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Apostila de Fisica EAD - Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna

Apostila de Fisica EAD - Eletricidade, Magnetismo e Física Moderna

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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ufrgs.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:23] .if.CAPES http://www.A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod03/index.

POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:26] .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod04/index.ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .if.Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .ufrgs.html [13/03/2004 16:14:28] .if.br/tex/fis142/mod05/index.Eletricidade.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .

Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.br/tex/fis142/mod06/index.Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:30] .Linha 2/2003 MEC .ufrgs. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .CAPES http://www.if.

ufrgs.if.Eletricidade.CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod07/index.CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:33] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .

CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.1 Exemplo 8.Eletricidade.2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:35] .br/tex/fis142/mod08/index.ufrgs.if.

Eletricidade.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.html [13/03/2004 16:14:37] . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod09/index.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .html [13/03/2004 16:14:40] .A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod10/index.

CAPES http://www.Linha 2/2003 MEC .if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:42] .br/tex/fis142/mod11/index.ufrgs.

html [13/03/2004 16:14:44] .EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .ufrgs.br/tex/fis142/mod12/index.if.

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jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .com/en/download/windows_automatic.java.Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.

CAPES / MEC Sábado. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC. Leia a íntegra da notícia. no Brasil. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. Mestrados e Doutorados sem validade.gov. São consideradas ilegais. Confira o texto. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido. http://www. não havendo possibilidade de adiamento. Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades.5.br/ [13/03/2004 16:15:28] . Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP).capes. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados.

Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores.ufrgs. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. Para as animações. Wolfgang Christian. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Eles podem ser obtidos livremente na web.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. 2. Para acessá-los. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt.if. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Davidson. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. seu navegador tem que suportar Java. Exigências de Hardware http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Michael W. editor da página Physlets. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. convém observar os seguintes aspectos: 1. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina.

Microsoft Internet Explorer (Versão 4. 16 Mb RAM ou superior. Modem de 28. Use este endereço http://www.com/en/download/windows_automatic.java. Monitor SVGA ou compatible.microsoft. http://www.if.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.0 ou superior).jsp.Applets http://www.0 ou superior).com/ie/ para carregálo.com para carregá-lo.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. Plugin de Java .html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] . Use este endereço http://www.ufrgs.nestcape.

a book of ready to run Physlet-based Illustrations. and Problems see the Physlet Physics book. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations.edu/Applets/Applets. For an introduction to scripting see thee Physlet book. Search the Kaiserslautern Physlet database. Explorations. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. and Problems. The applet on the right is a Physlet. Physics Applets. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect. Physlets. Sign up on the Physlet list-server. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. are small flexible Java applets designed for science education. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. Exercises. Preview Physlet Physics. The links on the right contain tutorials. and example problems to help you use Physlets in your teaching. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser.davidson. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet.edu http://webphysics.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . download instructions.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] .davidson.edu/Applets/Applets. < prev | List Sites | next > http://webphysics.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.

aberration. objectives. and biotechnology. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . bright and crisp optics. private. Excellent resolution.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall.7 Mbytes) . muscle cells. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. These photographs are available for licensing to commercial. and non-profit institutions. snowflakes.Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. and chemical crystals. a diatom. nematode worms.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy.magnet. resolution. point-detection. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes.fsu. Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. a computer chip. Winners came from such fields as chemistry. 20. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude).edu/index. confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. plant hair cells. The Olympus MIC-D Digital Microscope . Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy . thin films. Powers of Ten . Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion. The volume covers all of the important basic concepts. condensers. and contain useful numbers.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. including illumination. Köhler illumination. biology. This year's contest drew entrants from 46 countries. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. and high efficiency of excitation.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). Winning entries included several images of rat and mouse brain cells.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. botany. numerical aperture. materials research. and depth of field.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. eyepieces. and a short bibliography. formulas.

liquid. and photomicrography. reflected light microscopy. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. and are probably best-imaged using confocal techniques. Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy.Chemical compounds can exist in three basic phases. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope.magnet.edu/index.(approximately a 30 second download on 28. Explore zoom magnification. Visitors can adjust the focus.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Laser Scanning Confocal Microscopy . but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher). Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. phase contrast. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. digital imaging.Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries. you can http://micro. contrast. Nikon MicroscopyU . No additional software is needed.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. gaseous. or amorphous. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions.8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. focus. Burgers 'n Fries . such as glass. or solid. differential interference contrast (DIC).The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques. Most are crystalline. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. Scanning Electron Microscopy . With this software. having a three-dimensional periodic atomic arrangement. and microscopy of living cells. Some. Stereoscopic Zoom Microscopy . this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis.fsu. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . Chemical Crystals . which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second.

Born in Amsterdam in 1944. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives.This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. and animals. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. In this collection of digital movies. Featured Microscopist . this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. prisms. Science. record movies. Optics & You .magnet. Museum of Microscopy . Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. The vast majority of pond inhabitants. shadows. and perform time-lapse cinematography experiments. insects. science. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments.Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman. excreting.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants.Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery .Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. Many years ago. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. eating. and color. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. Topics covered include CCD operation.Take a moment to visit our in-depth http://micro. and parents. and optics. are invisible until viewed under the microscope. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. trying not to be eaten. and reproducing. image capture. however.fsu. Cell and Virus Structure . and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world.html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Silicon Zoo . which allowed her to meld longtime interests in nature. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera.Explore our science curriculum package being developed for teachers. Pond Life . A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines. Concepts in Digital Imaging Technology .Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes.edu/index. students.Although the human body contains over 75 trillion cells. Intel Play QX3 Computer Microscope . color. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. The program begins with basic information about lenses. locomoting. art.

measurements. filtering digital images.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.By employing multiple exposure photomicrography. geometric transformation.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. spatial resolution. noise reduction. Creative Photomicrography . we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. Video Signal Generation . Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . interactive microscope software. Geometrical Construction of Ray Diagrams . The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. color balance. image sampling frequency.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. Techniques reviewed include contrast. histogram manipulation.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. Astigmatism . however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam. convolution kernels.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.edu/index. 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator .Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.fsu. suggested specialized techniques. and binary digital images. and digital image galleries from the QX3 microscope.18 microns with this interactive Java tutorial. Reflected Light Confocal Microscopy .Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope. Included topics are the QX3 hardware (microscope).Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. Building A Charged Coupled Device . These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.magnet. compression. averaging. Full-Frame CCD Operation .

Introduction to CMOS Image Sensors .This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope. prisms are polished blocks of glass or other http://micro. and the video signal. scan lines. Cut and ground to specific tolerances and exact angles.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern. analog-todigital conversion.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. Condenser Alignment . Fluorescence Microscope Light Pathways . exposure control. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. directly onto the sensor integrated circuit. gain adjustment. every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. and initial image processing algorithms.edu/index. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective. shuttering. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. reflect.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination.magnet. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations. which lie beyond the primary task of photon collection. white balance.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy.fsu. Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions.Digital image processing enables the reversible. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages. split. or how to take photographs with a microscope. Introduction to Prisms and Beamsplitters . Basic Concepts in Digital Image Processing . These features generally include timing logic. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. Even though many image processing algorithms are extremely powerful. Airy Pattern Formation . how to set up a microscope. virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals.

Stereomicroscopy .The range of light detection methods and the wide http://micro. microscope operators must assume an unusual but exacting position. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. and in its great number of applications in many areas of current research interest. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. Many prism designs can perform more than one function.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.fsu. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer. regardless the origin and complexity. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. Introduction to Confocal Microscopy . separate polarization states. The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. Image Formation .html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Electronic Imaging Detectors . such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. the elimination of image degrading out-of-focus information. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen.In the optical microscope.In order to view specimens and record data. or with the wrists bent in an unnatural position. which accurately record image data by several methods. the hand reaching high up for a focusing control. including controllable depth of field. thus reducing the size of optical instruments. This process applies to all images. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. Basic Properties of Digital Images . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. or disperse light into its component wavelengths. A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. rotate or invert an image. meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen.edu/index.magnet.y) coordinate system. Basic Microscope Ergonomics . the upper part of the body bent forward. with little possibility to move the head or the body. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space.

some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm. Housed near the clock circuitry on the chip. followed by errors in filter selection.magnet. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . New digital technologies are producing higher resolution micrographs. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography . Minnesota. but the quality still falls short of that obtainable with film. aberration.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. Oblique or Anaxial Illumination . The Con Artist .Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs.Achieving conditions necessary for oblique illumination.fsu.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments. In former years. In advanced models.edu/index. dirt and debris. http://micro. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. and processing mistakes. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. Multiphoton Excitation Microscopy . who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy. can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen.Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing.The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. Snoopy . three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. Pac-Man . film choice.

Tux.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten .fsu. the Linux Penguin . Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm).An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. The technique is best suited for utilization with fixed.html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988. Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. This.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit. Thor: God of Thunder .magnet. Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). The Stay Puft Marshmallow Man . The Chip Smurf .Mitosis.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. a phenomenon observed in all higher eukaryotes.Coming to you from "GhostBusters". is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system. often light gray or white. background. this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. http://micro.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). The Rolex .An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.Probably the best silicon artwork we have yet seen. Starship USS Enterprise . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light. Godzilla .Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy .edu/index. The Pepsi Generation .

Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images.Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. Confocal Microscopy Digital Image Gallery . phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution.magnet. which vary from unstained cells. http://micro.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . in this Java-powered image gallery. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. tissues. darkfield.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery .edu/index. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations.fsu. fibers. Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. Darkfield Microscopy Gallery . Dinosaur Bones . Useful for observation of mineral thin sections. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer.Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". Phase Contrast Gallery . including tissue culture cells.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. hairs.Thin unstained. thin and thick sections. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. polymers. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. bones.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections. particles.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. The DNA Gallery . Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background. and Rheinberg illumination. and entire organisms.Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years. In addition. Intel Play QX3 Microscope Galleries . This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states.As a contrast-enhancing optical technique.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery . brightfield. chemical crystals. The Phytochemical Collection . and a wide variety of other specimens. Hoffman Modulation Contrast Gallery .

and come in two forms: destructive and non-destructive. This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works. 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. Last modification: Thursday. Of these two. scripts. Pulsed Magnets . Davidson and The Florida State University. Electrophoresis .Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. No images. as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. we will be adding more galleries. and shows the relative field strengths generated.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.edu/index. Silicon Zoo artwork. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email.magnet. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. interactive Java tutorials.fsu.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. In the upcoming weeks and months. and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. How a Compact Disc Works . All Rights Reserved.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. graphics. software. nondestructive magnets are more suited towards scientific research.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. Building A Transistor . © 1995-2004 by Michael W. Mar 04.

magnet.edu/index.Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .fsu.

46 English version www.de/ph11e (Java 1. 2004-0311) www.01/18/2003 12/23/1997 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .de/ph14e applets. especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1.walter-fendt.4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www. 2002-12-27) Download Important notice.Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 .walter-fendt.4.01/18/2003 09/13/2000 .01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 11/04/1997 .01/18/2003 02/24/1999 . 41 applets.1.01/18/2003 .01/18/2003 03/10/1999 .01/18/2003 11/07/1998 .01/18/2003 03/25/2000 .4) is installed on your computer.07/01/2003 03/24/1998 .walter-fendt. Download is possible from Sun Microsystems.01/18/2003 03/11/2000 .

01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 07/05/1998 .11/01/2003 03/08/2000 .11/27/2003 09/11/2002 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 10/07/2003 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 11/23/1997 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 05/24/1998 .01/18/2003 11/29/1997 .walter-fendt.01/18/2003 04/19/1998 .

11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Walter Fendt.walter-fendt.01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 . 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 . March 11.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

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Na verdade. que se encarregam de conduzir a eletricidade. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade.br/tex/fis142/mod01/m_s02.1. Como os nomes sugerem. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres. Ao contrário. numa linguagem bastante simples. Assim. ela permanece no local em que foi colocada.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos. Podemos dizer.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo.html [13/03/2004 16:18:17] .if. quando esta carga é colocada num condutor. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade.ufrgs. Para o momento. http://www. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico.

+e+ +e-e- No aplicativo acima. Coulomb descobriu.br/tex/fis142/mod01/m_s03.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] .ufrgs. é uma constante muito importante no eletromagnetismo.if. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias. Podemos fazer outra simplificação. experimentalmente. ε0=8.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .1. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.85x10-12 C2/Nm2.1) onde =8. http://www. considerando apenas as cargas estacionárias. denominada permissividade elétrica no vácuo. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. vê-se duas cargas elétricas. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.

br/tex/fis142/mod01/m_s03. 3) Fixe uma das cargas.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.1.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura.ufrgs. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas.if. o valor das coordenadas e da força. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico. 2) Clique sobre uma carga e veja.

1 Capitulo 1 . Q1 e Q2. e que Q1=Q2=Q=q. conforme figura acima.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .3. válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.1 Duas cargas positivas puntiformes. q.4 EXEMPLO 1. Portanto. Vamos tomar a primeira providência. A figura 1. são colocadas no eixo dos y. . nos pontos y=+a e y=-a. Tendo em conta as posições das cargas.br/tex/fis142/mod01/m_s04. tem-se F1=F2=kq2/r2.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. o http://www.ufrgs.2 é a expressão gráfica do enunciado acima. Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Pelo princípio da superposição. colocada no eixo dos x.if.

4 EXEMPLO 1. .br/tex/fis142/mod01/m_s04. obtém- se um resultado positivo. Tente descobrir onde está o equívoco.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .ufrgs. http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . em aparente contradição com os apontamentos ao lado.3.if.

As cargas estão em repouso absoluto. Pergunta 1 q 1.: 900 m/s2.A LEI DE COULOMB Exercicios.4x10-7 kg.ufrgs. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito). e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.if. q=2x10-6 C e a=10 cm.2 Considerando.3 http://www. são largadas a partir do repouso.: 1. R. na figura 1.br/tex/fis142/mod01/m_ex.1 Duas partículas igualmente carregadas. Figura 1.3.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .94kq2/a2.6 Exercicios Capitulo 1 .0x10-7 kg e 5. As partículas têm massas iguais a 7. Pergunta 2 q 1. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.06kq2/a2. 0. 7x10-10 C. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.1.

para que esta força seja igual 9x10-9 N. colocada entre as cargas +q e +9q. (b) Mostre que o equilíbrio é instável.ufrgs. (Q-q) e q.if. (a) Determine a posição. Pergunta 5 q 1. Determine a posição.1. o módulo e o sinal da terceira carga.: Carga colocada na bissetriz. R.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.br/tex/fis142/mod01/m_ex. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. R. +q e +9q. Pergunta 4 q 1.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas.3 Duas cargas pontuais livres. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio. estão afastadas por uma distância d.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .6 Exercicios Pergunta 3 q 1. R. a uma distância a partir do vértice. a uma distância d/4 a partir da carga +q.: Carga –9q/16.: 1Å http://www. de modo que o sistema fique em equilíbrio. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima.

11 g.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . e tenha massa igual a 3.4.6 Exercicios Pergunta 6 q 1. http://www. de massa m e carga q.br/tex/fis142/mod01/m_ex. mostre que Figura 1.: 1010 elétrons.6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. para deixá-la com carga igual a +1. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.1.4 Pergunta 7 q 1.if. R. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a). conforme ilustra a figura 1. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação .7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.ufrgs. 1/1014.6 Duas cargas pontuais idênticas.

2 Ação a Distancia Capitulo 2 . são interações à distância. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. Faça um gráfico de E versus x. Operacionalmente.2. http://www. um conceito mal compreendido. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. Apresenta-se nesta simulação. q0. assim como a força gravitacional.html [13/03/2004 16:18:32] . quando Faraday introduziu a idéia de campo. De acordo com o conceito de campo. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Isto é.ufrgs. é tão pequena quanto possível. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. desde Newton até meados do século passado. obtido com o uso da eq. a carga líquida na distribuição é positiva. O valor é positivo.O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana.1) onde a carga de prova. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. a interação entre duas cargas. Q1 e Q2.if. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. logo. o campo é assim definido (2.br/tex/fis142/mod02/m_s01.2.1.

o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.br/tex/fis142/mod02/m_s02. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. Em cada ponto do espaço. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. maior a intensidade do campo. Quanto maior a densidade de linhas de campo.ufrgs. Se tiver dúvida. determina-se o outro.if. de modo que conhecendo-se um. e determine o sinal da carga de cada uma.2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2.1. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . r Em cada ponto do espaço. http://www. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. Faraday propôs o conceito de linhas de força. No aplicativo ao lado. Coloque as esferas em diferentes posições. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo.

utilizamos uma carga de prova. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível". Movimente o cursor.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] .if. DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. Use o experimento que você acabou de fazer. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. a carga é máxima. http://www. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita.ufrgs.1.br/tex/fis142/mod02/m_s02. de uma extremidade à outra. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. vê-se duas cargas. "tão pequena quanto possível".2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.

tem-se (2.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme. separadas por uma distância d.br/tex/fis142/mod02/m_s03.if.1 http://www.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. e uma carga de prova. (2. a uma distância r da primeira. eq. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. Figura 2. q.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .ufrgs. pela definição de campo. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários.2.2) Portanto. q0.1).html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .

representado pelas linhas de força verticais (verdes). A carga verde é positiva. é dado por (2. faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. Inicialmente. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. coloque teta=0. O campo elétrico é sempre na direção y. mas pode ter o sentido + ou . (2. Tente explicar o movimento.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .= abaixo. Use a eq. é negativa. analise as forças sobre as cargas. Teta = 0 Ey = +1 E(. num ponto da sua mediatriz. x»d.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. A carga pode assumir qualquer valor.if. E=+1 e Q=1 C. sobre um dipolo elétrico.4).2. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. Ambas têm o mesmo valor. e leve em conta http://www. como deve ser no caso de um dipolo.3) e mostre que o campo do dipolo.ufrgs.br/tex/fis142/mod02/m_s03. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo. além disso. Para facilitar a tarefa. seu módulo pode assumir qualquer valor. e a vermelha. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo.

if. analise o movimento para diferentes valores de teta.br/tex/fis142/mod02/m_s03. E e Q. Examine o movimento do dipolo.2.ufrgs. http://www. Depois.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo".html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . passo a passo. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio".

em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2. e seu sentido é para cima. determine o valor do campo elétrico. tem-se a aceleração a=eE/m. Ao invés do peso.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0. Figura 2.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2.2. e tangencia a borda da placa inferior ao sair. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).1 Capitulo 2.ufrgs.2. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.if.html [13/03/2004 16:18:43] . Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas. conclui-se que http://www.4 EXEMPLO 2. A direção do campo é vertical. g.br/tex/fis142/mod02/m_s04. Ao invés da aceleração da gravidade.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional.

