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V – Benefícios da Seguridade Social Dependentes, Carência, Cálculos Salário de Contribuição Benefícios em Espécie

1. BENEFICIÁRIOS
a) Obrigatórios 1. SEGURADOS b) Facultativos a) Cônjuge/ Companheiro e Filhos/ Equiparados (1ª classe – classe preferencial) 2. BENEFICIÁRIOS b) Pais (2ª classe) c) Irmãos até 21 anos ou inválidos (3ª classe)

I. Comprovação de Dependência: a) 1ª Classe: NÃO precisa – dependência presumida; b) 2ª e 3ª Classe: OBRIGATÓRIO comprovar dependência II. Ordem de Preferência: A existência de uma classe exclui todas as demais – as classes 2 e 3 precisam provar1 que não há classe acima. ► Se aparecer um dependente de classe superior, as demais param de receber o benefício – mas essa classe superior precisa provar sua condição perante o INSS. ► Quando aparecer classe superior, a outra que estiver recebendo o benefício NÃO PRECISA restituir os valores já pagos (há somente uma transferência do benefício pra outrem).

► Dependentes Condições!

da

MESMA

CLASSE

concorrem

em

Igualdades

de

► O INSS pode reconhecer de plano (s/ judiciário) a União Estável e a Parceria Civil homossexual, desde que se apresentem as provas do Dec. 3048 – se na os tiver, é necessário decisão judicial. A. CÔNJUGE/ COMPANHEIRO: I. Casamento Posterior do Beneficiário: O Beneficiário que recebe Pensão por Morte não perde esse benefício se casar de novo – mas a pensão não se transmite a esse novo cônjuge. II. União Estável: Deve ser provada perante o INSS ou Justiça. III. Homossexuais: São dependentes – há efeito retroativo quanto à contagem do tempo de benefício (respeitada a decadência/ prescrição) – IN 25/00. IV. Casamento só Religioso: O casamento religioso não tem efeitos civis (exceto se requerido junto ao Registro Civil em até 30 dias da cerimônia) – Mas para o INSS, a união meramente religiosa é vista como União Estável (o documento da celebração é prova dessa união).
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Essa “prova” é uma simples declaração perante o INSS.

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● Disposições testamentárias. a maioridade se dá aos anos de idade (não aplica 18 anos – CC . herança) não é dependente. 21 1. Prova de Equiparado a Filho: Será comprovado com declaração escrita do Segurado. d) Menor sob Tutela: Só se comprovar dependência do tutelando – se viver de meios próprios (v.nem 24 pra estudantes . c) Enteado (filho do cônjuge). ● Certidão de casamento religioso. Prova Testemunhal: O INSS não aceita a prova unicamente Testemunhal (deve recorrer ao judiciário). V. ► O menor de 21 anos deverá apresentar declaração de Não-Emancipação no ato da inscrição como dependente. II. sem perda do pátrio poder). III. ● Ficha de tratamento médica em que conste o segurado como responsável. ● Quaisquer outros que possam levar à convicção do fato a comprovar. b) Adotado. que mostre dependência econômica + a declaração de nãoemancipação + a vontade de beneficiar o enteado. ● Declaração de não-emancipação do menor de 21 anos. a invalidez é comprovada por exame médico pericial a cargo do INSS.► O INSS pode reconhecer a poligamia – companheiros múltiplos e de sexos diferentes podem concorrer em igualdade de condições (mesma quota). 03 dos seguintes documentos: ● Registro em qualquer associação.g.1. ● Anotação de ficha ou livro de registro de empregados. ● Procuração ou fiança reciprocamente outorgada.IRPF). FILHOS I. ● Prova de encargos domésticos evidentes e existência de sociedade ou comunhão nos atos de vida civil. ● Escritura de compra e venda de imóvel pelo segurado em nome do dependente. ► Tutela é o conjunto de poderes e encargos conferidos pela lei a um terceiro para que zele por menor que se encontra fora do poder familiar e lhe administre os bens – há perda do poder familiar e vigilância do Estado. ● Declaração de Imposto de Renda do segurado. ● Declaração especial perante tabelião. ● Anotação na CTPS feita pelo órgão competente. ► O menor sob Guarda NÃO É dependente (Lei 9528/98 – guarda regula uma posse de fato. PROVA DE DEPENDÊNCIA: No mínimo ● Certidão de nascimento de filho havido em comum. Filhos e Equiparados: São Filhos para o INSS: a) Biológico. Prova de Invalidez: No caso de dependente inválido. IV. Inscrição e Dependência A. ● Conta bancária conjunta. em que conste o interessado como seu dependente. 2 . em que conste o interessado como dependente. B. ● Prova de coabitação (mesma residência). ● Apólice de seguro em que conste o interessado como beneficiário. Maioridade Previdenciária: Para o INSS.

