Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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Linha 2/2003 MEC .A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.br/tex/fis142/mod03/index.CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:23] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .ufrgs.Eletricidade.

ufrgs.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.Eletricidade.if.html [13/03/2004 16:14:26] .br/tex/fis142/mod04/index.

if.Eletricidade.br/tex/fis142/mod05/index.ufrgs.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:28] .

html [13/03/2004 16:14:30] .Eletricidade.br/tex/fis142/mod06/index.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .ufrgs.if.

br/tex/fis142/mod07/index.Eletricidade.ufrgs.if.html [13/03/2004 16:14:33] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .

Eletricidade.br/tex/fis142/mod08/index.if.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.Linha 2/2003 MEC .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:35] .ufrgs.CAPES http://www.1 Exemplo 8. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .

Eletricidade.A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:37] .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod09/index.if.Linha 2/2003 MEC .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .CAPES http://www.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:40] .A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod10/index.Linha 2/2003 MEC .ufrgs.if.

ufrgs.html [13/03/2004 16:14:42] .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod11/index.Eletricidade.CAPES http://www.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod12/index.if.CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:44] .Eletricidade.ufrgs.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. As a result.java.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. If the Java software has not begun downloading automatically.com/en/download/windows_automatic. Most other issues can be resolved. you may want to perform a manual download. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. Java software was not installed properly. http://www. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below).jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic.java.Download Java Software © Sun Microsystems.

Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. não havendo possibilidade de adiamento. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.5.gov. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados.br/ [13/03/2004 16:15:28] . Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Confira o texto. no Brasil. Leia a íntegra da notícia.CAPES / MEC Sábado. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004.capes. Mestrados e Doutorados sem validade. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. http://www. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional .PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP). São consideradas ilegais.

Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores.if.ufrgs. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. editor da página Physlets. convém observar os seguintes aspectos: 1. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. 2.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Para as animações. Para acessá-los. seu navegador tem que suportar Java. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Wolfgang Christian. Davidson. Michael W.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Exigências de Hardware http://www. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. Eles podem ser obtidos livremente na web.

microsoft.if. 16 Mb RAM ou superior.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior. http://www.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.0 ou superior).0 ou superior).jsp.ufrgs. Modem de 28.com/en/download/windows_automatic. Use este endereço http://www.nestcape.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .com/ie/ para carregálo.java. Microsoft Internet Explorer (Versão 4. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.Applets http://www. Monitor SVGA ou compatible. Plugin de Java .com para carregá-lo. Use este endereço http://www.

Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Preview Physlet Physics. The links on the right contain tutorials. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. are small flexible Java applets designed for science education. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . The applet on the right is a Physlet. download instructions. and Problems.edu/Applets/Applets.davidson. Search the Kaiserslautern Physlet database. Physics Applets. and example problems to help you use Physlets in your teaching. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. and Problems see the Physlet Physics book.edu http://webphysics.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. Explorations. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. Sign up on the Physlet list-server. Physlets. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. For an introduction to scripting see thee Physlet book. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. a book of ready to run Physlet-based Illustrations. Exercises.

davidson. < prev | List Sites | next > http://webphysics.edu/Applets/Applets.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .

html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. resolution. numerical aperture. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. point-detection. snowflakes. muscle cells. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). materials research. bright and crisp optics. a diatom. private. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. thin films. objectives.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. and non-profit institutions. Powers of Ten . and a short bibliography. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. biology. aberration. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. Winners came from such fields as chemistry. This year's contest drew entrants from 46 countries. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy .edu/index.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. condensers. eyepieces. The volume covers all of the important basic concepts.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. nematode worms. and high efficiency of excitation. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . and contain useful numbers. formulas. Excellent resolution. and chemical crystals.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. and biotechnology.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall. including illumination.fsu.7 Mbytes) .magnet. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. botany. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. plant hair cells. Köhler illumination. and depth of field. a computer chip.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. These photographs are available for licensing to commercial. 20. The Olympus MIC-D Digital Microscope . Microscope: Basics and Beyond (50 pages.

We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM).(approximately a 30 second download on 28. Nikon MicroscopyU . and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial.edu/index. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. having a three-dimensional periodic atomic arrangement.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. such as glass. and are probably best-imaged using confocal techniques. Some. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. No additional software is needed.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. focus. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. Burgers 'n Fries . Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence.magnet. and microscopy of living cells. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. digital imaging. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . With this software. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. phase contrast. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. gaseous.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. and photomicrography. Visitors can adjust the focus. or solid. Stereoscopic Zoom Microscopy . liquid. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). lack this periodic arrangement and are noncrystalline. Laser Scanning Confocal Microscopy . Most are crystalline. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. Scanning Electron Microscopy .Chemical compounds can exist in three basic phases.fsu. you can http://micro.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. differential interference contrast (DIC).html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Chemical Crystals . reflected light microscopy. contrast. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. Explore zoom magnification. or amorphous.

Many years ago. Born in Amsterdam in 1944. and perform time-lapse cinematography experiments. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. Topics covered include CCD operation. shadows. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. eating.fsu.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. Featured Microscopist . Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. Science. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. Cell and Virus Structure . digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field.Take a moment to visit our in-depth http://micro. excreting. and parents. however. In this collection of digital movies. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . and color. Concepts in Digital Imaging Technology . an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. and reproducing.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. record movies.magnet. trying not to be eaten. image capture. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. Optics & You .Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. Pond Life . Intel Play QX3 Computer Microscope . and optics. are invisible until viewed under the microscope. which allowed her to meld longtime interests in nature. prisms.edu/index.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers.Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. The program begins with basic information about lenses. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. art.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. locomoting.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . science. Museum of Microscopy . the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. insects.Explore our science curriculum package being developed for teachers.Although the human body contains over 75 trillion cells. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. color.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. Silicon Zoo . Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. and animals. students. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. The vast majority of pond inhabitants.

convolution kernels. filtering digital images. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. Astigmatism . Video Signal Generation .Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. color balance.magnet. compression. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . suggested specialized techniques. Techniques reviewed include contrast. Geometrical Construction of Ray Diagrams . however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.By employing multiple exposure photomicrography. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. interactive microscope software.18 microns with this interactive Java tutorial.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes. noise reduction.fsu. Creative Photomicrography . Full-Frame CCD Operation . geometric transformation.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements. and binary digital images. Included topics are the QX3 hardware (microscope). 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials .html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Building A Charged Coupled Device . This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. averaging.edu/index. histogram manipulation. spatial resolution.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. measurements.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. and digital image galleries from the QX3 microscope.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. Reflected Light Confocal Microscopy . image sampling frequency.

but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. how to set up a microscope.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. reflect. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. split. and the video signal. Cut and ground to specific tolerances and exact angles.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. analog-todigital conversion.edu/index. scan lines.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. Condenser Alignment .Digital image processing enables the reversible. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination.magnet. which lie beyond the primary task of photon collection.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . gain adjustment. Introduction to CMOS Image Sensors . Airy Pattern Formation . This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Fluorescence Microscope Light Pathways . Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. exposure control.fsu. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. or how to take photographs with a microscope. and initial image processing algorithms. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. Introduction to Prisms and Beamsplitters . every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. prisms are polished blocks of glass or other http://micro. shuttering. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. Basic Concepts in Digital Image Processing . white balance.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. These features generally include timing logic. directly onto the sensor integrated circuit.

Basic Properties of Digital Images . There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy.The range of light detection methods and the wide http://micro. or with the wrists bent in an unnatural position. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. the upper part of the body bent forward.fsu. regardless the origin and complexity. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. and in its great number of applications in many areas of current research interest. thus reducing the size of optical instruments. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. or disperse light into its component wavelengths.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. which accurately record image data by several methods. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. microscope operators must assume an unusual but exacting position. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. Stereomicroscopy .magnet.edu/index. Basic Microscope Ergonomics . Image Formation . such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. with little possibility to move the head or the body. the hand reaching high up for a focusing control. This process applies to all images. the elimination of image degrading out-of-focus information. separate polarization states. rotate or invert an image.In order to view specimens and record data.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Introduction to Confocal Microscopy . Electronic Imaging Detectors . The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. Many prism designs can perform more than one function. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer.In the optical microscope. including controllable depth of field.y) coordinate system. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.

three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. Minnesota. Snoopy .edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. Pac-Man .The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane.magnet. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. In former years. followed by errors in filter selection. and processing mistakes. but the quality still falls short of that obtainable with film. Multiphoton Excitation Microscopy . aberration.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen. Housed near the clock circuitry on the chip. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor.Achieving conditions necessary for oblique illumination.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Oblique or Anaxial Illumination . In advanced models. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . film choice. dirt and debris. http://micro. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. The Con Artist .fsu. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . New digital technologies are producing higher resolution micrographs.

is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. background.edu/index. The Rolex .magnet.An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch.Probably the best silicon artwork we have yet seen. The Pepsi Generation .Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . the Linux Penguin . occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. Tux. http://micro. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). Starship USS Enterprise . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. The Chip Smurf . The technique is best suited for utilization with fixed.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . often light gray or white. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright.Coming to you from "GhostBusters". This. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.Mitosis. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy .fsu.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . The Stay Puft Marshmallow Man .This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). Thor: God of Thunder . Godzilla .

