GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
     

GOVERNADOR: Alberto Goldman 
SECRETÁRIO: Paulo Renato Costa Souza  SECRETÁRIO ADJUNTO: Guilherme Bueno de Camargo 
CHEFE DE GABINETE: Fernando Padula Novaes  

 

               

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
 
(REVISADA E ATUALIZADA)             

 

         
SÃO PAULO  2010 

                                                                                                         

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
                 

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
(REVISADA E ATUALIZADA)            Grupo de Trabalho:  Aparecida Manharelo Gimenez  Dirce Maran de Carvalho  Gilda Inez Pereira Piorino  Ivone Luzia Coiradas  Júlio César Ribeiro  Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora  Olívia Teresa Bernucci Pires  Sandra Maria Bortoluci Toledo  Silvia Cristina Collpy Favaron  Stella Marques Nunes  Vera Lucia Rocamora Paszko 

 

     
SÃO PAULO  2010 

  Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicadas a fonte, a data da publicação e observada a legislação em vigor, em especial a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

  S241L 

                    SE/SEDE     

  PAULO  (Estado)  Secretaria  da  Educação.  Legislação  de  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Estadual.  Unificação  de  Dispositivos  Legais  e  Normativos  relativos  ao  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Coordenação  de  Leslie Maria José da Silva Rama                São  Paulo, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, 2010    1. Educação – Legislação  2. Ensino Fundamental e Médio – I  Título 
2ª edição 

  SÃO 

CDU 37:34   

Impresso: República Federativa do Brasil  SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO  Praça da República, 53 – Centro  CEP  01045 ‐ 903  Fone/Fax: 3218 2000 

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APRESENTAÇÃO 
      Este  trabalho  de  unificação  de  dispositivos  legais  e  normativos,  realizado  com  determinação  e  competência  por  comissão  designada  em  janeiro  do  ano  em  curso,  objetiva  imprimir maior eficiência à gestão administrativa e pedagógica do sistema educacional.     Após  o  exame  de  centenas  de  atos  legais  e  normativos,  compreendendo  leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  foi  elaborado  este  compêndio  que  reúne,  num  único  corpo,  normas relativas ao ensino fundamental e médio e às  questões afetas  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério que atuam na educação básica.    Seu  principal  objetivo  é  possibilitar  aos  educadores  o  acesso  rápido  e  eficaz  ao  conhecimento e ao fundamento legal dos casos concretos, com que se deparam inúmeras vezes no  desempenho de suas funções.    A  essa  missão,  seguir‐se‐á  a  de  manter  atualizado  o  acervo  ora  compilado  e  organizado,  a  fim  de  facilitar  a  tarefa  de  todos  os  profissionais  de  educação  que  se  valem  da  legislação do ensino, cotidianamente.    Esperamos  que  esta  obra  colabore  com  os  educadores  do  nosso  Estado  e  que  ajustes    e  esclarecimentos  requeridos  sejam  apontados  para  análise  e  encaminhamento  da  comissão.     A  todos  que  tornaram  possível  esta  obra  os  nossos  agradecimentos.  Ao  Dr.  Fernando  Padula  Novaes,  Chefe  de  Gabinete,  a  quem  conferimos  as  decisões  burocráticas  necessárias à viabilização dos trabalhos da comissão, nosso especial reconhecimento.        São Paulo, julho de 2008.  Maria Helena Guimarães de Castro ‐ Secretária da Educação                           

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INTRODUÇÃO 
    Esta obra reúne e integra disposições normativas de leis, decretos, resoluções SE e  deliberações  CEE,  relativas  ao  ensino  fundamental  e  médio  e  aos  profissionais  de  educação  que  atuam nesses níveis da educação básica.    A Secretária da Educação, sensível à necessidade de se ordenar sistematicamente  os  dispersos  e  numerosos  dispositivos  que  disciplinam  e  regulamentam  o  ensino  fundamental  e  médio, com a preocupação de propiciar aos educadores maior facilidade na busca do fundamento  legal  aplicável  aos  casos  concretos  com  os  quais  lidam no  dia‐a‐dia,  determinou  que  se  reunisse  num corpo orgânico e homogêneo a legislação esparsa e desordenada desses níveis de ensino.    Essa preocupação vem somar‐se à de outros secretários de estado e à do governo  de imprimir maior eficiência à gestão pública pela redução  do repertório de leis, decretos e demais  atos normativos do Estado de São Paulo.    O  grupo  de  trabalho,  sob  nossa  coordenação,  integrado  por  representantes  dos  órgãos da estrutura básica da Pasta da Educação, lançou‐se com afinco e determinação à árdua  tarefa de identificar, selecionar e ordenar os diplomas legais e normativos, compreendendo aí leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  cujos  dispositivos  relacionam‐se  e    aplicam‐se  ao  ensino fundamental e médio do nosso estado.    Foi  preocupação  constante  do  grupo  de  trabalho  a  obediência  aos  princípios  e  à  metodologia previstos na Lei Complementar nº 863, de 29.12.99, que “dispõe sobre a elaboração,  a redação, a alteração e a consolidação das leis, conforme determina o item 16 do parágrafo único  do  artigo  23  da  Constituição  do  Estado  e  estabelece  normas  para  a  consolidação  dos  atos  normativos que menciona”.    No  intuito  de  sistematizar  e  unificar  dispositivos  legais  e  normativos  que  disciplinam  e  regulamentam  a  gestão  curricular,  pedagógica,  de  informação,  de  vida  escolar,  de  pessoas, de patrimônio, de resultados, de recursos financeiros, de projetos e programas e outros,  buscaram‐se,  na  esparsa  e  complexa  legislação  de  ensino,  aqueles  dispositivos  conexos  ou  afins,  que têm aplicação no campo educacional, objeto deste trabalho.    Preservando‐se o conteúdo normativo original dos dispositivos unificados, fizeram‐ se alterações, sempre com observância do disposto no § 2º do art. 10 da lei complementar citada:  1. introdução de novas divisões do texto base;  2. adaptação de redação por junção de dispositivos;  3.  alteração  de  redação  de  um  dispositivo,  para  incluir  a  disposição  de  outro,  visando ao melhor posicionamento da matéria no texto;  4.  supressão  de  palavras  ou  expressões  para  evitar  repetições  desnecessárias,  conferindo maior concisão ao texto;  5.  exclusão  de  dispositivos  vetados  e  os  que    tratam  de  cláusulas  de  regulamentação, de dotação orçamentária  e de vigência;  6.  substituição  de  expressões  como    “esta  lei”,  “esta  resolução”,  “este  decreto”,  “esta  deliberação”,    por  “este  capítulo”,    “esta  seção”,  ou  esta  “subseção”,  etc.  para  melhor 
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 da gestão de pessoal e da gestão do prédio escolar.  da  gestão  pedagógica.  sobretudo  pelos  preceitos constitucionais e pelas  diretrizes e bases da educação nacional. com a finalidade de emprestar à obra maior transparência e  facilidade  na  consulta  entendeu.    Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora do grupo        8 .    O grupo de trabalho. sua origem. sob a denominação “Da Gestão de Pessoal”. Seção ou Subseção.  o  teor  normativo  dos  dispositivos  selecionados.    Estamos conscientes das limitações e das imperfeições de que o trabalho por certo  se  ressente.    Nossos agradecimentos a todos que. dispositivos regulamentadores das  leis complementares que tratam do estatuto e do plano de carreira do magistério paulista.  com  a  finalidade  de  uniformizar  termos  no  texto  unificado. seções e subseções originais.  Mantiveram‐se.  contudo.  tanto  quanto possível. etc.  por exemplo. os títulos.  8. direta ou indiretamente.  preservando‐se. conforme legislação vigente.  alteração  de  verbos  ou  expressões  verbais.  levaram‐nos  a  distribuí‐los  em  cinco  títulos:  da  gestão  organizacional.    A  diversidade  de  assuntos  tratados  e  a  dificuldade  de  ordená‐los  em  poucos  blocos.posicionamento da matéria.  ainda.  não  aproveitamento  de  dispositivos  legais  temporários.  o  grupo  entendeu  oportuno  inserir nesta obra.  alteração  de  denominações  de  algumas  Secretarias  de  Estado  ou  Fundações..  transitórios  e  outros  objeto de consolidações.  9.   com a finalidade de atualizá‐las.  substituição  de  expressões.    Procederam‐se  às  atualizações  impostas  pela  legislação  vigente.    Fizeram‐se  as  alterações  determinadas  pela  organicidade  que  a  obra  implica. capítulos. da gestão de vida escolar.  mas  confiantes  na  sua  utilidade  e  na  sua  acolhida  pelos  educadores  que  atuam  na  educação básica estadual.  oportuno  e  útil  indicar  abaixo  de  cada  dispositivo. uma vez que houve transformação em Capítulo.  10.    A  par  da  legislação  do  ensino  propriamente  dito. sua fonte.  7. nos apoiaram.  adotando‐se  as  usadas  na  Constituição  Estadual  e  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação Nacional. no texto unificado.  para  adequação  à  temporalidade  do texto. ou conjunto de dispositivos.  conveniente.

..................... SE nº 25/10)  33 33 33 34   Seção II  Do Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  ...............  Subseção II  Da Contratação de Serviços ...................... pela Res........  (Del.........................  Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo ..............................  (Lei nº 9......... SE nº 73/07)  38         9 ....... SE nº 27/08..... SE nº 86/08.......................................342/78)  32       CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA   Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação ................................................. art........  (Decreto nº 52...................... 102 do Regulamento que integra o Decreto nº 12.............  Subseção I  Dos Critérios de Fixação...............................................630/08)  (Res............................ alt..................................................................... 2º e art..........................290/95)  (Del............484/97)  31   Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos ...............................  (Res..................... CEE nº 10/97)  31   Seção II  Do Censo Escolar ..............................................  (Decreto nº 52......................... CEE nº 2/00)   31   Seção IV  Do Número de Alunos por Classe ......... da Movimentação e do Remanejamento de Servidores .................  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores ............TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar ............................................................................  (Decreto nº 40.........054/07)  34 34 Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares   (Res.................................

............................. Res.........................................  (Lei nº 12.............................................  (Del.............................................................................. CEE nº 13/95)  43     TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA      CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular..........658/08)  39 40   Seção II  Da Cobrança de Contribuições ...................................  (Lei nº 3.................................................CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas ..........263/93 e  2.......................... pelas Res.......................................... SE nºs 5 e 10/10)  43 43 44 46   10 ................... SE nº 76/08................. CEE nº 72/08)  42   Seção III  Dos Recursos ..................  Subseção I  Da Proposta Curricular .................250/06)  40     CAPÍTULO IV  DOS  RECURSOS  E  DO  ENCAMINHAMENTO  DE  EXPEDIENTES  E  PROCESSOS  AO  CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE .......................  Subseção II  Da Organização Curricular .........................913/83)    Seção III  Do Assédio Moral .................................144/79 e Decreto nº 52................................  (Leis nºs 8.......................................................  Subseção III  Das Disposições Finais......................................................... alt.................. SE nº 39/93)  42   Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões ................................. CEE nº 2/98..........................................  (Res......  (Del............................. pela Del..... SE nº 98/08 alt.......  (Res..........................................

..................... CEE nº 16/01 e Res.. Conj....122/76)  Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil ..............................  (Lei nº 10..........................................  (Lei nº 10........... SE nº 184/02...........................  (Lei nº 9.............................................................................................687/97)  Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"..164/95 e 11................................ Decreto nº 46....................  (Lei nº 1.............  (Decreto nº 47..................361/03)  50 50 50 51 54 Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I .............................................  (Res.......939/98)  Subseção IV   Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo ...........................  (Lei nº 12................247/99)  Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.............990/01)  Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas” ...... alt......  (Lei nº 9.........................  (Res................... SE nº 21/02)  56   Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares .......... pela Res.........................................699/03 e Res................................................................284/06)  59 60 60 Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais .............................................................. SE nº 1/04)  Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas ............................ Orientação  Sexual........724/97)            11 ....... Origem ou Etnia .........................................................  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA ......508/97)  58 58 58 58 59 59 Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente ..........  (Leis nºs 9......................... Del...............................................  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino de Arte .............802/02................................................  (Lei nº 9..................... SE/SELT nº 1/08)    Seção III  Do Ensino Religioso ........ Gênero....................... SE nº 14/10)  Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo ..................................  (Lei nº 10.........783/01.............  (Lei nº 9........Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física .................

......................................................................................................................................  Subseção III  Da Vida Escolar ......................  Subseção VII  Das Competências .................................  (Res..........................................  Subseção IV  Das Disposições Gerais...................................................................................................................................  Subseção III  Da Matriz Curricular.................................................................................................................................................................................................................................................................................    Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional ..............................................................................  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno.............................................................................  Subseção VIII  Das Disposições Gerais ................................................................................................................................................................................ SE nº 3/10)  61 61 62 63 63 64 64 65 66   Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos  no Ensino Fundamental e Médio e na  Educação Profissional de Nível Médio .............................................  (Del.............  do  Recredenciamento  e  da  Fiscalização  e  Avaliação das Instituições e de Cursos e Programas .......................   Subseção I  Da Concepção e Características ..  12 73 74 ..........................  Subseção IV  Da Matriz Curricular do CEEJA ............  (Del.................................  Subseção II  Do  Credenciamento..............  Subseção II  Da Matrícula .... CEE nº 97/10)  66 66 68 71 72 CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL     Seção   I  Dos Cursos da Educação Profissional ...................................................................................................................CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO     Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio...............................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares...... CEE nº 82/09)  60   Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais.................................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas ...................................................  da  Autorização..........

...................................................................    Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado – SAPEs ......  Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs ...........................  Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos ..................................................................................... arts......    Seção III  Da Educação Inclusiva ............................    Seção IV  Do Processo de Avaliação .........................................................................................................................................................    Seção VIII  Da Formação dos Professores ............................................................................ alt.............................................  Subseção IV  Das Atribuições Gerais ... SE nº 5/09........... pela Res......  Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores .    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas ..........................  Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular .......................................................................  (Del.................................... CEE nº 68/07 e Resolução SE nº 11/08.........................................................    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica ..... SE nº 31/08)  75 75 76 78 78 78 79 79 80 80 80 81 82           13 ........    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos ........................................................................................................    Seção II  Da Caracterização e Destinação .......................................................................1º a 6º)    74     CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento ..........  (Res..........

........... Organização e Funcionamento .    Seção III  Das Competências ......................... CEE nº 46/05)  85   Seção II  Dos Objetivos ....    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento ................CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização............................................................................758/09  91   Seção II  Da Denominação.............................................................    Seção IV  Da Atribuição de Aulas .......................    Seção IV  Dos Cursos e Turmas da Alunos ......................................................... SE nº 21/08)  87 87 88 88 89     CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição......................    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar .............................................................................................................................................................. Finalidade e Destinação....................................................... pela Res...............................  (Deliberação CEE nº 46/05 e Res.................................................    Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena ..................................... Autorização e Reconhecimento ............................................ Instalação..    Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas .................... Regulamentação..........    14 92 93 94 95 96 ......  (Decreto nº 54................  alt......................................................  (Del..... SE nº 81/09)  92   Seção III  Da Criação.......................................................................................................................................................................................................................................................  ( Res..........    Seção V  Da Matrícula e Frequência  ...... SE nº 147/03....................................................

.................................................  (Decreto nº 54............................................  (Res...................  (Decreto nº 27.............. SE nº 81/09)      99   Seção XII  Disposição Final .270/87e Res......................................................................................................................................................    Secção VI  Das Disposições Gerais .................. SE nº 93/08........    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e do Funcionamento da Escola de Tempo Integral ....    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão ............... com a alt................. SE nº81/09)  96 97 99   Seção XI  Das Competências ................... SE nºs 89/05 e 93/08)  101 101 101 102 102 102   Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI...................  (Res.......................................................................................................................................................  Subseção I  Do Currículo Básico.....................Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes ...................................................  Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária ....    Seção IX  Do Professor Coordenador ....................................................................................     Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária ............................................................ das Ações e Matrizes Curriculares ..........................................SE nº 7/10)  104 105           15 .....    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação.........................  (Res............. da Res.............................................................................................................................................................................................758/09)  100     CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I   Da Instituição e Finalidade ....................

.............046/05)  (Lei nº 12...145/05)   (Lei nº 12........ SE nº 102/03)  106   Seção III  Das Datas e Comemorações ....267/68)  (Lei nº 10....................028/98)  (Lei nº 12...84)  (Lei nº 9.  (Lei nº 3...839/90)  (Lei nº 8...........5....70)  (Lei nº 9............509/00)  (Lei nº 11.........529/97)  (Lei nº 10........................968/92)  (Lei nº 8........245/76)  (Lei nº 4..113/68)  (Lei de 11......401/56)  (Lei nº 10..  (Lei nº 3...532/97)  109 Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde ........151/92)  112 16 ....  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos ....... SE de 29.9.................086/64)  (Lei  de 18.......  (Decreto nº 31...........71)  (Lei nº 9...............  (Res...............930/85)  110 Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo ................886/67)   (Lei nº 10..902/08)  (Lei nº 4...................929/08)  107 107 Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental ......................434/56)  (Lei nº 9...  (Lei nº 6...........230/06)  (Lei nº 12...........142/68)  (Lei nº 10......875/90 e Res........944/94)  (Lei nº 9......................................685/04)  (Lei nº 12........................896/97)  (Lei nº 10.. SE nº 135/90)  105   Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos ........565/85)  (Lei nº 7.067/95)  (Lei nº 10........................346/68)  (Lei nº 614/74)  (Lei nº 641/75)  (Lei nº 1..5..857/01)  (Res......338/96)  (Lei nº 9......  (Lei nº 8.......................114/98)  (Lei nº 10.........CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar  e da Suspensão do Expediente ..

.................927/01)  (Lei nº 11....................................................................................  (Res........................... CEE nº 87/09 e Res..........732/01)   (Lei nº 174/48 e Res...............................................934/08)  (Decreto nº 46............................... SE nº 95/86)  (Lei nº 12...............  (Lei nº 10..........(Lei nº 9........    Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários .................971/79)  (Lei nº 10....................878/01)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas .......  (Lei nº 794/50)  (Lei nº 8.................352/99)  124 124 125   Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente ..........501/97)  (Res.....................366/03)  (Lei nº 12.......757/90)  (Lei nº 610/74)  118     CAPÍTULO IX   D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características ................. SE nº 86/07)  123   Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica ..............................892/08)  (Lei nº 10...........................................................  (Del.........................   17 125 .........098/98)  (Lei nº 10....985/02)  (Lei nº 1......294/64)  (Lei nº 9........... SE nº 139/84)  (Lei nº 10.930/08)  (Lei nº 12.............  Subseção II  Dos Recursos ...497/97)  (Lei nº 9... alterada pela Lei nº 337/74)  (Lei nº 6.............................865/08)  (Lei nº 12............................................854/67.................  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos ......... SE nº 40/09)  119 122 CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever .....................

...781/89 ..................  (Decreto nº 51........................ SE nº 28/06)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo ...........................  (Decreto nº 29...  Subseção III  Das Atribuições e Competências ................  Patriarca  da  Independência do Brasil .... das Competências e dos Convênios .........................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento............................  (Decreto nº 50..  (Lei nº 10....................................... Expansão e Objetivos ......................................................................................................................... da Destinação e dos Objetivos ...................................499/06)  128 128 129 Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação .......................................................................................................................................................................................  Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos .............  (Lei nº 10...  (Res.269/05)  127   Seção V  Do  “Programa  Memória  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva”..............................................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa .............................................................522/00)  125 126 127 127   Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento ...................................................  Subseção I  Da Instituição e Abrangência ..............................Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa .............  Subseção III  Do Professor Orientador ....................856/01)  129   Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores ...........  18 131 131 132 132 133 ......... alterado pelo Decreto nº 50........................................................................................................................................................  Subseção IV  Das Atribuições do Aluno ........627/07)  130 130 131   Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ............  (Lei nº 9...............................................................................................................  Subseção I  Da Instituição...............................................................................................................................................................  Subseção I  Da Instituição..............476/96)  130   Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade” ...............  Subseção II  Dos Convênios ........

............................................................................................................................................  Subseção III  Dos Recursos .................................  (Res............................................................. CEE nº 11/96)  143 143 143 144 146   19 ...........................................................  Subseção II  Do Registro de Freqüência .....................  Subseção II  Do Pedido de Reconsideração ....................................... SE nº 61/07)  142 142 142 142   Seção IV  Da Avaliação do Aluno ....  Subseção IV  Das Disposições Gerais ...................................................................................................................................... REGULA‐RIZAÇÃO DE VIDA  ESCOLAR E DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais ..........402/91)  141   Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro ..   (Lei nº 973/76....Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho............................................................................................................828/05)  141     TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR      CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA................... RENDIMENTO................. CEE nº 16/97)  141   Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais........................................................ SE nº 90/08)  134   Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro" ............... alterada pela Lei nº 7.............  Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final ...............................  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios ............. RECUPERAÇÃO.......................................  (Del........................  (Del....  (Res..........  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho .....  (Lei nº 11...................................................................................................................................................... AVALIAÇÃO................

Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior ............................................................ 
(Del. CEE nº 21/01) 

147

  Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar ..................................................................  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares ................................................................ 
(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.2.05) 

148 148

Subseção II  Dos  Procedimentos  para  Tramitação  de  Expedientes/Processos  de  Regularização  de  Vida Escolar ........................................................................................................................ 
(Del. CEE nº 18/86) 

150 150

Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor ...................... 
(Res. SE nº 307/86) 

  Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade ............................................................................ 
(Res. SE nº 310/89) 

150

  Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada ...............................................................................  Subseção I  Da Progressão Continuada ................................................................................................. 
(Del. CEE nº 9/97) 

151 151 153

Subseção II  Da Progressão Parcial ......................................................................................................... 
(Res. SE nº 21/98) 

  Seção IX  Do Processo de Reclassificação .......................................................................................... 
(Res. SE nº 20/98) 

153

  Seção X  Das Classes de Aceleração .................................................................................................. 
(Res. SE nº 77/96) 

154

  Seção XI   Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental .................................... 
(Res. SE nº 92/09) 

155

  Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio..... 
(Res. SE nº 93/09) 

156

  Seção XII  Dos Documentos Escolares .................................................................................................  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar ............................................................................................  Subseção II 
20

160 160

Das Competências e Atribuições ........................................................................................ 
(Res. SE nº 25/81) 

160

  Seção XIII  Da Escrituração Escolar .....................................................................................................  Subseção I  Da  Informatização  do  Sistema  de  Publicação  de  Nomes  de  Alunos  Concluintes  de  Estudos de Nível Fundamental e Médio ............................................................................. 
(Res. SE nº 108/02) 

161

161

Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação ............................................................................ 
(Del. CEE nº 4/95) 

162

    CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE ................................................................  Subseção I  Da Criação e Atribuições ....................................................................................................  Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências .................................................................  Subseção III  Da Composição, do Mandato e das Reuniões ....................................................................   Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar – SIAVE ...................................................... 
(Lei nº 11.264/02) 

162 162 163 163 164

  Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para  Tratamento de Saúde ........................................................................................................  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado ...................................................................................................... 
(Lei nº 10.685/00) 

164 164 164

Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde ....................................................................... 
(Del. CEE nº 59/06) 

  Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção ....................................................................................  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual ........................................................... 
(Decreto nº 38.641/94) 

165 165 166

Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal .............................................................................................. 
(Lei nº 11.257/02) 

  Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve" ................. 
21

166

(Lei nº 12.283/06) 

  Seção V   Da Gravidez na Adolescência .............................................................................................. 
(Lei nº 11.972/05) 

167

  Seção VI   Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras  Drogas .................................................................................................................................  Subseção I  Da Prevenção, do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas ..................... 
(Lei nº 12.258/06) 

168 168

Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes .................................... 
 (Lei nº 9.830/97) 

169

Subseção III  Do  "Programa  de  Educação  Específica  contra  os  Males  do  Fumo,  do  Álcool  e  das  Drogas" ............................................................................................................................... 
(Lei nº 12.297/06) 

169

  Seção VII  Da  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  Exploração  contra  Crianças  e  Adolescentes no Estado de São Paulo ................................................................................ 
(Lei nº 10.429/99 e Res. SE nº 277/86) 

170

  Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação ............................................................................  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual .......................................................................... 
(Lei nº 10.948/01) 

170 170 172

Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial ..........................................................  (Lei nº 10.237/99) 

CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar ............................................................................................................ 
(Lei nº 10.761/01 e Lei nº 2.037/79) 

172

  Seção II  Do Transporte Escolar .........................................................................................................  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município ....................................... 
(Res. SE nºs 33/09 e 34/09) 

173 173

Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal ........................................................................... 
(Lei nº 11.258/02) 

178

 
22

Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................. 
(Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros,  alt.  pelo  Decreto nº 30.945/89)  (Res. SE nº 179/93, alt. pela Res. SE nº 133/03)

179

  Seção III  Do  Direito  ao  Pagamento  de  Meia‐Entrada  em  Espetáculos  Esportivos,  Culturais  e  de  Lazer ................................................................................................................................... 
(Lei nº 7.844/92 e Decreto nº 35.606/92) 

179

    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório ................................................................  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados ........................................ 
(Decreto nº 53.037/08, com alt. do Decr. nº 55.144/09) 

180 180 181

Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público ........................ 
(Decreto nº 52.344/07 e Res. SE nº 66/08) 

  Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente .................................................................. 
(Decreto nº 55.144/09) 

191

  Seção III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério ...........................................................................................................................  Subseção I  Das disposições Preliminares...............................................................................................  Subseção II  Da Inscrição ........................................................................................................................  Subseção III  Da Classificação dos Inscritos .............................................................................................  Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial .......................................................................................  Subseção V  Do Cadastramento .............................................................................................................  Subseção VI  Da Atribuição durante o Ano .............................................................................................  Subseção VII  Das Disposições Finais  ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 98/09,  com a alt. da Res. SE nº 11/10) 

194 194 195 196 200 209 210 213

23

  Seção IV  Da Atribuição de Classes, Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares ....................................................................................................  Subseção II   Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena ... ...........................................  Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de estudos de Línguas ...............................................  Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP ......................................................  Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar .....................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura .................................................  Subseção VII  Das Disposições Gerais ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 13/10) 

215 215 216 217 217 218 218 218

  Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos ...........  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos ...............................................  Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos ...........................................................................................  Subseção III  Das Atribuições dos Adidos ................................................................................................ 
(Decreto nº 42.966/98) 

219 219 220 221

  Seção VI  Do Controle de Frequência dos Docentes ..........................................................................  Subseção I  Da Sede de Controle de Frequência ...................................................................................  Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas ............................................................................................. 
(Decreto nº 39.931/95) 

221 221 222

  Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério ............................................  Subseção I  Das Normas e Requisitos ....................................................................................................  Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes ........................................................................  Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico ....................................................... 
(Decreto 24.948/86, Decreto nº 53.037/08, alt. pelo Decreto nº 53.161/08 e Res. SE nº 57/08) 

223 223 224 225

  Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos .......................................................... 
(Decretos nºs 41.915/97 e 53.037/08) 

229

24

  Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério  ................................. 
(Decreto nº 49.893/05) 

232

  Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade  de Classe ............................................................................................................................. 
(Decreto nº 31.170/90, combinado com o Decreto nº 52.833/08) 

234

  Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola ............................................................. 
(Decretos nºs 43.409/98 e 53.037/08 ) 

235

  Seção XII  Da Coordenação Pedagógica ..............................................................................................  Subseção I  Do Professor Coordenador ................................................................................................. 
(Res. SE nº 88/07, alterada pela Res. SE nº 10/08) 

237 237 240 241

Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental ........................................... 
(Res. SE nº 89/07) 

Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ........... 
(Res. SE nº 90/07) 

Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas ........................................................ 
(Res. SE nº 91/07) 

242

  Seção XIII  Do  Setor  de  Trabalho,  das  Atribuições  e  da  Gratificação  Especial  do  Supervisor  de  Ensino ................................................................................................................................. 
(Res. SE nº 97/09 e 23/10) 

243

    CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada .......................................................................... 
(Lei nº 11.498/03) 

245

  Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores ......................................................................... 
(Res. SE nº 62/05) 

246

  Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica ........................................................... 
(Del. CEE nº 10/99) 

249

   
25

Seção IV  Dos Cursos de Especialização ............................................................................................. 
(Deliberações CEE nºs 40/04 e 53/05) 

250

    CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do  Acréscimo  de  1/3  (um  terço)  ao  Valor  da  Retribuição  Mensal  de  Funcionários  e  Servidores do Estado, quando em Gozo de Férias ............................................................. 
(Decreto nº 29.439/88, alterado pelo Decreto nº 33.152/91) 

252

  Seção II  Do Adicional de Local de Exercício ...................................................................................... 
(Decreto nº 52.674/08) 

253

  Seção III  Do Auxílio‐Alimentação ...................................................................................................... 
(Lei nº 7.524/91, alterada pelas Leis nºs 8.106/92 e 8.320/93)  (Decreto nº 34.064/91, alterado pelo Decreto nº 50.079/05) 

253

  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte ......................................................................................................... 
(Lei nº 6.248/88, alterada pela Lei Compl. nº 755/94)  (Decreto nº 30.595/89, alterado pelo Decreto nº 38.687/94) 

255

  Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante ...................................................................... 
(Lei nº 3.732/83) 

256

    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional ........................................................................................................  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica ........................................................................ 
(Decreto nº 45.348/00, alterado pelo Decreto nº 49.366/05) 

256 256 259

Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica ................................................................ 
(Decreto nº 49.394/05 e Res. SE nº 21/05) 

  Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério ....................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............................................................................................  Subseção II  Da Inscrições .......................................................................................................................   
26

262 262 263

............... SE nº 26/97)  279   Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno .......................................................................................................................................  (Lei nº 11.................................  Subseção VIII  Das Disposições Finais ......  Subseção VI  Da União de Cônjuges ..............143/09 e Res..........298/03.............  (Res........................................... SE nº 145/86...................................Subseção III  Das Indicações de Unidades ........................ SE nº 15/90)  282 283   Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes ...........  Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos.................. SE nº 64/08)  275   Seção IV  Da Readaptação ....................................... alterada pela Res. alterada pela Res.........  (Decreto nº 48.........................................  (Decreto nº 35.............................................................  (Decreto nº 55.................................................................................................................................  Subseção VII  Da Atribuição de Vagas...................796/92)  283   Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador ............................................277/08 e Res.............................. SE nº 289/86...................................... SE nº 95/09)  267 268 270 273 273 274   Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado ......................... SE nº 306/89)   Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada ..................................  Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potencias  ..048/05)  284   Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado  de São Paulo .............................................. nº 706/93 e  alterada pela Res...........................................  (Lei nº 12............................................................................  (Res.... SE nº 82/86)  281   Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias ....................................  (Res...................  (Res...........  (Lei nº 10............................................................................. SE nº 307/91 c/c a Lei Compl.............858/01)  283   Seção IX  Do Adicional de Transporte .......................................................................................................875/05)  285   27 ............ Decreto nº 53..........................................................................

.............................................................................  (Lei nº 9.............  Subseção I  Da Advertência quanto ao prejuízo causado pelas Drogas ......................................016/08)  Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar ............  (Lei nº 3.016/08)  Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola ....................540/03)  Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas .............................................  (Lei nº 11..........  (Leis nºs 2........................  (Lei nº 10.  (Leis nºs 9..........  alterado  pelo Decreto nº 30......760/97 e 13...388/03)  287 287 287 288 288 288 Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos ...................................................................................................................................210/88................... SE nº 133/03) 285 TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR        CAPÍTULO I    DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos .......................730/07)  (Decreto nº 52.....................945/89)  (Res.... SE nº 179/93....740/97)  286   Seção II  Das Lixeiras Seletivas ......................  (Lei nº 12...............762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas.845/81 e  13...............  (Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros........Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ...  (Lei nº 11........................................ alterada pela Res............. alterada pela Lei nº 9.....092/81)  287   Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool........  (Lei nº 8..................................................625/08)  289       28 ............................877/94)  (Lei nº 6...................................... Drogas e Tabaco ..........................306/99)  286   Seção III  Do Combate a Incêndios ..........

.............  Subseção III  Das Competências e Atribuições .. SE nº 229/95)  (Lei nº 10............  Subseção II  Das Parcerias ....................642/88..........................................552/97)  289   Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança ......................................................    29 295 295 296 297 .....................................................................  (Lei nº 11...............  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares para Encontros de Caráter  Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas .............465/96)  293   Seção II  Dos Centros de Difusão............................  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ..........................................................  (Lei nº 10...... Ensino................................................  (Lei nº 3.................. alt..  (Decreto nº 28.166/99)  294   Seção IV  Do Programa Escola da Família .......  (Decreto nº 28..............................................................................................................................................................875/01)  290   Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia ..............................312/99)  (Decreto nº 44....................730/83 e Res.........    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA  Seção I  Do Programa de Segurança Escolar ..................................... Aprendizado e Práticas Esportivas .........................................................................................................309/99)  292 292 Subseção II  Da  Cessão  de  Uso  de  Espaços  Livres  de  Próprios  Públicos  para  Campanhas  contra  as  Drogas .............853/05)  291     CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos ..643/88)  (Lei nº 10................326/99)  293   Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária ......................................................................................................................................  (Lei nº 9.......  (Lei nº 10......................................... pelo Decreto nº 41....................................

...  (Lei nº 10.............................................479/89)  303 303 303 303 Subseção II  Da Proibição de Propaganda nas Imediações de Escolas ......................................  Subseção VII  Da Carga Horária.................  Subseção II  Da Implementação e das Atribuições dos Órgãos Envolvidos ........................................................................................  Subseção III  Das Atividades de Estágio ........................................................................................  Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional ......................................  (Lei nº 9.....................................................  (Lei nº 6...Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional .. Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional ............................  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional ........................ Frequencia..............  ( Decreto nº 48.............. SE nº 37/08 e Res........298/99)  Subseção III  Da Propaganda de Empresas Privadas nas Reformas de Prédios Escolares ......................... SE/SGP nº 1/08)  301 301 301 302   Seção VI  Da Propaganda nas Escolas ............................  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ................  Subseção I  Da Locação do Muro de Escolas ..  (Res.............. SE nº 18/10)   297 298 299 299 300   Seção V  Do Programa Acessa Escola .........485/97)  30 ....................................................................................781/04 e Res......................................  Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional ................. Conj.........

  II ‐ mediante instrumento próprio de adesão.  Parágrafo  único  ‐  O  Censo  Escolar  previsto  neste  artigo  será  realizado  bienalmente.  (Lei nº 9. regular e supletivo. anexo.  31 . 1º.  também.    Artigo 6º ‐ O cadastramento instituído pelo artigo anterior poderá ser estendido:  I  ‐  mediante  celebração  de  Termos  de  Cooperação  Técnica  com  a  Secretaria  da  Educação:  a) à rede municipal de ensino.TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar    Artigo 1º ‐ Os regimentos escolares dos estabelecimentos de ensino fundamental  e  médio.  CEE  nº  10/97.394.  devem  obedecer  às  orientações  constantes da  Indicação  nº  9/97. das Secretarias de Estado e das Autarquias. (•)  (Del.  integrante  da  Del.  encontra‐se  anexada  a  esta  unificação. art.  Vide  Parecer  CEE  nº  67/98.    Artigo  4º  ‐  O  Poder  Executivo  poderá  estabelecer  convênios  com  os  municípios  para a realização do Censo Escolar.  arts.484/97.  de  20 de dezembro  de 1996.  em  atendimento  à  Lei  Federal  nº  9. 1º)    Seção II  Do Censo Escolar    Artigo  2º  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  promover  o  Censo  Escolar  no  Estado de São Paulo.    Artigo 3º ‐ O Censo Escolar deverá aferir os índices de analfabetismo e sua relação  com a universalização do ensino fundamental. CEE nº 10/97.  a  serem  elaborados  para  vigência  a  partir  de  1998.      (•)  A  indicação  CEE  nº  9/97.  b)    ao  SENAI  ‐  Serviço  Nacional  de  Aprendizagem  Industrial  e  ao  SESI  ‐  Serviço  Social da Indústria. a escolas particulares. 2º e 3º)    Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos    Artigo 5º ‐ Fica instituído o Cadastramento Geral de Alunos do ensino fundamental  e médio.

  sempre  que houver  disponibilidade  de  recursos  físicos. 5º e 6º)    Artigo 11 ‐ Ficam os estabelecimentos de ensino que atuam na educação básica do  sistema de ensino do Estado de São Paulo. arts.  IV ‐ 40 alunos para as turmas de educação de jovens e adultos.   V  ‐  15  a  20  alunos  para  as  turmas  do  Projeto  Intensivo  no  Ciclo  ‐  PIC  de  3ª  e 4ª  séries do ensino fundamental. 2º. 1º. evitando‐se a duplicidade de matrículas  e a formação de classes ociosas. 3º. 4º. de 31‐8‐95.  a  partir  dos  princípios  da  educação inclusiva. que consiste em um número para cada aluno.  VII  ‐  as  turmas  de  recuperação  paralela  serão  constituídas  de  15  a  20  alunos  e  organizadas em conformidade com as diretrizes fixadas na Resolução nº 40/2008. 2º e 3º)     Seção IV  Do Número de Alunos por Classe    Artigo  14  –  Na  organização  do  atendimento  à  demanda  escolar  nas  escolas  estaduais.  II ‐ 35 alunos para as classes das séries/anos finais do ensino fundamental. nos dois níveis de  ensino: fundamental e médio. arts.  Artigo  7º  ‐  O  Cadastramento  Geral  de  Alunos  objetiva  conhecer  com  precisão  o  número de alunos matriculados e freqüentes nas escolas.  III ‐ 40 alunos para as classes do ensino médio.    Artigo 10 ‐ O Registro de Alunos (RA) será considerado documento indispensável  para a matrícula ou transferência de cada aluno na rede estadual de ensino.    Artigo  9º  ‐  A  partir  do  levantamento  de  documentos  de  todos  os  alunos  e  da  consolidação dos dados obtidos com o Cadastramento Geral de Alunos.290/95.  e  para  o  atendimento  escolar  de  alunos  com  deficiência.    Artigo  12  ‐  O  cadastramento  será  coordenado  pela  Secretaria  de  Estado  da  Educação que baixará instruções normativas para sua realização.290. em conformidade com o disposto na Resolução nº 11/2008. 1º.  VI  ‐  12  a  15  alunos  na  oferta  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado.  (Decreto nº 40. sujeitos  ao cadastramento geral de alunos instituído pelo Decreto nº 40.  deverão  ser  observados  como  critérios  para  organização  e  composição  de  classes/turmas  os  seguintes  referenciais  quanto  à  média de alunos por classe:  I ‐ 30 alunos para as classes das séries/anos iniciais do ensino fundamental.  § 1º ‐ Casos excepcionais deverão ser submetidos à análise da Diretoria Ensino e à  homologação anual da respectiva Coordenadoria. que baixará instruções normativas para sua realização.    Artigo  13  ‐  Fica  a  Secretaria  de  Estado  da  Educação  responsável  pela  guarda  e  sigilo dos dados cadastrados. desde a educação infantil até o ensino médio. será emitido o Registro de  Alunos (RA).  SAPE(s).  32 .  Artigo 8º ‐ O Cadastramento Geral de Alunos será coordenado pela Secretaria da  Educação. CEE nº 2/00.  (Del.

  III ‐ a contratação de prestação de serviços das atividades que não são próprias ou  exclusivas do Estado.20 m .  SE  nº  86/08. Vice‐Diretor de Escola e integrantes do QAE deverá  observar:  I ‐ a quantidade de classes da unidade escolar.    Artigo  17  ‐  A  movimentação  dos  servidores  ocorrerá  por  meio  de  concurso  de  remoção ou por transferência.  2º  e  art.342/78)    CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA    Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação  Subseção I  Dos Critérios de Fixação. 1º e 2º. de 12 de maio de 1978.  VI ‐ a relação de unidades escolares em processo de contratação de prestação de  serviços das atividades que não são próprias ou exclusivas do Estado.261.  (Res.630/08. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores    Artigo 15 ‐ A fixação do módulo de pessoal das unidades escolares da Secretaria da  Educação.  art. quando em carteira individual. 2º e 3º)    Subseção II  Da Contratação de Serviços    Artigo  18  ‐  A  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  nas  unidades  escolares  será  precedida  de  processo  licitatório  33 . no que se refere a Diretor de Escola.§  2º  ‐  A  área  das  salas  de  aula  corresponderá  no  mínimo  a  1.  (Decreto nº 52.  V ‐ o número de servidores readaptados.  II ‐ as condições físicas e/ou estruturais da escola.    Artigo  16  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  efetuar  a  fixação  e  a  revisão  dos  módulos de pessoal de que trata o artigo anterior para:  I ‐ a organização do concurso de remoção ou de ingresso. arts.  IV ‐ o número de servidores afastados. indicadores de vulnerabilidade.  II ‐ as transferências.  §  1º  ‐  Os  servidores  das  unidades  escolares  em  processo  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  poderão  ser  remanejados para outras unidades escolares.00  m2  por  aluno  lotado em carteira dupla e de 1.  VII ‐ outros critérios definidos por estudos da Secretaria da Educação.  §  2º  ‐  As  situações  abrangidas  por  este  artigo  obedecerão  às  necessidades  de  recursos humanos e à conveniência administrativa. de 28 de outubro  de 1968. e dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180.  102  do  Regulamento  que  integra  o  Decreto  nº  12. nos termos dos artigos 26 a 29 da Lei nº 10.  entre outros.  III ‐ o número de servidores em exercício. §§ 1º.

  § 1º ‐ No caso da contratação de que trata o caput deste artigo serão utilizados os  parâmetros estabelecidos pela Secretaria de Gestão Pública. para definição dos módulos das unidades escolares da  rede estadual de ensino. art.  observados  os  termos  da  Lei  nº  8. quando a unidade escolar comportar diretor de escola. 2º)    (• ) ANEXO    Nº de  Nº de  Diretor de  Vice‐Diretor  Secretário  Agente de  Agente de  classes  Turnos  Escola  de Escola  de Escola  Organização  Serviços Escolares Escolar  2 a 3  1 ou +  0  0  0  0  1  4 a 7  1 ou +  0  1  0  1  1  8 a 11  1 ou +  1  0  0  2  1  12 a 44  1 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  2  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  3 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)    Nota:  As  Unidades  Escolares  com    8  a  11  classes  funcionando  em  três  turnos  comportarão  um  Vice‐Diretor além do módulo fixado no referido anexo.  §  2º  ‐  A  Secretaria  da  Educação  fará  publicar  a  lista  das  unidades  escolares  passíveis  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas do Estado. 3º)    Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo    Artigo 19 ‐ Os parâmetros. conforme anexo que integra esta subseção.  (Res. § 4º do art.  (Decreto nº 52.    (• ) O Anexo referido no art. 19 está com a redação dada pela Res. 2º)    Artigo  21  ‐  As  classes  das  escolas  vinculadas  integrarão  o  módulo  da  escola  vinculadora.  34 .  (Res. art. passam a vigorar. 1º)    Artigo  20  ‐  Para  cálculo  das  necessidades  das  unidades  escolares  na  revisão  de  módulo  de  pessoal  não  serão  computados  os  quantitativos  referentes  a  servidores  afastados  e  readaptados.630/08.630/08. bem como os estudos da Secretaria  de Educação.  e  suas  alterações  posteriores.  (**) O arredondamento de cálculo para maior somente poderá se efetuar para frações superiores  a 0. SE nº 27/08. art.  (Decreto nº 52.5 (cinco décimos).  de  21  de  junho  de  1993. SE nº 27/08.666.específico. SE nº 25/10.

  desde  que  mantida  a  divisão  em  dois  períodos  e  assegurado o intervalo mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  sempre  que  possível. o  horário  poderá  ser  estabelecido  para  duas  ou  mais  turmas.  deverá ser cumprida dentro da  faixa horária entre sete e dezenove horas. no mínimo.  Parágrafo  único  ‐  Observadas  as  disposições  do  caput.     Artigo  24  ‐  A  jornada  de  trabalho  dos  servidores  sujeitos  à  prestação  de  trinta  horas semanais. afixar em local visível ao público e publicar nos meios de comunicação oficiais o  seu horário de funcionamento.  no  que  couber.Seção II  Do  Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores    Artigo  22  ‐  As  unidades  administrativas  públicas  estaduais  deverão  manter.    Artigo  25  ‐  A  freqüência  diária  dos  servidores  da  Administração  Direta  e  das  Autarquias será apurada pelo registro de ponto.  cabendo  ao  dirigente  do  órgão  disciplinar  o  funcionamento  do  serviço  que  melhor possa atender ao interesse público.  em  até  três  turmas  distintas.    Artigo  26  ‐  Do  registro  do  ponto.  diariamente.  observados  o  descanso  semanal remunerado e intervalos para alimentação e descanso.  § 4º ‐ Para os fins previstos neste artigo.     Artigo 23 ‐ A jornada de trabalho dos servidores sujeitos à prestação de quarenta  horas  semanais  de  serviço  será  cumprida. uma hora para alimentação e descanso.  durante  todo  o  seu  período  de  funcionamento.  servidores  para  a  garantia  da  prestação  dos  serviços que lhe são afetos. 3º e 4º do artigo  23.  o  horário  dos  servidores  poderá  ser  prorrogado  ou  antecipado.  mantida  sempre  a  divisão  em  dois  períodos com intervalo de.  aplicam‐se  aos  servidores  sujeitos à jornada de trabalho de trinta horas semanais as disposições dos §§ 2º.   § 2º ‐ Nas unidades em que houver necessidade de funcionamento ininterrupto. com intervalo de duas  horas para alimentação e descanso. por  sua natureza.  2. assegurado o intervalo mínimo de quinze minutos para  alimentação e descanso.  garantindo  a  prestação  dos  serviços.  domingos.  em  dois  períodos  dentro  da  faixa  horária compreendida entre oito e dezoito horas.  §  1º  ‐  Para  atender  à  conveniência  do  serviço  ou  à  peculiaridade  da  função. de segunda a sexta‐feira.  o  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  obrigatoriamente.  correspondentes  a seis horas diárias de serviço.  mediante  o  qual  se  verifica. cabe ao dirigente do órgão determinar o  sistema que melhor atenda à conveniência e às necessidades do serviço.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  dezenove  horas.  § 3º ‐  Nas  unidades em que.  observada a escala de horário estabelecida pela chefia imediata.  Parágrafo  único  ‐  As  unidades  que  prestam  atendimento  direto  ao  cidadão  deverão:  1. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados. deverão constar:  I ‐ o nome e registro geral do servidor.  pontos  facultativos  e/ou  feriados  é  facultado.  35 .  manter  ininterruptamente  servidores.  a  entrada e saída do servidor em serviço.

    Artigo  27  ‐  O  servidor  que  faltar  ao  serviço  poderá  requerer  o  abono  ou  a  justificação da falta.  §  1º  ‐  Para  o  registro  de  ponto  poderão  ser  utilizados  meios  mecânicos. não excedendo a uma por mês.  III ‐ o horário de entrada e saída ao serviço.  até  o  máximo  de  doze  por  ano.    Artigo  28  ‐  Poderão  ser  abonadas  as  faltas  ao  serviço.   §  2º  ‐  Nos  casos  em  que  o  chefe  imediato  seja  diretamente  subordinado  ao  Governador.  será  submetida.  possa  constituir  escusa  razoável  do  não  comparecimento.  §  2º  ‐  A  utilização  do  formulário  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior  dar‐se‐á  a  partir do primeiro dia do mês subseqüente à publicação de Instrução a ser expedida pelo Órgão  Central do Sistema de Administração de Pessoal do Estado.  pela  natureza  e  circunstância.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas e as consideradas justificadas pela autoridade  competente não serão computadas para efeito de configuração dos ilícitos de abandono do cargo  ou função e de faltas interpoladas.  os  dias  intercalados.     Artigo  29  ‐  Poderão  ser  justificadas  até  vinte  e  quatro  faltas  por  ano.  devidamente  informada  por  essa  autoridade.  até  o  máximo  de  seis  por  ano.  de  preferência.  a  justificação  das  que  excederem  a  esse  número.  V ‐ as ausências temporárias e as faltas ao serviço. eletrônicos ou formulário específico.  VIII ‐ assinatura do servidor e da Chefia imediata. por escrito à autoridade competente.  §  1º  ‐  No  prazo  de  sete  dias  o  chefe  imediato  do  servidor  decidirá  sobre  a  justificação  das  faltas.  sob  pena  de  sujeitar‐se  a  todas  as  conseqüências  resultantes  da  falta  de  comparecimento.  36 .  até  o  limite  de  vinte  e  quatro.    Artigo 31 ‐ O servidor perderá um terço do vencimento ou salário do dia quando  entrar  em  serviço  dentro  da  hora  seguinte  à  marcada  para  o  início  dos  trabalhos  ou  retirar‐se  dentro da última hora do expediente. a Secretário de Estado. que decidirá em igual prazo.  justificadas  ou  injustificadas. ao Procurador Geral do Estado ou a Dirigente de Autarquia.II ‐ o cargo ou função‐atividade do servidor. ao seu superior hierárquico.  IV ‐ o horário de intervalo para alimentação e descanso.  § 3º ‐ O servidor perderá a totalidade do vencimento ou salário do dia nos casos  de que trata o caput deste artigo.  os  sábados.    Artigo  30  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.  sua competência se estenderá até o limite de vinte e quatro faltas. em razão de moléstia ou outro motivo relevante.  feriados  e  aqueles  em  que  não  haja  expediente  serão  computados para efeito de desconto dos vencimentos ou salários. a critério do  superior imediato do servidor. no primeiro dia em que comparecer à  repartição.  VII ‐ os afastamentos e licenças previstos em lei.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas não implicarão desconto da remu‐neração.  domingos.  VI ‐ as compensações previstas nos artigos 32 e 33.  desde  que  motivadas  em  fato  que.  Parágrafo único ‐ Aplica‐se o disposto no caput deste artigo quando excedidos os  limites fixados nos artigos 32 e 33 e não efetuadas as compensações neles previstas.

  §  2º  ‐  O  servidor  é  obrigado  a  compensar.    Artigo 35 ‐ Para a configuração do ilícito administrativo de abandono de cargo ou  função. exceto nos casos de consulta ou tratamento de saúde.  a  compensação  se  fará  de  uma só vez.  sem  qualquer  desconto  em  seus  vencimentos  ou  salários. entrar em serviço até uma hora após o  início  do  expediente  ou  deixá‐lo  até  uma  hora  antes  do  término.     Artigo  33  ‐  Até  o  máximo  de  três  vezes  por  mês.261.  Parágrafo único ‐ A freqüência do servidor será registrada desde que permaneça  no trabalho por mais de dois terços do horário a que estiver sujeito. domingos.  para a finalidade  específica  de  recebimento  de  sua  retribuição  mensal  em  instituição  bancária.  quando.  § 1º ‐ A ausência temporária ou definitiva.  salário  ou  remuneração. a compensação  deverá ser dividida por período não inferior a trinta minutos com exceção do último. nos termos do artigo 121 da Lei nº 10.  compensar mais de um período num só dia.  posto  ou  caixa  de  atendimento  eletrônico. 32 e 33 e os casos de consulta ou tratamento de saúde.  for  invocado  motivo justo.  sem  desconto  em  seu  vencimento. previstos em  lei.    Artigo 36 ‐ O servidor‐estudante. se a retirada se prolongar por período superior a trinta minutos.  se  a  ausência  for  igual  ou  inferior  a  trinta  minutos. desde que compense o atraso no mesmo dia.  § 4º ‐ Entre as hipóteses de ausência previstas no caput inclui‐se a faculdade de o  servidor retirar‐se do expediente uma vez por mês.  a  critério  da  chefia  imediata. de 28  de outubro de 1968.  Artigo  32  ‐  Poderá  o  servidor  até  cinco  vezes  por  mês.  será  concedida  ao  servidor  autorização  para  retirar‐se  temporária  ou  definitivamente.    Artigo  34  ‐  O  servidor  perderá  a  totalidade  de  seu  vencimento  ou  salário  do  dia  quando comparecer ou retirar‐se do serviço fora de horário. ressalvadas as hipóteses previstas nos  artigos 31. tempo igual  ou inferior a noventa minutos. respectivamente. dispensada a compensação.      37 . são computados os dias de sábados. feriados e pontos facultativos.  a  critério  da  chefia  imediata. previstos em  lei.   2.  no  mesmo  dia  ou  nos  três  dias  úteis  subseqüentes.  § 1º ‐ O benefício previsto no caput deste artigo somente será concedido quando  mediar entre o período de aulas e o expediente da unidade de prestação dos serviços. poderá.  desde  que  na  unidade  de  trabalho  não  se  mantenha  agência  bancária. previstos em lei.  durante  o  expediente.  podendo  o  servidor. de que trata o caput deste artigo.  conforme  se  trate  de  curso  diurno ou noturno.   §  3º  ‐  Não  serão  computados  no  limite  de  que  trata  o  caput  os  períodos  de  ausências temporárias durante o expediente para consulta ou tratamento de saúde. que será pela  fração  necessária  à  compensação  total. não  poderá exceder a duas horas. o tempo correspondente à retirada temporária ou definitiva de que trata o caput  deste artigo na seguinte conformidade:  1.  entrar  com  atraso  nunca  superior  a  quinze  minutos  na  unidade onde estiver em exercício. a critério da Administração.

    Artigo 40 ‐ A jornada de trabalho dos servidores dos Quadros de Apoio Escolar e  da  Secretaria  da  Educação  será  cumprida.  a  critério  do  Gestor  Escolar.  §  2º  ‐  Para  fazer  jus  ao  benefício  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  o  servidor apresentar comprovante.  ser  antecipado para  até 6  (seis) horas da  manhã.  §  3º  ‐  Para  atender  a  conveniência  do  serviço  e/ou  a  peculiaridade  da  função. respeitado o limite máximo de 8 (oito) horas  diárias de trabalho.  obrigatoriamente. realizem trabalhos externos.  semestralmente.054/07.  § 4º ‐  Nas  unidades em que.  ainda. 2º a 19)    Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares    Artigo  39  ‐  As  unidades  escolares  deverão  manter  servidores  para  a  garantia  da  prestação dos serviços que lhe são afetos. durante todo o seu período de funcionamento.  §  5º  ‐  O  não  cumprimento  das  disposições  do  parágrafo  anterior  implicará  na  responsabilização disciplinar. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados  e/ou aos  domingos. por  sua natureza.  §  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  aplica‐se  igualmente  ao  integrante  do  Quadro  do  Magistério. de 13 de maio de 1978.  de  segunda a sexta‐feira.  as  disposições dos artigos 620 a 622.    Artigo  38  ‐  As  normas  de  registro  e  controle  de  freqüência  dos  docentes  da  Secretaria da Educação serão estabelecidas em ato específico da Pasta. arts.  em  dois  períodos  com  intervalo  mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  mediante  apresentação  de  documento  hábil  expedido  pelo estabelecimento de ensino em que estiver matriculado.   38 .  o  início  do horário  de trabalho  dos servidores  mencionados  no  caput poderá.  junto  à  Chefia  imediata. o  Gestor  Escolar  deverá  elaborar  escala  de  trabalho  dos  servidores  visando ao acompanhamento desse funcionamento.    Artigo 37 ‐ Os Secretários de Estado.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  vinte  e  três  horas. o Procurador Geral do Estado e os Dirigentes  de  Autarquias  fixarão  critérios  para  controle  do  ponto  de  servidores  que.  § 2º ‐ A distribuição da carga horária deverá abranger os turnos de funcionamento  da  unidade  escolar. exceto nos períodos de recesso ou férias escolares.  (Decreto nº 52. desde que mantida a divisão da  carga  horária diária em dois períodos e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição e  descanso.  §  3º  ‐  O  servidor  abrangido  por  este  artigo  gozará  dos  benefícios  nele  previstos  durante os dias letivos.  em  virtude  das  atribuições do cargo ou função. civil e penal. sujeito à Jornada Completa de Trabalho de que trata o artigo 70 da Lei Complementar  nº 180. e aos docentes designados em Postos de Trabalho de Vice Diretor  de Escola ou de Professor Coordenador.   § 4º ‐ O servidor‐estudante fica obrigado a comprovar o comparecimento às aulas.   Parágrafo  único  –  Para  o  pessoal  docente  deverão  ser  observadas. anual ou semestral conforme o caso. de que está matriculado  em estabelecimento de ensino oficial ou autorizado.

 1º e caput do art. de que tratam os artigos  83 a 88 da Lei Complementar nº 444.  presumindo‐se.  a  carga horária correspondente à jornada de trabalho do servidor. 2º do Decreto nº 52. que não considerou necessário o atendimento da formalidade.  observados.  a  exigência  de  reconhecimento  de  firmas  ou  de  autenticação  de  cópias. o servidor deverá proceder ao  cotejo.  de  28  de  dezembro de 1993.  onde  constarão  os  horários  das  aulas  e  as  Horas  de  Trabalho  Pedagógico.  (Lei nº 8.    Artigo 41 ‐ A freqüência dos servidores docentes será registrada em livro próprio. com a  indicação  do  dispositivo  legal  em  que  ela  está  prevista  e  da  razão  específica  da  dúvida. no  ato do recebimento.  reputar‐se‐ão  inexistentes  os  atos  administrativos  dela  resultantes. art.    Artigo 42 ‐ O Dirigente Regional de Ensino. parágrafo único do art. somente se houver dúvida fundada.  §  3º  ‐  O  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  não  poderá  perceber.  sempre.  cumprindo  ao  39 .  conforme  modelo  definido em Instrução expedida pelo Departamento de Recursos Humanos.  § 3º ‐ Eventual exigência do servidor será feita por escrito.  respectivamente. a critério da autoridade.  ressalvada  a  decorrente  de  lei  federal  ou  quando  haja  determinação  legal  expressa  em  sentido contrário. exigirá o reconhecimento da firma ou a  autenticação da cópia.658/08)  § 2º ‐ Na hipótese de que trata o caput deste artigo. o descanso semanal remunerado  e o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  com  a  cédula  de  identidade  do  interessado  ou  com  o  respectivo  documento original e. motivadamente. mantida a divisão em dois turnos durante todo seu período de  funcionamento. ser exigido o original para confrontação. com a Gratificação por Trabalho no Curso Noturno. de 27 de dezembro de 1985. e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  1º e arts.§  5º  ‐  Para  os  fins  previstos  neste  artigo. SE nº 73/07. 1º c/c o art.  § 1º ‐ A atuação fora do horário de funcionamento da Diretoria de Ensino somente  será  possível  se  o  Supervisor  de  Ensino  for  responsável  pela  supervisão  e  fiscalização  de  cursos  noturnos de unidades escolares incluídas no setor de trabalho que lhe for atribuído.  para  instruir  processos  e  procedimentos  administrativos  nos  órgãos  do  Estado. havendo necessidade. poderá autorizar  o  horário  de  trabalho  do  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  dentro  da  faixa  horária  estabelecida no § 2º do artigo 40.263/93.  cabe  ao  Gestor  Escolar  determinar  o  sistema  que melhor  atenda  a  conveniência  e  as  necessidades  do  serviço.  a  Gratificação  Especial  instituída  pela  Lei  Complementar  nº  744.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino homologar o horário de trabalho  do servidor mencionado no caput deste artigo.  § 1º Poderá. 2º a 5º)      CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas    Artigo  43  ‐  É  vedada.  § 4º ‐ Verificada a qualquer tempo a ocorrência de fraude ou falsidade em prova  documental.  na  recepção  de  documentos  por  órgãos  e  entidades  da  administração  direta.  cumulativamente.  (Res. caso não o faça.  autárquica  e  fundacional.

658/08)    Seção II  Da Cobrança de Contribuições    Artigo 46 – Aos estabelecimentos oficiais de ensino do Estado fica proibido:  I – cobrar taxa de matrícula. com danos ao ambiente de trabalho. salvo naquelas em que lei federal  ou determinação legal expressamente determine. especialmente:  40 . 2º  e 3º do art.órgão ou entidade a que o documento tenha sido apresentado expedir a comunicação cabível ao  órgão local do Ministério Público. bem como à evolução.  (Lei nº 3. 1º)    Seção III  Do Assédio Moral    Artigo  47  ‐  Fica  vedado  o  assédio  moral  no  âmbito  da  administração  pública  estadual direta.  pertinentes  aos  respectivos  âmbitos  de  atuação.  ou  qualquer  pessoa que. art.  quando  apresentado  para  fazer  prova  perante  repartições  e  entidades públicas estaduais da administração direta e indireta.  as  autarquias  e  as  fundações  instituídas  ou  mantidas pelo Estado:  I  ‐  manterão  em  local  visível  e  acessível  ao  público  relação  atualizada  das  hipóteses.  (Decreto nº 52.144/79.   (Lei nº 2.  praticada  de  forma  repetitiva  por  agente. indireta e fundações públicas. abusando da autoridade que lhe conferem suas funções.  III – locar dependências do prédio. c/c o Decreto nº 52. art. §§ 1º.  de  certificados  ou  diplomas  de  conclusão  de  cursos  e  de  outros  documentos  relativos à vida escolar. 1º.  em  que  há  determinação  legal  expressa de reconhecimento de firmas ou de autenticação de cópias.658/08. que o sujeitem a condições  de trabalho humilhantes ou degradantes.  II – exigir contribuição pecuniária para a Merenda Escolar.913/83. submetendo o servidor a procedimentos repetitivos  que impliquem em violação de sua dignidade ou.  (Decreto nº 52. 2º)    Artigo  44  ‐  As  Secretarias  de  Estado.  V – instituir o uso obrigatório de uniforme. por qualquer forma. art. tenha por objetivo ou efeito  atingir a auto‐estima e a autodeterminação do servidor. para os fins da Lei nº 12.    Artigo 48 ‐ Considera‐se assédio moral.  empregado. 3º)    Artigo 45 – Fica dispensada a exigência de reconhecimento de firma em qualquer  documento  produzido  no  País.  servidor.250/06.  IV – cobrar material destinado a provas e exames. para fins  de  transferência.658/08.  VI – exigir qualquer outra forma de contribuição em dinheiro. toda ação. 1ª via de documentos.  gesto  ou  palavra. no todo ou em parte. ao  serviço prestado ao público e ao próprio usuário.  II ‐ divulgarão o conteúdo desta seção em seus sítios eletrônicos. na Rede Mundial  de Computadores ‐ Internet. à carreira e à estabilidade  funcionais do servidor.

  propostas.  dentre  outras.    Artigo  51  ‐  O  assédio  moral  praticado  pelo  agente.  bem  como  a  prática  de  críticas reiteradas ou a de subestimação de esforços. ignorância ou humilhação ao servidor. conforme definido na lei. gestos e palavras que  impliquem:  1 ‐ desprezo.  ou  de  ofício  pela  autoridade  que  tiver conhecimento da prática de assédio moral.  2  ‐  sonegação  de  informações  que  sejam  necessárias  ao  desempenho  de  suas  funções ou úteis a sua vida funcional. que atinjam a dignidade do servidor.  II ‐ suspensão.  as  seguintes medidas:  1 ‐ o planejamento e a organização do trabalho:  a) levará  em  consideração  a  autodeterminação de cada servidor e possibilitará o  exercício de sua responsabilidade funcional e profissional.    Artigo 49 ‐ Consideram‐se também assédio moral as ações. que o isolem de contatos com  seus  superiores  hierárquicos  e  com  outros  servidores. ou aquelas para as quais. mediante  sindicância ou processo administrativo.  II ‐ designando para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas.  III ‐ demissão. ou em condições e prazos inexeqüíveis.  III  ‐  apropriando‐se  do  crédito  de  idéias.  atribuições.  especializadas.  projetos  ou  de  qualquer  trabalho de outrem. na pessoa de seus representantes legais.  sujeitando‐o  a  receber  informações. sob pena de nulidade. será promovida sua imediata apuração.  Parágrafo  único  ‐  Para  os  fins  deste  artigo  serão  adotadas.  é  infração  grave  e  sujeitará o infrator às seguintes penalidades:  I ‐ advertência.  3  ‐  divulgação  de  rumores  e  comentários  maliciosos. ficam obrigados a tomar as medidas  necessárias para prevenir o assédio moral. exijam treinamento e conhecimento  específicos. de qualquer forma.    Artigo  54  ‐  Os  órgãos  da  administração  pública  estadual  direta.    Artigo 50 ‐ Todo ato resultante de assédio moral é nulo de pleno direito.  empregado  ou  qualquer  pessoa  que  exerça  função  de  autoridade  nos  termos  desta  lei.  nos  termos  das  normas  específicas de cada órgão da administração ou fundação.  servidor.    Artigo  53  ‐  Fica  assegurado  ao  servidor  acusado  da  prática  de  assédio  moral  o  direito  de  ampla  defesa  das  acusações  que  lhe  forem  imputadas. em prejuízo de seu  desenvolvimento pessoal e profissional.  4 ‐ exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos.  Parágrafo  único  ‐  Nenhum  servidor  poderá  sofrer  qualquer  espécie  de  constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste artigo ou por  tê‐las relatado.  indireta  e  fundações públicas.  41 .I  ‐  determinando  o  cumprimento  de  atribuições  estranhas  ou  de  atividades  incompatíveis com o cargo que ocupa.    Artigo  52  ‐  Por  provocação  da  parte  ofendida. tarefas e outras atividades somente através de terceiros.

 que decidirá sobre a matéria ou a  enviará ao Conselho Estadual de Educação. os dirigentes dos órgãos centrais encaminharão. certificar‐se de que a decisão escapa‐lhe à competência.  §  2º  ‐  Ocorrendo  dúvidas  de  interpretação  ou  na  eventualidade  de  se  considerarem incompetentes para decidir.  ligando  tarefas  individuais  de  trabalho  e  oferecendo  a  ele  informações sobre exigências do serviço e resultados. art.b)  dará  a  ele  possibilidade  de  variação  de  atribuições.  42 . arts. esgotados  todos  os  seus  recursos  de  interpretação  das  leis  e  normas  que  porventura  regulamentem  as  respectivas matérias.  d) garantirá a dignidade do servidor.  c)  assegurará  ao  servidor  oportunidade  de  contatos  com  os  superiores  hierárquicos  e  outros  servidores.  §  1º  ‐  Cada  um  dos  órgãos  a  partir  da  unidade  escolar  somente  encaminhará  os  expedientes aludidos no caput deste artigo ao órgão imediatamente superior quando. objeto desta seção. nos termos da Deliberação CEE  nº 2/98.  atividades  ou  tarefas  funcionais.  §  1º  ‐  O  pedido  deverá  ser  formulado  no  prazo  de  trinta  (30)  dias. salvaguardadas as tramitações especificas em  Deliberações CEE. os expedientes ao Secretário. tanto pelas escolas como por Diretorias de Ensino e demais órgãos  técnicos subordinados às Coordenadorias de Ensino. a ser formulado pela parte interessada.  (Lei nº 12. protegendo o servidor  no caso de variação de ritmo de trabalho. 1º)    Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões    Artigo 56 ‐ As decisões do Conselho Estadual de Educação poderão ser objeto de  pedido de reconsideração.  3  ‐  as  condições  de  trabalho  garantirão  ao  servidor  oportunidades  de  desenvolvimento funcional e profissional no serviço.  §  2º  ‐  O  prazo  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  contado  da  data  da  publicação  da  decisão  no  Diário  Oficial  do  Estado  ou  da  data  em  que  a  parte  interessada  tiver  ciência da decisão quando se tratar de matéria não sujeita a publicação. 1º a 7º)      CAPÍTULO IV  DOS RECURSOS E DO ENCAMINHAMENTO DE EXPEDIENTES E PROCESSOS AO CONSELHO  ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE    Artigo 55 ‐ É vedado o encaminhamento direto ao Conselho Estadual de Educação  de expediente ou processos que cuidem de aspectos técnicos dos estabelecimentos que integram  o Sistema Estadual de Ensino. após  análise exaustiva e abrangente.  apontando  expressamente  o  erro  de  fato  ou  de  direito  em  que  incidiu  o  Colegiado  ou  o  fato  novo  que  justifique a reconsideração.  2 ‐ o trabalho pouco diversificado e repetitivo será evitado. SE nº 39/93.  (Res.250/06.

  (Del. incorpora as propostas didáticas vivenciadas pelos professores  em suas práticas docentes e visa ao efetivo funcionamento das escolas estaduais em uma rede de  ensino.  43 .§ 3º ‐  O  Presidente do Conselho  indeferirá de plano o  pedido  de reconsideração  que for protocolado extemporaneamente ou formulado pela segunda vez.  o  Conselheiro  deverá  apresentar justificativa consubstanciando o pedido. Arte.  caberá  recurso  ao  Órgão  imediatamente  superior  da  Secretaria  da  Educação e da decisão deste caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação.  para  apreciação preliminar. Matemática. este será juntado ao respectivo  processo  e  encaminhado  à  Câmara  ou  Comissão  onde  teve  origem  a  decisão  recorrida.  §  1º  ‐  A  Proposta  Curricular.  passa  a  constituir  o  referencial  básico obrigatório para a formulação da proposta pedagógica das escolas da rede estadual. art.  §  1º  ‐  Ao  propor  a  revisão  de  que  trata  este  artigo.  elaborada  por  esta  Pasta. CEE nº 13/95.  as  decisões  do  Conselho  poderão ser revistas quando for argüido erro de fato ou de direito.    Artigo 57 ‐ Recebido o pedido de reconsideração. com base em normas do Conselho  Estadual  da  Educação. Biologia. 1º)      TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA    CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular  Subseção I  Da Proposta Curricular     Artigo  60  ‐  A  Proposta  Curricular  do  Estado  de  São  Paulo  para  o  Ensino  Fundamental  e  para  o  Ensino  Médio. art.  §  2º  ‐  A  revisão  proposta  será  aprovada  se  contar  com  o  voto  favorável  de  no  mínimo dois terços (2/3) dos membros do Colegiado. Ciências. cabendo ao Conselho Pleno a decisão final. CEE nº 2/98. com a redação dada pela Del. 1º.  Filosofia e Sociologia.    Artigo  58  ‐  Por  proposta  de  qualquer  Conselheiro. Geografia.  arts.  § 2º ‐ A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental e  para  o  Ensino  Médio  contempla  os  componentes  curriculares  a  seguir  relacionados  e  consubstanciados nas propostas curriculares de Língua Portuguesa. 2º e  3º)    Seção III  Dos Recursos    Artigo 59 ‐ De decisão da Diretoria de Ensino. CEE nº 72/08.   (Del. Educação Física.  que  complementa  e  amplia  as  Diretrizes  e  os  Parâmetros Curriculares Nacionais. Língua  Estrangeira Moderna ‐ Inglês. Química. História. Física.

 1º.  possibilitarão  seu  aperfeiçoamento.  44 . 1º.  das  respectivas  circunscrições. observada a habilitação ou qualificação exigida no  processo de atribuição de classes e aulas. distribuídas por níveis de ensino.  no  âmbito  da  Diretoria. de acordo com os regulamentos e normas expedidos  oportunamente pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.    Artigo 62 ‐ O ensino fundamental terá.    Artigo 60 C ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  orientar  as  escolas. 2º e 3º)    Artigo  60  A  ‐  O  ensino  da  língua  espanhola. mediante a  participação  direta  e  contínua  dos  educadores  da  rede  de  ensino. com a carga horária  anual estabelecida nesta Subseção.  a  ser  implantada  de  forma  gradativa  e  contínua.  no  levantamento  da  demanda de alunos da 1ª série do ensino médio interessados no curso de espanhol.  totalizando 1. de que trata o Anexo I. estruturada em 9 (nove) anos.  (Res. deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  I  ‐  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos  deverá  ser  observada  a  carga horária de 25 (vinte e cinco) aulas semanais. SE nº 5/10. nas unidades escolares. estendendo‐se aos das demais séries. constituída por dois segmentos  de ensino (ciclos):  I ‐ anos iniciais.  iniciando‐se  com  o  atendimento  aos  alunos  da  1ª  série  do  ensino  médio.  integrará  obrigatoriamente o currículo do ensino médio das escolas públicas estaduais. nos termos desta  seção. 2º e 3º)    Subseção II  Da Organização Curricular    Artigo  61  ‐  A  organização  curricular  das  escolas  estaduais  que  oferecem  ensino  fundamental e ensino médio se desenvolverá em 200 (duzentos) dias letivos. a partir do 2º semestre de 2010. anos e séries.§  3º  ‐  As  Propostas  Curriculares  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  são  complementadas  por  um  conjunto  de  documentos.  (Res. correspondendo ao ensino do 6º ao 9º ano.  §  4º  ‐  A  implantação  da  Proposta  Curricular  ocorrerá  com  o  apoio  de  materiais  impressos.   Parágrafo único – A oferta obrigatória do ensino da língua espanhola pela escola e  de matrícula facultativa para o aluno far‐se‐á.  com  orientações  didáticas  e  expectativas  de  aprendizagem. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  II ‐ anos finais. arts.    Artigo  60  B  ‐  O  ensino  de  língua  espanhola  de  que  trata  o  artigo  anterior  será  implantado  gradativamente.  desenvolvida  em  regime  de  progressão  continuada. SE nº 76/08. sua organização curricular.    Artigo  63  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  iniciais  do  ensino fundamental.  ao  cadastramento  dos  Professores  interessados na docência da língua espanhola. recursos tecnológicos e com ações de capacitação e monitoramento que. correspondendo ao ensino do 1º ao 5º ano.  opcional  para  o  aluno. a partir de 2009.  II  –  proceder. arts.000 aulas anuais.

 nos anos/séries iniciais.  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos. com 27 (vinte e sete) aulas semanais. com calendário específico. titulares de cargo.  com  calendário  específico  e  semana  de  6(seis)  dias  letivos. com três turnos diurnos. quando for o caso. sendo que  Educação Física será ministrada.    Artigo 64 ‐ O ensino médio.  27  (vinte  e  sete)  aulas  semanais. preferencialmente. totalizando 27 (vinte e sete) aulas semanais e 1. sendo que Educação Física será  ministrada fora do horário regular de aulas.  na  conformidade  do  contido no Anexo I. não exime o professor da classe  da abordagem dos conteúdos das demais áreas do conhecimento. deverão ser desenvolvidas:  1  ‐  com  duas  aulas  semanais. totalizando 960 aulas anuais. objeto do Anexo II.  §  4º  ‐  As  aulas  da  disciplina  Leitura  e  Produção  de  Textos  serão  atribuídas  a  professores com licenciatura plena em Língua Portuguesa. conforme Anexo II. aos sábados. em três séries anuais.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos cada. observado o processo anual de atribuição de  classes e aulas.  II ‐ no período diurno.  quando  comprovada  a  inexistência  ou  ausência  do  professor especialista. preferencialmente.  3 ‐ no período noturno. aos sábados.080 aulas anuais. conforme Anexo VI.  em  unidades  escolares  com  três  turnos  diurnos.  com  6  (seis)  aulas  diárias. com duração de 45 (quarenta  e cinco) minutos cada.  com  duração  de  50  minutos cada. totalizando 960 aulas anuais. terá sua organização curricular  estruturada como curso de sólida formação básica.  por  professor  especialista. totalizando 1. com 5 (cinco) aulas diárias.  2  ‐  com  acompanhamento  obrigatório  do  professor  regente  da  classe  e  do  Aluno/Pesquisador da Bolsa Alfabetização. como curso de sólida formação básica.  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada.II  ‐    em  unidades  escolares. preferencialmente.  4  (quatro)  aulas  diárias  de  50  (cinquenta)  minutos  cada.  § 2º ‐ A prioridade dada ao desenvolvimento das competências leitora e escritora  e dos conceitos básicos da matemática.  45 . semana  de  6  (seis)  dias  letivos.  III ‐ no período noturno.  inclusive para constituição de jornada de trabalho.    Artigo 65 ‐ O ensino médio. com a duração de 45  (quarenta e cinco) minutos cada.  §  1º  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  finais  do  ensino  fundamental deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  1  ‐  no  período  diurno.080 aulas anuais.  totalizando  1.200 aulas anuais.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos  cada.  3 ‐ em horário regular de funcionamento da classe.  com  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais.  2  ‐  no  período  diurno.  §  3º  ‐  As  aulas  de  Educação  Física  e    de  Arte. totalizando 30 (trinta) aulas semanais e 1.080  aulas anuais.  totalizando  24  (vinte e quatro) aulas semanais e 960 aulas anuais. objeto do Anexo III. terá sua matriz  curricular organizada:   I  ‐  no  período  diurno.  previstas  nas  matrizes  curriculares  das séries/anos iniciais.  4  ‐  pelo  professor  da  classe. que abre ao jovem efetivas oportunidades de  consolidação  das  competências  e  conteúdos  que  o  preparam  para  prosseguir  seus  estudos  em  nível superior e/ou o inserem no mundo do trabalho. conforme Anexo IV.  com  três  turnos  diurnos  e  calendário  específico  de  semana  de  6  (seis)  dias  letivos.

  §  4º  ‐  Por  se  constituírem  oficinas  de  revisão  e  consolidação  das  aprendiza‐gens  das disciplinas desenvolvidas ao longo das séries do ensino médio. 1º a 5º. 6º.  assegurando  ao  docente  acesso  a  recursos  tecnológicos  inovadores  e  a  atividades  de  aprimoramento  e  atualização  profissional. as matrizes curriculares do período noturno.  em  2009.  observada  a  organização  semestral  que  os  caracteriza. três turnos.  b) tenham familiaridade com ferramentas de multimídia.    c) disponham de condições para estudos e pesquisas complementares.  respectivamente. as aulas de apoio curricular se  diferenciarão  pelo  uso  de  materiais  próprios  que.  deverá  contemplar. e 2 (duas) à disciplina Geografia.    Artigo  66  ‐  As  oportunidades  de  estudos  de  qualificação  e/ou  habilitação  profissional a serem oferecidos aos alunos do ensino médio. SE nº 98/08. da área de Ciências Humanas.  § 2º ‐ Em se tratando da área de Linguagens e Códigos.  a  disciplina  Língua  Portuguesa  e  Literatura e.  enfocados  inter  e  transdisciplinarmente. preferencialmente. inclusive para constituição de  jornada de trabalho.  ampliarão  as  oportunidades  do  aluno  prosseguir  seus  estudos  em  nível  superior. 8º e 9º.  adotarão. que:  a)  demonstrem  interesse  em  atuar  com  temas  transversais.  63 e 64 pela Res.  §  5º  ‐  Dado  o  caráter  de  especificidade  dessas  disciplinas.  obrigatoriamente.  disponibilizados  ao  professor.§  1º  ‐  As  aulas  das  3ª  séries  que  se  caracterizam  como  disciplinas  de  apoio  curricular  dos  Anexos  IV  e  VI  serão  distribuídas  pela  direção  da  escola.  Parágrafo  único  ‐  Em  casos  devidamente  justificados.     Artigo  67  A  ‐  As  matrizes  curriculares  dos  cursos  de  ensino  fundamental  das  unidades  escolares  que  funcionam  em  período  integral  ou  das  classes  em  funcionamento  em  unidades da Fundação CASA/SP serão objeto de normatização específica. Anexo V.  respeitada  a  classificação  do  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas. SE nº 10/10)            46 . à exceção  de Ensino Religioso.  (Res.  com  homologação  da  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.  § 3º ‐ Com relação às disciplinas de apoio curricular da matriz curricular do período  diurno.  desde  que  autorizadas  pela  Diretoria  de  Ensino. com as alterações introduzidas nos arts.  atender  a  alunos  do  1º  ano  da  nova  organização  curricular.  as  unidades  escolares  estaduais  poderão. objeto dos Anexos II e VI. as disciplinas História ou Geografia. no caso da área de Ciências Humanas. arts. 2 (duas) aulas deverão ser destinadas à disciplina Língua Portuguesa. a distribuição de que trata  o  parágrafo  anterior.    Artigo 67 ‐ Os cursos da modalidade de educação de jovens e adultos dos ensinos  fundamental  e  médio. no Anexo II.  da área de Linguagens e Códigos. a professores titulares de cargo. serão objeto de resolução própria e  ocorrerão na conformidade dos termos de parcerias celebrados entre a Secretaria da Educação e  as instituições especializadas legalmente habilitadas.  em  número  de  2  (duas)  aulas para um dos componentes que integram cada área do conhecimento.  as  aulas  deverão  ser  atribuídas  pela  direção  da  escola.

 aos  sábados. SE nº 10/10. no 9º ano.    Artigo  68  A  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  e  o  Departamento  de  Recursos  Humanos  baixarão  normas  complementares  que  se  fizerem  necessárias ao cumprimento do disposto nos artigos 60 A.Subseção III  Das Disposições Finais    Artigo 68 ‐ A Secretaria da Educação adotará as medidas necessárias à realização  de concurso público para provimento de cargos de docentes de língua espanhola. as 3 aulas entre as disciplinas constantes da matriz curricular.    (•) O anexo I está com as alterações introduzidas pelo art. No período noturno.  * Distribuir. preferentemente. ou 8º série. no período diurno. distribuir. S=Série  Obs. dentro do horário regular de aulas. 60 B e 60 C .  47 . 2 aulas semanais quando Ensino Religioso comportar turma  de alunos e 3 (três) quando esse componente não comportar turma específica. no período noturno. à exceção de Educação Física  e Ensino Religioso. e fora desse horário. em cada ano do período diurno. 2º da Res. S=Série    ANEXO II    Matriz Curricular Básico para o Ensino Fundamental  CICLO II  6º ao 9º Anos  ou 5ª a 8ª Séries – Diurno com dois turnos diurnos e Período Noturno*    Anos/Séries/Aulas Disciplinas  6º A e 5º S 7º A e 6ª S 8º A e 7ª S 9º A e 8ª S  9º A e 8 ª S Diurno/  Diurno/  Diurno/  Diurno  Noturno  Noturno  Noturno  Noturno  Língua Portuguesa   5  5  5  5  5  Arte  2  2  2  2  2  Educação Física**  2  2  2  2  2  Base Nacional  História  2  2  2  2  2  Comum  Geografia   2  2  2  2  2  Matemática   5  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas   2  2  2  2  2  Ensino Religioso        1  1  Língua Estrangeira Moderna  2  2  2  2  2  Leitura e Produção de Textos 2  2  2  2  2  Total Geral   24+*3=27  24+*3=27  24+*3=27  25+*3=28  25+*2=27  A = Ano.  ** Educação Física será ministrada.    ANEXO I   (•)      Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental  CICLO I – 1º ao 5º anos ou 1ª à 4ª séries      Anos/Séries/Aulas (%)  Disciplinas  2º A ou  3º A ou  4º A ou  5º A ou  1º ano  1ª S  2ª S  3ª S  4ª S  Língua Portuguesa   60%  60%  45%  30%  30%  História /Geografia  ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Matemática   25%  25%  40%  35%  35%  Ciências Físicas e Biológicas   ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Educação Física/Arte  15%  15%  15%  15%  15%  100%  100%  100%  100%  100%  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano.

   Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. S=Série      ANEXO IV          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física  Matemática  Biologia   Física  Química  História   Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  5  2  2  5  2  2  2  3  2  2  1  2  ‐‐‐‐  30  Séries/aulas  2ª  5  2  2  5  2  2  2  3  3  1  1  2  ‐‐‐‐‐  30  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular 3ª  4  ‐‐‐‐  2  4 2  2  2  2  2  1  1  2  *6 30 Obs:  *A carga horária ser distribuída.              48 . em número de 2 (duas) aulas semanais.    ANEXO III    Matriz Curricular Básica ‐  Ensino Fundamental  CICLO II 6ª ao 9ª Anos ou 5º a 8º Séries ‐ Diurno ‐ Três Turnos Diurnos    Anos/Séries/Aulas  Disciplinas  6º A ou 5ª S  7º A ou 6ª S  8º A ou 7ª S  9º A ou 8ª S  Língua Portuguesa   4  4  4  4  Arte   2  2  2  2  Educação Física  2  2  2  2  História  3  2  3  2  Geografia  2  3  2  3  Matemática  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas  3  3  3  3  Ensino Religioso     1  Língua Estrangeira Moderna   2  2  2  2  Produção e Literatura de Textos   1  1  1  1  24  24  24  25  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano.  Ciências Humanas: em História ou Geografia.

 para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. em número de  2 (duas) aulas semanais.  Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área. aos sábados.  Ciências Humanas: em História ou Geografia.  ** A carga horária deverá ser distribuída.ANEXO V          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno ‐ Três Turnos  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física* Matemática   Biologia   Física  Química  História  Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  3  2  2  3  2  2  2  2  2  1  1  2  ‐‐‐‐  24  Séries/aulas  2ª  3ª  3  4  2  ‐‐‐‐  2  ‐‐‐‐ 3  4  2  2  2  2  2  2  2  2 2  ‐‐‐‐  1  1  1  1  2  2  ‐‐‐‐  **4  24  24  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular  Obs: *As aulas de Educação Física poderão ser realizadas fora do período regular de aulas.     ANEXO VI    Ensino médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Noturno  Áreas  Disciplinas  1ª 4  2  2  4  2  2  2 2  2  2  1  2  ‐‐  27  Séries/aulas  2ª  4  2  2  4  2  2  2  3  2  1  1  2  ‐‐  27  3ª  4   ‐   2   4   2   2   2   1   1   1   1   1   **6   27   Base Nacional Comum  Parte Diversificada  Total de Aulas  Língua Portuguesa e Literatura  Linguagens e Códigos  Arte  Educação Física*  Matemática  Biologia  Ciências  da  Natureza  e  Matemática  Física  Química História  Geografia  Ciências Humanas  Filosofia  Sociologia   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas  de apoio curricular      Obs:‐   *‐As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas. para as áreas de: :  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. em número de 2 (duas) aulas semanais.         49 .  Ciências Humanas: em Geografia.  **A carga horária deverá ser distribuída. preferentemente.

  Parágrafo único  ‐ A escolha da linguagem ‐ teatro.  § 1º ‐ A disciplina a que se refere o caput é facultativa nos cursos noturnos. caput e § 2º do art.  fotografia.  as  aulas  de  Arte  poderão  ser  atribuídas  obedecidas  as  disposições  da  resolução que disciplina o processo regular de atribuição de classes e de aulas.  (Lei nº 9. artes plásticas.  ‐  a  ser  adotada  pela  escola  em  cada  série  será  determinada  pelo  Conselho  de  Escola.164/95. música. portadores de licenciatura  plena em educação física. dança. 1º)      Artigo  70  ‐  A  educação  física.  nos  termos  do  caput  deste  artigo. podem ministrar a disciplina a que se refere o artigo anterior.  (Lei nº  11.  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  duas  aulas  semanais  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  25  horas semanais. serão desenvolvidas. arts 1º e 2º)    Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I    Artigo 71 ‐ As aulas de Arte e de Educação Física.    Artigo  73  ‐  As  aulas  semanais  de  Arte  e  de  Educação  Física. previstas na matriz curricular do  ciclo I do ensino fundamental das escolas estaduais.  integrada  à  proposta  pedagógica  da  escola. serão ministradas pelo professor regente da  classe.  é  componente curricular obrigatório em todas as séries da rede estadual de ensino. por  professor  portador  de  licenciatura  plena  específica  na  respectiva  disciplina. ouvido o professor.   Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  do  professor  especialista. em todas as séries.361/03.    50 .    Artigo 72 ‐ As atividades de Arte e de Educação Física de que trata o artigo anterior  deverão  ser  objeto  de  plano  específico  a  ser  elaborado  em  conformidade  com  a  proposta  pedagógica da escola. deverão ser acompanhadas pelo professor regente da classe.  ministradas  por  professor especialista.  Parágrafo  único  ‐  Na  organização  e  seleção  das  atividades  de  cada  uma  das  disciplinas  deverão  ser  consideradas  as  modalidades  existentes  em  cada  uma  das  áreas  de  conhecimento e sua adequação às características próprias da faixa etária a que se destinam.  § 2º  ‐ Somente profissionais devidamente habilitados.   II  ‐  uma  aula  semanal  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  20  horas semanais.Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino    Artigo  69  ‐  É  obrigatória  a  presença  do  componente  curricular  Arte.  as  aulas  de  Arte  e  Educação Física a que se refere o caput deste artigo.  da  1ª  à  8ª  série do ensino fundamental e 1ª e 2ª séries do ensino médio com carga horária de 2 (duas) aulas  semanais em toda a rede pública de ensino.  etc.  Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  de  docentes  devidamente  habilitados.

 art.  20  (vinte)  alunos. após preliminar análise e manifestação das Diretorias de  Ensino e das respectivas Coordenadorias de Ensino. de diferentes níveis de ensino. a direção  da escola deverá proceder à reorganização dos alunos da respectiva turma.  constituem‐se  parte  integrante  da  proposta  pedagógica da escola e serão desenvolvidas na conformidade do disposto nesta subseção.  as  aulas  dessas  atividades  poderão  ser  atribuídas  a  outro  docente  portador  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física  e  na  conformidade  das  diretrizes  estabelecidas  pela  resolução que trata do processo de atribuição de aulas . SE nº 184/02.  arts. art.  obrigatoriamente.  3º.  no  mínimo. 4º e 5º)    Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas    Artigo  76  ‐  As  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  –  ACD. com a redação dada ao caput pela Res.    51 .  subsidiada  pelos  docentes  de  Educação  Física.  organizados  por  categoria. quando possível.    Artigo 75 ‐ Os casos não previstos deverão ser decididos pela Coordena‐doria de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.   II – 3 (três) turmas dentro da jornada básica.    Artigo 77 ‐ As aulas de turmas de Atividades Curriculares Desportivas constituirão  jornada de trabalho docente dos titulares de cargo.   §  2º  ‐  Quando  a  frequência  de  50%  dos  alunos  de  cada  turma  de  Atividades  Curriculares Desportivas for bimestralmente inferior a 85% do número de aulas dadas.  II  ‐  ao  longo  da  semana  em  horário  diverso  do  das  aulas  regulares  dos  alunos  e  sem  comprometimento  da  dinâmica  das  atividades  previstas  pela  proposta  pedagógica  para  aquele  período  de  funcionamento  da  unidade  escolar.  §  1º  ‐  Além  de  constituirem  jornada  docente. 1º com a redação dada pela Res. art.  § 2º  ‐ Somente no caso de não aceitação pelos professores de Educação Física da  unidade  escolar. o horário regular de funcionamento da classe.  destinadas  à  prática  das  diferentes  modalidades  esportivas.  a  organização  das  diferentes  turmas  de  atividades  que  poderão  ser  constituídas  com  alunos  de  diversos turnos de funcionamento da escola e. 2 (duas) e.  as  aulas  de  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  atribuídas.Artigo  74  ‐  As  aulas  atribuídas  ao  professor  especialista  deverão  compor.    Artigo 76 A ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas serão constituídas  de.  podendo  ocorrer  inclusive  no  período  noturno. SE nº 1/04. 2º.  (Res. respeitada a seguinte distribuição:  I –  2 (duas) turmas dentro da jornada inicial. SE nº 1/04 .    Artigo 76 B ‐ As aulas dessas atividades serão desenvolvidas:  I ‐ aos sábados.  §  1º  ‐  Caberá  à  equipe  gestora. 3(três) aulas semanais. máximo.  modalidade  e  gênero.  a  título  de  carga  suplementar.  e  suas  atividades  serão  desenvolvidas  em  turno  diverso  ao  do  horário  regular  de  aulas  dos  alunos  envolvidos em.  III – 4 (quatro) turmas dentro da jornada integral. no mínimo.  aos  titulares  de  cargo em jornadas referidas nos incisos I e II ou reduzida de trabalho.