0 µC.if. de baixo para cima. http://www.: 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .: 2.: 8. Ignorando o efeito da gravidade.2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.1x10-7 N/C.ufrgs. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. R.1 Um elétron é solto a partir do repouso.br/tex/fis142/mod02/m_ex.3 Na figura 2. R.1. Pergunta 3 q 2.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero. Determine o módulo e o sinal da carga Q. calcule a aceleração do elétron. Pergunta 1 q 2.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2.6 Exercicios Capitulo 2 .

Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas. vale .4.1. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.06x10-15 N. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. do ponto médio entre elas. R. distando x (x>>d).4 Duas cargas. Pergunta 6 q 2. à direita da carga +q.: 1.36d.: 1. http://www.if. a uma distância de 300 Å do seu centro.6 Considere positivas as cargas na figura 2. R.3 Pergunta 4 q 2. direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo.ufrgs. são fixas e separadas por uma distância d. –3q e +q.m.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . considerando que 300 Å>>d.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C.6 Exercicios Figura 2.br/tex/fis142/mod02/m_ex. Pergunta 5 q 2.

determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. com velocidade 5x105 m/s.7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.if.br/tex/fis142/mod02/m_ex. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www. Figura 2.1 Pergunta 7 q 2.5.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . d=2 cm e L=15 cm.6x10-8 s depois de lançado.ufrgs. Despreze o efeito da gravidade.5 Pergunta 8 q 2. o próton atinge a placa superior.1. ou saia da região sem atingi-las. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. R.99 cm do início da placa.: 4. O ponto do choque dista 1.6 Exercicios Figura 2.8 Na figura 2. Considerando θ=30o. E=3x104 N/C.

6 http://www.1. abaixo do eixo.:(a) 7x10-23 m.9x10-22 Figura 2. em relação ao eixo. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo.br/tex/fis142/mod02/m_ex. (c)4.if.ufrgs. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância. igual a zero!.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . (b)θ aprox.6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.

A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada.br/tex/fis142/mod03/m_s01. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. Qualquer que seja o caso.3. Numa primeira abordagem. já introduzimos o conceito de fluxo. maior o fluxo. Pronto. em determinado intervalo de tempo. Podemos melhorar a definição.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .ufrgs. quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. Da mesma forma. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal.if. Portanto. e tem pouco valor operacional. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Quanto maior o número de carros por minuto. A esta área associamos um vetor . maior será o fluxo de clientes para o interior da loja.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] . porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície. http://www. o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido".

html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .3.if.3) http://www. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s01.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.2) No caso de uma superfície fechada.1) Assim.

ou não.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. com campo uniforme. fechada. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. Isto é. Imagine uma superfície qualquer. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Todavia. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. e para qualquer tipo de superfície fechada.ufrgs.if. um plano finito pode ser considerado infinito.3. Por exemplo. Simetria cilíndrica ou axial. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito. envolvendo esta carga. também denominada superfície Gaussiana.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . A lei de Gauss estabelece que (3.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 . se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www.

Então. Observe que a lei de Gauss. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura.4. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. para medir fluxo elétrico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas.if.3. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica. Cargas distribuídas num cilindro infinito. próximas umas das outras. o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. Então. expressa na eq. http://www. De modo análogo ao caso anterior. Se o fluxo for positivo (negativo). precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme.br/tex/fis142/mod03/m_s02. ou axial. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura. quando usamos um desses detetores. mais carga ele vai englobar.ufrgs. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. é porque a carga é positiva (negativa). Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. o valor medido é proporcional à carga englobada. Quanto maior o detetor. 3. Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. Distribuição esférica de cargas.

3. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s02.if.

A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB.3. Portanto.ufrgs... quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra.if.html [13/03/2004 16:18:55] .br/tex/fis142/mod03/m_s03. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema. quer seja realizado através de uma ou outra lei.. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria .. http://www. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria . Então.Lei de Coulomb.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 . o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado.

é dado por (3.5) é igual à expressão (2. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera.if. Isto é.3. 4πr2.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. Então. obtida com o uso da lei de Coulomb. o campo deve ser normal a esta esfera. a expressão (3. Mais do que isso. tendo em conta que E é constante.ufrgs. Portanto.html [13/03/2004 16:18:58] .5) Como era de se esperar. é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. o campo de uma carga puntiforme. q. Portanto. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana.br/tex/fis142/mod03/m_s04. o produto escalar será simplesmente EdS. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r. a uma distância r.3). http://www.

Em primeiro lugar. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga.3.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . dependendo do material o tratamento será bem diferente.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. convém distinguir algumas situações. Isto é.Quando o material é nãocondutor.ufrgs. Portanto. ela fica onde a colocamos. r Material condutor . uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica. r http://www. ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material.br/tex/fis142/mod03/m_s05. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica. Em ambos os casos. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. Material dielétrico . Portanto.html [13/03/2004 16:18:59] . A carga não se distribui como no caso do condutor. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa.if.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. a situação é bem diferente. grosso modo.

3. pouco importa se temos uma esfera maciça. qualquer que seja o objeto. para pontos externos. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. Portanto.if.6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .r>R. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. http://www. dado na eq. oca ou se temos uma simples casca esférica. uma esfera condutora de raio R comporta-se.html [13/03/2004 16:19:01] .br/tex/fis142/mod03/m_s06. (3. O campo é igual ao de uma carga puntiforme.ufrgs.5). o campo interno sempre será nulo.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.

então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera. O campo no interior da esfera será dado por http://www. Q=4πR3ρ/3. r Região I . resultando (3. (3. r Região II . na qual a densidade variasse com a distância ao centro. conhecermos a densidade.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 .3.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. uma esfera condutora de raio R comporta-se. a densidade ρ. Q.if. a carga no interior do volume 4πr3/3. dada em C/m3. Isto é.r < R A carga que aparece na lei de Gauss. Se a carga total. isto é. é constante. for conhecida. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. teremos Q=4πρr3/3.ufrgs. para pontos externos.5). é aquela envolvida pela superfície Gaussiana. basta colocá-la no lugar de q.br/tex/fis142/mod03/m_s07.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.r>R. ρ. Se conhecemos a densidade de carga. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq.6) Portanto. Se ao invés disso.

em função do raio.if.br/tex/fis142/mod03/m_s07. é representada na figura abaixo. http://www.7) O variação do campo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .3.7 ESFERA DIELÉTRICA (3.ufrgs.

cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas.br/tex/fis142/mod03/m_s08. Em qualquer ponto das bases. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Na superfície lateral. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Isto é. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. dada em C/m3.if. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral.3. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.ufrgs. o campo é http://www. transformando-se numa soma de integrais de superfície. os vetores E e dS são perpendiculares entre si.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. a densidade ρ. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. Isto é.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 . é constante. de modo que as duas primeiras integrais são nulas.

Portanto.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. o campo criado por uma distribuição linear infinita.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] .br/tex/fis142/mod03/m_s08. para pontos externos. Portanto.if. A carga no interior da Gaussiana é q=λh. a uma distância r do eixo da distribuição. Portanto. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.ufrgs.3.r>R. é dado por http://www. uma esfera condutora de raio R comporta-se.

A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas.3. Portanto.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .if. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral. de modo que o produto http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s09. com densidade uniforme +σ. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana.

tanto na base1.br/tex/fis142/mod03/m_s09.3. quanto na base2. de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] .ufrgs. resultando (3. E é constante e paralelo a dS.9) http://www. Por outro lado.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.

Pergunta 2 q 3. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. Calcule a densidade linear de carga.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3.1. R.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Calcule o fluxo de E através da rede. perpendicular ao campo.3 A figura 3. como ilustra a figura 3.3.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.ufrgs. com densidade linear http://www. Pergunta 1 q 3.A LEI DE GAUSS Exercicios.11 Exercicios Capitulo 3 .if.

http://www.4 A figura 3.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.3 mostra um cilindro condutor muito longo. (b)-q em cada superfície.11 Exercicios λ. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. apontando do centro do cilindro para fora. apontando de fora para o centro do cilindro.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica.2 Pergunta 4 q 3.3. Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr).if. contendo uma carga –2q. (c)idem ao ítem (a). Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica. também condutora e de comprimento L. de comprimento L.

Pergunta 6 q 3. contém uma carga uniformemente distribuída.6 A figura 3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). Calcule a densidade superficial de carga da placa. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www. σ. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3.11 Exercicios Figura 3.3 Pergunta 5 q 3.5 Um cilindro infinitamente longo.4 mostra uma esfera com massa m e carga q. com densidade ρ. de raio R.if.ufrgs.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .

(b) na região entre as placas.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .br/tex/fis142/mod03/m_ex.if.7 A figura 3. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas. E=σ/ε0 no interior do capacitor. R: E=0 fora do capacitor.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.11 Exercicios Figura 3.3.5 http://www.4 Pergunta 7 q 3.ufrgs. Figura 3. (c) na região à direita das placas.

8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa. Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (d) r>rc. apontando para fora. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3.6 mostra uma esfera condutora de raio ra.3.if. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb. (b) ra<r<rb. (c)E=0. R: (a)E=0. (b) ra<r<rb.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. Concêntrica com esta casca. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. (c) rb<r<rc. apontando para o centro da esfera. com carga +q. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra. (b)E=q/(4πε0r2).9 A figura 3. R: (a)E=0. (b)E=(1/4πε0r2)(qa).br/tex/fis142/mod03/m_ex.ufrgs. http://www.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . (c) r>rb. (d)E=q/(4πε0r2).

3.if.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .br/tex/fis142/mod03/m_ex.ufrgs.11 Exercicios Figura 3.6 http://www.

