Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade & Magnetismo

Conteúdo do curso
q q q q q q q q q q q q

1. Capítulo 1, A lei de Coulomb 2. Capítulo 2, O campo Elétrico 3. Capítulo 3, A lei de Gauss 4. Capítulo 4, Potencial Elétrico 5. Capítulo 5, Capacitância e Capacitores 6. Capítulo 6, Corrente & Resistência 7. Capítulo 7, Circuitos Elétricos 8. Capítulo 8, O Campo Magnético 9. Capítulo 9, A lei de Ampère 10. Capítulo 10, A lei de Faraday 11. Capítulo 11, Oscilações Eletromagnéticas 12. Capítulo 12, Equações de Maxwell

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 1

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Processos de Eletrização Condutores e Isolantes Força Eletrostática Exemplo Exercícios

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Eletricidade, Magnetismo & Física Moderna

Capítulo 2

Capitulo 2 - O CAMPO ELÉTRICO
Conteúdo do Capítulo
q q q q q

Ação a distancia Linhas de Força Campo de um Dipolo Elétrico Exemplo Exercícios

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if.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:23] .ufrgs.A Lei de Gauss Capítulo 3 Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Fluxo do Campo Elétrico A lei de Gauss A lei de Gauss e a Lei de Coulomb Campo de uma Carga Puntiforme Distribuição Esfericamente Simétrica Esfera Condutora Esfera Dielétrica Distribuição Linear Infinita Plano Infinito de Cargas Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .br/tex/fis142/mod03/index.Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 3 .CAPES http://www.

Eletricidade.if. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 4 Capitulo 4 .ufrgs.CAPES http://www.br/tex/fis142/mod04/index.POTENCIAL ELÉTRICO Conteúdo do Capitulo q q q q q q q Energia Potencial Potencial Potencial de uma carga puntiforme Potencial de um dipolo Potencial acelerador Gradiente de potencial Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:26] .

if.br/tex/fis142/mod05/index.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:28] .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 5 Capítulo 5 CAPACITÂNCIA E CAPACITORES Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q Componentes Elétricos & Eletrônicos Definições Capacitor de placas paralelas Capacitor cilindrico Capacitor esferico Associação de capacitores Capacitores com dielétricos Armazenando energia num campo elétrico Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

CAPES http://www. Resistividade e Conductividade Lei de Ohm Energia e Potencia Unidades no Sistema SI Exemplo Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Eletricidade.html [13/03/2004 16:14:30] .ufrgs.if.CORRENTE & RESISTÊNCIA Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q Modelo Microscópico Corrente Elétrica Resistência.Linha 2/2003 MEC . Magnetismo & Física Moderna Capítulo 6 Capítulo 6 .br/tex/fis142/mod06/index.

CIRCUITOS ELÉTRICOS Conteúdo do Capítulo q q q q q q q Lei dos Nós & Lei das Malhas Lei das Malhas (Lei de Kirchhoff) Lei dos Nós Circuitos com mais de uma Malha Exemplo Circuito RC Série Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/index.html [13/03/2004 16:14:33] .Eletricidade. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 7 Capítulo 7 .CAPES http://www.

CAPES http://www.html [13/03/2004 16:14:35] .O CAMPO MAGNÉTICO Conteúdo do Capítulo q q q q q q q q q q A força de Lorentz A descoberta do Eletrón O Efeito Hall Movimento de uma carga num Campo Magnético Força sobre uma Corrente Força sobre uma Espira de Corrente Unidades Exemplo 8.1 Exemplo 8.if.ufrgs.Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.br/tex/fis142/mod08/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 8 Capítulo 8 .2 Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .

Eletricidade.Linha 2/2003 MEC .ufrgs.br/tex/fis142/mod09/index.CAPES http://www. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 9 Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE Conteúdo do Capítulo q q q q q q q A Descoberta de Oersted Campo de um fio retilíneo infinito Cilindro Infinito Interação entre fios infinitos paralelos Campo de um Solenóide Exemplos Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .html [13/03/2004 16:14:37] .if.

Eletricidade.ufrgs.A LEI DE FARADAY Conteúdo do Capítulo q q q Indução Eletromagnética Leis de Faraday e Lenz Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .if.Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:40] .CAPES http://www.br/tex/fis142/mod10/index. Magnetismo & Física Moderna Capítulo 10 Capítulo 10 .

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 11 Capítulo 11 -OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS Conteúdo do Capítulo q q q q q Indutância Indutância de um Solenóide Auto-indução Circuito RL Densidade de Energia em Campos Elétricos e Magnéticos Circuito LC Circuito RLC Freqüência Natural Exercícios q q q q Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .Eletricidade.br/tex/fis142/mod11/index.CAPES http://www.if.html [13/03/2004 16:14:42] .ufrgs.

Magnetismo & Física Moderna Capítulo 12 Capítulo 12 .ufrgs.CAPES http://www.if.br/tex/fis142/mod12/index.EQUAÇÕES DE MAXWELL Conteúdo do Capítulo q q Equações de Maxwell Exercícios Hipertexto premiado pelo Programa de Apoio à Pesquisa em Educação a Distância PAPED .Linha 2/2003 MEC .html [13/03/2004 16:14:44] .Eletricidade.

jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:15:06] .java.Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. You may not have the right system requirements to support Java software (see the box below). Please consult the Help or FAQ sections for assistance. Java software was not installed properly. If the Java software has not begun downloading automatically.com Choose Language Windows Automated Downloads We encountered an issue while trying to automatically install Java™ software onto your machine. System Requirements q Windows 98 (1st and 2nd edition) or Windows ME or Windows NT (service pack 6a) or Windows 2000 (service pack 3) or Windows XP Home or Windows XP Professional (service pack 1) q q q q q You'll also need Pentium 166MHz or faster with minimum 67MB free space a minimum of 32MB of RAM. Most other issues can be resolved. http://www. you may want to perform a manual download. As a result.com/en/download/windows_automatic.

com/en/download/windows_automatic.jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:15:06] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java.Download Java Software © Sun Microsystems.

Coleta de Dados A Diretoria de Avaliação informa que o prazo de entrega dos dados da Coleta relativos a 2003. POSSE Jorge Almeida Guimarães toma posse na presidência da Capes Programa de Qualificação Institucional . São consideradas ilegais. 13 de março de 2004 a INFORMAÇÕES Pró-Coleta Professor Está disponível o Pró-Coleta Professor 2. que os pagamentos referentes aos meses de Janeiro e Fevereiro/2004 já estão sendo regularizados. Aplicativo A Coordenação de Acompanhamento e Avaliação disponibiliza a cartaconsulta sobre proposta de cursos de mestrado e doutorado. Comissão Mista Capes/CNPq Apresentação do Relatório Final (Sumário Executivo) CAPES ALERTA Programa PICDT Informamos aos bolsistas do Programa PICDT. Leia a íntegra da notícia. não havendo possibilidade de adiamento. Mestrados e Doutorados sem validade. Entrevista de Candidatos a Bolsa de Doutorado no Exterior CAPES realiza a última etapa da seleção dos candidatos a bolsas de doutorado no exterior. Resolução CNE/CES 001/2001 alterada pela Resolução CNE/CES 24/2002.CAPES / MEC Sábado.capes. as atividades acadêmicas das instituições de ensino estrangeiras que não tenham sido reconhecidas pelo MEC.br/ [13/03/2004 16:15:28] . no Brasil. Novos prazos para solicitação de reconhecimento dos programas e necessidade de autorização do MEC para instalação de convênios entre IES brasileiras e estrangeiras que ofertem mestrados/doutorados associados são as novidades.PQI Acesse o formulário referente ao Relatório de Atividades Ciências Agrárias Acesse os critérios de avaliação para a grande área (2001-2003)e os critérios específicos para avaliação de cursos novos e programas de pósgraduação entre Instituição de Ensino Superior (IES) e Instituto de Pesquisa (IP).5. Confira o texto. assim como o re-envio dos dados de 2001 e 2002 é dia 31 de março de 2004. http://www.gov. Trata-se de um ano de Avaliação que atribuirá conceitos e o cronograma já estabelecido para a realização do processo deve ser seguido.

seu navegador tem que suportar Java.html (1 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .if. Wolfgang Christian. editor da página Physlets. Nestcape Navigator ou Microsoft Internet Explorer são os navegadores mais apropriados. convém observar os seguintes aspectos: 1. Para acessá-los.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01. a partir de uma abordagem baseada na solução de problemas. Michael W.Antes de Començar Informações Gerais q q Introdução Exigências de hardware e software Introdução O curso está formatado de acordo com a pedagogia construtivista. 2.ufrgs. que permitiram seu uso nas condições desta disciplina. editor da página Java Applets on Physics Exigências de hardware e software Para maior eficiência. Ao final apresenta-se uma lista de exercícios. Para as animações. Eles podem ser obtidos livremente na web. O conteúdo é distribuído em 12 capítulos. Davidson. Alguns objetos de aprendizagem foram extraidos ou adaptados dos seguintes autores. editor da página Molecular Expressions: Electricity and Magnetism Walter Fendt. diriga-se ao sumário O conteúdo é explorado através de uma variedade de objetos de aprendizagem interativos. Exigências de Hardware http://www.

Applets http://www. 16 Mb RAM ou superior. Monitor SVGA ou compatible.0 ou superior).java.Antes de Començar PC com procesador de 90 MHz ou superior.br/tex/fis142/mod00/antes_de_comencar_01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:15:31] .0 ou superior). Use este endereço http://www.8 kbps ou superior Exigências de software Nestcape Navigator (Versão 4. http://www.ufrgs.com para carregá-lo.com/en/download/windows_automatic.jsp. Use este endereço http://www.if. Resolução mínima de 800x600 (recomendado 1024x768) pixels.microsoft. Plugin de Java . Modem de 28.com/ie/ para carregálo.nestcape. Microsoft Internet Explorer (Versão 4.

and Problems see the Physlet Physics book. download instructions. The applet on the right is a Physlet.edu http://webphysics. are small flexible Java applets designed for science education. and Problems.davidson. Physics Applets. Send questions or comments about this site to Wolfgang Christian: wochristian@davidson. It simulates the relativistic and nonrelativistic Doppler effect.Physlets Home Page Welcome to the Physlets resource page. Sign up on the Physlet list-server. The Physics Teacher recently contained a feature article describing the Optics Bench Physlet. To learn more about Physlets you may want to: q q q q q q Attend a Physlet workshop. a book of ready to run Physlet-based Illustrations.html (1 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . For an introduction to scripting see thee Physlet book. Preview Physlet Physics. Physlets. This book will soon be available in Spanish! For a discussion of how to use Physlets with Just-in-Time Teaching see the JiTT book. The links on the right contain tutorials. Search the Kaiserslautern Physlet database. and example problems to help you use Physlets in your teaching. Exercises. Physlets run on the Mac using OS X Panther and the latest Safari browser. q For a CD containing over 800 ready to run Physlet-based Illustrations.edu/Applets/Applets. Examples from this article are available on the the Physlet Resource site. Explorations. You do not need to become a Java expert in order to use Physlets.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:16:09] . < prev | List Sites | next > http://webphysics.edu/Applets/Applets.Physlets Home Page Since 2/1/2001 This PIRA Webring site is owned by Wolfgang Christian.davidson.

a diatom. Winners came from such fields as chemistry. point-detection. Designed specifically for a wide spectrum of applications ranging The Galleries: Photo Gallery Silicon Zoo Pharmaceuticals Chip Shots Phytochemicals DNA Gallery Microscapes Vitamins Amino Acids Birthstones Religion Collection Pesticides BeerShots Cocktail Collection Screen Savers Win Wallpaper Mac Wallpaper Movie Gallery http://micro.fsu. eyepieces.html (1 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . Included in the calendar are the top 20 prize winners and thumbnail images from all of the 17 honorable mentions. thin films. condensers. and biotechnology.Olympus has thrown the doors open to a new era in optical microscopy education with the introduction of the MIC-D inverted digital microscope. formulas. Purchase Nikon's Small World 2004 Calendar . Köhler illumination. Explore the use of exponential notation to understand and compare the size of things in our world and the universe. botany. Microscope: Basics and Beyond (50 pages. and high efficiency of excitation.Soar through space starting at 10 million light years away from the Milky Way down through to a single proton in Florida in decreasing powers of ten (orders of magnitude).7 Mbytes) . nematode worms. and depth of field.Molecular Expressions: Images from the Microscope Galleria License Info Image Use Custom Photos Partners Site Info Contact Us Publications Home Welcome to the Molecular Expressions website featuring our acclaimed photo galleries that explore the fascinating world of optical microscopy. Visit our Photo Gallery for an introductory selection of images covering just about everything from beer and ice cream to integrated circuits and ceramic superconductors.5 x 11 semi-gloss paper and spiral bound for mounting on the wall.magnet. and chemical crystals.The Nikon Small World 2004 Calendar is printed in full color on 8. aberration. biology. as well as from a diverse range of academic and professional disciplines. The volume covers all of the important basic concepts. Excellent resolution. These photographs are available for licensing to commercial. The Olympus MIC-D Digital Microscope . confocal laser scanning microscopes designed for today's intensive and demanding biological research investigations. including illumination. and non-profit institutions. This year's contest drew entrants from 46 countries. Olympus FluoView Laser Scanning Confocal Microscopy .Download the latest PDF edition of Mortimer Abramowitz's renowned introduction to optical microscopy in full color. private. 20. resolution.The new Olympus FluoViewTM FV1000 is the latest in point-scanning. coupled to an intuitive user interface and affordability are key characteristics of this state-of-the-art optical microscopy system. a computer chip. Winning entries included several images of rat and mouse brain cells. snowflakes. numerical aperture. and a short bibliography. plant hair cells. Powers of Ten . materials research. We are going where no microscope has gone before by offering one of the Web's largest collections of color photographs taken through an optical microscope (commonly referred to as "photo-micro-graphs"). objectives. bright and crisp optics.edu/index. and contain useful numbers. ranging from simple magnifiers to complex compound microscopes. muscle cells. Numerous appendices review focusing of the microscope and oil immersion.

having a three-dimensional periodic atomic arrangement. Java-powered QX3 Computer Web Microscope . digital imaging. Nikon microscopists and engineers are providing the latest state-of-theart information in microscope optics and imaging technology including specialized techniques such as fluorescence. which can be viewed in a specially designed Java client run through your Web browser at frame rates up to 18 frames/second. such as glass. but don't try this unless you have a fast connection (10 Mbits/sec Ethernet or higher).Join us for a microscopic examination of America's culinary favorite: the ubiquitous hamburger and French fries.html (2 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Chemical compounds can exist in three basic phases. Some. focus. and are probably best-imaged using confocal techniques.We have teamed up with award-winning electron microscopist Dennis Kunkel to produce a virtual Scanning Electron Microscope (vSEM). Nikon MicroscopyU . phase contrast.magnet.fsu. reflected light microscopy.(approximately a 30 second download on 28. Scanning Electron Microscopy . Specimens having a moderate degree of thickness (5 to 15 microns) will produce dramatically improved images with either confocal or deconvolution techniques.This virtual QX3 microscope is broadcasting images over the Web at 20 frames/second. With this software.edu/index. Solids are characterized by strong atomic bonding and have a rigid shape. and microscopy of living cells. This tutorial explores imaging specimens through serial z-axis optical sections utilizing a virtual confocal microscope. Burgers 'n Fries . Visitors can adjust the focus. The thickest specimens (20 microns and above) will suffer from a tremendous amount of extraneous light in out-of-focus regions. gaseous. you can http://micro.Many stereoscopic microscopes feature the ability to perform a continuous magnification change by means of a zoom lens system placed between the objective and the eyepieces. and photomicrography.The MicroscopyU website is designed to provide an educational forum for all aspects of optical microscopy. Stereoscopic Zoom Microscopy . Together with the scientists and programmers at Molecular Expressions. or solid. this versatile microscope features a palette of contrast enhancing techniques that rival many research-level instruments. lack this periodic arrangement and are noncrystalline. No additional software is needed. or amorphous.Molecular Expressions: Images from the Microscope from basic classroom instruction to more advanced laboratory analysis. We invite you to explore MicroscopyU and discover more about the exciting world of optics and microscopy. Most are crystalline. Gases consist of weakly bonded atoms and expand to fill any available space. Liquids have characteristics that fall in between gases and solids. contrast. and illumination intensity in stereoscopic microscopes with this interactive Flash tutorial. differential interference contrast (DIC).8K modems) Several methods have been developed to overcome the poor contrast inherent with imaging thick specimens in a conventional microscope. Laser Scanning Confocal Microscopy . Chemical Crystals . This cinemicrographic collection presents time-lapse movies of various chemical compounds as they change physical states. Explore zoom magnification. and magnification of microscopic creatures viewed at thousands of times their actual size. Discover how this delightful classic is just as beautiful as it is tasty. liquid.

Museum of Microscopy . and color. Modderman received her first microscope by age 13 and has never lost her sense of wonder at the minute beauties available with this instrument. color. The vast majority of pond inhabitants. this unique gallery explores many of the historic microscopes made during the last four centuries. shadows. Silicon Zoo .Explore the basic concepts in digital imaging with our illustrated discussions and interactive tutorials. Intel Play QX3 Computer Microscope .Take a moment to visit our in-depth http://micro. eating.Featuring specimens collected from a wide spectrum of disciplines.magnet. locomoting. Optics & You .Featuring 3-D Studio Max drawings of ancient microscopes. observe the activities of microscopic organisms taken from a typical North Florida pond. science. art. Loes initiated a series of chemical crystallization experiments. and animals. leading up to the use of sophisticated instruments scientists use to help them understand the world. or classical photomicrography on film with Fujichrome Provia 35 millimeter transparency film. Images were captured utilizing either a Nikon DXM 1200 digital camera.edu/index. and optics. Beneath the placid surface of any pond is a microscopic metropolis bustling with activity as tiny bizarre organisms pursue their lives. the fluorescence gallery contains a variety of examples using both specific fluorochrome stains and autofluorescence. however. Cell and Virus Structure .This popular gallery features images of cartoon characters and other doodling placed onto computer chips by their designers. and parents. The program begins with basic information about lenses.Molecular Expressions: Images from the Microscope capture single digital images. the majority of life forms exist as single cells that perform all the functions necessary for independent existence. Science. students. Concepts in Digital Imaging Technology . digital manipulation of images and a wide spectrum of other issues in this emerging field.Explore our science curriculum package being developed for teachers. Featured Microscopist .html (3 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .Our featured microscopist for Spring 2002 is noted Dutch photomicrographer Loes Modderman.Freshwater ponds provide a home for a wide variety of aquatic and semiaquatic plants. record movies. trying not to be eaten. and photography to form her abstract photomicrographs into a colorful celebration of form and structure. prisms. excreting. In this collection of digital movies. Born in Amsterdam in 1944. an Optronics MagnaFire Peltier-cooled camera. Most cells are far too small to be seen with the naked eye and require the use of high-power optical and electron microscopes for careful examination. Visit the gallery and download a copy of our Windows screen saver containing selected images of these beautiful microscopes. which allowed her to meld longtime interests in nature.Although the human body contains over 75 trillion cells. insects. are invisible until viewed under the microscope.fsu. Topics covered include CCD operation. A wide spectrum of these photomicrographs are featured in this gallery. and perform time-lapse cinematography experiments. Pond Life . Fluorescence Microscopy Digital Image Gallery . image capture. Activities are designed to promote the asking and answering of questions related to light. and reproducing. Many years ago.

Included topics are the QX3 hardware (microscope). however these artifacts are not as sensitive to aperture size and depend more strongly on the oblique angle of the light beam.fsu. measurements.Explore the basic concepts of digital image processing applied to specimens captured in the microscope.By employing multiple exposure photomicrography. averaging. and binary digital images. Astigmatism . convolution kernels. This tutorial explores how two representative light rays can establish the parameters of an imaging scenario. suggested specialized techniques. noise reduction. image sampling frequency. interactive microscope software. These micrographs are intended to resemble surrealistic/alien landscapes.html (4 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . filtering digital images. and digital image galleries from the QX3 microscope. Video Signal Generation . Building A Charged Coupled Device .18 microns with this interactive Java tutorial.edu/index.A video signal is a recoverable train of electrical impulses generated by scanning a two-dimensional image produced by the optical train of a microscope. spatial resolution. Geometrical Construction of Ray Diagrams . full-frame charged coupled devices (CCDs) feature high-density pixel arrays capable of producing digital images with the highest resolution currently available. we have succeeded in generating a series of unusual micrographs which we have termed microscapes. histogram manipulation. Explore how images are captured and transferred to serial output registers with this interactive Java tutorial.Having the simplest architecture and being the easiest devices to build and operate.Explore the steps utilized in the construction of a charged coupled device (CCD) as a portion of an individual pixel gate is fabricated on a silicon wafer simultaneously with thousands or even millions of neighboring elements.Explore microscopy of integrated circuits using real-time confocal observations at a resolution of 0. compression.Astigmatism aberrations are similar to comatic aberrations. Intel Play QX3 Computer Microscope Simulator . geometric transformation. Techniques reviewed include contrast. Creative Photomicrography . 10 Best Interactive Java Tutorials Digital Image Processing Interactive Java Tutorials . Reflected Light Confocal Microscopy .magnet.A popular method of representing a train of propagating light waves involves the application of geometrical optics to determine the size and location of images formed by a lens or multi-lens system. The aberration is manifested by the off-axis image of a specimen point appearing as a line or ellipse instead of a point. Full-Frame CCD Operation . color balance. The image is sequentially scanned in narrow strips and http://micro.Molecular Expressions: Images from the Microscope discussion of this incredible toy microscope.Discover how the hardware and software of this amazing "toy" microscope work together to produce images that you can digitally manipulate with a personal computer.

how to set up a microscope. analog-todigital conversion.CMOS image sensors are designed with the ability to integrate a number of processing and control functions. shuttering. split. Airy Pattern Formation . Sliders control illumination intensity and enable the visitor to select from a library of five fluorescence interference filter combinations that have excitation values ranging from the near ultraviolet to long-wavelength visible light. Condenser Alignment . Even though many image processing algorithms are extremely powerful. and initial image processing algorithms.When an image is formed in the focused image plane of an optical microscope. Fluorescence Microscope Light Pathways . but converge together and interfere near the intermediate image plane to produce a three-dimensional Fraunhofer diffraction pattern.html (5 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . prisms are polished blocks of glass or other http://micro. Cut and ground to specific tolerances and exact angles.magnet. then visit our Microscopy Primer for a detailed discussion.Prisms and beamsplitters are essential components that bend. These features generally include timing logic. which lie beyond the primary task of photon collection. Introduction to CMOS Image Sensors . virtually noise-free modification of an image in the form of a matrix of integers instead of the classical darkroom manipulations or filtration of timedependent voltages necessary for analog images and video signals. the average user often applies operations to digital images without concern for the underlying principles behind these manipulations.Molecular Expressions: Images from the Microscope combined to produce the final signal. reflect.This tutorial demonstrates how the condenser is centered in the optical path and the size of the field diaphragm opening is determined when adjusting a microscope for proper Köhler illumination. scan lines. The images that result from careless manipulation are often severely degraded or otherwise compromised with respect to those that could be produced if the power and versatility of the digital processing software were correctly utilized. Basic Concepts in Digital Image Processing . directly onto the sensor integrated circuit. This occurs because light waves emitted from a point source are not focused into an infinitely small point by the objective.fsu. New Microscopy Primer Entries If you need information about optical microscopy. and fold light through the pathways of both simple and sophisticated optical systems. gain adjustment. The microscope drawing presented in the tutorial illustrates a cut-away diagram of the Olympus BX51 microscope equipped with a vertical illuminator and lamphouses for both diascopic (tungsten-halogen) and epi-fluorescence (mercury arc) light sources. exposure control. white balance. Introduction to Prisms and Beamsplitters . every point in the specimen is represented by an Airy diffraction pattern having a finite spread. or how to take photographs with a microscope. This interactive tutorial explores the relationship between the microscope image.This interactive tutorial explores illumination pathways in the Olympus BX51 research-level upright microscope.Digital image processing enables the reversible. and the video signal. Inexpensive CMOS image sensors are entering the field of optical microscopy in educational instruments that combine acceptable optical quality with user-friendly control and imaging software packages.edu/index.

y) coordinate system. including controllable depth of field. The image produced by an objective lens is conjugate with the specimen.magnet. Stereomicroscopy . such as a sequence of electrical signal fluctuations or changes in the chemical nature of a film emulsion that vary continuously over all dimensions of the image. which accurately record image data by several methods. Introduction to Confocal Microscopy . The wide field of view and variable magnification displayed by stereomicroscopes is also useful for construction of miniature industrial assemblies. separate polarization states. and in its great number of applications in many areas of current research interest. They are often forced to assume an awkward work posture such as the head bent over the eye tubes. Basic Properties of Digital Images . Electronic Imaging Detectors . which often includes changing the line of sight and simultaneously shortening the optical path. or for biological research that requires careful manipulation of delicate and sensitive living organisms. microscope operators must assume an unusual but exacting position.Stereomicroscopes have characteristics that are valuable in situations where three-dimensional observation and perception of depth and contrast is critical to the interpretation of specimen structure. it must first be converted into a computer-readable form or digital format. There has been a tremendous explosion in the popularity of confocal microscopy in recent years. the hand reaching high up for a focusing control. or disperse light into its component wavelengths. and whether they exist as black and white (grayscale) or full color. This process applies to all images. or with the wrists bent in an unnatural position.In the optical microscope. with little possibility to move the head or the body.In order to view specimens and record data. Image Formation . A digital image is composed of a rectangular (or square) pixel array representing a series of intensity values and ordered through an organized (x. Many prism designs can perform more than one function. and the ability to collect serial optical sections from thick specimens. image formation occurs at the intermediate image plane through interference between direct light that has passed through the specimen unaltered and light diffracted by minute features present in the specimen.html (6 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . In order for a continuous-tone or analog image to be processed or displayed by a computer.edu/index.Continuous-tone images are produced by analog optical and electronic devices.The range of light detection methods and the wide http://micro. the upper part of the body bent forward. rotate or invert an image.fsu. These instruments are also essential when micromanipulation of the specimen is required in a large and comfortable working space. Basic Microscope Ergonomics . meaning that each image point at the intermediate plane is geometrically related to a corresponding point in the specimen.Molecular Expressions: Images from the Microscope transparent materials that can be employed to deflect or deviate a light beam. the elimination of image degrading out-of-focus information.Confocal microscopy offers several advantages over conventional optical microscopy. thus reducing the size of optical instruments. due in part to the relative ease with which extremely high-quality images can be obtained from specimens prepared for conventional optical microscopy. The key to the confocal approach is the use of spatial filtering to eliminate out-of-focus light or flare in specimens that are thicker than the plane of focus. regardless the origin and complexity.

