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Módulo 2 – Matemática e suas Tecnologias

Aula 13 – Funções Afim

Gabaritos Comentados dos Questionários

Lista de Exercícios 1

01) (UNESP 2007) A expressão que define a função quadrática f(x), cujo gráfico está esboçado, é:

a) f(x) = –2x² – 2x + 4.
b) f(x) = x² + 2x – 4.
c) f(x) = x² + x – 2.
d) f(x) = 2x² + 2x – 4.
e) f(x) = 2x² + 2x – 2.

Resolução: Se uma função quadrática admitir raízes, isto é, se ∆ ≥ 0, então f(x) pode ser
decomposta no produto do coeficiente a por dois fatores do 1° grau, diferentes ou iguais ax² + bx +
c = a · (x – x1) · (x – x2) onde x1 e x2 são as raízes zeros da função.

a.(x + 2).(x – 1)
a.(x² + 2x – x – 2)
a.(x² + x – 2)

As equações das alternativas A e D em suas formas fatoradas são:

A: -2.(x² + x – 2)
D: 2.(x² + x – 2)

Ambas as alternativas possuem equações possíveis, mas como a concavidade da parábola está
voltada para cima, a > 0, ou seja, a alternativa D está correta.

02) (UFAM 2004 adaptado) Em relação ao gráfico da função f(x) = -x² + 7x - 10, pode-se afirmar
que:

a) Intercepta o eixo das abscissas em P(5,0) e Q(-5,0).


b) Seu vértice é o ponto (7/2,9/4).
c) É uma parábola de concavidade voltada para cima.
d) O seu eixo de simetria é o eixo das ordenadas.
e) Intercepta o eixo das ordenadas em R(0,10).

Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Xv = -7 / 2(-1)
Xv = -7 / -2
Xv = 7/2

Yv = - [7² - 4.(-1).(-10)] / 4(-1)


Yv = - [49 - 40] / -4
Yv = -9 / -4
Yv = 9/4

03) (UFPB 2004) Na figura abaixo, está representado o gráfico de uma função f : [–2 , 2 ] → R.

O número de soluções da equação f(x) =2 é:

a) um.
b) dois.
c) três.
d) quatro.
e) cinco.

Resolução:
Traçando a reta da imagem no ponto y = 2, podemos ver que o domínio da função possui 4 pontos
que possuem como imagem y = 2.

04) (UFPB 2000)

O gráfico representa a parábola de equação:

a) y = – x²+ 2x + 3
b) y = 2x² + 4x – 3
c) y = – 2x² + 8x + 4
d) y = – (x + 3)(x – 1) + 3
e) y = – x² – 2x + 3

Resolução: Se uma função quadrática admitir raízes, isto é, se ∆ ≥ 0, então f(x) pode ser
decomposta no produto do coeficiente a por dois fatores do 1° grau, diferentes ou iguais ax² + bx +
c = a · (x – x1) · (x – x2) onde x1 e x2 são as raízes zeros da função.

a.(x + 3).(x – 1)
a.(x² + 3x – x – 3)
a.(x² + 2x – 3)

A equação da alternativa E em sua forma fatorada é:

E: -1.(x² + 2x – 3)

Como a concavidade da parábola está voltada para baixo, a < 0, ou seja, a alternativa E está
correta.

05) (ESPCEX 2005) A quantidade de combustível gasto por um veículo blindado, por quilômetro
rodado, está indicada pelo gráfico abaixo. Qual a função que representa o consumo C(d) em
relação à distância d percorrida?

a) C(d) = 0,75d.
b) C(d) = 0,25d.
c) C(d) = 1,75d.
d) C(d) = 1,25d.
e) C(d) = 1,20d.

Resolução:

f(x) = a.x + b
75 = a.100 + 0
a = 0,75

C(d) = a.d
C(d) = 0,75.d

2
06) (ESPCEX 2002) O gráfico que melhor representa a parábola da função y = px + px − p,
p R*, é:
a)

b)

c)

d)
e)

Resolução: Uma função chama-se quadrática quando existem números reais a, b, c (com a ≠ 0) tal
que f(x) = ax² + bx + c, para todo x real.
Se p > 0, a > 0 e c < 0, ou seja, a concavidade da parábola está voltada para cima e o gráfico
intercepta o eixo das ordenadas na parte negativa.
Se p < 0, a < 0 e c > 0, ou seja, a concavidade da parábola está voltada para baixo e o gráfico
intercepta o eixo das ordenadas na parte positiva.
O único gráfico que está de acordo com uma dessas condições é o gráfico da alternativa A, que
tem concavidade voltada para cima e intercepta o eixo y na parte negativa.