  § 2º – Caberá à Supervisão de Ensino e à Oficina Pedagógica o acompanhamento  das Atividades Curriculares Desportivas. elaborado por professor de Educação Física  da unidade escolar e referendado pelo Conselho de Escola.  § 8º ‐ O número de turmas de Atividades Curriculares Desportivas mantidas e/ou  organizadas  pela  unidade  escolar.  deve  ser  na  seguinte  conformidade:  I – unidades escolares com até 6 classes – até 4 turmas. Tênis de Mesa.  IV ‐ Juvenil (de alunos até 18 anos completos no ano). Voleibol e Xadrez.  § 6º  – Os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental.   Ginástica Artística.  §  4º  –  As  categorias  das  turmas  de  todas  as  modalidades  de  Atividades  Curriculares Desportivas serão:  I ‐ Pré‐mirim (de alunos até 12 anos completos no ano).  se  houver  turma  mista.  um  plano  articulado  ao  currículo de Educação Física e à proposta pedagógica.Artigo 78 ‐ As escolas poderão organizar até 1 (uma) turma de Atividade Curricular  Desportiva  por  categoria.  das  modalidades  Atletismo.  Ginástica  Geral.   §  1º  ‐  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  propostas  pela  equipe  gestora.  IV – unidades escolares com 21 classes ou mais – até 16 turmas. Ginástica Rítmica Desportiva. Capoeira.  Ginástica Geral. o gênero e a categoria da turma (a data de nascimento do aluno  mais velho definirá o nome da categoria da turma).  III ‐  unidades escolares com 13 a 20 classes – até 12 turmas.  II – unidades escolares com 7 a 12 classes – até 8 turmas.  Ginástica  Geral.  § 7º  ‐ As turmas das modalidades Basquetebol.  feminino  ou  misto).  V ‐ Livre (de alunos de diversas idades.  poderão  integrar  turmas  das  outras  modalidades  organizadas  para  alunos  do  ciclo  II  do  Ensino  Fundamental. 19 anos ou mais). desde que o aluno mais velho complete no  ano.  Ginástica  Artística. de todas as categorias.  §    3º  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  serão  organizadas  nas  seguintes  modalidades:  Atletismo.    Artigo 79 ‐ Para a homologação de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  II ‐ Mirim (de alunos até 14 anos completos no ano). deverão ser organizadas por gênero (masculino ou feminino) e as  de Atletismo. Ginástica Rítmica Desportiva.  Futsal.  Capoeira.  modalidade  e  gênero  (masculino.  III ‐ Infantil (de alunos até 16 anos completos no ano).  Basquetebol.  de  todas  as  categorias  poderão  ser  também  mistas.  naquela modalidade e categoria não poderá haver turma do gênero masculino e turma do gênero  feminino. Handebol.  serão  encaminhadas  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  imediata  pelo  supervisor  de  ensino  responsável pela unidade escolar e devida homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.  desde  que  não  formem  a  maioria  daquelas  turmas  e  o  horário  proposto para as sessões não coincida com o horário regular de aulas. Handebol.  desde  que  a  natureza das modalidades e categorias selecionadas se justifique pela pertinência e coesão com o  currículo e com a proposta pedagógica de que é parte integrante.  §  5º    –  Para  alunos  do  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental.  a  direção  da  unidade  escolar  deverá  apresentar  à  Diretoria  de  Ensino. Ginástica Rítmica Desportiva. Futsal. Judô e  Voleibol.  Ginástica  Artística. com idade compatível com   as  demais  categorias. Judô.  poderão  ser  organizadas  apenas  turmas  da  categoria  pré‐mirim.  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo. com o seguinte conteúdo:  I ‐  a modalidade.  52 .  após  serem  devidamente  analisadas  e  avaliadas  pelo  Conselho  de  Escola. Tênis de Mesa e  Xadrez. Tênis de Mesa e Xadrez.  sendo  que.

  para  verificação oportuna. nº do RG. atividades e avaliação a serem desenvolvidos.     Artigo  80  B  ‐  Os  alunos  das  Atividades  Curriculares  Desportivas  não  poderão  ser  dispensados das aulas regulares de Educação Física.    Artigo  80  A  ‐  Novas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  homologadas no decorrer do ano letivo e no máximo até o último dia útil do mês de agosto do ano  em curso.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar  deverá  manter  em  seus  arquivos.  que  deverá  conter.  por  integrarem  a  proposta  pedagógica  das  Unidades  Escolares  e  à  semelhança  dos  procedimentos  aplicados  aos  demais  componentes curriculares. e ser apresentado pelo professor de  Educação Física à direção da unidade escolar.  não  coincidente  com  o  horário das aulas regulares dos alunos envolvidos.  os  objetivos. deverão ser:  I ‐  objeto de controle de frequência dos alunos.  além  da  justificativa. juntamente com a ata da reunião do referido Conselho de Escola.máximo três).  no  mínimo.  além  dos  demais  itens.  da  direção  e  do  Conselho  de  Escola  e  encaminhados  à  Diretoria de Ensino. nas modalidades e gênero já existentes. arts. data de nascimento.  III  ‐  submetidas  a  avaliações  devidamente  formalizadas  em  relatórios  circunstanciados  a  serem  elaborados  pelo  professor  responsável  pela  turma  de  atividades. de todos os alunos  candidatos  a  integrarem  a  turma  proposta. com sua data de nascimento e série de origem. conteúdos.  com  ciência  da  coordenação  pedagógica.  bem  como  de  eventuais  competições  e/ou  apresentações  a  serem  realizadas em outros locais. no prazo de duas semanas a partir do início do ano  letivo.II ‐   o número de aulas semanais (mínimo duas. declaração escrita e assinada pelos pais ou responsável. nº do RA. para ratificação ou retificação.    Artigo  80  D  ‐  A  participação  dos  alunos  e  professores  das  turmas  de  Atividades  Curriculares Desportivas na Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo e nos demais campeonatos  e competições será objeto de regulamentação específica.  a  lista  dos  alunos  participantes. SE nº 14/10.  autorizando‐os  a  participar  das  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  20  (vinte)  alunos  candidatos  à  turma.   Parágrafo  único  ‐  As  categorias  das  turmas  atribuídas  serão  definidas  no  planejamento  anual  de  trabalho.    Artigo  80  C  ‐  As  Atividades  Curriculares  Desportivas.  (Res.  III  ‐  programação  anual  de  trabalho  especificando. nº da turma/classe de origem (código gerado  pelo Sistema de Cadastro de alunos da SEE).  IV  ‐  lista  de. 1º a 12)  53 .  contendo:  nome  completo.    Artigo  80  E  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixará  as  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento desta subseção.  II  ‐    rotineiramente  acompanhadas  em  seu  desenvolvimento  pela  coordenação  pedagógica da unidade escolar.  V  ‐  horário  proposto  para  o  funcionamento  das  aulas.     Artigo  80  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  que  estiverem  funcionando  regularmente  no  final  do  ano  letivo  poderão  ser  atribuídas  no  processo  inicial  de  atribuição de aulas.

  designados pelos respectivos Secretários. ampliando as oportunidades de socialização e aquisição de  hábitos saudáveis.  II  ‐  a  participação  do  Assistente  Técnico  Pedagógico  de  Educação  Física  das  Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino.    Artigo 86 ‐ Caberá à Secretaria da Educação assegurar:  I  ‐  a  participação  das  Unidades  Escolares  que  integram  sua  rede  de  ensino. a serem designados para atuar em órgão  da administração centralizada.  sob  a  responsabilidade dos Assistentes Técnico‐Pedagógicos. incluindo‐a nos respectivos Plano de Trabalho Anual e Calendário  Desportivo.  II ‐ a organização.699/03.  Parágrafo  único  ‐  Os  representantes  da  Secretaria  da  Educação  deverão  ser  professores devidamente habilitados em educação física. os critérios para participação de  professores e alunos e demais orientações necessárias ao desenvolvimento da Olimpíada.  (Decreto nº 47.  54 .  a  ser  desenvolvida  conjuntamente pelas Secretarias de Estado da Educação e de Esporte.  conforme regulamentos. incentivando sua colaboração com a Comissão. Lazer e Turismo a  realização da Olimpíada Colegial.    Artigo 82 ‐ Competirá às Secretarias da Educação e do Esporte. Lazer e Turismo obedecerá  as normas e procedimentos contidos nesta subseção. 2º e 3º)    Artigo  84  ‐  A  Olimpíada  Colegial  da  Rede  Estadual  de  Ensino.  III ‐  a  capacitação dos professores de  Educação  Física  das escolas  inscritas.  III  ‐  a  elaboração  de  relatórios  estatísticos  e  avaliatórios  das  fases  realizadas.  por  meio  da  prática  desportiva.  a  integração  e  o  intercâmbio  dos  participantes das Unidades Escolares.  designados  por  seus  respectivos titulares. sem comprometer a rotina das atividades previstas no calendário escolar.  II ‐ favorecer o surgimento de novos talentos representativos do Esporte.Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo    Artigo  81  ‐  Fica  instituída  a  Olimpíada  Colegial  do  Estado  de  São  Paulo  a  ser  realizada anualmente e disputada por Escolas da Rede Estadual de Ensino Fundamental e Médio.  IV ‐ espaços físicos e instalações esportivas para a realização da Olimpíada Colegial  em todas as fases.    Artigo 85 ‐ A Coordenação das Atividades da Olimpíada ficará sob responsabilidade  de  Comissão  constituída  por  3  (três)  representantes  de  cada  Secretaria. arts.  execução  e  avaliação  das  ações  ficarão  sob  a  responsabilidade  de  uma  Comissão  composta  por  representantes  das  Secretarias  envolvidas. execução e acompanhamento das atividades programadas.  Parágrafo  único  ‐  A  organização.  a  serem encaminhados aos Secretários das Pastas envolvidas.    Artigo  83  ‐  Serão  definidos  por  resolução  conjunta  as  atribuições  da  Comissão  referida no parágrafo único do artigo anterior. tendo como objetivos:  I  ‐  promover. os regulamentos. que terá como atribuições:  I ‐ a elaboração do Regulamento Geral e Técnico da Olimpíada. 1º.

  II  ‐  assegurar  aos  Assistentes  Técnico  Pedagógicos  de  Educação  Física  das  Diretorias  de  Ensino.  c) garantir arbitragem das categorias mirim e infantil em todas as modalidades e  fases.  c)  transporte  dos  alunos  das  Unidades  Escolares  nas  fases  Diretoria  de  Ensino  (Capital e Interior).V ‐ o afastamento de professores de Educação Física.  b)  aquisição  de  medalhas  por  modalidade  de  esporte.  d)  garantir  transporte  para  as  equipes  classificadas  na  Capital  e  Interior.  na  fase  Diretoria  de  Ensino. os alunos que fizerem jus à medalhas de 1º.  sob  a  orientação  dos  respectivos  Professores  Coordenadores  e  Assistentes Técnicos Pedagógicos das Diretorias de Ensino.  55 .  b) premiar.  III ‐ assegurar recursos financeiros para:  a) premiar.  nos  cerimoniais.  nos  momentos  definidos  para  a  sua  participação  na  organização. elaborados pela Comissão.  categoria  e  sexo  para  os  alunos premiados na fase Diretoria de Ensino.  as  orientações  específicas  da  Olimpíada  Colegial. nas fases Inter Diretorias de Ensino (Capital) e Sub‐Regional (Interior).  nas  competições  e  na  avaliação  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  em  conjunto  com  os  órgãos  próprios  da  Secretaria  da  Educação.  VI ‐ recursos financeiros para:  a)  aquisição  de  material  permanente  e  de  consumo  para  as  Unidades  Escolares  envolvidas na Olimpíada.  nos  dias  em  que  estiverem  participando  das  competições  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  a  análise  e  a  avaliação  dos  regulamentos  geral  e  técnico. na fase Final Estadual.  Parágrafo único ‐ Caberá à Direção da Unidade Escolar. assegurar que não haja prejuízo aos alunos participantes da Olimpíada Colegial.  na modalidade Atletismo de ambos os sexos.    Artigo  88  ‐  Os  alunos  integrantes  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  somente  ficarão  dispensados  da  freqüência  às  aulas. as Unidades Escolares.  na  Fase  Emparceiramento Regional.    Artigo 87 ‐ Serão considerados de efetivo exercício os dias em que os professores  de  Educação  Física  estiverem  representando  e/ou  acompanhando  as  suas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. 2º e 3º  lugares. 2º e 3º lugares. pelo tempo que se fizer necessário. subsidiada pelo Professor  Coordenador.  mediante  convocação no Diário Oficial.  Parágrafo  único  ‐  O  estudo.  nos  congressos  técnicos. em  decorrência de sua ausência às atividades escolares programadas.  para  atuarem  na  coordenação  da  Olimpíada  Colegial. deverão se constituir objeto de estudo nas Horas de Trabalho  Pedagógico  Coletivo  (HTPCs). junto às Diretorias de Ensino.    Artigo 89 ‐ Caberá à Secretaria de Esporte. Inter‐Diretorias de Ensino (Capital).  bem  como  cursos  de  atualização  esportiva  com  vistas à sua divulgação entre os professores das turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  nos  demais  componentes  curriculares. com troféus e medalhas  de 1º. Sub‐Regional e Regional (Interior):  d)  a  participação  de  docentes  para  atuarem  na  Final  Estadual. Lazer e Turismo:  I ‐ prever a Olimpíada Colegial em seu calendário anual.  das  diversas  categorias. por modalidade e sexo.

802/02.783/01. SE nº 21/02. 3º.  à  diversidade cultural e religiosa e fundamentar‐se em princípios de cidadania. ética.802/02. art.  (Res.  Lazer  e  Turismo que atuarem na Final Estadual.  (Lei nº 10. 4º. (•)  (Decreto nº 46.802/02. 2º. encontra-se anexada a esta unificação.  na  série  final  do  Ciclo  II.  uma  aula  semanal  de  Ensino  Religioso  para  desenvolvimento  dos  conteúdos relativos à História das Religiões. 5º e 6º)    Seção III  Do Ensino Religioso    Artigo  90  ‐  O  ensino  religioso  constitui‐se  disciplina  dos  horários  normais  das  escolas  da  rede  pública  estadual  de  ensino  fundamental.  (Decreto nº 46.  Parágrafo único ‐ A aula prevista no caput deste artigo deverá constar do horário  regular da classe.  qualquer  tipo  de  proselitismo  religioso.  Parágrafo único ‐ A matrícula nas aulas de ensino religioso é facultativa. 56 . SE/SELT nº 1/08. parte integrante da proposta pedagógica da escola  pública de ensino fundamental. art.e) prover transporte e alimentação para  as equipes  classificadas  do  Interior e  da  Capital.783/01. 1º)    Artigo 92 ‐ Para o estabelecimento do conteúdo programático do ensino religioso  deverá  ser  ouvido  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades civis representativas das diferentes denominações religiosas.  vedado o proselitismo ou o estabelecimento de qualquer primazia  entre as diferentes doutrinas religiosas.  (Lei nº 10.  caput do art. 2º)    (•) A Indicação CEE nº 7/01. art. 4º)    Artigo 93 ‐ As diretrizes curriculares a serem observadas e os conteúdos a serem  ministrados  nas  aulas  de Ensino Religioso  são  os definidos  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. 3º)    Artigo 94 ‐ A matriz curricular do ensino fundamental regular deverá ter acrescida.    Artigo 91 ‐ O Ensino Religioso.  (Res. será ministrado nas escolas estaduais de acordo com o disposto  nesta seção.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  admitido  nas  escolas  públicas.  f)  assegurar  a  participação  dos  funcionários  da  Secretaria  de  Esporte. 1º)    Artigo  95  ‐  O  Ensino  Religioso  a  ser  ministrado  no  horário  normal  das  aulas  das  escolas  estaduais  terá  caráter  supraconfessional. integrante da Deliberação CEE nº 16/01. tolerância e em  valores universais presentes em todas as religiões. para a Final Estadual. Conj.  constantes desta seção e na Indicação CEE nº 7 de 2001. por meio de convocação em Diário Oficial. art.  ficando  assegurado  o  respeito  à  diversidade  cultural religiosa. arts.  preconceito  ou  manifestação  em  desacordo  com  o  direito  individual  dos  alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum. 1º e 2º e Decreto nº 46. arts.  devendo  assegurar  o  respeito  a  Deus. 1º.

 Ciências  Sociais ou Filosofia. 4º)    Artigo  98  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso.    Artigo  101  ‐  As  aulas  de  Ensino  Religioso  poderão  ser  atribuídas  para  carga  suplementar de trabalho do titular de cargo ou carga horária de servidor.  ouvindo‐se  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades  civis  representativas  das  diferentes  denominações  religiosas. nas quatro primeiras séries do ensino fundamental:  a) os portadores de diploma de magistério em normal médio. 3º e 4º da Res.394/96.  b) os portadores de licenciatura em Pedagogia. tal como prescrito no § 2º do art. 2º.    (Del. CEE nº 16/01.802/02. 3º e 4º e arts. 2º. arts. os licenciados em História.  (Del. ouvindo‐se as entidades civis. 33 da Lei  nº 9. CEE nº 16/01.Artigo 96 – Ao Conselho Estadual de Educação compete avaliar a implementação  do  Ensino  Religioso  nas  escolas  estaduais  de  ensino  fundamental.    Artigo  99  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso nas séries finais – 5ª à 8ª ‐ do ensino fundamental. 3º e art. 5º e 6º)  57 .  Parágrafo único – Para fins do disposto no caput.    Artigo 102 ‐  A atribuição  das aulas de ensino  religioso  obedecerá ao  disposto na  legislação vigente.    Artigo  100  ‐  Nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  das  escolas  da  rede  estadual.   Parágrafo  único  ‐  Os  conteúdos  serão  trabalhados  transversalmente  sob  a  responsabilidade e organização do professor.  além  de  representantes  da  Secretaria  da  Educação  e  das  entidades do magistério. com habilitação no magistério de  1ª a 4ª séries do ensino fundamental. parágrafo único do art.    Artigo  97  ‐  A  Secretaria  da  Educação  está  autorizada  a  expedir  as  orientações  necessárias  para  a  atribuição  de  aulas  de  Ensino  Religioso  para  os  professores  pertencentes  ao  quadro do magistério da Secretaria da Educação. o ensino religioso deve ser ministrado no  mínimo em uma das séries finais do ensino fundamental.     Artigo  104  ‐  Os  conteúdos  do  ensino  religioso  obedecem  aos  definidos  na  Indicação CEE nº 7/2001.  (Decreto nº 46.  os  conteúdos  de  ensino  religioso  serão  ministrados  pelos  próprios  professores  responsáveis pela classe.  Parágrafo único – A inclusão do ensino religioso deverá estar prevista na proposta  pedagógica da escola e sua carga horária será acrescida à carga mínima anual existente. o Conselho Estadual de Educação  organizará encontro anual no mês de setembro que proporá orientações a serem implementadas  no ano letivo subseqüente. arts. SE nº 21/02)    Artigo 103 ‐ Na rede estadual de ensino.  Parágrafo único ‐ As exigências relativas à habilitação do professor para ministrar  as aulas devem estar em conformidade com o disposto nos artigos 98 e 99.

  § 2º ‐ Autorização para o uso de espaço do prédio escolar para o ensino religioso  de  natureza  confessional  será  feita  sob  responsabilidade  da  escola. atividades que discutam o Estatuto da Criança e do Adolescente.069.  poderão  ministrar  noções  básicas  do  "Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente" (Lei Federal nº 8.  § 1º ‐ As atividades a serem desenvolvidas ficarão a cargo de representantes das  diferentes instituições.  (Del.  ainda.939/98. art. 8º)    Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA    Artigo  106  ‐  As  escolas  públicas  de  ensino  fundamental  e  médio. de 13 de julho de 1990).  (Lei nº 9. 1º)            58 . art. 1º)    Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"    Artigo  108  ‐  Ficam  inseridas  noções  básicas  de  "Prevenção  e  Combate  ao  Uso  Indevido de Drogas". pais. 1º)    Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente    Artigo  107  ‐  Fica  instituído  que  no  calendário  escolar  das  escolas  públicas  de  ensino fundamental e médio estarão previstas.  respeitando  a  integração  interdisciplinar. CEE nº 16/01. na semana que inclui o dia 12 de outubro Dia da  Criança.  (Lei nº 9.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada unidade de ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.  Artigo 105 ‐ As escolas estaduais disponibilizarão.  horário para oferta de ensino  confessional. sendo assim instituído o  Dia do Debate sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.  §  3º  ‐  A  matrícula  facultativa  dos  alunos  em  turmas  de  ensino  religioso  confessional  somente  será  realizada  mediante  conhecimento  dos  pais  sobre  a  natureza  do  conteúdo e autorização expressa dos mesmos.  professores e toda a comunidade escolar.687/97.  (Lei nº 9. no currículo das escolas públicas de educação básica do Estado de São Paulo.508/97. às instituições religiosas  das mais diversas  orientações. art. art.  a  partir  de  programação  elaborada pela instituição interessada e aprovada pelo Conselho da Escola. de  caráter facultativo  para os alunos. na forma de trabalho voluntário.

 1º)    Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.    Artigo 110 ‐ Os estabelecimentos escolares. Orientação Sexual.  §  1º ‐  A  abordagem  crítica  da  violência  doméstica  deverá  tratar prioritariamente  da que atinge mulheres. art. Gênero.  dentro  de  sua  proposta  pedagógica.  (Lei nº 12. responsáveis pelo ensino fundamental  e  médio. 1º e 2º)    Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais    Artigo 114 ‐ Ficam proibidas a dissecção e vivissecção de animais em laboratório  de estabelecimentos de ensino fundamental. orientação sexual. 1º e 2º)    Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”    Artigo  111  ‐  Fica  instituída.  para  observar o disposto nesta subseção. o tópico "Perigos e Prevenção do Alcoolismo". tabaco.  não  podendo conter ilustrações. legendas.  (Lei nº 10.  Parágrafo  único  –  Os  jornais  e  as  revistas  deverão  ser  de  cunho  educativo. abrangendo todas as disciplinas e áreas do conhecimento. armas.  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  da  rede  estadual de ensino.284/06. arts.122/76. a atividade curricular de “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”.  (Lei nº 10. art.Subseção IV  Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo    Artigo  109  ‐  Todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado  estão  obrigadas  a  introduzir.  no  conteúdo  programático  de  disciplina  da  área  de  Ciências  Físicas  e  Biológicas. 1º)          59 .  (Lei nº 1.  § 2º ‐ Os temas previstos no caput devem ser inseridos de forma transversal nos  currículos escolares. arts. gênero.990/01.    Artigo 113 ‐ O Poder Público promoverá cursos para capacitar os profissionais da  Educação sobre os temas previstos no artigo anterior. Origem  ou Etnia    Artigo  112  ‐  Fica  autorizado  o  Poder  Executivo  a  estabelecer  como  conteúdo  obrigatório no ensino fundamental e médio a crítica da violência doméstica e da discriminação de  raça.  munições e outros que ofereçam riscos à formação da criança e do adolescente. anúncios de bebidas alcoólicas.247/99. crianças e adolescentes. origem ou etnia. fotografias.  elaborarão  material  didático  adequado.

   (Lei nº 9. pais. estarão previstas datas para atividades que discutam  os problemas sociais do Brasil.  serão  organizados  no  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  de  acordo  com as diretrizes contidas nesta seção.  professores. 1º)      CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ‐ EJA    Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio     Artigo 116 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos.    Artigo  118  ‐  Os  currículos  dos  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  serão  estruturados pela equipe pedagógica da instituição de ensino.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada Unidade de Ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo.  correspondentes.Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil    Artigo  115  ‐  Fica  instituído  que  no  Calendário  Escolar  das  Escolas  Públicas  Estaduais. de ensino fundamental e médio.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  correspondentes  aos  anos  iniciais  do  ensino  fundamental  serão  livremente  organizados.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização  de  estudos.  referentes  ao  ensino  fundamental  e  médio.  respectivamente.     Artigo  120  ‐  Os  cursos  serão  organizados  em  dois  níveis. indicados no artigo 37 da  Lei  Federal  nº  9.  instalados  ou  autorizados  pelo  Poder  Público. enfim.724/97.  § 3º ‐ O calendário escolar das escolas públicas estaduais deverá prever no mínimo  uma data por semestre para as atividades propostas no caput deste artigo. art. com fundamento nas disposições da  Deliberação  CEE  nº  77/08  e  tendo  em  vista  as  orientações  constantes  do  Exame  Nacional  para  Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).    Artigo 117 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam‐se àqueles que  não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no  ensino  fundamental  e  médio.394/96.     Artigo  121  ‐  Os  cursos  que  correspondem  aos  quatro  anos  finais  do  ensino  fundamental devem ser organizados de forma a atender ao mínimo de 24 (vinte e quatro) meses  60 .    Artigo 119 ‐ O currículo para esta modalidade de ensino poderá ser organizado em  áreas do conhecimento ou por componente curricular com detalhamento no Projeto Pedagógico. toda a comunidade escolar.  com  características  adequadas  às  suas  necessidades  e  disponibilidades.  aos  anos  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  devendo  ser  desenvolvidos por meio de Projetos Pedagógicos específicos.  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.

  materiais  didáticos  de  apoio.  no  prazo  máximo  de  30 (trinta) dias  a  contar  da  data  da  referida  homologação.     Artigo  124  A‐  Os  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  EJA. 1º a 9º)    Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  124  ‐  Mediante  autorização  concedida  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.  especialmente  formalizando.200  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  exigindo‐se  do  aluno  a  idade  mínima  de  18  (dezoito)  anos  completos para seu início.600 horas de efetivo trabalho escolar exigindo‐se dos alunos a idade mínima  de 16 (dezesseis) anos completos para seu início.  implementados  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs.  passarão  a  adotar.  de  forma  a  contemplar.  desde  que  preservado  o  espaço pedagógico adequado às características da clientela e dos cursos já em funcionamento na  escola.  consolidados  como  Propostas  Curriculares  dos  cursos  regulares  de  Ciclo  II  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  do  Estado  de  São  Paulo. conforme as normas ora revogadas.  continuarão  a  ser  implementados os materiais didáticos referentes ao Projeto Novo Telecurso.  Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  desenvolvidos  nas  telessalas. arts.    Artigo 123 ‐ Os alunos com estudos realizados em tempo inferior de integralização  ao  estabelecido  nos  artigos  121  e  122  devem  necessariamente  submeter‐se  aos  exames  organizados e/ou administrados pela Secretaria de Estado da Educação para receber certificação.  (Del. e desde que devidamente comprovada a existência de demanda.  a  partir  de  2010.  para  os  alunos  ingressantes e em continuidade.    Artigo 123 A ‐ Os alunos matriculados em Cursos de Educação de Jovens e Adultos  em data anterior à homologação da Deliberação CEE nº 82/09 terão direito de concluir seu curso  nos termos das Deliberações CEE nºs 9/2000.  em  caráter  obrigatório.de integralização e 1.  organizados  e  selecionados  por  esta  Pasta. novas classes de cursos  presenciais  poderão  ser  instaladas  em  unidades  escolares  estaduais. 9/1999 e 41/2004.  a  telessala  deverá.    Artigo 122 ‐  Os  cursos que  correspondem aos três anos do ensino médio devem  ser  organizados  de  forma  a  atender  ao  mínimo  de  18  (dezoito)  meses  de  integralização  e  1.   Parágrafo  único  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  tomar  as  providências  necessárias  para  assegurar  o  fiel  cumprimento  do  disposto  neste  artigo. CEE nº 82/09.  ao  longo  dos  períodos  referentes  à  61 .  obrigatoriamente. efetuadas. dispor de sala própria e de equipamentos e materiais mínimos necessários ao  desenvolvimento das teleaulas.  de  frequência  obrigatória  às  aulas  (presenciais)  ou  de  presença  flexível  e  atendimento  individualizado.  o  encerramento do livro de matrículas.    Artigo 125 ‐  Caberá  às  equipes escolares proceder às adequações necessárias  ao  desenvolvimento  dos  conhecimentos  previstos  nos  materiais  a  serem  encaminhados  oportunamente  às  escolas.   Parágrafo  único  ‐  Para  dar  início  às  atividades.

  que  os  alunos  que  constituíram  turmas  de  ingressantes  no  2º  semestre  de  2009. na inexistência deste. e. o conteúdo programático previsto para o currículo  do ensino fundamental e médio. no início de outro semestre. 18 (dezoito) meses de integralização de estudos. quais sejam:  a) no Ciclo II do Ensino Fundamental. deverão. ou  seja. quando for o caso.200 (mil e  duzentas) horas de efetivo trabalho escolar e idade mínima de 18 (dezoito) anos completos para  seu início. 24 (vinte e quatro) meses de integralização  de  estudos.  ou  vierem  a  compô‐las  a  partir  de  2010. CEE nº 91/2009. os mínimos estabelecidos pelos  artigos 6º e 7º da Del.  mediante  os  registros  de  matrículas  efetivados  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos.  desde  que  considerado o disposto na Del. matrícula não ativa.   II ‐ garantir que. 10 e 3º)   62 . SE nº 3/10. a partir de 2010:  I  ‐  comprovar. será exigido certificado de conclusão  do ensino fundamental. caso pretenda dar  continuidade aos estudos. quando for o caso. CEE nº 82/2009. ou. 11. 1º e 2º)    Subseção II  Da Matrícula    Artigo  126  ‐  A  matrícula  de  aluno  em  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  dispensa.   § 3º ‐ A matrícula confirmada pelo aluno no CEEJA deverá ser reconfirmada pela  escola e devidamente lançada no Sistema de Cadastro de Alunos.  como  inicial e confirmada a cada semestre letivo. nos 30 (trinta) dias  subsequentes.  1.  CEE nº 91/09. devendo ser efetuada dentro do prazo máximo de 30  (trinta)  dias  a  contar  da  data  do  início  do  ano/semestre  letivo  nas  escolas  estaduais  de  ensino  regular.   §  2º  ‐  Esgotado  o  prazo  de  30  (trinta)  dias  para  efetivação  da  matrícula  de  que  trata o parágrafo anterior.  equivalente  aos  totais  dos  meses  de  integralização  dos  estudos  e  das  horas  de  efetivo  trabalho escolar previstos pela Del.  CEE  nº  82/09.   (Res.  deverá  ter  registrado  o  lançamento  de  NC  (Não  Comparecimento)  no  Sistema  de  Cadastro de Alunos da Secretaria da Educação. independentemente da situação escolar  em  que  se  encontre. deverá solicitar renovação de matrícula.  § 1º ‐ A matrícula do aluno em um CEEJA.  que o intervalo existente entre a data da matrícula do aluno e aquela prevista para a certificação  do curso.  a  apresentação  de  documento  comprobatório de escolaridade anterior e. o candidato que não comprovar presença no CEEJA.   (Res. arts.  ingressante  ou  em  continuidade. arts. ou seja. ao longo do período correspondente à integralização dos estudos  e ao total de horas de efetivo trabalho escolar. corresponda ao total dos semestres letivos exigidos para o respectivo nível de ensino. seja efetivamente desenvolvido. será aplicada pela escola prova de avaliação de  competências.  obrigatoriamente. SE nº 3/10.  b) no Ensino Médio.integralização  de estudos  e  de horas de efetivo  trabalho  escolar  exigida  pela  Del.  nos  estudos  iniciais  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental. CEE nº 82/09.  todos os conteúdos previstos para cada nível de ensino.  deverá  ocorrer.600  (mil  e  seiscentas)  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  e  idade  mínima  de  16  (dezesseis) anos completos para seu início.  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs.  cumpram  ou  venham  a  cumprir.     Artigo 127 ‐ As unidades escolares dos cursos de que trata o caput do artigo 124‐  A. no ensino médio. a cada semestre letivo. 1. o contido na Del. observado.   III  ‐  assegurar.

 arts.12.  III  ‐  as  turmas  deverão  ser  constituídas.  cabendo  à  Diretoria  de  Ensino.  poderão  ser  desenvolvidas aos sábados. no bimestre. SE nº 3/10. objeto dos anexos II e VI da Res. de acordo com  esta resolução.  no  noturno.   Parágrafo  único  –  Para  os  alunos  ingressantes  das  telessalas. de 2002. com 2 (duas) aulas semanais. caso a caso. 35 (trinta e  cinco) alunos.   b) das disciplinas de apoio curricular da 3ª série das classes de telessalas. para o ensino fundamental e médio. art. e decidir pela sua instalação.  na  matriz  curricular  do  ensino  médio.Subseção III  Da Matriz Curricular    Artigo  128  ‐  Na  distribuição  das  aulas  das  disciplinas  dos  cursos  de  frequência  obrigatória ‐ presenciais e desenvolvidos nas telessalas ‐ deve‐se assegurar que:  I – nos cursos presenciais e nas telessalas a carga horária semanal será de 27 (vinte  e sete) aulas. SE nº 21.  as  Coordenadorias  de  Ensino  e  de  Estudos e Normas Pedagógicas.  deverão  contemplar  todos  componentes  curriculares estabelecidos na legislação vigente. conforme disposto na Res. no mínimo. sendo 5 (cinco) diárias com duração no período diurno de cinquenta minutos cada e.  ouvidas.  de  40  (quarenta)  alunos. que deverão ser redimensionadas .  na  parte  diversificada. SE nº 3/10. analisar.  (Res.  quando  necessário.  do  2º  semestre  de  2009.  respectivamente. SE nº 98 de  23. organizando os  respectivos currículos com todas  as  disciplinas  que  integram  a    base  nacional  comum.  acrescidas.  em turmas de.  observada a frequência mínima de 75% do total de horas letivas previstas para cada semestre. os conteúdos a serem trabalhados serão aqueles previstos  no Projeto Novo Telecurso. na conformidade do contido no  Anexo VI da Resolução SE nº 98/2008.  caberá  à  equipe  escolar  proceder. as duas disciplinas não  contempladas em 2009. ou mesmo suspensas. for sistematicamente inferior a 50% das aulas previstas.    (Res.  quarenta  e  cinco. de maneira a incluir nos semestres de 2010. 4º)    Subseção IV  Da Matriz Curricular dos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos – CEEJAs    Artigo 129 – Os cursos de ensino fundamental e médio oferecidos pelos Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs.  de  uma  língua estrangeira moderna.  II‐  haja  controle  sistemático  da  presença  dos  alunos  às  atividades  diárias.  aos  ajustes  necessários  ao  prosseguimento  de  estudos  das  disciplinas  que  compõem  a  área  de  Ciências  da  Natureza e suas Tecnologias. à exceção:   a) da disciplina Ensino Religioso.     Artigo  129  A  –  As  aulas  de  Educação  Física  dos  alunos  matriculados  nos  cursos  noturnos  e  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. em que a  carga horária de 6 aulas semanais ainda que deva ser distribuída.  distribuída    na  conformidade  das  matrizes  curriculares  previstas.  em  média. quando a frequência dos  alunos. 5º e 6º)            63 .2008.

  em  que  a  nota.  assegurando‐se  que  o  conjunto de disciplinas do curso e respectivas avaliações seja a comprovação do desempenho do  aluno. SE nº 3/10. na disciplina específica do cargo. inclusive os estáveis. e demais candidatos. precipuamente.  de  forma a atender:  1) preferencialmente.  curso  presencial  e  telessala.     Artigo 130 A ‐ Nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos ‐ CEEJAs.  e  as  aulas  das  disciplinas    dos  cursos  mantidos  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno    Artigo  130  ‐  Em  se  tratando  da  avaliação  do  desempenho  escolar  dos  alunos. observar‐se‐á  que:  I  ‐  as  aulas  dos  cursos de frequência  obrigatória.  igual  ou  superior  a  5.  e  uma  avaliação  final  de  cada  disciplina  do  curso. os  resultados do semestre letivo deverão ser expressos em escala numérica de notas. arts. após a atribuição das  aulas  na  unidade  escolar  em  que  é  titular. ou os servidores  contratados temporariamente. ao docente titular de cargo que.  1(um) professor por componente curricular. por uma  organização  curricular  estruturada  por  disciplina  e  por  presença  flexível  e  um  atendimento  individualizado ao aluno.  CEE  nº  82/09. com vigência a partir do primeiro dia  letivo do ano da atribuição e término em 31 de dezembro do mesmo ano.  haverá  avaliações  periódicas. deverão cumprir 8 (oito) horas diárias de trabalho e 40 (quarenta)  semanais.  não  significa  alteração na organização do trabalho dessas unidades que se caracteriza.  que  serão  destinadas  ao  atendimento  individualizado  de  alunos.  a  ser  realizada  de  acordo  com  o  ritmo  do  aluno.   serão  realizados  pelo  docente  de  cada  disciplina.   II  ‐  as  orientações  e  os  atendimentos  pedagógicos  que  ocorrerão  nos  CEEJAs.   § 2º ‐ Os docentes titulares de cargo afastados junto aos CEEJAs.  com    carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais.   II  ‐  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAS. por bimestre e  por disciplina.  é  considerada  satisfatória para a continuidade dos estudos. em números  inteiros  de  0  (zero)  a  10  (dez).   (Res.  à  participação  em  64 .  de  que  tratam  os  artigos  6º  e  7º  da  Del.0  (cinco).  serão  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária. no mínimo.  de  alunos  ingressantes  e  em  continuidade. 8º e 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas    Artigo 131 ‐ Na atribuição de aulas.  será  afastado  nos  termos  do  inciso  III  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444/85.  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. a  integralização  dos  estudos. 7º.   2) aos ocupantes de função‐atividade.  para  efeito  de  registro  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos  e  Concluintes  e  expedição  do  certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio.   §  1º  ‐  As  aulas  dos  CEEJAs  serão  atribuídas.  previamente  programadas  pelo  professor.  observar‐se‐á o seguinte:  I ‐ nos cursos de frequência obrigatória às aulas. observado o módulo de até 26 (vinte e seis) professores e a participação de.  devidamente  habilitados  no  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas.

  dos  professores‐ coordenadores e dos docentes.reuniões e à preparação e avaliação dos trabalhos escolares.  f) expedir e arquivar os documentos de vida escolar. art. controlar e avaliar os cursos em funcionamento.  o  calendário  escolar  dos  CEEJAs.  bem  como  os  materiais  didático‐pedagógicos  e  de  consumo  destinados ao desenvolvimento das atividades programadas.  manter  e  repor  o  equipamento  e  o  material  necessários  ao  funcionamento  das  telessalas. quando necessário. SE nº 3/10. 15)    65 .  assegurando‐se  sua  legalidade  e  autenticidade.  respeitadas  as  diretrizes  pedagógicas  emanadas  pela Pasta.   (Res. organizando‐as e incorporando‐as à proposta pedagógica  da escola.  d)  elaborar.  IV ‐ à Unidade Escolar:   a) instalar as telessalas.   f) acompanhar.  conjuntamente  com  as  equipes  escolares  dos  CEEJAs.  as  avaliações  finais. os docentes dos cursos. os resultados obtidos pelos alunos. art. por meio das Oficinas Pedagógicas.  incluindo  as  avaliações  periódicas  e  finais  presenciais. solicitando a devida autorização ao órgão competente.  g)  analisar  e  emitir  parecer  sobre  os  Planos  de  Gestão  apresentados  pelas  unidades escolares.  b) capacitar.  h)  acompanhar  o  lançamento  da  matrícula  e  de  todos  os  demais  registros  pertinentes aos Sistemas de Cadastro de Alunos. devendo ser exercidas integralmente  nos Centros. SE nº 3/10. nelas incluídas  as HTPCs e as HTPLs.  g) efetuar os devidos lançamentos correspondentes à situação final do aluno. para Educação de Jovens e Adultos.  e)  assegurar  o  cumprimento das  exigências  relativas  à  avaliação  do  desempenho  escolar e à certificação de conclusão de curso previstas nesta seção.  das  diferentes disciplinas. caberá:   I ‐ à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  a) prestar assistência técnico‐pedagógica às Diretorias de Ensino. Avaliação e Frequência e Concluintes.  III ‐ às Diretorias de Ensino:  a)  diagnosticar  as  necessidades  de  instalação  e/ou  ampliação  de  cursos  presenciais.  (Res.  b)  suprir.  em  local  de  fácil  acesso  ao  público  e  com  a  devida  antecedência.  b) acompanhar.  c)  organizar  banco  de  questões.  c) zelar pela manutenção e funcionamento das telessalas. 12)    Subseção VII  Das Competências    Artigo 132 ‐ Para o desenvolvimento dos cursos.  através  da  direção.  II ‐ às Coordenadorias de Ensino:  a) autorizar o funcionamento de novos cursos presenciais.  b) efetuar a matrícula dos alunos no Sistema de Cadastro de Alunos e manter os  registros  comprobatórios  da  respectiva  escolaridade.  e)  divulgar.  controlar  e  avaliar. analisando o desempenho dos  cursos com vistas a seu aperfeiçoamento e eficácia. controlar e avaliar a implementação dos cursos.  d)  acompanhar.

Subseção VIII  Das Disposições Gerais    Artigo  133  ‐  Para  fins  de  composição  do  módulo  de  pessoal. arts. as Coordenadorias de Ensino e a de Estudos e  Normas Pedagógicas.    66 .     Artigo  133  A  ‐  As  situações  não  previstas  nesta  seção  serão  decididas  pelas  Diretorias de Ensino. com  estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.  educação  a  distância  é  uma  modalidade  educacional  na  qual  a  mediação  didático‐pedagógica.  na  proporção  indicada no quadro anexo a esta seção.  CEE  nº  82/09. quando for o caso.622/05.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização. SE nº 3/10.     Artigo  133  C  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixar  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento do disposto nesta seção.   (Res. ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.  § 1º ‐ A educação a distância organiza‐se segundo metodologia. para estágio obrigatório e atividades relacionadas a laboratórios  de ensino.  desde  que  observados  os  limites  mínimos  de  integralização  previstos  pelos  artigos  6º  e  7º  da  Del.  devendo  ser  prevista  a  obrigatoriedade  de  momentos  presenciais  para  avaliação  dos  estudantes e. a partir de 2010. quando necessário. a uma classe de ensino regular. para compor o percurso escolar do aluno  do  ensino  fundamental  ou  médio. ouvidas. gestão e avaliação  próprias. 14.  nos  processos  de  ensino  e  de  aprendizagem.  cada  classe  de  telessala corresponderá.  § 2º ‐ Os cursos e programas de educação a distância devem ser programados com  base  nos  respectivos  cursos  da  modalidade  presencial.  estudos  realizados  com  êxito  em  cursos  regulares  de  ensino  fundamental  e  médio  ou  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.     Artigo 130 B – Poderão ser aproveitados. 16. 13 e 17)    Anexo    Tempo de estudo no EF Regular  1 ano (1 série)  2 anos (2 séries)  3 anos (3 séries)  Tempo de estudo no EM Regular  2 anos (2 séries)  1 ano (1 série)  Tempo de estudo no EF‐EJA  6 meses  1 ano  18 meses  Tempo de estudo no EM‐EJA  1 ano  1 semestre  Tempo mínimo a integralizar  18 meses  1 ano  6 meses  Tempo mínimo a integralizar  6 meses  12 meses      Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio e na Educação  Profissional de Nível Médio  Subseção I  Da Concepção e Características    Artigo  134  ‐  Nos  termos  do  Decreto  nº  5.

 de competência do Conselho Estadual de  Educação  ‐  CEE.  III – credenciamento: ato administrativo.  com  justificativa  para  atendimento de uma demanda social transitória.  pela  comunidade.  que  permite  à  instituição  credenciada  o  oferecimento  de  determinado  curso  e  programa  de  educação  a  distância.  III ‐ acompanhamento sistemático dos processos de ensino e de aprendizagem. nos limites das competências  legais  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  V – descredenciamento: ato administrativo.  V ‐ interatividade.  relativas aos cursos e programas de educação a distância. por meio de parcerias ou convênios. certificados e diplomas de conclusão.  VI  –  autorização:  ato  administrativo.  II – pólo: unidade operacional de apoio presencial.  de  competência  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  nos termos previstos na presente seção. no ensino  fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível médio.  IV – recredenciamento:  ato administrativo.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio. para o desenvolvimento das atividades educativas. não previstos no  ato de credenciamento. públicas ou privadas. de competência do Conselho Estadual  de Educação ‐ CEE. responsável pela oferta e gestão dos cursos e programas.  utilizada  para  o  desenvolvimento  descentralizado  de  atividades  pedagógicas  e  administrativas.  que  habilita  a  instituição  de  ensino. históricos. de competência do Conselho Estadual  de Educação.  apreciar  os  pedidos  de  credenciamento  e  67 . que renova o credenciamento da instituição.  pública  ou  privada.Artigo 134 A ‐ São características fundamentais a serem observadas em todo curso  ou programa de educação a distância:  I ‐ organização que flexibilize tempo e espaço na atividade pedagógica.  III ‐ autorizar a criação de novos pólos por instituição de ensino.    Artigo  134  C  ‐  Compete  ao  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE. com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou  tempos diversos.  II ‐ autorizar a abertura de cursos e programas de educação a distância.  para  funcionar  em  locais  cedidos  por  empresas. vinculada à sede da instituição.  Parágrafo  único  ‐  Os  pólos  devem  ter  funcionamento  autorizado  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação  e  deverão  estar  previstos  no  projeto  pedagógico. por prazo determinado.  pela  regularidade  de  todos  os  atos  escolares  praticados  pela  instituição. que cancela o credenciamento da instituição para atuar em educação a distância. no  âmbito do sistema de ensino do Estado de São Paulo. deve‐se observar os seguintes conceitos:  I – sede: unidade central.  II  ‐  utilização  de  recursos  de  tecnologias  de  informação  e  comunicação  e  suas  metodologias.  IV ‐ sistemática de avaliação da aprendizagem.  nos  limites  do  Estado de São Paulo:  I  ‐  credenciar.  Parágrafo único ‐ Cabe à Câmara de Educação Básica.  a  atuar  em  educação  a  distância.  recredenciar  e  descredenciar  instituições  para  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.    Artigo 134 B ‐ Para os fins desta seção. inclusive com a utilização de meios e tecnologias de informação  e comunicação.  em  escolas  de  outra  mantenedora ou em outras instituições.  pela  documentação  escolar e pela expedição de declarações.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens  e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio. podendo ser autorizados em caráter temporário. dentro dos limites do Estado de São Paulo.

  Parágrafo  único  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  será  constituída  por  profissionais  com experiência em educação a distância e na área em que o curso e programa será oferecido. no prazo máximo de  30 (trinta) dias após a visita de verificação. do Recredenciamento e da Fiscalização e Avaliação das  Instituições e de Cursos e Programas     Artigo 135 ‐ O credenciamento se destina a instituições de ensino que comprovem  capacidade  administrativa.  Parágrafo único.     Artigo  134  E  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  verificará  in  loco  as  condições  da  instituição  interessada  na  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância  e  procederá  à  análise da proposta pedagógica e da capacidade tecnológica.  indicada  pela  Câmara  de  Educação  Básica.  68 . caberá à Comissão de  Especialistas:  I ‐ proceder à análise comparativa entre o relatório do credenciamento e os dados  aferidos  na  avaliação  de  recredenciamento. 1º a 6º)    Subseção II  Do Credenciamento.  indicando  possíveis  discrepâncias. No caso de pedido de recredenciamento.  III ‐ histórico institucional acompanhado de dados de identificação da instituição e  qualificação dos dirigentes da sede e dos pólos.    Artigo  134  D  ‐  Os  pedidos  de  credenciamento  e  de  recredenciamento  de  instituições e de autorização de cursos e programas de educação a distância.  e  sobre  eles  se  manifestar.  por  meio  de  requerimento  dirigido  ao  seu  Presidente. conforme dispõe a legislação em vigor.  a  instituição  poderá  solicitar autorização para implementação de novos cursos e programas.  (Deliberação CEE nº 97/10.  pedagógica.  especialmente  quanto  aos  resultados  obtidos  pelos  alunos  em  avaliações  externas.recredenciamento  de  instituições  e  de  autorização  de  cursos  e  programas.  com  aprovação do Conselho Pleno.  Durante  a  vigência  do  credenciamento.    Artigo 135 B ‐ O pedido de credenciamento da instituição deverá ser formalizado  junto  ao  Conselho  Estadual  de  Educação.  financeira  e  experiência  educacional  de  pelo  menos 2 (dois) anos.  devendo atender os seguintes requisitos:  I ‐ justificativa para o pedido. elaborando relatório circunstanciado  e conclusivo sobre o pedido.  Parágrafo  único.  bem  como  melhorias  observadas.  indicando  ou  não  restrições  quanto  ao  recredenciamento.  econômica. deverão atender aos  referenciais de qualidade definidos pelo Ministério da Educação e pelo CEE e serão previamente  analisados  por  Comissão  de  Especialistas. conforme padrões estabelecidos pelo Conselho. da Autorização.  II  ‐  habilitação  jurídica.  II  ‐  manifestar‐se  de  forma  conclusiva.  bem  como  à  eventual  concessão  de  prazo  para  atendimento  dos  requisitos  especificados.  capacidade  econômicofinanceira  e  plano de investimento de curto e médio prazo. arts. quando for o caso.  regularidade  fiscal. emitindo parecer que será objeto de deliberação do Conselho Pleno.    Artigo  135  A  ‐  O  credenciamento  da  instituição  será  concomitante  à  autorização  de seu primeiro curso e terá prazo de validade de até cinco anos.

 no caso dos cursos de educação profissional técnica de nível médio.  b) número de vagas. supervisão e acompanhamento dos pólos.  III  –  identificar  a  equipe  multidisciplinar.  avaliação.  § 2º O ato de autorização do pólo será tornado sem efeito.  prevendo  preponderância  das  avaliações  presenciais sobre as avaliações periódicas a distância.  preferencialmente.  com  as  respectivas  funções. com formação para o trabalho em educação a distância.  IV  ‐  definir  a  relação  de  alunos. quando for o caso.  bem  como  a  forma  de  acompanhamento  da  realização  das  atividades. infraestrutura tecnológica.  obedecendo  às  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  de  acordo  com o Catálogo Nacional.     Artigo 135 C ‐ A criação de novos pólos está condicionada à prévia autorização do  Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  atendimento remoto aos estudantes e professores e laboratórios de ensino.  VII ‐ descrição das parcerias e modo de funcionamento.  IX ‐ regimento escolar específico para educação a distância.  VI  ‐  corpo  docente  com  as  qualificações  exigidas  na  legislação  em  vigor  e.  tais  como  estágios  curriculares. os seguintes requisitos:  I ‐ obedecer às diretrizes nacionais e estadual.  V ‐ projeto pedagógico dos cursos e programas que serão ofertados. quando houver.  já  autorizados  e  em  funcionamento.  que  contemple  a  oferta  de  cursos  e  programas de educação a distância.  bem  como  pela  coordenação. a instituição  somente poderá requerê‐lo depois de decorridos dois anos. ex officio.  reforço  e  recuperação  do  processo  de  aprendizagem.  quando  for  o  caso. defesa presencial de trabalho de conclusão de curso e das atividades em laboratórios  de  ensino.  f)  plano  de  curso.  que  vai  responder  pelo  desenvolvimento  e  acompanhamento  do  curso  e  programa.  II  ‐  prever  atendimento  apropriado  a  estudantes  portadores  de  necessidades  especiais.  V.    Artigo 135 D ‐ Uma vez indeferido o pedido inicial de credenciamento.  contemplando  o  seguinte:  a)  matriz  curricular  com  ementas  detalhadas  e  definição  de  competências  e  habilidades a serem alcançadas e avaliadas em cada área e etapa do processo.  conceituar  a  concepção  pedagógica  dos  cursos  e  programas.    Artigo 135 E ‐ O Projeto Pedagógico a ser encaminhado ao Conselho Estadual de  Educação ‐ CEE deverá atender.  § 1º O prazo de autorização de funcionamento dos pólos será de dois anos.  69 .  atividades  de  orientação. no mínimo. caso não seja  instalado no prazo de um ano.IV  ‐  plano  de  desenvolvimento  escolar.  para  acompanhamento  individualizado.  c)  critérios  de  avaliação  do  estudante. com  possibilidade de renovação pelo Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  d)  descrição  das  atividades  presenciais  obrigatórias. quando houver. quando for o caso.  e)  relação  de  cursos  e  programas  presenciais  e  a  distância.  VIII  ‐  descrição  detalhada  dos  serviços  de  suporte  e  infraestrutura  adequados  à  realização do projeto pedagógico. relativamente às instalações físicas.  professores  ou  tutores. apresentando termos de  convênios com outras instituições.

    Artigo  135  H  ‐  O  pedido  de  recredenciamento  deverá  ser  requerido  pela  instituição:  a) com antecedência mínima de seis meses do término do seu prazo de vigência.  III ‐ indeferimento do pedido de recredenciamento.    Artigo  135  J  ‐  As  instituições  de  ensino  deverão  apresentar. à qual a instituição  está jurisdicionada.  adotar  as  providências  necessárias  para  a  suspensão  de  novas  matrículas. sindicância ou processo administrativo.    Artigo 135 K ‐ Caberá ao CEE.  sempre  que  solicitadas.  III – a desativação de cursos e programas. no prazo de trinta dias.  irregularidades ou descumprimento das  condições  originalmente  estabelecidas.  com  suspensão  de  novas matrículas nesse período. a quem compete comunicar ao CEE o início das atividades.  nos  termos  desta  seção. exceto quanto a  apresentação do Projeto Pedagógico do curso. – Pedidos de recredenciamento indeferidos somente poderão ser  objeto de novo pedido.  c) com a apresentação do material didático completo.g)  apresentação  do  material  didático  para  o  primeiro  semestre  e  módulos  correspondentes e protótipos para a sequência do (s) semestres (s) ou módulos proposto(s).  não  superior  a  um  ano.    Artigo 135 I ‐ A partir da análise da documentação mencionada no artigo anterior e  dos relatórios da Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino. com proposta para:  I – recredenciamento.  deverão ter o ato prévio de sua instalação publicado pela Diretoria de Ensino.  II  ‐  recredenciamento  temporário. a partir da data de publicação do  respectivo ato de autorização. depois de decorridos dois anos.  o  Conselho  determinará. por novo período de até cinco anos.  b) instruído com os mesmos requisitos solicitados no artigo 135 B. a contar da data da publicação do ato no  Diário Oficial do Estado.  IV – o descredenciamento.    Artigo  135  G  ‐  Os  cursos  e  programas  autorizados.  mediante  relatório fundamentado da Câmara de Educação Básica. para salvaguarda do interesse público e proteção dos  alunos.  § 1º Das determinações de que trata o caput.    Artigo 135 L ‐   Identificadas  deficiências.  Parágrafo único.  em  ato  próprio.  observado  o  contraditório  e  ampla defesa:  I – a instalação de diligência. caberá pedido de reconsideração ao  Conselho Estadual de Educação.  II – a suspensão da autorização de cursos e programas e de novas matrículas.  70 .  será emitido parecer pela Câmara de Educação Básica do CEE. encarregada da fiscalização. enquanto não forem cumpridos os requisitos necessários.    Artigo  135  F  ‐  A  instituição  credenciada  para  ministrar  cursos  e  programas  de  educação a distância deverá iniciar a oferta no prazo de um ano. documentos e informações ao CEE e aos órgãos de supervisão por ele designados. assim como exercer  as funções de supervisão.  mediante  avaliação  dos  cursos  e  programas  das  instituições  credenciadas.

  § 2º. celebrados para fins de oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.    Artigo  139  ‐  A  instituição  poderá  aferir  e  reconhecer.  (Deliberação CEE nº 97/10. Os certificados ou diplomas de cursos e programas de educação a distância.    Artigo  137  ‐  Os  diplomas  e  certificados  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  deverão ser revalidados de acordo com as disposições legais pertinentes.    Artigo 140 ‐ A certificação parcial ou total em cursos e programas de educação a  distância  de  jovens  e  adultos  habilita  ao  prosseguimento  de  estudos  em  caráter  regular  ou  supletivo.  conclusão  de  estudos  e  obtenção  de  diplomas  ou  certificados  dar‐se‐á  no  processo.  obedecidas às diretrizes nacionais e estadual.  expedidos  por  instituições  credenciadas  e  registrados  na  forma  da  lei.  § 1º A emissão e o registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão  obedecer à legislação educacional pertinente.  credenciada  para  oferta  de  educação  a  distância. a suspensão de novos ingressos de alunos. como medida cautelar.     Artigo  138  ‐  A  sede  da  instituição. até a decisão final.  (Deliberação CEE nº 97/10.  conforme  disposto no Projeto Pedagógico aprovado pelo CEE.  mediante  avaliação. 20 a 25)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 143 ‐ Os convênios e acordos de cooperação. que ofereçam cursos e  programas devidamente autorizados pelo CEE.  entre  instituições  estrangeiras  e  instituições  devidamente  credenciadas  e  jurisdicionadas  ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo.§ 2º Em qualquer das hipóteses previstas no caput.    Artigo 142 ‐  A sistemática de avaliação deve ser disciplinada no Regimento Escolar  e compatibilizada com o Projeto Pedagógico da instituição.  é  responsável  pela  expedição  de  históricos  e  certificados  de  conclusão  de  curso  e  programa. 7º a 19)    Subseção III  Da Vida Escolar    Artigo  136  ‐  A  avaliação  do  desempenho  do  estudante  para  fins  de  promoção.    Artigo  141  ‐  Os  certificados  e  diplomas  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. arts.  71 . poderá ser determinada pelo  Conselho.  emitidos  por  instituições  estrangeiras. a quem cabe garantir os registros das avaliações dos alunos.  no ensino fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível  médio só poderão ser emitidos por instituições devidamente credenciadas. arts.  para  que  gerem  efeitos  no  território  nacional.  conhecimentos  e  habilidades  obtidos  em  processos  formativos  escolares  ou  extraescolares.  terão  validade  nacional.

 por motivos de saúde.    Artigo  148  ‐  O  pedido  de  encerramento  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  VI ‐ estejam em situação de privação de liberdade. de acordo com as normas em vigor. disponibilizando essas informações em ambiente virtual.  Parágrafo único ‐ A oferta referida no caput contemplará a situação daqueles que:  I ‐ estejam impedidos.  V ‐ cadastro de especialistas.    Artigo 149 ‐ No caso de mudança de endereço da sede deverão ser apresentados  documentos que comprovem as mesmas condições da anterior.    Artigo 145 ‐ As instituições credenciadas poderão solicitar autorização para oferta  de ensino regular fundamental e médio a distância.  II ‐ cursos e programas autorizados.  III ‐ resultados dos processos de supervisão e avaliação. quando  houver.  III ‐ encontram‐se no exterior.    Artigo  146  ‐  As  instituições  deverão  fazer  constar  em  todos  os  seus  documentos  institucionais.  V ‐ foram compulsoriamente transferidos para regiões de difícil acesso. por qualquer motivo. deverá ser previamente comunicado ao Conselho Estadual de Educação e à Diretoria de  Ensino competente.    Artigo  147  ‐  Os  documentos  que  instruem  o  processo  de  credenciamento. de acompanhar o ensino presencial.  recredenciamento  e  autorização  dos  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.deverão ser previamente submetidos à análise e homologação do Conselho Estadual de Educação.  IV ‐ instituições descredenciadas.  anúncios  e  matérias  de  divulgação  nos  veículos  de  comunicação  de  massa. sendo o  ensino  a  distância  utilizado  como  complementação  da  aprendizagem  ou  em  situações  emergenciais. incluindo  missões em regiões de fronteira. assegurados o direito dos alunos à continuidade e término dos estudos.  II  ‐  sejam  portadores  de  necessidades  especiais  e  requeiram  serviços  especializados de atendimento.    Artigo 144 ‐ O Conselho organizará e manterá um sistema de informações aberto  ao público.  para que os diplomas e certificados tenham validade nacional.  deverão  permanecer arquivados na sede da instituição e disponíveis em ambiente virtual para consulta da  Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.  IV  ‐  vivam  em  localidades  desprovidas  de  rede  regular  de  atendimento  escolar  presencial.  72 .  de  seus  cursos e programas a distância.    Artigo  150  ‐  A  transferência  de  mantenedora  deve  ser  comunicada  ao  Conselho  Estadual de Educação.  referência  aos  atos  de  credenciamento  e  autorização  e  respectivas  datas  de  validade. com os seguintes dados:  I ‐ instituições credenciadas.

  serão  emitidos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.  em  2008.Artigo  151  ‐  Nos  casos  de  pedido  de  reconsideração  ou  recursos  de  solicitações  indeferidas.    Artigo 154 – A carga horária de 6 (seis) aulas presenciais semanais. arts.  com  320  (trezentas  e  vinte)  horas  cada.  desde  que  o  aluno  tenha  concluído  o  ensino  médio  e  os  3  (três)  módulos  que  compõem  o  referido  curso. a conclusão da habilitação profissional.  em  2009.  §  2º  ‐  A  certificação  dos  módulos  e  a  expedição  do  diploma  de  Habilitação  Profissional  de  Técnico  de  Nível  Médio  em  Gestão  de  Pequenas  Empresas.  § 1º ‐ Será assegurado aos alunos de que trata o caput a conclusão concomitante  dos estudos do ensino médio e a certificação dos seguintes módulos:  1 ‐ Certificado de Qualificação em Assistente de Planejamento: Módulo I .   II  ‐  carga  horária  de  10  (dez)  aulas  semanais  destinadas  às  atividades  não  presenciais. 26 a 34)      CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Dos Cursos da Educação Profissional    Artigo 152 ‐ As unidades escolares estaduais vinculadas à Coordenadoria de Ensino  da  Grande  São  Paulo  ‐  COGSP.    Artigo  153  –  Os  módulos  de  educação  profissional.  aos  alunos  matriculados  nas  3ªs  séries. a saber:  I ‐ carga horária de 6 (seis) aulas semanais presenciais.  pelo  Centro  Estadual  de  Educação  Tecnológica  Paula  Souza  e  pela  Fundação  Roberto  Marinho. quando se tratar  de alunos do período noturno.  2 ‐ Certificado de Qualificação em Gerente Administrativo: Módulo II.  (Res. a Comissão de Especialistas. destinadas ao conjunto das  disciplinas de cada módulo. exclusivamente aos sábados.  (Deliberação CEE nº 97/10. e.  Parágrafo  único  ‐  As  aulas  de  que  trata  o  caput  poderão  ocorrer no  contraturno  e/ou aos sábados. será constituída por  membros diferentes dos que deram razão ao indeferimento. previstas para o  conjunto das disciplinas de cada módulo da habilitação será acrescida à carga horária semanal da  3ª série do ensino médio. quando exigida a verificação in loco. arts. no caso de alunos do diurno.  que. SE nº 5/09.  das  turmas  das  3ª  séries  serão  desenvolvidos  em  2009.  constituíram  turmas  de  educação  profissional  do  curso  “Gestão  de  Pequenas  Empresas”. estruturados por semestres.  assegurarão. 1º. desenvolvidas pelos alunos fora da sala de aula.  3 ‐ Certificado de Técnico de Gestão de Pequenas Empresas: Módulo III.  na  modalidade  de  curso  semipresencial. 2º. 3º)              73 .

  §  1º  ‐  O  levantamento  total  das  turmas  será  enviado  à  Diretoria  de  Ensino.  (Res.   §  2º  ‐  Somente  após  a  homologação. ser capaz de:  I  ‐  compreender  que  seu  papel  principal  será  o  de  mediador  e  dinamizador  da  aprendizagem.  inclusive  como  carga  suplementar  para  professor  titular  de  cargo. 4º e  art.  IV ‐ demonstrar habilidade em informática. caput e §§ 1º a 4º  do art.    Artigo 159 ‐ O aluno da 3ª série do ensino médio deverá efetivar sua matrícula em  cada  um  dos  cursos.  no  curso  da  Habilitação Profissional Técnica de nível médio.  Parágrafo  único  –  Na  indicação  de  docente  para  Orientador  de  Aprendizagem  e  Tutor  de  Turma. poderão ser atribuídas as aulas  para o exercício das funções de Orientador de Aprendizagem/Tutor de Turmas.  ou  seja.  imediatamente após sua organização.  será  considerada  a  avaliação do desempenho no desenvolvimento das respectivas atividades.  das  turmas  dos  módulos de educação profissional de que trata a presente seção. prioritariamente.  III ‐ exercer a liderança e ser proativo.  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  para  cada  turma  de  alunos.    Artigo 157 ‐ A atribuição das aulas destinadas ao desenvolvimento dos módulos de  educação profissional obedecerá à normatização prevista para o processo de atribuição de classes  e aulas de projetos e modalidades de ensino aos docentes do Quadro do Magistério.    Artigo 156 – Para exercer as funções de Orientador de Aprendizagem e de Tutor  de Turma.  será  desenvolvido por professor da base nacional comum.  em  horários  diversos. além das seis aulas contará  com  5  (cinco)  aulas  semanais  para  o  exercício.Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional    Artigo  155  ‐  O  total  das  aulas  das  disciplinas  que  compõem  cada  módulo  de  educação  profissional.  no  caso  de  professor  que  já  tenha  exercido  essas  funções. o docente deverá. que exercerá simultaneamente  as funções  de Orientador de Aprendizagem e de Tutor de Turma. SE nº 5/09.  V ‐ organizar seu trabalho de modo a auxiliar o aluno a aprender a aprender e a ser  sujeito de sua aprendizagem.  74 .  §1º  –  As  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  deverão  ser  atribuídas  a  um  único  professor  da  base  nacional  comum. 5º )    Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos    Artigo  158  –  As  unidades  escolares  constituirão  as  turmas  de  alunos  da  3ª  série  com um mínimo de 35 (trinta e cinco) e máximo de 43 (quarenta e três) alunos.  pela  Diretoria  de  Ensino.   II ‐ reconhecer a necessidade de aperfeiçoar permanentemente sua formação.  no  curso  de  formação  básica  e.  semestralmente.  da  função  de  tutor  da  respectiva turma e para participar das atividades de formação continuada a serem desenvolvidas  pela instituição parceira para capacitação e/ou preparação das aulas.   § 2º ‐ O professor de que trata o parágrafo anterior.

§  1º  –  A  duplicidade  de  matrículas  em  cursos  distintos  implicará  igualmente  na  duplicidade dos documentos.    Artigo 162 ‐ Consideram‐se educandos com necessidades educacionais especiais:  I  ‐  alunos  com  deficiência  física.   IV  ‐  alunos  com  outras  dificuldades  ou  limitações  acentuadas  no  processo  de  desenvolvimento.  (Del.  com  o  objetivo  de  garantir  a  educação  escolar  e  promover  o  desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais  especiais.  III ‐ alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento. art. CEE nº 68/07. 2º e 3º e Res.  organizados  institucionalmente.  público  e  subjetivo  da  pessoa. rapidamente. arts.  obedecidas  as  normas  regimentais  e  os  procedimentos  administrativos  estabelecidos para cada tipo de curso. 1º)    Seção II  Da  Caracterização e Destinação    Artigo 161 ‐ A educação inclusiva compreende o atendimento escolar dos alunos  que apresentam necessidades educacionais especiais e tem início na educação infantil ou quando  se  identifiquem  tais  necessidades  em  qualquer  fase.  mental.  deverão  tramitar  separadamente.  direito  fundamental. procedimentos e atitudes.  devendo  ser  assegurado  atendimento  educacional especializado.  de  que  trata  o  parágrafo  anterior.  complementar  e  suplementar  o  ensino  regular.  na  modalidade especial. é um processo definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos  e  serviços  educacionais  especiais. CEE nº 68/07.  §  2º  ‐  Os  documentos. artts. 1º)                75 .  que  demandem  atendimento educacional especializado. SE nº 5/09. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de  recursos pedagógicos adicionais.  (Del. conceitos.  sensorial  e  múltipla. 5º e 6º)        CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento    Artigo  160  ‐  A  educação.  (Res. SE nº 11/08. art.  para  apoiar.  II  ‐  alunos  com  altas  habilidades. que os levem a dominar. de controle de freqüência e de avaliação de aproveitamento escolar  do aluno pelas respectivas instituições.  superdotação  e  grande  facilidade  de  aprendizagem.

  equipamentos  e  materiais  próprios.  c)  atendimento  itinerante  de  professor  especializado  que. trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio. sempre que possam proporcionar o  aprimoramento dessas condições. em período diverso ao da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  para  que  todos  se  beneficiem  das  diferenças  e  ampliem.  na  escola  regular. com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada. por meio da atuação de professor especializado na área da necessidade  constatada  para  orientação.  d) oferta de apoios didático‐pedagógicos alternativos necessários à aprendizagem.  de  modo  a  propiciar  condições  necessárias  a  uma  educação  de  qualidade  para  todos.  Parágrafo único ‐ As escolas que integram o sistema de ensino do Estado de São  Paulo  organizar‐se‐ão  para  o  atendimento  aos  educandos  com  necessidades  educacionais  especiais. dentro do princípio de educar para a diversidade.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. bem como à locomoção.  órgãos  públicos  e  a  colaboração  das  entidades privadas:  I  ‐  distribuição  ponderada  dos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados. mediante:  a) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição especializada. com a participação da  família e de outros agentes da comunidade no processo educativo. assistirá os alunos que não puderem contar.  à comunicação.  poderão  contar. mediante aprendizagem cooperativa em  sala de aula.   VI ‐ serviços de apoio pedagógico especializado. preferencialmente. nas classes comuns do ensino regular.  IV ‐ sustentabilidade do processo escolar.  recomendando‐se intercâmbio e cooperação entre as escolas.  complementação  ou  suplementação  das  atividades  curriculares.  b) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição  especializada.  em  atuação  colaborativa com os professores das classes comuns.  em  consonância com o projeto pedagógico da escola. com utilização de linguagens e códigos aplicáveis. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.     Artigo  165  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns.    Artigo 164 ‐ As escolas organizar‐se‐ão de modo a prever e prover em suas classes  comuns.  em  período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  por  meio  da  utilização  de  procedimentos.  suas  experiências. buscando a adequação entre idade  e  série/ano.  III  ‐  professores  capacitados  para  o  atendimento  às  necessidades  educacionais  especiais dos alunos.  podendo  contar  com  o  apoio  das  instituições.  em seu processo de escolarização.Seção III  Da Educação Inclusiva    Artigo 163 ‐ O atendimento educacional de alunos com necessidades educacionais  especiais deve ocorrer.  II  ‐  flexibilizações  curriculares  que  considerem  metodologias  de  ensino  diversificadas  e  recursos  didáticos  diferenciados  para  o  desenvolvimento  de  cada  aluno.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  76 .   V  ‐  atividades  de  aprofundamento  e  enriquecimento  curriculares  que  favoreçam  aos  alunos  com  altas  habilidades/superdotação  o  desenvolvimento  de  suas  potencialidades  criativas.  positivamente.

 para:  I  ‐  complementar.  deverão  ter garantida  a  continuidade do seu processo de  aprendizagem.    Artigo 166 ‐ As escolas poderão utilizar‐se de instituições especializadas. educação e assistência.  com  acompanhamento  pedagógico que lhes facilite o retorno à escola regular.  que  implique  em  internação  hospitalar.  §  1º  ‐  O  encaminhamento  dos  alunos  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  para  serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far‐se‐á somente após avaliação  pedagógica realizada em conformidade com o disposto neste capítulo.  preferencialmente. sob a supervisão do órgão  competente.    Artigo  168  ‐  As  disposições  necessárias  ao  atendimento  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  deverão  constar  de  projetos  pedagógicos  das  unidades  escolares ou das instituições responsáveis.  serão  matriculados. excetuando‐se os casos.  atendimento  ambulatorial  ou  permanência  prolongada  em  domicílio.   III ‐ o atendimento educacional especializado a crianças e jovens.    Artigo  167  ‐  Alunos  impossibilitados  de  freqüentar  as  aulas  em  razão  de  tratamento  de  saúde. dotadas  de recursos humanos das áreas de saúde.   §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  periódica. não permita sua inclusão direta  nessas classes.  desde  que  preservada  a  capacidade  de  aprendizado. com vistas a seu encaminhamento para classe comum.   §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.  ingressantes  na  1ª  série  do  ensino  fundamental  ou  que  venham  transferidos  para  qualquer  série  ou  etapa  do  ensino  fundamental  e  médio.  II  ‐  oferecer  aos  alunos  matriculados  nas  classes  comuns  do  ensino  regular  atividades  de  preparação  e  formação  para  o  trabalho  e  atividades  nas  diferentes  linguagens  artísticas e culturais. cuja situação específica.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  da  avaliação  multidisciplinar.  suplementar  e  apoiar  o  processo  de  escolarização  dos  alunos  com necessidades educacionais especiais matriculados nas classes comuns das escolas de ensino  regular.  com  participação  dos  pais  e  do  Conselho  de  Escola  e/ou  estrutura  similar. e de materiais diferenciados e  específicos.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163. respeitadas as demais normas do sistema de ensino.  em  classes  comuns  do  ensino regular. cuja gravidade da  deficiência  ou  distúrbio  do  desenvolvimento  imprimam  limitações  severas  às  suas  atividades  de  vida  diária  e  comprometam  seriamente  sua  possibilidade  de  acesso  ao  currículo  da  escola  de  ensino regular.transitoriedade.    Artigo  169 ‐  Os  alunos  com  necessidades educacionais  especiais.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  por equipe de profissionais  indicados  pela escola e pela família.  77 .

 arts. em  conformidade com os Anexos I. acompanhado de histórico escolar que apresente. CEE nº 68/07. CEE nº 68/07. 8º e 11 e Resolução SE nº 11/08. 5º)    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica    Artigo 174 ‐  Em  se  tratando de alunos com  significativa defasagem  idade/série e  severa deficiência mental ou grave deficiência  múltipla. as competências  desenvolvidas pelo educando. auditivos e psico‐sociais.  certificando‐o  com  o  termo  de  conclusão  de  série/ano. motores.  os  critérios de avaliação previstos pela proposta pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas  regimentais. 5º. art.394/96.    Artigo  172  ‐  Caberá  aos  Conselhos  de  Classe/Ciclo/Série/Termo. 6º. podendo. as escolas poderão. Professor Coordenador e Professor da sala comum.  ao  final  de  cada  ano  letivo.  independente de escolarização anterior.  cujas  necessidades  de  recursos  e  apoios  extrapolem. 7º. arts. acrescidos dos procedimentos e das formas alternativas de comunicação e adaptação  dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados aos alunos.  comprovadamente. 12. com fundamento no inciso  II  do  artigo  59  da  Lei  nº  9. 2º)    Seção IV  Do Processo de Avaliação    Artigo  170  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais. II e III deste capítulo.  elaborado  por  professor  da  área. é facultado às escolas  viabilizar  ao  aluno. mediante avaliação realizada pela escola.  grau  de  terminalidade  específica  do  ensino  fundamental. com o apoio  de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua.  (Del.  Parágrafo  único  ‐  Esgotadas  todas  as  possibilidades  de  avanço  no  processo  de  escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano.§  2º  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  da  modalidade  de  educação  especial. art.  (Del.  expedir  declaração  com  terminalidade  específica  de  78 . 3º e 4º)    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas    Artigo  173  ‐  Os  alunos  com  deficiências  que  apresentem  severo  grau  de  comprometimento.  as  disponibilidades  da  escola. art.  aprovar  relatório  circunstanciado  de  avaliação. de forma descritiva.  as  mesmas  regras  previstas  no  regimento  da  escola  para  fins  de  classificação  em  qualquer  série  ou  etapa.  deverão  ser  encaminhados  às  respectivas  instituições  especializadas  conveniadas com a Secretaria da Educação. formada pelo Diretor. ainda. visuais.  (Resolução SE nº 11/08.  que não puderem  atingir  os parâmetros  exigidos para a conclusão do ensino fundamental. com relação aos aspectos físicos.  contar.  com  severa  deficiência  mental  ou  grave  deficiência  múltipla.  contendo  parecer  conclusivo  sobre  a  situação  escolar  dos  alunos  atendidos  pelos  diferentes  serviços de apoio especializado.  deverá  ser  orientado  por  avaliação  pedagógica  realizada  pela  equipe  da  escola.    Artigo  171  ‐  O  atendimento  escolar  a  ser  oferecido  ao  aluno  com  necessidades  educacionais  especiais. e Resolução SE nº 11/08. 4º.

436/02. responsável pela Unidade Escolar e pela Educação Especial.098/00.     Artigo 178 ‐ Os professores especializados deverão comprovar :  I ‐ formação específica em curso de graduação de nível superior ou  II  ‐  complementação  de  estudos  de  pós‐graduação  na  área  do  atendimento  educacional especializado. constituindo‐se o pleno atendimento  em requisito para o credenciamento da instituição.  acompanhada  de  histórico  escolar  e  da  ficha  de  observação  contendo. arts.172/01 e 10. com carga horária superior a 360 horas.  § 1º ‐ A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em  casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica.  de  forma descritiva. na  Diretoria Regional de Ensino. na conformidade  do contido nas Leis nºs 10. mobilidade e comunicação. CEE nº 68/07. art. com as alterações introduzidas no § 1º pela Res. autorização. as competências desenvolvidas pelo educando. arts. 6º. que não apresentem condições de se integrar aos cursos de nível técnico. com parecer do Conselho de Classe e Série aprovado pelo Conselho de Escola  e visado pelo Supervisor de Ensino.  voltados  para  o  trabalho. regularmente.  (Del. com alunos com necessidades educacionais especiais.  poderá  ser  realizada  em  oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade.  §  2º  ‐  A  escola  deverá  articular‐se  com  os  órgãos  oficiais  ou  com  as  instituições  que  mantenham  parcerias  com  o  Poder  Público.    Artigo  176  ‐  Serão  assegurados  aos  alunos  que  apresentem  necessidades  educacionais especiais os padrões de acessibilidade.  (Resolução SE nº 11/08. CEE nº 68/07.  (Del. 10. 9º e 10)        79 .  para  sua  efetiva  integração na sociedade. SE  nº 31/08)    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos    Artigo  175  ‐  A  preparação  profissional  oferecida  aos  alunos  com  necessidades  educacionais especiais.  a  fim  de  fornecer  orientação  às  famílias  no  encaminhamento  dos  alunos  a  programas  especiais. com a participação e a  anuência da família. reconhecimento e renovação de  reconhecimento de cursos. 13 e 14)    Seção VIII  Da Formação dos Professores    Artigo 177 ‐ As Instituições de Ensino Superior devem oferecer obrigatoria‐mente  programas  de  formação  inicial  ou  continuada  aos  professores  das  classes  comuns  que  lhes  garantam  apropriação  dos  conteúdos  e  competências  necessárias  ao  trabalho  pedagógico  que  realizam. que contêm os  recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no merca do de trabalho.`  Parágrafo  único  ‐  Os  sistemas  públicos  de  ensino  promoverão  formação  continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico com  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais.determinada  série.

  em  caráter  de  excepcionalidade  e  transitoriedade. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  de  uma  avaliação  multidisciplinar.  viabilizando‐a  por  uma  reorganização  que. 9º)    Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs    Artigo  182  ‐  Na  organização  dos  Serviços  de  Apoio  Especializado  (Sapes)  nas  Unidades Escolares.    Artigo  180  ‐  A  implementação  de  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial.  favorecendo  a  adoção  de  novas  metodologias de trabalho.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163.  poderão  contar.  a  ser  realizada  por  equipe  de  profissionais indicados pela escola e pela família.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento. observar‐se‐á que:   80 .  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla.  na  escola  regular.  §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.  em  sala  de  recursos  específicos.  (Resolução SE nº 11/08. art.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios. arts.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado. na rede estadual  de  ensino.   Parágrafo  único  ‐  Os  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs)  serão  implementados por meio de:  1  ‐  atendimento  prestado  por  professor  especializado.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado. 7º e 8º)    Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular    Artigo  181  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns. e. da própria escola ou de outra unidade. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e  da respectiva Coordenadoria de Ensino. em nível de unidade escolar e por sua solicitação.  com vistas a sua inclusão em classe comum. na forma de itinerância.  gradativamente. Serviços de Apoio Pedagógico  Especializado (SAPEs). leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular.Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado ‐ SAPEs    Artigo 179 ‐ Consideradas as especificidades regionais e locais. sob a supervisão do órgão  competente.  2 ‐ atendimento prestado por professor especializado.  §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  regida  por  professor  especializado  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  de  avaliações  periódicas  a  serem  realizadas pela escola. serão organizados.   (Resolução SE nº 11/08. em período  diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos.

  §  2º  ‐  A  constituição  da  turma  da  sala  de  recursos.    Artigo 184 ‐ As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs  poderão. quer individualmente.  e  as  classes  com  professor  especializado. no  mínimo.11 e 14)    Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores    Artigo 185 ‐ Os docentes.  (Resolução SE nº 11/08. de modo a atender alunos de 2 (dois) ou mais turnos. sob a forma de sala de  recursos. observada a prioridade conferida ao docente habilitado.  II  ‐  as  aulas  do  atendimento  itinerante. para atuarem nos SAPEs.  a  serem  atribuídas  ao  docente  titular  de  cargo  como  carga  suplementar  e  ao  ocupante  de  função‐atividade  na  composição  da  respectiva  carga horária.  em trabalho articulado com os demais profissionais da escola.  somente  poderão  atender  alunos  cujo  grau  de  desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I.  com  turmas  constituídas  de  10  (dez)  a  15  (quinze) alunos.  contar  com  o  atendimento  itinerante  a  ser  realizado  por  professores  especializados  alocados  em  SAPEs  ou  escolas  da  região. arts 10.  na  ausência  deste.  da  classe  com  professor  especializado  e  da  itinerância  deverá  observar  o  atendimento  a  alunos  de  uma  única  área  de  necessidade educacional especial. terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2  (duas) aulas diárias.  IV ‐ recursos e materiais didáticos específicos.  II  ‐  elaborar  plano  de  trabalho  que  contemple  as  especificidades  da  demanda  existente na unidade e/ou na região.  III ‐ espaço físico adequado. etapa ou modalidade do ensino  fundamental  ou  médio. atendidas as novas diretrizes da Educação Especial.  em  sala  de  recursos  ou  no  atendimento  itinerante.  III  ‐  o  apoio  oferecido  aos  alunos.     Artigo 183 ‐ A organização dos SAPEs na unidade escolar.  81 .  V  ‐  parecer  favorável  da  CENP. 360 horas de duração. não segregado. serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais.I ‐ o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.  definida  a  demanda.  atendidas  as  exigências  previstas no artigo 584.  expedido  pelo  Centro  de  Apoio  Pedagógico  Especializado. com.  professor  com  Licenciatura  Plena  em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional.   II  ‐  professor  habilitado  ou.    Artigo  186  ‐  Caberá  ao  professor  de  Educação  Especial.  além  do  atendimento  prestado ao aluno:  I ‐ participar da elaboração da proposta pedagógica da escola.  distribuídas  de  acordo  com  a  demanda  do  alunado. quer  em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s). deverão ter formação na área  da necessidade educacional especial. somente poderá ocorrer quando houver:  I ‐ comprovação de demanda avaliada pedagogicamente.  § 1º ‐ As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas  para  atendimento de alunos de qualquer série.

  III  ‐  orientar  e  manter  as  escolas  informadas  sobre  os  serviços  ou  instituições  especializadas  existentes  na  região. Histórico do  Aluno  ‐ Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade)  ‐ Relacionamento com a família e grupos  ‐ Expectativas da família  ‐ Antecedentes de atendimento de outra natureza (clínicos e terapêuticos)  82 .  (Resolução SE nº 11/08. 12 e 13)    Subseção IV  Das Atribuições Gerais    Artigo 187 ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  proceder  ao  levantamento  da  demanda  das  salas  de  recursos  e  do  apoio  itinerante.  remanejando  os  recursos  e  os  equipamentos  para  salas  de  unidades escolares sob sua jurisdição.III  ‐  integrar  os  conselhos  de  classes/ciclos/séries/termos  e  participar  das  HTPCs  e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola.    Artigo 188 ‐ As situações não previstas nesta seção serão analisadas e orientadas  por  um  Grupo  de  Trabalho  constituído  por  representantes  da  CENP/CAPE. arts. arts.  IV ‐ orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão  dos alunos nas classes comuns.  II  ‐  propor  a  criação  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado  à  respectiva  Coordenadoria de Ensino.  mantendo  contatos  com  as  mesmas.  COGSP  e/ou  CEI  e  Diretoria(as) de Ensino envolvida(s).  V ‐ oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns.  VI  ‐  fornecer  orientações  e  prestar  atendimento  aos  responsáveis  pelos  alunos  bem como à comunidade. social e familiar  1. 15 e 16)    ANEXO I    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO    Ano:  Nome do Aluno:  Data de nascimento:  Série  Endereço residencial:  Telefone de contato da família:  Área de deficiência:  Escola:  Diretoria de Ensino:  Relato do Professor da sala comum:  A – Intervenção e interação afetiva.  (Resolução SE nº 11/08.  de  forma  a  agilizar  o  atendimento de alunos. visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar  ou  transferir  o  serviço  oferecido.

Relacionamento com seu grupo social  B – Avaliação pelo professor especialista – observação descritiva nas diversas situações escolares:  ‐ interesse  ‐ Atenção  ‐ Concentração  ‐ Compreesão e atendimento a ordens  Habilidade sensóriomotora:  ‐ Percepção e memória visual  ‐ Percepção e memória auditiva  ‐ Percepção de diferenças e semelhanças  ‐ Orientação temporal  ‐ Orientação espacial  ‐ Habilidades motoras  ‐ Pensamento lógico  ‐ Expressão criativa  Linguagem e comunicação: oral  Linguagem e comunicaçãao: escrita  Raciocínio lógico‐matemático  C – Observações do Professor e condutas a serem seguidas  D – Avanços do aluno ao longo do ano letivo    ____________________                 ____________________                                 _________________  Nome do Professor/RG                    Professor Coordenador                                     Diretor    _______________________________  Nome do Professor/ RG (Especialista)    Obs.: Nomear 0(s) professor(es) atendido(s) e classe(s) ou série(s)  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )    Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno.: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva      ANEXO II    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais  Nome do aluno:  Área de deficiência  Escola:  Série:  Data do atendimento:  Quantidade de horas de atendimento:  (  ) Aluno   (  ) Professores de sala comum   (  ) Equipe Escolar      (  ) Família  (  ) Comunidade (  )  Obs. Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas)  3. articuladas com o professor da sala comum:  83 . Relacionamento do aluno com o professor especialista  4.2.

........................................................................................................................................................................................  ........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ..........................................................  ........  Item 4 – Observações:  ...............  ...................................................................................................................................................................................  ................................................................  ................................................................................................................  ............................................... recurso utilizado e intervenção realizada)  .....................................................................................................................................................................................................  ..................................................................................................................... tipo de atividade...........................................................................  .........................................................................................................................................................................................................................................................................  Iterm 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum:  ..............................................................................................  Item 4 – Caracterização do Atendimento:  Nome do Professor:  Carga horária:  84 .........................................................................................................................................................................................................  ..................................................................................(Objetivos.....................................................................................  .............................................  ............................................................................................................................................  .......................................................................................................................................................................  ................................................................................................................................................    __________                     ___________________                   ____________________      Professor                      Professor Coordenador                                 Diretor      ANEXO III    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais:  Nome do aluno:  Escola de matrícula:  Escola da Sala de Recursos:  Série:  Diretoria de Ensino:  Forma de atendimento: (   )Sala de Recursos                       (   ) Itinerância  Bimeste:    Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados?  ..............  ...............................................................................................................................  ...........................  Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial?  Qual?  .....................................  ...............................................................................................................................................................................................  .......................................................................................................................................................

.......................... CEE nº 46/05..................  ........................................................................................  funcionando em terras indígenas..................................   Parágrafo  único  ‐  A  Escola  Indígena  se  constituirá  unidade  própria....................  os  estabelecimentos  de  ensino.................................   § 1º ‐  Os  Municípios poderão  oferecer educação  escolar indígena........  proporcionando  a  valorização  das  culturas  dos povos indígenas e a afirmação e manutenção de sua diversidade étnica...............................  ................  autônoma  e  específica  do  Sistema  de  Ensino  Estadual  e  terá  normas  e  ordenamentos  jurídicos  próprios....... serão reconhecidos como Escola Indígena...............................................  ...............................Quantidade de horas bimestrais na orientação de :  (  ) Professores de sala comum    (  ) Equipe escolar    (  ) Família     (  ) Comunidade  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )  Total de horas trabalhadas direto com o aluno: (  )  Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno:    Item 5 – Reavaliação e encaminhamento:  ....................................  ouvida a comunidade interessada.................................................... no prazo de dois anos..................................  em  atendimento  à  reivindicação  da  comunidade interessada ou com a anuência da mesma..................................................    Artigo  190  ‐  A  criação  das  escolas  indígenas  é  de  responsabilidade  do  poder  público  estadual  e  se  dará  por  ato  próprio  do  executivo.......  que  não  satisfaçam as exigências anteriores............................................  fundamentados  nas  Diretrizes  Curriculares  Nacionais....    Item 5 – Observações:  ............................ passarão à responsabilidade do Estado....................................  .......................... Autorização e Reconhecimento    Artigo  189  ‐  No  âmbito  da  Educação  Básica.......    ___________________              ___________________            _________________  Nome do Professor/RG               Professor Coordenador                  Diretor        CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização.............. 1º e 2º)    Artigo 191 ‐  Os  estabelecimentos da rede estadual  de ensino que  funcionam em  terras habitadas por comunidades indígenas passam a ser reconhecidos como escolas indígenas e  85 ..  ...   §  2º  ‐  As  escolas  indígenas.................................................................................................  em  regime  de  colaboração com o Estado........ Regulamentação............................................................................................................................  atualmente  mantidas  por  municípios............................................................................. desde que disponham de condições técnicas e financeiras adequadas................................  ................................................   (Del................... arts..............................

  dimensionados  e  organizados  de  forma  a  atender  às  especificidades  da  proposta  pedagógica  da  escola.    Artigo  195  ‐  Os  espaços  físicos  das  escolas  indígenas  deverão  ser  planejados.  II  ‐  cópia  da  proposta  pedagógica.identificados como Escola Estadual Indígena ‐ EEI.   Parágrafo  único  ‐  Em  consonância  com  a  flexibilidade  que  a  Lei  permite.  observadas  as  diretrizes  curriculares  do  ensino  intercultural  e  bilingüe  e  as  normas  regimentais específicas para essa modalidade. às necessidades dos educandos e às práticas  sócio‐culturais.  III  ‐  relação  do  corpo  docente.  e  atendimento  às  diretrizes  contidas nesta seção.  econômicas  e  religiosas  que  caracterizam  a  etnia  indígena  atendida.  § 2º ‐ A educação infantil e o ensino médio serão implementados gradati‐vamente.  especificando  a  condição  do  professor  indígena  e  dados de sua formação específica.  a  organização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo.  de  responsabilidade  do  poder  público. dirigido ao Conselho  Estadual  de  Educação.  calendário  escolar e regimento escolar. SE nº 147/03.  Coordenadoria de Ensino e do Núcleo de Educação Indígena (NEI) e dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  de  que  trata  este  capítulo.  §1º  ‐  A  educação  indígena  somente  poderá  ser  oferecida  quando  houver  solicitação específica da respectiva comunidade.     Artigo  194  ‐  O  pedido  de  autorização  de  funcionamento  de  Escola  Estadual  Indígena deverá ser formulado pela direção da unidade escolar proponente.  concedida  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  ouvida  a  comunidade.  que  atenda  às  necessidades  da  comunidade  indígena  e  estará  localizado  em  terras  habitadas por ela. 3º. 2º.    Artigo 193 ‐ O reconhecimento legal dos estabelecimentos de ensino como escolas  indígenas  autônomas  e  específicas  pressupõe.  acompanhado  de  pareceres  conclusivos  da  Diretoria  de  Ensino. aos recursos e materiais didáticos existentes.  ato  próprio  de  criação.    Artigo 192 ‐ A educação indígena funcionará com normas e ordenamento jurídico  próprios.  quando houver demanda da comunidade indígena. 1º. arts.  para  sua  plena  regularidade  organizacional  e  funcional.  respeitadas  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  as  Diretrizes  Nacionais  para  o  Funcionamento  86 .     Artigo  197  ‐  Na  organização  das  escolas.  bem  como  sua  forma  de  produção  do  conhecimento  e  métodos  de  ensino‐ aprendizagem. independente do seu número. visando à valorização plena das culturas dos povos  indígenas e respeitadas as diversidades étnicas.  autorização  de  funcionamento. independentemente do nível e modalidade de  ensino oferecidos. 4º e 8º)    Artigo  196  ‐  As  escolas  indígenas  funcionarão  em  prédio  que  seguirá  projeto  especial.  e  com  ampla  participação  da  comunidade  indígena.  (Res. devendo a clientela atendida ser exclusivamente  constituída por alunos indígenas.  contendo  estrutura  curricular.  econômicas  e  religiosas  da  comunidade  indígena  específica.  deverão  ser  consideradas  as  práticas  sócio‐culturais.

  V  ‐  dar  oportunidade  aos  educandos  da  vivência  de  atividades  e  valores  que  os  auxiliem no desenvolvimento de uma vida cidadã dentro e fora do universo indígena.  específico  e  diferenciado.  II ‐ oferecer exclusivamente à respectiva comunidade todas as etapas da educação  básica. 4º e 5º)    Seção II  Dos Objetivos    Artigo 199 – Constituem‐se objetivos da Escola Estadual Indígena :  I ‐ garantir a sistematização e a valorização dos conhecimentos.das Escolas Indígenas. será contemplada no Projeto Pedagógico e Regimento Escolar próprios que  deverão conter:   I ‐ calendário escolar e duração de período escolar diferenciados.   II ‐ prover as escolas indígenas de recursos materiais. art. CEE nº 46/05.   II  ‐  relação  do  corpo  docente.   III ‐ níveis e modalidades de ensino pretendidos.  por  meio  das  Diretorias  de  Ensino.     Artigo 198 ‐ O ensino será ministrado em Língua Portuguesa e na língua materna  da comunidade indígena específica.   V  ‐  uso  de  materiais  didático‐pedagógicos  produzidos  de  acordo  com  o  contexto  sócio‐cultural de cada etnia indígena.  incluindo dados que comprovem sua formação específica.  IV ‐ assegurar condições para o acesso e a produção dos conhecimentos universais  e específicos das diferentes áreas dos saberes.  III  ‐  proporcionar  um  ensino  intercultural  e  bilingüe  que  valorize  as  línguas  e  as  culturas indígenas e a afirmação da identidade étnica.   IV ‐ projetos que incluam outras comunidades. humanos e financeiros para  seu pleno funcionamento. 3º.  VI ‐ garantir a formação continuada aos professores indígenas.  especificando  sua  condição  de  professor‐índio. promovendo o ensino intercultural.  autorizará o funcionamento de escola indígena após análise dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola. utilizando os recursos destinados  ao financiamento público da educação:   I ‐ promover a formação continuada dos professores‐índios. SE nº 147/03.   II ‐ conteúdos curriculares específicos. para uso nas escolas indígenas.  (Res. línguas  e tradições indígenas.   (Del. costumes.   III ‐ inclusão de atividades que reforcem a cultura própria da comunidade indígena  em que a escola estiver inserida.   87 . arts.     Artigo  201  ‐  A  Secretaria  da  Educação.   III  ‐  elaborar  e  publicar  sistematicamente  material  didático. 5º)    Seção III  Das Competências    Artigo 200 ‐ Compete à Secretaria da Educação.

  o  Ensino  Fundamental  e  Médio.    Artigo  205  ‐  A  Educação  Básica  que  compreende  a  Educação  Infantil. sociais. os referenciais curriculares indígenas. 6º e  9º. SE nº 21/08)    88 .  ajustando‐se  às  condições  e  especificidades próprias de cada etnia ou comunidade indígena.  2. culturais e religiosas e  II  ‐  duração  diversificada  dos  períodos  escolares.  6. integrantes deste capítulo. objeto dos Anexos I. com anuência das Comissões Étnicas Regionais e do Conselho Geral do Núcleo de Educação  Indígena. as diretrizes curriculares nacionais referentes a cada etapa da educação básica. SE nº 147/03. II.  as  características  próprias  das  escolas  indígenas  em  respeito  à  especificidade  étnico‐cultural de cada etnia ou comunidade.IV ‐ projeto pedagógico.  Parágrafo único ‐ A formulação do projeto pedagógico próprio por escola ou por  etnia. desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto no projeto pedagógico e  regimento escolar com as seguintes prerrogativas:  I  ‐  organização  das  atividades  escolares. 8º e 9º)    Seção IV  Da Atribuição de Aulas    Artigo  203  ‐  A  atribuição  de  aulas  será  feita  a  professores‐índios.  (Res.     Artigo  202  ‐  A  Supervisão  das  escolas  indígenas. art. arts.   (Del.  a  fim  de  garantir  sua  especificidade e qualidade de ensino.  5. CEE nº 46/05.   V ‐ regimento escolar.  se  desenvolverá  nas  escolas  indígenas  na  conformidade  do  estabelecido  nas matrizes curriculares. e V. este com a redação dada pela Res. a participação da respectiva comunidade ou etnia indígena.  a  produção  e  a  utilização  de  materiais  didático‐pedagógicos.   (Del.  respeitadas  as  normas  específicas  de  funcionamento.  3. assim como através do Programa Especial de Formação em Serviço de  Professor  Índio  para  o  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental  da  Secretaria  da  Educação  aprovado  pelo  Parecer CEE nº 419/2000.  4. terá por base:  1. os modos próprios de produção e transmissão de saberes de cada etnia. a realidade sócio‐linguística em cada situação. com conteúdos específicos  do universo sócio‐cultural de cada povo indígena.  indicados  pela  comunidade  indígena  e  devidamente  formados  ou  capacitados  no  âmbito  das  instituições  formadoras de professores. 6º)    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento    Artigo  204  ‐  As  escolas  indígenas. 7º. é de responsabilidade das Diretorias Regionais de Ensino da  Secretaria da Educação.  7.  respeitando‐se  o  fluxo  das  atividades  econômicas. III IV. CEE nº 46/05.  que  expressem  metodologias que privilegiem processos específicos de aprendizagem. arts.