In former years. the silicon artwork signifies a pun on higher-end microprocessor clock systems that utilize a more complex feature set. aberration.Achieving conditions necessary for oblique illumination. dirt and debris. Microscope configuration errors represent the greatest obstacle to quality photomicrographs. http://micro. This discussion is intended to aid in understanding the basics of light detection and to provide a guide for selecting a suitable detector for specific applications in optical microscopy.Photography through the microscope is undergoing a transition from film to digital imaging. The Con Artist . Snoopy .Molecular Expressions: Images from the Microscope variety of imaging devices currently available to the microscopist make the selection process difficult and often confusing. three-dimensional images of specimens tagged with highly specific fluorophores. some microscopes were equipped with a condenser having a decenterable aperture iris diaphragm.A silicon version of the famous game character was photographed gobbling the initials GAAS (gallium arsenide) on a TEMIC Semiconductors silicongermanium radio frequency integrated circuit. Washington was responsible for placing what is perhaps the World's smallest rendition of an osprey on a decimation filter integrated circuit utilized in signal analyzer instruments.We found this guy in a trench coat trying to hock some fake Rolex watches (that are probably "hot") on a Hewlett-Packard PA-RISC microprocessor. film choice. Multiphoton Excitation Microscopy . but the quality still falls short of that obtainable with film.Multiphoton fluorescence microscopy is a powerful research tool that combines the advanced optical techniques of laser scanning microscopy with long wavelength multiphoton fluorescence excitation to capture high-resolution. the entire diaphragm was rotatable around the axis of the microscope so that oblique light could be directed toward the specimen from any azimuth to achieve the best desired effect for a given specimen.fsu. The device was engineered to allow the entire iris to move off-center in a horizontal plane so that closing the circular diaphragm opening would result in moving the zeroth order to the periphery of the objective rear focal plane. followed by errors in filter selection.edu/index. In advanced models.html (7 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .A Hewlett-Packard design team headed by Howard Hilton in Lake Stevens. Pac-Man .magnet. New digital technologies are producing higher resolution micrographs. Oblique or Anaxial Illumination . can be accomplished by a variety of techniques with a simple transmitted optical microscope. Best of the Silicon Zoo Flying Osprey . who also loaned the 4-inch wafer (made by a 1980s-era semiconductor company named Trilogy) from which the image is derived. Housed near the clock circuitry on the chip. which has been employed to enhance specimen visibility since the dawn of microscopy. and processing mistakes. Perhaps the easiest methods are to offset a partially closed condenser iris diaphragm or the image of the light source. Troubleshooting Classical and Digital Photomicrography .The silicon version of Snoopy illustrated in this section was discovered by Richard Piotter of New Ulm. Minnesota.

http://micro. the Linux Penguin . Digital imaging with fluorescence microscopy is becoming a powerful tool to assist scientists in understanding the complex process of mitosis on both a structural and functional level.This famous Star Trek icon was discovered on a Texas Instruments bipolar logic integrated circuit.Brightfield illumination has been one of the most widely used observation modes in optical microscopy for the past 300 years.Perhaps the smallest soft drink advertisement ever created. Thor: God of Thunder .An intricate bitmap-like pattern of vias (interconnect shafts) was used to construct this incredible likeness of a Rolex wristwatch. occurs in all multicellular plants and animals to permit growth of the organism.Mitosis. this 750 micron Pepsi commercial was discovered on a Hewlett-Packard CPU-support chip. Tux.edu/index. Godzilla .html (8 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .magnet. background.Molecular Expressions: Images from the Microscope Milhouse Van Houten . Brightfield Microscopy Digital Image Gallery . Starship USS Enterprise . The Pepsi Generation . the Stay Puft Marshmallow Man was cooked in a frying pan within the circuitry of a Weitek math coprocessor designed in 1988.Coming to you from "GhostBusters". This.Simpson's cartoon character Milhouse was spotted on a Silicon Image Sil154CT64 digital transmitter integrated circuit. New Photo Gallery Entries Observing Mitosis with Fluorescence Microscopy .An orange silicon Smurf is pulling a wagon containing the copyright symbol around the pad ring on a Siemens integrated circuit of unknown function.fsu. is the mechanism that allows the nuclei of cells to split and provide each daughter cell with a complete set of chromosomes during cellular division. The Rolex . stained specimens or other kinds of samples that naturally absorb significant amounts of visible light.Probably the best silicon artwork we have yet seen.Tux is nesting within the pad ring on an integrated circuit of unknown function (perhaps the latest new microprocessor designed to run the Linux operating system). Images produced with brightfield illumination appear dark and/or highly colored against a bright. coupled with cytokinesis (division of the cytoplasm). This digital image gallery explores a variety of stained specimens captured with an Olympus BX51 microscope coupled to a 12-bit QImaging Retiga camera system.This mythical Japanese creature was discovered lurking on a pad within the Silicon Graphics MIPS R10000 microprocessor (this chip is sure crowded with silicon creatures). this image was discovered on a Hewlett-Packard graphics chip. The technique is best suited for utilization with fixed. often light gray or white. The Chip Smurf . The Stay Puft Marshmallow Man . a phenomenon observed in all higher eukaryotes.

Acclaimed by Newsweek as being "better than Vitamins". bones.edu/index.By "converting" phase objects such as living material into amplitude specimens. Dinosaur Bones . In addition.DNA undergoes a number of liquid crystalline phase transitions both in vitro and in vivo. Confocal Microscopy Digital Image Gallery .Scroll through serial optical sections from a wide variety of specimens. including tissue culture cells. hairs. polymers. in this Java-powered image gallery. transparent specimens are excellent candidates for imaging with classical differential interference (DIC) microscopy techniques over a relatively narrow range (plus or minus one-quarter wavelength) of bias retardation. several specimens exhibiting birefringent character are included to demonstrate the kaleidoscopic display of color that arises when anisotropic substances are imaged with this technique. particles.fsu. Phase Contrast Gallery . Hoffman Modulation Contrast Gallery . fibers.Check out digital images captured with this incredible microscope using contrast enhancing techniques such as polarized light. and whole organisms to both lightly and heavily stained thin and thick sections.The modulation contrast technique takes advantage of optical phase gradients to yield a pseudo three-dimensional effect on images seen in the microscope. and Rheinberg illumination. which vary from unstained cells. phytochemicals are blazing a new frontier in the arena of cancerprevention research. The DNA Gallery . thin and thick sections.As a contrast-enhancing optical technique. Differential Interference Contrast Digital Image Gallery .Photographs of thin sections made from bones left behind by dinosaurs that have been extinct for over 70 million years.magnet.Molecular Expressions: Images from the Microscope Polarized Light Microscopy Digital Image Gallery . Useful for observation of mineral thin sections. polarized light can be employed for both quantitative as well as qualitative investigations. and a wide variety of other specimens.Darkfield illumination provides good contrast for specimens that are often lacking in sufficient detail using other illumination techniques. http://micro. The Phytochemical Collection . Explore the beautiful crystalline patterns displayed by phytochemicals captured in polarized light. The digital images presented in this gallery represent a wide spectrum of specimens. polarized light microscopy is unsurpassed in the magnificent array of colors and beautiful textures generated through interference between orthogonal wavefronts at the analyzer.Thin unstained. darkfield. This gallery explores the microscopic textures exhibited by various liquid crystalline DNA phases and their transition states. and entire organisms. tissues. Darkfield Microscopy Gallery . Visit this gallery to observe how polarized light can be of advantage in the observation of specimens that would otherwise exhibit poor contrast and be difficult to distinguish from the background.html (9 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . phase contrast illumination allows scientists to see details in unstained and/or living objects with great clarity and resolution. brightfield. chemical crystals. Explore the wide spectrum of biological specimens presented in this gallery of digital images. Intel Play QX3 Microscope Galleries .

software. interactive Java tutorials. nondestructive magnets are more suited towards scientific research.Explore how electrical potential can cause migration and separation of macromolecules according to size in a cross-linked gel. All Rights Reserved. In the upcoming weeks and months. BACK TO THE TOP Questions or comments? Send us an email. Of these two. Last modification: Thursday. Electrophoresis . and shows the relative field strengths generated.This tutorial explores how a laser beam is focused onto the surface of a spinning compact disc.edu/index. Silicon Zoo artwork.Visit our interactive tutorials on electricity and magnetism to explore how these two forces of nature operate in our everyday lives. Mar 04. or applets may be reproduced or used in any manner without permission from the copyright holders. Use of this website means you agree to all of the Legal Terms and Conditions set forth by the owners. Chip Shots and new entries for the image collections on our website so please come back from time to time and check out our new additions. This website is maintained by our Graphics & Web Programming Team in collaboration with Optical Microscopy at the National High Magnetic Field Laboratory. and come in two forms: destructive and non-destructive.magnet. Building A Transistor . and how variations between pits and lands on the disc surface affect how light is either scattered by the disc surface or reflected back into a detector. Pulsed Magnets . as they can reach some of the highest magnetic fields experimentally possible. No images. © 1995-2004 by Michael W.Pulsed magnets are among the strongest magnets in the world. How a Compact Disc Works . 1995: 3011717 Microscopes provided by: http://micro. we will be adding more galleries. 2004 at 09:44 AM Access Count Since September 12. scripts.fsu. Davidson and The Florida State University.html (10 de 11) [13/03/2004 16:16:54] . This applet demonstrates how a non-destructive short pulse magnet works.Molecular Expressions: Images from the Microscope Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials Electricity & Magnetism Interactive Java Tutorials . graphics.Explore how an individual Field Effect (FET) transistor is fabricated on a silicon wafer simultaneously with millions of its neighbors.

Molecular Expressions: Images from the Microscope http://micro.html (11 de 11) [13/03/2004 16:16:54] .fsu.edu/index.magnet.

4. Download is possible from Sun Microsystems.walter-fendt.01/18/2003 .de/ph11e (Java 1.01/18/2003 11/02/1997 .01/18/2003 11/04/1997 .4) Java Applets on Physics Walter Fendt (Java 1.01/18/2003 05/30/2003 .01/18/2003 09/13/2000 . especially for Internet Explorer version 6: The applets will only work if a Java runtime environment (version 1. 46 English version www. 41 applets. Mechanics Motion with Constant Acceleration Equilibrium of Three Forces Resolution of a Force into Components Pulley System Lever Principle Inclined Plane Newton's Second Law Experiment Projectile Motion Elastic and Inelastic Collision Newton's Cradle Carousel (Centripetal Force) Kepler's First Law http://www.01/18/2003 Resultant of Forces (Addition of Vectors) 11/02/1998 . 2004-0311) www.de/ph14e applets.01/18/2003 03/11/2000 .07/01/2003 03/24/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 02/24/1999 .01/18/2003 11/07/1998 .de/ph14e/ (1 de 3) [13/03/2004 16:17:14] 11/02/2000 .walter-fendt. 2002-12-27) Download Important notice.walter-fendt.4) is installed on your computer.1.01/18/2003 03/10/1999 .01/18/2003 12/23/1997 .01/18/2003 03/25/2000 .

01/18/2003 11/29/1997 .01/18/2003 Electrodynamics Magnetic Field of a Bar Magnet Lorentz Force Direct Current Electrical Motor Generator Ohm's Law Combinations of Resistors Simple AC Circuits Electromagnetic Oscillating Circuit Electromagnetic Wave 04/20/2001 .11/01/2003 http://www.01/18/2003 05/08/1998 .01/18/2003 11/23/1997 .01/18/2003 05/24/1998 .de/ph14e/ (2 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .01/18/2003 Standing Wave (Explanation by Superposition with the Reflected New! (11/02/2003) Wave) Standing Longitudinal Waves Interference of two Circular or Spherical Waves Doppler Effect 06/08/1998 .Java Applets on Physics (Java 1.01/18/2003 10/21/2001 .01/18/2003 12/08/1999 .01/18/2003 Magnetic Field of a Straight Current-Carrying Wire 09/18/2000 .01/18/2003 Oscillations and Waves Simple Pendulum Spring Pendulum Coupled Pendula Forced Oscillations (Resonance) Beats 05/21/1998 .01/18/2003 06/01/1998 .01/18/2003 02/03/1999 .4) Kepler's Second Law Hydrostatic Pressure in Liquids Buoyant Force in Liquids 04/04/2000 .01/18/2003 05/22/1999 .01/18/2003 03/05/1998 .01/18/2003 09/20/1999 .walter-fendt.11/27/2003 09/11/2002 .11/01/2003 03/08/2000 .01/18/2003 02/25/1998 .01/18/2003 09/11/1998 .01/18/2003 07/05/1998 .07/04/2003 06/13/1998 .01/18/2003 10/07/2003 .01/18/2003 Optics Refraction of Light Reflection and Refraction of Light Waves (Explanation by Huygens' Principle) Refracting Astronomical Telescope Interference of Light at a Double Slit 12/20/1997 .01/18/2003 04/19/1998 .

01/18/2003 Theory of Relativity Time Dilation 11/15/1997 .01/18/2003 Physics of Atoms Photoelectric Effect 02/20/2000 .01/18/2003 Walter Fendt. 2004 Mathematics Applets Astronomy Applets Homepage E-Mail Copyright Awards and Links http://www.11/01/2003 Thermodynamics Special Processes of an Ideal Gas 12/25/1999 .01/18/2003 Bohr's Theory of the Hydrogen Atom 05/30/1999 .01/18/2003 Nuclear Physics Radioactive Decay Series 07/20/1998 .4) Diffraction of Light by a Single Slit 10/11/2003 .Java Applets on Physics (Java 1.de/ph14e/ (3 de 3) [13/03/2004 16:17:14] .walter-fendt. March 11.01/18/2003 Law of Radioactive Decay 07/16/1998 .

microsoft.com/ie/ The Internet Explorer home page has moved to www.htm.com/windows/ie/default.http://www.microsoft.microsoft.com/ie/ [13/03/2004 16:17:18] . Please update your Favorites. http://www.

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1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

Capítulo 1 - A LEI DE COULOMB
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
Essencialmente, existem dois tipos de portadores de carga elétrica: prótons (+) e elétrons(-). Em condições de equilíbrio, qualquer material é eletricamente neutro, contendo igual número de prótons e elétrons. Um material é eletricamente positivo quando tem excesso de prótons, ou falta de elétrons. Da mesma forma, ele será negativamente carregado se tiver um excesso de elétrons. Um material pode ser eletrizado através de dois processos:
r r

Eletrização por atrito Eletrização por indução

Eletrização por atrito ocorre quando materiais não condutores são atritados uns contra outros. Nesse processo, um dos materiais perde elétrons e outro ganha, de modo que um tipo de material fica positivo e outro fica negativo. Uma experiência simples consiste em carregar um pente passando-o várias vezes no cabelo. A comprovação de que ele ficou carregado é obtida atraindo-se pequenas partículas, por exemplo, de pó de giz. A figura ilustra as etapas essenciais do processo de eletrização por indução. Na
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

1.2 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

ilustração, tem-se inicialmente um corpo carregado e outro descarregado ( para que o processo seja factível, este corpo deve ser condutor). A aproximação do corpo positivamente carregado atrai as cargas negativas do corpo eletricamente neutro. A extremidade próxima ao corpo carregado fica negativa, enquanto a extremidade oposta fica positiva. Mantendo-se o corpo carregado próximo, ligase o corpo eletricamente neutro à terra. Elétrons subirão da terra para neutralizar o “excesso” de carga positiva. Cortando-se a ligação à terra, obtém-se um corpo negativamente carregado.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod01/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:14]

que se encarregam de conduzir a eletricidade. numa linguagem bastante simples. Na verdade. Assim. ela tenderá a se distribuir até que o campo no interior do material seja nulo. Como os nomes sugerem.1.br/tex/fis142/mod01/m_s02. quando esta carga é colocada num condutor. Podemos dizer. que um dielétrico é diferente de um condutor porque este tem elétrons livres.ufrgs.3 A LEI DE COULOMB Capitulo 1. vamos nos deter apenas nos condutores e nos dielétricos.html [13/03/2004 16:18:17] . ela permanece no local em que foi colocada. seria melhor dizer que um dielétrico quase não conduz a eletricidade. podemos classificar os materiais em: r r r r Condutores Isolantes (ou dielétricos) Semicondutores Supercondutores.if. enquanto um dielétrico não conduz a eletricidade. quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material dielétrico. Há circunstâncias (veremos mais tarde) em que ele também conduz.A LEI DE COULOMB Condutores e Isolantes No contexto do eletromagnetismo. Para o momento. Ao contrário. um material condutor tem facilidade para conduzir a eletricidade. http://www.

experimentalmente. denominada permissividade elétrica no vácuo. Eletrostática é esta área do eletromagnetismo que aborda interações entre cargas estacionárias ou quase estacionárias.99x109 Nm2/C2 é uma constante que tem essa forma para atender necessidades de ajustes dimensionais e para simplificar as equações de Maxwell. Podemos fazer outra simplificação. podemos dizer que dois corpos eletrizados interagem através da atração gravitacional e da interação eletromagnética.1. Coulomb descobriu.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 1 .A LEI DE COULOMB FORÇA ELETROSTÁTICA Numa abordagem bastante geral. ε0=8.if. http://www. que a força entre cargas q1 e q2 é dada por: (1.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . +e+ +e-e- No aplicativo acima.ufrgs.1) onde =8.br/tex/fis142/mod01/m_s03. considerando apenas as cargas estacionárias. vê-se duas cargas elétricas.85x10-12 C2/Nm2. é uma constante muito importante no eletromagnetismo. Esta abordagem pode ser simplificada desprezando-se a atração gravitacional frente à interação eletromagnética. Na maioria dos casos tratados aqui essa é uma boa aproximação.

if. Faça o gráfico de F versus a distância entre as cargas. 3) Fixe uma das cargas. Use pelo menos 10 pontos para fazer gráfico.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:20] . o valor das coordenadas e da força. e movimente a outra ao longo do eixo dos x's. 2) Clique sobre uma carga e veja. na barra amarela que fica na parte de baixo da moldura. 4) Você consegue explicar porquê foi sugerido que a carga se movimentasse ao longo dos eixo dos x's? http://www.br/tex/fis142/mod01/m_s03.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB 1) Altere os sinais das cargas e observe os sentidos das forças de interação eletrostática.ufrgs.1.

3. Tendo em conta as posições das cargas.2 é a expressão gráfica do enunciado acima.1 Capitulo 1 . Calcule a força dessas duas cargas sobre uma terceira carga. Q1 e Q2.1 Duas cargas positivas puntiformes.if. nos pontos y=+a e y=-a.4 EXEMPLO 1. e que Q1=Q2=Q=q. Portanto.br/tex/fis142/mod01/m_s04. . válida em quase todos os problemas de física: fazer um desenho que represente o enunciado. colocada no eixo dos x. Pelo princípio da superposição. Vamos tomar a primeira providência. q. conforme figura acima.A LEI DE COULOMB EXEMPLO 1. são colocadas no eixo dos y. tem-se F1=F2=kq2/r2.ufrgs. o http://www.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:24] . A figura 1. Por simetria chega-se à conclusão que a força resultante sobre a terceira carga tem a direção do eixo x.

obtém- se um resultado positivo.ufrgs. . Tente descobrir onde está o equívoco.br/tex/fis142/mod01/m_s04.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:24] .4 EXEMPLO 1.1 módulo da força resultante será Mostre que a força resultante é máxima no ponto Substituindo o valor negativo de x na expressão .3. http://www.if. em aparente contradição com os apontamentos ao lado.

Pergunta 2 q 1.A LEI DE COULOMB Exercicios.: 900 m/s2. com um afastamento de 3x10-3 m entre elas.br/tex/fis142/mod01/m_ex. As partículas têm massas iguais a 7.1 Duas partículas igualmente carregadas. e a aceleração inicial da primeira partícula é de 700 m/s2.: 1. Pergunta 1 q 1. na figura 1.1. R.3 http://www. As cargas estão em repouso absoluto.6 Exercicios Capitulo 1 .4x10-7 kg.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .if. 7x10-10 C.0x10-7 kg e 5. Quais são: (a) a aceleração da segunda partícula? (b) O módulo da carga comum? R.3. são largadas a partir do repouso. 0.94kq2/a2.2 Considerando.ufrgs. q=2x10-6 C e a=10 cm. determine as componentes horizontais e verticais da força resultante que atua na carga –q (canto superior direito).06kq2/a2. Figura 1.

de modo que o sistema fique em equilíbrio. o módulo e o sinal de uma carga colocada no interior do triângulo. de modo que a repulsão coulombiana seja máxima. a uma distância d/4 a partir da carga +q. Pergunta 4 q 1. (Q-q) e q. R. (b) Mostre que o equilíbrio é instável. para que esta força seja igual 9x10-9 N. Pergunta 5 q 1. estão afastadas por uma distância d. o módulo e o sinal da terceira carga. Determine a posição. Uma terceira carga é colocada de tal modo que todo o sistema fica em equilíbrio.ufrgs.: 1Å http://www. colocada entre as cargas +q e +9q. (a) Determine a posição.if.: Carga colocada na bissetriz.: Carga –9q/16.6 Exercicios Pergunta 3 q 1. +q e +9q. a uma distância a partir do vértice. Calcule a distância que uma deve ficar da outra. R.4 Cargas iguais a +Q são colocadas nos vértices de um triângulo equilátero de lado L.1. R.br/tex/fis142/mod01/m_ex.5 Uma carga Q igual a 2x10-19 C é dividida em duas.3 Duas cargas pontuais livres.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:30] .