b) Companheiro: documento de identidade e certidão de casamento (com averbação de separação ou divórcio. nascimento do dependente (enteado). c) Equiparado a Filho: certidão judicial da tutela ou certidão de casamento do segurado + c. c) Emancipação (mesmo se for inválido) – EXCETO se essa se der por a) Concessão dos Pais mediante instrumento público. C. ouvido o tutor. Descontos em “FOLHA” A. FILHO E IRMÃO a) Maioridade: completar 21 anos – EXCETO se inválido. d) Ter outorga de Poderes Irrevogáveis ou em Causa Própria 3 . c) Sentença condenatória transitada em julgado.B. e) Irmão: certidão de nascimento. b) Separação judicial. Divórcio ou Fim da União de Fato – EXCETO se o ex receber Prestação de Alimentos. b) Ser Vendido ou cedido. INSCRIÇÃO: Será feita quando for requisitado o benefício. Colação de Grau. e) Empresário ou Empregado de economia própria. c) Casamento. se for o caso).3. ou de óbito. 1. mediante apresentação dos seguintes documentos: a) Cônjuges e Filhos: certidão de casamento e nascimento. ► EMANCIPAÇÃO: b) Sentença Judicial. caso algum dos dois tenha sido casado. DEPENDENTES EM GERAL a) Óbito – e o fim da dependência econômica? B. Perda da Qualidade de Dependente A. 1. PROIBIÇÕES (regra): O benefício não pode: a) Ser objeto de Penhora/ Arresto/ Seqüestro. d) Cargo público efetivo.2. CÔNJUGE E COMPANHEIRO a) Anulação do casamento. b) Fim da Invalidez (se maior). c) Ter Constituição de Ônus sobre ele. f) Colação de Grau. d) Pais: certidão de nascimento do segurado e documento de identidade dos mesmos.

Transparência das Instituições e do serviço O beneficiário pode autorizar mais de um desconto (inclusive da mesma financeira). Empréstimos/ Financiamento/ Leasing consignados 1. ► O INSS é quem decide se convém descontar em folha essa mensalidade (discricionariedade). V. d) O INSS NÃO é solidário às dívidas consignadas. benefício) 4 . Limite de até 30% do valor do Benefício 4. Restituição ao INSS de excesso no pagamento (atualização SELIC) 1. Autorização EXPRESSA e somente pelo Beneficiário 2. c) Os prazos de início devem ser justos e eficientes. II. III. ► O desconto do IR prevalece sobre as contribuições da Previdência. Má-Fé do Segurado a) Desconto integral b) Parcelamento em até 60 meses (04 parcelas para cada mês de dívida) c) Outras penalidades 2. b) O INSS poderá cobrar encargos das Financeiras c) Caso o valor do benefício diminua. Mensalidades de Associações/ Entidades de Aposentados. Contribuições devidas à Previdência. Erro do INSS (o a) Parcelas limitadas a 30% do benefício – sem limite de cidadão já recebe o prestações. a) As informações sobre desconto aos segurados deve ser prestada em rotina própria. b) O segurado receberá demonstrativo minucioso sobre os descontos. VI. o desconto poderá ser renegociado – desde que NÃO sejam cobrados mais encargos.B. Incide só na Aposentadoria e Pensão por Morte 3. b) Exclui mês em que se recebe 13º a) Esse limite é o valor líquido após os outros descontos. desde que não ultrapasse os 30% a) Somente sobre as parcelas mensais fixas. IV. Pensão alimentícia. PERMISSÕES (exceção): I. IR retido na Fonte. se concomitantes. ► A Entidade deve ser autorizada pelos filiados.

