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ilustrações biblicas

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muito bom para jogar luz ao sermao.
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07/20/2013

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AMARGO REGRESSO Esta história é contada como verídica.

Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta. Ele ligou para seus pais e disse-lhes: - Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo. - Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo! - Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma per na. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco. - Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele. - Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco. - Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele. - Está certo, papai, o senhor tem razão! Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles. Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.

VASOS QUEBRADOS Era uma vez um depósito de vasos quebrados. Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais

eram respeitados pelos outros. Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou. Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho. E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados. Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados. Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó. E deixou de ser vaso! ABA, PAI! Debbie Moon, professora do primeiro ano, estava com seus alunos vendo a fotografia de uma família. Na foto, um menininho tinha o cabelo de cor diferente da dos outros. Uma das crianças, Jocelyn, achou que ele era diferente porque devia ter sido adotado, e disse: "Eu sei tudo sobre adoção porque eu sou adotada." "O que quer dizer ser adotado?", perguntou uma outra criança. "Significa," disse Jocelyn, "que você cresceu no coração de sua mãe em vez de crescer na barriga dela."

A CAMISA DA ALEGRIA Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro. Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas. Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelen te prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta. Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores. Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração. Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos. Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando. Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa. Um dos investigadores, espantado, perguntou -lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas e ra infeliz: - Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.

AS DUAS CAIXAS Deus deu-me duas caixas e disse: - Coloque todas as suas tristezas na caixa cinza e todas as suas alegrias na caixa azul. Tempos depois eu percebi que a caixa azul estava muito mais pesada que a caixa cinza e fiquei um pouco confuso, pois, se tive muitas alegrias na vida, também não me faltaram tristezas. Como, então, a caixa de alegrias podia pesar tão mais que a caixa de tristezas? Curioso, abri a caixa cinza e ela estava vazia, pois tinha um buraco no fundo. Então, eu perguntei: - Senhor, deste-me uma caixa furada e minhas tristezas desapareceram. Onde elas foram parar? - Elas vieram se apresentar diante do meu altar e as devolvi para você. - Para mim? Mas elas não estão comigo. - É que eu as devolvi transformadas. - Transformadas? Como assim, meu Senhor? - Transformadas em alegria. Olhe a sua caixa azul e você vai entender. Abri a caixa azul e lá estavam todas as minhas alegrias (como foi bom contá-las todas de uma vez). Mas, lá estavam também as minhas tristezas, com uma carinha diferente, transformadas em alegrias.

UMA NOTA DE ALEGRIA Certa vez perguntaram ao compositor alemão Franz Joseph Haydn qual a razão de suas composições sacras serem tão alegres. Ele respondeu: - Não posso fazê-las de outro modo. Quando penso em Deus e em Sua graça manifestada em Jesus Cristo, meu coração fica tão cheio de alegria

que as notas parecem saltar e dançar da pena com que escrevo. Já que Deus me tem dado um coração alegre, deve ser-me permitido servi-lo com alegria.

DOAÇÃO DE SANGUE Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Várias crianças tiveram morte instantânea. As demais ficaram muito feridas, entre elas, uma menina de oito anos, em estado grave. Ela precisava de sangue, urgentemente. Com um teste rápido descobriram seu tipo sangüíneo, mas, infelizmente, ninguém na equipe médica era compatível. Chamaram os moradores da aldeia e, com a ajuda de uma intérprete, lhes explicaram o que estava acontecendo. A maioria não podia doar sangue, devido ao seu estado de saúde. Após testar o tipo sangüíneo dos poucos candidatos que restaram, constataram que somente um menino estava em condições de socorrê-la. Deitaram-no numa cama ao lado da menina e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto, enquanto seu sangue era coletado. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico pediu para a intérprete perguntou a ele se estava doendo. Ele disse que não. Mas não demorou muito, soluçou de novo e lágrimas correram por seu rostinho. O médico ficou preocupado e pediu para a intérprete lhe perguntar o que estava acontecendo. A enfermeira conversou suavemente com ele e explicou para o médico porque ele estava chorando: - Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que você disse e estava achando que ia ter que doar todo o seu sangue para a menina não morrer. O médico se aproximou dele e com a ajuda da intérprete perguntou: - Mas se era assim, porque então você se ofereceu para doar seu sangue?

- Porque ela é minha amiga.

EU SABIA! Na guerra... - Meu amigo ainda não regressou do campo d e batalha, senhor. Solicito permissão para ir buscá-lo, pediu um soldado ao seu superior.

- Permissão negada, soldado, respondeu o oficial , não quero que você arrisque a sua vida por um homem que provavelmente já está morto.
O soldado, desconsiderando a proibição, saiu e, uma hora mais tarde, voltou transportando o cadáver de seu amigo. O oficial ficou furioso: - Eu te disse que ele já estava morto! Agora, por causa da sua indisciplina, eu perdi dois homens, pois você ficará preso e enfrentará a corte marcial. Valeu a pena, soldado, só pra resgatar um cadáver? E o soldado respondeu: - Senhor, quando encontrei o meu amigo ele ainda estava vivo e pode me dizer: "Eu sabia que você viria!"

MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO Conta uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, começaram a discutir tanto que um acabou dando um soco no rosto do outro. O que foi agredido, sem nada dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO DEU-ME UM SOCO NO ROSTO. Mesmo ressentidos, seguiram viagem juntos e chegaram a um oásis. Enquanto se banhava num dos poços, o que havia levado o soco começou a se afogar, mas, foi salvo pelo amigo. Ao se recuperar pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA!

Quando um amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá ap agar.

