Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:23] .ufrgs.if.br/tex/fis142/mod03/index.

if.Eletricidade.br/tex/fis142/mod04/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .html [13/03/2004 16:14:26] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.

br/tex/fis142/mod05/index.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.if.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:28] .

html [13/03/2004 16:14:30] .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 . Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod06/index.Eletricidade.

html [13/03/2004 16:14:33] .Linha 2/2003 MEC .if.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .ufrgs.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod07/index.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .CAPES http://www.O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.if.html [13/03/2004 16:14:35] .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.ufrgs.1 Exemplo 8.br/tex/fis142/mod08/index.

if.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:37] .CAPES http://www.A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod09/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .ufrgs.Linha 2/2003 MEC .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .if.html [13/03/2004 16:14:40] .Eletricidade.CAPES http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/index.Linha 2/2003 MEC .A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

if.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:42] .ufrgs.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .br/tex/fis142/mod11/index.

ufrgs.br/tex/fis142/mod12/index.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .html [13/03/2004 16:14:44] .CAPES http://www.if.Eletricidade.

Most other issues can be resolved. you may want to perform a manual download. http://www.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com/en/download/windows_automatic.java.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). Java software was not installed properly. Please consult the Help or FAQ sections for assistance. As a result. If the Java software has not begun downloading automatically.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.Download Java Software © Sun Microsystems.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java.com/en/download/windows_automatic.

Leia a íntegra da notícia. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003.gov. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior.CAPES / MEC Sábado. http://www. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. no Brasil. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. São consideradas ilegais.capes. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. Confira o texto.br/ [13/03/2004 16:15:28] . não havendo possibilidade de adiamento. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Mestrados e Doutorados sem validade. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT.5.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP).

br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos.ufrgs. Wolfgang Christian. convém observar os seguintes aspectos: 1.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. Michael W.if. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Exigências de Hardware http://www. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Davidson. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. seu navegador tem que suportar Java. editor da página Physlets. Para as animações. 2. Eles podem ser obtidos livremente na web. Para acessá-los. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt.

jsp. Monitor SVGA ou compatible. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.Applets http://www. Plugin de Java . Use este endereço http://www.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.java.if.ufrgs.0 ou superior).microsoft.com/ie/ para carregálo.com/en/download/windows_automatic.0 ou superior).html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Modem de 28. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels. http://www.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4. Use este endereço http://www.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.nestcape.com para carregá-lo. 16 Mb RAM ou superior.

Physics Applets. Sign up on the Physlet list-server. download instructions. The links on the right contain tutorials.edu/Applets/Applets. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop.davidson. Preview Physlet Physics.edu http://webphysics. and Problems. For an introduction to scripting see thee Physlet book. Explorations. The applet on the right is a Physlet. Physlets.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. and Problems see the Physlet Physics book. Exercises.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Search the Kaiserslautern Physlet database. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. and example problems to help you use Physlets in your teaching. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. are small flexible Java applets designed for science education. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. a book of ready to run Physlet-based Illustrations.

Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.edu/Applets/Applets.davidson.html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . < prev | List Sites | next > http://webphysics.

Excellent resolution. and chemical crystals. condensers. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro. The Olympus MIC-D Digital Microscope .Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . thin films. a computer chip. plant hair cells. The volume covers all of the important basic concepts. nematode worms.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. and non-profit institutions. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . and biotechnology. formulas. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. Winners came from such fields as chemistry. and depth of field. including illumination.edu/index. Powers of Ten . muscle cells.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. materials research.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall.fsu. Köhler illumination. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. bright and crisp optics. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. aberration. numerical aperture. resolution. biology. private. and a short bibliography. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. and high efficiency of excitation. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy .7 Mbytes) .magnet. eyepieces. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude). confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. a diatom. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). and contain useful numbers. objectives. botany. snowflakes. This year's contest drew entrants from 46 countries.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. These photographs are available for licensing to commercial. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. 20. point-detection.

Chemical Crystals . Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher).Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. With this software. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. or solid. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. contrast.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. focus.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Most are crystalline.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. Stereoscopic Zoom Microscopy .edu/index. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty.(approximately a 30 second download on 28. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . and photomicrography. you can http://micro. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. and microscopy of living cells.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Scanning Electron Microscopy .fsu. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. gaseous.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces.Chemical compounds can exist in three basic phases. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. differential interference contrast (DIC). Burgers 'n Fries . Liquids have characteristics that fall in between gases and solids.magnet. Laser Scanning Confocal Microscopy .The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. Visitors can adjust the focus. and are probably best-imaged using confocal techniques. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. No additional software is needed. reflected light microscopy. Some. Nikon MicroscopyU . digital imaging. or amorphous. such as glass. Explore zoom magnification. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. phase contrast. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. liquid.

Born in Amsterdam in 1944. Science. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. and animals. and reproducing. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera. color. In this collection of digital movies. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. Cell and Virus Structure . eating. image capture. insects. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. locomoting. Optics & You . prisms. Topics covered include CCD operation. science. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. Featured Microscopist . Silicon Zoo . The vast majority of pond inhabitants.Explore our science curriculum package being developed for teachers.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. trying not to be eaten. are invisible until viewed under the microscope. excreting. art.edu/index. Concepts in Digital Imaging Technology . The program begins with basic information about lenses.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials.magnet. Museum of Microscopy .Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. students. and optics.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. record movies. and perform time-lapse cinematography experiments. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. Pond Life . and parents. Intel Play QX3 Computer Microscope . Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery .Although the human body contains over 75 trillion cells.fsu. however. which allowed her to meld longtime interests in nature. Many years ago. shadows. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.Take a moment to visit our in-depth http://micro. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. and color.

Reflected Light Confocal Microscopy .Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. Full-Frame CCD Operation . averaging. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. Astigmatism . Building A Charged Coupled Device . we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. Techniques reviewed include contrast.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope. Creative Photomicrography . interactive microscope software. color balance.magnet. compression.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. suggested specialized techniques. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . noise reduction. convolution kernels. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial. image sampling frequency. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. and binary digital images.fsu.edu/index.18 microns with this interactive Java tutorial. filtering digital images. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. spatial resolution.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . Included topics are the QX3 hardware (microscope). Geometrical Construction of Ray Diagrams .html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. and digital image galleries from the QX3 microscope. histogram manipulation. Video Signal Generation .Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.By employing multiple exposure photomicrography. geometric transformation. measurements.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.

and the video signal. prisms are polished blocks of glass or other http://micro. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. Cut and ground to specific tolerances and exact angles.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. split. which lie beyond the primary task of photon collection.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image. Introduction to Prisms and Beamsplitters .html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. Introduction to CMOS Image Sensors . Even though many image processing algorithms are extremely powerful. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. Airy Pattern Formation . directly onto the sensor integrated circuit. Fluorescence Microscope Light Pathways . and initial image processing algorithms. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. how to set up a microscope. exposure control. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. shuttering. scan lines.Prisms and beamsplitters are essential components that bend.Digital image processing enables the reversible.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination.edu/index. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources.fsu. Basic Concepts in Digital Image Processing . reflect.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. Condenser Alignment . or how to take photographs with a microscope. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. analog-todigital conversion.magnet. These features generally include timing logic. white balance. gain adjustment.

They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. which accurately record image data by several methods. separate polarization states. Basic Properties of Digital Images . or with the wrists bent in an unnatural position.The range of light detection methods and the wide http://micro. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. Image Formation . thus reducing the size of optical instruments. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image.y) coordinate system. with little possibility to move the head or the body. Electronic Imaging Detectors . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path.edu/index. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. including controllable depth of field.In the optical microscope. and in its great number of applications in many areas of current research interest. Many prism designs can perform more than one function. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. rotate or invert an image. Basic Microscope Ergonomics . The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. or disperse light into its component wavelengths. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen. the upper part of the body bent forward. Introduction to Confocal Microscopy .In order to view specimens and record data.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. Stereomicroscopy . microscope operators must assume an unusual but exacting position. the elimination of image degrading out-of-focus information.magnet. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. it must first be converted into a computer-readable form or digital format.fsu. regardless the origin and complexity. the hand reaching high up for a focusing control. This process applies to all images.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam.

Oblique or Anaxial Illumination . In former years. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. Pac-Man .edu/index. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. Snoopy .magnet.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen.A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . film choice. followed by errors in filter selection.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit.fsu.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. http://micro.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Housed near the clock circuitry on the chip. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. aberration.Achieving conditions necessary for oblique illumination. dirt and debris. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. and processing mistakes. but the quality still falls short of that obtainable with film. Multiphoton Excitation Microscopy . Minnesota. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . The Con Artist . In advanced models.

coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).magnet.An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. the Linux Penguin .fsu. a phenomenon observed in all higher eukaryotes. The Stay Puft Marshmallow Man . Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level. Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . background.Probably the best silicon artwork we have yet seen.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . This. http://micro. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy . Thor: God of Thunder .Coming to you from "GhostBusters". Starship USS Enterprise . this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. The Chip Smurf . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988.edu/index. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). The Rolex . The Pepsi Generation . is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. Tux. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. often light gray or white. The technique is best suited for utilization with fixed.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). Godzilla .An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.Mitosis.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created.