4 Pergunta 7 q 1.4.6 Exercicios Pergunta 6 q 1.if.br/tex/fis142/mod01/m_ex. e tenha massa igual a 3. de massa m e carga q.7 (a) Quantos elétrons deverão ser removidos de uma pequena esfera.6 Duas cargas pontuais idênticas. estão suspensas por fios não condutores de comprimento L.ufrgs. conforme ilustra a figura 1.11 g. para deixá-la com carga igual a +1. R. Considerando o ângulo θ tão pequeno de modo que seja válida a aproximação .1. calcule a fração dos elétrons totais da esfera que corresponde ao valor encontrado em (a).6x10-9 C? (b) Supondo que a esfera seja de cobre. mostre que Figura 1.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:30] . 1/1014.: 1010 elétrons. http://www.

assim como a força gravitacional.2 Ação a Distancia Capitulo 2 .O CAMPO ELÉTRICO Ação a Distancia A força coulombiana. a carga líquida na distribuição é positiva.1) onde a carga de prova.2. desde Newton até meados do século passado. Operacionalmente. O valor é positivo.if. Use uma dessas medidas e determine o valor da carga líquida da distribuição. o campo é assim definido (2. basta colocar uma carga de prova naquele ponto e dividir a força medida pelo valor da carga. Uma carga de prova (vermelha) pode ser usada para se determinar o valor de E em qualquer ponto no interior da moldura. Apresenta-se nesta simulação. http://www.1. Coloque o cursor sobre a carga e veja o valor de E.ufrgs. ocorre através da ação do campo de uma delas sobre a outra. é tão pequena quanto possível. Tente colocar a carga de prova em vários pontos com y=0 (aproximadamente igual a zero) e diferentes valores de x. Isto é.br/tex/fis142/mod02/m_s01. Q1 e Q2. para se conhecer o valor do campo elétrico em determinado ponto. Compare este gráfico "experimental" com um teórico. q0. De acordo com o conceito de campo. um conceito mal compreendido.html [13/03/2004 16:18:32] . logo.2. a interação entre duas cargas. obtido com o uso da eq. a configuração de campo elétrico criado por uma certa distribuição de carga. quando Faraday introduziu a idéia de campo. são interações à distância. Faça um gráfico de E versus x.

2 LINHAS DE FORÇA Capitulo 2. o valor do campo é determinado pelo número de linhas por unidade de área transversal.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . Ordene as esferas de acordo com o módulo das suas cargas. maior a intensidade do campo.br/tex/fis142/mod02/m_s02. basta colocar o apontador do mouse sobre a carga e arrastá-la para o ponto desejado. a direção do campo é determinada pela tangente à linha de força. Se tiver dúvida.if. no caso do campo magnético: (1) colocar um ímã sob uma cartolina. Coloque as esferas em diferentes posições.O CAMPO ELÉTRICO LINHAS DE FORÇA Com a introdução do conceito de campo. http://www. (2) espalhar limalha de ferro sobre a cartolina. são visualizadas as linhas de campo de quatro esferas carregadas. logo surgiu a dúvida sobre como ele se apresentava no espaço. Em cada ponto do espaço. r Em cada ponto do espaço. As esferas podem ser colocadas em qualquer ponto do espaço definido pela moldura. de modo que conhecendo-se um. r Uma forma bastante simples para visualizar linhas de campo. entre no teleduc e tente tirá-la com o professor ou com algum colega. No aplicativo ao lado. Faraday propôs o conceito de linhas de força.1.ufrgs. e determine o sinal da carga de cada uma. Existe uma bem definida relação entre campo e linhas de força. Quanto maior a densidade de linhas de campo. determina-se o outro.

Movimente o cursor. Use o experimento que você acabou de fazer.ufrgs.1. e tem seu valor ajustado através da barra de controle. http://www.br/tex/fis142/mod02/m_s02. A carga à direita pode ser positiva ou negativa. Para se introduzir o conceito de campo elétrico no início deste capítulo.if. "tão pequena quanto possível". utilizamos uma carga de prova. Quando o cursor da barra de controle está na extremidade direita. e tente descrever o que acontece com as linhas de campo. Isto significa que ela serve para se avaliar as linhas de campo da outra carga. a carga é máxima. e as linhas de campo (outra denominação também usada para linhas de força) da configuração.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:34] . DICA: a carga de prova serve para a medida do campo elétrico da outra carga. vê-se duas cargas.2 LINHAS DE FORÇA No aplicativo ao lado. de uma extremidade à outra. e quando está na extremidade esquerda a carga é próxima de zero. A carga à esquerda é positiva e tem valor fixo. e tente justificar por quê a carga de prova tem que ser "tão pequena quanto possível".

eq.1 http://www.2) Portanto.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .1).br/tex/fis142/mod02/m_s03.3) Dipolo elétrico é uma configuração muito importante para o tema que estamos tratando. pela definição de campo.O CAMPO ELÉTRICO CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Dada uma carga puntiforme.2.ufrgs. e uma carga de prova. separadas por uma distância d. tem-se o campo de uma carga puntiforme (2. q0. Consiste de um par de cargas de mesmo valor e sinais contrários. a uma distância r da primeira. q.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Capitulo 2 .if. tem-se (2. (2. Figura 2.

faça o seguinte: Clique no botão "pausa" quando o dipolo estiver em diferentes posições. como deve ser no caso de um dipolo.4). Vários parâmetros podem ser alterados pelo usuário. representado pelas linhas de força verticais (verdes). mas pode ter o sentido + ou . Inicialmente.3) e mostre que o campo do dipolo. A carga verde é positiva. num ponto da sua mediatriz. E=+1 e Q=1 C. Tecle no botão "iniciar" e observe o movimento do dipolo. +=acima) Q (verde = "+" vermelho = "-") = 1 C Atualizar valores Iniciar < <1 passo Pausa Reset 1 passo > > Esta simulação permite analisar o efeito de um campo elétrico uniforme. x»d.br/tex/fis142/mod02/m_s03. onde p=qd é o momento de dipolo elétrico do dipolo.= abaixo. Tente explicar o movimento. além disso. analise as forças sobre as cargas.if.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO Pelo princípio da superposição. é negativa. sobre um dipolo elétrico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:40] . seu módulo pode assumir qualquer valor. coloque teta=0. (2.2. Teta = 0 Ey = +1 E(. é dado por (2. Ambas têm o mesmo valor.ufrgs. Para facilitar a tarefa. Os vetores azuis sobre cada carga representam as forças sobre elas. e leve em conta http://www. Use a eq. O campo elétrico é sempre na direção y. e a vermelha. Teta é o ângulo entre a mediatriz do dipolo e a direção do campo elétrico. A carga pode assumir qualquer valor.

passo a passo. analise o movimento para diferentes valores de teta. Faça uma descrição o mais detalhada possível do movimento e coloque no seu "portfólio".2. Depois. http://www.if. E e Q. Examine o movimento do dipolo.br/tex/fis142/mod02/m_s03.4 CAMPO DE UM DIPOLO ELÉTRICO a energia cinética adquirida por cada carga.html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:40] .ufrgs. clicando nos botões "1 passo>>" e "<<1 passo".

e tangencia a borda da placa inferior ao sair. A direção do campo é vertical. determine o valor do campo elétrico.2.1 Capitulo 2.if. tem-se sobre o elétron a força Coulombiana F=eE.2 O movimento do elétron é semelhante ao de um projétil lançado no campo gravitacional. Figura 2. Do que sabemos sobre lançamento de projétil (ver cálculo ao lado).br/tex/fis142/mod02/m_s04. em um campo uniforme entre as placas paralelas da figura 2.html [13/03/2004 16:18:43] .2. Ao invés do peso. Ao invés da aceleração da gravidade. g.ufrgs. e seu sentido é para cima.O CAMPO ELÉTRICO EXEMPLO 2. conclui-se que http://www. Supondo que o elétron penetra no campo em um ponto eqüidistante das placas.4 EXEMPLO 2. tem-se a aceleração a=eE/m.1 Um elétron é lançado horizontalmente com uma velocidade V0.

http://www.br/tex/fis142/mod02/m_ex.O CAMPO ELÉTRICO Exercicios.78x1014 m/s2 Pergunta 2 q 2. num campo elétrico uniforme de módulo igual a 5x103 N/C. R. de baixo para cima.1x10-7 N/C.: 2.if.1. calcule a aceleração do elétron.html (1 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .3 Na figura 2. para os quais o campo elétrico total no ponto P (encontro das bissetrizes) será nulo.3 as cargas estão fixas nos vértices de um triângulo equilátero.ufrgs. Ignorando o efeito da gravidade. Pergunta 3 q 2.: 8.1 Um elétron é solto a partir do repouso. R.6 Exercicios Capitulo 2 .2 Quais são o módulo e a direção do campo elétrico que equilibrará o peso de uma partícula α (2 prótons e 2 nêutrons)? R.0 µC. Determine o módulo e o sinal da carga Q. Pergunta 1 q 2.: 2.

4.br/tex/fis142/mod02/m_ex. Pergunta 5 q 2. Faça um desenho representando este dipolo e calcule sua força (módulo. do ponto médio entre elas.html (2 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . R.3 Pergunta 4 q 2.36d. são fixas e separadas por uma distância d. considerando que 300 Å>>d. distando x (x>>d). direção e sentido) sobre um elétron colocado no eixo do dipolo. http://www. vale .6 Considere positivas as cargas na figura 2. Localize o(s) ponto(s) onde o campo elétrico é nulo.4 Duas cargas. Pergunta 6 q 2. Mostre que o campo elétrico num ponto situado ao longo do eixo que une as cargas.5 Considere um dipolo elétrico com momento igual a 2x10-29 C. à direita da carga +q.m. –3q e +q.6 Exercicios Figura 2. a uma distância de 300 Å do seu centro.ufrgs.: 1.1.if.06x10-15 N.: 1. R.

7 Um próton é projetado na direção indicada na figura 2.: 4.6 um elétron é projetado ao longo do eixo que passa no meio entre as placas de um tubo de raios catódicos. determine a trajetória do próton até que ele atinja uma das placas.if. ou saia da região sem atingi-las.1.ufrgs. com velocidade 5x105 m/s.6 Exercicios Figura 2.8 Na figura 2. o próton atinge a placa superior. com velocidade inicial de 2 x 1017 m/s. Figura 2. d=2 cm e L=15 cm. R.99 cm do início da placa. E=3x104 N/C.1 Pergunta 7 q 2.6x10-8 s depois de lançado. O ponto do choque dista 1.html (3 de 4) [13/03/2004 16:18:47] . Despreze o efeito da gravidade. O campo elétrico uniforme existente entre as placas tem uma intensidade de http://www.br/tex/fis142/mod02/m_ex.5. Considerando θ=30o.5 Pergunta 8 q 2.

6 http://www.1.html (4 de 4) [13/03/2004 16:18:47] .6 Exercicios 20000 N/C e está orientado para cima.if. igual a zero!. o elétron atingirá a tela fluorescente S? R. (c)4. em relação ao eixo. (b)θ aprox. abaixo do eixo.br/tex/fis142/mod02/m_ex. (a) De quanto o elétron se afastará do eixo quando ele chegar ao fim das placas? (b) A que ângulo. o elétron se move no instante em que está saindo das placas? (c) A que distância.ufrgs.9x10-22 Figura 2.:(a) 7x10-23 m.

quanto maior o número de clientes ou quanto maior a porta de entrada. Podemos melhorar a definição. já introduzimos o conceito de fluxo. Numa primeira abordagem. maior o fluxo. cuja direção é perpendicular à área e cujo módulo é igual à área. Quem ouve rádio no verão em Porto Alegre está a todo momento sendo informado que passam tantos carros por minuto no posto da Polícia Federal da auto-estrada. podemos dizer que Fluxo de campo elétrico = intensidade de campo elétrico X área perpendicular ao campo Logo veremos que essa definição é muito simplificada. Qualquer que seja o caso.br/tex/fis142/mod03/m_s01. em determinado intervalo de tempo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO Capitulo 3 .ufrgs. e nem sempre esta é perpendicular ao campo. maior será o fluxo de clientes para o interior da loja. porque em geral o valor de E varia ao longo da superfície.A LEI DE GAUSS FLUXO DO CAMPO ELÉTRICO Vamos iniciar por uma idéia simples e intuitiva. Podemos manter a idéia intuitiva definindo fluxo infinitesimal. e tem pouco valor operacional. veremos facilmente que o fluxo depende da quantidade daquilo que flui e da área através da qual passa o "fluido". Pronto. Portanto.3. Da mesma forma. de modo que E seja constante nessa área infinitesimal. A esta área associamos um vetor . Quanto maior o número de carros por minuto.if. http://www. dividindo a superfície em elementos tão pequenos quanto possível. Essa noção intuitiva está na origem daquilo que podemos denominar fluxo do campo elétrico (E). o proprietário de uma loja mede a sua clientela pela quantidade de gente que passa pela porta de entrada.

br/tex/fis142/mod03/m_s01.3) http://www. O fluxo através de uma superfície fechada é assim representado (3.1) Assim. o vetor área é convencionalmente dirigido de dentro para fora. o fluxo através de determinada área S é dado pela integral de superfície (3.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:18:50] .3.2) No caso de uma superfície fechada.1 PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO (3.if.

envolvendo esta carga. Simetria cilíndrica ou axial. Uma circunstância favorável ocorre quando a superfície Gaussiana é tal que o produto escalar entre o campo e o vetor superfície é facilmente obtido Isso é sempre possível quando a distribuição de cargas apresenta alta simetria. com campo uniforme. Simetria esférica A simetria planar aplica-se no caso de uma distribuição de cargas num plano infinito. e para qualquer tipo de superfície fechada. ou não.if.3. A lei de Gauss estabelece que (3. Isto é. também denominada superfície Gaussiana.A LEI DE GAUSS A Lei de Gauss Seja uma carga Q. Imagine uma superfície qualquer.4) A lei de Gauss é válida para qualquer situação. se o campo elétrico for calculado num ponto muito próximo do plano.ufrgs. um plano finito pode ser considerado infinito.br/tex/fis142/mod03/m_s02. para ser operacionalmente útil ela deve ser usada apenas em determinadas circunstâncias. Existem três tipos de simetrias que facilitam o uso da lei de Gauss r r r Simetria planar. Todavia. se a distância do plano ao ponto for muito menor do que as dimensões do plano http://www. ou no caso em que se possa fazer a aproximação de plano infinito.html (1 de 3) [13/03/2004 16:18:54] . Por exemplo. fechada.3 A LEI DE GAUSS Capitulo 3 .

o espaço definido pela moldura é dividido em duas regiões: dentro e fora do círculo cinza. Detector Detector Detector Detector 1 2 3 4 Nesta animação. Uma certa quantidade de carga elétrica é distribuída dentro da moldura.3 A LEI DE GAUSS A simetria cilíndrica.4. Se o fluxo for positivo (negativo). Veremos mais adiante como usar a lei de Gauss para calcular o campo devido a cada uma dessas distribuições. o valor medido é proporcional à carga englobada. quando usamos um desses detetores. Então. 3. aplica-se no caso de uma distribuição linear infinita.if. mais carga ele vai englobar. estamos englobando uma certa quantidade de carga elétrica. Existem dois casos típicos de simetria esférica: r r Carga puntiforme. cujos valores medidos são apresentados na barra à esquerda da moldura. precisamos escolher um detetor com tamanho apropriado para distinguir os tipos de carga. De modo análogo ao caso anterior.3. Qual é a diferença essencial entre um detetor e outro? É o tamanho. Cargas distribuídas num cilindro infinito.br/tex/fis142/mod03/m_s02. Distribuição esférica de cargas. Observe que a lei de Gauss. significa que o fluxo através de uma superfície fechada é proporcional à carga englobada por esta superfície. http://www. é porque a carga é positiva (negativa). Existem dois casos clássicos: r r Linha infinita de cargas. expressa na eq. um cilindro finito pode ser considerado infinito em determinadas circunstâncias. Quanto maior o detetor. Dispomos de quatro tipos de detetores de fluxo elétrico. ou axial. se numa região tivermos cargas positivas e negativas. Então.ufrgs. próximas umas das outras. para medir fluxo elétrico.html (2 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .

html (3 de 3) [13/03/2004 16:18:54] .3.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_s02.3 A LEI DE GAUSS Use os diferentes detetores e descreva como a carga é distribuída no espaço definido pela moldura. http://www.

. Então. Lei de Gauss Distribuição de cargas com baixa simetria ..html [13/03/2004 16:18:55] . quer seja realizado através de uma ou outra lei.A LEI DE GAUSS LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB.Lei de Coulomb.br/tex/fis142/mod03/m_s03.4 LEI DE GAUSS & LEI DE COULOMB Capitulo 3 . http://www. Portanto.if. quando e por que usar uma ou outra lei? Como regra. o uso de uma ou outra lei é determinado pelas seguintes circunstâncias: r r Distribuição de cargas com alta simetria .3.ufrgs... o cálculo do campo elétrico para determinada distribuição de carga fornece o mesmo resultado. A lei de Gauss e a lei de Coulomb são formas diferentes de abordar o mesmo problema.

5) é igual à expressão (2.3). é fácil chegar à conclusão de que o campo de uma carga puntiforme deve ter simetria esférica. q. 4πr2. Portanto. o campo de uma carga puntiforme. a melhor Gaussiana para calcular o campo a uma distância r de uma carga puntiforme é uma esfera de raio r.ufrgs. Em qualquer ponto sobre a Gaussiana. obtida com o uso da lei de Coulomb. é dado por (3.3. teremos A integral fechada sobre a superfície corresponde à área da esfera. o produto escalar será simplesmente EdS.5) Como era de se esperar. a uma distância r.br/tex/fis142/mod03/m_s04.if.A LEI DE GAUSS CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Por argumentos de simetria. Mais do que isso. tendo em conta que E é constante. o campo deve ser normal a esta esfera.4 CAMPO DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 3 . http://www.html [13/03/2004 16:18:58] . o valor do campo é o mesmo para qualquer ponto sobre uma esfera. Portanto. Então. Isto é. a expressão (3.

Isto é. Em primeiro lugar.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA No caso de uma distribuição de cargas com simetria esférica. para um material condutor não há diferença entre uma esfera e uma casca esférica.html [13/03/2004 16:18:59] . ela se distribuirá de modo a manter o campo nulo no interior do material. Portanto. r Material condutor . uma esfera dielétrica pode ser bastante diferente de uma casca esférica.3. dependendo do material o tratamento será bem diferente.ufrgs. grosso modo. Portanto. a carga elétrica se distribuirá uniformemente na superfície externa. A carga não se distribui como no caso do condutor.if. a situação é bem diferente. Numa esfera a carga ficará uniformemente distribuída na sua superfície. há que se saber a forma como ela está sendo distribuída. em termos de cálculo de campo elétrico e uso da lei de Gauss.5 DISTRIBUIÇÃO ESFERICAMENTE SIMÉTRICA Capitulo 3 . ela fica onde a colocamos. r http://www. convém distinguir algumas situações. Em ambos os casos. necessitamos conhecer a densidade de carga no interior do material. Material dielétrico .br/tex/fis142/mod03/m_s05.Quando o material é nãocondutor.Já sabemos que quando uma certa quantidade de carga elétrica é colocada num material condutor. Para esse tipo de material não é suficiente conhecermos a quantidade de carga.

6 ESFERA CONDUTORA Capitulo 3 .html [13/03/2004 16:19:01] . oca ou se temos uma simples casca esférica.if. O campo é igual ao de uma carga puntiforme.ufrgs. para pontos externos. uma esfera condutora de raio R comporta-se. (3. dado na eq.br/tex/fis142/mod03/m_s06. de modo que a melhor Gaussiana será uma esfera concêntrica com a distribuição de cargas. qualquer que seja o objeto.r>R.A LEI DE GAUSS ESFERA CONDUTORA Já vimos acima que no caso de material condutor. pouco importa se temos uma esfera maciça.5). http://www.3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. argumentos de simetria nos levam à conclusão de que o campo de uma esfera condutora tem simetria esférica. Portanto. De modo análogo ao caso da carga puntiforme. o campo interno sempre será nulo.

para pontos externos. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa.5).6) Portanto. a densidade ρ. então a carga será dada pelo produto da densidade pelo volume da esfera.7 ESFERA DIELÉTRICA Capitulo 3 . isto é. Se ao invés disso.A LEI DE GAUSS ESFERA DIELÉTRICA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. Se conhecemos a densidade de carga. ρ. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro. r Região II . r Região I . O campo no interior da esfera será dado por http://www.r>R. é constante. é aquela envolvida pela superfície Gaussiana.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:06] .r < R A carga que aparece na lei de Gauss. for conhecida.ufrgs. resultando (3. conhecermos a densidade. basta colocá-la no lugar de q.3.r > Raio da distribuição (R) O cálculo é análogo ao do campo de uma carga puntiforme. Q=4πR3ρ/3. uma esfera condutora de raio R comporta-se. O resultado tem a mesma forma apresentada na eq. Se a carga total. (3. Q.if. dada em C/m3. a carga no interior do volume 4πr3/3. Isto é.br/tex/fis142/mod03/m_s07. teremos Q=4πρr3/3.

7) O variação do campo.br/tex/fis142/mod03/m_s07.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:06] . em função do raio.7 ESFERA DIELÉTRICA (3. http://www. é representada na figura abaixo.ufrgs.if.

html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Isto é.3. dada em C/m3.A LEI DE GAUSS DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Vamos considerar o caso em que a distribuição de cargas é uniforme. transformando-se numa soma de integrais de superfície. é constante. de modo que as duas primeiras integrais são nulas. É óbvio que a superfície Gaussiana mais apropriada é o cilindro indicado na figura ao lado. os vetores E e dS são perpendiculares entre si.br/tex/fis142/mod03/m_s08. A integral fechada da lei de Gauss pode ser desdobrada. e a direção é perpendicular a esta superfície lateral.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA Capitulo 3 .ufrgs. Argumentos de simetria permitem concluir que o campo apresenta simetria cilíndrica.if. Poderíamos ter uma distribuição mais complexa. a intensidade é a mesma em qualquer ponto da superfície lateral de um cilindro. cujo eixo coincide com o eixo da distribuição da cargas. ao longo das bases do cilindro e ao longo da superfície lateral. Na superfície lateral. o campo é http://www. na qual a densidade variasse com a distância ao centro. Isto é. Em qualquer ponto das bases. a densidade ρ.