07) (UEPB 2009) O ponto de máximo de um projétil que descreve a trajetória parabólica indicada
na figura abaixo é igual a:
a) (2,27/7).
b) (2,25/7).
c) (2,27/5).
d) (2,5).
e) (2,24/5).

Resolução: Se uma função quadrática admitir raízes, isto é, se ∆ ≥ 0, então f(x) pode ser
decomposta no produto do coeficiente a por dois fatores do 1° grau, diferentes ou iguais ax² + bx +
c = a · (x – x1) · (x – x2) onde x1 e x2 são as raízes zeros da função.

a.(x + 1).(x – 5)
a.(x² - 5x + x – 5)
a.(x² - 4x – 5)

Analisando o gráfico podemos concluir que:


- c é ponto em que a parábola intercepta o eixo y, ou seja, y = 3.
- como a concavidade da parábola está voltada para baixo, a < 0.

A partir dessas informações, temos que:


a.(-5) = 3
a = -3/5

-3/5.(x² - 4x – 5) = 0
-3/5x² + 12/5x + 3 = 0

Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Xv = -12/5 / 2.(-3/5)
Xv = -12/5 / -6/5
Xv = 2

Yv = - [(12/5)² - 4.(-3/5).3] / 4(-3/5)


Yv = - [144/25 + 36/5] / -12/5
Yv = - [144/25 + 180/25] / -12/5
Yv = - 324/25 / -12/5
Yv = 27/5

08) (ENEM 2008) A figura abaixo representa o boleto de cobrança da mensalidade de uma escola,
referente ao mês de junho de 2008.

Se M(x) é o valor, em reais, da mensalidade a ser paga, em que x é o número de dias em atraso,
então:

a) M(x) = 500 + 0,4x.


b) M(x) = 500 + 10x.
c) M(x) = 510 + 0,4x.
d) M(x) = 510 + 40x.
e) M(x) = 500 + 10,4x.

Resolução: Em caso de atraso, há a cobrança de uma multa fixa de R$ 10,00 mais R$ 0,40 por dia
de atraso.

M(x) = 500 + 10 + 0,4x


M(x) = 510 + 0,4x

09) (ENEM 2004)

Na seleção para as vagas deste anúncio, feita por telefone ou correio eletrônico, propunha-se aos
candidatos uma questão a ser resolvida na hora. Deveriam calcular seu salário no primeiro mês, se
vendessem 500 m de tecido com largura de 1,40 m, e no segundo mês, se vendessem o dobro.
Foram bem sucedidos os jovens que responderam, respectivamente,

a) R$ 300,00 e R$ 500,00.
b) R$ 550,00 e R$ 850,00.
c) R$ 650,00 e R$ 1000,00.
d) R$ 650,00 e R$ 1300,00.
e) R$ 950,00 e R$ 1900,00.

Resolução: Dado que a o valor do salário é dado pela equação S(x) = 300 + 0,50.x, sendo que x é
igual a quantidade de metros quadrados vendidos, temos que:

Mês 1:
x = 500.1,40
x = 700

S(700) = 300 + 0,50.700


S(700) = 300 + 350
S(700) = 650,00

Mês 2:
x = 700.2
x = 1400

S(1400) = 300 + 0,50.1400


S(1400) = 300 + 700
S(1400) = 1000,00

10) (UNESP 2007) A unidade usual de medida para a energia contida nos alimentos é kcal
(quilocaloria). Uma fórmula aproximada para o consumo diário de energia (em kcal) para meninos
entre 15 e 18 anos é dada pela função f(h) = 17.h, onde h indica a altura em cm e, para meninas
nessa mesma faixa de idade, pela função g(h) = (15,3).h. Paulo, usando a fórmula para meninos,
calculou seu consumo diário de energia e obteve 2 975 kcal. Sabendo-se que Paulo é 5 cm mais
alto que sua namorada Carla (e que ambos têm idade entre 15 e 18 anos), o consumo diário de
energia para Carla, de acordo com a fórmula, em kcal, é:

a) 2 501.
b) 2 601.
c) 2 770.
d) 2 875.
e) 2 970.