Phase Contrast Gallery . The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. hairs.As a contrast-enhancing optical technique. brightfield. and entire organisms. and a wide variety of other specimens. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. Darkfield Microscopy Gallery . Useful for observation of mineral thin sections. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. Confocal Microscopy Digital Image Gallery .fsu. fibers. which vary from unstained cells. In addition.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. Intel Play QX3 Microscope Galleries . Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states.magnet. Dinosaur Bones .Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. in this Java-powered image gallery.Thin unstained. phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. tissues.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . chemical crystals. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . bones. The Phytochemical Collection . thin and thick sections. darkfield.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. http://micro. particles. and Rheinberg illumination.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins".The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. The DNA Gallery . polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer. including tissue culture cells.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. polymers. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. Hoffman Modulation Contrast Gallery .edu/index.

This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. nondestructive magnets are more suited towards scientific research. Of these two. graphics. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. In the upcoming weeks and months. Davidson and The Florida State University. How a Compact Disc Works .Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. Last modification: Thursday. All Rights Reserved.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email.edu/index. interactive Java tutorials. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. Electrophoresis .Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc. scripts. and come in two forms: destructive and non-destructive. and shows the relative field strengths generated. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. No images. Mar 04. Pulsed Magnets . This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. we will be adding more galleries. Silicon Zoo artwork. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials .fsu. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. © 1995-2004 by Michael W. software. Building A Transistor .magnet.

edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.magnet.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .fsu.

2004-0311) www.01/18/2003 03/25/2000 .1.01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 03/10/1999 . Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 . 2002-12-27) Download Important notice.4) is installed on your computer.de/ph14e applets. Download is possible from Sun Microsystems.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 .walter-fendt. 46 English version www.01/18/2003 09/13/2000 . 41 applets. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.01/18/2003 12/23/1997 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.walter-fendt.07/01/2003 03/24/1998 .4.01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .01/18/2003 11/07/1998 .de/ph11e (Java 1.01/18/2003 03/11/2000 .01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 11/04/1997 .walter-fendt.

01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 10/07/2003 .01/18/2003 02/03/1999 .01/18/2003 07/05/1998 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 04/19/1998 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 10/21/2001 .Java Applets on Physics (Java 1.walter-fendt.01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 09/20/1999 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 02/25/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .

01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 . March 11.01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Walter Fendt.01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .Java Applets on Physics (Java 1.walter-fendt.01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .

com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.http://www.microsoft. Please update your Favorites.com/windows/ie/default.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] . http://www.microsoft.htm.microsoft.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. Podemos dizer.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo.br/tex/fis142/mod01/m_s02. numa linguagem bastante simples.html [13/03/2004 16:18:17] . http://www. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores.1. ela permanece no local em que foi colocada. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. quando esta carga é colocada num condutor. Na verdade. Para o momento. Ao contrário. que se encarregam de conduzir a eletricidade. Assim.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. Como os nomes sugerem.if. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade.ufrgs. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo.

Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. considerando apenas as cargas estacionárias.br/tex/fis142/mod01/m_s03. denominada permissividade elétrica no vácuo.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.1) onde =8.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral.1. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. +e+ +e-e- No aplicativo acima. ε0=8. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.ufrgs. Coulomb descobriu. experimentalmente. Podemos fazer outra simplificação.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 . vê-se duas cargas elétricas.85x10-12 C2/Nm2.if. http://www.

e movimente a outra ao longo do eixo dos x's.ufrgs. o valor das coordenadas e da força. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s03. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.if. 2) Clique sobre uma carga e veja. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. 3) Fixe uma das cargas.1.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura.

1 Capitulo 1 . Q1 e Q2. Vamos tomar a primeira providência. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. e que Q1=Q2=Q=q. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.1 Duas cargas positivas puntiformes. Pelo princípio da superposição. q. colocada no eixo dos x.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . . Tendo em conta as posições das cargas. o http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s04.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1.if. tem-se F1=F2=kq2/r2. A figura 1. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga.2 é a expressão gráfica do enunciado acima.4 EXEMPLO 1.3. nos pontos y=+a e y=-a. conforme figura acima.ufrgs. são colocadas no eixo dos y. Portanto.

.4 EXEMPLO 1.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão . obtém- se um resultado positivo. em aparente contradição com os apontamentos ao lado. http://www. Tente descobrir onde está o equívoco.br/tex/fis142/mod01/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .ufrgs.3.if.

06kq2/a2. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.A LEI DE COULOMB Exercicios. R.: 1.if.3 http://www. Figura 1. Pergunta 2 q 1.94kq2/a2.1. 0.3. são largadas a partir do repouso. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas. As cargas estão em repouso absoluto.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .: 900 m/s2. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.4x10-7 kg. q=2x10-6 C e a=10 cm. As partículas têm massas iguais a 7.0x10-7 kg e 5. 7x10-10 C.6 Exercicios Capitulo 1 .br/tex/fis142/mod01/m_ex. Pergunta 1 q 1.2 Considerando.1 Duas partículas igualmente carregadas.ufrgs. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). na figura 1.

5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas. para que esta força seja igual 9x10-9 N. estão afastadas por uma distância d.3 Duas cargas pontuais livres.: Carga colocada na bissetriz. (a) Determine a posição. o módulo e o sinal da terceira carga.: Carga –9q/16. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. R. R. colocada entre as cargas +q e +9q. R.if. Pergunta 5 q 1. +q e +9q. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio.1. a uma distância a partir do vértice. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. Pergunta 4 q 1.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. de modo que o sistema fique em equilíbrio. (Q-q) e q. a uma distância d/4 a partir da carga +q.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.: 1Å http://www. Determine a posição.

para deixá-la com carga igual a +1.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.ufrgs. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a). conforme ilustra a figura 1. e tenha massa igual a 3.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre.br/tex/fis142/mod01/m_ex.4. de massa m e carga q. R. http://www.: 1010 elétrons.4 Pergunta 7 q 1. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.1.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6 Exercicios Pergunta 6 q 1.11 g.if.6 Duas cargas pontuais idênticas. mostre que Figura 1. 1/1014. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação .

Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. Faça um gráfico de E versus x.1. é tão pequena quanto possível. assim como a força gravitacional. Isto é. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x.br/tex/fis142/mod02/m_s01. desde Newton até meados do século passado. a carga líquida na distribuição é positiva. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. quando Faraday introduziu a idéia de campo.ufrgs. a interação entre duas cargas.1) onde a carga de prova. http://www.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. De acordo com o conceito de campo. são interações à distância.2. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. o campo é assim definido (2. um conceito mal compreendido. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. logo. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. O valor é positivo. q0. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. Q1 e Q2. Operacionalmente. obtido com o uso da eq.2.if. Apresenta-se nesta simulação.2 Ação a Distancia Capitulo 2 . Compare este gráfico "experimental" com um teórico.html [13/03/2004 16:18:32] . ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra.

Em cada ponto do espaço.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. determina-se o outro. Se tiver dúvida. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas.br/tex/fis142/mod02/m_s02. Coloque as esferas em diferentes posições. No aplicativo ao lado.1.if.ufrgs. Faraday propôs o conceito de linhas de força. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. e determine o sinal da carga de cada uma. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. r Em cada ponto do espaço. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. http://www. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. maior a intensidade do campo. Quanto maior a densidade de linhas de campo. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . de modo que conhecendo-se um.

Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. utilizamos uma carga de prova. A carga à direita pode ser positiva ou negativa.br/tex/fis142/mod02/m_s02. "tão pequena quanto possível".html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. Movimente o cursor. http://www.if. vê-se duas cargas. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga.1. Use o experimento que você acabou de fazer. de uma extremidade à outra. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. a carga é máxima.ufrgs. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero.

tem-se (2. e uma carga de prova.br/tex/fis142/mod02/m_s03.2. Figura 2. q. a uma distância r da primeira.1). eq.ufrgs.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando.if. pela definição de campo. separadas por uma distância d. (2.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.1 http://www. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.2) Portanto. q0.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 . tem-se o campo de uma carga puntiforme (2.

além disso. O campo elétrico é sempre na direção y. Para facilitar a tarefa. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições.if. analise as forças sobre as cargas. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. é negativa. e a vermelha. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. Teta = 0 Ey = +1 E(. Ambas têm o mesmo valor. num ponto da sua mediatriz.br/tex/fis142/mod02/m_s03.3) e mostre que o campo do dipolo.= abaixo. e leve em conta http://www. A carga verde é positiva. é dado por (2. mas pode ter o sentido + ou . Inicialmente. Use a eq.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . coloque teta=0. x»d. seu módulo pode assumir qualquer valor. representado pelas linhas de força verticais (verdes). Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. sobre um dipolo elétrico. (2. como deve ser no caso de um dipolo. E=+1 e Q=1 C.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo.4). Tente explicar o movimento. A carga pode assumir qualquer valor.ufrgs.2.