Portanto. a uma distância r do eixo da distribuição.if.8 DISTRIBUIÇÃO LINEAR INFINITA constante e tem a mesma direção do vetor dS. Portanto.r>R.ufrgs. é dado por http://www. o campo criado por uma distribuição linear infinita.br/tex/fis142/mod03/m_s08. A carga no interior da Gaussiana é q=λh.3. como se toda sua carga estivesse concentrada no seu centro.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:12] . Portanto. uma esfera condutora de raio R comporta-se. para pontos externos.

conforme figura abaixo Por simetria concluise que o campo é perpendicular ao plano de cargas.3. o cilindro da figura acima é uma boa escolha como superfície Gaussiana. e que sua intensidade é constante ao longo de qualquer plano paralelo ao plano de cargas. com densidade uniforme +σ. os vetores E e dS são mutuamente perpendiculares.if. de modo que o produto http://www.br/tex/fis142/mod03/m_s09. a integral fechada pode ser desdobrada em integrais abertas. Portanto.9 PLANO INFINITO DE CARGAS Capitulo 3 .A LEI DE GAUSS PLANO INFINITO DE CARGAS Vamos considerar uma distribuição infinita de cargas. ao longo das bases e da superfície lateral da Gaussiana Em qualquer ponto da superfície lateral.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . De modo análogo ao procedimento adotado no caso da simetria cilíndrica.

de modo que A carga no interior da superfície Gaussiana é q=σA. resultando (3. E é constante e paralelo a dS.9) http://www.if.3.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:17] . tanto na base1. quanto na base2. Por outro lado.br/tex/fis142/mod03/m_s09.ufrgs.9 PLANO INFINITO DE CARGAS escalar é nulo.

3 A figura 3.11 Exercicios Capitulo 3 . Os cilindros possuem cargas iguais e opostas. Calcule o fluxo de E através da rede.1 Uma rede de caçar borboleta está numa região onde existe um campo elétrico uniforme.ufrgs. com densidade linear http://www. Pergunta 2 q 3. A extremidade aberta é limitada por um aro de área A.A LEI DE GAUSS Exercicios. perpendicular ao campo.br/tex/fis142/mod03/m_ex. como ilustra a figura 3.html (1 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . Calcule a densidade linear de carga.: 5x10-6 C/m Pergunta 3 q 3. Pergunta 1 q 3.1.3. R.2 Uma linha infinita de cargas produz um campo de 3x104 N/C a uma distância de 3 m.if.2 mostra parte de dois longos e finos cilindros concêntricos de raios a e b.

3 mostra um cilindro condutor muito longo.br/tex/fis142/mod03/m_ex. também condutora e de comprimento L. (b) A distribuição de cargas na parte interna e na parte externa da casca cilíndrica. Use a lei de Gauss para calcular: (a) o campo elétrico na região externa à casca cilíndrica.ufrgs. (c) o campo elétrico na região entre os cilindros.3. http://www. apontando do centro do cilindro para fora.if.11 Exercicios λ. (b)-q em cada superfície. (c)idem ao ítem (a). de comprimento L. R:(a)E=(1/2πε0)(q/Lr). Use a lei de Gauss para mostrar que: (a) E=0 para r<a e (b) entre os cilindros Figura 3. contendo uma carga +q e envolvido por uma fina casca cilíndrica. contendo uma carga –2q.2 Pergunta 4 q 3.html (2 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . apontando de fora para o centro do cilindro.4 A figura 3.

11 Exercicios Figura 3. com densidade ρ.4 mostra uma esfera com massa m e carga q.5 Um cilindro infinitamente longo. suspensa no campo gravitacional da terra por um fio de seda que faz um ângulo θ com uma placa não condutora infinita e uniformemente carregada.3. Pergunta 6 q 3.ufrgs.br/tex/fis142/mod03/m_ex.3 Pergunta 5 q 3. R: σ=2mgε0tgθ/q http://www.6 A figura 3. Mostre que a uma distância r do eixo do cilindro (r<R). σ. contém uma carga uniformemente distribuída. Calcule a densidade superficial de carga da placa. de raio R.html (3 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .if.

if.5 mostra duas placas infinitas com suas superfícies internas carregadas com densidades superficiais de carga +σ e -σ.5 http://www.11 Exercicios Figura 3.4 Pergunta 7 q 3.br/tex/fis142/mod03/m_ex. Determine o campo elétrico: (a) na região à esquerda das placas.3. R: E=0 fora do capacitor.7 A figura 3.ufrgs. (c) na região à direita das placas. Figura 3. (b) na região entre as placas.html (4 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . E=σ/ε0 no interior do capacitor.

(d) r>rc. (e) Use a lei de Gauss para mostrar como as cargas se distribuirão na parte interna e na parte externa da casca esférica. (d)E=q/(4πε0r2). Calcule o campo elétrico nas regiões onde: (a) r<ra. (c)E=0. http://www.br/tex/fis142/mod03/m_ex. concêntrica com uma casca esférica condutora de raios rb e rc e carga -2q. (b) ra<r<rb. existe outra fina casca metálica de raio rb (rb>ra) e carga qb.if.html (5 de 6) [13/03/2004 16:19:28] . R: (a)E=0. apontando para o centro da esfera.8 Uma fina casca esférica metálica de raio ra possui uma carga qa.9 A figura 3. R: (a)E=0. Calcule o campo elétrico nas regiões em que: (a) r<ra.11 Exercicios Pergunta 8 q 3. Concêntrica com esta casca.6 mostra uma esfera condutora de raio ra. apontando para fora. (c)E=(1/4πε0r2)(qa+qb) Pergunta 9 q 3. (c) r>rb. (b)E=(1/4πε0r2)(qa).3.ufrgs. (c) rb<r<rc. com carga +q. (b)E=q/(4πε0r2). (b) ra<r<rb.

ufrgs.3.6 http://www.11 Exercicios Figura 3.if.html (6 de 6) [13/03/2004 16:19:28] .br/tex/fis142/mod03/m_ex.

Já sabemos que dada uma força central.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . ∆U+∆K=0. Mais importante do que isso. esse tipo de força. pode ser inteiramente transposto para o caso do potencial elétrico. é dado pela integral de linha http://www. Tomando como exemplo o clássico problema de uma mola e uma massa. com propriedades muito interessantes referente ao princípio da conservação da energia Vamos relembrar algumas noções fundamentais.1) Sabemos que o trabalho para levar um objeto de uma posição i até uma posição f.POTENCIAL ELÉTRICO ENERGIA POTENCIAL Já vimos que a força eletrostática tem a mesma forma da força gravitacional.4.br/tex/fis142/mod04/m_s01.∆U (4. Vimos que o trabalho realizado sobre a massa era dado pela variação da energia cinética W = ∆K Da conservação da energia. e vice-versa. tudo o que já aprendemos com o potencial gravitacional. vimos que a conservação de energia manifesta-se pela transformação de energia potencial em energia cinética.ufrgs. conclui-se que W = . leva ao teorema da conservação da energia cinética mais energia potencial. em movimento oscilatório. é possível definir uma função dependente da posição denominada simplesmente potencial.2 ENERGIA POTENCIAL Capitulo 4 . Assim.if. conhecida como força central. Por isso são também conhecidas como forças conservativas.

Isso implica na possibilidade de se definir. uma "origem".html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:31] .1 Vamos escrever a eq.if. depende apenas dos pontos iniciais e finais. Figura 4. no caso do potencial gravitacional. e sempre aponta de i para f.2) onde F é a força que atua sobre o objeto.ufrgs. vejamos o caso de uma força uniforme. jamais energia potencial absoluta. a menos que se diga o contrário.br/tex/fis142/mod04/m_s01.2 ENERGIA POTENCIAL (4. arbitrariamente. Por exemplo.3) Este resultado é absolutamente geral. cuja direção no plano é dada na figura abaixo.Ui = -Wif (4. costuma-se arbitrar Uterra=0 No caso eletrostático.1) de outra forma: Uf . sempre tem-se diferença de energia potencial. Um dado importante é que o trabalho calculado em (4.4. Para ilustrar.2) não depende do caminho. dl é um elemento de integração tangente ao percurso entre i e f. (4. usase http://www.

criadora de um campo.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:31] . dada uma configuração de cargas.4. é o negativo do trabalho realizado pelo campo para trazer a carga de prova do infinito até o ponto considerado.2 ENERGIA POTENCIAL Ui = U? = 0 Uf = U = -W? Assim. a energia potencial desse sistema e uma carga de prova situada em determinado ponto.ufrgs. http://www.br/tex/fis142/mod04/m_s01.if.

if.4.ufrgs. (4.br/tex/fis142/mod04/m_s02. É por isso que na Do que foi discutido acima.html [13/03/2004 16:19:33] .4) Volt (V). potencial entre dois pontos "i" e "f".POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL No sistema de unidades SI.5) Ao invés de trabalhar com energia potencial. a unidade de potencial é o (4. é dado pela elétrico é mais relação conhecido como voltagem. pode-se linguagem mostrar que a diferença de potencial popular. assim definido http://www. é mais conveniente trabalhar com o potencial.3 POTENCIAL Capitulo 4 .

V?=0.5). é de acordo com (4.4.6) Figura 4. a uma distância r da carga q. Como dl=-dr'.ufrgs. e E é dado pela expressão (3.html [13/03/2004 16:19:36] . mostra-se facilmente que (4.5).4 POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME Capitulo 4 .2 Agregar carga: Positivo Negativa Testar Reiniciar Linhas de campo: http://www.if.POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UMA CARGA PUNTIFORME O potencial no ponto P.br/tex/fis142/mod04/m_s03.

Qualquer que seja o caso. Já o cálculo num ponto qualquer.if.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Capitulo 4 . Se r » d. é possível calcular o campo num ponto da linha que une as duas cargas. em pontos cuja distância ao centro do dipolo seja muito maior do que a distância entre as cargas. tem-se http://www.4. Veremos agora que não existe dificuldade para se calcular o potencial num ponto qualquer. o que interessa é calcular o campo em pontos muito distantes.br/tex/fis142/mod04/m_s04. Através de um cálculo similar. seguem-se as seguintes aproximações Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros. (2. cujo resultado é Pelo princípio da superposição. isto é.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL DE UM DIPOLO No capítulo 2 calculamos o valor do campo elétrico de um dipolo num ponto da sua mediatriz [eq.ufrgs. Usando esta expressão para o caso do dipolo. também muito distante.4)]. fora dessas duas direções privilegiadas. é bastante complicado.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:41] .7) Figura 4.4.3 http://www.ufrgs. obtém-se (4.br/tex/fis142/mod04/m_s04.if.5 POTENCIAL DE UM DIPOLO Com as aproximações acima.

adquire energia igual 1. por exemplo gerado por um plano infinito de cargas. é acelerada por um potencial de V volt. Um elétron (q=1. com carga múltipla da carga do elétron.ufrgs. Se a carga tiver liberdade para se movimentar.6x10-19 J. Trata-se de uma superfície. 1 eV = 1.if.6x10-19 J Quando uma partícula qualquer. q=Ne. Essa energia é conhecida como o elétron volt. se uma partícula alfa for acelerada por um potencial de 1000 V. Vamos aproveitar esta simulação para introduzir o conceito de superfície eqüipotencal. vamos explorar o conceito de potencial acelerador.6 POTENCIAL ACELERADOR Capitulo 4 .POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ACELERADOR A expressão (4.4.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . ela adquirirá uma energia potencial U. http://www. ela adquire a energia de 2000 eV. ao longo da qual o potencial tem o mesmo valor.br/tex/fis142/mod04/m_s05. pelo princípio da conservação de energia. Nas simulações a seguir.4) estabelece uma relação entre potencial e energia potencial: U = qV Isto significa que se uma carga q for submetida a um potencial V. Por exemplo. em energia cinética. ela adquire uma energia igual a NV eV. A primeira simulação mostra um campo uniforme. a energia potencial vai transformar-se.6x10-19 C) acelerado por um potencial de 1 V.

Observe o movimento da carga.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:45] . embaixo.y) no interior da moldura. O movimento pode ser interrompido. é possível obter a relação entre a carga e a massa da carga de prova. Coloque o cursor sobre ela e mantenha o botão do mouse pressionado. Deixe passar um tempo superior a 1 minuto. Use as equações 4. Ao clicar no botão iniciar. Inicialmente. lê-se a posição (x. à esquerda). Clique no botão "iniciar" e veja que a velocidade cresce com o passar do tempo (marcado em cima.4. Isso acontece nesta simulação? Por que? http://www. na barra amarela. e a sua velocidade.ufrgs.3 e 4.6 POTENCIAL ACELERADOR Iniciar Pausa <<Passo Passo>> Re-Iniciar Mostrar o campo eletrico. Costuma-se dizer que uma carga de prova segue as linhas de campo. qualitativamente. Explique. Para iniciar o aplicativo a carga deve ser colocada em algum ponto da região onde existe campo elétrico. Com os dados obtidos nesta simulação. x= 0 Iniciar Pausa y= 0 ReIniciar A simulação mostra um dipolo elétrico com as linhas de força do seu campo elétrico. clicando em "pausa".if. Uma carga de prova pode ser colocada em ponto (x. passo a passo.02. com intervalo de tempo igual a 0.4 e demonstre que isso é verdade. Ela inicia com V=0. Pode avançar ou retroceder. Arraste-a com o mouse. e observe o movimento de ida e volta da carga. este movimento.br/tex/fis142/mod04/m_s05. coloque x=0 e y=2. Nesta primeira simulação vê-se uma carga de provas. à esquerda. esta carga será submetida ao campo do dipolo.y) da carga.

if.ufrgs.4.6 POTENCIAL ACELERADOR http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:45] .br/tex/fis142/mod04/m_s05.

ufrgs. mostra-se que as coordenadas cartesianas do campo elétrico são obtidas a partir das seguintes relações (4. o campo elétrico é dado pelo gradiente do potencial.7 GRADIENTE DE POTENCIAL Capitulo 4 .br/tex/fis142/mod04/m_s06. Como exemplo. vejamos o cálculo do campo de uma carga puntiforme. segue-se que http://www. Como o potencial só tem uma variável. a partir do potencial.if.4.5).html [13/03/2004 16:19:47] .POTENCIAL ELÉTRICO GRADIENTE DE POTENCIAL Da relação (4.8) Portanto.

ufrgs.if.2 A densidade de carga de um plano infinito é σ = http://www.4) ao longo de uma linha de campo elétrico. Pergunta 1 q 4.7 EXERCÍCIOS Capitulo 4 . (c) VC – VB? R.br/tex/fis142/mod04/m_ex.4 Pergunta 2 q 4.POTENCIAL ELÉTRICO EXERCÍCIOS. zero Figura 4. 2. o campo realiza 3. (b) VC – VA.VA.46 Volts.1 No movimento de A para B (figura 4.html (1 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .5. Quais são as diferenças de potencial elétrico: (a) VB .: 2.94 x 1019 J de trabalho sobre um elétron.46 Volts.

(b) qual é a diferença de potencial entre as placas? R. é colocado no plano yz.ufrgs.br/tex/fis142/mod04/m_ex.3 Duas grandes placas condutoras.if.5 Um anel de raio R. http://www. paralelas entre si e afastadas por uma distância de 12 cm. têm cargas iguais e sinais opostos nos faces que se confrontam.9 x 10-15 N. em função de x.10 µC/m2.44 x 104 N/C.4 (a) Mostre que 1 N/C = 1 V/m.: 8.html (2 de 3) [13/03/2004 16:19:51] . 2928 Volts Pergunta 4 q 4. no mesmo diagrama.5.: 2. com seu centro na origem do sistema de coordenadas. Supondo que o ar se torna eletricamente condutor quando a intensidade do campo elétrico ultrapassa 3 x 106 N/C. (b) Construa.7 EXERCÍCIOS 0. (a) Construa um gráfico do potencial V em pontos do eixo x. (a) Determine o campo elétrico na posição do elétron.85 mm Pergunta 3 q 4. um gráfico da intensidade do campo elétrico E. (b) Estabelece-se uma diferença de potencial de 2000 V entre duas placas paralelas no ar. carregado positiva e uniformemente. qual a menor separação possível entre as placas? Pergunta 5 q 4. Um elétron colocado no meio da distância entre as duas placas experimenta uma força de 3. Qual é a distância entre as superfícies eqüipotenciais cuja diferença de potencial é de 50 V? R.

Existe uma carga +q sobre a esfera interna e uma carga –q sobre a externa.br/tex/fis142/mod04/m_ex. (a) Mostre que a ddp entre as esferas é (b) Mostre que a intensidade do campo elétrico em qualquer ponto entre as esferas é http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:19:51] .5.7 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 4.ufrgs.6 Uma esfera metálica de raio Ra apóia-se sobre um pedestal isolante.if. no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb.

Quando colocado num circuito. é carregar duas placas paralelas com cargas iguais e de sinais contrários. Nesse processo. O resistor serve para conduzir a corrente elétrica. dito de outra forma. Indutor (L). o indutor serve como um acumulador de energia magnética.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Após a introdução dos conceitos básicos de força eletrostática. campo elétrico e potencial elétrico. Veremos. um capacitor tem a propriedade de acumular cargas.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS Capítulo 5 . Quando uma corrente passa por essa bobina.5. mais adiante.ufrgs. uma parte da energia é perdida por efeito Joule (veremos isso http://www. ou.html (1 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .if. Mais adiante estudaremos em detalhe o resistor e o indutor. iniciando pelas aplicações mais simples. Qualquer circuito elétrico ou eletrônico. cria-se no seu interior um campo magnético. vamos agora prepararmo-nos para estudar as aplicações elétricas e eletrônicas. de forma simples. tem a capacidade de acumular energia elétrica. mas é interessante. Já vimos que uma forma de produzir campo elétrico numa região. Podemos dizer. já neste capítulo. Capacitor (C).br/tex/fis142/mod05/m_s01. Portanto. que o indutor exerce um papel semelhante relativamente ao campo magnético. necessita de pelo menos um dos seguintes componentes: r r r Resistor (R). fazer uma discussão geral da utilidade de cada um desses componentes. mas sem erro. que um indutor é simplesmente um fio condutor enrolado na forma de uma bobina.

nos quais os processos de acumulação e transferência de energia serão discutidos detalhadamente. enquanto o terceiro desperdiça.if. http://www. num circuito contendo esses três componentes. Nos capítulos seguintes estudaremos circuitos RC. Portanto.html (2 de 2) [13/03/2004 16:19:57] .5.2 COMPONENTES ELÉTRICOS & ELETRÔNICOS mais tarde).br/tex/fis142/mod05/m_s01. dois deles conservam energia.ufrgs. RL. LC e RLC.

No sistema SI. conforme veremos a seguir. 1 F = 1 Coulomb/Volt. a unidade de capacitância é o Farad.br/tex/fis142/mod05/m_s02.5. Q = CV (5. é denominada capacitância e depende tão somente da geometria das placas. http://www. estabelece-se entre as placas uma diferença de potencial V que é proporcional à carga.3 DEFINIÇÕES Capítulo 5 .CAPACITÂNCIA E CAPACITORES DEFINIÇÕES Quando as placas do capacitor estão carregadas com cargas iguais e de sinais diferentes. C.html [13/03/2004 16:20:06] .1) A constante de proporcionalidade.ufrgs.if.

as linhas de campo são traçadas para ilustrar o que significa desprezar efeitos de borda. como são na realidade. A figura 5.2a Figura 5. Na figura 5.2(b) a idealização do plano infinito é ilustrada. Veja que as linhas de campo são idênticas em toda a extensão do capacitor. a aproximação de plano infinito pode ser usada se a distância entre as placas for muito menor do que as suas dimensões. Podemos resumir essa situação. usando a lei de Gauss determinamos que o http://www. para o caso do capacitor de placas paralelas.if. enquanto na figura 5.1 Figura 5.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS >--> Capítulo 5 .5. vamos supor que as placas sejam planos infinitos.ufrgs. Figura 5. Mesmo que elas sejam finitas.2.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS Um capacitor de placas paralelas é esquematizado na figura 5.2b Vejamos como calcular a capacitância.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:11] .1. Já vimos que a diferença de potencial entre as placas relaciona-se com o campo de acordo com a relação V=Ed. Para todos os efeitos práticos. e para simplificar os cálculos. porque estamos desprezando os efeitos de borda. Por outro lado. dizendo simplesmente que efeitos de borda estão sendo desprezados.2(a) representa a situação real.br/tex/fis142/mod05/m_s03.

C = ε0A/d (5. a constante dielétrica no vácuo.if.4 CAPACITOR DE PLACAS PARALELAS campo de uma placa infinita é dado por E = σ/2ε0. onde A é a área da placa (não há inconsistência. Portanto. no caso de um par de placas com cargas iguais e de sinais contrários. σ.2) mostra que a capacitância só depende de uma constante universal. como uma aproximação).5.ufrgs. e das dimensões do capacitor. ε0. http://www. a capacitância só depende da constante dielétrica do meio entre entre as placas.html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:11] . o campo entre as placas será E = σ/ε0.br/tex/fis142/mod05/m_s03.1). a placa é “infinita” apenas para efeito de cálculo. Portanto. Esse tipo de resultado é geral. E=q/Aε0. Vejamos mais dois exemplos.2) A relação (5. Q = CV. de onde se obtém q = EAε0. Para qualquer capacitor. Da relação (5. e de propriedades geométricas. é dada por q/A. ou. obtém-se EAε0 = CEd. A densidade de carga.

temos que: (5. e raios a e b.5). enquanto o externo está carregado com carga –q. Da relação (4.html (1 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .5 CAPACITOR CILINDRICO Capítulo 5 .br/tex/fis142/mod05/m_s04.4) em (5. necessitamos estabelecer a relação entre potencial e carga.3) Com a lei de Gauss podemos obter o campo entre os cilindros.5. a capacitância de um capacitor cilíndrico será: http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR CILINDRICO Vamos considerar um par de cilindros de comprimento L. O cilindro interno está carregado com carga +q. obtém-se Portanto. cujo resultado é (5. Para calcular a capacitância.3).4) Substituindo (5.if.ufrgs.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:21:27] .ufrgs.5 CAPACITOR CILINDRICO (5.if.5.br/tex/fis142/mod05/m_s04.3 http://www.5) Figura 5.

if. e mostre que a capacitância de um capacitor esférico é dado por (5.6 CAPACITOR ESFÉRICO Capítulo 5 .6) http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s05.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITOR ESFÉRICO Use um procedimento análogo ao anterior.html [13/03/2004 16:21:46] .ufrgs.5.

br/tex/fis142/mod05/m_s06. A associação em paralelo é ilustrada na Figura 5. para o caso de dois capacitores.4 superiores estão com o mesmo Capacitância equivalente de uma potencial. Na ilustração. as placas associação em inferiores estão com o mesmo potencial paralelo negativo. as diferenças de potencial são iguais.5. associados de diferentes maneiras. as placas Figura 5.if. na proporção de suas capacidades. os circuitos elétricos e eletrônicos são constituídos de vários componentes.7a) (5.4. tem-se: http://www.ufrgs.7a) e (5.. fornecida pela bateria. Da mesma forma.e. Portanto.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Em geral. i.7b) A carga.7b). Uma forma simples de abordar esse tipo de problema é considerar a associação dos componentes de um mesmo tipo. Pela equação (5. é distribuída entre os capacitores. Q=Q1+Q2. V1=V2=V. Assim.html (1 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . obtém-se Q1 = C1V Q2 = C2V (5. Veremos agora como tratar a associação de capacitores. Substituindo (5.1). dado pelo pólo positivo da baterial. O que caracteriza esse tipo de associação é a igualdade de potencial entre as placas dos capacitores. Q.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Capítulo 5 .