O MELHOR AMIGO DO MENINO Ao ver os filhotinhos na vitrine, um menino que ia passando ficou quase louco para comprar um cachorrinho. Ele não tinha muita noção do valor do dinheiro, por isso achou que as poucas moedas que tinha no bolso seriam suficientes. Não eram, mas, ele entrou na loja assim mesmo. O dono o atendeu com cortezia, porém, sabia que não teria condições de atender ao desejo do garoto. Nisso, uma cadela veio dos fundos da loja, seguida de cinco bolinhas de pêlo, um mais lindo que o outro, com exceção do último, que era mais lerdo que os demais.

- O que há com ele? Parece estar mancando, perguntou o menino. - Ele nasceu com um problema na junta do quadril. - É esse que eu quero! - O veterinário disse que esse cachorrinho vai andar mancando assim para sempre. Sempre andará mais devagar que os outros. Tem certeza de que quer um bichinho assim? - Sim, eu tenho certeza. - Então, disse o homem, eu vou dá-lo para você, pois ele não tem valor comercial. - Mas, para mim, tem muito valor. Será meu melhor amigo. - E não te incomoda ele ser manco?
O garoto, então, levanta a perna da calça e mostra os aparelhos que usa para andar: - Eu também manco! Dá uma piscadinha para o homem e conclui: - Acho que nós vamos nos dar muito bem. QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA Dois amigos encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu.

O outro usava muleta e, não podendo fugir, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora (dizem que urso não mexe com quem está morto). O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que o urso tinha cochichado em seu ouvindo: - Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo.

UM MILAGRE CHAMADO "AMIZADE" Eles se conheceram quase por acaso, voltando da escola. Toinho deixou seus livros caírem no chão e Zé o ajudou. Já que suas casas eram próximas, Zé o ajudou a carregar seu material escolar. Passaram aquela tarde juntos, vendo televisão, jogando futebol e outros passatempos de adolescentes. Formaram-se no colegial no ano seguinte. Na noite da formatura, Toinho perguntou a Zé:

- Lembra-se de quando nos conhecemos? - Sim, respondeu o amigo, você parecia um "nerd" com aquele monte de livros. - Sabe porque eu estava carregando todos aqueles livros? - Nem imagino, Toinho. - Eu tinha limpado meu armário na escola e estava indo para casa tomar um vidro inteiro de um dos calmantes da minha mãe. Eu queria morrer... mas não queira deixar meu armário bagunçado. - Que loucura, amigo!? Porque isso? - Minha vida estava uma droga!!! Mas, depois passarmos aquele dia juntos, conversando e rindo, eu percebi que se eu tivesse me matado, teria perdido aquele momento e tantos outros que estariam por vir. Quando você se

abaixou para me ajudar a pegar aqueles livros no chão e se tornou meu melhor amigo, evitou que eu fizesse uma besteira. Obrigado!
A APOSTA DOS SENTIMENTOS RUINS Certa vez, os piores sentimentos que existem apostaram entre si qual deles seria capaz de tomar o lugar da Felicidade que vivia numa casa de família. O primeiro sentimento a tentar foi a Solidão, porém, em poucos minutos ela saiu de lá, muito decepcionada com seu próprio fracasso. Mas, não contou para os outros sentimentos o quê a levou a fracassar. O próximo a tentar foi a Tristeza, mas, antes de bater à porta, espiou pela janela e desistiu. Ela também não contou nada para os outros. O Desespero, a Ansiedade, o Ódio e a Culpa também fracassaram e, igualmente, nada contaram. Um dia, quando a família saiu para passear com a Felicidade, a Curiosidade e o Atrevimento invadiram a casa, para tentar descobrir porquê nenhum sentimento ruim conseguia entrar ou permanecer ali. Eles pensavam que iam poder xeretar à vontade, mas levaram um susto muito grande, pois, a casa não estava vazia, o Amor estava lá, cuidando de tudo. Os dois sairam correndo e gritando: - É o Amor! O Amor vive nesta casa. - Desistam, pois onde mora o Amor a Felicidade mora junto e não sobra lugar para nenhum sentimento ruim A ILHA DOS SENTIMENTOS Era uma vez uma ilha onde moravam os sentimentos. Num dia de muita tempestade a ilha toda foi inundada e cada um procurou salvar-se como pode. O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar. Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: - Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!

Ao ver a VAIDADE passar, também pediu ajuda: -Não posso, você está todo sujo e vai sujar meu barquinho! Ao ver a TRISTEZA passar, também pediu ajuda: -Ah! AMOR, estou tão triste... prefiro ficar sozinha! A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro. Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor. Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou? Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.

O círculo do amor ± A história de Bryan
Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento, mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou o seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava à tinta de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma coisa? Ele não parecia seguro; parecia pobre e faminto. Ele pode ver que ela estava com muito medo e disse: ³ - Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan". Bem, tudo o que ela tinha era um pneu furado, mas, para uma senhora, era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas, ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali. Disse que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu, enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia (qua lquer quantia teria sido muito pouco para ela). Já tinha imaginado todas as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado. Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo. Ele respondeu: ³- Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda de que ela precisa´. E acrescentou: ³... e pense em mim´. Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo para casa, desaparecendo no crepúsculo. Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante um tanto sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso. Um sorriso que, mesmo depois de um dia inteiro de trabalho com os pés doendo, não pode apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco na vida podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido, quando a garçonete voltou. A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de cem dólares. Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora havia escrito.

Dizia: ³Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma eu a estou ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este círculo de amor terminar em você´. Bem. Havia mesas para limpar, açucareiros para encher e pessoas para servir. Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixara escrito. Como pode aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil. Ela virou -se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu -lhe um beijo macio e sussurrou: ³- Tudo ficará bem, meu amor. Eu te amo Bryan´. Pense nisso, e não feche esse círculo de amor.