Examine o movimento do dipolo. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo". E e Q.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.if.ufrgs. passo a passo.2. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio". analise o movimento para diferentes valores de teta. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . Depois.br/tex/fis142/mod02/m_s03.

g. determine o valor do campo elétrico.html [13/03/2004 16:18:43] . e seu sentido é para cima. e tangencia a borda da placa inferior ao sair.br/tex/fis142/mod02/m_s04. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado). Ao invés da aceleração da gravidade. conclui-se que http://www.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. Ao invés do peso.if.4 EXEMPLO 2. Figura 2.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. A direção do campo é vertical.2.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.2.ufrgs. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.1 Capitulo 2. tem-se a aceleração a=eE/m.

br/tex/fis142/mod02/m_ex.3 Na figura 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.ufrgs. Pergunta 1 q 2. Determine o módulo e o sinal da carga Q. R.: 2.if.6 Exercicios Capitulo 2 .O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero. Pergunta 3 q 2. calcule a aceleração do elétron.1.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .1x10-7 N/C.: 2.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.0 µC. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. R. http://www.1 Um elétron é solto a partir do repouso. Ignorando o efeito da gravidade.: 8. de baixo para cima.

considerando que 300 Å>>d. Pergunta 5 q 2. –3q e +q.36d.4 Duas cargas.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . Pergunta 6 q 2. http://www. R.1. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. são fixas e separadas por uma distância d.if.6 Exercicios Figura 2. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.ufrgs. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. a uma distância de 300 Å do seu centro.4.: 1. R.br/tex/fis142/mod02/m_ex.: 1.06x10-15 N.6 Considere positivas as cargas na figura 2.m. do ponto médio entre elas. à direita da carga +q.3 Pergunta 4 q 2. distando x (x>>d). vale . Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.

5 Pergunta 8 q 2.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.6 Exercicios Figura 2.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .1 Pergunta 7 q 2. d=2 cm e L=15 cm. Considerando θ=30o. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www. Despreze o efeito da gravidade.99 cm do início da placa. O ponto do choque dista 1.5.6x10-8 s depois de lançado.: 4.8 Na figura 2. o próton atinge a placa superior. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.ufrgs.1. E=3x104 N/C.if. R.br/tex/fis142/mod02/m_ex. ou saia da região sem atingi-las. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. com velocidade 5x105 m/s. Figura 2.

if.1. abaixo do eixo.:(a) 7x10-23 m.6 http://www.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima. em relação ao eixo.br/tex/fis142/mod02/m_ex. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .ufrgs. igual a zero!. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância. (b)θ aprox. (c)4.9x10-22 Figura 2. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.

cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. Numa primeira abordagem. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. Portanto.3. Da mesma forma. Podemos melhorar a definição. em determinado intervalo de tempo. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . maior o fluxo. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. Quanto maior o número de carros por minuto. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". Qualquer que seja o caso.br/tex/fis142/mod03/m_s01.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Pronto.if.ufrgs. http://www. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. já introduzimos o conceito de fluxo. A esta área associamos um vetor . e tem pouco valor operacional. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. e nem sempre esta é perpendicular ao campo.

1) Assim. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.3) http://www.3.2) No caso de uma superfície fechada. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.ufrgs.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .br/tex/fis142/mod03/m_s01.

3. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. Simetria cilíndrica ou axial. envolvendo esta carga. Isto é. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. Todavia. também denominada superfície Gaussiana. com campo uniforme. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. fechada. Por exemplo. e para qualquer tipo de superfície fechada.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. Imagine uma superfície qualquer.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 .if. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. A lei de Gauss estabelece que (3. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. ou não.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. um plano finito pode ser considerado infinito.

http://www. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica.if.3. Quanto maior o detetor. 3.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. Cargas distribuídas num cilindro infinito. Então. o valor medido é proporcional à carga englobada. é porque a carga é positiva (negativa). estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. ou axial. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. quando usamos um desses detetores. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. Então. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias.br/tex/fis142/mod03/m_s02. expressa na eq. De modo análogo ao caso anterior. Observe que a lei de Gauss. mais carga ele vai englobar.ufrgs. para medir fluxo elétrico. próximas umas das outras. Distribuição esférica de cargas. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho.4. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. Se o fluxo for positivo (negativo). Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura.

ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3.if.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s02.

. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. http://www. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema...ufrgs.if. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .3. Então.Lei de Coulomb. o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado.html [13/03/2004 16:18:55] . Portanto..A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria . quer seja realizado através de uma ou outra lei.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 .br/tex/fis142/mod03/m_s03.

a expressão (3. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. obtida com o uso da lei de Coulomb. Portanto. tendo em conta que E é constante. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. a uma distância r.5) Como era de se esperar. é dado por (3.br/tex/fis142/mod03/m_s04. 4πr2. Então.3). o campo deve ser normal a esta esfera. Portanto.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 .ufrgs. Mais do que isso. http://www. o campo de uma carga puntiforme.5) é igual à expressão (2. o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. q. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. Isto é.3.html [13/03/2004 16:18:58] .if. o produto escalar será simplesmente EdS. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria.

Quando o material é nãocondutor. dependendo do material o tratamento será bem diferente.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. Portanto. convém distinguir algumas situações.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica.if. a situação é bem diferente. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material.br/tex/fis142/mod03/m_s05.3. A carga não se distribui como no caso do condutor. ela fica onde a colocamos.ufrgs.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Portanto. Em primeiro lugar. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga. Isto é. Em ambos os casos. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. Material dielétrico . r Material condutor . há que se saber a forma como ela está sendo distribuída.html [13/03/2004 16:18:59] . em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. r http://www. grosso modo.

dado na eq.html [13/03/2004 16:19:01] .if.ufrgs.r>R. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. http://www. o campo interno sempre será nulo. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. Portanto. oca ou se temos uma simples casca esférica. para pontos externos.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor.br/tex/fis142/mod03/m_s06. qualquer que seja o objeto.3. O campo é igual ao de uma carga puntiforme.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 . (3.5). pouco importa se temos uma esfera maciça. uma esfera condutora de raio R comporta-se. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica.

(3.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. conhecermos a densidade. Se conhecemos a densidade de carga. é constante.r>R.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.br/tex/fis142/mod03/m_s07. O campo no interior da esfera será dado por http://www.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.if. Isto é.3. for conhecida. Se ao invés disso. resultando (3. dada em C/m3. ρ. teremos Q=4πρr3/3. Se a carga total.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .ufrgs. a carga no interior do volume 4πr3/3. uma esfera condutora de raio R comporta-se.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .6) Portanto. r Região II . Q. basta colocá-la no lugar de q. Q=4πR3ρ/3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. isto é. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.5). para pontos externos. a densidade ρ. r Região I .

3. é representada na figura abaixo.if. em função do raio. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s07.7) O variação do campo.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .7 ESFERA DIELÉTRICA (3.

if. Na superfície lateral. os vetores E e dS são perpendiculares entre si.ufrgs. na qual a densidade variasse com a distância ao centro.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . dada em C/m3. Isto é. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica. Em qualquer ponto das bases. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. o campo é http://www. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. transformando-se numa soma de integrais de superfície. Isto é. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. é constante. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme.3.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . a densidade ρ. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro.br/tex/fis142/mod03/m_s08.

Portanto.r>R. é dado por http://www.3. uma esfera condutora de raio R comporta-se.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .ufrgs. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. o campo criado por uma distribuição linear infinita. para pontos externos.if. a uma distância r do eixo da distribuição. Portanto.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Portanto. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas.br/tex/fis142/mod03/m_s09. De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica. Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas.3.ufrgs. de modo que o produto http://www. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas. com densidade uniforme +σ.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .if. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.

br/tex/fis142/mod03/m_s09.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . quanto na base2.ufrgs. E é constante e paralelo a dS.3.if. Por outro lado. tanto na base1.9) http://www. resultando (3.

Pergunta 1 q 3.11 Exercicios Capitulo 3 . Calcule a densidade linear de carga.A LEI DE GAUSS Exercicios. com densidade linear http://www.3.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b. perpendicular ao campo.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . R.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.ufrgs.if. Pergunta 2 q 3. Calcule o fluxo de E através da rede. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A. como ilustra a figura 3.1.3 A figura 3. Os cilindros possuem cargas iguais e opostas.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3.

http://www. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (c) o campo elétrico na região entre os cilindros. (c)idem ao ítem (a).ufrgs. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. também condutora e de comprimento L. contendo uma carga –2q.4 A figura 3.3. apontando de fora para o centro do cilindro. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. apontando do centro do cilindro para fora.3 mostra um cilindro condutor muito longo.11 Exercicios λ. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.2 Pergunta 4 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. de comprimento L. (b)-q em cada superfície.if.

3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.ufrgs. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www. Pergunta 6 q 3. com densidade ρ.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.5 Um cilindro infinitamente longo. σ.if.6 A figura 3.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . contém uma carga uniformemente distribuída.11 Exercicios Figura 3.3 Pergunta 5 q 3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada. de raio R. Calcule a densidade superficial de carga da placa.

(c) na região à direita das placas.11 Exercicios Figura 3.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .7 A figura 3.if.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.4 Pergunta 7 q 3.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.3. R: E=0 fora do capacitor.ufrgs. E=σ/ε0 no interior do capacitor. (b) na região entre as placas. Figura 3.5 http://www.

http://www. com carga +q.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Concêntrica com esta casca.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .9 A figura 3. (d) r>rc. R: (a)E=0. (c) rb<r<rc.3. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. (c)E=0.ufrgs. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (b)E=q/(4πε0r2).if. apontando para o centro da esfera. (b) ra<r<rb. (d)E=q/(4πε0r2).8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. (b)E=(1/4πε0r2)(qa). (c) r>rb. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. apontando para fora.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. R: (a)E=0.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. (b) ra<r<rb.

