Quem Ama, Educa!

(Içami Tiba)
Imperdível Leitura >>>>> Baseia-se na Teoria da Integração relacional, criada pelo autor, que visa incluir na saúde mental a disciplina, a gratidão, a religiosidade, a cidadania e a ética. Dividido em 04 partes. Parte 01 A modernidade obrigou a mulher a sair para o trabalho, mas nem assim os homens se tornaram melhores pais. Deve-se equilibrar não sendo excessivamente cobrador ou protetor, criança precisa ser protegida e cobrada conforme suas necessidades e capacidades. Existe o SIM e o NÃO. Pais frágeis e mães hipersolícitas geram os parafusos de geléia, que espanam ao menor apertão quando contrariados, não suportam o NÃO. Serão adultos sem senso de ética, gratidão, civilidade, recebendo mesada aos 30 anos, vendendo a casa e colocando pais em asilo = mostram o egoísmo animal. O que gera o Parafuso de Geléia: Avós Autoritários --> Pais Permissivos --> Parafusos de Geléia. Auto-estima ? fonte interior da felicidade; desenvolve-se durante toda vida à medida que a pessoa se sente segura, capaz de realizar seus desejos e tarefas. Importante frisar para a criança que o amor incondicional dos pais não está em jogo, mesmo que reprovem certas atitudes, deve-se respeita-la, que significa: 1 ? deixar expressar seus sentimentos de maneira socialmente aceitável. Ex: a raiva não pode ser expressa agredindo -se alguém. 2- aceita-los como são, pois vieram realizar seus próprios sonhos e não os dos pais. 3- não julga-los pelas atitudes, aprendemos errando. Não chamar a criança de terrível ou egoísta, p.ex., condenar a atitude e a ação egoísta, mostrando que ela pode agir de modo diferente. O respeito ensina que a criança é importante simplesmente por existir, não pelo que faz. Só o AMOR não educa mas deixar a criança assumir a responsabilidade pelo que faz. Proibições ? quando algo é proibido, substitua por alguma coisa para ela fazer, a simples proibição é paralisante. Educação é usar a criatividade para o bem comum. Estilos comportamentais de Agir: Vegetal, animal e Humano. ?O vegetal somente espera, sem agir. Ex: mãe que deixa filhos engalfinharem, pai que acha que somente por ser o provedor do lar nada mais precisa fazer. O estilo animal, em suma, usa a Lei do Mais Forte: - sem racionalidade; - repete os erros; - não inova; - guiado pela vontade, pelo impulso, egoístas; - sem ética relacional ou normas sociais; - Pais exploram, negligenciam ou violentam os filhos. Protegem contra repreensões merecidas, insistem na mesma bronca (eu, na sua idade...), a mãe que sempre arruma o quarto, o pai que protege a namorada. - A adolescência paterna não serve de modelo >>> os padrões são outros. Estilo Humano: - busca a felicidade integrando disciplina, gratidão, religiosidade, ética e cidadania para perpetuar a espécie, preservar o meio ambiente, construir a civilização. - A mãe integrada ajuda na arrumação do quarto, mas não o faz sem o filho, importa ensina-lo a cuidar do ambiente em que vive e das suas coisas. Felicidade >>> existem diversos níveis de felicidade, mas a que importa é a SOCIAL = fazer o bem, não importa a quem, e não fazer o mal a ninguém. Se os pais vivem esse nível, os filhos também viverão. A arte de ser mãe e pai é desenvolver os filhos para que se tornem independentes e cidadãos do mundo. Parte 02 >>> Caminhos para uma nova educação Estimula a participação do pai na criação dos filhos desde a gravidez (PAI GRÁVIDO), visto que historicamente somente a mulher cuidava dos filhos, até por questão de sobrevivência da espécie, hoje, sob novos padrões, a participação do homem pode e deve aumentar, sendo o pai solidário e colaborando na educação dos filhos de modo mais participativo (PAI INTEGRADO), nos afazeres domésticos, sendo tudo combinado em comum acordo. No Capítulo 2 desta parte, o autor descreve cuidados com o filho no 1o. ano, leitura obrigatória para quem tem criança nessa fase e impossível de apresentar satisfatoriamente em resumos. O capítulo 3, filhos não vêm com manual, orienta 5 passos para uma educação integral: parar, ouvir, olha, pensar e agir. Indispensável. O capítulo 4 aborda situações críticas com a chegada de um irmão, birras, mentiras, etc. O capítulo 5 envolve o auxílio de terceiros, da babá aos avós, passando por creches e escolas.