a) Prorrogação I: + 12 meses se o segurado pagou mais de 120 contribuições ininterruptamente (sem perder os direitos aos benefícios). 2. Alienação mental Câncer. 5+3+3 = 11 anos – não perdi a qualidade de segurado. Erro do INSS (Revisão de Benefícios que resulte em pagamento a maior) 5. b) Prorrogação II: + 12 meses se o desempregado se cadastrar no SINE (Sistema Nacional de Emprego) do MTE. até 12 meses após cessar a segregação compulsória. falho 6 meses. falho 10 meses. Erro da Previdência a) Empregado: desconto em folha feito pelo empregador.3. contribuo mais 3 anos. A percepção do Seguro-Desemprego deverá ser no período de carência.12 meses. o INSS poderá descontar o restante do Abono (13º) ou do último pagamento. Cessação do Benefício: Caso haja dívidas e acabe o benefício. (o camarada NÃO recebe b) Demais segurados: o benefício Valor maior que 5x o benefício suspenso ou cessado: devolução em 60 dias. ► Essas doenças isentam o segurado do período de carência ► A empresa é obrigada a manter o beneficiário de Auxílio-Doença empregado por 01 ano se a doença foi causada pro acidente de trabalho ou doença laboral. Exemplo: Se eu contribui por 5 anos. Valor menor que 5x: pagamento em 30 dias. Tuberculose ativa Hanseníase. Quem está em gozo do benefício ou contribuindo (situação regular – sem limite de prazo). 4. MANUTENÇÃO E PERDA DA QUALIDADE DE SEGURADO 1. 2. 3. ► Inclusive se a pessoa estiver recebendo auxílio-acidente ou auxílio- suplementar para acompanhantes (adicional 25%). Cegueira Paralisia irreversível e incapacitante Mal de Parkinson Espondiloartrose anquilosante (coluna) Nefropatia grave (rins) Doença de Paget (tecido ósseo) AIDS Radiação Hepatopatia grave (fígado) 5 . Quem deixou de contribuir ou deixou de receber benefício por incapacidade . contribuo mais 3 anos e falho 1 ano e 11 meses:.

ex: Uma mulher trabalhou 30 anos. mesmo que tenha perdido a qualidade de segurado. 6 . ► Quando o preso foge ou vai para regime semi-aberto (exceto se semi é cumprido em colônia agrícola ou industrial) aí começa a contame da perda da qualidade de segurado. caso tenha me inscrito. Licenciamento para o S. ► Durante o período em regime fechado. mas nunca requereu a aposentadoria pro tempo de contribuição. 2ª Exceção: Caso o Instituidor de Pensão tenha cumprido os requisitos para um benefício previdenciário mas não o requereu. a família terá direito a pensão. 6. inclusive. Livramento de segurado preso . ► P. Para não perder a proteção previdenciária. não há perda da qualidade de segurado para os pensionistas. incorporado às Forças Armadas para serviço militar2 .ex: Suponhamos que eu tenha completado a carência para Auxílio-Doença (01 ano) em 31/12/2005. se preencha a carência (Lei 10.666/ 03). quando completar 65 anos de idade. A partir de 01/01/2006. 2 O período de servidão nas Forças Armadas mais os 03 meses de extensão dos benefícios. Se eu não fizer a inscrição. são contabilizados com tempo de contribuição. 1ª Exceção: A perda da qualidade de segurado NÃO ENSEJA PERDA do direito a Aposentadoria (Tempo de Contribuição. eu tenho até 15/02/2007 para fazer minha inscrição como contribuinte individual ou facultativo.ex: Um homem contribuiu regularmente dos 20 aos 35 anos de idade. Mesmo que nunca mais contribua. tenho ainda até 15/03/2007 para recolher a primeira contribuição em dias.4.12 meses após.até 06 meses após a contribuição. Se ela falecer. 5. II. o preso continua na qualidade de segurado sem perda da carência. ► P.até 03 meses após. terá direito a Aposentadoria por Idade. Especial ou por Idade) – desde que. Facultativos . E tem. direito a benefícios como o auxílio-doença. cumprindo a carência de 15 anos para Aposentadoria por Idade. ► P. Contagem: A Perda da Qualidade de Segurado será contada a partir do 1º dia após o fim do prazo para o primeiro recolhimento ou a inscrição. I. S. perco a qualidade. parei de contribuir. em todos os casos. III. Mas.