NISTO CONHECERÃO QUE SOIS MEUS No corre-corre de um terminal rodoviário algumas pessoas derrubaram um tabuleiro de maçãs-do-amor, esparramando-as pelo chão. Somente um homem parou para ajudar a pequena vendedora. Ao começar a recolher as frutas, ele percebeu que ela era cega. Gentilmente ajudou-a a levantar o tabuleiro e a ajuntar as maçãs. Ao ficar verificar que várias de suas frutas se estragaram na queda, a menina ficou visivelmente apreensiva: - Minha mãe vai ficar muito triste. - Não se preocupe, minha querida, disse-lhe o homem , eu pago as maças que se estragaram. Pagou e despediu-se dela, mas ela o chamou e perguntou: - Moço, é você que é Jesus? - Não, minha querida, mas sou um dos amigos dele.

ROSA OU PORCO-ESPINHO? Certo homem, que nunca tinha visto uma única rosa em sua vida, entrou numa floricultura e comprou um lindo arranjo para dar para a sua

esposa, mas, tanto gostou daquelas maravilhosas flores que, posteriormente, comprou umas mudas de roseira e passou a cultivá-las no quintal da sua casa. A princípio, cuidou muito bem delas, porém, antes que um único botão surgisse em sua plantação, ele ficou abismado com a quantidade de espinhos: - Como pode uma flor tão linda vir de uma planta tão espinhosa? Entristecido, abandonou o cultivo e deixou que as plantas morressem por falta d'água.

SALVOS POR UM COPO DE LEITE! Um dia, um rapaz pobre que vendia mercadorias de porta em porta para pagar seus estudos, estava com muita fome e só lhe restava uma pequena moeda no bolso. Decidiu, então, que ao invés de tentar vender, iria pedir comida na próxima casa; porém seus nervos o traíram quando uma encantadora jovem lhe abriu a porta. Em vez de comida, pediu um copo de água. A mulher percebeu que ele estava com fome e lhe deu um grande copo de leite. Ele bebeu devagar e depois lhe perguntou:

- Quanto lhe devo? - Não me deve nada - respondeu ela. E continuou: - Minha mãe sempre nos ensinou a ajudar as pessoas. - Pois te agradeço todo coração, a você e à sua mãe.
O rapaz saiu daquela casa não só refeito fisicamente, mas também com sua fé renovada em Deus e nos homens. Ele já havia resolvido abandonar os estudos devido às dificuldades financeiras que estava passando, mas aquele gesto de bondade o fortaleceu. Anos depois, essa jovem mulher ficou gravemente doente. Os médicos locais estavam confusos. Finalmente a enviaram à cidade grande, para se tratar. O médico de plantão naquele dia era o Dr. Howard Kelly, um dos maiores especialistas do país naquela área. Quando escutou o nom e do povoado de onde ela viera, uma estranha luz encheu seus olhos e de pronto foi ver a paciente.

Reconheceu-a imediatamente e determinou-se a fazer o melhor para salvar sua vida, passando a dedicar-lhe atenção especial. Contudo, nada lhe disse sobre o primeiro encontro que tiveram no passado. Depois de uma terrível batalha, eles finalmente venceram aquela enfermidade. Ao receber alta, ela teve medo de ver a conta do hospital, porque imaginava que levaria o resto da sua vida para pagar por aquele tratamento tão caro e demorado. Quando, finalmente, abriu a fatura, seu coração se encheu de alegria com estas palavras: "Totalmente pago - há muitos anos - com um copo de leite - ass.: Dr.Howard Kelly." Só então ela se lembrou de onde conhecia aquele médico. "Na vida nada acontece por acaso. O que você faz hoje, pode fazer a diferença em sua vida amanhã."

UM DOMINGO QUASE IGUAL Mamãe estava muito concentrada fazendo o almoço de Domingo, quando papai convidou-me para ir com ele comprar guaraná. Saímos com duas sacolas cheias de vasilhames. Eu estava ficando animado, pois estávamos chegando perto do bar. Para minha surpresa, ele passou direto, sem parar, parecendo não ter visto o bar. Então perguntei: - Pai, você não vai comprar aqui? E ele respondeu: - Vamos mais adiante. Seguimos mais alguns metros e chegamos perto da padaria, que fica bem em frente a adega. Fiquei intrigado quando tranqüilamente ele seguiu em frente como se não tivesse visto nem uma nem outra. Tornei a perguntar: - Pai, nós não vamos pegar os refrigerantes aqui? Pacientemente, respondeu-me: - Só mais um pouquinho e nós vamos chegar ao mercado. Confesso que estava ficando chateado e bravo, pois tínhamos passado por três lugares diferentes que vendiam guaraná e o meu pai quis an dar mais só para comprá-los ali.

Ao entrarmos no mercadinho, Sr. Silva nos deu um sorriso muito gostoso e espontâneo. A primeira coisa que perguntou foi se a mamãe havia melhorado do resfriado. Prestativamente foi pegando nossas sacolas e colocando nelas os refrigerantes. Meu pai quis saber notícias da mulher dele, dona Maria. Foi informado de que ela estava arrumando a casa e preparando o almoço, pois o domingo era o único dia da semana em que não trabalhavam o dia todo. Os dois conversaram mais um pou co e então pude observar a amizade e o carinho que respeitosamente tinham um pelo outro. Ao despedirem-se, Sr. Silva fez um gesto carinhoso na minha cabeça, olhou-me com ternura e comentou com meu pai: - Como está bonito este garoto! Você deve ter muito orgulho dele! Saímos do mercadinho e voltamos para casa. No caminho comecei a pensar e responder no lugar do meu pai à pergunta que eu mesmo havia lhe feito enquanto íamos. O preço daquele refrigerante era mais ou menos igual em qualquer um dos lugares, só que ali, naquele mercadinho, tanto eu quanto meu pai sentimo-nos reconhecidos como seres individuais, pessoas distintas e diferentes do mundo. Naquele domingo aprendi uma lição especial; igual em conteúdo, em rótulo e em tampinha só mesmo o guaraná. Eu sou alguém especial, tenho minha individualidade e devo valorizar -me por isso, fazendo a mesma coisa com as outras pessoas. Isto é muito legal e faz com que nos sintamos muito bem.