8) No caso da associação em série (Figura 5. se as cargas são iguais.5). (5.5 Capacitância equivalente de uma associação em série Portanto. (5. então os potenciais também serão diferentes. Então.7 ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES Q = (C1+C2)V Portanto.5. Q1 = Q2 = Q = C1V1 = C2V2 Figura 5. mas as capacitâncias são diferentes. Ceq = C1+C2 No caso mais geral. é fácil concluir que são iguais as cargas acumuladas nas placas de todos os capacitores.9) http://www.html (2 de 2) [13/03/2004 16:22:33] . Portanto.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s06. com ‘n’ capacitores.if.

por volta de 1837. a carga acumulada permanecerá constante. porque sendo o ar. Como o voltímetro é um dispositivo com grande resistência interna.html (1 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . Vamos discutir duas das suas experiências para investigar o efeito de diferentes dielétricos sobre o comportamento de um capacitor. O que se quer enfocar aqui é o que acontece quando. ao invés do ar. O dielétrico entre as placas é o ar. Na Figura 5. segue-se que o capacitor está isolado.5. dielétrico .6a http://www.ufrgs. Portanto. coloca-se outro dielétrico entre as placas do capacitor.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Capítulo 5 . Um voltímetro está sendo usado para medir a diferença de potencial entre as placas.6(a) temos um capacitor carregado com carga Q. pelo menos para efeitos práticos. qualquer capacitor terá um dielétrico entre suas placas.br/tex/fis142/mod05/m_s07. em condições normais. o título desta seção pode causar alguma confusão. Figura 5.if. Esse problema foi abordado pela primeira vez por Faraday.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES CAPACITORES COM DIELÉTRICOS A rigor.

html (2 de 3) [13/03/2004 16:22:56] . A eq.7(b)] resulta na redução da diferença de potencial. Então. (5. C = kCar onde k é a constante dielétrica do material colocado entre as placas.7b Figura 5. dada pela ddp da bateria. e para o ar.5. Q=CV. é constante. Nesta experiência. e igual quantidade de cargas positivas na parte inferior. Da eq.7a Figura 5.6b Suponha que um dielétrico seja colocado entre as placas. O campo efetivo entre as placas diminuirá. Figura 5. provocando a diminuição do potencial. k=1. como ilustrado na Figura 5.1).ufrgs. isso implica no aumento de Q. Como a baterial fornece uma ddp constante.1). Para o vácuo.6(b). k=1. (5. como no caso da experiência anterior.00054.7c http://www.if.br/tex/fis142/mod05/m_s07. conclui-se que C deve aumentar.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS Figura 5. de modo que a diferença de potencial entre as placas. Pelo que sabemos. A introdução de um dielétrico entre as placas [Figura 5. é fácil concluir que a polarização resultará num excesso de cargas negativas na parte superior do dielétrico. implica que a capacitância deve aumentar. em relação à capacitância do capacitor com ar. o capacitor está sendo carregado por uma bateria.

ufrgs.5.8 CAPACITORES COM DIELÉTRICOS http://www.br/tex/fis142/mod05/m_s07.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:22:56] .

Use a fórmula da capacitância de um capacitor de placas paralelas com diferentes dielétricos. (5. e suas placas estejam a uma diferença de potencial V. Como já vimos. e cheque o resultado. com capacitância C.if.10) EXERCÍCIO INTERATIVO: Neste aplicativo temos um capacitor de placas paralelas. http://www.CAPACITÂNCIA E CAPACITORES ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Como o capacitor produz um campo elétrico entre suas placas. contenha uma certa carga q. Para transferir uma carga dq de uma placa para outra.9 ARMAZENANDO ENERGIA NUM CAMPO ELÉTRICO Capítulo 5 . quatro possibilidades de áreas das placas.ufrgs. Suponha que um capacitor.5. ter acumulação de energia num capacitor é equivalente a ter acumulação de energia num campo elétrico.html [13/03/2004 16:22:58] . e quatro distâncias entre elas. Temos quatro dielétricos diferentes. é necessário realizar um trabalho.br/tex/fis142/mod05/m_s08.

5.10 EXEMPLOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXEMPLOS
Os capacitores da Figura 5.8(a), inicialmente descarregados, são carregados com a chave S aberta. Capacitâncias em µF. (a) Qual é a diferença de potencial Vab? (b) Qual é o potencial do ponto b, após a chave S ter sido fechada? (c) Quanta carga fluirá através da chave, enquanto ela estiver fechada? Quando os capacitores são carregados de acordo com a configuração da Figura 5.8(a), os capacitores 6 µF e 3 µF, à esquerda estão ligados em série, da mesma forma que os capacitores 3 µF e 6 µF, à direita.
r

Figura 5.8a

Mostre que o circuito da Figura 5.8(a) transforma-se no circuito da Figura 5.8(b). Mostre que a carga acumulada em cada capacitor da Figura 5.8(b) será 400 µC. Mostre que, enquanto a chave S estiver aberta, o potencial no ponto b será Vb=66,7 volts, e o potencial no ponto a será Va=133,3 volts. Portanto Vab=66,7 volts (resposta do ítem a).

r

Figura 5.8b
r

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.10 EXEMPLOS

Fechando-se a chave S, o circuito ficará como o representado na Figura 5.8(c).
r

Mostre que a Figura 5.8(c) transforma-se na Figura 5.8(d). Mostre a carga fornecida pela bateria será 900 µC. Mostre que V1=100 volt (resposta do ítem b). Mostre que a carga no capacitor de 6 µF [Figura 5.8(c)] é 600 µC, enquanto no capacitor de 3 µF é 300 µC. Portanto, mostre que a carga que flui através da chave S é 300 µC.

r

r

r

Figura 5.8c

Figura 5.8d

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_s09.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:02]

5.11 EXERCÍCIOS

Capítulo 5 - CAPACITÂNCIA E CAPACITORES
EXERCÍCIOS.
Pergunta 1
q

5.1 Um capacitor a ar, consistindo de duas placas paralelas bastante próximas, tem uma capacitância de 1000 pF. A carga em cada placa é de 1 µC. (a) Qual é a ddp entre as placas? (b) Se a carga for mantida constante, qual é a ddp entre as placas se a separação for duplicada? R: (a)1000 Volts; (b)2000 Volts.

Pergunta 2
q

5.2 Na figura 5.9 C1=3 µF e C2=2 µF. (a) Calcule a capacitância equivalente da rede entre os pontos ‘a’ e ‘b’. (b) Calcule a carga em cada um dos capacitores C1 mais próximos de ‘a’ e ‘b’ quando Vab=900 V. (c) Com Vab=900 V, calcule Vcd. R:(a)1 µF; (b)900 µC; (c)300 Volts.

Figura 5.9
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

5.11 EXERCÍCIOS

Pergunta 3
q

5.3 Um capacitor de 1 µF e outro de 2 µF são ligados em série a uma fonte de tensão de 1200 V. (a) Determine a carga de cada um deles e a diferença de potencial através de cada um. (b) Os capacitores carregados são desligados da fonte e um do outro e religados com os terminais de mesmo sinal juntos. Determine a carga final em cada capacitor e a diferença de potencial através de cada um. R:(a)800 µC, 800 V, 400 V; (b)533,33 µC, 1066,67 µ, 533,33 V.

Pergunta 4
q

5.4 Quer-se construir um capacitor de placas paralelas, usando borracha como dielétrico, tendo esta uma constante dielétrica igual a 3 e rigidez dielétrica de 2 x 105 V/cm. A capacitância do capacitor deve ser 0,51 µF e ele deve ser capaz de suportar uma diferença de potencial máxima de 6000 V. Qual é a área mínima que as placas do capacitor podem ter? R:5,76 m2

Pergunta 5
q

5.5 Um capacitor esférico consiste de uma esfera metálica interna, de raio Ra, apoiada num pedestal isolante situado no centro de uma esfera metálica oca de raio interno Rb. Há uma carga +Q na esfera interna e outra –Q na externa. (a) Qual é a ddp Vab entre as

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod05/m_ex.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:05]

sólido.5. Pergunta 6 q 5.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:05] .br/tex/fis142/mod05/m_ex. com densidade linear λ. Os dois cilindros são carregados com cargas opostas. suportado por discos isolantes.11 EXERCÍCIOS esferas? (b) Prove que a capacitância é R:(a)Va-Vb=(q/4πε0) (Ra+Rb)/RaRb. ao longo do eixo de um tubo condutor de raio interno Rb.if.6 Um cabo coaxial consiste de um cilindro condutor. (5.ufrgs. (a) Qual é a ddp entre os dois cilindros? (b) Prove que a capacitância de um comprimento L do cabo é R:Veja a resposta na apostila. http://www.5). de raio Ra. antes da eq. interno.

Vamos cuidar de distinguir bem cada um desses casos. Esse movimento tipo zig-zag é ilustrado na Figura 6. Microscopicamente. a corrente elétrica consiste num fluido de elétrons movendo-se ao longo de uma estrutura cristalina.6. onde são indicados o http://www. Inicialmente vamos tratar de elétrons movendo-se em resistores. Cargas elétricas podem movimentar-se sob a ação de campos elétricos e magnéticos.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .br/tex/fis142/mod06/m_s01.1. em regime estacionário. ou quase estáticas. abordamos situações em que cargas elétricas são consideradas estáticas. A rede cristalina forma obstáculos.2 MODELO MICROSCÓPICO Capítulo 6 . pois a situação analisada era a do equilíbrio eletrostático.if. havendo necessidade do uso da teoria da relatividade restrita. como no caso dos capacitores. seu movimento é desviado. de modo que o movimento dos elétrons. e em diversos ambientes. sob a ação de um campo elétrico provido por uma bateria. algumas vezes retroativamente. isso foi feito para facilitar o raciocínio. Neste capítulo vamos iniciar o estudo de situações em que cargas elétricas estão em movimento. Mesmo as situações em que levamos em conta movimento de cargas. Cada vez que um elétron aproxima-se de um desses obstáculos da rede cristalina.CORRENTE & RESISTÊNCIA MODELO MICROSCÓPICO Até agora. O estudo geral da eletrodinâmica é bastante complexo. quando visto microscopicamente.ufrgs. parece caótico.

2 MODELO MICROSCÓPICO sentido do campo elétrico. Na Figura 6. mas é conveniente adiantar uma abordagem qualitativa a esse problema. À medida que a temperatura aumenta vibrações são introduzidas.1.br/tex/fis142/mod06/m_s01.2 . é semelhante ao de uma pessoa que dá dois passos para a frente e um para trás. Figura 6. a temperatura é um dos mais importantes. o movimento de um elétron e a velocidade de deriva.1 estão constantemente mudando de lugar.if. como o indicado pela seta . As esferas http://www. poderiam haver alguns canais de trânsito livre para o elétron.1 eles estão fixos.ufrgs. Neste caso. Este aplicativo simula a situação descrita acima. Teremos oportunidade de discutir isso mais adiante.1 deixa de existir na Figura 6.2. Veja que o canal que existia na Figura 6. no final das contas ela vai andar para a frente.6. de modo que desordens localizadas impedem mais efetivamente o movimento eletrônico. A relação entre o movimento efetivo e o movimento em zig-zag. O primeiro efeito da temperatura é fazer vibrar a rede cristalina. isso representa uma situação irreal. na Figura 6. Esta velocidade define o movimento efetivo do elétron.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:08] Figura 6.1 Entre os vários fatores que afetam o movimento eletrônico num condutor. de modo que os obstáculos ilustrados na Figura 6. que ilustra uma situação desordenada. onde a temperatura é absolutamente nula.

e os pontos vermelhos representam os elétrons livres.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:08] .2 MODELO MICROSCÓPICO amarelas representam os átomos na rede cristalina.ufrgs. o cursor da barra abaixo da modura. use uma corrente baixa. Para observar com mais precisão. deslocando para a direita. http://www.if.br/tex/fis142/mod06/m_s01. Aumente o valor da corrente.6.

Suponha que existam ‘n’ elétrons por unidade de volume.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Isto é. há uma relação muito importante entre a densidade de corrente e a velocidade de deriva.ufrgs. Vamos deduzi-la. L. a densidade de cargas no condutor será ‘ne’.if. esta é a densidade de portadores do material. e a carga total no segmento de condutor será ∆q = neAL Um elétron percorrerá este segmento no intervalo de tempo http://www.2) Podemos relacionar essas grandezas de outra forma.3.html Capítulo 6 . Seja um segmento de condutor.http://www. como ilustrado na Figura 6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .CORRENTE & RESISTÊNCIA CORRENTE ELÉTRICA Define-se intensidade de corrente elétrica como a quantidade de cargas que atravessa a seção reta de um condutor. (6. Do ponto de vista microscópico.1) A corrente elétrica por unidade de área transversal define o módulo do vetor densidade de corrente J. (6.ufrgs. por unidade de tempo. Portanto.if.

3) A corrente é o fluxo da densidade de corrente! Figura 6. obtém-se J = neVd (6.br/tex/fis142/mod06/m_s02.if. obtém-se i = ∆q/∆t = neAVd Da definição de densidade de corrente.ufrgs.if.http://www. http://www.3.html ∆t = L/Vd onde Vd é a velocidade de deriva.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s02. Da definição de corrente.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:12] .

A forma mais conhecida de (6.3. e definida pela relação R = V/i (6. i J.4 RESISTÊNCIA.5) As grandezas relacionadas em (6. com um voltímetro (para medir V) ou com um amperímetro (para medir i).ufrgs. circulará.4) Essa definição significa que. quando se aplica uma diferença de potencial (ddp). http://www. R.4) são todas macroscópicas e facilmente mensuráveis com um ohmímetro (para medir R). V.5) é E = ρJ (6.6) No regime estacionário. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Os obstáculos impostos ao movimento eletrônico.4) será satisfeita. e a relação microscópica correspondente a (6. V E. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE Capítulo 6 .6.if. para o segmento L da Figura 6.4) é V = Ri (6.br/tex/fis142/mod06/m_s03.html (1 de 3) [13/03/2004 16:23:14] . de tal modo que a relação (6.CORRENTE & RESISTÊNCIA RESISTÊNCIA. de modo que. entre os extremos de um resistor. são todos representados por uma propriedade mensurável. R ρ A contrapartida microscópica da resistência é denominada resistividade. E e J são uniformes. Cada uma tem uma contrapartida microscópica. uma corrente. conforme discussão qualitativa acima. denominada resistência. ρ. i.

possível deduzir a relação entre a resistividade e algumas propriedades microscópicas do material.if.8) onde ρ0 é a resistividade medida na temperatura T0. a carga e a massa do elétron.6.ρ0 = αρ0(T-T0) (6. A constante de proporcionalidade. Supondo que o tempo médio entre duas colisões do elétron com a rede cristalina seja τ. varia com a temperatura conforme a relação empírica ρ .7) mostra que a resistência de um condutor é diretamente proporcional ao seu comprimento. cada elétron possui aceleração a = eE/m onde ‘e’ e ‘m’ são. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE V = LE = LρJ e i = JA Substituindo V e i na relação (6.4 RESISTÊNCIA. obtém-se http://www. E.ufrgs. e inversamente proporcional à sua seção reta.html (2 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .3). obtém-se (6. de tal modo que em média.br/tex/fis142/mod06/m_s03. O movimento eletrônico estacionário. ρ. e α é o coeficiente de temperatura da resistividade.7) A relação (6. com velocidade de deriva.4). respectivamente. é proporcionado pelo campo elétrico. e admitindo que a velocidade de deriva é aproximadamente igual à velocidade média entre colisões. tem-se que Vd = aτ = eEτ/m Usando a relação (6.

9) http://www.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:23:14] .br/tex/fis142/mod06/m_s03. com o uso de (6.ufrgs. RESISTIVIDADE & CONDUTIVIDADE E = mJ/ne2τ Finalmente.6) chega-se à relação (6.4 RESISTÊNCIA.6.

Explique o que acontece. Vmax>10 V e Imax= 1A. Fixe um determinado valor da voltagem. Tem-se um resistor (com resistência variável) ligado a uma bateria (força eletromotriz. Em paralelo com o resistor. variável). equipamento usado para medir diferenças de potencial (por que ele é ligado em paralelo?). e tente colocar a "voltagem máx" menor do que esse valor.br/tex/fis142/mod06/m_s04.6. há uma escala para o voltímetro (1 . eles podem "queimar".5). ou voltagem. equivocadamente. Na verdade. a razão entre ‘V’ e ‘i’ é constante. esta equação representa simplesmente a definição de resistência. que a lei de Ohm é expressa pela eq.if. Coloque U=10. tem-se um voltímetro. (6. Se o valor superar. Tente explicar qual a finalidade das escalas nos aparelhos de http://www.5) Este aplicativo serve para explorar conceitos básicos de um circuito simples. Em série com o resistor. ditos materiais ôhmicos. Diminua o valor da resistência até ela atingir 9 Ohms. tem-se um amperímetro. Explique o que acontece.CORRENTE & RESISTÊNCIA LEI DE OHM Costuma-se afirmar. Na parte de cima do painel verde. V = Ri (6.1000 V) e outra para o amperímetro (1 mA .5 LEI DE OHM Capítulo 6 . equipamento usado para medir corrente elétrica (por que ele é ligado em série com o resistor?).10 A).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .ufrgs. O que a lei de Ohm diz é que para alguns materiais. Essas escalas definem os valores máximos que os equipamentos podem medir.

6. http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s04.ufrgs.if.5 LEI DE OHM medida.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:17] .

manifesta-se sob a forma de calor no resistor. uma bateria. A energia assim transferida. Se uma carga dq é transportada de A para B. podemos mudar o valor de V e R.4 A expressão (6. Qual serão os valores certos para que a lampada funcione? http://www. a bateria terá que fornecer uma energia dU = dqVAB = idtVAB Por definição. a potência é dada por (6. Isso é feito às custas da energia de uma fonte. é também conhecida como potência Joule. Na seguinte demostração. no condutor da Figura 6. no caso mais geral de metais condutores. chega-se a uma relação bastante conhecida P= Ri2 (6. no caso mais simples.6.br/tex/fis142/mod06/m_s05. & POTÊNCIA Para se produzir uma corrente elétrica.4. que dá a potência dissipada num resistor.if. isto significa produzir fluxo de elétrons.CORRENTE & RESISTÊNCIA ENERGIA. R. há que se produzir um fluxo de cargas elétricas.11) Figura 6.6 ENERGIA.11).html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .ufrgs. i.5).10) Fazendo uso da relação (6. & POTÊNCIA Capítulo 6 . quando ele é atravessado por uma corrente.

& POTÊNCIA http://www.6.if.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:35] .6 ENERGIA.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_s05.

metro recíproca (Ω.CORRENTE & RESISTÊNCIA UNIDADES NO SISTEMA SI Grandeza Corrente Resistência Unidade Ampere (A) Ohm (Ω) Resistividade Ohm.html [13/03/2004 16:23:43] .ufrgs.m)-1 http://www.br/tex/fis142/mod06/m_s06.7 UNIDADES NO SISTEMA SI Capítulo 6 .6.if.m) Condutividade Ohm.metro(Ω.

CORRENTE & RESISTÊNCIA EXEMPLO 6.ufrgs.6x10-19 = 0. a corrente será i = 5. este se ioniza.6.8 EXEMPLO Capítulo 6 . 4x1018 elétrons e 1.br/tex/fis142/mod06/m_s07. em cada segundo.html [13/03/2004 16:23:45] . os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.88 A.if. Portanto.5x1018x1. http://www.1 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.5x1018 prótons movem-se em sentidos opostos através de uma seção transversal do tubo? b) Qual é o sentido da corrente? Solução: Corrente de elétrons num sentido é igual a corrente de íons positivos no sentido contrário. a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se.

5 x 1018prótons movemse em sentidos opostos através de uma seção transversal no tubo? (b) Qual é o sentido da corrente? R:(a)0.3 A corrente em um fio varia com o tempo segundo a http://www. Pergunta 3 q 6. em cada segundo. Pergunta 2 q 6.7x10-6 m/s. A prata contém 5. (a) Qual é a corrente no fio? (b) Qual é a velocidade de arrastamento dos elétrons no fio? R:(a)20 mA. (a) Qual é a corrente num tubo de descarga de hidrogênio se. (b)O sentido do movimentos dos prótons. Pergunta 1 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.html (1 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5.11 EXERCÍCIOS Capítulo 6 . este se ioniza.ufrgs. os elétrons movendo-se para o eletrodo positivo e os íons positivos para o eletrodo negativo.2 Quando se aplica uma ddp suficientemente alta entre dois eletrodos em um gás.CORRENTE & RESISTÊNCIA EXERCÍCIOS.1 Um fio de prata de 1 mm de diâmetro conduz uma carga de 90 C em 1h15min. 4 x 1018 elétrons e 1.if.8 x 1028 elétrons livres por m3. (b)2.88 A.

ligado aos terminais da pilha seca da figura 6.52 V.5 http://www.67 A. 0.5 A. Pergunta 4 q 6.5.52 V.37 V e o amperímetro A lê 1. a leitura do voltímetro cai para 1.ufrgs.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5 Enquanto a chave S estiver aberta. Determine a fem e a resistência interna da pilha.53 Ω.34 C. (a) Qual é a sua resitência? (b) Um segundo fio do mesmo material tem o mesmo peso que o anterior. Figura 6.8 x 10-8 Ωm. marca 1. Qual é a sua resitência? R:(a)1. mas seu diâmetro é o dobro. (a) Quantos coulombs passam através de uma seção transversal do fio num intervalo de tempo entre t=5 s e t=10 s? (b) Que corrente constante transportaria a mesma carga no mesmo intervalo de tempo? R:(a)603. Quando se fecha a chave. onde i é dada em ampères e t em segundos.5. (b)120.1 Ω. (b)9.html (2 de 4) [13/03/2004 16:23:49] . o voltímetro V.25x10-2 Ω Pergunta 5 q 6.4 Um fio de 100 m de comprimento e 2 mm de diâmetro tem uma resistividade de 4. R:1.11 EXERCÍCIOS relação i = 4 + 2t2.if.

Qual é a sua resistência? R:(a)P=Vi=Ri2=V2/R.6 A ddp entre os terminais de uma bateria é 8.5. (b)10 V. (b) Energia é dissipada num resistor a uma taxa de 40 W. Quando a corrente for de 2 A no sentido inverso. a ddp torna-se 11 V. (a) Qual é a resistência interna da bateria? (b) Qual é a fem da bateria? R:(a)0. (ii) resistência e corrente.22 A. (b) 90 Ω. Qual será a corrente quando a fonte for ligada a um resistor linear de 2 Ω? R:2.8 (a) Exprima a taxa de dissipação de energia num resistor em termos de (i) ddp e corrente. Pergunta 8 q 6.11 EXERCÍCIOS Pergunta 6 q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex.5 V.0 A. Pergunta 7 q 6. quando existe na mesma uma corrente de 3 A dirigida do terminal negativo para o positivo. Pergunta 9 http://www.if.html (3 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .5 Ω.ufrgs.7 A voltagem entre os terminais de uma fonte em circuito aberto é de 10 V e sua corrente em curtocircuito é 4. quando a ddp entre os terminais é de 60 V. (iii) ddp e resistência.

6. (c) a taxa de dissipação de energia no resistor externo.ufrgs. (b) a taxa de dissipação de energia na bateria.9 No circuito da figura 6.5. (b)4 W.if. determine: (a) a taxa de conversão de energia interna em energia elétrica dentro da bateria.html (4 de 4) [13/03/2004 16:23:49] .6 http://www. (c)20 W Figura 6.11 EXERCÍCIOS q 6.br/tex/fis142/mod06/m_ex. R:(a)24 W.

ufrgs.1. Figura 7.html [13/03/2004 16:23:51] .1 http://www. Entende-se por nó. um circuito fechado.7.if.1. e suas aplicações são facilitadas se feitas a partir das regras apresentadas abaixo. tendo cada ramo um ou mais componentes elétricos. unindo a malha da esquerda à malha da direita. Chama-se “queda de potencial”. no caso mais simples.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS O que conhecemos como lei dos nós e lei das malhas são. Elas são baseadas em princípios de conservação de energia e de carga. como ilustrado na Figura 7. o ponto A é um nó. fem e resistências. na realidade. Na Figura 7. o ponto de encontro de três ou mais ramos de um circuito.2 LEI DOS NÓS & LEI DAS MALHAS Capítulo 7 . a diferença de potencial entre dois pontos de um circuito. incluindo vários componentes elétricos. na Figura 7. dois procedimentos para resolver circuitos elétricos simples. por exemplo.1. Entende-se por malha.br/tex/fis142/mod07/m_s01. entre A e B ou entre A e C.

