conceitos gerais sobre o escoamento dos fluídos. 4.2 - Linhas de corrente. 4.3 - Equação da continuidade. 4.4 - Equação de Bernoulli. 4.5 - Aplicações das equações de Bernoulli e da continuidade. 4.6 - Conservação do momento na mecânica dos fluídos. UNIDADE 5 - ONDAS EM MEIOS ELÁSTICOS 5.1 - Ondas mecânicas. 5.2 - Tipos de ondas. Ondas progressivas. 5.3 - Princípio da superposição. 5.4 - Velocidade de onda. 5.5 - Potência e intensidade de uma onda. 5.6 - Interferência de ondas. 5.7 - Ondas estacionárias. 5.8 - Ressonância. UNIDADE 6 - ONDAS SONORAS 6.1 - Ondas audíveis, ultra-sônicas e infra-sônicas. 6.2 - Propagação e velocidade de ondas longitudinais. 6.3 - Ondas longitudinais estacionárias. 6.4 - Sistemas vibrantes e fontes sonoras. 6.5 - Efeito Doppler. UNIDADE 7 - TEMPERATURA 7.1 - Descrições macroscópica e microscópica. 7.2 - Equilíbrio térmico e a Lei Zero da Termodinâmica. 7.3 - Medida da temperatura. 7.4 - Termômetro de gás a volume constante. 7.5 - Escala termométrica de um gás ideal. 7.6 - Escalas Celsius e Fahrenheit. 7.7 - Dilatação térmica. UNIDADE 8 - CALOR E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA 8.1 - Calor. Quantidade de calor e calor específico. 8.2 - Capacidade térmica molar dos sólidos. 8.3 - Condução do calor. 8.4 - Equivalente mecânico do calor. 8.5 - Calor e trabalho. 8.6 - Primeira lei da termodinâmica. 8.7 - Algumas aplicações da termodinâmica. UNIDADE 9 - TEORIA CINÉTICA DOS GASES 9.1 - Definições macroscópica e microscópica de um gás ideal. 9.2 - Cálculo cinético da pressão. 9.3 - Interpretação. 9.4 - Cinética da temperatura. 9.5 - Forças intermoleculares. 9.6 - Calor específico de um gás ideal.

9.7 - Eqüipartição da energia. 9.8 - Livre percurso médio. 9.9 - Distribuição de velocidades moleculares. 9.10- Equação de Estado de Van der Waals. UNIDADE 10 - ENTROPIA E SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA 10.1- Transformações reversíveis e irreversíveis. 10.2- Ciclo de Carnot. 10.3- Segunda Lei da Termodinâmica. 10.4- Rendimento de máquinas. 10.5- Escala termodinâmica de temperatura. 10.6- Entropia nos processos reversíveis e irreversíveis. 10.7- Entropia e a segunda lei. 10.8- Entropia e desordem. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais, aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor, canhão, vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório. A fixação dos conteúdos será através de exercícios, atividades de laboratório e relatórios. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor, sendo no mínimo duas notas e no máximo três. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY, D., RESNICH, R., WALKER,J., Fundamentos de Física - Gravitação Ondas e Termodinâmica. Vol 2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. TIPLER, P. Física. Vol 2, 3 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1995. RESNICH, R., HALLIDAY, D., KRANE, K. S. Física. v.2, 4 Ed. LTC, Rio de Janeiro, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN. Física, Um curso Universitário. Ed. Edgard Blucher Ltda, SP, 1981.FREDERICK J. KELLER, W. EDWARD GETTYS, MALCOLM J. SKOVE. Física. São Paulo: Makron Books, 1999 FRANCIS SEARS, MARK W. ZEMANSKY, HUGH D. YOUNG. Física. 2. ed. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 1990.

. . MÉTODOS DESCRITIVOS OU DESLOCAMENTOS . INTERSEÇÃO .Posições da reta.Posições de um ponto. GENERALIDADES .Geometria descritiva. 4.Figuras planas que possuem projeção acumulada .Posições de um plano em relação a outro plano . ESTUDO DA RETA . .Condições geométricas . retas contidas em um plano . 2. Estudo do plano.Condições geométricas. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade espacial do aluno. rotação e rebatimento. Estudo do ponto e da reta. de forma que o mesmo possa planificar as figuras do espaço e vice-versa. convenções.Condições geométricas. . planos. .Retas principais de um plano. .Mudança de Plano de Projeção de Figuras Planas .Classificação dos métodos descritivos.Disciplina: GEOMETRIA DESCRITIVA Código: 15-115 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.Representação da reta. épura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Distância.Condições geométricas.Figuras planas que possuem projeções reduzidas 6. . ESTUDO DO PONTO . ESPECÍFICOS: Desenvolver a capacidade no aluno de resolver problemas relativos a verdadeira grandeza das figuras planas. . .Representação do ponto.Método de mudança de plano de projeto 5. retas e ângulos pelo métodos de mudança de plano. Mudança de plano de projeção de figuras planas. ESTUDO DO PLANO .Posições relativas de duas retas.Método mongeano.Pertinência . 3. rotação e rebatimentos.Posições que um plano pode ocupar em relaçào aos planos de projeção .Classificação dos sistemas projetivos.

Donato Geometria Descritiva. Alfredo Reis Noções de Geometria Descritiva.Retas ortogonais 9. Mexico. . AVALIAÇÃO: • • • A avaliação será executada em duas provas descritivas.Estudo dos eixos paralelos 11. com apresentação de todo o conteúdo.Distância entre ponto e reta. São Paulo: Nobel.. LACOURT. Rio de Janeiro. Ao Livro Técnico. exercícios de planificação de elementos.Condições geométricas. Rio de Janeiro. Apresentação de trabalho individual de pontos da disciplina.Rebatimento de planos com projeções reduzidas METODOLOGIA: Desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma expositiva. com trabalho em aula e extra classe. 1976.Escolha de eixos. Noções e fundamentos de Geometria Descritiva. . PARALELISMO . RODRIGUES. GAMA. 1995.Condições geométricas. 1975. PRINCIPE JUNIOR.Condições geométricas. Rio de Janeiro: SEDEGRA. estudos dos eixos perpendiculares .Condições geométricas. 1968. RANGEL. 1999. Álvaro J. PERPENDICULARISMO . REBATIMENTO . Geometria Descritiva: Operações Fundamentais e Poliedros. Buenos Aires: Alsina. H.Condições geométricas . desenvolvendo exercícios de fixação dos mesmos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FERNÁDEZ CALVO. 6ª ed. Trilhas. Avaliação da apostila de exercícios (caderno de notas) BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Di PIETRO. Silvestre La Geometria descriptiva aplicada al dibujo técnico arquitectónico. DISTÂNCIAS . distância entre dois pontos . Elementos que definem uma rotação . retas perpendiculares . Alcyr Pinheiro Introdução à geometria Descritiva. 8ª ed. Porto Alegre: Sagra.Condições geométricas. distância entre retas 10. 1984. Carlos Costa da Geometria Descritiva: Problemas e exercícios. ROTAÇÃO . 1959.Interseção entre retas 7. Guanabara Koogan. Utilização de polígrafo para fixação de conteúdo (exercícios). retas paralelas 8.

Espaços vetoriais . ESPECÍFICOS: Oportunizar o estudo de matrizes. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar o estudo das noções básicas de álgebra linear.Posto de uma matriz . ESPAÇO VETORIAL .Forma escada . Polinômios.Matriz adjunta e matriz inversa 3. Espaços vetoriais.Produto interno em espaços vetoriais .Mudanças de base 5.Inversão de matrizes por operações elementares 4.Combinação linear .Determinantes de matriz quadrada de 3o ordem (regra de Sarrus) . Vetores no Rn. determinantes.Determinantes de matriz quadrada de 2o ordem . Sistemas de equações lineares.Disciplina: ÁLGEBRA I-A Código: 15-149 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Matrizes.Representação genérica e abreviada . Espaços com produto interno. SISTEMAS DE EQUAÇÕES LINEARES .Base de um espaço vetorial .Operações elementares . Transformações lineares.Equação linear .Tipos de matrizes . ESPAÇOS VETORIAIS COM PRODUTO INTERNO . sistemas de equações lineares. DETERMINANTES .Operações com matrizes 2.Matriz inversa .Conceito de matriz .Igualdade de matrizes .Determinante de matriz quadrada de ORDEM MAIOR que 3o (definição Laplace) . Autovalores e autovetores.Solução de um sistema de equações lineares .Propriedades dos determinantes . espaços e subespaços vetoriais e transformações lineares CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. MATRIZES . Diagonalização de operadores.Regra de Cramer .Dependência e independência linear .Subespaços vetoriais .

- Módulo de vetor - Processo de ortogonalização de Gram-Schmidt 6. TRANSFORMAÇÕES LINEARES - Introdução - Núcleo e imagem de uma transformação linear - Matrizes de uma transformação linear - Operações com transformações lineares - Transformações lineares planas METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas, trabalhos individuais e em grupo; utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para a álgebra linear. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas, realizadas ao longo do semestre, conforme calendário fornecido pela direção acadêmica. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão acrescentar pontos nas avaliações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON, Howard. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre : Bookman; 2002. BOLDRINI. et al. Álgebra Linear. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980. STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Álgebra linear. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1987. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DOMINGUES, Hygino Hugeros. Álgebra linear e aplicações. 3.ed. São Paulo: Atual, 1982. KOLMAN, Bernard. Álgebra linear. Rio de Janeiro, Guanabara, 1987. HOFFMAN, Kenneth. Álgebra linear. São Paulo: Polígono, 1971. KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LAY, D. Álgebra linear e suas aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LEON, S. J. Álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour; BALDINO, Roberto Ribeiro. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2.ed., rev. São Paulo: McGraw-Hill, 1978. MACHADO, A.dos S. Álgebra Linear e Geometria Analítica. 2 ed. São Paulo: Atual, 1982. NOBLE, Ben. Álgebra linear aplicada. 2. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1986. VALLADARES, Renato C. Álgebra linear. Rio de Janeiro: LTC, 1990.

Disciplina: ESTATÍSTICA I Código: 15-161 60 Carga Horária

Créditos

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EMENTA: Conceitos básicos. Séries estatísticas. Distribuição de freqüência. Medidas de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose. Probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuição de probabilidades. OBJETIVOS: GERAL: A estatística tem por objetivo o estudo dos fenômenos coletivos e das relações que existem entre eles. ESPECÍFICOS: - Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem fenômenos que os cercam. - Desenvolver no aluno uma compreensão da estatística e do raciocínio estatístico - Dar subsídios ao aluno para desenvolver na indústria um levantamento estatístico de controle e qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. CONCEITOS BÁSICOS - Conceitos de população e amostra - Tipos de variáveis - Classificação das variáveis 2. DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA - Dados brutos - Distribuição de freqüência - Intervalos de limites de classe - Amplitude do intervalo de classe - Ponto médio - Regras gerais para elaborar uma distribuição de freqüência - Histograma e polígonos de freqüência - Distribuição de freqüência relativas e acumulada - Ogiva 3. MEDIDAS DE TENDÊNCIAS CENTRAL - Médias: aritméticas, geométrica, harmônoca e ponderada - Mediana - Moda - Quartis, decis e percetis 4. MEDIDAS DE DISPERÇÃO - Amplitude - Variância

- Desvio padrão - Coeficiente e variação 5. MOMENTOS, ASSIMETRIA E CURTOSE - Momento de uma distribuição de freqüência - Medidas de assimetria - Medidas de achatamento ou curtose 6. TEORIA ELEMENTAR DA PROBABILIDADE - Eventos, espaços amostral e experimental - Tipos de eventos - Definição de probabilidade - Axiomas e teoremas fundamentais - Probabilidade condicionada - Teorema de Bayes 7. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE - Distribuição descontínua de probabilidade - Variáveis aleatórias - Distribuição de Bernoulli - Distribuição Binomial - Distribuição Multinomial - Distribuição de Poisson 8. DISTRIBUIÇÃO CONTÍNUA DE PROBABILIDADE - Uniforme - Exponencial - Normal 9. APROXIMAÇÃO NORMAL DA DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL METODOLOGIA: As aulas serão expositivas e práticas. Será utilizado o laboratório de informática para as aulas práticas com software da área. AVALIAÇÃO: Serão efetuadas avaliações no decorrer do semestre e uma pesquisa de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade & TOLEDO, Geraldo Luciano . Curso de Estatística. 5ª ed. - São Paulo: Atlas, 1994. LAPPONI, Juan Carlos Estatística Usando Excel. 1993 LOPES, Paulo Afonso. Probabilidades & Estatística. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 1999. MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios da Estatística. 4ª ed. - São Paulo: Atlas, 1990. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MAGALHÃES, Marcos Nascimento & LIMA, Antonio Carlos Pedroso de. Noções de Probabilidade e Estatística. 2.ed São Paulo, IME-USP, 2000.

. 1999..TRIOLA. 7º ed.A.Livros Técnicos e Científicos Editora S. Introdução à Estatística.Rio de Janeiro: LTC . Mario F. .

Desenho arquitetônico. abrangendo todas as áreas da Engenharia Civil.Cortes e secções 4.Projeto residencial 15. METODOLOGIA: Exposição do referencial teórico e da Norma correspondente seguido de exercícios de aplicação do conteúdo.Projeto hidro-sanitário 10.Estruturas metálicas 6.Esquadrias 12. . Noções de projeção central. Desenho de instalações hidros-sanitárias. Perspectivas de sólidos e sombras.Situação 15. parafusos e porcas 5.Madeiramento de telhado 14. • Avaliação e acompanhamento dos exercícios propostos em apostila.Disciplina: DESENHO TÉCNICO II Código: 38-106 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao desenho técnico de instrumentos. Desenho de Estruturas de madeira.Escadas 13.Soldas 7.Canalizações 8.Materiais e Equipamentos 2. orientando-o quanto ao uso de técnicas no desenho e manuseio de materiais. .Técnicas de desenho técnico 3. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver no aluno uma visão espacial com elementos tridimensionais e métodos de representação. Fluxograma. AVALIAÇÃO: • Verificações parciais bimestrais (provas).1.Oferecer conhecimentos práticos do desenho técnico com instrumentos.Localização.Projeto elétrico 11. metálicas e de concretos. .Estereogramas 9.Cotas. Cotas e escalas. rebites.Planta baixa 15.Trabalhar o aluno. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3.Cortes 15.Dar conhecimento ao aluno das simbologias utilizadas no desenho técnico civil. ESPECÍFICOS: .2. Desenho Topográfico. Perspectiva linear cônica.

BACHMANH. FRENCH. Albert e FORBERG. A. Rio de Janeiro. ROPION. Desenho para apresentação de projetos. Globo. McGrawHill do Brasil. Introdução do desenho técnico. Cavalcante. Perspectiva linear cônica. Cotação funcional dos desenhos técnicos. José e outros. R.. Porto Alegre. Normas para desenho técnico. Desenho técnico. Desenho Técnico.1972. Roberto W.1981. M. Curitiba.1970. Thomas E. CAVALIN.1976. GILL. José.1974. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: STAMATO. Editora Globo. Rio de Janeiro Tecnoprint. Richard. São Paulo. .BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSOCIAÇÁO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Rio de Janeiro FENAME.

3º SEMESTRE .

Contexto Histórico do aparecimento da Sociologia. Os Principais Modos de Produção: 3. A Sociologia Enquanto Ciência Comprometida. 4. PRINCIPAIS TEORIAS SOCIOLÓGICAS: 2. 3. definir e reconhecer criticamente os principais aparelhos ideológicos da sociedade. 3. Escravista. estatal e ideológica. 2. Teoria Estrutural Funcionalista. bem como suas principais instituições. 4. Objeto de Estudo da Sociologia.1. organização e estrutura de classes na sociedade.3 Asiático e Feudal.1. 4. Infra-estrutura.4. . reconhecer e analisar os principais modos de produção. Teoria Histórica-crítica. especialmente o aparelho ideológico do direito. com ênfase especial no capitalismo e socialismo. sindicato. ESPECÍFICOS: a) Identificar. 3. Superestrutura política.5. 3.4 Classes Sociais. 3. 1. Instituições Sociais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.5. DINÂMICA DA SOCIEDADE 4.3. 1. OBJETIVOS: GERAL: Oportunizar uma maior compreensão dos fenômenos e instituições sociais.1.2. 1. 3. 3. Luta de Classes. igreja e meios de comunicação social. família.2.Disciplina: SOCIOLOGIA Código: 73-227 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Estuda os principais conceitos de modo amplo e geral numa perspectiva sociológica de análise do espaço sócio-cultural. Processo de Produção da Sociedade.5.4. 3.5. MODO DE PRODUÇÃO COMO BASE DA VIDA SOCIAL. 2. Definição de Sociologia.1.5. Primitivo.2.4 Capitalista.3.2. c) Identificar e estimular formas de comunicação alternativa em nosso cotidiano.2. 3. b) Identificar. Os movimentos Sociais 4.3.1. Fatores Determinantes da Mudança. Socialista e Comunista. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA SOCIEDADE: 1.

trabalhos em grupos com temas específicos. São Paulo: Ática. Porto Alegre: Mundo Jovem. Formas de Combate e de Resistência à Pobreza. Peter. Retorno do trabalho do semestre. 1989. 1986. Petrópolis: Vozes. 1989. Introdução à Teoria da Sociedade e Estado. estudos de Casos.METODOLOGIA: Serão determinadas a partir de interesses e peculiaridades detectadas no transcorrer dos trabalhos. OLIVEIRA. VITA. O Capitalismo: evolução histórica. Ijuí: UNIJUÍ. Prevê-se. seminários. 1996. Pedrinho. Luiz Inácio. Pérsio dos Santos de. SINGER. Participação em debates e seminários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUARESCHI. Introdução à Sociologia. Sociologia Crítica. elaboração de Artigos. São Leopoldo: UNISINOS. 1999. Provas orais. 1989. São Paulo: Moderno. Eliezer. AVALIAÇÃO: • • • • Duas provas escritas dissertativas. São Paulo: Ática. . leituras orientadas. desde logo o emprego de exposição dialogada. lógica e dinâmica. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERGER. 1987. Álvaro de. GAIGER. Sociologia da Sociedade Brasileira. Paul. debates. PACHECO. A Construção Social da Realidade.

Derivada Direcional e gradiente 3.3. Área de uma Superfície de Revolução 2. Pressão de Fluídos. Movimento de Inércia 2.3. conforme calendário fornecido pela direção acadêmica.1. Extremos de Funções de duas variáveis 3.1.4.Determinar a integral de funções de uma variável através de artifícios e técnicas de integração.Aplicar a integração na resolução de problemas. Trabalho 2. Continuidade.1. A participação nas atividades e o esforço individual também estarão sendo avaliados no decorrer do semestre e poderão .4. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS 3. APLICAÇÕES DAS INTEGRAIS 2. realizadas ao longo do semestre. . utilização do laboratório de informática com aplicativos específicos para o cálculo.3. Integração por Substituições Trigonométricas 1. . Centro de Gravidade. Funções de duas ou mais variáveis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno dando-lhe embasamento para continuar o estudo do cálculo e aplicá-lo em situações concretas.2. conforme suas necessidades profissionais. Aplicações das Derivadas Parciais METODOLOGIA: Aulas expositivas e dialogadas. Regra da Cadeia 3.2.4.5.Determinar as derivadas parciais de funções de duas ou mais variáveis e fazer suas aplicações. Aplicações das integrais. trabalhos individuais e em grupo. ESPECÍFICOS: . Integração das Funções Racionais do Seno e Coseno 1. Derivadas Parciais 3.8. Integração múltipla. Diferenciabilidade e a Diferencial Total 3. Integração de Funções Trigonométricas 1. Continuidade de funções de duas ou mais variáveis 3.7. AVALIAÇÃO: A avaliação consistirá de três provas escritas.5. Integrais Impróprias 2. Volume de sólido de Resolução 2.2.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II-A Código: 15-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Técnicas de integração.6. Comprimento de Arco 3. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO 1. Integração por Frações Parciais 1. Limite. Áreas Planas 2. Derivadas parciais.6. Limites de funções de duas ou mais variáveis 3.5.

. BRADLEY.1. Cálculo A: funções. Makron Books. Cálculo com geometria analítica. 1 e 2.. Cálculo com Geometria Analítica. 1987. GONÇALVES. Vol. 2000. M. São Paulo: Harbra. McGraw-Hill do Brasil. Cálculo B: Funções de Várias Variáveis. Gerald L. Bookmann. 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOULOS.acrescentar pontos nas avaliações. São Paulo. .ed. O cálculo com geometria analítica. Integrais Duplas e Triplas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANTON.. São Paulo : Malheiros. Vol. 6ª Ed. 3. São Paulo. SP. Paulo. D. 2. M. Cálculo um Novo Horizonte. 7.. 1995.. Earl W. Porto Alegre. vl 1 e 2. D. ed. Cálculo diferencial e integral. Hamilton Luiz. 5. Rio de Janeiro: 2001. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. SWOKOWSKI. Vol.. Ed. 2000 FLEMMING. derivação.M. 5. 1 e 2. ed. H. São Paulo: Makron Books. São Paulo: 1992. ed. GONÇALVES. Um curso de cálculo. Mirian Buss. 2. Earl W. SWOKOWSKI. 1999. Vol. São Paulo: Makron Books. Laurence D. B. FLEMMING. LEITHOLD. 1994. Cálculo com geometria analítica. GUIDORIZZI. SIMMONS. HOFFMANN. integração. Louis.ed. São Paulo: McGraw-Hill. 1 e 2. limite. Rio de Janeiro: 2002. George F. Vol 1 e 2. Cálculo B: funções de várias variáveis integrais duplas e triplas.

Cálculos envolvendo as leis da Termodinâmica Química. Ação dos catalisadores. Classificação e destinação de resíduos industriais. Cinética Química. Leis de Faraday. Princípios básicos de tratamento de águas industriais. Eletroquímica. Aplicação dos processos eletroquímicos. g) Dar condições para a elaboração de um relatório técnico-científico. fundamentada numa boa referência bibliográfica. ESPECÍFICOS: a) Propiciar ao acadêmico condições para identificar a espontaneidade e as relações termodinâmicas envolvidas nos processos físico-químicos. Controle de qualidade de água.Termodinâmica Química: Conceitos básicos da Termodinâmica. Aplicação da equação de Nernst. Eletrólise. 3. Medidas da velocidade das reações.Disciplina: QUÍMICA GERAL E EXPERIMENTAL II Código: 15-242 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos de Termodinâmica Química. Manter a atividade de pesquisa como forma de crescimento individual e de elevar o nível científico tecnológico da região. . Cinética química Teoria das colisões e do estado ativado. tratamento superficial de metais e tratamento de águas industriais. Processo de combustão. Pilhas. Leis da Termodinâmica. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver o raciocínio lógico e a aplicação do método científico. caracterizar e realizar o cálculo da diferença de potencial envolvida em processos eletroquímicos. Noções de corrosão. 4. Fatores que influenciam a velocidade das reações. Aplicação da equação de Arrhenius. 2. Termoquímica. Aplicação da lei de Hess. Eletroquímica Termos elétricos. Tratamento de águas e resíduos industriais Águas naturais e seus usos para fins industriais e potáveis. Execução de pesquisa experimental. Proporcionar condições que favoreçam a compreensão dos processos químicos-industriais envolvidos na combustão. Entalpia de reação em qualquer temperatura. e) Propiciar ao acadêmico condições de: Aplicar as leis de Faraday e desenvolver os princípios básicos do fenômeno de corrosão. Equações de velocidade para reações de ordem um e dois. d) Propiciar ao acadêmico condições de: Identificar. Tintas. b) Proporcionar ao acadêmico o estudo dos fatores que influenciam a velocidade das reações. c) Fornecer condições de aprendizagem das equações de velocidade aplicadas a processos. Tempo de meia-vida. f) Orientar o acadêmico para a realização de uma pesquisa experimental. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

Análise química quantitativa. B. V. Saõ Paulo: Makron Books. aulas práticas de laboratório e estudo de caso. V.. Rio de Janeiro. realização de exercícios e participação na discussão em um seminário sobre tema pré-definido. teor de óleos e graxas de águas de lavagem de postos de combustíveis. 2003.1. hidrelétrica e seu impacto ambiental. 2003. canhão. J. v. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. tratamento superficial de metais (fosfatização e pintura. avaliação da qualidade de águas naturais. Pesquisa Experimental Elaboração de projeto e execução de pesquisa experimental nos seguintes temas: Materiais de construção. cobreagem. classificação e destinação de resíduos de indústria metal-mecânica. Os acadêmicos têm uma terceira oportunidade de realizar uma prova substitutiva de uma das avaliações teóricas. 1995. et al. Rio de Janeiro: LTC. 1994. Trad. W. 6. Processo de combustão Princípios básicos de combustão. 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Castellan. 1a ed. ATKINS. W. Análise de combustíveis.J.. V. Química Geral. I. LTC. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. V. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Atkins. zincagem). Edgard Blucher. J. VOGEL. AL. Físico-Química. vídeo). b) outra com uma avaliação teórica. / Jordan. / Paula J. Química. Fundamentos de Físico-Química. Moore. P. princípios básicos de tratamento de águas. 1. atividades de laboratório e elaboração de relatório técnico-científico.W. Santos. 2002. Cristina M. J. relatório teórico-prático e apresentação em seminário.5.. avaliação físico-química de combustíveis. corrosão em meio atmosférico. 252p. Físico-química. O Material e Suas Transformações. e EWT. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações (notas): a) uma avaliação teórica.2. G. 1999. A fixação dos conteúdos será realizada através de exercícios. incineradores e sua aplicação para tratamento de resíduos de serviços de saúde.W. R. 1995. P. BRADY. METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Russell. Físico-Química.1. LTC.