  §  1º  ‐  As  funções  de  Vice‐Diretor. SE nº 21/08.    Anexo II  Ensino Fundamental  Ciclo I  Duração ‐ 03 Anos  Carga Horária Semanal: 25 aulas  Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Parte Diversificada    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas Semanais  25  08  33  Obs.:   1  ‐  As  áreas  de  Ciências  da  Natureza  e  de  Ciências    Humanas  e  suas  Tecnologias  serão  tratadas  na  área  de   Linguagens.  Professor‐Coordenador  e  de  docentes  serão  exercidas por professores indígenas.  §  3º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  das  escolas  indígenas  serão  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  na  educação  infantil  e  no  ciclo  I  do  ensino  fundamental.  § 2º ‐ As funções administrativas serão objeto de norma específica. SE nº 147/03. art.  devendo  as  necessidades  específicas  dessas  escolas serem contempladas pelos recursos a que se refere a Lei nº 9.  2  ‐  no  ciclo  II  e  III  do  ensino  fundamental  e  no  ensino  médio. com a redação dada pela Res.  (Res.424/ 96.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena. 7º.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena.   89 .    Artigo  208  ‐  Aplicam‐se  às  escolas  indígenas  os  recursos  destinados  às  demais  escolas  que  integram  a  rede  estadual  de  ensino.  de  que  trata  o  artigo  anterior  somente  poderão  exercer  as  respectivas  funções  desde  que  tenham  sido  devidamente  capacitados  e  avaliados pela Comissão Étnica Regional e pelo Conselho do NEI. Códigos e suas Tecnologias. num dialogo intercultural com metodologia transdisciplinar.  desenvolvido por Secretarias Estaduais de Educação. 10 e 11)    Anexo I  Educação Infantil  Ciclo Inicial  Duração ‐ 02 Anos  Carga Horária Semanal: a ser definida pela escola  Matriz  Curricular:  a  ser  elaborada  pelas  escolas  que  oferecem  Educação  Infantil  junto com representantes da comunidade indígena atendida.Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena     Artigo  206  ‐  A  escola  indígena  contará  com  um  Vice‐Diretor  de  Escola  Indígena.    Artigo  207  ‐  Todos  os  profissionais.  com Professor‐Coordenador.  em  nível  superior. docentes e profissionais da área administrativa.desenvolvido  pela  Secretaria da Educação.

      Anexo IV   Ensino Fundamental   Ciclo III   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 Horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas  Semanais  12  09  04  08  33    Obs.:   1  ‐  Dando  continuidade  ao  processo  de  construção  da  escola  intercultural  e  bilíngüe.  2 ‐ Será dada seqüência aos trabalhos realizados nos Ciclos anteriores.  as  áreas  de  Ciências  da  Natureza e Ciências Humanas serão trabalhadas de forma manter o equilíbrio e a dimensão intercultural.          90 .   2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental.2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental    Anexo III   Ensino Fundamental   Ciclo II   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular      Base Nacional Comum   Áreas   Linguagens Códigos e   Suas Tecnologias   Ciências da Natureza e   Suas Tecnologias   Ciências Humanas e   Suas Tecnologias   Oficinas   Totais   Nº de Aulas Semanais  05  12  08  08  3    Parte Diversificada     OBS.:  1 ‐ As aulas previstas para a parte diversificada destinam‐se a realização de estudos e oficinas de sustentabilidade  econômica cultural e ambiental.

  com  frequência regular.  têm  por  finalidade  proporcionar  aos  alunos  das  escolas  públicas  estaduais  a  possibilidade  de  aprendizagem  de  língua  estrangeira  moderna.  de  livre  escolha  da  clientela  escolar.  em  caráter  opcional.Anexo V   Ensino Médio Sustentável   Ciclo IV   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais Nº de Aulas Semanais  15  10  05  03  33  Obs.  ficam  disciplinados  nos  termos deste capítulo.    91 . a partir da 6ª série.    Artigo  209  C  ‐  O  ensino  de  língua  estrangeira  moderna. de que trata este Capítulo. deverá enfatizar.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  língua  estrangeira  moderna  serão  oferecidos  nos  CELs aos alunos do ensino fundamental.      CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição.    Artigo  209  A  ‐  O  Centro  de  Estudos  de  Línguas  ‐  CEL  constitui  uma  unidade  de  ensino  vinculada  administrativa  e  pedagogicamente  a  uma  escola  estadual  e  se  destina  ao  atendimento  de  alunos  devidamente  matriculados  no  ensino  fundamental  ou  médio.  como  mecanismo  de  enriquecimento curricular.   2‐  As  03(três)  aulas  previstas  para  a  parte  diversificada    destinam‐se  a  realização  de  estudos  e  oficinas  de    sustentabilidade econômica cultural e ambiental. na escola vinculadora ou em qualquer outra escola da rede pública estadual. Finalidade e Destinação    Artigo 209 ‐ Os Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs. e aos do ensino médio.270. instituídos no âmbito da rede  estadual  de  ensino  pelo  Decreto  nº  27.  nas  quais  os  professores concebem e praticam o trabalho integrado dos conteúdos tratados em suas aulas. nos Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.    Artigo 209 B ‐ Os Centros de Estudos de Línguas – CELs.  de  10  de  agosto  de  1987.:   1‐  o  Projeto  Pedagógico  de  cada  escola  indígena  explicitará  as  dinâmicas  das  aulas  ministradas. o domínio  da  linguagem  oral  ou  o  seu  caráter  instrumental  e  de  acesso  à  cultura  de  outros  povos  e  civilizações.

  assim  como  da  escola  indicada  como  vinculadora do CEL. 3º e 4º)              92 .  III  ‐  disponibilidade  comprovada  de  docentes  habilitados  ou  qualificados  para  ministrar os cursos.  em  local  visível  e  de  livre  acesso. 1º a 4º e Res. SE nº 81/09. Organização e Funcionamento    Artigo 211 ‐ A criação e a instalação de um CEL poderão ser autorizadas.  após  análise  e  parecer  fundamentado  pela  Diretoria  de  Ensino. no que couber.  § 1º ‐ Os objetivos e a organização do CEL deverão constar da proposta pedagógica  da escola vinculadora e de seu regimento.758/09.  (Decreto nº 54.  (Res.  observado  o  seguinte:  I ‐ condições favoráveis de oferta e de atendimento à demanda escolar do ensino  fundamental  e  médio. 1º)    Seção III  Da Criação. SE nº 81/09.  § 2º ‐ As aulas das turmas do CEL deverão acompanhar o calendário da respectiva  escola vinculadora. 1º)    Seção II  Da Denominação    Artigo  210  ‐  O  CEL  deverá  ter  a  mesma  denominação  da  escola  a  que  estiver  vinculado.  (Res.  II  ‐  relação  nominal  dos  alunos  da  região  interessados  nos  cursos  a  serem  oferecidos.  em  todos  os  níveis  e  modalidades.    Artigo 212 ‐ A organização e o funcionamento do CEL deverão atender ao contido  nas Normas Regimentais Básicas estabelecidas para as escolas estaduais. 2º. Instalação. mediante  proposta encaminhada pelo conjunto das escolas a serem atendidas. SE nº 81/09.Artigo  209  D  ‐  A  língua  estrangeira  moderna  que  integra  obrigatoriamente  o  currículo escolar do aluno poderá ser cursada por ele também nos Centros de Estudos de Línguas ‐  CELs.  IV  ‐  espaço  físico  adequado  ao  funcionamento  dos  cursos  e  que  garanta  sua  continuidade. respeitado o cumprimento da carga horária prevista para os cursos. arts. dado o caráter de enriquecimento curricular de que se reveste o seu ensino nessa unidade. § 2º do art. com facilidade de acesso. caput e § 1º do art. com anuência da escola que  o  sediará.  VI  ‐  existência  de  escola  vinculadora  em  município  com  mais  de  cinquenta  mil  habitantes.  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino  e  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas.  a  identificação do CEL e a relação dos cursos de língua estrangeira que são oferecidos.  V ‐ localização estratégica. arts.  cabendo  à  direção  da  escola  vinculadora  manter.  VII ‐ disponibilidade de recursos didático‐pedagógicos.

 ao desenvolvimento da compreensão e da produção oral da língua  inglesa.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  4  (quatro)  aulas  semanais.  b) constituição de cada um dos níveis I e II por 240 aulas.  de  que  trata  o  inciso  III  deste  artigo. precipuamente. no mínimo.Seção IV  Dos Cursos e Turmas de Alunos    Artigo 213 ‐ O CEL deverá oferecer cursos de língua estrangeira moderna em todos  os  turnos  de  funcionamento  da  escola  vinculadora.  que  cursem  o  ensino  fundamental  ou  o  médio  no  período  noturno.  destinados  exclusivamente  a  alunos do ensino médio. ao longo de um ano letivo. a que se refere o parágrafo anterior.    Artigo 214 ‐ Os cursos a serem oferecidos pelo CEL atenderão à seguinte ordem de  prioridade:  I ‐ ensino da língua espanhola.  de  forma  a  atender. estabelecido entre elas o período  de recreio.  II ‐ dos cursos de que trata o inciso III do artigo 214:  a) organização em um único nível/estágio de estudos .  obrigatoriamente.  correspondendo  a  120  (cento  e  vinte)  aulas.  §  2º  ‐  Para  atender  prioritariamente  alunos  trabalhadores.  em  caráter  excepcional.  b)  desenvolvimento  do  único  nível/estágio  em  dois  semestres  letivos  de  60  (sessenta)  aulas  cada.    Artigo 216 ‐ Na constituição das turmas de alunos do CEL.  § 1º ‐ O horário das aulas será organizado de forma a compatibilizar os interesses  e as possibilidades da escola e dos alunos. com 4 (quatro) aulas sequenciais. correspondendo a 480 (quatrocentas e oitenta) aulas. no mínimo. podendo prever intervalo para recreio de até 20 (vinte)  minutos.  os  Centros  observarão  as  seguintes  diretrizes:  I ‐ dos cursos de que tratam os incisos I e II do artigo 214:  a)  organização  em  dois  níveis  (I  e  II)  de  estudos. 25 e.    Artigo  215  ‐  Na  organização  dos  cursos.  destinam‐se. no máximo. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada. distribuídas em 3 (três)  estágios  semestrais  de  80  aulas  cada.  a  demanda proveniente dos cursos de ensino fundamental e médio da região.  com  carga  horária  total  de  400  (quatrocentas) horas.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  inglês. com carga horária total de  100  (cem)  horas.  II ‐ continuidade aos cursos das línguas estrangeiras modernas em funcionamento.  nos termos dos mínimos estabelecidos no artigo 215.  III  ‐  implementação  gradativa  de  cursos  de  inglês.  turmas de alunos aos sábados.  93 .  a  ser  desenvolvido. que deverão garantir  a cada aluno aprendizagem progressiva no idioma de sua opção.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  3  (três)  aulas  semanais. deverão ser observados  os seguintes critérios:  I ‐ no estágio de curso de nível único e no 1º estágio dos demais cursos ‐ turmas  de.  em  sua  totalidade. 20 alunos.  II ‐ nos demais estágios e níveis ‐ turmas de.  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada. 35 alunos.  poderão  ser  mantidas.

  § 7º ‐ Ficará assegurada a continuidade de estudos aos alunos de escolas estaduais  que vierem a ser municipalizadas.  § 4º ‐ O aluno que atingir índice de ausências injustificadas igual ou superior a 25%  do total de aulas dadas.  implicará  o  imediato  cancelamento de sua matrícula no CEL. perderá o direito à renovação de sua  matrícula no curso. dentre os oferecidos pelo CEL.  na  escola  estadual  em  que  o  aluno  esteja  matriculado.  abrir  período  de  inscrições  para  formação  de  novas  turmas  de  alunos. a fim de ampliar suas possibilidades de  conseguir matrícula. o aluno poderá optar. 7º e 8º)    Seção V  Da Matrícula e Frequência    Artigo 218 ‐ Terá direito à matrícula inicial e à continuidade de estudos no CEL o  aluno que.  § 2º ‐ No ato de inscrição. ou do ensino médio. desde  que não ultrapassem 20%. turma com alunos de diferentes estágios de estudos.  § 6º ‐ A desistência ou ausências injustificadas. em caráter excepcional. quando se tratar de estágios não  iniciais  ou  únicos. na rede  estadual de ensino. poderá ser concedida pela Diretoria de Ensino de jurisdição da escola  vinculadora. após análise do pedido do Diretor de Escola. desde que já tenham concluído satisfatoriamente.  semestralmente.  que  estejam  com  reduzido  número  de  alunos. de acordo com a quantidade de vagas de cada curso.§ 1º ‐  A Diretoria de  Ensino poderá. mediante autorização da Diretoria  de Ensino.  o  diretor  da  escola  deferir  pedidos de alunos que não atendam ao disposto no parágrafo anterior. acompanhado de justificativa e proposta  de trabalho que vise à melhoria dos resultados obtidos. observadas  as normas e diretrizes gerais da demanda escolar.  § 1º ‐ A inscrição e a matrícula do aluno serão efetuadas pelo seu responsável ou  por  ele  próprio. pelo menos.  em  cursos  que  tenham  apresentado  índices  mínimos  de  evasão ou de cancelamento de matrícula.    94 . autorizar o  funcionamento de turmas com 15 alunos.  mediante  requerimento  dirigido  ao  diretor  da  escola vinculadora. para viabilizar a conclusão dos estudos.  § 3º ‐ A matrícula será efetuada para um único idioma. 5º. na ordem de sua preferência.  quando  maior  de  dezoito  anos. ou ainda do ensino médio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula  Souza. da educação de jovens e adultos.  um estágio de estudos no CEL. arts. em número superior a 20% do total  de  aulas  dadas. por  até dois cursos de idiomas. vedada sua concomitância  em mais de um curso do CEL. em qualquer dos estágios do CEL. quando se tratar do último estágio do Nível  II. a partir da 6ª série. estiver matriculado e frequentando regularmente curso de ensino  fundamental. em  caráter de  excepcionalidade. não superiores a 10% da quantidade inicial. para formação de novas  turmas em cursos que tenham apresentado índices superiores ao estabelecido neste artigo. no mínimo.  com  justificativa.  a  fim  de  lhes  garantir  a  continuidade e/ou a conclusão dos estudos.    Artigo  217  ‐  O  CEL  poderá. comprovadamente.  (Res.  §  5º  ‐  Poderá.  excepcionalmente. poderá ser constituída.  § 2º Excepcionalmente. SE nº 81/09.  Parágrafo único ‐ A autorização. 6º.

 variáveis de 0 (zero) a 10 (dez).  Parágrafo único ‐ O CEL deverá manter modelo próprio de ficha individual de cada  aluno.  §  1º  ‐  Havendo  demanda  superior  à  oferta  de  vagas  do  curso  de  inglês.  devendo as aulas ser planejadas e desenvolvidas a partir do nível de aprendizagem alcançado pela  turma no estágio precedente.  informações  sobre  o  desempenho  escolar  obtido  pelo  aluno  no  CEL.  ser  efetuado  em  escala  numérica de notas.  §  2º  ‐  Será  permitida  ao  aluno  concluinte  da  3ª  série  do  ensino  médio. 10 e 11)    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar    Artigo  220  ‐  A  avaliação  de  aprendizagem  do  aluno.  de  responsabilidade  do  professor do curso. para possibilitar sua conclusão.  2 ‐ síntese dos conhecimentos e das habilidades a serem atingidos em cada estágio  e os resultados obtidos pelas avaliações propostas nos planos de ensino de cada idioma. arts. com números inteiros.  §  1º  ‐  O  aluno  que  concluir  o  curso  com  rendimento  satisfatório  terá  direito  à  expedição de certificado de conclusão. reservando‐se.  as  vagas  do  CEL  serão  distribuídas  prioritária e equitativamente entre os alunos da escola vinculadora e aqueles das outras escolas  estaduais da região.  § 3º ‐ Ao término de cada etapa do curso.  obrigatoriamente. bem como ao  término do 3º estágio do Nível II. arts. SE nº 81/09. SE nº 81/09.  poderá  ser  expedida.  com  rendimento  satisfatório. 12. com vistas  à sua classificação em estágio adequado ao nível de desenvolvimento atingido. pela escola vinculadora. contendo:  1  ‐  informações  que  permitam  acompanhar  o  progresso  do  ensino  e  da  aprendizagem continuada. declaração que comprove os estudos realizados. para reforço da aprendizagem.    Artigo 222 ‐ A escrituração escolar dos alunos matriculados no CEL obedecerá aos  mesmos  procedimentos  adotados  nos  cursos  regulares.Artigo  219  ‐  No  atendimento  à  demanda.  Parágrafo único ‐ Na classificação de alunos do Nível I para o Nível II.  §  4º  ‐  As  informações  referidas  no  parágrafo  anterior  deverão  constar. 40% do total de vagas para jovens matriculados no  ensino médio. no mínimo. 9º.  devendo  o  registro  dos  resultados. considerando os  resultados  alcançados  pelo  aluno. como enriquecimento curricular. desde que esses estudos sejam  imediatamente subsequentes ao ano de certificação do ensino médio.  §  2º  ‐  Ao  aluno  que  concluir  estágios. no histórico escolar do aluno.  poderá  decidir  pelo  cumprimento  de  mais  um  semestre  de  estudos. 13 e 14)  95 .  a  continuidade de estudos no CEL. o Conselho de Acompanhamento e Avaliação.  terão  preferência os alunos do ensino médio que comprovem possuir maior percentual de frequência às  aulas do ensino médio.  nas  sínteses  bimestrais  e  finais  de  avaliação  do  aproveitamento  do  aluno.  o  estágio  cursado  e/ou  o  nível  concluído.  a  carga  horária  cumprida. será realizada de forma contínua e sistemática.  (Res.    Artigo  221  ‐  A  classificação  do  aluno  far‐se‐á  sempre  em  estágio  posterior.  (Res. a escola vinculadora deverá fornecer à  escola  em  que  o  aluno  estiver  regularmente  matriculado. das habilidades alcançadas nos diferentes estágios do curso.

 de acordo  com  a  habilitação  ou  qualificação  que  apresentem.  Parágrafo único ‐ Excepcionalmente. estabelecidas por resolução do Secretário da Educação. 15 e 16)    Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes    Artigo 225 ‐ Nos procedimentos de credenciamento e no processo de avaliação de  desempenho  dos  docentes  ao  final  de  cada  estágio  do  curso.  comprovada  por  instituição  de  renomada competência.  96 .003 por dia de efetivo exercício no magistério público do Estado de São Paulo.  360  (trezentas  e  sessenta)  horas  no  idioma  pretendido. com certificado de  conclusão  de  curso  específico  de. deverão  ser  atribuídas  a  docentes  inscritos.  (Res.    Artigo 226 ‐ Os candidatos inscritos e credenciados serão classificados.  preferencialmente  de  último  ano. nesta ordem sequencial.  b) 0. quando comprovada a inexistência dos profissionais relacionados  nos incisos I e II. SE nº 81/09.  no campo de atuação referente a aulas do ensino fundamental e/ou médio.  Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas    Artigo 223 ‐ As aulas do CEL.  em  caso  de  experiência anterior. por qualquer motivo.  em  termos  de  aproveitamento  e  permanência. fluência e entendimento exigidas para a docência desse idioma.  escrita.    Artigo 224 ‐ O docente que.  II ‐ a assiduidade do docente e a qualidade do trabalho por ele desenvolvido.  com  habilitação  na  língua  estrangeira objeto da docência.  III  ‐  a  realização  de  exame  de  proficiência. desistir das aulas que lhe foram  atribuídas no CEL não poderá ter nova atribuição de aulas no mesmo ano da desistência.  com  habilitação  na  língua estrangeira objeto da docência. arts.  comprovando  as  competências  e  as  habilidades  básicas  de  leitura. no  desempenho  escolar  dos  alunos. poderão ser atribuídas aulas a aluno de curso  de  licenciatura  plena  em  Letras.  credenciados  e  selecionados  em  processo  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  direção  da  escola  vinculadora.  II  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  curricular ou de diploma de curso de nível superior. respeitadas as normas referentes ao processo anual  de atribuição de classes e aulas.  pela  ordem  de  prioridade  das  faixas  estabelecidas no artigo 223 e com as pontuações obtidas na seguinte conformidade:  I ‐ quanto ao tempo de serviço  a) 0.  no  mínimo.005 por dia de efetivo exercício em CEL da Secretaria da Educação do Estado  de São Paulo.  deverão  ser  considerados  os  seguintes critérios:  I ‐ a participação em cursos de capacitação e/ou de orientação técnica específicos  da língua estrangeira objeto da docência.  observada  a  seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  conversação.

0 pontos.0 pontos.0  pontos.  para  ser  avaliada  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.    Artigo  228 ‐  A  indicação  de  docente  para  ocupar  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador do CEL.  mediante  prévia  apresentação  de  manifestação  favorável  da  Comissão  de  Assuntos de Assistência à Saúde ‐ CAAS.    Artigo 229 ‐  São  requisitos para candidatar‐se ao posto  de trabalho de Professor  Coordenador do CEL:  I ‐ estar vinculado à rede estadual de ensino da Secretaria da Educação.  II ‐ quanto aos títulos específicos para o idioma pretendido:  a) 1.  II ‐ capacidade para assessorar a direção da escola vinculadora na gestão das ações  e atividades do CEL. de forma integrada aos da unidade vinculadora.  IV  ‐  apresentar  proposta  de  trabalho  escrita.  III  ‐  criatividade. na conformidade do disposto no artigo 228.  V ‐ afinidade com a realização de trabalho cooperativo e em equipe. em parceria com instituições de renomada competência. mediante designação. SE nº 81/09.  por  diploma  de  Doutorado.002  por  dia  de  efetivo  exercício  no  magistério  do  ensino  fundamental  e/ou  médio de qualquer esfera pública.  preferencialmente  com habilitação em uma língua estrangeira moderna. até o máximo de 3. último nível ou grau.    97 .  d) 5.  b) 1.  e)  10. deverá recair em candidato que demonstre possuir:  I ‐ liderança e competência profissional.  III  ‐  ser  portador  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.001  por  dia  de  efetivo  exercício  no  ensino  da  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição.  na  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição. nos últimos quatro  anos. até o máximo de 5.  c)  1.  no  Brasil ou no exterior.0 ponto para certificado de exame de proficiência.  IV ‐ receptividade a mudanças e inovações pedagógicas.0 ponto por curso de língua estrangeira e/ou de extensão cultural. desde que de renomada competência. em instituição privada.  II ‐ ter.    Artigo  230  ‐  A  indicação  do  Professor  Coordenador  do  CEL  poderá  recair  em  docente  readaptado. arts. cinco anos de experiência como docente de língua estrangeira  moderna e/ou de língua portuguesa. por diploma de Mestrado. na língua estrangeira objeto da inscrição. 17 e 18)    Seção IX  Do Professor Coordenador    Artigo 227 ‐ Poderá contar com posto de trabalho de Professor Coordenador o CEL  que mantiver número mínimo de 400 (quatrocentos) alunos por semestre.c)  0. no mínimo.0  ponto  por  participação  em  orientação  técnica  promovida  pela  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria da Educação.  (Res.  d)  0. por instituição de reconhecida competência.0 pontos. com carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. da Secretaria Estadual da Saúde.  comprovadamente  realizado  nos  últimos  quatro  anos.  iniciativa  e  senso  de  organização  para  coordenar  e  articular  os  trabalhos desenvolvidos no CEL. e desde que demonstre  possuir perfil profissional.

  V ‐ garantir a orientação pedagógica nas diversas etapas do curso.  VII  ‐  buscar  a  colaboração  e  parcerias  com  órgãos  governamentais  e  não  governamentais  para  o  enriquecimento.    Artigo  233  ‐  A  designação  do  Professor  Coordenador  será  cessada  quando.  IV ‐ desenvolver atividades.  IX ‐ elaborar relatório das atividades semestrais do CEL. em decorrência de:  a)  não  corresponder  às  atribuições.  tanto  da  capacitação  de  professores  como  da  aprendizagem dos alunos.  98 .  II ‐ a critério da administração. em conjunto com os professores. o CEL não mantiver o número mínimo de alunos  previsto  no  artigo  227  ou  por  deliberação  fundamentada  do  Conselho. no caso do CEL funcionar  em apenas um turno.  VIII ‐ informar e orientar a comunidade escolar e local quanto ao funcionamento  do CEL.  às  matrículas.  conforme  avaliação  do  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  III  ‐  assessorar  a  direção  na  coordenação  das  atividades  de  planejamento  e  avaliação dos cursos de língua estrangeira. em conjunto com o professor coordenador da escola  vinculadora. juntamente com seus pares docentes.Artigo  231  ‐  Ao  docente  designado  para  o  exercício  das  atribuições  de  Professor  Coordenador caberá:  I  ‐  responsabilizar‐se  pelo  cumprimento  da  proposta  pedagógica  e  normas  de  funcionamento e organização do CEL.  § 2º ‐ O Professor Coordenador do CEL usufruirá férias de acordo com o calendário  escolar. por período superior a 30 (trinta) dias.  X ‐ realizar reuniões com professores.  que  favoreçam  a  melhoria  do  processo  de  ensino  e  aprendizagem  de  língua  estrangeira.  c) perder o vínculo como docente da rede estadual de ensino.  distribuídas  proporcionalmente  pelos  dias  da semana e turnos de funcionamento.  em  caso  de  descumprimento de suas obrigações ou falta disciplinar. mediante solicitação por escrito.  agrupamentos  de  alunos.    Artigo  234  ‐  Não  haverá  substituição  para  o  Professor  Coordenador  do  CEL.    § 1º ‐ A jornada de trabalho do Professor Coordenador.  em  decorrência da redução da demanda por vagas. pais e alunos. assim como na elaboração dos respectivos planos de  curso. zelando pelo seu cumprimento.  organização  curricular. quando o professor designado tiver a designação  cessada em qualquer das seguintes situações:  I ‐ a seu  pedido. coordenando as  atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores.  II  ‐  assessorar  o  diretor  da  escola  vinculadora  quanto  às  decisões  referentes  ao  CEL. horário de aulas e calendário escolar.  utilização  de  recursos  didáticos. de modo que haja maior colaboração e participação de todos no processo educativo. os procedimentos de controle e  avaliação do processo de ensino e aprendizagem continuada.  devendo ocorrer designação de outro docente.  VI ‐ estabelecer. será de 24 (vinte e quatro) horas semanais.    Artigo  232 ‐  O  docente designado  Professor  Coordenador  do  CEL  cumprirá  carga  horária  de  trabalho  de  40  (quarenta)  horas  semanais.  b) afastar‐se. a qualquer título.

 arts.    Artigo 236 ‐ Compete ao Conselho de Acompanhamento e Avaliação do CEL:  I  ‐  desenvolver  atividades  que  possibilitem orientar  os  alunos  da  região  sobre  os  cursos oferecidos pelo CEL. art.  V  ‐  avaliar.  avaliar  as  propostas  de  trabalho  apresentadas.  IV ‐ dois professores representantes do CEL. de forma a evitar escolhas inadequadas e consequentes evasões.  ordinariamente. 19 a 24)    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação    Artigo  235  ‐  O  CEL  contará  com  um  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação. até o máximo de quatro alunos.  Parágrafo  único  ‐  O  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação  reunir‐se‐á.  antecedendo  o  início  e  o  término  de  cada  estágio  dos  cursos.  quando  o  centro  comportar  este  posto  de  trabalho. 2º)    99 . de 0 (zero) a 10 (dez) pontos. os recursos materiais e humanos necessários. 25 e 26)    Seção XI  Das Competências    Artigo  237  ‐  Competirá  à  Secretaria  da  Educação  a  implantação  e  instalação  gradual  dos  Centros  de  Estudos  de  Línguas  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  fornecendo. a que cada candidato faça jus e que irá integrar a  respectiva classificação no processo de seleção.  (Res. implicará a vedação de nova designação para o mesmo posto  de trabalho pelo prazo de 2 (dois) anos. com vistas a  garantir sua inserção em turmas e estágios mais adequados ao conhecimento comprovado. arts.  IV  ‐  analisar  o  relatório  semestral  de  atividades  do  CEL  elaborado  pelo  Professor  Coordenador.  preferencialmente  os  que  estejam cursando o Nível II. SE nº 81/09.  III  ‐  Professor  Coordenador  do  CEL.  II ‐ decidir sobre a realização de avaliação de competência de alunos.  decidindo  sobre a pontuação.  a  supressão  de  cursos  com  pouca  demanda  ou  grande  evasão. nas situações previstas no inciso I e na  alínea “a” do inciso II deste artigo.  (Decreto nº 27.  assim constituído:  I ‐ Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora.  (Res. SE nº 81/09.  em  reunião  da  qual  participarão  apenas  os  Diretores de Escola da unidade vinculadora e das demais escolas da região.270/87. para tanto.  decidindo  sobre  a  manutenção  de  atividades.  III  ‐  realizar  o  processo  de  seleção  e  classificação  dos  candidatos  ao  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador.  VI  ‐  representantes  dos  alunos  de  cada  curso  do  CEL.  a  correção  de  possíveis  desvios  e/ou  a  adoção  de  medidas  necessárias à otimização de resultados.  II ‐ Diretores de Escola das unidades escolares atendidas na região.  ao  final  de  cada  estágio  dos  cursos.Parágrafo único ‐ A cessação da designação.  V ‐ dois representantes dos docentes de Língua Estrangeira da escola vinculadora. contados a partir da data da cessação .  devendo  suas  atribuições estar definidas no regimento da escola vinculadora.  o  desempenho  do  Professor  Coordenador  e  dos  docentes  em  exercício  no  CEL.

 entrevistar os candidatos classificados. juntamente com o  respectivo supervisor de ensino.  devidamente  credenciadas  para  esse  fim. avaliar e orientar a organização e o funcionamento do CEL. conjuntamente com a direção das  demais escolas da região.  VI  ‐  coordenar  e  conduzir  o  processo  de  seleção. bem como o prazo para inscrição  dos interessados. para avaliar.  (Decreto nº 54.  IV  ‐  exigir. mediante análise dos  procedimentos de seleção. compete:  I  ‐  coordenar.  II ‐ acompanhar. arts.  observadas  as  disposições legais pertinentes. a partir do  início do ano letivo.  V  ‐  expedir  documentos  escolares  ‐  atestados  e  certificados  de  conclusão  ‐  referentes ao curso do CEL realizado pelo aluno.  assegurando  registros  específicos  para  os  alunos matriculados no CEL.  III  ‐  efetuar  o  controle  da  matrícula.  organização e funcionamento do CEL.  integrar  e  articular  todas  as  atividades  de  planejamento.  por  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado  e  por  edital  na  escola  vinculadora e na Diretoria de Ensino.  (Res. SE nº 81/09.Artigo 238 ‐ Ao Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. art.  classificação  e  indicação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  do  CEL. responsável pela  gestão do CEL. indicar e designar o Professor Coordenador do CEL.  adotando  os  seguintes  procedimentos:  a)  divulgar. a Secretaria da Educação poderá contar com instituições públicas e privadas que tenham  por  finalidade  o  ensino  de  idiomas.    Artigo 239 ‐ Caberá à Diretoria de Ensino:  I ‐ referendar a indicação do Professor Coordenador do CEL.758/09.  b)  após  o  processo  de  seleção  e  classificação  realizado  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  avaliar.  II ‐ organizar o atendimento à demanda do CEL. os critérios e requisitos do processo seletivo. classificação dos candidatos em função dos resultados das entrevistas  realizadas com os candidatos classificados.  semestralmente. 5º)      100 . 27 e 28)    Seção XII  Disposição Final    Artigo 240 ‐  Esgotada  a  capacidade  dos  Centros de Estudos de  Línguas  ‐  CELs de  atender à demanda de alunos interessados na aprendizagem de uma língua estrangeira moderna  opcional. durante um período mínimo de 10 dias corridos.  a  comprovação  de  matrícula  e  de  frequência  regular  de cada aluno do CEL em sua escola de origem na rede pública estadual.

 SE nº 89/05.  (Res.  a  exploração  de  temas  transversais  e  a  vivência  de  situações  que  favoreçam  o  aprimoramento  pessoal. SE nº 89/05.  em  regiões  de  baixo IDH ‐ Índice de Desenvolvimento Humano ‐ e nas periferias urbanas. social e cultural.  Parágrafo único ‐ São critérios para adesão ao Projeto:  1  ‐  espaço  físico  compatível  com  o  número  de  alunos  e  salas  de  aula  para  funcionamento em período integral e   2  ‐  intenção  expressa  da  comunidade  escolar  em  aderir  ao  Projeto.  (Res. 3º)  101 . com uma jornada de 9 (nove) horas diárias e carga horária semanal de 45 (quarenta e cinco)  aulas.  tem  por  finalidade prolongar a permanência dos alunos de ensino fundamental na escola pública estadual. art. reforçando o aproveitamento escolar. art.  de modo a ampliar as possibilidades de aprendizagem.  ouvido  o  Conselho de Escola.   (Res. 2º)    Artigo  243  ‐  A  Escola  de  Tempo  Integral  funcionará  em  dois  turnos  ‐  manhã  e  tarde. SE nº 89/05.  esportivo e tecnológico. a auto‐estima e o  sentimento de pertencimento. assistindo‐o integralmente em  suas necessidades básicas e educacionais.  (Res.  III  ‐  proporcionar  aos  alunos  alternativas  de  ação  no  campo  social. art.  II ‐ intensificar as oportunidades de socialização na escola. 1º)    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e  do Funcionamento da Escola de Tempo Integral    Artigo 242 ‐ O Projeto Escola de Tempo Integral tem como objetivos:  I ‐ promover a permanência do educando na escola.  cultural.  inseridas.  V ‐ adequar as atividades educacionais à realidade de cada região.CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I  Da Instituição e Finalidade    Artigo  241  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral. 4º)    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão    Artigo  244  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral  prevê  o  atendimento  inicial  de  escolas da rede pública estadual de ensino fundamental que atendam aos critérios de adesão. com o enriquecimento do currículo básico. SE nº 89/05.  IV  ‐  incentivar  a  participação  da  comunidade  por  meio  do  engajamento  no  processo educacional implementando a construção da cidadania. que  estejam  distribuídas  pelas  90  Diretorias  de  Ensino.  objeto  deste  capítulo. art. desenvolvendo  o espírito empreendedor.  preferencialmente.

  V ‐ atividades de enriquecimento curricular. são oferecidas as seguintes alternativas:  102 .  II  ‐  pelas  disciplinas  de  natureza  prática. poderá ser adotada uma das seguintes alternativas:  1.  (Res. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Inglês e Saúde e Qualidade de Vida. obedecidos  os termos do artigo 248. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior.  Atividades  Artísticas.  IV ‐ atividades de integração social.  § 1º ‐ Nas séries/anos iniciais.  recursos  didático  –  pedagógicos  específicos  e  com  as  cargas  horárias  que  se  encontram  estabelecidas  no  presente  capítulo. art.  trabalhadas  sob  a  forma  de  Oficinas  Curriculares. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. carga horária máxima de 45 aulas semanais. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais. 5º)    Artigo  246  ‐  As  escolas  estaduais  que  aderiram  ao  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral e que continuarão atendendo a alunos dos dois segmentos (ciclos) do Ensino Fundamental  em regime de tempo integral. SE nº 93/08.  (Res.  estratégias. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares. destinadas ao ensino do currículo básico.  a  serem  desenvolvidas  com  metodologias.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. 1º)    Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária    Artigo  247  ‐  Na  reorganização  das  matrizes  curriculares  do  Ensino  Fundamental.  II ‐ atividades artísticas e culturais.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. ou  2. e  b) 20 aulas semanais.  ou  mais.  III ‐ atividades esportivas.  são oferecidas alternativas de carga horária a serem decididas pela direção da escola. art. conforme  legislação específica. das Ações e Matrizes Curriculares    Artigo 245 ‐ A organização curricular da Escola de Tempo Integral inclui o currículo  básico do ensino fundamental e ações curriculares direcionadas para:  I ‐ orientação de estudos.  a  serem  destinadas  a  uma. terão suas matrizes curriculares de todas as séries/anos constituídas  da seguinte forma:  I ‐ pelos componentes curriculares e respectivas cargas horárias  que compõem a  matriz curricular do ensino fundamental das escolas que funcionam em tempo parcial. SE nº 89/05. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais.  § 2º ‐ Nas séries/anos finais.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. e  b)  12  aulas  semanais.  e  até  8  aulas.  Experiências  Matemáticas. carga horária mínima de 37 aulas semanais.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. destinadas ao ensino do currículo básico.  Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária  Subseção I  Do Currículo Básico.

 e  b) 18 aulas semanais. com  duração de 50 minutos cada.  Atividades  Artísticas.  ou  mais. 2º )    Artigo 248 ‐ Caberá à direção da escola. carga horária máxima de 45 aulas semanais.  deverá  ser  preservada  sua  inclusão  na  carga  horária  de  todas  as  séries/anos  do  segmento. destinadas ao ensino do currículo básico.  d)  tratando‐se  das  alternativas  constantes  do  item  1  dos  parágrafos  1º  e  2º  do  artigo anterior. e  b)  12  aulas  semanais. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  para o desenvolvimento das atividades das Oficinas Curriculares pretendidas.  § 2º ‐  Na distribuição  das Oficinas Curriculares  consideradas obrigatórias. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. deverá ter como base o levantamento dos interesses e  preferências dos alunos e a diversidade das atividades já desenvolvidas em séries/anos anteriores. 3º)          103 .  na  conformidade do interesse e da conveniência resultantes de consulta previamente realizada junto  à comunidade escolar.  conforme  disposto  no  artigo  251.  com  horário fixo para todos os dias da semana. nas Oficinas Curriculares.  aptos  a  trabalhar. pelas séries/anos do segmento.  coordenada  pela  direção  da  escola.  podendo o horário de  início  e  término  das  aulas  do  currículo  básico  e  das  Oficinas  Curriculares  ser  alterado.  e  até  6  aulas. carga horária mínima de 39 aulas semanais. art.  c)  docentes  habilitados/qualificados.   (Res. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior. as aulas  poderão ser desenvolvidas em 4 dias da semana.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Espanhol e Saúde e Qualidade de Vida.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura.  II ‐ elaborar o horário escolar observando que:  a)  a  carga  horária  mínima  de  qualquer  disciplina  desenvolvida  como  Oficina  Curricular será de 2 aulas semanais. SE nº 93/08.  b)  espaços  adequados. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais. no máximo. SE nº 93/08.1. contextualizadas e significativas.  a  distribuição  das  Oficinas  consideradas opcionais. 9 aulas.  (Res.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. art. destinadas ao ensino do currículo básico.  §  1º  ‐  A  distribuição  e/ou  a  manutenção  das  Oficinas  Curriculares  consideradas  opcionais. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares. ouvida a respectiva equipe gestora e após  comprovada e documentada anuência da comunidade local:  I ‐ decidir pela alternativa curricular que melhor comprove a existência de:  a) efetiva sintonia com a proposta pedagógica da escola e que melhor atenda às  expectativas e aos interesses educacionais locais.  b) a carga horária diária de cada classe de alunos será de.  a  serem  destinadas  a  uma. observados os intervalos de 1 hora entre os turnos e de  20 minutos para cada recreio.  c)  a  duração  do  intervalo  para  almoço  deverá  ser  previamente  definida. ou  2.  ficando  a  critério  da  equipe  gestora.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  Experiências  Matemáticas.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. com atividades dinâmicas.  além  daqueles  considerados  como  sala  comum  de  aula. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional.

  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries  Iniciais  do  Ensino  Fundamental  ou  em  Magistério  das  Matérias Pedagógicas. com habilitação em  Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  na  conformidade  da  legislação  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes e aulas.    “Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso equivalente (Normal Superior). deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes. com habilitação em Magistério das Séries  Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia. 4º com a redação dada pela Res.  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação  temporária. nas séries/anos  iniciais do Ensino Fundamental. nas séries/anos  finais do Ensino Fundamental.    Artigo 250 ‐ As aulas das Oficinas Curriculares poderão ser atribuídas ao docente  titular  de  cargo.  com  relação  às  disciplinas  do  currículo  básico  e  às  atividades  desenvolvidas  nas  Oficinas  Curriculares.  devidamente  habilitado/qualificado  para  a  respectiva  docência.  (Res.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  exclusivamente  como carga suplementar de trabalho.  III  ‐  “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática  ou  de  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Matemática. SE nº 7/10)    Artigo 251 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. “Hora da Leitura” ‐ diploma de licenciatura plena em Letras / Língua Portuguesa  ou de licenciatura plena em Pedagogia / curso equivalente (Normal Superior).  IV  ‐  “Língua  Estrangeira  Moderna  ‐Inglês”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras / Inglês. conhecimento e proficiência na área de Informática. relativamente às oficinas de:  I  ‐  “Orientação  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  das  atuais  matrizes  curriculares  da  Secretaria  da  Educação  ou  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).  II. comprovando formação.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural ou de licenciatura plena em Pedagogia/ curso equivalente (Normal Superior).  ou de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior). art.Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI    Artigo  249  ‐  As  classes  e  as  aulas  da  Escola  de  Tempo  Integral.  com  habilitação  em  Magistério das Matérias Pedagógicas.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.    Artigo 252 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral.  104 .  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física. relativamente às oficinas de:  I. SE nº 93/08.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte.  serão  atribuídas  a  docentes  titulares  de  cargo.

    Artigo 256 ‐ Para fazer jus ao benefício estabelecido no inciso II do artigo anterior.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural.  a unidade escolar deverá ter cumprido os mínimos de dias letivos e de horas de trabalho escolar  efetivo. comprovando formação. SE nº 93/08. arts.  que  comportam  substituição  docente.875/90. SE nº 7/10)    Artigo  254  ‐  Para  fins  de  definição  de  módulo  de  pessoal. com habilitação em Espanhol.  (Res.  nos  termos  do  regulamento  específico. observadas as normas legais vigentes.  (Res.  (Decreto nº 31.  (Res. 7º)      CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar e da Suspensão do Expediente    Artigo 255 ‐ As unidades escolares da rede Estadual de Ensino não funcionarão:  I – no recesso escolar do mês de julho e  II – no período compreendido entre o Natal e o 1º dia do ano subseqüente. art.  por  qualquer  período.  III  ‐    “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática ou de licenciatura em Ciências com plenificação em Matemática.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina. SE nº 93/08. 5º)    Seção VI  Das Disposições Gerais    Artigo  253  ‐  Para  o  professor  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  de  Oficina  Curricular  da  Escola  de  Tempo  Integral.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte. previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. art.  são  assegurados  os  mesmos  benefícios  e  vantagens  a  que  fazem  jus  os  seus  pares  docentes no ensino regular. art. SE nº 93/08.  IV ‐  “Língua Estrangeira Moderna ‐ Espanhol” ‐ diploma de licenciatura plena em  Letras. 6º com a redação dada pela Res. conhecimento e proficiência na área de Informática.II  ‐  “Hora  da  Leitura”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras  /  Língua  Portuguesa. 1º e 2º)    105 .  deverá  ser  considerado  em  dobro  o  número  de  classes  da  Escola  de  Tempo Integral que estejam em funcionamento nos termos deste capítulo.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia.

 na conformidade do contido nesta seção.  a  escola  deverá  programar  essas  atividades  para os recessos ou férias escolares.  II ‐ recesso escolar de dezembro. obedecida a seguinte ordem de precedência:  I ‐ recesso escolar de julho. o plano de reposição dos dias  letivos e ou da carga horária a serem cumpridos. SE nº 135/90.  de  cada  classe  e  dos  respectivos  componentes  curriculares.  de  um  elemento  da  Secretaria  e  de  pessoal  administrativo. em local visível. quando for o caso. garantindo‐ se  a  presença  de  um  integrante  da  Direção.  Parágrafo  único  ‐  Constatada  a  impossibilidade  de  realizar.  II ‐ a totalidade da carga horária estabelecida no quadro curricular homologado.   III ‐ notificar alunos e pais sobre a necessidade de reposição de dias letivos e ou de  aulas.  II ‐ elaborar.Artigo  257  ‐  Durante  o  período  de  recesso  escolar  de  julho.   106 .  Parágrafo único – A escola deverá ser organizada de forma alternada.    Artigo  260  ‐  A  reposição  de  dias  letivos  e  ou  de  aulas  ocorrerá  ao  longo  do  ano  letivo.  III ‐ férias de janeiro. ao final de cada bimestre.    Artigo 262 ‐ O plano de reposição deverá ser formalizado em documento próprio  que  explicite  a  situação  do  calendário  escolar. durante o mês de julho.  as  escolas  estaduais  deverão  permanecer  abertas  para  atividades  de  rotina  administrativa.  acompanhamento  dos  Cursos de Suplência I e II.     Artigo 261 ‐ Caberá à direção da escola:  I  ‐  efetuar  mensalmente  o  levantamento  por  classe  e  ou  por  componente  curricular do total de dias não trabalhados e das aulas não ministradas. 1º e  2º)    Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos    Artigo  259  ‐  As  escolas  estaduais  somente  poderão  encerrar  o  semestre  ou  ano  letivo após o cumprimento dos dias letivos e das horas de aula. de modo  a  garantir  as  informações  pertinentes e necessárias à  análise e aprovação  das atividades propostas.  bem  como  das  aulas  previstas  e  não  ministradas. assegurando‐se para cada classe:  I ‐ 200 dias de efetivo trabalho escolar para os cursos de organização anual e 100  dias para os de organização semestral. a continuidade dos trabalhos técnico‐administrativos  da escola e de outras atividades previstas no projeto pedagógico da escola. em horário diverso ao das aulas regulares da classe. as datas e horários estabelecidos no plano de reposição. no mínimo.  a  reposição  de  que  trata  o  caput.  no  decorrer  dos  bimestres  letivos.  Parágrafo único ‐ Para cumprimento do disposto neste artigo deverá ser planejada  a  reposição  dos  dias  letivos  previstos  e  não  trabalhados.  IV ‐ encaminhar o plano de reposição à Diretoria de Ensino para homologação. arts. afixando.    Artigo  258  ‐  Caberá  ao  Diretor  de  Escola  elaborar  uma  escala  que  permita  aos  funcionários e servidores usufruir a dispensa do ponto por dez dias.  a  fim  de  garantir  o  funcionamento  da  Escola  conforme  o  previsto  no  artigo  anterior.  (Res.

 1º e 2º)    Artigo 267 ‐  O “Dia da Criança”  será comemorado em todo o Estado.     Artigo 263 ‐ Caberá ao Supervisor de Ensino:  I  ‐  acompanhar  o  desenvolvimento  das  atividades  escolares.   (Res.  após  a  homologação  do  plano  de  reposição.  (Lei nº 8.    Artigo 264 ‐ Caberá ao Dirigente Regional de Ensino homologar.  no segundo domingo do mês de outubro.Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho  de  Escola  analisar  e  aprovar  o  plano  de  reposição quando a reposição de dias letivos implicar alteração do calendário escolar. anualmente. mediante parecer  favorável do Supervisor de Ensino. 3º. o plano de reposição de dias letivos e ou de aulas proposto pela  unidade escolar.  verificando  a  necessidade de reposição de dias letivos e de carga horária.   V  ‐  orientar  os  procedimentos  para  os  registros  referentes  às  atividades  de  reposição e à vida escolar dos alunos. à infância e à adolescência. 5º. da Saúde e da Assistência e Desenvolvimento Social. arts. de modo a garantir  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  o  desenvolvimento  das  atividades  curriculares  previstas  para cada disciplina. 6º e 7º)    Seção III  Das Datas e Comemorações  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos    Artigo  266  –  O  “Dia  da  Declaração  Universal  dos  Diretos  do  Homem”  será  comemorado em 10 de dezembro de cada ano. na  semana que contenha o dia 21 de abril.  II  ‐  orientar  as  equipes  escolares  na  elaboração  do  plano  de  reposição  de  dias  letivos e ou de aulas. arts.086/64. 1º e 2º)    Artigo 268 – A "Semana dos Direitos Humanos" será comemorada. SE nº 102/03. 4º. 2º.  procederá às adequações do plano de trabalho definido para o bimestre letivo.   Parágrafo único ‐  As comemorações a  que se  refere o caput estarão  a cargo  das  Secretarias da Educação. com a realização de uma série de debates sobre Direitos  Humanos e Pena de Morte.   III ‐ analisar o plano de reposição proposto pela escola. arts.   (Lei  de 18.  por  meio  de  solenidades  e  preleções. nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio  107 .71.    Artigo  265  ‐  A  equipe  escolar.   IV  ‐  acompanhar a execução das  atividades de reposição  programadas para cada  classe.  Parágrafo único ‐ O Poder Executivo providenciará para que essa comemoração se  realize  obrigatoriamente  em  todas  as  escolas  oficiais  do  estado. anualmente. 1º.5. emitindo parecer sobre a  sua homologação. e se constituirão de  promoções que alertem a consciência pública para o dever de dar extensa e eficiente proteção à  maternidade.

 na semana do dia 16  de  abril. de Cultura.  §  1º  ‐  As  comemorações  constarão  de  programas.  art. bem como a realização de palestras e outras atividades  curriculares.  (Lei nº 9.  com  promoção  de  debates  sobre  a  exploração  sexual  infanto‐juvenil. 2º e 3º)    Artigo  270  –  O  Dia  Estadual  da  "Não"  à  Violência  Contra  a  Criança  será  comemorado.  Parágrafo  único  ‐  As  escolas  promoverão. organizações não‐governamentais (ONGs).  (Lei nº 12.114/98.  § 2º ‐ A programação comemorativa ficará sob a responsabilidade e coordenação  da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.929/08. com vistas à conscientização do tema.  desde  a  concepção  até  a  morte  natural. além de outros órgãos. anualmente.  em  16  de  abril.067/95. arts. 1º. 1º e 2º)    Artigo  271  –  O  "Dia  de  Combate  à  Violência  Sexual  contra  Crianças  e  Adolescentes". decorrentes  da prática do aborto. ainda. de instituições públicas.  (Lei nº 10.  data  alusiva a todas as vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes.028/98.  com  ênfase  no  dia  10  de  dezembro.  § 2º ‐ Os Conselhos de Escola de cada Unidade de Ensino deverão se encarregar da  garantia  da  programação  citada  no  caput  deste  artigo  destinada  à  participação  da  Comunidade  Escolar.  (Lei nº 10.  § 3º ‐  Durante a "Semana do Direito à Vida Humana" serão realizadas atividades  que  valorizem  a  vida.  especialmente as Secretarias de Educação. na segunda semana do mês de dezembro.  § 1º ‐ Os debates de que trata o caput deverão contar com a participação. arts.  no  Estado  de  São  Paulo. de  Assistência e Desenvolvimento Social.  §  2º  ‐  A  Secretaria  Estadual  de  Assistência  e  Desenvolvimento  Social  fica  encarregada  da  programação  e  da  promoção  dos  debates  sobre  o  tema.  obrigatoriamente.  em  30  de  agosto. com a participação de seus familiares. Lazer e Turismo. o Abuso e  a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" realizar‐se‐á.  bem  como  de  desenvolver ações específicas voltadas para o enfrentamento da exploração sexual infanto‐juvenil.  Dia  Internacional  dos  Direitos  Humanos.  contemplar as múltiplas opiniões a respeito do tema em questão e serem realizados intra  e extra‐ classe. agências de financiamento e empresas.  anualmente. de Esporte. buscando‐se. a participação  dos Municípios.  durante  o  mês  de  agosto. entre  outras. de Saúde.  anualmente.  art. da iniciativa privada e de entidades comunitárias. 2º)    108 .  (Lei nº 12.  e  as  formas  de  combate e prevenção a essas agressões. 1º)    Artigo  269  –  A  "Semana  do  Direito  à  Vida  Humana"  será  comemorada.929/08.  anualmente.  a  apresentação de trabalhos pelos alunos.  nos  estabelecimentos  estaduais  de  ensino  fundamental e médio. 1º)    Artigo 272 – A "Semana Estadual de Esclarecimento sobre a Exploração.  será  comemorado.  que  envolverão  toda  a  rede  estadual. entidades da sociedade  civil. art. para o feto e a gestante.§  1º  ‐  Os  debates  de  que  trata  o  caput  deste    artigo  deverão.  tendo  como  tema  central  o  desenvolvimento da vida intra‐uterina e as conseqüências.

  §  2º  ‐  As  Secretarias  da  Agricultura  e  da  Educação  adotarão  providências  no  sentido de difundir o Curupira como protetor da flora e da fauna. arts. que será fixada em data conveniente. 1º)    Artigo 278 ‐ A “Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental" nas escolas  públicas  de  ensino  fundamental  realizar‐se‐á. se as  condições de localização o permitirem.  fiquem totalmente arborizadas.  (Lei nº 9.  §  3º  ‐  A  maior  verba  será  destinada  à  Associação  de  Pais  e  Mestres  que  a  distribuirá  para  benefício  da  escola  e  respectivos  alunos.  anualmente. mediante palestras. 1º)    Artigo 277 – O dia 23 de setembro será considerado o "Dia da Revegetação".  através  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.401/56.  §  1º  ‐Será  difundido  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  o  símbolo  do  Curupira. arts.  anualmente.113/68.Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental    Artigo 273 – O Dia da Árvore será comemorado em 21 de setembro.  109 .  seja  todos  os  anos  comemorado  o  dia  21  de  setembro  com  o  plantio  obrigatório  de  árvores  em  ruas  e  praças  até  que. art. arts.  §  2º  ‐  Uma  parte  do  produto  percebido  com  a  venda  do  lixo  reciclável  será  convertida em prêmios para os alunos que mais se destacarem na coleta.    Parágrafo  único  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  será  feita  em  todas  as  escolas de ensino fundamental e médio do Estado. sobre a região amazônica.  § 1º ‐ Nas comemorações do Dia da Árvore. 2º e 3º)    Artigo  274  –  O  “Dia  da  Amazônia”  será  comemorado.   § 1º ‐ O corpo discente será orientado pela direção e corpo docente da escola para  a promoção da Gincana.338/96. nas escolas estaduais de ensino fundamental e médio.  Dia  da  Ecologia e Dia Mundial do Meio Ambiente.9. farão obrigatoriamente plantar pelo menos uma árvore.  § 2º ‐ As Secretárias da  Educação e da Agricultura entrarão em entendimento com  os  prefeitos  municipais  a  fim  de  que  em  todas  as  cidades  e  vilas  do  Estado. equipamentos para laboratório.  (Lei nº 10. 1º e 2º)    Artigo 275 ‐ O Curupira é o símbolo estadual do guardião e protetor das florestas e  dos animais que nelas vivem.  (Lei de 11. material escolar e agasalhos para os alunos carentes. homenageando ‐ se os  demais.  tais  como  aquisição  de  livros  para  biblioteca. 1º.  a  5  de  setembro. as repartições públicas estaduais.  progressivamente.  ou outros fins vinculados diretamente à fruição educacional. 1º.  anualmente. 2º e 3º)    Artigo  276  ‐  A  Semana  da  Gincana  de  Coleta  de  Lixo  Reciclável  realizar‐se‐á. a serem proferidas pelos  professores.  (Lei nº 9.529/97.  (Lei nº 3.70. art.  na  semana  de  5  de  junho.

  preservação.  §  3º  ‐  Os  debates. no dia  5  de  junho.857/01. nas escolas de ensino fundamental e médio. anualmente. nas Escolas Estaduais  de  ensino fundamental e médio. 1º e 2º)    Artigo 279 ‐ Recomenda‐se aos professores da rede estadual de ensino que.  sintetizada  no  lema:  “Preservar  a  Natureza  é  Preservar a Vida”.  §  1º  ‐  Todas  as  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado  deverão  inserir.  (Lei nº 9.84)    Artigo  280  –  A  "Semana  da  Coleta  Seletiva  e  Reciclagem  do  Lixo".  2 ‐ das doenças cardiovasculares.  (Lei nº 10.532/97.  110 .  § 2º ‐ Para a realização da "Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental"  em  escolas  públicas  os  organismos  estaduais  poderão  efetuar  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  se  comemore  nas  escolas  o  Dia  Internacional  do  Meio  Ambiente.  realizar‐se‐á. nos seguintes casos:  1 ‐ do câncer de mama e do colo uterino.839/90.  enfatizando  a  necessidade  de preservação  dos  recursos  naturais.  no  calendário de atividades.  § 1º ‐ A programação do evento de que trata o caput ficará sob responsabilidade  dos Conselhos de Escola de cada unidade de ensino. debates e discussões dos temas relacionados à saúde deverão  ter como objetivo prioritário a prevenção de doenças. a Secretaria da Educação. art. arts. meio ambiente e qualidade de vida.5. desenvolvida e ministrada nos estabelecimentos da rede escolar do Estado na segunda  semana  do  mês  de  abril.  anualmente.  § 3º ‐ As palestras.  visando  a  oferecer  conhecimentos  e  treinamentos  preventivos para resguardo da vida humana.  § 2º ‐ A coordenação técnica do evento ficará a cargo dos professores da área de  Ciências  Biológicas  e  dos  Escritórios  Regionais  de  Saúde  da  localidade  em  que  se  inserem  as  escolas. SE de 29. 1º)    Artigo 282 – A Semana da Saúde será realizada.  palestras  e  discussões  têm  como  objetivo  primeiro  a  conscientização da importância da seleção do lixo e a busca de soluções possíveis para seu melhor  reaproveitamento. uma semana para tratar de temas relacionados à importância da coleta e  reciclagem do lixo. através de equipe treinada. ministrará para  as  crianças  das  escolas  públicas  estaduais  de  ensino  fundamental  instruções  sobre  ecologia. em parceria com as Secretarias de  Saneamento e Energia. com associações profissionais e outras entidades afins. art. com ênfase para Aids.  de  cada  ano.§ 1º ‐ Nessa semana.  (Lei nº 6.  §  2º  ‐  A  programação  do  evento  ficará  sob  a  responsabilidade  dos  conselhos  de  escola de cada unidade de ensino.  3 ‐ das doenças sexualmente transmissíveis. do Meio Ambiente e da Saúde.  (Res. 1º)    Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde    Artigo  281  –  A  Semana  de  Prevenção  de  Moléstias  e  Primeiros  Socorros  será  praticada.

  d)  associações e escolas privadas interessadas. com o apoio das Secretarias da Educação e da Saúde.  (Lei nº 8. e  3 ‐ gravidez na adolescência.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  dos  eventos.  § 5º ‐ Deverá ser garantida a participação dos familiares dos alunos nas atividades  que compõem o evento de que trata o caput. na semana na qual se inclui o  dia 7 de maio. arts. arts.  deverão  ser  adotadas  todas  as  medidas possíveis para conscientizar a sociedade sobre a maneira mais eficaz de prevenir e tratar  o  alcoolismo. 2º. que prescreverá o tratamento ou óculos corretivos. e  6 ‐ da dependência de drogas. 1º)    Artigo 283 – A "Semana de Prevenção contra a Cegueira" será comemorada toda  terceira semana do mês de agosto. 1º. na última semana do mês de outubro.  § 3º ‐ Quando não houver no hospital público o fornecimento de lentes e óculos  adequados  àquele  aluno  com  problema  de  visão.  Parágrafo único ‐ Na semana de Prevenção à Cegueira o Estado promoverá:  I ‐ exames preventivos contra a cegueira nos seguintes locais:  a)  hospitais públicos e conveniados. as necessárias lentes ou óculos corretivos.  através  de  entidades  familiarizadas  com  o  problema.  da  iniciativa  privada  e  da  comunidade.  §  2º  ‐  Os  alunos  que  apresentarem  problemas  de  enfermidades  de  visão  serão  encaminhados  para  os  hospitais  da  rede  pública  estadual.  5 ‐ das dificuldades de ordem emocional.  c)  escolas públicas.  b)  unidades básicas de saúde. 1º e 2º)    Artigo  285  –  A  "Semana  de  Prevenção  das  Deficiências  de  Visão"  nas  escolas  públicas estaduais de ensino fundamental realizar‐se‐á.  o  Estado  fornecerá.  (Lei nº 10. psicomotora entre outras.509/00.944/94. fumo e álcool.  2 ‐ métodos contraceptivos.  apontados  no  parágrafo  anterior.  postos  de  saúde  com  atendimento  oftalmológico  ou  clínicas  conveniadas  especializadas.4 ‐ de problemas oftalmológicos.685/04.  (Lei nº 11.  §  4º  ‐  Além  dos  temas.896/97.  (Lei nº 9.  §  1º  ‐  Durante  a  semana  a  que  se  refere  caput  deste  artigo  os  alunos  da  rede  pública de ensino fundamental serão submetidos a exame de acuidade visual.  II ‐ ampla campanha publicitária acerca da necessidade de realização periódica de  exames contra a cegueira. 3º e 4º)    111 . anualmente.  através  dos  programas  já  existentes  e  de  novos  a  serem  criados  e  implementados  para  agilizar  a  correção  da  deficiência  visual.  ainda  devem  ser  abordados:  1 ‐ sexualidade. 1º e 2º)    Artigo  284  –  A  “Semana  Antialcoólica”  no  Estado  de  São  Paulo  será  realizada  anualmente. arts. art.  para  exame  mais  detalhado  pelo  médico  oftalmologista.

 arts. no dia 1º de  março.  (Lei nº 3.Artigo 286 – O "Dia da Não Droga" será  comemorado.  anualmente. 1º e 2º)    Artigo  290  –  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  destinar‐se‐á  à  difusão  de  princípios  fundamentais  de  educação  sanitária  e  de  medidas  de  proteção aos acidentes do trabalho e doença ocupacional.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  oficiais  de  ensino  realizarão. de 10 de junho de 1999. arts.  §  1º  ‐  A  Semana  a  que  se  refere  o  caput  constará  do  Calendário  de  Eventos  do  Estado. 1º e 2º)    Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo    Artigo 291 ‐  O Dia do Artista Plástico será  comemorado no Estado de São Paulo  em 8 de maio de cada ano. na rede pública escolar. conforme dispõe a Portaria nº 710. anualmente.  Trabalho  e  Educação  e  com  a  colaboração  das  instituições  públicas  e  privadas.  proteção  ou  recuperação  da  saúde  e  à  prevenção de acidentes do trabalho.  em  espaços e escolas públicas. arts. anualmente.  §  1º  ‐  Por  ocasião  da  comemoração. entorpecentes. arts.434/56.  (Lei nº 12. anualmente.  do Ministério da Saúde.  na terceira semana do mês de maio. 1º e 2º)    Artigo  289  ‐  O  "Dia  de  Conscientização  do  Combate  às  Drogas  na  Escola"  será  comemorado.  compreendendo  o  dia  18  de  outubro  ‐  Dia  do  Médico. tais como álcool.  sob  o  patrocínio  das  Secretarias  da  Saúde.  (Lei nº 12.046/05. 2º e 3º)    Artigo 287 – Realizar‐se‐á a "Semana de Esclarecimento e Incentivo à Doação de  Órgãos"  nas escolas de ensino fundamental e médio. arts.  § 1º ‐ O dia a que se refere o caput constará do Calendário Oficial de Eventos do  Estado.  nesse  dia.  §  2º  ‐  Norma  regulamentar  disporá  a  respeito  do  detalhamento  de  atividades. entre outras.  (Lei nº 12.  temática e calendário a serem cumpridos para os seus fins.  § 2º ‐ Para a comemoração do dia previsto no caput o Poder Executivo envidará  esforços para a realização. enaltecendo o valor cultural do artista plástico.  (Lei nº 12.145/05.  Parágrafo  único  ‐  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  será  comemorada.  comemorações. art.  §  2º  ‐  O  planejamento  das  comemorações  observará  o  disposto  na  Política  Nacional de Alimentação e Nutrição.902/08.930/85. 1º)     Artigo 288 ‐ A "Semana de Educação Alimentar" será  comemorada. 1º e 2º)  112 .230/06.  devem  ser  realizadas  atividades  didáticas  a  respeito da problemática das drogas ilícitas. de campanhas  de esclarecimento dos  males causados pelo uso de drogas.  que  se  dediquem  à  promoção. em 26 de junho. 1º. tabaco.  (Lei nº 4.

 arts. arts.  obrigatoriamente. bem como nos particulares sujeitos à fiscalização do Governo do Estado.    (Lei nº 10.  mediante  palestras.346/68. arts.  § 2º ‐ Quando a data de 18 de abril cair em dia que não haja aula.  anualmente. no dia de 28 de setembro.  em  todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado.  anualmente.  §  1º  ‐  A  comemoração  a  que  se  refere  o  caput  constará  de  palestras  dos  professores sobre o Escoteirismo e sobre os ideais que inspiraram Baden Powell ao fundá‐lo.  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo.  anualmente. 2º e 3º)     Artigo  293  –  O  “Dia  Pan‐Americano”  será  comemorado.  e  sua  influencia  na  formação  física  das  gerações de brasileiros contemporâneos da escravatura. 1º. nas escolas de ensino fundamental do Estado. a serem proferidas pelos professores.  (Lei nº 614/74. a critério do diretor do estabelecimento de ensino. as  comemorações  serão  realizadas  no  dia  anterior  ou  posterior. 1º e 2º)    Artigo 296 – A “Semana da Imprensa” nas escolas de ensino fundamental e médio  da rede oficial do Estado realizar‐se‐á na semana em que recair o “Dia da Imprensa”.  §  1º  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  feita. em que se  comemora no dia 10 de setembro.  a  critério  do  diretor  do  estabelecimento. a obra literária e o espírito  patriótico do grande escritor patrício.  Parágrafo  único  ‐  Deverá  a  “Semana  da  Imprensa”  constar  do  planejamento  dos  currículos das cadeiras de “Português”.  Parágrafo único ‐ Em todos os estabelecimentos estaduais de ensino fundamental  e médio.  de  1º  a  7  de  agosto.  (Lei nº 10. 1º e 2º)    Artigo  297  –  A  “Semana  Eleitoral”  será  comemorada.886/67.  Artigo 292 – O “Dia de Monteiro Lobato” será comemorado a 18 de abril de cada  ano.  atos  cívicos  de  que  constarão  preleções  sobre  o  papel  exercido  pela  mulher  negra  nos  nossos  lares.  § 2º ‐ Quando a data mencionada no caput coincidir com domingo ou feriado. nas Escolas e Universidades do Estado. 1º)    Artigo  294  –  O  “Dia  do  Escoteiro”  será  comemorado. a comemoração  será feita um dia antes ou um dia depois.  113 . sem que se dispense  a colaboração das outras disciplinas.  (Lei nº 10.142/68. sobre a personalidade. arts. em  todo o território do Estado.  (Lei nº 9.  como  nutriz  a  pagem.  anualmente.  §  1º  ‐  Constarão  da  comemoração. através  do exercício do voto.267/68. com o objetivo de estimular a participação na vida política nacional.  em  14  de  abril.  no  dia  23  de  abril.  conferências a serem realizadas nos estabelecimentos de ensino do Estado divulgando a legislação  eleitoral e partidária. serão realizados  na  data  referida  no  caput. 2º e 3º)    Artigo 295 – O “Dia da Gratidão à Mãe Preta” será comemorado. “História Geral” e “História do Brasil”. art. 1º.

 conferências.§ 2º ‐ Para a execução dessa campanha educativa.  §  1º  ‐  No  mês  de  novembro. 1º)    Artigo 299 – A “Semana da Mulher” será comemorada.  (Lei nº 641/75. 2º e 3º)    Artigo 301 – A Semana dos Povos Indígenas do Brasil será  comemorada. 1º. 2º e 3º)    Artigo  298  ‐  Os  estabelecimentos  públicos  do  Estado  que  têm  denominação  patronímica comemorarão. palestras.  (Lei nº 8.  preferencialmente. 1º. na rede oficial de ensino. será solicitada a colaboração do  Tribunal Regional Eleitoral.  os  efeitos  da  colonização  e  independência  no  Continente  Africano.  §  2º  ‐  Do  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas  deverão  participar  as  escolas da rede estadual de ensino. arts. arts. no Estado  de São Paulo.   (Lei nº 7. anualmente. 2º e 3º)    114 .  esportivos  ou  de  cerimônias que forem determinadas em regulamentação específica.  difundindo  entre  outros  aspectos. por meio da programação a ser elaborada por representantes dos  povos indígenas do país e por especialistas do Governo.  anualmente. no período de  2 a 8 de março.151/92. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País. 1º. em bibliotecas públicas.  efeitos  sofridos  pela  colonização  e  ocupação  das  suas  terras. bem como nos órgãos da  administração direta e indireta do Estado.  suas  origens. no dia 20 de novembro. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.  no  Brasil  e  no  resto  do  mundo. previstas no caput que ocorrerem nas  escolas da rede estadual de ensino. o dia dos respectivos patronos.  através  de  eventos  a  serem  elaborados pelas entidades e movimentos negros do País e pelo Governo do Estado.  (Lei nº 4. 1º)    Artigo  300  –  O  “Dia  da  Consciência  Negra”  será  comemorado. anualmente.  conflitos. seus Mártires.  previstas  no  §  1º  deverão  participar  a  rádio  e  a  televisão  educativa  com  divulgação  e  cobertura  dos  eventos  e  apresentação de documentários.  a  origem  de  seus  povos. na semana do dia 19 de abril.  seus  Mártires.  §  1º  ‐  A  Secretaria  da  Cultura. anualmente.  §  1º  ‐  A  comemoração  realizar‐se‐á. bem como a rádio e a televisão educativa com divulgação e  cobertura dos eventos e apresentação de documentários.  promoverá  a  divulgação  da  cultura  dos  povos  indígenas  que  habitam  e  habitaram  o  Brasil.  deverá  ser  divulgada  a  cultura  negra. art.245/76.  Parágrafo  único  –  O  Poder  Executivo  fará  realizar.968/92.  §  2º  ‐  Constarão  as  solenidades  de  programas  culturais. e a situação atual dos povos  e  seus  descendentes  na  África.  (Lei nº 1.  no  Estado de São Paulo. reuniões e outros eventos que invoquem a problemática da mulher  em nossa sociedade.  §  3º  ‐  No  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas. arts.  conflitos.  na  data  natalícia  do  patrono.  na  semana  de  que  trata  este  artigo.  § 2º ‐ As manifestações culturais e artísticas.565/85. art.  na  semana  do  dia  19  de  abril. serão realizadas no mês de novembro. situação atual  dos povos e seus descendentes.

 gráficos e outros trabalhos realizados. do Departamento Estadual de Trânsito ‐ Detran. 1º)    Artigo  303  ‐  Em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  pública  de  educação  básica  realizar‐se‐á.  §  8º  ‐  A  comissão  julgadora  será  integrada  por  4  (quatro)  membros  do  quadro  funcional. a quem caberá o voto de desempate.  a  qual  procederá  à  classificação  final. de maneira que  todos os conhecimentos sejam adquiridos tanto quanto possível em situação real.  (Lei nº 9.  § 7º ‐ Nos estabelecimentos de ensino constituídos de diferentes cursos a seleção  dos trabalhos será correspondente a cada um deles.  § 1º ‐ No período de 12 de maio a 6 de junho.  § 6º ‐ O trabalho que houver obtido a melhor classificação pela comissão julgadora  da  direção  do  estabelecimento  será  enviado.  e de modo secundário o recurso à simples memorização de regras ou de noções sobre o trânsito  em geral. infância e juventude. com previsão de punição.  § 9º ‐ A inobservância do disposto neste artigo acarretará ao responsável a prática  de falta grave.  (Lei nº 9.  3  ‐  em  todas  as  oportunidades  será  propiciada  a  aquisição  de  conhe‐cimentos  e  experiências sobre o movimento rodoviário nacional e particularmente de São Paulo. as escolas deverão promover. precipuamente. 1º ao 5º)    Artigo  304  ‐  Na  rede  estadual  de  ensino. nomeados pelo Diretor. ressaltando‐ se a importância econômica e social das estradas de rodagem.  2 ‐ aplicação do método de projetos ou de unidades de trabalho.  o  dia  13  de  maio  "Dia  da  Abolição  da  Escravatura" será considerado como "Dia de debate e de denúncia contra o racismo". entre os dias 16 e 31 de maio. conforme autorizado pelo artigo 1º.  será  considerado feriado civil. cidadania.497/97.  organização  e  execução  da  Divisão de Educação do Trânsito.093.  §  3º  ‐  Fica  admitida  a  participação  de  entidades  não  governamentais.  tudo  sob  a  coordenação.  arts. cultura.  e  o  autor  do  melhor trabalho será distinguido com medalha e diploma de menção honrosa.  data  magna  do  Estado  de  São  Paulo. tendo  por fim o desenvolvimento da consciência do educando das regras práticas de trânsito de veículos  e pedestres.  §  1º  ‐  Aos  alunos  do  ensino  médio  serão  definidas  ações  direcionadas  e  progressivas.  após  o  encerramento  da  Semana. publicada no Diário  Oficial e amplamente divulgada nas escolas.  dentro  de  5  (cinco)  dias.  § 5º ‐ A "Semana Educativa do Trânsito" será encerrada em cada estabelecimento  de ensino com exposição de desenhos. inciso II.  as  quais  poderão receber incentivos. art.  segurança  e  prevenção  de  acidentes  nas  estradas  e. bem  como  outras  que  se  fizerem  necessárias. educação. anualmente. nas cidades e nas rodovias.  à  Diretoria  de  Ensino  respectiva.  atividades  letivas  a  respeito  do  papel  do  negro  na  formação  da  sociedade  115 . nas cidades. saúde. em  um  ou  mais  dias. a "Semana Educativa do Trânsito".  especialmente.  §  2º  ‐  Para  execução  da  "Semana  Educativa  do  Trânsito"  integrarão  órgãos  públicos das áreas de segurança.Artigo  302  –  O  dia  9  (nove)  de  julho. com o objetivo da segurança comum. de  12 de setembro de 1995. da Lei federal nº 9.  § 4º ‐ No curso da Semana deverá ser observada a seguinte orientação:  1  ‐  todo  o  trabalho  escolar  consistirá  na  explanação  de  temas  direcionados  a  campanhas  educativas  de  trânsito. com relevância às peculiaridades locais.501/97.

 destinadas a comemorar.  2 ‐ palestras e debates.930/08. anualmente. 1º e 2º  e caput do 3º)    Artigo  305  –  No  calendário  de  efemérides  do  Estado.  4 ‐ visitas às dependências das escolas. em datas a serem fixadas  pela Secretaria da Educação.brasileira.  professores  e  demais  funcionários  das  escolas. arts. deverá ser elaborado. na Rede Estadual de Ensino.  dos  diretores.  § 1º ‐  As atividades do dia de que trata este artigo:  1 ‐ serão realizadas.985/02.  na  rede  estadual  de  ensino.  relatório  que  explicite  as  principais  conclusões  e  atividades  desenvolvidas.  da  Educação.  § 2º ‐ As atividades a que se refere o § 1º compreenderão. com  enfoque especial para a família afro‐brasileira.  3  ‐  contarão  com  a  participação  dos  educandos  e  seus  familiares. pelas  Unidades  Escolares  ‐  UEs.1º)  116 .  3 ‐ exposições de trabalhos dos alunos.  e  ainda  de  outros  integrantes  da  comunidade  escolar. tendo como objetivo estimular e incrementar a participação das famílias dos educandos  nas questões e problemas da comunidade escolar. 2º e 3º)    Artigo  307  –  No  Estado  de  São  Paulo. à proximidade do dia comemorado.  § 2º ‐ Após a discussão do tema mencionado no caput. instituído pela Lei federal nº 10. no Estado de São Paulo. art. anualmente.  (Lei nº 12.  em  especial  as  Secretarias  de  Esporte. entre outras:  1 ‐ feiras culturais. no dia 12 de agosto. ficam incumbidos de promover ações. palestras relativas à  composição étnica do povo brasileiro e a importância da família na constituição da sociedade.  o  "Dia  da  Paternidade  Responsável" será  comemorado. arts.515.  e  do  papel  da  escola  na  luta  pela  eliminação  do  preconceito  racial  contra  o  negro. anualmente. SE nº 95/86.   (Res. 1º)    Artigo  306  –  Realizar‐se‐á. de forma  integrada. 1º.  4  ‐  serão  precedidas  de  ampla  divulgação  na  comunidade  escolar  e  através  dos  meios de comunicação.934/08.  o  "Dia  da  Família  na  Escola".  da  Cultura. 1º e 2º)    Artigo  308  ‐  Os  órgãos  e  entidades  estaduais. uma vez por semestre.865/08. art.  que  tem  por  finalidade  subsidiar  a  formulação  de  uma  Política  Educacional  que  contribua para a erradicação do preconceito racial contra o negro. de 11 de julho de 2002.  da  Assistência e Desenvolvimento Social.  (Lei nº 12.  Parágrafo  único  ‐  O  Estado  incluirá  a  data  no  calendário  oficial  de  festividades  e  promoverá.  Lazer  e  Turismo.  o  "Dia  da  Família  Afro‐Brasileira"  será  comemorado.  2 ‐ serão desenvolvidas nas dependências das escolas. da Saúde.  (Decreto nº 46.  dentro do tema Negro‐Educação‐Constituinte.  (Lei nº 12. no segundo domingo de setembro. o  Dia Nacional da Juventude. no primeiro domingo de agosto.  do  Emprego  e  Relações  do  Trabalho. arts.  5 ‐ psicodramas. no mínimo.

 1º e Res.  (Lei nº 10. bem como enaltecendo a importância da participação dos estudantes e do  grêmio na vida da escola e na sociedade. art.  esportivas  ou  culturais.  (Lei nº 12.  resgatando  a  história  do  movimento estudantil. pela comissão representativa dos estudantes da escola.971/79.892/08. 1º. em conjunto com a comunidade.366/03. SE nº 139/84. 1º)     Artigo  312  ‐  A  data  de  15  de  outubro. art.732/01. com a realização de uma série de debates sobre o sistema  educacional.  atividades  educacionais.  com  palestras.  §  1º  ‐  A  comemoração  desse  dia  será  organizada  pelo  grêmio  e.  na semana em que se comemora o Dia do Professor. nos estabelecimentos oficiais de ensino fundamental e médio. 2º e 3º)    Artigo 316 – A "Semana do Patriarca da Independência" destina‐se a homenagear  José Bonifácio de Andrade e Silva. 1º)    Artigo  311  –  O  “Dia  da  Escola”  será  comemorado.  no  caso  de  sua  inexistência.   Parágrafo  único  ‐  Os  Conselhos de  Escola  de  cada  unidade de  ensino deverão  se  encarregar  da  garantia  de  execução  da  programação  determinada  no  caput.  anualmente.  anualmente. visando ao pleno desenvolvimento social e humano do  cidadão. no dia  18 de outubro.098/98.  (Lei nº 11. no período  de 9 a 15 de outubro. 1º)    Artigo 310 – A "Semana Paulo Freire da Educação" será comemorada. art. arts.  debates. art. no  dia 14 de novembro.927/01. anualmente.  §  2º  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  e  às  direções  das  escolas  divulgar  o  disposto neste artigo e fornecer o apoio logístico aos grêmios e aos estudantes. 1º)    Artigo 314 – O "Dia do Supervisor de Ensino" será comemorado.  Artigo 309 – A “Semana da Educação” será comemorada. 1º)    Artigo 313 – O "Dia do Diretor de Escola" será comemorado. 1º)    Artigo  315  –  O  "Dia  Estadual  do  Grêmio  Livre  Estudantil"  será  comemorado. anualmente.  (Lei nº 10.  117 . art.   (Lei nº 174/48. art.  destinada  à  participação da comunidade escolar. art.  no  dia  19  de  março.  em  28  de  março.  “Dia  do  Professor”. anualmente. enquanto participante do sistema de ensino.  na semana do dia 1º ao dia 7 de maio.  (Lei nº 1. promover atividades voltadas à revalorização  do Professor. anualmente.  será  considerada  “Feriado Escolar”  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão.  em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  estadual  de  ensino.  (Lei nº 10.

 além de outras atividades que a Secretaria da Educação estabelecer.854/67.  preferencialmente no dia 13 junho. literárias e esportivas.  (Lei nº 794/50. em dia e horário a serem determinados  pelas respectivas Diretorias de Ensino. arts. no Parque do Ibirapuera.  Parágrafo  único  ‐  O  Dia  da  Liberdade  será  solenemente  comemorado  nos  estabelecimentos estaduais de ensino. 1º e 2º. deverá ser  divulgada  por  todo  o  Estado.  cuja  letra  e  tema  invocarão  os  feitos  históricos dos paulistas.  a  Secretaria  da  Educação  instituirá  prêmios.  118 . o seu amor ao trabalho. arts. do “Hino dos Bandeirantes”. sem prejuízo do horário normal das aulas. data comemorativa de seu nascimento.  §  1º  ‐  A  execução  vocal  e  o  hasteamento  serão  realizados  sob  a  orientação  do  corpo docente do estabelecimento de ensino. 1º.  Parágrafo único ‐ A letra. de 1º de setembro de 1971. arts. uma vez por semana. 5º e 7º)    Artigo  319  –  O  “Hino  dos  Bandeirantes”.  (Lei nº 10. 2º.  da  rede  oficial  e  particular no Estado de São Paulo. a pujança  do  seu  progresso  e  a  sua  decidida  vocação  para  a  liberdade. arts.  sobretudo  por  estabelecimentos  de  ensino. e gravada em lugar próprio no Túmulo dos Heróis de 1932. ressaltando o dinamismo do seu povo.Parágrafo único ‐ As escolas da rede oficial de ensino do Estado deverão inserir no  calendário  escolar  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. a apresentação de músicas brasileiras não poderá ser inferior a  70% (setenta por cento) do total das músicas programadas. 1º.  será  considerado  o  hino  oficial  do  Estado de São Paulo. de 1º a 7  de setembro  de  cada  ano. atividades cívicas.700. de fundo cívico. na  Capital.  (Lei nº 6.  (Lei nº 9. 2º e 3º)    Artigo  321  ‐  Nas  festividades  escolares  a  serem  realizadas  em  estabeleci‐mentos  de ensino fundamental e médio. 1º e 2º)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas    Artigo 317 – O Dia da Liberdade será comemorado anualmente a 21 de abril.  § 2º ‐  A execução vocal e o  hasteamento seguirão  as  determinações contidas na  Lei nº 5. pela Lei nº 337/74)    Artigo 320 ‐ É obrigatória a execução vocal do Hino Nacional e o hasteamento da  Bandeira  Nacional. bem como concursos de fanfarras e  orfeões.  nas  escolas  oficiais  de  ensino  médio  e  nas  particulares  que  optarem  pelo  sistema  estadual de ensino.  § 1º ‐ O tempo reservado para as comemorações não será incluído no período de  200 (duzentos) dias de trabalho escolar efetivo.  §  2º  ‐    Nos  dias  reservados  às  comemorações  de  que  trata  esta  seção  serão  realizadas preleções.294/64. alt.757/90.  §  3º  ‐  Para  os  fins  estabelecidos  nesta  seção. arts.  em  todos  os  estabelecimentos  de  ensino  fundamental. 1º e 2º)    Artigo 318 – A “Semana da Pátria”  será comemorada.878/01.  (Lei nº 8.  por  via  dos  órgãos  públicos.

 reger‐se‐á. no sistema de ensino do Estado  de São Paulo.  integrados ao currículo.  desenvolvido  sob forma de projetos curriculares e ou interdisciplinares. a duração.  III ‐  Estágio sócio‐cultural ou de iniciação  científica  ‐  definido pela escola  em  seu  projeto  pedagógico  ou  plano  de  curso  como  forma  de  contextualização  do  currículo  e  desenvolvido  sob  a  forma  de  atividades  de  extensão.  levando em consideração as condições reais do alunado.788/2008.  c)  prestação  de  serviços  voluntários  de  caráter  social  e  educativo.  II ‐ Estágio profissional não obrigatório ‐ opção da escola definida em seu projeto  ou plano do curso. planejado. CEE nº 87/09.§  1º  ‐  Não  haverá  obrigatoriedade  de  se  cumprir    esse  percentual  nos  casos  de  apresentações de óperas. podendo abranger as seguintes modalidades:  I ‐ Estágio profissional obrigatório ‐ definido em função das exigências decorrentes  da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo.  monitorias  ou  projetos  curriculares.   Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  oferecidos  na  modalidade  a  distância.  como  procedimento  didático‐pedagógico.  Parágrafo  único  ‐  Esta  regulamentação  abrange  os  cursos  oferecidos  nas  modalidades de educação especial.  a  proposta  pedagógica  ou  plano  de  curso  deve  definir  com  clareza  a  natureza  e  modalidade  do  estágio.  b) projetos de prestação  de serviço civil em  sistemas estaduais ou municipais  de  defesa civil. nos termos do projeto pedagógico. pelo que dispõe a Indicação CEE nº 30/2003 e a Deliberação 87/09. art.  (Lei nº 610/74. art.  a natureza e a intencionalidade educativa.  de  ensino  médio. de música clássica e de música sacra. 1º e 2º)      CAPÍTULO IX  D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características    Artigo 322 ‐ O estágio supervisionado de alunos matriculados em cursos de ensino  superior. 1º)    Artigo  323  ‐  O  estágio. 2º)    119 . o que o torna obrigatório para seus alunos.  (Del. arts.  obedecido o disposto na Lei Federal nº 11. caracterizando‐se pela participação dos alunos em:  a) empreendimento ou projeto de interesse social ou cultural da comunidade.  a  quem  cabe  definir  na  sua  proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento de cada um de seus cursos. de jovens e adultos e a distância.  IV  ‐  Estágio  sócio‐civil  ‐  assumido  pela  escola  como  ato  educativo  de  interação  comunitária.  é  atividade  curricular  supervisionada  de  competência  da  instituição  escolar. devendo manter coerência com o  perfil profissional de conclusão previsto para o curso. executado e  avaliado em conformidade ao perfil profissional de conclusão para o curso.  de  educação  profissional  ou  de  educação  de  jovens  e  adultos.  § 2º ‐  As músicas estrangeiras  a serem apresentadas  deverão ser  acompanhadas  de uma tradução em português. de cumprimento obrigatório ou voluntário pelos alunos. em termos de princípios e objetivos para a formação do  educando. CEE nº 87/09.  (Del. para conhecimento da Direção da Escola.

  em  sua  proposta  pedagógica. quando existente.  postura  ética  e  responsável  e  aptidões  para  uma  vida  produtiva. art. 1º)  §  2º  ‐  Cabe  à  unidade  escolar  contextualizar.  matriculados  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino.  mediante  condições  acordadas  em  instrumento  jurídico  apropriado.  atentando  para  que  as  atividades  práticas a serem vivenciadas pelos alunos atendam aos objetivos propostos para o ensino médio. art.  III ‐ instrumentos de avaliação dos seus alunos estagiários. abrangendo:  I  ‐  duração  máxima  e  mínima  de  carga  horária  ao  longo  do  curso.  (Res. que tem como objetivos:  I  ‐  assegurar  ao  aluno  a  vivência  no  mundo  empresarial  de  experiências  profissionais  por  meio  da  realização  de  atividades  de  aprendizagem  social. SE nº 40/09. 3º)  § 1º ‐ O estágio dos alunos do ensino médio. quando solicitados.  §  2º  ‐  Os  agentes  de  integração. de educação especial e de educação  de  jovens  e  adultos.  3 ‐ cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. 7º)    Artigo  326  ‐  As  escolas  e  as  organizações  concedentes  de  estágio  e  outros  parceiros envolvidos poderão.  120 .  (Res. SE 40/09.  sua  duração  e  formas  de  supervisão.  (Del.  referente  a  providências  administrativas  para  a  obtenção  e  realização  do  estágio.  públicos  ou  privados.  a  natureza  do  estágio. bem como a limitação legal.  em  caráter  optativo.  atentando‐se  para que a jornada a ser cumprida pelo aluno estagiário seja compatível com o horário e a jornada  escolar.  (Res. normas e orientações complementares. 2º)    Artigo 325 ‐ A escola deverá elaborar proposta de estágio contemplando aspectos  específicos do curso.  profissional  e  ou  cultural imprescindíveis a uma vida cidadã.  4 ‐ adotar providências relativas a execução de bolsa‐estágio.  III ‐ refletir sobre a realidade vivenciada no mercado de trabalho.  § 1º ‐ Não poderá ser cobrada do aluno estagiário taxa adicional ou qualquer outro  tipo  de  pagamento.  compõe  obrigatoriamente  a  proposta  pedagógica  da  unidade  escolar  como  um  ato  educativo  que  visa  à  preparação do aluno para o mundo produtivo e sua adaptação às novas formas de organização do  trabalho. art.  2  ‐  facilitar  o  ajuste  de  condições  do  estágio  a  constar  de  instrumento  jurídico  próprio e específico.  além  das  obrigações  previstas  na  legislação  vigente poderão responsabilizar‐se pelas seguintes incumbências:  1  ‐  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágios  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas.Artigo  324  ‐  O  estágio  curricular  do  ensino  médio  caracteriza‐se  como  uma  oportunidade  de  complementação  curricular  aberta  ao  aluno  do  ensino  médio. SE 40/09. CEE nº 87/09.  II ‐ valorizar a experiência profissional e o estudo não formal. contar com os serviços auxiliares de agentes de  integração.  IV  ‐  desenvolver  valores. art.  II ‐ orientação para elaboração e apresentação periódica de relatório de atividades  a ser entregue em prazo não superior a seis meses.

 na comunidade local.  celebrado entre o estudante ou seus responsáveis. em organizações governamentais da área social ou organizações não  governamentais e sem fins lucrativos. SE nº 40/09. facilitar as condições de estágio que irão constar do instrumento jurídico a ser  celebrado. CEE nº 87/09.  (Res. em  qualquer  hipótese. taxa adicional ou outro tipo  de pagamento.  de  responsabilidade  civil  por  danos  contra  terceiros.  será fixada de comum acordo entre o estagiário ou seus responsáveis e a instituição que conceder  o estágio. art. com eventual ajuda da instituição de mediação entre a  empresa e a escola. conforme disposto  na Lei Federal nº 9.  II ‐ pelo órgão da administração  central ou descentralizada das respectivas redes  de ensino públicas ou privadas.  3. art.  adotar  as  providências  relativas  à  execução  de  bolsa  auxílio  e  ao  seguro  obrigatório contra acidentes pessoais. quando for o caso. serão de:  1. quando concedida. e a parte concedente.  Parágrafo  único  ‐  Nos  casos  de  as  unidades  escolares  contarem  com  serviços  de  agências  de  intermediação  do  estágio.  quando  este  não  for  providenciado pela própria escola ou administração de redes de ensino.5 ‐ adotar providências relativas ao seguro obrigatório contra acidentes pessoais e.  no  estágio  ou  dele  decorrentes. ressalvando o que dispuser a legislação vigente.  4.  (Del.  2. art. responsabiliza‐se pelo seguro obrigatório.  cuidando que. CEE nº 87/09.608/98.  mediante  condições  formalmente  acordadas.  § 1º ‐ A estipulação de bolsa‐estágio ou outra contraprestação. 5º)    Artigo  327  ‐  O  estágio  não  cria  vínculo  empregatício  de  qualquer  natureza  e  o  estagiário poderá receber bolsa‐estágio. poderá utilizar‐se do Termo de Adesão. 6º)    Artigo  328  ‐  As  unidades  escolares  poderão  recorrer  aos  serviços  auxiliares  de  agentes  de  integração.  ou  de  qualquer  outra  forma de contraprestação é compulsória para realização do estágio profissional não obrigatório. 7º)        121 .  por meio de uma das seguintes alternativas:  I ‐ diretamente pela escola. que mediante acordo específico com  a instituição escolar.  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágio  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. para obtenção do estágio.   §  3º  ‐  O  estágio  sócio‐cultural  e  civil  realizado  no  próprio  estabelecimento  de  ensino.  III ‐ pela organização concedente do estágio.  eventualmente.  (Del.  públicos  ou  privados. cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio.  o  apoio  e  compromissos  a  serem  assumidos  pelos  respectivos agentes mediadores. não seja cobrada do aluno. ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a  ser acordada. com  a interveniência obrigatória do estabelecimento de ensino.  § 4º ‐ Para a realização dos estágios é necessário que haja Termo de Compromisso.  §  2º  ‐  A  concessão  da  bolsa–estágio  e  auxílio  transporte.  estar  assegurado  contra  acidentes  pessoais. devendo o estudante‐estagiário. 4º e caput do art.

 arts.Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários    Artigo 329 ‐ A oferta de estágio implica que a escola deva contar com profissionais  habilitados. quando for o caso.  além  do controle. CEE nº 87/09.  § 2º ‐ A carga horária da jornada de atividades que compõem o estágio deverá ser  acrescida à carga horária mínima prevista para o ensino médio.  no  mínimo. art. ou seu representante legal e a parte concedente do estágio. sendo a unidade escolar a parte  interveniente.  (Del. 8º da Del. SE nº 40/09.  a  carga  horária  das  atividades  a  serem  realizadas  deve  ser  definida  de  comum  acordo  entre  a  escola  e  o  aluno  estagiário. 9º)     Artigo  330  ‐  Caberá  ao  profissional  que  orientará  e  supervisionará  os  alunos  estagiários:  I  ‐  analisar  a  natureza  das  atividades  propostas  pela  instituição  concedente. 3º)    Artigo  334  ‐  Constituem‐se  obrigações  a  serem  assumidas  pelas  unidades  escolares:  I  ‐  celebrar  Termo  de  Compromisso  a  ser  firmado  entre  o  aluno  ou  seus  responsáveis. devendo constar do Termo  de Compromisso e não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) semanais.  III  ‐  cuidar  para  que  a  duração  do  estágio  seja  compatível  com  o  horário  e  a  jornada escolar do aluno.  (Res. SE n 40/09.  discussão  e  avaliação. art. e a parte concedente de estágio.  avaliando‐as  quanto  à  pertinência.    Artigo  332  ‐  Independentemente  da  natureza  do  estágio.  oportunidade  e  valia  das  experiências  oferecidas  pela  empresa/instituição. 4º e 5º.  com  16  (dezesseis)  anos  completos de idade. registro e articulação com as instituições nas quais os estágios se realizarão. a que se refere o caput deste artigo. CEE nº 87/09.  §  1º  ‐  No  caso  de  alunos  da  Educação  Especial  e  do  ensino  fundamental  na  modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos a carga horária não poderá exceder a 4  (quatro) horas diárias e 20 (vinte) semanais.  responsáveis pela orientação e supervisão  dos  alunos  estagiários.  de  imediato. a instituição concedente em caso de irregularidade.  (Del. c/c art. no caso de estágio sócio‐cultural ou civil. 9º)    Artigo  331  ‐  Considera‐se  apto  à  realização  do  estágio  o  aluno  frequente  e  matriculado  em  curso  do  ensino  médio  e  que  conte. compatível com o número de alunos estagiários.  com carga horária  destinada para esse fim.  de  forma  a  promover  a  aprendizagem  de  conhecimentos inter e multidisciplinares  nas atividades realizadas pelos  alunos  estagiários.  (Res. art.   Parágrafo único ‐ Compete aos profissionais. CEE nº 87/09)    Artigo  333 ‐  A  Unidade  Escolar  deverá  registrar  a  modalidade de  estágio  e  carga  horária  efetivamente  realizada  pelo  aluno  no  Histórico  Escolar  e/ou  fornecer  Certificado  de  participação.  notificando.  122 .  II  ‐  acompanhar  a  situação  de  frequência  escolar  dos  estagiários. na data de início do estágio. a  constante  orientação.