Resolução:

f(h) = 17.h
2975 = 17.hP
hP = 175 cm

hP = hC + 5
175 = hC + 5
hC = 170

g(h) = (15,3).h.
g(170) = (15,3).170
g(170) = 2601 kcal

Lista de Exercícios 2

01) (UFAC 2004) Um agiota empresta R$ 500,00 a uma taxa de 8% ao mês, a juros simples. A
função J(t) que dá o valor dos juros no tempo t, é:

a) J(t) = 5t.
b) J(t) = 150 + 5t.
c) J(t) = 100+7,5t.
d) J(t) = 40t.
e) J(t) = 500 + 40t.

Resolução:

100% ------------- R$ 500,00


8% ------------- X X = R$ 40,00

f(x) = a.x + b
J(t) = 40.t + 0
J(t) = 40.t

02) (ESPM 2009) As placas de publicidade de uma certa campanha deverão obedecer aos
seguintes critérios:

A) ter forma retangular;


B) ter área igual a 10 m²;
C) o comprimento deve exceder o dobro da largura em pelo menos 1 metro.

Podemos afirmar que a largura de cada placa poderá ser, no máximo, igual a:

a) 1,40 m.
b) 1,60 m.
c) 1,80 m.
d) 2,00 m.
e) 2,20 m.

Resolução:

Área = x.(2x + 1)
10 = 2x² + x
2x² + x – 10 = 0

∆ = b² - 4.a.c
∆ = (1)² - 4.2.(-10)
∆ = 1 + 80
∆ = 81

x1 = (-1 + 9) / 2.2
x1 = 8 / 4
x1 = 2

x2 = (-1 - 9) / 2.2
x2 = -10 / 4
x2 = -2,5

Como não existe medida negativa, x = 2.


03) (UFF 2005) Sophie Germain introduziu em seus cálculos matemáticos um tipo especial de
número primo descrito abaixo. Se p é um número primo e se 2p + 1 também é um número primo,
então o número primo p é denominado primo de Germain. Pode-se afirmar que é primo de
Germain o número:

a) 7.
b) 17.
c) 18.
d) 19.
e) 41.

Resolução: De acordo com o enunciado, para afirmar que um número é primo de Germain, p e f(p)
têm que ser números primos, sendo que f(p) é dado pela função f(p) = 2p + 1.

a) 7 é primo
f(7) = 2.7 + 1 = 15 (não é primo)

b) 17 é primo
f(17) = 2.17 + 1 = 35 (não é primo)

c) 18 não é primo, portanto não pode ser primo de Germain.

d) 19 é primo
f(19) = 2.19 + 1 = 39 (não é primo)

e) 41 é primo
f(41) = 41.2 + 1 = 83 (é primo)

04) (UNINOVE 2007/2) A planta baixa de uma casa térrea previa uma construção retangular de 30
m de comprimento por 20 m de largura, que posteriormente seria dividida em cômodos. Devido à
irregularidade do terreno, o proprietário optou por modificar o projeto inicial, aumentando a largura
em x metros e diminuindo o comprimento em x metros. Para que a área de construção seja a maior
possível, o valor de x deve ser de:

a) 4 m.
b) 5 m.
c) 6 m.
d) 8 m.
e) 10 m.

Resolução:

Área = (30 – x).(20 + x)


Área = 600 – 20x + 30x - x²
Área = -x² + 10x + 600

Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:


Xv = -10 / 2(-1)
Xv = -10 / -2
Xv = 5

05) (ESPCEX 2002) A figura mostra uma função quadrática, definida por f (x) = −x² + 6x + 7, e uma
função afim g(x). O ponto V é o vértice da parábola e P é uma raiz da função f(x). O gráfico de g(x)
passa por esses dois pontos. O valor da ordenada onde o gráfico da função g(x) corta o eixo y é:

a) 2.
b) 7/2.
c) 4.
d) 9/2.
e) 6.

Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Xv = -6 / 2(-1)
Xv = -6 / -2
Xv = 3

Yv = - [6² - 4.(-1).7] / 4(-1)


Yv = - [36 + 28] / -4
Yv = -64 / -4
Yv = 16

Ainda na função f(x), temos:


P (x,0)

0 = −x² + 6x + 7
∆ = b² - 4.a.c
∆ = (6)² - 4.(-1).7
∆ = 36 + 28
∆ = 64

x1 = (-6 + 8) / 2.(-1)
x1 = 2 / -2
x1 = -1

x2 = (-6 - 8) / 2.(-1)
x2 = -14 / -2
x2 = 7

Nesse caso o valor de x é negativo, ou seja, x = -1.