limite na medida certa. cercada de afeto. pois a criança trás ao nascer apenas seu ser biológico (cromossomos). A alimentação da criança pequena é também um momento de disciplina. antes de chorar. A personalidade saudável é um bom alicerce para a capacitação profissional. Parte 03 ? Consta de um pequeno Manual de Mãe &Pai. Quanto mais próximo do nascimento.. 67 ed. a criança se levantará sem choros. por isso sua primeira reação. limite na medida certa. Quanto mais forte for o tapa ou empurrão. que tem imenso significado no gesto afetivo. drogas. Os pais não podem seguir os passos dos filhos e estes não podem repousar nas conquistas paternas e partem de onde os pais chegaram. relacionamento entre irmãos. papos e comida. Os filhos superam os pais! Assim caminha a civilização. Começa a andar e logo estará correndo. mesadas. ou prematura já pressupõe-se uma indisciplina grave: o desejo. 07 e 08. Por excesso de zelo. segundo casamento. Mas se a mãe agir com naturalidade: ³Caiu. tranqüila. Içami Tiba depois de inúmeras palestras sobre o tema Disciplina escreveu Disciplina. Bem nutrida.O leitor encontrará nos capítulos 06. São os pais. videogames. Um dos ritmos mais importantes estabelecidos desde os primeiros dias de vida. Criança sem alimento fica desnutrida. é o da alimentação. porque a musculatura está toda rígida. para ela. Desde a concepção os pais já têm a responsabilidade de serem disciplinados. O leite alimenta o corpo. hora de estudar. podendo vir a se tornar um adulto que busca na comida o alívio para suas ansiedades. O velho f ditado ?quem ama. conteúdo para lidar com a separação. Criança sem afeto entra em depressão. Orientando-se pelo ritmo biológico da criança a mãe erra menos. Ao levantar a criança que não quer ser erguida. A pessoa qualiica a profissão. As crianças não se machucam porque caem ³molinho´. a alma. ah. coletada em palestras dos autores. a criança percebendo seu pânico vai deduzir: cair é perigoso. subdivi o em nove itens. enquanto espera que ele se levante sozinha. Mães indisciplinadas desrespeitam seus filhos quando ignoram essa diferença e lhes impõe suas vontades. através de suas atitudes e gestos. educa!? Uma única palavra pode resumir este livro: INDISPENSÁVEL! Resumo do livro de Içami Tiba: DISCIPLINA. caiu´ ou ³Pulooou!´. Se a gravidez foi indesejada. Quando seu bebê chorar ela deve ± antes de lhe oferecer alimento ± verificar se este choro é motivado por algum desconforto como dor. a indisciplina ocorre porque a mãe faz valer sua própria interpretação. que irão influenciar de maneira direta na educação e na disciplina das crianças. O autor define que os filhos são como navios. Embora o alimento como mecanismo de compensação seja um assunto muito mais complexo. . frio. mas ponderando sempre que a responsabilidade de impor limites e tornar uma criança disciplinada é dos pais. Se nós adultos. educação sexual e temas cotidianos. Precisa aprender o significado daquilo.. mais a criança segue seu ritmo biológico ± e a disciplina deverá obedecer a esse ritmo. Afinal. ética. será um desastre. tornando-se umas indisciplinadas. O que a maioria das mães não entende é que as crianças de um ano de idade não se machucam quando caem sentadas. calor. Assim a criança não será habituada a compensar com alimentos qualquer necessidade sua no futuro. muitas mães acabam por desrespeitar a criança. O pai deve ter muita saúde psicológica para participar do gesto da alimentação. em vez de certificar-se primeiro dos desejos da