A PRINCESA ESQUECIDA Era uma vez uma princesa muito bela e sensível, q ue apesar de ter vários pretendentes, nenhum a pedia em casamento, porque ela tinha um problema: era esquecida. No entanto, não era de tudo que ela se esquecia. Na verdade, ela se esquecia de apenas uma coisa: que havia se apaixonado no dia anterior. Isso obrigava os rapazes a ter que reconquistá-la todos os dias. Apesar desta tarefa não ser muito difícil (pois ela se apaixonava com facilidade), eles tinham medo.

Finalmente, apareceu um pretendente muito determinado, e se casou com ela. Quando eles fizeram cinco anos de casamento, o rei fez uma grande festa e, ao ver sua filha feliz e radiante, mais linda do que nunca, perguntou ao rapaz: - Aquele problema da minha filha... bem, vocês estão conseguindo superar? Não tem atrapalhado o casamento de vocês?

- Não, meu rei, ao contrário. Ter que reconquistá-la todos os dias não é um problema, é uma benção. É a força do nosso casamento
EU SEI QUEM VOCÊ É Todas as manhãs um senhor idoso pegava aquele ônibus lotado e descia em frente à uma clínica. Certo dia, uma moça que sempre o observava, perguntou-lhe: - O senhor trabalha nesta clínica?

- Não, respondeu ele, minha esposa está internada aí. Ela tem o mal de Alzheimer. - Puxa, lamento muito. E como ela está? - Não está muito bem. Está com a memória bastante prejudicada. Já nem me reconhece mais. - Mesmo assim o senhor enfrenta este ônibus lotado todos os dias, somente para vim visitá-la. - Sim! - Mas, se ela já não o reconhece mais, nem se lembra das coisas, porque o senhor vem todos os dias? - Ela já não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é. Ela não se lembra mais das coisas, mas eu jamais me esquecerei dela.

HISTÓRIA CABELUDA O. Henry, famoso contista norte-americano, conta-nos uma deliciosa história de amor conjugal. Um casal muito pobre queria se presentear no Natal, mas nenhum dos dois tinha dinheiro.

Como ela tinha um cabelo maravilhoso, resolveu vendê-lo para comprar uma pulseira nova para ele colocar no relógio que havia herdado do pai (uma jóia que acompanhava a família há três gerações), e q ue há muito tempo estava com a pulseira quebrada. Quando ele chegou em casa, na noite de Natal, levou um tremendo susto ao vê-la de cabelo curto, mas sua surpresa foi ainda maior quando ela lhe deu a pulseira, pois, para poder comprar para ela dois pentes raros, de casco de tartaruga, orlados de pedraria, na cor exata para combinar com seu cabelo, ele havia vendido o relógio.

NÃO É BOM QUE ESTEJA SÓ Uma semana após a criação da mulher, o homem voltou -se à Deus e disselhe: - Senhor, a criatura que fizestes para ser minha companheira transformou a minha vida num tormento. Ela fala sem cessar e insiste em que lhe dê atenção o dia inteiro. Chora por qualquer motivo. Fica emburrada com facilidade e é quase impossível fazer com que deixe de ficar emburrada. Vim devolvê-la. Por favor, não se ofenda, mas, não posso viver com ela. Uma semana depois: - Senhor, minha vida ficou tão vazia desde que eu lhe devolvi a mulher que me deste. Penso nela o tempo todo, em sua alegria, seus olhos, sua voz, seus beijos e abraços. Como dormia em meus braços, como se fosse um anjo. Se for possível, Senhor, peço que a devolva para mim. Uma semana depois: - Senhor, não sei como lhe explicar, mas nestas últimas semanas cheguei à conclusão que ela me causa mais problemas do que alegr ias. Tome-a de volta, por favor! Não consigo viver com ela!

- Mas, também não pode viver sem ela! - É verdade, Senhor, não consigo viver com ela e não consigo viver sem ela. O quê está acontecendo comigo, meu Deus? - Você acaba de descobrir o AMOR. O único modo de vocês conseguirem viver juntos é com amor.
JESUSCIDÊNCIA

Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso). Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu telefonar para sua esposa, antes de voltar para casa. A esposa não atendeu o telefone, apesar de tocar várias vezes. O pastor continuou a fazer mais algumas coisas e, mais tarde, tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela n ão havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado. Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema. Era de um homem e ele queria saber por quê haviam ligado para sua casa no sábado à noite. O pastor, então, entendeu que havia cometido um engano e pediu desculpas ao homem por perturbá-lo, explicando que havia tentado falar com sua esposa. O homem disse-lhe: - Tudo bem, não precisa se desculpar, pois, não liguei para reclamar. Liguei para agradecer. Eu estava planejando me suicidar naquele momento. Antes, porém, eu orei dizendo: "Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres que eu faça isso, dá-me um sinal, agora". Naquele momento, o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almyghty God" (Deus Todo-Poderoso). O pastor ficou maravilhado com a coincidência e perguntou: - E por que você não atendeu, meu amigo? Ele respondeu: - Eu fiquei com medo.

Jesus e as crianças
Um casal de ateus tinha uma filha a quem jamais havia m dito uma palavra sequer sobre Deus. Uma noite, quando a menina co ntava co m seus 5 anos de idad e, e m meio a uma brig a, o pai a tirou na mã e, na f rente da criança, e depo is se matou.

A menina assistiu a tudo. Após a tragédia, ela foi mandada para um orfanato que era cuidado por uma senhora cristã muito devota, que resolveu ³apresentar´ Jesus para a menina. Na primeira oportunidade, aquela mulher mostra u ma gravura on de Jesus é rep resentado ao lado de cria nças. Ela pergunta : - Alguém aqui sabe me dizer quem é este ho mem? E, para sua surpresa, aquela menininha que nunca tinha ouvido falar de Jesus, levantou a mãozinha e disse: - Eu sei! A mulher, então, perg unta-lhe: - Vo cê o conhece? - Sim, responde a menina, é o ho mem que estava me segurando no colo no dia que meus pais morrera m.