 10 e 11)      CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever    Artigo 336 ‐ Fica instituído.  sempre  que  o  estágio  tiver  duração igual ou superior a 1 (um) ano.    Artigo 337 ‐ Integram o Programa mencionado no artigo anterior. que atua no período de matrícula  do aluno requisitante do estágio.  IV ‐ zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso. as datas de realização das avaliações  escolares. 6º. SE nº 40/09.  acompanhamento  e  avaliação  do  estágio  ficarão  sob  a  responsabilidade do Professor Coordenador do Ensino Médio. a partir do ano de 2008.  exceder a 2 (dois) anos.  todos  os  alunos  com  idade  de  até  oito  anos  do  Ensino  Fundamental da Rede Estadual de Ensino.  V ‐ comunicar à parte concedente do estágio.   com os seguintes objetivos:  I  –  alfabetizar.  preferencialmente.  a  ser  gozado. exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.  (Res.  §  2º  ‐  Aplica‐se  ao  estagiário  a  legislação  relacionada  à  saúde  e  à  segurança  no  trabalho.  §  2º  ‐  Na  ausência  de  Professor  Coordenador. arts.II  ‐  contar  com  um  professor  orientador  que  se  incumbirá  pelo  processo  de  acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário.  a  supervisão  das  atividades  de  estágio dos alunos de ensino médio ficará sob a responsabilidade do Vice‐Diretor ou do Diretor de  Escola.  semestralmente.  III  ‐  exigir. reorientando o estagiário  para outro local em caso de descumprimento das normas.  §  1º  ‐  É  assegurado  ao  estagiário  o  direito  ao  período  de  recesso  de  30  (trinta)  dias.  durante  as  férias  escolares.  do  educando  a  apresentação  de  relatório  das  atividades de estágio realizadas.    123 .  Parágrafo  único  –  A  atribuição  das  classes  indicadas  nos  incisos  deste  artigo  obedecerá às normas referentes à atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do  Magistério contidas nos artigos 568 a 598. pela mesma empresa concedente. o Programa “Ler e Escrever”.  até  2010.  II – recuperar a aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do  Ciclo I do Ensino Fundamental.  III – Projeto Intensivo no Ciclo ‐ 3ª série – PIC 3ª série. não poderá. sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. os Projetos:  I – Ler e Escrever na 1ª série do Ciclo I.  §  1º  ‐  A  organização.    Artigo 335 ‐ A duração do estágio.  IV – Projeto Intensivo no Ciclo – 4ª série – PIC – 4ª série.  II – Ler e Escrever na 2ª série do Ciclo I.

  d)    a  realização  de  experiências  científicas. de pesquisa e de trabalho para professores. encontros  de caráter técnico ‐  científico.  experimentação  e  avaliação  de  processos  e  produtos  educacionais  que proporcionem um trabalho mais participativo e motivante entre professores e alunos.  e)  a concessão de bolsas de estudo.  (Res.  c)   a  realização de exposições. especialistas em educação e pessoal administrativo do  sistema de ensino. seminários. vídeos. arts. destinados a professores.  com  aplicação  prática.  para manutenção dos mesmos nas escolas públicas.  não  sendo  estendido em casos de afastamento a qualquer título.  Parágrafo único – O pagamento referente à carga horária complementar a que se  refere  o  caput  deste  artigo  é  devido  ao  regente  em  exercício  da  respectiva  classe.  e)  a criação de novas tecnologias de informação para estimular o aprendizado dos  alunos. nas redes públicas do Estado e dos Municípios. alunos.  c)  a elaboração de novas tecnologias de ensino que permitam ao aluno da escola  pública  conhecer  e  interagir  com  diferentes  linguagens.  especialistas em educação e pessoal administrativo do sistema de ensino.  metodologias. regentes de classe de 1ª a 4ª série do Ciclo I do Ensino  Fundamental.  g)  a construção e manutenção de prédios escolares. como instrumentos de apoio ao trabalho do professor em  sala de aula.    Artigo 340 ‐ São objetivos do Programa:  I  ‐  incentivar  projetos  que  contribuam  para  inovações  e  melhorias  do  ensino  básico.  II ‐ incentivar a produção didático‐pedagógica mediante:  a)  a produção de livros. mediante:  a)    a  criação. cursos.  h)  o apoio financeiro a atividades de saúde e alimentação escolar. SE nº 86/07.  para  o  ensino  dos diferentes componentes curriculares.  b)    a  edição  de  obras  de  caráter  técnico  e  científico  para  aperfeiçoamento  dos  docentes das redes públicas estadual e municipal. farão jus à atribuição de mais 4 (quatro) horas semanais. envolvidos no Programa.  f)  a concessão de bolsas de estudo para alunos filhos de famílias de baixa renda.  d)    premiações  e  bolsas  de  incentivo  para  profissionais  que  contribuam  para  inovações no ensino básico.Artigo 338 ‐ Os docentes. programas de informática e outras formas  de processos e produtos educacionais. 2º e 3º)    Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos    Artigo  339  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  criar  o  Programa  Estadual  de  Incentivo à Educação Básica.  destinadas ao trabalho de planejamento e capacitação para os projetos. 1º.  meios  e  fontes  de  informação.  124 . filmes. vinculado à Secretaria da Educação.  b)  a criação  e a difusão de novas tecnologias que possibilitem a capacitação e a  atualização de todos os profissionais da educação. bem como o fornecimento de  mobiliário e equipamentos para as salas de aula.

 até o dia 30 de abril de cada ano.              Artigo  344  ‐  Os  projetos  de  pesquisa  deverão  ser  inscritos  junto  ao  Conselho  de  Escola.  6 ‐ recursos de outras fontes. 1º e 2º)    Subseção II  Dos Recursos    Artigo  341  ‐  O  Programa  contará  com  recursos  provenientes  de  contribuições  financeiras do setor privado.f)    o  desenvolvimento  de  sistemas  informatizados  para  o  funcionamento  das  escolas nos seus diferentes aspectos administrativos e pedagógicos. 1º. arts.  Parágrao único – O Conselho de Escola terá o prazo de 1 (um) mês para apreciá‐ los.  bem  como  aprovados  pelo  Conselho de Escola.  III  ‐  incentivar  projetos  culturais.352/99.522/00. art.  no  mínimo.  2 ‐ doações. 3º)    Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente  Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa    Artigo 342 – O Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discentes  sobre  Temas  Incorporados  ao  Projeto  Pedagógico  das  Unidades  Escolares  de  Ensino  Médio  será  realizado pela Secretaria da Educação. efetuadas por pessoa física ou jurídica.  (Lei nº 10.  4  (quatro)  e. 2º e 3º)            125 . pelos Conselhos de Escolas  e pelas Secretarias. arts. Diretorias ou Departamentos Municipais de Educação.  4  ‐  subvenções  e  auxílios  de  entidades  de  qualquer  natureza  ou  de  organismos  internacionais.  (Lei nº 10.  Parágrafo único ‐ O Programa poderá contar ainda com recursos provenientes de:  1 ‐ dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado.  IV ‐ dar apoio financeiro a outras atividades educacionais consideradas relevantes  pela Secretaria da Educação.  esportivos  e  de  caráter  recreativo  que  contribuam para o desenvolvimento sócio ‐ cultural dos alunos.  5 ‐ devolução de recursos de projetos não iniciados ou interrompidos com ou sem  justa causa.  7  (sete)  alunos. pelos Conselhos Municipais de Educação.    Artigo 343 – Os projetos de pesquisa deverão ser elaborados e desenvolvidos por  grupos  de.352/99.  no  máximo.  (Lei nº 10.  3 ‐ legados.

  j) cortiços. arts.Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa    Artigo 345 ‐ O prazo para o desenvolvimento da pesquisa será de. com relação a:  a) abastecimento de água. e  h) equipamentos de lazer e cultura.  b) unidades escolares. no máximo.  tais como alunos. o número de policiais e o índice de desempregados. servidores. após a aprovação do projeto.  VI  –  as  igrejas.  III – a relação entre os equipamentos públicos existentes no bairro e a quantidade  de moradores. tais como:  I – a história do bairro. 4º.   (Lei nº 10.522/00. professores.  g) praças.  f) poluição.  VII – densidade demográfica e classificação por faixa etária.  d) delegacias de polícia.  IV – a realidade do bairro. e deverão se utilizar de temas de interesse direto do cotidiano dos alunos  e da comunidade onde a unidade escolar estiver localizada.  c) linhas de ônibus.  II  –  a  classificação  sócio‐econômica  da  comunidade  que  vive  no  entorno  da  unidade escolar. 6  (seis) meses.  d) iluminação pública.    Artigo 346 ‐ O desenvolvimento da pesquisa e o resultado do trabalho deverão ter  caráter interdisciplinar.  as  religiões  e  movimentos  sociais  existentes  na  comunidade  de  entorno da escola.  g) enchentes.  e) serviços públicos. caput e incisos do art.  k) arquitetura.  e) cartórios.  c) coleta de lixo.  h) pavimentação. 6º)  126 .  VIII – propostas para melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro e para  transformação da realidade no entorno da escola.  b) coleta de esgotos. direção.  l) congestionamento de trânsito.  IX – a realidade da unidade escolar:  a) a participação e a relação entre os diversos integrantes da comunidade escolar.  i) favelas. tais como:  a) unidade de saúde.  V – a violência.  m) vigilância sanitária.  f) parques.  b)  a  classificação  sócio‐econômica  e  cultural  dos  diversos  integrantes  da  comunidade escolar.

 par.  como  prevê  o  inciso  II. 7º e 8º)    Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos    Artigo  349  ‐  A  Secretaria  da  Educação  promoverá.  para  solucionarem  eventuais  problemas  detectados nos bairros.    Artigo  350  –  Os  resultados  dos  trabalhos  serão  encaminhados  por  meio  do  Conselho  de  Escola  às  autoridades  competentes. destinam‐se às  crianças de faixa etária de 9 a 11 anos. de caráter permanente. de 30 de dezembro de 1997.    Artigo 348 ‐ O trabalho realizado pelo professor orientador será computado para  efeito  de  evolução.  anualmente. durante os meses de janeiro e julho respectivamente.  mostras  públicas  dos trabalhos produzidos. no máximo. art. 5º. 9º e 10)    Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento    Artigo  351  –  Os  Programas  Caravanas  do  Conhecimento  ‐  Interior  na  Praia  e  Caravanas do Conhecimento ‐ Redescobrindo o Interior.  § 3º ‐ O professor orientador poderá utilizar parte de suas horas‐atividade para o  desenvolvimento do trabalho de orientação.  desenvolvidos pelo Governo do Estado em conjunto com as Prefeituras Municipais.  Parágrafo único ‐ São finalidades dos programas referidos no caput deste artigo:  1 ‐ despertar nas crianças espírito crítico e científico que enseje ampliação do seu  universo cultural. serão realizados.  (Lei nº 10.  §  2º  ‐  Caberá  ao  professor  orientador  articular‐se  com  os  professores  das  disciplinas afins para o desenvolvimento dos trabalhos do projeto de pesquisa. das escolas da rede estadual de ensino.  (Lei nº 10.  no  mínimo. 2 (dois)  projetos de pesquisa.  § 1º ‐  O professor orientador poderá responsabilizar‐se por.  2 ‐ conscientizar os alunos participantes sobre o papel fundamental do homem na  sociedade e sua responsabilidade na preservação do meio ambiente.  Subseção III  Do Professor Orientador    Artigo  347  ‐  Cada  projeto  de  pesquisa  será  acompanhado  por.522/00. proporcionando‐se a troca de experiências entre as unidades escolares. indicado pelo grupo de alunos que o desenvolverá e será referendado pelo  Conselho de Escola. arts.  127 .  proporcionando‐se  a  troca  de  experiências  com  a  comunidade  do  bairro  onde estiverem localizadas. 6º.     Artigo  352  ‐  Os  Programas  "Interior  na  Praia"  e  "Redescobrindo  o  Interior".  do  artigo  19  da  Lei  Complementar nº 836. arts.522/00.  um  professor orientador. único do art.  anualmente.  Parágrafo  único  –  As  unidades  escolares  promoverão  mostras  públicas  dos  trabalhos  produzidos.  por  via  não  acadêmica.

  da  Segurança  Pública. erguido na Praça do Patriarca.  do  Esporte.   (Decreto nº 29.   II ‐ o provimento das necessidades para republicação das obras de José Bonifácio  de Andrada e Silva pela Imprensa Oficial do Estado S. 1º A acrescentado pelo Decreto nº 50. data de nascimento  de José Bonifácio de Andrada e Silva. ‐ IMESP.   IV ‐ a abertura e a realização.   128 . ainda.269/05.   III ‐ a promoção durante os festejos da Semana da Pátria.  com  a  co‐participação  das  Secretarias  da  Cultura.781/89 art.  arts. de concurso objetivando  a  imortalização  da  figura  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva  em  escultura  a  ser  instalada  em  espaço da Fundação Memorial da América Latina.3  ‐  promover  a  aproximação  da  comunidade  infantil  à  administração  pública. compreenderá:   I ‐ a celebração do início dos festejos anuais da Semana da Pátria no "Panteão dos  Andradas".    Artigo  353  ‐  Os  programas  serão  coordenados  e  realizados  pelas  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Educação.  a  prestarem  colaboração  aos  órgãos  promotores  dos  programas  de  que trata o artigo 351.    Artigo  354  ‐  Ficam  autorizados  os  demais  órgãos  e  entidades  da  administração  Direta  e  Indireta  do  Estado. do Gabinete do Governador. art.   II ‐ a transferência simbólica no dia 13 de junho de cada ano. da sede do Governo do Estado de São Paulo para a cidade de  Santos. 1º.  e  dos  Transportes. na busca da preservação da memória de José Bonifácio de Andrada e Silva. sempre que solicitados.  da  Saúde. o "Programa Memória de José Bonifácio de Andrada  e Silva":   I  ‐  o incentivo  às  universidades  e demais escolas  paulistas  para  desenvolvimento  de  pesquisa  histórica  e  consecução  de  atividades  cívicas.  de  Saneamento  e  Energia. e  4 ‐ propiciar o lazer conjugado à educação informal e alternativa.A.  Lazer  e  Turismo. o "Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva". Patriarca da Independência do  Brasil  Subseção I  Da Instituição e Abrangência    Artigo 355 – Junto ao Gabinete do Secretário da Cultura. na cidade de Santos.  incentivando o intercâmbio e a integração entre elas.  colóquios.   Parágrafo  único  ‐  A  concretização  das  ações  cívicas  previstas  neste  artigo  cabe  à  Casa Militar. no centro histórico da cidade de São  Paulo. consubstanciado em ações cívicas.  encontros e seminários que tenham por objetivo a pesquisa e o debate da relevância da memória  de José Bonifácio de Andrada e Silva na história nacional. 2º e 3º)    Seção V  Do “Programa Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva”.     Artigo 356 ‐ Integram.  a  exemplo  de  encontros. de cerimônia cívica junto  ao monumento do Patriarca.   III  ‐  o  estabelecimento  e  a  implementação  de  atividades  cívicas.  seminários  e  colóquios. pela Secretaria da Cultura.

 dar‐se‐á pela realização de  atividades  específicas. e outros similares.    Artigo  361  ‐  O  programa  de  que  trata  esta  seção  tem  por  objetivo  promover  a  educação ambiental da comunidade das escolas públicas estaduais. e na conformidade ao contido nesta seção.  de  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.856/01. 2º e 3º)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo    Artigo 360 – O Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas públicas do Estado  de São Paulo será administrado pela Secretaria da Educação.    Artigo  358  ‐  As  atividades  deverão  ser  programadas  de  forma  a  abranger. arts. para cumprir tais deveres:  I  –  poderá  fazer  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  em  sala  de  aula.    Artigo 359 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas orientar as  autoridades regionais de ensino na organização das atividades específicas.  dia  13/06.499/06. para garantir um  destino final. seminários e trabalhos escolares relativos ao tema.   II – deverá fazer parcerias com os Poderes Públicos Municipais.  encenação  de  peças teatrais.  (Lei nº 10. com duração de uma semana.  e  a  introduzir.  3  ‐  a  produção. 1º e 2º)    Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação    Artigo 357 – A participação da rede estadual de ensino no Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva.  o  debate  sobre  o  significado  das  datas  comemorativas  e  a  compreensão do papel da memória histórica e dos vínculos de cada geração na vida de um povo.  no  calendário escolar.  a  serem  inseridas  pelas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio.  2  ‐  a  realização  de  produções escolares  individuais  ou  coletivas  virtuais.  preferencialmente. SE nº 28/06.V  ‐  a  inserção  no  calendário  escolar.  interpretação  ou  divulgação  de  relatos  históricos. 1º.  artístico‐culturais e outras. ao lixo coletado nas escolas públicas estaduais.   (Decreto nº 50. arts 1º.  gráficas.  incluindo  associações de pais e mestres e grêmios estudantis. arts.  a  data  do  nascimento  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. 2º e 3º)    129 .    Artigo  362  ‐  Na  administração  do  programa  em  todas  as  escolas  públicas  estaduais. às Diretorias de Ensino  subsidiar as respectivas unidades escolares na elaboração de seus projetos e às Coordenadorias de  Ensino acompanhar a execução das ações.  (Res. Patriarca da Independência do Brasil. a Secretaria da Educação.  Parágrafo  único  ‐  O  planejamento  das  atividades  específicas  deverá  privilegiar  a  pesquisa e a prática investigativa e compreenderá:  1 ‐ a organização de debates. ambientalmente adequado.  pelas  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado.  preferencialmente abrangendo o dia 13 de junho.

    Artigo 364 ‐ O Programa.  com  anuência  da  prefeitura  local  em  relação  à  escolha  da  mesma. os mesmos estudantes.  certificado  de  mérito  sobre  a  importância  da  sua  atitude  na  preservação  do  ambiente.  quando  em  solenidade  será  delimitada  a  área  do  então  formado  bosque  e  identificado  como  realizado por aquela turma pertencente a determinada instituição de ensino. transferirão  as  árvores. já cursando a 4ª série. 1º.  por  meio  de  suas  Diretorias  de  Ensino  e  mediante  convênio.  II ‐ na segunda etapa.  previamente  desenvolvidas  ao  longo  dos  anos  anteriores. mediante requisição escrita  dos estabelecimentos de ensino. as sementes necessárias à viabilização do programa. cadastro de todos os alunos que participaram do programa.  privilegiará. por meio dos estabele‐cimentos de  ensino.  (Lei nº 9.476/96. arts.    Artigo 369 ‐ O Programa tem os seguintes objetivos gerais:  I  ‐  possibilitar  que  as  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  ensino  constituam‐se  em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros docentes. bem como  os "kits" dispostos no inciso I do artigo 364.Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores    Artigo  363  –  O  Programa  Permanente  de  Plantio  de  Árvores  destina‐se  aos  estudantes  do  ensino  fundamental  da  rede  pública  de  educação  pertencente  ao  Estado  de  São  Paulo.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  de  ensino  entregarão. os alunos das segundas séries  plantarão as sementes das futuras  árvores em "kits" de isopor apropriados a esta finalidade.  sob  supervisão de professores universitários. disposto no artigo anterior. tanto quanto possível. 2º.    Artigo  365  ‐  A  Secretaria  da  Educação. 3º.  Parágrafo  único  ‐  A  escolha  do  tipo  de  árvore  ficará  a  critério  da  Secretaria  disposta  no  caput  que.    Artigo 367 ‐ A Secretaria da Educação manterá. será executado pelos alunos  das 2ªs e 4ªs séries do ensino fundamental em duas etapas:  I  ‐  na  primeira. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade”  Subseção I  Da Instituição.    Artigo 366 ‐ A Secretaria do Meio Ambiente fornecerá.   130 . a entrega de sementes de plantas nativas do Brasil. atuarão nas classes e no horário de aula da rede estadual  de ensino ou em projetos de recuperação e apoio à aprendizagem.  envidará  esforços  para  que  as  prefeituras  dos  municípios  envolvidos  no  programa delimitem áreas com a finalidade de implantar nas mesmas os futuros bosques. da Destinação e dos Objetivos    Artigo  368  –  O  Programa  “Bolsa  Formação  ‐  Escola  Pública  e  Universidade”  ‐  destina‐se  a  alunos  dos  cursos  de  graduação  de  instituições  de  ensino  superior  que.  para  o  local  do  plantio.  aos  estudantes  participantes. frutíferas e  adaptadas ou comuns no município onde crescerão.

  mantido  nas  escolas  da  rede  pública  estadual  da  Capital  e  Grande  São  Paulo  ‐  131 . 4º e 5º)    Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização  Subseção I  Da Instituição.   Parágrafo único ‐ Poderão apresentar planos de trabalho as instituições de ensino  superior que mantenham cursos de graduação voltados para a formação de docentes.  desenvolvam  ações  que  contribuam  para a melhoria da qualidade de ensino.     Artigo 371 ‐ Incumbe à Secretaria da Educação:  I ‐ estabelecer diretrizes para a execução do Programa de acordo com os projetos  prioritários em desenvolvimento na rede estadual de ensino.  III ‐ permitir que os educadores da rede pública estadual.  IV  ‐  planejar.  (Decreto nº 51. art.  acompanhar  e  avaliar  os  projetos  desenvolvidos.  observada  a  minuta‐padrão de termo de convênio.  por professores universitários.  diretamente  ou  por  intermédio  da  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE.  (Decreto nº 51.  que  integrarão  o  Programa.II  ‐  propiciar  a  integração  entre  os  saberes  desenvolvidos  nas  instituições  de  ensino superior e o perfil profissional necessário ao atendimento qualificado dos alunos da rede  estadual de ensino. arts.  V  ‐  repassar  os  recursos  necessários  ao  atendimento  das  despesas  com  a  concessão de bolsas‐auxílio aos alunos referidos no artigo 368 e com a supervisão didática destes.  de  acordo  com  a  unidade  de  remuneração  empregada.  II ‐ coordenar as ações do Programa.   Parágrafo  único  ‐  O  valor  a  ser  transferido  à  instituição  de  ensino  superior  será  definido  pela  Secretaria  da  Educação.  observada  a  minuta‐padrão  de  termo  de  convênio.  consistente em número de salas de aula e/ou de alunos atendidos.  mediante a celebração de convênios com instituições de ensino superior que atuem na formação  de  docentes  para  o  ensino  fundamental  e  médio. das Competências e dos Convênios    Artigo  370  ‐  O  Programa  será  desenvolvido  pela  Secretaria  da  Educação.  III ‐ estabelecer procedimentos para viabilizar a efetiva implantação e potencializar  o Programa junto às unidades escolares da rede pública de ensino. a partir dos convênios firmados.    Artigo  372  –  A  Secretaria  da  Educação    celebrará  convênios  com  Municípios  situados  no  Estado  de  São  Paulo  que  manifestem  interesse  de  aderir  ao  Programa. 1º e 2º)    Subseção II  Do Desenvolvimento. nos termos  de normas complementares a serem editadas pela Secretaria da Educação. Expansão e Objetivos    Artigo 373 ‐ O Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ‐ Bolsa  Alfabetização. 3º.627/07.627/07. em colaboração com os  alunos/pesquisadores  das  instituições  de  ensino  superior.s.

 a partir  de 2009.  §  3º  ‐  As  IES  deverão  apresentar  Plano  de  Trabalho.  (Res.  2.  132 .  §  4º  ‐  A  Equipe  de  Gestão  Institucional  do  Bolsa  Alfabetização. 1º)    Subseção II  Dos Convênios    Artigo 374 ‐ A Secretaria da Educação firmará convênio com Instituições de Ensino  Superior  ou  com  entidades  a  elas  vinculadas. desde que os alunos estejam cursando a partir do 2º semestre.  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir a aprendizagem da leitura e escrita a todos os alunos. as IES deverão apresentar a seguinte documentação:  1.  II  ‐  apoiar  os  professores  de  1º  ano  do  ciclo  I.  III  ‐  promover  debates. será expandido para as unidades escolares do Interior do Estado ‐ CEI.  4.  que  sejam  incumbidas  regimental  ou  estatutariamente das atividades do ensino. portarias de autorização ou reconhecimento do MEC ou do Conselho Estadual  de Educação dos cursos disponibilizados para o Projeto.  troca  de  experiências.  devidamente aprovado pela Equipe de Gestão Institucional. certidão negativa de débito no INSS.  3. inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ‐ CNPJ. com habilitação para magistério de 1ª a 4ª série ou Letras  com habilitação para o magistério. que possuam cursos presenciais devidamente autorizados e/ou  reconhecidos nas áreas de Pedagogia. SE nº 90/08.  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos do 1º ano ‐ ciclo I do Ensino Fundamental.  (Res.  objetivando:  I ‐ possibilitar o desenvolvimento de experiências e conhecimentos necessários aos  futuros  profissionais  de  Educação. 2º)    Subseção III  Das Atribuições e Competências    Artigo  375  ‐  Caberá  à  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  § 1º ‐ Poderão inscrever‐se para o Projeto. avaliação entre os parceiros do projeto.COGSP.  § 2º ‐ No ato de inscrição. será responsável.  por  intermédio  da  Fundação para o Desenvolvimento da Educação ‐ FDE:  I ‐ repassar os valores estipulados para custeio das despesas oriundas da execução  do convênio.  exclusiva para operações financeiras do Projeto. para a  proposição e  execução  do  Plano de Trabalho.  5. por analisar e aprovar os  Planos de Trabalho apresentados pelas Instituições de Ensino Superior. cópia autenticada do Contrato Social e última alteração ou Estatuto e a última  ata e constituição da diretoria vigente.  instituída  pela  Resolução SE nº 91 de 2008.  seminários  para  divulgação  de  resultados. art. art. SE nº 90/08.  nos  moldes  definidos  no  Anexo II. dentre outras atribuições. nos termos estipulados no instrumento respectivo. certidão de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.  §  5º  ‐  As  IES  habilitadas  deverão  abrir  conta  bancária  no  Banco  Nossa  Caixa.  II  ‐  orientar. as Instituições de Ensino Superior ‐ IES  sediadas no Estado de São Paulo.  acompanhar  e  avaliar  o  desenvolvimento  do  programa  em  conformidade com o Plano de Trabalho aprovado.

  X. para acompanhamento da execução do Plano  de Trabalho e orientação dos alunos em suas pesquisas.  IV ‐ cumprir outras atribuições previstas no Regulamento do Projeto e no Anexo I. sempre que solicitados.  (Res.  III  ‐  garantir  a  participação  do  orientador e  do  interlocutor  em  reuniões  mensais  ou. respeitadas as diretrizes e normas pedagógicas da Secretaria da Educação.  na  unidade  escolar  onde  atua.  III  ‐  escolher. sempre com o professor regente. assegurar a freqüência dos alunos pesquisadores.  II  ‐  planejar  e  executar.  VIII. substituir os alunos que não cumprirem o Regulamento do Projeto.  juntamente  com  as  IES.  em  conjunto  com  o  professor  orientador.  para  esclarecimentos  e  encaminhamentos  operacionais.  atividades  didáticas destinadas aos alunos.    Artigo 376  ‐ Caberá às Instituições de Ensino Superior:  I ‐ indicar professores orientadores.   II  ‐  indicar  um  interlocutor  administrativo. realizado na  unidade escolar.   §  1º  ‐  O  aluno  pesquisador  deverá  realizar  atividades. junto com o professor regente.  conforme  critérios  estabelecidos  no  Regulamento do Projeto. SE nº 90/08.  2 ‐ 2 (duas) horas em Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo ‐ HTPC. sendo  4 (quatro) horas diárias. SE nº 90/08. em 20 (vinte) horas semanais. conforme Regulamento do Projeto.  sob  a  supervisão  de  seu  professor  orientador:  I  ‐  auxiliar  o  professor  regente  na  elaboração  de  diagnósticos  pedagógicos  de  alunos.  conteúdos  significativos  produzidos  pela  parceria.  executar  o  objeto  do  convênio  de  acordo  com  o  Plano  de  Trabalho  anual  aprovado.  junto  aos  alunos  pesquisadores. junto à equipe de gestão institucional.  responsável  por  representar  a  Instituição  perante  a  Secretaria  da  Educação.  (Res.  atender  a  todas  as  disposições  do  Regulamento  do  Projeto. como segue:  1 ‐ 18 (dezoito) horas em classe de 1º ano do ciclo I do Ensino Fundamental.  apoiar  e  acompanhar  a  qualidade  do  trabalho  desenvolvido  pelo  professor  orientador.  IX.  dando  efetivo  cumprimento ao Plano de Trabalho.  subsidiando‐o  no  desenvolvimento  do  Plano  de  Trabalho. o aluno deverá cumprir as 20  (vinte) horas na classe de 1º ano.  em  comum  acordo  com  o  professor  regente. assim como  a orientação da FDE. quando solicitado. individualmente  ou em grupo. participar de reuniões junto à Secretaria da Educação. art.  V.  o  tema  para  o  desenvolvimento da pesquisa de acordo com o Anexo I.  VI. arts.  VII. de 2ª a 6ª feira.  IV  ‐  selecionar  os  alunos  inscritos.IV  ‐  divulgar. 5º)    133 . 3º e 4º)    Subseção IV  Das Atribuições do Aluno    Artigo  377  ‐  Caberá  ao  aluno  pesquisador. observando o Anexo I desta seção.  § 2º ‐ Na impossibilidade da participação em HTPC.

  juntamente  com  a  FDE. Na recente pesquisa  “Formação inicial de professores para o Ensino Fundamental:  Instituições Formadoras e seus Currículos”. e revisado anualmente.)  comparecem  apenas  esporadicamente  nos  cursos  de  formação.. eles são abordados de forma genérica ou superficial no interior das  134 . enfocando as iniciativas  empreendidas no 1º ciclo do Ensino Fundamental ‐ etapa decisiva na vida dos alunos.. 7º e 8º)    ANEXO I  Projeto Pedagógico do Projeto Bolsa Alfabetização    O Programa Ler e Escrever nasceu com o compromisso de fazer frente aos baixos  índices de alfabetização no estado de São Paulo.  produziu  um conjunto de materiais de apoio para o aluno e para o professor do 1º a 5º ano e desenvolve  um  programa de formação continuada que  visa  acompanhar o  trabalho  pedagógico das  escolas.  O Programa Bolsa Alfabetização apóia os professores da rede que atuam nas salas  de ciclo I e.  II  ‐  localização  geográfica  das  unidades  das  IES.  na  grande  maioria dos cursos analisados.  O Projeto Bolsa Alfabetização nasceu do mesmo compromisso e tem a missão de  cumprir determinados objetivos estratégicos do Programa Ler e Escrever.  por meio do coordenador pedagógico. respeitando o calendário escolar da rede pública estadual de ensino.  ‐  Os  conteúdos  das  disciplinas  a  serem  ensinadas  na  educação  básica  (Alfabetização.  a  Secretaria  de  Educação. ao mesmo tempo.  de  modo  a  favorecer  o  atendimento do número de classes das Diretorias de Ensino. 6º.    Artigo 380 ‐ O plano de trabalho deverá ser desenvolvido ao longo do ano letivo.  ficando  70%  para  outro  tipo  de  matérias  oferecidas  nas  instituições  formadoras. nas disciplinas de  formação  profissional.  predominam  os  referenciais  teóricos. os  pesquisadores concluem que:  ‐ A proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional  específica  é  de  30%. arts. A meta é alfabetizar 100% das crianças da rede  estadual  até  2010.  psicológica ou outros.  (Res.Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho    Artigo  378  ‐  As  vagas  em  classes/turmas  da  1º  ano  do  ciclo  I  do  Ensino  Fundamental das escolas da CEI e da COGSP serão distribuídas entre as IES selecionadas de acordo  com os critérios:  I ‐ adequação do Plano de Trabalho em relação às diretrizes propostas pelo Bolsa  Alfabetização.  Como  estratégia.  Cabe a ressalva já feita na análise das ementas segundo a qual. do gestor escolar e da equipe de formadores de todas as  diretorias do Estado.  de  acordo com os requisitos estabelecidos no Regulamento do Projeto.  III  ‐  quantidade  de  alunos  aptos  a  participar  do  Projeto  Bolsa  Alfabetização.  obedecido o calendário escolar. com associação em poucos casos às práticas educacionais. feita pela Fundação Carlos Chagas.     Artigo  379  ‐  Caberá  à  Equipe  de  Gestão  Institucional  definir  o  período  de  encaminhamento dos alunos. incide na formação do aluno. incluindo o mês de julho. futuro professor. SE nº 90/08.  seja  de  natureza  sociológica.

  Também  é  conveniente que o problema seja rico e aberto. Inhelder. de modo autônomo. Isso significa afirmar que para que  haja  aprendizagens  nesse  campo.  ele  aprende  nas  mais  diferentes  situações  nas  quais  é  chamado  a  resolver  problemas  significativos  que  lhe  demandem  elaborar  idéias  e  hipóteses próprias.  mas  tais  conhecimentos  não  surgem  espontaneamente:  entende‐se  que  a  escola  e  o  professor. são os responsáveis por inserir os alunos no universo da cultura escrita. Para que  tal  projeto  seja  implantado  por  todo  o  Estado.  é  necessário  o  esforço  conjunto  das  Diretorias  Regionais de Ensino e das IES. uma situação problemática tem de permitir que os alunos ponham em prática  os esquemas de assimilação que já construíram e interpretam.  tanto  quanto  são  determinantes  das  características do texto a ser produzido.  O Bolsa Alfabetização está estruturado de modo a levar às instituições formadoras  problemas  relacionados  à  didática  de  alfabetização. que atuam como instituições parceiras e executoras do programa  localmente. é necessário que seja apresentado um  Plano  de  Trabalho  (Anexo  II)  que  explicite  a  metodologia  empregada  na  formação  e  no  acompanhamento  dos  alunos.  O  acesso  às  práticas  leitoras  e  escritoras  são  condições  para  quaisquer  possibilidades de construção de conhecimentos sobre a língua.  Isso  ocorre  porque  tais  métodos  não  consideram o modo próprio como os alunos pensam e se esforçam para construir conhecimentos  sobre  a  escrita.  135 .  metas  e  programação anual.  compreende‐se que o problema a ser resolvido “deve ter sentido no campo de conhecimento dos  alunos. que coloque os alunos diante da necessidade de  tomar  decisões  que  lhes  permitam  escolher  procedimentos  ou  caminhos  diferentes  (Douady. como etapas rumo à compreensão da escrita alfabética. nos diferentes gêneros. Para o desenvolvimento do programa na IES. Estar alfabetizado significa  saber mais do que decodificar textos simples. por meio da leitura e da escrita.  sugerindo  frágil  associação  com  as  práticas  docentes 1. Tal como Delia Lerner. compreende‐se a Língua Portuguesa como conhecimento que se  organiza. compartilhando  suas  diferentes  práticas. porém não deve ser resolúvel só a partir dos conhecimentos que as crianças já possuem.  em  especial.  Os  propósitos  são  determinantes  do  modo  de  se  ler.  Parte‐se de uma concepção de aprendizagem construtivista que considera o aluno  como  sujeito  de  sua  própria  aprendizagem.  objetivos. sabendo usar.  Não  levam  os  alunos  para  além  da  simples  decodificação  de  palavras  isoladas  e  frases  simples. a partir dos mesmos.  sobre  os  usos  e  funções  da  língua  e  sobre  as  especificidades da linguagem que se escreve. Marco conceitual  Nesse programa.  não  cumprem  o  propósito  de  apresentar  a  língua  na  sua  real  complexidade como objeto social de conhecimento. porém estes  conhecimentos  prévios  não  devem  ser  suficientes  para  resolvê‐la:  a  situação  deve  exigir  a  construção  de  novos  conhecimentos  ou  de  novas  relações  entre  os  já  elaborados. os recursos da  sua própria língua.  questões  vivas  e  candentes  da  prática  educativa em sala de aula.  portanto.  1986.disciplinas  de  metodologias  e  práticas  de  ensino. Sabe‐se hoje que os alunos pensam sobre a  escrita  e  desenvolvem  complexas  hipóteses  para  explicar  as  regularidades  do  sistema.  compartilhando  os  marcos  conceituais. as intenções de quem escreve.  Para o sucesso dessa alfabetização.  se  reproduz  e  se  recria  nas  diferentes  práticas  sociais  de  leitura  e  de  escrita. 1992) 2”. é necessário manter uma rotina de leitura e de  escrita na escola e desenvolver projetos e seqüências didáticas que permitam aos alunos refletir  sobre  o  funcionamento  do  sistema  de  escrita. para torná‐los conteúdos da formação inicial dos professores.  Nota‐se que o uso de cartilhas e de métodos prontos não se mostraram eficientes  para  a  conquista  dos  níveis  mais  avançados  de  avaliação.  é  preciso  que  o  aluno  vivencie  práticas  de  leitura  e  escrita  significativas ao longo do 1º ciclo.  Em outras palavras.  pois.

 compreender que o fracasso da aprendizagem não se justifica pelo erro ou falta  do aluno. por meio da garantia  de algumas condições e orientações didáticas importantes no processo de alfabetização no ciclo I. o trabalho do professor deve apoiar o aluno na sistematização de  conhecimentos didáticos específicos.  Objetivos específicos  1.  conteúdos  e  metodologias  que  envolvem  a  formação  inicial  de  professores alfabetizadores.  Poderão  participar  do  cotidiano da escola.  Conteúdos específicos:  136 .  2.  espera‐se  aproximar  os  alunos‐pesquisadores  dos  professores  titulares  das  escolas  públicas. ao longo do ano.  apoiar  e  subsidiar  os  professores‐titulares  na  sistematização  de  conteúdos  de  Língua Portuguesa. São também  sujeitos da própria aprendizagem e constroem conhecimentos sobre o que é ser professor. conforme plano de trabalho da IES.  leitura  feita  pelo  professor.  3.  Tais  conteúdos  devem  ser  sistematicamente acompanhados.  produção  oral  com  destino  escrito.O  marco  conceitual  das  concepções  de  ensino  e  de  aprendizagem  também  deve  embasar  as  estratégias  de  trabalho  na  formação  de  professores:  entende‐se  que  os  alunos‐ pesquisadores  também  são  sujeitos  de  suas  aprendizagens  profissionais  e  que  isso  se  faz  no  enfrentamento de situações homólogas àquelas vivenciadas pelos professores titulares.  enfrentando  assim  os  reais  dilemas  da  alfabetização  no  1º  ano.  Objetivos gerais  * possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos e experiências necessários aos  futuros  profissionais  de  educação  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos da 1ª série do Ciclo I. na medida em que também vão  atuar junto aos alunos.  tomando  para  si  os  princípios  da  metodologia  qualitativa participativa como a mais adequada aos propósitos de apoiar as salas de aula do ciclo I  e seus professores titulares. mas.  Por  meio  de  uma  metodologia  qualitativa  participativa.  *  apoiar  os  professores  da  1ª  série  do  Ciclo  I  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir aprendizagem da leitura e da escrita a todos os alunos ao final do ano letivo.  Os  alunos‐pesquisadores  são  entendidos  como  sujeitos  históricos  que  carregam  visões de mundo próprias. não só nas escolas  em que atuam. o que e  como se ensina.  atitudes. nos diferentes contextos e nas interações de que participam.  * estratégias de apoio ao trabalho de alfabetização na escola.  fortalecendo  as  relações entre ensino e  aprendizagem.  construir  conhecimentos  sobre  a  prática  docente  em  relação  ao  processo  de  aprendizagem dos alunos.  cópia  e  ditado  (ressignificação  da  cópia).  A pesquisa qualitativa permitirá aos  alunos‐pesquisadores conhecer  como as práticas pedagógicas podem ser mediadas por conhecimentos sobre a didática da língua. sempre respeitando o papel distinto do professor regente da sala. opiniões. principalmente.  Nesse contexto. centrados nas diferentes situações em foco na pesquisa:  rotina  de  leitura  e  de  escrita. hábitos e crenças sobre alfabetização e as tantas ações do dia a‐dia de uma sala  de  aula. na comunidade de sua IES. mantendo‐se numa relação mais horizontal.  envolvendo‐os  com  os  problemas próprios da transposição didática.  Conteúdos gerais  *  objetivos.  As singularidades do sujeito pesquisador e as necessidades práticas do programa  definem  o  escopo  teórico‐prático  do  projeto. da gestão de sala de aula e das relações de ensino e  aprendizagem na alfabetização inicial. mediados em maior ou menor grau pela cultura escolar.  em funcionamento em contextos reais de sala de aula. mas também pelas inadequadas ou insuficientes condições de ensino.  A  imersão  na  escola  permitirá  aos  alunos  lidar  com  a  interpretação  de  gestos.

  intervenções  pedagógicas com os alunos que não avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.     Ações  Espera‐se que os alunos pesquisadores obtenham orientação adequada de sua IES. leitura feita pelo professor.  c) aspectos da gramática.  desenvolvendo  plano  de  ação  com  os  alunos  mais  avançados.  d) planejamento de estratégias de apoio ao aluno. conhecimentos didáticos:  a) conceito de ambiente alfabetizador. Rotina de leitura e de escrita.  b) usos e funções da Língua Portuguesa segundo as práticas de leitura.  segundo plano de execução aprovado pela Secretaria da Educação e FDE.  c) planejamento de estratégias de apoio ao professor regente.  2.  4. conhecimentos lingüísticos:  a) conceito de gênero do discurso e seu papel na definição dos objetos de estudo  da leitura e da escrita.  b)  a  construção  da  escrita  pelas  crianças. Leitura feita pelo professor.1.  f)  condições  e  orientações  didáticas  para  a  organização  e  manutenção  de  uma  rotina de leitura e de escrita.  colaborar  com  a  gestão  da  sala.  em  conjunto  com  o  professor  regente. os últimos dados e os desafios  que se apresentam.  sistematizar  as  condições  e  as  orientações  didáticas  de  algumas  das  situações  didáticas nucleares no ciclo I:  a.  b.  137 . ortografia.  e)  conhecimentos  sobre  as  intervenções  pedagógicas  com  os  alunos  que  não  avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  d) conhecimentos sobre a linguagem que se escreve.  b) concepção de avaliação.  2. para o desenvolvimento  das seguintes ações:  1.. cópia  e ditado (ressignificação da cópia).  4.  d.  3.  dando  ao  professor  regente  a  condição  de  acompanhar  pequenos  grupos  de  alunos que  necessitam de atendimento mais individualizado. pontuação etc.  e)  análise  da  avaliação  em  seu  município  e  na  escola  que  atua  como  aluno‐ pesquisador. conhecimentos sobre o funcionamento da rede pública de ensino  a) a avaliação escolar nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Rede Estadual  de São Paulo.  c) avaliação como regulação da função social da escola. a prova e seus desafios.  em  conjunto  com  o  professor  regente  da  sala. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). conhecimentos psicolingüísticos:  a) concepções sobre ensino e aprendizagem. Produção oral com destino escrito.  as  hipóteses  de  escrita  e  sua  evolução  segundo a Psicogênese da Língua Escrita  e demais pesquisas correlatas.  b) o papel do conhecimento didático no planejamento do professor.  construir  boas  intervenções  didáticas.  desenvolver.  3.  c.  d)  conceito  de  sondagem  e  análise  dos  mapas  de  acompanhamento  da  alfabetização. escrita. produção oral com destino escrito.  favorecendo o avanço dos alunos nas diferentes  práticas de leitura e escrita.

 os alunos devem ser orientados a conhecerem e a refletirem sobre a rotina de leitura e  de escrita da escola:  a.    2º semestre em diante  A partir do 2º semestre.  2.  c.  e. que permita de fato a troca. o intercâmbio entre a diversidade técnica acadêmica e a prática pedagógica.  d. a participação dos alunos‐pesquisadores nas HTPCs. o equilíbrio entre as atividades de leitura e de escrita. na faculdade e na escola.  sempre  respeitando  o  marco  conceitual.   Desenvolvimento  As  IES  devem  apresentar  um  Plano  de  Trabalho.  Em  um  segundo  momento.  conforme  consta  no  regulamento  do  programa.  a  apropriação  pela  IES  das  definições  dos  papéis  de  aluno‐pesquisador  e  de  professor‐orientador.  b.  c.  elencamos  os  principais  tópicos  a  serem  trabalhados  nesses  dois  momentos. aprendiz que entra em sala de aula  pela  primeira  vez  e  tem  à  frente  a  tarefa  de  acompanhar  os  processos  de  alfabetização.  explicitando  como  pretende  desenvolver  o  programa  e  orientar  os  alunos  em  suas  pesquisas. como segue:  1º semestre  O primeiro semestre de um aluno pesquisador.  A  seguir.  deve‐se  cuidar  da  entrada  do  aluno na escola. as situações diárias de leitura e escrita na escola. o papel da leitura como atividade permanente na rotina.  organizar  ações  capazes  de  promover  e  alimentar  um  ambiente  alfabetizador  para os alunos do 1º ano.  deve‐se  apoiar  o  aluno  na  compreensão  da  rotina  pedagógica que dá suporte às aprendizagens no campo da alfabetização.  o  sistema  de  avaliação  e  os  indicadores. a postura do aluno‐pesquisador nos dois ambientes. A adaptação do aluno‐pesquisador na escola:  A  entrada  dos  alunos  na  escola  é  assunto  dos  mais  delicados  e  exige  um  acompanhamento do professor‐orientador.  deve  dividir‐  se  entre  os  dois  momentos. pois são muitos os desafios que precisam ser vencidos  nesse primeiro momento:  a. de sua adaptação à rotina de trabalho e do acolhimento de suas observações e  impressões. critérios para a organização do tempo didático.  f.   Programação anual  A  programação  da  orientação  de  pesquisa  é  regulada  pela  participação  do  aluno  no Programa.  Devem  também  explicitar  a  metodologia  de  pesquisa.  Em  um  primeiro  momento.  1.  b. Rotina de leitura e de escrita  Feita  a  passagem  desses  primeiros  meses  de  adaptação  e  de  construção  de  vínculos.  os  objetivos.5.  a  identificação  do  aluno  com  o  professor  e  a  construção  de  um  olhar  mais  compreensivo para a complexidade que é a sala de aula.  conteúdos  e  programação previstas no projeto pedagógico do Bolsa Alfabetização. a construção de uma relação positiva entre alunos‐pesquisadores e professores‐ titulares. os alunos já devem dedicar‐se a um dos temas 3 com mais  afinco. a apropriação pela IES do conceito de estágio como espaço de investigação das  relações entre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa. Os temas a seguir referem‐se a diferentes situações didáticas que favorecem o processo de  138 .  g.  d.

  Porto  Alegre:  Artmed  1998.  tarefas  para  profissionais. 1987  ________.  A reflexão sobre a prática pressupõe um arcabouço teórico que dê sustentação às  análises  e  argumentações  da  investigação  dos  alunos‐pesquisadores.  Cultura  escrita  e  educação:  conversas  de  Emilia  Ferreiro  com  José  Antonio  Castorina. Porto Alegre: Artmed. 1990. 2002. Emilia.  São Paulo.  1995  OLSON.  Nogueira. A experiência pedagógica.  ___________ Myriam.  Claudia.  2. 2007  LERNER.  KRAMER.  COLL.) Histórias de professores: leitura. Lluís Maruny. 2002. PIMENTEL. mas também prática.  LERNER.  recomenda‐se  especial atenção à bibliografia empregada. o possível e o necessário. Magaly Munhoz&LERNER. O construtivismo na sala de aula.  PALACIOS. J.) A produção de notações na  criança: linguagem.  Alicia  Palácios  . 1992  _________ Vida de professores. Ática.  139 . 1995.  _________ Emília.  e  PALÁCIO.  Reflexões  sobre a proposta pedagógica construtivista.1992. A. Artmed. S.  Por  isso. 1990  _______.  Delia  &  PIZANI.  _________  Emília.  O  mundo  no  papel:  as  implicações conceituais e cognitivas da leitura e da escrita. César (org). 1999. Alfabetização em processo.  Porto  Editora. Ler e escrever na escola. Escrever e ler ‐ Volume I e II. O real.Emília. 1989. 1997. 1992  _________  Profissão  Professor. Emília & TEBEROSKY. Ana Maria. Com todas as letras. Manuel M.  Rio  de  Janeiro. 1998. número ritmos e melodias. A psicogênese da língua escrita. Emília.  PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ‐ Introdução. Maribel M.  _________.  KAUFMAN.  Delia. & SOUZA. São Paulo: Cortez Editora. Porto Alegre.  2000. Editora Porto.1985. S. São Paulo: Editora Cortez. Myriam. Produção oral com destino escrito. 1996.    Bibliografia    ALARCÃO. São Paulo: Ática.leitura  e  de  escrita  dos  alunos. Mirta. São Paulo: Editora Cortez. escrita e pesquisa em educação.  (org).  _______. MORILLO. A aprendizagem da Linguagem escrita. Leitura feita pelo professor.  2002.  NEMIROVSKY. Artmed..). 2000. Os professores e sua formação.  ________ Emília (org.  A  aprendizagem  da  língua  escrita  na  escola. Porto Alegre: Artmed. TERUGGI.  A.  Porto Alegre.  Alfabetização  de  crianças:  construção  e  intercâmbio.  G. Porto Alegre: ARTMED.  CURTO. Record. Delia. (org. Daniel Goldin e Rosa MariaTorres. Reflexões sobre alfabetização. Dom Quixote. A escrita antes das letras in: SINCLAIR. Lisboa. & TEIXIDÓ. O Ensino da Linguagem escrita.  Pode ser tema da pesquisa de um aluno pesquisador:  1. Artmed. 2001. Os filhos do analfabetismo.  LERNER.  NÓVOA. Ana. Artmed. Delia de Zunino. Ática.  M. São Paulo. Compreensão da  leitura e expressão escrita.  Peres  T.Porto Alegre. I.  Cardoso  B. Lisboa.  3.  TEBEROSKY. Brasília: MEC/SEF.  FERREIRO. São Paulo: Editora Cortez.  Ensinar. Hermine (Ed. 2ª edição. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão.  A  ênfase  nas  práticas  educativas  exige  do  aluno  uma  reflexão  teórica. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). CASTEDO. 1997. Porto Alegre: Artmed.  Os  processos  de  leitura  e  escrita:  novas  perspectivas.  David  R. Porto Alegre: Artmed. Emília.1996. Porto Editora.N. Alicia de Pizani. Lilia &  MOLINARI.

  VYGOTSKY. 10ª edição.  f) Relação nominal dos alunos selecionados para atuar no Projeto. J .  D.  TEBEROSKY. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. 2000. São Paulo: Ática. Estratégias de leitura.  WEISZ.PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Língua Portuguesa. 2001  REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL. Leitura significativa. Brasília:MEC/SEF. Artmed.  h) Cronograma e plano de desenvolvimento dos encontros semanais de formação.  TOLCHINSKY. 1997. São Paulo. Brasília:MEC/SEF.  por Diretoria e Município.  2.  PIAGET. Artmed.  Porto Alegre. Porto Alegre. P.  Liliana. Ana.  d)  Apresentação  da  matriz  curricular. Artmed. 1999  ___________ Compreendendo a leitura. Além da alfabetização. respeitados os  critérios  descritos  no  Regulamento. Explicitação dos temas a serem abordados nos encontros ao longo do ano. 2003. no máximo.  contendo:  1. São Paulo: Editora Ática. Ana.  REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ‐ Brasília: MEC/SEF.  e) Proposta com o número de classes de 1ª série do ciclo I do Ensino Fundamental. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Forense ‐ 1967.      ANEXO II  Plano de Trabalho    Os  planos  de  trabalho  deverão  ser  apresentados  pelas  Instituições  de  Ensino  Superior. 1996. por 02 (duas) turmas. Petrópolis.  2003.  COLOMER. Formação social da mente. L. 1998.  bem  como  os  números  dos  respectivos  registros  das  matrículas e históricos escolares. Brasília:MEC/SEF. São Paulo: Editora Ática. Porto Alegre: Artmed. 2003  SCHÖN. Liliana & TEBEROSKY.  ementas  e  bibliografia  dos  cursos  de  Pedagogia e Letras. A Prática Educativa ‐ Como ensinar. (org) A profissionalização dos formadores de professores. Telma. contendo:  a) Dados cadastrais da Instituição. Isabel.  Aprender  a  Ler  e  a  Escrever  ‐  uma  proposta  construtivista. Porto Alegre. a serem atendidas pela Instituição. 2002  TOLCHINSKY. que poderá ser responsável. Frank. Porto Alegre: Artmed. Datas e horários das reuniões. 1998.  b) Relação nominal  do(s) professor(es) orientador(es) destacados pela Instituição  de Ensino Superior.  40  (quarenta)  alunos  pesquisadores  para  cada professor orientador.  Porto Alegre Artmed. 1995.  Teresa.  no  máximo. 1997.  as  quais  deverão  comportar. 1999.  PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES.  Educando  o  profissional  reflexivo:  um  novo  design  para  o  ensino  e  a  aprendizagem.  ZABALA. Martins Fontes. Seis Estudos de Psicologia. Porto Alegre: Editora Artmed.S.  140 . Antoni.  SMITH. 1997.  c) Indicação do interlocutor administrativo da Instituição.  Ana. 1999.  PERRENOUD.  TEBEROSKY.  SOLÉ. com respectivo(s) currículo(s) anexo(s). Vozes.  Aprendizagem  da  Linguagem  Escrita  ‐  processos  evolutivos  e  implicações  didáticas.  g)  Descrição  dos  critérios  utilizados  para  formação  das  turmas  de  orientação  na  Instituição.

 1º.  141 .  (Lei nº 973/76. AVALIAÇÃO.    Artigo 385 ‐ A escola poderá reclassificar os alunos.  (Lei nº 11. 1º e 4º)      TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR    CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA. REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR E  DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais    Artigo  383  ‐  Terão  preferência  para  matrícula  em  Escola  Estadual  de  ensino  fundamental  e  médio. adolescentes e jovens. único alterado pela Lei nº 7.828/05.  j) Planilha de custos que demonstre a previsão mensal da aplicação dos recursos a  serem repassados pela Secretaria de Estado da Educação.i)  Orientações  para  a  atuação  dos  alunos  pesquisadores. arts.  formas  de  acompanhamento.  exceto  nas  1ªs  séries. inclusive quando se tratar de  transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior. art.    Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro"    Artigo  381  –  O  Prêmio  "Parlamentar  do  Futuro"  destina‐se  a  desenvolver  e  incentivar a consciência política nas crianças. RENDIMENTO.  observando.  os  candidatos  que  tenham  sido  alunos  do  mesmo  estabelecimento no ano anterior.  conforme  projeto  pedagógico  constante  no  Anexo  I  desta resolução. na forma regulamentar. RECUPERAÇÃO.    Artigo  382  ‐  A  entrega  do  prêmio  de  que  trata  esta  seção  deverá  ser  efetivada  durante a realização da Sessão do Parlamento Jovem da Assembléia Legislativa do Estado de São  Paulo. por meio de pesquisa sobre a  dinâmica de funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. com o par.  terão  preferência  os  candidatos  com  domicílio  escolar  ou  oriundos  de  creches  situadas no setor abrangido pela escola.  Parágrafo  único  –  Para  matrícula  nas  1ªs  séries  e  nas  vagas  remanescentes  das  demais  séries. no que couber.402/91)    Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro    Artigo 384 ‐ A Direção dos estabelecimentos que ministram o ensino fundamental  e  médio  deverão  proceder  à  matrícula  dos  alunos  estrangeiros  sem  qualquer  discriminação.  formação  e  avaliação. as mesmas normas regimentais que disciplinam a matrícula de alunos  brasileiros nas escolas do sistema estadual de ensino. tendo como base as normas  curriculares gerais.

  por  componente curricular. 6º.  o  professor  deverá  emitir. 4º.  o  registro  das  sínteses  bimestrais e finais dos resultados da avaliação do aproveitamento do aluno. 3º)     Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final    Artigo  389  ‐  Ao  final  do  semestre/ano  letivo.(Del. a nota relativa ao último bimestre e a nota que expressará a avaliação final. arts. arts.     Artigo 387 ‐ A partir do 3º bimestre de 2007. 1º e 2º)    Subseção II  Do Registro de Freqüência    Artigo  388  ‐  O  registro  de  freqüência  do  aluno  de  1ª  a  4ª  séries  do  ensino  fundamental será expresso em dias letivos.  quando  menores. 5º.  aquela  que  melhor  reflete  o  progresso  alcançado  pelo  aluno  ao  longo  do  ano  letivo. SE nº 61/07. SE nº 61/07.  aos  pais ou responsáveis.  (Res. à exceção das disciplinas de educação física e arte.  realizada  por  diferentes  instrumentos  de  avaliação  e  de  forma  contínua e sistemática.  Parágrafo  único  ‐  As  sínteses bimestrais  e  finais  devem  decorrer da  avaliação  do  desempenho  escolar  do  aluno.  simultaneamente. 8º)    142 . registrando no Sistema as notas e freqüência dos alunos.  (Res. art. será efetuado em escala numérica de notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). ao longo do bimestre e de todo ano letivo. arts. os registros de avaliação das 1ª e 2ª  séries  do  ensino  fundamental  a  serem  digitados  no  Sistema  de  Avaliação  e  Freqüência  ‐  SAF  se  restringirão aos componentes curriculares de língua portuguesa e matemática. em cada componente  curricular. para  viabilizar  o  Boletim  Escolar  que  será  entregue  aos  respectivos  alunos  ou.  (Res.   Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho de  Classe  e  Série  emitir  o  parecer  sobre  a  situação final do aluno que deverá ser informada no Sistema de Cadastro de Alunos da SEE    Artigo  390  ‐  Será  considerado  como  patamar  indicativo  de  desempenho  escolar  satisfatório a nota igual ou superior a cinco. SE nº 61/07. conforme a escala numérica especificada no artigo 386.     Artigo 391 ‐ A escola deverá assegurar que os resultados bimestrais e finais sejam  sistematicamente documentados. ou  seja. tendo em vista o  processo inicial de alfabetização. CEE nº 16/97. 1º e 2º)    Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho    Artigo  386  ‐  Nas  escolas  da  rede  estadual  de  ensino.

  § 1º ‐ Nos termos regimentais.Artigo 392 – As escolas da rede pública estadual ficam obrigadas a comunicar. 9º)    Seção IV  Da Avaliação do Aluno  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios    Artigo  394  ‐  O  resultado  final  da  avaliação  feita  pela  Escola. o resultado final da avaliação de que trata o caput  deste artigo será registrado em documento escolar próprio. considerando as características individuais do aluno e indicando sua possibilidade de  prosseguimento de estudos . 1º)     Subseção II  Do Pedido de Reconsideração    Artigo 395 ‐  No inicío  de cada  ano letivo. CEE nº 11/96.068/08. afixado em data e local previamente  comunicados  aos  alunos  e  seus  responsáveis  legais.  a  ocorrência  de  excesso  de  faltas  dos  alunos  regularmente  matriculados  no  ensino  fundamental e no ensino médio:  I – aos pais. o professor responsável registrará em ficha  individual. a fim de que  não seja ultrapassado o limite permitido de 25% (vinte e cinco por cento) de ausências. 1º)    Artigo  393  ‐  O  Centro  de  Informações  Educacionais  ‐  CIE  será  responsável  pelo  suporte técnico do Sistema de Avaliação e Freqüência.  as  dificuldades  observadas  de  aprendizagem bem como as recomendações aos próprios alunos.   § 4º ‐ No caso de eventual recurso quanto ao resultado final da avaliação.  II – ao Conselho Tutelar.  nos  demais casos. as fichas  individuais  das  avaliações  periódicas  constituem  documentos  indispensáveis  para  decisão  do  recurso pela autoridade responsável.  (Del. deve refletir o desempenho global do aluno durante o período letivo. caso esta  seja exigida.  com  preponderância  dos  aspectos  qualitativos  sobre  os  quantitativos e dos resultados obtidos durante o período letivo sobre os da prova final.  de  conteúdo  equivalente  ao  do  modelo  anexo.  no  caso  de  alunos  com  nota  abaixo  da  média  da  classe  ou  com  conceito  insatisfatório  e.  § 1º ‐ A comunicação a que se refere o caput tem caráter preventivo. art. por  escrito.   § 3º ‐ É obrigatório o registro das observações mencionadas no parágrafo anterior.  ou  entregue  aos  mesmos  mediante  ciência  inequívoca.  de  acordo  com  seu  regimento.  III – à Vara da Infância e da Juventude. SE nº 61/07.  (Lei nº 13.  (Res.  § 2º ‐ A comunicação deverá ser feita quando for atingido o limite de 20% (vinte  por cento) das faltas. ouvido o órgão próprio. art.   § 2º ‐ Após cada avaliação periódica. aos pais e outras providências a  serem tomadas.  a  Escola  comunicará  aos alunos e  seus  responsáveis  legais  o  calendário  escolar  com  informações  sobre  o  direito  de  pedido  de  143 . ficará a juízo do diretor. no conjunto dos  componentes  curriculares  cursados. art.

  em  processo  apropriado a ser instaurado até o 3º dia subseqüente ao recebimento da representação. verificar a inobservância.  quando  for  o  caso.  a  constituição  do  colegiado  será  definida  pela  direção  da  Escola.  dirigido  ao  Diretor  da  Escola.   §  5º  ‐  Na  impossibilidade  de  reunião.   Parágrafo único ‐ Esgotadas todas as possibilidades de solução na própria Escola. arts. sendo legitimados como recorrentes o aluno.  colegiado nomeado ad hoc pela direção. 2º. CEE nº 11/96.  mediante  petição  escrita  e  fundamentada que será protocolada na Escola. total ou parcial. em conformidade com a ação supervisora pertinente à avaliação realizada durante o ano  letivo. 4º e 5º)     Subseção III  Dos Recursos    Artigo 399 ‐ Da decisão da Direção da Escola caberá recurso do aluno ou. competirá ao Supervisor de  Ensino.  o  Diretor  da  Escola  decidirá  sobre o mesmo.   (Del.   § 4º ‐ A comunicação da decisão sobre o pedido de reconsideração.  quanto à inobservância do disposto nos artigos 394 e 395 o Supervisor de Ensino representará ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  que  decidirá  a  respeito  no  prazo  de  15  (quinze)  dias. ouvido o órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição ou.     Artigo  398  ‐  Em  caso  de  pedido  de  reconsideração.   § 1º ‐ A ausência de professores do aluno requerente no colegiado de que trata o  caput  deste  artigo  apenas  se  justificará  em  caso  de  afastamento  das  respectivas  funções. do seu  responsável  legal.   144 . 3º.  nos  termos  do  disposto  nos  artigos  398  e  399  incluindo  prazos  e  procedimentos.     Artigo 396 ‐ Divulgados os resultados das avaliações.  o  pedido  de  reconsideração  poderá  ser  entregue até o 5º dia do mês em que se inicia o período letivo subseqüente. dirigido ao Diretor da Escola e posterior recurso.  Ocorrendo a hipótese de estarem afastados mais de 50% (cinqüenta por cento) dos professores do  aluno  requerente. mediante  termo de ciência assinado pelo responsável. na falta  deste. o mesmo deverá reunir‐se até  o 8º dia do ano letivo subseqüente.  dirigido  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino. ouvida a  Direção da Escola.  ouvida  a  Diretoria de Ensino.  deverá  ser  interposto até o 5º dia subseqüente à data de afixação ou ciência inequívoca prevista no § 1º do  artigo 394. do disposto nos artigos 394 e 395.   §  3º  ‐  Não  havendo  na  Escola  procedimentos  que  garantam  ao  aluno  o  cumprimento  do  prazo  previsto  no  parágrafo  anterior.reconsideração  ou  recurso.  no  final do período letivo.  ao  órgão  equivalente  de  Supervisão  delegada  por  legislação  específica. ou seu responsável legal. do colegiado referido no caput deste artigo.  constituído por todos os  professores do aluno e  integrantes da equipe pedagógica. ao aluno ou ao  seu responsável. caberá pedido de  reconsideração. dirigido ao Dirigente Regional de  Ensino  ou.   §  2º  ‐  O  pedido  de  reconsideração. deverá ser feita até o 10º dia subseqüente à interposição do pedido. registrando‐os em Termo de Visita. caso em que  indicará à Direção da Escola os procedimentos necessários.  por  força  de  recesso  escolar  ou  férias.     Artigo 397 ‐ No caso de não cumprimento dos artigos 394 e 395.

   145 .     Artigo  401  ‐  As  decisões  da  Escola  e  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverão  apontar  claramente  e  por  escrito.  ‐ projetos de adaptação e de seu processo de realização (quando for o caso).  os  seguintes  documentos  abaixo  que.  contendo  os  fundamentos  da  decisão  adotada  pelo  colegiado  competente.  ‐  projetos  de  avaliação  e  descrição  dos  seus  instrumentos. visando à superação das deficiências de aproveitamento demonstradas pelo aluno.  2 ‐ Análise do expediente que trata de pedido de reconsideração informado pela  Escola.   § 2º ‐ O expediente será ainda instruído com relatório elaborado pelo Supervisor  de Ensino da Escola.   § 1º ‐ O relatório da Comissão de Supervisores deverá levar em consideração.  deverá ser encaminhado pela Escola à Diretoria de Ensino.  no  mínimo. só se justificando a substituição deste último por afastamento de suas funções.  instruído  nos  termos  dos  parágrafos  1º  e  2º  deste  artigo.  os  aspectos  que  as  fundamentam  e  levar  em  consideração. ao menos um dos seguintes aspectos:   a)  evidência  da  falta  de  procedimentos  pedagógicos  previstos  no  Regimento  Escolar  ou  proposta  pedagógica.§ 1º ‐  O expediente deverá  ser  instruído  com cópia  do processo  de  que trata  do  pedido  de  reconsideração.  ‐ histórico escolar do aluno.  deverão  ser  enviados  à  Diretoria  de  Ensino  em  sua  forma  original  ou  sob  a  forma  de  cópias  reprográficas  devidamente  autenticadas pela Escola:   1  ‐  Relatório  do  Supervisor  da  Escola  sobre  a  situação  (baseado  nos  termos  de  visita)  quanto  aos  aspectos  administrativos  e  pedagógicos  que  envolvam  a  análise  e  a  avaliação  dos seguintes documentos:   ‐ planos de ensino do componente curricular objeto da retenção.  até  o  5º  dia  subseqüente  ao  seu  recebimento. até o 5º dia subseqüente ao protocolo  do recurso.  necessariamente.     Artigo 400 ‐ O Dirigente Regional de Ensino emitirá sua decisão de mérito sobre o  recurso  interposto. mediante termo  de  conhecimento  inequívoco. à vista dos documentos referidos no artigo 394 e parágrafos.   ‐ atas das Reuniões Pedagógicas em que se analisou o desempenho dos alunos ao  longo e ao final do ano letivo.   § 2º ‐ A escola comunicará ao interessado a decisão do recurso.  ‐ diários de classe.  especialmente  os  de  reforço  e  recuperação.   b) atitudes discriminatórias contra o aluno.  um  dos  quais  o  supervisor  da  respectiva Escola.  ‐ projetos de recuperação e relatório de seu processo de realização.   §  4º  ‐  O  expediente.   § 3º ‐ O recurso ao Dirigente Regional de Ensino deverá ser protocolado na Escola  até o 5º dia subseqüente ao conhecimento inequívoco pelo interessado da decisão do Diretor da  Escola.  ‐ ficha individual de avaliação periódica do aluno prevista no parágrafo 2º do artigo  394 .  com  indicação  dos  critérios utilizados.  após  o  pronunciamento  de  uma  Comissão  de.  devolvendo  o  expediente de imediato à Diretoria de Ensino. no  mínimo.  até  o  30º  dia  subsequente  ao  seu  recebimento.  ao  longo  do  ano  letivo.  se  requisitados  por  ela.  3  (três)  Supervisores  de  Ensino.

 6º.   Parágrafo único ‐ Recebido o recurso especial pela Escola. providenciará sua remessa ao Conselho  Estadual de Educação. 12 e 13)    ANEXO (§ 2º do art. para  o interessado. caberá recurso especial  ao  Conselho  Estadual  de  Educação. Aluno:___________________________ 2. o indeferimento do seu pedido e. 394)  FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO PERIÓDICA    1. para apreciação e julgamento. de todos os recursos que receba. quanto aos órgãos educacionais.     Artigo 406 ‐ Os recursos previstos nesta seção não têm efeito suspensivo. CEE nº 11/96. arts.  Conceito  do  aluno:__________8.   (Del. Recomendações do professor ao aluno:______________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  11. em igual prazo.  que  poderá  ser  interposto  mediante  petição  protocolada  na  Escola ou na Diretoria de Ensino.  em  caráter  prioritário. Nota Média da Classe: _________________  7. 11. instruída com o expediente respectivo.  observadas  as  normas  regimentais  para  apreciação  e  julgamento.c)  inobservância  das  normas  regimentais  da  Escola. 8º. Disciplina e Série: _________________ 4. CEE nº 11/96. Recomendações do professor aos pais:______________________________________  146 .     Artigo 402 ‐  Da decisão do Dirigente Regional de Ensino. esta o enviará até o 2º  dia subseqüente à Diretoria de Ensino que.     Artigo  403  ‐  Protocolado  no  Conselho  Estadual  de  Educação. 9º e 10)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 404 ‐ A inobservância dos prazos estabelecidos nesta seção acarretará. Período da avaliação:____________  5. a apuração de  responsabilidade das autoridades envolvidas.  em  especial  as  referentes  a  avaliação.  Professor:____________________  3. devendo constar do prontuário do aluno cópias de  todas as decisões exaradas.     Artigo  405  ‐  A  documentação  do  pedido  de  reconsideração  ficará  arquivada  na  Escola e a do recurso na Diretoria de Ensino. recuperação e promoção. Principais dificuldades do aluno:  ________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________  10.  o  recurso  especial  será  apreciado. 7º. arts.   (Del.   d) inobservância de outras normas e leis aplicáveis. Nota do Aluno: _____________ 6.  Número  de  alunos  da  classe  em  cada  conceito:_________________________________________________________________  9.

  147 .    Artigo 408 – Aluno do exterior. Outras observações: _____________________________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________    _________________    ______________________     ________________  Data e visto dos pais            Data e visto do Diretor           Data e visto do      ou responsável             Supervisor       Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior    Artigo 407 – A equivalência de estudos realizados no exterior em nível do ensino  fundamental e médio. a  Diretoria de Ensino levará em conta a análise da escolaridade do aluno e os seus direitos no país  de origem. comparando‐a com as exigências do sistema brasileiro. no sistema de ensino do Estado de São Paulo. nos termos da Deliberação CEE nº 10/97 (•).________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  12. Providências do professor e da Escola para auxiliar o aluno: ______________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  13. deve apresentar sua solicitação  diretamente na Diretoria de Ensino.  (•) A Deliberação CEE nº 10/97 encontra‐se anexada a esta unificação. exclusivamente ou por período superior a dois anos.  de  acordo  com  sua  proposta  pedagógica  e  seu  regimento. deve requerer matrícula diretamente na unidade escolar de seu  interesse.  devem  solicitar  matrículas junto à unidade escolar.  deve  classificar  o  aluno  levando  em  conta  seu  grau  de  desenvolvimento.  Parágrafo único – Para declarar a equivalência de estudos em nível de conclusão.  § 2º –  São considerados como alunos do sistema brasileiro de ensino aqueles que  freqüentam escola no exterior por período de até dois anos.  que  pretendam  prosseguir  seus  estudos  no  ensino  fundamental  ou  médio. que pretende prosseguir seus estudos em cursos  de ensino fundamental e médio.  escolaridade anterior e competências.    Artigo 409 – Aluno proveniente do exterior.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar. escolas sediadas fora do país. em cuja jurisdição residir.    Artigo 410 – Alunos do sistema brasileiro. que pretende a equivalência de seus  estudos em nível de conclusão do ensino fundamental ou médio.  § 1º –  Para os efeitos desta seção consideram‐se alunos do exterior aqueles que  freqüentaram. regula‐se pelo disposto nesta  seção. tal como definido no § 2º do artigo 407.

   148 . 3º.  falha  ou  omissão  nos  registros.    Artigo 414 ‐ Havendo dúvidas quanto à exatidão.  providencia encaminhamento ao órgão competente.Parágrafo único – A unidade escolar levará em conta o disposto no parágrafo único  do  artigo  408  .    Artigo  415  ‐  Recebida  a  documentação  na  Diretoria  de  Ensino.  II  –  diligenciar.  comunica  o  fato  ao  solicitante.  imediatamente  após  a  constatação  da  irregularidade  para  tomar  a  termo  suas  declarações.  II  ‐  constatada  incorreção. 1º. arts. conforme o caso:  I ‐ comprovada a regularidade dos registros. 2º. o responsável pela análise poderá:  I – solicitar tradução da documentação. dando ciência do fato ao solicitante. autenticidade ou legitimidade do  documento.  observando  as  normas  legais  vigentes e os meios técnicos disponíveis. facultando‐lhe ampla defesa e produção de provas.  o  Supervisor  responsável  pela  Unidade  Escolar  efetuará  a  sua  verificação. se  menor  de  idade. 4º. confirma sua autenticidade e devolve ao solicitante.  determina  à  Escola  a  emissão de novo documento. o Diretor da Escola deverá explicitá‐la.  (Del. confirma a autenticidade e devolve o  documento ao solicitante. encaminhando‐o à Diretoria de Ensino da área  de jurisdição da Escola a que ele se refere. no que tange à conclusão de curso.  pelo  meios  possíveis.  III  ‐  verificada  irregularidade  na  vida  escolar  do  aluno  passível  de  regularização. CEE nº 21/01. a escola que  solicitou a conferência deve convocar o interessado representado por seu pai ou responsável.  IV  ‐  constatada  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.    Artigo  411  –  Na  análise  da  documentação  trazida  pelo  aluno  proveniente  do  exterior. caberá sempre recurso ao Conselho Estadual de  Educação.  não  podendo  contudo  decidir  de  forma  que  aluno  tenha  seus  estudos  comprimidos.  para  verificar  a  autenticidade  da  documentação.    Artigo 412 – De qualquer decisão.  adotando  os  seguintes  procedimentos. solicitando a competente e eficaz verificação.    Artigo 416 ‐ Nos casos a que se refere o inciso IV do artigo anterior. em caso de necessidade. 5º e 6º)      Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares    Artigo  413  ‐  O  Diretor  da  Escola  deverá  proceder  à  minuciosa  verificação  da  documentação  escolar  apresentada  para  efetivação  da  matrícula.  Parágrafo  único  –  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá  avocar  qualquer  processo sempre que houver interesse. sempre que entender necessária para sua  compreensão.

  no  que  couber. por delegação do  Secretário  da  Educação  do  Estado  de  São  Paulo. o Diretor da Escola  deve  solicitar  a  conferência  diretamente  aos  órgãos  das  respectivas  Secretarias  de  Estado  da  Educação.  Parágrafo único ‐ Em se tratando de escola extinta ou inexistente. a anulação será  feita por meio de portaria do Dirigente Regional de Ensino.§1º ‐ O resultado do procedimento deve ser comunicado à escola a que se refere o  documento.    Artigo  419  ‐  Quando  a  matrícula  for  instruída  com  documentação  que  suscite  dúvidas.    Artigo 418 ‐ Após a publicação de anulação de documentos.  II ‐ oficiar ao Conselho Regional da Categoria para o caso de o aluno ter cursado  habilitação profissional.  encaminhando os atos anulatórios às Coordenadorias de Ensino. mediante  portaria a ser homologada pelo Supervisor de Ensino e encaminhada para a publicação no Diário  Oficial pelo Dirigente Regional de Ensino.  Parágrafo único ‐ Para as situações previstas no caput deste artigo.  deve  o  Diretor  da  Escola  onde  o  interessado  tenha  usufruído  direitos  indevidos.  inclusive publicação  em  DOE e  não  tendo  o  interessado  atendido  à  convocação  no  prazo  fixado  pela  autoridade  competente. 418.  mediante  Resolução.    Artigo  423  ‐  As  situações  que  não  se  enquadrem  nesta  subseção  deverão  ser  encaminhadas às respectivas Coordenadorias de Ensino.    Artigo  417  ‐  Comprovada  a  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade. nos termos do artigo 418.  anular  os  atos  escolares  praticados  pelo  aluno  e  possíveis  documentos  emitidos. devem ser tomadas as providências previstas nos artigos 416 e 418. caso o  aluno tenha realizado estudos em nível superior. proceder à anulação dos mesmos. conforme a área de localização  da escola. em São Paulo.  Parágrafo  único  ‐  Confirmada  a  falta  de  autenticidade  ou  idoneidade  da  documentação.    Artigo 421 ‐ Aplicam‐se as disposições desta subseção aos casos de documentação  enviada para conferência por instituições de ensino superior e outros órgãos. será encaminhada pelo Dirigente Regional de Ensino para  publicação no Diário Oficial. que tomará as providências pertinentes ao caso.  III  ‐  concluir  e  encaminhar  o  processo  à  Coordenadoria  de  Ensino  à  qual  está  jurisdicionada.  Convênios  ou  Termos  de  Cooperação  Técnica.  homologada pelo Supervisor de Ensino.  seguirão  as  instruções  contidas  nesta  subseção.   § 2º ‐  Utilizados todos  os meios de  comunicação. a Diretoria de Ensino tomará as seguintes providências:  I ‐ oficiar ao órgão representativo do Ministério da Educação.  mediante  portaria  que.  149 .  cabe  ao  Diretor da Escola a que os documentos se referem. expedida por escolas ou instituições de outros Estados da Federação. nos termos do artigo  417. para publicação em Diário Oficial. 419 e 420. a convocação  do interessado deverá ser procedida pela escola a que se refere o documento escolar.    Artigo  420  ‐  Após  a  anulação  dos  atos  escolares  e  possíveis  documentos  expedidos.    Artigo 422 ‐ As instituições com sistema de supervisão próprio.  devem ser adotados os procedimentos previstos nos artigos 417.

(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14. integrante da Deliberação CEE nº 18/86.  considerando‐se a situação específica de cada aluno. art. CEE nº 18/86. 1º.  (Del.2. com idade igual ou superior a 14 anos.  conforme a legislação em vigor.  Parágrafo  único  –  Somente  após  encerrado  o  processo  apuratório  de  eventuais  irregularidades  no  funcionamento  da  escola.  § 2º ‐ O órgão recorrido terá o prazo de 30 dias para decidir o recurso.    Artigo  427  ‐  Da  decisão  das  escolas  e  Diretorias  de  Ensino  caberá  recurso  ao  Conselho Estadual de Educação. 1º a 11)    Subseção II  Dos Procedimentos para Tramitação de Expedientes/Processos de Regularização de Vida Escolar    Artigo 424 – A Secretaria da Educação procederá à regularização de vida escolar de  alunos do ensino fundamental e médio do sistema estadual de ensino. na forma desta subseção. 3º)    Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade    Artigo 429 ‐ A realização da prova de escolaridade para clientela não escolarizada  ou semi‐alfabetizada.  (Res. para fins de ingresso no mercado de trabalho ou  prosseguimento de estudos. art.s. através de diligência ou sindicância. apurar‐se‐á preliminarmente esta suspeição.  (•) A Indicação CEE nº 8/86.  150 . SE nº 307/86.  aplicar‐se‐ão  as  disposições  da  subseção  anterior. após  ciência da decisão.    Artigo 430 ‐ Compete ao Diretor da Escola:  I – atender e entrevistar o candidato.  II – marcar a data para a realização da prova de escolaridade.  § 1º ‐  A parte  interessada em recorrer.05. deverá fazê‐lo no prazo de 10 dias. 3º e 4º)    Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor    Artigo 428 ‐ Quando a irregularidade na vida escolar do aluno ensejar suspeita de  ação dolosa por parte da Direção de Escola ou de seus Mantenedores ou ainda de funcionários de  órgão da Pasta. arts. será regida pelas disposições desta seção.  III – designar um ou mais professores para:  a)  elaborar as provas.    Artigo 425 ‐  O  Conselho Estadual de Educação poderá  avocar  ex officio qualquer  protocolado que trate de regularização de vida escolar. 2º. encontra‐se anexada a esta unificação. em nível de conclusão de uma das  quatro primeiras séries do ensino fundamental.    Artigo 426 ‐ A análise dos protocolados referentes à regularização de vida escolar  obedecerá às disposições da Indicação CEE nº 8/86 (•).

    Artigo  432  ‐  Competem  às  Diretorias  de  Ensino  a  orientação. que deverá ser obrigatoriamente proporcionada pelas redes públicas de ensino  fundamental. neste caso. na própria prova.  mantida  preferencialmente a matrícula no período adequado.  b) a finalidade do mesmo. expedir o respectivo atestado.  c) corrigir e emitir. a série ou termo a que tem direito a matricular‐se.  a  partir  de  resultados periódicos parciais e.  realizada  por  professor  designado  pela  direção  da  escola.  151 .   § 2º ‐ No caso de opção por mais de um ciclo.   § 2º ‐ A matrícula do aluno transferido ou oriundo de fora do sistema estadual de  ensino  será  feita  tendo  como  referência  a  idade. nas diretrizes curriculares nacionais e na base  nacional  comum  do  currículo. SE nº 310/89.  a  qual  indicará  a  necessidade  de  eventuais  estudos  de  aceleração  ou  de  adaptação. a análise e o parecer conclusivo sobre o nível  de escolaridade atingido pelo candidato. que não poderá ultrapassar ao de conclusão de  4ª série do ensino fundamental. em função da idade.   § 3º ‐ O regime de progressão continuada deve garantir a avaliação do processo de  ensino‐aprendizagem. 3º.  o  controle  e  o  acompanhamento do processo previsto nesta seção.  IV – Com base no parecer conclusivo do professor. no final de cada período letivo.    Artigo  431  ‐  O  Diretor  da  Escola  envidará  todos  os  esforços  no  sentido  de  incentivar  o  candidato  ao  prosseguimento  de  seus  estudos.  o  qual  deve  ser  objeto  de  recuperação  contínua  e  paralela.   § 1º ‐ O regime de que trata este artigo pode ser organizado em um ou mais ciclos.   § 1º ‐ O mesmo referencial será adaptado para matrícula nas etapas subseqüentes  à inicial. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada  Subseção I  Da Progressão Continuada    Artigo  433  –  O  regime  de  progressão  continuada.  especificando:  a) o nível de escolaridade atingido.  §  2º  ‐  A  Escola  deverá  manter  livro  próprio  para  registro  dos  dados  pessoais  do  candidato bem como dos elementos citados nas alíneas “a” e “b” do inciso IV deste artigo. 1º.  (Res.  bem  como  a  avaliação  de  competências. arts.  com  fundamento nos conteúdos mínimos obrigatórios.  com  a  conseqüente  matrícula.  via  regular ou estudos equivalentes.  § 1º ‐ A prova de escolaridade será arquivada na Escola.    Artigo 434 ‐ A idade referencial para matrícula inicial no ensino fundamental será a  de seis anos.  ainda. na série ou termo definido no competente atestado expedido.  a  necessidade  de  educação especial.   §  3º  ‐  A  avaliação  de  competências  poderá  indicar.  no  ensino  fundamental  do  Sistema de Ensino do Estado de São Paulo terá duração de oito anos. se necessário. tanto para ingresso no mercado de trabalho como para  prosseguimento de estudos e. datando‐a e assinado‐a no seu final.b) estabelecer os critérios para avaliação das mesmas. devem ser adotadas providências  para que a transição de um ciclo para outro se faça de forma a garantir a progressão continuada.

 entre outros aspectos. no âmbito da escola. CEE nº 9/97.   §  3º ‐  Os  estabelecimentos  de ensino  de  municípios  que  tenham  organizado  seu  sistema de ensino terão seu projeto educacional apreciado pelo respectivo Conselho de Educação.  devendo os demais  encaminhar  seus projetos  à  apreciação  da  respectiva  Diretoria  de  Ensino  do  Estado.   IX ‐ dispositivos regimentais adequados.   III  ‐  atividades  de  reforço  e  de  recuperação  paralelas  e  contínuas  ao  longo  do  processo e.  Artigo  435  ‐  O  projeto  educacional  de  implantação  do  regime  de  progressão  continuada deverá especificar. mecanismos que assegurem:   I ‐ avaliação institucional interna e externa. 1º ao 5º)          152 . além daquelas a serem adotadas no âmbito  do próprio estabelecimento de ensino. se necessárias.   X  ‐  articulação  com  as  famílias  no  acompanhamento  do  aluno  ao  longo  do  processo. de avanço. as escolas de ensino fundamental devem.   VII ‐ contínua melhoria do ensino.   IV ‐ meios alternativos de adaptação.   II ‐ avaliações da aprendizagem ao longo do processo. fornecendo‐lhes informações sistemáticas sobre freqüência e aproveitamento escolar. arts. de reclassificação.   § 2º ‐ Os projetos educacionais dos estabelecimentos particulares de ensino serão  apreciados pela respectiva Diretoria de Ensino.   II ‐ tomar as providências cabíveis.   III ‐ encaminhar a relação dos alunos que excederem o limite de 25% de faltas às  respectivas  Diretorias  de  Ensino.   §  1º  ‐  Os  projetos  educacionais  da  Secretaria  da  Educação  e  das  instituições  de  ensino  que  contem  com  supervisão  delegada  serão  apreciados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. tomar as seguintes providências:  I  ‐  alertar  e  manter  informados  os  pais  quanto  às  suas  responsabilidades  no  tocante à educação dos filhos. implementação e avaliação do projeto. de aproveitamento e de aceleração de estudos.  de  modo  a  permitir  a  apreciação  de  seu  desempenho em todo o ciclo. ao final de ciclo ou nível.   V ‐ indicadores de desempenho. de  reconhecimento.   VIII ‐ forma de implantação.  verificando  periodicamente os casos especiais previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 434.     Artigo 436 ‐ Com o fim de garantir a freqüência mínima de 75% por parte de todos  os alunos.  para  que  estas  solicitem  a  devida  colaboração  do  Ministério  Público.   VI ‐ controle da freqüência dos alunos. de reforço. dos Conselhos Tutelares e do CONDECA.     Artigo  437  ‐  Cabe  à  supervisão  de  ensino  do  sistema  orientar  e  acompanhar  a  elaboração  e  a  execução  da  proposta  educacional  dos  estabelecimentos  de  ensino. conduzindo a uma avaliação  contínua  e  cumulativa  da  aprendizagem  do  aluno. inclusive no que se refere à freqüência dos mesmos. junto aos alunos faltosos e  respectivos professores.  (Del.

  § 5º ‐ Para o aluno da própria escola a reclassificação deverá ocorrer. com ou sem documentação comprobatória de estudos anteriores. 1º e 2º)    Seção IX  Do Processo de Reclassificação    Artigo  440  ‐  A  reclassificação  de  alunos. com cópia anexada  ao prontuário do aluno. por docente(s) da unidade escolar  indicado(s) pelo Diretor de Escola.  podendo  cursar.  §  3º  ‐  Os  resultados  das  avaliações  serão  analisados  pelo  Conselho  de  Classe  ou  Série.  poderão  dar  continuidade  à  sistemática até então adotada. para o aluno recebido por transferência ou oriundo de  país estrangeiro.  §  1º  ‐  A  avaliação  de  competências  deverá  ser  realizada.  em  série  mais  avançada  do  ensino  fundamental e médio. devidamente assinado e homologado pelo Diretor de Escola. em regime  de  progressão  parcial  .  as  disciplinas  em  que  não  obtiveram  êxito  no  período  letivo  anterior. cuja proposta pedagógica para o ensino médio.  concomitantemente  ou  não.  até  15  dias  após  solicitação do interessado.    Artigo 439 ‐ As escolas.  § 4º ‐ O parecer conclusivo do Conselho de Classe ou Série será registrado em livro  de ata específico.Subseção II  Da Progressão Parcial    Artigo  438  ‐  As  escolas  que  mantêm  ensino  médio  poderão  adotar  a  progressão  parcial  de  estudos  para  alunos  que. ocorrerá a partir de:  I – proposta apresentada  pelo professor ou professores do aluno. nos termos desta subseção. contemple ou venha a contemplar a flexibilização curricular.  não  tiverem  sido  promovidos em até 3 disciplinas.  até o final do primeiro bimestre letivo e. SE nº 20/98. 1º e 2º)        153 . com dependência cursada  mediante  orientação  de  estudos  e  freqüência  optativa  do  aluno. regular ou  supletivo.  II  –  solicitação  do  próprio  aluno  ou  seu  responsável  mediante  requerimento  dirigido ao Diretor da Escola.  a  critério  da  escola  e  conforme  sua  disponibilidade.  que  indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  classificado. SE nº 21/98. em qualquer  época do período letivo. por meio da progressão parcial.  (Res.  § 2º ‐ Poderá ser reclassificado o aluno que não obteve freqüência mínima de 75%  do total de horas letivas para aprovação no ano anterior. com base nos  resultados de avaliação diagnóstica. no máximo.  Parágrafo único – Os alunos serão classificados na série subseqüente.  após  estudos  de  reforço  e  recuperação.  tendo  como  referência  a  correspondência  idade/série  e  a  avaliação  de  competências nas matérias da base nacional comum do currículo.  (Res. arts.    Artigo  441  ‐  A  reclassificação  definirá  a  série  adequada  ao  prosseguimento  de  estudos  do  aluno.  bem  como  a  necessidade  de  eventuais estudos de adaptação. arts.

 para a série.  por  meio  da  implantação  de  Classes  de  Aceleração  integradas às séries desse grau de ensino. 20 e.  § 3º ‐ Caberá às Coordenadorias de Ensino:  1  ‐  identificar  as  Diretorias  de  Ensino  que  apresentam  os  maiores  índices  de  defesagem idade/série.  inserida  na  proposta  educacional  da  escola  e  flexibilizada  em  termos  de  seriação  e  organização  curricular.Seção X  Das Classes de Aceleração    Artigo  442  –  A  rede  estadual  de  ensino  pode  promover    a  Reorganização  da  Trajetória  Escolar  no  Ensino  Fundamental. com as Diretorias de Ensino e os diretores das escolas   quais unidades escolares que poderão implantar Classes de Aceleração. no mínimo. com 10 anos ou mais  de idade.  § 4º ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  1 ‐ acompanhar o processo de organização e instalação das classes de aceleração   nas UEs.    Artigo  443  ‐  As  Classes  de  Aceleração  visam  a  eliminar  distorção  idade/série  no  Ensino  Fundamental  por  meio  da  implantação  de  uma  estrutura  didático‐pedagógica  própria.  com  11  anos  ou  mais de idade. totalizando 30 horas semanais.  154 .  no  Ensino  Fundamental  contemplará os alunos matriculados de 1ª a 4ª série.  Parágrafo  único  ‐  A  organização  curricular  deverá  pautar‐se  pela  Proposta  Pedagógica  das  Classes  de  Aceleração  no  Ensino  Fundamental  e  ser  flexibilizada  da  maneira  a  explicitar:  1 ‐ formas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos alunos.  §  2º  ‐  A  implantação  a  se  efetivar.    Artigo 444 ‐ O critério para implantação das classes de aceleração será o índice de  defasagem idade/série dos alunos matriculados no Ensino Fundamental. conjuntamente.  gradualmente.  I ‐ Aceleração I para alunos.  3 ‐  alternativas de retomada  dos conteúdos curriculares.  § 1º ‐ Será considerado aluno com defasagem idade/série aquele que ultrapassar  em 2 ou mais anos de idade prevista.  2  ‐  níveis  de  avanços  e  graus  de  dificuldades  encontrados  pelos  alunos  no  desenvolvimento das atividades propostas.    Artigo 445 ‐ As classes de aceleração serão organizadas em 2 ciclos ‐ Aceleração I e  Aceleração II.  no máximo.    Artigo 446 ‐ A avaliação do aproveitamento escolar deverá resultar da análise do  processo de desenvolvimento do aluno e ter como objetivos:  I ‐ detectar as defasagens e  necessidades do processo de ensino aprendi‐zagem.  II  ‐  Aceleração  II  para  alunos. procedentes da 1ª e/ou 2ª série.  procedentes  da  3ª  e/ou  4ª  série.  2 ‐ definir.  2 ‐ supervisionar a ação pedagógica.  Parágrafo único ‐ As classes de aceleração serão constituídas de. 25 alunos e funcionarão com carga de 5 horas diárias. objeto da respectiva matrícula.

