Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.if.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod03/index.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:23] .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .

Linha 2/2003 MEC .if.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .br/tex/fis142/mod04/index.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:26] .CAPES http://www.Eletricidade.

ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:28] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .if.Eletricidade.br/tex/fis142/mod05/index.

CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:30] .br/tex/fis142/mod06/index.CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.Eletricidade.ufrgs. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .if.

html [13/03/2004 16:14:33] .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod07/index.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .ufrgs.CAPES http://www.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:35] .if.1 Exemplo 8.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/index.CAPES http://www.

ufrgs.Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod09/index.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:37] .CAPES http://www.

A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .br/tex/fis142/mod10/index.if.ufrgs.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .

Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod11/index.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:42] .CAPES http://www.ufrgs.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

if.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod12/index.html [13/03/2004 16:14:44] .Eletricidade.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .ufrgs.

If the Java software has not begun downloading automatically.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/download/windows_automatic. Java software was not installed properly. As a result. Most other issues can be resolved.java. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. http://www. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . you may want to perform a manual download. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Download Java Software © Sun Microsystems.com/en/download/windows_automatic.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java.

Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP).capes. São consideradas ilegais. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. não havendo possibilidade de adiamento. Confira o texto. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004.CAPES / MEC Sábado. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2.gov. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT.br/ [13/03/2004 16:15:28] . Leia a íntegra da notícia. no Brasil. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado.5. Mestrados e Doutorados sem validade. http://www.

Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. seu navegador tem que suportar Java. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. editor da página Physlets. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. Eles podem ser obtidos livremente na web. convém observar os seguintes aspectos: 1. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. Exigências de Hardware http://www. Davidson. Michael W.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. Wolfgang Christian.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .if. Para acessá-los. 2.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.ufrgs. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Para as animações. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados.

Use este endereço http://www.microsoft.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.nestcape. 16 Mb RAM ou superior.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Plugin de Java .jsp.java.0 ou superior).com para carregá-lo. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.Applets http://www. http://www.com/en/download/windows_automatic. Use este endereço http://www.com/ie/ para carregálo. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.0 ou superior).ufrgs.if. Modem de 28. Monitor SVGA ou compatible.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.

This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. and Problems. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. Sign up on the Physlet list-server. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. Explorations.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . a book of ready to run Physlet-based Illustrations.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. Physics Applets. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. The links on the right contain tutorials. Exercises. are small flexible Java applets designed for science education. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. and Problems see the Physlet Physics book. The applet on the right is a Physlet. For an introduction to scripting see thee Physlet book. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. and example problems to help you use Physlets in your teaching.davidson. Physlets. download instructions. Preview Physlet Physics.edu/Applets/Applets. Search the Kaiserslautern Physlet database.edu http://webphysics.

edu/Applets/Applets. < prev | List Sites | next > http://webphysics.davidson.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .

Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. and high efficiency of excitation. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . thin films. objectives. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. Powers of Ten .edu/index. private.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. condensers. This year's contest drew entrants from 46 countries.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. Köhler illumination. muscle cells. materials research. including illumination. plant hair cells. nematode worms. a computer chip.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. point-detection.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . These photographs are available for licensing to commercial. and biotechnology. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. eyepieces. Winners came from such fields as chemistry.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. biology. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . botany. formulas. The Olympus MIC-D Digital Microscope . aberration.fsu. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. and a short bibliography. bright and crisp optics. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. The volume covers all of the important basic concepts.magnet. numerical aperture. and depth of field. Excellent resolution. and non-profit institutions. a diatom.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. resolution. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs").7 Mbytes) . and contain useful numbers. snowflakes. 20. and chemical crystals.

Some. you can http://micro. or amorphous. differential interference contrast (DIC). such as glass. With this software. Burgers 'n Fries .Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. Laser Scanning Confocal Microscopy .edu/index.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.(approximately a 30 second download on 28. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. Visitors can adjust the focus. focus. Scanning Electron Microscopy . Explore zoom magnification. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. phase contrast.Chemical compounds can exist in three basic phases. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. and microscopy of living cells. contrast. Chemical Crystals .html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . liquid. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. Stereoscopic Zoom Microscopy . lack this periodic arrangement and are noncrystalline.fsu. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . or solid. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. No additional software is needed.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. Most are crystalline. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. Nikon MicroscopyU . Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. and photomicrography. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. reflected light microscopy. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. digital imaging. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. and are probably best-imaged using confocal techniques. gaseous.magnet.

observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. prisms. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination.magnet. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Featured Microscopist . Museum of Microscopy . the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. Intel Play QX3 Computer Microscope . Many years ago. In this collection of digital movies.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. image capture.Take a moment to visit our in-depth http://micro. record movies. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. and animals. and perform time-lapse cinematography experiments. locomoting. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . which allowed her to meld longtime interests in nature.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. shadows.edu/index.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . color.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. however. The vast majority of pond inhabitants. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. art. Born in Amsterdam in 1944. Science. students. Pond Life . leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. are invisible until viewed under the microscope. science. insects. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field.Explore our science curriculum package being developed for teachers. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. and color. The program begins with basic information about lenses. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. and reproducing.Although the human body contains over 75 trillion cells. Silicon Zoo . and optics.fsu.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. eating. excreting. trying not to be eaten. Optics & You . and parents. Concepts in Digital Imaging Technology . Topics covered include CCD operation. Cell and Virus Structure .

Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. averaging. image sampling frequency.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.magnet. Building A Charged Coupled Device . color balance.edu/index. Video Signal Generation . spatial resolution. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. and digital image galleries from the QX3 microscope. Reflected Light Confocal Microscopy .By employing multiple exposure photomicrography.fsu. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. compression. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. geometric transformation. and binary digital images. Full-Frame CCD Operation . Included topics are the QX3 hardware (microscope). full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.18 microns with this interactive Java tutorial. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . Techniques reviewed include contrast. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements. Geometrical Construction of Ray Diagrams .Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . interactive microscope software. noise reduction. Astigmatism . histogram manipulation. Creative Photomicrography . The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. filtering digital images.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . suggested specialized techniques. measurements. convolution kernels.

Introduction to Prisms and Beamsplitters . or how to take photographs with a microscope. Fluorescence Microscope Light Pathways . every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread.edu/index. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. These features generally include timing logic. how to set up a microscope. directly onto the sensor integrated circuit.magnet.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions.Digital image processing enables the reversible. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. reflect. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. analog-todigital conversion. Airy Pattern Formation . scan lines. prisms are polished blocks of glass or other http://micro. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and the video signal. white balance. and initial image processing algorithms. Basic Concepts in Digital Image Processing . New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. gain adjustment. exposure control. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal.fsu. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. Introduction to CMOS Image Sensors . shuttering. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. which lie beyond the primary task of photon collection.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Condenser Alignment . split.

rotate or invert an image. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. This process applies to all images. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen.y) coordinate system.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.edu/index. Stereomicroscopy . The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. separate polarization states. including controllable depth of field. or with the wrists bent in an unnatural position.fsu. Basic Microscope Ergonomics . meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. with little possibility to move the head or the body. the elimination of image degrading out-of-focus information. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. Image Formation . A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. microscope operators must assume an unusual but exacting position. regardless the origin and complexity. Many prism designs can perform more than one function. Electronic Imaging Detectors . Basic Properties of Digital Images . The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. which accurately record image data by several methods.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .In order to view specimens and record data. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. and in its great number of applications in many areas of current research interest.In the optical microscope. the hand reaching high up for a focusing control. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam.magnet. or disperse light into its component wavelengths. the upper part of the body bent forward. Introduction to Confocal Microscopy .Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. thus reducing the size of optical instruments.The range of light detection methods and the wide http://micro. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy.

fsu. but the quality still falls short of that obtainable with film.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens.magnet. and processing mistakes. Oblique or Anaxial Illumination . Snoopy .Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. Pac-Man . Minnesota. http://micro. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey .Achieving conditions necessary for oblique illumination. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. The Con Artist . aberration. film choice. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. In former years. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. In advanced models. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography .Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. dirt and debris.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source.edu/index. Multiphoton Excitation Microscopy .html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . followed by errors in filter selection. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. Housed near the clock circuitry on the chip.

Thor: God of Thunder . http://micro. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).fsu.magnet. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.Coming to you from "GhostBusters". background.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. the Linux Penguin . The Rolex . Tux.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function. stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . The Stay Puft Marshmallow Man .Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created.Mitosis. Starship USS Enterprise . This.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. often light gray or white.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Probably the best silicon artwork we have yet seen. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). The Pepsi Generation .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. Godzilla .Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . The Chip Smurf .Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. The technique is best suited for utilization with fixed.edu/index.

polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. polymers. Useful for observation of mineral thin sections. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. Phase Contrast Gallery . Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. and a wide variety of other specimens. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections.Thin unstained.As a contrast-enhancing optical technique. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. Intel Play QX3 Microscope Galleries . brightfield. Hoffman Modulation Contrast Gallery . Darkfield Microscopy Gallery . several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. tissues. darkfield. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution.fsu. which vary from unstained cells. http://micro.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. Dinosaur Bones . and entire organisms.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. The Phytochemical Collection . chemical crystals. The DNA Gallery .edu/index.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. in this Java-powered image gallery. bones. fibers. particles. thin and thick sections. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. including tissue culture cells.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery .DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens.magnet.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". and Rheinberg illumination. In addition.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . hairs. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states.

fsu.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. graphics. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. Mar 04. Electrophoresis . No images. Of these two. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. How a Compact Disc Works . Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. we will be adding more galleries. Silicon Zoo artwork.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. software. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Pulsed Magnets .html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. and come in two forms: destructive and non-destructive.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . © 1995-2004 by Michael W. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. In the upcoming weeks and months. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. Building A Transistor .edu/index. Last modification: Thursday. Davidson and The Florida State University. interactive Java tutorials.magnet. All Rights Reserved. scripts. and shows the relative field strengths generated.

edu/index.fsu.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.magnet.