6 http://www.11 Exercicios Figura 3.if.3.br/tex/fis142/mod03/m_ex.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .ufrgs.

e vice-versa. é dado pela integral de linha http://www. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. conclui-se que W = . Por isso são também conhecidas como forças conservativas.ufrgs. Já sabemos que dada uma força central. conhecida como força central. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial. ∆U+∆K=0. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.br/tex/fis142/mod04/m_s01. esse tipo de força.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . Mais importante do que isso. em movimento oscilatório.if. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional.∆U (4. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. Assim.4. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.

depende apenas dos pontos iniciais e finais. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. a menos que se diga o contrário. usase http://www. e sempre aponta de i para f.1) de outra forma: Uf .3) Este resultado é absolutamente geral.if. jamais energia potencial absoluta. Para ilustrar. no caso do potencial gravitacional.1 Vamos escrever a eq. vejamos o caso de uma força uniforme. Isso implica na possibilidade de se definir.2 ENERGIA POTENCIAL (4. sempre tem-se diferença de energia potencial. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.Ui = -Wif (4. uma "origem".html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . (4.4. Por exemplo. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.ufrgs.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. Figura 4. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. arbitrariamente.br/tex/fis142/mod04/m_s01.2) não depende do caminho.

é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado. dada uma configuração de cargas.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim.if. criadora de um campo. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.ufrgs. http://www.4.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .br/tex/fis142/mod04/m_s01.

assim definido http://www.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.4.if. (4. é mais conveniente trabalhar com o potencial. É por isso que na Do que foi discutido acima. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. potencial entre dois pontos "i" e "f". pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular.ufrgs.html [13/03/2004 16:19:33] . a unidade de potencial é o (4.4) Volt (V).br/tex/fis142/mod04/m_s02.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.3 POTENCIAL Capitulo 4 .

4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 . V?=0. Como dl=-dr'.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.5).br/tex/fis142/mod04/m_s03.4.if. mostra-se facilmente que (4.6) Figura 4.ufrgs. a uma distância r da carga q. é de acordo com (4.5).POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.html [13/03/2004 16:19:36] . e E é dado pela expressão (3.

POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. fora dessas duas direções privilegiadas.ufrgs. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. é bastante complicado.if. também muito distante. Através de um cálculo similar.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. tem-se http://www.4)].br/tex/fis142/mod04/m_s04. (2. Se r » d. Qualquer que seja o caso. Já o cálculo num ponto qualquer.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 .4. isto é. Usando esta expressão para o caso do dipolo. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.

if.4.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.7) Figura 4.3 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .ufrgs. obtém-se (4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.

ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor. a energia potencial vai transformar-se. ela adquirirá uma energia potencial U.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. com carga múltipla da carga do elétron.6x10-19 J.4. ela adquire a energia de 2000 eV.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. é acelerada por um potencial de V volt. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. Por exemplo.br/tex/fis142/mod04/m_s05. A primeira simulação mostra um campo uniforme.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 . Se a carga tiver liberdade para se movimentar. adquire energia igual 1. em energia cinética. http://www. vamos explorar o conceito de potencial acelerador. Nas simulações a seguir.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. Essa energia é conhecida como o elétron volt. q=Ne.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . Trata-se de uma superfície.if. ela adquire uma energia igual a NV eV. pelo princípio da conservação de energia. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal.ufrgs.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. 1 eV = 1. Um elétron (q=1.

Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. coloque x=0 e y=2. Arraste-a com o mouse. Explique.4. qualitativamente. Com os dados obtidos nesta simulação. esta carga será submetida ao campo do dipolo. à esquerda. lê-se a posição (x. Inicialmente. embaixo. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Use as equações 4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .02.ufrgs.4 e demonstre que isso é verdade. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. na barra amarela. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. este movimento. com intervalo de tempo igual a 0. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. à esquerda).if.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Ao clicar no botão iniciar. e a sua velocidade. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico.3 e 4. clicando em "pausa". e observe o movimento de ida e volta da carga.y) no interior da moldura. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Observe o movimento da carga.y) da carga. Pode avançar ou retroceder. Ela inicia com V=0. passo a passo. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. O movimento pode ser interrompido.

ufrgs.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.4.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .br/tex/fis142/mod04/m_s05.

ufrgs.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4.html [13/03/2004 16:19:47] . Como exemplo. Como o potencial só tem uma variável.5). vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme. a partir do potencial.4.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .8) Portanto. segue-se que http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s06.if.

4) ao longo de uma linha de campo elétrico.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .: 2.4 Pergunta 2 q 4.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . zero Figura 4.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. (c) VC – VB? R. 2. o campo realiza 3.46 Volts.1 No movimento de A para B (figura 4.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.46 Volts. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .if.VA. Pergunta 1 q 4. (b) VC – VA.ufrgs.5.br/tex/fis142/mod04/m_ex.

Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3. http://www. no mesmo diagrama.9 x 10-15 N. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. é colocado no plano yz.10 µC/m2.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. 2928 Volts Pergunta 4 q 4. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar.3 Duas grandes placas condutoras.7 EXERCÍCIOS 0.: 2. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. carregado positiva e uniformemente. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod04/m_ex.: 8. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.85 mm Pergunta 3 q 4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. (b) Construa.44 x 104 N/C. em função de x.5 Um anel de raio R.5.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .if.br/tex/fis142/mod04/m_ex.5. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.ufrgs.

ou.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. mas é interessante. mais adiante. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina.ufrgs. mas sem erro. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. cria-se no seu interior um campo magnético. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. de forma simples.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .5. iniciando pelas aplicações mais simples. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. Quando uma corrente passa por essa bobina. dito de outra forma. Veremos. já neste capítulo. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. Podemos dizer. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. Nesse processo.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 .if. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. Portanto.br/tex/fis142/mod05/m_s01. Quando colocado num circuito. tem a capacidade de acumular energia elétrica. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. Capacitor (C). campo elétrico e potencial elétrico. Indutor (L).

enquanto o terceiro desperdiça. RL.if. http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s01.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . num circuito contendo esses três componentes. LC e RLC. dois deles conservam energia. nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.5.ufrgs.

ufrgs. http://www. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. C. conforme veremos a seguir.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 . No sistema SI.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes.1) A constante de proporcionalidade.if.html [13/03/2004 16:20:06] . Q = CV (5. a unidade de capacitância é o Farad.br/tex/fis142/mod05/m_s02. 1 F = 1 Coulomb/Volt.5. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.

Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. Podemos resumir essa situação. A figura 5.2(a) representa a situação real. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. Na figura 5.5.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. Figura 5.ufrgs. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões.br/tex/fis142/mod05/m_s03. enquanto na figura 5. para o caso do capacitor de placas paralelas. Para todos os efeitos práticos. Por outro lado.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . como são na realidade. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.if.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5.2. e para simplificar os cálculos. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.1.1 Figura 5.2a Figura 5. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Mesmo que elas sejam finitas.2b Vejamos como calcular a capacitância.

a constante dielétrica no vácuo. Portanto.5. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. o campo entre as placas será E = σ/ε0.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .2) A relação (5. Q = CV. e das dimensões do capacitor. Para qualquer capacitor. como uma aproximação). a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas. ε0. e de propriedades geométricas.br/tex/fis142/mod05/m_s03.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. E=q/Aε0. σ.if. é dada por q/A. http://www. de onde se obtém q = EAε0. obtém-se EAε0 = CEd. onde A é a área da placa (não há inconsistência. C = ε0A/d (5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. ou.ufrgs. Portanto. Da relação (5. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. A densidade de carga.1). Vejamos mais dois exemplos. Esse tipo de resultado é geral.

CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. enquanto o externo está carregado com carga –q.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .4) Substituindo (5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .3). a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.5). O cilindro interno está carregado com carga +q. Para calcular a capacitância.if. Da relação (4. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.ufrgs.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.4) em (5. temos que: (5. e raios a e b. obtém-se Portanto. cujo resultado é (5.

3 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .if.ufrgs.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.5.5) Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.

ufrgs. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.br/tex/fis142/mod05/m_s05.6) http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.if.html [13/03/2004 16:21:46] .6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .5.

5. Veremos agora como tratar a associação de capacitores.if.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. Substituindo (5. V1=V2=V. na proporção de suas capacidades.e. para o caso de dois capacitores.7a) e (5.4.br/tex/fis142/mod05/m_s06. fornecida pela bateria.7b). Pela equação (5.7a) (5. tem-se: http://www.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. é distribuída entre os capacitores. dado pelo pólo positivo da baterial. as diferenças de potencial são iguais.7b) A carga. i. as placas Figura 5. Portanto.ufrgs. Q. Assim. Da mesma forma. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5.1). Na ilustração. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores.. Q=Q1+Q2. associados de diferentes maneiras.

br/tex/fis142/mod05/m_s06.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. com ‘n’ capacitores. Então. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores. se as cargas são iguais.5). Portanto. então os potenciais também serão diferentes.ufrgs. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5.8) No caso da associação em série (Figura 5. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.9) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .5. (5.if. mas as capacitâncias são diferentes. (5.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.

dielétrico .6a http://www. Na Figura 5. segue-se que o capacitor está isolado.br/tex/fis142/mod05/m_s07. Figura 5. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.5.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q.if.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas. ao invés do ar.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor. o título desta seção pode causar alguma confusão. em condições normais.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. por volta de 1837. pelo menos para efeitos práticos.ufrgs. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor. a carga acumulada permanecerá constante. O dielétrico entre as placas é o ar. porque sendo o ar. Portanto. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando.