    Artigo 450 ‐ Para atendimento à recuperação contínua.  objetivando  superar  as  dificuldades encontradas pelos alunos no processo de escolarização.  propiciando situações didáticas adequadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem. devendo as escolas serem supridas com recursos didáticos e materiais adequados.    Artigo  448  ‐  O  trabalho  docente  das  escolas  que  vierem  a  implantar  Classes  de  Aceleração  contará  com  o  apoio  dos  documentos  específicos.  3) à avaliação sistemática e regular do processo de recuperação contínua.  155 .  capacitação  e  acompanhamento  técnico. deverá ser programado.  a  ser  homologado  pelo  Conselho de ciclo ou série.  de  forma  continua  e  imediata.  indicativo  das  possibilidades  de  continuidade  de  estudos.  § 1º ‐ Todo trabalho de recuperação desenvolvido pelos professores.  (Res. 5º.  nível  de  conhecimento.  § 1º ‐ O processo de evolução do aluno deverá ser objeto de registro sistemático   por parte do professor.  2)  ao  acesso  a  subsídios  pedagógicos  que  auxiliem  o  professor  em  sala  de  aula.  submetendo  seu  parecer  à  homologação  do  Conselho de Ciclo ou Série.  ou  5ª  série.  todos  os  professores  do  ciclo  I.  §  1º  ‐  A  carga  horária  de  trabalho  pedagógico  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  destina‐se:  1) à atuação direta dos professores em intervenções pedagógicas que superem as  dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos nas aulas regulares. serão promovidos para a  4ª  série.  farão  jus  a  seis  horas  de  trabalho  pedagógico. na forma prevista no item 4 do parágrafo anterior. o professor indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  matriculado. 6º e 7º )    Seção XI  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  449  ‐  A  partir  de  2010. arts.  § 2º ‐ O atendimento.  4)  à  atuação  direta  e  diversificada  dos  professores  no  atendimento  das  necessidades  de  aprendizagem  dos  alunos.  ou  Ciclo  de  Aceleração  II  e  os  alunos  do  Ciclo  de  Aceleração  II  serão  promovidos para a 5ª série.  para  garantir.    Artigo 447 ‐ Ocorrendo transferências ao longo do ano letivo. conforme Ficha  de Avaliação a ser encaminhada às Diretorias de Ensino e   2  ‐  ao  final  do  ano  letivo.4º. a unidade escolar deverá  se  reorganizar  continuamente  de  modo  a  assegurar  o  desenvolvimento  de  todos  os  recursos  disponíveis para a recuperação previstos nesta seção.  individualmente  ou  em  grupos  previamente  constituídos. de forma a permitir :  1 ‐ por semestre. síntese do desempenho escolar de cada aluno. 3º. ao final do ano. SE nº 77/96.  oportunidades  de  estudos  de  recuperação. 1º. documentado e previamente divulgado aos pais. nas aulas a  esse fim destinadas.  § 2º ‐ Os alunos do Ciclo de Aceleração I. poderá  ocorrer  com  agrupamento  de  alunos  por  série.II  ‐  propor  alternativas  para  superação  das  dificuldades  e  aprofundamento  do  conhecimento.  elementos  para  emissão  de  parecer  conclusivo  do  professor.  ou  por  qualquer  outra  forma pedagogicamente recomendável. 2º.  1º  ao  5º  ano  do  ensino  fundamental.

  f)  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  § 1º ‐ A continuidade da presente proposta para os anos seguintes dependerá dos  resultados obtidos na avaliação a que está sujeita a proposta. quando necessário.    Artigo 453 ‐ O processo de recuperação contínua criado e implantado nos termos  desta seção será acompanhado e avaliado pela Diretoria de Ensino. providenciando  as reformulações. juntamente com o professor responsável pela recuperação. Coordenadorias e Equipe do  Ciclo I da CENP.  e)  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. os critérios de encaminhamento e a forma de realização.  § 3º ‐ Continua vigendo o Projeto Intensivo no Ciclo ‐ PIC.  após  a  devida  análise  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  da  Oficina  Pedagógica  responsável  pelo  Programa  “Ler  e  Escrever”. implementar e acompanhar as propostas aprovadas.  justificando  a  necessidade de sua continuidade. as respectivas propostas. ao final do semestre. em conjunto com os professores envolvidos.  b) definir.  (Res. ao final de cada bimestre.  quando  devidamente  apresentados  e  justificados  pela  Direção  e  Supervisão  de  Ensino.  g)  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  desenvolvidas  pela  Diretoria  de  Ensino. caberá ao  Diretor e ao Professor Coordenador:  a) elaborar.  c) coordenar.  consultada  previamente a equipe do Ciclo I da CENP.§ 2º ‐ Deverão ser lançados. arts.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.  serão  decididos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino. no ano de 2010.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  aprovação. os resultados alcançados nos estudos de recuperação.  destinados  aos  alunos  dos  cursos  regulares  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e  do  ensino  médio. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.    Artigo 451 ‐ Na  viabilização das atividades de recuperação dos alunos. quando necessárias. os critérios  de agrupamentos de alunos e ou de formação de grupos.  §  2º  ‐  Os  casos  omissos.  d)  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas. SE nº 92/09. o resultado  alcançado ao longo dos estudos de recuperação. 1º a 8º )    Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio    Artigo  454  ‐  Os  estudos  de  recuperação.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar.  das  escolas  da  rede  pública  156 . a definição do local. nos registros de avaliação  dos alunos.    Artigo 452 ‐ As turmas e as matrículas dos alunos encaminhadas para recuperação  paralela serão cadastradas em opção específica no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de  São Paulo.

  tão  logo  diagnosticadas  as  dificuldades  de  aprendizagem. organizados  por classe/série. saberes e conceitos não compreendidos pelos alunos.  § 1º ‐ Excepcionalmente.  2  (dois)  conjuntos  de  cada disciplina.  como  recuperação  contínua  ou  paralela.  oportunidades  de  superação das dificuldades encontradas ao longo de seu processo de escolarização.  como  um  direito  garantido  aos  alunos  desses níveis de ensino.  juntamente  com  os  professores  responsáveis  pela  recuperação.  na seguinte conformidade:  I ‐ escolas com até 15 (quinze) classes. a docente efetivo  incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente.estadual.  III  ‐  se  constituir  em  propostas  próprias  que.    Artigo  456  ‐  As  unidades  escolares  com  classes  de  ensino  regular  de  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e/ou  de  ensino  médio  passarão  a  contar  com  conjuntos  indivisíveis  de  10  (dez)  aulas  de  Língua  Portuguesa  e  de  10  (dez)  aulas  de  Matemática. por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios.  destinadas  ao  desenvolvimento das atividades de recuperação que se fizerem necessárias ao longo do ano letivo. pontuem as intervenções pedagógicas viabilizando a  retomada dos conhecimentos.  Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  Equipe  Gestora. quando se tratar de atribuição.    Artigo 458 ‐ O apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem  de atendimento específico dar‐se‐á:  I ‐ prioritariamente. das HTPCs ‐ Horas de  Trabalho Pedagógico Coletivas e das Orientações Técnicas promovidas pela Diretoria de Ensino.  priorizem  as  ações  resultantes  de  reuniões de trabalho e/ou formação coletiva. 1 (um) conjunto de cada disciplina.  paralela  e  ao  final  do  ciclo.  § 2º ‐ A atribuição das aulas de que trata este artigo processar‐se‐á de acordo com  a legislação vigente sobre o assunto.  157 .    Artigo  455  ‐  Os  estudos  de  recuperação.  III ‐ participar dos conselhos de classes dos alunos atendidos. a título de carga suplementar. em grupos de alunos do mesmo nível de ensino. e  III ‐ escolas com 30 (trinta) ou mais classes. 3 (três) conjuntos de cada disciplina. devem:  I ‐ constar da proposta pedagógica da escola e ser organizada mediante proposta  do  Conselho  de  Classe/Ano  e  ou  do  Professor  Coordenador  e  implementada  de  acordo  com  o  disposto nesta seção. que necessitem desse atendimento.  organizar  as  formas  e  o  tempo  de  atendimento  necessários  à  superação das dificuldades dos alunos.  como  um  mecanismo  que  busca  desenvolver  e/ou  resgatar  as  competências  e  as  habilidades  necessárias  à  interação  do  aluno com os conteúdos do currículo que vêm sendo trabalhados pelos docentes.  II  ‐  ser  assegurados  ao  aluno  de  forma  imediata.  II  ‐  escolas  com  16  (dezesseis)  a  29  (vinte  e  nove)  classes.    Artigo 457 ‐ A atribuição das aulas a que se refere o parágrafo 2º do artigo anterior  deverá recair em docente que se enquadre no perfil requerido ao desenvolvimento do projeto e  que se comprometa a:  I ‐ assistir e apoiar todos os alunos dos turnos de funcionamento do ciclo II e/ou do  ensino médio.  II  ‐  subsidiar  os  demais  professores  das  disciplinas  previstas  nesta  seção  no  desenvolvimento da recuperação contínua. a composição do conjunto de aulas poderá ser reduzida  para 8 (oito) aulas.  visam  a  garantir  de  forma  contínua.

  IX  ‐  subsidiar  os  professores  da  respectiva  disciplina  na  seleção. com indicação de recuperação paralela. caberá:  I ‐ identificar as dificuldades dos alunos. para superação das dificuldades diagnosticadas. com vistas a sinalizar o tempo necessário  de permanência deles na recuperação.  IV  ‐  definir.  no  Conselho  de  Classe  Final. as respectivas propostas. em conjunto com os professores envolvidos.  VI  ‐  zelar pela  incorporação e registro dos resultados da  avaliação das atividades  de recuperação.II  ‐  em  caráter  excepcional. quando inferior à obtida na recuperação.  IV ‐ manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com  o respectivo Professor Coordenador.  explicitando  a  natureza  das  competências.  promovidos para o ciclo II.  registrando  os  avanços  observados em sala de aula e na recuperação paralela.  158 .  para  aqueles  alunos  que  necessitam. as expectativas de  aprendizagem  e  os  procedimentos  avaliatórios  a  serem  adotados.  V ‐ incorporar os resultados da avaliação das atividades de recuperação na síntese  do desempenho bimestral do aluno. na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina.  com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação.  III  ‐  elaborar.  habilidades  e  conteúdos  que  deverão  ser  desenvolvidos  com  os  alunos  que  apresentam  necessidades  educacionais  especiais. temporariamente.    Artigo  458  A  ‐  Aos  professores  das  disciplinas  de  Língua  Portuguesa  e  de  Matemática da grade curricular do ciclo II e/ou do ensino médio.  caberá:  I  ‐  identificar  detalhadamente  as  dificuldades  de  aprendizagem  dos  alunos  apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta seção.    Artigo 458 C ‐ Ao Diretor de Escola e ao Professor Coordenador caberá:  I ‐ elaborar. desde o início do ano letivo. após a devida apreciação conjunta  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  de  Oficina  Pedagógica  da  respectiva  disciplina.    Artigo  458  B  ‐  Aos  docentes  responsáveis  pelas  aulas  de  recuperação  paralela. de um trabalho específico.  organização  e  desenvolvimento da recuperação contínua. em ata.  juntamente  com  o  Professor  Coordenador.  II  ‐  avaliar  sistematicamente  o  desempenho  dos  alunos. com parecer conclusivo do Supervisor de Ensino. dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos  de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno.  VII ‐ cuidar do registro.  III  ‐  utilizar  diferentes  materiais  e  ambientes  pedagógicos  que  favoreçam  a  aprendizagem do aluno. aferindo os avanços conquistados.  bem  como  com  os  concluintes  do  ciclo  I.  V ‐ avaliar continuamente os alunos atendidos.  quais  os  alunos  que  necessitam  de  recuperação desde o início do ano letivo subsequente explicitando quais as dificuldades a serem  sanadas. definir os conteúdos.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  conjunta  da  Supervisão  de  Ensino  e  da  Oficina Pedagógica e posterior aprovação pelo Dirigente Regional de Ensino. registrando esses resultados e substituindo a nota do aluno  no bimestre.  a  proposta  de  recuperação a ser aprovada pelo Dirigente Regional de Ensino.  II  ‐  desenvolver  atividades  significativas  e  diversificadas  que  levem  o  aluno  a  superar suas dificuldades de aprendizagem.  e  de  forma  individualizada.

    Artigo  458  E  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  de  Ensino. semestralmente.    Artigo  458  G  ‐  Não  se  aplicam  as  disposições  desta  seção  às  escolas  de  tempo  integral que deverão desenvolver atividades de recuperação contínua.  III  ‐  capacitar  os  Professores  Coordenadores  e  os  docentes  responsáveis  pelas  atividades de recuperação paralela no início e no decorrer do ano letivo.  III  ‐  coordenar.    Artigo 458 D ‐ À Equipe de Supervisão de Ensino e à da Oficina Pedagógica caberá:  I ‐ analisar as propostas apresentadas pelas escolas. os  critérios de agrupamento dos alunos e/ou de formação dos grupos.  VII  ‐  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  promovidas  pela  Diretoria  de  Ensino. quando necessário. os resultados  alcançados ao longo desses estudos.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação. os impactos das atividades de recuperação  no desempenho escolar dos alunos.  em  conjunto  com  a  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  I ‐ acompanhar e avaliar a execução das atividades desenvolvidas pelas Diretorias  de Ensino nas diferentes formas de recuperação.  II  ‐  apresentar  estudos  conclusivos  sobre  os  resultados  obtidos  na  recuperação  paralela e de ciclo. acompanhar e avaliar a implementação das propostas de recuperação  da aprendizagem. os critérios de encaminhamento e a forma de realização. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.  implementar  e  acompanhar  as  propostas  aprovadas. ao final do semestre.  serão  decididos  pelo  159 . os  grupos e as matrículas dos alunos serão cadastrados em opção específica no Sistema de Cadastro  de Alunos do Estado de São Paulo.  II ‐ orientar. principalmente nas Oficinas  Curriculares de Hora da Leitura e de Experiências Matemáticas.  justificando  sua continuidade.II ‐ definir.  V  ‐  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. aprovando‐as.    Artigo 458 F ‐ No processo de recuperação de estudos de que trata esta seção.  IV  ‐  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.    Artigo  458  H  ‐  Os  casos  omissos  à  operacionalização  das  diretrizes  estabelecidas  nesta  seção.  VI  ‐  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar. observando as expectativas de  aprendizagem.  III ‐ analisar e avaliar. juntamente com o professor responsável pela recuperação paralela.  providenciando as reformulações. quando necessárias.  IV  ‐  acompanhar  e  avaliar  as  propostas  em  andamento  e  decidir  sobre  sua  continuidade. quando as ações previstas forem compatíveis com o diagnóstico das  dificuldades apresentadas pelos alunos. o local.  quando  devidamente  justificados  pela  Supervisão  de  Ensino.

  IV  –  anotar.  deverão tomar as seguintes providências:  I  –  verificar  prontuários  dos  alunos  das  séries  finais  de  cada  nível  de  ensino  ou  curso.  inciso  II.    Artigo  462  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  manter  o  arquivo  das  atas  de  resultados  finais. arts.  consultados  previamente  o  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e/ou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.  observando  a  correção  da  carga  horária.  componentes  curriculares.  em  termo  de  visita.    Artigo 463 ‐ Verificada a qualquer tempo. não sendo aceitos documentos rasurados.  Parágrafo único – Ocorrendo alguma dúvida quanto à legalidade do documento.  dependências. 2º e 4º)    Subseção II  Das Competências e Atribuições    Artigo  461  ‐  Os  Supervisores  de  Ensino.Dirigente  Regional  de  Ensino. responsáveis pelos mesmos.  III – desenvolver trabalho de orientação.    Artigo 458 I ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e/ou ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  baixar  instruções  que  se  fizerem  necessárias  ao  cumprimento do disposto nesta seção.  160 . o  Diretor deverá dirigir‐se à respectiva Diretoria de Ensino. SE nº 93/09.  compete  ao  Diretor  da  escola  a  anulação  dos  mesmos.  referidas  no  artigo  79.  do  Decreto  7.  II – verificar se os currículos cumpridos estão de acordo com a legislação.  independentemente  das relações de concluintes. 1º a 14)    Seção XII  Dos Documentos Escolares  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar    Artigo 459 ‐ A verificação da regularidade e autenticidade da vida escolar far‐se‐á  exclusivamente  na  escola  onde  o  aluno  concluiu  o  curso  ou  nível  de  ensino  de  qualquer  modalidade e. inclusive  no que se refere à nomenclatura das disciplinas e cargas horárias.  as  providências  julgadas  necessárias. inclusive a identificação do Diretor e Secretário. SE nº 25/81. irregularidade que implique  anulação de  atos  escolares. ao final do mesmo.  ou  das  próprias escolas.  no  desempenho  de  suas  atribuições.  relativamente aos casos verificados.  V – verificar a correção dos documentos escolares em seus aspectos formal e de  conteúdo.  (Res. mediante análise dos documentos que permitiram a matrícula  nas sucessivas séries.  adaptações.  (Res.  em  relação  ao  estabelecimento de ensino que dirige.510/76. que efetuará as diligências necessárias. estágios e demais aspectos necessários. a fim de prevenir irregularidades.  "i".   Artigo  460  ‐  As  transferências  entre  unidades  escolares  vinculadas  ao  sistema  estadual  de  ensino  terão  os  documentos  encaminhados  por  meio  dos  interessados. arts.

 atendidas as normas de segurança previstas  pelo sistema para cada uma das etapas.  IV  ‐  publicação  dos  nomes  dos  alunos  concluintes. previamente  cadastrados.  § 3º ‐ Os alunos concluintes de cursos de Educação Profissional.  Parágrafo único ‐ Os agentes executores envolvidos neste processo.  que confirmará  a  autenticidade  dos  atos  escolares  dos alunos e dos Certificados e Diplomas expedidos. SE nº 25/81. as eventuais retificações encaminhadas pelas unidades  161 .  (Res. o procedimento de  visto‐confere. dessa forma.  passará  a  ser  efetuada  de  maneira  informatizada  e  veiculada  pela  Internet.  um  número único  e  intransferível. 6º e 8º)    Seção XIII  Da Escrituração Escolar  Subseção I  Da Informatização do Sistema de Publicação de Nomes de Alunos Concluintes de Estudos de  Nível Fundamental e Médio    Artigo 464 ‐ A publicação dos nomes dos alunos concluintes de nível fundamental  e  médio.  III ‐ validação dos atos praticados pela escola. 5º. integrando módulos do sistema GDAE ‐ Gestão Dinâmica de Administração Escolar. sob a responsabilidade do Secretário de Escola. bem como dos anos subseqüentes. estruturados nos  termos de legislações anteriores à atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.  enquanto o sistema não disponibilizar a emissão automática destes documentos numerados. atribuição do Supervisor de Ensino.    Artigo  466  ‐  No  ato  da  publicação  o  sistema  gerará  por  aluno.  para  cada  curso  concluído.  observadas  as  competências  e  atribuições  conferidas  pelos  respectivos  atos  normativos.  §  1º  ‐  O  número  gerado  se  constituirá  número  de  registro  do  Diploma  do  Curso  Normal  de  nível  médio  e  dos  Diplomas  das  Habilitações  Profissionais  cujos  planos  de  curso  integram o Cadastro Nacional de Educação Profissional de Nível Técnico.  da  responsabilidade  do  Dirigente Regional de Ensino. que  se constitui ferramenta de acompanhamento e controle das atividades escolares e de atualização  das bases de dados gerenciais da Secretaria da Educação. integrarão  a publicação informatizada objeto desta subseção.  a  partir  de  2001.  a  divulgação  da  publicação  informatizada  deverá  estar disponibilizada no sistema até cento e vinte dias após a data de conclusão dos estudos dos  respectivos alunos.  passarão  a  utilizar  suas  senhas  pessoais  e  intransferíveis  para  operar  no  sistema  e  responderão pelas respectivas informações prestadas.Parágrafo  único  –  O  ato  anulatório  do  Diretor  da  escola  deverá  ser  homologado  pelo Supervisor e comunicado ao Dirigente Regional de Ensino que providenciará sua publicação  no Diário Oficial do Estado e informará ao Ministério da Educação. competência do Diretor de Escola. arts.    Artigo  465  ‐  A  publicação  informatizada  de  que  trata  o  artigo  anterior  consistirá  das seguintes etapas básicas:  I ‐ cadastramento de alunos.     Artigo  467  ‐  A  partir  de  2003.  II ‐ confirmação dos nomes dos concluintes. substituindo.  Parágrafo único ‐ Disponibilizados na internet os nomes dos alunos concluintes em  2001.  §  2º  ‐  O  número  gerado  deverá  ser  transcrito  nos  Certificados  e  Diplomas.

  III – participar de campanhas preventivas promovidas pelo Governo do Estado. certificados e outros documentos expedidos por estabelecimentos  escolares  vinculados    ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  (educação  básica  e  ensino  superior). de 7 de julho de 1980. arts.  visando  o  respeito  à  saúde  e  ao  corpo. com mais de 5 (cinco)  salas de aula.  e  aqueles a serem estabelecidos em portaria específica.  desde  que  devidamente  revalidados e registrados de acordo com a Resolução CFE nº 4. obedecendo as seguintes diretrizes:  I – despertar o interesse dos alunos para a educação como um todo. CEE nº 4/95.  vacinação.  expedidos  por  instituições  estrangeiras. estimulando a  prática de normas sadias de vida.  de  forma  preventiva.  palestras  e    campanhas  educacionais. segurança nas escolas. serão objeto  de publicação informatizada nos termos desta subseção.  entre  outros.  II  –  atuar. bem  como  o  órgão  responsável  pela  coordenação  dos  exames  supletivos  darão  publicidade do  nome  dos  alunos  concluintes  no  sistema.    Artigo  470  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  baixar  portaria  contendo  instruções  complementares.  (Del.    Artigo  473  ‐  Cabe  à  CIVE  orientar  e  desenvolver  as  atividades  voltadas  para  a  melhoria da vivência escolar.  sobre  tóxicos. 1º)      CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE  Subseção I  Da Criação e Atribuições    Artigo 472 – As escolas da rede oficial de ensino do Estado. SE nº 108/02.    Artigo 469 ‐ Os nomes dos portadores de diplomas e certificados de habilitações  profissionais  de  nível  médio.    Artigo 468 ‐ As escolas vinculadas às redes de ensino com supervisão própria. art.  (Res.264/02.expedidoras somente poderão ser efetuadas pela autoridade responsável pela referida publicação  à vista do termo de confirmação realizado pelo representante do respectivo órgão de supervisão. 1º e 2º)    162 .  promovendo  cursos. 1º ao 7º)    Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação    Artigo  471  ‐  Fica  expressamente  vedado  o  registro  de  informações  relativas  à  filiação do aluno.  (Lei nº 11. arts. em diplomas.  atendidos  os  procedimentos  contidos  nesta  subseção.  AIDS. discussão do curso escolar. contarão com Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE. eventos esportivos.

 titulares e suplentes. por meio de boletins e de murais.  § 3º ‐ A CIVE terá suas proposições aprovadas em reunião. ou aquele indicado pelos  alunos  da mesma sala  de  aula. 5º e 6º)    Subseção III  Da Composição.  dentre  os  seus  representantes. encaminhando à Direção da escola as decisões tomadas. e terá tantas reuniões extraordinárias quantas se fizerem necessárias. a critério do  Presidente ou do Vice‐Presidente.  sendo  permitida  1  (uma) reeleição.  §  2º  ‐  O  mandato  dos  membros  titulares  será  de  1  (um)  ano.  sendo  que  cada  sala  de  aula  terá no máximo 2 (dois) alunos representantes. 4º .  § 1º ‐ Será abonada a falta escolar do aluno que participar da reunião da CIVE. distribuídos na  seguinte conformidade:  I – 1/3 (um terço) de representantes dos professores.  II  –  2/3  (dois  terços)  de  representantes  dos  alunos. da Direção da escola e dos  funcionários.  III – presidir as reuniões.    Artigo 477 ‐ Compete ao Secretário a divulgação.    Artigo 475 ‐ Compete ao Presidente da CIVE:  I – convocar os membros para as reuniões. mediante votação por  maioria simples de votos.  anualmente.  das reuniões da CIVE.    Artigo 476 ‐ Compete ao Vice‐Presidente da CIVE substituir o Presidente nos seus  impedimentos eventuais.  em local da escola. o Presidente da CIVE.  § 2º ‐ Participará da reunião da CIVE qualquer aluno ou autoridade.  VI – solicitar condições para o cumprimento das decisões da CIVE. far‐se‐á por  escrutínio secreto ou por indicação dos integrantes da mesma sala de aula.  eleger o Vice‐Presidente e o Secretário.    Artigo 479 ‐ A CIVE reunirá todos os membros.  (Lei nº 11.  II – coordenar as reuniões. pelo menos 1 (uma) vez por mês. por meio daqueles eleitos pela maioria. do Mandato e das Reuniões    Artigo 478 ‐ Os membros da CIVE serão em número de 20 (vinte).Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências    Artigo  474  ‐  A  Direção  da  escola  designará. 3º.  IV – manter o bom relacionamento entre a CIVE e a Direção da escola.  V ‐ prestigiar e incentivar a participação de todos os alunos nos assuntos da CIVE.  § 3º ‐ Perderá o mandato o membro que tiver mais de 3 (três) faltas injustificadas. arts.  163 . cabendo aos alunos.  § 1º ‐ A eleição dos representantes dos alunos.  assumindo o membro  seguinte mais  votado.264/02. cabendo  à Direção do estabelecimento proporcionar condições ideais para as reuniões.

 das quais os alunos tomarão conhecimento por meio de boletins e murais. 8º. se internadas no mesmo estabelecimento de saúde.  quando  serão  discutidos  assuntos  de  grande  importância  pelos  alunos. 3º. 7º e § 1º do art.    Artigo 482 ‐ O acompanhamento educacional se destina à criança e ao adolescente  em  idade  escolar. para outros discentes e  para os que têm atribuições em instituição educacional ou que a ela comparecem.  (Lei nº 11.  (Lei nº 11.  professores  e  autoridades convidadas. arts.  os  programas  básicos  das  matérias ministradas.  sempre  que  necessário. na forma a ser estabelecida  pelos profissionais responsáveis pelo tratamento.§  4º  ‐  As  reuniões  serão  lavradas  em  atas.  o  acompanhamento  educacional  durante  o  período  de  internação. caput e §§ 2º.  (Lei nº 10.264/02.  regularmente  matriculado  em  estabelecimento  de  ensino  fundamental. 9º)    Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para Tratamento de  Saúde  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado    Artigo 481 ‐ É assegurado à criança e ao adolescente internados para tratamento  de  saúde  por  tempo  indeterminado. possibilidades e condições do paciente.264/02.685/00. conforme o  caso. para ele próprio. tal atendimento será feito em grupos de crianças ou  adolescentes. por estagiários do magistério ou de ensino superior.  § 2º ‐ Sempre que possível.  §  1º  ‐  O  estabelecimento  de  ensino  em  que  a  criança  ou  o  adolescente  estejam  regularmente  matriculados  fornecerão.  de  acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade.  164 . 2º. podendo ser prestado. art. a fim de propiciar o acompanhamento.  consideradas as necessidades. 3º e 4º)    Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde    Artigo  485  –  Aplicam‐se  as  disposições  desta  subseção  a  quaisquer  casos  de  alterações  de  saúde  que  impeçam  a  atividade  escolar  normal  do  discente. art. 4º e 5º do art.    Artigo  483  ‐  O  acompanhamento  educacional  será  realizado  de  acordo  com  as  diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação. 1º.    Artigo 484 ‐ A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão  realizadas  de  acordo  com  os  critérios  a  serem  fixados  pelo  estabelecimento  de  saúde.  pelas  limitações  que  impõem ao mesmo ou pelos riscos que podem ocorrer.  com  as  assinaturas  dos  membros  presentes. 8º)    Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar ‐ SIAVE    Artigo 480 ‐ Uma vez por ano haverá a Semana Interna Anual de Vivência Escolar –  SIAVE.

 emitido exclusivamente pelo médico responsável pelo tratamento. quando incapaz. parto e puerpério.  de  modo  a  se  fortalecer. arts. notadamente seus responsáveis legais. 3º. docentes e funcionários que.  incluirá  no  despacho  concedente  a  indicação  dos  procedimentos  pedagógicos  a  serem  adotados  no caso. assim como às não repetitivas e às de cunho circunstancial. que lhes impeça o exercício das respectivas responsabilidades. sempre  que pertinente.  (Del. 1º.  àquelas  de  manifestações  descontínuas  e  intermitentes.  verificada  a  existência  de  requisitos  e  de  condições  necessárias  à  continuidade  dos  estudos.  Parágrafo único ‐ Nos casos de discentes de ensino superior ou de cursos técnicos  e  profissionalizantes  em  geral.  §  3º  ‐  A  instituição  educacional  procederá  de  modo  que  o  discente  e  seus  familiares.  bem como pela privacidade e respeito ao discente e a seus familiares.  à  disposição  das  autoridades  educacionais  competentes.    Artigo 486 ‐ A decisão de deferimento do requerimento das condições especiais a  que  se  refere  esta  subseção. observado o disposto no artigo  anterior  manterá  completa  e  atualizada  a  documentação  comprobatória  de  cada  caso. estendendo‐se.  sendo  incapaz.  a  orientação  dada  pela  instituição  dedicará  especial  atenção  à  adequada formação das respectivas aptidões.  juntará  ao  requerimento  de  condições  especiais  para  as  atividades  escolares  o  atestado  comprobatório  do  motivo da solicitação. CEE nº 59/06.    Artigo 489 ‐ Em caso de recurso de natureza administrativa ou de procedimentos  no âmbito judicial referentes ao caso.  é  requisito  indispensável  o  cuidadoso  acatamento  das  prescrições  de  seu  médico. de modo a não haver  prejuízo de sua qualidade.  para  isso.    Artigo 487 ‐ A direção da instituição educacional. 4º e 5º)    Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual    Artigo  490  ‐  O  Programa  de  Atendimento  ao  Deficiente  Visual  em  idade  escolar  tem as seguintes finalidades:  165 .  no  educando. habilidades e competências. deverá ser igualmente cumprido o disposto nos artigos 487  e 488.  às  de  existência  contínua  e  às  de  longa  duração  e.  seus  responsáveis  legais. em que todos têm sua parte a cumprir.§  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  se  aplica  a  afecções  perenes.    Artigo 488 ‐ A direção da instituição educacional. por  força  de  suas  atribuições. 2º.  §  2º  ‐  O  discente  ou.  as  quais  estarão  igualmente  vinculadas  à  confidencialidade e à preservação da privacidade. aos estados que se relacionem com gravidez.  é  de  competência  da  direção  da  instituição  educacional  que.  devem  zelar  pela  confidencialidade  do  diagnóstico  e  dos  dados  e  informações  médicas  que  lhe  sejam  inerentes. tenham plena compreensão de  que se trata de colaboração entre a família e a instituição.  a  convicção  de  que  deve  ser  o  primeiro  a  zelar  por  sua  saúde  e.  venham  a  ter  conhecimento  do  caso  de  exceção.  também.

 bem como sua  prevenção.  166 .  III ‐ a utilização de locais públicos.  II ‐ o combate à obesidade infantil na rede escolar.  (Decreto nº 38. tem a finalidade de implementar ações eficazes para a  redução de peso.    Artigo 496 – Constituem‐se diretrizes da Política "São Paulo Mais Leve":  I  ‐  promoção  e  desenvolvimento  de  programas.    Artigo  494  ‐  O  programa  deverá  acontecer  semestralmente. arts. escolas e postos de saúde.  III ‐ informatizar a produção de material específico e agilizar sua distribuição para  deficientes visuais. principalmente aos alunos da rede estadual de ensino. através de materiais informativos e institucionais.641/94.  respeitada  na  sua  adoção a conveniência funcional de cada estabelecimento de ensino. tais como parques.  se  fará  em  consonância  com  as  diretrizes  do  Programa  Estadual  de  Atenção  à  Pessoa  Portadora de Deficiência. arts. e à obesidade mórbida da população  paulista. constará do seguinte:  I  ‐  promoção  de  aulas  práticas  e  teóricas  sobre  técnicas  de  higiene  bucal.  IV ‐ a promoção de campanhas:  a)  de  conscientização  que  ofereçam  informações  básicas  sobre  alimentação  adequada.  (Lei nº 11. denominada "São Paulo Mais Leve". o combate à obesidade.I  ‐  garantir  aos  alunos  portadores  de  cegueira  e  de  visão  subnormal  os  instrumentos  necessários  para  o  acesso  ao  conteúdo  programático  desenvolvido  na  escola  comum. instituído pelo artigo  anterior. preferencialmente.  II ‐ esclarecimentos sobre risco de doenças bucais e outros agravos.  para a implementação da política. 2º e 3º)    Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve"    Artigo 495 – A Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado de São  Paulo. à leitura.  que  efetivem  no  Estado  o  direito  humano  universal  à  alimentação  e  nutrição  adequadas.    Artigo 491 ‐ O desenvolvimento e a execução do Programa.  projetos  e  ações. à pesquisa e à cultura. adulta e infantil.     Artigo 493 ‐ O programa. 1º.  ministradas por profissionais da área.  de  forma  intersetorial. 1º e 2º)     Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal    Artigo 492 ‐ O Programa de Saúde Bucal será desenvolvido no âmbito das escolas  públicas de ensino fundamental.  coordenado pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social do  Estado de São Paulo.257/02. a que se refere o artigo anterior.  II  ‐  promover  a  melhoria  da  qualidade  do  ensino  por  meio  do  aperfeiçoamento  constante dos professores especializados na área.

 entidades da sociedade civil e do setor produtivo. arts. enfermeiros e educadores.283/06. visando à consecução dos objetivos da Política “São  Paulo Mais Leve”  (Lei nº 12. 2º.  formada  por  médicos.  (Lei nº 11. para cumprimento dos  objetivos  estabelecidos.  por  meio  de  ações  desenvolvidas nos serviços de saúde e nas escolas. arts.b)  de  estímulo  ao  aleitamento  materno.  II ‐ Deverá respeitar e seguir as diretrizes gerais definidas pelo Conselho Estadual  dos Direitos da Criança e do Adolescente. Estados  e Municípios e entidades da sociedade civil. 2º e 4º)    Seção V  Da Gravidez na Adolescência    Artigo  498  –  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência observará as disposições desta seção. 1º.  tornando‐o  um  agente  multiplicador  da  segurança  alimentar  e  nutricional  em  sua  plenitude.  VII ‐ a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos  alimentícios  infantis.  empresas de comunicação. municipais e  entidades representativas da sociedade civil de assistência médica e social.    Artigo  499  –  Constituem‐se  objetivos  da  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento à Gravidez na Adolescência:  I  ‐  a  promoção  da  prevenção  da  gravidez  precoce. assistentes sociais.  VI  ‐  a  integração  às  políticas  estadual  e  nacional  de  segurança  alimentar  e  de  saúde.972/05.  II ‐ a orientação quanto aos métodos contraceptivos.    Artigo  500  ‐  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência atenderá aos seguintes requisitos:  I  ‐  Será  desenvolvida  por  uma  equipe  interdisciplinar. 1º.  em  parceria  com  as  entidades  representativas  da  área  de  propaganda.  psicólogos.  IV ‐ o atendimento ambulatorial e o acompanhamento pré‐natal.  III ‐ o atendimento psicológico grupal e individual e a orientação psicossocial.    Artigo 497 ‐ O Estado poderá celebrar convênios e parcerias com a União.     Artigo 501 ‐ Poderão ser celebrados convênios com órgãos federais.  VIII ‐ o direcionamento especial da política às comunidades que registrem baixos  índices de pobreza e desenvolvimento econômico e social.  como  forma  de  prevenir  tanto  a  obesidade quanto a desnutrição. 3º e 4º)            167 .  V  ‐  a  capacitação  do  servidor  público  estadual  que  trabalha  diretamente  com  a  população.

 as mesmas condições previstas para as demais doenças na Lei  10. estimulando e promovendo atividades públicas e privadas de forma a:  I  ‐  promover  esclarecimentos  que  visem  conscientizar  o  conjunto  da  população  sobre as ações de prevenção e programas de tratamento voltados para os usuários de drogas. previdência. riscos.    168 .261.  III ‐ prover as condições indispensáveis à garantia do pleno atendimento e acesso  igualitário dos usuários de drogas aos serviços e ações da área de saúde. sem constrangimento ou obrigação. sempre que necessário.  e  encaminhadas  para  os  serviços públicos especializados.  II  ‐  desenvolver  campanhas  que  visem  informar  e  estimular  o  diálogo. justiça e  emprego.  a  solidariedade e a inserção social dos usuários de drogas. por meio de seus órgãos competentes.  centros  esportivos  e  outros  próprios  no  Estado de São Paulo.  que articulem os diferentes campos da saúde.  Parágrafo único – Se o dependente de drogas for servidor público estadual. juventude.  considera‐se  a  dependência  de  droga  uma  situação  provisória  que  expressa  um  sofrimento  que  se  traduz  em  dificuldades físicas. do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas    Artigo 502 ‐ O Governo do Estado.  incluindo os desconfortos. efeitos colaterais e benefícios do tratamento. educação.  II  ‐  o  resultado  do  teste  deve  permanecer  estritamente  protegido  pelo  segredo  profissional.  amparadas  do  ponto  de  vista  médico.  Parágrafo  único  –  Para  os  efeitos  do  disposto  nesta  subseção. serão  garantidas.  permitindo  sua  reinserção social.  IV ‐ ser informado. durante o tratamento. tipos e etapas de tratamentos. psicológicas e sociais. tratamento e de reinserção dos usuários de drogas.    Artigo  504  ‐  Os  testes  anti‐HIV  e  para  Hepatites  B  e  C  devem  ser  estimulados  a  todas as pessoas.  III  ‐  o  acesso  a  tratamentos  que  respeitem  sua  dignidade. não os estigmatizando ou discriminando  e manter inserido na escola e no trabalho o usuário de drogas e em tratamento quando ele assim  precisar. sendo  necessárias as seguintes medidas:  I ‐ a testagem sorológica deve ser procedida com aconselhamento pré e pós‐teste. deverá  estabelecer políticas de prevenção.  jurídico  e  social. em particular aos usuários de drogas. Hepatite C ou outras patologias  conexas.  II  ‐  não  sofrer  discriminação  em  campanhas  contra  o  uso  de  drogas  que  diferenciem os usuários dos dependentes.  III  ‐  as  pessoas  soropositivas  devem  ser  informadas  do  resultado  do  teste. de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. estratégias.  IV  ‐  desenvolver  atividades  permanentes  que  busquem  prevenir  a  infecção  dos  usuários de drogas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).  V ‐ apoio psicológico durante e após o tratamento.  psicológico. cuidados. de todas as formas.    Artigo 503 ‐ São direitos fundamentais dos usuários de drogas:  I  –  garantia  de  não  exclusão  de  escolas.Seção VI  Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras Drogas  Subseção I  Da Prevenção. família. pela sua condição de usuário de drogas.

  bem  como  a  possível  unificação  de  algumas  turmas.  bem  como  seus  familiares. 3º)          169 .1º. locais disponíveis para a sessão dentro  do próprio estabelecimento. par. dependentes de drogas e entorpecentes. arts. 1º. 3º e 4º)    Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes    Artigo  506  –  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes  desenvolverá  políticas  e  atividades  voltadas  à  criança  e  ao  adolescente.Artigo 505 ‐ Todos os usuários de drogas terão acesso à vacina de Hepatite B.  II  ‐  atuar  preventivamente.  esclarecendo e informando sobre os males decorrentes do uso de entorpecentes e drogas afins.  os  pais  e/ou  outros  familiares.  ou  até  de  todo  o  corpo  discente da escola.258/06.  visa  a  prevenir  que  os  pré‐ adolescentes  se  tornem  fumantes. sexta.  IV  ‐  auxiliar  a  criança  e  o  adolescente.  para  maior integração da comunidade ao programa ora proposto.297/06. do Álcool e das Drogas"    Artigo  508  ‐  O  "Programa  de  Educação  Específica  Contra  os  Males  do  Fumo.  do  Álcool  e  das  Drogas"  em  todas  as  Escolas  Públicas  do  Estado.  (Lei nº 9.    Artigo  507  ‐  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes tem por objetivo:  I ‐ alertar sobre os malefícios causados à saúde física e mental do usuário da droga  e do entorpecente. 1º e  2º)    Subseção III  Do "Programa de Educação Específica contra os Males do Fumo.  (Lei nº 12. 2º e art.  esclarecendo  sobre  os  riscos  decorrentes  da  dependência química.  na  busca  de  soluções e medidas eficazes para o combate à dependência. além  do prejuízo social deles decorrentes.  §  3º  ‐  Os  conferencistas  deverão  ser  convidados  pela  Direção  da  Escola. sétima e oitava série do Ensino Fundamental.  como  convidados. caput e §§ 1º e 5º do art.  tendo em vista os efeitos deletérios que todos esses vícios têm sobre o organismo humano. a  fim de que busquem tratamento nos órgãos e entidades especializadas. na medida em que existam.  viciados  na  ingestão  de  álcool  e/ou  consumidores de  drogas. para tanto.  § 1º ‐ A obrigatoriedade de que trata o caput refere‐se aos jovens matriculados na  quinta.  III ‐ orientar a criança e o adolescente.    Artigo 509 ‐ Ficará a critério da direção da escola a marcação das datas e horários  dessas  palestras.  com  período mínimo de antecedência de dois meses. 2º. único do art.830/97. arts.  §  2º  ‐  Poderão  participar.   (Lei nº 12.

 arts. ética. arts. em relação ao menor.  intimidatória  ou  vexatória. de  que tiverem conhecimento. filosófica ou psicológica.  para  os  efeitos  desta subseção:  I  ‐  praticar  qualquer  tipo  de  ação  violenta. de ordem moral. 1º e 4º)    Artigo  512  ‐  As  direções  das  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  São  Paulo  deverão comunicar ao Conselho Tutelar das respectivas áreas.  II  ‐  planejar  e  adotar  medidas  efetivas  de  esclarecimento  às  crianças  e  adolescentes sobre os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.  III  ‐  praticar  atendimento  selecionado  que  não  esteja  devidamente  determinado  em lei.Seção VII  Da Campanha Anual de Combate à Violência e Exploração contra Crianças e Adolescentes no  Estado de São Paulo    Artigo  510  –  A  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  à  Exploração  Contra  Crianças e Adolescentes tem por objetivos:  I ‐ combater toda e qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes. no  Estado. em locais visíveis.  II ‐ proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento  público ou privado.  visando  concretizar o que dispõem os itens anteriores deste parágrafo único. funcionários e alunos a denunciar os casos de maus tratos.  nas  escolas  da  rede  pública  e  particular  de  ensino  do  Estado. principalmente as relacionadas ao trabalho infantil e à exploração sexual.429/99.    Artigo  515  ‐  Consideram‐se  atos  atentatórios  e  discriminatórios  dos  direitos  individuais  e  coletivos  dos  cidadãos  homossexuais.  (Res.  III  ‐  inibir  a  cultura  da  violência.  bissexuais  ou  transgêneros.  IV  ‐  promover  atividades  de  caráter  educativo  e  sócio‐culturais. os casos de maus tratos envolvendo  seus alunos. bissexual ou transgênero.  nos  termos  desta  subseção. incluindo a afixação  das espécies legais  nas escolas da rede pública e privada do Estado.  durante  uma  semana  de  cada  ano.  toda  manifestação  atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual. SE nº 277/88.  constrangedora.  (Lei nº 10.  despertando  nas  crianças  e  adolescentes  do  Estado  a  consciência  da  importância  da  solidariedade  humana  e  do  respeito  aos  direitos  fundamentais da pessoa como pressupostos primordiais da vida em sociedade. aberto ao público.  170 . 1º e 2º)    Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual    Artigo  514  ‐  Será  punida.    Artigo  513  ‐  As  direções  das  escolas  deverão  criar  condições  que  estimulem  professores.    Artigo  511  ‐  O  Poder  Executivo  adotará  todas  as  providências  cabíveis  e  necessárias para a publicização do disposto nesta seção.

    Artigo 517 ‐ A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta subseção será  apurada em processo administrativo. bissexual ou transgênero que for vítima dos  atos  discriminatórios  poderá  apresentar  sua  denúncia  pessoalmente  ou  por  carta.    Artigo 518 ‐ O cidadão homossexual.  que  intentarem  contra  o  que  dispõe  esta  subseção.  VIII  ‐  proibir  a  livre  expressão  e  manifestação  de  afetividade. aquisição. pensões ou  similares.  VII  ‐  inibir  ou  proibir  a  admissão  ou  o  acesso  profissional  em  qualquer  estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional. sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis.  cujos  responsáveis  serão  punidos  na  forma  do  Estatuto  dos  Funcionários Públicos Civis do Estado ‐ Lei nº 10.  telex. motéis.  VI ‐ praticar o empregador.IV ‐ preterir.    Artigo 519 ‐ As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou  qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as  seguintes:  I ‐ advertência. garantindo‐se.  competirá  à  Secretaria  da  Justiça  e  da  Defesa  da  Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição  das penalidades cabíveis. de 28 de outubro de 1968.  II ‐ multa de 1000 (um mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  III ‐ multa de 3000 (três mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  III  ‐  comunicado  de  organizações  não‐governamentais  de  defesa  da  cidadania  e  direitos humanos.  §  2º  ‐  Recebida  a  denúncia.  e  toda  organização  social  ou  empresa.  V ‐ cassação da licença estadual para funcionamento. na forma da lei. em  caso de reincidência.  via  internet  ou  fac‐símile  ao  órgão  estadual  competente  e/ou  a  organizações  não‐ governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.  II ‐ ato ou ofício de autoridade competente. atos de demissão direta ou indireta.  § 2º ‐ Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando  for verificado que. resultarão inócuas. compra.  § 1º ‐ A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato  discriminatório.  de  caráter  privado  ou  público. seguida da identificação de quem faz a denúncia. inclusive os detentores de função  pública.  171 .  sendo  estas  expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos. em razão do porte do estabelecimento.  civil  ou  militar.  V ‐ preterir. ou seu preposto.  com  ou  sem  fins  lucrativos. arrendamento ou  empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade.  telegrama.  instaladas  neste  Estado.  em função da orientação sexual do empregado.  §  1º  ‐  As  penas  mencionadas  nos  incisos  II  a  V  deste  artigo  não  se  aplicam  aos  órgãos  e  empresas  públicas. que terá início mediante:  I ‐ reclamação do ofendido. sobretaxar ou impedir a locação.  IV ‐ suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias. o  sigilo do denunciante.    Artigo 516 ‐ São passíveis de punição o cidadão.261.

 5º.  por  ação  ou  omissão.  cor  e  origem.  deverá  ser  comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença.  no  exercício  de  suas  funções  e/ou  em  repartição  pública.  sem  prejuízo  da  distribuição  que  já  vem  sendo  feita  aos  alunos  das  escolas  de  ensino  fundamental  dos  períodos  diurnos. arts. arts.  da  lei  serão  aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos. 1º e 2º)      CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar    Artigo  523  –  A  utilização  de  alimentos  transgênicos  na  composição  da  merenda  fornecida aos alunos é proibida nos estabelecimentos de ensino oficiais do Estado de São Paulo.  igualmente.    Artigo  522  ‐  Fica  autorizada  a  Secretaria  da  Educação  a  promover. que providenciará a sua cassação.     Artigo  524  ‐  A  Merenda  Escolar  será  distribuída  aos  alunos  matriculados  no  período  noturno  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.  V ‐ destacar a participação do negro na formação histórica da sociedade brasileira. 3º.  igual  oportunidade de acesso ao trabalho. 6º e 7º)    Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial    Artigo  521  ‐  A  política  para  a  superação  da  discriminação  racial  no  Estado  será  desenvolvida nos termos desta subseção pelo Poder Público em parceria com a sociedade civil e  terá por objetivos:  I  ‐  assegurar  a  todos. à saúde.    Artigo  520  ‐  Aos  servidores  públicos  que.  (Lei nº 10.  deixarem  de  cumprir  os  dispositivos. 2º.§  3º  ‐  Quando  for  imposta  a  pena  prevista  no  inciso  V  supra.  II  ‐  combater  e  eliminar  as  diferentes  manifestações  de  preconceito  e  discriminação étnica e racial no Estado.  como  parte  integrante  do  planejamento  anual  das  escolas  públicas  do  Estado. 4º. à moradia.  seminários  e  debates  descentralizados objetivando a reflexão crítica de diretores e professores sobre a importância do  negro na formação cultural e histórica do país.  Parágrafo  único  ‐  Essa  distribuição  será  efetuada  com  o  excedente  da  Merenda  Escolar destinada aos alunos do período diurno.  172 . ao lazer e à segurança.237/99.  (Lei nº 10.  a  autoridade  municipal  para  eventuais  providências  no  âmbito  de  sua competência. à educação.  III ‐ preservar e valorizar as diferenças culturais e religiosas dos diferentes grupos  étnicos do Estado.  sem  qualquer  distinção  de  raça. 1º.948/01.  IV  ‐  garantir  aos  diferentes  grupos  étnicos  livre  espaço  para  manifestações  políticas e culturais.  comunicando‐se.

  5. art.  pelas  Coordenadorias  de  Ensino. serras. SE nº 34/09. 1º)    Seção II  Do Transporte Escolar  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município    Artigo 525 ‐ A concessão do transporte na rede pública estadual dar‐se‐á ao aluno:  I ‐ regularmente matriculado e frequente em escolas da rede pública estadual de  ensino. nos  termos  do  Decreto  nº  48.  (Res.  III ‐ fornecimento de passes escolares. a liberdade de movimento.  173 . rodovias e ferrovias sem passarela ou faixa de travessia sem semáforo. art. no caminho entre a residência do aluno e a unidade  escolar. a partir de 1º de julho de 2009.  lagos.  2.  II ‐ residente no mesmo município da escola.037/79.761/01. trilhas em matas.  sem  pontes  ou  passarelas.  ribeirões.  e  Resolução  SE  nº  33/2009.    Artigo 526 ‐ O transporte será garantido aos alunos com necessidades locomotoras  especiais.  de  11  de  maio  de  2004. morros. divisórias físicas fixas (muros ou cercas).  II ‐ empresa de transporte contratada ou transporte autônomo fretado.  §  1º  ‐  Consideram‐se  necessidades  locomotoras  especiais:  autismo. arts. 1º e Lei nº 2.  (Res. com as adaptações necessárias.  riachos. art. 1º. 1º)    Artigo 528 ‐ A Prefeitura Municipal encaminhará à Diretoria de Ensino da Região os  seguintes documentos:  I ‐ para a celebração do Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do convênio ‐ Anexo I.631.  brejos. SE nº 33/09. ou quaisquer entraves ou obstáculos. a circulação com segurança  e a integridade do aluno.  4.  §  1º  ‐  Além  dos  casos  previstos  no  caput  poderá  ser  concedido. conforme registro no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo/SEE‐CIE. entre outras:  1. linhas eletrificadas.  6.  § 2º ‐ Não será concedido transporte ao aluno que optar por matrícula em escola  que não tenha sido indicada pela Diretoria de Ensino. que limitem ou impeçam o acesso.  rios.  §  2º  ‐  Os  casos  excepcionais  ou  omissos  deverão  ser  resolvidos  pelas  Coordenadorias de Ensino. vazadouros (lixões).  3. ou locais desertos.  lagoas. 2º e 3º)    Artigo  527  ‐  A  Prefeitura  Municipal  que  fornece  transporte  aos  alunos  poderá  celebrar convênio com a Secretaria de Estado da Educação.  transporte  aos  alunos  onde  for  constatada  a  existência  de  barreiras  físicas. mediante:  I ‐ frota própria da Prefeitura Municipal.  III ‐ residente na zona rural.  para  atendimento.  mobilidade  reduzida e necessidade de acompanhante.  braços  de  mar.(Lei nº 10.

 etapas ou fases de execução.  (Res.  c) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município.  III ‐ orientar as unidades escolares quanto à necessidade de constante atualização  da digitação dos alunos transportados no Sistema de Cadastro de Alunos SEE/CIE.  c)  publicação  da  Lei  Municipal  em  jornal  da  região  ou  Certidão  de  Registro  em  Cartório (1 via). de 14 de dezembro de 2007.  II  ‐  elaborar  minutas  dos  termos  de  Convênio  ou  de  Aditamento  e  de  Ciência  e  Notificação. SE nº 34/09. 5º)    Artigo 530‐B ‐ As Diretorias de Ensino deverão adotar as seguintes providências:  I  ‐  designar  com  publicação  em  Diário  Oficial  um  servidor  da  Diretoria  de  Ensino  como responsável pelo acompanhamento e gestão dos Convênios de Transporte de Alunos.  II ‐ para o Termo de Aditamento ao Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do Termo de Aditamento ‐ Anexo I.  iguais  e  sucessivas. de 20 de março de 1996. art.b) cópia da Lei Municipal autorizando o Prefeito a celebrar o Convênio (1 via).  (Res.  bem  como  da  conclusão das etapas ou fases programadas. e encaminhar às Diretorias de Ensino. SE nº 34/09.  f) Plano de Trabalho do qual deverá constar identificação do objeto do convênio.  cronograma  de  desembolso  e  previsão  de  início  e  fim  da  execução  do  convênio. 2º)    Artigo  529  ‐  O  valor  referente  ao  auxílio‐transporte  levará  em  conta  o  custo  aluno/dia  e  a  disponibilidade  de  recurso  orçamentário  e  financeiro  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. por meio das Coordenadorias de  Ensino:  I  ‐  solicitar  junto  às  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Fazenda  manifestação prévia quanto aos aspectos orçamentários e financeiros.  (Res. SE nº 34/09.  § 1º ‐ O número de alunos será obtido por meio do banco de dados do Sistema de  Cadastro de Alunos da Secretaria de Educação/database Censo MEC. art.  b) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. art.  d) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. SE nº 34/09.  III ‐ repassar o recurso de acordo com os artigos 529 e 530.  obedecendo  ao  cronograma  de  desembolso  anual.  (Res.  II ‐ conferir os documentos apresentados pelas Prefeituras Municipais. nos  termos do Decreto nº 52. plano de aplicação do recurso financeiro.  §  2º  ‐  A  relação  de  alunos  obtida  nos  termos  do  parágrafo  anterior  será  gerada  pela SEE/CIE e encaminhada às Diretorias de Ensino.479. e suas alterações. art.722. de 14 de dezembro de 2007. 4º)    Artigo 530‐A ‐ Caberá à Secretaria da Educação. nos  termos do Decreto nº 52.  excluídos  os  períodos  de  recesso e férias escolares. em face da  exigência do Decreto nº 40.  d) Plano de Trabalho conforme a alínea “f” do inciso I deste artigo.479. 3º)    Artigo  530  ‐  A  transferência  de  recurso  será  feita  em  10  (dez)  parcelas  mensais.  metas a serem atingidas. tendo em vista a  174 .  e) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município.

      Prefeito Municipal    Exmº.  VII ‐ autuar e protocolar as propostas e remeter os processos às Coordenadorias  de Ensino para posterior encaminhamento à Consultoria Jurídica para manifestação.      Atenciosamente.   VI  ‐  comprovar  a  existência  de  recurso  orçamentário  necessário  à  execução  do  objeto do convênio.impossibilidade  de  alteração  da  lista  de  alunos  da  database  Censo  MEC.  VIII ‐ providenciar a publicação do extrato dos Convênios e Aditamentos no Diário  Oficial.  (Res.  d) quadro resumo do Município.  V  ‐  deverá  ser  remetido  por  correio  eletrônico  às  Coordenadorias  de  Ensino  quadro resumo da Diretoria de Ensino conforme Anexo III. 7º)      ANEXO I      _______________________. efetuando a competente reserva. Sr. Secretário de Estado da Educação   São Paulo ‐ SP  175 .  c) formulário de passes.  IV  ‐  conferir  as  informações  constantes  no  Anexo  II. reitero protesto de estima e consideração. caso necessário.    Sendo só para o momento. 6º)    Artigo  530‐C  ‐  A  comprovação  da  aplicação  do  recurso  concedido  obedecerá  às  normas do Tribunal de Contas do Estado. art.631. de 11 de maio de 2004. SE nº 34/09.  para  efeito  deste  Convênio.  Paulo Renato Costa Souza  DD. art.      Ofício nº ________/20___      Excelentíssimo Senhor    Tem  o  presente  a  finalidade  de  solicitar  a  assinatura  de  Convênio  entre  o  Município  de  ______________________ e a Secretaria da Educação para auxílio‐transporte de alunos da rede estadual de ensino nos  termos do Decreto nº 48.  IX ‐ verificar as condições da execução do Convênio no atendimento do transporte  escolar.  b) formulário de rotas percorridas/quilometragem.  encaminhando  cópia  dos  seguintes documentos:  a) relação dos alunos transportados conforme os §§ 1º e 2º do artigo 529. podendo. _____ de ______________ de 20_____. pedir à Prefeitura Municipal esclarecimentos sobre os dados e  informações constantes do Plano de Trabalho. SE nº 34/09.  (Res.

 informar se frota Própria (FP) ou Frete (F)      Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino                    Km RODADO  POR DIA                                176 .  VIAGENS  EF  EM  TOTAL  DIA                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Observação: Em TIPO TRANSP.ANEXO II    DOCUMENTO "1"    (RELAÇÃO DE ALUNOS IMPRESSA DO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS / data base CENSO MEC)    DOCUMENTO "2"    SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO    COORDENADORIA DE ENSINO _____________    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE ROTAS / QUILOMETRAGEM                                      Ano: ________    Diretoria de Ensino:  Município:  ROTA  ORIGEM  DESTINO  ESCOLAS  Tipo de  Capa‐ Tipo  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  Nº DE  ATENDIDAS  Veículo  cidade  Transp.

  transp. Custo passe dia: total de alunos x 2 (ida/volta) x tarifa para estudante     Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino              DOCUMENTO "4"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO_______  Auxílio Transporte de Alunos    QUADRO RESUMO DO MUNICÍPIO                                                                          Ano: ________    Diretoria de  Prefeitura  Frota Própria  Frete  Passe  Total Geral  Ensino  Municipal      Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  Mensal (20  transp.  dias úteis)                                  Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino        177 .DOCUMENTO "3"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO ______    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE PASSES                 Ano:_____    Diretoria de Ensino:  Município:  UNIDADE  BAIRRO  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  VAOLOR DA TARIFA PARA  CUSTO PASSE  ESCOLAR  ESTUDANTE  DIA      EF  EM  TOTAL                                                              Observação:  1. Informar o valor da tarifa para estudante.  transp. em uma viagem  2.  transp.

ANEXO III  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO .. 1º)    178 . de 23  de setembro de 1997.  em  agências  de  venda  de  passagens.  3 ‐ processamento de origem e do destino das viagens em abrigo de passageiros e.  com  capacidade  de  seis  a  vinte  lugares. abrir a coluna o quanto for necessário.  (Lei nº 11.  na  falta  deste.  ambos  dotados  de  requisitos  mínimos  de  capacidade.  Auxílio Transporte de Aluno     QUADRO RESUMO DA DIRETORIA DE ENSINO                                                                                       Ano: ____________      1.  § 1º ‐ Para efeito do disposto nesta seção...  de  atestado  de  matrícula  do  estabelecimento de ensino.    Diret oria  de  Ensi no  Prefeitur a  Municip al  Nº de  UEs que  utilizam  trnasport e  Nº de  Alun os  Frota Própria  Nº de  KM Custo  Veículo s  Mens s  po al (20  r  dias  dia  úteis)        Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Nº  de  Veí cul os  Frete KM s  po r  dia  Custo  Mens al (20  dias  úteis)  Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Passe  Custo  Mens al (20  dias  úteis)    Custo  Alun o  Dia    Total Geral Nº de  Custo  Alunos  Mens al  Cus to  Alu no  Dia  E F  E M  EF EM E F  E M  E F  E M    Data:  ____/____/______    Data:  ____/____/______      __________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    __________________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino      Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal    Artigo  531  ‐  O  Serviço  Rodoviário  Intermunicipal  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes (serviço regular) será prestado por peruas ou outros veículos sem taxímetro..  4 ‐ proibição do transporte de passageiros de pé.  §  2º  ‐  O  Serviço  Intermunicipal  Rodoviário  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes  será efetuado por pessoa física ou jurídica..503..  2 ‐  aquisição de passagens com antecedência à realização das viagens.. caso o nome não caiba no espaço.... providos de tacógrafo. segurança.  2. caput e §§ 1º e 2º do art.258/02.  excluído  o  do  condutor. o qual deve ser mantido com o transportador no interior do veículo. higiene e conforto. será considerado serviço de fretamento  estudantil aquele que apresente os seguintes requisitos:  1 ‐ utilização de peruas ou outros veículos sem taxímetro..  por  parte  dos  usuários...  6 ‐ veículos e condutores em conformidade com o disposto na Lei nº 9. Digitar o nome da Diretoria e do Município em letras maiúsculas..  5  ‐  fornecimento.. sem abreviações ou acentos.  sendo  vedada  a  circulação  de  passageiros em seu interior.. mediante  reserva de lugares. Não utilizar 2 linhas para cada município.. a serem  especificados pela Secretaria Estadual competente.

 o  pagamento de meia‐entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em casas de diversão. 3º)    Artigo  535  ‐  O  pagamento  de  meia‐entrada  para  o  ingresso  de  estudantes  em  casas de diversão pública. SE nº 179/93.945/89)  §  1º  ‐  Os  alunos  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.  a  fiscalização e o cumprimento do disposto nesta seção.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU.  nos  Municípios  aos  mesmos  órgãos  das  referidas  áreas.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência. pela Res.  bem  como  ao  Ministério  Público  do  Estado  de  São  Paulo.  e. 1º. Culturais e de Lazer    Artigo  533  ‐  Fica  assegurado  aos  estudantes  regularmente  matriculados  em  estabelecimentos de ensino fundamental. art.  esporte. fica regulamentado nos termos desta seção. SE nº 133/03)    Seção III  Do Direito ao Pagamento de Meia‐Entrada em Espetáculos Esportivos. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano. médio e superior. 1º e art. art. previsto no artigo 533.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.  (Lei nº 7.  praças  esportivas  e  similares  das  áreas  de  esporte.  por  meio  dos  seus  respectivos  órgãos  de  cultura.  na  conformidade do disposto nesta seção. nos dias letivos.  mediante  a  utilização  de  passes.  (Res. cartões ou outros meios de acesso.  caput do art. 81. art. SE nº 179/93. por meio da EMTU/SP.844/92. SE nº 133/03)  § 3º ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.  em  casas  de  exibição  cinematográfica. alt.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários.  turismo  e  defesa  do  consumidor.  §  2º  ‐  A  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano  permitirá  a  aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus.  poderão  obter  junto  à  direção das unidades escolares a Carteira de Transporte Escolar Metropolitano. com a redação dada pelo Decreto nº 30.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.    Artigo  534  ‐  Caberão  ao  Governo  do  Estado  de  São  Paulo.  musicais  e  circenses.  trens  metropolitanos  e  Metrô. com a redação dada pela Res. existentes no Estado de São Paulo.  (Res.  de  espetáculos  teatrais.  utilizando  o  formulário  fornecido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  532  ‐  Os  estudantes  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens. 2º. instituído por ato  do Secretário dos Transportes Metropolitanos.    179 .  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  cultura  e  lazer  do  Estado  de  São  Paulo. bilhetes magnéticos. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  II  –  cadastrar  os  alunos  regularmente  matriculados.

 arts.606/92. de 30 de dezembro de 1997. em que sejam realizados eventos culturais.4º e 7º)    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados    Artigo  540  ‐  Os  concursos  públicos  para  provimento  de  cargos  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação  serão  realizados  regionalmente.    180 .Artigo  536  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversão  pública  os  estabelecimentos  que  apresentem  espetáculos  teatrais. observando‐se:  I ‐ as condições previstas nos artigos 13 a 16 da Lei Complementar nº 444.  § 1º ‐ As provas.  médio e superior regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino público e particular  existentes no Estado.  §  3º  ‐  A  região  delimitada  na  forma  do  caput  poderá  englobar  mais  de  uma  Diretoria de Ensino.    Artigo 538 ‐ O benefício será assegurado aos estudantes de ensino fundamental. na forma a que alude o caput deste artigo. turismo e defesa do consumidor prestarão a colaboração necessária à fiscalização  e ao fiel cumprimento do regulamento.    Artigo 537 ‐ O pagamento de meia‐entrada.  exibição  cinematográfica. de 27  de dezembro de 1985. 2º.  II ‐ os requisitos estabelecidos em conformidade com o Anexo III a que se refere o  artigo 8º da Lei Complementar nº 836. por campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação  Especial. quando realizadas em mais de uma região.  cultural  e  desportiva.  musicais.  circenses. bem como as praças esportivas e similares.    Artigo  539  ‐  Os  órgãos  estaduais  diretamente  envolvidos  com  as  atividades  de  cultura.  (Decreto nº 35. com inscrição e escolha de vagas vinculadas a uma mesma  região. esporte.  § 4º ‐ Não poderá participar de concurso de remoção o integrante do Quadro do  Magistério  que  se  encontre  no  período  de  estágio  probatório  e  tenha  sido  admitido  mediante  certame regionalizado. 1º.  a  Secretaria  da  Educação poderá promover concurso público de âmbito estadual para determinada classe. mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ‐ CIE.  desportivos e de lazer no Estado de São Paulo.  conforme  delimitação  territorial fixada pelo Titular da Pasta. será obtido tomando por base o valor  efetivamente cobrado pelos estabelecimentos elencados no artigo anterior. poderão ser únicas e  aplicadas concomitantemente. 3º.   §  2º  ‐  Excepcionalmente  e  havendo  interesse  da  Administração.

  composta  por  no  mínimo  3  (três)  membros  da  própria  Diretoria.  nomeado  para  prover  cargo  efetivo.  previstas  no  inciso  XVI  do  artigo  37  da  Constituição  Federal. art.  será considerado o nível de escolaridade exigido para o provimento dos respectivos cargos.344/07.   § 3º ‐ É vedada a participação de servidores em período de estágio probatório nas  Comissões de que tratam os incisos I e II deste artigo.  § 4º ‐ As Comissões de Avaliação Especial e Central de Desempenho especificadas.  definidos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino  sendo  que  pelo  menos  2  (dois)  devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento efetivo.   §  1º  ‐  Nas  hipóteses  de  acumulação  lícita  de  cargos. mediante concurso público.   § 2º ‐ O integrante do Quadro do Magistério. somente será considerado estável após um período de 1. e que será responsável por avaliar o desempenho dos integrantes do Quadro  do Magistério da Classe de Suporte Pedagógico classificados na mesma Diretoria de Ensino.   II  ‐  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. 4º)    Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público    Artigo  542  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  que  será  responsável  por  avaliar  o  desempenho  dos integrantes do Quadro do Magistério composta por 3 (três) servidores.Artigo  541  ‐  Os  candidatos  aprovados  em  concurso  público  para  provimento  de  cargos do Quadro do Magistério serão classificados regionalmente. definidos pelo Diretor  da unidade. arts. vedado o aproveitamento de prazos ou de pontuações decorrentes de períodos de  estágio probatório anteriormente avaliados.  (Decreto nº 52. SE nº 66/08)    Artigo 543 ‐ O Dirigente Regional de Ensino deverá instituir as seguintes comissões  para fins de implementação do sistema de Avaliação Especial de Desempenho.  § 1º ‐ Para fins de definição de nível hierárquico. de nível hierárquico não inferior ao do avaliado. a serem  realizadas por Comissões de Avaliação Especial de Desempenho.144/09 e parágrafo único do art. 1º.   § 2º ‐ A Comissão de Avaliação Especial de Desempenho e a Comissão Central de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  terão  entre  seus  membros  obrigato‐riamente  o  superior  imediato do servidor avaliado que presidirá a respectiva Comissão.  durante  o  qual  estará  condicionado  à  avaliação especial de desempenho.  o  disposto  no  caput  deste  artigo  será  cumprido  em  relação  a  cada  um  dos  cargos.  separadamente. cuja constituição  deve ser publicada em Diário Oficial do Estado:   I  ‐  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  em  cada  Unidade  Escolar  jurisdicionada  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino. no decorrer do estágio probatório.037/08. 1º e 2º com as alterações introduzidas pelo Decreto  nº 55. e art. 2º da Res. em listagens discriminadas por  campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação Especial.  será submetido a 3 (três) etapas de avaliações.095  (um  mil  e  noventa  e  cinco)  dias  de  efetivo  exercício.    (Decreto nº 53. de acordo com a classe a qual pertence. bem  como  analisar  todos  os  processos  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  encaminhados  pelas  Unidades Escolares.  inclusive  no  caso  de  acumulação  de  cargos  de  mesma  denominação.  de  caráter  permanente. de que  tratam os incisos I e II.  bem como todos os servidores envolvidos no processo de avaliação dos integrantes do Quadro do  181 . sendo que pelo menos dois devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento  efetivo  em  exercício  no  mesmo  órgão  de  exercício  do  avaliado.

  atendidas  as  exigências  de  hierarquia e de escolaridade.344/07. para aprimorá‐lo.  publicidade. na seguinte conformidade:   a) 0 faltas = 10 pontos. 3º ao 6º)    Artigo 546 ‐ A avaliação especial de desempenho tem por objetivos:   I  ‐  contribuir  para  a  implementação  do  princípio  da  eficiência  na  Administração  Pública do Poder Executivo Estadual. avaliados pelos respectivos indicadores:  I ‐ Assiduidade: Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho. arts.Magistério  em  estágio  probatório.  impessoalidade.  no  acompanhamento  dos  integrantes do Quadro do Magistério em estágio probatório.  § 2º ‐ As Comissões de Avaliação e de Recursos devem atuar de forma imparcial e  objetiva.   (Decreto nº 52.  d) 3 faltas = 7 pontos. avaliando seu grau de ajustamento ao exercício do cargo  e a possível necessidade de ser submetido a programas de capacitação.   IV ‐ promover a adequação funcional do servidor. 3 (três) membros do próprio Departamento.  utilizando‐se  dos  elementos  que  compõem  o  processo  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho do servidor avaliado.    Artigo  545  ‐  O  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos  deverá  instituir  Comissão de Recursos da Avaliação Especial de Desempenho.    Artigo 544 ‐ São atribuições das Comissões de Avaliação Especial de Desempenho  e  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  eficiência. sob pena de responsabilidade adminis‐trativa.  no que couber. art.  I  ‐  Subsidiar  e  assessorar  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  em  estágio  probatório nos assuntos  atinentes a  sua área de  atuação. no mínimo.  para  compor  a  comissão  da  escola. bem como esclarecer  eventuais dúvidas quanto à aplicação das disposições da presente resolução. orientando.  (Res.   §  1º  ‐  Caberá  à  Comissão  de  Recursos. a qual caberá analisar e decidir os  recursos hierárquicos. eventualmente interpostos por integrantes do Quadro do Magistério.   III ‐ fornecer subsídios à gestão de política de recursos humanos. SE nº 66/08.  são  responsáveis  pela  veracidade  das  informações  sobre  o  estágio.  contraditório  e  de  ampla defesa e deverá obedecer aos requisitos abaixo relacionados e constantes das fichas anexas  desta subseção. 2º)    Artigo 547 ‐ A Avaliação Especial de Desempenho processar‐se‐á de acordo com os  princípios  de  legalidade.  dentre  os  seus  profissionais.   II ‐ aferir o desempenho do servidor em sua função. excetuando‐se  as faltas abonadas.  e) 4 faltas = 6 pontos.  182 .  acerca  do  correto desempenho de suas atribuições. a Diretoria de Ensino poderá indicar um titular de cargo.  b) 1 falta = 9 pontos. civil e criminal. e será  composta por.  subsidiar  as  Comissões  Centrais  das  Diretorias de Ensino nos processos de  Avaliação Especial de Desempenho.  § 5° ‐ Na inexistência de titular para a composição da Comissão a que se refere o  inciso I desse artigo.  II ‐ Registrar sistematicamente todas as ocorrências relativas à conduta funcional  do servidor.  c) 2 faltas = 8 pontos.  moralidade. excepcionalmente.

 Órgão  de lotação e de exercício.  g) 6 faltas = 4 pontos. no exercício de suas atribuições.  IV ‐ Responsabilidade: Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e  demais  responsáveis  pelo  processo  de  ensino  e  gestão  escolar. pais e servidores.  h) 7 faltas = 3 pontos.  § 3º ‐ O Processo de Avaliação Especial de Desempenho terá como parâmetro as  atribuições do cargo ocupado pelo servidor e.  k) 10 ou acima de 10 faltas = zero pontos.  comprometimento  com  os  objetivos pactuados nos planos de trabalho da Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino.  3 ‐ Ficha Funcional do Servidor ‐ Anexo I.   2 ‐ Numeração e rubrica em todas as páginas.  183 .  i) 8 faltas = 2 pontos. Professor Coordenador.  de  cumprimento  do  contido  nas  propostas  curriculares. participação nos cursos de capacitação oferecidos pela Secretaria da Educação.  4 ‐ Ficha de Freqüência de cada etapa prevista no decorrer do estágio probatório ‐  Anexo II. nome do servidor avaliado.  VII  ‐  Produtividade:  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos. conseqüentemente exonerado.  VI  ‐  Eficiência:  Apresentação. nos prazos estipulados e constantes dos calendários.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  deverá  ser  formalizado  e  instruído  contendo  os  documentos  abaixo  especificados.   III  ‐  Capacidade  de  Iniciativa:  Apresentação  de  propostas  novas.  V  ‐  Comprometimento  com  a  Administração  Pública:  Participação  nos  projetos  especiais da Secretaria de Estado da Educação. totalizando o máximo de 210 pontos nas 3 etapas.  apresentação  de  bom  nível  de  rendimento  no  exercício de suas atribuições. com o Diretor  de Escola.  II  ‐  Disciplina:  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade Escolar e Diretoria de Ensino.  j) 9 faltas = 1 ponto. nas relações com os alunos.  conforme  Anexos que integram esta subseção:  1 ‐ Capa com número do sistema de protocolo. resultante do somatório dos pontos aferidos a cada um dos  quesitos. obtiver  pontuação inferior a cinqüenta por cento do total da pontuação máxima permitida. de acordo  com as metas da Secretaria da Educação.f) 5 faltas = 5 pontos. demonstração de  competência na superação de obstáculos não previstos. adotados pela Unidade Escolar e/ou Diretoria de  Ensino. abaixo  de 105 pontos.  na  prática. decorridos 30 (trinta) meses do estágio probatório. Supervisor de Ensino e pais de alunos.  § 2º ‐ Será considerado inapto e. o servidor que no  somatório dos pontos obtidos nas 3 (três) etapas da Avaliação Especial de Desempenho.  contribuição  para  o  bom  relacionamento entre alunos.  uso  adequado  dos  materiais  pedagógicos  e  outros  materiais  disponibilizados  pela  Secretaria  da  Educação. ou seja. a  pontuação máxima que o servidor poderá obter em cada etapa da Avaliação na Ficha de Avaliação  Especial de Desempenho é 70 pontos.  § 1º ‐ De acordo com os critérios estabelecidos nos incisos I a VII deste artigo.  5 ‐ Ficha de Avaliação Especial de Desempenho de cada etapa prevista no decorrer  do Estágio Probatório ‐ Anexo III.  não  rotineiras  para as demandas oriundas de atribuições do servidor.

  deferida  pelo  Dirigente Regional de Ensino.  II ‐ a segunda etapa.   6 ‐ licença por acidente em serviço. a unidade subsetorial de recursos  humanos  deverá  registrar  o  fato.  a  contar  do  vigésimo  primeiro  ao  trigésimo  mês  de  efetivo  exercício.  que  poderá  ser  apresentada  pessoalmente  ou  por  procurador  constituído.   7 ‐ licença especial para atender menor adotado.  (Resolução SE 66/08. a Diretoria de Ensino.  imediatamente após a propositura.   8 ‐ readaptação funcional.  será  dada  ciência  ao  interessado. 6º do Decreto  nº 52. da qual tomará ciência e será parte integrante de seu assentamento individual.  §  1º  ‐  O  período  do  estágio  probatório  será  contado  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício no cargo. do servidor avaliado.   III  ‐  a  terceira  etapa.  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício  do  servidor no cargo  para  o  qual  foi  nomeado. será emitida a manifestação conclusiva (Anexo VI). para decisão final.  § 5º ‐ Na hipótese de recusa.   3 ‐ licença gestante.   4 ‐ afastamento para concorrer a cargo eletivo.  8  ‐  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho ‐ Anexo VI.   5 ‐ licença para exercer mandato eletivo. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e à ampla defesa.   2 ‐ licença por motivo de doença em pessoa da família. em assinar qualquer uma das  notificações do processo de Avaliação Especial de Desempenho. 7º. do décimo primeiro ao vigésimo mês de efetivo exercício.  pela  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  §  7º  ‐  No  caso  de  proposta  de  exoneração.  terá  o  prazo  de  20  (vinte)  dias  para  apreciá‐la  e. ficando suspensa e prorrogada a contagem de tempo e a avaliação para efeito  de homologação do estágio probatório.  § 4º ‐  Aos  integrantes  do  Quadro do Magistério  submetidos à  Avaliação  Especial  de Desempenho.  observando a seguinte temporalidade:  I ‐ a primeira etapa que irá do primeiro ao décimo mês de efetivo exercício. elaborar novo relatório conclusivo a ser submetido  ao Secretário da Educação.  § 6º ‐ No prazo de 40 (quarenta) dias.6 ‐ Relatório da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou da Comissão  Central de Avaliação Especial de Desempenho ao final de cada etapa do estágio probatório ‐ Anexo  IV. arts. por meio da Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. contados a partir da data de autuação  do  processo de avaliação. de que trata o item 8 do  §  3º  deste  artigo.  § 8º ‐ Após a apresentação da defesa. propondo a exoneração ou confirmação do funcionário no cargo.   184 . deverá ser repassada uma cópia de toda a documentação referente às 3 etapas  de sua avaliação.  ratificando ou retificando o relatório anterior.  com  a  assinatura  de  duas  testemunhas  devidamente  identificadas.  7  ‐  Relatório  Final  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  da  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho ‐Anexo V.  no  prazo  de  10  (dez)  dias.344/07)  Artigo 548 ‐ O registro da Avaliação Especial de Desempenho deverá ser efetuado  por etapas. nos seguintes casos:   1 ‐ licença para tratamento de saúde. contados da data da ciência do servidor. este c/c o § 2º do art.  9 ‐ Ficha de Encaminhamento ao Departamento de Recursos Humanos ‐DRHU da  Secretaria da Educação – Anexo VII. 9º e 11 ao 13.

  que  não  corresponder  a  quaisquer  dos  requisitos  estabelecidos pelo artigo 547. 5º do Decreto nº 52.  sem  prejuízo  da  apuração  dos  fatores  enumerados  nos  incisos  I  a  VII  do  artigo  547  da  presente  subseção.  no  interesse  do  serviço  público.  §  4º  ‐  As  avaliações  periódicas  parciais  devem  ser  consideradas  num  Relatório  Final.  deverão  ser  encaminhados  para  manifestação do Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU/SE e. 10.  § 1º ‐ O ato de confirmação no cargo ou de exoneração do integrante do Quadro  do Magistério deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado ‐ DOE pela autoridade competente  até o penúltimo dia do Estágio Probatório. no decorrer do prazo de 30 (trinta) meses do Estágio Probatório.   (Res. arts. submetidos  à apreciação do Secretário da Pasta para decisão final. a ser publicado em DOE.344/07)                      185 . sem prejuízo da aplicação das  penas disciplinares previstas no artigo 251 da Lei nº 10.   § 3º ‐ Os indicadores de avaliação apontados no artigo 547 serão apurados ao final  de  cada  etapa  do  estágio  probatório  pela  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de Avaliação Especial  de Desempenho constante no Anexo III desta subseção. o integrante do  Quadro  do  Magistério  será  formalmente  declarado  estável. a ser ultimado no prazo  de 30 (trinta) dias.  mediante  processo  administrativo. não acarretará a suspensão ou  prorrogação da contagem de tempo. contados da data de apresentação de sua defesa. acompanhada de Relatório constante no  Anexo IV expedido pelas respectivas Comissões.  a  qualquer  momento.    Artigo  549  ‐  Os  processos  de  avaliação  do  Estágio  Probatório. 14. de 28 de outubro de 1968. ser  exonerado  do  cargo.  que  irão  propor  a  exoneração  ou  a  confirmação  do  funcionário  no  cargo.9 ‐ designado ou afastado para o exercício de funções com atribuições diversas de  seu cargo. 15 e 17. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e ampla defesa. 8º. posteriormente. a partir da data imediatamente subseqüente à do término do estágio.  com  redação  dada  pelo  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  19/98.261.  nos  termos  do  artigo  41  da  Constituição  Federal  de  1988.  § 4º ‐ Os casos omissos serão decididos pela Chefia de Gabinete da Secretaria da  Educação. a ser elaborado pela Comissão de Avaliação Especial  de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. SE nº 66/08. constante do Anexo V desta Resolução.   §  2º  ‐  A  atuação  em  atividades  com  as  mesmas  atribuições  do  cargo  de  provimento efetivo. e art.  §  3º  ‐  A  aplicação  do  disposto  neste  artigo  não  inibe  a  possibilidade  de  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  § 2º ‐ No ato de confirmação no cargo. em local diverso daquele de sua classificação.  6  (seis)  meses  antes  do término  do  Estágio  Probatório.

ANEXO I    FICHA FUNCIONAL DO SERVIDOR  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:                                                            DADOS PESSOAIS Nome:                                                                   RG: CPF:                                                                     RS/PV: PIS/PASEP:                                                        Data de Nascimento: Endereço:                                                        DADOS FUNCIONAIS Cargo:  Nomeado por  Decreto de:                                       Publicado  no DOE de: Data da Posse:                                                           Início de Exercício: Data de ingresso no serviço público estadual: Cargo/Função‐Atividade Anterior:  Outras Informações:      Local e data:                            Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:      ANEXO II    FICHA DE FREQÜÊNCIA  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                                  RG: Cargo:  Período de Freqüência: de                                            a NÚMERO FALTAS DESCONTÁVEIS E SUSPENSÃO/PRORROGAÇÃO NO PERÍODO AVALIADO  I – Faltas Justificadas:  II – Faltas Injustificadas:  III – Faltas Médicas: IV – Outras Faltas: V – Licença‐Prêmio: VI – Suspensão/prorrogação da contagem por Licenças: VII ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Afastamentos: VIII‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Readaptação funcional: IX  ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Designação: TOTAL DE DIAS (BRUTO):  TOTAL DE DIAS (LÍQUIDO):  Documentos Anexados:          (   ) sim          (    ) não Local e data:                                                     Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:   Ciência do interessado:        186 .

  adotados  pela  Unidade  Escolar  e/ou Diretoria de  Ensino.. SE ___/2008      200_  Cargo:  Data da avaliação:           Tabela de pontuação dos requisitos previstos nos incisos II a VII. de cumprimento do contido nas propostas curriculares... com o Diretor de Escola.  pais  e  servidores....  V‐COMPROMETIMENTO COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  Participação  nos  projetos  especiais  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.   VII – PRODUTIVIDADE  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos.....  não  rotineiras  para  as  demandas  oriundas  de  atribuições  do  servidor. participação nos  cursos  de capacitação  oferecidos  pela  Secretaria  da Educação.. uso adequado dos  materiais pedagógicos e outros materiais disponibilizados pela Secretaria da Educação... 1.  contribuição  para  o  bom  relacionamento  entre  alunos.  comprometimento  com  os  objetivos  pactuados  nos  planos  de  trabalho  da  Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino. apresentação  de bom nível de rendimento no exercício de suas atribuições. 5 e 6 pontos  Atinge o esperado = 7 e 8  pontos   Abaixo do esperado = 0. Supervisor de  Ensino e pais de alunos.  demonstração  de  competência  na  superação  de  obstáculos não previstos.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino..  no  exercício  de  suas  atribuições.  Total de Pontos                                    187 . nos prazos estipulados e constantes dos calendários.ANEXO III    GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO .  III – CAPACIDADE DE INICIATIVA  Apresentação  de  propostas  novas.  II – DISCIPLINA  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade  Escolar  e  Diretoria  de  Ensino... SE __/2008  Acima do esperado = 9 e 10 pontos  Atinge parcialmente o esperado =  4. 2 e 3  pontos     Pontuação  I ‐ ASSIDUIDADE    Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho. nas relações com os alunos.    FICHA DE AVALIAÇÃO ESPECIAL  DE DESEMPENHO      Anexo III      Nome do Avaliado:  Nº RG:  Nº RS:  Unidade de Exercício:  Tempo no cargo:  Assiduidade – 0 a 10 pontos nos termos do inciso I..  IV – RESPONSABILIDADE  Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e demais responsáveis pelo processo de  ensino  e  gestão  escolar... excetuando‐se as faltas abonadas.. Professor Coordenador.. do artigo 7º da Res...  VI – EFICIÊNCIA  Apresentação.. na prática. de acordo com as metas da Secretaria da Educação. do artigo 7ºda Res..

344 de 09 de novembro de 2007  Total de Pontos Obtidos:  Outras Informações:      Ações para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do servidor ( se for o caso):              Local e data:                  188 .Comentários (opcional)    _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________  Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho   Nome:  Assinatura:  1)    2)    3)        ANEXO IV    RELATÓRIO  DA  COMISSÃO  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL  DE  DESEMPENHO  OU  COMISSÃO  CENTRAL  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL DE DESEMPENHO AO FINAL DE CADA ETAPA DO ESTÁGIO PROBATÓRIO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:  Nome:                                                                 RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      /    Requisitos dos Incisos I a VII do Artigo 3º do Decreto nº 52.

 o servidor completará o período de Estágio Probatório. em   /        /  Parecer Conclusivo:             Local e Data:     Ciência do Avaliado: Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho   Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)    ANEXO VI    MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA DA COMISSÃO CENTRAL DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de exercício:  Nome:                                                                             RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:        /    /              a     /     / Parecer Conclusivo:      189 .  Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO V    RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO OU COMISSÃO CENTRAL DE  AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:    Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                 RG: Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      / Não havendo registro de faltas descontáveis.

 publicado a ____/____/____ Posse: ____/____/____                                 Exercício: ____/____/____                                             Foram juntados aos autos: 1.  3.   5.  ).  Relatórios  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho (fls.      ). Fichas de Freqüência abrangendo o período de ___/___/___ a ___/___/___(fls     ).     ).  Local e data:  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino: Ciência do interessado:          190 .    Outras Informações:      Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO VII    FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS – DRHU DA SECRETARIA  DA EDUCAÇÃO  PROCESSO:  INTERESSADO:                                                                        RG: ASSUNTO: Avaliação de Estágio Probatório INFORMAÇÃO Nº _________/________ Unidade de exercício:  Cargo:  Nomeado por Decreto de _____   . Manifestação Conclusiva da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho (fls. encaminhem‐se os autos ao Departamento de  Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação. propomos:  (   ) a confirmação do servidor no cargo.                                              À  vista  da  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho (fls. Ficha Funcional (fls.     ).  6.  (   ) a exoneração do servidor do cargo.                            Estando o processo devidamente instruído.  2.  4. Fichas de Avaliação Especial de Desempenho (fls  ). Relatório Final da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação  Especial de Desempenho ( fls   ).

  II  ‐  13  (treze)  horas  em  atividades  com  alunos.  II ‐ Jornada Básica de Trabalho Docente.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  exercer  carga  suplementar  de trabalho. e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente.  referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas. das quais 2 (duas) horas exercidas na  escola.    Artigo 551 ‐ O Professor Educação Básica I poderá.Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente    Artigo  550  ‐  O  campo  de  atuação  do  pessoal  docente  do  Quadro  do  Magistério.  das  quais  3  (três)  horas  exercidas  na  escola. e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente.  191 . de 40 (quarenta) horas semanais. sendo:  a) 10 (dez) horas em atividades com alunos.  III  e  IV  do  artigo  anterior.094.  quando  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho Docente. respeitado o limite máximo de:   I ‐ 8 (oito) horas em atividades com alunos.  desde  que apresente  habilitação ou qualificação docente para as referidas aulas.    Artigo 552 ‐ De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836. em atividades coletivas.  em  atividades  coletivas.  de 30 de dezembro de 1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.  b)  5  (cinco) horas de  trabalho pedagógico. em atividades coletivas. em atividades coletivas. sendo:  a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos.  sendo:  a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos.  b)  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  exercidas  na  escola.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  um  campo  de  atuação  poderá  ministrar  aulas  em  campo  de  atuação  diverso  como  carga  suplementar  de  trabalho. dentre as previstas nos incisos  II. de 30 (trinta) horas semanais.  III  ‐  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  das  quais  2  (duas)  horas  exercidas  na  escola. sendo:   a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos. Médio e Educação  Especial ‐ campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II. desde que habilitado.    Artigo 553 ‐ Além da jornada a que estiver sujeito.  de  24  (vinte  e  quatro)  horas  semanais.  as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:   I ‐ Jornada Integral de Trabalho Docente. e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente.  b)  7  (sete)  horas  de  trabalho  pedagógico. observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar  nº 836. compreendem os seguintes âmbitos  da Educação Básica:  I ‐ classes iniciais do Ensino Fundamental ‐ campo de atuação relativo ao cargo de  Professor Educação Básica I. quando em Jornada Básica de Trabalho  Docente.  III ‐ 23 (vinte e três) horas em atividades com alunos. quando em Jornada Reduzida  de Trabalho Docente. de 16 de julho de 2009.  b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico. ministrar  aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental.  IV ‐ Jornada Reduzida de Trabalho Docente. de 12 (doze) horas semanais. de 30 de dezembro de 1997.   II ‐ aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental.