criança. a raiz da obesidade pode residir aí. é olhar para a mãe. É preciso respeitar quando a criança troca a expressão de curiosidade por um olhar sério. Içami. mas eles foram construídos para navegar nos mares. O sumário sintetiza as perguntas destacando as áreas de interesse. ou instinto sexual superou a racionalidade da escolha de um método contraceptivo eficaz. O afeto. e não de um só. pois houve a concordância de ambos. São Paulo: Editora Gente. e isso é essencial para ajudar o filho a formar seu ser psicológico. Para lá os filhos levarão conhecimentos e trarão novidades. Parte 04 ? Contém 29 questões do público. 1996. E sendo assim a indisciplina foi do casal. Se eles forem indisciplinados. É muito comum vermos crianças que quando caem se a mãe (ou outra pessoa) lhe vem leva ntar esta lhe bate ou empurra como que diz: ³Eu me viro´. E a mãe o que faz? Se a mãe se apavora e demonstra isso. um acontecimento novo. Cair é. Disciplina. para novas descobertas e aventuras. É através da amamentação que a mãe transmite o modo de ser da família (³como-somos´). onde aborda o assunto de forma leve. cidadania. porque depende da interação com a mãe ou com a pessoa que a substitui. e ficar olhando para a criança com expressão boa. A maior segurança está no porto. a criança não precisa só de leite. a criança cresce e por volta de um ano de idade já é capaz de realizar algumas façanhas. para a educação dos filhos. cairmos. como autod estima. mais a criança está se sentindo incomodada com a ³ajuda´. LIMITE NA MEDIDA CERTA TIBA. sem traumas. Mas para chegar a este ponto ela cairá algumas vezes. não o inverso. A disciplina do casal influi ainda mais a partir do nascimento da criança. cuida? deve dar lugar ao novo ?quem ama.

Mas a mãe e o pai acham que não tem nada de mais aquele tio. aprende paulatinamente tudo que é preciso para se tornar um indivíduo autônomo enquanto cresce e se desenvolve física e cognitivamente. a escolher a própria comida. Quando a vergonha que a mãe sente é mais forte que a raiva. Desrespeitou as próprias proibições. Mas. Esse desejo não educado. vai sofrer muito´. na falta de outros recursos. Sabemos. pois não foi isso que a mãe lhe ensinou. Mas. arcando com todos os custos. principalmente em ambientes em que possa expor a mãe. Mães saudáveis preparam os filhos para arcar com as suas responsabilidades. com paciência. A birra pode ser apenas uma fase. busca a saciedade. A briga de custos é briga da escravidão. aquele colo estranho se tornará a familiar e a criança acabará por se acostumar àquele desconhecido. O interessante é que a meta escolhida. a criança transforma seu desejo supérfluo em algo essencial e necessário à sua vida. a mãe foi indisciplinada: proibiu e cedeu. Nesse jogo de ação e reação. pois ela. deixando a criança constantemente infeliz. Desde pequenas não aceitam esse tipo de imposição. Isso acontece porque a criança é movida por uma disciplina biológica que está sendo quebrada pela euforia do amor. A birra é uma ruptura no relacionamento. Com o passar dos anos. quando a mãe estiver sobrecarregada com a chegada de outro filho ou com atividades diversas. O filho. mandando que fique quieta desnecessariamente. Quanto mais velha for a criança mais elaborada será essa reação. A auto-estima dele cresce ao perceber que pode realizar seus desejos. vai protestar. que quando a única re alização de uma mulher é ser mãe. exigindo que a mãe sacie suas necessidades de qualquer maneira. será obrigada a deixar de trocá-la ou