" Então lhe trouxeram algumas crianças para que lhes impusesse as mãos, e orasse; mas os discípulos os repreenderam. Jesus, porém, disse: Deixa as crianças e não as impeçais de virem a mim" - Mateus 19.13-14.
História contada como verídica.

AMOR DE MÃE! Certa vez perguntaram a uma mulher que tinha tido muitos filhos qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

"Nada é mais volúvel que um coração de mãe", respondeu ela, "o filho a quem eu mais amo, a quem eu me dedico de corpo e alma, é o meu filho doente até que sare; o que partiu, até que volte; o que está cansado, até que descanse; o que está com fome, até que se alimente; o que está com sede, até que sacie sua sede; o que está estudando, até que aprenda; o que está nú, até que se vista; o que não trabalha, até que se empregue; o que namora, até que se de case; o que prometeu, até que cumpra; o que deve, até que pague; o que chora, até que se acalme".
E, já com um olhar distante, completou: "O que me, deixou, até que eu o reencontre". AMOR NA LATINHA
[Um fato real]

Dois irmãozinhos maltrapilhos, um de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo comida de porta em porta.

Depois de muitas portas na cara, acabaram ganhando uma latinha de leite condensado. Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O maior fez um furo na latinha, levou-a à boca, sorveu só uma gotinha e passou a lata para o menor. - Agora é a sua vez. O pequeno chupava o leite condensado com um prazer indescritível. Para evitar que ele bebesse muito depressa, o maior tomava-lhe a lata e dava à entender que ia beber à vontade, mas, só molhava os lábios, para deixar mais leite para o caçula. - Agora é a sua vez. Só um pouquinho, he im... Quando o leite acabou, o mais velho começou a cantar, a sambar e a jogar futebol com a lata vazia. Estava radiante. O estômago vazio, mas o coração cheio de alegria. E recomeçaram sua caminhada de porta em porta. BICICLETINHA Certa vez fui convidado para falar durante um banquete numa sextafeira à noite. Ao chegar em casa, de volta do seminário onde leciono, entrei com o carro na garagem e à luz do farol vi a bicicleta do meu filho Bob. Havia dias que permanecia na garagem com o pneu traseiro completamente vazio. Eu havia prometido consertá -lo, mas não encontrava tempo para fazê-lo. No dia seguinte, pela manhã, eu iria sair em viagem; por isso, ou o consertava agora ou o momento ideal nunca chegaria. Chamei o Bob, pegamos a bicicleta e colocamos u m remendo no pneu rasgado. A seguir, tomei um banho rápido, troquei de camisa e gravata e saí correndo para banquete. Cheguei com apenas vinte minutos de atraso, mas o anfitrião já estava tendo úlceras. - Por onde andava? perguntou ansioso. - Perdoe-me o atraso, disse sincero, mas tive que consertar um pneu. - Achei que seu carro era novo! - É sim. Era o pneu da bicicleta do meu filho.

Puff! O sujeito perdeu a calma! Não poupou palavras. Rasgou o verbo, irado, insinuando que eu estava desperdiçando o prec ioso tempo dele e dos convidados por causa de uma bicicletinha. Quando parou para tomar fôlego, perguntei calmo: - Já lhe ocorreu alguma vez, meu amigo, que para mim é muito mais importante consertar a bicicleta do meu filho do que participar do seu banquete? Não muito tempo depois deste incidente, e u e o Bob jogávamos bola num parque quando lhe perguntei: - Diga-me a verdade, filho, você me ama? - Te amo demais, pai! respondeu ele. - Fico feliz em ouvi isto. Mas por que você me ama? - Porque jogamos bola juntos e você conserta a minha bicicleta. BOLAS DE PLÁSTICO Estava preocupado com a minha filha. Betsy estava entrando na adolescência e passava por uma daquelas fases em que qualquer pequeno problema parece uma tragédia. Nos últimos tempos, andava cabisbaixa porque uma de suas melhores amigas resolvera implicar com suas roupas e debochar de tudo que ela dizia. Queria encontrar uma forma de ensinar a Betsy que a vida é cheia de altos e baixos e que precisamos enfrentar as adversidades de cabeça erguida, sem deixar que afetem nossa auto-estima. Mas fazer com que ela compreendesse isso não seria uma tarefa fácil. Como a maioria das meninas da sua idade, Betsy achava que os pais viviam em outro mundo e não entendiam seus problemas.

- Minha vida é uma droga. Ninguém se importa comigo e às vezes penso que ninguém ligaria se eu não estivesse mais aqui ± ela respondeu uma noite, quando tentei conversar com ela sobre a melhor maneira de lidar com as críticas da amiga. - Eu e sua mãe nos importamos. Você é uma garota fabulosa ± disse, dando-lhe um beijo de boa-noite.
Antes de dormir, conversei com minha mulher, Nancy, sobre o que podíamos fazer para ajudar Betsy. Pensamos numa boa estratégia. No dia seguinte, durante o jantar com Betsy e o caçula, Andy, minha mulher comentou acerca de um discurso que o pastor de nossa igreja tinha feito há alguns dias. Ele tinha comparado os problemas com uma bola de plástico, daquelas bem leves que as crianças gostam de jogar na