    Artigo  555  ‐  O  provimento  de  cargo  docente  far‐se‐á  em  qualquer  jornada  de  trabalho. em outro campo de atuação ou de outro componente curricular.  Parágrafo  único  ‐  Para  fins  de  classificação  no  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas. poderão ser  complementadas  por  aulas  livres  da  disciplina  não  específica  da  mesma  licenciatura  plena. que se  encontre em qualquer tipo de licença/afastamento.  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar.  quando  somadas  às  horas  de  mesma  característica  relativas  à  jornada  em  que  o docente  esteja  incluído.  III ‐ para o Professor Educação Básica II de Educação Especial. de classe especial/sala de recurso ou de aulas a título de substituição a outro titular. a habilitação ou a qualificação docente. sendo que. livres ou em  substituição. com classe livre das séries iniciais do Ensino  Fundamental. que observará a situação funcional.    Artigo 559 ‐  Na  carência  de  classe.  poderá  haver  composição  dessa  jornada.     Artigo 558 ‐ A constituição da jornada de trabalho docente dar‐se‐á:   I ‐ para o Professor Educação Básica I. em caso de insuficiência.  o  tempo  de  serviço  e  os  títulos  no  respectivo  campo  de  atuação.  da  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  seu  cargo. os tempos de serviço trabalhados pelo docente em campos de atuação distintos.  na  conformidade  da tabela  de  distribuição de cargas horárias. serão sempre computados separadamente. ou na insuficiência parcial.  na  forma  estabelecida  pela  Secretaria da Educação em regulamento específico.  no  caso de  aulas.    Artigo 556 ‐ O docente titular de cargo poderá optar.  de  acordo  com  a  quantidade  de  vagas  e  correspondentes  cargas  horárias  disponíveis  na unidade escolar do ingresso.  de que trata o artigo 550.  para  jornada  compatível  com  a  carga  horária  atribuída.  haverá  redução  da  jornada  em  que  o  titular  esteja  incluído.  após  atendimento dos respectivos titulares de cargo. ou ainda de classe ou aulas de projetos da Pasta e  outras modalidades de ensino.  mediante  atribuição  de  classe.  poderão  provocar  acréscimo  nas  horas  de  trabalho  pedagógico  na  escola  e  de  trabalho  pedagógico  em  local  de  livre  escolha.  Parágrafo  único  ‐  Verificada  ainda  a  impossibilidade  de  constituição  da  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente. para o qual o titular  apresente habilitação ou qualificação docente. com aulas  livres da disciplina específica do  seu cargo.    Artigo 557 ‐ A atribuição de classe e/ou aulas será precedida de classificação dos  inscritos no processo.  Artigo  554  ‐  As  horas  em  atividades  com  alunos. por jornada de trabalho diversa daquela  em que esteja incluído. ou mediante atribuição de aulas.  chegando  em  redução  máxima  à  Jornada Inicial  de  Trabalho Docente.  192 .  Parágrafo  único  ‐  O  atendimento  da  opção  dependerá  da  disponibilidade  de  classes ou aulas e das diretrizes da Secretaria da Educação previamente fixadas. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  II ‐ para o Professor Educação Básica II.  no  Ensino Fundamental  e/ou Médio. com classe ou sala  de  recurso  livre. constante do Anexo que integra esta seção.  de classeespecial/sala  de recurso  ou de aulas  livres para constituição da jornada de trabalho dos titulares de cargo. no momento da  inscrição para o processo de atribuição de classes e aulas. anualmente.

  aplique‐se  o  procedimento  de  composição  de  jornada.  II ‐ planejamento. que passarão a se configurar carga suplementar de trabalho.  por  classe  de  alunos  ou  por  número  de  aulas  de  determinada  disciplina. execução e avaliação das atividades escolares.     Artigo 562 ‐ O Professor Educação Básica I. poderá haver redução maior do que a prevista no artigo  552  para  Jornada Reduzida  de  Trabalho Docente. se for o caso.  o  docente  cumprirá  horas  de  permanência.  cuja  carga  horária  atribuída seja inferior à da Jornada Inicial. pela Secretaria da Educação.  da Escala  de  Vencimentos ‐ Classes Docentes (EV‐CD). desde que:  193 .  Artigo  560  ‐  A  requerimento  expresso  do  titular  de  cargo.     Artigo 561 ‐ O docente que tiver redução de jornada a seu expresso pedido não  poderá voltar a ampliá‐la no decorrer do mesmo ano letivo.    Artigo 567 ‐ A acumulação remunerada de dois cargos docentes ou de um cargo de  suporte pedagógico com um cargo docente poderá ser exercida. na sua unidade de classificação.    Artigo  563  ‐  Na  aplicação  do  disposto  no  artigo  anterior.    Artigo 565 ‐ Na impossibilidade de composição de jornada.  adaptação  e/ou  recuperação  de  alunos  de  aproveitamento  insatisfatório. exercendo atividades inerentes às de  magistério e com:   I ‐ coordenação de atividades pedagógicas.  conforme estabelecido  nos  quadros  curriculares.  se  houver  redução  de  remuneração.    Artigo 564 ‐ A atribuição de classes ou aulas para composição de jornada. o docente poderá optar por ser remunerado com base nos vencimentos relativos ao  próprio cargo.  as  horas  que  ultrapassarem  a  quantidade  correspondente  à  respectiva  jornada  de  trabalho  deverão  ser  exercidas  a  título  de  carga  suplementar de trabalho.  bem  como  para  carga  suplementar  de  trabalho  em  outro  campo de  atuação  ou  em  outro  componente  curricular. no caso  de  carga  horária  ainda  menor.     Artigo  566  ‐  Quando  o  total  de  horas  atribuídas  ao  docente  consistir  de  blocos  indivisíveis. não  haja desistência  das aulas que a excedam. que venha a compor  sua jornada de trabalho com aulas de componente curricular do Ensino Fundamental ou Médio. ou. declarado adido. conforme o caso.  na  forma  estabelecida no parágrafo único do artigo anterior.  desde que.  ordem  de  prioridade e critérios estabelecidos em regulamento específico.  IV ‐ processo de integração escola‐comunidade.  III  ‐  avaliação.  terá  a  retribuição  referente  a  essas  aulas  calculada  com  base  no  valor  do  vencimento  relativo  ao  Nível  I  da  Faixa  2. na  forma  estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  observará  as  normas. na forma  prevista  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  na  quantidade necessária à complementação da Jornada Inicial ou da Jornada Reduzida de Trabalho  Docente. na forma estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  Parágrafo  único  ‐  A  ampliação  da  jornada  de  trabalho  do  Professor  Educação  Básica II somente poderá se dar com aulas livres da disciplina específica do cargo.

  observada  a  distância  entre  os  órgãos/unidades.  (Decreto nº 55. convocar  e  inscrever  os  docentes  da  unidade  escolar  para  o  processo.  bem  como  os  horários  e  turnos  de  funcionamento  da  escola.  na  fase  inicial  do  processo.  bem  como  atribuir  as  classes  e  as  aulas. I ‐ seja observado o limite de 64 (sessenta e quatro) horas semanais para a carga  horária total do acúmulo.  II  ‐  verifique‐se  compatibilidade  de  horários. 1º ao 12)      ANEXO  a que se refere o artigo  do Decreto nº 55.  Parágrafo único ‐  No âmbito da Secretaria da Educação é  vedada a possibilidade  de situação de acumulação de cargo e função docentes. consideram‐se campos  de atuação referentes às classes ou às aulas a serem atribuídas.  §  1º  ‐  Respeitada  a  ordem  de  classificação  dos  docentes. visando a otimizar resultados no processo de ensino e aprendizagem. em todas as fases e etapas.  a  atribuição. em especial nas situações de acumulação remunerada de cargos públicos. os seguintes âmbitos da Educação  Básica:  194 .  §  2º  ‐  Sem  detrimento  ao  disposto  no  parágrafo  anterior.  acompanhamento  e  supervisão  do  processo anual de atribuição que estará sob sua responsabilidade.144/09    HORAS EM ATIVIDADES COM ALUNOS  33  28 a 32  23 a 27 18 a 22  13 a 17  10 a 12  HORAS DE TRABALHO PEDAGÓGICO  NA ESCOLA  3  3  2 2  2  2  EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA DO  DOCENTE  4  3  3  2  1  0      SEÇÃO III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  568  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  designar  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  para  execução. 1º e 2º)    Artigo 570 ‐ Para efeitos do que dispõe a presente seção.  as  classes  e  aulas  da  unidade  escolar  deverão  ser  atribuídas  com  observância  ao  perfil  de  cada  professor  e  considerando experiência e desempenho anteriores.  (Res.144/09.  deverá  se  efetuar  compatibilizando  as  cargas  horárias  das  classes  e  das  disciplinas.  coordenação.  com  as  jornadas  de  trabalho dos docentes. arts.    Artigo 569 ‐ Compete ao Diretor de Escola. SE nº 98/09. na fase inicial e durante o ano. a fim de imprimir maior adequação e eficácia  à atribuição.  III ‐ haja prévia publicação de ato decisório favorável à acumulação. arts. observadas as normas legais.

  se  ocupantes de função‐atividade.  em  todo  o  processo.  §  1º  ‐  A  inscrição  do  docente  é  única  por  campo  de  atuação  e.  os  docentes  são  convocados  a  comparecer  à  unidade escolar.  sediada  em  qualquer  município.  ou  por  carga  horária  de  trabalho.  enquanto não publicada a cessação da readaptação. para fins de atribuição de classe  e/ou aulas do processo inicial. as classes. turmas e aulas dos  projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  II ‐ classes ou salas de recurso da Educação Especial ‐ campo de atuação relativo ao  cargo docente de Professor Educação Básica II de Educação Especial. pretenda  exercer a docência em unidade diversa.  2 ‐ docente ocupante de função‐atividade que tencione acumular funções.   (Res. 3º)    Subseção II  Da Inscrição     Artigo  571  ‐  Ao  final  do  ano  letivo.  em  decorrência  de  municipalização  da  unidade  de  origem  ou  por  qualquer  outro  motivo  legal.I  ‐  classes  das  séries/anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental  ‐  campo  de  atuação  relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica I. apenas para  fins  de  inscrição.  deverá  se efetuar  na  jurisdição  de  uma  única  Diretoria  de  Ensino.  poderá  se  inscrever  para  este  fim.  se  titulares  de  cargo.  podendo  haver mais de uma inscrição somente nos casos de:  1 ‐ titular de cargo de uma  unidade escolar que. a fim de efetuarem suas inscrições para o processo de atribuição de classes e de  aulas  do  ano  subsequente.  momento  em  que  farão  opção  por  alteração  ou  manutenção  de  jornada  e  por  carga  suplementar.  §  4º  ‐  O  docente  readaptado  deverá  ser  convocado  através  da  unidade  de  classificação de seu cargo.  §  6º  ‐  As  inscrições  dos  ocupantes  de  função‐atividade. da mesma ou de outra Diretoria de Ensino.  §  5º  ‐  O  titular  de  cargo  que  pretenda  exercer  a  docência  em  unidade  escolar  diversa.  III  ‐  aulas  de  disciplinas  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  ‐  campo  de  atuação relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica II. para fins  de classificação no processo.  deverão  ter  sua  inscrição  remetida  à  unidade escolar de destino. mediante designação. deverão ser remetidas à Diretoria de Ensino de jurisdição  195 .  mediante  designação  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  n°  444/85.  3 ‐ docente que pretenda ministrar aulas no ensino regular e também em projeto  da Pasta ou em outras modalidades de ensino.  Parágrafo único ‐ Exclusivamente para fins operacionais de atribuição.  indicando  qualquer  Diretoria  de  Ensino.  inclusive  dos  estáveis  e  celetistas. distintos dos demais e entre si.  deverão  ser  convocados  formalmente  para  efetuar  sua  inscrição  ou  se  fazer  legalmente representar para este fim e também. em virtude  de  exigirem  procedimentos  de  seleção  e  credenciamento  específicos.  §  2º  ‐  Os  docentes  que  estejam  afastados  a  qualquer  título. conforme o caso.  § 3º ‐ Os titulares de cargo removidos por concurso e os removidos ex officio ou  transferidos.  também  assumem  característica de campos de atuação.  antes  do  início  do  processo  de  atribuição.  sendo‐lhe  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  de  aulas. ou da sede de controle de frequência da função‐atividade. se necessário. efetuadas na unidade escolar.  em  especial  os  licenciados.  para  o  processo  inicial  de  atribuição. SE nº 98/09. no ato de inscrição regular na unidade de origem. art.

 para conferência regular das habilitações  e qualificações registradas.  solicitar  a  redução de sua jornada.  terá  validade  de atendimento  até a data‐limite de 30  de novembro do ano  letivo  de  referência.    Artigo 573 ‐ A opção por alteração de jornada será efetuada apenas no momento  da inscrição.    Artigo  572  –  O  cadastro  de  qualificação  de  cada  docente  da  unidade  escolar. que o professor tenha  adquirido durante o ano. ou  II ‐ a qualquer tempo.  para  evitar  a  constituição de jornada em mais de uma unidade escolar ou para manter o número de unidades  da constituição inicial.  em  nível  de  Unidade  Escolar  e/ou  de  196 . à vista  das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino. antes da abertura do período de inscrições relativo ao  processo informatizado de atribuição de classes e aulas.  mas sendo facultadas ao docente titular de cargo.  III  ‐  na  opção  por  ampliação  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  ampliação  na  unidade  escolar.  para  fins de participação no processo. na seguinte conformidade:  I ‐ em caráter obrigatório. as possibilidades de:  I  ‐  na  opção  por  redução  de jornada ‐  retratar‐se da  opção. de modo geral. retratar‐se definitivamente da opção.  mas  já  tendo  aulas  atribuídas.  II  ‐  na  opção  por  manutenção  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  constituição  na  própria  escola.  conforme  o  caso. desde que permaneça.  ou  àquela  de  escolha  do servidor que pretenda  mudar  de  Diretoria  de  Ensino. 4º.  na  quantidade  correspondente  à  da  jornada  imediatamente  menor  ou  até  à  da  Jornada  Reduzida. deverão ser previamente inseridos e qualificados no sistema de cadastro funcional (PAEC  /PAEF) da Secretaria da Educação.  retratar‐se  da  opção  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  constante  do  sistema  de  cadastro  funcional  (PAEC/PAEF).  § 7º ‐ Os candidatos à contratação farão inscrição somente na Diretoria de Ensino  de  sua  opção.  sob pena de responsabilidade. com quantidade correspondente à da  Jornada  Reduzida. 5º e 6º)    Subseção III  Da Classificação dos Inscritos    Artigo 574 ‐ Os docentes inscritos para o processo de atribuição de classes e aulas  serão  classificados.  deverá  ser  revisto  e  atualizado  anualmente.  antes de concretizar  sua constituição em nível de unidade escolar.  independentemente  de  haver  ou  não  optado  na  inscrição. SE nº 98/09.  caso  atendam  aos  demais  requisitos. no mínimo. ou para acertos. na ocasional perda  de  aulas  durante  o  ano. mantendo‐a válida na Unidade Escolar.  §  1º  ‐  A  opção  por  ampliação  de  jornada.  declinando  do  atendimento  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  § 2º ‐ Faculta‐se também ao titular de cargo a possibilidade de. arts. exclusão ou inclusão de disciplinas. a título de carga suplementar. implicando a manutenção. ficando vedada qualquer alteração durante o processo inicial ou no decorrer do ano. para possível ampliação no decorrer do ano. porém mantendo a totalidade da carga horária atribuída.  que  não  registre  precedente  de  retratação.  sendo  que  os  novos. a fim  de  evitar a atribuição em nível de  Diretoria  de  Ensino.da  unidade.  nunca  antes  admitidos  ou  contratados  na  rede  pública  estadual. verificação de legitimidade e correções. mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que  lhes sejam correspondentes.   (Res. no processo inicial. para registro de novas habilitações.

 relativo ao provimento do cargo  de que é titular: 10 pontos. poderá ser considerado em qualquer  campo de atuação docente e mesmo em mais de um. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  II ‐ titulares de cargo.  observado  o campo  de  atuação  referente  às  classes  ou  às  aulas  a  serem  atribuídas.  c) diploma de Mestre.  na  unidade  escolar. ainda  que  de  outra(s)  disciplina(s). abrangidos pela L.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0. no próprio campo de atuação.002 por dia.  na  seguinte  conformidade:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) titulares de cargo nomeados por concurso público.  V ‐ docentes ocupantes de função‐atividade.  VI  –  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação  temporária.  com  a  seguinte pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0.Diretoria de Ensino.  b) no Cargo: 0. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos.001 por dia.005 por dia. até no máximo 50 pontos.  §  2º  ‐  O  docente  que  acumula  cargos  no  mesmo  campo  de  atuação  poderá  ter  considerado o certificado de aprovação em concurso público de um cargo para fins de classificação  no outro. no mesmo campo de atuação da inscrição.  até  no  máximo  5  pontos.  b)  certificado(s)  de  aprovação  em  outro(s)  concurso(s)  de  provas  e  títulos  da  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. nos termos da Constituição Federal/1988. em campo de atuação diverso. até no máximo 10 pontos. para atribuição em outro campo de atuação.  197 .  referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura. e vice‐versa.  d) diploma de Doutor.  IV  ‐  quanto  aos  títulos. até no máximo 20 pontos.  IV ‐ docentes estáveis. com observância ao campo de atuação indicado nas respectivas inscrições. nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho ‐ CLT.  b) titulares de cargo. nº 1.  III  ‐  quanto  ao  tempo  de  serviço.  III ‐ docentes estáveis. na  seguinte ordem de prioridade:  I ‐ titulares de cargo.  II ‐ quanto à habilitação:  a) na disciplina específica do cargo.C. quando em regime de acumulação.  b) na(s) disciplina(s) não específica(s) da licenciatura do cargo.      Artigo  575  ‐  Os  titulares  de  cargo  serão  classificados.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.010/2007.  § 1º – O título de Mestre ou de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação.  com  a  seguinte pontuação para:  a) certificado de aprovação em concurso público. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  prevista  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  essa(s)  outra(s)  disciplina(s):  1  ponto  por  certificado.  c) em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua.

  poderá  ser  regularmente  considerado  para  fins  de  classificação. será  sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar.  mediante  programas  de  demissão  voluntária  (PDV).  destinada  a  qualquer etapa do processo inicial. em qualquer campo de atuação. inclusive em demissão voluntária (PDV). devendo ser excluídos o tempo de serviço e os títulos relativos  ao campo de atuação correspondente ao cargo.  desde  que  autorizados  sem  prejuízo  de  vencimentos. exceto o exercido em órgãos centrais da Pasta ou nas Diretorias de  Ensino e Oficinas Pedagógicas. para fins de classificação do docente aposentado.  2)  pelo  maior  tempo  de  serviço  no  Magistério  Público  Oficial  da  Secretaria  da  Educação do Estado de São Paulo. não poderá ser considerado  como tempo no atual cargo ou na atual função‐atividade.  §  9º  ‐  Para  fins  de  classificação  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. que deverá ser refeita integralmente a  cada  ano. quando for o  caso.  quando  trabalhado  com  aulas  de  campo  de  atuação diverso do que lhe é próprio. compondo a respectiva Jornada de Trabalho Docente. observados o campo de atuação e sua atual situação.  incluirá  os  períodos  trabalhados  em  funções‐atividade  ou  em  contratações  anteriores  ao  ingresso.  § 4º ‐ A contagem do tempo de serviço do docente efetivo. no cargo. fica  caracterizado como tempo de serviço no próprio campo de atuação. na unidade escolar e  também  no  magistério  público  oficial.  §  14  ‐  Em  casos  de  empate  de  pontuação  na  classificação  dos  inscritos.  3) por encargos de família (maior número de dependentes).  nomeações. prestado até a data da aposentadoria.  desde  que  exercidos  no  próprio  campo  de  atuação  do  docente.  trabalhado  em  afastamentos  a  qualquer  título. neste nível. não podendo ser considerado  na classificação relativa à carga suplementar em outro campo de atuação. trabalhado na  condição de  titular de  cargo  do  qual o  docente tenha se exonerado.  § 6º ‐ O tempo de serviço do titular de cargo de Professor Educação Básica I ou de  Professor  Educação  Básica  II  ‐  Educação  Especial. sendo computado apenas como tempo  de  magistério  e  como  tempo  de  unidade  escolar.  inclusive  o  tempo  de  serviço  na  condição de readaptado. sendo que a data‐limite da contagem de tempo é sempre 30 de  junho do ano precedente ao de referência.  §  10  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente.  o  desempate deverá se efetuar na seguinte ordem de critérios:  1) pela idade.  readaptações  e  outros  afastamentos.  o  campo de atuação.  a  qualquer  título.  §  7º  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente  que  tenha  sido  indenizado. entre seus pares da mesma classe docente.  § 8º ‐  O  tempo  de  serviço.  198 . no magistério e mesmo na unidade escolar.  serão  utilizados  os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  para  concessão  de  Adicional por Tempo de Serviço. o  tempo de serviço.§ 3º ‐ A classificação dos titulares de cargo inscritos para designação nos termos  do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 dar‐se‐á em nível da Diretoria de Ensino indicada na  inscrição.  § 12 ‐ Não será considerado.  em  ambos  os  casos.  §  5º  ‐  Os  titulares  de  cargo  inscritos  para  atribuição  de  carga  suplementar  em  outro campo de atuação serão classificados apenas com o tempo de serviço e os títulos referentes  unicamente à carga suplementar.  observado. ou ainda junto aos convênios de municipalização do ensino.  se  houver. e também às atribuições do decorrer do ano.  não  será  considerado  para  pontuação na Unidade Escolar. será computado regularmente para fins de classificação no processo de  atribuição de classes e aulas. em designações.  § 13 ‐ Na contagem de tempo de serviço. quando maior ou igual a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso.  § 11 ‐ O tempo de serviço trabalhado fora da unidade de origem.

  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação. por situação funcional e também por tempo de serviço. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. até no máximo 10 pontos.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.  b)  diploma  de  Mestre. conforme o caso: 1 ponto por certificado. pela CLT (categoria N). não se considerando a  existência nem o tipo de vínculo empregatício. até 5 pontos.  celetistas  e  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  F.4) pela maior idade.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.    Artigo  576  ‐  A  classificação  dos  docentes  estáveis  e  celetistas.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.010/2007  (categoria F).  b) na Função: 0. até no máximo 20 pontos.  quando  inscritos  para atuar em regime de acumulação. em campo de atuação diverso do referente à sua situação  funcional.  independentemente  de  o  docente  pretender  ou  não  trabalhar em regime de acumulação.  III  ‐  quanto  aos  títulos. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos. que não será classificado e ficará  impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.  dar‐se‐á  por  campo  de  atuação  e/ou  por  áreas  de  disciplinas  e  por  áreas  da  Educação  Especial.005 por dia. no campo de atuação da inscrição.  nº  1.  a  obtenção  de  pontos  inferior  a  40  (quarenta) caracterizará a não aprovação do docente/candidato.  §  4º  ‐  As  disposições  dos  parágrafos  anteriores  aplicam‐se  igualmente  aos  docentes  estáveis. com a seguinte  pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0.  referente(s)  ao  mesmo  campo  de  atuação  da  inscrição.  b) docentes estáveis.  c)  diploma  de  Doutor.  §  2º  ‐  Os  tempos  de  serviço  trabalhados  pelo  docente  em  campos  de  atuação  distintos. até no máximo 50 pontos.  c)  docentes  ocupantes  de  função‐atividade.  II ‐ quanto ao tempo de serviço.  199 .  para  todos  os  fins  e  efeitos.  d)  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  (categoria  L)  e  candidatos  à  contratação.  §  3º  ‐  A  classificação  dos  docentes  de  categoria  L.  abrangidos  pela  L. pela Constituição Federal/1988 (categoria P). em prova eliminatória.002 por dia. deverão ser sempre computados  isoladamente. por títulos e pelo  resultado do processo de avaliação anual.  por  habilitação  e  qualificação docentes.  com  a  seguinte  pontuação para:  a) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos desta Secretaria  da  Educação.    §  1º  ‐  No  Processo  de  avaliação  anual.001 por dia.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  exigida  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  o  campo  de  atuação  (séries  iniciais  do  EF)  ou  para  a  área  de  necessidade  especial  (Educação  Especial)  ou  para  a  disciplina  (EF/EM). para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos. por corresponderem a situações passíveis de acúmulo.  dos  docentes  contratados  de  categoria O e dos candidatos à contratação será indiscriminada e conjunta.  bem  como  a  dos  demais  ocupantes  de  função‐atividade  e  dos  candidatos  à  contratação.  IV – quanto ao resultado da participação no processo de avaliação anual – nota da  prova eliminatória: máximo de 80 pontos.C. conforme segue:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) docentes estáveis.

 arts.  3 ‐ para o Professor Educação Básica II. abrangidos pela L.2 ‐ em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes. caracteriza‐se:  1  ‐  para  o  Professor  Educação  Básica  I. SE nº 98/09. com atribuição de aulas livres da disciplina  específica do cargo.  no  processo  inicial. consideradas as Fases 1 e 2.  IV ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para Ampliação de Jornada  de Trabalho.  a  docentes  parcialmente  atendidos  na  constituição e a docentes adidos.   (Res. a que se refere a alínea “a” do inciso II deste artigo.C. respectivamente. exceto o disposto nos §§ 2º ao 6º do artigo anterior.  III ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para: Ampliação de Jornada de  Trabalho. não atendida na Fase 1. 8º e 9º)    Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial     Artigo  577 ‐  A  atribuição de  classes e de  aulas.  VIII ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Ocupantes de função‐atividade e candidatos  à contratação para atribuição de carga horária.  V ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho. com atribuição de classe ou sala de recurso  livre da área de necessidade especial relativa ao seu cargo.  b)  Composição  de  Jornada  de  Trabalho.  II ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Constituição de Jornada de Trabalho.   b) Carga Suplementar. na seguinte conformidade:  a) docentes estáveis. obedecerá a seguinte ordem sequencial:  I ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para Constituição de Jornada de  Trabalho:  a) dos classificados na unidade escolar. não atendida na Fase 1.  VII  ‐  Fase  2  ‐  de  Diretoria  de  Ensino  ‐  Titulares  de  cargo  para  Designação.  nos  termos do artigo 22 da Lei Complementar n° 444/85.  b) Carga Suplementar de Trabalho. de Unidade  Escolar e de Diretoria de Ensino.  d) demais ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação.   a.1 ‐ a docentes não totalmente atendidos na Fase 1.  c) docentes ocupantes de função‐atividade. no Ensino Fundamental e/ou Médio. não atendida na Fase 1.  §  1º  –  A  constituição  regular  das  jornadas  de  trabalho  dos  docentes  titulares  de  cargo.nº 1.  200 . no Ensino Fundamental e/ou Médio. em outro campo de atuação.  b) dos removidos ex officio com opção de retorno. nesta ordem e em caráter obrigatório.  aplicam‐se  analogamente  as  mesmas  normas  e  critérios  referentes  à  classificação  dos  titulares de cargo.  2 ‐ para o Professor Educação Básica II.  b) docentes celetistas.§ 5º ‐ Na classificação dos docentes e candidatos à contratação de que trata este  artigo. 7º. na seguinte ordem de prioridade:  a.  aos  docentes  inscritos e classificados nos distintos campos de atuação.010/2007.  VI ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.  com  atribuição  de  classe  livre  das  séries/anos iniciais do Ensino Fundamental. em outro campo de atuação.

 a que se refere a  alínea “b” do inciso II deste artigo. situações em que a jornada será  ampliada de imediato.  no  caso  de  se  encontrar  com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial. as  aulas  livres  da  disciplina  específica  do  seu  cargo. quando a carga  horária atribuída exceder esta jornada. ou mesmo livres. Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas. poderá.  com  classes  ou  aulas  de  projetos  da  Pasta  e  outras  modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias.  aulas  destinadas  ao  desenvolvimento  das  atividades  de  recuperação.  o  docente  terá  redução  compulsória  de  sua  jornada para a jornada imediatamente inferior e/ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho. ser incluído  em  Jornada  Reduzida.  2  ‐  com  aulas.  o  docente  poderá  completar  a  constituição  de  sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura.  de  disciplinas  para  as  quais  possua  licenciatura  plena. sem descaracterizar esta condição. nas respectivas jornadas.   §  8º  ‐  As  classes  de  1ª  e  2ª  séries/anos  do  Ensino  Fundamental  deverão  ser  atribuídas preferencialmente a docentes que comprovem participação no Programa de Formação  para Professores Alfabetizadores promovido pela Secretaria da Educação (“Letra e Vida”) ou por  Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo (“PROFA”).  § 7º ‐ A jornada de trabalho do docente somente poderá ser ampliada com classe  ou com aulas do ensino regular.§ 2º ‐ Quando esgotadas. vedada a ampliação com aulas da Educação de Jovens e Adultos –  EJA. desde que  após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s).  desde  que  mantenha  a  totalidade  das  aulas  atribuídas.  3  ‐  com  aulas. deverá se dar. em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  §  9º  ‐  A  atribuição  de  aulas  aos  candidatos  à  contratação  e  aos  ocupantes  de  função‐atividade.  a  título  de  carga  suplementar. a seu expresso pedido. sendo que  no caso de adidos. observada a seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ com classe ou aulas em substituição. ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua. inclusive os  que estiverem na condição de adido.  ao  titular  de  cargo  de  PEB  I  ou  de  PEB  II  ‐  Educação  Especial. inclusive aos estáveis e celetistas.  de  disciplinas  não  específicas  da  licenciatura do cargo. se for o caso. deverão proceder à composição de jornada. no mínimo. sem descaracterizar a condição de adido.  que  se  encontrem com quantidade de aulas inferior à carga horária das respectivas jornadas. a título de carga suplementar.  § 6º ‐ A ampliação da jornada de trabalho dos docentes titulares de cargo far‐se‐á  exclusivamente com classes ou com aulas livres.  sem  descaracterizar a condição de adido.  devendo manter a totalidade das aulas atribuídas.  livres  ou  em  substituição. turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de  ensino. somente podendo se concretizar com a efetiva assunção do  seu  exercício  em  sala  de  aula.  com  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  exceto  quando  ocorrer  no  processo  inicial  para  docentes  que  se  encontrem  em  afastamento  pelos  convênios  de  municipalização  do  ensino  ou  junto  a  órgãos  centrais da Pasta. conforme o caso. em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. pela carga horária  correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho.  §  5º  ‐  Os  docentes  incluídos  em  Jornada  Inicial  ou  em  Jornada  Reduzida.  ao titular de cargo de PEB‐II. no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo. se for o caso. do próprio campo de atuação e/ou da disciplina  específica do cargo. desde que composta integralmente em uma  201 .  § 3º – Na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído.  §  4º  –  O  docente  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  4 ‐ com classes.  livres  ou  em  substituição. se em escolas vinculadas  ou provisórias.

 com aulas atribuídas em mais de uma unidade  escolar. mesmo  com relação à jornada.  e  também  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  a  candidatos  à  contratação.  § 12 – O disposto no parágrafo anterior aplica‐se também às aulas em substituição  da carga suplementar do titular de cargo e à classe ou às aulas em substituição do ocupante de  função‐atividade. em afastamento  nos  termos  do  convênio  de  municipalização  do  ensino.  independentemente  de  o  docente  se  encontrar  em  exercício  ou  em  licença/afastamento  a  qualquer título. no processo inicial. atribuídas a outro professor. para constituição e  ampliação  de  jornada.  § 18 ‐ O aumento de carga horária. não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie. sendo expressamente vedada a atribuição  de substituições sequenciais.  § 16 ‐ As aulas das disciplinas de Arte e de Educação Física das séries/anos iniciais  do Ensino Fundamental poderão ser atribuídas a docentes titulares de cargo.  será  concretizada  de  imediato  à  ocorrência. ou que estarão.  ao  docente  que  se  encontre  ou  venha  a  estar. para todos os  fins e efeitos.  § 19 ‐ A redução da carga horária do docente.  bem  como  para  carga  suplementar. somente se forem efetivamente ministrá‐las.  na  rede  pública  estadual.  se  este  for  efetivamente  assumi‐la ou ministrá‐las.  desde  que  habilitados ou qualificados para essas aulas. somente poderão ser atribuídas a docente  que venha efetivamente a assumi‐las e/ou ministrá‐las.  §  10  –  Os  docentes  que  se  encontrem  em  licenças  ou  afastamentos  a  qualquer  título  podem  participar  regularmente  da  atribuição  de  classes  e  aulas  do  processo  inicial. em nível de Diretoria de Ensino (Fase 2). para este fim.  § 13 ‐ As classes e/ou as aulas em substituição. ou da  perda  de  classe  ou  de  aulas  durante  o  ano.  ter  aulas  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar  de  trabalho.  que se encontrem em  afastamento já  concretizado  anteriormente ao início  do  processo.única escola. em licença ou afastamento a qualquer título. na sequência.  somente podendo ser mudada a sede se o docente. inclusive do titular de cargo. a unidade  em  que  tenha  obtido  a  maior  quantidade  de  aulas  atribuídas.  estarão  disponíveis  para  atribuição.   § 17 ‐ O candidato à contratação. se houver compatibilidade de horários e de distância entre as  unidades. para designações pelo artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 e para carga horária do  ocupante de função‐atividade e do candidato à contratação (Fase 2). vier a perder a totalidade das  aulas anteriormente atribuídas nessa unidade.  que  se  encontrem  em  afastamento  já  concretizado  antes  do  início  do  processo. por procuração legal. de acordo com o disposto no artigo 580.  desde  que  esta  quantidade  não  consista  exclusivamente  de  aulas  de  projetos  da  Pasta  e/ou  de  outras  modalidades  de  ensino.  no  dia  imediato  ao  da  atribuição. na efetiva assunção de seu exercício. durante o ano.  como  carga  horária  de  trabalho.  no  processo  inicial  e  também  durante  o  ano. resultante da atribuição no processo inicial e  mesmo  durante  o  ano. e. para atribuição a partir das respectivas etapas.  § 15 ‐ Os titulares de cargo que já se encontrem. somente será concretizado. fixada por todo o ano letivo. ou em mais de uma. que  também se encontre em afastamento já concretizado. terá como sede de controle de frequência (SCF).  § 14 ‐ A composição de jornada com classe ou aulas em substituição somente será  efetuada  ao  docente  adido  ou  com  jornada  parcialmente  constituída. resultante da atribuição de carga horária menor.  ou  se  fazer representar.    202 .  a  partir  da  etapa  de  composição  de  jornada  de  trabalho.  poderão. para carga suplementar (Fases  1 e 2).  § 11 ‐ As classes ou as aulas atribuídas para constituição das jornadas de trabalho  de  titulares  de  cargo.

 até a ocasião da  atribuição que se realizará na Etapa Complementar do processo inicial.  as  habilitações/qualificações.    Artigo 579 ‐ A atribuição de classe ou de aulas ao titular de cargo. nos termos do caput dos artigos 580 e 584.  a  atribuição  dar‐se‐á  exclusivamente  a  docentes e candidatos habilitados. na Etapa Preliminar do processo inicial.  §  3º  –  Com  relação  às  habilitações  e  às  qualificações  dos  docentes  e  candidatos  inscritos  para  o  processo  inicial  de  atribuição. na Etapa Preliminar do  processo  inicial. ficarão bloqueadas na unidade escolar de  origem.  falecimento  ou  exonerações. podendo  203 .   2 ‐ na Etapa Intermediária.  a  atribuição  será  realizada  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino (Fase 2). nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  em  virtude  de  readaptações. exclusivamente para constituição de jornada dos titulares de cargo da  unidade.  observados  os  campos  de  atuação.  a  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  coordenará  a  atribuição  de  vagas  para  contratações  em  caráter  eventual.  em nível de Diretoria de Ensino.Artigo 578 – O processo inicial de atribuição de classes e aulas consiste de 3 (três)  etapas  sequenciais.  que  se  distinguem entre si pelos tipos de atribuição referentes à ordem de prioridade das habilitações e  das qualificações profissionais docentes.  sem  vínculo  empregatício.  a  fim  de  suprir  as  unidades  escolares  com  carência  de  professores  para  iniciar  o  ano  letivo  e  também no seu decorrer.  estarão  disponíveis  para  atribuição  apenas  na  unidade escolar de origem.  Fases  1  e  2. com as aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da  Etapa Intermediária e mais as aulas. bem como a ordem de classificação e a disponibilidade dos candidatos.  decorrentes  de  licenças  e  afastamentos. far‐se‐á exclusivamente no próprio campo de atuação  do  docente. somente com as  aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da Etapa Preliminar.  que  tenham  sido  liberadas  neste  período.   3  ‐  na  Etapa  Complementar.  deverá  ser  observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  na  Etapa  Preliminar.  § 1º ‐ A atribuição de vagas para designação prevista neste artigo realizar‐se‐á uma  única vez ao ano.  § 1º ‐ As classes e as aulas atribuídas a titulares de cargo. nas Fases 1 e 2.  § 2º ‐ A carga horária da designação.  a  Intermediária  e  a  Complementar. paralela ao processo  inicial. iniciados neste período. de que trata este artigo.  §  4º  –  Encerrada  a  Etapa  Complementar. de acordo com o disposto no parágrafo anterior.  por  período  fechado. inclusive os qualificados nos  termos do § 2º dos citados artigos.  com  duração  mínima  de  200  (duzentos) dias e no máximo até a data‐limite de 30 de dezembro do ano da atribuição. a todos os inscritos. já caracterizada como atribuição durante o ano.  aposentadorias. a atribuição far‐se‐á. aos inscritos qualificados  nos termos do § 1º dos artigos 580 e 584.  §  2º  ‐  As  classes  e  aulas  livres  que  remanescerem  da  atribuição  prevista  no  parágrafo  anterior. a qualquer título. nos termos dos artigos 580 e 584. correspondendo ao momento da atribuição a ocupantes de função‐atividade e candidatos à  contratação na Diretoria de Ensino. deverá ser sempre  maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem. devendo ocorrer.  quais  sejam:  a  Etapa  Preliminar. ouvido o Conselho de Escola e assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa. por terem surgido durante o desenvolvimento do  processo. as classes e as classes/salas de recurso que se encontravam  bloqueadas nas unidades escolares de origem.  nos  campos  de  atuação  referentes  a  aulas  dos  Ensinos  Fundamental  e  Médio  e  a  classes/salas  de  recurso  da  Educação  Especial.  assim  como  as  que  surgirem  em  substituição.  aos  candidatos  inscritos  no  processo.  mediante  ato  de  designação. somente  podendo  haver  cessação  em  data  anterior  se  a  mesma  ocorrer  por  proposta  do  Diretor  da  unidade.

  em  que  o  titular  substituído  encontre‐se  com  aulas  atribuídas.  §  9º  ‐  As  classes  ou  as  aulas  de  titulares  de  cargo.  quantidade  de  ausências  superior  a  12  (doze) faltas de qualquer espécie.  §  10  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85  não  poderá  participar  de  atribuições  de  classes  ou  aulas  durante  o  ano.  § 7º – Quando se tratar de substituição.  à  jornada  de  trabalho  em  que  esteja  incluído. exceto pela reassunção de exercício  do titular substituído. livres  ou em substituição a um único docente. desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem  alteração de carga horária.  que  estejam  afastados  em  licença‐saúde. por período não inferior a 200 (duzentos) dias.  deverá  abranger  uma  única  unidade  escolar  e  apenas  na  disciplina  específica  do  cargo  do  titular  designado.  não  podendo  ser  desmembrada. até a atribuição regular de classes e aulas referente à  Etapa Complementar do processo inicial. enquanto a mesma perdurar. em razão  de perda parcial de aulas. nos termos deste artigo. implicará a imediata cessação  da designação. vedada a soma  de possíveis prorrogações de licença concedida por período menor.   2  –  apresente.  não  podendo  ser  composta  por  aulas  livres  e  em  substituição  ao  mesmo tempo.  devendo  ficar bloqueada.  §  12  ‐  Poderá  ser  mantida  a  designação.  204 .  § 3º ‐ Não poderá participar da atribuição de vagas para designação nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  2 – turmas ou aulas de cursos semestrais ou outros de menor duração. quando constituída  de  aulas  livres.  sendo  também  vedado  o  aumento  ou  a  recomposição  da  carga horária fixada na designação.   § 6º ‐ A carga horária da designação. desde que não cause qualquer  prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino. em sua unidade de origem.  § 8º – A carga horária da designação. de acordo com o campo de atuação do designado.  correspondendo.ser constituída.  somente  poderão  compor  a  carga  horária  de  designações  em  substituição.  5 – aulas livres de Disciplinas de Apoio Curricular (DAC). por classe ou por aulas.  § 11 ‐ Na vigência da designação. o titular de cargo que:  1 – esteja em período de estágio probatório ou vá iniciá‐lo.  quando  o  docente  substituído  tiver  mudado o motivo da substituição.  nos últimos 3 (três) anos. a redução da respectiva carga horária.  a  título de carga suplementar em outro campo de atuação. no caso de ser docente  ingressante.  3  ‐  conte  com  registro  de  cessação  de  designação.  na  unidade  de  exercício  ou  na  Diretoria  de  Ensino.  4 – aulas do Ensino Religioso. a carga horária total do titular de cargo  substituído  deverá  ser  assumida  integralmente  pelo  docente  designado. ou quando ocorrer a vacância do cargo. exceto na atribuição de classes das séries/anos iniciais do EF e de classes/salas de  recurso  da  Educação  Especial.  § 5º ‐ Não poderão integrar a carga horária da designação:  1 ‐ classes ou aulas de projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  no  mínimo. que venha a ocorrer por qualquer motivo.  3 ‐ turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  no  ano  letivo  anterior. nos termos deste artigo.  de  mesmo  fundamento legal. somente consistirá  de  um  único  tipo  de  aulas.  se  já  publicada a concessão da licença. a pedido ou por qualquer motivo.  §  4º  ‐  A  carga  horária  do  docente  que  for  contemplado  com  a  designação  nos  termos  deste  artigo  não  poderá  ser  atribuída  sequencialmente  em  outra  designação.

 no primeiro dia letivo do ano.  50%  (cinquenta  por  cento)  do  curso. identificada pelo histórico do curso. e  4 ‐ os dados funcionais do docente substituído. de origem e de destino.  em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino. no mesmo momento.     Artigo 580 ‐ A atribuição de aulas de disciplinas do Ensino Fundamental e Médio.  apenas  nas  disciplinas  decorrentes desta licenciatura e exclusivamente no Ensino Fundamental.  3 ‐ a carga horária da designação.  § 14 ‐ A vigência da designação terá início no primeiro dia letivo do ano.  § 2º ‐ Se ainda comprovada a necessidade. nos casos de designação em substituição.  §  17  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85 não poderá desistir da designação para reassumir o exercício do cargo de origem antes do  término do prazo de 200 (duzentos) dias. concretizará.  205 .  3 ‐ a portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior. citados os respectivos municípios  e/ou Diretorias de Ensino.  2 ‐ as unidades escolares. ficando  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  aulas. somente na disciplina específica desta licenciatura. devendo também ser anulada a atribuição do docente  que não comparecer à unidade escolar da designação. desde  que na área da disciplina a ser atribuída.  que  já  tenham  cumprido. no primeiro dia de sua vigência.  2 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena. observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  aos  portadores  de  diploma  de  licenciatura  curta. deverão constar expressamente:  1 ‐ o período fechado da designação. tanto no processo inicial. portadores de diploma de licenciatura plena  na  disciplina  a  ser  atribuída. discriminadas por disciplina.  as  aulas  remanescentes  poderão  ser  atribuídas  por  qualificações  docentes.  3 ‐ a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou  de tecnologia de nível superior. atribuição de aulas na seguinte conformidade:  1 ‐ a portadores de diploma de licenciatura plena em disciplina diversa.  além  dos  dados  funcionais  e  de  identificação  do  docente designado.  para  todos  os  fins  e  efeitos. identificada pelo  histórico do curso.  §  15  ‐  O  exercício  do  docente  na  unidade  de  destino. poderá haver. far‐se‐á aos inscritos devidamente habilitados.  §  16  –  Enquanto  designado. desde que  da área da disciplina a ser atribuída.  2  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena. exclusivamente em nível  de Diretoria de Ensino.  no  mínimo. sem necessidade de cessação da designação.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  licença  à  gestante e licença‐prêmio. bem como o motivo e o período de  seu impedimento. mencionada a classe atribuída ou a quantidade  de aulas. identificada pelo histórico do curso.  seja  como  habilitação  específica  ou  como  não  específica  desta  licenciatura.  o  docente  poderá  usufruir  licença‐saúde.  exceto  para  ampliação  de  jornada. na disciplina  específica  da  licenciatura.  ao  titular  de  cargo  que  se  encontre  em  licença ou afastamento a qualquer título.§  13  ‐  Do  ato  de  designação.  com  a  carga  horária  da  designação. quanto durante o  ano. desde que da área da disciplina a ser atribuída. a carga horária total  de  sua  atribuição  na  unidade  de  origem.  para  este  fim.

  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  para  as  quais  não  possua  habilitação.  considera‐se  como  término do primeiro termo do curso. cuja apresentação é obrigatória para o registro da habilitação específica.  para  o  primeiro  termo  do  curso. a que se condicionam as qualificações  previstas nos §§ 1º e 2º deste artigo. em nível de unidade escolar.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  na  disciplina. obtido nos termos da Resolução CNE  nº 2/97 ou da Portaria Ministerial nº 432/71 (Esquema I).  para  carga suplementar do titular de cargo e para carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  206 .  § 4º ‐ Os alunos de cursos de nível superior deverão comprovar.361/2003. será  contratado a título eventual. será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados. a  fim de concorrer à atribuição de aulas do ensino regular na Diretoria de Ensino. observadas as disposições do artigo 590.  § 3º ‐ A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física. na disciplina  específica.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  declinar da atribuição de aulas da Educação de Jovens e Adultos. a matrícula no  respectivo curso.  §  2º  ‐  No  processo  inicial. no semestre correspondente.    Artigo  582  ‐  As  aulas  do  Ensino  Religioso  serão  atribuídas  exclusivamente  aos  inscritos habilitados.  e  posteriormente. mediante documentos atualizados  (atestado/declaração)  expedidos  pela  instituição  de  ensino  superior  que  esteja  regularmente  frequentando. em observância à Lei  Estadual nº 11. ou  em  Ciências  Sociais.  caracterizadas  como  de  disciplina  não  específica  destas  licenciaturas.  § 7º ‐ O diploma e o histórico do curso de bacharelado ou de tecnologia de nível  superior. excetuado desta perda o portador de diploma de licenciatura  curta.  § 6º ‐ A identificação da área da disciplina. com aulas atribuídas de disciplina de sua formação.  exclusivamente.  que  passará  a  ser  identificada  como  disciplina correlata do referido curso.  que  se  encontrem cursando qualquer semestre.4 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena.   § 1º ‐ Para fins de reconhecimento de vínculo junto à unidade escolar.  assim  como  para  efeitos  de  perda  total  ou  de  redução  da  carga  horária  do  docente  com  aulas  atribuídas  no  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos. também se prestarão à identificação de  disciplinas correlatas. ou em História. observados os  mesmos  critérios  de  habilitação  e  de  qualificação  docentes. no ensino fundamental.  na  área  da  disciplina. conforme dispõe o parágrafo anterior. para o qual  perderá as referidas aulas.  o  somatório  de  160  (cento  e  sessenta)  horas  de  estudos  de  disciplinas  afins/conteúdos  da  disciplina  a  ser  atribuída. em termos  de  classificação. deverá se processar mediante a análise do histórico do curso. na existência de candidato portador de  licenciatura plena correspondente. até que se apresente candidato habilitado ou qualificado.  bem como a efetiva frequência.    Artigo 581 ‐ A atribuição de aulas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos ‐ EJA  terá validade semestral e será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular.  devendo  realizar‐se  no  processo  inicial.  §  5º  ‐  O  candidato  à  contratação  que  não  possua  habilitação  ou  qualquer  qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas.  no  mínimo.  §  8º  –  O  docente. ao início do segundo termo.  em  que  se  registre. o primeiro dia letivo do segundo termo.  vedada  a  atribuição  nos  termos  dos  parágrafos anteriores. no cadastro de  qualificação do portador de certificado de licenciatura plena.  ou  de  bacharelado/tecnologia  de  nível  superior. perderá a qualquer tempo as referidas aulas. portadores de diploma de licenciatura plena em Filosofia.  na  forma  prevista  em  regulamento  específico. no momento da  inscrição e a cada sessão de atribuição de aulas durante o ano.

  com  certificado  de  curso  de  especialização.  deverão  ser  atribuídas  somente  a  docentes  devidamente  habilitados. se essas aulas forem  relativas a turmas já constituídas e devidamente homologadas pela Diretoria de Ensino.  exceto  a  Jornada  Reduzida  de  Trabalho  Docente. mantidas no  final  do  ano  letivo  pelo  Conselho  de  Escola.  portadores  de  diploma  de  licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior. o que poderá ocorrer  a partir do processo  inicial. específico na área de necessidade especial das aulas.  2  ‐  3  (três)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Básica  de  Trabalho  Docente.    Artigo 583 ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  de  no  mínimo  360  (trezentas  e  sessenta) horas.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. com carga horária  semanal de. 2 (duas) e no máximo 3 (três) horas de duração por turma.  ministradas em classes regidas por professores especializados e em salas de recurso.    Artigo  584  ‐  As  aulas  do  Serviço  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  ‐  SAPE.  6  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  preferencialmente aos titulares de cargo da unidade escolar.   3  ‐  4  (quatro)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Integral  de  Trabalho  Docente. no mínimo.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu senso (Mestrado/Doutorado) na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas.   §  2º  ‐  A  constituição  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  deverá  ser  revista  pelo  Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis da matriz curricular  de Educação Física das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu  senso  (Mestrado/Doutorado)  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas. inclusive como carga suplementar de  trabalho.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física.  com  certificado  de  curso  de  especialização. com habilitação específica na área  de necessidade especial das referidas aulas.  aperfeiçoamento  ou  extensão  207 . específico na área de necessidade  especial das aulas.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. respeitados os seguintes limites máximos:  1  ‐  2  (duas)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente. deverão ser  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  § 3º ‐ Fica expressamente vedada a contração de candidatos exclusivamente para  a ministração de aulas disponíveis de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  ordem  de  prioridade de qualificações:  1  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  §  1º  ‐  As  aulas  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  constituir  a  Jornada  de  Trabalho  dos  titulares  de  cargo.  com  certificado  de  curso  de  especialização.candidato à contratação.

 específico na área de necessidade especial  das aulas. específico na área de necessidade especial das aulas.  7  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. específico  na área de necessidade especial das aulas. que já tenham cumprido. específico na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. específico na área de necessidade especial das aulas. sem o devido aprofundamento de estudos na habilitação  ou qualificação específica. exceto quando se comprove. ou que se definam como latu senso. de notória idoneidade.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  com  certificado de curso de especialização. com no mínimo 30  (trinta)  horas. aperfeiçoamento ou extensão cultural. aperfeiçoamento ou extensão cultural específico na área de  necessidade especial das aulas.  6  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. de notória idoneidade.  específico  na  área  de  necessidade especial das aulas.  8  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  de  certificado de curso de especialização. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  fornecido  por  órgão  especializado. aperfeiçoamento ou extensão  cultural. especialização em uma única área de necessidade especial. 50% (cinquenta por  cento)  do  curso. pela  análise do histórico do curso.  de  notória  idoneidade.  208 .  § 2º – Verificada.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior.  §  4º  –  Com  relação  à  habilitação  plena  ou  a  qualquer  dos  níveis  de  qualificação  docente.  fica  expressamente  vedada  a  atribuição  de  aulas  do  SAPE  em  área  de  necessidade  especial  diversa  daquela que caracterize a formação do professor. de no mínimo 120 (cento e vinte)  horas.cultural.  com  no  mínimo  30  (trinta)  horas. nesta ordem de prioridade. a ausência de docentes e candidatos com as qualificações  previstas  no  parágrafo  anterior. que comprovem experiência docente  de.  de  no  mínimo  120  (cento  e  vinte)  horas.  7  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  certificado de curso de treinamento ou de atualização. no mínimo. para atuação exclusivamente em salas de recurso. fornecido  por  órgão  especializado.  inclusive  nas  situações  de  composição  de  jornada  de  titulares  de  cargo. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.  §  5º  ‐  Não  poderá  ser  considerada. ainda. com no mínimo 30 (trinta) horas. 3 (três) anos em instituições especializadas.  fornecido  por  órgão  especializado.  de  notória  idoneidade.  a  formação  profissional  decorrente  de  cursos  de  qualquer  espécie  e/ou  nível.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.  com  certificado  de  curso  de  treinamento  ou  de  atualização.  para  atuação  exclusivamente em salas de recurso. com atuação  exclusiva na área de necessidade especial das aulas.   § 3º ‐ As aulas das salas de recurso poderão ser atribuídas a docentes titulares de  cargo para constituição da jornada de trabalho.  com  certificado  de  curso de especialização.  específico  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  ou de diploma  de  nível  médio  com habilitação em Magistério.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  a  alunos  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso Normal Superior. com certificado de curso de treinamento ou de atualização. no mínimo.  para  fins  da  atribuição  de  aulas  do  SAPE.  que  versem  sobre  múltiplas áreas de necessidade especial.  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas  a  serem  atribuídas.

 para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva.  somente podem ser fornecidos por instituições de ensino superior. 10 a 17 e 22.  as  aulas  do  SAPE  deverão  ser  atribuídas  exclusivamente  aos  docentes  e  candidatos devidamente habilitados. sendo que a atribuição aos qualificados.    Artigo 585 ‐ Para a atribuição de classes.  não  se  tratando  de  titulares  de  cargo. por campo de atuação. obtendo aprovação na prova eliminatória.  período  de  cadastramento  de  docentes  e  candidatos  à  contratação.  para atuação nas classes e aulas do Ensino Fundamental e Médio. a serem  fixados por Portaria do órgão setorial de Recursos Humanos.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas.  com  turmas  e/ou  com  aulas  de  que  trata  este  artigo. ou  209 .  para  participar do processo de atribuição de classes e aulas do decorrer do ano.  § 3º ‐ O ocupante de função‐atividade. em diferentes Diretorias de Ensino.  §  8º  ‐  Integram  também  o  SAPE  as  horas  de  trabalho  na  condição  de  docente  interlocutor.  classificados  na  forma  prevista  no  artigo  576.  tenham  participado  do  processo de avaliação anual. e o candidato à contratação  poderão se cadastrar.  em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. SE nº 11/10)    Subseção V  Do Cadastramento     Artigo  586  –  Ao  encerramento  do  processo  inicial.  apenas para atribuição de carga suplementar de trabalho.  2 – a portadores de diploma de licenciatura plena.  §  2º  ‐  Somente  poderão  se  cadastrar  os  docentes  e  candidatos  que  tenham  se  inscrito  para  o  processo  inicial  e.  deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico.  § 4º ‐ O docente titular de cargo poderá se cadastrar em outra Diretoria de Ensino.  realizada. tendo como exigência  única  a  comprovação  de  habilitação  ou  qualificação  na  Linguagem  Brasileira  de  Sinais  –  LIBRAS.  §  5º  ‐  Com  base  nas  peculiaridades  de  cada  região.  observada  a  seguinte  ordem de prioridade:  1  –  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. 11 e  15 pela Res. ou para determinado tipo de qualificação docente. que exigem perfil diferenciado e/ou processo seletivo peculiar.  3 – a portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério.  quando  constituído  exclusivamente  com  classe. a que se referem os  §§ 1º e 2º deste artigo. com as alterações introduzidas nos arts.  poderá  ser  suprimido  o  cadastramento para determinada disciplina.  a  que  se  referem  os  parágrafos  deste  artigo. somente poderá ocorrer na Etapa Intermediária e na Etapa Complementar.  (Res. turmas ou aulas de projetos da Pasta ou  de outras modalidades de ensino.  será  aberto. arts.  e  cuja  atribuição  dar‐se‐á  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação. exclusivamente em nível de Diretoria de Ensino. SE nº 98/09. estável ou não.  § 1º ‐ O período de cadastramento será de 3 (três) dias úteis consecutivos. acompanhando o professor da  classe  ou  da  série.  §  7º  ‐  Na  Etapa  Preliminar  do  processo  inicial.§  6º  –  Os  cursos  de  especialização.  4 – a portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior. conforme o estabelecido em  regulamento específico.  Parágrafo  único‐  O  vínculo  do  docente. em ambos os casos.  em  todas  as  Diretorias  de  Ensino.

 na seguinte conformidade:  I – a titulares de cargo da U. que  estejam com jornada parcialmente constituída ou na condição de adido e mesmo para ampliação  de jornada aos inscritos que tenham efetuado essa opção.  não  poderá  ultrapassar  o  final  do  mês  de  fevereiro do ano letivo de referência. porém.    Artigo  588 ‐  A  classificação  dos  inscritos  e  cadastrados.  §  6º  ‐  O  período  de  cadastramento  poderá  ser  reaberto. deverá  ser publicada no Diário Oficial do Estado.E.    Artigo 587 ‐ Os docentes e os candidatos à contratação regularmente cadastrados  serão  classificados  na  conformidade  do  disposto  nos  artigos  574. previsto na legislação eleitoral.  b) constituição de jornada ao adido da própria U.  III – a titulares de cargo da U.E. a  classificação  dos  novos  candidatos  cadastrados  será  inserida  na  classificação  do  cadastramento  original. para:  a) completar jornada de trabalho parcialmente constituída.    Artigo 589 ‐ A primeira atribuição geral a ocorrer durante o ano será realizada em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. para carga suplementar de trabalho.  livres  ou  em  substituição. que  sempre será prevalecente.  575  e  576. 18 e 19)    Subseção VI  Da Atribuição Durante o Ano     Artigo  590  ‐  A  atribuição  de  classes  e  aulas  durante  o  ano  far‐se‐á.  a  qualquer  tempo.  II  –  com  remessa  à  Diretoria  de  Ensino.   Parágrafo  único  ‐  A  data  de  realização  da  atribuição  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  inclusive  dos titulares  de  cargo. ao removido ex officio com opção de retorno.  com  números  de  ordem  e  respectiva  pontuação.  exceto  em  ano  estabelecido  como  de  eleições..  e) ampliação de jornada.  Parágrafo único ‐ Quando houver necessidade de reabertura de cadastramento.  oferecendo‐se  as  classes  e  as  aulas  remanescentes  do  processo  inicial.E.  de  classe  e/ou  aulas.  no  decorrer  do  ano. por campo  de atuação e/ou por áreas de disciplinas e por faixas de habilitação/qualificação docente. submetendo‐se apenas à ordem de prioridade das habilitações e qualificações docentes. que esteja sendo completada em outra U.  210 .  observando‐se  o  período  impeditivo  de  contratações..ainda  para  algum  campo  de  atuação.  d) constituição de jornada.  para  atender  a  ocasionais  necessidades  que  se  apresentem  por  Diretoria  de  Ensino. devendo  esta  classificação.  ficando vedada.  sendo  que  a  classificação conjunta dos docentes de categorias L e O e dos candidatos à contratação.   (Res. SE nº 98/09. arts.  em  nível  de  Unidade Escolar.  também  ser  publicada  no  Diário Oficial do Estado.E.  a  ser  definida  pela  Diretoria  de  Ensino. será referência básica em qualquer sessão de atribuição de classes e/ou de aulas durante o  ano. a supressão total do cadastramento.  que  já  se  encontre  com  número  excessivo  de  inscritos.  intercalando‐se  as  pontuações. assim como as que tenham surgido posteriormente.  c) constituição de jornada.  com  observância  aos  campos  de  atuação  e  à  correspondência das áreas de disciplinas e das faixas de habilitação/qualificação docente. para constituição ou composição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.

  a  serem  sequencialmente esgotados.  b) a docentes estáveis. exclusivamente na carga suplementar.  § 4º – Nas sessões de atribuição que venham a ocorrer durante o ano.E.IV  ‐  a  titulares  de  cargo  de  outra  unidade.  211 .  c) a docentes celetistas.  apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho.  decorrente  das  respectivas  licenciaturas  plenas.E. exclusivamente para constituição obrigatória de jornada.  na  seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  a  todos  os  cadastrados  da  Diretoria  de  Ensino.  § 1º ‐ Para os docentes e candidatos cadastrados. exceto:  1 ‐ a docente em situação de licença‐gestante.  para  a  sessão  de  atribuição  que  se  realizará  na  unidade.. de categoria O. e para os docentes  da unidade. a atribuição observará a ordem de classificação da Diretoria de Ensino. para  atribuição ou aumento de carga horária. em exercício na U.  c) aos docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  §  2º  ‐  Na  impossibilidade  de  atribuição  aos  docentes  em  exercício  na  unidade  escolar. de acordo com o disposto no caput dos artigos 580 e 584.  por  campo  de  atuação  e  por  faixas  de  situação  funcional. para  aumento de carga horária.  3  –  o  titular  de  cargo  afastado  junto  ao  convênio  de  municipalização  do  ensino. na seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  deverá  ser  divulgada...  de  imediato.  e)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L. nos demais incisos. conforme o  caso.E. a que se refere o inciso VII deste  artigo. não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano.  para atribuição ou aumento de carga horária. a classificação incluirá o tempo de serviço prestado anteriormente  na respectiva unidade escolar.  d)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados da U.  a  existência  das  classes  ou  das  aulas  disponíveis. nos termos do inciso VII deste artigo. em nível de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  VII  –  aos  docentes  de  outra  unidade  e  a  candidatos  à  contratação  cadastrados.  deverá  se  observar  a  ordem  de  classificação  dos  cadastrados.  para  carga  suplementar de trabalho. de categoria O.  2 ‐ o titular de cargo.  b) a docentes celetistas.  sempre  com  simultânea  aplicação  da  ordem  de  prioridade  dos  níveis  de  habilitação  e  qualificação  docentes.  em  todas  as  faixas de situação funcional.  d) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  V –  a  ocupantes  de função‐atividade da  U.  VI – a ocupantes de função‐atividade de outra unidade.E.  c) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F. desde que  vá efetivamente exercê‐la na escola estadual.  §  3º  ‐  Os  docentes  que  se  encontrem  em  situação  de  licença  ou  afastamento.  a  qualquer título.  a  docentes  contratados de categoria O e a candidatos à contratação. na seguinte conformidade:  1  ‐  por  habilitação.E.  d)  aos  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados em exercício na U.  em  exercício  na  U.  b) a docentes celetistas. na seguinte ordem:  a) a titulares de cargo.

 sempre que houver necessidade de atendimento  ao titular de cargo. na constituição da jornada de trabalho.  §  2º  –  Na  impossibilidade  do  atendimento  previsto  no  parágrafo  anterior.  deverá  ser  aplicada. a retirada de classe ou de aulas livres.  na própria unidade.  para  composição  da  carga  horária  mínima  de  10  (dez)  horas  semanais. inclusive de estáveis e celetistas.  que  esteja  atuando  em  determinado  campo  de  atuação. a fim de compor sua jornada de trabalho.  II  ‐  verificando‐se  a  impossibilidade  de  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  unidade  escolar  e  constatada  a  inexistência  de  classe  ou  aulas  livres  disponíveis  na  Diretoria  de  Ensino. que venha a surgir e para a qual seja habilitado  ou qualificado.  deverá  participar.  na  forma  prevista  neste  artigo. a ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos  ocupantes de função‐atividade.  sempre  que  houver  necessidade  de  atendimento  à  docente  estável.  assumir  classe  ou  aulas  livres.  o  docente estável. na sequência contínua das faixas de situação funcional.    Artigo 591 – No decorrer do ano. para retirada de classe ou aulas em  substituição.  §  3º  ‐  O  ocupante  de  função‐atividade.  § 1º – Aplica‐se também o  procedimento de retirada de classe ou de  aulas.  também na Diretoria de Ensino.  estável  ou  não. inclusive estáveis e celetistas. observando‐se que:  I  ‐  não  sendo  possível  processar‐se  o  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  jornada. deverá ser aplicada.  deverá ser aplicada  em  nível da  unidade escolar de origem e. celetista ou ocupante de função‐atividade de categoria F.  com  relação  a  classes  e  aulas  livres ou em substituição.  III  ‐  a  persistir  a  impossibilidade  de  atendimento  com  classes  ou  aulas  livres.  com anuência do titular de cargo.  3  ‐  por  níveis  de  qualificação. que implicará a redução ou a perda total da carga horária do  docente contratado ou do ocupante de função‐atividade.  inclusive  aquele  que  se  encontre  exclusivamente  com  aulas  de  projeto ou de outras  modalidades  de ensino.    Artigo 592 ‐ Se não for possível o atendimento por qualquer das formas previstas  no  artigo  anterior. aplicando‐se cada nível. relativamente à carga horária de docente designado  nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  das  atribuições  em  nível  de Diretoria de Ensino.  obrigatoriamente.  ainda  em  nível  da  própria  unidade  escolar. para  retirada de classe ou de aulas livres.  os  procedimentos  previstos  neste  artigo. à carga suplementar  de outro titular de cargo. se necessário.  que  se  encontre  na  condição  de  adido  e/ou  que  esteja  cumprindo  horas  de  permanência.  celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F.  com  horas  de  permanência. na mesma sequência.  o  titular  de  cargo. ou. assumindo  toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual seja habilitado.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  2º  dos  referidos  artigos. na própria escola ou  em outra unidade do mesmo município.  total  ou  parcialmente.  inclusive  no  inciso  anterior. pela  ordem  inversa  à  da  classificação  dos  docentes  contratados. na própria unidade escolar ou em nível de Diretoria de Ensino. aplicando‐se cada nível. um a um.  ou  toda  e  qualquer substituição. em nível da própria unidade escolar e também de Diretoria de Ensino. na sequência contínua das faixas de situação funcional.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  1º  dos  referidos  artigos. observada a ordem inversa à da  classificação dos docentes neste nível.  conforme  o  caso. inclusive a título eventual. em nível de Diretoria de Ensino. um a um. para descaracterizar esta condição ou para compor a jornada. se  necessário.  deverá. a ordem inversa à da classificação dos  docentes contratados e dos ocupantes de função‐atividade.  poderá concorrer à  atribuição relativa  a campo de  212 .  sem  detrimento  a  titulares  de  cargo. conforme o caso.  deverão  ser  aplicados. e não havendo classe ou aulas livres na  unidade escolar. que esteja cumprindo a  respectiva  carga  horária.2  ‐  por  níveis  de  qualificação.

    Artigo 594 – No processo de atribuição durante o ano. pela ordem inversa da classificação. por se configurar regime de acumulação. na  carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  docente contratado. o docente deverá comparecer munido de  declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho.  deverão  também  se  observar  as  disposições  relativas  à  atribuição de classes e aulas do processo inicial.  no  caso  de  este  docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título.  a  fim  de  viabilizar  a  nova  atribuição.  de  aulas  anteriormente  atribuídas.  poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou  aulas em substituição.  quanto  de  Diretoria  de  Ensino.  com  aumento  ou  manutenção  da  carga  horária. quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe  ou das aulas.    Artigo  593  –  O  Diretor  de  Escola.  §  3º  ‐  Nas  sessões  periódicas  de  atribuição  durante  o  ano. a fim de reduzir o número de escolas. datada e assinada.  com  observância  à  compatibilidade de horários e distância entre as unidades. quando se tratar de classe ou da  totalidade das aulas. desde que:  I  ‐  não  implique  detrimento  aos  titulares  de  cargo  ou  aos  estáveis/celetistas  e  docentes de categoria F da unidade escolar e da Diretoria de Ensino. em situação de atendimento. tanto em nível de unidade  escolar.  § 2º – A toda e qualquer sessão de atribuição de classes ou aulas durante o ano. requerer.  em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  em  uma  das  unidades em que se encontre em exercício.  §  1º  ‐  O  docente  que  desistir.  ouvido  previamente  o  Conselho  de  Escola. 20)    Subseção VII  Das Disposições Finais     Artigo 595 – Não poderá haver desistência de aulas anteriormente atribuídas. desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo. no primeiro dia útil subsequente  213 .  com  relação  à  carga  suplementar. a um docente titular  de  cargo  ou  estável/celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. contendo a distribuição das aulas pelos  turnos  diários  e  pelos  dias  da  semana. por escrito.  em  regime de  acumulação. não sendo  considerado nessa atribuição o vínculo precedente.  §  2º  ‐  O  docente. SE nº 98/09. ficará impedido de concorrer  à nova atribuição durante o ano.  II  ‐  o  intervalo  entre  os  afastamentos  seja  inferior  a  15  (quinze)  dias  ou  tenha  ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho. oferecidas as classes e aulas que se encontrem atribuídas a docentes  não habilitados ou habilitados em disciplina diversa.  II  ‐  atribuição.  (Res.atuação diverso.  deverão  ser  sempre  divulgadas e. art. exceto nas situações de:  I  ‐ o docente  vir  a  prover novo  cargo  público. se for o caso.  de qualquer alçada.  de próprio punho.  que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar.  §  1º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  no  caput  ao  professor  que  venha  a  perder  classe  ou  aulas livres. a fim de se propiciar a aplicação do disposto  no § 8º do artigo 586. a dispensa da função ou a extinção do seu contrato de  trabalho. informando sua decisão e. em situação diversa das previstas nos incisos deste artigo.  total  ou  parcialmente.  inclusive  o  titular  de  cargo. devendo apresentar ao superior imediato declaração expressa.

  total  ou  parcialmente.  quando a bem do serviço público.  por  3  (três)  semanas  seguidas  ou  por  5  (cinco)  semanas  interpoladas.  exceto  se  em  caráter  eventual  ou  para  constituição  obrigatória  de  jornada  do  titular  de  cargo. ficando impedido de  concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  § 4º ‐ Ao titular de cargo docente é vedada a atribuição de classe ou de aulas na  situação  de  ocupante  de  função‐atividade  ou  de  docente  contratado. antes de decorridos 200 (duzentos) dias contados  da data de extinção do último contrato do docente. ou de um cargo de suporte pedagógico com cargo/função docente.  V – a título de nova contratação.  somente  será  possível  quando forem distintas as respectivas áreas de atuação funcional. com a situação de ocupante de  função‐atividade em outro campo de atuação. ou ainda  das  designações  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano. nos últimos cinco anos ou nos últimos dez anos.  II  ‐  ao  professor  que  tenha  sido  demitido. será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas.  perderá  as  aulas  correspondentes.  II  ‐  haja  compatibilidade  de  horários.  ao  funcionário/servidor  público  estadual  que  se  encontre  em  licença  para  tratar  de  interesses particulares. em regime de  acumulação.  § 5º ‐ A acumulação do exercício de cargo ou função docente com o exercício das  atribuições de suporte pedagógico.  § 1º ‐ A responsabilidade pela legitimidade da situação do docente.  de  suas  aulas  e/ou  pedido dispensa da função ou extinção de sua contratação.  também as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC). integrantes de sua carga horária.  sob  qualquer  hipótese.  consideradas. é da autoridade que conceder o exercício do segundo cargo/função.  IV  ‐  ao  docente  que  tenha  desistido.  no(s)  dia(s)  estabelecido(s)  em  seu  horário  semanal  de  trabalho.  ou  ainda  para  atendimento em jornada ou carga horária.ao da atribuição.  214 . ou dispensado pelo titular da Pasta. nos termos da  legislação específica.    Artigo 596 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas:  I  ‐  a  partir  de  1º  de  dezembro  do  ano  letivo  em  curso.  poderá  o  docente contratado atuar em regime de acumulação remunerada.  III ‐ seja previamente publicado Ato Decisório favorável ao acúmulo.  quando  ambos  integrarem  os  Quadros  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  §  3º  ‐  É  expressamente  vedada. como titular de cargo ou em situação de designação.  em  face  da  ausência  de  amparo legal para este tipo de acumulação no âmbito desta Secretaria da Educação. na conformidade da legislação em vigor.  mediante  processo  administrativo  disciplinar.  desde que:  I ‐ o somatório das cargas horárias dos cargos/funções não exceda o limite de 64  (sessenta  e  quatro)  horas.    Artigo 596 A – O docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem  motivo  justo.  §  2º  ‐  Observados  os  requisitos  legais  e  as  disposições  deste  artigo.  III  ‐  para  fins  de  contratação  ou  de  reassunção  de  exercício  em  situação  de  acúmulo.  a  acumulação  de  duas  contratações. durante o ano letivo em curso.    Artigo  597  ‐  A  acumulação  remunerada  de  dois  cargos  ou  de  duas  funções  docentes.  no  cargo/função  docente. poderá ser exercida. a titulares de cargo ou a docentes estáveis.

  mediante  consulta  ao  sistema  de  cadastro  funcional  da  Secretaria  da  Educação  (PAEC/PAEF). se assim caracterizada. em regime de acumulação  de cargos/funções.  designado  para  exercer  função  de  suporte  pedagógico  ou  em  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  b) ser maior de 18 anos (apresentação de RG em via original). sendo que. arts.  c)  estar  em  dia  com  as  obrigações  militares  (apresentação  de  certificado  de  reservista).  desde  que  as  funções sejam relativas a campos de atuação distintos e tenham exercício em unidades escolares  diversas.  arcará  com  a  responsabilidade  decorrente  deste  ilícito.    Artigo 598 A ‐ Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas  não  terão  efeito  suspensivo  nem  retroativo  e  deverão  ser  interpostos  no  prazo  de  2  (dois)  dias  úteis  após  a  ocorrência  do  fato  motivador. sem a prévia publicação  de  ato  decisório  favorável  à  acumulação  ou  com  publicação  favorável  equivocada.  durante  o  processo. SE nº 98/09.  inclusive  a  relativa  ao  pagamento  do  docente  pelo  exercício em situação irregular ou ao ressarcimento aos cofres públicos do pagamento indevido. ou não.  IV ‐ documentos pessoais comprovando:  a) ser brasileiro nato ou naturalizado. em caso positivo.  §  8º  ‐  O  superior  imediato  que  permitir  o  exercício  do  docente.  e) estar cadastrado como pessoa física (apresentação de CPF). as classes.  providenciar  a  contratação  do  candidato  contemplado.  III ‐ declaração de próprio punho de que possui ou não antecedentes de processo  administrativo  disciplinar  no  qual  tenha  sofrido  penalidades.  II ‐ declaração de próprio punho de que estará. Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares    Artigo 599 ‐ Para fins de atribuição aos docentes e aos candidatos à contratação.  que  implicam  a  necessidade  de  aplicação  de  critérios e procedimentos específicos.  com  classe  ou  com  aulas de sua unidade.  turmas e aulas que se encontram relacionadas na presente seção.§  6º  ‐  Ao  docente  titular  de  cargo.  é  vedado o exercício de função docente em regime de acumulação.  §  7º  ‐  A  vedação  prevista  no  parágrafo  anterior  não  se  aplica  ao  ocupante  de  função‐atividade  designado  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  Professor  Coordenador. quando for o caso. 21 a 27)    Seção IV  Da Atribuição de Classes.  215 .  d) estar em dia com a Justiça Eleitoral (apresentação de título de eleitor e últimos  comprovantes de votação/justificação).  dispondo  a  autoridade  recorrida  de  igual  prazo  para  decisão. deverá ser previamente publicado o ato decisório  de acumulação legal.  (Res. de contratação ou de reassunção após período de interrupção.    Artigo 598 ‐ Caberá ao Diretor de Escola autorizar o exercício e.  são  consideradas  como  de  Projetos  desta  Pasta.  a  ser  averiguada  pelo  Diretor  de  Escola. mediante a apresentação de:  I – Atestado Médico que comprove estar apto ao exercício da docência.  em  situação  de  ingresso. adequados às características que as distinguem.

  serão  atribuídas  com  base  na  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição  de  classes  e  aulas  do  ensino  regular. 1º a 4º)    Subseção II  Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena    Artigo 603 ‐ As classes e as aulas da Educação Indígena deverão ser atribuídas. observada a seguinte ordem  de prioridade:  1 – portadores de diploma do Curso Especial de Formação de Professor Indígena. apenas  para atribuição referente ao Ensino Fundamental.       Artigo  600  ‐  As  classes. tendo em vista possíveis substituições  docentes  ou  formação  de  novas  classes  e  turmas  durante  o  ano.  turmas  ou  aulas  de  projetos  que  exijam processo seletivo específico.  relação  de  candidatos  previamente  selecionados.    Artigo  602  ‐  O  docente.  de  que trata  o parágrafo  anterior. em nível médio. SE nº 13/10. a Diretoria de Ensino.  não  mencionadas  nesta  seção.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe. quando houver. para os Ciclos I. de 1º de junho de  2007. tenham  sido selecionados pela Comissão Étnica Regional.  §1º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  da  matriz  curricular  –  parte  comum. II e III do Ensino Fundamental. desenvolvido pela Secretaria da Educação. em disciplina(s)  da área de conhecimento objeto da atribuição. classificados conforme disposto no artigo 5º da Resolução SE nº 8. de que trata esta seção. que poderá ser designado para o posto de  trabalho de Professor Coordenador do próprio CEL.   (Res.  turmas  e  aulas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  atribuídas  aos  ocupantes  de  função‐atividade.  o  docente  com  aulas atribuídas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. arts. de 22 de janeiro de 2010.  observada  a  legislação específica. que implique afastamento das funções para as quais foi selecionado.   2 ‐ portadores de diploma de curso regular de licenciatura plena.  3  –  portadores  de  certificado  de  conclusão  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço de Professor Indígena.  aprovados  no  processo  seletivo  anual  ou  abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1.  em  reserva.  deverão ser atribuídas a professores  indígenas. sendo que para o Ensino  Médio (Ciclo IV) se dará com 30 (trinta) horas da base comum e 3 (três) horas das oficinas da parte  216 .Parágrafo único – As classes.  deverá  manter. dar‐se‐á  por carga horária  semanal  de  25  (vinte  e  cinco)  horas  da  base  comum  e  de  8  (oito)  horas  das  oficinas  da  parte  diversificada.  turmas  ou  aulas  de  projetos. inscritos no processo  regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos para esta modalidade de ensino.  mantidas  pelas  escolas  das aldeias.  em nível superior.  aos  ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação temporária que.010.  Parágrafo  único  ‐  Excetua‐se  do  disposto  no  caput  deste  artigo.      Artigo  601  ‐  Para  fins  de  atribuição  de  classes.  de  acordo  com  os  critérios  estabelecidos  para  cada projeto. turmas e aulas de Programas e outras modalidades  de  ensino.  pelo  responsável  pela  direção  da  unidade  escolar. não poderá exercer nenhuma outra atividade ou prestação de  serviços. a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.  § 2º ‐  A atribuição. promovido pela Secretaria de Estado da Educação. acrescidas as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo e em local de livre escolha do  docente (HTPCs e HTPLs).

  tenha  obtido  resultados  satisfatórios  na  avaliação  de  seu desempenho profissional.  §  3º  ‐  A  atribuição  de  aulas  de  estágio  dos  estudos  de  nível  III. III. SE nº 13/10.  § 1º ‐ A atribuição de que trata este artigo deverá contemplar prioritariamente os  docentes  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  §  4º  ‐  Quando  a  atribuição  de  aulas  de  estágio. deverá contemplar prioritariamente o docente que. SE nº 13/10. de que tratam os Anexos II.  observadas as disposições da legislação específica deste projeto.  como  carga  horária.  contemplar a manutenção do docente titular de cargo.diversificada.  de  um  curso  em  continuidade de língua estrangeira moderna. 6º)    Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de Estudos de Línguas    Artigo  604  ‐  A  atribuição  de  aulas  dos  cursos  de  língua  estrangeira  moderna. 7º)    Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP    Artigo  605  ‐  As  classes  e/ou  as  aulas  das  Unidades  da  Fundação  CASA  serão  atribuídas. que vinha afastado com aulas de um curso. inscritos para o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também  especialmente  para  este  projeto. a atribuição das aulas do CEL  poderá se dar na seguinte conformidade:  1 ‐ aos titulares de cargo. com vigência a partir do primeiro dia letivo do ano da atribuição.  deverá  ser  providenciado  novo  ato  de  afastamento. art.  ministradas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. art. relativamente à língua estrangeira que seja disciplina específica ou  não específica da licenciatura do cargo.  cuja  continuidade  passe  de  um  ano  para  outro. pelo Diretor da unidade escolar vinculadora. com base nos critérios estabelecidos na legislação  específica.   (Res. para afastamento nos termos do inciso III do artigo 64 da  Lei Complementar nº 444/85. a  docentes ocupantes de função‐atividade e a candidatos à contratação temporária.  prevista  no  parágrafo  anterior.  (Res.  217 . IV e  V referidos no artigo 205. como carga suplementar de trabalho.  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora  do  CEL. somando‐se as HTPCs e HTPLs correspondentes.  § 2º ‐ Atendidos os requisitos previstos neste artigo.  II  –  tenham  sido  devidamente  credenciados  por  processo  específico.  com  habilitação  na  língua  estrangeira cujas aulas estejam sendo atribuídas.  2 – aos titulares de cargo. dar‐se‐á em nível de Diretoria de Ensino aos  docentes que:  I  –  estejam  inscritos  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também inscritos especialmente para este projeto.  observada a seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  habilitados  que  tenham  atuado  nas  unidades  da  Fundação  CASA  e  tenham  sido  avaliados  com  indicação  para  recondução.  pela  Diretoria de Ensino e pela Fundação CASA/SP.  pelo  desenvolvimento  do  estágio  anterior. a partir do processo inicial de atribuição.  3  –  aos  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação.

 além do que preveem as disposições deste  artigo.   § 3º ‐ A carga horária.  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora. art.  § 1º ‐ Na ausência de docentes habilitados.  desde  que  credenciados. 10)    Subseção VII  Das Disposições Gerais    Artigo  608  ‐  O  vínculo  do  docente. deverá ser cumprida  exclusivamente no período diurno. SE nº 13/10. as classes e/ou as aulas. c/c a Res. 8º.    Artigo  609  ‐  Com  relação  aos  procedimentos  a  serem  adotados  na  atribuição  de  classes.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe  e/ou  aulas  do  Projeto  Revitalizando  a  Trajetória  Escolar  das  Unidades  de  Internação Provisória ‐ UIP. SE nº 13/10. devidamente habilitados para as  aulas  que  forem  ministrar. cumprirá carga horária de 40 (quarenta) horas semanais.  turmas  ou  aulas  de  projeto. 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura    Artigo  607  –  O  processo  de  atribuição  de  aulas  aos  docentes  que  irão  atuar  nas  Salas de Leitura ou no Programa Escola da Família será objeto de resolução específica. art. art.  (Res.  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  Fundação  CASA/SP. SE nº 15/10)    Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar    Artigo  606  ‐  As  classes  que  funcionam  em  unidades/entidades  de  atendimento  hospitalar  deverão  ser  atribuídas. SE nº 13/10.  (Res.  quando  constituído  exclusivamente  com  classes.II ‐ demais docentes e candidatos à contratação. art.  § 4º ‐ Nas Unidades de Internação ‐ UI.  de  que  trata  esta  seção. no que couber.  a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição. também.    (Res. em processo seletivo específico.  aos  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária  que  estejam  inscritos para o processo regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos especialmente  para este atendimento.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação e atribuição de classes e/ou aulas do ensino regular.  em  conformidade  com  as  disposições  da  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes/aulas do ensino regular. SE nº 13/10. poderão ser atribuídas a docentes e candidatos à contratação que sejam qualificados.  §  2º  ‐  O  docente  ou  o  candidato  Professor  Educação  Básica  I.  (Res. as disposições  que regulamentam o processo anual de atribuição de classes e aulas do ensino regular.  observados  os  demais  critérios  estabelecidos  na  legislação específica.  a  atribuição  das  aulas  poderá  contemplar  docente  com  habilitação  na  área  de  conhecimento  da  disciplina  a  ser  atribuída. turmas e aulas dos projetos da Pasta aplicam‐se. 5º)      218 . sendo previamente selecionados e credenciados pelas referidas entidades. de que trata  este artigo. a que se refere o parágrafo anterior.

  b) junto à Diretoria de Ensino a que pertence a unidade escolar. em face da extinção.    Artigo  612  ‐  A  identificação  do  titular  de  cargo  das  classes  de  docentes  ou  das  classes de suporte pedagógico.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior.    Artigo  611  ‐  Os  cargos  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  serão  transferidos.  Parágrafo único – Efetuada a transferência de que trata o caput deste artigo. ocorrerá  verificadas as seguintes hipóteses:  I – classes de docentes:  a) durante o processo anual de atribuição de classes e/ou aulas. quando se tratar  de titular de cargo de Diretor de Escola. quando ocorrer a extinção.  II – as classes de suporte pedagógico:  a)  junto  à  própria  unidade  escolar. fusão  ou incorporação da unidade escolar de origem e constatada a impossibilidade de aproveitamento  total ou parcial do docente na unidade de destino. como excedente. fusão ou incorporação de  Diretorias de Ensino.  c) junto à própria Diretoria de Ensino ou junto à Diretoria de Ensino para a qual foi  transferido o cargo de Supervisor de Ensino.Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos    Artigo 610 ‐ Serão declarados adidos os titulares de cargos das classes de docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.    219 .  II – classes de suporte pedagógico:  a) quando a unidade administrativa não comportar o cargo.  quando  se  tratar  de    titular  de  cargo  de  Coordenador Pedagógico.  quando  o  número  de  cargos  providos  destas  categorias  exceder a lotação prevista pelas normas legais para a unidade em que estiverem classificados.  os  excedentes  serão  declarados adidos.  junto  à  própria  unidade  escolar  de  classificação  do  respectivo cargo de Professor Educação Básica I ou II.  Parágrafo único ‐ A declaração de adido far‐se‐á por ato do Dirigente da Diretoria  de Ensino à qual pertence a unidade de origem. nos termos dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. após  o  aproveitamento  dos  funcionários  conforme  as  vagas  da  nova  unidade. quando não forem  atribuídas classes e/ou aulas da disciplina. em face da extinção. na unidade escolar de classificação  do respectivo cargo do docente.    Artigo 613 ‐ Os integrantes das classes do Quadro do Magistério serão  declarados   adidos nas seguintes unidades:  I  –  as  classes  de  docentes.  quando  ocorrer  a  extinção  ou  integração  da  unidade em que estiverem classificados. de 12 de maio de 1978:  I  ‐  para  a  unidade  mais  próxima. fusão  ou  incorporação  da  unidade  administrativa  de  origem  e  constatada  a  impossibi‐lidade  de  aproveitamento do funcionário na unidade de destino.  II – para a unidade resultante de fusão da unidade de classificação com outra. objeto do concurso.

  § 4º ‐ Os titulares de cargos das classes de suporte pedagógico serão classificados  entre seus pares. em caso de reforma desta ordem por decisão judicial  final.  desde  que  haja  nesta  fase.966/98.  § 5º ‐ Quando o número de vagas for igual ou superior ao número de titulares de  cargos adidos. serão aproveitados na seguinte conformidade:  I – na própria unidade escolar ou Diretoria de Ensino. o direito de  optar  pelo  retorno  à  unidade  resultante  da  referida  fusão  ou  incorporação.Artigo  614  ‐  O  titular  de  cargo  das  classes  de  docente  ou  das  classes  de  suporte  pedagógico  que  tenha  obtido  ordem  judicial  para  classificação  em  determinada  unidade  escolar  ou administrativa.  §  6º  ‐  Quando  o  número  de  vagas  for  menor  do  que  o  número  de  titulares  de  cargos  adidos.  por  intermédio  de  remoção  ex  officio  ou  transferência  opcional.  no  prazo  de  15  (quinze) dias.  se  na  unidade  de  origem não houver vaga para lhe ser atribuída.  o  melhor  classificado  poderá  declinar  da  atribuição  de  vagas  obrigatória  para  concorrer  à  atribuição  opcional.966/98. em outras unidades. 11 e 5º)    Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos    Artigo  615  ‐  Os  integrantes  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.  (Decreto nº 42. de acordo com o tempo de serviço no cargo e no magistério público oficial do  Estado de São Paulo. no caso de docentes. 6º. declarados adidos.  §  3º  ‐  O  aproveitamento  do  excedente  ou  do  adido  obedecerá  à  classificação  utilizada durante o processo de atribuição de classes e/ou aulas. 7º e 8º)          220 . contados da data do evento. arts. na forma a ser disciplinada pela  Secretaria da Educação. transferido  em  virtude da  fusão ou incorporação da  unidade de origem ou removido ex  officio.  §  1º  ‐  O  aproveitamento  do  adido  na  própria  unidade  ou  por  intermédio  de  remoção ex officio.  (Decreto nº 42.  o  preenchimento  total  das  vagas  da  unidade escolar e/ou administrativa existentes.  §  2º  ‐  A  transferência  opcional  ocorrerá  sempre  após  o  aproveitamento  obrigatório. a atribuição será obrigatória. provocando excedentes. arts. 1º ao 4º.  § 1º ‐  O retorno  previsto no caput deste artigo dar‐se‐á  quando ocorrer  vaga  na  unidade de origem.  § 2º ‐ O direito de opção poderá ser exercitado uma única vez e é válido pelo prazo  de 5 (cinco) anos.    Artigo 616 ‐ Compete ao Departamento de Recursos Humanos  e às Diretorias de  Ensino proceder às atribuições de vagas obrigatórias e opcionais. conforme o caso.    Artigo 617 ‐  Fica  assegurado ao integrante do Quadro do Magistério.  será  declarado  adido  em  conformidade  com  as  disposições  desta  seção.  II  –  em  outras  unidades. será feito  no decorrer de todo o ano letivo.

 o docente deverá ministrar aula de outra disciplina.  desde que tenha:  I – sido declarado adido. como sede de controle de freqüência.966/98.  e) colaborar no processo de integração escola‐comunidade.  b) desempenhar atividades técnico‐pedagógicas compatíveis com sua formação e  experiência profissional.    Artigo 619 – No caso de alteração do quadro curricular que implique a  supressão  de determinada disciplina. observadas as disposições legais vigentes. possibilitando a melhoria do processo ensino‐apren‐dizagem.  será  colocado  em  disponibilidade remunerada. à situação do docente  que rege classe ou ministra aula.  II – se pertencente à classe de suporte pedagógico:  a) assumir as substituições de titulares afastados a qualquer título.    Artigo  621  ‐  A  sede  de  controle  de  freqüência  do  ocupante  de  função‐atividade  docente será a unidade escolar onde se encontra em exercício.  Parágrafo  único  –  O  docente  que. para a qual esteja  legalmente habilitado.  por  não  estar  legalmente  habilitado.  nos  termos  deste  artigo.  execução  e  avaliação  das  atividades  escolares. ficando o cargo do qual é titular destinado à disciplina que vier a assumir. arts. inclusive.  § 2º ‐ Excetua‐se do previsto neste artigo a situação dos docentes afastados para  fins do disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  § 1º ‐ O disposto no caput deste artigo aplica‐se.  na  ausência  de  docente  devidamente designado.  não  puder  exercer  a  docência  de  outra  disciplina.Subseção III  Das Atribuições dos Adidos    Artigo 618 ‐ Compete ao adido:  I – se pertencente à classe de docentes:  a) reger classe ou ministrar aulas a qualquer título. a título de constituição de jornada de trabalho docente e/ou de  carga suplementar de trabalho.  b)  assumir  as  atribuições  de  Professor  Coordenador. 9º e 10)    Seção VI  Do Controle de Freqüência dos Docentes  Subseção I  Da Sede de Controle de Freqüência    Artigo 620 ‐ O titular de cargo docente terá como sede de controle de freqüência a  unidade escolar na qual está classificado seu cargo.  (Decreto nº 42.  adaptação  e  recuperação  de  alunos  com  aproveitamento insuficiente.  II  –  optado  por  componente  curricular  objeto  de  realização  de  concurso  de  ingresso.  c)  ministrar  aulas  de  reforço.  d)  participar  do  processo  de  planejamento. de 27 de dezembro de 1985. a unidade de exercício. em outras unidades escolares.  221 . os quais  terão.

  ao  longo  do  mês  somada  às  demais  para  perfazimento da “falta‐dia”.  (Decreto nº 39.    exercer  dois  cargos  ou  duas  funções‐atividade. poderá ser abonada nos  termos da legislação vigente.  222 .  §  3º  ‐  No  mês  de  dezembro.  § 2º ‐ Ocorrendo saldo de “falta‐aula” no final do mês. será considerado “falta‐dia” a ser consignada no último dia de exercício.    Artigo  622  ‐  O  docente  que.    Artigo 625 ‐ A “falta‐dia”.  Parágrafo único ‐ Quando a acumulação ocorrer na mesma unidade.931/95. de que trata o artigo anterior. arts. injustificadamente. 1º.Parágrafo  único  ‐  O  docente  servidor  que  estiver  em  exercício  em  duas  ou  mais  unidades escolares terá a sede de controle de freqüência fixada na escola onde teve atribuído o  maior número de aulas.    Artigo  629  ‐  O  não‐comparecimento  do  docente  nos  dias  de  convocação  para  participar  de  reuniões  pedagógicas. os domingos.  justificadas  ou  injustificadas  os  dias  intercalados serão computados como “falta‐dia” somente para efeito de desconto da retribuição  pecuniária.  o  saldo  de  “faltas‐aula”. deverão ser  efetuados registros distintos para cada situação. se estas integrarem a carga suplementar do titular de cargo ou a carga  horária do servidor.  para  atender  a  pais.  os feriados e aqueles em que não houver espediente na unidade escolar.  §  1º  ‐  O  descumprimento  de  parte  da  carga  horária  diária  de  trabalho  será  caracterizado  como  “falta‐aula”.  Paragráfo único ‐ Consideram‐se como dias intercalados os sábados. observada a tabela no anexo que faz parte integrante desta seção.  em  regime  de  acumulação.    Artigo  627  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.    Artigo 628 ‐ O docente que faltar. observada a tabela anexa.  em  unidades  escolares  diversas.  terá  duas  sedes  de  controle  de  freqüência.  de  conselho  de  classe  ou  de  escola.  perderá  as  aulas da classe ou classes. determinado dia da semana  durante  15  dias  sucessivos  ou  30  dias  intercalados.  além  do  previsto  no  artigo  624.    Artigo 624 ‐ O docente que não cumprir a totalidade da sua carga horária diária de  trabalho terá consignada “falta‐dia”. 2º e 4º)    Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas    Artigo  623  ‐  A  carga  horária  diária  de  trabalho  docente  não  poderá  exceder  a  8  (oito)  horas  ou  480  (quatrocentos  e  oitenta)  minutos  computadas  as  unidades  escolares  de  exercício.    Artigo 626 ‐ O desconto financeiro da “falta‐dia” será efetuado à  razão de 1/30 do  valor da retribuição pecuniária mensal. serão elas somadas às que  vierem a ocorrer no mês seguinte ou subseqüentes.  qualquer  que  seja  o  seu  número.  a  qual  será.

  aplicar‐se‐á.  também.  aos  docentes  designados para funções de coordenação nas unidades escolares da rede estadual de ensino. de 13 de novembro de 1974. observado o total  das horas de duração dos eventos e a tabela anexa.alunos e à comunidade. 5º ao 12)    ANEXO    A QUE SE REFERE O § 1º DO ARTIGO 6º DO DECRETO Nº 39.  da  classe  de  Dirigente  Regional  de  Ensino. ainda. com observância das seguintes normas:  I ‐ série de classes de docentes:  a)  a  substituição  de  titular  de  cargo  docente  será  exercida  por  outro  titular  de  cargo docente ou por ocupante de função‐atividade. quando o período de afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos) dias  e desde que a carga horária do substituído seja igual ou superior à do substituto.  classificado  na  mesma  ou  em  outras  unidades  escolares  de  qualquer  Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 39. acarretará “falta‐aula” ou “falta‐dia”.931.  haverá  substituição  nas  situações  previstas  no  §  3º  do  artigo  7º  da  Lei  Complementar nº 180.    Artigo  630  ‐  O  disposto  nesta  seção. DE 30 DE JANEIRO DE 1995    CARGA HORÁRIA SEMANAL A SER CUMPRIDA NA UNIDADE  ESCOLAR  2 a 7  8 a 12  13 a 17  18 a 22 23 a 27  28 a 32  33 a 35  Nº DE HORAS NÃO CUMPRIDAS QUE CARACTERIZAM A  “FALTA‐DIA”  1  2  3  4 5  6  7      Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Normas e Requisitos    Artigo  631  ‐  Haverá  substituição  nos  impedimentos  legais  e  temporários  dos  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. de 12 de maio 1978. de 27 de dezembro de 1985. observada a ordem de preferência prevista no artigo  45 da Lei Complementar nº 444. admitido nos termos do inciso I do artigo 1º  da Lei nº 500.931/95. conforme o caso.  223 .    Artigo 633 ‐  A substituição de que trata esta seção será exercida por integrantes  do Quadro do Magistério. arts.  b) o titular de cargo docente poderá ser afastado para substituir outro titular de  cargo  da  mesma  classe. respeitados os requisitos de habilitação mínima exigida para cada cargo  e.    Artigo  632  ‐  Para  os  cargos  de  provimento  em  comissão.

161/08)    Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes    Artigo  636  ‐  Durante  o  impedimento  legal  do  titular  de  cargo  ou  ocupante  de  função‐atividade docente.  II ‐ tiverem desistido de designação anterior.  de  27  de  dezembro  de  1985.  dar‐se‐ão  mediante  designação  do  servidor  em  exercício. inocorrendo a substituição de que trata o artigo 635. de que trata o artigo 22 da  Lei  Complementar  nº  444.    Artigo  635  ‐  A  substituição  durante  o  impedimento  legal  e  temporário  de  outro  titular de cargo ou o exercício de cargo vago.   (Decreto  24.   Parágrafo  único  ‐  O  período  de  afastamento  para  substituição  mediante  designação  deverá  ser  igual  ou  superior  a  200  (duzentos)  dias  e  a  carga  horária  do  substituído  igual ou superior à do substituto. exceto para os cargos de Dirigente Regional de Ensino e Diretor de Escola.  do  Subquadro  de  Cargos  Públicos  (SQC)  Tabela  II.  por período de 1 (um) até 15 (quinze) dias. a substituição poderá ser  exercida  por  outro  titular  de  cargo  ou  pelo  ocupante  de  função‐atividade. também. nos termos do artigo 1º. ficando impedidos de participar da atribuição de vaga os interessados que:  I ‐ tiverem sofrido penalidades.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico.  IV – encontrem‐se no período de estágio probatório.  III ‐ apresentarem no ano precedente ao da atribuição de vaga mais de 12 (doze)  faltas de qualquer natureza.     Artigo 634 ‐ As normas previstas no artigo anterior aplicar‐se‐ão.  poderá  haver  admissão  de  docente.     Artigo 637 ‐ Para a regência de classe ou ministração de aulas nos impedimentos  eventuais de titular de cargo ou de ocupante de função‐atividade da série de classes de docentes.037/08. inocorrendo a substituição de  que trata o artigo 635. inciso I. para o  exercício  de  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  de  serviço  público  retribuída  mediante  pro  labore.  poderá  substituir  outro  titular  de  cargo  da  mesma  classe. do Quadro do Magistério.  1º  ao  4º. ou que tiveram cessada a designação.   II  ‐  classes  de  suporte  pedagógico:  a  substituição  de  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico só poderá ser exercida quando o afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.  da Lei nº 500.  da  Lei  nº  500.    inciso  I.  por qualquer motivo.  da  mesma  unidade  escolar  ou por um docente admitido para esse fim.  alterado pelo Decreto nº 53.    arts.  7º  e  18  do  Decreto  nº  53. observada a inscrição e cadastramento de docentes e  candidatos em nível de Diretoria de Ensino.  arts.  classificado em área de jurisdição de qualquer Diretoria de Ensino.  224 .  de  13  de  novembro de 1974.  de  Diretor  de  Escola  ou  de  Dirigente  Regional    de  Ensino. exceto pela reassunção do titular substituído.c) no caso de afastamento inferior a 200 (duzentos) dias. de que tratam os artigos 542  a 549. nos últimos 3 (três) anos. de 13 de novembro de 1974. poderá ser feita a admissão de docente.  atendidas  as  condições  previstas  nesta  seção  e  nas  demais  normas  regulamentares. através de Portaria Especial de Admissão.  nos  termos  do  artigo  1º. por período superior a 15 (quinze) dias.  até  a  criação  do  cargo  correspondente. por qualquer tipo de ilícito.948/86. nos últimos 5 (cinco)  anos.