alimenta-la. Mas porque o pai não deixa comer um chocolate ou não compra um brinquedo no shopping. elas vão delegando à criança o poder de se cuidar. Quando a criança nasce é totalmente dependente. uma vontade desnecessária. escravo do atendimento da mãe. de repente. proibiu e cedeu. Essa autonomia pode dar ao filho a sensação de felicidade. felizmente a grande plasticidade psicológica que existe em um relacionamento saudável permite que ela supere o desrespeito por parte dos pais. insistindo que fique no colo de um estranho. A mãe torna-se escrava das necessidades ou vontades do filho. fica difícil aceitar que o filho está crescendo e permitir que ele comece a trocar de roupa sozinho. Na birra. aprende a balbuciar e a falar. Nem todos os filhos são iguais. ótimo. exceto abrir a boca. mas à medida que vai crescendo vai se tornando ao poucos mais independente. ela reage. a grande motivação da birra. vizinho pegar a criança pequena no colo e que logo. enfim. O filho venceu. adquirindo força de instinto. É como se ela . Cada um . lutando para que ela durma na hora em que querem. primo. caso contrário. Mas logo passa e dá lugar a um novo desejo. recorrem àquele que mais conhecem: a birra/ pirraça. e este torna-se impotente. Ninguém faz birra porque não quer estudar. fosse privada do benefício de servir ao próprio filho. mas se a mãe sempre ceder aos caprichos do filho essa fase pode demorar muito a passar. ensinando o filho a fazer o mesmo: desrespeitá-la. ela acaba atendendo ao desejo da criança antes que a gritaria tome conta do local. confunde saciedade com felicidade. A criança aprendeu que a birra pode ser uma arma para fazer valer suas vontades. configurando assim um abuso de poder por parte da mãe que é maior em tamanho e em capacidade de argumentação. portanto. Mas quem ensina a criança a fazer birra? Para chegar à birra. e forçá-la a ficar no colo dessa pessoa mesmo chorando e esperneando é uma agressão. diz que não com a cabeça. se esticar para o objeto que deseja. Nesse momento é possível que comece uma briga de benefícios que mais tarde tende a converter-se em uma briga de custos. Felicidade ou saciedade que se ganha ³de mão beijada´ não aumenta a auto-estima porque dispensa exatamente a capacidade de crescer em liberdade. Quando os pais não respeitam a disciplina biológica da criança (enfiando comida em sua boca quando ela está sem fome. Em determinado momento. demonstram força de ego. Uma mãe pode e deve atribuir tarefas diferentes a cada filho. mesmo sem estar com sono etc). aprende a sentar.Colocar a criança no colo de um desconhecido ou mesmo alguém da família que a criança não vê há muito tempo. E. Porém algumas mães indisciplinadas sentem-se obrigadas a continuar fazendo pela criança aquilo que esta já é capaz de fazer sozinha. porém. Só que a criança não está acostumada a se virar sozinha. aprende a engatinhar. comer sozinha. Por meio dela o birrento impõe a outra pessoa uma condição ³Se você me atender. mesmo que este pertença a família. a andar. quando a criança reage é muito comum a mãe passar por cima desta reação e continuar lhe impondo sua vontade. é um capricho. que nunca precisou arcar com nenhum custo para ter seus benefícios. se a birra ocorre em público. assim como seus pais. algumas crianças acabam por se demonstrar mais rebeldes. À criança resta engolir suas reações para não desencadear a ira materna. Trata-se de um estado psicótico de comportamento em que se nega a razão para fazer prevalecer uma vontade.