é contado o prazo que ficou sem pagar). avulsos e c.3. Atividade Rural Pré-1991: NÃO é contada para efeito de carência. Recuperação da Qualidade de Segurado: Se perdeu a qualidade de Segurado. individuais (desde 2003). III. IV. posto que antes de 1991 a contribuição não era obrigatória. Período de Carência I. Para o segurado especial. 3. passarão todos ao RGPS.1. ► Também os comissionados estaduais de antes da EC 20/1998 (que poderiam ser do RGPS ou Regime Próprio). é o tempo de exercício da atividade. 12 meses ● Aposentadoria por Invalidez ● Auxílio-doença (não causado por doença/ acidente laboral) Do efetivo exercício da atividade rural 7 . ind.) 3. a nova filiação será efetivada com o pagamento de 1/3 das contribuições exigidas pela carência (inclusive. apesar de obrigados a recolher. em atraso (desde que não perca a individual) qualidade de segurado) Facultativo Segurado Especial (não-c. Comissionado: Conta-se o tempo de contribuição para o servidor em cargo comissionado da União que contribuía para o antigo Plano da Seguridade Social do Servidor Público (antes da Lei 8647/993 esses servidores não eram enquadrados como empregados). MAS tendo seus períodos de contribuição contados pra todos os efeitos. I.2. Contagem Presumida: Ocorre quando há obrigação da empresa recolher as contribuições – beneficia empregados. CARÊNCIA É o número mínimo de contribuições para se ter um benefício. Especiais. Contagem do Período de Carência Empregado Trabalhador Avulso Doméstico Contribuinte Individual Do exercício da Atividade (filiação ao RGPS com registro na CTPS) Da data do recolhimento da primeira contribuição em dias As outras contribuições podem ser feitas Segurado Especial (que contribui como c. não precisam comprovar contribuição pra receber o benefício. ► S. II.

12 MESES: regra 2. SEM CARÊNCIA (deve exercer a atividade) Empregados Avulsos Domésticos 2. individual de baixa renda) ● Ap. c) Auxílio-Reclusão.3. 10 MESES   C. d) Pensão por Morte. EM QUALQUER CASO ● Pensão por Morte ● Auxílio-reclusão ● Salário-família ● Salário maternidade (empregados. domésticos e avulsos) ● Reabilitação Profissional B. b) AuxílioDoença.II. DOENÇA DE SEGREGAÇÃO COMPULSÓRIA ou ACIDENTE DE TRABALHO/ DOENÇA PROFISSIONAL ● Aposentadoria por Invalidez ● Auxílio-doença ► Segurado Especial: A sua Carência leva em conta somente o tempo de serviço (e não o tempo de contribuição) pra: a) Aposentadoria por idade ou Invalidez. especial e facultativo) 3. BENEFÍCIO Auxílio Doença Ap. individual. 10 meses ● Salário-maternidade (para c. Especial III. Não há carência para os Seguintes Benefícios A. 180 meses (15 anos) ● Aposentadoria por Idade (inclusive c. Tempo de Contribuição ● Ap. por Invalidez CARÊNCIA 1. SEM CARÊNCIA:     Salário Maternidade  Acidente de trabalho Doença de segregação compulsória 1. Individuais Facultativos 8 .

9 .EXCETO na Aposentadoria por Invalidez (que pode ter um acréscimo de 25% caso haja necessidade de assistência permanente de outra pessoa).213/91) 2. a média é calculada: a) Aposentadoria por Idade e Tempo de Contribuição: média simples de 80% dos maiores salários-de-contribuição pagos. Decadência e Prescrição S. TABELA (antes da Lei) 15 ANOS SEM CARÊNCIA O prazo decadencial e prescricional para concessão de benefícios é o mesmo da cobrança de débitos: 05 anos. salário-maternidade e benefícios da legislação especial. ► Na prática. ► Também o direito de o INSS anular seus atos decai em 05 anos. pensão por morte. 4. SALÁRIO DE BENEFÍCIO (base-de-cálculo) É o valor básico para se calcular a renda mensal dos benefícios. contados a partir do dia 1º do primeiro mês após o recebimento da primeira prestação ou indeferimento definitivo de pleito administrativo (Súmula Vinculante nº 08 STF). utilizam-se os dados do CNIS (desde Jul/ 94) ►Se o nº de contribuições for menor que 144 (12 anos) será feita média dos salários registrados. Atualmente.EXCETO para menores. O valor do salário-de-benefício não será menor que o salário-mínimo para benefícios substitutivos do salário. Também não será MAIOR que o teto . Aposentadorias por: ● Idade ● Tempo de Serviço ● Especial Aposentadoria Especial Auxílio Reclusão Pensão por Morte Reabilitação profissional Salário Família 3. Auxílio-Doença e AuxílioAcidente: média simples de 80% dos maiores salários-de-contribuição pagos. incapazes e ausentes (imprescritível). b) Aposentadoria por Invalidez e Especial. 180 MESES (após Lei 8. multiplicados pelo fator previdenciário. exceto se houver má-fé do sujeito passivo (até 2004 era de 05 anos).5. exceto o salário-família. Especiais (tempo de serviço) 1. ► Só são pagos os valores relativos a 05 anos anteriores à ação. Ações referentes a prestações vencidas e de restituições/ diferenças prescrevem em 05 anos .