praia. O pastor pediu que imaginássemos que estávamos no fundo de uma piscina e tentávamos manter a bola entre as pernas, sob a água. Isso era fácil por algum tempo, mas depois só havia duas possibilidades. Ou você ficava tão cansado que deixava a bola escapar e pipocar na superfície ou ± que é pior ± ficava tão cansado em tentar mantê-la submersa que acabaria se afogando. A mensagem do pastor era clara: não adianta tentar esconder os problemas a qualquer custo. Mesmo usando toda nossa força e determinação, em algum momento eles virão à tona e lutar contra isso pode arruinar nossa vida. Por outro lado, ao observar as mentiras, mágoas, dúvidas e medos à luz do dia, temos muito mais chances de superar os obstáculos e perceber que não eram assim tão importantes. Depois que Nancy contou a história, pude ver que os meninos estavam tentando entender o que aquilo tinha a ver com eles. Expliquei que, às vezes, todos nós temos nossas "bolas de plástico", que tentamos esconder. Pedi que, a partir de então, sempre que eles tivessem dificuldade em nos contar um problema, deveriam simplesmente dizer: "Tenho uma bola de plástico." Nancy e eu prometemos que a única coisa que faríamos por vinte e quatro horas seria ouvir. Nada de gritos, julgamentos, conselhos: apenas ouvir. Depois de vinte e quatro horas, poderíamos tentar lhes ajudar a sair do problema. O fundamental era que soubessem que sempre estaríamos por perto e prontos para ouvir, independente da gravidade da situação. Através dos anos, eles nos apresentaram muitas "bolas de plástico", normalmente tarde da noite. Algumas eram mais sérias que outras. Algumas até engraçadas e tentávamos não rir quando nos contavam. Outras jamais chegaram aos nossos ouvidos, mas foram divididas com amigos da família. Sempre nos submetemos à regra das vinte e quatro horas. Nunca voltamos atrás em nossa promessas, não importando o quanto queríamos reagir ao que contavam. Os dois agora são adultos. Tenho certeza de que ainda têm "bolas de plástico" de vez em quando. Todos temos. Mas sabem que estaremos por perto para ouvi-los. Afinal, o que é uma bola de plástico? Algo que desaparece quando você a solta ao vento. Jeff Bohne

COM VOCÊ Certa vez um pai deu um castigo ao filho: - Dormir no sótão. Lá pela meia-noite o pai foi vê-lo e o encontrou com os olhos arregalados. - Pai, deixe-me ir dormir na minha cama. - Não, meu filho, você foi rebelde e precisa aprender a arcar com as conseqüências dos seus atos. - Mas, pai, eu tenho medo de ficar aqui sozinho. - Então, o papai vem dormir com você. DOCE REGRESSO Um artista muito talentoso estava preocupado, pois ainda não havia pintado a "sua tela", a obra-prima que seria a suma expressão de sua arte. E como seguia por uma estrada a procurar uma grande idéia, encontrouse com um velho ministro e perguntou-lhe qual era a coisa mais bela do mundo: - A coisa mais bela do mundo é a fé. Daí à pouco, encontrou-se com uma jovem vestida de noiva e fez-lhe a mesma pergunta: - É o amor, respondeu ela. Por fim, encontrou um veterano de guerra: - A coisa mais bela do mundo é a paz, disse o soldado. Enquanto voltava, ia meditando nestas respostas: "Fé, amor e paz". Como poderia representar tudo isso num único quadro? A resposta parecia-lhe demasiada difícil, até que entrou em casa e viu a fé no olhar de seus filhos, o amor no sorriso da esposa e a paz ali mesmo, no seu ambiente familiar. Lançou-se de imediato à pintura e, quando terminou, chamou a sua obra prima de: "O Lar".

É COISA DE PELE! Uma menina estava com medo de dormir sozinha. Sua mãe lhe trouxe uma boneca, conversou com ela e deu-lhe boa noite, mas não adiantou. Então, sua mãe orou com ela e disse-lhe que os anjos iriam ficar no quarto, mas nada disso deu-lhe confiança e ela começou a chorar: - Fique aqui comigo, mamãe. Eu não quero a boneca nem os anjos, eu quero alguém com pele.

O MILAGRE DA CANÇÃO DE UM IRMÃO Uma história real! Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer. A gravidez se desenvolveu normalmente, entretanto surgiram algumas complicações no trabalho de parto e a menina foi levada para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passavam e a menininha piorava. O médico disse aos pais que deveriam preparem-se para o pior, pois as chances dela eram muito pequenas. Enquanto isso Michael, todos os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Michael continuava insistindo com seus pais para conhecer sua irmãzinha, mas crianças não eram permitidas naquela UTI. Karen decidiu que levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a irmãzinha!" Finalmente Michael foi levado até a incubadora. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha, a mesma canção que

cantava para ela ainda na barriga da mãe: "- Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...". Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada. Todos se emocionaram e alguns até choraram. No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa. O Womans Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão." Karen chamou de "O milagre do amor de Deus". O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO.

"O amor é benigno" - I Coríntios 13.4.
Fonte: O Womans Day Magazine

O NÓ DE AFETO Em uma reunião de pais, numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia -lhes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível. Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças. Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tem po de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, porque, quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo e, quando voltava, já era muito tarde, e o garoto não mais estava acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá -lo. Quando o filho

acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sua turma.

PARA MEU NETO Ouvi num domingo, na igreja, a história de uma família de refugiados do Leste europeu, forçada a sair de casa por tropas invasoras. Perceberam que a única chance de escapar dos horrores da guerra era atravessar as montanhas que circundavam a cidade. Tinham certeza de que estariam a salvo num país vizinho e neutro, caso conseguissem fazer a travessia. mas o avô não estava bem e a viagem seria dura. - Me deixem para trás ± pediu ele - os soldados não vão se importar com um homem velho como eu.

- Vão sim ± disse o filho ± para o senhor será a morte. - Não podemos deixar o senhor aqui, papai ± reforçou a filha ± Se o senhor não for, então nós também não vamos.
O idoso finalmente cedeu e a família, composta de umas dez pessoas de diversas idades, inclusive uma netinha de um ano, partiu em direção à cadeia de montanhas que se via à distancia. Caminharam em silêncio, revezando-se para carregar o bebê, o que tornou mais difícil a subida do desfiladeiro. Depois de várias horas, o avô se sentou numa rocha e deixou pender a cabeça.