7. vai de ‘a’ para ‘b’. o somatório das quedas de potencial deve ser nulo. Vejamos. indica que o circuito está A seta sendo percorrido no sentido de ‘a’ para ‘b’. ∆V= Va – Vb = Ri > 0 Quando se “atravessa” uma resistência no sentido contrário ao da corrente convencional.2b). a queda de potencial é negativa (Figura 7. Figura 7. pois os pontos inicial e o final são os mesmos. Vb<Va. Logo. é porque os elétrons vão de ‘b’ para ‘a’. logo ∆V= Vb – Va.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . e ∆V = .2b http://www.Ri Quando se “atravessa” uma resistência no mesmo sentido da corrente convencional. nas regras seguintes. Neste caso.2a).if.CIRCUITOS ELÉTRICOS LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se percorre um circuito fechado. indicada pela seta . como cada queda de potencial é usada nesse somatório.2a Σ ∆V = 0 Figura7.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Capítulo 7 . Se a corrente convencional. a queda de potencial é positiva (Figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s02.

if.7.html (2 de 2) [13/03/2004 16:23:54] . Figura 7.2d http://www.3 LEI DAS MALHAS (LEI DE KIRCHHOFF) Quando se “atravessa” uma fem do pólo negativo para opositivo.ufrgs.2c Quando se “atravessa” uma fem do pólo positivo para o negativo. a queda de potencial é negativa (Figura 7. Figura 7. a queda de potencial é positiva (Figura 7.2c).2d).br/tex/fis142/mod07/m_s02.

7.4 LEI DOS NÓS

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
LEI DOS NÓS
A segunda regra básica refere-se ao somatório das correntes, e é conhecida como lei dos nós: o somatório das correntes que entram num nó, é igual à soma das correntes que saem.

ΣIentram = ΣIsaem

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s03.html [13/03/2004 16:23:56]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA
Quando um circuito possui ‘n’ malhas, as regras acima são aplicadas a (n-1) delas, arbitrariamente escolhidas. Da mesma forma, a lei dos nós é aplicada em (n-1) nós, arbitrariamente escolhidos. Nas aplicações das regras acima, existem mais duas arbitrariedades importantes:
q

Arbitra-se o sentido em que cada malha será “percorrida”. Arbitra-se o sentido da corrente em cada trecho do circuito. Se ao final determinada corrente tiver valor negativo, é porque o sentido correto é o contrário daquele arbitrado.

q

O circuito apresentado neste aplicativo tem três malhas e dois nós. Os valores das fem's podem ser variados, entre 1 e 10 V, e as resistências variam entre 1 e 10 ohm. Isso é feito simplesmente clicando nas extremidades de cada componente. Quando uma fem atinge 1 V, o próximo clique no terminal negativo (azul) inverte seu sentido. Em cada ramo do circuito há um amperímetro, e um voltímetro é conectado em paralelo com cada resistor. Use o aplicativo para treinar a solução de circuitos com mais de uma malha. Coloque arbitrariamente alguns valores nas fem's e nos resistores e verifique se a solução do circuito coincide com os valores medidos nos amperímetros e nos voltímetros. Lembre que um circuito com 3 malhas e 2 nós implica num sistema de 3 equações e 3 incógnitas. Como temos 3 correntes e 2 voltagens, pelo menos um desses
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s04.html (1 de 2) [13/03/2004 16:23:57]

7.5 CIRCUITO COM MAIS DE UMA MALHA

deve ser conhecido.

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7.6 EXEMPLO 7.1

Capítulo 7 - CIRCUITOS ELÉTRICOS
EXEMPLO 7.1
O circuito apresenta 2 nós e 3 malhas (ABEF, ACDF e BCDE). Portanto, teremos 1 equação com a lei dos nós e duas equações com a lei de Kirchhoff. Considerando o nó B, vê-se que a corrente I3 “entra”, enquanto I1 e I2 “saem” do nó. Assim, I3=I1+I2 [7.1(a)]

Considerando as malhas ABEF e BCDE sendo percorridas nos sentidos indicados, e as regras sobre as quedas de potencial, teremos as seguintes equações R1I1-ε1-R2I2=0 -R2I2-ε2-R3I3=0 [7.1(b)] [7.1(c)]

Suponha que R1=1 Ω, R2=2 Ω, R3=1/3 Ω, ε1=6 V e ε2=10 V, para mostrar que I1= -2 A, I2= -4 A e I3= -6 A. Como se vê, as intensidades das 3 correntes são negativas, significando que os sentidos arbitrados devem ser invertidos.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod07/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:00]

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:00] .6 EXEMPLO 7.ufrgs. foram arbitrariamente escolhidas http://www. bem como as direções em que as malhas são “percorridas”.1 Na figura.if.7. as direções das correntes.br/tex/fis142/mod07/m_s05.

CIRCUITOS ELÉTRICOS CIRCUITO RC SÉRIE A figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_s06. onde V é a diferença de potencial entre as placas do http://www.3 mostra um circuito RC série.html (1 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Inicialmente. quando a chave S é conectada ao ponto ‘a’.ufrgs. que recebe esta denominação porque o resistor e o capacitor estão em série com a fem.7. Figura 7.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE Capítulo 7 . o capacitor está descarregado. Vamos usar o princípio da conservação da energia para determinar a equação diferencial que descreve o comportamento deste circuito.3 Para cada carga dq fornecida pela bateria. Ri2dt e em energia acumulada no capacitor. A partir deste momento ele começa a ser carregado pela bateria. esta realiza um trabalho dW=εdq Este trabalho transforma-se em energia dissipada no resistor.

4) Decorrido um longo intervalo de tempo (p. A partir de (7. num tempo infinito.ex. εC. a http://www. (7. t=10RC)). τ=RC.2) tem como solução q(t) = εC(1 – e-t/RC) (7.html (2 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . obtém-se (7. de modo que. ela só atingirá seu valor final.4 Para cada circuito RC há um tempo característico.2) A eq..7 CIRCUITO RC SÉRIE capacitor. Quando t=RC. Figura 7.if.ufrgs.3) O crescimento da carga no capacitor (figura 7. Pela conservação de energia.br/tex/fis142/mod07/m_s06.7.4) tem uma componente exponencial. a carga no capacitor atinge 63% do seu valor máximo. denominado constante de tempo capacitiva. rigorosamente.3) obtém-se (7. Levando em conta que .

br/tex/fis142/mod07/m_s06. O gráfico apresentado é o da ddp entre as placas do capacitor. (7.6 O aplicativo acima apresenta o comportamento de um circuito RC.ufrgs. http://www. O resitor tem resistência de 100 kΩ e o capacitor uma capacitância de 100 µF. Para iniciar o processo clique sobre a chave preta que conecta os diferentes ramos do circuito. capacitor e resistor.5 Figura 7. As barras azuis mostram o valor da ddp em cada um dos componentes: bateria.7 CIRCUITO RC SÉRIE chave S é desconectada de ‘a’ e conectada em ‘b’. q(t) = εCe-t/RC (7. Colocando-se ε=0 na eq.5) Por integração direta chega-se à expressão que descreve a variação da carga durante a descarga do capacitor.2) obtém-se (7.if. A partir deste momento inicia-se o processo de descarga do capacitor. Concentre sua atenção no processo de carga e descarga do capacitor.html (3 de 4) [13/03/2004 16:24:05] . Quando o capacitor estiver mais de 99% carregado (Quando isto acontece?) mude a posição da chave e passe a descarregar o capacitor.6) Figura 7. Analise os resultados obtidos e descreva o que observou.7.

ufrgs.html (4 de 4) [13/03/2004 16:24:05] .7.if.7 CIRCUITO RC SÉRIE http://www.br/tex/fis142/mod07/m_s06.

Figura 7.7.7 EXERCÍCIOS Capítulo 7 . Pergunta 2 q 7.ufrgs. (b)14 V.CIRCUITOS ELÉTRICOS EXERCÍCIOS.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . Quando se aplica uma certa ddp a esta combinação.1 Três resistores iguais são ligados em série. a potência total consumida é de 10 W.7 Pergunta 3 http://www. Que potência seria consumida se os três resistores fossem ligados em paralelo à mesma ddp? R:90 W.7.2 (a) Determine a resistência entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da rede mostrada na figura 7.br/tex/fis142/mod07/m_ex. (b) Que ddp entre ‘a’ e ‘b’ resultará em uma corrente de 1 A no resistor de 4 Ω? R:(a)7 Ω.if. Pergunta 1 q 7.

if.9 Pergunta 5 q 7. R:ε1=18 V.9. R:(a)Vab=0.8 e a ddp entre ‘a’ e ‘b’. (b)0. ε2=7 V.3. R=10 MΩ. calcule a corrente na bateria de 12 V. (b) Se ‘a’ e ‘b’ forem ligados. Vab=13 V Figura 7.4 (a) Calcule a ddp entre os pontos ‘a’ e ‘b’ da figura 7.7 EXERCÍCIOS q 7.ufrgs.22 V.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:09] .8 Pergunta 4 q 7.5 Considere.3 Determine as fem ε1 e ε2 no circuito mostrado na figura 7. Figura 7.466 A. ε=100 V.7. na figura 7. O capacitor está inicialmente descarregado.br/tex/fis142/mod07/m_ex. C=2 µF. A chave http://www.

if. Pergunta 6 q 7.0997 J.ufrgs.7 EXERCÍCIOS é ligada na posição ‘a’ durante 20 s e depois rapidamente é ligada na posição ‘b’. (a) Construa gráficos para i(t).br/tex/fis142/mod07/m_ex.6 Quantas constantes de tempo devem decorrer antes que um capacitor em um circuito RC esteja carregado com 99% de sua carga de equilíbrio? R: t = 4.7. (b) Quanta energia é dissipada no resistor? R:(b)0. q(t).html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:09] . ddp no resistor e ddp no capacitor para um intervalo de tempo de 60 s depois da chave ter sido ligada pela primeira vez.605 RC http://www.

havendo um campo magnético em determinada região do espaço. Tanto o Halliday-Resnick quanto o Sears-Zemanski fazem esse tipo de abordagem. por volta do ano 121 DC. este exercerá uma força sobre uma carga em movimento. A FORÇA DE LORENTZ Geralmente os textos introdutórios sobre magnetismo iniciam com um histórico da descoberta do fenômeno. trata-se do campo criado por uma corrente elétrica. este exerce uma força sobre uma carga. Do ponto de vista formal.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:11] . Veremos logo adiante que cargas em movimento criam um campo magnético. Não importa. Por outro lado.br/tex/fis142/mod08/m_s01. em movimento. q. trata-se do campo de um ímã permanente.O CAMPO MAGNÉTICO. A segunda forma tem a ver com o campo criado por uma carga em movimento.1) onde v é a velocidade da carga.2 A FORÇA DE LORENTZ Capítulo 8 . A força magnética é nula em duas circunstâncias: http://www.ufrgs. devemos ter em mente que é impossível tratar cargas elétricas em movimento sem levar em consideração a existência do campo magnético. B. ocorrida na cidade de Magnésia. qual a fonte de criação. Existem duas formas básicas de criação de um campo magnético.8. A primeira tem a ver com a descoberta do fenômeno.if. para o momento. dada por F = qvxB (8. o que importa é que dado um campo magnético.

2) A força expressa em (8.2) é conhecida como força de Lorentz. e um campo magnético.ufrgs. a força sobre uma carga em movimento é dada por (8.if.br/tex/fis142/mod08/m_s01.2 A FORÇA DE LORENTZ r r Carga estacionária (v=0).html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:11] .8. No caso geral. E. em que temos um campo elétrico. Velocidade paralela ao vetor campo magnético. http://www.

8.O CAMPO MAGNÉTICO. (8. Joseph John Thomson (18561940). Figura 8.if.br/tex/fis142/mod08/m_s02. Thomson usou um campo elétrico perpendicular a um campo magnético. é possível fazer FE=FB eE=evB v=E/B. conforme esquematizado na figura 8.1 Pela eq.2) foi usada por Thomson quando este realizava os trabalhos que resultaram na descoberta do elétron. tal que Das expressões acima. A DESCOBERTA DO ELÉTRON A expressão (8. Controlando-se os parâmetros externos. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1906. para desviar o feixe de elétrons num tubo de raios catódicos.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .1.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON Capítulo 8 . descobriu o elétron em 1897. A velocidade dos elétrons resulta da aceleração através de um potencial V. B e v.2) vê-se que a força elétrica é perpendicular à força magnética.ufrgs. obtém-se http://www. E.

br/tex/fis142/mod08/m_s02. Estes são ajustados de tal forma que o feixe permaneça em linha reta.3 A DESCOBERTA DO ELÉTRON (8. é calculada através de parâmetros controlados experimentalmente. isto é.3) A razão entre a carga e a massa do elétron.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:14] .ufrgs.if. de tal forma que a força elétrica equilibre a força magnética. ou de qualquer partícula carregada que penetre no tubo de raios catódicos.8. http://www.

2 esquematiza o arranjo experimental para o estudo do efeito Hall. cargas negativas acumulam-se na face inferior. O excesso de cargas positivas e negativas.2 Aplicando-se um campo magnético na direção horizontal. Tem-se uma fita condutora com seção reta A (=Ld) através da qual circula um feixe de elétrons com velocidade v.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . conforme indicado na figura 8. Esta força fará com que o movimento dos elétrons seja desviado para baixo.if. qEH = qvB http://www. Chegará um momento em que a força Hall equilibra a força magnética. Figura 8. no sentido de cima para baixo. Com o tempo. como veremos.2. resulta numa força magnética na direção perpendicular ao movimento eletrônico. funciona como um capacitor de placas paralelas.br/tex/fis142/mod08/m_s03. A figura 8.ufrgs. e cargas positivas na face superior. com um campo elétrico conhecido como campo Hall.O CAMPO MAGNÉTICO. O EFEITO HALL A expressão (8. é extremamente útil na indústria microeletrônica.2) também permitiu a descoberta do efeito Hall que.8.4 O EFEITO HALL Capítulo 8 .

J=i/A. (8. J=nqv.ufrgs. a eq.4) fornece o valor da densidade de portadores.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:18] . bastando medir a diferença de potencial entre as superfícies superior e inferior.8. Em segundo lugar.br/tex/fis142/mod08/m_s03. EH = VH/d. e a definição da densidade de corrente.3). obtémse (8. Resulta daí que Tendo em conta que a seção reta é dada por A=Ld. (6. obtém-se Por outro lado.4) O efeito Hall permite a obtenção de dois resultados importantes.4 O EFEITO HALL Usando a eq.if. pois permite a fabricação de dispositivos que dependem do tipo (elétrons ou lacunas) e da quantidade de portadores. Esses dois resultados são de extrema importância na indústria eletrônica. Em primeiro lugar. http://www. é possível determinar o sinal da carga dos portadores.

é sempre composto de um movimento retilíneo uniforme e de um movimento circular. Como se vê a força centrípeta. se o ângulo entre o vetor velocidade e o vetor campo magnético for diferente de zero.5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Capítulo 8 .1) mostra que se a velocidade da partícula tiver a mesma direção do campo magnético.3 Assim. que proporciona o movimento circular.3.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:20] . a força será nula. obtém-se a velocidade angular ω = qB/m (8. Este tipo de movimento é esquematizado na figura 8. é igual à força magnética. a partícula movimenta-se num círculo com raio r = mv/qB (8. Portanto. Figura 8. de massa m e carga q.5a) Da relação v=ωr. (8. o movimento de uma partícula. e outra perpendicular. numa região do espaço onde existe um campo magnético. Por outro lado.8. MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO A eq.ufrgs. resultando num movimento retilíneo uniforme.5b) http://www.br/tex/fis142/mod08/m_s04. podemos decompor o vetor velocidade em duas direções: uma na direção de B. Isto é.O CAMPO MAGNÉTICO.if.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:20] .5 MOVIMENTO DE UMA CARGA NUM CAMPO MAGNÉTICO Da relação ω=2πf.5c) http://www.8.br/tex/fis142/mod08/m_s04.ufrgs. obtém-se a freqüência F = qB/2πm e o período T = 1/f = 2πm/qB (8.5d) (8.if.

temos que a força sobre um elétron será Portanto. é óbvio que ele exercerá uma força sobre uma corrente elétrica.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Capítulo 8 . tem-se que a densidade eletrônica será n=N/LA Sabemos que J=nev. Vejamos como calcular esta força. a força sobre o segmento de fio será A expressão geral é dada por http://www.if.br/tex/fis142/mod08/m_s05. FORÇA SOBRE UMA CORRENTE Se um campo magnético exerce uma força sobre uma carga em movimento. logo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . A força sobre um elétron é dada por F=evB Supondo que existam N elétrons no segmento L do fio (seção reta A).ufrgs.O CAMPO MAGNÉTICO. A partir desses resultados.

Use a equação 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:24] . http://www.4.FORÇA SOBRE UMA CORRENTE (8. Figura 8.6) O sentido da força é obtido pela regra da mão direita para o produto vetorial. A força sobre o fio é conseqüência da força de Lorentz sobre cada elétron que compõe a corrente.if.br/tex/fis142/mod08/m_s05. a força aponta para baixo.4 Neste aplicativo você pode visualizar o efeito de um campo magnético sobre uma corrente elétrica. No caso da Figura 8.ufrgs.6 e verifique a força que age sobre o fio em diferentes situações (invertendo o sentido da corrente e a polaridade do ímã.

na direção indicada. as forças sobre os lados a e b são dadas por F1=iaB F2=ibB Figura 8. (8.if.6). Para melhor analisar esse torque.ufrgs. vejamos a figura 8.5 Forças F1 (F2) atuam em lados opostos a (b).http://www. de lados a e b.5 mostra-se uma espira retangular. De acordo com a eq.br/tex/fis142/mod08/m_s06. Vê-se facilmente que as forças F2 equilibram-se. enquanto as forças F1 produzirão um torque na espira.5 sob outra perspectiva. conforme ilustra a figura 8.html Capítulo 8 . percorrida por uma corrente i.ufrgs.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:29] . Figura 8.6. FORÇA SOBRE UMA ESPIRA DE CORRENTE Na figura 8.O CAMPO MAGNÉTICO.6 http://www.if.br/tex/fis142/mod08/m_s06.

Da mesma forma. define-se seu momento de dipolo magnético µ=iA. com N espiras. obtém-se τ=iABsenθ Para o caso de uma bobina com N espiras. define-se µ=NiA.if. τ=NiABsenθ Para uma espira.ufrgs.if.7) http://www.http://www.html O torque será Substituindo F1=iaB. Portanto.ufrgs.br/tex/fis142/mod08/m_s06.br/tex/fis142/mod08/m_s06. A=ab e cos θ=senθ. será (8. o torque sobre uma espira ou sobre uma bobina. para uma bobina.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:29] .

Esse tratamento torna-se mais complicado quando temos de abordar uma situação prática. ao qual associamos o símbolo B.O CAMPO MAGNÉTICO. r H está relacionado com a corrente que o produz. na prática. 1a edição. p. Essa é uma questão bastante complicada no caso do eletromagnetismo em geral.8 UNIDADES Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_s07.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:31] Para materiais paramagnéticos e diamagnéticos: B=µ H µ = permeabilidade magnética Para materiais ferromagnéticos: B=f(H) depende do material e do processo de magnetização. mantém o http://www. mas causa o mistério colocado na definição acima. No capítulo 41. Para avaliarmos esse nível de complexidade. tal como o campo elétrico. 534): O campo magnético. 3. e mais ainda no caso especial do magnetismo. “campo magnético” não é a mesma coisa que “indução magnética”! Esta equivalência é geralmente usada para simplificar. Sears & Zemanski coloca a questão no contexto correto. ao discutir as propriedades magnéticas da matéria. Portanto. para a qual torna-se indispensável o uso de um sistema de unidade. . UNIDADES Até aqui utilizamos o conceito genérico de campo magnético. é um campo vetorial e seu valor e orientação em qualquer ponto são especificados por um vetor B chamado indução magnética.if. O campo magnético é chamado de indução magnética? A confusão vem do fato que. vejamos o que está escrito em Sears & Zemanski (Vol.ufrgs.8.

html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:31] .ufrgs.8 UNIDADES leitor confuso ao longo de 4 capítulos.if. http://www. r B depende tanto da corrente quanto da magnetização do meio. enquanto no sistema CGS.8. sua unidade é o Gauss (G). a unidade de H é A/m no sistema SI e Oersted (Oe) no sistema CGS (1 A/m = 4πx10-3 Oe). onde 1 T = 104 G = 1 Weber/m2. No sistema SI.br/tex/fis142/mod08/m_s07. Por outro lado. a unidade de B é o Tesla (T).

a uma distância x do ponto de entrada. a partícula estará sujeita à força magnética.1 Capítulo 8 .br/tex/fis142/mod08/m_s08. (8.7 tocar no anteparo.8. a partícula terá adquirido velocidade v.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . Sob a ação da força magnética a partícula percorrerá o semi-círculo indicado na figura. é acelerada através de um potencial V antes de penetrar numa região onde existe um campo magnético B. Antes de penetrar na região do campo magnético. de modo que facilmente obtém-se http://www. Dito de outra forma. EXEMPLO 8.if.1).7.ufrgs. uma partícula de massa m e carga +q. até Figura 8. conforme a eq. perpendicularmente dirigido para fora do papel.9 EXEMPLO 8. Esta força será igualada à força centrípeta. a partícula terá adquirido energia pela aceleração através do potencial V.1 Um exemplo clássico de força magnética sobre uma partícula em movimento é o espectrômetro de massa. satisfazendo as seguintes relações: E=qV=½mv2 Ao penetrar na região do campo magnético. Como esquematizado na Figura 8.O CAMPO MAGNÉTICO.

calcule o raio da órbita da partícula no interior do espectrômetro (r=x/2).if.ufrgs. a partir da sua carga e de parâmetros experimentais controláveis. pode-se calcular a massa da partícula. Este é o princípio de funcionamento do espectrômetro de massa.9 EXEMPLO 8.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:34] . medindo-se a distância do impacto.8. Use alguns valores de v e B e cheque seu resultado. Este aplicativo simula um espectrômetro semelhante a este que você acabou de estudar no exemplo 8.1.1 Portanto. http://www. Ao invés de m. B e V. x.br/tex/fis142/mod08/m_s08.

EXEMPLO 8. atuam forças iguais 0. a espira permanecerá na posição indicada. Sobre os lados de 6 cm. Portanto.8 é “pivotada” no eixo y e conduz uma corrente de 10 A no sentido indicado. calcule as forças e o torque sobre a espira.9. de modo que ela seja mantida na posição indicada. orientadas de acordo com a Figura 8. Figura 8. se uma força igual a 0.8. Sobre os lados de 8 cm. e a inferior orientada na direção –x. for aplicada no lado de 8 cm não-pivotado. Supondo que exista um campo magnético uniforme de 0.10 EXEMPLO 8.2 Capítulo 8 .16 N.br/tex/fis142/mod08/m_s09.16cos(30).html [13/03/2004 16:24:36] .12 N. com torque anti-horário.2 A espira retangular da Figura 8.9 http://www.O CAMPO MAGNÉTICO. atuam forças F=0. Elas anulam-se e não exercem qualquer torque sobre a espira. sendo a superior orientada na direção x.if.8 Figura 8.2 T paralelo ao eixo x.ufrgs.