2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 11/04/1997 . Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.01/18/2003 .4.walter-fendt.01/18/2003 09/13/2000 .01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 11/07/1998 .01/18/2003 03/10/1999 . 2004-0311) www. Download is possible from Sun Microsystems.walter-fendt.de/ph14e applets.01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .07/01/2003 03/24/1998 .01/18/2003 12/23/1997 .01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 03/25/2000 . 46 English version www.de/ph11e (Java 1.1. 41 applets.4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.4) is installed on your computer. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.walter-fendt.de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.

Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .walter-fendt.01/18/2003 09/20/1999 .11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 09/11/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 11/23/1997 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 05/08/1998 .

01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .walter-fendt. March 11.01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Walter Fendt.

http://www. Please update your Favorites.microsoft.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .http://www.microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.htm.com/windows/ie/default.microsoft.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo.if.br/tex/fis142/mod01/m_s02. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. http://www. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. quando esta carga é colocada num condutor. Assim.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. Para o momento. Como os nomes sugerem. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. que se encarregam de conduzir a eletricidade.1. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. Ao contrário. numa linguagem bastante simples. Na verdade. ela permanece no local em que foi colocada.ufrgs.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.html [13/03/2004 16:18:17] . podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. Podemos dizer.

vê-se duas cargas elétricas.85x10-12 C2/Nm2.1. http://www. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. +e+ +e-e- No aplicativo acima. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. considerando apenas as cargas estacionárias.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . Podemos fazer outra simplificação. denominada permissividade elétrica no vácuo. Coulomb descobriu.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. ε0=8.br/tex/fis142/mod01/m_s03.ufrgs. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. experimentalmente. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.if.1) onde =8.

Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.br/tex/fis142/mod01/m_s03. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www. 3) Fixe uma das cargas. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. 2) Clique sobre uma carga e veja.1. o valor das coordenadas e da força.ufrgs.if. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura.

nos pontos y=+a e y=-a.1 Duas cargas positivas puntiformes.4 EXEMPLO 1. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Pelo princípio da superposição. q.3. e que Q1=Q2=Q=q.br/tex/fis142/mod01/m_s04. são colocadas no eixo dos y. Q1 e Q2.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. tem-se F1=F2=kq2/r2. o http://www. Portanto. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.if. . Vamos tomar a primeira providência. A figura 1. conforme figura acima. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.2 é a expressão gráfica do enunciado acima. colocada no eixo dos x.1 Capitulo 1 . Tendo em conta as posições das cargas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .ufrgs.

Tente descobrir onde está o equívoco.3. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . .4 EXEMPLO 1. obtém- se um resultado positivo.br/tex/fis142/mod01/m_s04.if.ufrgs.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . em aparente contradição com os apontamentos ao lado.

Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. R. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas. As cargas estão em repouso absoluto.2 Considerando.1. 0.if. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). Pergunta 2 q 1.br/tex/fis142/mod01/m_ex.A LEI DE COULOMB Exercicios. Pergunta 1 q 1. são largadas a partir do repouso.06kq2/a2.4x10-7 kg. 7x10-10 C.3 http://www.: 900 m/s2. na figura 1.ufrgs.3. As partículas têm massas iguais a 7.6 Exercicios Capitulo 1 . Figura 1. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.94kq2/a2. q=2x10-6 C e a=10 cm.1 Duas partículas igualmente carregadas.0x10-7 kg e 5.: 1.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .

+q e +9q. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. R. o módulo e o sinal da terceira carga.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. Determine a posição. de modo que o sistema fique em equilíbrio.ufrgs. Pergunta 5 q 1.1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . R.if. a uma distância d/4 a partir da carga +q. colocada entre as cargas +q e +9q. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. estão afastadas por uma distância d.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas.3 Duas cargas pontuais livres.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.: 1Å http://www.: Carga –9q/16. Pergunta 4 q 1. (a) Determine a posição. R. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. (Q-q) e q. a uma distância a partir do vértice.: Carga colocada na bissetriz. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima. para que esta força seja igual 9x10-9 N.

: 1010 elétrons.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .4 Pergunta 7 q 1. para deixá-la com carga igual a +1. 1/1014.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. de massa m e carga q.4. http://www. conforme ilustra a figura 1.br/tex/fis142/mod01/m_ex. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.1. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).11 g. mostre que Figura 1.ufrgs. R. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação .6 Exercicios Pergunta 6 q 1.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.6 Duas cargas pontuais idênticas. e tenha massa igual a 3.if.

http://www. De acordo com o conceito de campo. um conceito mal compreendido. Compare este gráfico "experimental" com um teórico.ufrgs.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . Isto é.2. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. q0. a interação entre duas cargas. são interações à distância. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. o campo é assim definido (2.br/tex/fis142/mod02/m_s01. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. é tão pequena quanto possível. O valor é positivo. Faça um gráfico de E versus x. obtido com o uso da eq. Q1 e Q2.if.html [13/03/2004 16:18:32] . Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Apresenta-se nesta simulação.1.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra.2. logo. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. a carga líquida na distribuição é positiva.1) onde a carga de prova. quando Faraday introduziu a idéia de campo. assim como a força gravitacional. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. Operacionalmente. desde Newton até meados do século passado.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. Se tiver dúvida. http://www. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. Quanto maior a densidade de linhas de campo. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura.br/tex/fis142/mod02/m_s02. r Em cada ponto do espaço. maior a intensidade do campo.1. e determine o sinal da carga de cada uma.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.if. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. No aplicativo ao lado. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. Coloque as esferas em diferentes posições. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. determina-se o outro. Faraday propôs o conceito de linhas de força.ufrgs. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. de modo que conhecendo-se um. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. Em cada ponto do espaço.

if. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. vê-se duas cargas. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. utilizamos uma carga de prova. Use o experimento que você acabou de fazer.br/tex/fis142/mod02/m_s02. "tão pequena quanto possível". e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . Movimente o cursor. de uma extremidade à outra.ufrgs. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. a carga é máxima.1. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.

q. (2.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .ufrgs. a uma distância r da primeira. Figura 2. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. q0.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme. tem-se (2. separadas por uma distância d.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. pela definição de campo.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . eq.1 http://www.2) Portanto. e uma carga de prova.if.2.1).br/tex/fis142/mod02/m_s03.

além disso. coloque teta=0. (2. A carga verde é positiva. Ambas têm o mesmo valor. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. representado pelas linhas de força verticais (verdes). Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário.= abaixo. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas.if. Para facilitar a tarefa. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. como deve ser no caso de um dipolo. num ponto da sua mediatriz.4). Inicialmente.3) e mostre que o campo do dipolo. Teta = 0 Ey = +1 E(. E=+1 e Q=1 C.ufrgs. Use a eq. A carga pode assumir qualquer valor. O campo elétrico é sempre na direção y. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. e a vermelha.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .br/tex/fis142/mod02/m_s03. e leve em conta http://www. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. x»d. mas pode ter o sentido + ou . sobre um dipolo elétrico.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. Tente explicar o movimento. seu módulo pode assumir qualquer valor.2. analise as forças sobre as cargas. é negativa. é dado por (2. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico.

if.ufrgs. Examine o movimento do dipolo.br/tex/fis142/mod02/m_s03. passo a passo. E e Q.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga. Depois.2. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". analise o movimento para diferentes valores de teta. http://www.

Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas.1 Capitulo 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). Ao invés da aceleração da gravidade.html [13/03/2004 16:18:43] .2.if.br/tex/fis142/mod02/m_s04. e seu sentido é para cima. Ao invés do peso.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2. tem-se a aceleração a=eE/m. e tangencia a borda da placa inferior ao sair.2.4 EXEMPLO 2. determine o valor do campo elétrico. g. A direção do campo é vertical. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. Figura 2. conclui-se que http://www.ufrgs.

6 Exercicios Capitulo 2 . Determine o módulo e o sinal da carga Q.1 Um elétron é solto a partir do repouso.: 2. http://www.br/tex/fis142/mod02/m_ex. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C.3 Na figura 2. calcule a aceleração do elétron.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero. Pergunta 3 q 2.0 µC.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.ufrgs.if. R.1. R.1x10-7 N/C. de baixo para cima.: 2.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .: 8. Pergunta 1 q 2. Ignorando o efeito da gravidade.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.

são fixas e separadas por uma distância d.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. considerando que 300 Å>>d. distando x (x>>d).6 Exercicios Figura 2.1. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. R.6 Considere positivas as cargas na figura 2.4 Duas cargas.if.: 1. Pergunta 5 q 2. R.br/tex/fis142/mod02/m_ex.: 1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .06x10-15 N.3 Pergunta 4 q 2.m.36d. à direita da carga +q. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. Pergunta 6 q 2. vale .4. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.ufrgs. http://www. –3q e +q. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo. do ponto médio entre elas. a uma distância de 300 Å do seu centro.

5 Pergunta 8 q 2. com velocidade 5x105 m/s.1. O ponto do choque dista 1.ufrgs.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .: 4.br/tex/fis142/mod02/m_ex. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s.if.1 Pergunta 7 q 2. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www. R.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.6 Exercicios Figura 2.5.99 cm do início da placa.6x10-8 s depois de lançado. o próton atinge a placa superior.8 Na figura 2. Despreze o efeito da gravidade.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. Considerando θ=30o. ou saia da região sem atingi-las. E=3x104 N/C. Figura 2. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas. d=2 cm e L=15 cm.

abaixo do eixo. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.9x10-22 Figura 2.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_ex. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. igual a zero!.1. em relação ao eixo.:(a) 7x10-23 m.6 http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima. (b)θ aprox. (c)4.if.