  225 .  § 1º ‐ Para ocupar o posto de trabalho de Vice‐Diretor de Escola.    Artigo  641  ‐  Nos  afastamentos  do  Diretor  de  Escola.    (Decreto 24.  em  substituição  ou  em  cargo vago. titular de cargo  efetivo.  observadas  as  disposições  dos  artigos  684  a  691.Parágrafo único ‐ A admissão de docente. art. quando ocorrer a  situação  prevista  no  caput  ou  nos  seus  impedimentos  legais. previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  §  1º  ‐  No  ato  de  inscrição. somente haverá atribuição de vaga para  este fim se o impedimento do substituído for por período maior ou igual a 200 (duzentos) dias.  serão  exercidas  por  titulares  de  cargo  do  mesmo  Quadro.  expedirá  Atestado  de  Freqüência  do  qual  deverá  constar  de  forma discriminada.  o  candidato  deverá  apresentar  os  documentos  pertinentes. de 27 de dezembro de  1985. bem como de função de serviço público retribuída mediante pro labore. será  feita nos dias em que ocorrer o impedimento do titular de cargo ou ocupante de função‐atividade. 9º. será considerada a soma do número de horas efetivamente ministradas por dia em  que o docente exerceu a substituição. mas de prazos distintos.  nos  termos  do  artigo  637.     Artigo 638 ‐ Para o cálculo da retribuição pecuniária.  § 2º ‐ Na inexistência de Vice‐Diretor de Escola.  e  quando  o  prazo  for  igual  ou  superior a 30 (trinta) dias. de que trata o caput deste artigo. das classes de Suporte Pedagógico.    Artigo  639 ‐  No  final  de  cada  ano.  neste  caso  exclusivamente  para  a  classe  de  Diretor  de  Escola.  §  2º  ‐  A  inscrição  realizada  terá  validade  até  o  período  de  inscrições  do  ano  subseqüente.  em  substituição. indicado na escala de substituição.  que  deverão  estar  preenchidos e assinados pelo superior imediato.  a  unidade escolar  onde houve  a  prestação  de  serviço.  também. não  poderão ser somados períodos de impedimentos diversos. os dias em que o servidor trabalhou como docente. de  30 de dezembro de 1997.  §  1º  ‐  As  normas  previstas  nesta  subseção  aplicam‐se.948/86. caput e §§ 1º. 10)     Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico    Artigo 640 ‐ As substituições dos integrantes do Quadro do Magistério. o Vice‐Diretor de Escola assume. em especial quando se tratar de licença‐ saúde.  por  período  inferior  a  200  (duzentos) dias.  será  designado. que atendam aos requisitos estabelecidos no Anexo III da Lei Complementar nº 836.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.  e  de  que  tratam  os  artigos  633  a  635. mesmo que sem interrupção. pela imprevisibilidade de sua concessão e manutenção. a direção. na admissão de que trata o  artigo anterior.  § 3º ‐ Na composição dos 200 (duzentos) dias de afastamento do substituído. 2º  e 4º do art.  ao  exercício  de  atribuição de cargo vago. obrigatoriamente. assumir a direção da unidade escolar. nos termos desta subseção deverão inscrever‐se  nas Diretorias de Ensino. classe de  Suporte Pedagógico.  inclusive  os  Anexos  I  e/ou  II.  § 2º ‐ Quando se tratar de substituição. nem de  impedimentos de mesmo teor.  integrantes  desta  subseção. e nos termos desta subseção.    Artigo  642  ‐  Os  interessados  em  exercer  as  atribuições. deverá o docente.  outro  docente. nos 10 (dez) primeiros dias úteis do mês de agosto de cada ano. durante cada mês.

 após a comunicação de que trata o inciso anterior. promovido  por esta Secretaria da Educação.3)  Faixa  III  ‐  docentes  titulares  de  cargo  ‐  com  certificado  de  aprovação  em  concurso público.  III ‐ realizar a sessão de atribuição das substituições previstas nesta subseção.1)  5  (cinco)  pontos  por  certificado  de  aprovação  em  concurso  público.  a. na Faixa I. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.4) Faixa IV ‐ demais Diretores de Escola titulares de cargo. na seguinte conformidade:  I ‐ classificação para atribuição na classe de Diretor de Escola  a) quanto à situação funcional:  a. o relativo à própria  classificação nestas faixas.§ 3º ‐ O inscrito nos termos desta subseção deverá apresentar.  a.2)  Faixa  II  ‐  docentes  portadores  de  certificado  de  aprovação  em  concurso  público de provas e títulos. o certificado relativo ao cargo de que é titular. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Diretor de Escola.  termo  de  anuência  expedido  pelo  superior  imediato. no  prazo de até 3 (três) dias úteis.  226 . para preenchimento de cargos de  Supervisor de Ensino. em cada sessão de  atribuição  da  qual  participe. horários e número de vagas das atribuições. dentro do prazo de validade do concurso. para  preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  excluídos.  por  meio  do  Diário  Oficial. dentro do prazo de validade do concurso. promovido  por esta Pasta. títulos e tempo de serviço.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Supervisor de Ensino. excluído.2) 5 (cinco) pontos por certificado de aprovação em concurso público promovido  por  esta  Secretaria  da  Educação. promovido por esta Secretaria da Educação.  a.  até  20  (vinte) pontos.  excluídos.  na  Faixa  I.  para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino. nas Faixas II e III.2)  Faixa  II  ‐  titulares  de  cargo  de  Diretor  de  Escola  –  com  certificado  de  aprovação em concurso público. nas  Faixas II e IV.  c)  quanto  ao  tempo  de  serviço  como  Diretor  de  Escola:  0.  para  preenchimento  de  cargos  de  Supervisor  de  Ensino.  a.  b) quanto aos títulos:  b.2) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  com  no  mínimo  2  (dois)  dias  úteis  de  antecedência.  II ‐ classificação para atribuição na classe de Supervisor de Ensino  a) quanto à situação funcional:  a.  b.  b.  promovido por esta Secretaria da Educação. as datas.1) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  o  relativo  à  própria  classificação nesta faixa. dentro do prazo de validade do concurso.  com  data  atualizada e com validade abrangendo apenas o período de vigência da designação.  b) quanto aos títulos:  b.3) Faixa III ‐ demais docentes titulares de cargo. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. o certificado do cargo de que é titular e.  o  certificado  do  cargo  de  que  é  titular  e.    Artigo  644  ‐  A  classificação  dos  candidatos  inscritos  dar‐se‐á  por  situação  funcional.  na  Faixa  II.  II  ‐  comunicar.  a.    Artigo 643 ‐ A Diretoria de Ensino deverá:  I ‐ cientificar os inscritos da forma de convocação para as sessões de atribuição das  substituições.004  por  dia.

  § 5º ‐ Após 3 (três) dias úteis. em número suficiente para viabilizar o exercício aos ingressantes ou  aos removidos. a classificação dos inscritos deverá ser divulgada pela Diretoria de Ensino. contados a partir do encerramento do período de  inscrições.  é  apenas  o  exclusivamente  prestado  no  Quadro  do  Magistério  desta  Secretaria  da  Educação.  deverão  ser  utilizados  os mesmos  critérios e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por Tempo de Serviço (ATS).  §  3º  ‐  Para  fins  da  contagem  de  tempo  de  serviço.  IV ‐ ao candidato que se enquadre em qualquer das situações previstas no artigo  635.  Parágrafo  único  ‐  Em  ambas  as  hipóteses  deverá  haver  publicação  de  novo  ato  decisório.004 por dia.  devendo permanecer em efetivo exercício no outro cargo. com as respectivas pontuações.  II  ‐  na  hipótese  de  acumular  um  cargo  docente  e  outro  de  suporte  pedagógico. deverá  ser observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos.  II  ‐  ao  Diretor  de  Escola. poderá ser designado em substituição.c) quanto ao tempo de serviço como Supervisor de Ensino: 0.  § 4º ‐ A data‐limite da contagem de tempo de que trata o parágrafo anterior será  sempre o dia 30 de junho do ano da inscrição.    Artigo 647 ‐ Quando ocorrer ingresso ou remoção de Supervisor de Ensino.  3 ‐ o saldo do período dessa substituição seja igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.  III ‐ por procuração de qualquer espécie.  em  unidade escolar  que  seja  do  mesmo  município  e  da  mesma Diretoria de Ensino de seu órgão de classificação. a fim de se proceder à cessação das  designações em cargo vago.    227 .  será  designado  por  um  deles.  §  2º  ‐  Quando  ocorrer  empate  na  classificação  dos  inscritos  de  qualquer  das  classes.    Artigo 645 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de vaga e/ou sua respectiva  designação:  I ‐ ao candidato que.  Parágrafo único – O servidor. cuja designação  em  cargo  vago tenha  sido  cessada  no evento. em local visível e de livre acesso.     Artigo  646  ‐  Ao  candidato  que  acumular  cargos  deverá  ser  observado  o  que  se  segue:  I  ‐  no  caso  de  acumular  dois  cargos  docentes. na data da atribuição. de que trata  este  artigo. se encontre afastado a qualquer título. desde que:  1 ‐ seja observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos para a cessação  da designação em substituição.  2 ‐ o substituto esteja em classificação inferior. afixando‐se a  relação dos candidatos. o desempate dar‐se‐á pelo maior tempo de serviço no magistério público estadual. até 20  (vinte) pontos.  nos  termos  desta  subseção.  devendo  permanecer  em  exercício  no  cargo  docente.  § 1º ‐ O tempo de serviço a ser considerado para fins da classificação.  será  designado  pelo  cargo  de  suporte  pedagógico.

 (A)  Supervisor de Ensino: –‐ pts.    Artigo  649  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério..  em  unidade diversa à de seu órgão de classificação.  quando exercer  substituição  ou  responder  pelas  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  retribuída  mediante  pro  labore. não fará jus à percepção de ajuda de custo. SE nº 57/08.   Artigo  650  ‐  O  designado  nos  termos  desta  subseção  não  poderá  desistir  da  designação para concorrer à nova atribuição.  deverá  ser  feita  de  próprio punho pelo designado. 1º ao 13)      ANEXO I    Inscrição para a classe de Diretor de Escola    Nome: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––‐  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: EE–––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos ? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––––‐  (S.  mediante  comunicado  a  ser  publicado  em  D. previsto no artigo 642  e devidamente efetuada a classificação dos inscritos. o órgão setorial de recursos humanos fixará  e  divulgará. no mesmo ou em qualquer outro órgão/unidade.  em  especial  quando  o  mesmo  não  corresponder  às  atribuições  do  cargo  ou  descumprir  normas  legais. para  homologação. (B)  Tempo de Serviço em direção de escola: –‐ pts.Artigo 648 ‐ O substituto que se ausentar por mais de 15 (quinze) dias terá cessada  a substituição ao início do afastamento.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: DIRETOR DE ESCOLA FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo e o relativo à Faixa II): –‐ pts.    Artigo 652 ‐ Encerrado o prazo de 10 (dez) dias de inscrição.  Parágrafo  único  ‐  A  desistência.  (Res. diárias  ou trânsito.  Parágrafo único ‐ A cessação na situação especial de que trata este artigo deverá  ser  precedida  de  relatório  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  com  justificativa  que  comprove  o  desempenho incompatível com a função a ser enviado à respectiva Coordenadoria de Ensino.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  228 .O.    Artigo 651 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação do integrante  do  Quadro  do  Magistério.  bem  como  a  sua  cessação. exceto quando se tratar de férias.  ficando  vedada  a  sua  designação para quaisquer outras atribuições nos termos desta subseção.  por  qualquer  outro  motivo. arts.  a  data  para  a  primeira  sessão  de  atribuição de vagas. a se realizar concomitantemente em todas as Diretorias de Ensino. declarando estar ciente do disposto no  caput e inciso II do artigo  635.E.

Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: ––‐ dias. nas Faixa II e IV): –‐ pts.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: –––‐ dias  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração. em –‐/–‐/––‐.  III ‐ a de dois cargos privativos de médico. em –‐/–‐/––‐.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: SUPERVISOR DE ENSINO FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐/––/–––              ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐––––––‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––            (data)                    (carimbo e assinatura do superior imediato)      Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos    Artigo  653  ‐  Nos  termos  das  normas  constitucionais  são  permitidas  as  seguintes  situações  de  acumulações  remuneradas  de  cargos  públicos.  a pedido. em –‐/–‐/––‐. (A)  Supervisor de Ensino (exceto o do cargo e o das Faixas II e III): –‐ pts.  229 .  II ‐ a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. (B)  Tempo de Serviço na Supervisão: –– pts.  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição.    Artigo 654 ‐ As disposições desta seção abrangem as acumulações remuneradas de  cargos. Autarquias. em –‐/–‐/––‐.  desde  que  haja  compatibilidade  de  horários:  I ‐ a de dois cargos de professor.  a pedido. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐/––/–––     ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––––––––––––       (data)            (carimbo e assinatura do superior imediato)    ANEXO II    Inscrição para a classe de Supervisor de Ensino    Nome: ––––––––––––––––––––––––––––––––––  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: ––––––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––– (S. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração. empregos ou funções na Administração Direta. inclusive as de regime especial.

  por  ocasião  do  ingresso  do  servidor.  Parágrafo  único  ‐  A  simples  denominação  de  "técnico"  ou  "científico"  não  caracterizará como tal o cargo que não satisfizer as exigências deste artigo.  II ‐ publicar a decisão dos casos examinados.    Artigo 656 ‐ Haverá compatibilidade de horários quando:  I ‐ comprovada a possibilidade de exercício dos dois cargos. da Secretaria de Gestão Pública. conhecimentos específicos de nível superior ou  profissionalizante correspondente ao ensino médio.  §  2º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  neste  artigo  quando  ocorrer  qualquer  mudança  da  situação  funcional  do  servidor  ou  empregado  em  acumulação  remunerada  que  implique  no  exercício.  salvo  se  no  mesmo  estabelecimento e de 2 (duas) horas.  III  ‐  comprovada  a  viabilidade  de  acesso  aos  locais  de  trabalho  pelos  meios  normais de transporte. empregos ou funções.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também às entidades referidas  no artigo 654 .  se  exerce  outro  cargo.  a  existência  de  acumulação  remunerada. emprego ou função e o início  do  outro. entre o término do horário de um cargo.    Artigo 659 ‐ À autoridade que der posse ao funcionário ou exercício ao servidor em  regime de acumulação remunerada compete:  I ‐ verificar a regularidade da acumulação pretendida. Indireta ou fundacional da União.  § 1º ‐ A autoridade competente para expedir declaração sobre horário de trabalho  do servidor em acumulação remunerada é o dirigente de sua unidade de exercício. que será responsável pela  verificação do cumprimento regular dos respectivos horários de trabalho.  mediante consulta ao "Sistema de Informações referentes a pessoal.  os intervalos exigidos no inciso II deste artigo poderão ser reduzidos até o mínimo de 15 (quinze)  minutos. indicando  qual o cargo. local e o horário de trabalho.    Artigo 658 ‐ Deverá ser verificada pela autoridade competente a que se refere o  artigo  659.    Artigo  655  ‐  Para  fins  de  acumulação  remunerada  considera‐se  cargo  técnico  ou  científico aquele que exige. emprego ou função.  sob  pena  de  responsabilidade.  em horários diversos.fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público.  §  3º  ‐  Será  responsabilizada  a  autoridade  que  permitir  a  acumulação  ilícita. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalho de cada um.  § 1º ‐ O exercício do servidor será precedido de publicação de que trata o inciso II  deste artigo.  pelo  menos  1  (uma)  hora  de  intervalo.    Artigo  657  ‐  O  nomeado.  II ‐ mediar.  se  no  mesmo  município.  230 . para o seu exercício. ou na alteração de horário ou  do seu local de trabalho.  § 2º ‐ Se as unidades de exercício do servidor situarem‐se próximas uma da outra. de outro cargo. Reflexos e Encargos Sociais  do Estado". Estados ou Municípios. a critério da autoridade competente de que trata o artigo 659.  admitido  ou  contratado  no  serviço  público  deverá  declarar. mesmo temporário. sociedades de economia mista e empresas  públicas. se em municípios diversos.  aplicando‐se‐lhe as sanções cabíveis.  emprego  ou  função  na  Administração Pública Direta.

  empregos  ou  funções  deverá  ser  devidamente  justificada  pelo  órgão  interessado.    Artigo  662  ‐  No  âmbito  das  Secretarias  de  Estado  e  da  Procuradoria  Geral  do  Estado.  não  poderá  exercer  cargo.    Artigo 668 ‐ O Secretário de Gestão Pública.    Artigo  664  ‐  O  servidor  em  licença  para  tratar  de  interesses  particulares  nos  termos  da  legislação  em  vigor.  preenche  os  requisitos  de  regularidade da acumulação pretendida. deverá ser proposta a instauração de processo administrativo pela autoridade  competente. em decorrência dos trâmites administrativos relativos à decisão de  recursos interpostos sobre a acumulação pretendida.  II  ‐  exigir.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos ou salários.  231 .722. Indireta e fundacional do Estado. de 28 de outubro de 1968 não configura acumulação remunerada.  ainda.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos  ou  salários. Indireta ou fundacional do Estado.  a  nomeação  para  cargos  em  comissão  de  aposentados  que  percebam  proventos  decorrentes  de  cargos. uma vez desprovidos caberá à autoridade a que  se refere o artigo 659:  I  ‐  convidar  o  servidor  ou  empregado  a  optar.  designado  como  substituto  ou  responsável  por  cargo  vago  ou.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo não se aplica às nomeações para cargos  de Secretário de Estado e Secretário Adjunto. nos termos desta seção.  pelo  menos  em  relação  a  um  dos  cargos  acumulados. na forma  prevista na Constituição Federal. empregos ou funções acumuláveis na atividade.261.    Artigo  661  ‐  A  acumulação  de  proventos  e  vencimentos  ou  salários  somente  é  permitida quando se tratar de cargos. quando nomeado  para  cargo  em  comissão. de 28 de outubro de 1968.  Artigo 660 ‐ O servidor em regime de acumulação remunerada. for ultrapassado o prazo legal para posse e  exercício será expedido novo ato de nomeação ou admissão.  para exercício de função retribuída mediante pro labore. empregos ou funções.  nos  termos  do  artigo  239 da Lei nº 10.  Parágrafo  único  ‐  As  providências  de  que  trata  este  artigo  deverão  ocorrer  no  prazo improrrogável de 30 (trinta) dias. ficando condicionada à prévia autorização do Secretário de Gestão Pública.    Artigo 667 ‐ Se. poderá vir a ser autorizado a celebrar convênios com a União e  com os municípios do Estado para intercâmbio de informações cadastrais referentes a servidores e  empregados da Administração Direta.261. por um dos cargos.    Artigo 663 ‐ A percepção das vantagens pecuniárias de que trata o artigo 124 da  Lei nº 10. poderá demonstrar que. de 20 de março de 1996. considerada a  nova  situação.  prova  de  que  foi  exonerado do outro cargo ou dispensado do outro emprego ou função. visando a identificação de  situações de acumulação remunerada.    Artigo 666 ‐ Na hipótese de o servidor ou empregado não optar no prazo previsto  no artigo anterior. observados os termos do Decreto nº  40.    Artigo  665  ‐  Expirados  os  prazos  dos  recursos  interpostos.  emprego  ou  função  na  Administração  Pública Direta.

037/08)      Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério    Artigo 670 ‐ Os afastamentos dos titulares de cargos do Quadro do Magistério da  Secretaria da Educação somente poderão ser autorizados nas seguintes condições:  I ‐ sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens dos respectivos cargos. 19 do  Decreto nº 53.  232 . por tempo determinado. O art. nos termos do inciso X acrescentado ao artigo 64 da Lei  Complementar nº 444.  f)  desempenhar  atividades  junto  a  unidade  escolar  da  Rede  Municipal  de  Ensino  conveniada com a Secretaria da Educação. atividades docentes no Sistema Carcerário do  Estado.  c) exercer.  de  27  de  dezembro de 1985.  em  cargos  ou  funções previstos nas unidades ou nos órgãos da Secretaria da Educação e no Conselho Estadual  de  Educação.  de  27  de  dezembro de 1985. de 27 de dezembro de 1985. 2º ao 18.  observadas  as  normas  específicas  estabelecidas  pela  Secretaria da Educação.   (Decreto nº 41.  II  ‐  com  prejuízo  dos  vencimentos  mas  sem  prejuízo  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos. em órgãos ou entidades da União. desde que o afastamento esteja previsto no  convênio. atividades inerentes às do Magistério.915/97.  observado  o  limite  de  um  servidor  para  cada  Estado  da  União  e  para  cada  Município  do  Estado  de  São  Paulo.  para:  a)  exercer  atividades  inerentes  ou  correlatas  às  do  Magistério. para:  a) exercer atividades em outras Secretarias de Estado ou em Autarquias do Estado  de São Paulo.  com  fundamento  no  inciso  IV  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444. por tempo determinado.  com  fundamento  no  inciso  V  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. arts. por tempo determinado.  d)  desenvolver  atividades  junto  às  Entidades  de  Classe  do  Magistério  Oficial  do  Estado de São Paulo.  de 30 de dezembro de 1997 (Diário Oficial do Estado ‐ Poder Legislativo de 29 de junho de 2000).  Artigo  669  ‐  Caberá  aos  órgãos  setoriais  e  subsetoriais  de  recursos  humanos  o  acompanhamento  e  controle  das  situações  de  acumulação  de  cargos. de 27 de  dezembro de 1985. de outros Estados ou Municípios ou em outros  Poderes  Públicos.  de  27  de  dezembro  de  1985. nos termos do inciso VII do artigo 64 da Lei Complementar nº 444.  com  fundamento  no  inciso  II  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  Parágrafo  único  ‐  Qualquer  cidadão  poderá  comunicar  aos  órgãos  públicos  a  existência de acumulação irregular. com fundamento no inciso III do artigo 64 da Lei Complementar  nº  444.  b) exercer a docência em outras modalidades do Ensino Fundamental e do Ensino  Médio. 8º está  combinado com o art.  empregos  e  funções  na  Administração Estadual. pelo artigo 46 da Lei Complementar nº 836. de 27 de dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  VIII  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  e) exercer. junto a  entidades conveniadas com a Secretaria da Educação.  de  27  de  dezembro de 1985.

261. de 27 de dezembro de 1985. para.  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  mandato de Deputado Estadual. sem prejuízo dos salários e das demais vantagens da  função‐atividade de que é ocupante.893/05. no caso de exoneração do cargo que ocupa ou dispensa da função‐atividade que exerce.  sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo:  I ‐ para exercer assessoria parlamentar. quando o cônjuge estiver  no exercício de mandato de Deputado Federal ou de Senador.  §  3º  ‐  O  afastamento  poderá  ser  cessado  a  qualquer  tempo. prestar serviços junto à Prefeitura respectiva.  a  critério  da  Administração. no mínimo.  aperfeiçoamento  ou  atualização.  §  3º  ‐  O  afastamento  previsto  no  inciso  IX  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. ou no artigo 15 da Lei nº  500.  §  4º  ‐  Deverá  ser  providenciada.  para  exercer  atividades  de  assessoramento  em  Brasília‐DF.  com  ou  sem  prejuízo  dos  vencimentos  ou  salários  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos ou funções‐atividade.  poderão  ser  concedidos  aos  servidores  integrantes  do  Quadro  do  Magistério. de 27 de  dezembro  de  1985.  para  exercer  atividades  junto  ao  Governo  do  Distrito  Federal  ou  a  órgãos  e  entidades da União ou dos Estados.  (Decreto nº 49. na sua área de atuação. por igual período.    Artigo  671  ‐  Poderá. com fundamento no inciso VI do artigo  64 da Lei Complementar nº 444.  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ser  afastado. e II deste artigo  somente poderão ser autorizados quando os servidores interessados tenham. com fundamento no inciso IV do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. naquela cidade. de 28  de  outubro de  1968.  especialização.  § 1º ‐ Os afastamentos previstos neste artigo poderão ser autorizados também a  servidor integrante do Quadro do Magistério. 69 e 75 da  Lei nº  10. no País ou no Exterior. na área de atuação relativa a seu cargo:  a)  junto  à  Assembléia  Legislativa. prorrogáveis.  formaliza‐se  mediante  ato  de  designação  pela  autoridade  competente. alíneas "c" e "e".  § 2º ‐ A autorização de afastamento de que trata este artigo dar‐se‐á pelo período  correspondente ao mandato a que se refere.  por  tempo  determinado.  §  2º  ‐  Os  afastamentos  a  que  se  refere  o  inciso  II  deste  artigo  poderão  ser  autorizados por até 1 (um) ano.  a  pedido  da  autoridade que o tenha solicitado.  de  imediato.  II  ‐  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  cargo  de  Prefeito  de  Município  do  Estado de São Paulo. no máximo 3 (três) vezes.    Artigo 672 ‐ Os integrantes do Quadro do Magistério que em 12 de abril de 2005  estivessem  regularmente  afastados.  sem  prejuízo  dos  vencimentos  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos  cargos.  b) junto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal.  a  cessação  do  afastamento  do  servidor.  de  27  de  dezembro  de  1985.  § 1º ‐ Os afastamentos de que tratam os incisos I.  ainda. de 27 de  dezembro de 1985. 3 (três)  anos de efetivo exercício nos respectivos cargos.  nessas  mesmas  condições  e  fundamentação.b)  freqüentar  cursos  de  pós‐graduação. 1º ao 4º)      233 .    Artigo 673 ‐  Os afastamentos com  fundamento nos  artigos 68. de 13 de novembro de 1974. arts. com fundamento no artigo 65 da Lei Complementar nº 444.  poderão  ter  novos  afastamentos  autorizados.

 até o máximo de 3 (três) visando  o exercício de outro cargo na Diretoria da entidade. a Secretaria da Educação  deverá instruir os pedidos com manifestação acerca da conveniência da medida. de 6 de janeiro de 1984.  previstos  nos  seus  estatutos. para exercício de mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  Parágrafo  único  ‐  Na  hipótese  prevista  no  inciso  III.  II  ‐  além  da  hipótese  prevista  no  inciso  anterior.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo anterior.  § 1º ‐ Os pedidos deverão ser entregues na Secretaria de Estado ou na entidade  autárquica  em  que  tenham  exercício  os  funcionários  ou  servidores  e. para decisão em igual prazo.  para  exercício  de  mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  da  Secretaria  da  Educação.    Artigo 675 ‐  Os  pedidos de afastamento. funcionários e  servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado.  b) ter sido eleito e empossado no cargo de direção da entidade.  § 1º ‐ O número de associados será atestado pelo Presidente da entidade.  a  autorização  poderá  ser  concedida até o limite máximo de 10 (dez) dirigentes por entidade.  dirigidos ao Secretário‐Chefe da Casa Civil deverão ser instruídos com prova do atendimento dos  requisitos  indicados  no  artigo  676  e  relação  dos  demais  dirigentes  da  entidade  afastados  no  mesmo período de mandato.  b)  ter  como  objeto  a  representação  de  servidores  integrantes  do  serviço  público  estadual.  §  2º  ‐  As  autarquias  farão  o  encaminhamento  por  intermédio  da  Secretaria  de  Estado a que estejam vinculadas. para o qual tenha sido eleito.  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  III  ‐  nos  termos  do  artigo  64.000 (três mil) associados.  d) contar com o número de associados previstos no artigo 674.  no  prazo  máximo  de  15  (quinze) dias. instruídos e encaminhados à Casa Civil.  inciso  VII.Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade de Classe    Artigo 674 ‐ Poderão afastar‐se:  I ‐ nos termos da Lei Complementar nº 343. subscritos pelo Presidente da entidade.  e) ter base de atuação em todo o território do Estado.  § 2º ‐ Caberá ao funcionário ou servidor interessado declarar que se encontra no  efetivo exercício do cargo ou função‐atividade.   c) congregar servidores públicos estaduais.  quando  forem  eleitos  para  cargos  da  Diretoria.  mais  1  (um)  funcionário  ou  servidor em relação a cada grupo de 3.  II ‐ quanto ao funcionário ou servidor:  a) estar no exercício de seu cargo ou função‐atividade.  de  27  de  dezembro  de  1985. Secretário Geral ou Tesoureiro.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo 674 a entidade deverá ter como  objeto a representação do magistério do ensino fundamental e médio do Estado.  234 .    Artigo 676 ‐ São requisitos para a autorização do afastamento:  I ‐ quanto à entidade:  a) estar registrada no Registro Público competente.  quando forem eleitos para os cargos de Presidente.  da  Lei  Complementar  nº  444.

(Decreto nº 31.170/90, art. 3º, com a redação dada às alíneas “b” e “c” do inciso I  pelo Decreto nº 54.878/09)    Artigo 677 ‐ A competência para decisão dos pedidos de afastamento, de que trata  esta seção, é do Secretário‐Chefe da Casa Civil.      Artigo 678 ‐ O período do afastamento corresponderá ao do mandato.  Parágrafo único ‐ Será causa de cessação automática do afastamento a perda ou a  interrupção  no  exercício  do  mandato,  devendo  a  entidade  comunicar  o  fato  ao  Gabinete  do  Secretário‐Chefe da Casa Civil, no prazo de 5 (cinco) dias.    Artigo  679  ‐  Durante  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  perceberá  o  vencimento ou salário e as demais vantagens do cargo ou da função‐atividade.    Artigo  680  ‐  Enquanto  perdurar  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  não  poderá ser exonerado, dispensado ou despedido, salvo a pedido ou por justa causa.    Artigo  681  ‐  O  período  de  afastamento  será  considerado  como  de  efetivo  exercício, para todos os efeitos legais.     Artigo  682  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  também  a  funcionário  ou  servidor  eleito dirigente de entidade de classe, do tipo federativo ou central de entidades, que congregue,  no mínimo, 10 (dez) entidades de classe representativas de funcionários e servidores do Estado,  com mais de 500 (quinhentos) associados.    Artigo 683 ‐ A Casa Civil manterá registro cadastral dos afastamentos concedidos  na forma desta seção, com referência às entidades e a cada funcionário ou servidor.  (Decreto  nº  31.170/90,  arts.  1º  ao  10,  combinado  com  o  art.  26  do  Decreto  nº  52.833/08)    Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola    Artigo  684  ‐  As  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  contarão  com  postos de trabalho destinados às funções de Vice‐Diretor de Escola, na forma estabelecida nesta  seção.    Artigo  685  ‐  A  designação  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  recairá  em  docente  vinculado  à  rede  estadual  de  ensino,  que  preencha  os  seguintes  requisitos  mínimos:  I  ‐  ter  Licenciatura  Plena  em  Pedagogia  ou  Pós‐Graduação  (mestrado  ou  doutorado) na área de Educação;  II ‐ ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Magistério;  III ‐ pertencer, de preferência, à unidade escolar.    Artigo 686 ‐ A fixação do módulo das unidades escolares, para fins de designação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  será  definida  por  normas  estabelecidas em regulamento. 

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Parágrafo único – O Assistente de Diretor de Escola integrará o módulo fixado para  a unidade escolar.    Artigo  687  ‐  O  exercício  das  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  corresponderá  ao  cumprimento  da  carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais,  pela  qual  o  docente  será  remunerado  a  título  de  carga  horária  docente  na  faixa  e  nível  correspondente  ao  seu  cargo  ou  função.    Artigo  688  ‐  As  indicações  para  designação  e  cessação  para  as  funções  de  Vice‐ Diretor de Escola são de competência do Diretor de Escola.  § 1º ‐ Na hipótese de indicação de docente classificado em outra unidade escolar  para as funções de Vice‐Diretor, o Diretor de Escola deverá submetê‐la à aprovação do Conselho  de Escola.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação para as funções de  Vice‐Diretor de Escola, inclusive das unidades escolares que não contarem com Diretor de Escola.    Artigo  689  ‐  Compete  ao  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  ao  Assistente  de  Diretor  de  Escola substituir o Diretor de Escola em todos os seus impedimentos legais e temporários, exceto  faltas.  §  1º  ‐  A  substituição  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  exercida  pelo  Vice‐ Diretor apenas por período inferior a 200 (duzentos) dias.  §  2º  ‐  Na  hipótese  de  a  unidade  escolar  contar  com  2  (dois)  Vice‐Diretores  de  Escola  ou  um  Assistente  de  Diretor  de  Escola  e  um  Vice‐Diretor,  o  exercício  da  substituição  obedecerá à escala de substituição definida na unidade escolar, observada a restrição temporal do  parágrafo anterior.    Artigo  690  ‐  Poderá  haver  designação  de  outro  docente  para  desempenhar  as  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  nos  impedimentos  iguais  ou  superiores  a  30  (trinta)  dias  quando:  I – o Vice‐Diretor de Escola, designado, afastar‐se por motivo de Licença‐Gestante,  Licença‐Prêmio, Licença‐Saúde, campanha eleitoral, férias ou, ainda, quando o Vice‐Diretor estiver  substituindo o Diretor de Escola;  II  –  o  Assistente  de  Diretor  de  Escola  afastar‐se  nas  hipóteses  acima  e  demais  impedimentos legais.    Artigo 691 ‐ Haverá dispensa do Vice‐Diretor de Escola se a unidade escolar deixar  de comportar o referido posto de trabalho ou se o professor designado:  I – pedir dispensa das funções;  II  –  afastar‐se  por  período  superior  a  30  (trinta)  dias,  exceto  nas  situações  apontadas no artigo anterior;  III – não corresponder às atribuições específicas do posto de trabalho;  IV  –  quando  ocorrer  a  cessação  do  vínculo  funcional,  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 692 ‐ Na vacância do cargo de Diretor de Escola ou substituição por período  igual ou superior a 200 (duzentos) dias, a designação para o exercício das funções do cargo vago  deverá ser feita de conformidade com o disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444, de 27  de dezembro de 1985, e normas complementares. 

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§  1º  ‐  Quando  a  unidade  escolar  criada  passar  a  comportar  cargo  de  Diretor  de  Escola,  até  que  o  mesmo  seja  classificado  e  atribuído  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo,  deverá  ser  indicado  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  na  ausência  de  Assistente  de  Diretor  de  Escola,  o  titular  de  cargo  docente  para  assumir  a  direção  de  escola,  desde  que  preencha  as  condições previstas no Anexo III a que se refere o artigo 8º da Lei Complementar nº 836, de 30 de  dezembro de 1997.  §  2º  ‐  Na  hipótese  do  parágrafo  anterior,  será  classificada  função  de  serviço  público de Diretor de Escola, nos termos do artigo 28 da Lei nº 10.168, de 10 de julho de 1968,  combinado com o artigo 90 da Lei Complementar nº 444, de 27 de dezembro de 1985.    Artigo 693 – Os cargos providos de  Assistente de Diretor de Escola  – SQC‐II‐QM,  que tenham efetividade assegurada por lei, e os cargos providos de Assistente de Administração  Escolar do QAE, poderão ser transferidos, por opção, para a Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 43.409/98, art. 1º ao 9º e 11, c/c o Decreto nº 53.037/08)    Seção XII  Da Coordenação Pedagógica  Subseção I  Do Professor Coordenador    Artigo  694  ‐  A  coordenação  pedagógica,  nas  unidades  escolares  e  oficinas  pedagógicas,  a  partir  de  2008,  será  exercida  por  Professores  Coordenadores,  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  1ª  a  4ª  série  do  ensino  fundamental;  II  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental;  III ‐ Professor Coordenador para o ensino médio.  § 1º ‐ Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com  o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino.  §  2º  ‐  Serão  organizadas  Oficinas  Pedagógicas  em  órgãos  que  atuam  especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação.    Artigo  695  ‐  O  docente  indicado  para  o  exercício  das  funções  de  Professor  Coordenador terá como atribuições:  I  ‐  acompanhar  e  avaliar  o  ensino  e  o  processo  de  aprendizagem,  bem  como  os  resultados do desempenho dos alunos;  II  ‐  atuar  no  sentido  de  tornar  as  ações  de  coordenação  pedagógica  espaço  coletivo de construção permanente da prática docente;  III  ‐  assumir  o  trabalho  de  formação  continuada,  a  partir  do  diagnóstico  dos  saberes  dos  professores  para  garantir  situações  de  estudo  e  de  reflexão  sobre  a  prática  pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional;  IV  ‐  assegurar  a  participação  ativa  de  todos  os  professores  do  segmento/nível  objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;  V ‐ organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e  de aprendizagem;  VI ‐ conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e  aprendizagem, para orientar os professores; 

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VII  ‐  divulgar  práticas  inovadoras,  incentivando  o  uso  dos  recursos  tecnológicos  disponíveis.    Artigo  696  ‐  A  carga  horária  a  ser  cumprida  pelo  docente  para  o  exercício  das  funções de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais.     Artigo 697 ‐ São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de  Professor Coordenador:   I ‐ ser portador de diploma de licenciatura plena;   II  ‐  contar,  no  mínimo,  com  3  (três)  anos  de  experiência  como  docente  da  rede  estadual de ensino;   III  ‐  ser  docente  efetivo  classificado  na  unidade  escolar  em  que  pretende  ser  Professor  Coordenador  ou  ser  docente  com  vínculo  garantido  em  lei,  com,  no  mínimo  10  (dez)  aulas atribuídas na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador.   § 1º – A experiência como docente, a que se refere o inciso II deste artigo, deverá  incluir, preferencialmente, docência nas séries do segmento/nível de Educação Básica referente à  função de Professor‐Coordenador pretendida.   §  2º – Na inexistência de docente classificado na unidade escolar, as funções de  Professor  Coordenador  poderá  ser  exercida  por  professor  efetivo  classificado  em  outra  unidade  escolar ou ser docente com vínculo garantido em lei, com, no mínimo, 10 (dez) aulas atribuídas em  outra unidade escolar.   § 3º – Concluídas todas as etapas do processo de credenciamento, o docente que  se enquadre no § 2º deste artigo e já tiver exercido as funções de Professor Coordenador poderá  ter  essa  condição  valorizada  mediante  comprovação  de  nível  de  competência,  por  meio  de  parecer,  contendo  indicadores  qualitativos  demonstrados  no  desempenho  das  atribuições  inerentes àquela função, emitido pela supervisão e direção da(s) unidade(s) escolar(es) em que a  exerceu.    Artigo  698  ‐  Constituem‐se  componentes  do  processo  de designação  do docente  para as funções de Professor Coordenador:  I – credenciamento obtido em processo seletivo a ser organizado pela Diretoria de  Ensino, consistindo de uma prova escrita;  II ‐ realização de entrevista individual;  III  –  apresentação  de  projeto  que  vise  à  melhoria  do  processo  ensino  e  aprendizagem de uma unidade escolar;  IV  ‐  ato  de  designação  para  as  funções  de  Professor  Coordenador,  editado  pelo  Diretor da Escola ou, no caso das Oficinas Pedagógicas, pela autoridade responsável pelo órgão, a  ser publicado em Diário Oficial do Estado ‐ DOE.  §  1º  ‐  O  projeto  a  ser  apresentado  deverá  explicitar  os  referenciais  teóricos  que  fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:  1  ‐  identificação  completa  do  proponente  incluindo  descrição  sucinta  de  sua  trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;  2 ‐ justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por  meio  dos  resultados  do  SARESP  ou  outras  avaliações  externas,  do  segmento  /nível  no  qual  pretende atuar;  3 ‐ objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;  4 ‐ proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas  para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia. 

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§ 2º ‐ Na realização da entrevista serão analisados:  1 ‐ o projeto apresentado;  2 ‐ o perfil profissional do candidato;  3  ‐  a  capacidade  de  inovar  e  promover  mudanças,  com  vistas  à  otimização  dos  planos de trabalho no ensino e no processo de aprendizagem.  §  3º  ‐  Nas  unidades  escolares  e  nos  órgãos  que  contarem  com  Oficinas  Pedagógicas  serão  constituídas  comissões  integradas  por  especialistas  para,  em  relação  aos  projetos apresentados pelos professores credenciados:  1 ‐ definirem os critérios e os procedimentos para análise e avaliação;  2  ‐  orientarem  os  docentes  credenciados  na  elaboração,  disponibilizando  informações e dados necessários;  3 ‐ procederem à análise e realizarem as entrevistas;  4 ‐ emitirem decisão final fundamentada na qualidade do projeto apresentado.    Artigo  699  ‐  O  credenciamento  de  docentes  dar‐se‐á  mediante  processo  a  ser  organizado,  executado  e  avaliado  por  comissão  designada  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  composta por Supervisores de Ensino e Diretores de Escola.  §  1º  ‐  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  publicação,  no  Diário  Oficial  do  Estado – DOE, dos resultados do processo de credenciamento.  §  2º  ‐  Cada  credenciamento  terá  validade  de  3  (três)  anos,  contados  a  partir  da  data de publicação dos resultados do processo correspondente.  § 3º ‐ A realização de novo processo de credenciamento poderá ocorrer quando o  número de docentes credenciados e disponíveis for insuficiente para o preenchimento de postos  de trabalho vagos.    Artigo 700 ‐ O processo de credenciamento deverá ser realizado pela Diretoria de  Ensino, por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado, com ampla divulgação em todas  as escolas de sua jurisdição.  Parágrafo único ‐ Deverão constar do edital:  1 ‐ as condições para inscrição;  2  ‐  o  período,  o  local  e  os  horários  de  inscrição,  bem  como  os  de  realização  da  prova de credenciamento;  3 ‐ os referenciais bibliográficos;  4 ‐ a composição da prova;  5 ‐ o índice de acertos necessários para o credenciamento;  6 ‐ o prazo para publicação de resultados.    Artigo  701  ‐  O  Professor  Coordenador  não  poderá  ser  substituído  e  terá  a  designação cessada, em qualquer das seguintes situações:  I ‐ mediante solicitação por escrito;  II ‐ remoção para outra unidade escolar;  III ‐ a critério da administração, em decorrência de :  a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;  b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 dias;  c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho;  d) não tiver o mínimo de aulas atribuídas na unidade escolar.  §  1º  ‐  Na  hipótese  do  Professor  Coordenador  não  corresponder  às  atribuições  relativas  à  função,  a  cessação  da  designação  dar‐se‐á  por  decisão  conjunta  entre  direção  da 

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unidade escolar e do Supervisor de Ensino, no caso de unidade escolar,  e do dirigente do órgão no  caso das oficinas pedagógicas, devidamente justificada e registrada em ata.  §  2º  ‐  O  docente  que  tiver  sua  designação  cessada,  nas  situações  previstas  nos  inciso  I  e  alíneas  “a”  e  “b”  do  inciso  III  deste  artigo,  somente  poderá  ser  novamente  designado  Professor Coordenador, após submeter‐se a novo processo de creden‐ciamento.    Artigo  702 ‐ A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar‐se‐ á  após  a  avaliação  de  seu  desempenho,  a  ser  realizado  no  mês  de  dezembro,  pela  Direção  da  unidade  escolar  e  Supervisor de  Ensino  da escola,  no  caso  de  unidade escolar  e  do dirigente  do  órgão, no caso de oficinas pedagógicas.  Parágrafo único ‐ A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada  em  ata,  justificada  pela  comprovação  do  pleno  cumprimento  das  atribuições  de  Professor  Coordenador.     Artigo  703  ‐  O  exercício  das  atribuições  de  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  por  docente  que  se  encontre  na  condição  de  readaptado,  dependerá  de  manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria da Saúde.    Artigo  704  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  orientar  as  Diretorias  de  Ensino  no  processo  de  credenciamento,  indicando  os  critérios  para  organização  e  avaliação  da  prova,  os  referenciais  bibliográficos  e  os  procedimentos  e  instruções  complementares que garantam unidade ao processo seletivo.    Artigo 705 ‐ O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em  unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias.   (Res. SE nº 88/07, arts. 1º ao 12, alt. pela Res. SE nº 10/08)    Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  706  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  quatro  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador designado especificamente para exercer a função de coordenação pedagógica nesse  segmento de ensino, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 1ª a 4ª  série;  II  ‐  2  (dois)  postos  de  trabalho  para  a  escola  que  mantém  número  de  classes  superior a 30 classes de 1ª a 4 ª série;  Parágrafo  único  ‐  No  caso  de  unidades  que  mantêm  número  inferior  a  6  (seis)  classes  caberá  ao  Diretor  de  Escola  e  ao  Supervisor  de  Ensino  garantirem  as  condições  para  melhorar o desempenho escolar.    Artigo 707 ‐ São atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª  série do ensino fundamental, além das fixadas na subseção anterior:  I ‐ auxiliar o professor na organização de sua rotina de trabalho, subsidiando‐o no  planejamento das atividades semanais e mensais;  II ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; 

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III  ‐  orientar  os  professores  com  fundamento  nos  atuais  referenciais  teóricos,  relativos  aos  processos  iniciais  de  ensino  e  aprendizagem  da  leitura  e  escrita,  da  matemática  e  outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização;  IV ‐ conhecer as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das  demais áreas de conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica;  V  ‐  estimular  os  docentes  na  busca  e  na  utilização  de  recursos  tecnológicos  específicos  ao  processo  de  ensino  da  leitura  e  da  escrita,  da  matemática  e  de  outras  áreas  do  conhecimento.    Artigo  708  ‐  O  Professor  Coordenador  que  atuar  na  unidade  escolar  nas  séries  iniciais do ensino fundamental cumprirá 8 (oito) horas das 40 semanais obrigatórias, na Diretoria  de Ensino para participação em reuniões, grupos de estudos e orientações técnicas.    Artigo 709 ‐ No projeto a ser apresentado para seleção do Professor Coordenador,  além  das  exigências  definidas  na  subseção  anterior  deverão  estar  relatadas  as  experiências  profissionais  em  alfabetização  e  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental,  demonstrando  conhecimento adquirido por práticas em sala de aula ou propostas didáticas apoiadas na leitura e  na escrita de textos, com bons resultados de aprendizagem.    Artigo  710  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como: Letra e Vida/Ler e Escrever.  (Res. SE nº 89/07, arts. 1º ao 5º)    Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio    Artigo  711  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  séries  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  designado  especificamente  para  exercer  a  função  de  coordenação  pedagógica, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 5ª a 8ª  série do ensino fundamental;  II ‐ 2 (dois) postos de trabalho para a escola que mantém classes de 5ª a 8ª série  do ensino fundamental, em quantidade superior a 30 (trinta).  §  1º  ‐  Idêntico  critério  será  utilizado  para  definição  da  quantidade  de  postos  de  trabalho destinados ao exercício da coordenação pedagógica no ensino médio.  § 2º ‐  No Centro Estadual de Educação Supletiva – CEES a função de coordenação  será exercida por 1 (um) Professor Coordenador.    Artigo  712  ‐  Nas  unidades  escolares  com  classes  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental e com classes do ensino médio, em que a quantidade de classes dos dois níveis de  ensino totalizarem número inferior a 6 (seis) classes, caberá ao Diretor da unidade escolar, com a  participação  do  Supervisor  de  Ensino  da  escola,  garantir  as  condições  para  a  melhoria  de  desempenho escolar.  § 1º ‐ Quando a quantidade de classes, de cada nível, computadas isoladamente,  não comportar um Professor Coordenador, haverá um posto de trabalho destinado à coordenação 

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pedagógica dos dois níveis de ensino, desde que, a soma de todas as classes da escola supere o  número mínimo estabelecido no inciso I do artigo anterior.   §  2º  ‐  Quando  apenas  um  dos  níveis,  na  unidade  escolar,  apresentar  número  de  classes  maior  ou  igual  a  6  (seis),  a  coordenação  pedagógica  ficará  a  cargo  de  um  Professor  Coordenador.    Artigo 713 ‐ São atribuições do Professor Coordenador, além das fixadas no artigo  695:   I ‐ orientar e auxiliar os docentes:  a)  no  acompanhamento  das  propostas  curriculares  organizadas  pelos  órgãos  próprios da Secretaria da Educação;  b) no planejamento das atividades de ensino das diferentes áreas e disciplinas em  cada bimestre;  c)  na  compreensão  da  proposta  de  organização  dos  conceitos  curriculares  correspondentes a cada ano/semestre/bimestre;  d)  na  seleção  de  estratégias  que  favoreçam  as  situações  de  aprendizagem,  mediante a adoção de práticas docentes significativas e contextualizadas;  e) no monitoramento das avaliações bimestrais;   f) no monitoramento dos projetos de recuperação bimestral;  g)  na  identificação  de  atitudes  e  valores  que  permeiem  os  conteúdos  e  os  procedimentos selecionados, imprescindíveis à formação de cidadãos afirmativos.  II – apoiar as ações de capacitação dos professores;  III – participar das alternativas de oferta do ensino médio com vistas a assegurar  sua  integração  ao  desenvolvimento  social  e  regional  e/ou  a  seu  enriquecimento  curricular  diversificado;  IV  ‐  articular  o  planejamento  das  séries  finais  do  Ensino  Fundamental  com  o  planejamento das séries iniciais, e com o das séries do Ensino Médio;  V ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos;  VI ‐ estimular abordagens multidisciplinares, por meio de projetos e/ou temáticas  transversais  que  atendam  demandas  e  interesses  dos  adolescentes  e/ou  que  se  afigurem  significativos para a comunidade;  VII  –  apoiar  organizações  estudantis  que  fortaleçam  o  exercício  da  cidadania  e  ações/organizações  que  estimulem  o  intercâmbio  cultural,  de  integração  participativa  e  de  socialização.    Artigo  714  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como Ensino Médio em Rede.  (Res. SE nº 90/07, arts. 1º ao 4º)    Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas    Artigo 715 ‐ As Oficinas Pedagógicas, a partir de 2008, no âmbito da Secretaria da  Educação, serão constituídas por Professores Coordenadores, com o objetivo de:  I  ‐  definirem  procedimentos  organizacionais  e  de  funcionamento  dos  diferentes  níveis e modalidades de ensino da educação básica; 

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II – implementarem as propostas curriculares dos ensinos fundamental e médio;  III – avaliarem o desenvolvimento de ações de apoio educacional.  Parágrafo único ‐ Cada Diretoria de Ensino contará com uma Oficina Pedagógica.    Artigo  716  ‐  Os  Professores  Coordenadores  nas  Oficinas  Pedagógicas  atuarão  como:  I ‐ Especialistas das seguintes áreas/disciplinas:  a)  Linguagens  e  Códigos,  compreendendo  as  disciplinas  de  Língua  Portuguesa,  Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;  b) Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciências  Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática;  c)  Ciências  Humanas,  compreendendo  as  disciplinas  de  História,  Geografia  e  Filosofia.  II ‐ Implementadores de ações de apoio pedagógico e educacional que orientarão  as  equipes  escolares  na  condução  de  procedimentos  que  dizem  respeito  à  organização  e  funcionamento dos diferentes níveis e modalidades de ensino.    Artigo 717 ‐ A Oficina Pedagógica será composta por até 16 (dezesseis) Professores  Coordenadores, podendo o módulo, no caso das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, ser  acrescido na proporção do quadro anexo.   Parágrafo  único  ‐  No  preenchimento  do  módulo  de  Professores  Coordena‐dores  das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, respeitadas as necessidades e especificidades  locais  e  regionais,  somente  os  componentes  Língua  Portuguesa,  Alfabetização  e  Matemática  poderão contar com mais de um Professor Coordenador.  (Res. SE nº 91/07, arts 1º, 2º,  3º e quadro anexo)   
Módulo  I  II  III  IV  V  VI  Nº  Escolas  Até 29 escolas  De 30 a 42 escolas   2  De 43 a 55 escolas   3  De 56 a 68 escolas   4  De 69 a 81 escolas   5  82 ou mais escolas  6 Nº  PC   1 

  Seção XIII  Do Setor de Trabalho, das Atribuições e da Gratificação Especial do Supervisor de Ensino    Artigo  718  ‐  Ao  Supervisor  de  Ensino  compete  exercer,  por  meio  de  visita  aos  estabelecimentos de ensino, a supervisão e a fiscalização das unidades escolares incluídas no setor  de trabalho que  lhe  for atribuído, prestando a  necessária  orientação técnica  e providenciando a  correção de falhas administrativas e pedagógicas, sob pena de responsabilidade.  (Res. SE nº 97/09, art. 1º)   

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Artigo  719  –  O  setor  de  trabalho  do  Supervisor  de  Ensino,  de  que  trata  o  artigo  anterior, será composto por escolas, com diferentes níveis de complexidade, distribuídas de forma  equitativa pelos integrantes da classe.  (Res. SE nº 97/09, art. 2º)    Artigo  720  ‐  Na  composição  do  setor  de  trabalho  de  cada  Supervisor  de  Ensino  deverão ser observados os seguintes fatores:  I ‐ resultado de avaliação da qualidade da escola, identificado pelo IDESP;  II  ‐  complexidade  da  unidade  escolar,  relativamente  à  diversidade  de  cursos  e  à  quantidade de níveis e modalidades de ensino;  III ‐ quantidade de escolas públicas e particulares;  IV  ‐  as  especificidades  da  região  geográfica,  tais  como  proximidade  entre  as  escolas, quantidade de municípios, distância em relação à sede da DE e condições de acesso.  Parágrafo  único  –  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  organização  dos  setores, ouvidos os interessados e assegurada a necessária transparência, em todo o processo.  (Res. SE nº 97/09, art.3º)    Artigo  721  ‐  Para  fins  de  atribuição  dos  setores  de  trabalho,  os  Supervisores  de  Ensino serão classificados, observado o somatório dos pontos, conforme segue:  I ‐ titulares de cargo:  a) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino, exercido na  mesma Diretoria de Ensino: 0,005 pontos por dia;  b) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino ou Dirigente  Regional de Ensino: 0,003 por dia;  c) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino: 0,002 pontos por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  II ‐ demais titulares de cargo do Quadro do Magistério em exercício na função de  Supervisor de Ensino:  a) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino ou Dirigente Regional de  Ensino: 0,003 pontos por dia;  b) tempo de exercício no cargo de Diretor de Escola: 0,002 pontos por dia;  c) tempo de exercício na função de Diretor de Escola ou nos postos de trabalho de  Vice‐Diretor e de Professor Coordenador: 0,001 ponto por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  § 1º ‐ o tempo de exercício para fins da classificação, de que trata este artigo, será  exclusivamente o trabalhado no Quadro do Magistério desta Secretaria de Estado da Educação.  § 2º ‐ em caso de empate, prevalecerá o maior tempo de serviço na Supervisão de  Ensino (em cargo e/ou função): 0,001 ponto por dia.  (Res. SE nº 97/09, caput e §§ 1º e 2º do art.4º)    Artigo  722  ‐  A  database  para  contagem  de  tempo  de  serviço,  de  que  trata  esta  seção, será sempre o dia 15 de dezembro.  Parágrafo único ‐ Na contagem de tempo de exercício deverão ser observados os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por  Tempo  de  Serviço  –  ATS.  (Res. SE nº 97/09, §§ 3º e 4º do art.4º) 

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 art. as alíneas “a” e “b” do inciso I.    245 . dois anos. considerando ainda a quantidade e complexidade das demais atribuições. SE nº 97/09. às Diretorias de Ensino ou. 6º)      CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada    Artigo 727 ‐ Fica o Poder Executivo autorizado a instituir Programas de Formação  Continuada  destinados  aos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação.  assegurando‐se  a  continuidade  das  ações  supervisoras.  cujo  período  não  comporte  substituição.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  redistribuirá  as  escolas  a  outros  Supervisores de Ensino para que a ação supervisora não sofra solução de continuidade. pelo menos. nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  Artigo 723 ‐ Na contagem do tempo de serviço. exceto   se em designação para  exercício  de  cargo ou função da mesma classe.    Artigo  726  ‐  Na  redistribuição  prevista  no  artigo  725. ainda  junto aos convênios de Parceria Educacional  Estado/Município para a  municipalização  do  ensino.  (Res. SE nº 97/09. para fins de classificação de que  tratam os artigos 721 e 722. pela competência estabelecida no artigo 724.  objetivando a melhoria da qualidade de ensino.  §  1º  ‐  Será  considerado  como  de  efetivo  exercício. art. devendo perdurar por.  (Res. 2º)    Artigo  724  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  atribuir  os  setores  de  trabalho  aos Supervisores de  Ensino.  § 1º ‐ a atribuição de que trata o caput será efetuada no mês de janeiro de cada  ano. art. 5º)    Artigo  725  ‐  Quando  ocorrer  afastamento  do  Supervisor  de  Ensino.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  considerar  o  grau  de  complexidade  do  setor  de  trabalho  já  atribuído  a  cada  Supervisor de Ensino.  o perfil  profissional.  sempre que possível. titular de cargo. junto  aos órgãos  centrais da Pasta.  inclusive  na  unidade  de  classificação.  § 2º ‐ Qualquer alteração na organização dos setores de trabalho somente poderá  ocorrer  em  situação  de  comprovada  necessidade.  (Res.  Parágrafo  único  –  Para  melhor  organização  da  redistribuição  de  setores. do artigo 721 não são excludentes e as  concomitâncias devem ser consideradas nas duas alíneas. de 27 de  dezembro de 1985. o tempo de afastamento do Supervisor de Ensino. SE nº 23/10. cabendo ao Dirigente Regional de Ensino rever ou não a atribuição do Setor  de Trabalho se já efetuada.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  escalonar  criteriosamente  a  concessão  de  férias  e  licença‐ prêmio.  respeitando  a  classificação  e.  §  2º  ‐  A  contagem  de  pontos  efetuada  em  descordo  com  o  previsto  no  caput  deverá ser corrigida.

 caracterizam‐se  como de atualização.  II  ‐  Orientação  Técnica:  ação  articulada  ou  reunião.  que  subsidie  a  atuação  profissional  na  implementação  de  diretrizes  e  procedimentos técnico‐administrativo e técnico‐pedagógicos e curriculares da educação básica.  ao  suporte técnico e à produção didático‐pedagógica.  de  caráter  sistemático  ou  circunstancial. presenciais ou à distância.    Artigo 729 ‐ Poderão ser desenvolvidos programas com o objetivo de implementar  ações de natureza preventiva destinadas a reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil. arts. aperfeiçoamento ou especialização.  nas  modalidades  Curso  e  Orientação Técnica. nos termos do Projeto de Capacitação de Profissionais  da  Educação  para  Utilização  de  Novas  Tecnologias  de  Comunicação.  que  visa  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  de  trabalho  compatíveis  com  as  novas  tecnologias  existentes.  oficinas.  mediante  a  concessão  de  bolsas de estudo a esses estudantes.  encontros.  com  vistas  ao  aperfeiçoamento profissional  de integrantes do Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  para  a  realização  de  cursos  de  pós‐graduação. nos termos dos Programas Bolsa‐Mestrado.  em  especial  os egressos do ensino  médio da  rede  estadual  de ensino. com subsídio para a compra de computadores pessoais.  são definidas como:  I  ‐  Curso:  conjunto  de  estudos.  III ‐ aquisição de livros de caráter educacional e material de ensino.  conferências.  aulas.  fóruns. na seguinte conformidade:  246 . 1º.Artigo 728 ‐ Os Programas de que trata esta seção poderão prever:  I  ‐  aquisição  de  equipamentos  imprescindíveis  à  inclusão  digital  e  ao  desenvolvimento das funções educacionais.  IV  ‐  concessão  de  ajuda  financeira  para  participação  em  cursos  de  formação  continuada. nos termos do  Projeto de Capacitação de Profissionais da Educação para Utilização de Instrumental de Pesquisa.  mediante  ajuda  de  custo  mensal  ou  designação  para prestar serviços em órgãos ou unidade da Secretaria da Educação. objetivando o aprimoramento dos profissionais de educação.  videoconferências. que tratem de determinada unidade temática.  (Lei nº 11. previamente definido e estruturado.  Parágrafo  único  ‐  As  ações  de  que  trata  este  artigo  poderão  contar  com  a  participação de organizações nacionais e internacionais. desenvolvidas por órgãos da Secretaria da Educação e ou com sua aprovação. por meio da  integração de crianças e adolescentes na comunidade escolar.  que  objetiva  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  destinados  à  pesquisa.  para  implementar  as  ações  dos  Programas  de  Formação Continuada. aos  ocupantes de cargo de provimento efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da  Educação. constituinte de  um todo.  que  visem  ao  aperfeiçoamento  profissional  na  área  de  atuação  ou  na  área  de  educação.  devidamente  autorizadas  ou  reconhecidas.  seminários. com diminuição de até 16  (dezesseis) horas na jornada de trabalho e sem redução de vencimentos. 2º e 3º)    Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores    Artigo  730  ‐  As  ações  de  formação  continuada.  realizados  também  no  exterior.    Artigo 731 ‐ Os Cursos.  workshops. bem como de estudantes universitários. de que trata o inciso I do artigo anterior. públicas ou privadas.  II ‐ concessão de bolsas de estudo.  vivências.  palestras  ou  outros.  V ‐ contratação de instituições e organizações educacionais.498/03.

 aquele que tem como objetivo o aprofundamento de  conhecimentos em determinada área do saber.  conforme  legislação  vigente. ampliando e aprimorando conhecimentos. quando solicitados pela instituição interessada.  cabendo  a  homologação:  a)  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino. exclusivamente. em horário de trabalho.  desde que atendam às exigências estabelecidas em instrução complementar.  §  4º  ‐  Caberá  à  instituição  executora  expedir  ao  participante  a  certificação  do  Curso.  §  3º  ‐  A  homologação  do  Curso  dar‐se‐á  mediante  parecer  favorável  emitido  pelo(s) responsável(eis) por seu acompanhamento e avaliação.  II  ‐  Curso  de  Aperfeiçoamento. aquele que tem como objetivo complementar a formação  do profissional no respectivo campo de atuação.    Artigo 732 ‐ Os Cursos de Atualização desenvolvidos.  III ‐ Curso de Especialização. desenvolvido.  deverão  ser  autorizados e homologados.  §  2º. instituições públicas estatais.  quando  o  aproveitamento  for  considerado  satisfatório  e a  freqüência  atender  ao  mínimo  estabelecido  no  projeto  básico. na seguinte conformidade:  I ‐ Cursos centralizados:  os  atos  de  autorização  e  homologação  serão  expedidos  pela  Coordenadoria  de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  247 .  com  duração  mínima  de  180  horas.  por  instituições  de  ensino  superior.    Artigo 734 ‐ Somente será autorizada. conforme legislação vigente.  b) à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou ao Departamento  de Recursos Humanos ‐ DRHU nos demais casos. a participação em  Cursos promovidos pela Secretaria da Educação ou por entidades de classe.I ‐ Curso de Atualização. promovido por instituições de ensino superior devidamente  reconhecidas.  Os  Cursos  somente  poderão  ter  início  após  concessão  da  autorização  pelo  órgão competente.  desde  que  não  inferior  a  80%  do  total  da  carga  horária  prevista  para o Curso.  aquele  que  tem  como  objetivo  a  ampliação  de  conhecimentos em determinada(s) disciplina(s) ou área de estudos. com  duração igual ou superior a 30 horas. de  acordo com a área de atuação. instituições públicas não estatais e entidades particulares.  serão autorizados e homologados pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP. exclusivamente. pelos órgãos  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação  ou  mediante  parceria  com  outras  instituições. desenvolvido. órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. exclusivamente.  §  1º  ‐  Os  pedidos  de  autorização  de  Curso  deverão  ser  acompanhados  do  respectivo projeto básico.  quando  se  tratar  de  seus  próprios  Cursos  e  daqueles objetos de contratos ou parcerias por ela estabelecidos.    Artigo  733  ‐  Os  Cursos  de  Atualização  (extensão  cultural  e  universitária)  promovidos pelas instituições de ensino superior. com duração mínima de 360 horas.  II ‐ Cursos descentralizados:  o  termo  de  autorização  será  expedido  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  ou  pelo  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU. entidades representativas de  classe. por instituições de  ensino superior. quando constantes do  calendário de eventos autorizado por esta Pasta.

  bem como  os de integração. quando:  I  ‐  o  local  e/ou  horário  do  Curso  ou  da  Orientação  Técnica  inviabilizarem  seu  deslocamento em tempo hábil.Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  autoridade  do  órgão  proponente  ou  às  Diretorias  de  Ensino.  II  ‐  caberá  à  autoridade  responsável  pelas  atividades  da  Orientação  Técnica  expedir o ato de convocação e a respectiva declaração de efetivo exercício.  se  este  tiver  caráter  de  terminalidade  e  tiver  sido  previsto  no  respectivo  ato  de  autorização. sua  realização. poderão ter a duração mínima de 20 horas. não comportando. objeto da convocação.  publicar  os  atos  de  convocação  dos  participantes com a especificação do curso autorizado em horário de trabalho. SE nº 62/05.    Artigo 739 ‐ O participante poderá ficar dispensado das atividades/aulas do turno  diferente daquele em que foi convocado. arts. 1º ao 11)            248 . atualização. a que se refere o inciso II do  artigo 730.  II  ‐  a  carga  horária  das  atividades  desenvolvidas  e  o  tempo  necessário  para  o  deslocamento totalizarem a carga horária de trabalho diária a ser cumprida pelo participante em  seu cargo/função.  §  1º  ‐  Os  cursos  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo  serão  promovidos  pelos  diferentes  níveis  hierárquicos  da  Pasta  ou  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade. destinados aos integrantes  das classes do Quadro de Apoio Escolar ‐ QAE. expedição de certificados. extensão e difusão cultural.    Artigo  738  ‐  Quando  as  atividades  propostas  pelos  Cursos  ou  pelas  Orientações  Técnicas  ocorrerem  em  horário  de  trabalho  do  educador. capacitação.  as  autoridades  responsáveis  pela  sua  realização  deverão  atentar  pelo  não  comprometimento  da  rotina  do  local  de  trabalho  do  profissional convocado. observar‐se‐á que:  I  ‐  as  atividades  de  cada  Orientação  Técnica  poderão  ser  realizadas  em  horário  regular de trabalho e ter a duração de quatro a oito horas diárias.  quando  lhes  for  delegada  essa  competência.  § 2º ‐ Farão jus aos certificados dos cursos os servidores que tiverem freqüência  mínima de 90% e aproveitamento comprovado.  (Res.  desde  que  autorizados e homologados pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.    Artigo 736 ‐  Os  cursos que  compreendem  atividades de treinamento.    Artigo 737 ‐ Em se tratando da Orientação Técnica.    Artigo  735  ‐  Os  Cursos  modulares  somente  poderão  gerar  certificação  específica  de  módulo.    Artigo 740 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ Cenp e ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU  baixarem  instruções  complementares  à  presente  seção.

  estadual  e  municipais. para cada disciplina.    Artigo  745  ‐  Os  concluintes  dos  Programas  Especiais  de  Formação  Pedagógica  receberão certificado equivalente à licenciatura plena.  deverão  solicitar  autorização  prévia a este Conselho. bibliografia básica.  Parágrafo  único  –  O  pedido  de  autorização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá vir acompanhado de:  1  ‐  projeto  pedagógico  do  curso. relacionados.    Artigo  744  ‐  As  instituições  de  educação  superior  não  universitárias.  decidirão  sobre  a  equivalência  para  fins  de  inscrição  nos  respectivos  concursos  de  ingresso  à  carreira docente.  §  2º  ‐  Os  certificados. e  5 ‐ projeto integrando as disciplinas pedagógicas.  §  1º ‐  As  administrações dos  sistemas  públicos  de  ensino.  deverão conter.  2 ‐ indicação dos professores e respectivas qualificações.    249 .    Artigo  742  –  No  caso  da  educação  profissional  de  nível  técnico  poderão  ser  utilizados como referência os quadros das áreas profissionais anexos à Resolução CNE/CEB nº 4/99  e as orientações do Parecer CNE/CEB nº 16/99. do qual constarão obrigatoriamente:  1 ‐disciplinas do curso. com antecedência de noventa dias da data prevista para o início do curso.Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica    Artigo  741  ‐  Os  Programas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  oferecidos  por  universidades  ou  por  instituições  de  ensino  superior  que  ministrem  cursos  reconhecidos  de  graduação que incluam a área de conhecimento em que se pretende a habilitação para a docência. o respectivo histórico escolar.  com  indicação  das  disciplinas  e  respectivas  ementas  e  cargas  horárias.  totalizando  no  mínimo  540  horas.  4  ‐  indicação  das  instituições  de  educação  básica  e  educação  profissional  conveniadas para o desenvolvimento da prática de ensino.  3 ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  instituição. no verso. a nota  de aproveitamento e o nome do docente responsável.    Artigo  743  ‐  Poderão  matricular‐se  nos  Programas  os  portadores  de  diploma  de  nível superior obtido em cursos relacionados à habilitação pretendida.  distribuídas  pelo  menos  por  um  ano  letivo.  que  pretenderem  oferecer  o  Programa  de  que  trata  esta  Deliberação.  Parágrafo único ‐ A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de  verificar  e  registrar  a  compatibilidade  entre  a  formação  do  candidato  e  a  disciplina  para  a  qual  pretende habilitar‐se. exclusivamente para fins de docência. metodologia de trabalho e formas de avaliação. a carga horária.  2  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. que ofereçam um mínimo  de 160 horas de estudos na área de estudos ligada à habilitação.  3 ‐ projeto de prática de ensino com duração mínima de 300 horas distribuídas ao  longo do curso. nos termos do caput deste artigo.

 que deverá contemplar:  a) justificativa do curso e seus objetivos.Artigo  746  ‐  Cada  Programa  terá  sua  própria  especificidade  e  conduzirá  a  uma  única habilitação a ser definida pela escola no projeto referido no item 1 do parágrafo único do  artigo 744.  nos  incisos  deste  artigo. além de outras exigências previstas no artigo 5º da Deliberação CEE nº 26/02.  na  forma  estabelecida nesta seção. 1º e Del.  a  indicação  do  ato  do  CEE  que  aprovou  a  realização  do  Curso. art. bem como à prestação de concursos públicos para provimento de  cargos.  no  verso. arts.394/96. CEE nº 10/99.  dos  Sistemas  Estadual  e  Federal  de  Ensino.  II ‐ licenciados ou graduados em Curso de Pedagogia na respectiva área ou áreas  do cargo ou função a ser exercido. nos termos da Deliberação CEE nº 26/02.    Artigo  747  ‐  As  instituições  de  ensino  superior  deverão  manter  permanente  acompanhamento  e  avaliação  dos  Programas  Especiais  oferecidos  por  elas. relativa ao cargo ou função a ser exercido.  requerendo a aprovação do Conselho Estadual de Educação. em  área específica. desde que destinados à  formação  do  profissional  de  educação  e  aprovados  previamente  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  integrados  ao  seu  projeto pedagógico.   (Del.394/96.  do  ensino  médio  e  da  educação  profissional de nível técnico.  Parágrafo  único  –  A  autorização  inicial  e  as  subseqüentes  levarão  em  conta  informações  oficiais  sobre  a  carência  de  licenciados  nas  disciplinas  que  compõem  o  quadro  curricular  da  parte  complementar  do  ensino  fundamental.   250 . são considerados habilitados:  I ‐ portadores de Registro expedido pelo MEC. CEE nº 40/04.  §  1º  ‐  Os  profissionais  relacionados. formados por programas recomendados. no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo. observados os seguintes critérios:   I ‐ apresentação do projeto pedagógico do curso.    Artigo  748  ‐  A  autorização  de  desenvolvimento  dos  Programas  especiais  será  concedida por um prazo máximo de 3 anos e somente será renovada após avaliação nos termos  estabelecidos pelo CEE.  deverão  ser  previamente  aprovados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. nos termos da legislação anterior à  vigência da Lei Federal nº 9.   (Del.  terão  direito  ao  exercício das funções previstas. 1º)    Artigo 750 ‐ A instituição interessada poderá organizar e ministrar os seus Cursos.  IV ‐ portadores de certificados de cursos de especialização. CEE nº 53/05.  III ‐ mestres e doutores em educação.  Centros  Universitários  e  Institutos  Isolados  de  Educação  Superior.  §  2º  ‐  Os  Cursos  de  Especialização  oferecidos  por  Universidades. 1º ao 8º)    Seção IV  Dos Cursos de Especialização    Artigo 749 ‐ Para fins de atendimento às exigências do Artigo 64 da Lei Federal nº  9. art.  §  3º  ‐  Os  certificados  de  cursos  de  especialização  referidos  no  inciso  IV  só  terão  validade  quando  trouxerem.

  § 3º ‐ A divulgação.  excepcionalmente.  com  titulação mínima de Mestre.  sua  duração. contados da data do protocolo.   2 ‐ 600 horas de formação específica.    Artigo  752  ‐  Para  aprovação  do  curso.     251 .  §  1º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá.  aprovar  docente portador de Certificado de Especialista. o candidato deverá  ser portador de licenciatura.  a  Câmara  de  Educação  Superior  poderá  submeter o projeto à análise de Especialista especialmente designado.   §  4º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  deverá  manifestar‐se  no  prazo  improrrogável de até cento e oitenta dias.  qualificação  dos  professores.b)  organização  curricular  do  curso.  d) exigências para matrícula. a inscrição e a matrícula só podem ocorrer após a publicação  do ato autorizatório. com a titulação mínima de Mestre obtida em curso credenciado. das quais duzentas se  destinam  ao  estágio  supervisionado  e  oitocentas  horas  se  destinam  a  atividades  acadêmicas  presenciais.  c)  estrutura  curricular  com  indicação  da  carga  horária  de  cada  componente  curricular e respectivas ementas. sendo 200 horas destinadas a conteúdos de  gestão  da  organização  escolar  nas  dimensões  humana  e  gerencial.  qualquer que seja a denominação.  sua  organização.   e)  normas  de  avaliação  dos  alunos  e  exigências  para  obtenção  do  certificado  de  conclusão.    Artigo 751 ‐ Os Cursos de Especialização de que trata a Deliberação CEE nº 53/05. critérios de distribuição de vagas e planejamento de  distribuição de carga horária.  §  2º  ‐  A  realização  do  curso.  §  1º  ‐  As  atividades  acadêmicas  deverão  abranger  todas  as  áreas  de  atuação  de  profissionais da educação e as horas serão distribuídas como segue:  1 ‐ 200 horas de formação básica compreendendo conteúdos de gestão da escola.  200  horas  destinadas  a  conteúdos  de  currículo  e  avaliação.    Artigo 753 ‐ Para matrícula no curso de que trata esta seção.  II  ‐  Indicação  dos  professores  responsáveis  com  as  respectivas  titulações  e  qualificações.  incluindo  gestão  das  tecnologias  da  informação  e  da  comunicação. se sua experiência e qualificação forem julgadas  suficientes para o referido curso e desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) dos docentes  indicados pela Instituição.  § 2º ‐ O estágio supervisionado será realizado de acordo com projeto próprio que  deverá integrar o projeto pedagógico do curso. terão carga horária mínima de mil horas.  III  ‐  Indicação  do  coordenador  responsável  pelo  curso  e  sua  qualificação. que apresentará relatório  recomendando ou não a sua aprovação. recursos disponíveis e critérios de avaliação devem ser informados e divulgados após  aprovação do Conselho Estadual de Educação. tendo em vista a elaboração e a implementação do projeto pedagógico da escola e 200  horas destinadas a orientação escolar dos alunos e orientação para o trabalho.  numa  perspectiva  histórico‐político‐ social.  da  função  social  e  das  políticas  públicas  para  a  educação.  de  acordo  com  o  perfil  de  competências  pretendido.

Artigo 754 ‐ Farão jus ao Certificado de Conclusão correspondente. 75% (setenta e cinco por cento) da carga  horária prevista e atingido o mínimo de aproveitamento global estabelecido no projeto do curso e  nas normas da Instituição. quando em Gozo de Férias    Artigo  757  ‐  A  retribuição  mensal  a  ser  paga  aos  funcionários  e  servidores  da  Administração  Centralizada.    252 .  III ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  Parágrafo  único  ‐  Para  efeito  do  disposto  no  caput. CEE nº 53/05. nos casos  de superveniente aposentadoria ou falecimento. pelo menos.  das  Autarquias  e  das  Universidades  Estaduais. a  carga horária prevista e a nota de aproveitamento. de cada curso oferecido. os alunos que  tenham. a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez.  Parágrafo  único  ‐  Entende‐se  como  retribuição  mensal  o  valor  dos  vencimentos. comprovadamente.  acrescidos  das  demais  vantagens  que  tenham  sido  incorporadas  para  todos  os  efeitos  legais  e  aquelas  cuja  percepção  por  ocasião  das  férias  esteja  legalmente  assegurada.  II  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência.  quando  em  gozo  de  férias.    Artigo 758 ‐ O benefício de que trata esta seção será concedido mediante inclusão  na folha de pagamento. será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor.  remuneração  ou  salários. arts.   (Del.  no  verso.    Artigo  755  ‐  Os  certificados. freqüentado. relacionadas.    Artigo  760  ‐  Caso  o  funcionário  ou  servidor  tenha  recebido  indevidamente  o  benefício.  o  respectivo  histórico  escolar.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  Instituição.  as  Instituições  deverão  elaborar relatório final.  IV ‐ ato do Conselho Estadual de Educação que aprovou a realização do curso.  Parágrafo único ‐ Não se considera indevido o recebimento do benefício. conclusivo e completo.  deverão  conter.  Artigo  756  ‐  Os  cursos  de  que  trata  esta  seção  ficam  sujeitos  à  supervisão  e  à  avaliação periódica deste Conselho.     Artigo  759  ‐  O  pagamento  será  proporcional  quando  o  período  de  férias  for  inferior a 30 (trinta) dias. 2º ao 8º)      CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do Acréscimo de 1/3 (um terço) ao Valor da Retribuição Mensal de Funcionários e Servidores do  Estado. com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do  início das férias. para cada componente curricular.  do  qual  constarão  obrigatoriamente:   I ‐ estrutura curricular do curso. independentemente de requerimento.

  as  escolas  localizadas  em  zona  rural  e  em  regiões  de  maior  índice  de  vulnerabilidade social.  dados  divulgados  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia e Estatística ‐ IBGE ou pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.    Artigo  764  ‐  Para  identificação  das  condições  previstas  no  inciso  II  do  artigo  anterior serão observados:  I  ‐  quanto  à  população.  aquela  com  condições  ambientais  precárias.  II  ‐  quanto  ao  grau  de  vulnerabilidade  social.  auxílio‐alimentação  para  funcionários  e  servidores.  in  natura  ou  preparados  para  consumo  imediato. 4º. integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e de municípios com população igual  ou superior a 300. considerada a  disponibilidade  financeira. 1º ao 3º.    Artigo 765 ‐ Serão identificadas por ato do Secretário da Educação.Artigo  761  ‐  O  funcionário  ou  servidor  fará  jus  ao  pagamento  de  que  trata  esta  seção  quando  em  gozo  de  férias  adquiridas  em  outros  exercícios  e  indeferidas  por  absoluta  necessidade de serviço. de 12 de maio de 1978.  dados  resultantes  de  estudos  realizados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.  em  estabelecimentos comerciais.152/91.    Artigo  762  ‐  Sobre  o  benefício  previsto  nesta  seção  incidirão  as  contribuições  devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP ‐ e ao Instituto de Assistência  Médica ao Servidor Público Estadual ‐ IAMSPE. 6º e 8º)    Seção II  Do Adicional de Local de Exercício    Artigo  763  ‐  O  adicional  de  local  de  exercício  será  devido  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério e do Quadro de Apoio Escolar que estejam desempenhando suas atividades  em unidade escolar localizada:  I ‐ em zona rural.  que  apresente  condições  ambientais precárias. 1º. caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social.  II  ‐  em  zona  periférica  dos  grandes  centros  urbanos. com a redação dada ao parágrafo único  pelo Decreto nº 33.    253 . aquela definida pela lei municipal de zoneamento. arts.   Parágrafo único ‐ Para efeito do disposto neste artigo considera‐se:  1 ‐ zona rural.439/88. 2º e 3º)    Seção III  Do Auxílio‐Alimentação    Artigo  766  ‐  Fica  instituído.   (Decreto nº 29. arts.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  do  Estado.  (Decreto nº 52. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº  180.  sob  a  forma  de  distribuição  de  documentos  para  aquisição  de  gêneros  alimentícios.000 (trezentos mil) habitantes e que se constituem em área de risco ou de difícil  acesso.  2  ‐  zona  periférica  de  grande  centro  urbano.674/08.

 único do art. consideradas as necessidades básicas de alimentação e as disponibilidade do erário e seu  valor poderá ser fixado de acordo com a jornada  de trabalho a que estiver sujeito o funcionário ou  servidor.  que  acumule  regularmente cargos.064/91. arts.Artigo  767  ‐  A  concessão  do  benefício  de  que  trata  o  artigo  anterior  far‐se‐á  mediante  a  distribuição  de  documentos. dos incisos VI e VII do artigo 64 e do artigo 65 da Lei Complementar nº 444.  II ‐ Licenciado ou afastado do exercício do cargo ou função com prejuízo total ou  parcial da remuneração.  (Decreto nº 34. 8º.  feriados  e  pontos  facultativos  não  serão  considerados dias efetivamente trabalhados. do artigo 16 da Lei nº 500.  §  2º  ‐  Será  contemplado  uma  única  vez  o  funcionário  ou  servidor.  §  3º  ‐    Os  sábados. 6º e 7º. par.079/05)  254 .  V ‐ beneficiado com base em Programa de Alimentação do Trabalhador. salvo quando houver regular convocação. bem como as empresas estatais ou privadas envolvidas no processo de  concessão do benefício. em estabelecimentos comerciais. alt. de 13 de novembro de 1974. pelo Decreto nº 50. empregos ou funções públicas da Administração Centralizada do Estado.064/91.  domingos.261. 1º e  2º)    Artigo 768 ‐ O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias  efetivamente trabalhados. de 12 de maio  de 1978. 4º)    Artigo 769 ‐ Não fará jus ao auxílio‐alimentação o funcionário ou servidor:  I  ‐  cuja  retribuição  global  no  mês  anterior  ao  do  recebimento  do  benefício  ultrapasse o valor correspondente a 141 (cento e quarenta e uma) Unidades Fiscais do Estado de  São  Paulo  ‐  UFESPs.  para  orientar  os  órgãos  e  unidades administrativas. 4º e Lei nº 7. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180.064/91.  §  1º  ‐  No  caso  dos  docentes.  a  determinação  do  número  de  dias  efetivamente  trabalhados será feita mediante a conversão de horas.524/91. de  6 de janeiro de 1984. da Lei Complementar nº 343. de 28 de outubro  de 1968.  administrar  e  controlar  sua  distribuição  e  expedir  instruções  relativas  ao  auxílio‐alimentação.  dos  documentos  a  que  se  refere  o  artigo  767  desta  seção.  IV  ‐  afastado  para  prestar  serviços  ou  ter  exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer natureza junto a órgãos ou entidades da administração centralizada ou descentralizada  da União. conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência. de outros Estados ou dos Municípios.  §  4º  ‐  O  valor    do  benefício  a  que  se  refere  este  artigo  será  fixado  e  revisto  por  decreto. art.  in  natura  ou  preparados  para consumo imediato.321.  para  a  aquisição  de  gêneros.    Artigo 770 ‐ Caberá à Secretaria de Gestão Pública gerenciar a aquisição. arts.  considerado  o  seu  valor  no  primeiro  dia  útil  do  mês  de  referência  do  pagamento.  (Decreto nº 34.    Artigo 771 ‐ O benefício de que trata esta seção não se incorporará ao patrimônio  do  funcionário  ou  servidor  e  sobre  ele  não  incidirão  as  contribuições  devidas  ao  Instituto  de  Previdência  do  Estado  de  São  Paulo  ‐  IPESP  e  ao  Instituto  de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público Estadual ‐ IAMSPE. na forma  da Lei Federal nº 6. mediante  licitação. de 14 de abril de 1976.  de 27 de dezembro de 1985.  III ‐ afastado nas hipóteses dos artigos 78 e 79 da Lei nº 10.  (Decreto nº 34.

   Parágrafo único ‐ Se da aplicação do disposto neste artigo resultar que o valor do  auxílio‐transporte  seja  maior  ou  igual  a  0  (zero)  e  menor  que  o  valor  da  despesa  diária  de  condução referido no parágrafo único do artigo 774 desta seção será atribuído. a que alude o artigo anterior. o salário‐esposa.  II ‐ o tipo de transporte coletivo disponível no local. 3º.248/88. excluídos o salário‐família. destinado a custear parte das despesas de locomoção  do funcionário ou servidor de sua residência para o trabalho e vice‐versa.  a  que  se  refere  o  artigo  anterior.687/94)    Artigo 776 ‐ O auxílio ‐ transporte será devido por dia efetivamente trabalhado.  art.248/88.  a  gratificação  por  trabalho  noturno. o  valor correspondente a:  1  ‐  2  (duas)  passagens  de  ônibus  urbano  e  2  (duas)  de  METRÔ.248/88.  §  2º  ‐  O  pagamento  do  benefício  corresponderá  ao  mês  subseqüente  ao  do  respectivo boletim ou atestado de freqüência e será feito em código distinto. este com a redação dada pela Lei Compl. art.  § 1º ‐ A apuração dos dias efetivamente trabalhados será feita à vista do boletim  ou atestado de freqüência.  2  ‐  3  (três)  passagens  de  transporte  coletivo. mensal. 1º)    Artigo  773  ‐  O  valor  do  auxílio‐transporte  corresponderá  à  diferença  entre  o  montante estimado das despesas de condução do servidor e a parcela equivalente a 6% (seis por  cento) de sua retribuição global. o auxílio‐transporte. a gratificação por serviço extraordinário.  (Lei nº 6.  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte    Artigo  772  ‐  Fica  instituído. art. nº  755/94)  255 . o adicional  de  insalubridade.  vigente  em  cada  região. 4º e parte do caput do art. observando‐se na sua fixação:  I ‐ a região e/ou local das unidades administrativas do Governo. mensalmente.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  e  das  Autarquias do Estado.  4º.595/89. a diária alimentação.595/89.  a  gratificação  por  trabalho  no  curso  noturno.  para  o  interior do Estado. com a redação dada pelo Decreto nº 38.595/89)    Artigo 775 ‐ Cabe à Secretaria da Fazenda proceder. a ajuda de custo  para alimentação e o reembolso do regime de quilometragem.  (Lei nº 6.687/94)    Artigo  774  ‐  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução. as diárias. à revisão dos  valores da despesa diária de condução.  com  a  redação  dada  ao  parágrafo  único  pelo  Decreto nº 38. art. §§ 1º e 2º. 3º do Decreto nº 30.  para  a  Região  Metropolitana de São Paulo. mensalmente.  Parágrafo único ‐ Os valores decorrentes da revisão de que trata este artigo serão  fixados por resolução do Secretário da Fazenda. 1º.  (Lei nº 6.  (Decreto  nº30. art.  (Decreto nº 30. será estabelecido em decreto e revisto mensalmente.  Parágrafo  único  –  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução  será  apurado  multiplicando‐se  o  valor  da  despesa  diária  de  condução  pelo  número  de  dias  efetivamente  trabalhados pelo funcionário ou servidor.

 de 12 de maio de 1978.  de  que  trata  o  Título  XIII  da  Lei  Complementar nº 180.  possibilitando  a  progressão  do  integrante  do  magistério na Escala de Vencimentos. art. abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares. em qualquer  época  do  ano  e  independentemente  de  vaga. através do seu enquadramento em nível retribuitório mais  elevado da respectiva faixa salarial. de outros Estados e Municípios.  que  seja  funcionário  público  ou  servidor.  ou  pelo  ramo  de  atividades  inerentes  ao  trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico. 5º. de 16 de dezembro de 1985.  quando  requerida  em  razão  de  comprovada  remoção  ou  transferência  ex  officio  que  lhes  acarrete  mudança  de  residência  para  o  município  onde se situe o novo estabelecimento ou para localidade próxima deste. para outro congênere.619. 1º)    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS  DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica    Artigo  781  ‐  A  Evolução  Funcional  pela  via  acadêmica  ocorrerá  em  função  de  titulação  obtida  em    grau  superior  de  ensino.  (Lei nº 3. assim considerados na forma da lei. 6º e 7º)    Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante    Artigo  780  –  Ao  estudante.  alterada pela Lei Federal nº 7.595/89.  II ‐ ao servidor abrangido pela Lei Federal nº 7. arts. de 30 de setembro de 1987. para o  Professor  Educação  Básica  I  e  II.  respectivamente.    Artigo 782 ‐ O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar nº  836. será concedida transferência do  estabelecimento de ensino em que esteja matriculado.  (Decreto nº30. oficial.  bem  como  aos respectivos dependentes.732/83.  de  30  de  dezembro  de  1997.    256 .  Artigo  777  ‐  Sobre  a  importância  do  auxílio‐transporte  não  incidirão  as  contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP e ao Instituto de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público  Estadual  ‐  IAMSPE.  delimita‐se  na  área  específica  onde  opera  o  profissional  do  magistério.    Artigo 778 ‐ O auxílio‐transporte não será computado para qualquer efeito e não  se incorporará ao patrimônio do funcionário ou servidor.    Artigo 779 ‐ O auxílio‐transporte não será devido:  I ‐ ao funcionário ou servidor afastado para prestar serviços ou para ter exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer  natureza  junto  a  outros  órgãos  da  Administração  Direta  ou  Indireta da União.418.

 com alteração introduzida no inciso III pelo  Decreto nº 49. devendo o interessado apresentar.  objeto da área de atuação do docente ou da atividade inerente ao trabalho dos integrantes das  classes de suporte pedagógico. mediante a apresentação de título de  mestre  ou  de  doutor.  na  seguinte conformidade:  I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no  órgão competente. titular de cargo ou ocupante de função‐ atividade estável. certificados  de conclusão de cursos de graduação correspondente à licenciatura  plena. ou  II – os afastados nos termos dos incisos IV e VI do artigo 64 e nos termos do artigo  65 da Lei Complementar nº 444. desde que devidamente reconhecidos. obtido em cursos devidamente  credenciados. no nível V.  pela  via  acadêmica. desde que contenham dados referentes à aprovação da dissertação ou da defesa de  tese.  será  automático. obtido em cursos  devidamente credenciados. no prazo de 12  (doze) meses.  certificados  de  conclusão  de  cursos  de    pós‐graduação    stricto  sensu  devidamente  credenciados.  Parágrafo único – Aplica‐se ao Professor II.  dispensados  quaisquer  interstícios.  instituídos  nas  Diretorias  Regionais de Ensino. o disposto no inciso II deste artigo. será enquadrado.    Artigo  788  ‐  Consideram‐se  impedidos  de  usufruir  dos  benefícios  da  Evolução  Funcional prevista nesta subseção:  I – os integrantes do Quadro do Magistério nomeados em comissão para cargos de  outras Secretarias de Estado. respectivamente.  II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou  de doutor.    Artigo 785 – Na hipótese de inobservância do prazo fixado no artigo anterior  sem  a  apresentação  de  motivos  devidamente  comprovados  e  esgotadas  todas  as  possibilidades.  (Decreto nº 45. arts. o diploma devidamente registrado no órgão competente. quando se tratar de mestrado ou doutorado. de acordo com o disposto no  caput deste artigo e segundo as diretrizes emitidas pelo órgão setorial de recursos humanos.  serão  aceitos. e 5º)    Artigo  786  ‐  Serão  aceitos. somente serão considerados os  títulos  que  guardem  estreito  vínculo  de  ordem  programática  com  a  natureza  da(s)  disciplina(s). o disposto no inciso I e aos titulares de cargos de Coordenador Pedagógico e de   Assistente de Diretor de Escola.  III ‐ Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. a análise preliminar dos títulos apresentados. nos níveis IV ou V.  257 . será  enquadrado no nível IV.    Artigo 787 ‐ Para os fins previstos nesta subseção.  preliminarmente.  Parágrafo  único  –  Caberá  a  Grupos  de  Trabalho. nos  níveis IV ou V. correspondente à licenciatura plena. respectivamente.366/05. de 27 de dezembro de 1985.Artigo 783 ‐ O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe  e  faixa  salarial. de curso de grau superior de ensino.  obtido  em  cursos  devidamente  credenciados. 1º ao 4º.  o  benefício concedido será anulado.    Artigo  784  ‐  Para  efeito  do  enquadramento  imediato. revogando‐se seus efeitos à data de sua concessão.  para  os  efeitos  previstos  nos  incisos  II  e  III  do  artigo  783. e mediante apresentação de título de mestre ou doutor.  respectivamente.348/00.  serão  enquadrados.

  258 . expedir  ato  de  cessação  do  benefício  concedido. de 30 de dezembro de 1997.  de  30  de  dezembro  de  1997. e instruir os pedidos acolhidos.  Parágrafo único – O integrante da carreira do magistério.      Artigo 790 – O docente em regime de acumulação de cargo e/ou função‐atividade  poderá  requerer  os  benefícios  da  Evolução  Funcional  para  cada  situação  funcional  mediante  a  apresentação da documentação específica exigida.  desde  que  compatíveis  com  o  campo  de  atuação do novo cargo.  § 2º ‐ Quando a data da documentação prevista no caput preceder à da nomeação  ou da admissão.  analisar o expediente. os efeitos do enquadramento terão vigência a partir da data de início de exercício  do servidor no cargo ou função‐atividade. 784.  Parágrafo  único  –  Os  casos  omissos  e  as  pendências  serão  submetidos  à  apreciação da Comissão de Gestão da Carreira instituída pelo artigo 25 da Lei Complementar nº  836.    Artigo  793  –  Os  títulos  abrangidos  por  esta  subseção  serão  apostilados  pelas  autoridades competentes.  esta  sempre  prevalecerá para todos os efeitos.  referentes  ao  Programa  de  Ação  de  Parceria  Educacional  Estado‐ Município. de  27 de dezembro de  1985.  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 787.Parágrafo  único  –  Executam‐se  os  afastamentos  previstos  no  Decreto  nº  40. ratificado pelo órgão competente.    Artigo  795  –  O  Departamento  de  Recursos  Humanos  –  DRHU  baixará  instruções  complementares para a aplicação das disposições desta subseção.  poderá  reapresentar.    Artigo  789  ‐  Nos  termos  do  artigo  49  da  Lei  Complementar  nº  836.  instituir  Grupo  de  Trabalho.  fica  vedada  a  reapresentação  de  documentação  utilizada  para  fins  de  Progressão  Funcional prevista no artigo  49 da Lei  Complementar nº 444.673.  de  16  de  fevereiro  de  1996. 785 e 786.  de  30  de  dezembro  de  1997. decidir quanto às petições.  com  base  no  que  lhe  for  apresentado  pelo  Dirigente  Regional de Ensino. registro ou titulação de que trata o caput  ocorrerem  anteriormente  à  data  da  retroação  previstas  na  presente  subseção.  do  registro  dos  diplomas  ou  das  titulações de que tratam os artigos 783.  comprovantes de habilitações acadêmicas obtidas em grau superior previstas no artigo 20 da Lei  Complementar  nº  836. quando nomeado para  outro  cargo  da  mesma  carreira. e  III – à Secretária da Educação.    Artigo 794 – Caberá à Secretária da Educação.  para  fins  de  Evolução  Funcional.    Artigo  791  –  Os  efeitos  do  enquadramento  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  em  nível  superior  decorrente  da  evolução  funcional  previstas  nesta  subseção  terão  vigência  a  partir  da  data  do  reconhecimento  dos  certificados.  § 1º ‐ Nos casos em que a certificação.  II – ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. nos termos do artigo 785.    Artigo 792 – Para efeito de concessão do benefício da Evolução Funcional caberá:  I  –  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.

  considerar‐se‐ão  acrescidas  às  áreas  curriculares  de  Linguagens  e  Códigos.  na  conformidade dos indicadores do crescimento da capacidade.(Decreto nº 45. arts. estabelecidos nesta subseção. os cursos de que trata o caput deste artigo  deverão ser homologados pela Secretaria da Educação. que ministra aulas nas 5ªs às 8ªs séries do ensino fundamental.  desde  que  credenciadas pela Secretaria da Educação. realizados  pelos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  com  o  objetivo  de  ampliação. 2º.  aprimoramento  e  extensão dos conhecimentos.  resultará  das  ações  realizadas  pelo  profissional. arts.  em  seu  campo  de  atuação. pela  via  não‐acadêmica.  as  temáticas  de  aprofundamento e enriquecimento curricular que tenham por objeto:  1 ‐ questões da vida cidadã. delimita‐se por  parâmetros específicos. da qualidade e da produtividade do  trabalho.    Artigo 797 ‐ O campo de atuação. observados os critérios a serem definidos  em instrução complementar. a que se refere o artigo anterior.  § 1º ‐ Constituem‐se entidades promotoras dessas atividades:  1 ‐ instituições de ensino superior devidamente reconhecidas. no ensino  médio e nas demais modalidades de ensino.348/00.  2 ‐ órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação.  promovidos  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade e capacidade institucional. tratadas como temas transversais.  3 ‐ entidades representativas das Classes do Magistério.  Ciências  da  Natureza  e  Matemática. 6º ao 15)    Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica    Artigo 796 ‐ A Evolução Funcional dos integrantes do Quadro do Magistério.  b)  pela  área  curricular  que  integra  a(s)  disciplina(s)  constituinte(s)  da  formação  acadêmica do professor. de duração igual ou superior a 30 (trinta) horas.    Artigo 798 ‐ Consideram‐se componentes do Fator Atualização todos os estágios e  cursos  de  formação  complementar  e  continuada.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.  relacionadas  aos  Fatores  de  Atualização.  (Decreto nº 49.  com  suas  respectivas  tecnologias. no respectivo campo de atuação. 3º e 4º)    259 .  Parágrafo único ‐ Para fins de delimitação do campo de atuação de que trata este  artigo.  § 2º ‐ Para fins de evolução funcional.394/05.  2 ‐ aspectos teórico‐metodológicos e de gestão escolar.  e  Ciências  Humanas. que orientam a prática dos  integrantes do Quadro do Magistério. pela natureza das atividades inerentes  ao respectivo trabalho de Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.  II ‐ para as classes de suporte pedagógico.  4 ‐ instituições públicas estatais.  5  ‐  instituições  públicas  não  estatais  e  entidades  particulares. que rege as classes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. na seguinte conformidade:  I ‐ para as classes de docentes:  a)  pelas  áreas  curriculares  que  integram  a  formação  acadêmica  do  professor  polivalente.