- Continuem sozinhos. Não vou conseguir ± disse. - Vai, sim ± encorajou o filho ± Tem de conseguir. - Não ± disse o avô ± Me deixem aqui. - Vamos ± disse o filho ± Precisamos do senhor, é sua vez de carregar o bebê.

O homem levantou o rosto e viu as fisionomias cansadas dos demais. Olhou para o bebê envolto num cobertor, agora no colo de seu neto de treze anos, um menino magrinho.

- Claro ± disse o avô ± É a minha vez. Vamos passem o bebê para mim . Ele se levantou e ajeitou o bebê no colo, olhando seu rostinho inocente. De repente, sentiu uma força renovada e um enorme desejo de ver sua família a salvo numa terra em que a guerra seria uma memória distante. - Vamos ± disse ele, com determinação ± Já estou bem. Só precisava descansar um pouco. Vamos andando.
O grupo prosseguiu, com o avô carregando o bebê. E, naquela n oite, a família conseguiu cruzar a fronteira a salvo. Todos os que iniciaram o longo percurso pelas montanhas conseguiram terminá -lo, inclusive o avô. Floyd Wickman e Terri Sjodin
Histórias para Aquecer o Coração dos Pais Jack Canfield & Mark V. Hansen & Jeff Aubery & Mark & Chrissy Donnelly Editora Sextante

PORTAS ABERTAS Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história se passou. Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição. Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles. Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe permitissem. Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para casa". Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de

ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças. Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha. Entrou assustada, apavorada com a idéia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o quê" poderia ter feito. Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito. Abraçaram-se. Reconciliaram-se. Lembrando-se da porta aberta, a moça disse: - Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei. - Por que, minha filha? - É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta. - Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada. USE TODA A SUA FORÇA Um menino tentava em vão levantar uma sacola pesada demais para ele. Seu pai, ali ao seu lado, esticava o braço e abrindo a mão, dizia -lhe: - Use toda a sua força que você consegue, meu filho. Ele tentou mais uma ou duas vezes, sem sucesso. E o pai falava as mesmas palavras e repetia o mesmo gesto. - Eu não consigo, pai - desabafou o menino. - Olhe para mim, filho, disse o homem e, mexendo os dedos e olhando para a sua mão, repetiu vagarosamente, use... toda... a... sua... força! Só então o menino entendeu que o pai estava esticando a mão para pegar numa das alças da sacola. Ele não estava só. Seu pai estava ali ao seu lado para lhe dar uma força. TIQUETAQUETANDO

Um relógio começou a calcular o trabalho que teria que fazer no ano seguinte. - Eu tenho que tiquetaquear duas vezes por segundo, isso quer dizer que terei que tiquetaquear 120 vezes a cada minuto. Numa hora, serão 7.2000 vezes; durante o dia, em 24 horas, serão 172.800 vezes. Ora, nu m ano precisarei tiquetaquear 63 milhões de vezes. Meu Deus, isso é demais até para um bom relógio como eu! Assim, de cifra em cifra, imaginando o imenso trabalho que teria pela frente, o relógio não resistiu. Teve um colapso e pifou. BARBA DE MOLHO Cansado de ver seus sermões caírem no vazio, um pastor resolveu dar uma lição inesquecível aos seus ouvintes. Num dos cultos semanais mais concorridos, ele subiu ao púlpito com seu aparelho de barbear, bacia, água, espuma, caneca, espelho e toalha. Nem sequer cumprimentou a igreja e, tranqüilamente, colocou água na bacia, testou a temperatura, ajeitou o espelho, pegou uma caneca, fez espuma, passou na cara, e começou a se barbear. Gastou vários minutos nisso, que pareceram uma eternidade para os presentes. Ao final, quando todos esperavam que o pastor fosse fazer um desfecho maravilhoso, fosse lhes apontar o "moral da história", ele simplesmente enxugou o rosto com a toalha, encerrou o culto e despediu o povo de volta para as suas casas. Aquela semana foi atípica. O povo comentou o fato todos os dias, tentado advinhar o significado de tudo aquilo: ³-Que mensagem ele quer nos passar?´, ³-Qual é o simbolismo espiritual da água, do sabão, do barbear-se?´ Dias depois, quando ele subiu novamente àquele púlpit o, a igreja estava cheia. O pastor olhou para a congregação e disse-lhes: - Sei que vocês querem saber o significado do que fiz aqui neste púlpito na semana passada. Bem, eu vou lhes dizer: não há significado algum! Nenhum simbolismo. Nenhum desfecho maravilhoso. Nenhuma mensagem. Nenhum "moral da história". - No entanto, se podemos tirar alguma lição disto tudo, é a seguinte: Há anos eu venho apresentando para vocês a mensagem bíblica, mas não tenho visto nenhuma mudança em suas vidas. Minhas mensagens t êm

caído no esquecimento, tão logo vocês saem do templo. Eu gostaria que vocês comentassem meus sermões durante a semana, do mesmo modo que se dispuseram a comentar o meu barbear nestes últimos dias, ou será que a minha barba é mais importante para vocês que a Palavra de Deus? AS DUAS PULGAS Muitas instituições caíram e caem na armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento. O que lembra a história de duas pulgas. Elas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.
E elas contrataram uma mosca como consultora, entraram num programa de reengenharia de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.
E elas contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não reso lveu. A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.
E um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica? - Não, reengenharia. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas? - Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você? - Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.
Era verdade. A pulguinha estava viçosa e bem alimentada. Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia? - Quem disse que não? Pensei, sim! E fui conversar com a minha avó, que tinha a resposta na ponta da língua. - E o quê ela disse? - Não mude nada. Apenas sente no cocuruto do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.
MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento. ENROLOU-SE SOZINHO Certa vez um pombo resolver se alimentar no lixo e, para sua tristeza, ao ciscar naquele lugar impróprio, uma fita de plástico enrolou -se em uma de suas pernas, e ele não conseguia mais alçar vôos normais. Ficou isolado no alto de um sobrado, até que se enroscou numa antena de televisão, onde deve ter ficado um bom tempo dependurado, se batendo, sem que alguém pudesse socorrê-lo. Quando percebemos, ele já estava morto. É de maneira semelhante que o inimigo enlaça os nossos pés, se nos ver ciscando no lixo do pecado. Caímos em suas armadilhas, vindo até mesmo a perder a vida. AVANÇAR SEMPRE, EM LINHA RETA