a partir os 30. nem se utilizará da carência ou tempo para concessão de aposentadoria para o outro regime (cada regime tem sua regra própria). não se contará em dobro a contribuição para regime público e privado. comprova o montante de pagamento por meio da Certidão de Tempo de Contribuição (CTC). Fator Previdenciário É uma fórmula matemática que multiplica o valor do salário de benefício. que determina a média de sobrevida para cada idade. ao longo de 05 anos. A professora de ensino fundamental e médio tem o Tc acrescido de 10 anos. e quanto menor for a expectativa de vida. O professor de ensino fundamental e médio. em Novembro de 2004. Assim. II. Assim. Desse modo. REGRA DE TRANSIÇÃO Por força da Lei 9876/99. por contribuir por 30 anos. Sua lógica elucida que. 3 Consiste numa tabela (tábua de mortalidade) do IBGE.31) Es: expectativa de sobrevida3 Id: idade quando da aposentadoria I. III. Contudo. também tem o Tc acrescido de 05 anos. o Tc acrescido de 05 anos. A mulher.2. desde 12/ 1999. A. fp = Tc x a x [ Id + (Tc x a) Es fp: fator previdenciário Tc ↑ Es ↓ Idade ↑ Fp ↑ 100 Tc: tempo de contribuição até a aposentadoria a: alíquota de contribuição (tem o valor fixo de 0. Essa troca é chamada Reciprocidade do Tempo de Contribuição. com sucessivos aumentos mensais de igual valor. variável em 05 anos.05 anos). tem. Contribuição para Outro Regime O contribuinte. quanto maior for o tempo de contribuição e a idade. 1/60 12/ 1999 20/ 60 07/ 2000 57/60 08/2004 4. a fim de corrigir falhas na contribuição.4. por contribuir por 30 anos (. com base em pesquisas destatísticas . na fórmula do fator previdenciário. os valores já pagos são repassados pelo regime anterior e acrescidos ao novo regime (os regimes se compensam).1. ao trocar de regime previdenciário (de um regime próprio para outro ou para o RGPS). se determinará o valor do benefício. foi aplicado integralmente. 10 . a cada mês. o fator previdenciário foi implementado aos poucos. e serve para garantir a contagem de tempo para a aposentadoria e outros benefícios. o fator é aplicado proporcionalmente a 1/ 60 do seu valor.