Então. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Da eq. dada pela ddp da bateria. Como a baterial fornece uma ddp constante. como ilustrado na Figura 5. é constante. o capacitor está sendo carregado por uma bateria. implica que a capacitância deve aumentar.7b Figura 5.1). k=1.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. isso implica no aumento de Q.7a Figura 5. A eq. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. conclui-se que C deve aumentar. (5. Q=CV.00054.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5.5. Nesta experiência. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas.br/tex/fis142/mod05/m_s07.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas.1).if. de modo que a diferença de potencial entre as placas.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Figura 5.ufrgs. provocando a diminuição do potencial. Para o vácuo.6(b). O campo efetivo entre as placas diminuirá. (5. k=1. como no caso da experiência anterior. Pelo que sabemos. e para o ar.7c http://www. em relação à capacitância do capacitor com ar.

br/tex/fis142/mod05/m_s07.if.5.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .ufrgs.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.

10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. Suponha que um capacitor. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. e quatro distâncias entre elas.html [13/03/2004 16:22:58] . contenha uma certa carga q. e cheque o resultado.5. http://www. (5. é necessário realizar um trabalho.br/tex/fis142/mod05/m_s08. quatro possibilidades de áreas das placas.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . Temos quatro dielétricos diferentes. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. Como já vimos. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.ufrgs. com capacitância C.if.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

interno.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb. sólido. (5.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. com densidade linear λ. de raio Ra.br/tex/fis142/mod05/m_ex.5). suportado por discos isolantes.ufrgs.if. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas.5. Pergunta 6 q 5. antes da eq. http://www. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .

CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. de modo que o movimento dos elétrons. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. como no caso dos capacitores. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita.1. A rede cristalina forma obstáculos. ou quase estáticas. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos.6.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . Microscopicamente. e em diversos ambientes. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático.if. em regime estacionário.ufrgs. algumas vezes retroativamente. isso foi feito para facilitar o raciocínio. parece caótico.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . quando visto microscopicamente. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. onde são indicados o http://www. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. seu movimento é desviado.

2. Veja que o canal que existia na Figura 6. que ilustra uma situação desordenada.1 estão constantemente mudando de lugar. onde a temperatura é absolutamente nula. como o indicado pela seta . na Figura 6. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva.1 eles estão fixos. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. Este aplicativo simula a situação descrita acima. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. Neste caso.ufrgs.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. Na Figura 6. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. a temperatura é um dos mais importantes. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.br/tex/fis142/mod06/m_s01.2 . Figura 6. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante.1. isso representa uma situação irreal.1 deixa de existir na Figura 6. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. no final das contas ela vai andar para a frente.if. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás.2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. As esferas http://www.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. Para observar com mais precisão. o cursor da barra abaixo da modura.if. deslocando para a direita. e os pontos vermelhos representam os elétrons livres. Aumente o valor da corrente. use uma corrente baixa.br/tex/fis142/mod06/m_s01.6.ufrgs. http://www.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.html Capítulo 6 .http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume. Isto é.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. L. esta é a densidade de portadores do material.ufrgs. Portanto. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. por unidade de tempo. (6.if. (6.if. Do ponto de vista microscópico. como ilustrado na Figura 6. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. Vamos deduzi-la.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Seja um segmento de condutor.ufrgs.3.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.3.ufrgs. Da definição de corrente. http://www.if. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente. obtém-se J = neVd (6.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .http://www.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.ufrgs.if.

R.3. i. A forma mais conhecida de (6. e a relação microscópica correspondente a (6.4) Essa definição significa que. E e J são uniformes. V E. são todos representados por uma propriedade mensurável. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). V.4) será satisfeita. de modo que. para o segmento L da Figura 6.if. http://www.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). e definida pela relação R = V/i (6.5) As grandezas relacionadas em (6.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA.ufrgs. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).6) No regime estacionário. ρ. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. i J. uma corrente. conforme discussão qualitativa acima.6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. de tal modo que a relação (6. denominada resistência.br/tex/fis142/mod06/m_s03.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . entre os extremos de um resistor. Cada uma tem uma contrapartida microscópica.4) é V = Ri (6.5) é E = ρJ (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . circulará.4 RESISTÊNCIA.

ρ. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6. de tal modo que em média. A constante de proporcionalidade.4 RESISTÊNCIA.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . E. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. obtém-se http://www. com velocidade de deriva. obtém-se (6. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.4).br/tex/fis142/mod06/m_s03.if.ufrgs.ρ0 = αρ0(T-T0) (6.3). cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . e inversamente proporcional à sua seção reta.7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. respectivamente. O movimento eletrônico estacionário. a carga e a massa do elétron.6. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material. é proporcionado pelo campo elétrico.7) A relação (6.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .6) chega-se à relação (6.4 RESISTÊNCIA. com o uso de (6.9) http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.ufrgs.if.6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.

variável).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . Na verdade. Se o valor superar. Explique o que acontece. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Coloque U=10.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA . V = Ri (6. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor. Em série com o resistor.10 A).br/tex/fis142/mod06/m_s04.if. Fixe um determinado valor da voltagem.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. que a lei de Ohm é expressa pela eq. há uma escala para o voltímetro (1 . Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. tem-se um amperímetro. tem-se um voltímetro.5). Em paralelo com o resistor. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. eles podem "queimar". equivocadamente.5 LEI DE OHM Capítulo 6 .ufrgs. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. ditos materiais ôhmicos. ou voltagem.6. Na parte de cima do painel verde. Vmax>10 V e Imax= 1A. Explique o que acontece. esta equação representa simplesmente a definição de resistência.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. (6. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?).

br/tex/fis142/mod06/m_s04.5 LEI DE OHM medida.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .6.if. http://www.

11). R. i.5). há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. Se uma carga dq é transportada de A para B. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. no caso mais simples.4. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. uma bateria. no condutor da Figura 6. a potência é dada por (6. Isso é feito às custas da energia de uma fonte.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . que dá a potência dissipada num resistor.4 A expressão (6. Na seguinte demostração. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. & POTÊNCIA Capítulo 6 . é também conhecida como potência Joule.10) Fazendo uso da relação (6.if.11) Figura 6. isto significa produzir fluxo de elétrons. no caso mais geral de metais condutores. quando ele é atravessado por uma corrente. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. A energia assim transferida.6 ENERGIA. podemos mudar o valor de V e R.br/tex/fis142/mod06/m_s05.ufrgs.6.

br/tex/fis142/mod06/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .ufrgs.6 ENERGIA. & POTÊNCIA http://www.if.6.

m)-1 http://www.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .br/tex/fis142/mod06/m_s06.metro(Ω.metro recíproca (Ω.m) Condutividade Ohm.ufrgs.html [13/03/2004 16:23:43] .6.if.

http://www.ufrgs.6x10-19 = 0. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.6.html [13/03/2004 16:23:45] .if.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.br/tex/fis142/mod06/m_s07. em cada segundo.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. este se ioniza.88 A.8 EXEMPLO Capítulo 6 . a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.5x1018x1. 4x1018 elétrons e 1. Portanto. a corrente será i = 5.

2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. Pergunta 1 q 6.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0. (b)2. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.br/tex/fis142/mod06/m_ex. em cada segundo. 4 x 1018 elétrons e 1. este se ioniza. A prata contém 5.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . Pergunta 2 q 6.ufrgs.88 A.if.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .5.7x10-6 m/s.8 x 1028 elétrons livres por m3. Pergunta 3 q 6. (b)O sentido do movimentos dos prótons. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.

53 Ω. (b)9. onde i é dada em ampères e t em segundos.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.1 Ω.5. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6. R:1.37 V e o amperímetro A lê 1. mas seu diâmetro é o dobro. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior.5 http://www. a leitura do voltímetro cai para 1.52 V. Quando se fecha a chave.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. marca 1.ufrgs.5 Enquanto a chave S estiver aberta.if.br/tex/fis142/mod06/m_ex. 0. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603.52 V. Qual é a sua resitência? R:(a)1. Pergunta 4 q 6. Figura 6. Determine a fem e a resistência interna da pilha. o voltímetro V.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5 A. (b)120.5.67 A.8 x 10-8 Ωm.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.34 C.

(ii) resistência e corrente. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .if.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b) 90 Ω.ufrgs.5. Pergunta 8 q 6. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.5 V.22 A. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. Pergunta 9 http://www. a ddp torna-se 11 V.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6. Pergunta 7 q 6.0 A. (iii) ddp e resistência.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4.5 Ω. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2. (b)10 V.

(c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo. R:(a)24 W.6.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.5.if.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.9 No circuito da figura 6.6 http://www.11 EXERCÍCIOS q 6. (b)4 W.ufrgs. (c)20 W Figura 6.

tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos.if. Chama-se “queda de potencial”.br/tex/fis142/mod07/m_s01. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. Entende-se por nó. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. como ilustrado na Figura 7.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. no caso mais simples.ufrgs.1.html [13/03/2004 16:23:51] . entre A e B ou entre A e C.7.1. fem e resistências.1 http://www. por exemplo. na realidade.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . Na Figura 7. Figura 7. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. na Figura 7. um circuito fechado. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. Entende-se por malha.1. incluindo vários componentes elétricos. o ponto A é um nó.

e ∆V = . Logo.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. a queda de potencial é negativa (Figura 7. Figura 7. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.if.ufrgs. Vb<Va. vai de ‘a’ para ‘b’. nas regras seguintes. indicada pela seta . Neste caso. Se a corrente convencional. Vejamos.7.2b http://www. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional.2a Σ ∆V = 0 Figura7. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo.br/tex/fis142/mod07/m_s02. logo ∆V= Vb – Va.2b). a queda de potencial é positiva (Figura 7.2a).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . pois os pontos inicial e o final são os mesmos.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . como cada queda de potencial é usada nesse somatório.

ufrgs.7.2c).2d http://www. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo. a queda de potencial é negativa (Figura 7.2d).if. Figura 7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .br/tex/fis142/mod07/m_s02. Figura 7.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

1 Na figura. as direções das correntes.if.br/tex/fis142/mod07/m_s05. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.7.ufrgs. foram arbitrariamente escolhidas http://www.6 EXEMPLO 7.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .

3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. o capacitor está descarregado.ufrgs. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . Ri2dt e em energia acumulada no capacitor.7. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.if. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.3 mostra um circuito RC série. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Inicialmente.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.

Figura 7. τ=RC. A partir de (7.br/tex/fis142/mod07/m_s06. denominado constante de tempo capacitiva. a http://www. Pela conservação de energia..2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.ufrgs. (7.7. num tempo infinito. rigorosamente.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7. Levando em conta que . de modo que.4) tem uma componente exponencial. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. Quando t=RC.ex. ela só atingirá seu valor final.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . t=10RC)).7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. εC.if.3) obtém-se (7.2) A eq. obtém-se (7.

Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.if. Colocando-se ε=0 na eq. q(t) = εCe-t/RC (7. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor.2) obtém-se (7.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.7.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.5 Figura 7. capacitor e resistor.ufrgs. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. (7. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor.br/tex/fis142/mod07/m_s06.6) Figura 7.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . http://www.

ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.7.

CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.if.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .7. Pergunta 1 q 7. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.7. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 .1 Três resistores iguais são ligados em série. Pergunta 2 q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W. Figura 7.ufrgs. (b)14 V.7 Pergunta 3 http://www. a potência total consumida é de 10 W.

Vab=13 V Figura 7. A chave http://www. na figura 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.7.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7.7 EXERCÍCIOS q 7. R=10 MΩ.ufrgs. C=2 µF.if.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .22 V. (b)0.9 Pergunta 5 q 7. ε2=7 V. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. Figura 7. ε=100 V. calcule a corrente na bateria de 12 V. R:(a)Vab=0. O capacitor está inicialmente descarregado.5 Considere.3.9.8 Pergunta 4 q 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.466 A. R:ε1=18 V.

0997 J. (a) Construa gráficos para i(t).if.ufrgs.7.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. q(t).605 RC http://www.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. Pergunta 6 q 7. ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .br/tex/fis142/mod07/m_ex.

Do ponto de vista formal.8. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. para o momento. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. havendo um campo magnético em determinada região do espaço. q. por volta do ano 121 DC.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_s01. qual a fonte de criação. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem.ufrgs. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento. em movimento.1) onde v é a velocidade da carga. este exerce uma força sobre uma carga. dada por F = qvxB (8. trata-se do campo de um ímã permanente. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . o que importa é que dado um campo magnético. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético.O CAMPO MAGNÉTICO. Não importa.if. ocorrida na cidade de Magnésia. B. Por outro lado.

http://www.2) A força expressa em (8. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . e um campo magnético. E. em que temos um campo elétrico. No caso geral.2) é conhecida como força de Lorentz.br/tex/fis142/mod08/m_s01.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).8.ufrgs.

1 Pela eq. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_s02. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 .2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.ufrgs. Controlando-se os parâmetros externos. tal que Das expressões acima.O CAMPO MAGNÉTICO. conforme esquematizado na figura 8. Figura 8.8. Joseph John Thomson (18561940).1. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. E. obtém-se http://www. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906.if. B e v.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . (8. descobriu o elétron em 1897. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.

é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente.ufrgs.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. http://www.8. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. isto é.br/tex/fis142/mod08/m_s02.3) A razão entre a carga e a massa do elétron. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.

2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. é extremamente útil na indústria microeletrônica. no sentido de cima para baixo.ufrgs. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .8.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 . com um campo elétrico conhecido como campo Hall.2. A figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s03. como veremos.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. funciona como um capacitor de placas paralelas. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. Figura 8. O excesso de cargas positivas e negativas. qEH = qvB http://www. cargas negativas acumulam-se na face inferior. O EFEITO HALL A expressão (8.O CAMPO MAGNÉTICO. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. conforme indicado na figura 8.if. e cargas positivas na face superior. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. Com o tempo.

Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. a eq.4 O EFEITO HALL Usando a eq.if. (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. Em primeiro lugar. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. Em segundo lugar.4) fornece o valor da densidade de portadores. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica.br/tex/fis142/mod08/m_s03.3).8. (6. J=nqv. J=i/A. EH = VH/d. obtémse (8.ufrgs. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. http://www. obtém-se Por outro lado. e a definição da densidade de corrente.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . resultando num movimento retilíneo uniforme. Portanto. de massa m e carga q. Como se vê a força centrípeta. numa região do espaço onde existe um campo magnético.8.if. (8. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. e outra perpendicular. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq.br/tex/fis142/mod08/m_s04.5a) Da relação v=ωr. Isto é.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 . Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. a força será nula.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. o movimento de uma partícula. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.ufrgs.5b) http://www.3 Assim.3. Por outro lado. Figura 8. é igual à força magnética.O CAMPO MAGNÉTICO. que proporciona o movimento circular.

if. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.8.ufrgs.5d) (8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.5c) http://www.

FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . Vejamos como calcular esta força. temos que a força sobre um elétron será Portanto. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).if. A partir desses resultados.br/tex/fis142/mod08/m_s05.ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www. logo.

a força aponta para baixo.br/tex/fis142/mod08/m_s05. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.ufrgs.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. No caso da Figura 8.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã. http://www.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. Figura 8.4.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] .4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica. Use a equação 8.

6.if.html Capítulo 8 . (8. Para melhor analisar esse torque.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). Figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_s06.br/tex/fis142/mod08/m_s06.O CAMPO MAGNÉTICO. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.ufrgs. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8. conforme ilustra a figura 8.http://www.6 http://www. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.ufrgs.if.6). percorrida por uma corrente i. vejamos a figura 8.5 mostra-se uma espira retangular. na direção indicada.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se.5 sob outra perspectiva. de lados a e b. De acordo com a eq.

define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. A=ab e cos θ=senθ. com N espiras.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s06.br/tex/fis142/mod08/m_s06. para uma bobina. será (8.html O torque será Substituindo F1=iaB. τ=NiABsenθ Para uma espira. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.if.7) http://www.ufrgs. Da mesma forma. define-se µ=NiA. Portanto.if. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.http://www.

Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. . e mais ainda no caso especial do magnetismo. Portanto. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. No capítulo 41.8 UNIDADES Capítulo 8 . vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol. mantém o http://www. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização.br/tex/fis142/mod08/m_s07. tal como o campo elétrico. 3. ao qual associamos o símbolo B. mas causa o mistério colocado na definição acima. Para avaliarmos esse nível de complexidade. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria.8. na prática. 1a edição.ufrgs. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. r H está relacionado com a corrente que o produz. p.O CAMPO MAGNÉTICO. 534): O campo magnético. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.if.

Por outro lado.8. a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe).br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . sua unidade é o Gauss (G). enquanto no sistema CGS.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos.if. http://www.ufrgs. a unidade de B é o Tesla (T). onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. No sistema SI. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.

satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. a partícula estará sujeita à força magnética. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B.9 EXEMPLO 8. (8.7 tocar no anteparo.O CAMPO MAGNÉTICO.ufrgs. a uma distância x do ponto de entrada.1). Esta força será igualada à força centrípeta. perpendicularmente dirigido para fora do papel. de modo que facilmente obtém-se http://www.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. uma partícula de massa m e carga +q.8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. conforme a eq.if. até Figura 8. Dito de outra forma.1 Capítulo 8 .7. Como esquematizado na Figura 8. a partícula terá adquirido velocidade v. Antes de penetrar na região do campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . EXEMPLO 8.

1 Portanto. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis.br/tex/fis142/mod08/m_s08.9 EXEMPLO 8.ufrgs. http://www. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .1. Ao invés de m. x.if. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8. medindo-se a distância do impacto. pode-se calcular a massa da partícula. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).8. B e V.

9 http://www. se uma força igual a 0. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. e a inferior orientada na direção –x.2 T paralelo ao eixo x.10 EXEMPLO 8. calcule as forças e o torque sobre a espira.ufrgs.9. atuam forças F=0. com torque anti-horário.O CAMPO MAGNÉTICO.if. Portanto.br/tex/fis142/mod08/m_s09.8. de modo que ela seja mantida na posição indicada. sendo a superior orientada na direção x.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. Figura 8.2 A espira retangular da Figura 8.html [13/03/2004 16:24:36] . for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. atuam forças iguais 0.12 N. Sobre os lados de 6 cm. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.2 Capítulo 8 .16cos(30).8 Figura 8. Sobre os lados de 8 cm. EXEMPLO 8.16 N. a espira permanecerá na posição indicada. orientadas de acordo com a Figura 8.

http://www.1 Um elétron no ponto A da figura 8. perpendicular e entrando no plano da folha. EXERCÍCIOS.68 x 10-27 kg.10 Pergunta 2 q 8.68 ns. R:(a) 1. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B. com a mesma velocidade tangencial. Pergunta 1 q 8.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.14x10-3 T.8. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . R:fe/fα=3.if.br/tex/fis142/mod08/m_ex.O CAMPO MAGNÉTICO. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético. Figura 8.ufrgs.7x103. A massa da partícula α é 6. (b)15.