1 Um elétron no ponto A da figura 8.10 tem uma velocidade v0=107 m/s.ufrgs. R:fe/fα=3. Pergunta 1 q 8. perpendicular e entrando no plano da folha.if. (b)15.68 x 10-27 kg. com a mesma velocidade tangencial. Figura 8. R:(a) 1.8. Determine: (a) o módulo e a orientação da indução magnética que fará o elétron seguir a trajetória semicircular de A a B.O CAMPO MAGNÉTICO.html (1 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .14x10-3 T. EXERCÍCIOS.7x103. Compare o número de revoluções que eles fazem por segundo.68 ns. (b) o tempo necessário para o elétron se mover de A para B.br/tex/fis142/mod08/m_ex. A massa da partícula α é 6.2 Um elétron e uma partícula α (átomo de hélio duplamente ionizado) movem-se ambos em trajetórias circulares em um campo magnético.10 Pergunta 2 q 8. http://www.12 EXERCÍCIOS Capítulo 8 .

44 x 1027 elétrons/m3. (c) Qual é o raio da órbita eletrônica.br/tex/fis142/mod08/m_ex.5 A figura 8. não produz deflexão alguma nos elétrons? (b) Mostre em um diagrama as orientações relativas dos vetores V.if. verifica-se que o potencial Hall é VH=45. Quando B=5 T e i=100 A. Qual é a concentração de elétrons livres? R: n = 3.29x10-3 m.12 EXERCÍCIOS Pergunta 3 q 8. Pergunta 5 q 8.3 (a) Qual é a velocidade de um feixe de elétrons. http://www.16 x 10-23 g. Pergunta 4 q 8.8. R:21. Qual é o raio de sua trajetória no campo magnético.4 T.484 m.7x108 m/s.4 µV. Ele é acelerado através de uma ddp de 500 V e depois penetra perpendicularmente em um campo magnético B=0. (c)0. ambos normais entre si e ao feixe.4 Um íon de Li7 com uma carga elementar tem uma massa de 1. quando o campo elétrico for removido? R:(a) 1. quando a influência simultânea de um campo elétrico de intensidade 34 x 104 V/m e de um campo magnético de intensidade 2 x 10-3 T. E e B.11 representa uma fita de cobre com as seguintes dimensões: L=2 cm e d=1 mm.html (2 de 3) [13/03/2004 16:24:39] .ufrgs.

10 T.8.11 Pergunta 6 q 8. quando por ela passa uma corrente de 10-5 A. com dimensão 5 cm x 12 cm. R: τ = 3.6 x 10-6 Nm http://www.12 EXERCÍCIOS Figura 8.6 Qual é o torque máximo sobre uma bobina de 600 espiras.br/tex/fis142/mod08/m_ex.ufrgs.html (3 de 3) [13/03/2004 16:24:39] . em um campo uniforme B=0.if.

as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.1) onde µ0=4πx10-7 N/A2 é a permeabilidade magnética do vácuo. Ampère realizou outras experiências e formalizou a relação entre corrente elétrica e campo magnético. a integral é realizada ao longo de uma linha http://www. os outros dedos dão o sentido de B.2 A DESCOBERTA DE OERSTED Capítulo 9 .1). é dado pela lei que recebeu seu nome (9.if.9.1. como ilustra a Fig.ufrgs. em 1820. 9. A DESCOBERTA DE OERSTED Já conhecemos o efeito do campo magnético sobre cargas em movimento e sobre correntes em circuitos elétricos.1 Logo após a apresentação do trabalho de Oersted. Em 1819. Figura 9. Vimos que uma das fontes de campo magnético são os ímãs permanentes.br/tex/fis142/mod09/m_s01.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . O sentido do campo é dado pela regra da mão direita: com o polegar no sentido da corrente. i. Em (9. Oersted descobriu que uma corrente elétrica produz um campo magnético.A LEI DE AMPÈRE. Ele mostrou que o campo produzido pela corrente. como a magnetita (Fe3O4). e que para o caso de um fio retilíneo.

2 http://www.ufrgs. cargas em movimento produzem campo elétrico e campo magnético e podem produzir corrente elétrica. a lei de Ampère está para o magnetismo. Assim. onde as setas indicam produção.2 A DESCOBERTA DE OERSTED fechada arbitrária.9. assim como a lei de Gauss está para a eletrostática. É possível agora estabelecer um quadro conceitual relacionando esssas áreas.if. pela sua correspondência com a superfície gaussiana no caso da eletrostática. Portanto.br/tex/fis142/mod09/m_s01.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:43] . no caso estacionário. que alguns autores denominam linha amperiana. Figura 9.

2) http://www.ufrgs.if. Portanto. das experiências de Oersted. Sabemos.A LEI DE AMPÈRE. CAMPO DE UM FIO RETILÍNEO INFINITO Vamos usar a lei de Ampère para calcular o campo de um fio retilíneo infinito.ufrgs. que as linhas de campo são círculos em planos perpendiculares ao fio.br/tex/fis142/mod09/m_s02.1) e mostre que o campo é dado por (9.http://www.html Capítulo 9 .br/tex/fis142/mod09/m_s02.html [13/03/2004 16:24:45] . Diz-se que o campo tem simetria axial.if. Este resultado é consistente com a simetria do problema. a amperiana apropriada para se calcular o valor de B a uma distância r do fio é o círculo de raio r. que também permite-nos afirmar que o campo tem o mesmo módulo em qualquer ponto do círculo. Use (9.

de raio R. obtém-se uma expressão igual a . onde i será a corrente que atravessa a amperiana de raio r.3 Substituindo i em (9.ufrgs. Vamos calcular o valor de B nos dois casos.3) Valor de B para pontos externos: r maior ou igual a R É fácil mostrar que este resultado é absolutamente igual a (9. transportando uma corrente io. com duas amperianas. Valor de B para pontos internos: r menor ou igual a R Pelo procedimento anterior. com densidade uniforme.br/tex/fis142/mod09/m_s03.9.4 CILINDRO INFINITO Capítulo 9 .2).html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . Na Figura 9. CILINDRO INFINITO Vejamos agora o caso de um cilindo infinito.2). transportando http://www. uma com r<R. Portanto.if. obtém-se (9. para um cilindro com raio R. e outra com r>R. Como a densidade de corrente é uniforme.3 vemos uma seção reta do cilindro. tem-se que Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.

4 CILINDRO INFINITO uma corrente i.br/tex/fis142/mod09/m_s03.if.4.4 http://www. o campo magnético varia com a distância ao eixo do cilindro conforme a figura 9.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:49] . Figura 9.9.ufrgs.

INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Sejam dois fios infinitos e paralelos.5. tem-se que o fio 1 cria um campo na posição do fio 2.9.br/tex/fis142/mod09/m_s04. transportando correntes i1 e i2.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS Capítulo 9 .A LEI DE AMPÈRE.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . Da mesma forma.5 Sendo d a distância entre eles. sobre o http://www. Este campo exercerá a força sobre o segmento L do fio 2.ufrgs. Figura 9. como ilustra a Figura 9.

br/tex/fis142/mod09/m_s04. quando as corrente circulam no mesmo sentido. com módulo igual a F12. É fácil mostrar que há repulsão quando as correntes circulam em sentidos opostos. mas com sentido contrário.if.5 INTERAÇÃO ENTRE FIOS INFINITOS PARALELOS segmento L do fio 1 agirá uma força F21. os fios atraem-se.html (2 de 2) [13/03/2004 16:24:52] . Portanto. http://www.9.ufrgs.

como ilustra a Figura 9.A LEI DE AMPÈRE.6(a).if. Usando argumentos de simetria é fácil mostrar que são nulos os campos entre os fios e na parte externa do solenóide. Na Figura 9.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Capítulo 9 . No interior do solenóide o campo tem o sentido indicado (da esquerda para a direita). Figura 9.6(b) temos um corte longitudinal do solenóide. Na discussão que se segue consideraremos o solenóide infinito.br/tex/fis142/mod09/m_s05.ufrgs. CAMPO DE UM SOLENÓIDE Obtém-se um solenóide quando um fio é enrolado sob a forma de uma bobina.6 http://www.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .

ufrgs. Assim.br/tex/fis142/mod09/m_s05. o campo magnético é perpendicular às linhas ab e cd. B=0.if. A corrente que atravessa o retângulo abcd (a amperiana selecionada) é igual à corrente. a integral que resta resulta em http://www. resultando Na região externa ao solenóide. multiplicada pelo número de espiras que atravessa a amperiana. um número muito grande de espiras). Como o solenóide tem um número infinito de espiras (na prática. a corrente que atravessa a amperiana será nLi. de modo que Portanto. O sentido do campo magnético no interior do solenóide pode ser determinado pela regra da mão direita: o polegar dará o sentido de B quando os outros dedos indicarem o sentido da corrente A integral fechada pode ser desdobrada.CAMPO DE UM SOLENÓIDE Vamos usar a lei de Ampère para calcular o módulo de B no interior do solenóide. i.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:03] . a corrente que entra na lei de Ampère é calculada em termos da densidade de espiras. Supondo que temos n espiras por unidade de comprimento. de modo que Na região interna.

isto é. entre 2.if.0? http://www. sobre as linhas de campo magnético.br/tex/fis142/mod09/m_s05. Quanto maior esta relação.ufrgs.5.CAMPO DE UM SOLENÓIDE BL=µ0nLi Finalmente.4 foi deduzida supondo-se um solenóide infinito. mais próximo do caso ideal. A equação 9. No aplicativo podemos variar o raio do solenóide. e aquelas do solenóide com raio 6. clique em iniciar e observe atentamente as linhas de campo.0.5 e 6. o campo no interior do solenóide será B=µ0ni (9. Qual a principal diferença entre as linhas de campo do solenóide com raio 2. Na prática. Para cada raio. um solenóide em que a razão entre o seu comprimento e o diâmetro da sua seção reta seja tão grande quanto possível. usa-se um solenóide longo.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:03] .4) Esta simulação permite visualizar o efeito geométrico de um solenóide. É óbvio que isso é uma idealização.

Exemplos Capítulo 9 . Em resumo: Mouse Buttons Unix Left Middle Right PC Left Alt-Left Right Indicadores de campo q q A seta que acompanha o cursor indica o campo. Se você estiver usando um PC. você pode tentar isto. Para desenhar uma seta de campo. O arco-íris de cor ao longo da linha indica a intensidade do campo. Para desenhar todas as setas de campo.A LEI DE AMPÈRE. você devera usar naquele caso o botão esquerdo.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:06] . tecle shift-controlalt e clique o botão do mouse.if. q Linhas de campo q Para desenhar uma linha de campo.br/tex/fis142/mod09/m_s06. Para utilizar os seguintes applets. Exemplos Instruções Agora que você viu a lei de Ampère. você tem que conhecer: A tabela debaixo assume que você tem um mouse de trêsbotão. e possível que você so tenha um mouse de dois-botão. vermelho é forte. . tecle a letra A. http://www. enquanto oprime a tecla ALT. como é achado na maioria computadores Unix. e azul é fraco. clique o botão esquerdo do mouse. Para simular o botão do medio.ufrgs.

clique o botão esquerdo novamente. r r q Para apagar a amperiana e a integral.Exemplos Amperianas q Desenhando uma amperiana: : r Para desenhar um retângulo. O aplicativo calcula e imprime a integral de linha do campo ao longo da amperiana traçada.ufrgs. Para desenhar um círculo. tecle a letra E. a tecla backspace.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:06] .. Thin Wires Oh. the pain. Apagando q Para apagar as linhas.br/tex/fis142/mod09/m_s06..if. the pain. arraste o botão da esquerda.. ou Del. arraste o botão da esquerda teclando Ctrl. http://www.

EXERCÍCIOS. Figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex.1 Dois longos fios retilíneos e paralelos estão separados por uma distância 2a.EXERCÍCIOS Capítulo 9 . qual é o campo magnético no plano dos fios em um ponto (a) a meia distância entre eles e (b) a uma distância 'a' acima do fio superior? R:(a)B=µ0i/πa.A LEI DE AMPÈRE.if.html (1 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .7 Pergunta 2 http://www. (b)B=µ0i/3πa.7. Se os fios conduzem correntes iguais em sentidos opostos.ufrgs. conforme figura 9. Pergunta 1 q 9. perpendicular à linha que une os fios e apontando para a direita de quem olha.

perpendicular ao fio. passando pelo ponto P e que cada fio conduza uma corrente I=20 A. Determine o módulo.4 O fio longo e retilíneo da figura 9.EXERCÍCIOS q 9. R:1. perpendicular ao fio. paralelo aos outros dois. http://www.92x10-4 N/m. apontando para a esquerda de quem olha. cujos lados maiores são paralelos ao fio.7. Determine o módulo e a orientação da força por unidade de comprimento que atua sobre o terceiro fio.if. Uma espira retangular. conduz uma corrente de 10 A. se a corrente nele entra no plano da folha. a direção e o sentido da força resultante exercida sobre a espira pelo campo magnético do fio. R:7. apontando para baixo. R:B=µ0ia/ π(a2+x2).2x10-4 N. Pergunta 4 q 9. calcule o campo magnético resultante no ponto P.2 Ainda em relação à figura 9.br/tex/fis142/mod09/m_ex.3 Suponha que na figura 9. Considere a=30 cm e x=40 cm.ufrgs.html (2 de 4) [13/03/2004 16:25:13] .8 conduz uma corrente de 20 A.7 exista um terceiro fio longo e retilíneo. Pergunta 3 q 9.

br/tex/fis142/mod09/m_ex. anti-horário. R:(a)B=µ0ir/2πc2. anti-horário. Correntes uniformes e opostas. http://www.5 A figura 9. (c)B=µ0i(a2-r2)/ 2πr(a2-b2). existem nos dois condutores.EXERCÍCIOS Figura 9. (d)B=0. b. anti-horário.9 mostra um corte transversal de um condutor longo de um tipo denominado cabo coaxial.ufrgs. se a corrente interna estiver saindo da folha. Seus raios (a.if. Encontre expressões para B(r) nas regiões em que: (a) r<c. (b) c<r<b. (d) r>a. (c) b<r<a. (b)B=µ0i/2πr. de valor I.html (3 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . c) são mostrados na figura.8 Pergunta 5 q 9.

EXERCÍCIOS Figura 9.9 Pergunta 6 q 9.6 Constrói-se um solenóide de 30 cm de comprimento com duas camadas de enrolamento de fio. Qual é o valor do campo magnético em um ponto próximo do centro do solenóide? R:0. http://www.ufrgs. A corrente é de 3 A no mesmo sentido em ambas as camadas.br/tex/fis142/mod09/m_ex. A camada interna consiste de 300 espiras e a externa.html (4 de 4) [13/03/2004 16:25:13] . de 250.07 T.if.

1. Diz-se que essa fem foi induzida pelo movimento das cargas. produzindo uma fem.br/tex/fis142/mod10/m_s01.A LEI DE FARADAY. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Com a descoberta de Oersted e a lei de Ampère aprendemos que uma corrente elétrica origina um campo magnético. por um agente externo qualquer (não importa qual). Uma placa metálica é deslocada. com velocidade uniforme.html (1 de 3) [13/03/2004 16:25:55] . Os elétrons livres da placa estarão submetidos a uma força magnética dada por F = evB cujo sentido aponta para baixo. Vejamos quanto vale essa fem. B. Vamos examinar essa questão a partir do problema esquematizado na figura 10. Figura 10. Faraday descobriu o inverso.ufrgs.10. Isto é. v. com o sentido indicado (para dentro da folha). um campo magnético pode criar uma corrente elétrica.if. Logo haverá um excesso de carga negativa na parte inferior da placa e uma quantidade igual de carga positiva na parte superior.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Capítulo 10 . Na década de 1830. Isso é possível através do surgimento de uma força eletromotriz (fem) induzida.1 http://www. Nesta região do espaço existe um campo magnético.

ΦB=Bhx. tem-se Portanto.1) Analisemos o mesmo problema de outra forma.html (2 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .if. conforme ilustra a figura 10.2. http://www. variando o fluxo de B.2 Como a carga positiva acumula-se na parte superior. Isto é. a variação temporal do fluxo do campo magnético é numericamente igual à força eletromotriz induzida pelo movimento. eq. (10. através dela. Quando a placa é deslocada. Derivando o fluxo. a área hachuriada varia. Como a fem é dada por ε=W/q segue-se que ε=vBh (10. (10. a corrente induzida tem o sentido indicado na fig.10.2. em relação a t.br/tex/fis142/mod10/m_s01.1). Vamos imaginar que a placa metálica desliza sobre um trilho metálico.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA W=Fh é o trabalho necessário para transportar uma carga de uma extremidade à outra da placa.2) Figura 10.ufrgs. 10.

com a fem induzida pela lei de Faraday.2). Vejamos agora a fem induzida pela lei de Faraday. Por causa disso.1) e (10.2 INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA As equações (10. http://www.10.ufrgs. costuma-se confundir a fem induzida pelo movimento. O que discutimos acima foi a fem induzida pelo movimento. apresentam resultados idênticos àqueles obtidos com a lei de Faraday.br/tex/fis142/mod10/m_s01.if.html (3 de 3) [13/03/2004 16:25:55] .

a lei é a seguinte: O sentido da fem induzida é aquele que tende a se opor à variação do fluxo magnético através da espira.ufrgs. Em (a) o módulo de B cresce com o tempo. Em 1831.if.10. LEIS DE FARADAY E LENZ Na fig.br/tex/fis142/mod10/m_s02. Na fig. Lenz estabeleceu a lei que permite interpretar o significado do sinal negativo em (10.3 LEIS DE FARADAY E LENZ Capítulo 10 . Faraday mostrou que no primeiro caso. Numa tradução livre.3) Outra forma de apresentar a equação (10. uma espira metálica é colocada (imóvel) numa região onde existe um campo magnético variável. A fem induzida é dada por (10. enquanto em (b) ele decresce.3).A LEI DE FARADAY. enquanto no segundo caso ela circula no sentido horário.3) é a seguinte Em 1834.3(a) o fluxo magnético está http://www.3. 10.html (1 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . a corrente induzida circula no sentido antihorário. 10.

10. http://www.if.br/tex/fis142/mod10/m_s02. de modo a opor-se à diminuição do seu fluxo. de modo que a corrente no sentido horário produzirá um campo magnético no mesmo sentido do campo aplicado.ufrgs.html (2 de 2) [13/03/2004 16:25:59] . Figura 10. Você também pode arrastar a barra arrastando-a com o mouse.3(b) o fluxo magnético está decrescendo. Na fig.3 LEIS DE FARADAY E LENZ crescendo.3 Demonstração Tecle o botão iniciar e observe o movimento da barra.10. A corrente induzida terá o sentido anti-horário para criar um campo magnético contrário ao campo B e oporse à variação do fluxo magnético.

Figura 10.1 Na figura 10.A LEI DE FARADAY. (b)Horário. Pergunta 1 q 10.br/tex/fis142/mod10/m_ex.0 s. onde ΦBé dado em miliwebers e t em segundos.ufrgs.if. (b) Determine o sentido da corrente através de R. R:(a)31 mV.4 Pergunta 2 http://www.4. o fluxo magnético que atravessa a espira cresce com o tempo de acordo com a expressão ΦB=6t2+7t.html (1 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (a) calcule o módulo da fem induzida na espira quando t=2. EXERCÍCIOS.EXERCÍCIOS Capítulo 10 .

independentemente do modo pelo qual B variou neste mesmo intervalo. Pergunta 3 q 10. A espira contém uma bateria de 20 V. na figura 10. Figura 10.0 m) perpendicularmente disposta em relação um campo magnético B.4.042-0. tanto em módulo quanto em direção. Suponha que o campo magnético esteja variando de forma contínua mas não especificada. (a) Mostre que a carga total q(t) que passou através do resistor R no tempo t é q(t) = 1/R [ΦB(0) -ΦB(t)].87t.74 V. cuja resistência interna é desprezível.3 A figura 10. O módulo do campo magnético varia de acordo com a relação B=0.5 http://www.br/tex/fis142/mod10/m_ex. de modo que num instante t o fluxo seja dado por ΦB(t).5 representa uma espira quadrada (lado igual a 2.if. sendo que metade da espira está no interior da região onde existe o campo.2 Seja ΦB(0) o fluxo magnético para t=0. sendo B dado em Tesla e t em segundos.EXERCÍCIOS q 10.html (2 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (a) Qual é o sentido da corrente que passa através da bateria? (b) Qual é a fem total através do circuito? R:(a)Anti-horário.ufrgs. (b)21.

anti-horário. (a) Qual é a fem induzida no anel condutor circular de raio igual a 10 cm? (b) Quais são o módulo e a orientação do campo elétrico induzido em qualquer ponto desse anel? (c) Qual é a corrente induzida no anel.EXERCÍCIOS Pergunta 4 q 10.6 Pergunta 5 q 10. (b) 56.2 m/s de cima para baixo. (b) 5 mV/m.35 T aponta para fora da página.5 O campo B na figura 10. (c) ε(t)=2Bv2t. se sua resistência vale 2 Ω? R:(a) 3 mV. http://www.5 mA.br/tex/fis142/mod10/m_ex.6.8 V.2 Wb.0 s e (b) a fem induzida no triângulo neste instante. (c) Como a fem induzida no triângulo varia com o tempo? R:(a) 85.1 T/s. Calcule: (a) o fluxo magnético através do triângulo isósceles formado pelos trilhos e a barra no instante t=3.4 Dois trilhos condutores retilíneos formam um ângulo reto no ponto de junção entre suas extremidades. (c) 1.if. Uma barra condutora em contato com os trilhos parte do vértice no instante t=0 e se move com velocidade constante v=5.ufrgs. como ilustra a figura 10. Um campo magnético B=0.7 decresce à taxa de 0.html (3 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . Figura 10.

anti-horário.3µ0I/10π.8 http://www.ufrgs.6 Na figura 10. em determinado tempo t. (a) Qual é o fluxo total. através da espira cujas dimensões estão indicadas na figura.if.html (4 de 4) [13/03/2004 16:26:09] . (b) 4.6µ0/10π.7 Pergunta 6 q 10.EXERCÍCIOS Figura 10. e cresce constantemente à razão de 2 A/s.8 a corrente I percorre o fio infinito na direção indicada. Figura 10. (b) Qual é a fem induzida na espira? R:(a) 2.br/tex/fis142/mod10/m_ex.

L.br/tex/fis142/mod11/m_s01. podemos definir a indutância.if. Portanto. (11. (5. Assim.1) Onde N é o número de espiras no solenóide. Em particular.html [13/03/2004 16:26:11] . definida na eq. http://www. NΦ é o fluxo magnético total através do indutor (denominação também usada para um solenóide). Este dispositivo está para o magnetismo. assim como o capacitor está para a eletricidade.1 INDUTÂNCIA Capítulo 11 . correspondendo à capacitância. A unidade de indutância no sistema SI é o Henry. e i é a corrente que o atravessa. Há uma completa analogia entre os dois dispositivos. 9 vimos que uma corrente elétrica cria um campo magnético.1). No Cap.ufrgs. calculamos o campo magnético de um solenóide.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS INDUTÂNCIA Já vimos que o capacitor é um dispositivo apropriado para gerar um campo elétrico.