Aplicando o conceito de semelhança de triângulos, temos:

1 / x = 4 / 16
4x = 16
x=4

06) (ESPCEX 2001) Uma função quadrática é tal que seu gráfico intercepta o eixo das ordenadas
no ponto de ordenada -35, suas raízes têm soma igual a 6 e o produto igual a 7. O valor máximo
dessa função é:

a) 10.
b) -5.
c) 100.
d) -35.
e) 20.

Resolução: Se uma função quadrática admitir raízes, isto é, se ∆ ≥ 0, então f(x) pode ser
decomposta no produto do coeficiente a por dois fatores do 1º grau, diferentes ou iguais ax² + bx +
c = a · (x – x1) · (x – x2) onde x1 e x2 são as raízes zeros da função.

a.(x – x1).( x – x2)


a.(x² - x.x1 – x.x2 + x1.x2)
a.[x² - x(x1 + x2) + x1.x2]

Dado que x1 + x2 = 6 e x1.x2 = 7


a.[x² - x(6) + 7]
a.(x² - 6x + 7)

O ponto c é ponto em que a parábola intercepta o eixo y, ou seja, c = -35.


A partir dessa informação, temos que:

a.(7) = -35
a = -5

-5.(x² - 6x + 7) = 0
-5x² + 30x - 35 = 0

Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Yv = - [(30)² - 4.(-5).(-35)] / 4(-5)


Yv = - [900 - 700] / -20
Yv = - [200] / -20
Yv = -200 / -20
Yv = 10

07) (UEPB 2006) Um jogador chuta uma bola que descreve no espaço uma parábola dada pela
equação: y = –3t² + 150t – 288. Dizemos que a bola atinge o ponto mais alto de sua trajetória
quando t for igual a:

a) 35.
b) 20.
c) 30.
d) 25.
e) 40.

Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Xv = -150 / 2.(-3)
Xv = -150 / -6
Xv = 25

08) (ESPCEX 2007) Dada a função f : R → R , tal que f(x) = x² - 7x + 10, a única afirmação
verdadeira a respeito de f(x) é:

a) f(-2) = -28.
b) a menor ordenada que f atinge é 2,25.
c) a função se anula para x = -2 ou para x = -5.
d) para x > 5, enquanto x cresce, f(x) também cresce.
e) dobrando x, f(x) também dobra.
Resolução:

Sendo a > 0, a parábola está voltada para cima.


A partir do ponto do vértice, conforme o valor de x aumenta, o valor de y ou f(x) também aumenta.

Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Xv = -(-7) / 2.1
Xv = 7 / 2
Xv = 3,5

Ou seja, para todo valor de x > 3,5, o valor de f(x) é crescente, abrangendo também a condição x >
5.

09) (UFAC 2004) Estão representados os gráficos das funções f(x) = ax²+ bx e g(x) = 2x + 2, com x
percorrendo o conjunto dos números reais. Os gráficos de f e g se tocam em dois pontos, sendo
que um deles pertence ao eixo x. Os valores de a e b são:

a) a = 1 e b = - 4.
b) a = 4 e b = 0.
c) a = - 4 e b = 4.
d) a = -1 e b = 1.
e) a = b = 4.

Resolução: Um dos pontos em que os gráficos se cruzam é mostrado no gráfico acima. Neste
ponto f(x) = g(x) = y = 0. Utilizando a função g(x) = 2x + 2:

2x + 2 = 0 → x = -2/2 → x = -1

Substituindo o valor de x na função f(x) = ax² + bx:

a . (-1)² + b . (-1) = 0 → a – b = 0 → a = b

Como temos o valor do y do vértice marcado no gráfico podemos utilizar a fórmula do yv:

yv = - ∆/4a

∆ = b³ - 4 . a . 0 = b²
yv = -b²/4a → -1 = -b²/4a

Como a = b, temos que:

-1 = -a²/4ª → -a = -4 → a = 4.

Assim, temos que a = b = 4.

10) (UEG 2004/2) A função f(x) = x² + 4x + 2b possui duas raízes reais e distintas se, e somente
se:

a) b for maior ou igual a 2.


b) b for menor que 2.
c) b for qualquer número real.
d) b for qualquer número negativo.
e) b estiver entre 0 e 2.

Resolução: Para que a função tenha duas raízes reais e distintas, ∆ > 0.