O pai também é responsável quando o filho se torna um folgado porque nenhuma dinâmica se perpetua se não houver conivência. E não poderia ser diferente: no tempo de Freud. pós-moderna. Em virtude desse instinto é que ainda hoje as mulheres sentemse culpadas por ficar longe dos filhos. aquele que já é capaz deixa de exercer sua capacidade e. ainda fala mais alto que todas as suas conquistas. a criança não se acha folgada. profissional e cultural. o pai é o grande controlador e a mãe. confundindo vontade com necessidade. tem sempre a impressão de contrariar seu instinto materno ao negar algo aos filhos. Diante de situações em que o filho é um fol gado e a mãe uma sufocada. Na experiência do autor. os casos mais complicados de delinqüência ou dependência de drogas recebem uma contribuição enorme da falta de ação do pai. da polícia ou de um fiscal. quem realmente cuidava das crianças era a mulher. Quem dá a palavra final do sim ou não. registra a seguinte mensagem: ³Eu posso fazer. Então. a mãe sufocada pela culpa sente-se obrigada a fazer aquilo que. pelo contrário. Ficar sem comer um dia não mata a criança. mas na grande maioria o instinto materno. Em outras palavras. Nas últimas décadas. dentro de si. mais feliz. pode educá-la. Essa mãe. poderia concluir que não é mais sua função. Tapa de pai é muito diferente de tapa de mãe. Em última i nstância. a grande apoiadora. E onde fica o pai nisso tudo? Durante muito tempo. de educar e de criar o filho. que se sentem culpadas por uma série de razões. Uma criança feliz não aprisiona a mãe a seus caprichos. eles fazem tudo o que querem. essencial para criar a disciplina relativa ao ato de comer. Daí levam essas vontades para fora de casa e querem saciá-las a todo custo. principalmente passando fome ou frio. Os delinqüentes sociais nada mais são que os folgados familiares que transformaram o abuso entre as paredes do lar em abuso externo. a mulher emancipou-se e ganhou destaque socioeconômico. Com freqüência. Se o filho recusa o alimento que está no prato. No entanto. os pais não devem se sentir mal quando favorecerem um em detrimento do outro. Por mais adequado que seja um não. facilmente entram nesse jogo: favorecem as cobranças dos filhos. Há um casamento perfeito aqui: de um lado. do outro. o silêncio do pai funciona como aprovação do comportamento do filho. uma malandragem consciente que em pouco tempo transf orma-se em hábito. é o casamento do folgado (que deixa de fazer) com o sufocado (que se sente obrigado a fazer). mas por que vou fazer se minha mãe faz por mim?´. Esse é o cúmulo da folga: ela passa a cobrar a realização de diversas tarefas como se fosse obrigação da mãe. Tratando -se de filho único: ³Eu sou capaz. a Psicanálise culpou apenas a mãe. As mulheres atribuladas de hoje. ainda assim custa -lhe muito aplicá-lo. . Mas hoje aquele furor antimaterno pode ser dividido entre as duas figuras que compõem o casal. No seu desejo de proteger. o filho folgado. é preciso enfatizar o seguinte: a criança que aprende a comer é mais livre. e portanto. como a presença de uma testemunha. A obsessão materna de saciar a fome do filho a qualquer custo o impede de aprender o ciclo vital fome/saciedade. mesmo que por meio do silêncio. O mecanismo de folga é. principalmente quando não há ninguém por perto para inibir.desenvolve um tipo específico de capacidade. Sente-se. A preocupação excessiva com a eqüidade é um dos mecanismos que conduzem um indivíduo a agir como um folgado. no começo. se avaliasse bem. lesada quando a mãe deixa de fazer o que sempre fez. Por isso. a mãe sempre dá um jeito de oferecer um substituto. a inclinação para ocupar-se da perpetuação da espécie. bate ou não é o pai. paga ou não. pois minha mãe também faz pelo meu irmão´. mas não vou. Não há nenhuma proibição na família. toda mãe se incomoda muito ao vê -lo sofrendo. A criança tem que comer de qualquer jeito. É justamen te aí que ela começa a perder o equilíbrio relacional e a submeter-se aos caprichos infantis. ao contrário. Sabe como? Qua ndo a mãe se sente na obrigação de realizar pelo filho algo que ele já tem capacidade de executar sozinho apenas porque o faz também pelo filho menor.

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