∆U+∆K=0. Mais importante do que isso.∆U (4.ufrgs.if. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética. é dado pela integral de linha http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . esse tipo de força.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f. conhecida como força central. leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa.4.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.br/tex/fis142/mod04/m_s01. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. conclui-se que W = . Assim. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . Já sabemos que dada uma força central. e vice-versa. em movimento oscilatório. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. Por isso são também conhecidas como forças conservativas. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia.

Figura 4. Isso implica na possibilidade de se definir. sempre tem-se diferença de energia potencial. no caso do potencial gravitacional.br/tex/fis142/mod04/m_s01.4. usase http://www. arbitrariamente. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático. (4. cuja direção no plano é dada na figura abaixo. Por exemplo.2) não depende do caminho. e sempre aponta de i para f.2) onde F é a força que atua sobre o objeto. a menos que se diga o contrário. vejamos o caso de uma força uniforme.2 ENERGIA POTENCIAL (4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . depende apenas dos pontos iniciais e finais. jamais energia potencial absoluta. Para ilustrar.3) Este resultado é absolutamente geral.1) de outra forma: Uf . dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4. uma "origem".1 Vamos escrever a eq.Ui = -Wif (4.ufrgs.if.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.if. http://www.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s01.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto. criadora de um campo.4. dada uma configuração de cargas.

é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem.br/tex/fis142/mod04/m_s02.4.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial.ufrgs. assim definido http://www.3 POTENCIAL Capitulo 4 . é mais conveniente trabalhar com o potencial.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. a unidade de potencial é o (4. potencial entre dois pontos "i" e "f".if. (4.html [13/03/2004 16:19:33] .4) Volt (V). É por isso que na Do que foi discutido acima.

mostra-se facilmente que (4. Como dl=-dr'.br/tex/fis142/mod04/m_s03.4. é de acordo com (4.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P. e E é dado pela expressão (3.ufrgs. V?=0.html [13/03/2004 16:19:36] .5).6) Figura 4. a uma distância r da carga q.2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.if.4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .5).

é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .if. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq. Através de um cálculo similar. Se r » d.br/tex/fis142/mod04/m_s04. Já o cálculo num ponto qualquer. também muito distante. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer.4. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes. é bastante complicado. Usando esta expressão para o caso do dipolo.4)]. fora dessas duas direções privilegiadas. Qualquer que seja o caso. (2. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . isto é. tem-se http://www. cujo resultado é Pelo princípio da superposição.ufrgs.

br/tex/fis142/mod04/m_s04.if.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] . obtém-se (4.ufrgs.3 http://www.7) Figura 4.4.

vamos explorar o conceito de potencial acelerador. adquire energia igual 1.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. ela adquire uma energia igual a NV eV. em energia cinética.6x10-19 J. Por exemplo. ela adquire a energia de 2000 eV. Nas simulações a seguir. http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s05.if. Essa energia é conhecida como o elétron volt. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. Se a carga tiver liberdade para se movimentar. Um elétron (q=1. pelo princípio da conservação de energia.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 .html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4. A primeira simulação mostra um campo uniforme. a energia potencial vai transformar-se.ufrgs. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. Trata-se de uma superfície. com carga múltipla da carga do elétron. ela adquirirá uma energia potencial U.4. é acelerada por um potencial de V volt. 1 eV = 1. q=Ne.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor.

4.if. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. Observe o movimento da carga. Com os dados obtidos nesta simulação. Ela inicia com V=0. à esquerda). passo a passo.y) da carga. clicando em "pausa".02. O movimento pode ser interrompido. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima. na barra amarela. embaixo. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. esta carga será submetida ao campo do dipolo.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_s05. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. à esquerda. e observe o movimento de ida e volta da carga. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. coloque x=0 e y=2. e a sua velocidade. este movimento. com intervalo de tempo igual a 0. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Pode avançar ou retroceder. Arraste-a com o mouse. Inicialmente. qualitativamente.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . Explique. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x.3 e 4.y) no interior da moldura. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. lê-se a posição (x.4 e demonstre que isso é verdade. Use as equações 4. Ao clicar no botão iniciar.

br/tex/fis142/mod04/m_s05.4.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .if.

7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .html [13/03/2004 16:19:47] .ufrgs.POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial. Como o potencial só tem uma variável.if.br/tex/fis142/mod04/m_s06.5). mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. Como exemplo. a partir do potencial. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme.4.8) Portanto. segue-se que http://www.

zero Figura 4.1 No movimento de A para B (figura 4.br/tex/fis142/mod04/m_ex.5.4 Pergunta 2 q 4.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .VA. o campo realiza 3. (b) VC – VA.46 Volts.4) ao longo de uma linha de campo elétrico. 2. (c) VC – VB? R.ufrgs.: 2.46 Volts.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .if. Pergunta 1 q 4.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 .94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.

: 8.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R. em função de x. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam. é colocado no plano yz. com seu centro na origem do sistema de coordenadas.7 EXERCÍCIOS 0. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron. no mesmo diagrama. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3.: 2. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. carregado positiva e uniformemente. http://www. (b) Construa.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m.5.44 x 104 N/C.ufrgs. (b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. 2928 Volts Pergunta 4 q 4.3 Duas grandes placas condutoras. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x.if.9 x 10-15 N.br/tex/fis142/mod04/m_ex.10 µC/m2.85 mm Pergunta 3 q 4.5 Um anel de raio R. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm.

br/tex/fis142/mod04/m_ex.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .ufrgs. Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.if.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.5.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.

O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. campo elétrico e potencial elétrico.br/tex/fis142/mod05/m_s01. o indutor serve como um acumulador de energia magnética. de forma simples. dito de outra forma. fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas. Veremos. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. Nesse processo. já neste capítulo. Quando colocado num circuito. Capacitor (C). mais adiante. Indutor (L). necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. Portanto. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina. ou. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. Podemos dizer. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . cria-se no seu interior um campo magnético.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. Quando uma corrente passa por essa bobina. iniciando pelas aplicações mais simples.if. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. tem a capacidade de acumular energia elétrica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . mas sem erro.ufrgs.5. mas é interessante.

num circuito contendo esses três componentes.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] . RL. LC e RLC.ufrgs. nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente.br/tex/fis142/mod05/m_s01.if. dois deles conservam energia.5. http://www.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde). Portanto. enquanto o terceiro desperdiça. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC.

br/tex/fis142/mod05/m_s02.5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. Q = CV (5. No sistema SI. http://www.if.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .ufrgs. conforme veremos a seguir.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. C. a unidade de capacitância é o Farad.html [13/03/2004 16:20:06] . estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.1) A constante de proporcionalidade. 1 F = 1 Coulomb/Volt.

enquanto na figura 5. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados. as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor.2. Na figura 5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5. A figura 5. Podemos resumir essa situação. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada.2b Vejamos como calcular a capacitância. Figura 5. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Mesmo que elas sejam finitas.2a Figura 5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 . como são na realidade.1.ufrgs.2(a) representa a situação real. vamos supor que as placas sejam planos infinitos. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www.if. e para simplificar os cálculos. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed.br/tex/fis142/mod05/m_s03. para o caso do capacitor de placas paralelas. Para todos os efeitos práticos.5. Por outro lado.1 Figura 5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .

ou. E=q/Aε0. e das dimensões do capacitor. C = ε0A/d (5. Da relação (5.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . σ. obtém-se EAε0 = CEd. Q = CV. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. o campo entre as placas será E = σ/ε0. e de propriedades geométricas. Portanto.ufrgs.if. Para qualquer capacitor.br/tex/fis142/mod05/m_s03. A densidade de carga. a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. onde A é a área da placa (não há inconsistência. ε0. é dada por q/A. como uma aproximação). a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0.5.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal.2) A relação (5. Vejamos mais dois exemplos. Esse tipo de resultado é geral.1). Portanto. a constante dielétrica no vácuo. http://www. de onde se obtém q = EAε0.

enquanto o externo está carregado com carga –q.4) em (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L.5).if.4) Substituindo (5. O cilindro interno está carregado com carga +q. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.ufrgs. Da relação (4. obtém-se Portanto.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] . Para calcular a capacitância.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.3). cujo resultado é (5. e raios a e b. temos que: (5.5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .5.br/tex/fis142/mod05/m_s04. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.

5.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .br/tex/fis142/mod05/m_s04.3 http://www.if.5) Figura 5.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.

if.ufrgs.5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s05. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.html [13/03/2004 16:21:46] .6) http://www.

as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. associados de diferentes maneiras. Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. fornecida pela bateria.7a) e (5.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . tem-se: http://www.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. dado pelo pólo positivo da baterial.. i. Assim. Q. V1=V2=V.if. as diferenças de potencial são iguais.1). Veremos agora como tratar a associação de capacitores.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 . obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. Da mesma forma. Na ilustração. na proporção de suas capacidades. Q=Q1+Q2. as placas Figura 5.5. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5.br/tex/fis142/mod05/m_s06.7b) A carga. Pela equação (5.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. para o caso de dois capacitores.7b). os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.ufrgs. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. é distribuída entre os capacitores. Substituindo (5. Portanto.4.7a) (5.e.

br/tex/fis142/mod05/m_s06. Portanto.5.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto.5). (5. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. se as cargas são iguais. com ‘n’ capacitores. Ceq = C1+C2 No caso mais geral.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] .ufrgs. mas as capacitâncias são diferentes. Então. então os potenciais também serão diferentes.if.9) http://www.8) No caso da associação em série (Figura 5.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto. (5.