receberá o valor relativo à soma dos salários-de-contribuição. Avulso e Segurado Especial: auxílio-acidente (responsabilidade do INSS). sua contribuição será contada aqui.00 (soma dos dois). a) Se o segurado satisfizer a carência do benefício em relação a cada atividade. podem ter valor inferior ao mínimo (no caso de o segurado tenha contribuído com um país que tenha acordo previdenciário com o Brasil.00. caso seja considerado como salário-de-contribuição para fins de concessão de qualquer aposentadoria. No cálculo do valor de benefício serão contados: I – Empregado e Avulso: o salário-de-contribuição devido. III – Demais Segurados: somente salários-de-contribuição efetivamente recolhidos. I – Se Joana tiver carência em ambos. II – Empregado.00) ou também uma proporção daquela não preenchida (se faltam 5 meses – 50% do tempo -. cujas carências são. respectivamente 0 e 10 meses. Atividades Concomitantes O salário-de-benefício em atividades concomitantes é calculado de acordo com 03 regras básicas. P. que são aplicadas de acordo com o benefício pretendido. e o cálculo é feito da primeira contribuição concomitante até a data de requerimento/ óbito. contado entre a primeira competência do salário-de-contribuição até o mês anterior ao início do benefício (ver item Reajustamento). não terá valor que ultrapasse o teto e o piso (exceto aposentadoria por invalidez – acréscimo de 25%). Respeita-se o piso e teto da contribuição. Contudo. Utilizar o salário que tenha preenchido a carência e a proporção entre o outro salário e os números de meses faltantes para a concessão do benefício(porcentagem). concedida em acordos internacionais de Previdência Social. RENDA MENSAL DE BENEFÍCIO No caso de a renda mensal de benefício substituir o salário. recebendo o equivalente ao montante que tenha contribuído). II – Se não tiver carência em um. 5. 11 .00 e R$ 400. ainda que não recolhido (obrigação da empresa). de acordo com a variação de um índice próprio para esse fim. a renda dos benefícios por totalização. Seus salários-de-contribuição (base-de-cálculo) são R$ 500.Os salários-de-contribuição serão reajustados mensalmente. receberá 50% do salário-de-benefício). b) Caso a carência seja preenchida por apenas uma contribuição. 4.ex: Joana tem dois empregos (empregado e c. Ela quer a licença maternidade. A aplicação de um ou outra dessas regras dependerá do benefício requerido. poderá receber apenas pelo cuja carência já foi preenchida (R$ 500.3. individual). seu benefício será de R$ 900. se poderá:   Utilizar apenas o valor do salário-de-contribuição que tenha preenchido a carência.

mas sim a data do reajuste). auxílio-reclusão ou pensão por morte – no valor de um salário-mínimo. Aposentadoria por Idade: 70% do salário-de-benefício. será de 100% do salário-de-benefício. mais 5% para cada 12 meses de contribuição (30 anos para homens e 25 para mulheres). 5. e) f) g) h) Obs: o auxílio acidente não é incorporado à pensão por morte 5. caso não a recebesse. Auxílio-Acidente: 50% do salário-de-benefício. caso contribuam facultativamente. Reajustamento do Valor do Benefício Até o ano de 2003. Aposentadoria por Invalidez: 100% do salário-de-benefício. Se o benefício for concedido após o prazo para ajustamento. será considerado o valor do salário-mínimo (é o chamado benefício provisório). Todos os benefícios são reajustados anualmente. Para Segurados Especiais são garantidos os benefícios. não sendo limitado a um salário-mínimo. ou. o salário-mínimo era reajustado em Maio e os benefícios previdenciário. Aposentadoria por tempo de contribuição Proporcional: 70%. respeitando-se o teto e o piso. No ano de 2004. em Junho. auxílio-doença. alternativamente: a) b) Aposentadoria por idade/ invalidez. Aposentadoria por Tempo de Contribuição: 100% dos benefícios para o caso de ser completar o tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 para mulheres). foram todos reajustados em Maio. Valor dos Salários-de-Benefício a) b) c) d) Auxílio-Doença: 91% do salário-de-benefício. este será feito no ano seguinte. respectivamente. 5. A. mas proporcionalmente ao número de meses com recebimento 12 . o valor da aposentadoria por invalidez (como se tivesse aposentado por invalidez na data do falecimento). mais 1% para cada 12 meses de contribuição (até totalizar os 100%). Pensão por Morte e Auxílio-Reclusão: 100% da aposentadoria que recebia. Aposentadoria Especial: 100% do salário-de-benefício. Recálculo No caso de os empregados/ avulsos/ domésticos não comprovarem o valor de seus salários-de-contribuição (para receber benefícios) durante o período de carência. O recálculo deve ser aceito pelo INSS a partir da concessão do benefício provisório. será aplicado o valor do auxílio-acidente (quando substituir o salário-de-benefício). No caso de o benefício ser concedido após a data de reajuste.3. ou Benefícios do Regulamento da Previdência Social (benefícios normais do RGPS). A renda mensal inicial da aposentadoria por invalidez concedida pela transformação do auxílio-doença. Professores do ensino básico e médio contribuem com 30 e 25 anos.1. será novamente reajustado juntamente com todos os outros benefícios (não se leva em conta o aniversário da concessão do beneficio. Esse benefício provisório pode ser recalculado caso apareçam provas do salário-de-contribuição real.2.Segurado especial que não contribui facultativamente.