Numa primeira abordagem. e nem sempre esta é perpendicular ao campo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . Podemos melhorar a definição.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. maior o fluxo. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. já introduzimos o conceito de fluxo. Da mesma forma.3. e tem pouco valor operacional.if. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja.br/tex/fis142/mod03/m_s01.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 . A esta área associamos um vetor . Quanto maior o número de carros por minuto. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. http://www.ufrgs. Pronto. Qualquer que seja o caso. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". em determinado intervalo de tempo. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. Portanto.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.3) http://www.1) Assim.2) No caso de uma superfície fechada.3.ufrgs.if. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.br/tex/fis142/mod03/m_s01.

Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. Todavia. fechada.br/tex/fis142/mod03/m_s02. ou não.if. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. com campo uniforme. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q.3. A lei de Gauss estabelece que (3. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. e para qualquer tipo de superfície fechada. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Isto é.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . um plano finito pode ser considerado infinito. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito.ufrgs. Imagine uma superfície qualquer.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Simetria cilíndrica ou axial. também denominada superfície Gaussiana. Por exemplo. envolvendo esta carga.

ufrgs. De modo análogo ao caso anterior. http://www.if. Então. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas.3. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Se o fluxo for positivo (negativo). Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. Cargas distribuídas num cilindro infinito. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. próximas umas das outras. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. é porque a carga é positiva (negativa). aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica.4. o valor medido é proporcional à carga englobada. expressa na eq. mais carga ele vai englobar. Observe que a lei de Gauss. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. quando usamos um desses detetores. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. Distribuição esférica de cargas. para medir fluxo elétrico. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Quanto maior o detetor. ou axial. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Então.br/tex/fis142/mod03/m_s02. 3.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .if.ufrgs.3.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.br/tex/fis142/mod03/m_s02. http://www.

o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado.3.. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. quer seja realizado através de uma ou outra lei. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .. http://www.Lei de Coulomb. Portanto..if. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria .br/tex/fis142/mod03/m_s03.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB.html [13/03/2004 16:18:55] . Então..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .ufrgs.

obtida com o uso da lei de Coulomb.3). teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. Mais do que isso. q. tendo em conta que E é constante. Então. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana.if.5) Como era de se esperar. Isto é. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. o campo deve ser normal a esta esfera.html [13/03/2004 16:18:58] . Portanto.ufrgs.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria.br/tex/fis142/mod03/m_s04. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. a expressão (3. o campo de uma carga puntiforme. http://www.3.5) é igual à expressão (2. Portanto. a uma distância r. 4πr2. o produto escalar será simplesmente EdS. é dado por (3.

r http://www.3. r Material condutor . Portanto. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. dependendo do material o tratamento será bem diferente. A carga não se distribui como no caso do condutor. Em primeiro lugar.ufrgs.Quando o material é nãocondutor. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa.html [13/03/2004 16:18:59] . ela fica onde a colocamos. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. Isto é. convém distinguir algumas situações. Portanto. Em ambos os casos.br/tex/fis142/mod03/m_s05. a situação é bem diferente.if.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . Material dielétrico . grosso modo.

r>R. qualquer que seja o objeto. (3. De modo análogo ao caso da carga puntiforme.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.5).ufrgs. pouco importa se temos uma esfera maciça. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.html [13/03/2004 16:19:01] .br/tex/fis142/mod03/m_s06. o campo interno sempre será nulo. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. para pontos externos.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . Portanto. dado na eq. oca ou se temos uma simples casca esférica. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. uma esfera condutora de raio R comporta-se.3. http://www.if.

ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se. Se ao invés disso.5). teremos Q=4πρr3/3. conhecermos a densidade. Q=4πR3ρ/3.r>R.6) Portanto. Se a carga total. Q.if. resultando (3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . r Região II .A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. basta colocá-la no lugar de q. Se conhecemos a densidade de carga. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana.r < R A carga que aparece na lei de Gauss.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . a carga no interior do volume 4πr3/3. for conhecida. é constante. isto é.br/tex/fis142/mod03/m_s07. Isto é. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. para pontos externos. ρ. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. dada em C/m3. a densidade ρ. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.3. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. (3. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. O campo no interior da esfera será dado por http://www.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. r Região I .

html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .br/tex/fis142/mod03/m_s07.ufrgs. é representada na figura abaixo.7) O variação do campo.if. em função do raio.3. http://www.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.

ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. é constante. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.if. Na superfície lateral. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. a densidade ρ.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . e a direção é perpendicular a esta superfície lateral.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . o campo é http://www. transformando-se numa soma de integrais de superfície. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. Em qualquer ponto das bases. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. dada em C/m3.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. Isto é. de modo que as duas primeiras integrais são nulas.3. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.ufrgs. Isto é. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Portanto. é dado por http://www. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. Portanto. para pontos externos.br/tex/fis142/mod03/m_s08. o campo criado por uma distribuição linear infinita. uma esfera condutora de raio R comporta-se.r>R. Portanto.3.ufrgs.if. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. a uma distância r do eixo da distribuição.

if.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 . conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. Portanto.ufrgs. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . de modo que o produto http://www. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas.br/tex/fis142/mod03/m_s09. com densidade uniforme +σ.3. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.

tanto na base1.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .9) http://www. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA. E é constante e paralelo a dS. Por outro lado.br/tex/fis142/mod03/m_s09. quanto na base2.ufrgs. resultando (3.if.

3 A figura 3.1. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. Pergunta 1 q 3.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.A LEI DE GAUSS Exercicios.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme. Pergunta 2 q 3.ufrgs. R. Calcule o fluxo de E através da rede. Calcule a densidade linear de carga. com densidade linear http://www.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.br/tex/fis142/mod03/m_ex. como ilustra a figura 3.3.11 Exercicios Capitulo 3 . perpendicular ao campo.if.

(c) o campo elétrico na região entre os cilindros.4 A figura 3. contendo uma carga –2q. (c)idem ao ítem (a). (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.ufrgs. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. apontando do centro do cilindro para fora. (b)-q em cada superfície.11 Exercicios λ. de comprimento L. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica.2 Pergunta 4 q 3. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_ex. também condutora e de comprimento L. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).3 mostra um cilindro condutor muito longo.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . apontando de fora para o centro do cilindro.if. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.3.

σ. Pergunta 6 q 3. contém uma carga uniformemente distribuída.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex.4 mostra uma esfera com massa m e carga q. com densidade ρ. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www. de raio R.3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.11 Exercicios Figura 3.if.5 Um cilindro infinitamente longo.6 A figura 3.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3 Pergunta 5 q 3. Calcule a densidade superficial de carga da placa.

br/tex/fis142/mod03/m_ex.if.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ. (b) na região entre as placas. Figura 3. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.5 http://www. R: E=0 fora do capacitor.7 A figura 3.3.11 Exercicios Figura 3.ufrgs.4 Pergunta 7 q 3. (c) na região à direita das placas.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . E=σ/ε0 no interior do capacitor.

(b) ra<r<rb.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (b)E=q/(4πε0r2).ufrgs. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. apontando para o centro da esfera. R: (a)E=0.br/tex/fis142/mod03/m_ex.if. (c)E=0.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. (d)E=q/(4πε0r2). (b) ra<r<rb. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. com carga +q. Concêntrica com esta casca. http://www.3.9 A figura 3. (c) r>rb. apontando para fora.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . R: (a)E=0. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (c) rb<r<rc. (d) r>rc.

html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .11 Exercicios Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.if.ufrgs.6 http://www.

POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 .if. esse tipo de força. conhecida como força central. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. Por isso são também conhecidas como forças conservativas. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. Assim.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. ∆U+∆K=0. é dado pela integral de linha http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . e vice-versa. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. Já sabemos que dada uma força central. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. conclui-se que W = . leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.br/tex/fis142/mod04/m_s01.ufrgs. em movimento oscilatório.∆U (4. Mais importante do que isso.4.

(4.1) de outra forma: Uf .3) Este resultado é absolutamente geral.4. e sempre aponta de i para f. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . uma "origem". costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f.2) não depende do caminho. Por exemplo.1 Vamos escrever a eq. Isso implica na possibilidade de se definir.ufrgs. sempre tem-se diferença de energia potencial. depende apenas dos pontos iniciais e finais.Ui = -Wif (4. arbitrariamente. Figura 4. Para ilustrar.if.br/tex/fis142/mod04/m_s01.2 ENERGIA POTENCIAL (4. vejamos o caso de uma força uniforme. a menos que se diga o contrário. usase http://www. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. jamais energia potencial absoluta. no caso do potencial gravitacional.2) onde F é a força que atua sobre o objeto.

2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.ufrgs.if. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.br/tex/fis142/mod04/m_s01. http://www. dada uma configuração de cargas.4.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . criadora de um campo. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.

a unidade de potencial é o (4. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.ufrgs.4. assim definido http://www.4) Volt (V).POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. É por isso que na Do que foi discutido acima.if.3 POTENCIAL Capitulo 4 .html [13/03/2004 16:19:33] .5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. é mais conveniente trabalhar com o potencial. potencial entre dois pontos "i" e "f". é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. (4.br/tex/fis142/mod04/m_s02.