Na Figura 5.6a http://www.if. ao invés do ar. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna. O dielétrico entre as placas é o ar. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. dielétrico . o título desta seção pode causar alguma confusão. Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor.br/tex/fis142/mod05/m_s07. em condições normais. segue-se que o capacitor está isolado. porque sendo o ar.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor. Portanto. Figura 5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. a carga acumulada permanecerá constante. por volta de 1837. Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas. pelo menos para efeitos práticos.5.ufrgs.

A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5.5. de modo que a diferença de potencial entre as placas.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. A eq. Como a baterial fornece uma ddp constante. (5. Então. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. conclui-se que C deve aumentar.html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .br/tex/fis142/mod05/m_s07. Pelo que sabemos.if. Da eq. dada pela ddp da bateria.6(b).1). Nesta experiência. o capacitor está sendo carregado por uma bateria.ufrgs.7a Figura 5.7c http://www. é constante.00054. como no caso da experiência anterior. (5. k=1.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. Para o vácuo.1). em relação à capacitância do capacitor com ar. O campo efetivo entre as placas diminuirá. Figura 5. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas. Q=CV.7b Figura 5. isso implica no aumento de Q. como ilustrado na Figura 5. e para o ar. provocando a diminuição do potencial. implica que a capacitância deve aumentar.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. k=1.

ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s07.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .

html [13/03/2004 16:22:58] .br/tex/fis142/mod05/m_s08.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . e quatro distâncias entre elas. é necessário realizar um trabalho.5.if. quatro possibilidades de áreas das placas. http://www. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.ufrgs. Temos quatro dielétricos diferentes. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. com capacitância C. Como já vimos. (5. e cheque o resultado. Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. Suponha que um capacitor.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. contenha uma certa carga q.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

(5. com densidade linear λ. antes da eq. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.5. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. suportado por discos isolantes.br/tex/fis142/mod05/m_ex.5). Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. de raio Ra.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. http://www.if. sólido. interno. Pergunta 6 q 5.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .ufrgs.

e em diversos ambientes. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. A rede cristalina forma obstáculos. algumas vezes retroativamente. de modo que o movimento dos elétrons. parece caótico.br/tex/fis142/mod06/m_s01.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 .if. seu movimento é desviado. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6.1. quando visto microscopicamente. Microscopicamente.ufrgs. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. ou quase estáticas.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . onde são indicados o http://www. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria.6. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. em regime estacionário. isso foi feito para facilitar o raciocínio. Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático. como no caso dos capacitores.

na Figura 6. As esferas http://www.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag.2 .2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. Veja que o canal que existia na Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s01. que ilustra uma situação desordenada.1 eles estão fixos.1 deixa de existir na Figura 6.if. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron. isso representa uma situação irreal. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema.1. Figura 6. Na Figura 6.ufrgs. a temperatura é um dos mais importantes. é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva.2. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina.1 estão constantemente mudando de lugar. Este aplicativo simula a situação descrita acima. onde a temperatura é absolutamente nula. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. no final das contas ela vai andar para a frente. como o indicado pela seta .1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. Neste caso.6. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico.

Para observar com mais precisão. o cursor da barra abaixo da modura. Aumente o valor da corrente. deslocando para a direita.br/tex/fis142/mod06/m_s01.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] . e os pontos vermelhos representam os elétrons livres. http://www.if.2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina. use uma corrente baixa.6.ufrgs.

br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs. (6.html Capítulo 6 .2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma. Isto é. Portanto.if.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.http://www.if. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] . L. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva. como ilustrado na Figura 6. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www. Seja um segmento de condutor. Do ponto de vista microscópico. Vamos deduzi-la.3. (6. esta é a densidade de portadores do material.ufrgs. por unidade de tempo.br/tex/fis142/mod06/m_s02.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s02.ufrgs.3. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.if.3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva. Da definição de corrente. obtém-se J = neVd (6.if. http://www.http://www.

RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico. para o segmento L da Figura 6.if. e a relação microscópica correspondente a (6. conforme discussão qualitativa acima. R.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. circulará.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). E e J são uniformes.5) As grandezas relacionadas em (6. e definida pela relação R = V/i (6. denominada resistência.3. i. A forma mais conhecida de (6. i J. ρ. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 . http://www.6.4) Essa definição significa que.br/tex/fis142/mod06/m_s03. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. de modo que. de tal modo que a relação (6. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i). uma corrente. entre os extremos de um resistor. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp).4 RESISTÊNCIA.5) é E = ρJ (6. V E.4) será satisfeita. são todos representados por uma propriedade mensurável.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .4) é V = Ri (6. V.ufrgs.6) No regime estacionário. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade.

7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento.4 RESISTÊNCIA.3). é proporcionado pelo campo elétrico. ρ.br/tex/fis142/mod06/m_s03.ρ0 = αρ0(T-T0) (6.if. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. a carga e a massa do elétron. obtém-se http://www. O movimento eletrônico estacionário.4). e inversamente proporcional à sua seção reta. possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.6.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . obtém-se (6.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0.7) A relação (6. de tal modo que em média.ufrgs. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ . A constante de proporcionalidade. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. E. respectivamente. com velocidade de deriva. cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.

9) http://www. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.ufrgs.4 RESISTÊNCIA.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .if.6) chega-se à relação (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.6. com o uso de (6.

if. ditos materiais ôhmicos. e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor. eles podem "queimar".1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA .6. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. tem-se um amperímetro. (6. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. esta equação representa simplesmente a definição de resistência.10 A). Se o valor superar. Na verdade.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Explique o que acontece. ou voltagem. Coloque U=10. Explique o que acontece. equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?).5).5 LEI DE OHM Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. V = Ri (6. Vmax>10 V e Imax= 1A. variável). há uma escala para o voltímetro (1 . a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?). Na parte de cima do painel verde. que a lei de Ohm é expressa pela eq.br/tex/fis142/mod06/m_s04. equivocadamente.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] . Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir. Em paralelo com o resistor. tem-se um voltímetro. Em série com o resistor.ufrgs. Fixe um determinado valor da voltagem.

ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .5 LEI DE OHM medida.6.if.br/tex/fis142/mod06/m_s04. http://www.

R.6 ENERGIA.4 A expressão (6.11).4. a potência é dada por (6. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. isto significa produzir fluxo de elétrons. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica. é também conhecida como potência Joule. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas. & POTÊNCIA Capítulo 6 .CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. podemos mudar o valor de V e R. manifesta-se sob a forma de calor no resistor. quando ele é atravessado por uma corrente. que dá a potência dissipada num resistor.11) Figura 6. uma bateria.10) Fazendo uso da relação (6. A energia assim transferida. Se uma carga dq é transportada de A para B. no caso mais simples.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] . a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição.br/tex/fis142/mod06/m_s05. Na seguinte demostração.if. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. no condutor da Figura 6. no caso mais geral de metais condutores.ufrgs. i.5). Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www.6.

& POTÊNCIA http://www.if.br/tex/fis142/mod06/m_s05.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6.6 ENERGIA.ufrgs.

ufrgs.m) Condutividade Ohm.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.metro(Ω.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .html [13/03/2004 16:23:43] .metro recíproca (Ω.6.br/tex/fis142/mod06/m_s06.m)-1 http://www.

Portanto. em cada segundo. este se ioniza.88 A. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.5x1018x1.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário.8 EXEMPLO Capítulo 6 . a corrente será i = 5. http://www.6x10-19 = 0. 4x1018 elétrons e 1.6.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.html [13/03/2004 16:23:45] .ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s07. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.

em cada segundo.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .if. Pergunta 3 q 6.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 6.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 .5. (b)2.7x10-6 m/s.ufrgs. este se ioniza.8 x 1028 elétrons livres por m3.br/tex/fis142/mod06/m_ex. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA.5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. (b)O sentido do movimentos dos prótons.88 A.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se. 4 x 1018 elétrons e 1. A prata contém 5. Pergunta 2 q 6. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.

(a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603.37 V e o amperímetro A lê 1.8 x 10-8 Ωm.5. Quando se fecha a chave. Figura 6. (b)9.5 A. (b)120. Determine a fem e a resistência interna da pilha. ligado aos terminais da pilha seca da figura 6. R:1.br/tex/fis142/mod06/m_ex. onde i é dada em ampères e t em segundos.52 V.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.67 A. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior.53 Ω.52 V.5 Enquanto a chave S estiver aberta.5 http://www.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2. o voltímetro V. a leitura do voltímetro cai para 1. 0. Pergunta 4 q 6.5.if. marca 1.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4.1 Ω.ufrgs.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . mas seu diâmetro é o dobro. Qual é a sua resitência? R:(a)1.34 C.

Pergunta 8 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8. (iii) ddp e resistência.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. (b) 90 Ω. Pergunta 9 http://www. quando a ddp entre os terminais é de 60 V.if. a ddp torna-se 11 V.ufrgs.5.0 A. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo.5 V. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. (ii) resistência e corrente. (b)10 V. Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso.22 A.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.5 Ω. Pergunta 7 q 6.

ufrgs.6 http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .6.5.11 EXERCÍCIOS q 6. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.9 No circuito da figura 6. (b)4 W. (c)20 W Figura 6. R:(a)24 W.br/tex/fis142/mod06/m_ex.if. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.

unindo a malha da esquerda à malha da direita. entre A e B ou entre A e C.1.br/tex/fis142/mod07/m_s01. o ponto A é um nó. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. um circuito fechado. Figura 7. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos.7. Entende-se por malha. fem e resistências.if. por exemplo.1. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. Na Figura 7. no caso mais simples.html [13/03/2004 16:23:51] .1 http://www. Chama-se “queda de potencial”.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. como ilustrado na Figura 7.1. a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. na Figura 7. Entende-se por nó. incluindo vários componentes elétricos.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 .ufrgs. na realidade.