O período em que o segurado estiver recebendo algum benefício. 13 . desde que tenham havido contribuições. sua atualização será em Junho do ano seguinte.do benefício (v. O período de licença remunerada e disponibilidade remunerada. facultativo e alternativo). descontados os períodos de suspensão do contrato de trabalho. Renda Mensal Vitalícia: com qualquer benefício previdenciário. É necessário comprovação do exercício de atividade e nexo causal entre essa e a perseguição política. se o cidadão recebe o benefício em Setembro. São contados: o o o o o o o o o O período de atividade anterior ao enquadramento da atividade no RGPS4. Caso a Previdência não tenha dinheiro suficiente em caixa. de 18/09/1946 (Constituição de 1946) a 05/10/1988 (Constituição de 88). Obs: o segurado especial que contribui facultativamente terá contado somente a contribuição com c. O período de contribuição do segurado que deixar de exercer atividade abrangida pelo RGPS. c) com Auxílio-Acidente d) com Auxílio Suplementar (desde 1997). O exercício de mandato classista e sindical. quando receberá 9/12 do valor total do reajuste) Os benefícios serão pagos entre o 1º e o 5º dias úteis do mês. São eles: I Aposentadorias a) com outras Aposentadorias (desde 1967). 4 5 O tempo de atividade patronal (inclusive empregador rural) e autônomo antes da cobertura pelo RGPS – 1960. 6.g. O tempo de serviço militar (obrigatório. O tempo de contribuição somente pode ser contado para um único Regime de Previdência. b) com Auxílio-Doença. desde que tenha contribuído para a Previdência. o CNPS poderá autorizar o pagamento dos benefícios de prestação continuada no 11º e 12º dias úteis do mês. O período de afastamento da atividade por perseguições políticas5. A. O tempo com auxiliar local brasileiro no exterior. O tempo de serviço público (inclusive cargo eletivo). interrupção do exercício ou desligamento da atividade.. individual. comprovado pelo CTC (certificado de tempo de contribuição). TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO É contado de data a data do início da atividade até a data do requerimento/ desligamento da atividade. II. BENEFÍCIOS NÃO CUMULÁVEIS: Alguns benefícios não são cumuláveis entre si.

Já no caso e ser o requerimento superior a 30 dias.auxílio-suplementar . VI. Pensão: com outras pensões para o cônjuge/ companheiro. 14 .auxílio-acidente . será concedido a contar do requerimento. No caso de o benefício ser requerido dentro do mês do sinistro (menos de 30 dias do fato).abono de permanência B. CONTAGEM DO PRAZO PARA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO A regra é básica para todos os benefícios. exceto: .III. Auxílio-Acidente a) com Auxílio-Doença pela mesma doença. se ra o benefício concedido a partir da data do fato. Seguro-Desemprego com qualquer Benefício previdenciário. b) com Auxílio Suplementar V.pensão .

por invalidez) se tivesse se aposentado.00 até (R$ 586. Valor correspondente ao da aposentadoria que o segurado recebia ou que viria a receber (ap.RESUMO SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO/ RENDA MENSAL A.19) 100% Saláriomaternidade Reabilitação Profissional Remuneração/ salário-de-contribuição Serviço sem valor específico 15 . Valor fixo por cota RENDA MENSAL 91% 50% 100% 100% R$ 20. APOSENTADORIAS BENEFÍCIO Aposentadoria por Idade SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO Média aritmética dos 80% maiores salários-de-contribuição x fator previdenciário Média aritmética dos 80% maiores salários-de-contribuição x fator previdenciário Média aritmética dos 80% maiores salários-de-contribuição x fator previdenciário Média aritmética dos 80% maiores salários-de-contribuição x fator previdenciário RENDA MENSAL 70% + 1% para cada 12 contribuições mensais Integral: 100% Proporcional: 70% + 5% para cada 12 contribuições 100% Aposentadoria por Tempo de Contribuição Aposentadoria Especial Aposentadoria por Invalidez 100% B.00) e R$ 14. OUTROS BENEFÍCIOS BENEFÍCIO Auxílio-Doença AuxílioAcidente AuxílioReclusão Pensão por Morte Salário-família SALÁRIO-DE-BENEFÍCIO Média aritmética dos 80% maiores salários-decontribuição x fator previdenciário Média aritmética dos 80% maiores salários-decontribuição x fator previdenciário Valor correspondente ao da aposentadoria que o segurado recebia ou que viria a receber (ap. por invalidez) se tivesse se aposentado.00 (até R$ 390.

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