Como dl=-dr'.5).2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www. é de acordo com (4. a uma distância r da carga q.5).6) Figura 4.br/tex/fis142/mod04/m_s03.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .if. e E é dado pela expressão (3. mostra-se facilmente que (4. V?=0.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.ufrgs.html [13/03/2004 16:19:36] .4.

isto é. Qualquer que seja o caso.if. Usando esta expressão para o caso do dipolo. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. Já o cálculo num ponto qualquer.br/tex/fis142/mod04/m_s04. Através de um cálculo similar. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .4.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . também muito distante.ufrgs. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. fora dessas duas direções privilegiadas. é bastante complicado. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. (2. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer.4)]. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. Se r » d. tem-se http://www.

5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima. obtém-se (4.3 http://www.if.4.7) Figura 4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .ufrgs.

é acelerada por um potencial de V volt.if. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . Por exemplo. em energia cinética. adquire energia igual 1.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Trata-se de uma superfície. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. ela adquire a energia de 2000 eV.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. Um elétron (q=1.6x10-19 J.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. A primeira simulação mostra um campo uniforme. 1 eV = 1. http://www.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. ela adquire uma energia igual a NV eV. Essa energia é conhecida como o elétron volt.4. q=Ne. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. com carga múltipla da carga do elétron. Nas simulações a seguir.ufrgs. ela adquirirá uma energia potencial U. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. pelo princípio da conservação de energia.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. a energia potencial vai transformar-se.

lê-se a posição (x. Arraste-a com o mouse.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Observe o movimento da carga. passo a passo. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. qualitativamente. este movimento. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. Explique. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. Pode avançar ou retroceder. Inicialmente. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. à esquerda.02.3 e 4. Com os dados obtidos nesta simulação. esta carga será submetida ao campo do dipolo. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. e a sua velocidade. O movimento pode ser interrompido.4.if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. Ela inicia com V=0. coloque x=0 e y=2.4 e demonstre que isso é verdade. Ao clicar no botão iniciar. com intervalo de tempo igual a 0. embaixo. na barra amarela. à esquerda).ufrgs.y) da carga. Use as equações 4. clicando em "pausa". e observe o movimento de ida e volta da carga.y) no interior da moldura.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s05.if.4.

ufrgs. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial.if.4. segue-se que http://www.5).8) Portanto. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. a partir do potencial. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.html [13/03/2004 16:19:47] .br/tex/fis142/mod04/m_s06. Como o potencial só tem uma variável.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . Como exemplo.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4.

94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.1 No movimento de A para B (figura 4.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.: 2.br/tex/fis142/mod04/m_ex. (b) VC – VA.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .46 Volts. Pergunta 1 q 4. (c) VC – VB? R.ufrgs. o campo realiza 3.4 Pergunta 2 q 4. zero Figura 4. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .46 Volts.VA. 2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .if.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.5.

5 Um anel de raio R.85 mm Pergunta 3 q 4. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3. em função de x.: 8.br/tex/fis142/mod04/m_ex.7 EXERCÍCIOS 0.5.ufrgs. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron.44 x 104 N/C. http://www.: 2. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. no mesmo diagrama. carregado positiva e uniformemente.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m.3 Duas grandes placas condutoras. é colocado no plano yz.10 µC/m2. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.if. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. (b) Construa.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.9 x 10-15 N. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.

Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.5.br/tex/fis142/mod04/m_ex.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.if. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.ufrgs.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.

vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina.5. iniciando pelas aplicações mais simples. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas.ufrgs.if. Veremos. ou. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. campo elétrico e potencial elétrico. Portanto. mas sem erro. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. mas é interessante. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. Indutor (L). dito de outra forma. mais adiante. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R).br/tex/fis142/mod05/m_s01. Capacitor (C). tem a capacidade de acumular energia elétrica. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. Nesse processo. já neste capítulo. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. de forma simples. cria-se no seu interior um campo magnético. Podemos dizer. Quando colocado num circuito.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . Quando uma corrente passa por essa bobina. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica.

br/tex/fis142/mod05/m_s01.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). Portanto. RL. num circuito contendo esses três componentes. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. enquanto o terceiro desperdiça.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. http://www. LC e RLC. dois deles conservam energia.ufrgs.5.if.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.5.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . http://www. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.html [13/03/2004 16:20:06] .ufrgs. Q = CV (5.if. 1 F = 1 Coulomb/Volt.br/tex/fis142/mod05/m_s02. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. C. a unidade de capacitância é o Farad.1) A constante de proporcionalidade. No sistema SI. conforme veremos a seguir.

1.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. como são na realidade.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.5. porque estamos desprezando os efeitos de borda. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www.2.2b Vejamos como calcular a capacitância. para o caso do capacitor de placas paralelas. e para simplificar os cálculos. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. enquanto na figura 5. A figura 5. Figura 5. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.2a Figura 5. Mesmo que elas sejam finitas. Podemos resumir essa situação. Por outro lado. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.2(a) representa a situação real.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. Na figura 5.if. Para todos os efeitos práticos.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s03.ufrgs. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.1 Figura 5.

Portanto.if. Esse tipo de resultado é geral. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. e de propriedades geométricas.1). a constante dielétrica no vácuo. ou. obtém-se EAε0 = CEd. ε0. Para qualquer capacitor. σ. como uma aproximação). http://www. Vejamos mais dois exemplos.br/tex/fis142/mod05/m_s03. o campo entre as placas será E = σ/ε0. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. onde A é a área da placa (não há inconsistência. C = ε0A/d (5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. Q = CV.ufrgs.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . é dada por q/A.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.2) A relação (5. A densidade de carga. Da relação (5. e das dimensões do capacitor. Portanto. de onde se obtém q = EAε0. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. E=q/Aε0.

O cilindro interno está carregado com carga +q. cujo resultado é (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. obtém-se Portanto. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.if.5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3). enquanto o externo está carregado com carga –q. Da relação (4.5). necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . e raios a e b.4) Substituindo (5.4) em (5.ufrgs. temos que: (5. Para calcular a capacitância.br/tex/fis142/mod05/m_s04.

br/tex/fis142/mod05/m_s04.3 http://www.ufrgs.if.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.5) Figura 5.5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .

html [13/03/2004 16:21:46] .6) http://www.5. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .if.br/tex/fis142/mod05/m_s05.ufrgs.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.

Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Pela equação (5. as placas Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s06. tem-se: http://www.if.5.7a) (5.e. i. Portanto.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .7b). na proporção de suas capacidades.1). obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. Assim. as diferenças de potencial são iguais.7a) e (5. associados de diferentes maneiras. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. para o caso de dois capacitores.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. é distribuída entre os capacitores. Na ilustração. Q=Q1+Q2. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. Substituindo (5. Da mesma forma.7b) A carga.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial.4.. Q. fornecida pela bateria. dado pelo pólo positivo da baterial. V1=V2=V. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5.

se as cargas são iguais.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . então os potenciais também serão diferentes. (5.if.5). Então.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto. Portanto. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s06. (5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.ufrgs. com ‘n’ capacitores. mas as capacitâncias são diferentes. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.8) No caso da associação em série (Figura 5.9) http://www.5.

Na Figura 5.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q.5.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . porque sendo o ar.ufrgs. pelo menos para efeitos práticos.6a http://www.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas. em condições normais. o título desta seção pode causar alguma confusão. dielétrico .br/tex/fis142/mod05/m_s07. ao invés do ar.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. segue-se que o capacitor está isolado. Portanto. por volta de 1837. Figura 5. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.if. O dielétrico entre as placas é o ar. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. a carga acumulada permanecerá constante. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna.

8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5.00054. isso implica no aumento de Q. A eq. (5. como ilustrado na Figura 5.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. implica que a capacitância deve aumentar.6(b). é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Da eq. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. O campo efetivo entre as placas diminuirá.7a Figura 5. dada pela ddp da bateria. Então. (5.if. Q=CV. k=1.7b Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas.5. como no caso da experiência anterior. Pelo que sabemos.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Como a baterial fornece uma ddp constante.br/tex/fis142/mod05/m_s07. conclui-se que C deve aumentar.1). Figura 5. provocando a diminuição do potencial. em relação à capacitância do capacitor com ar. é constante. e para o ar.1). de modo que a diferença de potencial entre as placas. Para o vácuo. Nesta experiência.7c http://www. k=1. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5.ufrgs.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .ufrgs.5.br/tex/fis142/mod05/m_s07.if.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.