Um viajante caminhava às margens de um grande lago. Ao ver um canoeiro preparando-se para zarpar, puxou conversa com ele e descobriu que seus destinos eram o mesmo: a outra margem do lago.

Pediu uma carona, propondo-se a ser o remador. Entrou na canoa, pegou os remos de madeira e reparou que neles estavam esculpidas duas palavras: ACREDITAR e AGIR. Ele nunca tinha remado antes, e rapidamente descobriu que não é tão fácil quanto parece. A canoa ficava navegando em círculos, ora para a esquerda, ora para a direita. O dono da canoa, um idoso muito simpático, procurava não ser grosseiro, mas não podia conter o sorriso. Por fim, já cansado, o viajante pede ajuda: - Por favor, senhor, como é que eu faço para esta canoa ir só para frente? O canoeiro respondeu: - A resposta está nos remos. O Acreditar e o Agir têm que ser impulsionados ao mesmo tempo e com a mesma força. CREIO EM TI Conta-se que durante a guerra da independência norte americana, um rapaz se aproximou do general Jorge Washington e lhe disse: - Meu general, quero que saibas que creio de todo coração em ti e na causa que defendes. Washington agradeceu firmemente aquelas palavras e lhe perguntou: - Em que regimento estás servindo, meu jovem? - Eu não estou no exército, senhor, sou um civil. Ao que o general replicou: - Se você realmente crê em mim, como diz, e também na causa que defendo, una-se ao exército imediatamente, pegue uma farda e suas armas, e venha para a luta

ENTRE O DIA "D" E O DIA "V" Durante a Segunda Guerra Mundial as Forças Aliadas irromperam nas praias da Normandia, na França, no dia 6 de junho de 1944 - hoje conhecido como o Dia D. Essa batalha foi o ponto decisivo que definiu o conflito. Para todos os fins, os Aliados ganharam a Segunda Guerra Mundial nesse dia. Ainda assim, os alemães e os japoneses não assinaram os termos de rendição oficialmente, senão no ano seguinte. O ano decorrido entre o Dia D e a vitória foi o mais sangrento de toda a guerra! Morreu mais gente nesse ano do que em qualquer outro. As forças inimigas sabiam que lhes restava apenas pouco tempo, por isso lutaram poderosa e desesperadamente. A igreja hoje encontra-se entre seu próprio Dia D e a vitória. Satanás já foi derrotado quando Jesus foi crucificado. Mas, até que Jesus volte vitorioso para estabelecer oficialmente o seu reino e obrigar Satanás a render-lhe toda a autoridade, a igreja está engajada nos últimos embates da guerra. Estamos, pois, experimentando algumas das mais "horrendas lutas" de todos os tempos.

NÃO DESISTA NUNCA!
Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seus negócios, empenha sua casa e as jóias da esposa. Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende o padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de "louco". O homem fica ofendido? Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara finalmente fecha contrato com ele. Seis meses depois, vem a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!

Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar alimentos para sua família. Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro... Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística! Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente. Em nossas vidas... Quantos de nós, desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas? Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por um sonho e valores consistentes. Tome a decisão de um vencedor... Jamais desista!!!

Vai desistir??? Pense bem!!!! O QUADRO Uma importante galeria de arte abre exposição de um grande pintor. Dentre todos os quadros, o que mais chama a atenção dos convidados é uma impressionante figura de Jesus batendo suavemente à porta de uma casa. O Cristo parecia vivo. Com o ouvido próximo à porta, Ele procura ouvir se lá dentro alguém lhe responde. Um observador curioso, porém, aponta uma falha no quadro : - Está faltando a fechadura nesta porta, diz ele, em voz alta, na frente de todos. O artista, com muita tranqüilidade, lhe responde: - Não, meu amigo, não está faltando a fechadura. Esta porta é assim mesmo, pois, é a porta do coração humano. Só pode ser aberta pelo lado de dentro. UMA FLOR HORROROSA

O parque estava quase deserto quando me sentei num banco embaixo dos ramos de um velho carvalho, desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois parecia que o mundo estava conspirando contra mim. Eu queria ficar só, mas, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar, parou na minha frente, cabeça pendente, e, cheio de orgulho, disse-me: - Veja o que encontrei, e estendeu em minha direção uma flor horrosamente decaída, macetada, nas últimas. Querendo me ver livre do garoto o quanto antes, fingi um pálido sorriso e tentei iniciar a leitura de um livro de auto-ajuda, mas, ao invés de ir embora, ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e disse: - O seu cheiro é ótimo. Fique com ela! Então, estendi minha mão para pegá -la e respondi com ironia: - Obrigado, menino, essa flor era tudo o que eu precisava para completar o meu dia. Mas, ao invés de estender o braço, ele manteve a flor no ar, para que eu a pegasse de suas mãos. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego. - De nada, disse ele sorrindo, feliz por ter feito uma boa ação. Uma ação tão boa que me fez ver a mediocridade dos meus pensamentos e das minhas atitudes diante dos reveses da vida.

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