2a Σ ∆V = 0 Figura7.2b http://www.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. Vb<Va.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . Vejamos. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.ufrgs.2b).if.br/tex/fis142/mod07/m_s02. a queda de potencial é positiva (Figura 7. a queda de potencial é negativa (Figura 7. logo ∆V= Vb – Va. vai de ‘a’ para ‘b’. Figura 7. nas regras seguintes. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. e ∆V = . indicada pela seta .Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional.7.2a). como cada queda de potencial é usada nesse somatório. Se a corrente convencional.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . pois os pontos inicial e o final são os mesmos. Neste caso. Logo.

a queda de potencial é negativa (Figura 7.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo.2c).ufrgs. a queda de potencial é positiva (Figura 7. Figura 7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] .7.if.2d).2d http://www. Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .if. as direções das correntes. foram arbitrariamente escolhidas http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s05.7.1 Na figura.6 EXEMPLO 7.

7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 .ufrgs.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www. Figura 7.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .if. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.br/tex/fis142/mod07/m_s06. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor. o capacitor está descarregado. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito. Inicialmente.7. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria.3 mostra um circuito RC série.

br/tex/fis142/mod07/m_s06.ufrgs. εC. τ=RC. obtém-se (7. Levando em conta que . a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. Quando t=RC.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.if.3) obtém-se (7. A partir de (7. denominado constante de tempo capacitiva..4 Para cada circuito RC há um tempo característico.7.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . t=10RC)). a http://www. ela só atingirá seu valor final. Figura 7.7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor.4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. (7.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7.ex. de modo que. rigorosamente. Pela conservação de energia.4) tem uma componente exponencial. num tempo infinito.2) A eq.

Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. q(t) = εCe-t/RC (7. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.if. http://www. Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor. (7. Colocando-se ε=0 na eq.7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’.2) obtém-se (7. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor.ufrgs.5 Figura 7. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor. capacitor e resistor.6) Figura 7.

if.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .ufrgs.7.br/tex/fis142/mod07/m_s06.

1 Três resistores iguais são ligados em série.7. Pergunta 2 q 7. Figura 7.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 .7 Pergunta 3 http://www. a potência total consumida é de 10 W.ufrgs. Pergunta 1 q 7. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω. Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação. (b)14 V.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.if.7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.

9.if.ufrgs. ε2=7 V.9 Pergunta 5 q 7. Figura 7. Vab=13 V Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex.5 Considere. A chave http://www.7. calcule a corrente na bateria de 12 V. R:(a)Vab=0. R=10 MΩ.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. na figura 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.8 Pergunta 4 q 7. O capacitor está inicialmente descarregado.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .22 V.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’.3. C=2 µF. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. (b)0. ε=100 V.466 A.7 EXERCÍCIOS q 7. R:ε1=18 V.

(a) Construa gráficos para i(t). ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.0997 J. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.605 RC http://www. q(t).br/tex/fis142/mod07/m_ex.if.7.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Pergunta 6 q 7.ufrgs.

8.ufrgs. o que importa é que dado um campo magnético. B. este exerce uma força sobre uma carga. Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . para o momento. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento. em movimento. ocorrida na cidade de Magnésia.br/tex/fis142/mod08/m_s01. Do ponto de vista formal.O CAMPO MAGNÉTICO. Não importa. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno. trata-se do campo de um ímã permanente.if. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. q. dada por F = qvxB (8.1) onde v é a velocidade da carga. A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético. Por outro lado. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. qual a fonte de criação. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . havendo um campo magnético em determinada região do espaço. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. por volta do ano 121 DC.

br/tex/fis142/mod08/m_s01.2) A força expressa em (8. e um campo magnético.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .if. em que temos um campo elétrico. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.ufrgs.8. http://www. E.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0). No caso geral. Velocidade paralela ao vetor campo magnético.2) é conhecida como força de Lorentz.

1 Pela eq. conforme esquematizado na figura 8. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos. obtém-se http://www. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron.br/tex/fis142/mod08/m_s02. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8.ufrgs. (8.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético.O CAMPO MAGNÉTICO. Controlando-se os parâmetros externos.8.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . tal que Das expressões acima.1. Joseph John Thomson (18561940). descobriu o elétron em 1897. Figura 8. E.if. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. B e v.

3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] . http://www.ufrgs. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos. isto é.8.br/tex/fis142/mod08/m_s02.if. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética.3) A razão entre a carga e a massa do elétron.

é extremamente útil na indústria microeletrônica.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] .2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. conforme indicado na figura 8.ufrgs.8.2.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que. qEH = qvB http://www. como veremos. Figura 8. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v. no sentido de cima para baixo. O excesso de cargas positivas e negativas.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .O CAMPO MAGNÉTICO. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética.2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. O EFEITO HALL A expressão (8. funciona como um capacitor de placas paralelas. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo. Com o tempo. com um campo elétrico conhecido como campo Hall. cargas negativas acumulam-se na face inferior.if. A figura 8. e cargas positivas na face superior.br/tex/fis142/mod08/m_s03.

obtémse (8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . Em primeiro lugar. EH = VH/d.if. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. J=nqv.4 O EFEITO HALL Usando a eq. http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s03.4) fornece o valor da densidade de portadores.ufrgs. é possível determinar o sinal da carga dos portadores. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior. J=i/A. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes. (8. obtém-se Por outro lado. e a definição da densidade de corrente.8. Em segundo lugar.3). (6. a eq.

e outra perpendicular. a força será nula. Isto é.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. Portanto.ufrgs. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq. de massa m e carga q.5a) Da relação v=ωr. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.O CAMPO MAGNÉTICO. é igual à força magnética.8.1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético. Como se vê a força centrípeta. que proporciona o movimento circular. Por outro lado. numa região do espaço onde existe um campo magnético.5b) http://www. o movimento de uma partícula. (8. Figura 8.3 Assim.3.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_s04. resultando num movimento retilíneo uniforme. é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular.if. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8.

if. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.8.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.5d) (8.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5c) http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s04.

O CAMPO MAGNÉTICO.if. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . A partir desses resultados. tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. logo. temos que a força sobre um elétron será Portanto.br/tex/fis142/mod08/m_s05. A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A). Vejamos como calcular esta força. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 .

6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.if.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8.br/tex/fis142/mod08/m_s05. Figura 8. http://www.ufrgs. Use a equação 8.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica.4.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . a força aponta para baixo. No caso da Figura 8.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial.

html Capítulo 8 .6.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .http://www. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira. na direção indicada.5 sob outra perspectiva. (8.6 http://www.if. de lados a e b. vejamos a figura 8.5 mostra-se uma espira retangular.br/tex/fis142/mod08/m_s06. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8.ufrgs. De acordo com a eq.6). FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.if. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se. Figura 8.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b). percorrida por uma corrente i.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s06.O CAMPO MAGNÉTICO. conforme ilustra a figura 8. Para melhor analisar esse torque.

o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina.br/tex/fis142/mod08/m_s06.http://www.ufrgs. define-se µ=NiA.ufrgs.if. para uma bobina. com N espiras. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . será (8. τ=NiABsenθ Para uma espira.7) http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s06.html O torque será Substituindo F1=iaB. Da mesma forma. A=ab e cos θ=senθ. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. Portanto.if.

Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. na prática. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. mantém o http://www.O CAMPO MAGNÉTICO. 1a edição. tal como o campo elétrico.br/tex/fis142/mod08/m_s07. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral. ao qual associamos o símbolo B. UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. No capítulo 41. Para avaliarmos esse nível de complexidade. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol.if. e mais ainda no caso especial do magnetismo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. 3. .8 UNIDADES Capítulo 8 . Portanto. 534): O campo magnético. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. r H está relacionado com a corrente que o produz. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. p. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.8.ufrgs. mas causa o mistério colocado na definição acima.

No sistema SI.8.if. onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] . r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio.br/tex/fis142/mod08/m_s07. enquanto no sistema CGS.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos. Por outro lado. http://www.ufrgs. sua unidade é o Gauss (G). a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). a unidade de B é o Tesla (T).

ufrgs.9 EXEMPLO 8.br/tex/fis142/mod08/m_s08. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. a partícula estará sujeita à força magnética. EXEMPLO 8.7. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.8. a partícula terá adquirido velocidade v.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .1). de modo que facilmente obtém-se http://www. Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura.O CAMPO MAGNÉTICO.7 tocar no anteparo. Esta força será igualada à força centrípeta. a uma distância x do ponto de entrada.if. (8. até Figura 8.1 Capítulo 8 . perpendicularmente dirigido para fora do papel. conforme a eq. uma partícula de massa m e carga +q. Como esquematizado na Figura 8. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. Dito de outra forma. Antes de penetrar na região do campo magnético.

medindo-se a distância do impacto. http://www.8. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.1. B e V. x.9 EXEMPLO 8.if. pode-se calcular a massa da partícula.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] .br/tex/fis142/mod08/m_s08.1 Portanto.ufrgs. calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2). Ao invés de m. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.