Disciplina: FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL III .3 .Lei de Gauss: Simetria Esférica UNIDADE 4 . Lei de Gauss.2 .A Código: 15-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Carga elétrica.1 .3 .LEI DE GAUSS 3. OBJETIVOS: GERAL: Identificar fenômenos naturais em termos de regularidade e quantificação. Capacitores. Campo Magnético. Oscilações eletromagnéticas.5 . Propriedades Magnéticas da matéria.CAMPO ELÉTRICO 2.POTENCIAL ELÉTRICO 4.Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica 3.O Campo Elétrico Criado por um Disco Carregado 2.4 .1 . Indutância. Corrente elétrica.2 .Superfícies Equipotenciais 4. Força Eletromotriz.CARGA ELÉTRICA 1.1 .Energia Potencial e Potencial Elétrico 4.Potencial Criado por uma Carga Puntiforme 4.Cálculo do Potencial a Partir do Campo 4.Fluxo do Campo Elétrico 3.2 .Lei de Gauss 3. o aluno deverá ser capaz de desenvolver as ferramentas de calculo aplicado ao eletromagnetismo. Ondas eletromagnéticas.1 .3 .Campo Elétrico Criado por uma Carga puntiforme 2.2 .Carga Puntiforme num Campo Elétrico UNIDADE 3 . Faraday Lenz.7 . bem como interpretar princípios fundamentais que generalizem as relações entre eles e aplicá-los na resolução de problemas.4 . lei de Ampére.Potencial Criado por um Grupo de Cargas Puntiformes .6 . bem como obter um entendimento dos fenômenos eletromagnético que devem ser usados em cadeiras posteriores no curso. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: UNIDADE 1 . Equações de Maxwel. Campo elétrico.O Campo Elétrico 2.Um Condutor Carregado Isolado 3.Lei de Coulomb UNIDADE 2 . Uide Gauss.Condutores e Isolantes 1.A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb 3.O Campo Elétrico Criado por uma Linha de Carga 2.4 . Circuitos elétricos. Potencial elétrico.Linhas do Campo Elétrico 2.Carga Elétrica 1. ESPECÍFICOS: Com o desenvolvimento do conteúdo da Física Geral C.6 .5 . Correntes alternadas.O Lei de Gauss: Simetria Plana 3.5 .3 .

O Campo Magnético 8.Capacitores em Paralelo e em Série 5.1 .1 .Capacitores e Indutores 11.5 .3 .O Cálculo da Corrente 7.Lei de Lenz 10.2 .Cálculo da Capacitância 5.6 .Cargas em Movimento e Correntes Elétricas 6.Energia e Potência em Circuitos Elétricos UNIDADE 7 .6 .5 .9 .5 .Lei de Ampére UNIDADE 10 .Os Dielétricos e a Lei de Gauss UNIDADE 6 .Circuitos de Malhas Múltiplas 7.3 .8 .1 .CAPACITÂNCIA 5.O Efeito Hall 8.O CAMPO MAGNÉTICO 8. Energia e FEM 7.6 .Campo Elétrico Induzido UNIDADE 11 .2 .3 .2 .4 .Cálculo do Campo a Partir do Potencial 4.Auto-Indução 11.2 .Lei de Ohm 6.LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY 10.LEI DE AMPÉRE 9.1 .2 .3 .3 .CIRCUITO 7.1 .Lei da Indução de Faraday 10.Capacitor com um Dielétrico 5.2 .Circuitos RC UNIDADE 8 .Densidade de Corrente 6.INDUTÂNCIA 11.Força Magnética sobre um Fio Transportando uma Corrente 9.Capacitância 5.Resistência e Resistividade 6.Trabalho.4.CORRENTE E RESISTÊNCIA 6.4 .Movimento Circular de uma Carga 8.2 .Energia Potencial Elétrica de um Sistema de Cargas Puntiformes UNIDADE 5 .Potencial Criado por um Dipolo Elétrico 4.Diferenças de Potencial 7.6 .Potencial Criado por uma Distribuição Contínua de Carga 4.Torque Sobre uma Bobina de Corrente 8.Força Magnética Sobre um Fio Transportando Corrente 8.3 .Circuitos RL .4 .7 .1 .5 .1 .Armazenamento de Energia num Campo Elétrico 5.Corrente e Campo Magnético 9.4 .Instrumentos de Medidas Elétricas 7.O Dipolo Magnético UNIDADE 9 .3 .

YOUNG.4 .4 . 2. J. .Densidade de Energia de um Campo Magnético 11. 1999.5 . Edgard Blucher Ltda. H. HALLIDAY. 4 Ed. D.Oscilações Amortecidas num Circuito RLC 13.O Transformador UNIDADE 15 . EDWARD GETTYS. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALONSO & FINN.. Ed. Diamagnetismo e Ferromagnetismo UNIDADE 13 .Energia Armazenada num Campo Magnético 11. W. Paula. R.2 . Um curso Universitário. AVALIAÇÃO: O número de avaliações fica a cargo do professor. São Paulo: Makron Books. K. 4 Ed. LTC.. Física 3. NUSSENZVEIG.6 . RESNICH. D. M.Oscilações Forçadas e Ressonância UNIDADE 14 . 1996. atividades de laboratório e relatórios.11.Paramagnetismo. Física. 3 Ed..Oscilações LC 13..1 .ed.Eletromagnetismo. 1981. 1995.3 .Corrente Alternada 14.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS 13. FRANCIS SEARS. 1996.Campos Magnéticos Induzidos 15. Física . Física. Física. Vol 3.. RESNICH. canhão. Vol 3. Rio de Janeiro . SKOVE. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HALLIDAY. TIPLER.2 .Equações de Maxwell METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais.2 . 1990. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos.Eletromagnetismo. LTC.3 . 2002. HUGH D. ZEMANSKY.2 . R. MARK W. Fundamentos de Física .O MAGNETISMO E A MATÉRIA 12. MALCOLM J. FREDERICK J.Potência em Circuitos de Corrente alternada 14. LTC. S. São Paulo: Edgard Blücher. aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. sendo no mínimo duas notas e no máximo três. KELLER.AS EQUAÇÕES DE MAXWELL 15.1 . Curso de Física Básica.O Momento Angular Orbital e o Magnetismo 12. Estas podem ser através de avaliações teóricas (provas) e/ou trabalhos. A fixação dos conteúdos será através de exercícios.O Circuito em Série RLC 14.A Lei de Gauss do Magnetismo 12.3 .Indução Mútua UNIDADE 12 . Rio de Janeiro.O Magnetismo da Terra 12. SP.1 .5 .CORRENTES ALTERNADAS 14. 3.O Magnetismo e o Elétron 12. Rio de Janeiro.4 .3 . vídeo) e aulas demonstrativas em laboratório.Corrente de Deslocamento 15. ed.1 .. WALKER. KRANE.

Mecânica dos Sólidos. Eduart F. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MERIAM. Sistemas de Forças Equivalentes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Editora LTC. Mecânica . AVALIAÇÃO: Aplicação de provas e trabalhos práticos.. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de identificar e analisar sistemas de forças. (Momento Fletor. Momentos de inércia . 3. Dinâmica de um corpo rígido. G. determinar características geométricas de seções transversais. L.Disciplina: MECÂNICA GERAL A Código: 38-201 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistema de forças equivalentes. TIMOSHENKO. . OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar o aluno nos conceitos de estática das estruturas e prepará-lo para as disciplinas de análise e dimensionamento de estruturas. G. Laboratório de Engenharia Mecânica. F. 1979. Características Geométricas de Seções Transversais. Equilíbrio dos Corpos Rígidos.Estática.. 5. A. LTC. máquinas.Análise de treliças planas.Graus de Liberdade e Restrições de nós. Métodos de energia e quantidade de movimento no plano de corpos rígidos. Mecânica Geral. OBERT.. Equilíbrio de corpos rígidos. Mecânica Vetorial para Engenheiros. Vol 1.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. Cinemática tridimensional dos corpos rígidos. Johnston Jr. 1970. J. TOURNAUY. Esforço normal) Momento torsor e fletor. Estática. METODOLOGIA: Aulas expositivas e desenvolvimento de exercícios práticos. conhecer e avaliar estruturas reticuladas. Momento estático de área e centro de gravidade. 2000. 6. Russel. THIBAUT. R. Noções de Carregamentos em Estruturas. MEC/PREMESU. 2. Rio de Janeiro. E.Carros e Veículos. GYOROGI. 4. L. 2001. & KRAIGE. Donald A. Esforços em vigas. Análise de Estruturas treliças. SC. McGraw-hill do Brasil.

Noções de Topografia: Histórico. 10. pelas demais . apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Equipamentos utilizados na topografia. Sistema de coordenadas. ESPECÍFICOS: • Desenvolver no aluno a percepção sistêmica da toposeqüência e o conhecimento geral do terreno para implantação de obras civis. conceitos e divisão da topografia. 12. METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. quanto à localização e confrontações. Processamento dos dados para o cálculo analítico de poligonais. trabalhos práticos. 11. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. 13. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo). 8. Confecção de croqui de medição. Unidades de medidas. Desenho de plantas topográficas. Evolução do uso de equipamentos topográficos. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais exigíveis na implantação dos projetos de engenharia. 6.Disciplina: TOPOGRAFIA I Código: 38-131 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à topografia. Medidas lineares e angulares. • Capacitar o aluno para interpretar informações sobre o terreno destinadas a estudos preliminares de projetos. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. 4. 9. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Instrumentos de aquisição e implantação de dados. Redes de referência para medições topográficas. • Dotar o aluno de condições para analisar um título correspondente a imóveis em questão. 2. 3. Levantamentos topográficos expedidos e regulares. 7. Métodos de levantamento planimétrico. • Inicializar o aluno na utilização de instrumentos e ferramentas de desenho auxiliado por computador aplicado a topografia. Cuidados com os equipamentos e uso de dispositivos de segurança. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamento topográfico aplicado a Engenharia Civil. Grandezas medidas num levantamento topográfico. 5. Desenho topográfico e escala. Teoria dos erros nas medições topográficas. Planimetria.

ESPARTEL.2. . GARCIA. Porto Alegre: Globo. Barcelona: Gustavo Gili. Gilberto e PIEDADE. 1977 . Lélis Curso de Topografia.Associação Brasileira de Normas Técnicas. ESPARTEL. Tratado general de topografia. Topografia aplicada. Jucilei Topografia contemporânea: Planimetria.v. Rio de Janeiro: ABNT. Rio de Janeiro: ABNT. Alberto de Campos Borges Topografia Aplicada à Engenharia Civil. 1994. Gertrudes. Porto Alegre: Editora Globo.1. BORGES. 1998. LOCH. BORGES. São Paulo: Edgard Blücher.1983. 1992 . ABNT . Florianópolis: Editora da UFSC.v. JORDAN. 1995. São Paulo: Edgard Blücher. Alberto de Campos.1975. Lélis et al. São Paulo: Nobel. Exercícios de topografia. São Paulo: Edgard Blücher. W. 1982. NBR 14166: Rede de Referência Cadastral Municipal: procedimento. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT . NBR 13133: Execução de Levantamento Topográfico: procedimento.Associação Brasileira de Normas Técnicas.1987. Carlos e CORDINI. Alberto de Campos Borges Topografia. Manual de topografia e caderneta de campo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES.atividades propostas e por sua participação em aula.1974.

trabalhos em grupo. 13. tanto individual como coletiva. realizada através de testes e provas escritas. A Questão da Reforma Agrária. Análise de formas de participação política e da construção da cidadania nos dias atuais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. seminários. A Dívida Externa. 10. 8. investigando as raízes da atual situação e as saídas possíveis para os problemas nacionais. 3. . A Desestatização. 9. 15. ESPECÍFICOS: Proporcionar conhecimentos básicos para conhecer os principais elementos que constituem a organização social brasileira. Planos Econômicos. 6. 4. A Revisão Constitucional. culturais. A Política da Saúde no Brasil. OBJETIVOS: GERAL: Buscar base informativa e científica precisa e atualizada sobre a realidade brasileira para discernir as relações entre seus vários aspectos. Usar recursos audiovisuais para que os alunos possam usar as novas tecnologias. 12. etc. LDB e Política Educacional. METODOLOGIA: A metodologia contemplará atividades tais como: aulas expositivas. entre outras. organização e apresentação de seminários. A Questão da Modernidade. Política Salarial. Mercosul. Sindicalismo no Brasil atual.Disciplina: REALIDADE BRASILEIRA Código: 73-400 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise da sociedade brasileira em seus componentes econômicos. 14. A Questão Ecológica. 2. A Política do menor. A Política dos MCS. AVALIAÇÃO: A avaliação do processo será constante. políticos. 11. Análise de conjuntura. elaboração de textos. A Dívida Interna. para Interpretar textos e elaborar projetos para apresentação escrita e oral com posterior debate. permitindo aos educandos análise crítica da realidade. 7. 16. 5. Trabalhar com metodologia adequada. atividades de pesquisa. científicos e tecnológicos.

Vozes. POA. 1978. CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. Problemas do Brasil. Cristovam.J. Rio de Janeiro. Pablo Projecto neoconservador y crisis educativas. K. J. O e GIRARDI. Academia. Vozes. Rio de Janeiro. . MORAIS. Buenos Aires. NEUMANN. 1981. Petrópolis. Mário E. GUARESCHI. São Paulo. FERRI.F. 1994. Rio de Janeiro. LTC. Livraria UNIJUI. Ijuí. BUARQUE. Jayme Evitando a saúde e promovendo a doença. 1984. Realidade Brasileira. R. Vozes. 1980. Paz e Terra. P. O Brasil no contexto da crise mundial. Oswaldo. O Colapso da modernidade brasileira e uma proposta alternativa. 1983.1993. ______ Democracia e partidos políticos no Brasil.1982. 1983 BIZ. Laurício e DALPIAS. BRUM. Berthier. Ilatiaial USP. Inflação e crise na economia mundial. RJ:Editora Vozes. Vozes. LADMANN. SAMPAIO. Comunicação e poder. FIDENE. ______ O desenvolvimento econômico brasileiro. 1988. visão Humanizadora. São Paulo. Trabalho e capital monopolista. 1991. Argemiro. I. Cortez e Morais. Jurandir Mercosul: caminhos ou descaminhos do pequeno agricultor. 1992. Petrópolis. Régis de Construção social da enfermidade. 1985.1974. Zahar. Central Editor de America Latina AS. Miguel Habitação: fundamentos e estratégias. 1982. Ecologia: temas e problemas.1988. Achimé. BRAVERMAN. ZAMBERLAN. Passo Fundo. 1980. Plinio Capitalismo estrangeiro e agricultura no Brasil. Rio de Janeiro. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ELIAS. Petrópolis. GENTILI.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BENAKOUCHE.

Reading different kinds of texts: advertisements. Word formation: prefixes and suffixes. .Roofs. Comandos.Transportation.Refrigeration. . 4. Dictionary usage. . . newspaper and magazine articles. .Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL I (Optativa) Código: 81-283 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Leitura. Verbs: basic notions about verb tenses. regular and irregular verbs. Basic general English and technical vocabulary.Civil engineering and engineering studies.Computers. 6.Sanitary engineering.Energy sources. Domínio do vocabulário específico em situações concretas de comunicação num processo interativo. . 5.Concrete.Structures. The modals. com vistas à compreensão de textos a nível pré-intermediário.Home heating and air conditioning. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Foundations. Water control . ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno a ler. 2. Elements of textual cohesion: articles. . interpretar e discutir textos técnicos na área da engenharia civil. personal and demonstrative pronouns. 3. Reading and comprehension of informative and technical texts in English about: . Comparative and superlative constructions. compreensão de textos técnicos e gramática do texto. diagrams. tables. . . .Industrial waste. conjunctions.Construction. OBJETIVOS: GERAL: Instrumentalizar futuros profissionais da área tecnológica para a leitura e compreensão de textos em língua inglesa.Highways. . articles from technical books. . . • Utilizar o vocabulário específico da área e identificar estruturas da língua. 7.

Editora Ática. KITTO. Rio de Janeiro: Editora Globo . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FIGUEIREDO. Cambridge University Press. 1994. Penny Grammar Practice Activities. 1991.org/pubshom1. 1994. GLENDINNING. Cambridge University Press. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AMERICAN SOCIETY OF CIVIL ENGINEERS.asce. Aulas no laboratório de idiomas. HOLME. Abril 2003. Michael. Norman English for Electrical and Mechanical Engineering. 1994. 1996. ELT. O' DELL. Adrian Negotiating. 1994. Michael. Semanal.1989. Eric H. . Cambridge University Press. Cambridge University Press. O'CONNOR. JONES. Disponíveis em <http:///www. Barbara Learning to Learn English. SILVEIRA. GLENDINNING. Cambridge University Press. Luciane Cassela de. Richard Engineering Information. W. MURPHY. New York: Penguin English. Longman. Peter Target Vocabulary. NEEWSWEEK. SPEAK-UP. Felicity English Vocabulary in Use. English Grammar in Use. Raymond. São Paulo. AVALIAÇÃO: Provas escritas dissertativas e orais. Cambridge University Press. New York: Longman.. MCCARTHY.Inc. New York: Newsweek.METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas com conversação em sala de aula e uso de recursos audiovisuais. Mensal. Talking texts. Oxford University Press. Raymond Basic Grammar in Use. 1933-.1992.1990. UR. Gail and SINCLAIR.1989. WEST. MURPHY. Diana Reading.1991. Philip and PILBEAM.1988. GREENALL. ELLIS. Marília de Figueiredo Improve Your English. Simon and PYE.html>.pubs. On. Randal.line Publications.

4º SEMESTRE .

Equações lineares com coeficientes variáveis. OBJETIVOS: GERAL: Usar o Cálculo Diferencial e Integral como ferramenta na solução de problemas. ESPECÍFICOS: • Resolver equações diferenciais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS • Definição • Classificação • Ordem e Grau • Soluções EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM E 1º GRAU • Equações variáveis separáveis • Problemas de valor inicial e valores de contorno • Equações diferenciais homogêneas • Equações diferenciais redutíveis às homogêneas e redutíveis às variáveis separáveis • Equações diferenciais exatas. • Aplicar as equações diferenciais na solução de problemas. • Utilização de software matemático (Maple) como ferramenta de cálculo. Equações diferenciais de ordem superior à primeira.Disciplina: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL V Código: 15-125 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Equações diferenciais e suas aplicações: equações diferenciais da 1ª ordem e 1º grau. . Equações de derivadas parciais. • Aplicar as integrais impróprias e as séries de potências na solução de problemas. • Utilização de apostila com exercícios e problemas variados.fator integrante • Equações diferenciais lineares de primeira ordem • Equações de Bernouli e Ricatti • Curvas ortogonais • Equações diferenciais de coeficientes constantes • Equações diferenciais lineares de coeficientes variáveis • Integração imprópria • Resolução • Aplicações • Desenvolvimento de funções em séries de potências • Séries de MacLaurin • Aplicações • Emprego de software na resolução de problemas METODOLOGIA: • Aulas expositivo-participadas para desenvolver a teoria e apresentar algumas aplicações.

1979.SP 1976. 1978. Rodney C. Atlas . UEPG Ponta Grossa PR1999. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil. Sergio A. Equações Diferenciais. Kleber Equações Diferenciais: Aplicações à Física. LTC . Jr. BASSANEZI.RJ . Frank. Jr. FIGUEIREDO. Equação Diferencial. EUSP.SP . Wilson C.1997.SP WILLIE. Equações Diferenciais e suas aplicações. Djairo Equações Diferenciais Aplicadas. ABUNAHMAN. ROCHA. HABRA . IMPA . FERREIRA. Richard Moderna Introdução às Equações Diferenciais. 1974. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AYRES. A . quando for o caso.AVALIAÇÃO: • • Aplicação de no mínimo três provas semestrais Exame..1988. Maurer Curso de Cálculo Diferencial e Integral. Luiz Mauro Cálculo. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MACHADO. São Paulo. BRONSON. McGraw-Hill .SP.

3. 2. Erros da Fase de Modelagem. Conceitos e Definições.10. Localização e Refinamento. 1.3. Localização de Raízes Isoladas. ERROS. 2.1.2.4.4.3. 2. resolução numérica de equações diferenciais ordinárias. Determinação da Raiz.6.1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a compreender. Métodos iterativos. como utilizar e como implementar diversos métodos numéricos apropriados para: achar as raízes de equações algébricas e transcendentes. Teorema de Bolzano.1. Zeros de uma Função.1. ZEROS DE FUNÇÕES. 3. Cálculo Direto e Cálculo Iterativo. Processos Iterativos. Erros da Fase de Resolução.2.7.4. 1. Sistemas lineares. Matrizes Associadas a um Sistema. 2.Erros de Arredondamento. Zeros de funções. Processo Iterativo. Método da Dicotomia ou Bissecção.1. Integração numérica.1. integração numérica. inversão de matrizes.Propagação de Erros. 2.Erros de Truncamento. 1.9. Erros e Critérios de Arredondamento. 1.2. Cálculo Numérico. 2. zeros de polinômios.4. Conceitos e definições: 2.1. sistemas de equações lineares. 2.5. 1.2. 1. Métodos das Substituições ou Aproximações Sucessivas. 1. saber quando aplicar.3. zeros de funções. Métodos de Gauss Jordan. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Método Numérico. tais como: Erros nas aproximações numéricas. 2. realizar integração numérica. SISTEMAS LINEARES. 3. Iteração e ajuste de curvas. Método de Newton. Introdução.Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO Código: 15-128 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Erro. resolver sistemas de equações lineares.1. ESPECÍFICOS: Entender. interpolação. 2. .2. Newton-Raphson ou das Tangentes. 2.2. generalizar e operar com elementos. 3.8. 1. Interpolação polinomial. fazer ajustes de curvas. 1. 1. fazer interpolação. aproximação de funções.1. 2.4.

1987. AVALIAÇÃO: Trabalhos escritos e provas.9. METODOLOGIA: Aulas expositivas. São Paulo: Harbra. Algorítmo da Triangulação de Gauss. uso do laboratório de informática e softwares matemáticos.MARINS. 5. 1980.3. SADOSKY. 3.5. 4. São Paulo: Atlas. Homem.2. 3. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA EDO'S 6. 6. A.2. 5. 3. 3. Interpolação de Lagrange.5. 4. Rio de Janeiro: Interciência.3. 4.1. 6. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA. Introdução. Sistemas Equivalentes. Interpolação Polinomial. de Castro.2. São Paulo: Makron Books.1.10. Dalcídio Moraes . 5. 3. Sistemas Triangulares. Interpolação de Newton para diferenças divididas.2.1. Márcia A.8. Cálculo da Inversa de uma Matriz. Método de Predição-Correção. Introdução 6. São Paulo: Atlas. 5. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais. MELO. 3. Interpolação Linear.Determinante de Vandermonde. Luzia . CLAUDIO.3. 4. Cálculo numérico computacional Teoria e prática. 5. 4. Inês S. 2 ed.7. exercícios de aplicação. 3 vol. Jussara Maria. YOSHIDA. 1978.4. HUMES.5.5. 3.4. Cálculo Numérico Básico.1. 6. Algorítmo da Diagonalização de Gauss-Jordan. 3. Ana Flora P. INTERPOLAÇÃO. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAMPOS. 3. Manuel. Refinamento de Soluções. Cálculo Numérico e Gráfico.3. 4.4. Cálculo Numérico com aplicações.6. Método de Euler. Cálculo de Determinantes. Método da Pivotação. Rui. Métodos Iterativos de Jacobi e Gauss-Seidel.4. Método de Runge-Kutta. J. 1989. 1996. RUGGIERO. Leônidas Conceição. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BARROSO. Método de Gauss e Gauss-Jordan. Método dos Trapézios. Quadratura Gaussiana. Gomes.3. Interpolação Quadrática . Método de Simpson.

Victor.. Cálculo Numérico.Hill Ltda. MIRSHAWKA. Noções de Cálculo Numérico. São Paulo: Editora McGraw. Wagner Tunis. São Paulo: Nobel. 1979.MARTINS. 1984.Kazuko. .

Linhas de Estado 4. • Relacionar diferentes tipos de sistemas estruturais.Linhas De Influência. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas isostáticas.Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS Código: 38-202 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a teoria das estruturas. Método dos deslocamentos. Sistemas Isostáticos Planos. Rio de Janeiro. • Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas isostáticas. GORFIN. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FONSECA. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. OBJETIVOS: GERAL: • Introduzir o aluno ao conhecimento em teoria das estruturas. 3. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural. Vigas Gerber. Introdução à Teoria das Estruturas. Curso de mecânica. Traçado de Diagramas De Vigas. 8. 6. 5. Rio de . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Análise de Treliças. Sistemas Tri-Articulados. 7. • Avaliar soluções estruturais. 9. Cargas Móveis em Estruturas Isostáticas . Bernardo Oliveira Miriam Marques de. Ademar. 2. Método das forças. Linhas de Estado Para Pórticos Isostáticos. Sistemas isostáticos Planos. 1972. Princípio dos Trabalhos Virtuais. Sistemas de estruturas isostáticas. LTC.

Exercícios de estática e resistência dos materiais. Curitiba. Timoshenko / Gere. 1979. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FREITAS. SÜSSEKIND. José Carlos. 1971. 2001. Mecânica dos Sólidos. 1980.Janeiro. . Curso de análise estrutural. UFRP. Neto José de Almendra. Vol 1. Globo. LTC.

conhecido os esforços solicitantes e as características físicas dos materiais. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função do esforço solicitante. ESFORÇOS AXIAIS .Cargas axiais .Introdução .Convenção da resistência dos materiais 2. TORÇÃO . Cisalhamento. CISALHAMENTO/ESMAGAMENTO .Conceitos . OBJETIVO DA RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS .Forças X Tensões . DEFORMAÇÃO .Prática 4.Esforços externos/internos .Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS I Código: 38-203 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Fundamentos da Resistência dos Materiais. Torção e Flexão.Prática 3. Normas simples.Deformação específica .Prática 5. Estado de tensões.Diagrama/tensão/deformação .Conceito . • Características físicas dos materiais • Características geométricas • Dimensionar seções • Verificar seções • Percepção de estruturas reais CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.TENSÃO .Tensões admissíveis . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar os alunos no dimensionamento e verificação dos elementos estruturais. Elastotécnica: Tensões e Deformações.Conceito . FLEXÃO PURA .Prática 6.Conceito .

. 2007. RUSSELL. A P. Globo. PROVENZA.- Flexão Pura Torção 7. Rio de Janeiro. TIMOSHENKO. Ed. 1980.1986. William A Resistência dos Materiais. LTC. ROCHA. V. São Paulo. Rio de Janeiro. PISSARENKO. Resistência dos Materiais. SOUZA. 1966. Porto Alegre. Anderson Moreira da Resistência dos Materiais.Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Flávio S de Resistência dos Materiais. PROTEC. GOMES. ESTADO MÚLTIPLO DE TENSÕES 8. G. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. LTC. Da USP. Ferdinand. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. 1964 NASH. CIRCULO DE MOHR METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Prontuário de Resistência de Materiais. LACERDA.. Francesco. Resistência dos Materiais. Hiron R. cumprimento de trabalhos e freqüência. Resistência dos Materiais. consistindo de participação em sala de aula. Ciências dos Materiais. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. AVALIAÇÃO: . JOHSTON Jr.1982. MATVETEV. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. McGraw-hill do Brasil. E. Sergio Conci Resistência dos Materiais. A G.Avaliação do desempenho. 1985.1980. Ensaios em laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos matérias (aço) e comprovação da Lei de Hook. McGraw-Hill. . Stepheu P. São Paulo. 1969. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. e LAKOVIEV. As 3 avaliações formam a média do semestre. Rio de Janeiro. 3 Ed. Prodill. São Paulo. LTC. Mirmoscovo. P.

. Tratamentos da água (princípio secundário e terciário). Vegetação urbana e qualidade de vida 16. 12. A biosfera e seu equilíbrio 3. buscando soluções adequadas.Disciplina: ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE Código: 34-159 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas de abastecimento. Noções Gerais de Ecologia 2. Nitrificação. no qual atua o profissional da engenharia. Agenda 21 11. relatórios técnicos. Manuseio e Tratamento do Iodo. ESPECÍFICOS: • Reconhecer a biosfera como elemento integrador e totalizante do meio. Legislação Ambiental 8. OBJETIVOS: GERAL: Entender a natureza totalizada e integrada do ambiente para que a atuação do profissional da engenharia. Digestão anaeróbica. Saneamento e meio ambiente. • Conhecer a legislação ambiental brasileira especialmente a que diz respeito a atuação do profissional da engenharia. • Incentivar o estudo dos problemas ambientais locais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. Filtros biológicos.Produção. Regiões Salubres 14. 13. destinação e reaproveitamento do lixo 7. usando como instrumentos de avaliação: seminário. provas dissertativas e objetivas. Sistemas de tratamento de água e esgoto. Habitações Salubres 15. Recursos naturais e sua utilização 5. permanente de pensar e repensar a prática pedagógica. AVALIAÇÃO: Será baseada em um processo contínuo. sobre ele. resenhas e atividades em sala de aula. Gerenciamento Ambiental 10. seja realizada de modo a minimizar os impactos negativos e maximizar os impactos positivos. causa e conseqüências 4. Desenvolvimento sustentado 6. Lagoas de estabilização. Arborização urbana. EIA/RIMA 9. Tipos de poluição. Características das águas residuais na indústria de alimentos. Processos: Iodo ativado. • Analisar as causas e conseqüências da ação do homem sobre o meio ambiente.

São Paulo. III Congresso Brasileiro de Limpeza pública. 2000. ABES. 1995. O homem e seu ambiente. Sérgio L. Rio de Janeiro. Suetônio. MOTA. . São Paulo: USP. Bragança e MONTEIRO. VIERTLER. estatutos. 1995. Luiz Antonio Abdala de.1983. Porto Alegre: AGE.Uma Antropologia da mudança. 2000. O problema ecológico e suas implicações éticas. Ingeniería ambiental: Contaminación y tratamientos.1986. São Paulo. e outros. Benedito. FONFRÍA A.1989. PEREIRA. Rio de Janeiro. São Paulo: Prentice-Hall. . O QUE É LIXO? São Paulo: Brasiliense. Ciências do ambiente Ecologia. Petrópolis. 1995. Coleção Primeiros Passos. Makroni. Introdução à Engenharia Ambiental. RIO GRANDE DO SUL. Papirus. 1978. Joan de Pablo. poluição e impacto ambiental.1983. Como sobreviver a tecnologia.1983. Introdução à Engenharia ambiental. Legislação de conservação da natureza. São Paulo.M. Led. Ramón e RIBAS. São Paulo. Lúcia L. São Paulo: Scipione. Diretoria de Anais . Martha L.1998. Barcelona: MARCOMBO. GOMES. Juares Oliveira. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANDRADE. PINHEIRO.1986. GRALLA. São Paulo: MAKRON BOOKS do Brasil. Gerhard e outros. Vozes. Legislação Ambiental Brasileira. 2000.Engenharia Ambiental e saúde coletiva. Enfoque Estratégico Aplicado ao Desenvolvimento Sustentável. JIMENEZ. Gestão Ambiental. São Paulo: Quark Book.1988. BRASIL. Qualidade e Gestão Ambiental: sugestões para implantação de normas ISO 14000 nas empresas. Leis. São Paulo. INSTITUTO DE PLANEJAMENTO ECONÔMICO E SOCIAL. São Paulo. ODUM.1975. e outros. DKADE. Charles T. LP EM. B. Ática. CARVALHO. Paulo Afonso Soares.P.1994. Salvador: EDUSFB.Comissão de Saúde e Meio Ambiente/CORAG.Antonio Carlos da F. MIRANDA.1998.1990. Ecologia cultural . Rios. Guanabara. Porto Alegre. MOURA. Roger. Subsecretária de Editoras Técnicas. contribuição para um código nacional ambiental. Ecologia geral. HELENE. Brasília: Senado Federal. Poluentes Atmosféricos. As três ecologias. Porto Alegre: Assembléia Legislativa. Proposições Básicas para uma Política Brasileira de Limpeza Pública. MEGEE. redes e regiões: a sustentabilidade a partir de um enfoque integrado dos recursos terrestres. GUATARRI. Carlos Gomes. Félix. Vozes. O estabelecimento de uma nova política comum de proteção ao meio ambiente: sua necessidade num mercado comum. Fundação Getúlio Vargas. Rio de Janeiro. I Congresso Pan-Americano de Limpeza Pública. Curso de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Eugene. Petrópolis.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGA. Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna. 2002. Ecologia. Maria E. CESP. Presto.1992. MOSER. DAJOZ. Ana Lúcia da F. Antônio. 1999. Lenate Brigitte. Como Funciona o Meio Ambiente..

Disciplina: TOPOGRAFIA II Código: 38-132 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Altimetria: Nivelamento, topografia. Sistemas de Coordenadas UTM. Triangulação. Determinação do norte verdadeiro. Locação de pontos, retas e curvas. Desenho de plantas e curvas de nível. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a realizar levantamentos altimétricos expeditos e de precisão. ESPECÍFICOS: • Realizar o cálculo de cadernetas de nivelamento; • Identificar instrumentos de medidas plani-altimétricas para diferentes situações; • Representar graficamente a superfície topográfica através de ferramentas modernas. _ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Altimetria:conceitos. 2. Norma de execução de levantamento topográfico (NBR 13.133/94). 3. Níveis: Introdução. Descrição/Tipos. 4. Levantamentos altimétricos: Nivelamento. Cota/Altitude. Precisão (erro altimétrico). Determinação analítica. Efeito da refração ocasionado pela curvatura do geóide. Cuidados no processo de nivelamento. 5. Nivelamento Geométrico. Nivelamento geométrico simples. Nivelamento geométrico composto. Operações de campo. Poligonal aberta. Nivelamento e contra nivelamento. Poligonal fechada. 6. Nivelamento trigonométrico. Nivelamento trigonométrico de alcance curto. Nivelamento trigonométrico de alcance longo. 7. Nivelamento taqueométrico. 8. Nivelamento barométrico. 9. Utilização das Medidas de um Levantamento Altimétrico.

Construção de perfis. Determinação da declividade entre pontos. Métodos de geração das curvas de nível. 10. Topologia. Leis do modelado terrestre. Interpretação do modelado terrestre. 11. Levantamento Planialtimétrico. Operações topográficas para estudos e planejamento de projetos. 12. Métodos de Avaliação de Áreas de Figuras Planas. Método de Equivalência Gráfica. Método Mecânico ou Eletrônico. Método Analítico. 13. Estudos complementares. Determinação do Norte Verdadeiro. Transporte de RN (Referência de Nível). Locação de obras (método convencional e moderno). Digitalização de plantas topográficas. Perspectivas e aplicações de um levantamento topográfico moderno. 14. Sistemas de Projeção. Sistema UTM (Universal Transversa de Mercator). METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia, dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo), apoiadas em modelos físicos e equipamentos para melhor percepção e compreensão dos métodos estudados. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado através de trabalhos extra-classe com aplicação de exercícios semanais. Será feita uma revisão bimestral teórica e prática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BORGES, Alberto de Campos. Topografia: aplicada à engenharia civil. Vol. 2. SãoPaulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1994. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. Vol. 1. São Paulo: Ed. Edgard Blücher Ltda, 1977. BRANDALIZE, Maria Cecília Bonato. Topografia. Curitiba: PUC/PR (notas de aula), s/d. COMASTRI, José Anibal; TULER, José Cláudio. Topografia: altimetria. Viçosa, Universidade Federal de Viçosa,1987. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre: Ed. Globo, 1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Execução de levantamento topográfico - NBR 13.133/94. São Paulo: ABNT, 1994.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rede de referência cadastral municipal - procedimento (projeto de norma). São Paulo: ABNT, 1998. GEMAEL, Camil. Geodésia elementar. Curitiba: UFPR (apostila), s/d. GEMAEL, Camil. Sistema de projeção. Curitiba: UFPR, 1976. JORDAN, W. Tratado general de topografia. Barcelona: ed. Gustavo Gili, 1974. LOCH, Carlos e CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria. Florianópolis: Ed. da UFSC, 1995. MEDEIROS JUNIOR, J. R.; FIKER, J. (1999). A Perícia Judicial: como redigir laudos e argumentar dialeticamente. São Paulo: Pini. PARREIRA, Álvaro. Topografia. Lisboa: ed. Pórtico, 1962. PHILIPS, Jürgen. Atualização em topografia e geodésia: uso de estação total e GPS. Florianópolis: UFSC (apostila), 1997. PHILIPS, Jürgen. Uma projeção geodésica para o cadastro imobiliário brasileiro. Recife: UFPE, 1997. PINTO, Luiz Edmundo Kruschewsky. Curso de topografia. Salvador: Ed. UFBA, 1980 SILVA, Irineu da. Mensuração. São Carlos: USP (apostila), s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso de Topografia Básica. Morro da Fumaça: Ed. e livraria Luana ltda. s/d. SILVEIRA, Luiz Carlos da. Curso: Cálculos geodésicos no sistema UTM aplicados a topografia. 2a ed. Morro da Fumaça: Ed. e liv. Luana, s/d. THEODORO JÚNIOR, H. (1999). Terras particulares: demarcação, divisão, tapumes. 4. ed. São Paulo: Saraiva.

Pronomes (pessoais. contrações) .Adjetivos (flexão de número. ADVÉRBIOS .Flexão (desinências número-pessoais. formativos e literários. Conhecer a grandeza da cultura espanhola através do estudo da língua. VERBOS . HETEROGENÉRICOS 6. permanecendo ainda hoje como uma das mais faladas. entendendo porque irradiou-se por todo o mundo. Aquisição lexical implementada através de situações básicas do cotidiano. Aspectos da cultura hispânica representados artisticamente na música.Auxiliares e regulares . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos proficiência de leitura compreensiva e interpretativa de textos informativos.Artigos (subdivisão.Acentuação Gráfica .Hetetotônicos 2. demonstrativos. literatura e artes plásticas.Conjunções e conectores . bem como as habilidades de compreensão e produção oral e escrita em nível elementar. Aplicar regras gramaticais em traduções de textos. gênero e grau) 5. NOÇÃO DE FONOLOGIA ESPANHOLA EM FUNÇÃO DE: . privilegiando o desenvolvimento da oralidade. relativos. NOMES . ELEMENTOS DE MORFOSSINTAXE . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. artigos neutro. indefinidos) 3. retos e oblíquos. ESPECÍFICOS: Desenvolver estratégias de interferência lexical para compreensão de textos.Divisão Silábica • . possessivos. NUMERAIS CARDINAIS E ORDINAIS 4.Disciplina: LÍNGUA ESPANHOLA I (Optativa) Código: 81-300 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: O processo comunicativo e seus aspectos fonético/fonológicos e gramaticais.Substantivos . desinências modo-temporais) 7. de tratamento. enfatizando a produção de textos descritivos.Ortografia • .

Suely Fernandes & MAURE. Madrid. AVALIAÇÃO: A avaliação dar-se-á a partir da observação. atividades de reflexão. Dicionário de falsas cognatos em Español e Português. Prova escrita. LEITURA DE TEXTOS DAS MAIS DIFERENTES TIPOLOGIAS . . São Paulo. 1999.Compreensão . Español sin fronteras. NARI M & MELLO. Edelso. BRUNO. Fátima Cabral & MENDONZA. A & ALFARO. MILANI. analise os itens gramaticais. Nerman. Angélica. São Paulo: Moderna. Gramática de Espñol lengua estranjera. com base nos textos. CONCORDÂNCIA NOMINAL E VERBAL 9. 1998. São Paulo. Felipe B. São Paulo: Saraiva. O professor oferecer a condições. Gonzáles. Gramática de Espanhol para brasileiros. Adda. Josephine Sánchesz. atinja a compreensão e interpretação e. 1991. Scipione. Curso de lingua Y cultura Hispânica.8.2000. Walter Gustavo. Mucho Español para brasileños. 1998.Interpretação METODOLOGIA: A metodologia a ser empregada se baseará em métodos heurísticos.Estudo do Vocabulário . de transferência e aplicação dos conhecimentos aprendidos. Sociedad General Española de Liebraria S. HERMOSO. Partir-se-á sempre de textos. Curso Prático. Maria Angélica. Bem como um trabalho de tradução de textos relacionados no Curso de Engenharia Civil. La Literatura en los textos. tornando-se capaz de utilizar princípios gerais da língua em diferentes situações. María De Los Angeles J & HERNÁNDEZ. Sanchez M. para que o aluno desenvolva estratégias de interferência lexical. Esther Maria. OJO com los falsos amigos. a aprendizagem centrada no aluno. São Paulo. 2000.A Dicionário básico de la lengua española. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BECHARA. discussão e resolução de problemas. Moderna. Hacia el Español. GARCIA. REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL 10. HETEROSSEMÂNTICOS 11. PEDRAZAJIMÉNEZ. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALVES.

5º SEMESTRE .

LTC .Seleção e edição de objetos .Utilização de recursos 3D 2. OBJETIVOS: GERAL: Dar condições ao aluno de desenvolver projetos via software de desenho. b) Proporcionar ao aluno a capacidade de desenvolver projetos de engenharia. Dimensionamento de estruturas utilizando o Software Eberick 3. G.A área de trabalho . Manuais do usuário dos Softwares. 955p.Palhetas e barras de ferramentas -Traçado de linhas por coordenadas . Elaboração de aplicativos voltados para a engenharia. aulas com recursos áudio visuais (canhão).Menus suspensos .Definições fundamentais . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. . Dominando o Auto Cad. análise e dimensionamento específicos da área de engenharia. Análise de estruturas utilizando o Software SAP2000 METODOLOGIA: Aulas expositivas verbais. Autocad .Preparação da área de trabalho . Análise de estruturas utilizando o Software Ftool 4. aulas práticas de laboratório. AVALIAÇÃO: Serão duas avaliações (notas) através de exercícios desenvolvidos durante as aulas. A fixação dos conteúdos será através de exercícios e atividades de laboratório.Utilização das ferramentas de desenho .Conceitos . Linguagem avançada para a engenharia.Disciplina: COMPUTAÇÃO II-B Código: 35-193 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Algorítmos matemáticos para solução de equações e operações matriciais. ESPECÍFICOS: a) Proporcionar ao aluno conhecer e desenvolver projetos em AUTO CAD.Impressão e plotagem . 1999. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: OMURA.Traçado de cotas .

Cálculo Numérico Computacional. . Ed. C. 1994.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MORAES. D. Atlas.

fator de potência e corresão de fator de potência 5. Capacitadores. . Paralelo 1. Lei de OHM 1. Mista 1. Dispositivos de comandos dos circuitos 8.1. Resistivos.1.2. Luminotécnica 10. Impedância 3. Circuitos de corrente contínua 1.1. Instalações elétricas 5. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1.2. Circuitos monofásicos e trifásicos 4. Transformadores e Motores-instalações 9.3. Associação de resistores 1. capacitivos. Leis de Kirchdhoff 2. ESPECÍFICOS: Dar conhecimento da execução e supervisão de projetos elétricos.3. sendo realizados cálculos de dimensionamento em sala de aula. indutivos 2. Potências em CA. Circuitos de correntes alternada 2. Dispositivos de proteção dos circuitos 7. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a entender projetos elétricos. Lei de Kirshoff. Trabalhos em grupo e individual.1. Condutores elétricos.2.Disciplina: ELETRICIDADE Código: 38-401 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Circuito de corrente contínua. Dimensionamento de circuitos (condutores)em instalações prediais e industriais 6. Materiais elétricos METODOLOGIA: • • As aulas serão expositivas. Circuítos de corrente alternada. Lei de O hm. Motores.1. Comandos elétricos. Geradores. Série 1. como também dar uma visão da manutenção elétrica em plantas industriais.1.

Companhia Editora Nacional. C. MOTTA. Livraria Freitas Bastos. MARCUS. 1979. C. e KUN. E. C. DAWES. 1976.1977. Bestseller. São Paulo. Curso de eletrotécnica: corrente alterada. QUEVEDO. Globo.AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas provas durante o semestre. Manual prático do eletricista. V. Guanabara. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DAWES. VALKENBURGH. São Paulo. Curso de eletrotécnica: corrente contínua. L.1968. Eletricidade básica. São Paulo. P. Rio de Janeiro. Dragão. C. Globo. Eletrotécnica geral.1977. Curso de eletrotécnica: correntes contínuas.1975. M. et al. Hemus. Porto Alegre. São Paulo. A. A. São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DESOER. PAGLIARICCI.1975. Porto Alegre. Guanabara Dois. L. Rio de Janeiro. Teoria básica de circuitos. B. S. Eletricidade básica. 1975. 1974.1983. . FALCONE. Circuitos elétricos. A. Apresentação e discussão de trabalhos em seminário.

Avaliação do desempenho. Flexão oblíqua composta. Resistência e deformações combinadas. Ensaios de laboratório para estabelecer a relação entre as características físicas dos materiais (aço). • Verificar seções. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para determinar: • Tensões atuantes em função dos esforços compostos solicitante. OBJETIVOS: GERAL: Familiarizar o aluno no cálculo de resistência dos materiais a partir de um modelo matemático o mais próximo possível da realidade e a leitura das tabelas e gráficos normalizados. • Percepção de estruturas reais_ CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Flexão composta/aplicação 5. Flexão simples e cortante/aplicação 4. Flexão oblíqua/aplicação 6. Flambagem/aplicação METODOLOGIA: • • Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. AVALIAÇÃO: • • Avaliação dos conteúdos em duas oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. Deformação por flexão. cumprimento de trabalho e freqüência. Revisão Geral de Resistência dos Materiais I 2. • Características Geométricas. Flexão oblíqua simples.Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAS II Código: 38-204 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tração e Compressão combinados ao cisalhamento. • Dimensionar seções com tensões varáveis ao longo da seção. Caso geral 7. consistindo de participação em sala de aula. Análise Estrutural 3. .

desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. LTC. E. Resistência dos materiais. PISSARENKO. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUY. McGrawhill do Brasil.1980.1986. Rio de Janeiro. 1980. Da USP. R. 1985. Resistência dos materiais. ROCHA. Porto Alegre. Mirmoscovo. H. Rio de Janeiro. 1982. G.. A Resistência dos materiais. RUSSELL. Prontuário de resistência de materiais. 2007. Globo. GOMES. A.. Ed. C. São Paulo. 1964. Resistência dos Materiais. TIMOSHENKO. A. PRO-TEC. de. Prodill. NASH. LTC. São Paulo.. P. Rio de Janeiro.• • As três avaliações formam a média do semestre. F. Ciências dos Materiais. McGraw-Hill. LTC. da. F. G. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. 1969. LACERDA. Resistência dos materiais. LAKOVIEV. W. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BEER. A P. 3 ED. M. Resistência dos Materiais. 1966. . MATVETEV. Os que superam a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. P. S. F. JOHSTON Jr. PROVENZA. SOUZA. Resistência dos Materiais. S. S. São Paulo. V.

gradientes 4.Relação entre solução por sistema e . Calor e trabalho .Equação da quantidade de movimento . ESPECÍFICOS: Desenvolver exercícios de dimensionamento.Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES Código: 38-301 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Mecânica dos fluídos.primeira lei da termodinâmica.Volume de controle 7.Coeficiente de viscosidade 3. Ciclos termodinâmicos.Volumes de controle e sistemas . Transmissão de calor.Atmosfera padrão . vetoriais e tensoriais . Equações de estado. Quantidade de movimento. TENSÃO EM UM PONTO .Pontos de vista. Estática dos fluídos. Escoamento dos fluidos.Hidrostática sobre uma superfície plana e curva 5. LEIS DA FLUTUAÇÃO . Aceleração da partícula .Variação da pressão com a profundidade . LEI DA VISCOSIDADE DE NEWTON .Fluido incompreensível .Variação da pressão com a elevação (processo isotérmico e com variação linear da temperatura) .Estática de corpos flutuantes e critério de estabilidade 6.Fluidos e o contínuo 2.Tensão em um ponto .Propriedades do tensor das tensões. EQUAÇÃO DA CONTINUIDADE . OBJETIVOS: GERAL: Favorecer subsídios para o conhecimento das Leis básicas que regem o comportamento dos fluídos e possibilitar a aplicação de tais conhecimentos na resolução de problemas que envolvam fenômenos mecânicos e térmicos.Forças e contato com um fluído confinado .Quantidades escolares. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. LEI DA HOMOGENIDADE DIMENSIONAL . FUNDAMENTOS DA ANÁLISE DO ESCOAMENTO . segunda lei da termodinâmica.Campo de velocidade . ESTÁTICA DOS FLUÍDOS . Hidroestática.

STREETER. M. São Paulo.Equilíbrio de fase . Rio de Janeiro. M Necati. São Paulo.Momento da quantidade de movimento 8. MCDONALD. Blücher. PITTS.1993. D. Robert W. G. Transferência de calor: um texto básico.1975. MÁQUINAS TÉRMICAS E REFRIGERADORES 12.1985.1973.1981. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas avaliações no semestre. Manual de hidráulica. Bliicher. TRABALHO E CALOR 10.conservação de massa 11. Sonntag e RICHARD. Blicher.Regime permanente e regime uniforme . realizados exercícios em sala de aula. ..Processos reversíveis e irreversíveis . ÁLVAREZ. V.1988. McGraw-Hill.energia interna . como também solicitado a apresentação de trabalhos em grupo e individuais. São Paulo. São Paulo. Mecânica dos fluídos. 1982. R.A. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AZEVEDO. Fenômenos de transporte.Entalpia . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. ZISIK. SISSOM. WYLEN. Fundamentos da termodinâmica clássica. São Paulo. J. Gordan J.Substância pura . L.. 1ª LEI DA TERMODINÂMICA PARA SISTEMAS E VOLUME DO CONTROLE . Guanabara. 2ª LEI DA TERMODINÂMICA . Mecânica dos fluidos. Rio de Janeiro.Equações de Estado fator de compressibilidade generalizada 9. Guanabara Koogan. McGraw-Hill do Brasil. ESTADO E PROPRIEDADES DAS SUBSTÂNCIAS . E. Introdução à mecânica dos fluídos.Ciclo de Carnot METODOLOGIA: As aulas serão expositivas. Alan T. SHAMES. E.

PRINCÍPIOS FÍSICOS 4. Estereoscopia. Aquisição dos produtos orbitais e sub-orbitais. INTRODUÇÃO À FOTOINTERPRETAÇÃO Histórico Princípios do Sensoriamento Remoto Espectro eletromagnético Sensores Imageadores e não Imageadores Sensores ativos e passivos Sensores fotográficos Câmaras fotográficas e fotogramétricas 2. Sensores remotos. Critérios de Fotointerpretação. • Desenvolver no aluno a percepção sobre a aplicação de ferramentas que objetivam auxiliar no planejamento das ações dentro do princípio da sustentabilidade. FOTOINTERPRETAÇÃO Processo de interpretação Fotografias aéreas e fotogramas Obtenção Classificação Especificação Geometria básica da fotografia 3. Câmaras fotogramétricas e filmes. ESPECÍFICOS: • Capacitar o aluno para extrair as informações temáticas das imagens a partir do uso de geotecnologias. PRODUTOS FOTOGRÁFICOS Analógico/Digital Diapositivos Fotografias retificadas Mosaicos 5. Interpretação aplicada ao planejamento regional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Objetiva dotar o aluno de conhecimentos necessários para executar levantamentos e desenvolver análises para a gestão do espaço utilizando geotecnologias. Medidas nas imagens aéreas convencionais e orbitais. ESTEREOSCOPIA Pseudoscopia . Princípios físicos.Disciplina: FOTOINTERPRETAÇÃO Código: 38-172 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução a fotointerpretação.

P. L. R. FOTOINTERPRETAÇÃO APLICADA AO CADASTRO TERRITORIAL E AO PROJETO DE ESTRADAS 11.. S.SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS Escanerização e vetorização de plantas e mapas. Florianópolis: Editora da UFSC. 10.Orientação de um par estereoscópico 6. C. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas.. CRITÉRIOS DE FOTOINTERPRETAÇÃO 7. Fundamentos para Fotointerpretação. trabalhos práticos. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando o laboratório de geoprocessamento. Elementos de Interpretação fotográfica. SISTEMAS RECEPTORES DE DADOS POR SATÉLITE Sistema GPS Sistema Glonass Sistema Galileu METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Georreferencimento Software de GIS e CAD 12. SENSORIAMENTO REMOTO A imagem digital Sistemas Sensores 10. SCHOENINGER. Estatuto da Cidade: guia para implementação pelos municípios e cidadãos: lei nº. MEDIDAS NAS IMAGENS AÉREAS Cálculo de áreas e distâncias Determinação de alturas 8.257. KIRCHNER. Câmara dos Deputados. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. F. dialogadas e com unidades teóricas e práticas (atividades de campo. F. que estabelece diretrizes gerais . F. A FOTOGRAFIA DIGITAL Conceitos básicos Instrumentos 9. 2007. 1993. WATZLAWICK. de 10 de julho de 2001. LOCH. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDERSON. A Interpretação de Imagens Aéreas: Noções Básicas e Algumas Aplicações nos Campos Profissionais. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRASIL. SIG . Guarapuava: Editora da Unicentro. E. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia. 1986.

da política urbana e dá outras providências. A. Brasília: Câmara dos Deputados. CHRZANOWSKI. H. Ceurio de. Coordenação de Publicações. BLACHUT. New York: Inc. C. e GARCIA. J.1988. B. 1979. Springer-Verlag. Apostila. 3. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação.ed. T. J. Dirección General de Geografia del Território Nacional. São Paulo: Nobel. IBGE. . 2005. 1977. 1ª Parte e 2ª Parte. Delmar A. MARCHETTI. Cartografia y levantamientos urbanos. Noções básicas de cartografia.. Curso de PósGraduação em Ciências Geodésicas da UFPR.. Curso de cartografia moderna. (1987). Introdução à Geodésia Geométrica. (1999). OLIVEIRA. Rio de Janeiro: IBGE. 273p. Rio de Janeiro:IBGE. Gilberto J. SAASTAMOINEN. GEMAEL.

fundações de edifícios e problemas geotécnicos.Propriedades físicas.Estrutura e constituição da crosta terrestre. Movimentos de massa. Geologia de Engenharia e Mecânica dos Solos 2. SOLOS .Rochas sedimentares .Os minerais . Rochas e sua utilização. Prospecção geológica para estradas. revestimento e calçamento 6. 3. sua origem. obras subterrâneas.Rochas metamórficas 4. químicas e mecânicas .Conceituação de Geotecnia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Conhecimento geral sobre as rochas que compõem a crosta terrestre e suas aplicações na engenharia civil.Idade da terra .Efeitos do intemperismo de interesse geotécnico . Estrutura da Terra.Processos físicos. formação e evolução. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA TERRA .Durabilidade das rochas 5. químicos e biológicos .Agregados e blocos de rochas . peso e massa .Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS I Código: 38-351 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Geologia geral e ambiental.Introdução à Geotecnia e Geologia aplicada .Forma e tamanho . ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno conhecimentos básicos de geologia visando ao reconhecimento das rochas. INTRODUÇÃO . Estruturas geológicas.Rochas ígneas .Volume. MINERAIS E ROCHAS . barragens. Análises aerofotogramétricas com caracterização geológica.Apresentação da disciplina .A utilização de rochas na construção civil . ROCHAS COMO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO . INTEMPERISMO .Pedra de cantaria. Águas subterrâneas na geotecnia. Mapa geológico. Mineralogia.As rochas . Processos geológicos exógenos e seus efeitos nas construções.

N. gemas. Oficina de Textos. LEINZ. 5. CPRM.Depressão Periférica . ed. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BIGARELLA. Apresentação de trabalhos oral e/ou escritos. DE. 1972.C. AVALIAÇÃO: • • Provas com revisão dos conteúdos. Mineralogia e geologia.A.Classificação pedológica e geotécnica 7. OLIVEIRA. Walter. 2. 162 p. e ampl. ed. 149 p.. MINETE.L. 5. 1997. M. W. rochas. Decifrando a Terra. Carlos. minérios-Mais de 300 fotos coloridas. 1971. 1998. MAPAS GEOLÓGICOS E GEOTÉCNICOS 8. 310p. João Ernesto de Souza. T. São Paulo. São Paulo: Edgard Blücher. MACIEL FILHO. 284p. 3. PROVÍNCIAS GEOLÓGICAS DO RS . UFSM. Viktor. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. Rio de Janeiro: São José. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. W. FAIRCHILD. Minerais e rochas.Planície Costeira METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas..Dobras .Solos e Rochas . E. 1962. KIRSCH.Diaclases . Santa Maria.Propriedades físicas . TOLEDO. Geologia de Engenharia. São Paulo: Polígono. 1985. F. TAIOLI. 4. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEINZ. rev. M. José Henrique.. Mineralogia aplicada: para engenheiros. Geologia geral. 1974. TEIXEIRA.. POPP. São Paulo : Companhia Editora Nacional. 1967. Helmut.Conceito . em grupo e/ou individual.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional.Falhas 9. A. Viktor.R. ABMS/ABGE . ABGE. CAMPOS. Geologia geral. Rochas do Brasil. ed. M.periódico . S. técnólogo e estudantes. UFV. visitas técnicas e seminários. FONTES. S.Composição dos solos . BRITO. Guia para determinação de minerais. 1994. 223 p. João José. 376 p. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS . 487 p.Planalto . 342 p SCHUMANN. Introdução ao estudo de minerais e rochas. ERNST. 2000.Escudo . G. UFV. Geologia de Engenharia-Glossário de termos técnicos. Rochas e minerais: minerais. C. 291p. Introdução à geologia de engenharia. POTSCH.M. ed.

Processos de fabricação . • Fixar os conteúdos teóricos através de ensaios de laboratório e observar o seu comportamento.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I Código: 38-251 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas e propriedades. . ARGAMASSAS .Através de águas. Agregados.Propriedade das argamassas . ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender seus comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.Miúdos e graúdos .Propriedades dos materiais cerâmicos .Ensaios de laboratório 2. solos e gases.Cal .Dosagem .Tipos. Aglomerantes.Preparo .Ensaios de laboratório 5. GLOMERANTES . Argamassas e Aditivos. propriedades e utilizações .Gesso .Ensaios de laboratório 3. AGREGADOS .Cimento . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. ADITIVOS E ADIÇÕES .Ensaios de laboratório 4.Processos de fabricação . Ensaios de laboratório.Ensaios de laboratório 6-MATERIAIS CERÂMICOS .Tipos .Traços . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. AGENTES AGRESSIVOS .

VERÇOSA. Rio de Janeiro. L. SILVA. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 10). M. Materiais de construção. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. LTC Editora. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MEHTA.F. dissertações de mestrado e teses de doutorado. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Ed. 1975. P.Tipos e Ensaios de laboratório METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Porto Alegre. São Paulo. Concreto . São Paulo. MONTEIRO. 1997. . K. E. 1991. F. A . propriedades e materiais. P. de campo e de laboratório. Editora PUC-EMMA. PINI... Propriedades do concreto. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RIPPER.Estrutura. SILVA. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. BAUER. Editora PINI. São Paulo. 1995. M. A. Materiais de construção. E. Editora PINI. R. PINI. 1994. utilizando retro projetor. A. 1995. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT (diversos autores) Tecnologia de Edificações. Editora PINI. Manual Prático de Materiais de Construção. 1994. NEVILLE. Ed. São Paulo. São Paulo. quadro e data show. Editora PINI. São Paulo. Materiais de Construção. Normas Técnicas da ABNT. 1988. P. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7) e o seminário sobre pesquisa de laboratório (peso 3).

6º SEMESTRE .

registros.Direitos e garantias fundamentais 2. uma tomada de contato com a legislação em geral. e transferência de tecnologia .Extinção da empresa . FUNDAMENTOS DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL .Os principais tipos de sociedades comerciais . DIREITO COMERCIAL . especialmente.O contrato de trabalho . às ligadas à futura profissão. classificação e história .Aposentadoria 4. aberta e profunda em torno de questões jurídicas relevantes. . administrativo e direito trabalhista.Constituição: conceito. o comerciante e as sociedades comerciais .Extinção do contrato de trabalho . DIREITO DO TRABALHO .Sujeito de direito: pessoa física e pessoa jurídica . • Encorajar o grupo a uma postura permanentemente crítica.Princípios fundamentais da constituição federal de 1988 . direito civil. tanto quanto possível aplicável à profissão de engenheiro. ESPECÍFICOS: • Estudar e refletir as noções. conjuntamente determinadas pelo professor e alunos. conceitos e princípios fundamentais necessárias ao raciocínio jurídico e a compreensão do direito na totalidade de seus aspectos.Relações de parentesco e pátrio poder 3.Disciplina: FUNDAMENTOS JURÍDICOS Código: 66-178 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: A disciplina aborda noções básicas do sistema constitucional brasileiro.A personalidade jurídica da sociedade comercial . comercial. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Fatos e atos jurídicos . Serão estas. marcas.Patentes.Os direitos do trabalhador na constituição federal . OBJETIVOS: GERAL: Possibilitar aos alunos.Regime das patentes e royalties METODOLOGIA: A Metodologia expressa-se através de atividades docentes e discentes.Os atos de comércio.Proteção legal da criação intelectual aplicada a indústria . respeitando-se os interesses e peculiaridades existentes e detectadas no transcorrer dos trabalhos. DIREITO CONSTITUCIONAL BRASILEIRO .As micro-empresas . com enfoque especial aos aspectos ligados à profissão de engenheiro civil e industrial mecânico. DIREITO CIVlL .Títulos de crédito: conceito e classificação 5.

Rio de Janeiro. REALI. Valdemar Pereira. Revista dos Tribunais. Rio de Janeiro. 2000.1996.1994. 2002. Saraiva. São Paulo. O que são direitos da pessoa. Ruy Samoel. Introdução ao estudo do direito. André Franco.AVALIAÇÃO: • • • • Provas escritas (dissertativas e objetivas). São Paulo: Saraiva. Revista dos tribunais. São Paulo. Direito e Legislação.1992 Consolidação das Leis do Trabalho . Orlando. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COTRIM. Introdução à ciência do direito. Código Civil Brasileiro Atualizado BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DALARI. Sagra. Saraiva. 2000.CLT. Brasiliense. LUIZ. Forense. 2000. 2002. São Paulo. GOMES.1992. Provas orais Participação nos debates e seminários Retorno dos trabalhos solicitados em aula. Manual de elaboração de contratos e documentos. Gilberto Vieira. Miguel. Conceito de Princípios Constitucionais. . São Paulo. São Paulo. Lições preliminares de direito. Forense. Paulo Dourados de. São Paulo. Introdução ao estudo de direito. Maria Helena. Código Civil Anotado. DINIZ. GUSMÃO. ESPINDOLA. Dalmo. MONTORO.

1985. Discubra. SPT no 235 . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARRUDA. Desenvolvimento de um projeto elétrico. Paulo Ribeiro.310 . AVALIAÇÃO: Trabalhos e provas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER.2Comercial 2.Disciplina: INSTALAÇÕES I Código: 38-402 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projeto elétrico residencial e comercial. Afonso. • Tomar contato com as noras técnicas. 1998. Instalações elétricas de motores elétricos METODOLOGIA: Aulas expositivas. ABNT.6O2/RS SPT no 565 . .710 . motores elétricos.1987. Iluminação e instalações domiciliares. Projeto elétrico 1. São Paulo. COTRIM. São Paulo. Alfonso. Globo. Ademar Bitencourt.510 . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.306lRS SPT no 565 . Instalações elétricas prediais.308/RS REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS CEEE. Instalação elétrica.500/RS SPT no 565 .2000. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instalações Elétricas. Rio de Janeiro. São Paulo. 1988. Instalações elétricas de baixa tensão.1Residencial 1. Manual de instalações elétricas. OBJETIVOS: GERAL: Estudar e elaborar projetos elétricos residenciais e comerciais. MARTIGNONI. ESPECÍFICOS: • Entender a simbologia usada em projetos elétricos. McGraw-Hill do Brasil.1990. Porto Alegre. Eletrotécnica.710 . MARTIGNONT. NORMAS TELEBRÁS. São Paulo. Porto Alegre. Hélio. Húmus.

S. Método das forças. 1982. 4. 3 TIMOSHENKO.vol. • Interpretar comportamento de estruturas. 2 SÜSSEKIND. Construções de Concreto. Mecânica dos Sólidos. Método dos deslocamentos. José Carlos. 1979.vol. Determinar deslocamentos e deformações em estruturas hiperestáticas. Principio dos trabalhos virtuais. Fritz. João Luis Escosteguy. 7. Método das forças. VI. 2. vl. J. Método da carga unitária.. Deformações devido à variação de temperatura. 2001. METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Curso de análise estrutural. Método dos deslocamentos.. Teorema dos trabalhos virtuais. Interciência. 3. SÜSSEKIND. . • Avaliar estruturas hiperestáticas. 6. Análise matricial. Princípios energéticos. Conceitos de trabalho. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Globo. GERE.Disciplina: ESTRUTURAS Código: 38-205 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Sistemas hiperestáticos planos. José Carlos. Processo de Cross. 1979. • Elaborar hipóteses de sistemas estruturais. 5. Curso de análise estrutural. ESPECÍFICOS: • Identificar e analisar uma estrutura hiperestática. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. OBJETIVOS: GERAL: • • • Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: Analisar e resolver estruturas hiperestáticas planas. MERINO. Princípios energéticos. Globo. • Analisar o comportamento de estruturas sob ação de temperatura. Vol 2.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: WEAVER. Análise de Estruturas Reticuladas. G. .

Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. Borrachas METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Madeiras.Disciplina: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II Código: 38-252 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Processos de fabricação de materiais metálicos e cerâmicos. Introdução ao concreto 2. Estrutura do concreto armado . Tintas 14. data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. • Conhecer os materiais de construção disponíveis no mercado e estudar seu desempenho. comparando com a teoria estudada. Produtos betuminosos 15. adensamento. lançamento e cura dos concretos 8. quadro. Dosagem dos concretos . OBJETIVOS: GERAL: Estudar as características e propriedades dos materiais utilizados na construção civil. • Fixar os conteúdos teóricos em ensaios de laboratório e observar o seu comportamento. exercícios e seminários sobre os assuntos do semestre. Concretos. Concreto fresco 4. Agregados para o concreto 3. . Produtos Betuminosos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. ESPECÍFICOS: • Conhecer os tipos de materiais de construção disponíveis no mercado e entender os comportamentos nos aspectos micro e macro estrutural.método ABCP ou ACI 7. Controle tecnológico do concreto 10. Metais em geral 12. Preparo. Dosagem dos concretos . Ensaios de laboratório. de campo e de laboratório. Madeira 13. Concreto endurecido 5.método IPT 6. trabalho de concreto de alta resistência e artigo técnico apresentado no final do semestre. visitas técnicas. utilizando retro projetor. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o trabalho sobre dosagem dos concretos. Materiais plásticos 16.patologia e terapia das estruturas 9. Produtos siderúrgicos 11.

Editora PINI. Cambridge University Press. P. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. P. A. Editora PINI. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. São Paulo. São Paulo.. Propriedades do concreto. 1997. 1992. Concreto/ Estrutura. M. Manual do concreto. Contribuição ao estudo das propriedades mecânicas dos concretos de alta resistência com e sem adições de microssílica. Editora PINI. O'REILLY DIAZ. A. Tecnologia de Edificações. RIPPER. E. São Paulo. New York. DIVISÃO DE EDIFICAÇÕES DO IPT. PINI. Manual prático de materiais de construção. BAUER. Editora PUC-EMMA. Rio de Janeiro. São Paulo. . L. 2000. F. VERÇOSA. 1995. Editora PINI. Materiais de construção. São Paulo. Falcão Materiais de Construção. D. 1988. P. Roberto de. Editora PINI. C. Editora PINI. São Paulo. SOUZA. Princípios básicos sobre concreto fluído. MEHTA. V. SILVA. Concreto de alto desempenho.NT da ABNT DAL MOLIN. Editora PINI. 1991. C. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Editora PINI. E. C. 1995. 1994. 1995. Editora PINI.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AÍTCIN. P. Editora PINI. GIAMUSSO. LTC Editora. K. Materiais de construção. 1989.. São Paulo. Método de dosagem de concreto de elevado desempenho. propriedades e materiais. Ed PINI. Ed. USP. São Paulo. 1996. WILBY. 1994. HELENE. São Paulo. SILVA. Manual de dosagem do concreto. P. São Paulo. S. 1975. 1998. Concrete Materials And Structures. R. M. Tese (Doutorado). TERSIAN. 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GIOVANETTI. Porto Alegre. A. São Paulo. 1991. Revistas e publicações técnicas Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. C. E. NEVILLE.

velocidade e pressão em canais e dutos sob pressão. aulas de exercícios. Escoamento de Fluidos .5 Condutos sob pressão 2. aulas práticas.Hidrostática 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.2 Determinação da densidade de Fluidos 1.6 Força resultante em uma superfície submersa 1.1 Escoamento em regime permanente 2.4 Princípio de Arquimedes e Princípio de Pascal 1.12 Cálculo de potência de bombas 2.9 Diagrama de Stanton-Moody 2.11 Perda de carga Localizada 2. . • Dimensionamento e seleção de bombas.9 Força Hidrostática sobre uma superfície Inclinada 2. Barômetro 1. Movimento Uniforme em Canais.7 Centro de pressão em uma Superfície Submersa 1.1 Viscosidade. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimento essencial para as atividades do engenheiro civil no campo da Mecânica dos Fluidos. pressão 1. • Determinação de vazão.3 Medidores de Pressão: Manômetro.4 Canais 2. Movimento Variado em Canais. Fluidos em Repouso .3 Orifícios e Bocais 2. Reservatórios Projetos e Instalações.Hidrodinâmica 2.6 Número de Reynolds 2.10 Perda de carga em dutos 2.8 Equação universal da perda de carga 2.8 Comportas e Barragens 1.Disciplina: HIDRÁULICA Código: 38-302 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cálculo dos condutos sob pressão.7 Escoamento laminar e escoamento turbulento 2.5 Equação Básica da Estática dos Fluidos 1.13 Seleção de Bombas METODOLOGIA: Aulas expositivas teóricas. densidade.2 Equação de bernoulli 2. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Cálculo de forças e centro de pressão em superfícies submersas.

Robert W. 01 prova envolvendo o conteúdo programático [02]. LTC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FOX. GILES. R. Física. 02.AVALIAÇÃO: 01 prova envolvendo o conteúdo programático [01].Edgard Blucher Ed. SHAMES Irving H. D. Mecânica dos Fluidos. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: RESNICK. Volume 01. Ronald V. Introdução a Mecânica dos Fluidos. Alan T. . Makron Books. 01 prova de recuperação substitutiva envolvendo todo o conteúdo. LTC. McDONALD. HALLIDAY.

Reconhecimento terrestre .Classificação Funcional .Longitudinais .Secções transversais .Radiais .Ligação .Classificação segundo a sua orientação . ESTRADA . Projetos geométricos.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS I Código: 38-501 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Características das rodovias. Aulas Práticas.Cálculo do diagrama de Bruckner . Computação voltada a estrada.Greide . OBJETIVOS: GERAIS: Dar condições básicas aos alunos para supervisionar e executar os projetos de construção de estradas nos seguintes itens: • Classificar uma estrada e suas partes constituídas.Diagonais . Greide de uma estrada. • Locar uma estrada em campo. Influência da topografia na escolha dos pontos mais favoráveis na implantação de uma estrada. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Projetar uma estrada.Exploração ou projeto .Exploração aerofotogramétrica 3. Locação e Fiscalização. Lançamento dos eixos. • Fases do estudo de uma estrada.Distância média de transporte e momento de transporte .Reconhecimento terrestre .Transversais .Perfil longitudinal .Determinação dos volumes de corte e aterro .sua importância e classificação .Reconhecimento ou anteprojeto .Sistema coletor 2.Sistema arterial . FASES DO ESTUDO DE UMA ESTRADA .Reconhecimento aerofotográfico . ELEMENTOS DO PROJETO DE UMA ESTRADA . Cubação de volumes.Cálculo das áreas das secções transversais .Importância .

Objetivos das normas e classificação técnica .Coordenadas XC e YC .Deflexão por metro .Valores recomendados pelo DNER para os diversos serviços e cálculos 5.Projeto de uma curva circular . ESTUDO DA SUPERLARGURA .Tipos de transição .Finalidade da curva de transição . ESTUDO DA SUPERELEVAÇÃO .Ângulo central a espiral .Raio da curva e raio mínimo .Elementos constituintes de uma curva circular simples . ESTUDO DA CONCORDÂNCIA HORIZONTAL POR CURVAS CIRCULARES SIMPLES .Estudo da superelevação .Distância de visibilidade de ultrapassagem 9.Equação da superlargura .Locação de curvas circulares .Distribuição da superelevação .Normas 7.Equação da espiral .Nomenclatura de uma parábola do 2o grau .Equação da superelevação .Locação por coordenadas 6. DISTÂNCIA DE VISIBILIDADE .Tipos de concordância vertical .Comprimento da curva de transição .Normas . NORMAS . CONCORDÂNCIA HORIZONTAL COM CURVAS DE TRANSIÇÃO .Grau de curva .Tipos clássicos de transição .Elementos da curva de transição .Finalidade .Locação de uma curva de transição 10.Ângulo central .Locação por flexão acumulada .4.Função da superlargura .Tangentes . CONCORDÂNCIA VERTICAL (CURVAS VERTICAIS) .Cálculo completo de uma curva de transição .Cálculo de todos os elementos .Distribuição da superlargura 8.Distância de visibilidade de parada (simples e dupla) .

Instituto de Pesquisas Rodoviárias.Nota de serviço para estradas 11.. de A. Centro Editorial e Didático da UFBA. Rio de Janeiro. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Renato G. Luiz Carlos A. MICHELIN.T. Também serão desenvolvidas estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Harry R. São Paulo. LTC.1980. São Carlos: Rima. Guanabara Dois. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CEDERGREN. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. Estradas de rodagem. Projeto Geométrico de rodovias. PEQUENAS OBRAS DE ARTE METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia.1977. M. CAMPOS. São Paulo. Porto Alegre.1980. Porto Alegre. Multilibri.1980. FONTES. . Salvador. Rio de Janeiro.1966. Grêmio Politécnìco. dialogas e com unidades teóricas. Drenagem dos pavimentos de rodovias e aeródromos. Engenharia de Estradas. FRAENKEL. Hemus. Engenharia rodoviária. 2004. trabalhos práticos. Topografia Prática: Tratado da Clotóide.1975. Wlastermiller de. OLIVEIRA. SENÇO. 2 ed. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula.Cálculo de curvas verticais .R. Grêmio Politécnico. Rio de Janeiro. Curso de estradas. Projeto de estradas.1979. Projeto geométrico. Bonjarmin B. M.P. Drenagem superficial e subterrânea de estradas.. Pacheco de. Rney Chich. LIN.1995. Raphael do Amaral.Planilha para o cálculo das cotas da curva e cotas vermelhas . INFRAESTRUTURA 12. PIMENTA. C.

Tipos de solos 3.Classificação dos solos 4. Adensamento e recalques do solo. ESPECÍFICOS: Conhecer: • A origem e formação dos solos. INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS SOLOS . Pressão e Tensões do solo. Propriedades físicas e químicas dos solos.Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS II Código: 38-352 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução à mecânica dos solos.Compacidade dos solos . • Suas propriedades hidráulicas (capilaridade. FÍSICA DOS SOLOS E CLASSIFICAÇÃO . Exploração do subsolo.definição . • Suas propriedades de compressibilidade e resistência. • Suas propriedades de consistência e plasticidade. • Suas propriedades de compacidade. Índices físicos dos solos. Compactação do solo. permeabilidade) • A propagação e distribuição das tensões no solo. COMPACTAÇÃO DO SOLO .solo . Estruturas dos solos.Plasticidade e consistência dos solos . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para o entendimento do que o solo representa para fins de engenharia no que diz respeito as suas propriedades físicas e ao seu comportamento mecânico e hidráulico.Formação do solo . Plasticidade e consistência dos solos. • Sua textura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Textura dos solos. • Os sistemas de classificação dos solos. ORIGEM E FORMAÇÃO DOS SOLOS . • Seus índices físicos.Proctor Normal .Estrutura dos solos .Proctor Modificado .Textura dos solos . Resistência ao cizalhamento do solo. Permeabilidade e porosidade.Índices físicos dos solos .Proctor Intermediário . Granulometria dos solos. Compressibilidade.organização nacional e internacional da mecânica dos solos 2.

Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.ed.SI version. 137p. Apresentação individual de trabalhos em seminários. Limusa Wiley. DE S. México. ed. 1977.R. Mecânica dos solos e suas aplicações. LTC. RALPH B. 1983. McGraw-Hill do Brasil. Fundamentals of soil behavior. RESISTÊNCIA AO CISALHAMENTO DO SOLO .P. RODRIGUES.Pressões devidas ao peso próprio do solo . CARLOS DE SOUZA Resistência ao cisalhamento dos solos 3. 729 p. . ORTIGÃO. KARL. DISTRIBUIÇÃO DE PRESSÕES NO SOLO .A. aulas de laboratório. PECK. 1972. LAMBE. exercícios e seminários. Introdução à mecânica dos solos. 1967. 1983. COMPRESSIBILIDADE .Capilaridade dos solos . M. J.A. São Paulo.R. MITCHELL. São Paulo : Grêmio Politécnico. Rio de Janeiro. Introdução à mecânica dos solos do estado crítico. WHITMAN. Soil mechanics in engineering practice 2. AS.J. 1979. Oficina de Textos. São Paulo. Mecánica de suelos. VARGAS.V. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. TERZAGHI. Apresentação do relatório dos ensaios de laboratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. John Wiley and Sons. 1983.Introdução ao estudo da percolação nos solos 6. New York : John Wiley & Sons.Pressões devidas às cargas externas 8. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BADILLO.5. C. Curso básico de mecânica de solos.Permeabilidade dos solos . T. R.Cálculo de recalques em solos argilosos 7. 2000.W.K. HIDRÁULICA DOS SOLOS . H. 1979. PINTO. Soil mechanics . E. John Wiley and Sons.Determinação dos parâmetros de resistência do solo METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. PINTO. New York.. J.Compressibilidade por adensamento . New York..

Métodos Fotogramétricos de Restituição: . . Fotointerpretação. Características Básicas de Obtenção das Imagens 9. Introdução 2. ESPECÍFICOS: • Visa inicializar o aluno na utilização de geotecnologias para reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos. . Noções de Sensoriamento Remoto.A Câmara Fotográfica.Fotogrametria Digital. • Capacitar o aluno para confecção de plantas cadastrais a partir de levantamentos aerofotogramétricos. . . Principais Problemas que Afetam a Aquisição de Imagens 7. Fases do Levantamento Aerofotogramátrico 10.Métodos De Aquisição De Imagens Fotogramétricas Digitais. Recobrimento aerofotogramétrico. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o aluno de conhecimentos necessários para trabalhar com produtos de levantamento aerofotogramétrico e para aplicação no cadastro técnico multifinalitário. Conceito e objetivo da Fotogrametria 3. .Orientação exterior (relativa e absoluta).Fotogrametria Analítica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Princípios Básicos de Fotogrametria . 4. Tipos de estereoscópios.Resoluções das Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais.Radiação Eletromagnética.Fotogrametria Analógica.Fotogrametria Pioneira. Princípios de restituição e fotogramétrica. Noções de aerotriangulações. 5-Aquisição de Imagens Fotogramétricas Analógicas e Digitais .Disciplina: FOTOGRAMETRIA (Optativa) Código: 38-171 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Generalidades.A Câmara Fotogramétrica. Processamento Digital de Imagens 8.Orientação Interior. 6. Histórico da Fotogrametria . . . . Estereofotogrametria.

1991. SBEE. Brasil: 1998. Geração de Modelos Numéricos de Elevações . Placidino M. Fotogrametria Básica. Porto Alegre. 1a Divisão de Levantamento (Exército Brasileiro). Geração de Orto-imagens 14. Rio de Janeiro. dialogadas e com unidades teóricas. Ed. Paulo E. Elementos Básicos da Fotogrametria e sua Utilização Prática. Brasil: 1993. Dinarte Francisco Pereira Nunes de. T34-304 Manual Técnico. J. NOVO. e FAGUNDES. 1989. ANDRADE. Brasília. ANDRADE. Fotogrametria. Fotogrametria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LOCH. TAVARES.Conceito Inicial . Evlyn. Álvaro Penteado. AVALIAÇÃO: O aluno será avaliado por provas descritivas. Brasil: 1997. pelas demais atividades propostas e por sua participação em aula. Fagundes. São Paulo: Editora Edgard Blücher.Tipos de Grade de um MDT 13. Edis Mafra.Aquisição de Dados para Modelos Numéricos de Elevação . trabalhos práticos. Brasil: 2000. Curitiba.Restituição Digital. Cadastro Técnico Multifinalitário METODOLOGIA: As aulas serão expositivas com recursos multimídia. Florianópolis: Editora da UFSC. 11. Aplicações 12. Campinas. Exército Brasileiro. Carlos e LAPOLLI. Normas Provisórias para Fotogrametria Digital. CRÓSTA. . BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Aerotriangulação. Unicamp. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Bittencourt de. Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Instituto Militar de Engenharia. Também serão desenvolvidos estudos dirigidos utilizando laboratórios específicos de desenho e informática. Brasil: 1984. M. 2a Ed. 1992.. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Cartografia.

7º SEMESTRE .

7 Coação Interna e Responsabilidade.5 Uma Proposta.4 Subsistemas de Controle de Exercício Profissional. SISTEMA PROFISSIONAL 3. ESPECÍFICOS: • Aprimorar o exercício da Atividade Profissional. ÉTICA PROFISSIONAL 1. 1.7 Estatuto do Sistema .3 Subsistema de Relações Sociais.1 A Constituição Federal e o Diploma.3 Atribuições (conceito de ) Um Discussão Preliminar Dentro do Processo Constituinte. 3.194/66 e Resolução do CONFEA Atinentes a Atribuições Profissionais. Leis correlatas e anexas. 2.4 Responsabilidade Moral. 1.2 Definição da Ética.Histórico. 4. 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.1 Subsistema de Formação Profissional.3 Ética Profissional. 1.194/66. 1. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer conhecimentos sobre a Legislação Profissional vigente.Disciplina: ÉTICA PROFISSIONAL Código: 39-214 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Fundamentos. 4.4 Uma Leitura Histórica. 4. 2. Exercício profissional.5 Quadro Comparativo das Entidades de Classe. 4.194/66. 2. 3.3 Apreciação Geral sobre a Lei 5.2 Atribuições Profissionais .4 Lei Federal 5. 1. Sistema profissional da Engenharia Arquitetura e Agronomia.9 Comportamento Ético Profissional. 3. 3. 3. 1. EXERCÍCIO PROFISSIONAL 4.2 Subsistema de Relações Trabalhistas. 1. Ética profissional e sanções disciplinares. 2.1 Antecedentes da Legislação Profissional. 4. 4.Aprovado no III CNP.6 Liberdade e Responsabilidade. 4.2 Sinopse Histórica da Lei Federal 5.1 Objetivos da Ética. . filosofia e política da legislação. LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL 2.6 Constituinte do Sistema. • Incutir no futuro profissional agir eticamente na profissão.8 Coação Externa e Responsabilidade.5 Ignorância e Responsabilidade.

1 Tabela de Notificações. 8. Apresentação de seminário.3 Área de Engenharia. INFRAÇÕES E PENALIDADES 9. 9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PIAZZA. Simone Brião do. Ética e Nicômanos. FISCALIZAÇÃO. 2002. 6. Fixação de conteúdos através de exercícios e pesquisas bibliográficas. 5.078.4 Área de Engenharia Industrial. set. 9. 5. 5. 5. Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Constituição da República Federativa do Brasil.vídeo). Brasília. RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL 5. 6. Fundamentos da Ética e Exercício Profissional em Engenharia. datashow. O Exercício Profissional e a Nova Constituição. 5.3 Poder Público. Frederico.2 Cliente.1 Erro Ético. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMARAL.4 ART x Profissional. Código de Defesa do Consumidor.1988. 9. 6. SISTEMA DE TRABALHO PROFISSIONAL 6.5 Área de geologia e Minas.2 Área de Arquitetura.2 Anotação de Responsabilidade Técnica. BUSSINGER. 7. 5.4./1990.5 Importância da ART.4 Remuneração. METODOLOGIA: Aulas Expositivas verbais. Gilberto. Ed. ARISTÓTELES. Trabalho escrito em grupo.8 Direitos Patrimoniais.1 Resolução. 9. Lei nº 8.1 Profissional.1 Quando Utilizar? 9. 6. Informativo . Arquitetura e Agronomia.8 Natureza Jurídica do Conselho Profissional. Univ.3 ART x CREA. Ed.7 Direitos Morais do Autor. GUIA DO PROFISSIONAL PARA APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA 8. Aulas com recursos áudio visuais (retroprojetor. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação dos exercícios de aplicação.1985. CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL 7. 5.6 Direitos Autorais. Estudos de Caso. 5.

. Jornal do CREA/RS. José Ubirajara.3. Frederico. O Ensino da Ética e Exercício Profissional nas Escolas de Engenharia. Brasília. Leis: Decretos e Resoluções. Constituição do Estado do Rio Grande do Sul.1989. Arquitetura e Agronomia. 1988. Atribuições: Conceitos de. Out. BUSSINGER. 1989./1994. CREA/RS.CONFEA. Comissão Executiva CREA/RS. Rio de Janeiro. Propriedade Industrial. C:/ELENIX/ARQUIVOI/Dte/INFLDRZ/Tânia Laura/14 maio. FLORES. Câmara de Engenharia Industrial CREA/RS. Destaques da Legislação Básica. 1990.ed. 1987. nº3. CONFEA. A Importância da Anotação de Responsabilidade Técnica. CONFEA./ Nov. 1999.

Agentes ambientais 4. Noções de Primeiros Socorros. Segurança nas diversas etapas construtivas. utilizando retro projetor. • Visitar obras de construção civil e analisar suas situações quanto à segurança do trabalho. Normalização e Legislação específica. Normas regulamentadoras para a construção civil. • Mostrar principais leis existentes de prevenção de acidentes do trabalho. 12. Princípios da prevenção de incêndios em edificações 13. . Segurança no Projeto e Construções. Filmes sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. Riscos ambientais 3. quadro e Data Show. Levantamentos ambientais 6. máquinas. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. Estatística e Custos dos Acidentes. Visita a obras de construção civil analisando os sistemas de segurança adotados e mostrando ao aluno os riscos existentes. 13. EPI 7. Higiene do Trabalho. Segurança em projetos. 11. • Mostrar a gravidade da construção civil quanto aos acidentes do trabalho. 10. Estudo da NR-18. Plano geral de segurança 9.1 Desenvolvimento de Projeto 14. OBJETIVOS: GERAL: Despertar no aluno a atenção e os cuidados quanto a prevenção de acidentes do trabalho em obras da construção civil. Fundamentos de Segurança. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Ensinar técnicas de proteção ao trabalhador. visitas técnicas e seminários sobre os assuntos do semestre. equipamentos e meio ambiente. Histórico e estatística dos acidentes 2. projetos. • Conscientizar os alunos quanto a importância da segurança do trabalho em obras. Ferramentas manuais. Higiene do trabalho 5. 8. ESPECÍFICOS: • Mostrar a difícil situação do nosso país quanto aos acidentes do trabalho.Disciplina: ENGENHARIA DE SEGURANÇA Código: 38-451 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Segurança do trabalho.

(peso 10) 3a Nota: Plano Geral de Segurança de uma obra com mais de 4 pavimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONSIEPE. CLT FUNDACENTRO. G. 1994.AVALIAÇÃO: 1a Nota: Projeto de prevenção de incêndios ( peso 10) 2a Nota: Seminário sobre o levantamento das condições de uma obra de construção civil. Prevenção de acidentes e componentes para a edificações e estudos de projetos. ZOCCHIO. SAMPAIO. 2000. 1997. Edison as Silva. Ed. MTb. Normas de prevenção de incêndio. 2003 Normas Técnicas da ABNT. Atlas. Ed. São Paulo. Prática de prevenção de acidentes: ABC da segurança do trabalho. MINISTÉRIO DO TRABALHO. ROUSSELET. 1998. Ed.. São Paulo. Segurança e medicina do trabalho. Brasília. 1996 ABNT. Manual da aplicação da NR-18. José Carlos de Arruda. 1979 MANUAIS DE LEGISLAÇÃO. 1980. PINI. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUNDACENTRO. São Paulo. A segurança na obra: Manual de procedimentos para implantação e funcionamento de canteiro de obras. São Paulo.Seconsi. Normas Regulamentadoras. Atlas. São Paulo. FUNDACENTRO. FUNDACENTRO. Ed. T. Rio de Janeiro. Revistas técnicas de engenharia Teses e Anais de Congressos e Seminários . Brasília. Equipamentos de Proteção Individual. Cursos para Engenheiros de Segurança do Trabalho. A. YAMADA. apresentando técnicas de proteção recomendadas.

OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar elementos estruturais em concreto armado submetidos à tração. flexão simples.1 Detalhamento da armadura na seção longitudinal (ancoragem) 2. compressão simples. Dimensionamento à torção. Flexão e Cisalhamento 2.2 Vigas em CA .3. É apresentada um pequeno prédio modelo. Compressão simples 3. Princípios básicos para o detalhamento da armadura de concreto armado.1 Pilares 3. Caso geral (Casa) 5. Tirantes 6. flexão composta. Normas para Concreto Armado. constituído por elementos submetidos aos esforços vistos no conteúdo. Conhecer os estados limites das estruturas em CA.5 Zona comprimida 2. torção.1 Revisão da Flexão Simples 2.7 Armaduras mínimas 3.6 Vigas c/ altura definida 2. ESPECÍFICOS: Associar a teoria com a prática no dimensionamento em estruturas de concreto armado. Detalhar a armadura das estruturas.3 Detalhamento da armadura na seção transversal 2. Conhecer os materiais em usados em CA.4 Cisalhamento em CA 2.Disciplina: ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Código: 38-206 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Material para concreto armado. .2 Detalhamento construtivo 4. Comportamento das estruturas de concreto armado. Dimensionamento à peças comprimidas e tracionadas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Torção METODOLOGIA: • • • Apresentação teórica e aplicação em estruturas correntes com focos em estruturas correntes de edificações.Dimensionamento 2. São apresentados casos práticos de prédios calculados na região. Princípios básicos da verificação e da segurança. Introdução ao CA 2.

. B. Hormigón Armado. C. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. cumprimento de trabalhos e freqüência. Rio de Janeiro 1998. dos. Pini SP 1995. Ed. Souza. Cálculo do Concreto Armado.V. M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JIMENEZ. Guanabara Dois. Concreto Armado. Nobel Editora. Barcelona.solicitações normais. consistindo de participação em sala de aula. MARAN. Avaliação do desempenho. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. GARCIA. Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ARAUJO. SANTOS. LAURO M.Cargas para o cálculo de estrutura de edificações.• • São feitas visitas técnicas à estruturas de prédios em execução na cidade. Estruturas de Concreto Armando . P. P. São desenvolvidas rotinas de cálculo pelo próprio aluno. As 3 avaliações formam a média do semestre. J. Nov 2003 NBR 6120 . . NBR 6118 .Barras e fios de aço destinados a armadura para concreto armado. Dimensionamento de pilares esbeltos de concreto armado. MESEGNES A. J. NBR 7480 . MONTOYA P. 1987. AVALIAÇÃO: • • • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio exercícios em sala de aula. A. GUERRIN. .M & Cunha. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. CABRE F. FUSCO.Projeto e execução de obras de concreto Armado. McGraw-Hill Do Brasil. Lajes em concreto armado e protendido.

o seminário sobre artigos de revistas técnicas (peso 1) e a apresentação do relatório sobre técnicas construtivas de obras (peso 2). ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais e não convencionais existentes. Fôrmas. 8. 13. Instalações hidro-sanitárias METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas. Marcação de obras. Execução de contrapisos. Supra estrutura. 10. Revestimentos. 4. Infra-estrutura de obras de construção civil. Terraplanagem. Alvenaria. Supra-estrutura de obras de construção civil. 5. Impermeabilizações. 9. Infra estrutura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Instalações. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação (peso 7). visitas técnicas. 12. utilizando retro projetor. . Movimento de terra. Argamassas. A apresentação dos seminários deverá utilizar o programa Power Point. relatório e apresentação do estudo dos materiais existentes no mercado (peso 3). 11. 7. levantamentos e instalações provisórias 2. data show ou canhão. de campo e em laboratório. Revestimentos. Alvenarias. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina.Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL I Código: 38-253 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Serviços preliminares nas obras de construção civil. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). Instalações elétricas. 6. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. 3. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. quadro. • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. Estudo das fundações. Trabalhos preliminares.

Zeno. Editora PINI. Tecnologia de edificações. Editora PINI. SOUZA. Ed. 1988. Madrid. Artigos técnicos. 2000. M. 1998. K.. São Paulo. Editora PINI. Técnicas modernas de construção. W. Concreto . Editora Gustavo Gili.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUEDES. K. 1999. São Paulo. Manual prático da impermeabilização e de isolação térmica: contribuição à execução do projeto de impermeabilização. YAZIGI. H. 2002 CHUDLEY. Divisão de edificações do IPT. FRANCIS D. Caderno de encargos. São Paulo. 1988. Editora PINI. E. RIPPER. São Paulo. Espanha. MONTEIRO. São Paulo. P. CETOP. São Paulo. HIRSCHFELD.estrutura. R. MEHTA. CHING. . M. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT. PINI. Manual de construcción de edificios. 3. 1988. F. Editora PINI. Editora PINI. São Paulo. de. 1996. A técnica de edificar. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Bookman. Técnicas de Construção Ilustradas. propriedades e materiais. DIVERSOS. R. Edição. conforme NBR 9575. 1994 PIRONDI. 1994. P. São Paulo. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Portugal. C. 1999. H. Como evitar erros na construção. Revistas e publicações técnicas. dissertações de mestrado e teses de doutorado. Atlas.

INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA 1. Instalações elevatórias prediais.6 Especificações para projeto de instalações de água fria 2.2 Estimativa de consumo 2.1 Sub-ramais e ramais 1.5 Instalações de recalques de água 1. Instalações prediais de águas pluviais. com a elaboração de projetos específicos no decorrer do semestre.1 Introdução 3.3 Sucção e recalque 1.3 Capacidade dos reservatórios 1.2 Sistemas de abastecimento e distribuição 1.2 Colunas e barriletes 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Formar profissionais capazes de projetar e executar instalações prediais hidráulicas e sanitárias.4 Aquecimento central 2. Instalações prediais de combate a incêndio.1 Introdução 1. e contando-se para isto. Instalações de construção de fossas sépticas.4.1 Introdução 2. .4.Disciplina: INSTALAÇÕES II Código: 38-303 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Instalações prediais de água fria. INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ESGOTO SANITÁRIO 3. AVALIAÇÃO: Trabalhos individuais e em grupo. Instalações prediais de esgoto sanitário. Instalações prediais de água quente. Instalações prediais de gás.4. ESPECÍFICOS: • Tomar contato com simbologia usada em projetos hidro-sanitários • Manusear normas técnicas da área afim da disciplina • Transmitir todos os conhecimentos teóricos e práticos destes tipos de instalações.2 Aparelhos sanitários METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas.5 Especificação para projeto de instalações de água quente 3.4 Dimensionamento 1. INSTALAÇÕES DE ÁGUA QUENTE 2.3 Aquecimento elétrico e a gás 2.

Instalações hidráulicas e sanitárias. LTC.5626. Sistemas urbanos de água. Instalações hidráulicas de prevenção e combate à incêndio. Instalações prediais de esgotos sanitários. 1979. José Roberto. ABNT. Carlos E. . 1984. 1982. NB . ABNT. São Paulo.Apresentação do projeto hidro-sanitário. 1959. Rio de Janeiro. 1991. LTC. São Paulo. EDIUSP. NBR . 1982. Notas de aula sobre instalações prediais de água quente. Hélio. Rio de Janeiro. EDUSP. 1981. Luiz et al. Construção e instalação de fossas sépticas e disposição dos efluentes finais. NBR . FORESTI.19. Instalações prediais de água fluviais. São Paulo. ABNT. Instalações prediais de esgotos sanitários. Nelson Gandur. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CREDER. DACCH.611. Instalações prediais de água fria. Eugênio e BLUNDI. 1991. ABNT. EUSP. 1991. NB . CAMPOS.1221. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BERNARDO.

Construção de pavimentos. Materiais para pavimentos.Disciplina: PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS II Código: 38-502 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Conceitos e tipos de pavimentos. Sinalização. ESPECÍFICOS: Proporcionar ao aluno condições de: • Elaborar. Calculo dos volumes. Projeto geotécnico. 21. Softwares. Demarcação de um trecho de uma Estrada (aula prática) 6. Diagrama de Bruckner 20. Locação de Projetos (aula prática) 11. Locação de curvas circulares e de transição (aula prática) 12. Nivelamento de eixo levantamento de secções transversais 7. Utilização de meios de Multimídia. Visitas a Obras. • Escolher os equipamentos adequados. . Projeto Geométrico e de terraplenagem. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer aos alunos um embasamento teórico e uma visão prática dos problemas relacionados com a elaboração de um projeto de estradas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Locação de Off-Sets 13.Agregados 14. Sinalização Vertical e Horizontal 22. Cálculo de Off-Sets (aula prática) 9. apresentação de trabalhos e elaboração de um projeto de uma rodovia com defesa. Ensaios em Laboratório. Revisão do Projeto Horizontal 2. Compensação de volumes 10. solo e brita 15. Critérios de projetos de pavimentos. Diagrama de Massas 19. METODOLOGIA: Aulas expositivas. Drenagem de pavimentos. Pedreiras e britadores 16. Sequência Real do Projeto 5. Revisão do Projeto Vertical 3. Estudo das curvas de nível 8. Interseções (cálculo e locação) 17. AVALIAÇÃO: Provas. Compensação de Volumes 4. Usinas de asfalto. Locação de curvas com PI Inacessível 18. supervisionar e executar o projeto de uma rodovia. Dimensionamento de pavimentos. • Calcular volumes de corte e aterro. Trabalhos de Pesquisa.

São Paulo. UPAE. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. PUBLICAÇÕES DNER. Rhodia AS. Pavimentação. 1980. Ipiranga AS. Wlastermuller de. Misturado a Frio. Porto Alegre. Raphael do Amaral.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA. 1999. Cyro Nogueira. DNER. São Paulo. SENÇO. . Pelo Serviço de documentação. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Wlastermuller de. Rio de Janeiro. São Paulo: Pini. 1976. 1993. Projeto de estradas. Estradas de rodagem. Paulo Roberto. 1982 SENÇO. 1988. Rio de Janeiro. MICHELIN. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUIAR. Manual de projetos de intersecções. Engenharia rodoviária. FERREIRA. Benjamin B. Antonio Lucio. Multilibri. Porto legre. Renato G. Manual de técnicas de pavimentação. Fglobo. 1979 FRAENKEL. 1976. Grêmio Politécnico. CAMPOS. Sistemas drenantes. 1975. Grêmio Politécnico.

Barragens de terra.Controle e comportamento das barragens .Métodos gráficos 6.Disciplina: OBRAS DE TERRA Código: 38-353 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Tecnologia da compactação dos solos.Generalidades sobre obras de terra 2. Elementos de projetos de obras de terra. BARRAGENS . INTRODUÇÃO .Muros de arrimo .Tipos . FLUXO DE ÁGUA EM SOLOS . Terraplanagem.Obras de contenção .Considerações .Efeito da água 3.Geossintéticos 4. ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO . ATERROS SOBRE SOLOS MOLES 7. Aterros rodoviários.Teoria de Coulomb .Seleção de materiais . ESPECÍFICOS: • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas para fins de projeto e fiscalização de obras de terra.Filtros 5.Métodos analíticos . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas a obras de terra.Retaludamento .Fluxo bidimensional -Traçado de redes de fluxo . Equilíbrio de maciços de terra. EMPUXOS DE TERRA .Teoria de Rankine .Reconstrução de aterros . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar e solucionar problemas que envolvam maciços de terra. ESTABILIDADE DE TALUDES .

estruturas de arrimo e obras de terra: a arte de projetar e construir e suas bases científicas na mecânica dos solos. TERRAPLENAGEM . 2000. 1983. materiais de construção. Gregory Porphyriewitch. 509p. 1962. DE S. New York: John Wiley & Sons. São Paulo. visitas técnicas e seminários. Rio de Janeiro: LTC. Curso básico de mecânica de solos. Introdução à mecânica dos solos. J. projeto. 1967. Rio de Janeiro: 1958. Rio de Janeiro : Ao livro técnico. Rio de Janeiro: 1961. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CAPUTO. 1996. São Paulo: Oficina de Textos. 1978. São Paulo : McGraw-Hill. 659 p. 100 barragens brasileiras: casos históricos. Homero Pinto. 2. Apresentação individual de trabalhos em seminários. Fundações. CRUZ. A. Paulo Teixeira da.Considerações gerais . São Paulo: Grêmio Politécnico. da Costa. TSCHEBOTARIOFF. 1980. ed.8. Estabilidade de taludes. Mecânica dos solos: para uso de engenheiros rodoviários. AVALIAÇÃO: Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. NUNES. Ofic. exercícios. Karl. Soil mechanics in engineering practice. PINTO. . VARGAS. Curso de mecânica dos solos e fundações: fundamentos e aplicações da mecânica dos solos. C. Homero Pinto. 648 p. 526p. Paulo Teixeira da. 1978.Equipamentos de terraplenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. Manual de Geotécnica: taludes de rodovias. CRUZ. 1991. Karl. Mecânica dos solos e suas aplicações. 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CAPUTO. de Textos. 4 v. Mecânica dos solos na prática da engenharia. São Paulo: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. edição revisada e ampliada. Milton. São Paulo : McGraw-Hill. TERZAGHI. TERZAGHI.

1970. 1983. Zahar. ESPECÍFICOS: Discutir assuntos atuais da área econômica. um tratado de economia. McGraw-Hill. Capitalismo no Brasil METODOLOGIA: Aulas expositivas. Ação humana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SINGER. D. São Paulo. AVALIAÇÃO: • • Serão realizadas duas verificações no semestre. Produção 3. 1990. Circulação. Seminários sobre assuntos da área econômica. Estrutura dos sistemas econômicos. Teoria econômica. Produção e produtividade. Brasiliense. A. Rio de Janeiro. 1985. Crusius. Circulação 4. Paul. Rio de Janeiro. Dinamismo e inovação 6. objeto e divisão da economia. Aprender economia. Discussão de temas atuais da economia. Introdução á ciência econômica 2. W e HAGUE. Estrutura e operacionalidade dos sistemas econômicos 5. São Paulo. Introdução à análise econômica. Necessidades e bem econômico central. Introdução à economia. WONNACOTT. .Disciplina: ECONOMIA (Optativa) Código: 67-167 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Abordagem de conceitos. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SAMUELSON. C. VON MISES. Agir. OBJETIVOS: GERAL: Abordar os sistemas econômicos e a sua trajetória histórica. Rio de Janeiro. Paul. Instituto Liberal. Ludwing. STONIER. como também os pressupostos teóricos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.

8º SEMESTRE .

Juros .Critérios de decisões . Extensões.Taxa de retorno .Taxas mínimas de atratividade .Fator de acumulação de capital .Problemas .Equivalência . INTRODUÇÃO .Fórmulas de Juros . série uniforme . Equivalência.Juro simples .Tabelas . OBJETIVOS: GERAL: Auxiliar os alunos a resolver problemas de alternativas de investimentos industriais.Energia de deformação e potencial .Série em gradiente .Disciplina: ENGENHARIA ECONÔMICA Código: 39-213 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: Introdução.Pagamento simples .Engenharia econômica .Comentários .Alternativas com vidas diferentes .Exercícios .Fator de valor atual.Problemas .Taxas múltiplas . Comparação entre alternativas de investimentos. série uniforme .Valor atual .Equivalência .Pagamento simples . Fórmulas de juros. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Diagrama de fluxo de caixa .Composto . série uniforme .Fator de acumulação de capital.Exercícios 2.Método do valor atual .Fator de formação de capital.Custo atual .Exercícios . ESPECÍFICOS: Estudar juros simples e compostos. COMPARAÇÃO ENTRE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTOS .Fator de acumulação de capital .

CLAUDE et al. Engineering economy. estudos de casos. MACLINE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BULLINGER. Atlas. RAYMOND. AVALIAÇÃO: Provas. São Paulo. DIFEL. 1982. Manual de administração da produção. 1990. JOSÉ ALBERTO DE OLIVEIRA. FGV. .METODOLOGIA: Aulas teóricas expositivas e práticas com aplicação de exemplos. 1985. 1984. MEYER. McGraw-Hill Book Co. Administração da produção. pequenos trabalhos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HESS. McGraw-Hill. Engenharia econômica. GERALDO et al. Engenharia econômica. 1958 NASCIMENTO. Nova York.

2000. Peças tracionadas 4. Ação do vento em estruturas METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios sala de aula. Rio de Janeiro:LTC. OBJETIVOS: GERAL: Habilitar o aluno a analisar e avaliar estruturas metálicas e de madeira. • Dimensionar estruturas metálicas e de madeira. ESPECÍFICOS: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de: • Identificar e analisar estruturas metálicas. Ligações Estudo e dimensionamento de sistemas estruturais de madeira e aço. • Avaliar soluções estruturais. AVALIAÇÃO: Provas e trabalhos. PFEIL. Propriedades geométricas de seções transversais 3. Estruturas de aço: dimensionamento prático.ed. Estruturas de aço 2. Estruturas de madeira 9. Ligações soldadas 6. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.ed. LTC. 1994. 335p. W. Peças comprimidas 7. Rio de Janeiro. . W. Dimensionamento de vigas 8. Estruturas de Madeira. 295p. 5. Ligações parafusadas 5. 7. • Elaborar hipóteses de lançamento estrutural.Disciplina: ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA Código: 38-208 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise das propriedades e características da madeira e do aço. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL.

A. São Paulo: Edgard Blücher. Elementos para projetos em perfis leves de aço. .BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MOLITERNO. 1998. 209 p.

Estruturas Especiais 3.2 Apresentação do Projeto METODOLOGIA: Aulas expositivas. Escalas. • Dimensionar Pilares e Fundações de edificações correntes. Funcionamento . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno a projetar a estrutura de uma edificação em concreto armado.1 Dimensionamento de lajes 1.2 Dimensionamento de Escadas 2. Detalhamento. Projeto Piloto 7.1 Fundações diretas 2. .4 Reservatórios 3. Reservatórios.2 Muros de Arrimo 3. torsões. Pilares. Muros de Arrimo. Flexão Composta e Oblíqua 6. Vigas Hiperstáticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Disciplina: ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO II Código: 38-207 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Cisalhamento. dimensionar e detalhar a armadura dos elementos estruturais.1 Consolos 3. Conhecimento de aplicativos disponíveis 7.2 Blocos de coroamento de estacas 3. exercícios em sala de aula e uma aplicação em obra existente contemplando desde o lançamento da estrutura até o detalhamento da armadura.Projeto Piloto 7.3 Lajes Cogumelos 3.1 Detalhamento . Tração. Compressão. ESPECÍFICOS: Capacitar os alunos para: • Dimensionar Lajes e Vigas em concreto armado. Lajes 1.Concreto/aço 5. Flexão composta.5 Vigas Paredes 4. Fundações em Concreto Armado 2.

5. J. São Paulo: LTC. 1987. Rio de Janeiro: Interciência. Barcelona : Gustavo Gili. Hormigón armado. Curso prático de concreto armado. A2 . ed. ed. Construções de concreto. 1986.AVALIAÇÃO: A1 . 12.Prova escrita intermediária. A3 . DA ROCHA.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MONTOYA. A. V.Cumprimento do cronograma estabelecido no início do semestre e avaliado Uma vez por semana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. Avaliação do semestre é a média aritmética. PFEIL. Exame com questões teóricas e práticas. 1989. . ed. São Paulo: Nobel.Apresentação do projeto completo na última aula do semestre. 6v. 7. Concreto Armado. F. M. 1982.

Disciplina: CONSTRUÇÃO CIVIL II Código: 38-254 60 Carga Horária

Créditos

4

EMENTA: Telhado, Forros. Pavimentação, Esquadrias e vidros. Pintura. OBJETIVOS: GERAL: Ensinar a tecnologia construtiva de obras e detalhes da construção. ESPECÍFICOS: • Mostrar as tecnologias construtivas convencionais existentes; • Mostrar tecnologias construtivas não convencionais existentes; • Verificar o comportamento dos materiais existentes no mercado empregados na construção civil. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Alvenaria 2. Revestimentos 3. Instalações 4. Coberturas - Tipos de telhas empregadas para coberturas - Estrutura das coberturas - Inclinações recomendadas 5. Sistemas alternativos de vedação vertical. Alvenaria estrutural. 6. Condutores pluviais, tipos, execução e dimensionamento. 7. Sistemas alternativos de revestimentos. 8. Forros utilizados na construção civil. Tipos e tecnologia de execução. 9.Tipos de pavimentos empregados na construção civil. Técnicas de execução. Calçamento. 10. Tipos de esquadrias utilizadas em obras de construção civil. Técnicas de montagem e fixação. 11. Tipos de tintas utilizadas em obras de construção civil. Seleção e técnicas de emprego. 12. Vidros utilizados na construção civil. 13. Pré-moldados em concreto armado. Sistemas de montagem, transporte, fixação e execução.

14. Construção industrializada. 15. Construção modular. 16. Isolamento térmico e acústico. 17. Isolamento térmico e acústico. METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas, utilizando retro projetor, quadro, data show ou canhão. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos, de campo e em laboratório, visitas técnicas, artigos técnicos, exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação e o primeiro seminário sobre revistas técnicas. Segunda Nota: Obtida pela segunda avaliação e o seminário sobre um artigo técnico publicado em congressos. Terceira Nota: O artigo técnico desenvolvido no semestre, será avaliado sua profundidade, análises realizadas e sua apresentação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIAZ, I. de la M.; Armando, L. Curso de edificación. Trillas, México, 1999. DIVERSOS - Tecnologia de edificações. Divisão de edificações do IPT, Editora PINI, São Paulo, 1988. GUEDES, M. F. Caderno de encargos. 3. Edição, Editora PINI, São Paulo, 1994. RIPPER, E. Como evitar erros na construção. Editora PINI, São Paulo, 1999. SOUZA, R. de Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. Editora PINI, São Paulo, 1996. SPENCE, W. P. Encyclopedia of construction methods & materials. Sterling Publishing, New York, USA, 2000. Revistas e publicações técnicas YAZIGI, W. A técnica de edificar. Editora PINI, São Paulo, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARRIT, C. M. H. Técnicas modernas de construção. CETOP, Portugal, 1988. CHUDLEY, R. Manual de construcción de edificios. Editora Gustavo Gili, Madrid, Espanha, 1998. DUARTE, R. B. Recomendações para o projeto e execução de edifícios de alvenaria estrutural. ANICER, Porto Alegre, 1999. HIRSCHFELD, H. A construção civil fundamental: modernas tecnologias. Atlas, São Paulo, 2000. JEUNESSE, G. Construction. Scholastic, New York, USA, 1997. LAWRENCE, M. Cubiertas: Protección contra la intemperie y aislamiento. Editora Gustavo Gili, Barcelona, Espanha, 1995. MEHTA, P. K.; MONTEIRO, P. Concreto - estrutura, propriedades e materiais. Editora PINI, São Paulo, 1994. MUDRIK, C. Galerias moldadas, canais e serviços complementares. Edgard Blücher

Editora, São Paulo, 1992. MUTTI, C. do N. Construindo em alvenaria estrutural. UFSC, Florianópolis, 1999. VIEIRA NETTO, A. Construção civil e produtividade: ganhe pontos contra o desperdício. Editora PINI, São Paulo, 1999. Artigos técnicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Bacia hidrográfica.Disciplina: HIDROLOGIA Código: 38-304 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Ciclo hidrológico. PRECIPITAÇÃO .Descrição geral do ciclo hidrológico .Precipitações máximas .A Ciência hidrológica . PLUVIOMETRIA .Precipitação média numa área . • Realizar estudos de caracterização física de bacias hidrográficas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Classificação dos cursos de água .Generalidades . INTRODUÇÃO A HIDROLOGIA . Regularização de vazões.Quantificação geral dos fluxos e reservas de água 3. CICLO HIDROLÓGICO .Mecanismo de formação das precipitações (NUVENS/ATMOSFERA) . OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar aos acadêmicos de engenharia civil uma visão global e específica da hidrologia. como ferramenta na resolução de problemas ligados aos fenômenos da natureza que interferem na engenharia.Classificação das precipitações 4.Medição da precipitação 5.Análise de freqüência de séries mensais anuais .Hidrologia aplicada 2.Área de drenagem da bacia . Águas subterrâneas.Introdução . BACIA HIDROLÓGICA . Escoamento superficial. ESPECÍFICOS: • Habilitar o aluno para análise de dados hidrológicos aplicados a projetos de engenharia.Conceitos . Precipitações.Divisor de águas .Características físicas da bacia .Fase terrestre e atmosférica .Análise dos dados de precipitação .Histórico . Infiltração e evaporação. Previsão e controle de cheias.

PREVISÃO E CONTROLE DE CHEIAS .Método combinado ..Equacionamento geral da infiltração .Problema simplificado de dimensionamento .Curva de retenção de água no solo e perfil de umidade 8.Bacias representativas e experimental 6.Modelo linear .Separação do escoamento superficial .Umidade do solo: conceitos e métodos .Evaporimetros .Hidrograma unitário .Infiltração .Métodos baseados na temperatura .Balanço hídrico 9.Curva hipsométrica .Armazenamento de água no solo .Equação para cálculo de infiltração pontual .Métodos baseados na radiação .Balanço de energia .Capacidade de infiltração e taxa de infiltração .Equações empíricas .Método de transferência de massas .Declividade da bacia .Avaliação de enchentes .Medidas para controle de inundação .Sistema de drenagem da bacia .Enchentes .Modelos de escoamento superficial .Forma da bacia . EVAPORAÇÃO E EVAPOTRANSPIRAÇÃO .Introdução .Comportamento do hidrograma .Balanço hídrico . REGULARIZAÇÃO DE VAZÃO .Introdução .Avaliação das cheias 10.Determinação da precipitação efetiva . ESCOAMENTO SUPERFICIAL . INFILTRAÇÃO .Redistribuição interna .Hidrograma unitário sintético 7.Hidrograma unitário instantâneo .Medidas diretas .Evaporação .Evapotranspiração .

372 p. Hidrologia.Garantia de atendimento a demanda 11. 1998. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GARCEZ. 2..Legislação de Recursos Hídricos . PASTORINO. São Paulo: McGraw Hill. PAIVA. 1998. 798 p. DE SOUSA. 2000. 1978. 669 p. Organização [de] João Batista Dias de Paiva. et al.Os usos múltiplos dos recursos hidráulicos . 278 p. M. MATTOS. SWAMI M. 1980.. 2001. São Paulo: Edgard Blücher. Engenharia de recursos hídricos. Porto Alegre: UFRGS. AVALIAÇÃO: • • Provas prática de caracterização de uma bacia (10/09) e entrega de trabalho prático determinando o cálculo de vazões a partir de dados de chuva (26/11). FERNANDO ANTONIO. M. Hidrometria aplicada. Hidrologia urbana na Bacia do Prata. LUCAS NOGUEIRA.Problema real de dimensionamento . 1987. Porto Alegre : UFRGS. . FRANCIS. NELSON L. ARTUR Hidrologia Aplicada. JOSEPH B. PINTO. 1976. F. trabalhos de campo e seminários. Hidrologia básica. Brasília : Secretária dos Recursos Hídricos. Rio de Janeiro : Interciência. VILLELA. TUCCI. xv. (tradução) São Paulo: McGraw-Hill. São Paulo. ed. FERNANDO OLAVO Hidráulica de meios permeáveis : escoamento em meios porosos. Eloiza Maria Cauduro de Paiva. 1975 245p.Planejamento ambiental METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. HENRIQUE. Porto Alegre: ABRH. Blucher. RODRIGUES. 208 p. Curitiba: Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento. SANTOS. Nobel. ALVAREZ. JOÃO BATISTA DIAS DE Hidrologia aplicada à gestão de pequenas bacias hidrográficas. TUCCI. 169 p.. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos. 1999. LUIZ AMERICO. MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS . Apresentação individual dos trabalhos em seminários. 2001. 289 p. CARLOS E. FRANZINI. rev. CHAVES. 625 p.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BARTH. Modelos hidrológicos. e atual. IRANI DOS.Caracterização do ambiente aquático . CARLOS E.Introdução . 291 p. São Paulo: E. GUILLERMO ACOSTA. Gerenciamento de recursos hídricos.

solo .3. • Ensaios de Laboratório de materiais betuminosos.Asfalto 1. pavimentação Urbana.2 Sub .1 Classificação dos revestimentos .2. Dimensionamento de equipes de trabalho em rodovias. • Sinalização de pistas. 1.1 Camadas que Compõem um Pavimento 1.2.6 Revestimento 1. 1.3.3 Método DNER 1. Pavimentação urbana.5 Método da AASHTO 1.3 Reforço 1. INTRODUÇÂO E DEFINIÇÔES 1.1 Reforço do sub -leito 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.3. ESPECÍFICOS: • Conhecer a Produção dos materiais empregados nas diversas fases da pavimentação.3.1.2 Método do CBR. • Dimensionar pavimentos Flexíveis e rígidos.4.2 Regularização 1.4 Processos de Construção de Revestimentos 1.3 Processos Construtivos das Camadas do Pavimento 1.1 Método do Índice de grupo.4 Base de brita graduada 1.1. 1.5 Base de solo cimento.1.1.3 Base de macadame Hidráulico e betuminoso 1.Disciplina: SUPERESTRUTURAS DE ESTRADAS Código: 38-503 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Estudo de pavimentos flexíveis e rígidos. Execução de comandos de pavimentos.2.1.2.Base 1. • Execução das diversas camadas de um pavimento.2. • Tipos de pavimentos Urbanos.4 Método da Prefeitura de São Paulo.4 Sub-Base 1.1.3.5 Base 1.1 Sub-leito 1. OBJETIVOS: GERAL: Conhecer os processos de produção w ensaios dos materiais empregados e métodos de dimensionamento e construção de pavimento flexíveis e rígidos.2 Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis e Rígidos 1.

Pelo Serviço de Documentos. AVALIAÇÃO: Realização de provas. Drenagem superficial e subterrânea de estradas. 1976. Grêmio Politécnico. Renato G. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SENÇO. Benjamin B. SENÇO. apresentação de trabalhos e relatórios. Ed. Manuais técnicos de Betume. 8ª edição 1998. Rio de Janeiro. Manual de projetos e intersecções.12 Calçamento de blocos Pré -Moldados 2. FRAENKEL.4. Ipiranga SA.11 Calçamento de paralelepípedos 1. Rio de Janeiro. Globo. 1976.8 Pré-misturado à frio 1. Ensaios em Laboratório. 1979.1 Ensaio de penetração 2. IIPIRANGA Produtos de Petróleo. Visitas a Obras. PUBLICAÇÕES DNER. 1982. Trabalhos de Pesquisa. 1971.2 Ponto de amolecimento 2. Utilização de meios de Multimídia.4.2 Tratamento superficial simples 1.4.3 Ductilidade 2. Projeto de estradas.4. São Paulo.4 Ponto de fulgor 2. 1980. Grêmio Politécnico.3 Tratamento superficial duplo 1.7 Concreto betuminoso 1. Antonio Lúcio UPAE . 1991.4.4.5 Determinação do teor de betume 2. Pavimentação.misturado a frio. 1975. 1993.4.4 Tratamento superficial triplo 1. Raphael do Amaral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BAPTISTA.4. Wlastermiler de Manual de Técnicas de Pavimentação. FERREIRA. Engenharia rodoviária.6 Ensaio de Marshall 3. MICHELIN.10 Binder 1. Porto Alegre. ENSAIOS DE MATERIAIS BETUMINOSOS 2. PAVIMENTO RÍGIDO Dimensionamento Juntas de Dilatação Execução Equipamentos METODOLOGIA: Aulas expositivas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias.4. Porto Alegre. Wlastermuller de Estradas de rodagem. DNER.5 Tratamento superficial com lama asfáltica 1.4.1. Softwares. 1985. . CAMPOS. Cyro Nogueira. São Paulo.São Paulo 2000. Pini . Multilibri.4.6 Capa selante betuminosa 1.9 Pré misturado à quente 1.

estudo técnico. . Dimensionamento de pavimentos rígidos.BETUNEl Industria e Comércio LTDA. 1988. Sistemas drenantes. AGUIAR. estudo Técnico. Rhodia SA. São Paulo. Associação brasileira de Cimento Portland. Paulo Roberto. Associação Brasileira de Cimento Portland. Manual técnico de Pavimentação. 1998. São Paulo 1998. 6ª edição 1994. ABCP. Construção de pavimentos em concreto simples. ABCP.

Ensaio de Palheta (Vane) . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para calcular a capacidade de carga e recalques de fundações superficiais e profundas. Projetos. Escolha do tipo de fundações. Normas. Recalques. FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS .Recalques admissíveis .Sondagens a trado e poços de observação . bem como dimensionar estruturalmente estes tipos de fundações a partir de um perfil geotécnico e da planta de cargas da obra.critérios para seleção e escolha do tipo de fundação 5. INTRODUÇÃO . • Interpretar os resultados das investigações geotécnicas realizadas para fins de fundações de obras civis.Métodos para a estimativa das tensões admissíveis .Ensaio Pressiométrico (PMT) . IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DE FUNDAÇÕES 3.Ensaios de cone (CPT) .Cálculo da capacidade de carga de fundações diretas . SONDAGENS GEOTÉCNICAS .Dimensionamento geométrico das fundações diretas . profundas e capacidade de carga. ESPECÍFICOS: • Conhecer o campo de atuação profissional da Engenharia de Fundações e sua organização nacional e internacional. Fundações: diretas. muros de arrimo.Ensaio Dilatométrico 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Generalidades sobre fundações . Estáticas do estaqueamento.Disciplina: FUNDAÇÕES Código: 38-354 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Projetos de drenagem.História da Engenharia de Fundações 2. ETAPAS DA SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA DE FUNDAÇÕES .Sondagens a percussão (SPT) .Tipos de fundações diretas . • Interpretar resultados de provas de carga em fundações diretas e profundas. • Elaborar projetos geotécnicos de fundações diretas e profundas.Recalques de fundações diretas .

MENZIES.Comportamento de estacas escavadas e cravadas . Edition.. TOMLINSON. PECK. visitas técnicas e seminários.. 169 p. exercícios. M. 1981. São Paulo : Edgard Blücher. Foundation Analysis and Design. 785p VELLOSO. 1983.F. LOPES.A. BLOCOS SOBRE ESTACAS E ARMADURAS DE FRETAGEM METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. WALDEMAR . 20 189 p.E. SCHNAID.Y. vol. ALONSO.Dimensionamento estrutural de fundações superficiais . McGraw Hill.. AVALIAÇÃO: • • • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. Pitman Publishing. URBANO RODRIGUEZ Exercícios de fundações..J. H.E. TERZAGHI. São Paulo : Pini. D.. Foundation Engineering Handbook. N. WINTERKORN.. John Wiley & Sons. Van Nostrand Reinhold Company.Recalques de estacas isoladas . URBANO RODRIGUEZ Dimensionamento de fundações profundas. 290p. B. 1a. 1948.. Fundações.B. COPPE-UFRJ.K. FUNDAÇÕES PROFUNDAS .Capacidade de carga de estacas isoladas . N.Tipos de fundações profundas . Apresentação do projeto de fundações BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALONSO.1. edição.Provas de carga em estacas . Editora Interciência. FANG. 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOWLES. Ed. New York. H. SIMONS. J..Provas de carga em placa 6. R. São Paulo : Oficina de Textos. 1998. Soil Mechanics in Foundation Engineering Practice. K. HACHICH.Atrito negativo em estacas 7. Foundation Design and Construction. . [et al] Fundações : teoria e prática. FERNANDO Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações.Y. F. 751 p. Apresentação individual de trabalhos em seminários. 201p. 1. Introdução à Engenharia de Fundações. São Paulo Edgard Blücher.R. 1996.

Agressividade e corrosão das armaduras 11. Efeitos do fogo 10. • Mostrar como evitar problemas patológicos através do emprego de técnicas adequadas de construção. sulfatos e carbonatação 9. Defeitos de projeto e execução 5. Processos de secagem de madeira para utilização em construções. Manifestações patológicas em estruturas de concreto 8. Fissurações: Tipos. Corrosão por cloretos. pilares e lajes de concreto armado. Vida útil das edificações 6. Técnicas de recuperação das estruturas de concreto armado . Causas prováveis de falhas 4. fibra de carbono. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. • Executar trabalhos práticos de recuperação de patologias. Lesões por acomodação. medidas preventivas e corretivas 12. abordando técnicas e materiais utilizados nas recuperações.Disciplina: PATOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES Código: 38-258 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Lesões do Recalque. grout. Patologia dos materiais 7. Lesões por esmagamento e compressão.Chapa colada. redimensionamento da viga . em obras e em simulações realizadas em laboratório. determinando suas prováveis origens. • Propor formas de tratamento das patologias. ESPECÍFICOS: • Fornecer ao aluno subsídios de identificação dos problemas patológicos.Origem dos problemas patológicos 3. Lesão por rotação. Trincas e Fissuras e suas causas em vigas. Empolamento dos solos. Introdução 2. OBJETIVOS: GERAL: Estudar as principais patologias que ocorrem em obras de construção civil e abordar técnicas de correção e recuperação.

1998. V. Fissuras em estruturas de concreto armado (Dissertação de mestrado). Patologia das pinturas e acabamento 17. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira avaliação.13. São Paulo. UFRGS. Editora PINI. quadro. data show ou canhão. revestimentos e impermeabilização 15. 1988. São Paulo. DAL MOLIN. 1992. Residential construction problem solver. 1998. USP. D. Tese (Livre Docência). A . L. . 1995. SOUZA. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. São Paulo. Congresso Iberoamericano de Patologia das Construções e VI Congresso de Controle da Qualidade. exercícios e seminários sobre os assuntos da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: THOMAZ. Porto Alegre. da Acidentes estruturais na construção civil. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação. de campo e em laboratório. Corrosão na armadura do concreto armado e sua avaliação pela técnica do potencial de eletrodo. Trincas em edificações: causas e mecanismos de formação. HELENE. F. recuperação e reforço de estruturas de concreto. Editora PINI. Patologia. Porto Alegre. FORTES. reforço e proteção de estruturas de concreto. Contribuição ao estudo da corrosão em armaduras de concreto armado. A. New York. Patologia das fundações. UFRGS. McGraw Hill. Prova de carga 19. P. HELENE. Vol I e II. Manual para reparo. Patologia da umidade 16. Técnicas de união de concreto novo e velho 14. 1986. B. o primeiro seminário e o estudo de caso. da alvenaria. 1999. J. visitas técnicas. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. E. P. Editora PINI. P. SILVA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Anais de Seminários e congressos Artigos técnicos. São Paulo. Editora PINI. 1997. 1995. Ensaios destrutivos e não destrutivos 18. Editora PINI. utilizando retro projetor. (Dissertação de Mestrado). dissertações de mestrado e teses de doutorado JAHN. 1993. UFC. o segundo seminário e um relatório sobre recuperação de uma viga. P. São Paulo. São Paulo. CUNHA. R. Controle da resistência do concreto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas.

Patologias da impermeabilização. J. do N. Porto Alegre. UFRGS. A. Revistas e publicações técnicas Simpósio sobre patologia em edificações: Prevenção e recuperação.PINTO. Santa Maria. Multipress Editora. 1996. 1989. .

9º SEMESTRE .

3 Cronograma Físico .Marketing 3.financeiro 4.1 As Teorias e Princípios Administrativos e sua Aplicação Moderna 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.4 Trabalho prático de aplicação METODOLOGIA: • • • Aulas Expositivas. Aulas Práticas e Visitas Técnicas.tempo 4.1. produção e engenharia de apoio.Projeto .1. sistematizando as mesmas com exemplos e aplicações práticas.Disciplina: ADMINISTRAÇÃO I Código: 67-121 30 Carga Horária Créditos 2 EMENTA: História da Administração e sua evolução. Uma visão geral da administração de: recursos humanos. PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO E DOS RECURSOS FUINANCEIROS 4.3 Sistema Comercial .1.Mayo 2. .1.Produção 3.4 Sistema Recursos Humanos .3 Teoria Clássica . Uso de Recursos Audiovisuais. TEORIA DE SISTEMAS 3.4 Teoria Humana . marketing e vendas.5 Sistema Financeiro 3.1.custo 4. Conceitos básicos em Administração.Venda .2 Pert . projetos.PLP 3.Taylor 2.2 Teoria Científica .2Estudo das Funções Administrativas Básicas 2.1 Sistema Industrial .1.1 Sistemas Administrativos e Operacionais 3.RH 3.1. ESPECÍFICOS: a) Fazer com que o aluno conheça os conceitos e teorias administrativas. A Evolução da Administração como Ciência 2. b) Estudar as funções e operações administrativas.Processo . Princípios e teorias administrativas.Fayol 2. compras.2 Sistema Planejamento e Controle .1. financeira.1.1 Pert . OBJETIVOS: GERAL: Dar uma visão da Administração como ciência e conhecimentos da fundamentação teórico-prática aplicada ao profissional de Engenharia nos seus diversos campos de trabalho. sua evolução e aplicações. ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.

Joseph. 1983. Atlas. 2vls. Introdução á Teoria geral da Administração. Administração da Produção. MONKS. Ed. Relatórios. Nigel et. AVALIAÇÃO: Serão três conceitos (notas): avaliação Teórica e apresentação de Trabalhos em aula. Teoria Geral da Administração. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CHIAVENATTO. SLACK.Administração da Produção. al. São Paulo: Makron Books. 1993. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CHIAVENATTO. 1999. Idalberto. Apresentação em Aula. 4ª ed. Ed. Idalberto.• • Fixação dos Conteúdos Teóricos. 1993. . São Paulo: Makron Books. MC Grand Hill.

depreciação e custos • Apresentação de laudos técnicos • Revisionais de aluguel 2. planejamento de obras. Orçamento. financeiro e físico-financeiro . Realizar uma avaliação prática em um conjunto terrenoresidência ou apartamento. NOÇÕES SOBRE DIMENSIONAMENTO DE EQUIPES DE TRABALHO • Critérios de montagem de equipes 4. AVALIAÇÃO DE TERRENOS E OBRAS • Metodologias de uso corrente • Vistorias • Avaliação de terrenos • Avaliação de edificações. Posteriormente. Discutir tendências da construção civil. noções de perdas. Aprender a confeccionar orçamentos de obras e relação de materiais. utilizar um software sobre o assunto. editais e concorrências. cronogramas.Disciplina: QUANTITATIVOS E CUSTOS Código: 38-255 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Análise econômica de projetos. Executar cronogramas físico. Avaliação imobiliária. DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS • Montagem de uma discriminação técnica • Memorial descritivo 3. Ensinar a executar laudos técnicos e memoriais descritivos. cartas convite e processos de julgamento. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. orçamentos. OBJETIVOS: GERAL: Estudar técnicas de avaliação de imóveis. ORÇAMENTOS • Levantamentos técnicos • Metodologias aproximadas • Composições unitárias • Orçamento discriminativo • Usos de programas de computador • Curva ABC 5.721/99. gerenciamento e controle de perdas. ESPECÍFICOS: Oferecer condições para o aluno avaliar terrenos e imóveis. planejamento.financeiro. utilizando métodos científicos de avaliação. Receber orientações sobre concorrência. Receber orientações quanto ao preenchimento da planilha destinada a incorporação de edifícios NBR12. CRONOGRAMAS FÍSICO-FINANCEIROS • Montagem dos cronogramas físico. composição de materiais e custos. financeiro e físico .

PINI. PINI. FIKER. TCPO . PINI. Ed. São Paulo. Rio de Janeiro. EDITAIS DE CONCORRÊNCIA • Tipos de concorrência • Legislação vigente • Participação de concorrências • Palestra sobre o assunto METODOLOGIA: Serão ministradas aulas teóricas expositivas. A. Ed. . 2001. Anais de Seminários e congressos. São Paulo. R. PINI. V. São Paulo.• Acompanhamento e redimensionamento de prazos 6. Avaliação de imóveis urbanos. Ed.Tabelas de composição de preços para orçamentos. dissertações de mestrado e teses de doutorado. A.Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. a avaliação de um prédio ou apartamento (peso 2) e apresentação de um artigo da área de avaliações (peso 1). Ed. São Paulo. DANTAS. Gerência de programas e projetos. Ed. exercícios e seminários sobre os assuntos abordados no semestre. P. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CIMINO. PINI. VIEIRA NETTO. R. ANÁLISE ECONÔMICA DE PROJETOS • Características gerais de empresas de construção • Planejamento de obras • Perdas de construção • Palestra sobre gerenciamento das construções e controle de perdas 7. Ed. V. de campo. J. AVALIAÇÃO: Primeira nota: Obtida pela primeira prova (peso 7). São Paulo. São Paulo. 1997. Ed. Segunda nota: Obtida pela segunda avaliação (peso 7). A. Revistas e publicações técnicas. 1999. orçamento e cronograma de um prédio residencial (peso 3). 1999. P. R. Construção civil e produtividade. ed. P. São Paulo. 1994. Artigos técnicos. 2000. Como gerenciar construções.NBR 12721 Avaliação de custos unitários e preparo de orçamento de construção para incorporação de edifício em condomínio. Planejar para construir. Ed. A fixação dos conteúdos será através de trabalhos práticos. . 2000. C. Copiare. quadro e data show. 2001. DIAS. 2000. Curitiba. R. PINI. ABNT . Curitiba. Engenharia de Avaliações .Introdução à metodologia científica. PINI. Engenharia de custos: uma metodologia de orçamento para obras civis. Normas Técnicas da ABNT Apostilhas sobre o assunto BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DINSMORE. apresentação individual do memorial descritivo. . DIAS. Copiare. utilizando retro projetor. 2002. VIEIRA NETTO.

Disciplina: ARQUITETURA E URBANISMO Código: 38-256 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Necessidades humanas e organização espacial. Condicionamentos dos espaços arquitetônicos. A evolução urbana. projetos arquitetônicos.Atividades Humanas . projetos complementares. Visitas a centros históricos. construções e equipamentos de uso dentro dos espaços (noções para dimensionamento) 4. Discussão de temas atuais ligados ao conteúdo. Legislação prática: projetos arquitetônicos. • Ter noção de planejamento de Planos Diretores. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. programas.Projetos: Arquitetônicos.Teoria de Programa de Necessidade . ESPECÍFICOS: • Conhecer Códigos de Obras e Planos Diretores. apresentação de vídeos. OBJETIVOS: GERAL: Dotar o acadêmico de conhecimento teórico da Arquitetura e do Urbanismo.Pré Dimensionamento . O planejamento do espaço.Fluxograma de Circulações . sócio-econômico e cultural.Habilitação 2.Organograma de Funções . . O Urbanismo. A cidade como complexo sóciotécnico. Tipologia de espaços arquitetônicos. AVALIAÇÃO: • Serão realizadas duas avaliações escritas. RELAÇÕES ESPECÍFICAS ENTRE A ENGENHARIA E A ARQUITETURA METODOLOGIA: Aula expositiva. complementares. Necessidades. TIPOLOGIA DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS .Influência dos Espaços e Psicologia dos Espaços Arquitetônicos 3. • Apresentação de trabalhos em grupo e individual. construções e equipamentos. CONDICIONAMENTO DOS ESPAÇOS ARQUITETÔNICOS . A evolução social. dandolhe condições de perceber as funções dos espaços dentro da dinâmica e das inter-relações homem-espaço modificado (cidade). NECESSIDADES HUMANAS E ORGANIZAÇÕES ESPACIAIS .

Celson Curso de planejamento municipal integrado: urbanismo. Morris. MOLITERNO. São Paulo. COSTA. PLANO diretor de Porto Alegre. Blucher. 1988. G. PLANO diretor de Santo Ângelo. REVISTAS de Arquitetura. A. São Paulo. Blucher. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COSTA. Arte de projetar com arquitetura. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. MONTENEGRO. . MONTENEGRO. 1982. A. Desenho arquitetônico. Blucher.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ASSIMOW. FERRAR. Ernst. 1990. 1988. Gustavo Gili. Ventilação e cobertas. São Paulo. Pioneira. 1982. 1965. Enio Cruz da Arquitetura ecológica. São Paulo. 1990. Blucher. A perspectiva dos profissionais. 1979. G. MONTENEGRO. Mestre Jov. NEUFERT. São Paulo. Blucher. Caderno de projetos de telhado em estruturas de madeira. São Paulo. A. São Paulo. 1968. G. A. Introdução ao projeto. Blucher.

Seção transversal. Tipos e métodos construtivos de pontes. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • • • Distribuição de Pilares. Carregamento em Pontes 5. Detalhes de Acabamento 10. Tipos Estruturais 7.Disciplina: PONTES E GRANDES ESTRUTURAS Código: 38-211 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao estudo de pontes. Projeto de análise de pontes de pequeno vão. Processos de Construção 8. Aparelhos de Apoio METODOLOGIA: • • • Aulas expositivas. Desenvolvimento do Projeto de uma Ponte 6. Apoio de Pontes 11. Aplicar o conhecimento das disciplinas voltadas para a análise e dimensionamento de estrutura e fundações. Tipo de Fundações. História das Pontes 2. Solicitações sobre estruturas de pontes. Pontes em pré-moldados. Escolha da Seção Transversal 9. Considerações de carga móvel. Normas Aplicáveis 4. Infra-estruturas. Apoios. Desenvolvimento de projeto de uma ponte Visita técnica a obras de execução e prontas AVALIAÇÃO: Avaliação 1: Relatório da visita técnica com defesa Avaliação 2: Projeto de uma ponte Avaliação 3: Avaliação intermediária . Estruturas metálicas de pontes. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Conceitos Notações 3. meso-estruturas e supraestruturas de pontes de concreto armado. Linhas de influência. Identificar os dados básicos necessários a serem levantados. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para fazer concepção de pontes e viadutos em função das características da localização.

LEONHARDT. 1987. MONNIG.Aplicáveis ao concreto armado. Princípios básicos do dimensionamento de estruturas de concreto armado. TABELAS para dimensionamento de concreto Armado. S. K & CHANDRASE KLAR. Estruturas de Concreto . K & CHANDRASE KLAR. F. S. F. Interciência. 1977. A. Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto Armado. Guanabara Dois GIOSH. São Paulo: LMS. Construção de Concreto Armado. C. Construções de Concreto. Verificação da capacidade de utilização de concreto armado. 1976. G. Barcelona. Interciência..Avaliação Semestral é a média aritmética das três avaliações . CABRE. . S. J.Solicitações normais . S. Vl 6 Interciência. NORMAS ABNT . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GUERRIN. F. 1977. MONTOYA. 2002. P. MESEGNES. K & CHANDRASE KLAR. C. M. E. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FUSCO. ACI Publicacion. Interciência. McGrawhill do Brasil. Analysis of determination structural concrete flexural members. P. 1977 GIOSH.Ed. São Paulo: Hemus. S. Barcelona : Gustavo Gili. Lauro Modesto dos Cálculo do concreto armado. GIOSH. 1977. Interciência. Hormigon Armado. LEONHARDT. Tratado de concreto armado. S. 12. C. K & CHANDRASE KLAR. 1981. 1977. GIOSH. SANTOS. C. B. A. PROMON. ed. S.Teórico e práticas. S.

Lay-out interno. vigas. . escadas. Lajes. pilares. . Muros de arrimo. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver a capacidade criativa e espacial. . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação.Disciplina: PROJETOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Código: 38-257 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Concepção dos projetos: Estruturas.Elaboração de pré-dimensionamento. • Capacitar o aluno a estabelecer relações entre partes de um projeto completo e habilitá-lo a desenvolver um projeto de construção civil na sua totalidade. . AVALIAÇÃO: A avaliação é realizada através da apresentação das diversas etapas dos projetos e da apresentação final dos mesmos. Hidros-sanitário. • Aplicar os conhecimentos adquiridos no curso na simulação de uma situação real de projeto. .Execução e desenvolvimento de ante-projeto. fundações. . bem como a execução de projetos arquitetônicos e detalhamentos e projetos complementares.Elaboração de programa de necessidade.Fluxograma das circulações. ESPECÍFICOS: • Promover a interdisciplinaridade. Reservatórios. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Todas as bibliografias básicas correspondentes às diversas disciplinas que integram o projeto completo de uma edificação. Modelos estruturais.Execução e desenvolvimento de estudo preliminar. ELABORAÇÃO DE PROJETOS E DETALHAMENTOS . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de equipamentos multimídia e orientação na elaboração dos projetos. elétrico e arquitetônico. .Organograma das funções. realizando pesquisa de dados.

Flouretação 3. tratamento e condução de águas.Sistemas de bombeamento . sistema de esgotos sanitários.Considerações gerais sobre projetos de tratamento de água . Estruturas de drenagem.Coagulação e floculação . • Elaborar projetos de obras civis relacionadas ao tratamento e abastecimento de água e esgoto.Disciplina: SANEAMENTO BÁSICO Código: 38-305 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Água: Conceito básico.Caracterização da água de abastecimento . ESPECÍFICOS: • Preservar a saúde pública e ambiental.Sistemas de esgotos . condições de potabilidade. processos de tratamento. Sistema urbano de abastecimento de água.Quantidade de água necessária 2.Produtos químicos.Rios . Drenagem superficial urbana. dosagem e aplicação . Sistema de abastecimento e tratamento de água. ESGOTOS . SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA . construção e operação de tanques sépticos.Alcalinidade.Reservatórios .Projetos de redes de água .Características do esgoto . Reservatório e redes de distribuição.Aeração e arejamento .Quantidade de esgoto sanitário . higiene e conforto dos ambientes. Esgoto: Características.Quantidade de esgoto pluvial .Condutos 4. Captação de água e adução. dureza e corrosão .Poluição e autodepuração da água .Conceito básico .Recurso natural . OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e executar obras ligadas ao saneamento básico.Filtros e desinfeção . CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.Mistura e decantação . controle de efluentes. CAPTAÇÃO DE ÁGUA E ADUÇÃO . ÁGUA .

237 p CHERNICHARO. exercícios. N. 1973. IMHOFf . 290p. 134 p.Projetos de esgoto pluvial . Tratamento primário de esgoto.Pluvial . 245 p CRESPO. 1980. Belo Horizonte. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ABNT. 131 p.Projeto de sistema de distribuição de água. Águas de chuva : engenharia das águas pluviais nas cidades. CETESB. P. CETESB. Manual de tratamento de águas residuárias. 1984. Edgar Blucher. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos.Instalação da tubulação nas valas 5. 1986. et all. Sistema de esgotos. DACACH. visitas técnicas e seminários. de L. BOTELHO.V.H.V.G.Métodos . Belo Horizonte: DESA. SPERLING. Lagoas de estabilização. Belo Horizonte : UFMG. Lodo de esgotos: tratamento e disposição final. SPERLING. São Paulo : Edgard Blücher. Guanabara Dois. Ed.Inspeção 6. Belo Horizonte : Universidade Federal de Minas Gerais. 2001. H. SPERLING. DACACH. (Manual de projeto).G.Estruturas de drenagem METODOLOGIA: O conteúdo programático da disciplina será desenvolvido através de aulas teóricas expositivas. 415 p.V. DACACH. M.Elevatórios de esgotos . (1975). 483 p. 301p. N. M. 1997.Condições gerais . Lodos ativados. SPERLING.Drenagem urbana. 1993. Reatores anaeróbios. C. 1984. UFMG. TANQUES SÉPTICOS . Belo Horizonte: UFMG. C. Rio de Janeiro.Projetos de redes de esgotos sanitários .Definição . AVALIAÇÃO: • Provas bimestrais com revisão dos conteúdos. M.. São Paulo. • Apresentação individual ou em grupo de trabalhos práticos e seminários. 2001. Sistemas urbanos de água. Ed.A. Rio de Janeiro. Princípios básicos do tratamento de esgotos.NBR 7229. CRESPO.G. 1997. Belo Horizonte : UFMG. M. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ANDREOLI. 1996.C.V. 1996. São Paulo : Edgard Blücher. Belo Horizonte : UFMG.G. K.V. P. BALBLITT. M. . Belo Horizonte : UFMG. N. 211 p.G. DRENAGEM URBANA . Abastecimento de água. Saneamento Básico.Valas para coletores de esgoto . Elevatórias nos sistemas de esgotos.Dimensionamento dos condutos . 240p.

BOTELHO. M. LEME. Tratamento de esgoto doméstico. São Paulo : Pini. Manual de saneamento de cidades e edificações. 1979.C. A. J. NETTO. LTC. Rio de Janeiro. Engenharia do Saneamento Ambiental.H. 1991.JORDÃO. .M.P. 229 p.. F. P.

Visão Geral 1. . • Estudar a Demanda x Oferta de transportes.4 Lay-out e dimensionamento de depósito e armazéns 2.1 Introdução a logística 2. Análise técnica-econômica de projetos de transportes. • Planejar o transporte de carga. Estudos de operações em transportes.6 Modelos de distribuição de viagens 1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1.5 Modelos de geração de viagens por regressão 1. LOGÍSTICA 2. Política de transporte. ESPECÍFICOS: • Projetar o Planejamento de transportes.7 Modelos de escolha modal 1.8 Modelos de alocação de viagens 1.1 Planejamento de transportes. SISTEMA VIÁRIO. • Estudar a localização de pólos geradores de trafego ( PGT). OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno condições de analisar e discutir os conceitos. critérios e métodos que envolvem o planejamento e a operação de transporte urbano e de cargas.5 O problema macro-logístico 2.3 Aspectos de estrutura urbana 1.9 Cálculo semafórico 2.2 Transporte e atividades urbanas 1. • Executar um Plano Municipal Viário.2 As Componentes do Sistema 3.3 Dimensionamento de Vias. • Analise sócio-econômica dos projetos de transportes. Transportes públicos. Sistemas de transportes.4 Modelos de transporte 1. PLANEJAMENTO 1. 3. • Planejar o transporte urbano.Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE TRANSPORTE Código: 38-504 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Planejamento de transportes.1 O Cenário do Sistema 3. Estudos de demanda de transporte. • Políticas de transportes.6 Roteirização de veículos 3.2 Métricas espaciais 2.3 Sistemas de distribuição física 2.

Mc Graw-Hill. DE NEUFVILLE. A. BARRA. 1984. John W.Z. R.5 Modal Dutos 5. Modelling and Management in Transportation.225-230. DICKEY. 1990. W. Gary R. Predicting Stok and go Traffic: Noise Levels. Environmental analysis of transportation systems. AVALIAÇÃO: Avaliação é realizada através de provas. FURTADO.1Modal Rodoviário 4. John Wiley and Sons. New York. 1978. Rio de Janeiro. Volume 2. São Carlos . praças de pedágios. visitas a parques de estacionamento. apresentação de trabalhos e relatórios. Nilder e KAWAMOTO. and Vinod.4 Modal Marítimo 4. 16. PROJETO DE UM PLANO VIÁRIO MUNICIPAL METODOLOGIA: Aulas expositivas com uso de meios de multimídia. W.SP. WAYSON. and MILLER. 311 trb. John Wiley and Sons. An inventory theoretical model of freight Transportation. 1989. 1970.L. NCHRPR. obras. 413-21. e KAWAMOTO. 1982. J. Road project appraisal for developing countries. and MCVOY. Avaliação Econômica dos Projetos de Transportes. (1999) Bus transit routing in Brazil: current practice and perspectives.3. New York.3 Modal Aquaviário 4. Leon H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: COHN. trabalhos de pesquisa. EESCUSP. Richard. Louis F. Applied System Analysis. H. Pp. R. E. . Avaliação de Projetos de Transporte. OS MODAIS DE TRANSPORTES DE CARGAS. New York. pp..4 Saturação das Vias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ADLER. BOWLBY. BAUMOL. STAMMER Jr. 4. 4. Management Science.2 Modal Ferroviário 4. 1997. Eiji. Livros Técnicos e Científicos.

Ciclo Termodinâmico 4.1. • Conhecer os ciclos termodinâmicos aplicados à refrigeração.3 Umidade 7. Cálculo de carga térmica. Princípio de Funcionamento 3. Carga Térmica 10. medidas de segurança e manutenção de controle térmico dos ambientes. Dimensionamento e Aplicações 5. Isolamento térmico. Psicrometria 8. Dimensionamento e seleção de sistemas e instalações.Disciplina: CONTROLE TÉRMICO DOS AMBIENTES Código: 38-452 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Normas.2 Temperatura 6.1 Dados para elaboração de projetos 11. Conforto Térmico 10. OBJETIVOS: GERAL: Fornecer base teórica e prática que permita a execução de projetos de climatização de ambientes. Ventilação e Exaustão (forçado e natural) 11. Fluídos Frigoríficos 5. Elaboração de Projetos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Condicionamento de ar.1 Sistemas de distribuição de ar 11.1 Aplicações 9. Carta Psicrométrica 8.Diagramas 5. Elementos de Controle 6.2 Tabelas 6.1 pressão 6. ESPECÍFICOS: • Desenvolver cálculos de sistemas de dimensionamento de ar condicionado.2 Ventiladores . Dimencionamento de ar. Refrigeração mecânica por meio de vapores e gases 2.

São Paulo. Termodinâmica clássica. WYLEN. MACINTYRE . Fund. 1981. NOGUEIRA. Enio C. Hélio. McGraw-Hill. 1975. L. A. Blucher. Koogan. 1988. 1972. São Paulo.V. FOX. 1981. Victor L. AVALIAÇÃO: Serão realizadas duas provas escritas no semestre e também a apresentação de um trabalho prático de dimensionamento. Fundamentos de ventilação industrial. Indrodução do ar condicionado.1 Elementos de instalação METODOLOGIA: Aulas expositivas. S P. Rio de Janeiro. 198l. São Paulo. Blycher. Desenvolvimento de cálculos de dimensionamentos de sistemas de ar condicionado. Necoti. STREETER. 1999. Espanha. Rio de Janeiro. R. M. Campus. Toleres gráficos ibero-americanos. Fenômenos de transporte. 1985. 1990. e PITTS. Guanabara. & SONNTAG. V. A. Robert. OZISIK. 1993. Rio de Janeiro. MACCARTNEY. Engenharia do ar condicionado. Calefação 12. Barcelona. C. W. Florianópolis : UFSC. 1976. 1990.12. SISSOM.V. da Física aplicada à construção (conforto térmico) S Paulo. Gardon J. Espanha. CREDER. Ventilação industrial e controle de poluição. C. W. A. Transferência de Calor.Física Industrial de refrigeração. JONES. .. .R. Introdução à mecânica dos fluidos. Guanabara. McGraw-Hill do Brasil. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOTURIN. Água caliente solar. Blucher.P. R J.K. Mecânica dos fluidos. Madrid. Richard F. 1973. D. Ventilação Industrial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: COSTA.E. LTC. Blücher. Rio de Janeiro.Guanabara Dois. CLEZAR.

Organização nacional e estrangeira. • Conhecer as normas para qualidade vigentes. Normas básicas. equipamentos. São formados grupos de 3 alunos que escolhem uma organização conhecida para aplicarem os conceitos ao longo do curso. • Elaborar Plano da Qualidade da obra. • Elaborar e implementar controle de Serviços e Recebimento de Materiais. ESPECÍFICOS: • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade de uma empresa de Engenharia. Apresentação oral do SGQ projetado para a empresa modelo. Normas ISO 9000 4. • Planejar um Sistema de Gestão da Qualidade do projeto à execução da obra. Conceitos da qualidade. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. Avaliação do material produzido para a empresa modelo. Critérios de Excelência METODOLOGIA: Aulas expositivas e aplicação em uma empresa real. Mapeamento de Processo 3. PBQP-H ANEXO III/IV 6. Metodologia de elaboração de normas. Noções de confiabilidade. Implantação. Montagem e condicionamento.Disciplina: GESTÃO DA QUALIDADE (Optativa) Código: 68-453 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Histórico de Qualidade. Qualidade em projetos: suprimentos. AVALIAÇÃO: • • • Avaliação de conceitos. Fabricação. Documento do SGQ 5. Gerenciamento. • Elaborar procedimentos operacionais para processos correntes na obra. Movimentos motivacionais. Ferramentas da Qualidade 7. Normalização. . Conceitos de QUALIDADE 2. Sistemas da qualidade. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para projetar e fazer a gestão da qualidade de uma organização ou empreendimento.

THOMAZ. E. 2003. Custos da qualidade: uma estratégia para a competição global. Gestão da qualidade: teoria e casos. Tecnologia.L. SP.Requisitos para o SGQ. Ed. M. São Paulo: Atlas. Metodologia para capacitação de SGQ baseadas no PBQP-H. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AMBROEWICZ. 1991. 2001. 135 p. H. NBR ISO 19011. Mc Graw-Hill Ltda. A.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CARVALHO. . 1996..Diretrizes para auditoria da qualidade. PALADINI. São Paulo. gerenciamento e qualidade na construção. CRITÉRIOS DE EXCELÊNCIA REV ANO FNQ-SP PORTARIA 118 5 DE MARÇO DE 2005 ( SIQ-C) ROBLES JUNIOR. UFSC. NBR ISO 9001. JURAN.M. P. M. 2006. E. J. P. PINI. Rio de Janeiro: Elsevier. Controle da Qualidade. Dissertação.

em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. ESPECÍFICOS: . . METODOLOGIA . . Fundamentação teórica. elaborado e atualizado pela coordenação do curso.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. domínio do conhecimento).Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO I Código: 30-027 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Preparação teórica do trabalho de conclusão de curso a ser desenvolvido posteriormente na disciplina de Projeto Final de Curso II. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1.Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático. gestão do tempo e recursos. 3. Havendo interesse pode ser utilizado um especialista externo com a função de co-orientador. . OBJETIVOS DA DISCIPLINA GERAL: Aprofundar os conhecimentos adquiridos no curso em área de interesse do aluno e desenvolver sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um trabalho teórico/prático. .O aluno escolhe um dos assuntos em função do seu interesse de aprofundamento (especialização).Apresentação oral (postura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Escolha do tema e do orientador do trabalho de conclusão de curso.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador.Apresentação física do projeto do trabalho de conclusão de curso (formatação. . O orientador avalia a pertinência do assunto. 2. Definição do orientador com afinidade ao tema. Escolha do tema.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina. Os temas propostos pela disciplina já são aprovados. Elaboração da metodologia de trabalho. feita pelo orientador.São propostos temas para dissertação por professores orientadores do curso em função das áreas de interesse de cada professor.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. foco e conteúdo científico). Ou propõe um tema e escolhe um orientador. Apresentação do projeto do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. Elaboração do projeto do trabalho de conclusão de curso que deve ser aprovado pela banca examinadora. se houver.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. .Revisão anual emitido pelo responsável do curso.

10º SEMESTRE .

AVALIAÇÃO: A avaliação será realizada conforme os procedimentos descritos na norma de estágio.Disciplina: ESTÁGIO SUPERVISIONADO Código: 38-551 240 Carga Horária Créditos 16 EMENTA: Definição da área de estágio. Introduzir o futuro profissional no mercado de trabalho. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar uma interação da teoria com a prática profissional. Elaboração da proposta. bem como. proporcionar ao aluno experiência em execução de obras civis. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Conteúdo das disciplinas do curso de acordo com a área de realização do estágio. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Familiarizar o aluno com o ambiente de trabalho. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Correspondente às disciplinas da área de atuação no estágio. Planejamento das atividades. Elaboração de Relatório. METODOLOGIA: Desenvolvimento de atividades no ambiente em que é realizado o estágio sob a orientação de um professor e de um supervisor na organização. ESPECÍFICOS: Permitir que o acadêmico coloque seus conhecimentos em prática. . Atividade de estágio.

Esforços devida a protensão. 4. Conceitos. desde que tenham alcançado a média mínima regulamentar. cumprimento de trabalhos e freqüência. Aqueles que não alcançarem esta média são reprovados na disciplina. 6. 5. 1977. ESPECÍFICOS: Capacitar o aluno para: • Determinar esforços. • Calcular as perdas e definir o processo de protensão e fases. 8.Disciplina: CONCRETO PROTENDIDO Código: 38-212 60 Carga Horária Créditos 4 EMENTA: Introdução ao concreto protendido. Rio de Janeiro. Notações e Unidades Definição de protensão e tipos de Protensão Normas aplicáveis ao concreto protendido Perdas da protensão . Estudo dos materiais. 1991. NBR 6118-2003 . Os que não alcançarem são submetidos a exame em sala de aula. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. 2. Walter Concreto Protendido.Interciência Vl 06.Tesões Normais . • Calcular seção dos cabos. Os que superarem a média estabelecida pela instituição são aprovados diretos. PFEIL. Determinação da protensão. Dimensionamento. Execução de protensão.Imediata e deferisas Flexão . consistindo de participação em sala de aula.Estruturas isostática e hiperestática Esforço cortante Disposições Construtivas Processos de Protensão METODOLOGIA: Aulas expositivas e exercícios em sala de aula. As 3 avaliações formam a média do semestre. AVALIAÇÃO: • • Avaliação do conteúdo em 2 oportunidades por meio de exercícios em sala de aula. F. 3. • Dimensionar seções transversais. Perdas de protensão. Avaliação do desempenho. • Associar a teoria à prática. Construções de Concreto. OBJETIVOS: GERAL: Capacitar o aluno para dimensionar estruturas em concreto protendido. EDC._ BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEONHARDT. 7.

de. Rio de Janeiro. Arte & Industria. LTC. Manual prático para a correta utilização dos aços no concreto protendido em obediências às normas atualizadas. Augusto C. SILVA. VASCONCELOS. Eurolles. 1975. NORMAS CEB/FIB . Gildásio R. Rio de Janeiro. 1980.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LACROIX & FUENTES. Lê projet de bétom precomtraint. da Prática de Concreto protendido. A.

ESPECÍFICOS: . foco e conteúdo científico). . 3. Apresentação do trabalho de conclusão de curso para banca examinadora. gestão do tempo e recursos. .Disciplina: PROJETO FINAL DE CURSO II Código: 30-031 Carga Horária 30 Créditos 02 EMENTA: Desenvolvimento e elaboração do trabalho de conclusão de curso definido na disciplina Projeto Final de Curso I.Apresentação física do trabalho de conclusão de curso (formatação. OBJETIVOS: GERAL: Desenvolver um trabalho de pesquisa teórico e/ou experimental visando o aprofundamento de conhecimentos na área de interesse definida na disciplina Projeto Final de Curso I. AVALIAÇÃO A avaliação é realizada em três partes: 1. feita pelo orientador.As atividades são coordenadas por um professor responsável pela disciplina.Desempenho do aluno no decorrer do desenvolvimento do projeto do trabalho de conclusão de curso. . Revisão anual emitido pelo responsável do curso.A metodologia será desenvolvida a partir da fundamentação e aplicação do projeto do trabalho de conclusão de curso elaborado na disciplina Projeto Final de Curso I. elaborado e atualizado pela coordenação do curso. .Aplicar os conhecimentos do acadêmico no campo teórico/prático.O desenvolvimento do conteúdo descrito acima é realizado com o acompanhamento do orientador e co-orientador de houver.Apresentação oral (postura. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR A correspondente à área de atuação do Trabalho de Conclusão de Curso.Desenvolver as habilidades na comunicação oral e escrita. que deve ser aprovado pela banca examinadora em acordo com a revisão atualizada do Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. Bibliografia especializada pertinente ao assunto trabalhado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Procedimento para Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso de Engenharia Civil. METODOLOGIA . domínio do conhecimento). CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Desenvolvimento da metodologia e elaboração do trabalho de conclusão de curso. 2.

1972. THOMAS & ARIES. 1973. 1991. SINALIZAÇÃO VERTICAL E HORIZONTAL 3. desenho de vias. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: 1. USP. Notas de aula. Americam Association of state highway officials. PROGRAMAÇÃO SEMAFÓRICA 4. volume de tráfego. Sinalização horizontal e vertical. General. PLANO DE TRANSPORTES URBANO 5. Rio de Janeiro. Projeto de sinalização semafórica. W. CARACTERÍSTICAS DOS MOTORISTAS 10. para o dimensionamento das vias. INTERPRETAÇÃO DO DESENHO DE VIAS 2. CÁLCULO DE VOLUME DE TRÁFEGO 8. Introdução ao fluxo em redes.DIMENSIONAMENTO PARA A NECESSIDADE DE IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFORO 9. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PORTO. Apply on design of urban highways and arterial streets. W. planejamento. OBJETIVOS: GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos teóricos sobre engenharia de tráfego. de Planejamento. CARACTERÍSTICAS DOS PEDESTRES 11. Escola politécncia. . UTILIZAÇÃO DE CICLOVIAS 12. DETERMINAÇÃO DO NÚMERO DE PARADAS DE TRANSPORTES COLETIVOS 6. Representação dos fluxos de tráfego. para a programação de semáforos. ESPECÍFICOS: Fornecer as ferramentas básicas para o planejamento do tráfego urbano. CONTROLE DE ACESSOS 7. Capacidade e nível de serviço. PUC. MODELOS DE CÁLCULO DA TARIFA DO TRANSPORTE COLETIVO METODOLOGIA: Aulas teórico-expositivas com uso de multimídia e realização de exercícios de aplicação em sala de aula. função e características do motorista e do pedestre. AVALIAÇÃO: Avaliação com realização de provas e apresentação de trabalhos. SENÇO. NÍVEIS DE SERVIÇO 13.Disciplina: ENGENHARIA DE TRÁFEGO (Optativa) Código: 38-505 Carga Horária 60 Créditos 4 EMENTA: Conceitos básicos.

P.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FISCHER. J. M. J. WIDNER. The full costs of urban transport. . Berkeley. departamento de Vias de Transporte e Topografia. 1975. University of California. A. Economia dos Transportes. USP. 1991.

Myrna S. Língua brasileira de sinais: educação especial. Maura Corcini (org. Lucinda (Org. Babel. Carlos. Educação de surdos – pontos e cotrapontos. 2007. Surdez e Bilingüismo. Adriana da Silva e LOPES. Ronice Muller de. 2001. SILVESTRE. São Paulo: Summus. 2004. Libras em contexto: programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. 2003. OBJETIVO: Oportunizar o contato com a LIBRAS. QUADROS. 2005. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Legislação e Inclusão. SCHINEIDER. KARNOPP. Tanya A. 2005. Educação de surdos: aquisição da linguagem. SOUZA. Educação de surdos: inclusão no ensino regular. Porto Alegre: Mediação. Lodernir Becker e KLEIN. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BRITO. 1998. FERNANDES.Língua Brasileira de Sinais Código: 80-174 Carga Horária 30 Créditos 2 EMENTA: Legislação e inclusão. I. 2 Cultura Surda / Relação de história da surdez com a Língua de sinais. a língua em uso em contextos triviais de comunicação. 1993. 1997. curso básico. A língua na educação do surdo. Brasília. Vol. Secretaria de Educação/Departamento Pedagógico/Divisão de Educação Especial: Porto Alegre. os elementos que constituem os sinais. SCKLIAR. THOMA.. Um olhar sobre as diferenças. 1999. SCKLIAR. Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Madalena. .). Brasília: SEESP.). FELIPE. ARANTES. Aquisição de Linguagem e a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Porto Alegre: Mediação. 1997. Roseléia. A invenção da surdez: cultura. Pedagogia (improvável) da diferença: e se o outro não estivesse aí? Rio de Janeiro: DP&A. noções sobre a estrutura da língua. Porto Alegre: Organizadora Mediação. ________.). visando a proporcionar subsídios básicos para a comunicação através dessa linguagem. culturas comunidades e identidades surdas. Vol. Porto Alegre: Artes Médicas. Núria. Língua. MONTEIRO. Carlos. alteridade. 3 Aquisição da Linguagem de Libras / Noções básicas da Língua Brasileira de Sinais: o espaço de sinalização. Andaraí/RJ: Ed. Santa Cruz do Sul: EDUNISC. 1. Lucinda (Org. Passo Fundo: UPF.). Integração social e integração de surdos. Elalia.Disciplina: LIBRAS . BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRITO. MEC: SEESP. Valéria Amorim (orgs. identidade e diferença no campo da educação. Regina Maria de.

o seguinte texto: Estágio Curricular não-obrigatório “Entende-se por Estágio Curricular não-obrigatório.Portaria Normativa nº 02/2008 Dispõe sobre os procedimentos para cumprimento do disposto nos artigos 1º e 2º da Lei nº 11. 1º Para atender ao disposto na Lei 11.788.788. nas áreas de atuação compatíveis com as competências e habilidades do Curso. no uso de suas atribuições e considerando o que dispõe a Lei nº 11. de 25 de setembro de 2008. abaixo discriminados. resolve: Art. Tecnólogos e Técnicos de Ensino Médio. a partir de 1º de novembro de 2008.788. que dispõe sobre o estágio de estudantes. determina que seja inserido. O Reitor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões . de 25 de setembro de 2008. A realização do estágio nãoobrigatório deverá seguir as orientações constantes na Lei 11.788/2008”. de 25 de setembro de 2008. aquele desenvolvido como atividade opcional pelos alunos. nos Projetos Pedagógicos de todos os Cursos de Graduação. acrescida à carga horária regular e obrigatória.URI. § 1º São os seguintes os cursos da Universidade: • Administração • Agronomia • Arquitetura e Urbanismo • Ciências Biológicas – Licenciatura • Ciências Biológicas – Bacharelado • Ciências Contábeis • Ciência da Computação • Curso Superior de Tecnologia em Agronegócio • Curso Superior de Tecnologia em Eletrotécnica Industrial • Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Cooperativas • Curso Superior de Tecnologia em Laticínios • Curso Superior de Tecnologia em Produção Sucroalcooleira • Direito • Educação Física – Licenciatura • Educação Física – Bacharelado • Enfermagem • Engenharia Agrícola • Engenharia de Alimentos • Engenharia Civil • Engenharia Industrial Mecânica • Farmácia .

31 de outubro de 2008. Inglês e Respectivas Literaturas Letras – Português.Esta Portaria entra em vigor na presente data.No prazo de 90 (noventa) dias. REGISTRE-SE PUBLIQUE-SE Erechim. as quais deverão ser incorporadas aos respectivos Projetos Pedagógicos dos Cursos. deverão ser definidas. as áreas nas quais os acadêmicos podem realizar atividades de estágio não-obrigatório. a contar da presente data. 2º .Português. Art. 3º . bem como. as habilidades e competências específicas desenvolvidas pelo curso para o pleno desempenho das atividades/funções na empresa. pelos Departamentos da URI.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Filosofia – Licenciatura Filosofia – Bacharelado Fisioterapia Geografia História Letras . Espanhol e Respectivas Literaturas Matemática Nutrição Pedagogia – Modalidade: Docência na Educação Infantil e nos Anos Iniciais – Formação Pedagógica do Profissional Docente – Gestão Educacional Programa Especial de Formação Pedagógica para Portadores de Diplomas de Educação Superior Psicologia Química – Licenciatura Química Industrial Serviço Social Sistemas de Informação Teologia Técnico em Enfermagem Técnico em Informática Técnico em Processamento de Dados Técnico em Estilismo e Moda Técnico em Farmácia Técnico de Nutrição e Dietética Art. Bruno Ademar Mentges Reitor da URI .

Elaborar orçamentos. 1. Proporcionar uma maior integração Universidade/Empresa.DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº. supervisão e acompanhamento de obras e serviços de engenharia. vistoria. 2 ATIVIDADES A SEREM REALIZADAS NO ESTÁGIO: Mais especificamente. certidão e relatório técnicos. PARECER Nº 2824. É DESCRITA A SEGUIR A REGULAMENTAÇÃO PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIOS NÃO OBRIGATÓRIOS 1 OBJETIVOS: 1. Exercitar a capacidade de observar. Facilitar a inserção do aluno egresso no mercado de trabalho. Auxiliar em serviços de topografia e geoprocessamento.03/CUN/09. planejamento. organizar.1 GERAL: O estágio curricular não obrigatório do Curso de Engenharia Civil da URI tem como objetivo geral proporcionar ao aluno a oportunidade de poder relacionar o conhecimento acadêmico com os aspectos práticos do exercício da profissão nas diferentes áreas de atuação do engenheiro civil. 1308/CUN/2009. . Aprimorar a relação interpessoal do aluno através do trabalho em equipes multidisciplinares. perícia. Acompanhar serviços de licenciamento ambiental. Elaborar desenhos técnicos. parecer. as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos durante o estágio são: • • • • • • • Auxiliar em projetos. Auxiliar na elaboração de laudo. Elaborar gráficos e planilhas eletrônicas.2 ESPECÍFICOS: O estágio curricular não obrigatório possui ainda os seguintes objetivos específicos: • • • • • Desenvolver habilidades requeridas para a formação do perfil profissional fora do ambiente acadêmico. planejar e propor soluções em problemas reais de engenharia.

3 ÁREAS E/OU DISCIPLINAS A QUE ESTÃO VINCULADAS: Os alunos do Curso de Engenharia Civil poderão desenvolver durante o estágio atividades relacionadas às áreas de edificações. Saneamento Básico. Fundações. Estas áreas de atuação estão vinculadas a disciplinas de Computação I. Topografia I e II. empresas ou instituições públicas ou privadas ligadas à área de engenharia. junto a profissionais liberais que exercem atividades relacionadas à engenharia. Desenho Técnico I e II. estudo. topografia e geoprocessamento. transportes. Estrutura de Concreto Armado I e II. Obras de Terra. Pontes e Grandes Estruturas e Projetos de Construção Civil. 5 DEMAIS ORIENTAÇÕES: .• Auxiliar na coleta de dados. Instalação I e II. Hidrologia. instalações elétricas e hidráulicas. saneamento ambiental e estruturas. Construção Civil I e II. Quantitativos e Custos. ensaio e experimentação técnica. barragens. Mecânica dos Solos I e II. Estrutura de Aço e Madeira. Projetos de Construção de Estradas I e II. estradas. Hidráulica. Superestrutura de Estradas. Computação II-B. 4 LOCAL E /OU AMBIENTE DE REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: As atividades relacionadas ao estágio poderão ser desenvolvidas em órgãos. e também. Fotointerpretação.

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