11. assim como fizemos no Cap. Figura 11.1 http://www. (9. L/l = µ0An2 (11. Em ambas as equações temos o produto de uma constante universal (µ0 ou ε0) com parâmetros geométricos do respectivo dispositivo. obtém-se a indutância por unidade de comprimento.br/tex/fis142/mod11/m_s02. L/l. (5. 9. A densidade linear de espiras é n.ufrgs.2). de modo que NΦ=nlΦ= nlBA Usando o valor de B para um solenóide infinito.2 INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Capítulo 11 .OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. INDUTÂNCIA DE UM SOLENÓIDE Vamos usar um solenóide infinito (ou muito maior do que a área da sua seção reta.2) Convém comparar este resultado com aquele obtido para a capacitância de um capacitor de placas paralelas. eq. eq.html [13/03/2004 16:26:13] .4). A).if.

Portanto. diz-se que esta fem é auto-induzida. Como se trata de uma fem induzida por uma corrente no próprio solenóide.11.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.3) http://www. tem-se uma auto-indução.html [13/03/2004 16:26:15] .if. induz o surgimento de uma fem. AUTO-INDUÇÃO Uma corrente elétrica percorrendo um solenóide origina um fluxo magnético. de acordo com a lei de Faraday. esta.ufrgs. que deve satisfazer à seguinte relação Como NΦ=Li.br/tex/fis142/mod11/m_s03. segue-se que (11.3 AUTO-INDUÇÃO Capítulo 11 . No momento em que se inicia a passagem da corrente.

for ligada na posição ‘a’. aparentemente o sinal negativo da eq. (11.εL = 0 (11. 11. (11. tem-se ε .4) Figura 11.Ri . http://www.2 Figura 11.2. uma corrente surgirá no circuito.3 Observe que na equação acima.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. Na verdade. Aplicando a regra de Kirchhoff na malha externa (chave ligada em ‘a’).3) não foi levado em conta. na figura 11. o indutor reagirá.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:21] . No momento em que a chave S. ele foi levado em conta quando se definiu o sentido de εL na fig.ufrgs.if.11.2. Imediatamente.br/tex/fis142/mod11/m_s04. dada pela eq.3). produzindo uma fem εL.4 CIRCUITO RL Capítulo 11 . CIRCUITO RL Vamos usar o princípio da auto-indução para estudar o circuito RL em série.

11.4 CIRCUITO RL

Figura 11.4 A eq. (11.4) é formalmente idêntica à eq. (7.2), para o circuito RC série. Assim, a solução para a eq. (11.4) será obtida a partir da eq. (7.2), substituindo-se os elementos correspondentes, de acordo com a tabela abaixo. Circuito RC Circuito RL R 1/C εC RC Portanto, L R ε/R L/R

(11.5) O comportamento da corrente, descrito pela eq. (11.5), é ilustrado na fig. (11.3). Este comportamento é similar ao comportamento da carga no capacitor do circuito RC. A corrente de saturação, ε/R, ocorre quando o indutor entra em “curto”. Em t=0, i=0, o que significa circuito “aberto”. Portanto o comportamento do indutor é o contrário do comportamento do capacitor.

http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s04.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:21]

11.4 CIRCUITO RL

t=0 Capacitor Indutor “curto-circuito” “circuito aberto”

t0 “circuito aberto” “curto-circuito”

O fator τL=L/R é denominado constante de tempo indutiva. Quando t=τL, a corrente no circuito atinge 63% do valor de saturação. No caso do circuito RC, vimos que à medida que a carga no capacitor aumentava, aumentava a energia acumulada no capacitor (UC=½CV2=q2/2C). No caso do circuito RL, também há acumulação de energia; neste caso, tem-se acumulação de energia no campo magnético. Multiplicandose a eq. (11.4) por i, tem-se

Portanto,

Resulta daí que a energia acumulada no indutor é dada por UL=½Li2 (11.6)

Depois de um longo tempo (p. ex. t>10τL) ligado em ‘a’, a corrente atinge seu valor de saturação. Se nesse instante a chave for ligada em ‘b’, a energia será devolvida pelo indutor e consumida no resistor. Fazendo ε=0 na eq. (11.4), é fácil mostrar que a corrente fluirá de acordo com a relação

(11.7)

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DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

Capítulo 11 - OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.
DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS
A partir das energias acumuladas em campos elétricos e magnéticos, dadas pelas eqs. (5.10) e (11.6), podemos calcular as respectivas densidades de energia, isto é, energia por unidade de volume. Vejamos, inicialmente, o caso do campo elétrico. Consideremos um capacitor de placas paralelas, com área ‘A’ e distância ‘d’ entre elas. Usando a eq. (5.10), obtém-se

Tendo em conta que a capacitância de um capacitor de placas paralelas é dada por C=ε0A/d, e que V=Ed (E é o campo entre as placas do capacitor), obtém-se

Embora tenha sido deduzida para o caso particular de um capacitor de placas paralelas, a expressão acima é absolutamente geral; ela fornece a densidade de energia de um campo elétrico em determinada região do espaço, não importando como ele tenha sido produzido. Então, ao invés de desginá-la uC, convém usar a designação mais geral uE. (11.8) Para calcular a densidade de energia num campo magnético, vamos usar um solenóide infinito. Partindo das expressões
http://www.if.ufrgs.br/tex/fis142/mod11/m_s05.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:23]

DENSIDADE DE ENERGIA EM CAMPOS ELÉTRICOS E MAGNÉTICOS

(9.4), (11.2) e (11.6), e da definição UB/Al, obtém-se

(11.9)

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ufrgs.if.br/tex/fis142/mod11/m_s06. parte da energia transferida do capacitor para o indutor (e vice-versa) será consumida no resistor.5. 11. análogo ao apresentado pelo conjunto massa-mola.html (1 de 2) [13/03/2004 16:26:26] . através da qual a energia acumulada no capacitor. Através do efeito Joule. energia potencial acumulada na mola é transformada em energia cinética da massa. na ausência de qualquer tipo de atrito. através do surgimento de uma corrente contrária à corrente inicial. e a corrente será máxima quando a carga no capacitor for nula. ½CV2. e vice-versa. Resulta daí que a corrente é nula quando a carga no capacitor for máxima. uma corrente surge no circuito. como ilustrado na fig. No momento que o indutor é ligado. 11. A partir desse momento. passa a se transferir para o indutor. O processo atinge um ponto máximo quando toda a energia do capacitor tiver sido transferida para o indutor. Um resistor no circuito da fig. Suponhamos que inicialmente o capacitor encontra-se carregado com um potencial V.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.CIRCUITO LC Capítulo 11 . a energia acumulada no indutor passa a se transferir para o capacitor. Neste caso. em termos de variação de energia.5 exerce o mesmo papel que o atrito no sistema massa-mola. http://www. CIRCUITO LC Vamos analisar um circuito LC. Este circuito apresenta um comportamento.

5 http://www.if.CIRCUITO LC Figura 11.br/tex/fis142/mod11/m_s06.html (2 de 2) [13/03/2004 16:26:26] .ufrgs.

10). (11. Figura 11.ufrgs.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.4).10) Num instante qualquer.if. (11.6 (11. substituindo-se ε por V.br/tex/fis142/mod11/m_s07.html (1 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .11) A solução desta equação deve satisfazer duas propriedades: http://www. obtém-se a equação diferencial que descreve o comportamento do potencial nas placas do capacitor. 11.6 é um exemplo sim-ples de circuito RLC. CIRCUITO RLC A fig. onde a fem foi substituída por um capacitor.CIRCUITO RLC Capítulo 11 . (11. a equação que descreve o comportamento do circuito é igual à eq. Ele é semelhante ao circuito RL. e Substituindo essas expressões na eq. Portanto.

i(t)=ACω e-αtsen(ωt) (11. Isso acontece quando a resistência tem um valor muito pequeno.14) Vamos analisar os valores de i(t) e V(t) em pontos especiais. é a seguinte: V(t)=Ae-αtcos(ωt) Da relação entre i e V.ufrgs. α/ω=0 ou ω>>α Sob esta condição. Uma solução particular que satisfaz tais condições. resulta que α=R/2L e (11. Dito de outra forma.12) em (11. deve ter um fator de amortecimento.11). http://www.br/tex/fis142/mod11/m_s07.html (2 de 3) [13/03/2004 16:26:31] .CIRCUITO RLC r r deve ser oscilatória.12) Substituindo (11.13) Uma situação interessante é aquela em que a oscilação é fracamente amortecida. obtém-se (11.if.

A cada ¼ de período.ufrgs.CIRCUITO RLC t=0 V(0)=A [valor máximo de V(t)] i(0)=0 t=π/2ω=1/4f=T/4 (1/4 do período de oscilação) V(π/2ω)=0 i(π/2ω)=ACω [valor máximo de i(t)] Portanto. a energia passa de um dispositivo para o outro. V(t) e i(t) estão defasadas de π/2. Quando V(t) é máximo.if. Quando i(t) é máxima. http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:26:31] . toda a energia está acumulada em L.br/tex/fis142/mod11/m_s07. toda a energia está acumulada em C.

a freqüência natural de um circuito RLC. FREQÜÊNCIA NATURAL O circuito RLC oscila com a freqüência dada pela eq. é a freqüência do circuito LC correspondente. R=0. http://www. Isto é.FREQÜÊNCIA NATURAL Capítulo 11 . Quando R aproxima-se de zero.br/tex/fis142/mod11/m_s08.ufrgs.html [13/03/2004 16:26:49] .13).OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS.if. No limite. a freqüência será Esta freqüência é conhecida como freqüência natural. (11. o circuito RLC apresenta um comportamento similar ao de um circuito LC.

3 Uma bobina com uma indutância de 2.02 J/m3.5 mm e sua resistência por unidade de comprimento é de 3.if. com ε=100 V.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . Calcule: (a) a densidade de energia magnética e (b) a densidade de energia elétrica na superfície do fio. qual será a taxa http://www. EXERCÍCIOS.OSCILAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS. 11.2.EXERCÍCIOS Capítulo 11 . Pergunta 2 q 11.8x10-15 J/m3. Em termos da constante de tempo.br/tex/fis142/mod11/m_ex. para que instante após a bateria ser ligada.10 s após a conexão ter sido feita.ufrgs.3 Ω/km. (b) 4. Para 0. O diâmetro do fio é 2.0 H e uma resitência de 10 Ω é subitamente conectada a uma bateria de resistência desprezível.1 Um determinado comprimento de fio de cobre transporta uma corrente de 10 A uniformemente distribuída. R:(a) 1.23 τL Pergunta 3 q 11. a energia armazenada no campo magnético do indutor terá a metade do seu valor estacionário? R:1. Pergunta 1 q 11.2 Considere o circuito RL da fig.

(c) 393 W.6 Considere o circuito indicado na fig.0 mA após 5.125 µJ.if.5 W.042 A. Mostre que quando a chave S3 está fechada e a outras duas estão abertas. (b) 2.0 µC.0 µF.5 W. 11.1 mH e C=4.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:12] . a constante de tempo vale τC. A carga máxima em C é 3. http://www.0 ms. (b) a corrente máxima que pode circular. (b)0. Pergunta 5 q 11. Calcule: (a) a energia total máxima acumulada. Pergunta 6 q 11.4 Uma bobina é ligada em série a um resistor de 10 kΩ.7.EXERCÍCIOS com a qual: (a) a energia está sendo armazenada no campo magnético? (b) a energia térmica aparece? (c) a energia está sendo fornecida pela bateria? R:(a) 238. R:(a) 1. L=1. Quando a chave S1 está fechada e as outras duas chaves abertas. (b) 154. a corrente atinge um valor de 2.5 Num circuito LC oscilante. Quando a chave S2 está fechada e as outras duas abertas. Pergunta 4 q 11.ufrgs. o circuito possui uma constante de tempo τL. Quando uma bateria de 50 V é colocada no circuito.br/tex/fis142/mod11/m_ex. (b) Qual a energia acumulada na bobina neste momento? R:(a) 125 H.5x10-4 J. o circuito oscila com um período . (a) Determine a indutância da bobina.

br/tex/fis142/mod11/m_ex.EXERCÍCIOS Figura 11.if.7 http://www.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:12] .ufrgs.

O primeiro é que a experiência http://www. Por exemplo.EQUAÇÕES DE MAXWELL. Embora esse procedimento esteja fora do nosso alcance. por que não ΦE B? Para manter a simetria.br/tex/fis142/mod12/m_s01. Lei de Gauss para a eletricidade Lei de Gauss para o magnetismo Lei de Faraday-Lenz Lei de Ampère Maxwell explorou as propriedades matemáticas dessas equações escritas na forma diferencial. para propor sua teoria eletromagnética.html (1 de 3) [13/03/2004 16:27:16] . vamos fazer um exercício analítico através da exploração da simetria dessas equações. Leis Experimentais Vimos e estudamos quatro leis experimentais sobre fenômenos elétricos e magnéticos. se a variação do ΦΒ origina um campo elétrico (lei de Faraday). reproduzidas na tabela abaixo.12.if. uma tentativa natural seria escrever Há dois erros nessa equação.1 LEIS EXPERIMENTAIS Capítulo 11 .ufrgs.

ufrgs. Antes.br/tex/fis142/mod12/m_s01. de repente “desaparece” entre as placas do capacitor. 12. É a primeira vez que eles dois aparecem numa única equação.Maxwell” (12. mas encontramos a eq. (12. e µ0 relacionava-se com fenômenos magnéticos. A equação acima tem algo diferente. O segundo é um erro dimensional. a “lei” correta deverá ser (12. (12.1) Observe que o fator multiplicativo.1). Pode-se mostrar que a velocidade da luz no vácuo é dada por Agora podemos escrever a lei de “Ampère . Uma realização experimental possível seria um capacitor com campo elétrico variável. O campo E surge quando há uma corrente i carregando o capacitor. como ilustrado na fig.1). http://www. que surgiu devido aos ajustes dimensionais. Esta corrente. aparecendo depois da outra placa. É fácil mostrar que o membro da esquerda tem unidades de µ0i. Ela representa a inclusão da ótica na fenomenologia do eletromagnetismo.1. não existe uma lei de Lenz para a indução magnética.html (2 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .if. Vamos analisar melhor a eq.2) É interessante observar que iniciamos tentando escrever uma “lei de Faraday-Lenz” para a indução magnética. que dará origem a um campo magnético (lei de Ampère). enquanto o da direita tem unidades de i/ε0. Portanto.1 LEIS EXPERIMENTAIS mostra que o sinal deve ser positivo. é o produto µ0ε0. ε0 relacionava-se com fenômenos elétricos. Portanto.12.

12.1 LEIS EXPERIMENTAIS Figura 12. id. é dada pelo termo .if. (12. http://www.1 Esse “mistério” é resolvido com a eq. A corrente entre as placas.2). conhecida como corrente de deslocamento.ufrgs.br/tex/fis142/mod12/m_s01.html (3 de 3) [13/03/2004 16:27:16] .

2 Mostre que i=id. Pergunta 3 q 12. 12. (a) Sabendo que o valor máximo da corrente de http://www.if.3 Mostre que a corrente de deslocamento num capacitor de placas paralelas pode ser escrita assim Pergunta 4 q 10.1 Mostre que tem dimensão de corrente q Pergunta 2 q 12.2. tem raio R.EQUAÇÕES DE MAXWELL. a fem é dada por ε=εmsen(ωt). Pergunta 1 12. EXERCÍCIOS.if.html (1 de 2) [13/03/2004 16:27:19] .http://www.ufrgs.ufrgs.br/tex/fis142/mod12/m_ex.br/tex/fis142/mod12/m_ex.html Capítulo 12 .4 Na fig. O capacitor de placas circulares e paralelas.

http://www.html deslocamento é I.html (2 de 2) [13/03/2004 16:27:19] . (c) Mostre que o valor máximo do módulo de B entre as placas.ufrgs. a uma distância r do eixo de simetria do capacitor é dado por µ0I/2πr.if.2 http://www. (b) Mostre que a distância entre as placas do capacitor é dada por πR2ε0εmω/I.br/tex/fis142/mod12/m_ex.br/tex/fis142/mod12/m_ex.if. calcule o valor máximo de dΦE/dt. Figura 12.ufrgs.

jsp [13/03/2004 16:28:37] . Inc| Legal Notices| License| Developers http://www.java.Join the Secure Revolution » ©Sun Microsystems.com Choose Language LandlordMax Affordable property management software Big Tree Go exploring with Greentop Mars Exploration Rover Almost like walking on Mars JBuddy Messenger Java technology-based instant messaging Desktop Games Education Productivity Messaging & Sharing Black Widow Don't get tangled in her web! Mobile Games Messaging & Sharing Productivity News & Information Visual CAVE Where virtual reality and biology meet Java Technology Video Java TechnologyEnabled Webcams Java Desktop System .com/en/index.The Source for Java Technology Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.

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Java. The Help section contains solutions for issues that you might encounter during the installation and running of the JRE. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.java. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues Download Instructions » Installing. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the FAQ section.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Help We appreciate your interest in Java™ technology.com/en/download/help/index. There are instructions for dealing with specific error messages and solutions to problems when running applications and applets written with Java technology. uninstalling and using Java Software » Error and Warning Messages » © Sun Microsystems.Java Technology Help Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.jsp [13/03/2004 16:29:10] .

java. Java.Java Technology FAQ Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.com Choose Language Welcome to Java™ Runtime Environment Frequently Asked Questions We appreciate your interest in Java™ technology. q Related Information: Information for System Administrators Information for Software Developers Learn more about Java Technology JRE for Apple Macintosh Top Reported JRE Issues General Questions » Mobile Java Technology (J2ME) Questions » © Sun Microsystems.com/en/download/faq/index.jsp [13/03/2004 16:29:18] . Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com is a consumer-oriented site for download and installation of the Java Runtime Environment (JRE). The FAQ section contains answers to general questions related to Java technology. We highly encourage you to spend some time reading the solutions here and in the Help section. Users may find answers to questions about what Java technology is and what it can do for you. The JRE enables your computer to run applications and applets that use Java technology. It also includes explanations about different applications of Java technology.

Learn about Java Technology. and many other new features. Sun Microsystems provides resources to programmers of all levels for developing software using Java Technology. Develop with Java Software It's easy for both new and experienced programmers to develop software with Java technology. To get started using the new J2EE 1. Experienced Developers If you are an experienced Java developer.com Choose Language For Developers It's not surprising that more than three million programmers worldwide are creating great software using Java technology. blogs.4 platform. we're here to help.com/en/learn/developers.4 is here . If you are creating a program using Java technology. this is the site for you. J2EE 1. and Management APIs. Java Technology as a Gaming Platform Read a Q&A with Sun's Chief Gaming Officer to learn why Java technology is an excellent game development platform.java. In addition. and code development. Java Games Community Join the open source community that estabilishes Java standard APIs for gaming software.4 platform delivers Web Services Interoperability as it introduces new Web Services. you'll find a wealth of useful tips here including tutorials and code samples. Check out the sites below for more details. New to Java Programming Center If you've never programmed in Java before. download the SDK today.get the SDK today! The J2EE 1. Deployment. Sun also offers services to help get the programs you've created out into the world. Submit Your Java Application http://www. Developers Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun. Collaborate If you would like to collaborate with others in discussion groups. check out this source for Java technology collaboration. or have only a little experience.jsp (1 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .

you will be contacted to get approval to feature the application in the Explore section of this Web site. if selected.Learn about Java Technology. Sun Java Studio The Sun Java Studio integrates Sun's world class developer tools. JavaOne Online Experience a virtual JavaOne conference year-round with opportunities for ongoing education. Your submitted application will be reviewed and. or some other cool device. community interaction. a forum. gifts. Developers Mobile Phones Have you created a mobile application based on Java technology? If so.java. support.com Does your product use Java technology? Then you may want to host the Java Get It Now! button on your Web site and give your customers a free and easy way to get the latest version of the Java software download. Other Sites for Developers Java Upgrade Program Read about the benefits of upgrading the MS VM to the official Sun JRE and visit the Upgrade Program Site where you'll find developer resources. and industry solutions. If selected. Click here to read the "Download Button Permission Application/Agreement" and begin the free button registration process. and services into a comprehensive platform for developing and deploying services with the Sun Java Enterprise System. PDAs. and more. Don't forget to check out the special values. http://www. Link to Java. Java Wear and Books Online Store Show the world you love Java technology! Buy clothing. Applications in the Sun Content Catalog are automatically candidates to appear in the Explore section of this Web site. and Other Devices If you've created an application for the desktop. including a detailed technical guide. Desktops. you should get enrolled in the Sun Developer Network Mobility Program and take advantage of the new Go-To-Market Services. you will be contacted. Applications meeting the industry-driven test criteria can be submitted into the Sun Content Catalog where they will be promoted to top-tier. Java Everywhere Video View a cool video about all the ways Java technology is touching your life. a PDA.com/en/learn/developers. global operators and handset manufacturers.jsp (2 de 3) [13/03/2004 16:30:11] . and executive items. click here to submit it.

Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/learn/developers.java.Learn about Java Technology. Developers © Sun Microsystems.jsp (3 de 3) [13/03/2004 16:30:11] .

A Mobile Media Mogul .Powered by AMD Opteron processors. scalable.Sun Microsystems sun. the new Sun Fire V20z server delivers extreme performance at a compelling price. Z for zoom . V for value.Forbes.com How To Buy | My Sun | Worldwide Sites Search » On this Site Products & Services Support & Training Solutions Downloads Documentation Research & Development News Resources for Developers System Admins Partners Executives Investors Education & Research Learn about Java Java System Sun and AMD Opteron N1 Grid Low Cost Computing © Sun Microsystems 2004 Contact | Company Info | Employment | Privacy | Terms of Use | Trademarks New from Sun Microsystems Press J2EE Platform Web Services: Build robust. see all news and events » see all features » http://www.com highlights Java technology as a key to the evolution of cell phones.com/ [13/03/2004 16:31:40] .sun. end-to-end business solutions with J2EE Web Services.

2.com/en/download/manual. 9) .Instructions Solaris™ x86 (Solaris 7.x and higher) Macintosh (Apple Mac OS X) . Get Java Software on CD You can also choose to receive Java software on a CD through a free subscription service or a one-time purchase.com Choose Language To complete your download. please select from the list below.Instructions Macintosh (Apple Mac OS 9 & earlier) Instructions Solaris™ SPARC™ (32-bit) .2 or Netscape 6.java.com Consumer Support http://www.Instructions Windows (Offline Installation) .Instructions 06/30/03 . Use 'Save Target As'.Instructions Linux RPM (self-extracting file) .Download Java Software Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in.Instructions Windows (Mozilla 1.If you are using Internet Explorer to download the Linux Java plug-in. you'll have access to a whole new world of interactivity. 8.Instructions Solaris™ SPARC™ (64-bit) . -Java. Once you've got Java™ software. -Java.jsp (1 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .Instructions 06/30/03 . Please note that downloads are subject to our license agreement. use right-click to save this file to your computer. use right-click to save this file to your computer. Windows (Installation) .com Consumer Support Linux (self-extracting file) . Use 'Save Target As'.

jsp (2 de 2) [13/03/2004 16:31:54] .Download Java Software © Sun Microsystems. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www.com/en/download/manual.java.

Overview Home | Contact | Help | FAQ | Developers | Sun.Learn about Java Technology. handsets. and Web sites. Java technology is everywhere. you'll find Java technology and a great digital experience.com/en/learn/index. Wherever you find the cup and steam. and Web sites that are powered by Java technology. it's in PDAs and pagers.com Choose Language Java technology is computer software that helps you get connected and makes being connected more exciting. it's inside video games. and information you want most. TVs. The Java brand. giving you the cool games. It's even in cars and on the planet Mars. It's embedded in 150 million mobile phones. It's one of the most widely recognized technology brands in the world! Look for it on games. tools. Invented by Sun Microsystems in 1995.jsp [13/03/2004 16:32:22] . Java technology lets devices of all kinds run just about any kind of program. © Sun Microsystems. is also everywhere. with its well-known cup and steam. Inc | Legal Notices | License | Developers http://www. It's preinstalled on personal computers.java.

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