Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .if.A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .br/tex/fis142/mod03/index.CAPES http://www.ufrgs.html [13/03/2004 16:14:23] .

ufrgs.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:26] .if.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .br/tex/fis142/mod04/index.

html [13/03/2004 16:14:28] .Linha 2/2003 MEC .ufrgs.Eletricidade.br/tex/fis142/mod05/index.if.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .br/tex/fis142/mod06/index.CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.ufrgs.if.html [13/03/2004 16:14:30] .Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.CAPES http://www.

Linha 2/2003 MEC .ufrgs.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod07/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .CAPES http://www.if.html [13/03/2004 16:14:33] .Eletricidade.

2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:35] .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .1 Exemplo 8.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod08/index.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.CAPES http://www.

A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:37] .CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .Eletricidade.br/tex/fis142/mod09/index.if.ufrgs.

br/tex/fis142/mod10/index.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:40] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .Eletricidade.if.CAPES http://www.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .

br/tex/fis142/mod11/index.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:42] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.ufrgs.if.Eletricidade.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .if.Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod12/index.CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:44] .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.ufrgs.

Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.com/en/download/windows_automatic. If the Java software has not begun downloading automatically. http://www. Please consult the Help or FAQ sections for assistance.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java. Java software was not installed properly. Most other issues can be resolved. you may want to perform a manual download. As a result.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic.Download Java Software © Sun Microsystems.java.

http://www. Confira o texto. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT.gov. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. São consideradas ilegais. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional .capes.br/ [13/03/2004 16:15:28] . 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2.CAPES / MEC Sábado. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004.5. no Brasil. não havendo possibilidade de adiamento. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. Leia a íntegra da notícia. Mestrados e Doutorados sem validade. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.

O conteúdo é distribuído em 12 capítulos.ufrgs. Wolfgang Christian. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. 2. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. convém observar os seguintes aspectos: 1. Para as animações. Michael W. seu navegador tem que suportar Java.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . editor da página Physlets. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. Davidson. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. Exigências de Hardware http://www. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. Eles podem ser obtidos livremente na web.if. Para acessá-los.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista.

Monitor SVGA ou compatible.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.if.nestcape. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .jsp.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. http://www.com/en/download/windows_automatic.ufrgs.microsoft. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.java.0 ou superior).com para carregá-lo. Use este endereço http://www. 16 Mb RAM ou superior. Plugin de Java . Modem de 28. Use este endereço http://www.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.0 ou superior).com/ie/ para carregálo.Applets http://www.

The links on the right contain tutorials.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . are small flexible Java applets designed for science education.edu/Applets/Applets. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. For an introduction to scripting see thee Physlet book. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. Sign up on the Physlet list-server. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. The applet on the right is a Physlet. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Preview Physlet Physics. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. Physics Applets. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. Physlets. download instructions. Explorations. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. and Problems see the Physlet Physics book. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. and example problems to help you use Physlets in your teaching. Exercises.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page.edu http://webphysics. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. Search the Kaiserslautern Physlet database.davidson. and Problems.

< prev | List Sites | next > http://webphysics.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .edu/Applets/Applets.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.davidson.

7 Mbytes) . Excellent resolution.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. 20. and biotechnology. a diatom. thin films.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). Microscope: Basics and Beyond (50 pages. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. private. and a short bibliography.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. botany. condensers. and chemical crystals. This year's contest drew entrants from 46 countries. formulas. numerical aperture. a computer chip. point-detection. aberration. snowflakes. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. objectives. and high efficiency of excitation.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. nematode worms. including illumination. resolution. Köhler illumination. Powers of Ten . bright and crisp optics.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. The Olympus MIC-D Digital Microscope . biology. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . eyepieces. The volume covers all of the important basic concepts. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion.magnet. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. plant hair cells. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro.fsu. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. materials research. and contain useful numbers. and non-profit institutions. Winners came from such fields as chemistry. muscle cells. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. and depth of field. These photographs are available for licensing to commercial.edu/index.

liquid. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape.fsu. Most are crystalline. differential interference contrast (DIC). or solid. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. Burgers 'n Fries . and are probably best-imaged using confocal techniques. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . contrast. Scanning Electron Microscopy . or amorphous. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space.(approximately a 30 second download on 28.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. With this software. Visitors can adjust the focus. such as glass.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. Laser Scanning Confocal Microscopy .edu/index.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. focus. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. having a three-dimensional periodic atomic arrangement.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). Nikon MicroscopyU . Liquids have characteristics that fall in between gases and solids.Chemical compounds can exist in three basic phases. Stereoscopic Zoom Microscopy . this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. digital imaging. gaseous. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. No additional software is needed. and microscopy of living cells.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . reflected light microscopy. you can http://micro. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. Chemical Crystals . Some. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. Explore zoom magnification. and photomicrography. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. lack this periodic arrangement and are noncrystalline.magnet. phase contrast.

Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. prisms. Pond Life . In this collection of digital movies. Cell and Virus Structure . and color. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. Born in Amsterdam in 1944. are invisible until viewed under the microscope.Although the human body contains over 75 trillion cells. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. and perform time-lapse cinematography experiments. Featured Microscopist . this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. students. which allowed her to meld longtime interests in nature.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. science.fsu. however. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. record movies.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera.magnet. Silicon Zoo . Museum of Microscopy . excreting. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. and reproducing. color. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. and animals. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. Topics covered include CCD operation. insects.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. The vast majority of pond inhabitants. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. shadows.Explore our science curriculum package being developed for teachers. Science. Many years ago. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . Loes initiated a series of chemical crystallization experiments.edu/index. Concepts in Digital Imaging Technology . and optics. eating. image capture.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. Optics & You . observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond.Take a moment to visit our in-depth http://micro. art. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. Intel Play QX3 Computer Microscope . the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. and parents. locomoting.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. trying not to be eaten. The program begins with basic information about lenses.

Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. averaging.18 microns with this interactive Java tutorial.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. color balance. compression. Included topics are the QX3 hardware (microscope). filtering digital images. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. Astigmatism . Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . Geometrical Construction of Ray Diagrams . image sampling frequency.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . convolution kernels. histogram manipulation. Reflected Light Confocal Microscopy .Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Techniques reviewed include contrast. noise reduction. interactive microscope software. and digital image galleries from the QX3 microscope. Video Signal Generation .magnet. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. spatial resolution.edu/index. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. Full-Frame CCD Operation . Building A Charged Coupled Device . 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials .A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. measurements. Creative Photomicrography .fsu. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available.By employing multiple exposure photomicrography. and binary digital images. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. suggested specialized techniques.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. geometric transformation.

analog-todigital conversion. white balance.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. Condenser Alignment .fsu. and the video signal. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. which lie beyond the primary task of photon collection. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. or how to take photographs with a microscope. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. Fluorescence Microscope Light Pathways . scan lines. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. split. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. exposure control. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. Introduction to Prisms and Beamsplitters . Airy Pattern Formation .This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. and initial image processing algorithms. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective.Digital image processing enables the reversible. shuttering. Cut and ground to specific tolerances and exact angles. directly onto the sensor integrated circuit. These features generally include timing logic. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. prisms are polished blocks of glass or other http://micro.edu/index.magnet. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. gain adjustment. Introduction to CMOS Image Sensors . Basic Concepts in Digital Image Processing . how to set up a microscope. reflect.

The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color.magnet. with little possibility to move the head or the body. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. thus reducing the size of optical instruments. and in its great number of applications in many areas of current research interest.The range of light detection methods and the wide http://micro. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. Image Formation . or with the wrists bent in an unnatural position. or disperse light into its component wavelengths. separate polarization states.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices. This process applies to all images. Stereomicroscopy .y) coordinate system. Introduction to Confocal Microscopy . which accurately record image data by several methods. microscope operators must assume an unusual but exacting position. Many prism designs can perform more than one function. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. including controllable depth of field.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image.In order to view specimens and record data. Basic Microscope Ergonomics . the hand reaching high up for a focusing control. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. rotate or invert an image. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. Basic Properties of Digital Images . and the ability to collect serial optical sections from thick specimens.In the optical microscope.fsu. regardless the origin and complexity. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. the elimination of image degrading out-of-focus information.edu/index. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. the upper part of the body bent forward. Electronic Imaging Detectors . A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.

Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. Multiphoton Excitation Microscopy .html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . film choice.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. http://micro. The Con Artist . and processing mistakes. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments.edu/index. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.Achieving conditions necessary for oblique illumination.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. followed by errors in filter selection.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Housed near the clock circuitry on the chip. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. but the quality still falls short of that obtainable with film. In advanced models. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. Snoopy .A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit.fsu.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. dirt and debris. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. Pac-Man . Oblique or Anaxial Illumination .magnet. aberration. In former years. Minnesota.

occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. Tux. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . The Rolex .Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures).Probably the best silicon artwork we have yet seen. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. Thor: God of Thunder . Starship USS Enterprise .This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit.magnet. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. often light gray or white.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. the Linux Penguin .Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. The technique is best suited for utilization with fixed. Godzilla .Coming to you from "GhostBusters". The Stay Puft Marshmallow Man . The Pepsi Generation . background.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery .edu/index. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system).fsu. This.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.Mitosis. The Chip Smurf . http://micro.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .

As a contrast-enhancing optical technique. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. In addition.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and Rheinberg illumination. http://micro. which vary from unstained cells. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. polymers. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. hairs. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . particles. and a wide variety of other specimens. Darkfield Microscopy Gallery . Confocal Microscopy Digital Image Gallery . bones.fsu. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques.magnet. fibers. Intel Play QX3 Microscope Galleries .Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. chemical crystals. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. Dinosaur Bones . polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.edu/index.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. Hoffman Modulation Contrast Gallery . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. Phase Contrast Gallery .Thin unstained.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. The DNA Gallery .The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. darkfield.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. The Phytochemical Collection .Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . Useful for observation of mineral thin sections. tissues. thin and thick sections. in this Java-powered image gallery. including tissue culture cells. brightfield. and entire organisms.

software. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. interactive Java tutorials.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . No images. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. and come in two forms: destructive and non-destructive. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory.edu/index.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. In the upcoming weeks and months. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. scripts. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. Pulsed Magnets . All Rights Reserved. graphics.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.fsu. Of these two.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. How a Compact Disc Works . Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. Last modification: Thursday. © 1995-2004 by Michael W. Silicon Zoo artwork. we will be adding more galleries. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Building A Transistor .Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. Electrophoresis .magnet. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. and shows the relative field strengths generated. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. Davidson and The Florida State University. Mar 04. nondestructive magnets are more suited towards scientific research.

fsu.magnet.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.

01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 03/10/1999 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 05/30/2003 .de/ph11e (Java 1.4) is installed on your computer. 2004-0311) www. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.walter-fendt. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.01/18/2003 12/23/1997 .01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 11/07/1998 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 11/04/1997 . Download is possible from Sun Microsystems.07/01/2003 03/24/1998 . 2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 11/02/1997 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .01/18/2003 03/25/2000 . 46 English version www.walter-fendt.4.01/18/2003 09/13/2000 . 41 applets.01/18/2003 .walter-fendt.1.de/ph14e applets.

01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 07/05/1998 .walter-fendt.01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 11/29/1997 .Java Applets on Physics (Java 1.07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 03/05/1998 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 11/23/1997 .

01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .walter-fendt.01/18/2003 Walter Fendt. 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www. March 11.11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .

microsoft.microsoft.com/windows/ie/default.htm. Please update your Favorites. http://www.microsoft.http://www.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s02. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. numa linguagem bastante simples. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. Na verdade. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. Assim. Podemos dizer. ela permanece no local em que foi colocada. que se encarregam de conduzir a eletricidade. quando esta carga é colocada num condutor.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1.1.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo.if. Como os nomes sugerem.html [13/03/2004 16:18:17] . http://www. Para o momento. Ao contrário.

A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. considerando apenas as cargas estacionárias. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.1. http://www.ufrgs.1) onde =8. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. experimentalmente. vê-se duas cargas elétricas.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. +e+ +e-e- No aplicativo acima. Podemos fazer outra simplificação.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . é uma constante muito importante no eletromagnetismo.85x10-12 C2/Nm2.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . ε0=8. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. Coulomb descobriu.if. denominada permissividade elétrica no vácuo.

ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s03. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .if.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. 2) Clique sobre uma carga e veja. 3) Fixe uma das cargas. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.1. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. o valor das coordenadas e da força. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.

Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x. . Pelo princípio da superposição.2 é a expressão gráfica do enunciado acima.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.ufrgs. e que Q1=Q2=Q=q.4 EXEMPLO 1. Tendo em conta as posições das cargas.1 Capitulo 1 . A figura 1.1 Duas cargas positivas puntiformes. Portanto. conforme figura acima. o http://www. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .3. Vamos tomar a primeira providência. q. nos pontos y=+a e y=-a. Q1 e Q2. tem-se F1=F2=kq2/r2. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado.br/tex/fis142/mod01/m_s04. são colocadas no eixo dos y. colocada no eixo dos x.if.

Tente descobrir onde está o equívoco.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .4 EXEMPLO 1.ufrgs.3. em aparente contradição com os apontamentos ao lado. obtém- se um resultado positivo. http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s04.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . .

94kq2/a2.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .1 Duas partículas igualmente carregadas.: 900 m/s2.if. Pergunta 1 q 1. 7x10-10 C. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2. Figura 1.A LEI DE COULOMB Exercicios. na figura 1. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. são largadas a partir do repouso. Pergunta 2 q 1. As cargas estão em repouso absoluto.3 http://www.3. q=2x10-6 C e a=10 cm.1.4x10-7 kg.6 Exercicios Capitulo 1 .06kq2/a2.2 Considerando.0x10-7 kg e 5. As partículas têm massas iguais a 7. 0. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas. R.: 1.br/tex/fis142/mod01/m_ex.ufrgs.

Pergunta 4 q 1. estão afastadas por uma distância d.6 Exercicios Pergunta 3 q 1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .3 Duas cargas pontuais livres. colocada entre as cargas +q e +9q. (a) Determine a posição. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. +q e +9q. a uma distância a partir do vértice. a uma distância d/4 a partir da carga +q.1.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. R. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.: Carga –9q/16. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. o módulo e o sinal da terceira carga.if. para que esta força seja igual 9x10-9 N. R. (Q-q) e q.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Pergunta 5 q 1. R.: Carga colocada na bissetriz.ufrgs.: 1Å http://www. Determine a posição. de modo que o sistema fique em equilíbrio.

6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. 1/1014. http://www.ufrgs.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.4.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .if. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . de massa m e carga q. R. mostre que Figura 1. e tenha massa igual a 3.4 Pergunta 7 q 1. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).1. para deixá-la com carga igual a +1. conforme ilustra a figura 1.11 g.br/tex/fis142/mod01/m_ex.6 Duas cargas pontuais idênticas.: 1010 elétrons.

Compare este gráfico "experimental" com um teórico. obtido com o uso da eq. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga.html [13/03/2004 16:18:32] . Apresenta-se nesta simulação. a carga líquida na distribuição é positiva. assim como a força gravitacional. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. Operacionalmente.if. são interações à distância. Faça um gráfico de E versus x. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. logo. um conceito mal compreendido. o campo é assim definido (2. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. a interação entre duas cargas. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição.br/tex/fis142/mod02/m_s01.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. desde Newton até meados do século passado. q0.1) onde a carga de prova. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. Isto é. Q1 e Q2.2.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . é tão pequena quanto possível. O valor é positivo.ufrgs. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. http://www. De acordo com o conceito de campo. quando Faraday introduziu a idéia de campo.2.1.

a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. Coloque as esferas em diferentes posições. Se tiver dúvida.br/tex/fis142/mod02/m_s02.if. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. determina-se o outro. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. Quanto maior a densidade de linhas de campo. Em cada ponto do espaço.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. e determine o sinal da carga de cada uma. maior a intensidade do campo. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. Faraday propôs o conceito de linhas de força. de modo que conhecendo-se um.ufrgs. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.1. r Em cada ponto do espaço.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. No aplicativo ao lado. http://www.

2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . a carga é máxima. "tão pequena quanto possível". Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.1. de uma extremidade à outra. utilizamos uma carga de prova. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível".if. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. Movimente o cursor. vê-se duas cargas. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga.ufrgs. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. Use o experimento que você acabou de fazer. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. http://www.br/tex/fis142/mod02/m_s02.

a uma distância r da primeira.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. q0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .1). separadas por uma distância d.ufrgs. eq.br/tex/fis142/mod02/m_s03. e uma carga de prova.if. tem-se (2.1 http://www.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. Figura 2. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.2. pela definição de campo. q.2) Portanto.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . (2.

analise as forças sobre as cargas. (2.2.br/tex/fis142/mod02/m_s03. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. x»d. Use a eq. Ambas têm o mesmo valor.3) e mostre que o campo do dipolo. é negativa. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo.4). Teta = 0 Ey = +1 E(.if. coloque teta=0. além disso. num ponto da sua mediatriz.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. E=+1 e Q=1 C. sobre um dipolo elétrico. Para facilitar a tarefa. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. Inicialmente. e a vermelha. A carga pode assumir qualquer valor. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. mas pode ter o sentido + ou . Tente explicar o movimento. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. como deve ser no caso de um dipolo. seu módulo pode assumir qualquer valor.= abaixo. A carga verde é positiva. é dado por (2.ufrgs. e leve em conta http://www. O campo elétrico é sempre na direção y. representado pelas linhas de força verticais (verdes).

html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .br/tex/fis142/mod02/m_s03. E e Q.ufrgs.if. http://www. Examine o movimento do dipolo. analise o movimento para diferentes valores de teta. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio".4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.2. passo a passo. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". Depois.

1 Capitulo 2. A direção do campo é vertical.html [13/03/2004 16:18:43] .2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. Figura 2.2. determine o valor do campo elétrico. e seu sentido é para cima. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas.2.4 EXEMPLO 2.br/tex/fis142/mod02/m_s04. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.if.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. e tangencia a borda da placa inferior ao sair. Ao invés da aceleração da gravidade.ufrgs. tem-se a aceleração a=eE/m.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). g. Ao invés do peso. conclui-se que http://www.

2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.0 µC.: 2.: 2. R. Ignorando o efeito da gravidade.6 Exercicios Capitulo 2 . Pergunta 3 q 2.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_ex. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. Pergunta 1 q 2.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . R.1.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.if.3 Na figura 2. Determine o módulo e o sinal da carga Q.1 Um elétron é solto a partir do repouso. http://www. calcule a aceleração do elétron. de baixo para cima.: 8.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.1x10-7 N/C. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.

06x10-15 N. considerando que 300 Å>>d. Pergunta 5 q 2.if. R. http://www. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.4 Duas cargas. são fixas e separadas por uma distância d.4.: 1.3 Pergunta 4 q 2.1. vale .ufrgs. do ponto médio entre elas.br/tex/fis142/mod02/m_ex. –3q e +q.36d. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. R.6 Considere positivas as cargas na figura 2. a uma distância de 300 Å do seu centro.6 Exercicios Figura 2. distando x (x>>d). Pergunta 6 q 2.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. à direita da carga +q.m.: 1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .

determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.if.: 4. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .1.br/tex/fis142/mod02/m_ex. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s.5 Pergunta 8 q 2. com velocidade 5x105 m/s.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2. R. o próton atinge a placa superior.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. E=3x104 N/C.1 Pergunta 7 q 2. Despreze o efeito da gravidade. d=2 cm e L=15 cm.ufrgs. O ponto do choque dista 1. Considerando θ=30o. ou saia da região sem atingi-las.8 Na figura 2.6 Exercicios Figura 2.99 cm do início da placa.6x10-8 s depois de lançado. Figura 2.5.

ufrgs. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.if.1. (b)θ aprox.:(a) 7x10-23 m.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . (c)4. em relação ao eixo.9x10-22 Figura 2. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.6 http://www. igual a zero!. abaixo do eixo.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.br/tex/fis142/mod02/m_ex.

cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. em determinado intervalo de tempo. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. Podemos melhorar a definição. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. Numa primeira abordagem. e tem pouco valor operacional. Quanto maior o número de carros por minuto. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. já introduzimos o conceito de fluxo. maior o fluxo. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .ufrgs.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. Da mesma forma. Portanto. Qualquer que seja o caso. Pronto. http://www. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. A esta área associamos um vetor . e nem sempre esta é perpendicular ao campo.3.br/tex/fis142/mod03/m_s01.

1) Assim.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.br/tex/fis142/mod03/m_s01. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.2) No caso de uma superfície fechada. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.3.if. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.3) http://www.

Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. Simetria cilíndrica ou axial.br/tex/fis142/mod03/m_s02. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Todavia. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. com campo uniforme.ufrgs.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. também denominada superfície Gaussiana.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . A lei de Gauss estabelece que (3. ou não. fechada. envolvendo esta carga. e para qualquer tipo de superfície fechada.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. um plano finito pode ser considerado infinito.if. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. Por exemplo. Isto é. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. Imagine uma superfície qualquer.3.

Distribuição esférica de cargas. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. Observe que a lei de Gauss. expressa na eq. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias.ufrgs. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Cargas distribuídas num cilindro infinito. próximas umas das outras.if. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. ou axial. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. 3. Então. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. para medir fluxo elétrico. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho.4.3. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. quando usamos um desses detetores. Quanto maior o detetor.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .br/tex/fis142/mod03/m_s02.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Se o fluxo for positivo (negativo). Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. mais carga ele vai englobar. é porque a carga é positiva (negativa). De modo análogo ao caso anterior. o valor medido é proporcional à carga englobada. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. http://www. Então.

3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.3.if.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .br/tex/fis142/mod03/m_s02. http://www.

if.. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.br/tex/fis142/mod03/m_s03.Lei de Coulomb. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria . http://www. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema.html [13/03/2004 16:18:55] ...4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 . Portanto.ufrgs. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . Então.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB..3. quer seja realizado através de uma ou outra lei.

http://www.3.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. Isto é. Mais do que isso.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .ufrgs. Portanto. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. Portanto. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. 4πr2.5) é igual à expressão (2.if. tendo em conta que E é constante. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. é dado por (3. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera.5) Como era de se esperar. obtida com o uso da lei de Coulomb. o campo deve ser normal a esta esfera.html [13/03/2004 16:18:58] . a uma distância r. o campo de uma carga puntiforme. q. o produto escalar será simplesmente EdS. Então.br/tex/fis142/mod03/m_s04.3). a expressão (3.

em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss.3. Em ambos os casos. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. Isto é. r http://www.if.Quando o material é nãocondutor. A carga não se distribui como no caso do condutor. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. convém distinguir algumas situações.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor.br/tex/fis142/mod03/m_s05. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. Portanto. Em primeiro lugar. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. r Material condutor . grosso modo.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . Portanto. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica.ufrgs. Material dielétrico . ela fica onde a colocamos.html [13/03/2004 16:18:59] .A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. a situação é bem diferente. dependendo do material o tratamento será bem diferente.

O campo é igual ao de uma carga puntiforme. (3.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .html [13/03/2004 16:19:01] . Portanto.ufrgs. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s06. para pontos externos. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. dado na eq. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. qualquer que seja o objeto. o campo interno sempre será nulo. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. pouco importa se temos uma esfera maciça.3. oca ou se temos uma simples casca esférica.r>R. uma esfera condutora de raio R comporta-se.5).if.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas.

A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. uma esfera condutora de raio R comporta-se.br/tex/fis142/mod03/m_s07. dada em C/m3. (3. Q. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. Isto é. a densidade ρ. Q=4πR3ρ/3. resultando (3.r>R. conhecermos a densidade. isto é.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . na qual a densidade variasse com a distância ao centro. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. for conhecida. ρ. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. Se conhecemos a densidade de carga.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. basta colocá-la no lugar de q. O campo no interior da esfera será dado por http://www. é constante.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. r Região I .if. para pontos externos. Se ao invés disso.5). Se a carga total.6) Portanto. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.ufrgs. r Região II .3. a carga no interior do volume 4πr3/3.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . teremos Q=4πρr3/3.

ufrgs. em função do raio. http://www.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . é representada na figura abaixo.7) O variação do campo.br/tex/fis142/mod03/m_s07.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.3.

na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.if.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. transformando-se numa soma de integrais de superfície.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Isto é. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. dada em C/m3. Na superfície lateral.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .3. é constante. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado.ufrgs. o campo é http://www. a densidade ρ. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. Em qualquer ponto das bases. Isto é.

a uma distância r do eixo da distribuição.r>R.3. Portanto. é dado por http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s08. o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto.ufrgs.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. Portanto. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. uma esfera condutora de raio R comporta-se.if. para pontos externos.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

com densidade uniforme +σ.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. de modo que o produto http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s09. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.ufrgs. Portanto. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.3.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.if. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .

br/tex/fis142/mod03/m_s09.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .9) http://www. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.ufrgs. resultando (3.3. E é constante e paralelo a dS. tanto na base1. quanto na base2. Por outro lado.

Pergunta 2 q 3. com densidade linear http://www.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.A LEI DE GAUSS Exercicios. Calcule o fluxo de E através da rede.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b. perpendicular ao campo. R.3.ufrgs. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Calcule a densidade linear de carga.1.3 A figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.11 Exercicios Capitulo 3 . Pergunta 1 q 3.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. como ilustra a figura 3. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.if.

contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. apontando de fora para o centro do cilindro. apontando do centro do cilindro para fora.11 Exercicios λ. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr). de comprimento L.4 A figura 3. (c)idem ao ítem (a).if.3 mostra um cilindro condutor muito longo. http://www. (b)-q em cada superfície.3. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. contendo uma carga –2q. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. também condutora e de comprimento L.2 Pergunta 4 q 3.

R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .4 mostra uma esfera com massa m e carga q. de raio R. contém uma carga uniformemente distribuída.br/tex/fis142/mod03/m_ex. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.11 Exercicios Figura 3.ufrgs.3. Pergunta 6 q 3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R).if. σ.5 Um cilindro infinitamente longo.3 Pergunta 5 q 3. Calcule a densidade superficial de carga da placa. com densidade ρ.6 A figura 3.

5 http://www.3.4 Pergunta 7 q 3.7 A figura 3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . R: E=0 fora do capacitor. E=σ/ε0 no interior do capacitor.if. (c) na região à direita das placas.11 Exercicios Figura 3. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.ufrgs.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Figura 3. (b) na região entre as placas.

apontando para fora. http://www. (b)E=q/(4πε0r2). (c) rb<r<rc. R: (a)E=0.ufrgs. (b) ra<r<rb. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q.9 A figura 3. (d) r>rc. com carga +q.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. (b)E=(1/4πε0r2)(qa).11 Exercicios Pergunta 8 q 3. apontando para o centro da esfera. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. R: (a)E=0. (d)E=q/(4πε0r2).br/tex/fis142/mod03/m_ex. (b) ra<r<rb.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .6 mostra uma esfera condutora de raio ra. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.if. (c) r>rb.3. Concêntrica com esta casca. (c)E=0.

11 Exercicios Figura 3.if.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.6 http://www.

Assim. conclui-se que W = . Mais importante do que isso. esse tipo de força.ufrgs. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. e vice-versa. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.∆U (4. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.if. Já sabemos que dada uma força central. em movimento oscilatório.4. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico.br/tex/fis142/mod04/m_s01. é dado pela integral de linha http://www.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. conhecida como força central. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. ∆U+∆K=0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 .

Por exemplo. a menos que se diga o contrário. Para ilustrar.br/tex/fis142/mod04/m_s01. no caso do potencial gravitacional. uma "origem".2) onde F é a força que atua sobre o objeto.Ui = -Wif (4.2) não depende do caminho.4.3) Este resultado é absolutamente geral. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. e sempre aponta de i para f. depende apenas dos pontos iniciais e finais. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. sempre tem-se diferença de energia potencial.1) de outra forma: Uf .2 ENERGIA POTENCIAL (4. Figura 4. (4.if. arbitrariamente. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. jamais energia potencial absoluta.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .ufrgs.1 Vamos escrever a eq. Isso implica na possibilidade de se definir. vejamos o caso de uma força uniforme. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. usase http://www.

4.ufrgs.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s01. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado. criadora de um campo.if. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. dada uma configuração de cargas.

5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. assim definido http://www.if. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. É por isso que na Do que foi discutido acima. é mais conveniente trabalhar com o potencial.4. (4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.html [13/03/2004 16:19:33] .ufrgs.4) Volt (V).3 POTENCIAL Capitulo 4 . potencial entre dois pontos "i" e "f".br/tex/fis142/mod04/m_s02. a unidade de potencial é o (4.

POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.5).2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.4.6) Figura 4. e E é dado pela expressão (3. a uma distância r da carga q.if. mostra-se facilmente que (4.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .ufrgs.html [13/03/2004 16:19:36] .5).br/tex/fis142/mod04/m_s03. Como dl=-dr'. é de acordo com (4. V?=0.

Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer.4)]. Usando esta expressão para o caso do dipolo. Qualquer que seja o caso. isto é. é bastante complicado. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. Se r » d.br/tex/fis142/mod04/m_s04.if.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. também muito distante.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. tem-se http://www. fora dessas duas direções privilegiadas. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . Através de um cálculo similar. (2.ufrgs. Já o cálculo num ponto qualquer.4.

obtém-se (4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .3 http://www.7) Figura 4.ufrgs.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.if.

adquire energia igual 1. http://www. Essa energia é conhecida como o elétron volt.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. ela adquire a energia de 2000 eV.br/tex/fis142/mod04/m_s05.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. em energia cinética. a energia potencial vai transformar-se. A primeira simulação mostra um campo uniforme. Se a carga tiver liberdade para se movimentar.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .4. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. é acelerada por um potencial de V volt.if.ufrgs. pelo princípio da conservação de energia. q=Ne.6x10-19 J. com carga múltipla da carga do elétron. ela adquire uma energia igual a NV eV. 1 eV = 1. Um elétron (q=1. Trata-se de uma superfície.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. Por exemplo.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . Nas simulações a seguir. ela adquirirá uma energia potencial U.

br/tex/fis142/mod04/m_s05.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Com os dados obtidos nesta simulação.ufrgs. à esquerda).3 e 4.4.02. Explique.4 e demonstre que isso é verdade. Inicialmente. com intervalo de tempo igual a 0. Ao clicar no botão iniciar. este movimento.y) no interior da moldura. O movimento pode ser interrompido. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Ela inicia com V=0. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. à esquerda. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. Observe o movimento da carga.y) da carga. Arraste-a com o mouse.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . coloque x=0 e y=2. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. esta carga será submetida ao campo do dipolo. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. embaixo. clicando em "pausa". Pode avançar ou retroceder. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. na barra amarela. e a sua velocidade. qualitativamente.if. e observe o movimento de ida e volta da carga. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. lê-se a posição (x. Use as equações 4. passo a passo. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo.

4.br/tex/fis142/mod04/m_s05.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .if.ufrgs.

7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . a partir do potencial. Como o potencial só tem uma variável. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.5).8) Portanto.4.html [13/03/2004 16:19:47] . o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial.ufrgs. Como exemplo. segue-se que http://www.if. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4.br/tex/fis142/mod04/m_s06.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4.

94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron. zero Figura 4. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB . (b) VC – VA.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .46 Volts. (c) VC – VB? R.5. o campo realiza 3.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .if. Pergunta 1 q 4.46 Volts.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.br/tex/fis142/mod04/m_ex.VA.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.1 No movimento de A para B (figura 4.ufrgs. 2.: 2.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.4 Pergunta 2 q 4.

(b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R.7 EXERCÍCIOS 0. carregado positiva e uniformemente.3 Duas grandes placas condutoras. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.br/tex/fis142/mod04/m_ex.85 mm Pergunta 3 q 4. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (b) Construa.44 x 104 N/C. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. 2928 Volts Pergunta 4 q 4.10 µC/m2. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. http://www.if. no mesmo diagrama. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. em função de x.: 2. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. é colocado no plano yz.ufrgs.5 Um anel de raio R. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.5.9 x 10-15 N.: 8.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .

html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .br/tex/fis142/mod04/m_ex.if. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.ufrgs.5.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.

2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . mas sem erro. ou.if. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). campo elétrico e potencial elétrico. de forma simples. Quando uma corrente passa por essa bobina. Portanto.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. tem a capacidade de acumular energia elétrica. iniciando pelas aplicações mais simples.br/tex/fis142/mod05/m_s01. mas é interessante. Quando colocado num circuito. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. mais adiante.5. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. Indutor (L). dito de outra forma. já neste capítulo. Veremos. cria-se no seu interior um campo magnético. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. Podemos dizer. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários.ufrgs. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Nesse processo. Capacitor (C).

br/tex/fis142/mod05/m_s01. http://www. LC e RLC.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. Portanto. num circuito contendo esses três componentes. enquanto o terceiro desperdiça.if. RL. dois deles conservam energia. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.5.

if. Q = CV (5.1) A constante de proporcionalidade.html [13/03/2004 16:20:06] . conforme veremos a seguir. No sistema SI. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.5.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . http://www. 1 F = 1 Coulomb/Volt.br/tex/fis142/mod05/m_s02. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga. a unidade de capacitância é o Farad. C.ufrgs.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . porque estamos desprezando os efeitos de borda. como são na realidade.ufrgs. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. Por outro lado. Figura 5. Mesmo que elas sejam finitas.if. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www.1. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.2b Vejamos como calcular a capacitância. enquanto na figura 5. vamos supor que as placas sejam planos infinitos. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.br/tex/fis142/mod05/m_s03.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. para o caso do capacitor de placas paralelas. e para simplificar os cálculos. A figura 5.2(a) representa a situação real.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.5.2a Figura 5.2.1 Figura 5. Podemos resumir essa situação. Na figura 5. Para todos os efeitos práticos.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .

Portanto. ou. Vejamos mais dois exemplos. ε0. Portanto. σ. o campo entre as placas será E = σ/ε0. onde A é a área da placa (não há inconsistência.if. e das dimensões do capacitor.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. como uma aproximação). Da relação (5. E=q/Aε0. Para qualquer capacitor. e de propriedades geométricas. Q = CV.2) A relação (5. obtém-se EAε0 = CEd. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. A densidade de carga.br/tex/fis142/mod05/m_s03.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . Esse tipo de resultado é geral. de onde se obtém q = EAε0.1). é dada por q/A. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo.5.ufrgs. http://www. a constante dielétrica no vácuo. C = ε0A/d (5.

5. e raios a e b.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . O cilindro interno está carregado com carga +q. Para calcular a capacitância.br/tex/fis142/mod05/m_s04.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .3).3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.ufrgs. Da relação (4.if. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.4) Substituindo (5. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. enquanto o externo está carregado com carga –q.4) em (5. obtém-se Portanto.5).CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. temos que: (5. cujo resultado é (5.

5 CAPACITOR CILINDRICO (5.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s04.3 http://www.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .5) Figura 5.5.

br/tex/fis142/mod05/m_s05.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .ufrgs.html [13/03/2004 16:21:46] .5.if.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.6) http://www. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.

tem-se: http://www. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Pela equação (5.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. dado pelo pólo positivo da baterial.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . V1=V2=V.7b) A carga. para o caso de dois capacitores. Portanto. Q. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.br/tex/fis142/mod05/m_s06. associados de diferentes maneiras. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. i.7b). A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. Da mesma forma. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. as placas Figura 5. Na ilustração. Assim.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 .7a) e (5. fornecida pela bateria.4. na proporção de suas capacidades.7a) (5.1). obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5.if. Veremos agora como tratar a associação de capacitores.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral.5.ufrgs. as diferenças de potencial são iguais.. Substituindo (5.e. Q=Q1+Q2. é distribuída entre os capacitores.

9) http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s06.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. Então.ufrgs. Portanto. (5. então os potenciais também serão diferentes. se as cargas são iguais.8) No caso da associação em série (Figura 5. com ‘n’ capacitores.if.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.5. (5. mas as capacitâncias são diferentes. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.5).

dielétrico . o título desta seção pode causar alguma confusão. a carga acumulada permanecerá constante. em condições normais. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday.br/tex/fis142/mod05/m_s07. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.5.6a http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. por volta de 1837. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. ao invés do ar. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor.if. O dielétrico entre as placas é o ar. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. Portanto. porque sendo o ar. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. segue-se que o capacitor está isolado. Na Figura 5.ufrgs.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Figura 5. pelo menos para efeitos práticos.

provocando a diminuição do potencial. isso implica no aumento de Q. como no caso da experiência anterior.6(b). C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. dada pela ddp da bateria.if. O campo efetivo entre as placas diminuirá. como ilustrado na Figura 5.1). em relação à capacitância do capacitor com ar. (5.7b Figura 5.7c http://www. Q=CV.00054.7a Figura 5. (5.br/tex/fis142/mod05/m_s07.1). k=1. Para o vácuo.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. é constante. Então. e para o ar. implica que a capacitância deve aumentar. de modo que a diferença de potencial entre as placas. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. conclui-se que C deve aumentar.5. Figura 5. A eq. Pelo que sabemos. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Nesta experiência.ufrgs. Como a baterial fornece uma ddp constante. k=1.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. Da eq.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial.

5.if.ufrgs.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s07.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .

Temos quatro dielétricos diferentes.5. http://www.if. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. quatro possibilidades de áreas das placas. com capacitância C. e quatro distâncias entre elas. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. contenha uma certa carga q.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . e cheque o resultado. Como já vimos.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. é necessário realizar um trabalho. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra. (5. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.html [13/03/2004 16:22:58] .br/tex/fis142/mod05/m_s08.ufrgs. Suponha que um capacitor.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

br/tex/fis142/mod05/m_ex. Pergunta 6 q 5.if. antes da eq. interno. com densidade linear λ. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. sólido.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .5). (5. de raio Ra.5. http://www. suportado por discos isolantes.ufrgs. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.

ufrgs. A rede cristalina forma obstáculos. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores.if. ou quase estáticas.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. onde são indicados o http://www. em regime estacionário.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. como no caso dos capacitores. de modo que o movimento dos elétrons. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. e em diversos ambientes.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. Microscopicamente. quando visto microscopicamente.6. parece caótico. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. algumas vezes retroativamente. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . seu movimento é desviado. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. isso foi feito para facilitar o raciocínio. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.1. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos.

mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema.1 estão constantemente mudando de lugar. a temperatura é um dos mais importantes. onde a temperatura é absolutamente nula. que ilustra uma situação desordenada. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. Figura 6.1. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag.1 deixa de existir na Figura 6. como o indicado pela seta . As esferas http://www.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. no final das contas ela vai andar para a frente.ufrgs. Na Figura 6. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. na Figura 6.if. Neste caso. Veja que o canal que existia na Figura 6.2. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. isso representa uma situação irreal.1 eles estão fixos.br/tex/fis142/mod06/m_s01. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.6. Este aplicativo simula a situação descrita acima. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.2 . de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.

Aumente o valor da corrente. o cursor da barra abaixo da modura.if. deslocando para a direita.ufrgs. Para observar com mais precisão.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.6. http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s01. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . use uma corrente baixa.

Isto é.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. Do ponto de vista microscópico.if. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.if.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s02. por unidade de tempo. Seja um segmento de condutor. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. esta é a densidade de portadores do material. como ilustrado na Figura 6. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. Portanto. (6.http://www.ufrgs. L.3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . (6.html Capítulo 6 . Vamos deduzi-la.br/tex/fis142/mod06/m_s02. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs. http://www.ufrgs. obtém-se J = neVd (6.3.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva. Da definição de corrente.http://www.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.if.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .

denominada resistência. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). Cada uma tem uma contrapartida microscópica. V. para o segmento L da Figura 6.if. R. ρ. E e J são uniformes.3.br/tex/fis142/mod06/m_s03.6) No regime estacionário. conforme discussão qualitativa acima. uma corrente. de tal modo que a relação (6.4) será satisfeita. i J.6.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). são todos representados por uma propriedade mensurável. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . i.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. circulará. e definida pela relação R = V/i (6.4) é V = Ri (6. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade.4) Essa definição significa que.5) As grandezas relacionadas em (6. entre os extremos de um resistor. de modo que. V E.4 RESISTÊNCIA. http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico.ufrgs. e a relação microscópica correspondente a (6.5) é E = ρJ (6. A forma mais conhecida de (6. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp).

html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . com velocidade de deriva. E. A constante de proporcionalidade.3). e inversamente proporcional à sua seção reta.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. respectivamente.6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material. obtém-se http://www.4).4 RESISTÊNCIA.if. cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. ρ.7) A relação (6. é proporcionado pelo campo elétrico.br/tex/fis142/mod06/m_s03. O movimento eletrônico estacionário. obtém-se (6. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. a carga e a massa do elétron. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões.ufrgs.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. de tal modo que em média. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ.

br/tex/fis142/mod06/m_s03.ufrgs.9) http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .6) chega-se à relação (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.6.4 RESISTÊNCIA.if. com o uso de (6.

equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Se o valor superar.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . Na parte de cima do painel verde. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Explique o que acontece. tem-se um voltímetro. ditos materiais ôhmicos. Coloque U=10. Na verdade. Em paralelo com o resistor.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. Explique o que acontece. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. V = Ri (6. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. tem-se um amperímetro. Vmax>10 V e Imax= 1A. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.10 A). (6.6.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar.ufrgs. Em série com o resistor.if. Fixe um determinado valor da voltagem. variável). ou voltagem.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. que a lei de Ohm é expressa pela eq.br/tex/fis142/mod06/m_s04.5). há uma escala para o voltímetro (1 .5 LEI DE OHM Capítulo 6 . equivocadamente. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. eles podem "queimar".

br/tex/fis142/mod06/m_s04.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .5 LEI DE OHM medida.6. http://www.if.

& POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. A energia assim transferida.11). quando ele é atravessado por uma corrente. Na seguinte demostração.6. isto significa produzir fluxo de elétrons.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . que dá a potência dissipada num resistor. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. a potência é dada por (6. uma bateria. no caso mais simples. Isso é feito às custas da energia de uma fonte.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA.11) Figura 6. & POTÊNCIA Capítulo 6 . chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. podemos mudar o valor de V e R.4. no condutor da Figura 6. no caso mais geral de metais condutores.10) Fazendo uso da relação (6. i.if. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. Se uma carga dq é transportada de A para B. R. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. manifesta-se sob a forma de calor no resistor.5).6 ENERGIA.4 A expressão (6. é também conhecida como potência Joule.br/tex/fis142/mod06/m_s05.

& POTÊNCIA http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s05.6.ufrgs.6 ENERGIA.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .if.

7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.br/tex/fis142/mod06/m_s06.metro recíproca (Ω.metro(Ω.6.html [13/03/2004 16:23:43] .if.m)-1 http://www.m) Condutividade Ohm.ufrgs.

http://www.88 A.if.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. este se ioniza. a corrente será i = 5. em cada segundo.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.html [13/03/2004 16:23:45] . a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5x1018x1.6.ufrgs. Portanto. 4x1018 elétrons e 1. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.br/tex/fis142/mod06/m_s07.6x10-19 = 0.8 EXEMPLO Capítulo 6 .

4 x 1018 elétrons e 1. em cada segundo. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.7x10-6 m/s.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 . este se ioniza.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_ex.8 x 1028 elétrons livres por m3.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0. Pergunta 2 q 6. Pergunta 3 q 6. A prata contém 5.if.5. (b)2.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 6.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .88 A. (b)O sentido do movimentos dos prótons.

marca 1.ufrgs. onde i é dada em ampères e t em segundos. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior.if.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4.52 V.53 Ω. Quando se fecha a chave.52 V.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .67 A.5. Pergunta 4 q 6. o voltímetro V.5. R:1. Figura 6.34 C. mas seu diâmetro é o dobro. 0.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6. (b)9.37 V e o amperímetro A lê 1.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b)120. Qual é a sua resitência? R:(a)1. a leitura do voltímetro cai para 1.5 http://www.5 Enquanto a chave S estiver aberta. Determine a fem e a resistência interna da pilha.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603.5 A. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.1 Ω.8 x 10-8 Ωm.

quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. (iii) ddp e resistência. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0.22 A. (b)10 V.ufrgs. (ii) resistência e corrente. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. Pergunta 8 q 6. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. Pergunta 9 http://www.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. (b) 90 Ω.5 V. Pergunta 7 q 6. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8.5. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.5 Ω. a ddp torna-se 11 V. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.if.br/tex/fis142/mod06/m_ex.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .0 A.

(b)4 W.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.ufrgs.11 EXERCÍCIOS q 6.6.6 http://www. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo. R:(a)24 W.if.9 No circuito da figura 6. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.5. (c)20 W Figura 6.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .

como ilustrado na Figura 7.1 http://www.1.7.br/tex/fis142/mod07/m_s01. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. Figura 7. na realidade.html [13/03/2004 16:23:51] .1. fem e resistências.if. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. Na Figura 7. incluindo vários componentes elétricos. o ponto A é um nó. Entende-se por malha. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito.1. unindo a malha da esquerda à malha da direita.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .ufrgs. um circuito fechado. Chama-se “queda de potencial”. no caso mais simples. Entende-se por nó. por exemplo. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. entre A e B ou entre A e C. na Figura 7.

2b http://www. Vejamos. nas regras seguintes. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. Neste caso.2a Σ ∆V = 0 Figura7. Se a corrente convencional.2b). vai de ‘a’ para ‘b’.br/tex/fis142/mod07/m_s02.7. Vb<Va. indicada pela seta .Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. Figura 7. pois os pontos inicial e o final são os mesmos. a queda de potencial é positiva (Figura 7. logo ∆V= Vb – Va. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. Logo.if.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 .2a).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . e ∆V = .CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. a queda de potencial é negativa (Figura 7. como cada queda de potencial é usada nesse somatório.ufrgs.

ufrgs.7. Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo. Figura 7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.2d). a queda de potencial é negativa (Figura 7.2c).if. a queda de potencial é positiva (Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .2d http://www.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

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7.6 EXEMPLO 7.1 Na figura.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .br/tex/fis142/mod07/m_s05.ufrgs. foram arbitrariamente escolhidas http://www. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.if. as direções das correntes.

Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . o capacitor está descarregado.7.if. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria. Inicialmente. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.ufrgs. Figura 7.3 mostra um circuito RC série.

ela só atingirá seu valor final. Quando t=RC. Figura 7.if. (7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.. obtém-se (7. a http://www.ex.2) A eq.4) tem uma componente exponencial. Pela conservação de energia. t=10RC)). τ=RC. Levando em conta que . a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo.3) obtém-se (7.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. num tempo infinito. de modo que. εC.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.7. denominado constante de tempo capacitiva.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. A partir de (7. rigorosamente.

Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. q(t) = εCe-t/RC (7.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’.5 Figura 7.ufrgs.6) Figura 7. (7.if.2) obtém-se (7. capacitor e resistor. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. Colocando-se ε=0 na eq. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. http://www. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.

7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.7.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if.br/tex/fis142/mod07/m_s06.ufrgs.

1 Três resistores iguais são ligados em série.7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . (b)14 V.7 Pergunta 3 http://www. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. Pergunta 1 q 7.7. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.if. Figura 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.br/tex/fis142/mod07/m_ex. a potência total consumida é de 10 W.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.ufrgs. Pergunta 2 q 7.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .8 Pergunta 4 q 7.9.9 Pergunta 5 q 7. na figura 7. ε=100 V.7. ε2=7 V. R:(a)Vab=0.7 EXERCÍCIOS q 7.22 V.if.5 Considere.ufrgs.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. Figura 7. C=2 µF. A chave http://www.3. calcule a corrente na bateria de 12 V.466 A. (b)0.br/tex/fis142/mod07/m_ex. R=10 MΩ.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. R:ε1=18 V. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. Vab=13 V Figura 7. O capacitor está inicialmente descarregado.

0997 J.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.if.br/tex/fis142/mod07/m_ex.ufrgs. q(t). (a) Construa gráficos para i(t).7. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.605 RC http://www. Pergunta 6 q 7.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .

Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. B. dada por F = qvxB (8. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético.ufrgs. qual a fonte de criação. q. trata-se do campo de um ímã permanente. Do ponto de vista formal.O CAMPO MAGNÉTICO. para o momento. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www.8. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. o que importa é que dado um campo magnético.1) onde v é a velocidade da carga. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. este exerce uma força sobre uma carga. Por outro lado. Não importa.br/tex/fis142/mod08/m_s01.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . ocorrida na cidade de Magnésia. em movimento. por volta do ano 121 DC. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.if. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno.

e um campo magnético.2) A força expressa em (8. em que temos um campo elétrico. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . No caso geral. E. http://www.if.2) é conhecida como força de Lorentz.8.ufrgs. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.br/tex/fis142/mod08/m_s01.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . E. conforme esquematizado na figura 8.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. Joseph John Thomson (18561940).1.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. (8.br/tex/fis142/mod08/m_s02.ufrgs. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. Controlando-se os parâmetros externos. Figura 8.1 Pela eq.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.if. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.8. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. descobriu o elétron em 1897. obtém-se http://www. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. B e v. tal que Das expressões acima.

de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. isto é.ufrgs.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta. http://www.if.3) A razão entre a carga e a massa do elétron.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.8.br/tex/fis142/mod08/m_s02. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.

2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.br/tex/fis142/mod08/m_s03. e cargas positivas na face superior. conforme indicado na figura 8. funciona como um capacitor de placas paralelas.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. no sentido de cima para baixo. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.O CAMPO MAGNÉTICO. como veremos. Figura 8.ufrgs. qEH = qvB http://www.8. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética.2. Com o tempo. A figura 8.if. é extremamente útil na indústria microeletrônica. O EFEITO HALL A expressão (8.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. O excesso de cargas positivas e negativas. cargas negativas acumulam-se na face inferior.

obtém-se Por outro lado. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. obtémse (8. a eq.br/tex/fis142/mod08/m_s03. J=nqv.if. J=i/A.4 O EFEITO HALL Usando a eq.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .4) fornece o valor da densidade de portadores. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. (6.8. Em primeiro lugar.3). (8. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. http://www. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. e a definição da densidade de corrente. EH = VH/d. Em segundo lugar.

O CAMPO MAGNÉTICO. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. e outra perpendicular.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.5b) http://www.8. Como se vê a força centrípeta.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . que proporciona o movimento circular. de massa m e carga q.ufrgs. Isto é.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. a força será nula. resultando num movimento retilíneo uniforme. é igual à força magnética. Por outro lado.3. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. o movimento de uma partícula. (8. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.3 Assim. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8.5a) Da relação v=ωr. numa região do espaço onde existe um campo magnético. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B.br/tex/fis142/mod08/m_s04. Figura 8. Portanto.

5d) (8.ufrgs.5c) http://www.if.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.br/tex/fis142/mod08/m_s04. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .

FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 .if. logo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . temos que a força sobre um elétron será Portanto.br/tex/fis142/mod08/m_s05. Vejamos como calcular esta força. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. A partir desses resultados. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).O CAMPO MAGNÉTICO. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.ufrgs.

6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.ufrgs. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente. http://www. a força aponta para baixo.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.4. Use a equação 8.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. No caso da Figura 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .if.br/tex/fis142/mod08/m_s05. Figura 8.

br/tex/fis142/mod08/m_s06. conforme ilustra a figura 8. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.if. Para melhor analisar esse torque.6.ufrgs. De acordo com a eq. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.ufrgs.5 sob outra perspectiva.if. de lados a e b.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .br/tex/fis142/mod08/m_s06. na direção indicada.O CAMPO MAGNÉTICO. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.http://www. (8. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8. vejamos a figura 8. Figura 8.6 http://www.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). percorrida por uma corrente i.5 mostra-se uma espira retangular.6).html Capítulo 8 .

if. com N espiras. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. define-se µ=NiA.html O torque será Substituindo F1=iaB. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .ufrgs. Da mesma forma.http://www.ufrgs.if.7) http://www. será (8. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. τ=NiABsenθ Para uma espira. A=ab e cos θ=senθ. para uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral.ufrgs. 534): O campo magnético. tal como o campo elétrico. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.br/tex/fis142/mod08/m_s07. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. 3. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. p. Portanto. Para avaliarmos esse nível de complexidade. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. mas causa o mistério colocado na definição acima.O CAMPO MAGNÉTICO. ao qual associamos o símbolo B. 1a edição. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol.8 UNIDADES Capítulo 8 . No capítulo 41. . e mais ainda no caso especial do magnetismo. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto.8. mantém o http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização.if. r H está relacionado com a corrente que o produz. na prática. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.

sua unidade é o Gauss (G).ufrgs.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. Por outro lado. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.if.8.br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. enquanto no sistema CGS. a unidade de B é o Tesla (T). No sistema SI. http://www. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe).

a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.br/tex/fis142/mod08/m_s08. de modo que facilmente obtém-se http://www.7 tocar no anteparo. conforme a eq. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. EXEMPLO 8.9 EXEMPLO 8.8. perpendicularmente dirigido para fora do papel. a partícula terá adquirido velocidade v. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. (8. uma partícula de massa m e carga +q. Dito de outra forma. a partícula estará sujeita à força magnética. a uma distância x do ponto de entrada. Esta força será igualada à força centrípeta. até Figura 8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .1). Como esquematizado na Figura 8. Antes de penetrar na região do campo magnético.1 Capítulo 8 .if.7.

http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s08.ufrgs. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado.1 Portanto. Ao invés de m. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8. x. medindo-se a distância do impacto.8.9 EXEMPLO 8. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.if. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .1. B e V. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. pode-se calcular a massa da partícula.

2 T paralelo ao eixo x.8. Figura 8. atuam forças iguais 0.br/tex/fis142/mod08/m_s09.2 A espira retangular da Figura 8. Sobre os lados de 8 cm. de modo que ela seja mantida na posição indicada.16 N. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.html [13/03/2004 16:24:36] . com torque anti-horário. se uma força igual a 0.16cos(30).ufrgs.2 Capítulo 8 . Sobre os lados de 6 cm. Portanto.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. calcule as forças e o torque sobre a espira. a espira permanecerá na posição indicada. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira.9 http://www. atuam forças F=0.10 EXEMPLO 8. orientadas de acordo com a Figura 8. e a inferior orientada na direção –x.if. sendo a superior orientada na direção x.8 Figura 8. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado.O CAMPO MAGNÉTICO.9. EXEMPLO 8.12 N.

2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.68 x 10-27 kg. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.10 tem uma velocidade v0=107 m/s. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .ufrgs.if.7x103.10 Pergunta 2 q 8.14x10-3 T.br/tex/fis142/mod08/m_ex. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . http://www. perpendicular e entrando no plano da folha. Figura 8. com a mesma velocidade tangencial.1 Um elétron no ponto A da figura 8. R:fe/fα=3. A massa da partícula α é 6. R:(a) 1.O CAMPO MAGNÉTICO. (b)15. Pergunta 1 q 8.8. EXERCÍCIOS.68 ns.

ufrgs.484 m.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .5 A figura 8.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.16 x 10-23 g.44 x 1027 elétrons/m3. Pergunta 5 q 8. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0.29x10-3 m.4 T. (c)0. ambos normais entre si e ao feixe. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.4 µV. R:21. Pergunta 4 q 8. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T. Quando B=5 T e i=100 A.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons.7x108 m/s. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. E e B.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex. http://www.if. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.8. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.

12 EXERCÍCIOS Figura 8.ufrgs.if.6 x 10-6 Nm http://www.10 T.8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras. R: τ = 3.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.11 Pergunta 6 q 8. com dimensão 5 cm x 12 cm.br/tex/fis142/mod08/m_ex. em um campo uniforme B=0.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] .1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. Em (9. 9.if. os outros dedos dão o sentido de B.ufrgs.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.1. em 1820.br/tex/fis142/mod09/m_s01.1). Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. e que para o caso de um fio retilíneo. é dado pela lei que recebeu seu nome (9. i.9. como ilustra a Fig. como a magnetita (Fe3O4).A LEI DE AMPÈRE. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. Em 1819. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Figura 9. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.

assim como a lei de Gauss está para a eletrostática. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática.if.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.9. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. que alguns autores denominam linha amperiana.ufrgs. Figura 9. Portanto. no caso estacionário. a lei de Ampère está para o magnetismo. Assim. onde as setas indicam produção.br/tex/fis142/mod09/m_s01.2 http://www.

Portanto. das experiências de Oersted. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.html [13/03/2004 16:24:45] .A LEI DE AMPÈRE.2) http://www.if.ufrgs.1) e mostre que o campo é dado por (9. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.html Capítulo 9 . Use (9.if. Diz-se que o campo tem simetria axial. Este resultado é consistente com a simetria do problema. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.br/tex/fis142/mod09/m_s02.ufrgs.http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s02. Sabemos.

2). Na Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. com densidade uniforme. obtém-se uma expressão igual a .3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. obtém-se (9. Como a densidade de corrente é uniforme. e outra com r>R.3 vemos uma seção reta do cilindro. transportando uma corrente io.9. Vamos calcular o valor de B nos dois casos. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. uma com r<R. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.3 Substituindo i em (9. com duas amperianas.A LEI DE AMPÈRE.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s03. para um cilindro com raio R. Portanto.if. tem-se que Figura 9. de raio R.ufrgs.2). transportando http://www.

4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .9.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s03. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9. Figura 9.4 http://www.if.

br/tex/fis142/mod09/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . sobre o http://www. Da mesma forma.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.A LEI DE AMPÈRE.9.5. como ilustra a Figura 9.5 Sendo d a distância entre eles. transportando correntes i1 e i2. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.if. Figura 9. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.ufrgs.

9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s04. com módulo igual a F12.if. http://www. mas com sentido contrário. quando as corrente circulam no mesmo sentido.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. os fios atraem-se. Portanto. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos.

Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.6 http://www. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.if.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. Na Figura 9. como ilustra a Figura 9.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .6(a).

Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento.if. a integral que resta resulta em http://www. de modo que Na região interna. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . resultando Na região externa ao solenóide. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide.br/tex/fis142/mod09/m_s05. i. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras.ufrgs. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. B=0. Assim. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. um número muito grande de espiras). de modo que Portanto. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd.

entre 2.if. É óbvio que isso é uma idealização.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. usa-se um solenóide longo.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. sobre as linhas de campo magnético.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . A equação 9. mais próximo do caso ideal.0? http://www.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide.ufrgs.5.br/tex/fis142/mod09/m_s05. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível.0. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. isto é. e aquelas do solenóide com raio 6. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. Para cada raio. Na prática. Quanto maior esta relação.5 e 6.

A LEI DE AMPÈRE. como é achado na maioria computadores Unix. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Se você estiver usando um PC. http://www. enquanto oprime a tecla ALT. Para desenhar uma seta de campo. vermelho é forte. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse.Exemplos Capítulo 9 . você devera usar naquele caso o botão esquerdo. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. você pode tentar isto. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.br/tex/fis142/mod09/m_s06.if. . Para simular o botão do medio. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Para desenhar todas as setas de campo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] .ufrgs. Para utilizar os seguintes applets. e azul é fraco. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. tecle a letra A. clique o botão esquerdo do mouse. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo.

clique o botão esquerdo novamente. the pain. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. arraste o botão da esquerda. the pain. tecle a letra E. r r q Para apagar a amperiana e a integral. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. Para desenhar um círculo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Apagando q Para apagar as linhas.br/tex/fis142/mod09/m_s06..if.. http://www. Thin Wires Oh..ufrgs. a tecla backspace.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. ou Del.

Figura 9. EXERCÍCIOS.if. Pergunta 1 q 9.7 Pergunta 2 http://www. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.7.EXERCÍCIOS Capítulo 9 . Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . (b)B=µ0i/3πa. conforme figura 9.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.br/tex/fis142/mod09/m_ex.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.

Pergunta 4 q 9. perpendicular ao fio.br/tex/fis142/mod09/m_ex. se a corrente nele entra no plano da folha.ufrgs. http://www. Uma espira retangular. apontando para baixo. Determine o módulo.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.7. R:7. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).if. conduz uma corrente de 10 A.EXERCÍCIOS q 9. R:1. perpendicular ao fio. cujos lados maiores são paralelos ao fio. calcule o campo magnético resultante no ponto P.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . Considere a=30 cm e x=40 cm.3 Suponha que na figura 9. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. Pergunta 3 q 9. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio.2x10-4 N.2 Ainda em relação à figura 9.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. apontando para a esquerda de quem olha. paralelo aos outros dois.92x10-4 N/m.8 conduz uma corrente de 20 A.

(d)B=0. (c) b<r<a. (b)B=µ0i/2πr. Seus raios (a. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. R:(a)B=µ0ir/2πc2. existem nos dois condutores.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial.if. (d) r>a.ufrgs. Correntes uniformes e opostas. de valor I. http://www. se a corrente interna estiver saindo da folha. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).8 Pergunta 5 q 9.EXERCÍCIOS Figura 9.5 A figura 9.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .br/tex/fis142/mod09/m_ex. c) são mostrados na figura. anti-horário. (b) c<r<b. anti-horário. b. anti-horário.

9 Pergunta 6 q 9.ufrgs.if.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.EXERCÍCIOS Figura 9.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.br/tex/fis142/mod09/m_ex. de 250.07 T. http://www.

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. Faraday descobriu o inverso. Na década de 1830.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Isto é.1 http://www.A LEI DE FARADAY. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Figura 10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. Nesta região do espaço existe um campo magnético. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. produzindo uma fem. B. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Vejamos quanto vale essa fem.if. com o sentido indicado (para dentro da folha).10. v. por um agente externo qualquer (não importa qual). Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.ufrgs. Uma placa metálica é deslocada.br/tex/fis142/mod10/m_s01. com velocidade uniforme.1.

2) Figura 10. Derivando o fluxo. (10. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.1).2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. (10. em relação a t.2. variando o fluxo de B.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. Isto é.2. tem-se Portanto. ΦB=Bhx. eq. através dela. conforme ilustra a figura 10. 10.10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. http://www. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.if.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. Quando a placa é deslocada. a área hachuriada varia.

costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento.ufrgs. com a fem induzida pela lei de Faraday.1) e (10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.if.2). Por causa disso. http://www. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.10.

Numa tradução livre.3) é a seguinte Em 1834.3).if.3.3) Outra forma de apresentar a equação (10.A LEI DE FARADAY.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . A fem induzida é dada por (10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. Na fig. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.br/tex/fis142/mod10/m_s02. 10. Em 1831. enquanto em (b) ele decresce.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . 10.3(a) o fluxo magnético está http://www. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.ufrgs. Faraday mostrou que no primeiro caso. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. a corrente induzida circula no sentido antihorário. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.10.

3(b) o fluxo magnético está decrescendo. Figura 10. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. http://www.ufrgs. 10.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.10. Na fig.if.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.

EXERCÍCIOS Capítulo 10 . Pergunta 1 q 10. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. (b)Horário.if.br/tex/fis142/mod10/m_ex.4 Pergunta 2 http://www. EXERCÍCIOS. Figura 10.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .0 s. (b) Determine o sentido da corrente através de R.ufrgs.A LEI DE FARADAY.1 Na figura 10. R:(a)31 mV. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.4.

ufrgs.if.3 A figura 10. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). sendo B dado em Tesla e t em segundos.5 http://www. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. tanto em módulo quanto em direção.74 V. cuja resistência interna é desprezível.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.4. na figura 10. A espira contém uma bateria de 20 V.87t. Pergunta 3 q 10.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. Figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.042-0.EXERCÍCIOS q 10. (b)21. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.

br/tex/fis142/mod10/m_ex. como ilustra a figura 10.6.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (b) 56.35 T aponta para fora da página.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.6 Pergunta 5 q 10. Um campo magnético B=0. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.2 m/s de cima para baixo.1 T/s. (b) 5 mV/m.5 O campo B na figura 10.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante. (c) ε(t)=2Bv2t. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3. (c) 1.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. anti-horário.2 Wb. Figura 10.5 mA.if.ufrgs. http://www.7 decresce à taxa de 0. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.8 V. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.

EXERCÍCIOS Figura 10.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.if.ufrgs.7 Pergunta 6 q 10.6µ0/10π.br/tex/fis142/mod10/m_ex. (a) Qual é o fluxo total. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.8 http://www. (b) 4.6 Na figura 10. anti-horário.3µ0I/10π. e cresce constantemente à razão de 2 A/s.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Figura 10. em determinado tempo t.

Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.br/tex/fis142/mod11/m_s01. (11. (5. definida na eq. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). Este dispositivo está para o magnetismo.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. calculamos o campo magnético de um solenóide. L.if. Em particular.11.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 .html [13/03/2004 16:26:11] . Portanto. e i é a corrente que o atravessa. podemos definir a indutância. assim como o capacitor está para a eletricidade.ufrgs.1). A unidade de indutância no sistema SI é o Henry.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. No Cap. correspondendo à capacitância. Assim. http://www.

Figura 11. (5. eq.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.2). 9.ufrgs.html [13/03/2004 16:26:13] . (9. obtém-se a indutância por unidade de comprimento. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.4). A densidade linear de espiras é n. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito.br/tex/fis142/mod11/m_s02. eq. L/l = µ0An2 (11. A). assim como fizemos no Cap.1 http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. L/l.11. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo.if.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .

esta. diz-se que esta fem é auto-induzida.html [13/03/2004 16:26:15] . induz o surgimento de uma fem. segue-se que (11.ufrgs.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.br/tex/fis142/mod11/m_s03.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. No momento em que se inicia a passagem da corrente. de acordo com a lei de Faraday. tem-se uma auto-indução.if. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.3) http://www. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. Portanto.

uma corrente surgirá no circuito.Ri .3) não foi levado em conta. produzindo uma fem εL. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.if.2.2 Figura 11. http://www. tem-se ε . CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.2.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). No momento em que a chave S. na figura 11. Na verdade. o indutor reagirá.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] .3). Imediatamente.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . 11. for ligada na posição ‘a’. aparentemente o sinal negativo da eq.br/tex/fis142/mod11/m_s04.11.4) Figura 11.3 Observe que na equação acima. (11.εL = 0 (11. dada pela eq. (11.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

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11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. 11.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola.if. na ausência de qualquer tipo de atrito. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . Neste caso.br/tex/fis142/mod11/m_s06.5. uma corrente surge no circuito. No momento que o indutor é ligado.CIRCUITO LC Capítulo 11 . e vice-versa. Este circuito apresenta um comportamento. http://www. passa a se transferir para o indutor. ½CV2. em termos de variação de energia. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. A partir desse momento. através da qual a energia acumulada no capacitor. 11. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial.ufrgs. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Através do efeito Joule. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. Um resistor no circuito da fig. como ilustrado na fig.

br/tex/fis142/mod11/m_s06.5 http://www.ufrgs.if.CIRCUITO LC Figura 11.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

br/tex/fis142/mod11/m_s07. onde a fem foi substituída por um capacitor.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.10) Num instante qualquer. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. e Substituindo essas expressões na eq.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC.ufrgs.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. substituindo-se ε por V. Portanto. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. (11.10).6 (11. 11. CIRCUITO RLC A fig.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . Ele é semelhante ao circuito RL.if.4). (11. Figura 11.

12) Substituindo (11.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória.12) em (11.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11. deve ter um fator de amortecimento. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. obtém-se (11. Uma solução particular que satisfaz tais condições.ufrgs.11). Dito de outra forma.br/tex/fis142/mod11/m_s07.if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. http://www. resulta que α=R/2L e (11.

Quando i(t) é máxima.if. http://www.ufrgs. toda a energia está acumulada em L. a energia passa de um dispositivo para o outro. Quando V(t) é máximo.br/tex/fis142/mod11/m_s07.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. toda a energia está acumulada em C.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. A cada ¼ de período.

o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. Quando R aproxima-se de zero.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 .html [13/03/2004 16:26:49] . é a freqüência do circuito LC correspondente.if.ufrgs. Isto é. http://www. a freqüência natural de um circuito RLC. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.13).br/tex/fis142/mod11/m_s08. (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. No limite. R=0.

Pergunta 1 q 11. para que instante após a bateria ser ligada.3 Ω/km. R:(a) 1. O diâmetro do fio é 2.ufrgs.10 s após a conexão ter sido feita. 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.3 Uma bobina com uma indutância de 2.23 τL Pergunta 3 q 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . (b) 4.8x10-15 J/m3. com ε=100 V. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível. EXERCÍCIOS. Pergunta 2 q 11.02 J/m3. qual será a taxa http://www.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. Para 0. Em termos da constante de tempo.2.if.2 Considere o circuito RL da fig.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.

6 Considere o circuito indicado na fig.125 µJ. o circuito oscila com um período . (b)0.1 mH e C=4.ufrgs. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.5 W. http://www. a constante de tempo vale τC.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. A carga máxima em C é 3. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. (b) 2. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H. Pergunta 6 q 11. a corrente atinge um valor de 2. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.br/tex/fis142/mod11/m_ex. (a) Determine a indutância da bobina. (c) 393 W.if. (b) 154.5 W. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. Pergunta 5 q 11. (b) a corrente máxima que pode circular. Pergunta 4 q 11. R:(a) 1.0 mA após 5. o circuito possui uma constante de tempo τL.0 µF.5 Num circuito LC oscilante. 11. L=1.5x10-4 J.042 A.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .7.0 µC.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.0 ms.

br/tex/fis142/mod11/m_ex.EXERCÍCIOS Figura 11.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .ufrgs.if.7 http://www.

Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial. O primeiro é que a experiência http://www.if. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. por que não ΦE B? Para manter a simetria. Por exemplo. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). reproduzidas na tabela abaixo.12. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos.br/tex/fis142/mod12/m_s01. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. para propor sua teoria eletromagnética.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .ufrgs.EQUAÇÕES DE MAXWELL.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.

é o produto µ0ε0. Portanto. mas encontramos a eq. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0.1. como ilustrado na fig.if.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .1).br/tex/fis142/mod12/m_s01. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. Vamos analisar melhor a eq. (12. Esta corrente. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). A equação acima tem algo diferente.ufrgs. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável.Maxwell” (12. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. 12. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. http://www.1) Observe que o fator multiplicativo. a “lei” correta deverá ser (12. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor.12.1). O segundo é um erro dimensional. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. (12. aparecendo depois da outra placa. Antes. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. Portanto.

if.ufrgs. id.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . A corrente entre as placas.br/tex/fis142/mod12/m_s01. conhecida como corrente de deslocamento.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. (12. é dada pelo termo .2).12.

12. Pergunta 1 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.br/tex/fis142/mod12/m_ex.4 Na fig.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). tem raio R.html Capítulo 12 .3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.ufrgs.if.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .2. O capacitor de placas circulares e paralelas.ufrgs. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.2 Mostre que i=id.EQUAÇÕES DE MAXWELL. Pergunta 3 q 12. EXERCÍCIOS.http://www.

http://www.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .br/tex/fis142/mod12/m_ex. Figura 12.ufrgs. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.html deslocamento é I.ufrgs. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas. calcule o valor máximo de dΦE/dt. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.if.2 http://www.br/tex/fis142/mod12/m_ex.

java.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .com/en/index. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:28:37] .

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The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. It also includes explanations about different applications of Java technology.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology.com/en/download/faq/index.java. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.jsp [13/03/2004 16:29:18] . We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section. Java.

4 platform. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. Experienced Developers If you are an experienced Java developer. download the SDK today. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. check out this source for Java technology collaboration.4 is here . New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before.get the SDK today! The J2EE 1. In addition. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. and Management APIs. blogs. J2EE 1. we're here to help. Submit Your Java Application http://www. and code development.Learn about Java Technology. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software. Check out the sites below for more details. To get started using the new J2EE 1. Deployment. and many other new features. If you are creating a program using Java technology. this is the site for you.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology.com/en/learn/developers. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups.java.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. or have only a little experience. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform.

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Z for zoom . see all news and events » see all features » http://www.Powered by AMD Opteron processors. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price.com/ [13/03/2004 16:31:40] . V for value. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones. A Mobile Media Mogul . scalable.Sun Microsystems sun.sun.Forbes.

Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . Please note that downloads are subject to our license agreement.java.Instructions Linux RPM (self-extracting file) . 8.Instructions Windows (Offline Installation) . -Java.Instructions 06/30/03 . please select from the list below. Use 'Save Target As'.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.2.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) . use right-click to save this file to your computer.com Choose Language To complete your download.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .com/en/download/manual.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] . Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase. use right-click to save this file to your computer.com Consumer Support http://www.2 or Netscape 6.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. Windows (Installation) . 9) .Instructions 06/30/03 . Once you've got Java™ software.com Consumer Support Linux (self-extracting file) . you'll have access to a whole new world of interactivity. Use 'Save Target As'. -Java.Instructions Windows (Mozilla 1.

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© Sun Microsystems.jsp [13/03/2004 16:32:22] .com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. It's embedded in 150 million mobile phones. The Java brand. and information you want most. is also everywhere. It's preinstalled on personal computers. handsets.com/en/learn/index. you'll find Java technology and a great digital experience. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.java. Wherever you find the cup and steam.Learn about Java Technology. tools. it's in PDAs and pagers. TVs. Invented by Sun Microsystems in 1995. It's even in cars and on the planet Mars. with its well-known cup and steam. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. Java technology is everywhere. it's inside video games. giving you the cool games. and Web sites. and Web sites that are powered by Java technology.

jsp [13/03/2004 16:32:55] .java.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Black Widow Don't get tangled in her web! Visual CAVE Where virtual reality and biology meet © Sun Microsystems.com/en/explore/index. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Explore Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.

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