Dinosaur Bones . bones. particles. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years.As a contrast-enhancing optical technique. which vary from unstained cells. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . Phase Contrast Gallery . Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . Useful for observation of mineral thin sections. Intel Play QX3 Microscope Galleries . The DNA Gallery . chemical crystals. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . thin and thick sections. Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. tissues. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. The Phytochemical Collection . phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. polymers.magnet.edu/index. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. including tissue culture cells. In addition. hairs.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Hoffman Modulation Contrast Gallery . and Rheinberg illumination.fsu.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. Darkfield Microscopy Gallery .Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. and a wide variety of other specimens. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. darkfield. http://micro. fibers. in this Java-powered image gallery.Thin unstained. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. and entire organisms. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. brightfield.

Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives.edu/index. Pulsed Magnets . Last modification: Thursday.magnet. Of these two. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. and shows the relative field strengths generated. No images. software. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. Electrophoresis . graphics. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible.fsu. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. Mar 04. In the upcoming weeks and months. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. Building A Transistor . 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. scripts. interactive Java tutorials. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . Silicon Zoo artwork. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. All Rights Reserved.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . © 1995-2004 by Michael W.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors. and come in two forms: destructive and non-destructive.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. How a Compact Disc Works . Davidson and The Florida State University. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. we will be adding more galleries. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector.

html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .fsu.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.magnet.edu/index.

de/ph14e applets.01/18/2003 05/30/2003 .walter-fendt. 2002-12-27) Download Important notice.01/18/2003 03/11/2000 .de/ph11e (Java 1. 41 applets.4.01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 11/07/1998 . Download is possible from Sun Microsystems.Java Applets on Physics (Java 1. 46 English version www. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 03/10/1999 .walter-fendt. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.walter-fendt. 2004-0311) www.01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 03/25/2000 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .01/18/2003 11/04/1997 .01/18/2003 09/13/2000 .01/18/2003 .01/18/2003 12/23/1997 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .1.4) is installed on your computer.07/01/2003 03/24/1998 .

01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 04/19/1998 .11/01/2003 03/08/2000 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 06/01/1998 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .11/01/2003 http://www.07/04/2003 06/13/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .walter-fendt.01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 09/20/1999 .

2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.walter-fendt.01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .01/18/2003 Walter Fendt.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .Java Applets on Physics (Java 1. March 11.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .

microsoft.microsoft. http://www.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] .htm. Please update your Favorites.microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.http://www.com/windows/ie/default.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1.br/tex/fis142/mod01/m_s02. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo.html [13/03/2004 16:18:17] . Na verdade. Ao contrário. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.1. que se encarregam de conduzir a eletricidade.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Podemos dizer.ufrgs. Como os nomes sugerem. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. ela permanece no local em que foi colocada. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Para o momento. Assim. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. quando esta carga é colocada num condutor. http://www. numa linguagem bastante simples.if. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1. vê-se duas cargas elétricas. Podemos fazer outra simplificação.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. denominada permissividade elétrica no vácuo.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .if. http://www.1) onde =8. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.ufrgs.85x10-12 C2/Nm2. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. ε0=8.1. experimentalmente. Coulomb descobriu.br/tex/fis142/mod01/m_s03. considerando apenas as cargas estacionárias. +e+ +e-e- No aplicativo acima. é uma constante muito importante no eletromagnetismo.

br/tex/fis142/mod01/m_s03. 2) Clique sobre uma carga e veja. o valor das coordenadas e da força. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.ufrgs.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas. 3) Fixe uma das cargas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .if. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's.1.

nos pontos y=+a e y=-a. e que Q1=Q2=Q=q. q. Portanto. colocada no eixo dos x.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.2 é a expressão gráfica do enunciado acima. A figura 1.3. tem-se F1=F2=kq2/r2. Tendo em conta as posições das cargas. o http://www.1 Duas cargas positivas puntiformes. conforme figura acima. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. .br/tex/fis142/mod01/m_s04. são colocadas no eixo dos y.if. Pelo princípio da superposição.4 EXEMPLO 1. Q1 e Q2. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .1 Capitulo 1 .ufrgs. Vamos tomar a primeira providência. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga.

if. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.ufrgs.4 EXEMPLO 1. .1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . obtém- se um resultado positivo. http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s04.3. Tente descobrir onde está o equívoco.

1. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas. na figura 1. são largadas a partir do repouso. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). As partículas têm massas iguais a 7.94kq2/a2. Figura 1.4x10-7 kg.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Pergunta 1 q 1.06kq2/a2.1 Duas partículas igualmente carregadas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .: 1.3.6 Exercicios Capitulo 1 . 0.ufrgs.2 Considerando.: 900 m/s2. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R. q=2x10-6 C e a=10 cm.if.3 http://www. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.0x10-7 kg e 5. R. As cargas estão em repouso absoluto. Pergunta 2 q 1.A LEI DE COULOMB Exercicios. 7x10-10 C.

ufrgs. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. (Q-q) e q.: 1Å http://www. Pergunta 4 q 1. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. o módulo e o sinal da terceira carga.3 Duas cargas pontuais livres.br/tex/fis142/mod01/m_ex.if. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. a uma distância d/4 a partir da carga +q.1. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. a uma distância a partir do vértice. Pergunta 5 q 1. para que esta força seja igual 9x10-9 N. estão afastadas por uma distância d.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6 Exercicios Pergunta 3 q 1. (a) Determine a posição.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L. Determine a posição. +q e +9q.: Carga –9q/16. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima. R. de modo que o sistema fique em equilíbrio. R.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. colocada entre as cargas +q e +9q.: Carga colocada na bissetriz. R.

ufrgs. R. mostre que Figura 1.4 Pergunta 7 q 1.6 Duas cargas pontuais idênticas. e tenha massa igual a 3.if. para deixá-la com carga igual a +1. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação . 1/1014. de massa m e carga q.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.11 g.4. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . conforme ilustra a figura 1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera. http://www.1.br/tex/fis142/mod01/m_ex. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).: 1010 elétrons.

1.if.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. Q1 e Q2. Operacionalmente.html [13/03/2004 16:18:32] . a carga líquida na distribuição é positiva.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . são interações à distância.br/tex/fis142/mod02/m_s01. a interação entre duas cargas. q0. Apresenta-se nesta simulação. assim como a força gravitacional. De acordo com o conceito de campo. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. O valor é positivo.1) onde a carga de prova.ufrgs. um conceito mal compreendido. http://www. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. o campo é assim definido (2. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Faça um gráfico de E versus x. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. é tão pequena quanto possível.2. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura.2. quando Faraday introduziu a idéia de campo. logo. desde Newton até meados do século passado. Isto é. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. obtido com o uso da eq.

1. Em cada ponto do espaço. de modo que conhecendo-se um.if. Quanto maior a densidade de linhas de campo.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. r Em cada ponto do espaço.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina.br/tex/fis142/mod02/m_s02. e determine o sinal da carga de cada uma. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força.ufrgs. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. Se tiver dúvida. http://www. determina-se o outro. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. Faraday propôs o conceito de linhas de força. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. No aplicativo ao lado. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. Coloque as esferas em diferentes posições. maior a intensidade do campo.

Use o experimento que você acabou de fazer. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado.if. utilizamos uma carga de prova. de uma extremidade à outra. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. Movimente o cursor. a carga é máxima.br/tex/fis142/mod02/m_s02. "tão pequena quanto possível". e tem seu valor ajustado através da barra de controle. A carga à direita pode ser positiva ou negativa.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero.1. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga.ufrgs. http://www. vê-se duas cargas. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo.

ufrgs. pela definição de campo. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. separadas por uma distância d.br/tex/fis142/mod02/m_s03.1). a uma distância r da primeira. Figura 2. tem-se (2. q.2. q0.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.if.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .1 http://www. e uma carga de prova. eq. (2.2) Portanto.

como deve ser no caso de um dipolo. além disso.= abaixo. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. (2. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. mas pode ter o sentido + ou . Teta = 0 Ey = +1 E(. analise as forças sobre as cargas.2. é dado por (2. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme.ufrgs. representado pelas linhas de força verticais (verdes). coloque teta=0. Tente explicar o movimento.4). Ambas têm o mesmo valor. sobre um dipolo elétrico. num ponto da sua mediatriz. Use a eq. seu módulo pode assumir qualquer valor. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. e a vermelha. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. E=+1 e Q=1 C.3) e mostre que o campo do dipolo. A carga pode assumir qualquer valor. é negativa. Inicialmente. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico.if. e leve em conta http://www.br/tex/fis142/mod02/m_s03. x»d. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. A carga verde é positiva.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . O campo elétrico é sempre na direção y. Para facilitar a tarefa.

2. http://www.ufrgs. passo a passo. analise o movimento para diferentes valores de teta. Examine o movimento do dipolo.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". Depois. E e Q.br/tex/fis142/mod02/m_s03.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio".if.

br/tex/fis142/mod02/m_s04.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.2. Ao invés do peso.ufrgs. conclui-se que http://www. Ao invés da aceleração da gravidade. determine o valor do campo elétrico.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. e tangencia a borda da placa inferior ao sair. e seu sentido é para cima. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). A direção do campo é vertical. g. Figura 2.html [13/03/2004 16:18:43] . tem-se a aceleração a=eE/m.if.1 Capitulo 2.2. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.4 EXEMPLO 2.

calcule a aceleração do elétron.3 Na figura 2.1. R.ufrgs. de baixo para cima.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.: 8.: 2. Pergunta 1 q 2.1x10-7 N/C.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.: 2. Pergunta 3 q 2. Ignorando o efeito da gravidade. http://www.if.0 µC.1 Um elétron é solto a partir do repouso. Determine o módulo e o sinal da carga Q. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C.br/tex/fis142/mod02/m_ex.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo. R.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 Exercicios Capitulo 2 .3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.

distando x (x>>d). Pergunta 6 q 2. do ponto médio entre elas.: 1.36d.br/tex/fis142/mod02/m_ex.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. http://www. a uma distância de 300 Å do seu centro.ufrgs. Pergunta 5 q 2.06x10-15 N.6 Exercicios Figura 2.4 Duas cargas. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. são fixas e separadas por uma distância d.: 1. considerando que 300 Å>>d. R.1.if. R. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo.3 Pergunta 4 q 2. à direita da carga +q. vale .6 Considere positivas as cargas na figura 2.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.m.4. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo. –3q e +q.

8 Na figura 2.if.ufrgs.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.6x10-8 s depois de lançado. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . Figura 2. Considerando θ=30o.5. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.1.1 Pergunta 7 q 2.: 4.5 Pergunta 8 q 2. R. Despreze o efeito da gravidade. ou saia da região sem atingi-las.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios Figura 2.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. d=2 cm e L=15 cm. E=3x104 N/C. com velocidade 5x105 m/s. O ponto do choque dista 1. o próton atinge a placa superior. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.99 cm do início da placa.

abaixo do eixo.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 http://www.9x10-22 Figura 2. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.1. igual a zero!. em relação ao eixo. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. (c)4.:(a) 7x10-23 m. (b)θ aprox.ufrgs. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.br/tex/fis142/mod02/m_ex.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.if.

Qualquer que seja o caso. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. Pronto. Portanto. http://www. Da mesma forma. e tem pouco valor operacional. maior o fluxo. A esta área associamos um vetor . veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". Podemos melhorar a definição. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. já introduzimos o conceito de fluxo. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E).A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 . porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada.if. Quanto maior o número de carros por minuto.br/tex/fis142/mod03/m_s01. Numa primeira abordagem. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. em determinado intervalo de tempo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .3.ufrgs.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.br/tex/fis142/mod03/m_s01.1) Assim.ufrgs.3.3) http://www.2) No caso de uma superfície fechada.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.if.

para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. um plano finito pode ser considerado infinito. A lei de Gauss estabelece que (3. envolvendo esta carga. ou não. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. com campo uniforme. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Isto é. e para qualquer tipo de superfície fechada. Por exemplo.br/tex/fis142/mod03/m_s02.if. também denominada superfície Gaussiana. Todavia.ufrgs. Imagine uma superfície qualquer. Simetria cilíndrica ou axial. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . fechada.3.

Se o fluxo for positivo (negativo). 3. para medir fluxo elétrico. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica.if.3. próximas umas das outras. mais carga ele vai englobar.br/tex/fis142/mod03/m_s02. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico.4. Distribuição esférica de cargas. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. Quanto maior o detetor. De modo análogo ao caso anterior. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. ou axial. expressa na eq. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. o valor medido é proporcional à carga englobada. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. quando usamos um desses detetores. Cargas distribuídas num cilindro infinito. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. Observe que a lei de Gauss.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . é porque a carga é positiva (negativa). Então. http://www. Então.

http://www.3.br/tex/fis142/mod03/m_s02.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .ufrgs.if.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.

if..4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .3.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.html [13/03/2004 16:18:55] .br/tex/fis142/mod03/m_s03. Então.Lei de Coulomb. quer seja realizado através de uma ou outra lei. Portanto... o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. http://www. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria .ufrgs.

o produto escalar será simplesmente EdS.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera.5) é igual à expressão (2.3). é dado por (3. Isto é. o campo deve ser normal a esta esfera.3. o campo de uma carga puntiforme. a uma distância r. Portanto.if.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s04.html [13/03/2004 16:18:58] . Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. Mais do que isso.ufrgs. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. http://www. Então. Portanto. a expressão (3. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. obtida com o uso da lei de Coulomb. 4πr2. tendo em conta que E é constante.5) Como era de se esperar. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. q.

ela fica onde a colocamos. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. grosso modo. Em primeiro lugar. Isto é. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída.br/tex/fis142/mod03/m_s05. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. r http://www.if. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. convém distinguir algumas situações.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica.Quando o material é nãocondutor.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . Material dielétrico . Portanto.3.html [13/03/2004 16:18:59] . dependendo do material o tratamento será bem diferente. Portanto. a situação é bem diferente.ufrgs. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. Em ambos os casos. r Material condutor . Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. A carga não se distribui como no caso do condutor.

de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. O campo é igual ao de uma carga puntiforme. (3. qualquer que seja o objeto. oca ou se temos uma simples casca esférica.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .3. uma esfera condutora de raio R comporta-se. pouco importa se temos uma esfera maciça. para pontos externos.r>R.5).A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. dado na eq. Portanto.ufrgs. o campo interno sempre será nulo.br/tex/fis142/mod03/m_s06.html [13/03/2004 16:19:01] .if. http://www. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica.

Se conhecemos a densidade de carga. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. a densidade ρ. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . Q=4πR3ρ/3. ρ. r Região I . como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. r Região II . é constante. dada em C/m3. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera.ufrgs. uma esfera condutora de raio R comporta-se.if.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. Isto é. teremos Q=4πρr3/3.5). Q. isto é.6) Portanto.br/tex/fis142/mod03/m_s07.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. (3. basta colocá-la no lugar de q. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . resultando (3. O campo no interior da esfera será dado por http://www. conhecermos a densidade. for conhecida. Se ao invés disso.3. Se a carga total. a carga no interior do volume 4πr3/3. para pontos externos.r>R.

é representada na figura abaixo.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.7) O variação do campo.br/tex/fis142/mod03/m_s07.if.ufrgs. em função do raio.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . http://www.

É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral.3. dada em C/m3.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Isto é. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas.ufrgs. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. a densidade ρ.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. o campo é http://www. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. Em qualquer ponto das bases. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. transformando-se numa soma de integrais de superfície.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . Na superfície lateral. os vetores E e dS são perpendiculares entre si. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.if. é constante. Isto é. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . de modo que as duas primeiras integrais são nulas.

para pontos externos.r>R.if.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . o campo criado por uma distribuição linear infinita. Portanto. Portanto. a uma distância r do eixo da distribuição.ufrgs. é dado por http://www. Portanto. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.br/tex/fis142/mod03/m_s08. uma esfera condutora de raio R comporta-se.3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

ufrgs. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas. de modo que o produto http://www. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. com densidade uniforme +σ. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.3. Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.br/tex/fis142/mod03/m_s09. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.if.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .

ufrgs. resultando (3. Por outro lado.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .9) http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s09. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA. E é constante e paralelo a dS.3. tanto na base1.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.if. quanto na base2.

R.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.if.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b. Calcule o fluxo de E através da rede. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.3. perpendicular ao campo.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .3 A figura 3. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas.br/tex/fis142/mod03/m_ex.11 Exercicios Capitulo 3 . Calcule a densidade linear de carga.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme. Pergunta 2 q 3.ufrgs. Pergunta 1 q 3.A LEI DE GAUSS Exercicios.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. com densidade linear http://www. como ilustra a figura 3.1.

html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . http://www.2 Pergunta 4 q 3. também condutora e de comprimento L.11 Exercicios λ. apontando do centro do cilindro para fora.ufrgs.4 A figura 3. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).br/tex/fis142/mod03/m_ex. apontando de fora para o centro do cilindro. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica.3 mostra um cilindro condutor muito longo. contendo uma carga –2q. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica.if.3. (b)-q em cada superfície. (c)idem ao ítem (a). de comprimento L.

11 Exercicios Figura 3. contém uma carga uniformemente distribuída. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.6 A figura 3.3 Pergunta 5 q 3. Calcule a densidade superficial de carga da placa.if.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .br/tex/fis142/mod03/m_ex.4 mostra uma esfera com massa m e carga q. σ. de raio R. com densidade ρ.3.5 Um cilindro infinitamente longo.ufrgs. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). Pergunta 6 q 3.

E=σ/ε0 no interior do capacitor.ufrgs.if. (b) na região entre as placas.7 A figura 3.5 http://www. (c) na região à direita das placas.4 Pergunta 7 q 3.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . R: E=0 fora do capacitor.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. Figura 3.11 Exercicios Figura 3.

concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. apontando para o centro da esfera. (d)E=q/(4πε0r2).if. (b) ra<r<rb.ufrgs. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (b) ra<r<rb. http://www. R: (a)E=0.br/tex/fis142/mod03/m_ex. (c) rb<r<rc. (c) r>rb. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. R: (a)E=0.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. com carga +q.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. (d) r>rc. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica.3. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . apontando para fora.9 A figura 3. (b)E=q/(4πε0r2).11 Exercicios Pergunta 8 q 3. (c)E=0. Concêntrica com esta casca. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra.

11 Exercicios Figura 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.6 http://www.if.ufrgs.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .

e vice-versa.∆U (4.4. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. ∆U+∆K=0. Mais importante do que isso. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. esse tipo de força.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais. conclui-se que W = .ufrgs. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. conhecida como força central. Assim.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . é dado pela integral de linha http://www.if. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. em movimento oscilatório. Já sabemos que dada uma força central. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.br/tex/fis142/mod04/m_s01.

Isso implica na possibilidade de se definir. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. Figura 4.4. Para ilustrar. Por exemplo.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .2) não depende do caminho. depende apenas dos pontos iniciais e finais. no caso do potencial gravitacional.1) de outra forma: Uf . a menos que se diga o contrário. uma "origem". usase http://www.2 ENERGIA POTENCIAL (4.br/tex/fis142/mod04/m_s01.if. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.Ui = -Wif (4.1 Vamos escrever a eq. jamais energia potencial absoluta. e sempre aponta de i para f. sempre tem-se diferença de energia potencial.ufrgs. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. vejamos o caso de uma força uniforme.3) Este resultado é absolutamente geral. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. arbitrariamente.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. (4.

a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. dada uma configuração de cargas.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.if. criadora de um campo. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.4.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s01.

5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.br/tex/fis142/mod04/m_s02.if. É por isso que na Do que foi discutido acima. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.3 POTENCIAL Capitulo 4 . assim definido http://www. potencial entre dois pontos "i" e "f".4. a unidade de potencial é o (4. (4. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.ufrgs. é mais conveniente trabalhar com o potencial.html [13/03/2004 16:19:33] .4) Volt (V).

é de acordo com (4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.6) Figura 4.html [13/03/2004 16:19:36] .5).ufrgs. V?=0. mostra-se facilmente que (4.if. e E é dado pela expressão (3. a uma distância r da carga q. Como dl=-dr'.br/tex/fis142/mod04/m_s03.4.5).2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .

cujo resultado é Pelo princípio da superposição.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .ufrgs.4.br/tex/fis142/mod04/m_s04. tem-se http://www. Usando esta expressão para o caso do dipolo.4)]. Através de um cálculo similar. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . Qualquer que seja o caso. Se r » d. (2.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. isto é. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. também muito distante. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. é bastante complicado. fora dessas duas direções privilegiadas. Já o cálculo num ponto qualquer.

7) Figura 4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.ufrgs.if.3 http://www. obtém-se (4.4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .

Um elétron (q=1.ufrgs.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. adquire energia igual 1. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. Por exemplo. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 .4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. Trata-se de uma superfície. a energia potencial vai transformar-se.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. A primeira simulação mostra um campo uniforme. com carga múltipla da carga do elétron. é acelerada por um potencial de V volt. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas.6x10-19 J. 1 eV = 1. ela adquire a energia de 2000 eV.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. ela adquirirá uma energia potencial U. Nas simulações a seguir. q=Ne.4.br/tex/fis142/mod04/m_s05. http://www. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor.if. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. pelo princípio da conservação de energia. ela adquire uma energia igual a NV eV. Essa energia é conhecida como o elétron volt. em energia cinética.

Ao clicar no botão iniciar. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. coloque x=0 e y=2.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. à esquerda. Ela inicia com V=0. Com os dados obtidos nesta simulação. Inicialmente. O movimento pode ser interrompido. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. este movimento.br/tex/fis142/mod04/m_s05.4. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. Arraste-a com o mouse.4 e demonstre que isso é verdade.02. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. passo a passo. na barra amarela.3 e 4.y) no interior da moldura. e observe o movimento de ida e volta da carga. Use as equações 4. Pode avançar ou retroceder. Observe o movimento da carga. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. esta carga será submetida ao campo do dipolo. embaixo. lê-se a posição (x.ufrgs.if. à esquerda). qualitativamente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . com intervalo de tempo igual a 0. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Explique. e a sua velocidade. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www.y) da carga. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. clicando em "pausa".

if.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s05.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .4.

ufrgs.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 . o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. Como o potencial só tem uma variável.if.4. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. Como exemplo.br/tex/fis142/mod04/m_s06. a partir do potencial. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.5).POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4.html [13/03/2004 16:19:47] .8) Portanto. segue-se que http://www.

: 2.46 Volts.4) ao longo de uma linha de campo elétrico.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. o campo realiza 3.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.46 Volts.1 No movimento de A para B (figura 4. 2. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.ufrgs.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 . (c) VC – VB? R. zero Figura 4.5.if.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . (b) VC – VA. Pergunta 1 q 4.4 Pergunta 2 q 4.br/tex/fis142/mod04/m_ex.VA.

http://www.: 2. (b) Construa.85 mm Pergunta 3 q 4. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. carregado positiva e uniformemente.5.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . 2928 Volts Pergunta 4 q 4.: 8. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4.7 EXERCÍCIOS 0. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. em função de x.br/tex/fis142/mod04/m_ex. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C.44 x 104 N/C. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3. é colocado no plano yz.10 µC/m2.ufrgs. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.9 x 10-15 N.5 Um anel de raio R.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. no mesmo diagrama. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm.3 Duas grandes placas condutoras.if.

7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.5.if. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .ufrgs. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.br/tex/fis142/mod04/m_ex.

br/tex/fis142/mod05/m_s01.if. Nesse processo. Portanto. Capacitor (C). Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. campo elétrico e potencial elétrico. Indutor (L). de forma simples.5. mas sem erro. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor.ufrgs. dito de outra forma. Quando uma corrente passa por essa bobina. cria-se no seu interior um campo magnético. Quando colocado num circuito.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. Podemos dizer. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. tem a capacidade de acumular energia elétrica. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. Veremos. ou. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. já neste capítulo. mais adiante. iniciando pelas aplicações mais simples. mas é interessante. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R).

if.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. num circuito contendo esses três componentes.5. enquanto o terceiro desperdiça.br/tex/fis142/mod05/m_s01. dois deles conservam energia. http://www. LC e RLC. Portanto.ufrgs. RL. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .

é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s02. C.html [13/03/2004 16:20:06] . Q = CV (5. a unidade de capacitância é o Farad. 1 F = 1 Coulomb/Volt.5.1) A constante de proporcionalidade.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . No sistema SI.if. http://www. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga. conforme veremos a seguir.

Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . A figura 5.if.ufrgs. e para simplificar os cálculos.1 Figura 5. para o caso do capacitor de placas paralelas. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda.2a Figura 5.1.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. Podemos resumir essa situação.br/tex/fis142/mod05/m_s03. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. Para todos os efeitos práticos.5. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. Mesmo que elas sejam finitas. enquanto na figura 5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. Figura 5. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.2(a) representa a situação real.2b Vejamos como calcular a capacitância. Por outro lado. como são na realidade. vamos supor que as placas sejam planos infinitos. porque estamos desprezando os efeitos de borda.2. Na figura 5.

e das dimensões do capacitor. Vejamos mais dois exemplos. obtém-se EAε0 = CEd. σ.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0.if. é dada por q/A. Portanto. de onde se obtém q = EAε0. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. C = ε0A/d (5.1).br/tex/fis142/mod05/m_s03.ufrgs. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. e de propriedades geométricas. A densidade de carga. http://www. o campo entre as placas será E = σ/ε0.2) A relação (5. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. Portanto. Q = CV. Da relação (5. onde A é a área da placa (não há inconsistência. Para qualquer capacitor. E=q/Aε0.5. ε0. ou.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . Esse tipo de resultado é geral. como uma aproximação). a constante dielétrica no vácuo.

4) Substituindo (5. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga. obtém-se Portanto.5).3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . enquanto o externo está carregado com carga –q. temos que: (5.if. cujo resultado é (5.4) em (5.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 . Para calcular a capacitância. Da relação (4. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www. e raios a e b. O cilindro interno está carregado com carga +q.br/tex/fis142/mod05/m_s04.ufrgs.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.5.3).

5) Figura 5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .ufrgs.if.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.3 http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s04.5.

ufrgs.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .html [13/03/2004 16:21:46] .5.br/tex/fis142/mod05/m_s05. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.if.6) http://www.

i.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. Q=Q1+Q2.br/tex/fis142/mod05/m_s06. obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5.4.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .ufrgs.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . Q.7a) (5. tem-se: http://www.5. é distribuída entre os capacitores. Da mesma forma. Pela equação (5. as diferenças de potencial são iguais. associados de diferentes maneiras. fornecida pela bateria.7b).e.7b) A carga. Na ilustração. Substituindo (5. as placas Figura 5. para o caso de dois capacitores.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial.1). Assim.7a) e (5. V1=V2=V. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo..if. dado pelo pólo positivo da baterial. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes. na proporção de suas capacidades. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. Portanto.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . com ‘n’ capacitores. Então. Portanto. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.8) No caso da associação em série (Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s06.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto. se as cargas são iguais.9) http://www. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. (5.if. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.5. então os potenciais também serão diferentes. mas as capacitâncias são diferentes.ufrgs. (5.5).

pelo menos para efeitos práticos.5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. em condições normais.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. ao invés do ar. por volta de 1837. segue-se que o capacitor está isolado. Na Figura 5.6a http://www. Portanto. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. dielétrico . Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. o título desta seção pode causar alguma confusão. Figura 5. porque sendo o ar. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.br/tex/fis142/mod05/m_s07. a carga acumulada permanecerá constante. O dielétrico entre as placas é o ar. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q.ufrgs.if. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .7b Figura 5. A eq. de modo que a diferença de potencial entre as placas. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. é constante.if. Nesta experiência. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. provocando a diminuição do potencial. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. dada pela ddp da bateria. Como a baterial fornece uma ddp constante. (5. Então.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior.7a Figura 5.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. k=1.7c http://www. como no caso da experiência anterior. O campo efetivo entre as placas diminuirá. Pelo que sabemos. (5. em relação à capacitância do capacitor com ar. implica que a capacitância deve aumentar. e para o ar.br/tex/fis142/mod05/m_s07. conclui-se que C deve aumentar.6(b).1). C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas.5.1). como ilustrado na Figura 5. Para o vácuo. k=1. Da eq. Q=CV.ufrgs. Figura 5.00054. isso implica no aumento de Q.

ufrgs.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s07.if.5.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .

if. e cheque o resultado.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . quatro possibilidades de áreas das placas. (5. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. http://www. contenha uma certa carga q. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.br/tex/fis142/mod05/m_s08.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas.5. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. é necessário realizar um trabalho.ufrgs. e quatro distâncias entre elas. Como já vimos. com capacitância C. Suponha que um capacitor. Temos quatro dielétricos diferentes.html [13/03/2004 16:22:58] .

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] . com densidade linear λ.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. suportado por discos isolantes. Pergunta 6 q 5. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. de raio Ra. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.5). interno. antes da eq. (5.ufrgs. http://www. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.5.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb.br/tex/fis142/mod05/m_ex. sólido.if.

abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas.br/tex/fis142/mod06/m_s01. isso foi feito para facilitar o raciocínio. em regime estacionário. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. onde são indicados o http://www. Microscopicamente. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. seu movimento é desviado.if. e em diversos ambientes. algumas vezes retroativamente.1.6. como no caso dos capacitores. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .ufrgs.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. de modo que o movimento dos elétrons. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. quando visto microscopicamente. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. A rede cristalina forma obstáculos. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. ou quase estáticas. parece caótico. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo.

que ilustra uma situação desordenada. como o indicado pela seta . As esferas http://www.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. onde a temperatura é absolutamente nula. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. Figura 6. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. a temperatura é um dos mais importantes. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás. Na Figura 6.if. no final das contas ela vai andar para a frente. Veja que o canal que existia na Figura 6. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6.6. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. Este aplicativo simula a situação descrita acima.2 . Neste caso. na Figura 6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.2.1. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina.1 estão constantemente mudando de lugar.br/tex/fis142/mod06/m_s01. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. isso representa uma situação irreal.1 deixa de existir na Figura 6.ufrgs.1 eles estão fixos. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva.

o cursor da barra abaixo da modura. Aumente o valor da corrente.ufrgs.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. Para observar com mais precisão. http://www.6. deslocando para a direita.br/tex/fis142/mod06/m_s01.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .if. use uma corrente baixa. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.

Do ponto de vista microscópico.if. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s02. (6. (6. como ilustrado na Figura 6.html Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’. Isto é.http://www.ufrgs. por unidade de tempo. Portanto.br/tex/fis142/mod06/m_s02. esta é a densidade de portadores do material. L.ufrgs.if. Seja um segmento de condutor. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. Vamos deduzi-la.3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J.

ufrgs. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.ufrgs. Da definição de corrente. obtém-se J = neVd (6.if. http://www.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.http://www.if.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.3.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .

4) será satisfeita. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).4 RESISTÊNCIA. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. e a relação microscópica correspondente a (6. circulará. para o segmento L da Figura 6. de tal modo que a relação (6.if. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. http://www. uma corrente. R. entre os extremos de um resistor. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). são todos representados por uma propriedade mensurável.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. V. denominada resistência.6) No regime estacionário. E e J são uniformes.ufrgs. i.3.5) é E = ρJ (6. ρ.6. A forma mais conhecida de (6.5) As grandezas relacionadas em (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 .4) Essa definição significa que.br/tex/fis142/mod06/m_s03. conforme discussão qualitativa acima.4) é V = Ri (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. de modo que.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . V E. e definida pela relação R = V/i (6. i J.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R).

varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . obtém-se http://www. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. A constante de proporcionalidade. de tal modo que em média. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões.4 RESISTÊNCIA.ufrgs.3). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .br/tex/fis142/mod06/m_s03. a carga e a massa do elétron. é proporcionado pelo campo elétrico.4). obtém-se (6. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.if.6.7) A relação (6. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material. E. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. ρ. e inversamente proporcional à sua seção reta. O movimento eletrônico estacionário.ρ0 = αρ0(T-T0) (6.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. respectivamente. com velocidade de deriva.

com o uso de (6.9) http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.br/tex/fis142/mod06/m_s03.6) chega-se à relação (6.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .4 RESISTÊNCIA.if.ufrgs.6.

variável). Em paralelo com o resistor.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA .CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. Coloque U=10. eles podem "queimar". O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. ou voltagem.10 A).5 LEI DE OHM Capítulo 6 . equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?).ufrgs. que a lei de Ohm é expressa pela eq. Explique o que acontece. Explique o que acontece. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.br/tex/fis142/mod06/m_s04. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. (6. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. ditos materiais ôhmicos. tem-se um amperímetro.5). equivocadamente. Se o valor superar. Em série com o resistor.6. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www.if. V = Ri (6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. há uma escala para o voltímetro (1 . Fixe um determinado valor da voltagem. tem-se um voltímetro. Na verdade. Na parte de cima do painel verde. Vmax>10 V e Imax= 1A. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. esta equação representa simplesmente a definição de resistência.

6.5 LEI DE OHM medida.if. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s04.

CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA.5).br/tex/fis142/mod06/m_s05. i. é também conhecida como potência Joule. no caso mais simples. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. Se uma carga dq é transportada de A para B.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . quando ele é atravessado por uma corrente. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. no condutor da Figura 6. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. no caso mais geral de metais condutores.6. que dá a potência dissipada num resistor. R. a potência é dada por (6.6 ENERGIA.4. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. Na seguinte demostração. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6.10) Fazendo uso da relação (6. A energia assim transferida. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.ufrgs.11). uma bateria. isto significa produzir fluxo de elétrons.4 A expressão (6.11) Figura 6. podemos mudar o valor de V e R. & POTÊNCIA Capítulo 6 .

ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . & POTÊNCIA http://www.6 ENERGIA.br/tex/fis142/mod06/m_s05.6.if.

html [13/03/2004 16:23:43] .7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .br/tex/fis142/mod06/m_s06.m)-1 http://www.if.ufrgs.metro(Ω.metro recíproca (Ω.6.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.m) Condutividade Ohm.

5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.5x1018x1. http://www. a corrente será i = 5. Portanto.8 EXEMPLO Capítulo 6 .6x10-19 = 0. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.html [13/03/2004 16:23:45] . este se ioniza. 4x1018 elétrons e 1.88 A.6.ufrgs. em cada segundo.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.if. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.br/tex/fis142/mod06/m_s07.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.

em cada segundo.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. (b)O sentido do movimentos dos prótons. 4 x 1018 elétrons e 1.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. (b)2.8 x 1028 elétrons livres por m3.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.7x10-6 m/s. este se ioniza. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 . Pergunta 1 q 6.5.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. A prata contém 5. Pergunta 3 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .ufrgs. Pergunta 2 q 6.if.88 A. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.

5 http://www. 0. Pergunta 4 q 6. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. Quando se fecha a chave.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. Determine a fem e a resistência interna da pilha.34 C.52 V.br/tex/fis142/mod06/m_ex. R:1.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . onde i é dada em ampères e t em segundos.5 Enquanto a chave S estiver aberta. marca 1. o voltímetro V.53 Ω. Figura 6. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603.1 Ω.ufrgs. (b)120.8 x 10-8 Ωm.37 V e o amperímetro A lê 1. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.5. Qual é a sua resitência? R:(a)1.if.52 V.5 A. a leitura do voltímetro cai para 1. mas seu diâmetro é o dobro.5. (b)9.67 A.

Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. (b) 90 Ω. (iii) ddp e resistência. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . (b)10 V.ufrgs. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. Pergunta 8 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. Pergunta 7 q 6.if. a ddp torna-se 11 V.5 Ω.22 A.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. (ii) resistência e corrente.5 V.0 A. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.5. Pergunta 9 http://www.

9 No circuito da figura 6. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo. (b)4 W.6. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria. (c)20 W Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.6 http://www.5.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .ufrgs. R:(a)24 W.if. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.11 EXERCÍCIOS q 6.

no caso mais simples.1. Chama-se “queda de potencial”.ufrgs. na realidade.br/tex/fis142/mod07/m_s01.7. Entende-se por nó. unindo a malha da esquerda à malha da direita. o ponto A é um nó. Na Figura 7. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. como ilustrado na Figura 7.1. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. incluindo vários componentes elétricos. Figura 7.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. na Figura 7. um circuito fechado.1 http://www. por exemplo.html [13/03/2004 16:23:51] .2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . Entende-se por malha. entre A e B ou entre A e C.if. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga.1. fem e resistências. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples.

br/tex/fis142/mod07/m_s02.7.ufrgs. e ∆V = . ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional. Vb<Va. Neste caso.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . pois os pontos inicial e o final são os mesmos. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.if. Logo. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. indicada pela seta . Vejamos. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2a). vai de ‘a’ para ‘b’. logo ∆V= Vb – Va. como cada queda de potencial é usada nesse somatório.2a Σ ∆V = 0 Figura7.2b http://www. a queda de potencial é positiva (Figura 7. Figura 7.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. Se a corrente convencional. nas regras seguintes.2b).

br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .if. Figura 7. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2d http://www. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2c).3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.2d).ufrgs.7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

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7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
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7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

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7.6 EXEMPLO 7.br/tex/fis142/mod07/m_s05. as direções das correntes.1 Na figura.if.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] . bem como as direções em que as malhas são “percorridas”. foram arbitrariamente escolhidas http://www.

esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . Figura 7. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.3 mostra um circuito RC série. Inicialmente.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria.br/tex/fis142/mod07/m_s06. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.if. o capacitor está descarregado.7.

obtém-se (7. Quando t=RC.br/tex/fis142/mod07/m_s06.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.ex. εC. de modo que.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.4) tem uma componente exponencial. denominado constante de tempo capacitiva. A partir de (7.3) obtém-se (7. t=10RC)).html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. rigorosamente. (7. Pela conservação de energia.7. Figura 7. ela só atingirá seu valor final.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.2) A eq. τ=RC. num tempo infinito.ufrgs. a http://www..4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. Levando em conta que .3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.

As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. q(t) = εCe-t/RC (7. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor.6) Figura 7. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.5 Figura 7. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito.2) obtém-se (7. http://www.7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor. capacitor e resistor. (7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. Colocando-se ε=0 na eq.ufrgs. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’.

if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .7.

Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.7.1 Três resistores iguais são ligados em série. Figura 7.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS. a potência total consumida é de 10 W. Pergunta 1 q 7.7 Pergunta 3 http://www. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.7.ufrgs. Pergunta 2 q 7.if.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. (b)14 V.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .

na figura 7. R:ε1=18 V.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. (b)0. ε2=7 V. A chave http://www. ε=100 V.9 Pergunta 5 q 7.8 Pergunta 4 q 7.466 A. R=10 MΩ.if.9.br/tex/fis142/mod07/m_ex.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . O capacitor está inicialmente descarregado.3. calcule a corrente na bateria de 12 V.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’.7 EXERCÍCIOS q 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. Figura 7. R:(a)Vab=0.5 Considere.22 V. Vab=13 V Figura 7.7. C=2 µF.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .ufrgs. Pergunta 6 q 7.0997 J. q(t).br/tex/fis142/mod07/m_ex.7. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.if.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. (a) Construa gráficos para i(t).7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.605 RC http://www.

para o momento.if.1) onde v é a velocidade da carga.ufrgs.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . este exerce uma força sobre uma carga.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .O CAMPO MAGNÉTICO. em movimento. por volta do ano 121 DC. B. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. Não importa. trata-se do campo de um ímã permanente. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. ocorrida na cidade de Magnésia. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.br/tex/fis142/mod08/m_s01. q. qual a fonte de criação. Do ponto de vista formal. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. o que importa é que dado um campo magnético. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento.8. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. Por outro lado. dada por F = qvxB (8.

ufrgs. No caso geral. E.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). Velocidade paralela ao vetor campo magnético. e um campo magnético.if. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.8.2) é conhecida como força de Lorentz.br/tex/fis142/mod08/m_s01. em que temos um campo elétrico.2) A força expressa em (8. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .

descobriu o elétron em 1897. conforme esquematizado na figura 8. B e v. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. (8. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. Joseph John Thomson (18561940).br/tex/fis142/mod08/m_s02.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Figura 8. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.ufrgs. tal que Das expressões acima.1 Pela eq. Controlando-se os parâmetros externos.8.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. E.O CAMPO MAGNÉTICO. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.1. obtém-se http://www.if.

3) A razão entre a carga e a massa do elétron.if. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta. http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s02.8. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.ufrgs. isto é. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.

é extremamente útil na indústria microeletrônica.8.if. O excesso de cargas positivas e negativas. Figura 8. qEH = qvB http://www. Com o tempo. cargas negativas acumulam-se na face inferior. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. com um campo elétrico conhecido como campo Hall.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. conforme indicado na figura 8.O CAMPO MAGNÉTICO. A figura 8.ufrgs. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. funciona como um capacitor de placas paralelas.2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . e cargas positivas na face superior.br/tex/fis142/mod08/m_s03. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. O EFEITO HALL A expressão (8. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. no sentido de cima para baixo. como veremos.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall.

Em segundo lugar. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. Em primeiro lugar.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.ufrgs.4) fornece o valor da densidade de portadores.4 O EFEITO HALL Usando a eq.br/tex/fis142/mod08/m_s03.if. EH = VH/d. obtém-se Por outro lado. a eq. obtémse (8. (8. e a definição da densidade de corrente. J=nqv. http://www. J=i/A. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld.3). bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. (6.8.

Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. numa região do espaço onde existe um campo magnético. é igual à força magnética.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .3. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.5a) Da relação v=ωr. que proporciona o movimento circular. a força será nula.br/tex/fis142/mod08/m_s04. Como se vê a força centrípeta. (8.if. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. Portanto.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . Figura 8. e outra perpendicular.3 Assim.5b) http://www. o movimento de uma partícula.O CAMPO MAGNÉTICO. Por outro lado. de massa m e carga q. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. resultando num movimento retilíneo uniforme. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. Isto é.8.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético.

obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.5c) http://www.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.5d) (8.if.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .

é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.O CAMPO MAGNÉTICO. A partir desses resultados. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).if. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. Vejamos como calcular esta força.br/tex/fis142/mod08/m_s05. temos que a força sobre um elétron será Portanto.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. logo. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.

a força aponta para baixo.4. Figura 8.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã. http://www.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica. No caso da Figura 8.ufrgs.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.if. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . Use a equação 8.br/tex/fis142/mod08/m_s05.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.

vejamos a figura 8. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.if. De acordo com a eq.if.6. (8.http://www. conforme ilustra a figura 8. na direção indicada.5 mostra-se uma espira retangular.html Capítulo 8 .5 sob outra perspectiva. Figura 8. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.6 http://www. de lados a e b.ufrgs.6).O CAMPO MAGNÉTICO. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). percorrida por uma corrente i. Para melhor analisar esse torque.br/tex/fis142/mod08/m_s06.ufrgs.

Portanto.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html O torque será Substituindo F1=iaB. para uma bobina. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. com N espiras.if. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .7) http://www. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. define-se µ=NiA.ufrgs. será (8.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s06.http://www.if. A=ab e cos θ=senθ. τ=NiABsenθ Para uma espira. Da mesma forma.

8. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. 534): O campo magnético. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. 3. 1a edição. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. Para avaliarmos esse nível de complexidade. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética. ao qual associamos o símbolo B. mas causa o mistério colocado na definição acima.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. r H está relacionado com a corrente que o produz. mantém o http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s07. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. e mais ainda no caso especial do magnetismo.O CAMPO MAGNÉTICO. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.ufrgs. na prática.8 UNIDADES Capítulo 8 . . tal como o campo elétrico. p. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. No capítulo 41. Portanto. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade.if.

enquanto no sistema CGS.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. sua unidade é o Gauss (G).if. a unidade de B é o Tesla (T).8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos.ufrgs. Por outro lado. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.br/tex/fis142/mod08/m_s07. No sistema SI. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). http://www.8.

Esta força será igualada à força centrípeta. perpendicularmente dirigido para fora do papel. a partícula estará sujeita à força magnética. Dito de outra forma. a partícula terá adquirido velocidade v. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético.7 tocar no anteparo.ufrgs.1).7. EXEMPLO 8. de modo que facilmente obtém-se http://www. Antes de penetrar na região do campo magnético.1 Capítulo 8 .9 EXEMPLO 8. (8. a uma distância x do ponto de entrada.8. uma partícula de massa m e carga +q.O CAMPO MAGNÉTICO. conforme a eq. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.br/tex/fis142/mod08/m_s08. até Figura 8. Como esquematizado na Figura 8.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .

http://www. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.br/tex/fis142/mod08/m_s08. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. B e V.ufrgs.9 EXEMPLO 8. Ao invés de m. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). pode-se calcular a massa da partícula.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. x.if.1 Portanto. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.8. medindo-se a distância do impacto.1.

html [13/03/2004 16:24:36] . Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. de modo que ela seja mantida na posição indicada. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. orientadas de acordo com a Figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s09.12 N. Figura 8.O CAMPO MAGNÉTICO.10 EXEMPLO 8.if. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado.ufrgs.2 Capítulo 8 .16 N.8 Figura 8.8.2 A espira retangular da Figura 8. Portanto. se uma força igual a 0.9.2 T paralelo ao eixo x. com torque anti-horário. a espira permanecerá na posição indicada.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. e a inferior orientada na direção –x. EXEMPLO 8. atuam forças F=0. atuam forças iguais 0.9 http://www. Sobre os lados de 6 cm. calcule as forças e o torque sobre a espira. Sobre os lados de 8 cm.16cos(30). sendo a superior orientada na direção x.

Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.1 Um elétron no ponto A da figura 8.ufrgs. http://www. R:(a) 1.68 x 10-27 kg. com a mesma velocidade tangencial.68 ns.14x10-3 T. R:fe/fα=3.if. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.br/tex/fis142/mod08/m_ex.10 Pergunta 2 q 8.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B. perpendicular e entrando no plano da folha.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.O CAMPO MAGNÉTICO. A massa da partícula α é 6. Figura 8.8. EXERCÍCIOS.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.7x103.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 . Pergunta 1 q 8. (b)15.

Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0.ufrgs.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.8. E e B.44 x 1027 elétrons/m3.29x10-3 m.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. http://www.5 A figura 8.16 x 10-23 g. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.4 T. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.br/tex/fis142/mod08/m_ex.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.4 µV.484 m. (c)0. verifica-se que o potencial Hall é VH=45. Quando B=5 T e i=100 A. R:21.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons.7x108 m/s. ambos normais entre si e ao feixe.if. Pergunta 5 q 8. Pergunta 4 q 8.

6 x 10-6 Nm http://www.ufrgs.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.10 T.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . quando por ela passa uma corrente de 10-5 A. em um campo uniforme B=0. com dimensão 5 cm x 12 cm.12 EXERCÍCIOS Figura 8.11 Pergunta 6 q 8.if.8. R: τ = 3.br/tex/fis142/mod08/m_ex.

if.A LEI DE AMPÈRE. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. 9. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.9.1).1. Em 1819.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.ufrgs. é dado pela lei que recebeu seu nome (9. como a magnetita (Fe3O4). e que para o caso de um fio retilíneo. i. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . em 1820. como ilustra a Fig. Figura 9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes.br/tex/fis142/mod09/m_s01. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. os outros dedos dão o sentido de B. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. Em (9.

no caso estacionário. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . Assim.2 http://www. a lei de Ampère está para o magnetismo. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica.9. Portanto. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. Figura 9.if. que alguns autores denominam linha amperiana.ufrgs. onde as setas indicam produção.br/tex/fis142/mod09/m_s01.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.

Sabemos.if.br/tex/fis142/mod09/m_s02. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.html Capítulo 9 . das experiências de Oersted. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.1) e mostre que o campo é dado por (9.html [13/03/2004 16:24:45] . que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.2) http://www. Diz-se que o campo tem simetria axial. Use (9. Este resultado é consistente com a simetria do problema.br/tex/fis142/mod09/m_s02.if.ufrgs. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. Portanto.http://www.A LEI DE AMPÈRE.ufrgs.

br/tex/fis142/mod09/m_s03.3 vemos uma seção reta do cilindro. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.2). obtém-se uma expressão igual a . Como a densidade de corrente é uniforme. tem-se que Figura 9.ufrgs. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. de raio R. e outra com r>R.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . para um cilindro com raio R. uma com r<R.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. com duas amperianas. transportando http://www.9.3 Substituindo i em (9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. com densidade uniforme.2). Vamos calcular o valor de B nos dois casos. Na Figura 9. transportando uma corrente io. obtém-se (9.if.A LEI DE AMPÈRE. Portanto.

if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .4 http://www.br/tex/fis142/mod09/m_s03.9.ufrgs.4.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i. Figura 9. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.

br/tex/fis142/mod09/m_s04. como ilustra a Figura 9. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.5. Figura 9. transportando correntes i1 e i2. sobre o http://www.9.A LEI DE AMPÈRE.5 Sendo d a distância entre eles. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .if. Da mesma forma.ufrgs.

ufrgs.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. com módulo igual a F12. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário. Portanto.9.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . quando as corrente circulam no mesmo sentido. os fios atraem-se.br/tex/fis142/mod09/m_s04. http://www.

Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. Na Figura 9.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s05.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).6 http://www.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina. como ilustra a Figura 9.if. Figura 9.6(a).ufrgs.A LEI DE AMPÈRE. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.

CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. de modo que Portanto. a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. a corrente que atravessa a amperiana será nLi.if. a integral que resta resulta em http://www.ufrgs. de modo que Na região interna. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. B=0. Assim. i. um número muito grande de espiras). resultando Na região externa ao solenóide.br/tex/fis142/mod09/m_s05. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento.

Quanto maior esta relação. Para cada raio. mais próximo do caso ideal. É óbvio que isso é uma idealização. sobre as linhas de campo magnético.if.5 e 6.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente.5. isto é.0? http://www. entre 2. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. Na prática.br/tex/fis142/mod09/m_s05. usa-se um solenóide longo. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. e aquelas do solenóide com raio 6. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide.0.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. A equação 9.ufrgs. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .

e possível que você so tenha um mouse de dois-botão.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Para simular o botão do medio. você pode tentar isto.br/tex/fis142/mod09/m_s06. tecle a letra A. Para utilizar os seguintes applets.Exemplos Capítulo 9 . Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Para desenhar uma seta de campo.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE. . e azul é fraco. http://www. clique o botão esquerdo do mouse. enquanto oprime a tecla ALT. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. como é achado na maioria computadores Unix. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. vermelho é forte. Se você estiver usando um PC. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Para desenhar todas as setas de campo. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.

Para desenhar um círculo.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo.br/tex/fis142/mod09/m_s06.. http://www. the pain. r r q Para apagar a amperiana e a integral. Apagando q Para apagar as linhas. arraste o botão da esquerda.if. clique o botão esquerdo novamente. tecle a letra E. the pain. ou Del.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Thin Wires Oh. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada.ufrgs.. a tecla backspace.. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl.

conforme figura 9.ufrgs. (b)B=µ0i/3πa. Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.br/tex/fis142/mod09/m_ex. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. Pergunta 1 q 9. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.if.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a. EXERCÍCIOS.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .7 Pergunta 2 http://www.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .7.

Pergunta 4 q 9.2 Ainda em relação à figura 9. calcule o campo magnético resultante no ponto P.3 Suponha que na figura 9. se a corrente nele entra no plano da folha. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_ex. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.8 conduz uma corrente de 20 A. Determine o módulo. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . http://www. perpendicular ao fio.if. apontando para baixo.7. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. apontando para a esquerda de quem olha.2x10-4 N. R:7. Uma espira retangular. cujos lados maiores são paralelos ao fio.EXERCÍCIOS q 9. conduz uma corrente de 10 A. perpendicular ao fio. R:1. paralelo aos outros dois. Considere a=30 cm e x=40 cm.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.4 O fio longo e retilíneo da figura 9. Pergunta 3 q 9.92x10-4 N/m.

se a corrente interna estiver saindo da folha. (b)B=µ0i/2πr.5 A figura 9. de valor I.8 Pergunta 5 q 9. R:(a)B=µ0ir/2πc2.ufrgs. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. anti-horário. anti-horário.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .br/tex/fis142/mod09/m_ex. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). b.if. (c) b<r<a. (d) r>a. (b) c<r<b. Correntes uniformes e opostas.EXERCÍCIOS Figura 9. existem nos dois condutores. anti-horário. (d)B=0. c) são mostrados na figura.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. Seus raios (a. http://www.

ufrgs.07 T.EXERCÍCIOS Figura 9. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0. de 250. http://www.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.br/tex/fis142/mod09/m_ex.if.9 Pergunta 6 q 9.

com velocidade uniforme. produzindo uma fem. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10.1 http://www. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Isto é. por um agente externo qualquer (não importa qual). Uma placa metálica é deslocada.10. v. B. Nesta região do espaço existe um campo magnético.1. Na década de 1830.A LEI DE FARADAY. Figura 10. Faraday descobriu o inverso.ufrgs.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Vejamos quanto vale essa fem. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. com o sentido indicado (para dentro da folha). Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .if.

2. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma. eq. (10. 10. ΦB=Bhx. (10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.2) Figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_s01. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. através dela. a área hachuriada varia.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. tem-se Portanto. http://www. conforme ilustra a figura 10.2.10.1). Derivando o fluxo. variando o fluxo de B. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. Isto é.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. em relação a t. Quando a placa é deslocada.if.

2).10.1) e (10. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.br/tex/fis142/mod10/m_s01.if.ufrgs. com a fem induzida pela lei de Faraday. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Por causa disso. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday.

a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. A fem induzida é dada por (10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. Numa tradução livre. enquanto em (b) ele decresce.ufrgs.3(a) o fluxo magnético está http://www.A LEI DE FARADAY. Em 1831. Faraday mostrou que no primeiro caso.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Na fig. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10. 10.3) é a seguinte Em 1834.if.3.10.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3). uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. 10. a corrente induzida circula no sentido antihorário.3) Outra forma de apresentar a equação (10. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .

3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo. Na fig. 10.if.ufrgs. Figura 10. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético. http://www.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.10.

html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .4.0 s. (b)Horário. Pergunta 1 q 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.ufrgs. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. (b) Determine o sentido da corrente através de R. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . Figura 10. EXERCÍCIOS.A LEI DE FARADAY.if. R:(a)31 mV.1 Na figura 10.4 Pergunta 2 http://www.

5 http://www.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0.EXERCÍCIOS q 10. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. na figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.042-0. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.74 V.3 A figura 10. tanto em módulo quanto em direção.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. Figura 10.4.if.87t. cuja resistência interna é desprezível. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. Pergunta 3 q 10. A espira contém uma bateria de 20 V.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t). (b)21.ufrgs. sendo B dado em Tesla e t em segundos.

(a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel. http://www.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. Figura 10. (b) 56.6 Pergunta 5 q 10.5 mA.35 T aponta para fora da página.8 V.2 Wb.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.1 T/s. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5. (c) ε(t)=2Bv2t.br/tex/fis142/mod10/m_ex.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .2 m/s de cima para baixo.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.6. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.if.7 decresce à taxa de 0. (c) 1. Um campo magnético B=0. como ilustra a figura 10.5 O campo B na figura 10. (b) 5 mV/m. anti-horário.ufrgs.

8 http://www. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada. (a) Qual é o fluxo total.br/tex/fis142/mod10/m_ex.7 Pergunta 6 q 10.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .6µ0/10π. (b) 4.ufrgs.3µ0I/10π.6 Na figura 10. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.if. anti-horário. em determinado tempo t.EXERCÍCIOS Figura 10. Figura 10.

11. No Cap. (5. calculamos o campo magnético de um solenóide.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. assim como o capacitor está para a eletricidade. Portanto. L.br/tex/fis142/mod11/m_s01. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. Em particular. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). Este dispositivo está para o magnetismo. Assim. e i é a corrente que o atravessa. definida na eq.1).1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . (11. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos.html [13/03/2004 16:26:11] . correspondendo à capacitância.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry.ufrgs. podemos definir a indutância. http://www.

(9. assim como fizemos no Cap. obtém-se a indutância por unidade de comprimento.ufrgs. Figura 11.4).if.html [13/03/2004 16:26:13] . 9. A). L/l. (5. eq. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito.1 http://www. L/l = µ0An2 (11. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.br/tex/fis142/mod11/m_s02.2). eq. A densidade linear de espiras é n.

3) http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s03. segue-se que (11. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide. esta.if. Portanto. diz-se que esta fem é auto-induzida. induz o surgimento de uma fem.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . No momento em que se inicia a passagem da corrente.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.ufrgs.11. de acordo com a lei de Faraday.html [13/03/2004 16:26:15] . tem-se uma auto-indução. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li.

aparentemente o sinal negativo da eq.3).br/tex/fis142/mod11/m_s04.3 Observe que na equação acima.2. dada pela eq.2. http://www. for ligada na posição ‘a’.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . produzindo uma fem εL. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.2 Figura 11. 11. na figura 11. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). uma corrente surgirá no circuito.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série. No momento em que a chave S.Ri .4) Figura 11.ufrgs. Imediatamente.11. (11.3) não foi levado em conta. tem-se ε .4 CIRCUITO RL Capítulo 11 .if.εL = 0 (11. (11. o indutor reagirá. Na verdade.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

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11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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No momento que o indutor é ligado. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. A partir desse momento.5.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. na ausência de qualquer tipo de atrito.if. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. Este circuito apresenta um comportamento. Um resistor no circuito da fig. em termos de variação de energia. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC.ufrgs. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . e vice-versa. através da qual a energia acumulada no capacitor. ½CV2. Através do efeito Joule. Neste caso. uma corrente surge no circuito. 11. como ilustrado na fig. http://www.CIRCUITO LC Capítulo 11 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. passa a se transferir para o indutor. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima.br/tex/fis142/mod11/m_s06. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. 11.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .br/tex/fis142/mod11/m_s06.if.CIRCUITO LC Figura 11.5 http://www.ufrgs.

4).if. e Substituindo essas expressões na eq.ufrgs. Ele é semelhante ao circuito RL. substituindo-se ε por V. CIRCUITO RLC A fig. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.10) Num instante qualquer. onde a fem foi substituída por um capacitor.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC.10).html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07. 11.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. Figura 11.6 (11. Portanto. (11.

Uma solução particular que satisfaz tais condições. obtém-se (11.if.11).12) Substituindo (11.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . http://www. resulta que α=R/2L e (11. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.12) em (11. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.ufrgs. Dito de outra forma.br/tex/fis142/mod11/m_s07.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. deve ter um fator de amortecimento.

a energia passa de um dispositivo para o outro.if. toda a energia está acumulada em L.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s07.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. Quando i(t) é máxima. toda a energia está acumulada em C. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. Quando V(t) é máximo. A cada ¼ de período. http://www.

http://www.html [13/03/2004 16:26:49] . Isto é.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s08. é a freqüência do circuito LC correspondente.if. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. Quando R aproxima-se de zero. No limite. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. R=0.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.ufrgs. a freqüência natural de um circuito RLC.13). (11.

2. qual será a taxa http://www. (b) 4.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. EXERCÍCIOS. Para 0.br/tex/fis142/mod11/m_ex.8x10-15 J/m3.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Pergunta 2 q 11.ufrgs.if.3 Ω/km. com ε=100 V. para que instante após a bateria ser ligada. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível. Em termos da constante de tempo. Pergunta 1 q 11.10 s após a conexão ter sido feita. R:(a) 1.23 τL Pergunta 3 q 11.02 J/m3. O diâmetro do fio é 2.2 Considere o circuito RL da fig.3 Uma bobina com uma indutância de 2. 11.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.

Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. R:(a) 1. o circuito possui uma constante de tempo τL. (b) 154.0 mA após 5. Pergunta 6 q 11.5 W.7. Pergunta 5 q 11. o circuito oscila com um período . a corrente atinge um valor de 2. L=1.125 µJ. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.1 mH e C=4.6 Considere o circuito indicado na fig. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito. Pergunta 4 q 11. 11.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238.042 A.ufrgs. (b) a corrente máxima que pode circular.5x10-4 J. (b)0.5 W. (b) 2.0 µC. a constante de tempo vale τC.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.if. (a) Determine a indutância da bobina. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. A carga máxima em C é 3.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .5 Num circuito LC oscilante.0 µF.0 ms.br/tex/fis142/mod11/m_ex. http://www. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. (c) 393 W. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada.

EXERCÍCIOS Figura 11.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .br/tex/fis142/mod11/m_ex.if.ufrgs.7 http://www.

vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações.12. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .if.ufrgs. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. para propor sua teoria eletromagnética. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday).br/tex/fis142/mod12/m_s01. reproduzidas na tabela abaixo. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . Por exemplo.EQUAÇÕES DE MAXWELL. O primeiro é que a experiência http://www. por que não ΦE B? Para manter a simetria. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.

1). É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. (12.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética.12. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. Vamos analisar melhor a eq. Portanto. (12. como ilustrado na fig.br/tex/fis142/mod12/m_s01. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). Antes.if. Portanto. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. http://www. mas encontramos a eq. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação.Maxwell” (12. a “lei” correta deverá ser (12. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . enquanto o da direita tem unidades de i/ε0.1.1). aparecendo depois da outra placa. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. O segundo é um erro dimensional. 12.ufrgs.1) Observe que o fator multiplicativo. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. Esta corrente. é o produto µ0ε0. A equação acima tem algo diferente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .

(12.ufrgs. é dada pelo termo .1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .12.if.br/tex/fis142/mod12/m_s01. conhecida como corrente de deslocamento. id. A corrente entre as placas.2). http://www.

ufrgs. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). Pergunta 3 q 12.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . tem raio R.http://www.html Capítulo 12 .if.ufrgs. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.2 Mostre que i=id.br/tex/fis142/mod12/m_ex. Pergunta 1 12.4 Na fig.if. EXERCÍCIOS.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. 12.2.br/tex/fis142/mod12/m_ex. O capacitor de placas circulares e paralelas.EQUAÇÕES DE MAXWELL.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.

http://www.2 http://www. Figura 12. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if.html deslocamento é I.if. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr. calcule o valor máximo de dΦE/dt.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .

java. Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .com/en/index.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:28:37] .

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Java. uninstalling and using Java Software » Error and Warning Messages » © Sun Microsystems.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). There are instructions for dealing with specific error messages and solutions to problems when running applications and applets written with Java technology.java. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the FAQ section.com/en/download/help/index.Java Technology Help Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues Download Instructions » Installing.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Help We appreciate your interest in Java™ technology. The Help section contains solutions for issues that you might encounter during the installation and running of the JRE. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:29:10] .

com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/download/faq/index.jsp [13/03/2004 16:29:18] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). Java. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems. The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. It also includes explanations about different applications of Java technology.java. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.

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including a detailed technical guide. click here to submit it. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. PDAs.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. if selected. http://www. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. you will be contacted.Learn about Java Technology. community interaction. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. Don't forget to check out the special values. If selected. Your submitted application will be reviewed and. or some other cool device. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing.com/en/learn/developers. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process.java. a PDA. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. and industry solutions. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. and more.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. a forum. Desktops. Link to Java. global operators and handset manufacturers. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. and Other Devices If you've created an application for the desktop. support. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. gifts. and executive items.

com/en/learn/developers. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java.Learn about Java Technology.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . Developers © Sun Microsystems.

Z for zoom .sun. see all news and events » see all features » http://www. end-to-end business solutions with J2EE Web Services. A Mobile Media Mogul .com/ [13/03/2004 16:31:40] .Forbes.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. scalable. V for value. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.Powered by AMD Opteron processors.Sun Microsystems sun.

If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. 9) .com Consumer Support http://www. Use 'Save Target As'.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .2 or Netscape 6.com/en/download/manual.2. use right-click to save this file to your computer.Instructions Windows (Offline Installation) .com Choose Language To complete your download.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. Once you've got Java™ software. Use 'Save Target As'.Instructions Linux RPM (self-extracting file) .Instructions Windows (Mozilla 1.Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] . please select from the list below. use right-click to save this file to your computer.com Consumer Support Linux (self-extracting file) .Instructions 06/30/03 . -Java.java. Please note that downloads are subject to our license agreement. -Java. Windows (Installation) .Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . you'll have access to a whole new world of interactivity. 8.Instructions 06/30/03 .

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Download Java Software © Sun Microsystems.java.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .com/en/download/manual.

java. Wherever you find the cup and steam. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.jsp [13/03/2004 16:32:22] . It's preinstalled on personal computers. Invented by Sun Microsystems in 1995. giving you the cool games. handsets.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. It's even in cars and on the planet Mars. it's inside video games. The Java brand. tools. it's in PDAs and pagers. Java technology is everywhere. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. with its well-known cup and steam. is also everywhere. you'll find Java technology and a great digital experience. TVs. and information you want most. Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. and Web sites. Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/learn/index. © Sun Microsystems. It's embedded in 150 million mobile phones. and Web sites that are powered by Java technology.Learn about Java Technology.

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