Temos quatro dielétricos diferentes.html [13/03/2004 16:22:58] .ufrgs. contenha uma certa carga q. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico. e cheque o resultado. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 .5.if. é necessário realizar um trabalho. quatro possibilidades de áreas das placas. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. Como já vimos.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. Suponha que um capacitor. (5. http://www. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. e quatro distâncias entre elas.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas.br/tex/fis142/mod05/m_s08. com capacitância C.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

Pergunta 6 q 5.if. interno. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor.br/tex/fis142/mod05/m_ex. http://www. com densidade linear λ. de raio Ra.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.ufrgs.5).5. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. suportado por discos isolantes. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. (5. antes da eq. sólido.

if. seu movimento é desviado. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas.1. A rede cristalina forma obstáculos.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. quando visto microscopicamente. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. isso foi feito para facilitar o raciocínio. parece caótico. como no caso dos capacitores. e em diversos ambientes.6. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. algumas vezes retroativamente.ufrgs. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. Microscopicamente. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. ou quase estáticas. de modo que o movimento dos elétrons. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.br/tex/fis142/mod06/m_s01. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. em regime estacionário. onde são indicados o http://www.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 .

a temperatura é um dos mais importantes. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. como o indicado pela seta . que ilustra uma situação desordenada.ufrgs.if. Este aplicativo simula a situação descrita acima.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. na Figura 6. Figura 6.2 .2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. no final das contas ela vai andar para a frente. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. onde a temperatura é absolutamente nula. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. Na Figura 6. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. isso representa uma situação irreal. Neste caso. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.1 estão constantemente mudando de lugar.1 eles estão fixos.br/tex/fis142/mod06/m_s01. As esferas http://www. Veja que o canal que existia na Figura 6. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag.1. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.6.1 deixa de existir na Figura 6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.2.

http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s01.if. o cursor da barra abaixo da modura.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. deslocando para a direita.ufrgs. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .6. Para observar com mais precisão. use uma corrente baixa. Aumente o valor da corrente.

ufrgs. Portanto.if.br/tex/fis142/mod06/m_s02. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. (6.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. Isto é.ufrgs.3. (6.if. como ilustrado na Figura 6. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume. Seja um segmento de condutor.http://www. por unidade de tempo. esta é a densidade de portadores do material. Do ponto de vista microscópico. L.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .br/tex/fis142/mod06/m_s02.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.html Capítulo 6 . e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. Vamos deduzi-la.

obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.if.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .http://www.if.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.3.ufrgs.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6. obtém-se J = neVd (6.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Da definição de corrente. http://www.ufrgs.

http://www.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). V.6) No regime estacionário. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp).CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA.3. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. V E. entre os extremos de um resistor.4 RESISTÊNCIA. uma corrente. denominada resistência. conforme discussão qualitativa acima.ufrgs. i. R. E e J são uniformes.6. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade.4) será satisfeita.5) As grandezas relacionadas em (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03. para o segmento L da Figura 6. i J. de tal modo que a relação (6. e definida pela relação R = V/i (6. são todos representados por uma propriedade mensurável. e a relação microscópica correspondente a (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico.4) é V = Ri (6. de modo que. A forma mais conhecida de (6. ρ.4) Essa definição significa que. circulará.5) é E = ρJ (6.

Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões.4 RESISTÊNCIA.ρ0 = αρ0(T-T0) (6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. A constante de proporcionalidade. ρ.7) A relação (6.if. a carga e a massa do elétron. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. com velocidade de deriva. obtém-se http://www.4). obtém-se (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.6.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. e inversamente proporcional à sua seção reta. de tal modo que em média.ufrgs. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . respectivamente. é proporcionado pelo campo elétrico. E. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.3).br/tex/fis142/mod06/m_s03.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. O movimento eletrônico estacionário.

4 RESISTÊNCIA.if.6.6) chega-se à relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.9) http://www. com o uso de (6.

Vmax>10 V e Imax= 1A. Explique o que acontece. (6. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. Explique o que acontece.5). ditos materiais ôhmicos. tem-se um voltímetro. ou voltagem.5 LEI DE OHM Capítulo 6 . V = Ri (6. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Na parte de cima do painel verde. eles podem "queimar".br/tex/fis142/mod06/m_s04.ufrgs. tem-se um amperímetro. que a lei de Ohm é expressa pela eq. Em paralelo com o resistor. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. equivocadamente. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). Fixe um determinado valor da voltagem. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?).CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. Em série com o resistor.10 A).1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . Coloque U=10. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. Na verdade. há uma escala para o voltímetro (1 . Se o valor superar.if.6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. variável).

ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s04.6.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . http://www.if.5 LEI DE OHM medida.

podemos mudar o valor de V e R. A energia assim transferida. & POTÊNCIA Capítulo 6 .6.11) Figura 6. uma bateria. no caso mais geral de metais condutores.if. a potência é dada por (6. Se uma carga dq é transportada de A para B. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. i.4 A expressão (6. Na seguinte demostração.br/tex/fis142/mod06/m_s05. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas.6 ENERGIA. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. quando ele é atravessado por uma corrente. isto significa produzir fluxo de elétrons. no caso mais simples. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.ufrgs.4. manifesta-se sob a forma de calor no resistor.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. R. que dá a potência dissipada num resistor.5). é também conhecida como potência Joule.10) Fazendo uso da relação (6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .11). Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. no condutor da Figura 6.

& POTÊNCIA http://www.6.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .br/tex/fis142/mod06/m_s05.if.6 ENERGIA.

CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.m) Condutividade Ohm.m)-1 http://www.6.ufrgs.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .if.metro recíproca (Ω.br/tex/fis142/mod06/m_s06.metro(Ω.html [13/03/2004 16:23:43] .

6.5x1018x1.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário. a corrente será i = 5. em cada segundo.ufrgs. 4x1018 elétrons e 1.8 EXEMPLO Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.br/tex/fis142/mod06/m_s07. http://www.6x10-19 = 0. Portanto. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. este se ioniza.html [13/03/2004 16:23:45] .1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.if.88 A.

Pergunta 3 q 6.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0. Pergunta 2 q 6.7x10-6 m/s.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 . (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. em cada segundo.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo. 4 x 1018 elétrons e 1. A prata contém 5.if. (b)O sentido do movimentos dos prótons. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.ufrgs.8 x 1028 elétrons livres por m3.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.88 A.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5. Pergunta 1 q 6. (b)2.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. este se ioniza.

br/tex/fis142/mod06/m_ex.5. 0. R:1.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2. marca 1.53 Ω. a leitura do voltímetro cai para 1. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.5.67 A.8 x 10-8 Ωm.37 V e o amperímetro A lê 1.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. Figura 6.52 V.5 Enquanto a chave S estiver aberta.5 http://www.if. onde i é dada em ampères e t em segundos.1 Ω. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. Qual é a sua resitência? R:(a)1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . mas seu diâmetro é o dobro. Quando se fecha a chave.5 A.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4.ufrgs. o voltímetro V. (b)120. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. Pergunta 4 q 6.34 C. Determine a fem e a resistência interna da pilha. (b)9.52 V.

(b) 90 Ω. (b)10 V. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. (iii) ddp e resistência. a ddp torna-se 11 V.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4.5 V. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.if.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. Pergunta 7 q 6.22 A.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8.ufrgs. Pergunta 8 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.5. Pergunta 9 http://www. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. (ii) resistência e corrente. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.0 A. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.5 Ω.

9 No circuito da figura 6. (b)4 W.6 http://www. R:(a)24 W.6. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.5.br/tex/fis142/mod06/m_ex.11 EXERCÍCIOS q 6.if.ufrgs. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo. (c)20 W Figura 6. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .

Chama-se “queda de potencial”. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Entende-se por malha.1 http://www. fem e resistências. no caso mais simples. incluindo vários componentes elétricos.1.7. um circuito fechado.if. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga.br/tex/fis142/mod07/m_s01. o ponto A é um nó.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito.ufrgs. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. Figura 7. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. na Figura 7.1. por exemplo. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. Entende-se por nó.1. Na Figura 7. na realidade.html [13/03/2004 16:23:51] . como ilustrado na Figura 7. entre A e B ou entre A e C.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .

7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . vai de ‘a’ para ‘b’.br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. nas regras seguintes. Vb<Va. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. a queda de potencial é positiva (Figura 7. pois os pontos inicial e o final são os mesmos. Vejamos.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado.2b http://www.2a). e ∆V = . indicada pela seta . Se a corrente convencional. logo ∆V= Vb – Va. Logo.ufrgs.if. a queda de potencial é negativa (Figura 7. como cada queda de potencial é usada nesse somatório. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’.2a Σ ∆V = 0 Figura7. Neste caso. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.2b).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .

2d).7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.2d http://www. a queda de potencial é negativa (Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.if. Figura 7.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.2c). Figura 7. a queda de potencial é positiva (Figura 7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

foram arbitrariamente escolhidas http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .ufrgs.if. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”. as direções das correntes.7.1 Na figura.br/tex/fis142/mod07/m_s05.6 EXEMPLO 7.

esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor.ufrgs.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’. Inicialmente.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 .3 mostra um circuito RC série.if. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.7. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. o capacitor está descarregado. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Figura 7.

7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. obtém-se (7. A partir de (7. a http://www. Quando t=RC.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.7. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p.2) A eq. Pela conservação de energia. (7.3) obtém-se (7. εC. denominado constante de tempo capacitiva.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.ex.if. t=10RC)). rigorosamente. Levando em conta que .br/tex/fis142/mod07/m_s06. ela só atingirá seu valor final. de modo que. τ=RC.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.4) tem uma componente exponencial. Figura 7. num tempo infinito..html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.

O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor. (7. q(t) = εCe-t/RC (7.if.2) obtém-se (7.6) Figura 7.5 Figura 7. Colocando-se ε=0 na eq. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06. http://www.7. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.ufrgs. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. capacitor e resistor.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.

br/tex/fis142/mod07/m_s06.if.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.

ufrgs.1 Três resistores iguais são ligados em série. Pergunta 2 q 7. (b)14 V.7. Pergunta 1 q 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.br/tex/fis142/mod07/m_ex.7 Pergunta 3 http://www.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. a potência total consumida é de 10 W.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 .if.7. Figura 7. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.

466 A.3.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. R:(a)Vab=0.ufrgs.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. R=10 MΩ. (b)0. calcule a corrente na bateria de 12 V.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7.9. Figura 7.22 V.if. Vab=13 V Figura 7.7 EXERCÍCIOS q 7.7. R:ε1=18 V.8 Pergunta 4 q 7.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . na figura 7.9 Pergunta 5 q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex. ε2=7 V.5 Considere. A chave http://www. ε=100 V. O capacitor está inicialmente descarregado. C=2 µF. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados.

0997 J.ufrgs. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. (a) Construa gráficos para i(t).6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.605 RC http://www. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Pergunta 6 q 7.if. q(t).