∆>0
b² - 4ac > 0
(4)² - 4.1.2b > 0
16 – 8b > 0
8b < 16
b<2

Lista de Exercícios 3

01) (FMCA 2006) O lucro mensal de uma empresa, em milhares de reais, é dado por L = –a² + 20a
– 5, em que a é o número de unidades do produto vendidas mensalmente. O lucro máximo mensal
dessa empresa, em milhares de reais, será:

a) 95.
b) 105.
c) 150.
d) 205.
e) 250.
Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Yv = - [(20)² - 4.(-1).(-5)] / 4(-1)


Yv = - [400 - 20] / -4
Yv = -380 / -4
Yv = 95

02) (PUC-RS 2005) As representações geométricas das funções definidas por f(x) = x² – 4x + 3,
g(x) = 2x + 3 e h(x) = –1 estão na figura abaixo. A área do triângulo ABC é:

a) 3.
b) 4.
c) 8.
d) 12.
e) 16.

Resolução:
f(x) = -1
x² - 4x + 3 = -1
x² - 4x + 4 = 0

∆ = (-4)² - 4.1.4
∆ = 16 – 16
∆=0

x = [-(-4) + 0] / 2
x=4/2
x = 2, ou seja, C(2, -1)

g(x) = -1
2x + 3 = -1
2x = -4
x = -2, ou seja, B(-2, -1)
A = (b.h) / 2
A = (4.4) / 2
A = 16 / 2
A=8

03) (FUVEST 2008) A soma dos valores de m para os quais x = 1 é raiz da equação x² + (1+ 5m -
3m²)x + (m² + 1) = 0 é igual a:

a) 5/2.
b) 3/2.
c) 0
d) -3/2
e) -5/2.

Resolução: Se x = 1 é solução, temos que:

(1)² + (1 + 5m - 3m²).1 + (m² + 1) = 0


1 + 1 + 5m - 3m² + m² + 1 = 0
-2m² + 5m + 3 = 0

∆ = (5)² -4.(-2).3
∆ = 25 + 24
∆ = 49

m1 = -5 + 7 / 2.(-2)
m1 = -5 + 7 / -4
m1 = 2 / -4
m1 = -1/2
m2 = -5 – 7 / 2.(-2)
m2 = -12 / -4
m2 = 3

m1 + m2 = -1/2 + 3
m1 + m2 = -1/2 + 6/2
m1 + m2 = 5/2

04) (PUC-RS 2005) A representação que segue é da função f, dada por f(x) = ax² + bx + c, a ≠ 0.
O valor de (b² – 4ac) + (a + b + c) é:
a) 0.
b) 1.
c) 2.
d) –2.
e) –1.

Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Yv = 0
0 = -∆ / 4a
∆ = 0, ou seja, b² - 4.a.c = 0

f(x) = ax² + bx + c

f(1) = 0
a.(1)² + b.1 + c = 0
a+b+c=0

Portanto,

(b² – 4ac) + (a + b + c) = 0 + 0 = 0

05) (UFPEL 2007/2) As funções f (x), g(x) e h(x) são funções reais, tais que f (x) = x + 2, g(x) = 1
− x e h(x) = f (x).g(x) .
Com base nas funções acima, é correto afirmar que o gráfico que representa a função h(x) é:
a)

b)

c)

d)

e)
Resolução:

h(x) = f (x).g(x)
h(x) = (x + 2).(1 − x)
h(x) = x – x² + 2 – 2x
h(x) = -x² - x + 2

∆ = (-1)² -4.(-1).2
∆=1+8
∆=9

x1 = -(-1) + 3 / 2.(-1)
x1 = 1 + 3 / -2
x1 = 4 / -2
x1 = -2

x2 = -(-1) - 3 / 2.(-1)
x2 = 1 – 3 / -2
x2 = -2 / -2
x2 = 1

* a = -1 (concavidade para baixo)


* c = 2 (ponto em que o gráfico intercepta o eixo y)
* x1 = -2 e x2 = 1 (pontos em que o gráfico intercepta o eixo x)

Com esses dados, podemos concluir que o gráfico representado é o da alternativa D.

06) (PUC–RJ 2005) As duas soluções de uma equação do 2º grau são – 1 e 1/3. Então a equação
é:

a) 3x² – x – 1 = 0.
b) 3x² + x – 1 = 0.
c) 3x² + 2x – 1 = 0.
d) 3x² – 2x – 1 = 0.
e) 3x² – x + 1 = 0.