Pergunta 4 q 8. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . Quando B=5 T e i=100 A. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.br/tex/fis142/mod08/m_ex.8.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1.4 T.44 x 1027 elétrons/m3.5 A figura 8.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.ufrgs.484 m.if.16 x 10-23 g. (c)0. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. Pergunta 5 q 8.7x108 m/s. http://www. E e B. R:21.29x10-3 m. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica. ambos normais entre si e ao feixe.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0.4 µV.

6 x 10-6 Nm http://www. em um campo uniforme B=0.12 EXERCÍCIOS Figura 8.8. com dimensão 5 cm x 12 cm. R: τ = 3. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.if.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.10 T.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .br/tex/fis142/mod08/m_ex.ufrgs.11 Pergunta 6 q 8.

como a magnetita (Fe3O4). os outros dedos dão o sentido de B.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. Em (9. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. é dado pela lei que recebeu seu nome (9.1). A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos.ufrgs. Figura 9. e que para o caso de um fio retilíneo. como ilustra a Fig. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 .9.if. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. Em 1819.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo.br/tex/fis142/mod09/m_s01. em 1820.A LEI DE AMPÈRE. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético. 9. i.1.

cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. Figura 9. no caso estacionário.if. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.9. a lei de Ampère está para o magnetismo. Portanto. que alguns autores denominam linha amperiana.br/tex/fis142/mod09/m_s01. Assim.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . onde as setas indicam produção.ufrgs.2 http://www.

br/tex/fis142/mod09/m_s02.1) e mostre que o campo é dado por (9.A LEI DE AMPÈRE. Diz-se que o campo tem simetria axial. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito. Este resultado é consistente com a simetria do problema.html [13/03/2004 16:24:45] .ufrgs.http://www. Sabemos.2) http://www.html Capítulo 9 . a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. Use (9. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.if.if. das experiências de Oersted. Portanto. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.ufrgs.br/tex/fis142/mod09/m_s02.

e outra com r>R.2). com duas amperianas. Portanto. com densidade uniforme.ufrgs.9. Vamos calcular o valor de B nos dois casos. tem-se que Figura 9. uma com r<R.br/tex/fis142/mod09/m_s03. transportando http://www.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. obtém-se uma expressão igual a . para um cilindro com raio R.3 Substituindo i em (9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . Como a densidade de corrente é uniforme.if.3 vemos uma seção reta do cilindro. Na Figura 9. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.A LEI DE AMPÈRE. de raio R. obtém-se (9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior.2). onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. transportando uma corrente io.

4.4 http://www. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .ufrgs. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s03.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.9.

como ilustra a Figura 9.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 . Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2. transportando correntes i1 e i2. sobre o http://www. Da mesma forma.5.if.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .A LEI DE AMPÈRE. Figura 9.9. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.br/tex/fis142/mod09/m_s04.5 Sendo d a distância entre eles. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.

http://www.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . quando as corrente circulam no mesmo sentido. com módulo igual a F12.if.br/tex/fis142/mod09/m_s04. os fios atraem-se.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. Portanto. mas com sentido contrário. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos.9.

6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide.if.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . como ilustra a Figura 9. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.6(a).ufrgs. Na Figura 9. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).6 http://www.A LEI DE AMPÈRE. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s05.

ufrgs. Assim. B=0.br/tex/fis142/mod09/m_s05.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd.if. a integral que resta resulta em http://www. resultando Na região externa ao solenóide. de modo que Portanto. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. i. um número muito grande de espiras). a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. de modo que Na região interna.

0? http://www. entre 2.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. Para cada raio. usa-se um solenóide longo.ufrgs. Quanto maior esta relação. isto é.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. e aquelas do solenóide com raio 6.0. mais próximo do caso ideal.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Na prática. A equação 9. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo.if.5 e 6. sobre as linhas de campo magnético. É óbvio que isso é uma idealização.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .5.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide.

Se você estiver usando um PC. Para simular o botão do medio. Para utilizar os seguintes applets. . e azul é fraco. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. Para desenhar todas as setas de campo. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. você devera usar naquele caso o botão esquerdo. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse. você pode tentar isto. tecle a letra A.br/tex/fis142/mod09/m_s06. vermelho é forte.ufrgs. enquanto oprime a tecla ALT. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. Para desenhar uma seta de campo.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. http://www. como é achado na maioria computadores Unix.A LEI DE AMPÈRE.Exemplos Capítulo 9 . clique o botão esquerdo do mouse. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo.

the pain. tecle a letra E. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo.if..br/tex/fis142/mod09/m_s06.. a tecla backspace. the pain. http://www. arraste o botão da esquerda. Para desenhar um círculo.ufrgs. Apagando q Para apagar as linhas.. clique o botão esquerdo novamente. ou Del. r r q Para apagar a amperiana e a integral.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . Thin Wires Oh.

if. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.ufrgs.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.br/tex/fis142/mod09/m_ex.A LEI DE AMPÈRE.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .7 Pergunta 2 http://www.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . conforme figura 9. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos. Figura 9.7. (b)B=µ0i/3πa. EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 9.

2 Ainda em relação à figura 9.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.8 conduz uma corrente de 20 A. calcule o campo magnético resultante no ponto P. R:7. Considere a=30 cm e x=40 cm. R:B=µ0ia/ π(a2+x2). apontando para baixo. Pergunta 4 q 9.if.2x10-4 N. Determine o módulo.ufrgs. R:1.92x10-4 N/m. Uma espira retangular. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio.EXERCÍCIOS q 9. paralelo aos outros dois. Pergunta 3 q 9.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . se a corrente nele entra no plano da folha.3 Suponha que na figura 9. http://www. perpendicular ao fio.br/tex/fis142/mod09/m_ex. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. apontando para a esquerda de quem olha. perpendicular ao fio. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.7. conduz uma corrente de 10 A. cujos lados maiores são paralelos ao fio.

(d) r>a. anti-horário. R:(a)B=µ0ir/2πc2.ufrgs. Seus raios (a.8 Pergunta 5 q 9. anti-horário.br/tex/fis142/mod09/m_ex. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . c) são mostrados na figura. (d)B=0. (b)B=µ0i/2πr. se a corrente interna estiver saindo da folha.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. existem nos dois condutores. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. anti-horário. Correntes uniformes e opostas. de valor I.EXERCÍCIOS Figura 9.5 A figura 9. http://www. (c) b<r<a. (b) c<r<b. b.if.

http://www.EXERCÍCIOS Figura 9. de 250.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .ufrgs.9 Pergunta 6 q 9. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.if.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.br/tex/fis142/mod09/m_ex.07 T.

Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior.ufrgs. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica. com o sentido indicado (para dentro da folha).1 http://www. Isto é. B.A LEI DE FARADAY. com velocidade uniforme. Vejamos quanto vale essa fem. Uma placa metálica é deslocada. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético.br/tex/fis142/mod10/m_s01.if. Faraday descobriu o inverso. produzindo uma fem. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida. Na década de 1830. Nesta região do espaço existe um campo magnético. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo.10. Figura 10. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. v.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . por um agente externo qualquer (não importa qual).2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 .1.

Isto é. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento.if. Quando a placa é deslocada.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . conforme ilustra a figura 10.ufrgs. (10.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. eq.2. tem-se Portanto. ΦB=Bhx.1). através dela. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico. em relação a t.10. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. Derivando o fluxo.2) Figura 10. 10. a área hachuriada varia. variando o fluxo de B. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig. (10.br/tex/fis142/mod10/m_s01.2. http://www.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.

if. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. Por causa disso.ufrgs.2).2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento.10.br/tex/fis142/mod10/m_s01.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . com a fem induzida pela lei de Faraday. http://www.1) e (10. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.

Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.3) Outra forma de apresentar a equação (10. Em 1831. enquanto em (b) ele decresce.A LEI DE FARADAY. 10.3(a) o fluxo magnético está http://www. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. Na fig. a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira.3.3) é a seguinte Em 1834.br/tex/fis142/mod10/m_s02.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . a corrente induzida circula no sentido antihorário. Faraday mostrou que no primeiro caso. Numa tradução livre. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .10.if. 10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. A fem induzida é dada por (10.3).

de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.10.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.br/tex/fis142/mod10/m_s02.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .if. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.ufrgs.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra. http://www. Na fig. 10. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético. Figura 10. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.

4.ufrgs. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos. (b)Horário.1 Na figura 10. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. R:(a)31 mV.0 s.br/tex/fis142/mod10/m_ex.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .A LEI DE FARADAY. Figura 10. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t. EXERCÍCIOS.4 Pergunta 2 http://www.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . (b) Determine o sentido da corrente através de R.if. Pergunta 1 q 10.

(a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).EXERCÍCIOS q 10.5 http://www. cuja resistência interna é desprezível. tanto em módulo quanto em direção.4.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2.87t. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.3 A figura 10. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo. (b)21. na figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.74 V. A espira contém uma bateria de 20 V.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.042-0. Pergunta 3 q 10.ufrgs. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. Figura 10. sendo B dado em Tesla e t em segundos.if.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário.