Por outro lado.1) onde v é a velocidade da carga. em movimento. qual a fonte de criação. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. Do ponto de vista formal.ufrgs. trata-se do campo de um ímã permanente.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.if. q.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .O CAMPO MAGNÉTICO. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. por volta do ano 121 DC. este exerce uma força sobre uma carga. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. o que importa é que dado um campo magnético. Não importa. B. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. para o momento.8. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. ocorrida na cidade de Magnésia. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. dada por F = qvxB (8. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno.br/tex/fis142/mod08/m_s01.

No caso geral.ufrgs. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.2) é conhecida como força de Lorentz. em que temos um campo elétrico.if. E.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . http://www. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.2) A força expressa em (8.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). e um campo magnético.8.br/tex/fis142/mod08/m_s01.

2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron. B e v.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. Joseph John Thomson (18561940). A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V.1 Pela eq.br/tex/fis142/mod08/m_s02.if. (8.8.1. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. Figura 8. tal que Das expressões acima. descobriu o elétron em 1897.ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Controlando-se os parâmetros externos. conforme esquematizado na figura 8. obtém-se http://www. E.

http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s02. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .ufrgs.if. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.3) A razão entre a carga e a massa do elétron. isto é.8.

2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. cargas negativas acumulam-se na face inferior. no sentido de cima para baixo. conforme indicado na figura 8.if.ufrgs. O EFEITO HALL A expressão (8. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.2. A figura 8.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. e cargas positivas na face superior. é extremamente útil na indústria microeletrônica.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.O CAMPO MAGNÉTICO. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. como veremos.br/tex/fis142/mod08/m_s03. qEH = qvB http://www. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.8. O excesso de cargas positivas e negativas. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. Com o tempo. funciona como um capacitor de placas paralelas. Figura 8.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . http://www. Em primeiro lugar.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes.4) fornece o valor da densidade de portadores. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores.if.br/tex/fis142/mod08/m_s03. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. obtémse (8.4 O EFEITO HALL Usando a eq. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.3). Em segundo lugar. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. (8. obtém-se Por outro lado. J=i/A. e a definição da densidade de corrente. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. a eq. J=nqv. EH = VH/d.8. (6.ufrgs.

1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s04. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . (8. Portanto.3 Assim. a força será nula.O CAMPO MAGNÉTICO. numa região do espaço onde existe um campo magnético. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. que proporciona o movimento circular. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.if.5b) http://www. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . e outra perpendicular. de massa m e carga q.ufrgs. Figura 8. é igual à força magnética. Por outro lado.3. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. resultando num movimento retilíneo uniforme. Isto é.8. o movimento de uma partícula. Como se vê a força centrípeta.5a) Da relação v=ωr.

5d) (8.if.8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.5c) http://www.ufrgs.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.

a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . A partir desses resultados.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . temos que a força sobre um elétron será Portanto.if. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. Vejamos como calcular esta força. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.O CAMPO MAGNÉTICO. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A). FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento.br/tex/fis142/mod08/m_s05. logo.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . No caso da Figura 8.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.if.ufrgs.4. Use a equação 8. a força aponta para baixo. http://www.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.br/tex/fis142/mod08/m_s05. Figura 8.

if.5 sob outra perspectiva.O CAMPO MAGNÉTICO. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . De acordo com a eq. conforme ilustra a figura 8.if.br/tex/fis142/mod08/m_s06.6 http://www. na direção indicada. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8. (8. percorrida por uma corrente i. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se. de lados a e b.html Capítulo 8 .5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). Figura 8.6. vejamos a figura 8.6).br/tex/fis142/mod08/m_s06.http://www. Para melhor analisar esse torque. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.ufrgs.ufrgs.5 mostra-se uma espira retangular.

com N espiras.html O torque será Substituindo F1=iaB.http://www.ufrgs. define-se µ=NiA.7) http://www. Da mesma forma. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.br/tex/fis142/mod08/m_s06. será (8. Portanto. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.if.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . para uma bobina. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. τ=NiABsenθ Para uma espira. A=ab e cos θ=senθ.br/tex/fis142/mod08/m_s06.if.

1a edição.br/tex/fis142/mod08/m_s07. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. tal como o campo elétrico.8. 534): O campo magnético. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. mas causa o mistério colocado na definição acima. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. Para avaliarmos esse nível de complexidade. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética. Portanto. ao qual associamos o símbolo B. 3.8 UNIDADES Capítulo 8 .ufrgs. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.if. mantém o http://www. r H está relacionado com a corrente que o produz. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. na prática. p. No capítulo 41.O CAMPO MAGNÉTICO. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. . para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. e mais ainda no caso especial do magnetismo.

br/tex/fis142/mod08/m_s07. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. sua unidade é o Gauss (G). a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. Por outro lado. enquanto no sistema CGS.8. No sistema SI.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] .ufrgs. a unidade de B é o Tesla (T). http://www.if.

até Figura 8. perpendicularmente dirigido para fora do papel. Esta força será igualada à força centrípeta. conforme a eq.if. a partícula estará sujeita à força magnética. uma partícula de massa m e carga +q. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. Como esquematizado na Figura 8.1 Capítulo 8 . EXEMPLO 8. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.8. Dito de outra forma. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.7. de modo que facilmente obtém-se http://www.O CAMPO MAGNÉTICO.7 tocar no anteparo. Antes de penetrar na região do campo magnético. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. a uma distância x do ponto de entrada.br/tex/fis142/mod08/m_s08.ufrgs.9 EXEMPLO 8.1).1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . a partícula terá adquirido velocidade v. (8.

pode-se calcular a massa da partícula. x.9 EXEMPLO 8. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).if. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado.br/tex/fis142/mod08/m_s08. Ao invés de m. B e V.ufrgs.8. medindo-se a distância do impacto.1.1 Portanto. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . http://www.

Sobre os lados de 8 cm.9.8 Figura 8. calcule as forças e o torque sobre a espira.8.2 Capítulo 8 . se uma força igual a 0.ufrgs.16 N.9 http://www. Figura 8. Sobre os lados de 6 cm.2 T paralelo ao eixo x.2 A espira retangular da Figura 8. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. e a inferior orientada na direção –x.10 EXEMPLO 8. atuam forças F=0. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. de modo que ela seja mantida na posição indicada. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.O CAMPO MAGNÉTICO. atuam forças iguais 0.br/tex/fis142/mod08/m_s09. com torque anti-horário. EXEMPLO 8. Portanto.if.12 N.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. a espira permanecerá na posição indicada.16cos(30).html [13/03/2004 16:24:36] . orientadas de acordo com a Figura 8. sendo a superior orientada na direção x.

O CAMPO MAGNÉTICO.10 tem uma velocidade v0=107 m/s. com a mesma velocidade tangencial. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.8. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B. http://www. EXERCÍCIOS.ufrgs. perpendicular e entrando no plano da folha.1 Um elétron no ponto A da figura 8.10 Pergunta 2 q 8. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo. R:fe/fα=3.14x10-3 T.68 x 10-27 kg.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético. (b)15.if. Figura 8. A massa da partícula α é 6.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_ex. Pergunta 1 q 8. R:(a) 1.68 ns.7x103.

Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. Pergunta 4 q 8. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T. (c)0. ambos normais entre si e ao feixe.5 A figura 8. Pergunta 5 q 8. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. E e B.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8. R:21.16 x 10-23 g.4 µV. Quando B=5 T e i=100 A.if.29x10-3 m.7x108 m/s. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.br/tex/fis142/mod08/m_ex.8.ufrgs.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons.44 x 1027 elétrons/m3.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .4 T.484 m. http://www. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.

em um campo uniforme B=0.if. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.8.11 Pergunta 6 q 8. com dimensão 5 cm x 12 cm.6 x 10-6 Nm http://www.br/tex/fis142/mod08/m_ex.ufrgs.12 EXERCÍCIOS Figura 8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . R: τ = 3.10 T.

Figura 9. Em (9.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . é dado pela lei que recebeu seu nome (9. como ilustra a Fig. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.1). os outros dedos dão o sentido de B. i. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos.br/tex/fis142/mod09/m_s01. 9.1.9.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente.A LEI DE AMPÈRE.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. em 1820.ufrgs. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. Em 1819. e que para o caso de um fio retilíneo. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. como a magnetita (Fe3O4).if.

Figura 9. Assim.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .ufrgs. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.2 http://www. onde as setas indicam produção.9. a lei de Ampère está para o magnetismo. que alguns autores denominam linha amperiana.br/tex/fis142/mod09/m_s01. no caso estacionário. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. Portanto.if.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.

2) http://www. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito. Sabemos. Use (9.br/tex/fis142/mod09/m_s02. Este resultado é consistente com a simetria do problema.br/tex/fis142/mod09/m_s02.html Capítulo 9 .html [13/03/2004 16:24:45] .1) e mostre que o campo é dado por (9.ufrgs. Portanto. das experiências de Oersted.A LEI DE AMPÈRE.if. Diz-se que o campo tem simetria axial.http://www.ufrgs. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.if. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r.

tem-se que Figura 9. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.br/tex/fis142/mod09/m_s03.3 vemos uma seção reta do cilindro. transportando uma corrente io.if.A LEI DE AMPÈRE. de raio R. Portanto. com duas amperianas.2).3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. e outra com r>R. obtém-se (9. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.9. Na Figura 9.3 Substituindo i em (9. obtém-se uma expressão igual a .2). com densidade uniforme.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . uma com r<R. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. para um cilindro com raio R. Como a densidade de corrente é uniforme. transportando http://www.ufrgs.

9.ufrgs.4.4 http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s03.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .if. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9. Figura 9.

Da mesma forma.if. transportando correntes i1 e i2. como ilustra a Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.5 Sendo d a distância entre eles.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .ufrgs. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.9.br/tex/fis142/mod09/m_s04. sobre o http://www. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. Figura 9. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .5.

com módulo igual a F12.9. Portanto. quando as corrente circulam no mesmo sentido.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. http://www. os fios atraem-se. mas com sentido contrário.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s04.if.

Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. Na Figura 9.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s05.6 http://www. No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . Figura 9. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. como ilustra a Figura 9.6(a).if.A LEI DE AMPÈRE.

Assim. B=0. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. um número muito grande de espiras). i. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . de modo que Na região interna. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras.ufrgs. de modo que Portanto. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. a integral que resta resulta em http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s05. resultando Na região externa ao solenóide. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana.if. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide.

mais próximo do caso ideal.0. A equação 9.0? http://www.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. Para cada raio. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .5. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. Quanto maior esta relação.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. entre 2. usa-se um solenóide longo.ufrgs. isto é.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. e aquelas do solenóide com raio 6. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. É óbvio que isso é uma idealização.5 e 6. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. Na prática. sobre as linhas de campo magnético.

Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Para utilizar os seguintes applets. Para simular o botão do medio.Exemplos Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s06. http://www. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. Para desenhar todas as setas de campo. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.if.ufrgs. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. como é achado na maioria computadores Unix. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.A LEI DE AMPÈRE. você pode tentar isto. enquanto oprime a tecla ALT. Se você estiver usando um PC. Para desenhar uma seta de campo. . clique o botão esquerdo do mouse. e azul é fraco.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . vermelho é forte. tecle a letra A.

.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s06.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo..if. Apagando q Para apagar as linhas. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. tecle a letra E. a tecla backspace. r r q Para apagar a amperiana e a integral. the pain. arraste o botão da esquerda.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . ou Del. Thin Wires Oh.. Para desenhar um círculo. the pain. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. http://www. clique o botão esquerdo novamente.

html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .if.EXERCÍCIOS Capítulo 9 . EXERCÍCIOS. (b)B=µ0i/3πa.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE.7. Figura 9. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. Pergunta 1 q 9.7 Pergunta 2 http://www. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa. conforme figura 9.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.

4 O fio longo e retilíneo da figura 9. paralelo aos outros dois.if. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. apontando para a esquerda de quem olha. http://www.2x10-4 N.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . calcule o campo magnético resultante no ponto P. Pergunta 4 q 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Pergunta 3 q 9.ufrgs. R:7. Uma espira retangular. conduz uma corrente de 10 A. cujos lados maiores são paralelos ao fio. Determine o módulo.EXERCÍCIOS q 9.92x10-4 N/m. Considere a=30 cm e x=40 cm. R:1.7. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A.8 conduz uma corrente de 20 A.3 Suponha que na figura 9. apontando para baixo. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. perpendicular ao fio. perpendicular ao fio.2 Ainda em relação à figura 9. se a corrente nele entra no plano da folha.

Correntes uniformes e opostas. (c) b<r<a.if. http://www. R:(a)B=µ0ir/2πc2. (d) r>a. c) são mostrados na figura. anti-horário. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. de valor I.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . se a corrente interna estiver saindo da folha. b. (b)B=µ0i/2πr.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial.br/tex/fis142/mod09/m_ex. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).8 Pergunta 5 q 9. anti-horário. (b) c<r<b.5 A figura 9. existem nos dois condutores.ufrgs. anti-horário. (d)B=0. Seus raios (a.EXERCÍCIOS Figura 9.

EXERCÍCIOS Figura 9.07 T. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.if.br/tex/fis142/mod09/m_ex.9 Pergunta 6 q 9.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas. de 250.ufrgs. http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.

Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .1 http://www.1. Uma placa metálica é deslocada. Isto é. com velocidade uniforme. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético.10. Vejamos quanto vale essa fem. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Na década de 1830. por um agente externo qualquer (não importa qual). B.ufrgs. Nesta região do espaço existe um campo magnético. v. Faraday descobriu o inverso.if. com o sentido indicado (para dentro da folha).A LEI DE FARADAY. produzindo uma fem.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Figura 10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . um campo magnético pode criar uma corrente elétrica.

if.10. Quando a placa é deslocada.1).2.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.br/tex/fis142/mod10/m_s01.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. tem-se Portanto.2.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa. variando o fluxo de B. http://www. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. a área hachuriada varia. em relação a t.2) Figura 10. eq.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. 10. Isto é. Derivando o fluxo.ufrgs. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. (10. conforme ilustra a figura 10. ΦB=Bhx. através dela. (10.

10. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.br/tex/fis142/mod10/m_s01.1) e (10. http://www. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento.ufrgs. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.2).2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. com a fem induzida pela lei de Faraday.if. Por causa disso.

10.10. enquanto em (b) ele decresce. Faraday mostrou que no primeiro caso. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. 10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .ufrgs.3) é a seguinte Em 1834.if.A LEI DE FARADAY. A fem induzida é dada por (10. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo. Na fig. Numa tradução livre.br/tex/fis142/mod10/m_s02. a corrente induzida circula no sentido antihorário.3).3) Outra forma de apresentar a equação (10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Em 1831. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário.3(a) o fluxo magnético está http://www.3.

br/tex/fis142/mod10/m_s02.if. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético. Figura 10. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo. Na fig.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . http://www.10. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.ufrgs. 10.

(b) Determine o sentido da corrente através de R.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . EXERCÍCIOS. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.br/tex/fis142/mod10/m_ex.A LEI DE FARADAY. (b)Horário. Pergunta 1 q 10.0 s. Figura 10. R:(a)31 mV.4.4 Pergunta 2 http://www.if. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.1 Na figura 10.ufrgs.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .

5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. Pergunta 3 q 10. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)].EXERCÍCIOS q 10. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). tanto em módulo quanto em direção. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário.87t.br/tex/fis142/mod10/m_ex. cuja resistência interna é desprezível. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. Figura 10. sendo B dado em Tesla e t em segundos. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (b)21.042-0.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.3 A figura 10.4.5 http://www.if. A espira contém uma bateria de 20 V. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.ufrgs.74 V. na figura 10.

5 O campo B na figura 10. (b) 56.5 mA. Figura 10.35 T aponta para fora da página. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.2 m/s de cima para baixo. como ilustra a figura 10. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. Um campo magnético B=0.2 Wb. http://www.br/tex/fis142/mod10/m_ex.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante. anti-horário.6 Pergunta 5 q 10.6. (b) 5 mV/m.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. (c) ε(t)=2Bv2t. (c) 1.7 decresce à taxa de 0. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.8 V.1 T/s.if.ufrgs.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .

ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .7 Pergunta 6 q 10.if.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Figura 10. anti-horário.EXERCÍCIOS Figura 10.6µ0/10π. em determinado tempo t.3µ0I/10π.8 http://www. (b) 4. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. (a) Qual é o fluxo total.6 Na figura 10.

http://www. L. assim como o capacitor está para a eletricidade. Portanto.11. Assim. (11.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.br/tex/fis142/mod11/m_s01.1).1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 .ufrgs. e i é a corrente que o atravessa. definida na eq. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. No Cap. Em particular. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. podemos definir a indutância. calculamos o campo magnético de um solenóide. Este dispositivo está para o magnetismo. (5. correspondendo à capacitância.1) Onde N é o número de espiras no solenóide.html [13/03/2004 16:26:11] .

Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. L/l. A densidade linear de espiras é n.4).11.2). 9.1 http://www. assim como fizemos no Cap. (5. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito.br/tex/fis142/mod11/m_s02. Figura 11. obtém-se a indutância por unidade de comprimento. eq. A). L/l = µ0An2 (11.if.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.ufrgs.html [13/03/2004 16:26:13] . (9.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. eq.

html [13/03/2004 16:26:15] . Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. diz-se que esta fem é auto-induzida. tem-se uma auto-indução.if.3) http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 .11.ufrgs. induz o surgimento de uma fem. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. segue-se que (11.br/tex/fis142/mod11/m_s03. esta. Portanto. No momento em que se inicia a passagem da corrente. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. de acordo com a lei de Faraday.

11. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). produzindo uma fem εL. 11. tem-se ε . http://www.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 .3 Observe que na equação acima. No momento em que a chave S.br/tex/fis142/mod11/m_s04.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.3).2. uma corrente surgirá no circuito. dada pela eq. (11. Na verdade.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . o indutor reagirá.if.2 Figura 11.3) não foi levado em conta.Ri .4) Figura 11. aparentemente o sinal negativo da eq.2. (11. na figura 11. Imediatamente. for ligada na posição ‘a’.εL = 0 (11. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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Um resistor no circuito da fig. como ilustrado na fig. A partir desse momento. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor.if. Através do efeito Joule. uma corrente surge no circuito. e vice-versa.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . através da qual a energia acumulada no capacitor.br/tex/fis142/mod11/m_s06. 11. ½CV2. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. No momento que o indutor é ligado.CIRCUITO LC Capítulo 11 . http://www. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. em termos de variação de energia. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. passa a se transferir para o indutor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. Este circuito apresenta um comportamento.ufrgs. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa.5.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. 11. Neste caso. na ausência de qualquer tipo de atrito.

CIRCUITO LC Figura 11.5 http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

onde a fem foi substituída por um capacitor. Figura 11. 11. (11. (11.10) Num instante qualquer.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.4).html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. (11. Portanto.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . CIRCUITO RLC A fig.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. e Substituindo essas expressões na eq.if.10). Ele é semelhante ao circuito RL. substituindo-se ε por V.6 (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07.ufrgs.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www.

α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.12) Substituindo (11. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07.if. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.11).CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. resulta que α=R/2L e (11.12) em (11.ufrgs. Dito de outra forma. obtém-se (11.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. deve ter um fator de amortecimento.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . http://www. Uma solução particular que satisfaz tais condições.

toda a energia está acumulada em L. a energia passa de um dispositivo para o outro. Quando V(t) é máximo. Quando i(t) é máxima. http://www.if. toda a energia está acumulada em C. A cada ¼ de período.br/tex/fis142/mod11/m_s07.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .ufrgs. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto.

R=0. Quando R aproxima-se de zero.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . No limite.br/tex/fis142/mod11/m_s08. http://www. (11. a freqüência natural de um circuito RLC. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.html [13/03/2004 16:26:49] .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs.13). FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC.if. é a freqüência do circuito LC correspondente. Isto é.

(b) 4. qual será a taxa http://www.23 τL Pergunta 3 q 11. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio.3 Ω/km.2.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .3 Uma bobina com uma indutância de 2. Em termos da constante de tempo.02 J/m3. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . com ε=100 V.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível. Pergunta 2 q 11. 11.8x10-15 J/m3.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. para que instante após a bateria ser ligada.2 Considere o circuito RL da fig. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.br/tex/fis142/mod11/m_ex. Para 0.10 s após a conexão ter sido feita.if. O diâmetro do fio é 2. R:(a) 1.ufrgs.

(b) a corrente máxima que pode circular. 11. a corrente atinge um valor de 2.if. (b) 154.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . (b)0.042 A. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.5 Num circuito LC oscilante.5x10-4 J.5 W. Pergunta 5 q 11. Pergunta 4 q 11. http://www.0 µC. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.7.1 mH e C=4. (a) Determine a indutância da bobina.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.ufrgs.0 µF. Pergunta 6 q 11.0 ms. R:(a) 1. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. (c) 393 W.5 W. o circuito possui uma constante de tempo τL.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. A carga máxima em C é 3.125 µJ. o circuito oscila com um período .br/tex/fis142/mod11/m_ex. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. a constante de tempo vale τC.6 Considere o circuito indicado na fig. (b) 2.0 mA após 5. L=1.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .EXERCÍCIOS Figura 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.7 http://www.ufrgs.if.

Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.br/tex/fis142/mod12/m_s01.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .ufrgs. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday).EQUAÇÕES DE MAXWELL.12.if. por que não ΦE B? Para manter a simetria. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. reproduzidas na tabela abaixo.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . O primeiro é que a experiência http://www. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. Por exemplo. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. para propor sua teoria eletromagnética.

e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos.Maxwell” (12.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo.1). não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. como ilustrado na fig. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. Vamos analisar melhor a eq. 12.br/tex/fis142/mod12/m_s01. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. que surgiu devido aos ajustes dimensionais.12. Antes. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. Portanto. A equação acima tem algo diferente.1. Esta corrente.1). é o produto µ0ε0. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . (12. mas encontramos a eq. aparecendo depois da outra placa. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. Portanto.ufrgs. a “lei” correta deverá ser (12. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável.1) Observe que o fator multiplicativo. (12. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. http://www. O segundo é um erro dimensional. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0.if.

A corrente entre as placas.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.12. conhecida como corrente de deslocamento.if. é dada pelo termo . http://www. id.2).html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .br/tex/fis142/mod12/m_s01.ufrgs. (12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12.

2.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.ufrgs. a fem é dada por ε=εmsen(ωt).4 Na fig.EQUAÇÕES DE MAXWELL.if.html Capítulo 12 .http://www.2 Mostre que i=id. Pergunta 3 q 12. O capacitor de placas circulares e paralelas. 12. Pergunta 1 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. EXERCÍCIOS. tem raio R.

br/tex/fis142/mod12/m_ex. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .ufrgs.ufrgs. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.2 http://www.if.html deslocamento é I. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.http://www. calcule o valor máximo de dΦE/dt. Figura 12.

Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/index.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .java.jsp [13/03/2004 16:28:37] .

com/webapps/bugreport/contact. If you have written an applet or application using Java technology and would like it featured on Java. you will find many answers in our FAQ or Help sections. since we cannot respond to questions already answered on Java.Java Technology. Your Feedback * Select one Your Operating System* Select one Please provide any of the following additional information about your Operating System in the box below if applicable: 1.com. Linux Distribution and Version 3. Contact Us Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Check carefully through the Help and FAQ pages..com.sun. If you have a question or need an issue resolved.e.jsp?language=en (1 de 2) [13/03/2004 16:29:02] . please submit this form. Windows Service Pack Number 2. We will not put you on any mailing list and we will not give your name or address to anyone. Other Operating System & Version (i.com Choose Language We welcome feedback! We want to know how much you like Java software as well as any issues you may encounter. please fill out the email address field. Note: required information is marked with an * Nature of Feedback* Name* Email If you would like us to contact you regarding your comments/suggestions. Macintosh OS9) Other Operating System Info http://jal.

com http://jal.sun. If you're using Macintosh.com/webapps/bugreport/contact. Contact Us Your Browser* Internet Explorer Mozilla Netscape Opera Other Browser Version Please provide us with the Java version information in the box below. simply write N/A. If you're using Solaris™ or Linux.Java Technology. See the information in the "About" tab.jsp?language=en (2 de 2) [13/03/2004 16:29:02] . this information can be obtained by typing "java -version" at your command prompt. If you don't have a Java plug-in. this information can be obtained by going into Applications -> Utilities -> Java -> Java Plugin Settings. this information can be obtained by opening the Control Panel and double clicking the Java Plug-in Control Panel icon. Java Version* Submit Legal Notices | License | Developers | Sun. Click on the "About" tab to find the version number. If you're using Windows.

com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE).jsp [13/03/2004 16:29:10] . There are instructions for dealing with specific error messages and solutions to problems when running applications and applets written with Java technology. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues Download Instructions » Installing. Java.java. The Help section contains solutions for issues that you might encounter during the installation and running of the JRE.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Help We appreciate your interest in Java™ technology.com/en/download/help/index. uninstalling and using Java Software » Error and Warning Messages » © Sun Microsystems.Java Technology Help Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the FAQ section.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Java. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems. The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.com/en/download/faq/index. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology.java.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). It also includes explanations about different applications of Java technology.jsp [13/03/2004 16:29:18] .Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section.

you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. and many other new features. this is the site for you. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. Check out the sites below for more details. check out this source for Java technology collaboration. Experienced Developers If you are an experienced Java developer.get the SDK today! The J2EE 1. Deployment. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups.com/en/learn/developers. In addition.4 platform. and Management APIs. Submit Your Java Application http://www. J2EE 1. we're here to help. If you are creating a program using Java technology. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . and code development. To get started using the new J2EE 1. blogs. download the SDK today. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.4 is here .Learn about Java Technology. or have only a little experience.java.

java. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site.Learn about Java Technology.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Don't forget to check out the special values. and executive items. Your submitted application will be reviewed and. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. and Other Devices If you've created an application for the desktop. gifts. global operators and handset manufacturers. if selected. click here to submit it. or some other cool device. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. If selected. and more. a forum. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education.com/en/learn/developers. community interaction. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. PDAs. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. support. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. including a detailed technical guide. http://www. you will be contacted. and industry solutions. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. Link to Java. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. a PDA. Desktops. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process.

com/en/learn/developers.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .java.Learn about Java Technology. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Developers © Sun Microsystems.

Z for zoom . see all news and events » see all features » http://www.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust.Forbes. A Mobile Media Mogul . V for value. scalable.Sun Microsystems sun. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.com/ [13/03/2004 16:31:40] . the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price.sun.Powered by AMD Opteron processors.

Windows (Installation) .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.com Consumer Support Linux (self-extracting file) .Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .java.Instructions 06/30/03 .2.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . 9) . Once you've got Java™ software. -Java. Please note that downloads are subject to our license agreement. use right-click to save this file to your computer. please select from the list below.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] . Use 'Save Target As'. you'll have access to a whole new world of interactivity.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .com Choose Language To complete your download.Instructions Windows (Mozilla 1.com/en/download/manual.com Consumer Support http://www. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.Instructions 06/30/03 .Instructions Windows (Offline Installation) . Use 'Save Target As'.2 or Netscape 6.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. use right-click to save this file to your computer. -Java.Instructions Linux RPM (self-extracting file) . 8.

Download Java Software © Sun Microsystems.java.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .com/en/download/manual. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.

tools. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. and information you want most. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. it's inside video games. Invented by Sun Microsystems in 1995. is also everywhere. © Sun Microsystems. handsets. TVs. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program.Learn about Java Technology. The Java brand. It's preinstalled on personal computers.jsp [13/03/2004 16:32:22] . and Web sites that are powered by Java technology. Java technology is everywhere. It's even in cars and on the planet Mars.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. It's embedded in 150 million mobile phones. with its well-known cup and steam. it's in PDAs and pagers. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. you'll find Java technology and a great digital experience. giving you the cool games. and Web sites.com/en/learn/index.java. Wherever you find the cup and steam.

jsp [13/03/2004 16:32:55] .java.Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/explore/index.

Inc| Legal Notices| License| ••• http://www.The Source for Java Technology •• | •••• | •• | •••• | ••• | Sun.com •••• JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Table Soccer Foosball on your PC MicroCalc A sophisticated calculator on your phone Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information AirportMonitor Watch air traffic from your PC Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Java Desktop System .Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com/zh/ [13/03/2004 16:33:55] .java.

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