Resolução: Se uma função quadrática admitir raízes, isto é, se ∆ ≥ 0, então f(x) pode ser
decomposta no produto do coeficiente a por dois fatores do1º grau, diferentes ou iguais ax² + bx +
c = a · (x – x1) · (x – x2) onde x1 e x2 são as raízes zeros da função.

a.(x + 1).(x – 1/3)


a.(x² + x – 1/3x – 1/3)
a.(x² + 2/3x – 1/3)

A equação da alternativa C em sua forma fatorada é:

C: 3.(x² + 2/3x – 1/3), ou seja, equivalente ao valor encontrado.

07) (UFPEL 2007/2) Muitos brasileiros sonham com empregos formais. Na falta destes, cada vez
mais as pessoas precisam buscar formas alternativas de conseguir uma renda. Para isso, uma
família decidiu montar uma malharia. O gráfico abaixo mostra o custo mensal de produção dessa
empresa.

Sabendo que as peças são vendidas por R$ 19,50 e que a família almeja um lucro mensal de R$
4200,00, o número de peças produzidas e vendidas, para atingir esse fim, deverá ser:

a) 215.
b) 400.
c) 467.
d) 525.
e) 494.

Resolução: Lucro = Receita – Custo, ou em forma de funções, L(x) = R(x) – C(x).

R(x) = 19,50.x

C(x) = 411/49.x
C(x) = 9,00.x

L(x) = 19,50.x – 9,00.x


L(x) = 10,50.x

4200,00 = 10,50.x
x = 400

08) (PUC-MG 2007) O número N de atletas classificados para a disputa de certa prova final pode
ser calculado por meio da equação N = -x² + 5x -1. Observando-se que N tem de ser um número
natural, pode-se afirmar que o maior número de atletas que se classificam para essa prova final é
igual a:

a) 2.
b) 3.
c) 4.
d) 5.
Resolução: Usando as propriedades do vértice da parábola, temos que:

Yv = - [(5)² - 4.(-1).(-1)] / 4(-1)


Yv = - [25 - 4] / -4
Yv = - [21] / -4
Yv = -21 / -4
Yv = 5,25

Como N é um número natural, o maior número de atletas que se classificaram foi igual a 5.

09) (UFLA 2005) Ao adicionar certa quantidade x de fertilizante nitrogenado ao solo, plantas de
uma determinada espécie reagem a esse fertilizante, apresentando um desenvolvimento em altura
y, conforme representado.

O valor p corresponde à altura das plantas quando nenhuma quantidade de fertilizante é


adicionada, e m é a quantidade de fertilizante com a qual as plantas atingem altura máxima. Acima
de m, o fertilizante passa a ter ação tóxica, sendo que em n, as plantas não chegam a crescer.
Supondo que a relação entre y e x se dá através da função y = -0,02x² + 0,2x + 1,5 sendo y
expresso em metros e x, em dezenas de quilos por hectare, então, os valores de p, m e n são,
respectivamente:

a) –5 ; 5 ; 15.
b) 0 ; 10 ; 20.
c) 1,5 ; 5 ; 15.
d) 0 ; 7,5 ; 15.
e) 1,5 ; 5 ; 20.

Resolução: O ponto p é ponto em que a parábola intercepta o eixo y, ou seja, quando x = 0:

p = y(0) = -0,02.(0)² + 0,2.0 + 1,5


p = 1,5

O ponto m é o Xv da parábola:

m = - b / 2a = -0,2 / [2.(-0,02)]
m = -0,2 / -0,04
m=5

O ponto n é ponto em que a parábola intercepta o eixo x, ou seja, quando y = 0:


-0,02x² + 0,2x + 1,5 = 0
-2x² + 20x + 150 = 0 (para facilitar os cálculos, multiplicamos os dois lados por 100)

∆ = b² - 4.a.c
∆ = (20)² - 4.(-2).150
∆ = 400 + 1200
∆ = 1600

x1 = (-20 + 40) / 2(-2)


x1 = 20 / -4
x1 = -5

x2 = (-20 + -40) / 2(-2)


x2 = -60 / -4
x2 = 15

Nesse caso, n > 0, ou seja, n = 15.


-1
10) (UECE 2007.2) Se u e v são as soluções da equação 6x + x – 5 = 0, então a expressão u + v
– uv é igual a:

a)

b)

c)

d)

Resolução: Desenvolvendo a equação dada temos:


-1
6x + x – 5 = 0

Resolvendo a equação de 2° grau temos:


Adicionando os valores na equação u + v – uv, temos: