A onde mandares, irei Senhor.

Hinos, nº 167

Aula 20 – Entender as Responsabilidades de um Missionário

Após anos de preparação, um élder estava no aeroporto, finalmente pronto para partir em missão ruma à Guatemala, e disse: “Quando cheguei ao portão de embarque, meu pai aconselhou-me: ‘Filho, obedeça todas as regras e você será feliz na vida.’ Balancei a cabeça, concordando, e disse apressadamente: ‘Claro, pai’, e saí. Enquanto caminhava para o avião, ri para mim mesmo. ‘Pai, você trocou as palavras de novo. Acho que quis dizer ‘obedeça todas as regras e será feliz em sua missão’. Com isso lancei, sua admoestação ao esquecimento, arquivado em minha memória sob o título ‘Conselhos Paternos’. Sete meses mais tarde, meu pai morreu. Nas primeiras horas após ter recebido a notícia de seu presidente de missão sobre a morte do pai num trágico acidente de avião, o élder sentiu-se confuso e deprimido. Uma parte dele dizia: ‘O que está você fazendo aqui? (...) vem para uma terra estranha, com pessoas estranhas e estranhos costumes; e seu pai morre. Sem dúvida, são os dois melhores anos de sua vida. Três mil quilômetros distante de casa e está completamente sozinho.’ Outra parte dele dizia: ‘ Coragem, Élder. Você teve um grande pai, de quem pode orgulhar-se; um grande patriarca que lhe ensinou o evangelho em todas as coisas. Você sabe que a vida eterna é um princípio verdadeiro do evangelho, e sabe que seu pai estará esperando por você. Você tem tido um testemunho do evangelho desde bem pequeno; não é hora de começar a duvidar.’ Em meio a essa luta entre dúvida e realidade, as últimas palavras de meu pai no aeroporto ecoaram-me na mente: ‘Filho, obedeça todas as regras e você será feliz na vida.’ (...) Sua morte tornou-se o ponto alto de minha missão. Queria que meu pai estivesse vivo, mas embora pareça estranho dizer, depois de sua morte, minha missão tornou-se um testemunho vivo em memória de meu pai. Logo descobri quão importante era viver ‘todas as regras’. Não importava quão pequenas e insignificantes elas parecessem, se eu obedecia, era feliz.” H. Kent Rappleye, New Era, janeiro/fevereiro de 1979, pp. 24-25

Por que existem regras a serem seguidas em casa, na escola e na Igreja?

Que bênçãos você recebeu por ter decidido seguir regras?

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