(c) 1.2 m/s de cima para baixo.1 T/s. (b) 56. anti-horário. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.7 decresce à taxa de 0.8 V. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.ufrgs. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .if.5 O campo B na figura 10. http://www.35 T aponta para fora da página. Um campo magnético B=0.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. (b) 5 mV/m.5 mA. Figura 10. como ilustra a figura 10. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5. (c) ε(t)=2Bv2t.2 Wb.6.6 Pergunta 5 q 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.

(a) Qual é o fluxo total. anti-horário. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.3µ0I/10π.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.7 Pergunta 6 q 10.6 Na figura 10. Figura 10. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.ufrgs. (b) 4.if.6µ0/10π. em determinado tempo t.8 http://www.EXERCÍCIOS Figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex. e cresce constantemente à razão de 2 A/s.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .

http://www. podemos definir a indutância. e i é a corrente que o atravessa. (11. correspondendo à capacitância. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. definida na eq. Este dispositivo está para o magnetismo.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s01.if.html [13/03/2004 16:26:11] . Assim. Em particular. No Cap. calculamos o campo magnético de um solenóide. Portanto. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). (5.1) Onde N é o número de espiras no solenóide.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . assim como o capacitor está para a eletricidade.1).OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético. L.11.

obtém-se a indutância por unidade de comprimento. (9.html [13/03/2004 16:26:13] . A).2). Figura 11. assim como fizemos no Cap. eq. A densidade linear de espiras é n.11. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta. L/l.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s02. eq.4).if. L/l = µ0An2 (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.1 http://www. de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito.ufrgs. (5. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. 9.

que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.11. esta. de acordo com a lei de Faraday. induz o surgimento de uma fem.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. tem-se uma auto-indução.br/tex/fis142/mod11/m_s03. diz-se que esta fem é auto-induzida. No momento em que se inicia a passagem da corrente. Portanto. segue-se que (11.html [13/03/2004 16:26:15] .if.ufrgs. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.3) http://www.

ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.Ri .3). (11.3) não foi levado em conta. dada pela eq.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . 11.3 Observe que na equação acima. uma corrente surgirá no circuito. o indutor reagirá. http://www. na figura 11.2 Figura 11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . aparentemente o sinal negativo da eq. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’). No momento em que a chave S.4) Figura 11. (11. Imediatamente. CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.if.2.2. Na verdade.11. produzindo uma fem εL.ufrgs.εL = 0 (11. for ligada na posição ‘a’.br/tex/fis142/mod11/m_s04. tem-se ε .

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

ufrgs. Este circuito apresenta um comportamento. através da qual a energia acumulada no capacitor. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. 11. passa a se transferir para o indutor. A partir desse momento. ½CV2. Um resistor no circuito da fig. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V.br/tex/fis142/mod11/m_s06. Através do efeito Joule. http://www.CIRCUITO LC Capítulo 11 . como ilustrado na fig. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola. em termos de variação de energia.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . 11. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. e vice-versa. uma corrente surge no circuito. No momento que o indutor é ligado.5. Neste caso. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. na ausência de qualquer tipo de atrito. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima.if.

if.br/tex/fis142/mod11/m_s06.CIRCUITO LC Figura 11.5 http://www.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .

ufrgs. substituindo-se ε por V.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . Portanto.10) Num instante qualquer. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. (11.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . e Substituindo essas expressões na eq. 11.if.4). Figura 11.6 (11.11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s07. Ele é semelhante ao circuito RL. CIRCUITO RLC A fig. onde a fem foi substituída por um capacitor.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. (11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.10). (11. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.

Dito de outra forma.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .12) em (11. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.12) Substituindo (11.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11.if.11).br/tex/fis142/mod11/m_s07.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida.ufrgs. obtém-se (11. deve ter um fator de amortecimento. resulta que α=R/2L e (11. http://www. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V. Uma solução particular que satisfaz tais condições.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em C.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s07. toda a energia está acumulada em L. A cada ¼ de período. Quando V(t) é máximo. a energia passa de um dispositivo para o outro.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. http://www. Quando i(t) é máxima. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2.

html [13/03/2004 16:26:49] . a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. (11. Quando R aproxima-se de zero. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. é a freqüência do circuito LC correspondente. R=0. a freqüência natural de um circuito RLC.br/tex/fis142/mod11/m_s08.13).FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . Isto é. No limite.if. http://www.ufrgs.

3 Ω/km.02 J/m3. O diâmetro do fio é 2. para que instante após a bateria ser ligada.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.ufrgs.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . (b) 4.10 s após a conexão ter sido feita.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível. Para 0. R:(a) 1.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.2.8x10-15 J/m3. EXERCÍCIOS. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. Pergunta 1 q 11.3 Uma bobina com uma indutância de 2. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. Em termos da constante de tempo.EXERCÍCIOS Capítulo 11 . qual será a taxa http://www.23 τL Pergunta 3 q 11.br/tex/fis142/mod11/m_ex.2 Considere o circuito RL da fig.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. Pergunta 2 q 11. com ε=100 V.if. 11.

Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas.7. http://www. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. a corrente atinge um valor de 2.0 µC. L=1. o circuito oscila com um período . (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.5 Num circuito LC oscilante. o circuito possui uma constante de tempo τL. A carga máxima em C é 3.0 µF. (c) 393 W. (b) a corrente máxima que pode circular.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .ufrgs.6 Considere o circuito indicado na fig. R:(a) 1. Pergunta 6 q 11. Pergunta 4 q 11.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. a constante de tempo vale τC. 11.5x10-4 J. (b)0.5 W.br/tex/fis142/mod11/m_ex. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas.if. (b) 2. (b) 154.042 A.1 mH e C=4.0 mA após 5.5 W. (a) Determine a indutância da bobina.0 ms. Pergunta 5 q 11. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.125 µJ.

EXERCÍCIOS Figura 11.7 http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .br/tex/fis142/mod11/m_ex.if.ufrgs.

vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. Por exemplo. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. O primeiro é que a experiência http://www.12.if. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.EQUAÇÕES DE MAXWELL.br/tex/fis142/mod12/m_s01. para propor sua teoria eletromagnética. reproduzidas na tabela abaixo. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). por que não ΦE B? Para manter a simetria.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 .ufrgs.

Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. http://www.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. é o produto µ0ε0. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor.ufrgs.1) Observe que o fator multiplicativo. Portanto.if. como ilustrado na fig. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i.br/tex/fis142/mod12/m_s01. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. Esta corrente. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.12. aparecendo depois da outra placa. (12. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. Antes. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. Vamos analisar melhor a eq. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. O segundo é um erro dimensional. A equação acima tem algo diferente. a “lei” correta deverá ser (12.Maxwell” (12.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. mas encontramos a eq. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère).1.1). ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. (12.1).html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . 12. Portanto.

if. é dada pelo termo .2).br/tex/fis142/mod12/m_s01. conhecida como corrente de deslocamento. (12.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.12. id.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . A corrente entre as placas.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12.ufrgs. http://www.

if.br/tex/fis142/mod12/m_ex. EXERCÍCIOS.html Capítulo 12 .2.http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www. 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.2 Mostre que i=id.4 Na fig. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). Pergunta 1 12.if.EQUAÇÕES DE MAXWELL.ufrgs.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. tem raio R. Pergunta 3 q 12. O capacitor de placas circulares e paralelas.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.

Figura 12.br/tex/fis142/mod12/m_ex.ufrgs.ufrgs. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.html deslocamento é I. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr. calcule o valor máximo de dΦE/dt.2 http://www. (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.if.if.http://www.br/tex/fis142/mod12/m_ex.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .

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Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. or have only a little experience. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology.4 platform. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. we're here to help. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.java. Experienced Developers If you are an experienced Java developer. check out this source for Java technology collaboration.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .Learn about Java Technology. download the SDK today. and many other new features. Check out the sites below for more details.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology. blogs.com/en/learn/developers. and Management APIs. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups. and code development. In addition. Deployment.4 is here . J2EE 1. this is the site for you. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. To get started using the new J2EE 1.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services.get the SDK today! The J2EE 1. Submit Your Java Application http://www. If you are creating a program using Java technology.

Link to Java. community interaction. and industry solutions. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. Desktops. Your submitted application will be reviewed and. global operators and handset manufacturers. including a detailed technical guide. a forum. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so. a PDA.com/en/learn/developers. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services.java. click here to submit it.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. if selected. Don't forget to check out the special values. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . and executive items. you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. http://www. and Other Devices If you've created an application for the desktop. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. PDAs. support. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. you will be contacted. and more. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. or some other cool device. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources.Learn about Java Technology. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. If selected. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. gifts.

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A Mobile Media Mogul .Sun Microsystems sun.com/ [13/03/2004 16:31:40] . end-to-end business solutions with J2EE Web Services.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. V for value. see all news and events » see all features » http://www.sun. Z for zoom .com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones. scalable.Powered by AMD Opteron processors. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price.Forbes.

Once you've got Java™ software.2. Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.2 or Netscape 6.Instructions 06/30/03 . use right-click to save this file to your computer. please select from the list below. use right-click to save this file to your computer.Instructions 06/30/03 .Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . -Java.Instructions Windows (Offline Installation) . 8. you'll have access to a whole new world of interactivity.Instructions Windows (Mozilla 1.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] . Use 'Save Target As'. Please note that downloads are subject to our license agreement.Instructions Linux RPM (self-extracting file) .Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.com Choose Language To complete your download.com Consumer Support Linux (self-extracting file) . Windows (Installation) . 9) .If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. -Java. Use 'Save Target As'.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) .Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .java.com/en/download/manual.com Consumer Support http://www.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.

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