EXEMPLO 8. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. a espira permanecerá na posição indicada. atuam forças F=0.8. calcule as forças e o torque sobre a espira. sendo a superior orientada na direção x. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira.12 N.ufrgs. com torque anti-horário. de modo que ela seja mantida na posição indicada.8 Figura 8.9 http://www.2 Capítulo 8 . e a inferior orientada na direção –x.2 T paralelo ao eixo x.br/tex/fis142/mod08/m_s09. Sobre os lados de 6 cm. orientadas de acordo com a Figura 8.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. Portanto.O CAMPO MAGNÉTICO. se uma força igual a 0.16cos(30).html [13/03/2004 16:24:36] . atuam forças iguais 0. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0. Sobre os lados de 8 cm. Figura 8.2 A espira retangular da Figura 8.9.16 N.10 EXEMPLO 8.if.

O CAMPO MAGNÉTICO. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.10 Pergunta 2 q 8.7x103.10 tem uma velocidade v0=107 m/s. com a mesma velocidade tangencial.8. A massa da partícula α é 6.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 . R:(a) 1. EXERCÍCIOS.ufrgs.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético. perpendicular e entrando no plano da folha.14x10-3 T. Figura 8.if. http://www. (b)15.68 x 10-27 kg.68 ns. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.1 Um elétron no ponto A da figura 8.br/tex/fis142/mod08/m_ex. R:fe/fα=3. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B. Pergunta 1 q 8.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .

4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. (c)0.7x108 m/s. ambos normais entre si e ao feixe.8. Quando B=5 T e i=100 A. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético. E e B.ufrgs. verifica-se que o potencial Hall é VH=45.4 T. Pergunta 4 q 8.44 x 1027 elétrons/m3. http://www.br/tex/fis142/mod08/m_ex.16 x 10-23 g.if. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.5 A figura 8. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. Pergunta 5 q 8.29x10-3 m. R:21.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons.4 µV. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8.484 m. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1.

10 T.12 EXERCÍCIOS Figura 8.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .11 Pergunta 6 q 8.ufrgs.if. R: τ = 3.8.6 x 10-6 Nm http://www. com dimensão 5 cm x 12 cm. em um campo uniforme B=0.br/tex/fis142/mod08/m_ex. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.

a integral é realizada ao longo de uma linha http://www. Em 1819.1).br/tex/fis142/mod09/m_s01. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente.A LEI DE AMPÈRE. os outros dedos dão o sentido de B. as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. é dado pela lei que recebeu seu nome (9. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes. e que para o caso de um fio retilíneo. Figura 9. O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente.9.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 . Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.1. em 1820. 9. i. Em (9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . como ilustra a Fig.ufrgs. como a magnetita (Fe3O4).1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo.if.

pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.9.ufrgs. Assim. Figura 9. que alguns autores denominam linha amperiana. Portanto. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas. no caso estacionário. onde as setas indicam produção.2 http://www.if.br/tex/fis142/mod09/m_s01. a lei de Ampère está para o magnetismo. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática.

CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.ufrgs. Use (9.if.html [13/03/2004 16:24:45] .1) e mostre que o campo é dado por (9.br/tex/fis142/mod09/m_s02.A LEI DE AMPÈRE. Diz-se que o campo tem simetria axial. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. das experiências de Oersted.ufrgs.if.br/tex/fis142/mod09/m_s02. Sabemos.2) http://www. Este resultado é consistente com a simetria do problema.http://www. Portanto. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo.html Capítulo 9 .

e outra com r>R.2).9.2).3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito. Como a densidade de corrente é uniforme.ufrgs. Portanto. transportando http://www. de raio R.if. obtém-se (9.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] .3 vemos uma seção reta do cilindro. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.A LEI DE AMPÈRE. com densidade uniforme.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 . tem-se que Figura 9. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. obtém-se uma expressão igual a .3 Substituindo i em (9.br/tex/fis142/mod09/m_s03. para um cilindro com raio R. com duas amperianas. Na Figura 9. uma com r<R. transportando uma corrente io.

br/tex/fis142/mod09/m_s03.4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.4.if.9.ufrgs.4 http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9. Figura 9.

Da mesma forma.9.ufrgs.A LEI DE AMPÈRE. como ilustra a Figura 9. transportando correntes i1 e i2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .if.5 Sendo d a distância entre eles.5. INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos. sobre o http://www. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_s04. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.

É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário. os fios atraem-se. http://www. quando as corrente circulam no mesmo sentido. Portanto.br/tex/fis142/mod09/m_s04.ufrgs.9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] .if. com módulo igual a F12.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21.

br/tex/fis142/mod09/m_s05.A LEI DE AMPÈRE. Na Figura 9.if.6 http://www.6(a).CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita).6(b) temos um corte longitudinal do solenóide.ufrgs. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. Figura 9. como ilustra a Figura 9.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.

a corrente que atravessa a amperiana será nLi. Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. i.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Assim. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .ufrgs. de modo que Na região interna. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. de modo que Portanto. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. resultando Na região externa ao solenóide. a integral que resta resulta em http://www. B=0.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide.if. um número muito grande de espiras). a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras.

html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. usa-se um solenóide longo.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível.br/tex/fis142/mod09/m_s05.5. entre 2. É óbvio que isso é uma idealização.5 e 6.if.4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide.0? http://www.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente. mais próximo do caso ideal. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2.ufrgs. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo. e aquelas do solenóide com raio 6.0. Para cada raio. Quanto maior esta relação. isto é. A equação 9. Na prática. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. sobre as linhas de campo magnético.

Para simular o botão do medio. vermelho é forte.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . http://www. Para utilizar os seguintes applets. como é achado na maioria computadores Unix. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère.ufrgs. . você devera usar naquele caso o botão esquerdo. você pode tentar isto. Para desenhar todas as setas de campo. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo.A LEI DE AMPÈRE.if. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. Para desenhar uma seta de campo. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo. enquanto oprime a tecla ALT.br/tex/fis142/mod09/m_s06. clique o botão esquerdo do mouse. tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse.Exemplos Capítulo 9 . Se você estiver usando um PC. tecle a letra A. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. e azul é fraco. Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo.

ou Del. a tecla backspace. the pain. Para desenhar um círculo.br/tex/fis142/mod09/m_s06. r r q Para apagar a amperiana e a integral. arraste o botão da esquerda.. Thin Wires Oh. clique o botão esquerdo novamente. Apagando q Para apagar as linhas.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo.. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. tecle a letra E. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada.if. http://www.. the pain.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] .ufrgs.

Pergunta 1 q 9. conforme figura 9.A LEI DE AMPÈRE.ufrgs.if.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a. Figura 9.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .7. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.br/tex/fis142/mod09/m_ex. qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa. EXERCÍCIOS. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha. (b)B=µ0i/3πa.EXERCÍCIOS Capítulo 9 .7 Pergunta 2 http://www.

calcule o campo magnético resultante no ponto P.br/tex/fis142/mod09/m_ex. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. conduz uma corrente de 10 A.if.EXERCÍCIOS q 9.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo.3 Suponha que na figura 9. Determine o módulo. paralelo aos outros dois.7. http://www. Considere a=30 cm e x=40 cm. cujos lados maiores são paralelos ao fio.2 Ainda em relação à figura 9. R:7. apontando para a esquerda de quem olha. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio. apontando para baixo.92x10-4 N/m. Uma espira retangular. Pergunta 4 q 9. perpendicular ao fio. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).ufrgs. perpendicular ao fio.8 conduz uma corrente de 20 A. se a corrente nele entra no plano da folha.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A.2x10-4 N. R:1. Pergunta 3 q 9.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.

9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial. (b) c<r<b.EXERCÍCIOS Figura 9. R:(a)B=µ0ir/2πc2.ufrgs. (c) b<r<a. anti-horário. Correntes uniformes e opostas. (d)B=0.8 Pergunta 5 q 9. de valor I. Seus raios (a. b. http://www.if. c) são mostrados na figura. se a corrente interna estiver saindo da folha. anti-horário. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. (d) r>a. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2).5 A figura 9. anti-horário.br/tex/fis142/mod09/m_ex.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . existem nos dois condutores. (b)B=µ0i/2πr.

html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .EXERCÍCIOS Figura 9.07 T. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.br/tex/fis142/mod09/m_ex. http://www. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.if.ufrgs.9 Pergunta 6 q 9. de 250. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio.

1. Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. produzindo uma fem. Figura 10. Faraday descobriu o inverso. B.10. Uma placa metálica é deslocada. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior. v. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético.A LEI DE FARADAY. Nesta região do espaço existe um campo magnético.if.1 http://www. Vejamos quanto vale essa fem.br/tex/fis142/mod10/m_s01. Na década de 1830. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. um campo magnético pode criar uma corrente elétrica.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Isto é. por um agente externo qualquer (não importa qual). com o sentido indicado (para dentro da folha). Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.ufrgs.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . com velocidade uniforme.

conforme ilustra a figura 10. http://www.1).2. Isto é. (10. Quando a placa é deslocada.10. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. através dela. 10.2) Figura 10. Derivando o fluxo. a área hachuriada varia. eq.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.br/tex/fis142/mod10/m_s01. variando o fluxo de B.ufrgs. em relação a t.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . tem-se Portanto. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.if.2. (10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. ΦB=Bhx. Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.

com a fem induzida pela lei de Faraday.2).10.if. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10.1) e (10. Por causa disso.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .ufrgs. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. http://www. Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento.br/tex/fis142/mod10/m_s01.

a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira. a corrente induzida circula no sentido antihorário. Em 1831.br/tex/fis142/mod10/m_s02. Faraday mostrou que no primeiro caso.3) é a seguinte Em 1834. enquanto em (b) ele decresce. 10. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.if. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 .3.3).A LEI DE FARADAY. 10. Na fig.ufrgs. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário. Numa tradução livre. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo.3(a) o fluxo magnético está http://www.3) Outra forma de apresentar a equação (10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig. A fem induzida é dada por (10.10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .

Na fig. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.3(b) o fluxo magnético está decrescendo.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] .ufrgs.if. Figura 10.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.br/tex/fis142/mod10/m_s02. http://www. 10.10. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo.

0 s. (b)Horário. R:(a)31 mV. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.br/tex/fis142/mod10/m_ex. Figura 10.A LEI DE FARADAY.if.4 Pergunta 2 http://www.4.EXERCÍCIOS Capítulo 10 . (b) Determine o sentido da corrente através de R. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . EXERCÍCIOS. Pergunta 1 q 10.ufrgs.1 Na figura 10. (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2.

Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada.5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2. independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo.EXERCÍCIOS q 10.4.ufrgs.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.br/tex/fis142/mod10/m_ex.if.87t. A espira contém uma bateria de 20 V.042-0.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)]. (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo.3 A figura 10.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B. sendo B dado em Tesla e t em segundos.5 http://www. tanto em módulo quanto em direção.74 V. na figura 10. Figura 10. Pergunta 3 q 10. cuja resistência interna é desprezível. (b)21. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).

(b) 5 mV/m.2 m/s de cima para baixo.8 V.5 O campo B na figura 10. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5. (c) 1. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10.2 Wb. anti-horário. Um campo magnético B=0. http://www.if.35 T aponta para fora da página. Figura 10.ufrgs.5 mA.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. (b) 56. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3. (c) ε(t)=2Bv2t.6.1 T/s.br/tex/fis142/mod10/m_ex. como ilustra a figura 10.7 decresce à taxa de 0. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.6 Pergunta 5 q 10.

(b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada.7 Pergunta 6 q 10. Figura 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.8 http://www.ufrgs. e cresce constantemente à razão de 2 A/s. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.6 Na figura 10.if.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] .3µ0I/10π. (a) Qual é o fluxo total. (b) 4.EXERCÍCIOS Figura 10. anti-horário.6µ0/10π. em determinado tempo t.

Portanto. (5.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.1).html [13/03/2004 16:26:11] . Assim. podemos definir a indutância. calculamos o campo magnético de um solenóide.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . assim como o capacitor está para a eletricidade. e i é a corrente que o atravessa. correspondendo à capacitância. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. http://www. L. Este dispositivo está para o magnetismo.ufrgs.if.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. Em particular. definida na eq. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético.br/tex/fis142/mod11/m_s01.11. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). (11. No Cap.

Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo.4).if.html [13/03/2004 16:26:13] .ufrgs. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 . obtém-se a indutância por unidade de comprimento. eq. L/l. eq. A densidade linear de espiras é n. A). assim como fizemos no Cap. 9.11.br/tex/fis142/mod11/m_s02.2). de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito. Figura 11.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas. (9. (5. L/l = µ0An2 (11.1 http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.

diz-se que esta fem é auto-induzida. tem-se uma auto-indução.if. segue-se que (11. esta. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . de acordo com a lei de Faraday.ufrgs. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.3) http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s03. induz o surgimento de uma fem.html [13/03/2004 16:26:15] .11. No momento em que se inicia a passagem da corrente. Portanto.

No momento em que a chave S. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’).Ri .εL = 0 (11. (11. uma corrente surgirá no circuito.br/tex/fis142/mod11/m_s04.2. tem-se ε . http://www.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Imediatamente.if. (11.2.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . aparentemente o sinal negativo da eq. na figura 11. for ligada na posição ‘a’. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig. produzindo uma fem εL.4) Figura 11. dada pela eq. 11. o indutor reagirá.3) não foi levado em conta.2 Figura 11.ufrgs.11.3 Observe que na equação acima. Na verdade.3).

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. 11. Um resistor no circuito da fig. ½CV2. passa a se transferir para o indutor. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola.CIRCUITO LC Capítulo 11 . Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V. a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor.if. na ausência de qualquer tipo de atrito. e vice-versa. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula.5. No momento que o indutor é ligado. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. Através do efeito Joule.br/tex/fis142/mod11/m_s06. através da qual a energia acumulada no capacitor.ufrgs. http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . como ilustrado na fig. 11. uma corrente surge no circuito. Este circuito apresenta um comportamento. em termos de variação de energia. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor. A partir desse momento.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. Neste caso.

if.5 http://www.CIRCUITO LC Figura 11.br/tex/fis142/mod11/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .ufrgs.

10). substituindo-se ε por V. (11. (11. (11.CIRCUITO RLC Capítulo 11 .br/tex/fis142/mod11/m_s07. onde a fem foi substituída por um capacitor. CIRCUITO RLC A fig.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. Figura 11.if. e Substituindo essas expressões na eq.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq.ufrgs. Ele é semelhante ao circuito RL. 11. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor.10) Num instante qualquer. Portanto.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.6 (11.4).

Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais.12) em (11.CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória. i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11. deve ter um fator de amortecimento.12) Substituindo (11.ufrgs. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição.11). resulta que α=R/2L e (11.br/tex/fis142/mod11/m_s07. obtém-se (11. http://www. Dito de outra forma. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida. Uma solução particular que satisfaz tais condições.if.

V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. A cada ¼ de período.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto.if.br/tex/fis142/mod11/m_s07.ufrgs. Quando V(t) é máximo. Quando i(t) é máxima. toda a energia está acumulada em L. a energia passa de um dispositivo para o outro. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em C.

o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC. (11.if.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . http://www.html [13/03/2004 16:26:49] .13). R=0.ufrgs. é a freqüência do circuito LC correspondente. Isto é. No limite.br/tex/fis142/mod11/m_s08. Quando R aproxima-se de zero. a freqüência natural de um circuito RLC. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural.

11.2 Considere o circuito RL da fig.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Para 0. R:(a) 1. O diâmetro do fio é 2. Pergunta 2 q 11.23 τL Pergunta 3 q 11. EXERCÍCIOS.10 s após a conexão ter sido feita.02 J/m3.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.8x10-15 J/m3. com ε=100 V. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.br/tex/fis142/mod11/m_ex.3 Uma bobina com uma indutância de 2.ufrgs.2. Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. Em termos da constante de tempo.EXERCÍCIOS Capítulo 11 .3 Ω/km. Pergunta 1 q 11. qual será a taxa http://www. para que instante após a bateria ser ligada.if. (b) 4.

Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.0 µF. (b) 2. http://www.042 A.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .125 µJ.ufrgs.5x10-4 J.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. 11. o circuito oscila com um período .0 mA após 5. (b)0. (b) a corrente máxima que pode circular.7. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. Pergunta 6 q 11. a constante de tempo vale τC. (b) 154.if. L=1. R:(a) 1.0 ms. o circuito possui uma constante de tempo τL. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas.6 Considere o circuito indicado na fig. (a) Determine a indutância da bobina.5 Num circuito LC oscilante.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.5 W. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.0 µC.5 W. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. (c) 393 W. Pergunta 4 q 11.1 mH e C=4. a corrente atinge um valor de 2.br/tex/fis142/mod11/m_ex. A carga máxima em C é 3. Pergunta 5 q 11.

if.7 http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .br/tex/fis142/mod11/m_ex.ufrgs.EXERCÍCIOS Figura 11.

if. O primeiro é que a experiência http://www.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 . por que não ΦE B? Para manter a simetria. vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance.ufrgs. Por exemplo.br/tex/fis142/mod12/m_s01. para propor sua teoria eletromagnética.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação. reproduzidas na tabela abaixo.EQUAÇÕES DE MAXWELL. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial.12.

Vamos analisar melhor a eq.1). que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère).1). não existe uma lei de Lenz para a indução magnética. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. que surgiu devido aos ajustes dimensionais.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .1. Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère .1) Observe que o fator multiplicativo. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. Esta corrente.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo.if. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo. (12. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. Portanto. aparecendo depois da outra placa.12. http://www. A equação acima tem algo diferente. 12. como ilustrado na fig. mas encontramos a eq. O segundo é um erro dimensional. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética.Maxwell” (12.br/tex/fis142/mod12/m_s01. a “lei” correta deverá ser (12. (12.ufrgs. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação. é o produto µ0ε0. Portanto. Antes.

2).ufrgs.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. A corrente entre as placas. é dada pelo termo . conhecida como corrente de deslocamento. id. http://www.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .br/tex/fis142/mod12/m_s01. (12.12.if.

2 Mostre que i=id.br/tex/fis142/mod12/m_ex.http://www.ufrgs.if.4 Na fig.ufrgs. a fem é dada por ε=εmsen(ωt).1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12. EXERCÍCIOS.br/tex/fis142/mod12/m_ex. tem raio R. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www. 12. Pergunta 1 12.2.if. O capacitor de placas circulares e paralelas.html Capítulo 12 .html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .EQUAÇÕES DE MAXWELL.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10. Pergunta 3 q 12.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.br/tex/fis142/mod12/m_ex.2 http://www. Figura 12.ufrgs.http://www. calcule o valor máximo de dΦE/dt.br/tex/fis142/mod12/m_ex. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.ufrgs.if. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.if.html deslocamento é I.

java.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System . Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.com/en/index.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:28:37] .Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.

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java. Java. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. It also includes explanations about different applications of Java technology. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology.com/en/download/faq/index. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.jsp [13/03/2004 16:29:18] .Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems.

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