  6  ‐  nome  do  representante  da  instituição/entidade  responsável  pela  área  de  capacitação.  4 ‐ comprovação completa da capacidade jurídica. art. para fins de pontuação:  I  ‐  as  etapas  de  cursos  estruturados  modularmente.  com  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. 4º)     Artigo  800  ‐  Consideram‐se  componentes  do  Fator  Aperfeiçoamento  todos  os  cursos  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior.  desde  que  não  se  caracterize  como  atividade  inerente  ao  cargo  ocupado. 5º.  quadro  efetivo  de  profissionais  e  relação  dos  recursos  físicos  e  tecnológicos  disponibilizados.  inclusive sob a forma de módulos. abrangem  respectivamente:  I ‐ curso: o conjunto de estudos. programada e desenvolvida.  contados  a  partir  da  data  do  protocolamento do pedido.  de que  trata  o  item  5.  para  fins  de  pontuação.  7 ‐ outras informações julgadas pertinentes.  com  o  objetivo  de  aprimoramento  e  prática  profissional. em atendimento a termo de  convocação oficial.  cursos  superiores. realizados  também no exterior.  do  § 1º.  que  visem  ao  aprofundamento  de  conhecimentos  em  determinada disciplina ou área do saber.394/05.  II  ‐  os  cursos  promovidos  pelos  órgãos  competentes  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  ou  se  constitua  componente  da  estrutura  curricular de um curso. realizados durante a jornada de trabalho do profissional. através da permanência  assistida  realizada  em  instituições  educacionais.  5  ‐  plano  de  trabalho  da  instituição/entidade  especificando:  justificativa.  ou  à  função‐atividade  preenchida.Artigo  799 ‐  O  ato  de  credenciamento.    Artigo  801  ‐  Para  os  fins  de  que  tratam  os  artigos  798  e  800  desta  subseção.  II ‐ estágio: o período de estudos e de aprendizado obtido.  metas. que se constituíram base para provimento do cargo ou preenchimento da função‐ atividade. conferências. que tratem de determinada unidade temática. desde que constituinte de um todo.  complementação  pedagógica  ou  cursos  de  pós‐graduação. palestras e outros.    Artigo  802  ‐  Observada  a  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas.  Parágrafo único ‐ As instituições públicas não estatais e as entidades particulares  interessadas  em  obter  o  credenciamento  deverão  encaminhar  à  CENP  expediente  próprio  contendo:   1 ‐ solicitação de credenciamento. 6º e 7º)  260 .  3 ‐ cópia do estatuto da instituição/entidade registrado em cartório.  devidamente  reconhecidas.  serão  considerados.  2 ‐ comprovante de idoneidade. aulas.  finalidade. SE nº 21/05.  de  bacharelado  ou  de  licenciatura  plena. arts.  desde  que  o(s)  módulo(s)  tenha(m) caráter de terminalidade. observado o respectivo campo de atuação.  Parágrafo  único  ‐  Não  serão  considerados.  do  artigo  anterior  será  expedido  pela  CENP  no  prazo  de  90  dias.  (Res. organicamente estruturado  e devidamente comprovado por uma única instituição promotora. capacidade e experiência na área educacional.  os  componentes curso e estágio que integram os Fatores Atualização e Aperfeiçoamento.  inclusive  no  exterior.  (Decreto nº 49.

   § 3º ‐ Os créditos de cursos pós‐graduação.  formular  requerimento  de  concessão  do  benefício.  assim  como  a  validade  dos  respectivos  títulos.  os  cursos  do  Fator  Atualização e do componente extensão universitária/cultural do Fator Aperfeiçoa‐mento quando  autorizados e homologados nos termos da legislação que rege a matéria.  considerados  os  interstícios  de  que trata o artigo 22 da Lei Complementar nº 836.  protocolar.    Artigo  804  ‐  Cursos  promovidos  por  órgãos  da  Pasta.  (Res.  conforme  o  caso.  2 ‐ decidir sobre casos omissos ou que apresentem dúvidas para a  concessão do  benefício.  instruir  e  encaminhar  o  pedido  à  respectiva Diretoria de Ensino. assegurar aos concluintes  direito à certificação. serão considerados para fins de pontuação.     Artigo  807  ‐  Os  efeitos  da  Evolução  Funcional  pela  via  não  acadêmica  dos  integrantes do  Quadro  do  Magistério  terão  vigência  a  partir  da  data  da  concessão  do  benefício.  podendo  retroagir.  expedido pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.     261 .  a  1º  de  fevereiro  de  2000. constam do Quadro I. arts.  observando‐se  que  os  créditos  computados. Quadro II e Quadro III. 2º e 3º)     Artigo 805 ‐ Para efeito de concessão do benefício.  será  constituída  uma  Comissão  Central.  IV  ‐  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  analisar  os  expedientes  acolhidos  pelas  Diretorias  de  Ensino  e  encaminhá‐los  à  apreciação  e  decisão  do  Secretário  de  Estado  da  Educação. caberá:   I  ‐  ao  interessado.  será  calculada com base na carga horária indicada no certificado do curso realizado pelo profissional.  de  acordo  com  as  orientações  estabelecidas  pelos  Órgãos  Centrais  e  instruir  os  pedidos  acolhidos.    Artigo  806  ‐  Caberá  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  acompanhar  e  controlar o processo de concessão da evolução funcional pela via não acadêmica.  §  2º  ‐  Somente  serão  considerados.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional. quando necessárias.  III ‐ ao Dirigente Regional de Ensino. de 30 de dezembro de 1997. com as seguintes atribuições:   1 ‐ expedir orientações.  só  poderão  ser  utilizados  uma  única  vez.  sem  a  titulação  de  Mestre  ou  Doutor.  definida  nos  Quadros  I  e  II.  em  horário  de  trabalho  do  profissional. previstos no Fator Aperfeiçoamento.   §  1º  ‐  A  pontuação  dos  componentes  do  Fator  Atualização  e  do  componente  extensão  universitária/cultural  do  Fator  Aperfeiçoamento. SE nº 21/05.  indicados  pelos  responsáveis por esses órgãos.   Parágrafo  único  ‐  Para  subsidiar  a  análise  dos  pedidos.  juntar  a  documentação que comprove o preenchimento dos requisitos e entregá‐los ao superior imediato. anexos.  para  fins  de  pontuação. constituir Grupo de Trabalho para proceder à  análise  preliminar  dos  títulos  e  documentos  apresentados.  encaminhando‐os  ao  órgão  setorial de recursos humanos.  II  ‐  ao  Diretor  da  unidade  escolar.  integrada  por  2  profissionais  da  CENP  e  2  do  DRHU.  Artigo  803  ‐  A  pontuação  dos  componentes  correspondentes  aos  Fatores  de  Atualização.  não  poderão  ser  reconsi‐derados  quando  da  apresentação  do  documento correspondente à titulação obtida. quando o respectivo ato de autorização.

 6º.0 pontos  Carga horária de 90 a 179 horas = 7. 7º. assegurando‐se a justeza.  b) por união de cônjuges.    Artigo  810  ‐  Os  atos  e  procedimentos  administrativos  das  autoridades  responsáveis pela execução do processo.    Artigo  811  ‐  O  concurso  de  remoção  será  realizado  simultaneamente  em  duas  modalidades.  por  títulos. 803)    COMPONENTES  Ciclo de Palestras   Conferências e/ou ciclo de  conferências  Videoconferências   Congressos  Cursos (com ou sem oficinas)   Encontros  Fóruns   Seminários  Ciclos de Estudos  Simpósios  Quadro I  FATOR ATUALIZAÇÃO  PONTOS  Carga horária de 30 a 59 horas = 3.  b) por união de cônjuges. em qualquer modalidade. de comunicado do Órgão  262 . deverão observar  a precisão de dados e informações.  (Res. no Diário Oficial do Estado.0 pontos      Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  809  ‐  A  remoção  dos  titulares  de  cargos  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério  será  processada  mediante  concurso  de  nível  estadual. 5º.Artigo 808 ‐ A Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento  de Recursos Humanos baixarão instruções complementares à presente subseção. c/c o Decreto nº 49. arts. nas respectivas áreas de competência. o candidato poderá se remover:  I – se integrante de classe de docentes:  a) por títulos. SE nº 21/05. e.  II – se integrante de classe de suporte pedagógico:  a) por títulos. por títulos e por união de cônjuges.  que  se  realizará  sob  a  organização e coordenação do Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. respeitada a classificação geral dos inscritos  no concurso.394/05. a impessoalidade e a transparência  do concurso de remoção. e 8º)       ANEXOS ( art.    Artigo 812 ‐ A abertura do concurso de remoção dar‐se‐á com o início do período  de inscrição opcional. sempre pela Jornada Inicial de Trabalho Docente.0 pontos  VALIDADE  a partir de 01/02/1998  Carga horária superior a 180 horas = 9. mediante publicação.  por  união  de  cônjuges  e  por  permuta.0 pontos    Carga horária de 60 a 89 horas = 5. em qualquer das jornadas de trabalho docente.

 caput e § 1º do art.143/09. que faz parte integrante desta seção.  em  qualquer  dos  casos. 5º c/c Decreto nº 55.  4º e 5º do art.  portanto. SE 95/09. a qualquer título. se por união de cônjuges.143/09.  o  candidato  não  mais  poderá desistir de sua participação no concurso.  que  o  cônjuge.  exceto  se  comprovar. 5º c/c  o Decreto nº 55.143/09. o  candidato  deverá  indicar  um  único  município  de  sua  opção.  por  essa  mesma  modalidade.143/09. SE 95/09.  bem  como  cópias  reprográficas  de  títulos. 4º)    Artigo 817 ‐ O integrante do Quadro do Magistério que se encontre na condição  de adido deverá necessariamente se inscrever para o concurso de remoção sob reserva.  contados  retroativamente  à  data  da  atual  inscrição.  (Res.  por  ordem  de  preferência.143/09.  nos  últimos  5  (anos)  anos.  à  remoção  por  títulos.  simultaneamente. §§ 2º e 8º do art.  para  onde  pretenda  se  remover.  devendo.  para  fins  de  classificação. 5º)    Artigo 816 ‐ Não poderá se inscrever para o concurso de remoção o integrante do  Quadro do Magistério que se encontre na condição de readaptado ou. 4º)    Artigo 815 ‐ No requerimento de inscrição para remoção por união de cônjuges. 4º)    Artigo 814 ‐ No momento da inscrição para remoção por títulos ou por união de  cônjuges.  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge.  §  2º  ‐  Efetivada  a  inscrição.  com  as  devidas  indicações. caput  e §§ 3º.  no  qual  se  definirão  o  período  de  inscrições bem como as respectivas condições e requisitos. 5º c/c Decreto nº 55. § 2º do art. conforme o caso.  o  candidato  indicará.  de  acordo  com  a  tabela  de  Município  constante no Anexo I. para lhe  263 .  independente  de  a  unidade contar ou não com vaga inicial. arts.  (Res. 4º e 5º do art. § 2º do art.  Parágrafo  único  ‐  O  candidato  que  se  inscrever  por  união  de  cônjuges  estará  concorrendo.Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. SE nº 95/09.  o  candidato  deverá  se  inscrever  pelo  componente  curricular  a  que  o  seu  cargo  é  vinculado  ou  na  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  cargo. §§ 3º.  devidamente conferidas à vista dos respectivos originais pelo superior imediato.  tenha  se  removido  para  determinado  município. de plano.  em  documento  próprio.  teve  seu  cargo  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover novo cargo público em município diverso.  § 1º ‐ Será indeferida.  (Res. SE 95/09.  apresentando  documentação  comprobatória  de  atendimento  aos  requisitos  do  concurso. caput do art. 1º ao 4º e Decreto nº 55.  nesse  período.  Parágrafo  único  ‐  Na  remoção  de  cargos  de  Professor  Educação  Básica  II. arts. §§ 6º e 7º do art. a inscrição que não contiver qualquer indicação de  Unidade Escolar ou de Diretoria de Ensino. SE 95/09. c/c Decreto nº 55. 1º ao 3º)    Subseção II  Das Inscrições    Artigo  813  ‐  A  inscrição  para  o  concurso  de  remoção  ou  remoção/reserva  será  efetuada  pelo  candidato.  (Res.  (Res.  no  caso  de  Professor  Educação  Básica  II  de  Educação Especial.  efetuar  também  as  indicações de que trata o artigo 814. 5º.  as  unidades  escolares  e/ou  as  Diretorias  de  Ensino.

  d)  indicação  da  reserva. arts. em virtude de condições atípicas da escola ou da Diretoria de  Ensino relativas ao cargo do candidato.     Artigo 819 ‐ Ao requerimento de inscrição do candidato deverá ser juntada cópia  reprográfica.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. na  área de Magistério. em uma ou mais unidades escolares.  situações  em  que  a  reserva  deverá  ser  feita com indicação da quantidade de aulas necessária à constituição integral de sua jornada.  na  situação  de  adido.  quando a reserva não for possível.  pelo  indeferimento. nos últimos 5  (cinco) anos.  III ‐  tipo de remoção: por títulos e/ou por união de cônjuges.  quando  necessária.  § 3º ‐ Se no decorrer do concurso.  com  correlação  intrínseca  à  disciplina  ou  à  área  de  necessidade especial do cargo docente de que o candidato é titular ou à disciplina Educação.  que  tenha  interesse  em  se  remover. do número de aulas a ser reservado. deverão constar:  I ‐  dados pessoais e funcionais do candidato. discriminados na forma prevista no artigo 842. remoção/reserva ou reserva. que deverão conter:  a) informação se o candidato se removeu por união de cônjuges ou por permuta  nos últimos 5 (cinco) anos.  fazer  indicação  de  unidade(s) escolar(es) ou de Diretoria(s) de Ensino.  c)  na  remoção  de  docentes.  manifestação  pelo  deferimento  ou.     Artigo 818 ‐ Do requerimento de inscrição.  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação do cargo/função‐atividade do cônjuge.  bem  como  verificação  do  número  de  aulas  de  sua  constituição  na  unidade de classificação.  à  comprovação  de  que  o  cônjuge. SE 95/09.garantir a possibilidade de descaracterizar a condição de adido.  pelo  superior  imediato.  bem  como  o  que  a  motivou  e.  e)  nos  casos  de  reserva.  nesse  período.  deverá  se  inscrever  como  remoção/reserva. por ordem de preferência.  pelo  deferimento  ou  indeferimento da inscrição por títulos. o candidato inscrito para remoção/reserva vier  a  ser  removido.  IV  ‐  no  caso  de  união  de  cônjuges. por registro e/ou sob responsabilidade do Diretor  de Escola ou do Dirigente Regional de Ensino.  § 2º ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também ao titular de cargo docente que se  encontre com a jornada de trabalho parcialmente constituída ou o docente inscrito na remoção. e do Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos nos  casos de candidato que tenha se removido por união de cônjuges ou por permuta.  (Res.  sua  reserva  na  unidade  de  origem  será  automaticamente  desconsiderada.  voltando a constituir vaga potencial na dinâmica do processo. discriminadas por disciplina.  b)  manifestação  do  Dirigente  Regional  de  Ensino. em ambos os casos.  §  1º  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  devidamente  conferida.  foi  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover  novo  cargo público em outro município. para onde pretenda  a remoção do seu cargo. no caso de o mesmo não querer  efetivamente se remover. 6º ao 8º)    264 .  II ‐  modalidade da inscrição: remoção.  com  a  respectiva  via  original  do  diploma  de  Mestrado  ou  de  Doutorado. bem como dos títulos que o  candidato apresentar.  confirmação  da  jornada  de  trabalho  em  que  o  candidato  esteja  incluído.  f) registro do tempo de serviço computado em dias. situação em que sua inscrição estará condicionada.  V ‐ demais dados do candidato.  tratando‐se de Professor Educação Básica II.

 na data do encerramento  do período de inscrição. em novo atestado de dados funcionais.  poderá. SE nº 95/09.  § 3º ‐ O candidato inscrito para remoção por união de cônjuges estará. após os efeitos  de classificação do candidato no concurso. 1 (um) ano de exercício ininterrupto no serviço público. considera‐se lugar  de  residência  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. caput e §§ 1º. no  momento da inscrição. Anexo I. carga horária de trabalho de. indicar um novo município.  (Res.  não  mais  tenha  exercício  no  município  indicado. art. apresentado. 20 (vinte) horas semanais. que se responsabilizará pela  veracidade deles.  expedido  por  autoridade competente.  (Res. 6º)  265 . § 3º do art. priorizando as unidades escolares sediadas no município indicado na inscrição por união de  cônjuges.  exceto  nos  casos  de  remoção  por  união  de  cônjuges.  direcionado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. art. SE 95/09.  um  a  um.  conforme o caso. e  § 2º ‐ No caso de docente. exercido na administração direta de qualquer alçada pública.  mediante  requerimento  instruído  com  comprovação  da  mudança. no Estado de São Paulo. dentro do prazo de 3  (três) dias. devendo  efetuar as indicações  de que  trata o  artigo  814.  fica  vedado  ao  candidato  apresentar  ou  substituir  qualquer  documento.  §  2º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. haverá também de  constar.143/09.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união. SE 95/09. 2º e 3º do art 9º c/c Decreto nº 55. expedida por órgão  de  competência (Cartório/Tabelião de Notas). será feito em formulário próprio. 5º e 6º do art 9º c/c Decreto nº 55. §§ 4º. do respectivo atestado de dados funcionais. pelo candidato e entregue pelo superior imediato.   § 1º ‐ No caso de o cônjuge ser ocupante de função‐atividade. SE nº 95/09. e acondicionados em envelope específico pelo próprio candidato.  em  via  original.   2.  cujo  cônjuge. na Diretoria  Regional de Ensino. 5º)    Artigo  822  ‐  Os  documentos  que  instruírem  a  inscrição  serão  relacionados.  (Res. em que se faça constar o  município de classificação do seu cargo ou função‐atividade.  funcionário  público  efetivo. possui:  1.  Parágrafo único ‐ Os documentos e/ou suas cópias reprográficas.  em  que  a  administração requisite esclarecimentos. 10)    Artigo  823  ‐  Efetuada  a  inscrição. os seguintes documentos:  I  ‐  cópia  reprográfica.143/09. lugar de residência do cônjuge. Anexos II ou III.  concorrendo  à  remoção  por títulos. deverá ser por horas aulas e não poderão ser em substituição. no mínimo. na unidade sede. art. no mínimo. caput do art. a carga horária a que se refere o item 2 do § 1º deste  artigo. contados da publicação da classificação.  II  ‐  atestado  de  dados  funcionais  do  cônjuge. serão submetidos à microfilmagem e posteriormente  inutilizados. o município pretendido.  devidamente  conferida  com  a  via  original.Artigo 820 ‐ O candidato que se inscrever por união de cônjuges deverá indicar. ao mesmo  tempo. declaração de que. 5º)    Artigo 821 ‐ Para fins de remoção de que trata o artigo anterior.  (Res.  da  certidão  de  casamento ou da escritura  pública de declaração de  convivência  marital.  por  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo. utilizando modelo padronizado. apresentando na  unidade de classificação.143/09. 11 c/c Decreto nº 55.

 exclusivamente.  aos  docentes  que  tenham  a  sua  jornada  parcialmente  constituída  ou  ainda  àqueles  que  constituem a jornada em mais de uma unidade.143/09. deverão ser conferidas com as vias originais pelo superior  imediato. sob pena de responsabilidade. previstas no artigo 836.  § 3º ‐ Do indeferimento da inscrição por títulos caberá reconsideração dirigida ao  Dirigente Regional de Ensino. art.143/09. dos docentes de sua  unidade  escolar. é de competência do Diretor do Órgão Setorial de  Recursos Humanos – DRHU/SE.  o  titular  de  cargo  será  inscrito  ex  officio. no prazo de até  3 (três) dias. 15)          266 .  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  –  DRHU/SE. 12.  pelo  superior imediato. 6º)    Artigo 825 ‐ O candidato inscrito por títulos não poderá alterar a sua inscrição para  união de cônjuges e o inscrito por união de cônjuges não poderá alterá‐la somente para títulos. 13)    Artigo  826  –  Encerrado  o  período  de  inscrições.  (Res. 8º)    Artigo  828  –  A  reserva  destina‐se  unicamente  aos  titulares  de  cargo  declarados  adidos. par. a manifestação quanto à reserva de que trata o artigo 817. desde que o referido professor esteja inscrito para  remoção/reserva. 7º)    Artigo 827 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a indicação de deferimento  ou de indeferimento das inscrições para o concurso de remoção por títulos e.  em especial. contados da data de publicação do indeferimento. SE nº 95/09.  (Res.  § 2º ‐ O disposto no caput deste artigo não se aplica ao titular de cargo da classe  de Suporte Pedagógico adido oriundo de unidade extinta.  o  Diretor  de  Escola  deverá  encaminhar os documentos de inscrição de remoção por união de cônjuges. no prazo previsto para inscrição.  §  1º  ‐  Não  ocorrendo  a  inscrição  a  que  se  referem  as  duas  primeiras  situações  constantes  do  caput  deste  artigo. SE nº 95/09. pelo  Centro  de  Seleção  e  Movimentação  de  Pessoal. ao superior imediato  do candidato.  (Decreto nº 55.  (Decreto nº 55. art.  Artigo  824  ‐  Todas  as  cópias  reprográficas  de  documentos. 14 c/c Decreto nº 55. único do art.   § 1º ‐ As inscrições por união de cônjuges serão apreciadas. que deverá ser apresentado em formulário próprio. na remoção por união de cônjuges.  apresentadas  no  momento da inscrição pelo candidato.  sob  reserva. arts.  à  Diretoria  de  Ensino.  (Res.  § 2º ‐ A apreciação conclusiva dos deferimentos e indeferimentos das inscrições. através de documento de confirmação de inscrição.  para  posterior  remessa  ao  órgão  setorial  de  recursos  humanos. SE nº 95/09.143/09. art. cuja decisão será publicada no Diário Oficial do Estado. art.  Parágrafo  único  ‐  O  superior  imediato  dará  ciência  ao  candidato  sobre  os  dados  registrados em seu requerimento.

  mediante  manifestação  expressa  em  requerimento:  I – na remoção por união de cônjuges. exclusivamente. SE nº 95/09. será entregue.  a  indicação  das  Diretorias de Ensino da Capital. se comum (de 4 horas) ou reorganizadas (de 5 horas). contra recibo. em  local e horário determinados em comunicado. por ordem de sua preferência. § 3º do art. por titulares de cargo  de Professor Educação Básica II de Educação Especial.  o  qual  será  apresentado na unidade‐sede e entregue.  §  3º  ‐  O  candidato  que  acumular  cargo  da  classe  de  docente  com  o  de  cargo  da  classe de suporte pedagógico não poderá indicar a unidade onde está classificado o outro cargo.  mesmo que não apresentem vagas na relação publicada no Diário Oficial do Estado.  II – solicitar a retificação de Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino da relação de  indicações.  observado  o  prazo  estipulado  no  caput  deste artigo. as Unidades Escolares e/ou Diretorias de Ensino. diretamente pelo candidato. para onde pretende remover‐se.  o  candidato  deverá  indicar. 16 c/c Decreto nº 55.  em  ordem  preferencial.  (Res. ao efetuar a indicação. considerando  vagas potencias que poderão surgir no decorrer do evento. no caso de  o  cônjuge  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.  § 2º ‐ O docente.  Deficientes  Físicos. em período fixado em Comunicado pelo Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  deverá  identificar a unidade escolar e a jornada de trabalho docente pretendidas.  § 2º ‐ O candidato poderá indicar todas as unidades que sejam de seu interesse.  §  1º  ‐  As  indicações  de  unidades  serão  feitas  em  formulário  próprio.  comprovando  esta  mudança em novo atestado de dados funcionais.  na  Diretoria  de  Ensino  a  que  está  vinculada  a  unidade. 17)    Artigo 831 – O candidato poderá. art.  ainda.  §  3º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  I  especificará.  267 . art.  cujo  município  do  cônjuge  pleiteado  é  São  Paulo.  por  títulos  ou  por  união  de  cônjuges.  encaminhado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos.143/09. utilizando os códigos a seguir: DER  01–Norte 1 / 02–Centro / 04–Norte 2 / 05–Leste 5 / 07–Leste 1 / 08–Leste 4 / 10–Leste 2 / 11– Leste 3 / 12–Centro Oeste / 14–Sul 2 / 16‐Centro Sul / 17‐Sul 1 / 18‐Sul 3.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união  de  cônjuges. devidamente acompanhado de  cópia xerográfica da relação mencionada no caput deste artigo. conforme o caso.  o  tipo  de  classe  pretendida.  deverá  relacionar  no  espaço  próprio  do  formulário. pelo superior imediato. no  período de inscrição determinado em Comunicado.  §  1º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. respeitado o disposto  no artigo 829.Subseção III  Das Indicações de Unidades    Artigo  829  –  No  momento  da  inscrição. 4º)    Artigo  830  –  O  docente  inscrito. poderá registrar a jornada de trabalho de  duração diversa daquela em que estiver incluído. SE nº 95/09.  §  4º  ‐  As  inscrições  para  classes  de  Deficientes  Auditivos.  Deficientes Mentais e Deficientes Visuais deverão ser feitas. observada a disponibilidade das vagas existentes  nas unidades escolares indicadas. somente quando se caracterizar falha de cadastramento pela Administração. alterar a indicação do município.   (Res.

  desde  que  devidamente  publicadas  no  Diário  Oficial  do  Estado  até  a  data‐base  fixada  pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos. e  3 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente.  (Res. serão geradas de acordo com a jornada de trabalho pela qual o docente tenha constituído.   2 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Básica de Trabalho Docente.  em  nível  de  unidade  escolar. as vagas potenciais.  § 1º ‐ No caso de docentes. conforme segue:  1 ‐ com 10 aulas em Jornada Reduzida de Trabalho Docente. bem como de instalação de novas  unidades.  conforme  o  caso. 13)    Artigo  833  –  Não  poderão  ser  relacionadas  para  confirmação  de  vagas  iniciais  existentes  em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização.§ 2º ‐ Não será atendida qualquer solicitação que implique a inclusão.  identificadas  para  a  remoção  de  Docentes  e  Diretor  de  Escola. SE nº 95/09.143/09.  e  nas  Diretorias  de  Ensino.  § 1º – O Professor Educação Básica I poderá se remover em Jornada de Trabalho  Docente da seguinte forma:  1 – com 1 classe comum (4 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente. aos docentes. caput e §§ 1º e 2º do art. 14. por área de excepcionalidade. § 3º do art.  3 ‐ com 25 aulas em Jornada Básica de Trabalho Docente.  2 ‐ com 20 aulas em Jornada Inicial de Trabalho Docente. vagas de uma única unidade  escolar.  (Res.  a  ciclo  e/ou  a  segmento de ensino objeto de extinção.  para  Professor  Educação  Básica II de Educação Especial. sendo:  I  –  vagas  iniciais.19.  as  pertencentes  aos  candidatos  inscritos  no  Concurso  de  Remoção.143/09.  e. a que se refere o inciso II deste  artigo.  para  Professor  Educação  Básica  I. § 2º do art. art. SE nº 95/09.  (Decreto nº 55. art. SE nº 95/09. exclusão e a  substituição  de  unidade  escolar  ou  de  Diretoria  de  Ensino  indicada.   §  2º  ‐  A  quantidade  de  classes  disponíveis  para  atribuição.    268 .  alterada pelo artigo 3º da Lei nº 1. c/c Decreto nº 55. c/c Res. e  4 ‐com 33 aulas em Jornada Integral de Trabalho Docente.  as  existentes  nas  Unidades  Escolares.  bem  como  a  alteração  da  ordem das indicações.  no processo anual de atribuição de aulas. art. em decorrência de vacâncias de cargos.  será  relacionada  por  tipo.143/09.   §  2º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  II  poderá  remover‐se  por  qualquer  uma  das  Jornadas  de  Trabalho  Docente. 19)    Artigo 834 – Somente serão oferecidas.  para  a  remoção  de  Supervisores de Ensino.094/2009. e   II  –  vagas  potenciais.  conforme  dispõe  o  artigo  35  da  Lei  Complementar  nº  444/85. 16)    Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potenciais    Artigo  832  ‐  As  vagas  a  serem  relacionadas  para  o  concurso  de  remoção  compreenderão as iniciais e as potenciais.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.18 c/c Decreto nº 55.

 das vagas iniciais nas classes de docentes e nas de suporte  pedagógico. SE nº 95/09.  fusão  ou  desativação  de  unidades escolares.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. que esteja sendo  removido da unidade.143/09.  extinção. das respectivas disciplinas na unidade escolar. quando se tornar disponível. em sua área de jurisdição.Artigo 835 – A vaga potencial de Professor Educação Básica II composta em mais  de uma unidade escolar. SE nº 95/09.  antecedendo  à  abertura  do  período  de  inscrições.  Professor  Educação Básica II e Coordenador Pedagógico. em se tratando de Diretor de Escola e Supervisor  de Ensino.  observados  os  respectivos  prazos  de  execução. terá as aulas que a compõem. a carga horária mínima de uma Jornada  Reduzida de Trabalho Docente.  desde  que  o  referido  docente  esteja  inscrito para remoção sob reserva ou apenas para reserva. arts.  269 .  §  1º  ‐  Publicada  a  relação  de  vagas  iniciais.   (Res.   § 2º Não poderão ser relacionadas para confirmação vagas iniciais existentes em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. 20 e 21)    Artigo  836  ‐  A  quantidade  de  vagas  potenciais  será  reduzida  gradativamente  na  dinâmica do evento.   Parágrafo único – As vagas excluídas ou reduzidas para o atendimento do disposto  neste artigo. da  disciplina e da jornada de trabalho docente que a unidade escolar comporta.  a  relação das  vagas iniciais confirmadas pelas Diretorias de Ensino.  fará  publicar. por exclusão de vaga potencial na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino.  a  Diretoria  de  Ensino  não  poderá  solicitar  alteração  para  inclusões  ou  exclusões.  a  ciclo  e/ou  a  segmento  de  ensino objeto de extinção.  no  Diário  Oficial  do  Estado.  (Res. for removido. § 2º do art. e   II – Dirigente Regional de Ensino.  (Decreto nº 55.   III ‐ necessidade de atribuir aulas a docente classificado na unidade escolar.  § 1º ‐ Cumpre ao Diretor de Escola encaminhar à Diretoria de Ensino a relação das  vagas identificadas em sua unidade escolar. caput e § 1º do art. 23 c/c Decreto nº 55.   § 3º ‐ Constará da relação de vagas iniciais.  a  serem  estabelecidos  pelo  Órgão  Setorial de Recursos Humanos. SE nº 95/09.   II ‐ a quantidade remanescente de aulas da disciplina do cargo. 22)    Artigo  837  –  As  vagas  iniciais  disponíveis  para  o  concurso  serão  identificadas  e  relacionadas pelo:   I  –  Diretor  de  Escola. a especificação do tipo de classe.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas. surgidas e/ou detectadas posteriormente à confirmação. inscrito no concurso. 14)    Artigo  838  –  O  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  descaracterização  de  adidos  e  situações  de  reorganização. por qualquer motivo. para a remoção de docentes e  suporte pedagógico. que se  encontre  na  condição  de  adido  ou  com  jornada  de  trabalho  parcialmente  constituída  ou. c/c Res.  ainda. adicionadas  às já existentes. não totalizar.143/09.  em razão de:   I ‐ a Diretoria de Ensino haver reduzido a lotação relativa à classe de Supervisor de  Ensino.  em  se  tratando  de  Professor  Educação  Básica  I.  conforme  o  caso. ratificadas pelo Dirigente Regional de Ensino. art. serão restabelecidas quando o seu destinatário. devendo o Dirigente Regional de Ensino determinar a  confirmação. art.  exceto  para  atender  a  decisões  judiciais. 13.

 24 c/c Decreto nº 55. SE nº 95/09.   (Res.143/09. até o máximo de 10 (dez) pontos.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  Parágrafo único ‐ Se a quantidade de vagas.001 (um milésimo)  por dia.  anteriormente  ao  ingresso  no  cargo de que é titular: 0. art.  a  vaga  decorrente  estará  excluída  do  concurso.005 (cinco milésimo) por dia. até  no máximo 50 (cinquenta) pontos.  a  quantidade  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  for  maior  ou  igual  à  quantidade  de  vagas existentes no município.  c  –  como  docente  no  Magistério  Público  Oficial.  considerando  que  poderão  vir  a  apresentar  vagas  potenciais no decorrer do evento. c/c Res. SE nº 95/09. exclusão e a substituição de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  quando  então  se  aplicará o disposto no caput deste artigo. 15)    Artigo  839  ‐  Na  relação  de  indicações  do  candidato.§  2º  ‐  Será  apurada  a  responsabilidade.  da  autoridade que apresentar relação de vagas iniciais em desacordo com a realidade de sua unidade  e/ou jurisdição. 14 e art. objeto de inscrição: 0. 19 e 20)      Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos    Artigo 842 ‐ Os candidatos inscritos no concurso de remoção serão classificados de  acordo com o disposto no neste artigo. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.   (Decreto nº 55. referente à classe ou  às aulas na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  a – como titular de Cargo.143/09.    Artigo  841  ‐  Na  situação  em  que  a  remoção  de  um  candidato  seja  tornada  sem  efeito  por  força  de  decisão  judicial.143/09.  2  ‐  por  títulos. estas lhes serão atribuídas com prioridade.  (Decreto nº 55.  até  o  momento  em  que  a  quantidade  de  vagas  restantes  se  iguale  ao  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  ainda  não  atendidos. § 2º do art. 17.  o  candidato poderá  efetuar  quantas  indicações  desejar. 18)    Artigo 840 ‐ Durante o processo de atribuição de vagas quando. em determinado  município.  b – como titular de cargo. for maior  que  o  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges. na atual unidade de classificação: 0. § 3º do art.  inclusive  de  unidades  escolares  ou  Diretorias  de  Ensino  que  não  se  encontrem  na  publicação  da  relação  de  vagas  iniciais. em determinado município. observadas as seguintes pontuações e limites:  I – nas classes de docentes:  1‐ por tempo de serviço no campo de atuação da inscrição.  a  atribuição  dessas  vagas  será  prioritária  aos  inscritos  para  remoção  por  títulos.002 (dois milésimos) ‐ por dia.  é  expressamente  vedada  a  inclusão. até no máximo 20 (vinte) pontos.  durante  o  evento.  270 .   §  3º  ‐  No  momento  da  inscrição. arts. art.  referente  às  matérias  pedagógicas:  5  (cinco) pontos.  nos  termos  da  legislação  pertinente.  com  a  seguinte  pontuação:  a – diploma de Mestre.

143/09. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  §  2º  ‐  A  classificação  dos  inscritos  far‐se‐á  por  classe  de  cargos  e  também  por  disciplina  e  por  área  de  necessidade  especial.005 (cinco milésimos) por dia.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  10  (dez)  pontos.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  5  (cinco)  pontos.  II – na classe de suporte pedagógico:   a ‐ por tempo de serviço. é vedada a duplicidade de cômputo de períodos concomitantes.  e/ou  estiverem  devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação – MEC. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial do cargo de que é titular ou à área da Educação.  referente  às  matérias  pedagógicas:  1(um) ponto por certificado.  § 4º ‐ Caberá ao candidato comprovar o credenciamento ou o reconhecimento e a  revalidação dos cursos.  considerados  uma  única  vez  e  sempre  na  faixa  de  classificação  de  maior  ponderação.  §  1º  ‐  Nas  contagens  de  tempo  de  serviço  de  que  trata  este  artigo.3  –  como  designado  em  cargo  objeto  de  inscrição. devendo ser. 9º)    Artigo 843 ‐ Na classificação por tempo de serviço dos integrantes das classes de  suporte pedagógico.1  –  Diploma  de  Mestre.  observando‐se  a  ordem  decrescente dos somatórios dos pontos obtidos por cada candidato.  a.  realizados  no  exterior.  os  referidos  tempos.001(um  milésimo)  por dia. referente às matérias pedagógicas: 10  (dez) pontos. caput e §§  1º e 2º do art. com a seguinte pontuação:  b.  conforme  o  caso.002 (dois milésimos) por dia.  credenciados junto aos órgãos competentes. até o máximo de 5 (cinco) pontos. poderá ser considerado para fins de classificação em qualquer das classes  de docentes.2  –  como  titular  de  cargo.  serão  avaliados.  c  –  Certificado  de  Especialização  e/ou  Aperfeiçoamento  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.  imediatamente precedente à abertura do período de inscrições para o concurso de remoção. no ato de inscrição. até o máximo de 20 (vinte) pontos.b – diploma de Doutor.1 – como titular de cargo.  § 3º ‐ Mantendo‐se a Classificação Geral.  anteriormente  ao  ingresso:  0. 25 c/c Decreto nº 55.  (Res. até no máximo 10 (dez) pontos.  § 1º ‐ O título de Mestre ou de Doutor correlato à área da Educação.  desde  que  revalidados  por  universidades  oficiais  que  mantenham  cursos  congêneres.2  –  diploma  de  Doutor.  b. referentes à  matérias pedagógicas.   b ‐ por títulos.  até no máximo 50 (cinqüenta) pontos. com a seguinte pontuação e limites:  a.  271 .  b.  observando‐se  que  a  data‐base  das  contagens  será  sempre  o  dia  30  de  junho.  §  2º  ‐  Os  diplomas  de  Mestre  ou  de  Doutor  só  serão  avaliados  se  os  cursos  estiverem devidamente  credenciados pelo  então Conselho  Federal  de  Educação. SE 95/09.3 – Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à  área da Educação: 1(um) ponto por certificado. objeto de inscrição: 0.  a.  no  atual  órgão  de  classificação:  0. será publicada uma relação de inscritos  por união de cônjuges e outra por títulos.  §  3º  ‐  Os  cursos  de  mestrado  e  de  doutorado.  deverão  ser  utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam à concessão de Adicional por Tempo de  Serviço  –  ATS. caput e §§ 1º ao 4º do art.

143/09.  2 ‐ por encargos de família (maior número de dependentes). que deverá ser protocolado na Diretoria de Ensino. SE 95/09. SE 95/09.  na  forma  prevista  no  artigo  842.  § 3º ‐ O candidato que não se manifestar no prazo previsto para a reconsideração. em qualquer classe. observada a data‐base da inscrição. 10)    Artigo  844  –  Para  fins  de  atendimento  à  reserva. no caso de remoção de docentes.  com  vaga  potencial  surgida  durante o processo. contados da publicação da classificação. em nível de unidade escolar.  (Res. 28)        272 .  caberá  reconsideração  dirigida  ao  Dirigente  Regional de Ensino. 25 c/c Decreto nº 55. na seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do  Estado de São Paulo.  § 5º ‐ A contagem do tempo de serviço indicado no item 1 do parágrafo anterior.  §  1º  –  Da  classificação  dos  inscritos.  o  candidato  poderá  solicitar  revisão  de  avaliação  de  títulos ou retificação de contagem de tempo e/ou de quaisquer outros dados que julgue incorretos  na publicação ou no documento de confirmação de inscrição.  de  que  trata  o  §  1º  deste  artigo.  (Res.§  4º  ‐  Quando  ocorrer  empate  entre  os  somatórios  de  pontos  dos  candidatos. 27 c/c Decreto nº 55. 26)    Artigo  845  –  A  classificação  dos  inscritos  para  o  concurso  de  remoção. art.  deverá  considerar  todo  o  tempo  trabalhado  no  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. 9º e  art. 12)    Artigo 846 – Encerrado o prazo de reconsideração da avaliação e do indeferimento  da inscrição da remoção e/ou da reserva.  será  publicada  no  Diário  Oficial  do  Estado.  3 ‐ pela maior idade.  será  observada  a  ordem  de  prioridade  da  classificação dos docentes. §§ 5º ao 11 do art.   (Res.  § 4º ‐ A reconsideração interposta por candidato.  (Res. para  as  classes  de  suporte  pedagógico. o Órgão Setorial de Recursos Humanos fará publicar no  Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos que tiveram a classificação alterada em virtude  de reconsideração e dos que solicitaram alteração do Município pretendido por união.  para fins de desempate. por motivo diverso dos previstos  nesta seção não terá efeito suspensivo nem retroativo.11 e caput do art. no  prazo de 3 (três) dias. art.  §  6º  –  Os  pontos  decorrentes  da  avaliação  situar‐se‐ão  na  escala  de  0  a  100  pontos. e. em escola que apresente mais de um adido na mesma classe docente e/ou na  mesma  disciplina  ou  área  de  necessidade  especial.  sem  possibilidade  de  qualquer  alteração posterior. devendo ser desprezada a 3ª casa decimal. art. estabelecida no processo de atribuição de  classes e aulas do ano letivo em curso. art. SE 95/09.143/09 § 3º do art. em formulário próprio.  terá  seus  dados  ratificados.  por  competência  do  Órgão  Setorial de Recursos Humanos – DRHU/SE.  §  2º  ‐  Na  reconsideração. observará o campo de atuação.  o  desempate deverá se dar. SE 95/09.

  no  Centro  de  Seleção e Movimentação de Pessoal. desde que  apresente parecer do órgão competente a respeito da situação funcional do cônjuge.  direta  e  exclusivamente.  para  o  Município  onde  o  cônjuge.  mesmo que não conste de suas indicações. referidas nos incisos I e II do artigo 836.  Parágrafo único – A comunicação deverá ser imediata. art.  se  houver  vaga. art. atendida a seguinte  ordem de atribuição:  I  ‐  atendimento  por  títulos.  Parágrafo  único  ‐  Em  caso  de  acumulação  de  cargos  ou  funções  públicos  em  municípios diversos.   II – a ordem de classificação geral dos candidatos. o superior imediato deverá comunicar  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  qualquer  alteração  na  situação  funcional  do  candidato. modificação da vaga potencial e da reserva. tem o cargo classificado ou exerce função de natureza permanente.  obedecendo‐se  à  sequência  das  indicações  somente  para o Município do cônjuge. SE 95/09.  II ‐ atendimento por união de cônjuges.  que implique vacância do cargo.    Artigo 850 – Efetivadas as publicações de que trata o artigo 846.  II – a ordem das indicações em cada inscrição.  (Res. 143/09.  funcionário  público  ou  servidor. a união será concedida para o município de opção do candidato. respeitando‐se:  I – as supressões ou exclusões. 29)    Subseção VII  Da Atribuição de Vagas    Artigo  848  –  A  atribuição  de  vagas  aos  candidatos  inscritos  no  concurso  de  remoção. feita por ofício ao Diretor  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e  entregue.  (Res. e   III  ‐  atribuição  compulsória  para  qualquer  vaga  dentro  do  município  do  cônjuge.  será  realizada. e   III – as indicações dos candidatos mais bem classificados.    Artigo  851  –  Na  atribuição  de  vagas  será  obedecida  a  ordem  de  preferência  das  unidades indicadas pelo candidato.  situação  que  ocorre  quando  há  o  preterimento  de  candidato melhor classificado por títulos.  (Res.Subseção VI  Da União de Cônjuges    Artigo  847  –  A  remoção  por  união  de  cônjuges  será  feita  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  por  títulos  e  por  união  de  cônjuges. respeitado o disposto no artigo  842. art. ocorrerá a fase de  atribuição de vagas. SE 95/09. 31 a 33)  273 . obedecendo‐se à sequência das indicações  somente  para  o  Município  do  cônjuge. 18)    Artigo 849 – No período de reconsideração. 30 c/c Decreto nº 55.  respeitando‐se  sempre  e  sequencialmente:  I – a ordem de classificação geral dos inscritos. SE 95/09. arts.

 seja qual for o motivo alegado.    Artigo 855 ‐ O Professor Educação Básica I em Jornada Inicial de Trabalho Docente  que se remover para uma classe reorganizada (5 horas) será.    Artigo  859  –  O  ato  de  inscrição.  (Res.  bem  como  o  resultado  final do concurso de remoção por títulos e por união de cônjuges. 42 c/c Decreto nº 55. art.  (Res. se não houver mais vaga. § 1º do art. em virtude de decisão judicial. observado o disposto no  inciso IX  do  artigo 243 da Lei nº 10. arts. 34 a 37)    Artigo  856  –  Compete  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  publicar  os  comunicados  previstos  nesta  seção  e  as  instruções  julgadas  necessárias.  (Res. arts. 39 a  41. 21)    Artigo 857 – Todos os atos pertinentes a este concurso poderão ser efetuados por  procuração. SE 95/09.    Artigo  853  –  Quando  a  remoção  de  titular  de  cargo  da  classe  de  docente  ou  da  classe de suporte pedagógico for tornada sem efeito.  terá o ato de nomeação tornado sem efeito. devendo ser apresentados os instrumentos de mandato. se for o caso.  (Res.  não  podendo  ser  atribuída a outro candidato. documento de identidade do  procurador e os documentos exigidos para  cada um deles.  o  funcionário  retornará à unidade de origem. SE 95/09. incluído.  Parágrafo  único  –  Na  situação  aventada  no  caput  deste  artigo.  (Res. readaptação  ou  vacância  de  cargo.  por  parte  do  candidato.  implicará  o  reconhecimento  e  o  compromisso  de  aceitação  do  disposto  nesta  seção  e  demais  normas  disciplinadoras do concurso.  a  vaga  remanescente  estará  excluída  do  concurso. único do art.143/09 par. de  acordo com a indicação. na condição de adido.261/68. art 43)  274 . art.    Artigo  858  –  Poderá  haver  atendimento  parcial  da  reserva  de  carga  horária  ao  candidato que se encontrar nas situações especificadas no artigo 836.  Subseção VIII  Das Disposições Finais    Artigo  852  –  A  remoção  será  efetivada  mediante  portaria  do  Dirigente  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. c/c Decreto nº 55.  após  o  que  não  será  permitida  ao  candidato a desistência ou qualquer tipo de alteração. 4º)    Artigo  860  –  Os  recursos  para  efeito  do  disposto  nesta  seção  não  terão  efeito  suspensivo. SE 95/09. SE 95/09. em Jornada Inicial ou Básica de Trabalho Docente.143/09. 38 c/c Decreto nº 55. que vier a se readaptar no decorrer do concurso. 12)    Artigo  861  –  Os  casos  omissos  serão  decididos  pelo  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos.    Artigo 854 – O candidato inscrito. SE 95/09. art. por ocasião da assunção.143/09.

 de 3 de  dezembro  de  2003.  g) declaração da Instituição de Ensino Superior de que o interessado foi aprovado  como  aluno  regular.  destina‐se.  em  nível  de  mestrado  ou  doutorado.  indicando nome/área do curso e a titulação final.  II ‐ tenha sido considerado estável nos termos da Constituição Federal. às seguintes condições:  I ‐ esteja em efetivo exercício.  cumulativamente.  exclusivamente. instituído pelo Decreto nº 48. c/c art.  II ‐ formalizar sua inscrição. 1º e 2º. nos últimos  5 (cinco) anos.  VI  ‐  esteja  distante  da  aposentadoria  por  pelo  menos  5  (cinco)  anos. os seguintes documentos:   a) cópia da ficha cadastral preenchida na Internet.  VIII ‐ comprove admissão em curso de mestrado ou doutorado reconhecido pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ‐ CAPES. integrante de classe de docentes ou de suporte pedagógico.  h)  cópia  do  termo  de  ciência/compromisso  disponibilizado  no  sítio  do  Projeto  devidamente assinada.  para  ingresso  em  programa  de  pós‐graduação.  admitido  em  curso  de  pós‐graduação.298.  c) cópia do último holerite.    III – seja portador de licenciatura plena.  f)  declaração  da  instituição  de  ensino  superior  de  que  o  curso  de  Mestrado/Doutorado é recomendado/reconhecido pela CAPES. atuando no magistério público estadual.  e  que  atenda. observado o disposto no  artigo 867.  da  rede  pública  ou  privada.  VII ‐ não tenha sofrido qualquer penalidade administrativa disciplinar.277/08.  d)  declaração  de  tempo  de  efetivo  exercício  no  cargo  e  de  distância  da  aposentadoria expedida pela sede de exercício. via Internet. SE nº 64/08)    Artigo  863  ‐  O  titular  de  cargo  do  Quadro  do  Magistério  ‐  QM.  Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado    Artigo 862 – O Projeto Bolsa Mestrado.  ministrado  por  instituição  de  ensino  de  nível  superior.  em  processo  seletivo. e 9 (nove) anos.   275 . no sítio do Projeto.  e) declaração de horário de trabalho do local de exercício. arts.  (Decreto nº 53.  V  ‐  não se encontre  percebendo incentivo  decorrente de concessão  de qualquer  tipo de bolsa por outro órgão público. encaminhando via correio/SEDEX ou pessoalmente à  Diretoria de Ensino na qual se encontra vinculado o seu cargo.  que  atender  aos  requisitos do artigo anterior e tiver interesse em participar do Projeto Bolsa Mestrado/Doutorado.  IV  ‐  não  esteja  em  regime  de  acumulação  remunerada  de  cargos  públicos  ou  de  cargo/função/emprego público.  quando  se  tratar de curso de mestrado.  ao  titular  de  cargo  efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  IX  ‐  apresente  projeto  da  dissertação  ou  tese  conforme  as  linhas  de  pesquisa  e  condições definidas em normas complementares pela Secretaria da Educação. quando se tratar de doutorado. 1º da Res.  b) cópia de documentos pessoais: RG e CPF.  deverá:  I ‐ cadastrar‐se.

  efetuando os pagamentos dos benefícios até o décimo dia útil de cada mês.  d) analisar os relatórios das Comissões Regionais.  (Res.  poderá  inscrever‐se  para  participar  do  Projeto obedecido ao que segue:  1 ‐ apresentar declaração da instituição de ensino superior com as datas de início  do curso e de previsão da defesa de tese.  o  número  de  bolsas  a  ser  disponibilizado  para  concessão e o cronograma das inscrições.  3  ‐  obter  a  proporcionalidade  dos  incentivos.  § 1º ‐ A Comissão Central será integrada por 3 (três) profissionais indicados pelo  Gabinete do Secretário da Educação.  §  3º  ‐  O  profissional  que  for  contemplado  com  a  Bolsa  Mestrado  não  poderá  integrar as Comissões Central ou Regional de que trata esta seção.  f)  analisar  e  decidir  sobre  os  pedidos  de  reintegração  da  bolsa  mestrado/  doutorado.  b) receber e analisar a documentação dos interessados. mediante a verificação  do contido no parágrafo 5º do artigo 865.  276 . observado o contido nos  artigos 862 e 863.  2 ‐ atender aos demais requisitos e exigências desta seção. em nível de mestrado ou  doutorado.  d)  processar  a  operacionalização  do  incentivo  em  sua  área  de  jurisdição.  no  início  de  cada  ano.   § 2º ‐ O interessado que estiver cursando pós‐graduação. 2º)    Artigo  864  ‐  Os  trabalhos  serão  coordenados  por  uma  Comissão  Central  e  por  Comissões Regionais com as seguintes competências:  I ‐ Cabe à Comissão Central:  a) responsabilizar‐se pela coordenação geral do Projeto.  § 4º ‐ A análise.  sem  efeito  retroativo.  b)  definir.  c) autorizar o encaminhamento dos projetos de pesquisa à FAPESP dos candidatos  que atenderem aos requisitos contidos nesta resolução.  II ‐ Compete à Comissão Regional:  a) responsabilizar‐se pela coordenação regional do Projeto. art. aprovação e acompanhamento acadêmico do projeto de pesquisa  será efetuado pela FAPESP em trabalho conjunto com a Secretaria de Educação.  e) analisar e decidir sobre recursos interpostos em nível central.  c) expedir orientações às Comissões Regionais.  que  serão  concedidos pelo prazo previsto para a conclusão do curso.  em  data  anterior  a  30  de  agosto  de  2008. SE nº 64/08.§  1º  ‐  As  inscrições  estarão  abertas  nas  Diretorias  de  Ensino  nos  meses  de  maio/junho e novembro/dezembro  de  cada  ano  ou  em  períodos  a  serem  fixados pela  Comissão  Central.  § 2º ‐ As Comissões Regionais serão instaladas nas Diretorias de Ensino integradas  por 3 (três) profissionais designados pelo Dirigente Regional sendo um da área de finanças.  e) encaminhar à Comissão Central os recursos interpostos em nível regional com  respectivo parecer circunstanciado.  g) resolver casos omissos desta seção.  f)  encaminhar  para  análise  da  Comissão  Central  relatórios  semestrais  de  acordo  com diretrizes a serem definidas pelo órgão central de competência.

  §  2º  ‐  O  bolsista  deverá  obter  o  título  de  Mestre  ou  de  Doutor  nos  prazos  estabelecidos nos incisos I e II deste artigo.  §  4º  ‐  A  concessão  do  incentivo  da  Bolsa  Mestrado/Doutorado  em  hipótese  alguma terá efeito retroativo não cabendo ressarcimentos a eventuais gastos anteriores. SE nº 64/08)    Artigo  866  ‐  O  educador. nos termos definidos pela Secretaria  da Educação.  (Res.§  5º  ‐  Para  que  seja  viabilizado  o  acompanhamento  acadêmico  dos  projetos  de  pesquisa  pela  FAPESP.   §  5º  ‐  Para  efeito  de  pagamento.298.  instituído  pelo  Decreto  nº  48. 5º da Res.  bem  como. 3º  c/c o art.  277 .  §  9º  ‐  Somente  após  o  cumprimento  do  período  de  retribuição  do  benefício  recebido pelo curso de mestrado.  que  deixar de cumprir as condições previstas para a sua concessão e manutenção.  o  valor da ajuda financeira concedida. desenvolvido no curso de Mestrado/ Doutorado. no mínimo.  § 3º ‐ A prorrogação pelo prazo máximo de 6 (seis) meses.  §  7º  ‐  O  educador  participante  do  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  permanecerá.  (Decreto nº 53.277/08. prorrogáveis pelo prazo máximo  de 6 (seis) meses. sob pena  de imediato encaminhamento do débito à Procuradoria Geral do Estado.  quando  for  o  caso.  perante à Comissão Regional. para Mestrado. devidamente consolidada na forma desta resolução. será notificado para. para que seja promovida  a sua cobrança judicial. conforme estabelecido no § 1º deste artigo.   § 10 ‐  O  servidor que cursar  pós‐graduação em  nível de mestrado ou doutorado  em instituição pública o incentivo será utilizado para aquisição de material de suporte ao curso.  §  1º  ‐  Verificado  o  atendimento  dos  requisitos  estabelecidos  no  artigo  862.  para  Doutorado.  em  parcela  única.   §  6º  ‐  A  data  de  apresentação  da  defesa  da  dissertação/tese  determinará  a  cessação imediata do beneficio Bolsa Mestrado/Doutorado.  inclusive  quitação  das  mensalidades. prevista nos incisos I e II  deste artigo.  os  bolsistas  deverão  atender  as  exigências  daquela  fundação  relativas  à  apresentação de quaisquer tipos de relatórios.  de  3  de  dezembro  de  2003.  repor.  em  qualquer  hipótese.  II  ‐  até  48  (quarenta  e  oito  meses). é que o interessado poderá pleitear a Bolsa Doutorado.  o  bolsista  deverá  comprovar  semes‐tralmente. a critério da Administração.  contado  do  recebimento  da  notificação.  o  candidato  deverá  assinar  termo  de  compromisso  no  sentido  de  que  permanecerá  em  efetivo  exercício no magistério público estadual.  §  8º  ‐  O  bolsista  poderá  se  afastar  do  exercício  do  cargo  para  participar  de  congressos e outros eventos com objetivo específico de apresentar/publicar material relativo ao  seu projeto. em  que conste explicitada a necessidade de dilação do prazo para defesa da dissertação/tese. encaminhar mensalmente a freqüência mínima exigida e aproveitamento. SE nº 64/08.  no prazo  de 30  (trinta)  dias. a adimplência das obrigações por ele assumidas junto à Instituição  de  Ensino.  beneficiário  do  auxílio  financeiro  objeto  do  Programa  Bolsa  Mestrado/Doutorado. art. pelo mesmo período durante o qual usufruiu  o benefício da bolsa. a ser concedida ao educador pelo período de:  I ‐ até 24 (vinte e quatro) meses.  a  partir  da  data  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. arts 3º e 4º)    Artigo  865  ‐  O  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  consiste  em  ajuda  financeira  mensal. a critério da Administração.  prorrogáveis  pelo  prazo  máximo de 6 (seis) meses.  em  efetivo  exercício  no  Magistério Publico Estadual. será concedida mediante a apresentação de declaração do orientador do curso.

261/68.  4  ‐  será  considerado  celebrado  com  a  assinatura  do  termo  de  acordo  e  o  pagamento da primeira parcela.  por  exoneração  ou  demissão. requerer que as horas reduzidas da jornada de trabalho sejam repostas nos  fins de semana.  em  substituição  às  formas  de  pagamento  previstas nesta seção.  278 .  2  ‐  se  deferido.  que  o  débito  consolidado  na  data  da  notificação seja reposto na forma do artigo 111 da Lei nº 10.298/2003.  sobre  o  valor  das  parcelas  seguintes  à  primeira. o integrante do Quadro do Magistério Público Estadual poderá requerer.  § 2º ‐ De acordo com a conveniência do educador.    Artigo  866  B  ‐  Sem  prejuízo  da  forma  de  pagamento  prevista  nos  artigos  anteriores.  ser  pagos  parceladamente.  Artigo  866  A  ‐  Excepcionalmente.  6  ‐  será  considerado  rompido.  b)  10%  (dez  por  cento).  7  ‐  sem  prejuízo  da  conversão  em  reais  na  data  do  efetivo  pagamento.  5 ‐ somente poderá ser pleiteado uma vez. desde que o educador justifique e demonstre de modo inequívoco incapacidade  financeira para saldar o débito de outra forma. se verificado  atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de qualquer das parcelas. e será convertido em  reais na data do efetivo pagamento.  §  3º  ‐  Havendo  quebra  superveniente  do  vínculo  funcional. para atrasos superiores a 60 (sessenta) dias e iguais ou  inferiores a 90 (noventa) dias. por qualquer motivo.  § 2º ‐ O parcelamento previsto neste artigo obedecerá ao seguinte procedimento:  1  ‐  o  número  máximo  de  parcelas  será  igual  ao  número  de  meses  em  que  os  valores do auxílio tenham sido repassados ao beneficiário. nas Escolas que mantém o Projeto Escola da Família.  incidirão os seguintes percentuais de multa moratória:  a) 5% (cinco por cento).  pagas  com  atraso  não  superior  a  90  (noventa)  dias.  os  valores  relativos  ao  débito  objeto  da  notificação  prevista  no  artigo  anterior  poderão. celebrado.261/68.  c) 15% (quinze por cento). o percentual do desconto em folha poderá ser superior ao previsto no artigo 111 da Lei nº  10. apurado a partir  do valor do débito consolidado dividido pelo número de parcelas requerido.  o  débito  será  consolidado  nessa  data  e  o  interessado  será  notificado para a celebração. no prazo de  30  (trinta)  dias  contado  do  recebimento  da  notificação.  a  critério  da  Administração.  deduzidos  os  descontos  mensais efetuados. promover a cobrança judicial correspondente.  com  o  encaminhamento  do  valor  do  saldo devido  para a Procuradoria Geral do Estado. desde que demonstrada a incapacidade financeira para a quitação à vista do débito.    Artigo 866 C ‐ Caso o incentivo tenha sido concedido na forma no inciso II do artigo  2º  do  Decreto  nº  48. ainda que o parcelamento anterior não  tenha sido.  poderá  o  educador.  §  1º  ‐  O  saldo  do  débito  reposto  na  forma  deste  artigo.  o  saldo  remanescente  apurado  deverá  ser  liquidado  de  uma  só  vez.  aplicando‐se  o  artigo 2º.  3 ‐ o valor de cada parcela será expresso em número de UFESP’s. manifestada em requerimento  próprio.  para  atrasos  superiores  a  30  (trinta)  dias  e  iguais  ou  inferiores a 60 (sessenta) dias. será corrigido monetariamente até a final liquidação. para atrasos não superiores a 30 (trinta) dias.  §  1º  ‐  Para  os  educadores  que  já  não  mantêm  vinculo  funcional  com  a  Administração a única possibilidade de parcelamento é a prevista no caput deste artigo.

  Artigo 866 D‐ Para efeito do disposto nesta seção.  efetivamente desembolsado em favor do beneficiário ou.277/08)    Artigo  867  ‐  O  servidor  deverá  cursar  pós‐graduação  na  disciplina  do  cargo  que  exerce  ou  pós‐graduação  em  Educação  e.  em  relação  a  algumas  tarefas  específicas de suas funções.  a  carga  horária  correspondente  às  horas  de  trabalho reduzidas ou a soma do valor de todas as horas reduzidas da jornada de trabalho.    Artigo  869  ‐  A  Secretaria  da  Educação  ficará  incumbida  do  acompanhamento  e  avaliação  do  Projeto  Bolsa  Mestrado.  contar  com  a  colaboração  de  instituições  especializadas.  II ‐ débito consolidado ‐ valor do débito acrescido de correção monetária.  quando  se  tratar  de  Supervisor  de  Ensino.  aos  vencimentos  dos  beneficiários  e  não  será  considerado  para  cálculo  de  quaisquer vantagens pecuniárias. em  nenhuma  hipótese.277/08.  podendo. arts.  para  tanto. contada  a partir da data em que ocorreu o motivo de exclusão do beneficiário do programa até a data da  efetiva liquidação do débito.  obedecidas as normas legais e regulamentares incidentes na espécie.  Parágrafo único ‐ A correção monetária será calculada de acordo com a  variação  do valor da UFESP.  área  de  supervisão  escolar.    Artigo 868 ‐ O incentivo financeiro de que trata esta seção não se incorpora. em especial a Lei federal nº  8.  no  caso  de  Diretor  de  Escola.  em  se  tratando de integrante da classe de docentes.   (Res. o projeto deverá estar  voltado  especificamente  para  a  área  de  gestão  escolar. SE nº 29/09. de 21 de junho de 1993. considera‐se:  I  ‐  débito  ‐  a  soma  de  todas  as  parcelas  do  auxilio  financeiro  concedido. 4º do Decreto nº 53. se o incentivo foi concedido na forma do  inciso  II  do  artigo  2º  do  Decreto  nº  48.666.  §  3º  ‐  O  projeto  Bolsa  Mestrado  atenderá  os  candidatos  cujos  projetos  forem  selecionados segundo normas complementares expedidas pela Secretaria da Educação. o projeto de dissertação ou tese deverá estar dirigido especificamente para  o desenvolvimento de metodologias de ensino e aprendizagem da respectiva disciplina e incluído  nas linhas de pesquisa definidas pela Secretaria da Educação. bem como incluído nas linhas de pesquisa definidas  pela Secretaria da Educação.298/2003. arts. c/c o art.  neste  caso.  §  1º  ‐  Quando  o  curso  de  pós‐graduação  tiver  por  objeto  a  disciplina  do  cargo  exercido pelo servidor. 1º a 5º.    279 .  que  venha  a  alterar  sua  capacidade  para  o  trabalho.  (Decreto nº 53.  § 2º ‐ Quando o curso de pós‐graduação for em Educação.  mediante  a  formalização  de  instrumentos  jurídicos  próprios.  com  estrita  correlação  à  sua  área  de  atuação. 4º ao 7º)    Seção IV  Da Readaptação    Artigo 870 ‐ O integrante do Quadro do Magistério poderá ser readaptado.  ou  desenvolvimento  de  metodologias  de  ensino  e  aprendizagem  referentes  à  disciplina  do  cargo  que  exercer.  comprovada  através  de  inspeção  médica. desde  que  ocorra  modificação  no  seu  estado  físico  e/ou  mental.

 3º e 4º. ficar comprovada a ocorrência das modificações previstas no artigo anterior.    Artigo 873 ‐ O docente readaptado poderá ser afastado. SE nº 26/97)    Artigo 874 ‐ O readaptado cumprirá. 1º.  enquanto  perdurarem  os  motivos  que  deram  origem  à  readaptação.  por  mudança  de  sede  de  exercício.  através  de  inspeção  de  saúde  para  fins  de  licença  ou  aposentadoria. SE nº 307/91. no âmbito da Secretaria  da Educação para:  I – integrar o Módulo das Diretorias  de Ensino.  Parágrafo  único  –  O  afastamento  previsto  neste  artigo  somente  poderá  ocorrer  após pronunciamento favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde. o readaptado poderá ter exercício  fora  do  âmbito  da  Pasta.  anualmente.  § 1º ‐ O limite estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos readaptados da  própria unidade de classificação do cargo ou da função‐atividade.  a  cumprir  o  Rol  de  Atribuições  constante da Súmula de Readaptação. se for o  caso.  respeitado  o  limite  de  até  2  readaptados  por  unidade escolar ou Diretoria de Ensino. à carga suplementar que prestava no momento da readaptação ou  2 – pela média da carga horária dos últimos 60 meses imediatamente anteriores à  readaptação.  II – exercer a função de Professor Coordenador.    Artigo 875 ‐ A sede de exercício do readaptado será fixada da seguinte forma:  I – se docente.  por  ocasião  da  publicação  da  Súmula de Readaptação.  readaptado.  no  entanto.  poderá  optar. permanecer em exercício na Diretoria de Ensino. justificando a medida ou  II  –  pelo  DPME.  § 2º ‐ Ouvida a CAAS e devidamente autorizado.  observado.  na  Diretoria  de  Ensino a que se vincula a unidade de classificação do cargo. na mesma unidade de classificação do cargo ou da função‐ atividade.  o  disposto  no  artigo 874.    Artigo  872  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ficará  obrigado.  o número de horas correspondentes à sua jornada ou carga horária de trabalho semanal. será considerado de afastamento do  cargo para fins de substituição.  III – ser designado para a função de Vice‐Diretor de Escola ou integrante de classe  de suporte pedagógico.    Artigo 876 ‐ O período em que o titular de cargo de classes de suporte pedagógico. na unidade designada para sede de exercício.     Artigo  877  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. fazendo jus. com a redação dada pela Res. optar:  1 – pela jornada de trabalho docente em que estiver incluído.Artigo 871 ‐ A readaptação de que trata esta seção poderá ser proposta:  I – pelo chefe imediato. 2º. na unidade escolar de classificação do cargo ou da função‐atividade  e   II  –  se  titular  efetivo  de  cargo  de  classes de  suporte  pedagógico.  (Res.  quando.  Parágrafo  único  –  O  docente  readaptado  poderá. arts.    280 .  por  prazo  certo  e  determinado.  readaptado.

 expedir portaria de:  I – classificação de unidade – sede de exercício e  II – mudança de sede de exercício.  do  281 .  II – se estável ou ocupante de função‐atividade: ampliar a carga horária semanal  de trabalho. 13.  será  dispensado  nos  termos  do  artigo 35.    Artigo  881  –  Cessada  a  readaptação  do  docente.  os  funcionários  e  servidores  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.010/07.Artigo  878  ‐  Compete  ao  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos.  no  decorrer  do  ano.  perceberá  salário  pela  carga  horária  de  10  (dez)  horas  semanais  ou  50  (cinqüenta) horas mensais.  anualmente.  quando  do  processo  de  atribuição  de  classes  e/ou  aulas. exclusivamente para efeito de classificação. união de cônjuges ou títulos.  inscrever‐se em concurso público de remoção por permuta. SE nº 26/97.ou iniciará período de interrupção de exercício. c/c a Lei Compl.  será  declarado  adido  e  perceberá  vencimentos  correspondentes à jornada de trabalho na qual está incluído. nº 706/93.    Artigo  882  –  Fica  vetado  ao  titular  de  cargo.    Artigo  879  –  As  aulas  e/ou  classes  de  Professor  Educação  Básica  I  e  Professor  Educação Básica II serão liberadas após a publicação da Súmula de Readaptação de seus titulares . e  II  –  inscrever‐se. até seu aproveitamento. SE nº 307/91.     Artigo  884  –  O  docente  que  tiver  processo  de  readaptação  em  tramitação. da Lei 500/74. deverão ser tomadas as seguintes provi‐dências:  I  –  se  titular  de  cargo.  não  poderá:  I – se titular de cargo:  a) ampliar a jornada de trabalho e  b) substituir outro docente com carga horária superior. até seu aproveitamento. SE nº 90/05.    Artigo  880  –  O  docente  ocupante  de  função‐atividade.  enquanto  perdurar  a  readaptação.  em  relação aos readaptados.  e  na  impossibilidade de aproveitamento imediato.  III  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 883 – O tempo de serviço prestado na condição de readaptado poderá ser   considerado no campo de atuação para efeito de classificação no processo anual de atribuição de  classes e aulas. e 15)    Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno    Artigo  885  ‐  Farão  jus  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno. 5º ao 12. 14 c/c o art. 8º da Res. deverá:  I  –  perceber  salário  correspondente  à  carga  horária  fixada  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 874.  enquanto  permanecer  na  condição de readaptado.  (Res. com a redação  dada pela Res. abrangido pela Lei Complementar nº 1. arts. inciso III. quando se tratar  de docente categoria F.  II  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade  declarado  estável  nos  termos  da  Constituição  Federal/88.

 no período noturno. no período noturno. SE nº 82/86.Quadro do Magistério. por 240 (duzentas e quarenta) horas. de 27‐12‐85. serviços obrigatórios  por lei e de outros afastamentos que a legislação considere como de efetivo exercício para todos  os efeitos legais. fará jus ao pagamento relativo ao período de  férias na base de 1/12 (um doze avos) do valor percebido por mês de serviço prestado.  § 2º ‐ Para apuração do total de horas mensais de integrante de classe de suporte  pedagógico será aplicada a seguinte fórmula:  1 – total semanal de horas prestadas dividido por 5 (cinco) e multiplicado por 30  (trinta)  2 – do resultado da multiplicação deve ser considerado apenas o número inteiro.  desprezadas as frações.    Artigo 886 ‐ Considerar‐se‐á trabalho noturno aquele que for realizado no período  das  19  (dezenove)  horas  às  23  (vinte  e  três)  horas.    Artigo  889  ‐  O  funcionário  ou  servidor  do  Quadro  do  Magistério  não  perderá  o  direito  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno.    Artigo 887 ‐ Para fins de pagamento de que trata o artigo 85 da Lei Complementar  nº 444/85.  quando  se  afastar  em  virtude  de  férias.    282 .    Artigo  890  –  Entenda‐se  como  outros  afastamentos  que  a  legislação  considere  como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. aqueles em que o funcionário ou servidor  continuam  a  perceber  o  vencimento. consideradas as horas inteiras  efetivamente trabalhadas nas unidades escolares.  § 1º ‐ O cálculo do valor de hora será resultado da divisão do valor do padrão em  que estiver enquadrado o funcionário.    Artigo 888 ‐ Para o integrante de classe de suporte pedagógico. licença para tratamento de saúde. enquanto atuarem no ensino fundamental e médio das unidades escolares  da Secretaria da Educação. nojo.  §  3º  ‐  O  pagamento  do  Supervisor  de  Ensino  será  efetuado  com  freqüência  vencida. não serão consideradas as horas fracionadas. gala.  (Res.  como  se  em  exercício  do  cargo  ou  função‐atividade  estivessem. por meio de informação mensal à Secretaria da Fazenda.  Parágrafo único – Quando o titular reassumir o exercício no 1º dia útil do ano. faltas abonadas. 1º ao 7º)    Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias    Artigo  892 ‐ O docente ocupante de função‐atividade dispensado nos termos  do  inciso I ou II do artigo 26 da LC nº 444. a Gratificação será  calculada sobre o valor que corresponder às horas de serviço prestadas no período noturno. júri.    Artigo  891  ‐  Aplicam‐se  as  disposições  desta  seção  aos  readaptados. que atuam no período noturno. arts.  conforme  estabelece  o  artigo  84  da  Lei  Complementar nº 444/85. o  substituto será considerado dispensado em 31  de dezembro do ano anterior.  integrantes  do Quadro do Magistério.  licença‐ prêmio.

  para  os  efeitos  desta  seção. ainda não gozadas. será feita por meio da carteira funcional  ou demonstrativo de pagamento do mês em  curso.  Parágrafo  único  ‐  O  cálculo  e  o  pagamento  de  que  tratam  os  artigos  anteriores. 1º. quanto  ao gozo  de férias. SE nº 15/90.  Parágrafo  único  –  A  meia‐entrada  corresponderá  sempre  à  metade  do  valor  do  ingresso cobrado.858/01. 2º e 3º)    Seção IX  Do Adicional de Transporte    Artigo  898  ‐  O  adicional  de  transporte.  aos  professores da rede pública estadual de ensino.  praças  desportivas  e  similares. com a redação dada pela Res. no período de férias estabelecido pelo calendário escolar. será considerado o período compreendido entre  os meses de janeiro a dezembro do ano base.  (Resolução SE nº 289/86.  o  direito  de  usufruir. alterado pela Res. e destina‐se a indenizar parte das  283 . e  II – as férias indeferidas por absoluta necessidade do serviço. sendo o pagamento efetuado no mês de fevereiro  do ano subseqüente. SE nº 145/86.  por  ocasião  do  retorno  ao  exercício  das  funções  docentes. 2º e 3º)    Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes    Artigo  894  –  Ao  professor  afastado  para  exercer  outras  atividades.  atendido o interesse do ensino:  I – as férias regulamentares do exercício. SE nº 306/89)     Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada    Artigo  895  ‐  É  assegurado  o  pagamento  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  realmente  cobrado  para  o  ingresso  em  casas  de  diversões. 1º.  § 1º ‐ Aplica‐se o disposto no caput e inciso I deste artigo a docente em gozo de  licença à gestante. será devido ao Supervisor de Ensino e ao Diretor  de Escola. do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação. art.  (Res.  no  período em  que esteve afastado. art. ao reassumir suas funções.  § 2º Cabe ao docente.  teatrais.  (Lei nº 10.    Artigo  897  ‐  A  prova  da  condição  prevista  no  artigo  895  para  recebimento  do  benefício.Artigo 893 ‐ Para fins de cálculo.  fica  assegurado. entregar ao superior imediato  os  expedientes que  retratem  a  sua situação funcional.  os  estabelecimentos  que  realizaram  espetáculos  musicais. 1º.  atividades  sociais  recreativas  e  quaisquer  outros  que  proporcionem  lazer  e  entretenimento.  circenses. de 22 de julho de 1992. ainda que sobre o seu preço incidam descontos ou atividades promocionais.  artísticos. arts.  serão efetuados automaticamente pela Secretaria da Fazenda.  cinematográficos.  instituído  pelo  artigo  2º  da  Lei  Complementar nº 679.    Artigo  896  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversões.

 bem como as metas contidas  no Plano de Gestão da escola elaborado pela direção da unidade. nem se incorporará aos vencimentos para nenhum efeito. tais como  faringite.  deverá  ser  justificado  perante  o  superior  imediato. bursite. inclusive faltas abonadas. referente ao mês.    Artigo  899  ‐  É  condição  essencial  para  a  concessão  do  benefício  a  apresentação  prévia do plano de trabalho mensal. dermatite e outras.    Artigo  907  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" tem por objetivos:  I ‐ informar e esclarecer os professores e outros profissionais da área da educação  sobre a possibilidade da manifestação de doenças decorrentes do exercício profissional.  correspondendo a:  I – 20% (vinte por cento) do padrão inicial da classe para o Supervisor de Ensino.  Parágrafo único – Serão considerados instrumentos de avaliação.    Artigo 902 ‐ O funcionário perderá o direito ao adicional de transporte na hipótese  de afastamento. gala. o  termo lavrado pelo Supervisor de Ensino quando de visita às escolas.  no  caso  de  descumprimento parcial do plano de trabalho.    Artigo 900 ‐ Cabe ao superior imediato a aprovação do plano de trabalho mensal.796/92.    Artigo  904  – Sobre  o  adicional  de transporte não  incidirá  vantagem  de  qualquer  natureza.  Parágrafo único – O descumprimento parcial do plano de trabalho de que trata o  inciso  II  deste  artigo.  (Decreto nº 35. licenças e ausências de qualquer natureza.    Artigo 901 ‐ O descumprimento do plano de trabalho mensal acarretará:  I – perda total da  vantagem.    Artigo  905  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  ao  funcionário  que  exerça  substituição nas classes de Supervisor de Ensino e de Diretor de Escola.  II  –  redução  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  da  vantagem.    Artigo 903 ‐ O benefício de que trata esta seção não será computado no cálculo de  quaisquer vantagens.  nojo e júri.  a  quem  caberá  decidir  pela perda parcial ou total da vantagem. arts. 1º ao 8º)    Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador    Artigo  906  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" dirige‐se aos professores e outros profissionais da área da educação.  bem como a avaliação do seu cumprimento.  284 .  II – 10% (dez por cento) do padrão inicial da classe para o Diretor de Escola. férias. dentre outros.despesas  de  locomoção  realizadas  no  desempenho  das  atribuições  próprias  dos  cargos. até o segundo dia útil do mês. no caso de seu descumprimento  integral.

 que possa comprometer sua incolumidade.  (Lei nº 11.945/89)    Artigo  913  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.II ‐ orientar sobre os métodos e formas preventivas de combate a referidos males.    Artigo  911  ‐  A  Política  de  que  trata  esta  seção  poderá  contar  com  o  apoio  de  instituições públicas voltadas ao estudo e combate à violência. nos dias letivos.  trens  metropolitanos  e  Metrô. com a redação dada pelo Decreto nº 30.  e  membros das comunidades respectivas. 3º e 5º)    Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  912  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens.  (Lei nº 12.    Artigo 914 – A Carteira de Transporte Escolar Metropolitano permitirá a aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus.  alunos.875/05. 1º e 2º)    Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São  Paulo    Artigo  908  –  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo observará as disposições desta seção.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.     Artigo  909  ‐  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo tem os seguintes objetivos:  I – estimular a reflexão nas escolas e respectivas comunidades acerca da violência  que tem atingido os educadores. 81.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência.048/05. arts.    Artigo  910  ‐  As  atividades  voltadas  à  reflexão  sobre  a  violência  contra  os  educadores serão organizadas conjuntamente pelas entidades representativas dos profissionais da  educação.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  mediante  a  utilização  de  285 . art. voltadas ao combate à violência contra os profissionais da  educação que nela trabalhem.  poderão  obter  junto  à  direção  das  unidades  escolares  a  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano.  II  –  desenvolver  atividades  nas  escolas.  III ‐ encaminhar o profissional enfermo para o adequado tratamento das moléstias  de que seja vítima em virtude da profissão.  III  –  implementar  medidas  preventivas  e    cautelares  em  situações  nas  quais  os  educadores estejam sob risco de violência. 2º.  que  congreguem  educadores. 1º. seja no ambiente escolar ou em suas imediações.  Conselhos de Escola  e entidades da comunidade interessadas em  contribuir  com este  processo. arts.  instituído por ato do Secretário dos Transportes Metropolitanos.

 art. 1º.  (Res. cartões ou outros meios de acesso.  (Res.  aos  fins  declinados  no  inciso  III  do  artigo  4º  do  Decreto nº 12. arts. 1º e 2º)    Seção II  Das Lixeiras Seletivas    Artigo 917 ‐ O Governo do Estado de São Paulo instalará.  de  acordo  com  as  prioridades  da  unidade  escolar.passes. SE nº 179/93. arts. 2º. em local de fácil acesso a todos os alunos do estabelecimento de ensino. SE nº 133/03)      TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR    CAPÍTULO I  DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos    Artigo  916  –  A  instalação  de  telefones  públicos  será  obrigatória  em  todas  as  unidades escolares da Rede Estadual de Ensino. de forma gradativa. utilizando o formulário  fornecido pela  Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. 286 .    Artigo  918  ‐  O  Conselho  Deliberativo  da  Associação  de  Pais  e  Mestres  de  cada  estabelecimento  de  ensino  da  rede  estadual  promoverá  a  venda. lixeiras em número suficiente para receber separadamente os detritos  de plásticos.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. alt. por meio da EMTU/SP. SE nº 179/93.983(•).  pelo  maior  preço.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU. nas  escolas públicas estaduais.  será  destinado  obrigatoriamente. de metais e de outros materiais recicláveis.  Parágrafo  único  ‐  O  telefone  público  deve  ser  instalado  no  pátio  da  unidade  escolar. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano. de 15 de dezembro de 1978. pela Secretaria da Educação. de papéis.  II –  cadastrar  os  professores interessados.983/78 foi alterado pelo Decreto nº 48. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP. de vidros. bilhetes magnéticos.1º e 2º)  (•) O Decreto nº 12.  (Lei nº 10.740/97. pela Res.  Parágrafo  único  –  O  valor  resultante  da  comercialização  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. art.  do  material  reciclável que for recolhido. SE nº 133/03)    Artigo 915 ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.306/99. com a redação dada pela Res.  apurado  pelo  referido  Conselho  Deliberativo.  (Lei nº 9.408/04.

 de quaisquer espécies. art. 1º)    Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos    Artigo  921  ‐  É  proibido  fumar  nas  dependências  e  recintos  dos  órgãos  da  administração pública direta.  e  em  especial  as  unidades  escolares.  §  2º  ‐  Caberá  ao  Diretor  ou  responsável  pela  unidade  de  ensino  indicar  o  funcionário que deverá freqüentar o curso de que trata o parágrafo anterior. ou produtos utilizados na respectiva fabricação.092/81.  esportivas  e  de  saúde.  devem  manter  em  caráter  permanente  faixas.540/03.  os  estabelecimentos de ensino fundamental e médio deverão manter entre os seus funcionários pelo  menos um com conhecimento sobre prevenção e combate a incêndios. arts.  §  1º  ‐  Os  conhecimentos  sobre  prevenção  e  combate  a  incêndios.  § 3º ‐ O funcionário indicado. em locais visíveis. art. nas unidades por ela alcançadas. mediante a apresentação de atestado de freqüência  expedido  pelo  Corpo  de  Bombeiros  da  Polícia  Militar  será  considerado  presente  para  todos  os  efeitos  legais  no  estabelecimento  de  ensino  durante  o  período  que  freqüentar  o  curso. indireta e fundacional do Estado. 3º e 4º)            287 .  de  que  trata  este  artigo.  mediante  afixação de cartazes. à família e à sociedade.  deverão  ser  adquiridos  mediante  a  freqüência  obrigatória  ao  curso  de  Bombeiro  Auxiliar. 1º.  § 2º ‐ O disposto nesta subseção aplica‐se igualmente às pessoas que.  não  sofrendo qualquer prejuízo nos vencimentos e nas demais vantagens de seu cargo.  (Lei nº 11. por intermédio de seu Corpo de Bombeiros. não tendo a  condição de servidores dos órgãos por ela abrangidos.  alertando  quanto  aos  prejuízos que o tabaco.  §  1º  ‐  A  vedação  de  que  trata  este  artigo  abrange  a  prática  de  fumar  cigarros.  em  locais  de  maior  circulação  e  destaque.  cartazes  ou  placas. neles se encontrem tratando de assuntos  de seu interesse. 1º)    Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool.Seção III  Do Combate a Incêndios    Artigo  919  –  Nas  cidades  onde  existam  unidades  do  Corpo  de  Bombeiros.  (Lei nº 3.388/03. Drogas e Tabaco  Subseção I  Da Advertência quanto ao Prejuízo Causado pelas Drogas    Artigo  920  ‐  Todos  os  órgãos  da  Administração  Pública  Direta  e  Indireta.  (Lei nº 11.    Artigo 922 ‐ Os responsáveis pelos recintos e dependências dos órgãos e entidades  abrangidos  por  esta  subseção  providenciarão  a  divulgação  da  proibição  nela  contida. ministrado pela Polícia Militar do Estado.  charutos e cachimbos. as drogas e o álcool causam à saúde.

  de  28  de  outubro de 1968 e Lei nº 13.845/81.760/97.  II ‐ apreensão do produto. mesmo  nos pátios e áreas de lazer.  288 .    Artigo 927 ‐ Os avisos indicativos deverão ser afixados em todas as salas de aula.  descumprimento  do  disposto  no  artigo  241.  Parágrafo  único  ‐  O  Poder  Executivo  providenciará  a  colocação  de  cartazes  alertando para estas proibições.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  permitida  a  venda  desses  produtos  nas  escolas  de  ensino fundamental e médio. áreas de lazer. 1º. pátios.  (Lei nº 2.016/08)    Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola    Artigo  928  –  A  comercialização  de  isqueiros  que  utilizem  gás  combustível.Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas    Artigo  923  ‐  E  vedado  ao  professor  fumar  no  recinto  do  estabelecimento  de  ensino. para os que forem funcionários ou  servidores. 1º.  III ‐ quadras. sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal e  das definidas em normas específicas:  I ‐ multa. de 19 de maio de 2008.  ficará  sujeito às seguintes sanções administrativas.  §  2º  ‐  No  caso  de  alunos  com  mais  de  18  (dezoito)  anos. 4º e 5º c/c a Lei nº 13.  bem  como suas recargas é proibida. corredores e áreas de esporte e deverão ter medida não inferior  a 40 cm por 30 cm. arts.    Artigo 925 ‐ A inobservância da lei configurará.016/08)    Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar    Artigo  926  ‐  Os  alunos  do  ensino  fundamental  e  médio  das  escolas  públicas  ou  privadas ficam proibidos de fumar cigarros de qualquer espécie nos recintos das escolas.  inciso  II. para menores de 18 (dezoito) anos. 2º e 3º c/c a Lei nº 13.261. arts.  § 1º ‐ As escolas deverão afixar em local visível os avisos indicativos de proibição e  os responsáveis pelos alunos menores deverão assinar o termo de anuência.    Artigo  924  ‐  É  vedado  fumar  nas  praças  esportivas  pertencentes  ao  seguintes  locais:    I ‐ pistas de atletismo.  o  termo  de  anuência  deverá ser assinado pelo próprio aluno.    Artigo  929  ‐  O  estabelecimento  infrator  das  disposições  desta  subseção. 2º.   II ‐ piscinas.  (Lei nº 9.  da  Lei  nº  10.  banheiros.016.

625/08. para menores de 18 (dezoito) anos. 3º e 4º. total ou parcial.877/94.  (Lei nº 6. caput do art. parágrafo único do art. 1º e art.210/88.  nas  áreas  contíguas  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.   (Decreto nº 52.  (Lei nº 8.  objetivando  a  adoção de toda medida de prevenção geral ao uso e tráfico de drogas. e  IV ‐ intervenção administrativa.  professores  e  servidores  públicos.III ‐ interdição.  289 .   III ‐ garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição. 1º e Decreto nº 52. 1º)  Parágrafo único ‐ A desobediência ao contido no caput deste artigo acarretará a  adoção de medidas previstas em regimento escolar ou normas de convivência da escola. alt. de proteção a estudantes. prejudicando seu aprendizado e sua socialização.730/07.  deverá  ser  colocada  a  seguinte inscrição: “A deliberada inalação deste produto pode causar a morte”.   II ‐ disciplinar o uso do telefone celular fora do horário das aulas. podendo ser ministradas cumulativamente.  (Lei nº 12. 1º. bem como a  indicação de seu consumo. art. durante o horário das aulas.762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas    Artigo  934  –  Os  alunos  estão  proibidos  de  utilizar  telefone  celular  nos  estabelecimentos de ensino do Estado. 2º)    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA    Seção I  Do Programa de Segurança Escolar    Artigo  936  ‐  O  Programa  de  Segurança  Escolar  será  desenvolvido  de  forma  integrada  pela  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  pela  Secretaria  da  Educação.  assim  como  à  travessia  de  escolares.    Artigo  933  ‐  Nas  embalagens  de  cola  à  base  de  solvente  de  tolueno  deverá  constar. 1º. 2º. do estabelecimento ou da atividade. arts.     Artigo 935 ‐ Caberá à direção da unidade escolar:   I  ‐  adotar  medidas  que  visem  à  conscientização  dos  alunos  sobre  a  interferência  do telefone celular nas práticas educativas. pela Lei nº 9. de forma visível a seguinte inscrição: “a inalação deste produto pode causar a morte”.    Artigo  930  ‐  Em  toda  propaganda  do  referido  produto.  Parágrafo  único  ‐  As  sanções  previstas  serão  aplicadas  pela  autoridade  administrativa.    Artigo 932 ‐ A fixação de cartazes ou propagandas de cola que contenha solvente  à base de tolueno é proibida nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio. arts. 3º e 4º)    Artigo 931 ‐  A comercialização de cola que contenha solvente à base de tolueno é  proibida.625/08.

    Artigo  942  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública. conectado à Polícia Militar.642/88.  II ‐ pessoa estranha à comunidade escolar. manterá entendimento com as Prefeituras Municipais respectivas.  II ‐ pessoa física capaz de estabelecer‐se com “ponto fixo” de comércio. a proibição de:  I  ‐  fixação  a  menos  de  100  (cem)  metros  de  qualquer  portão  de  acesso  a  estabelecimento de ensino.    Artigo 938 ‐ Compete às organizações policiais militares de policiamento feminino  a  execução  do  Programa  de  Segurança  Escolar  nos  estabelecimentos  de  ensino  da  rede  pública  estadual. e art. onde não houver regra estabelecida.  290 .  (Decreto  nº  28. quaisquer produtos farmacêuticos e ervas medicinais.  b) gasolina. querosene ou qualquer substância inflamável ou explosiva. adotarem as providências necessárias à execução do programa.    Artigo 941 ‐  O perímetro escolar de segurança tem prioridade especial nas ações  de  prevenção  e  repressão  policial.  art.  d)  instalar telefones nas unidades escolares.  c)  dotar as unidades escolares de sistema de alarme.    Artigo 937 ‐ Compete à Secretaria da Educação:  I ‐ apresentar a relação das unidades escolares a serem atendidas. arts. ao Comando de Policiamento Feminino.552/97. determinará  quais as áreas prioritárias para a execução do Programa.  III ‐  exercer o comércio sem a competente credencial.  1º. mediante resolução.    Artigo 939 ‐ O Secretário da Segurança Pública.552/97.  II ‐ prever recursos para:  a)  iluminar e murar adequadamente as unidades escolares.  b)  imprimir e distribuir material didático relativo à segurança escolar. 3º e Decreto nº 41.  II  ‐  no  Interior  e  demais  Municípios  da  Grande  São  Paulo.  IV ‐ comércio com:  a) medicamentos.  com  a  alteração  introduzida  pelo  Decreto  nº  41.  em  relação  a  toda  e  qualquer  atividade ambulante.  e) animais vivos ou embalsamados.Parágrafo  único  ‐  Compete  à  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  à  Secretaria  da  Educação. visando a  disciplinar. de acordo com planos e ordens do escalão superior:  I ‐ na Capital. 2º e 3º)    Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança    Artigo  940  –  O  perímetro  escolar  de  segurança  refere‐se  à  área  contígua  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.  objetivando  a  tranqüilidade  de  professores.  c) fogos de artifício.  pais  e  alunos  de  modo a evitar o mau uso das cercanias das escolas por parte de:  I ‐  vendedor ambulante.  aos  respectivos  Comandantes de Policiamento de Área.  d) bebidas com qualquer teor alcoólico.

 objetivando:  I ‐ instituir sentido único de trânsito. 1º.875/01.  h)  doces  e  guloseimas  que  não  estejam  devidamente  embalados.  com  indicação  visível de sua origem na embalagem.  291 .688.  situadas  até  100  (cem)  metros  de  prédios  escolares  não  poderão  expor  e  nem  comercializar material de cunho erótico.    Artigo  943  ‐    A  Secretaria  da  Segurança  Pública  adotará  providências  junto  aos  órgãos  competentes  para  o  fiel  cumprimento  do  Decreto  nº  62.  desenho. em todo o Estado. escrita com letras garrafais.  bem  como  disporá  sobre  a  forma  de  atuação  de  seus  órgãos  visando  ao  indiciamento  dos  infratores  da  legislação  referida  no  artigo  anterior.  horários  e  períodos  destinados  ao  estacionamento. 1º)    Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia    Artigo 946 ‐ É obrigatória a divulgação do número do Disque Denúncia em escolas  e hospitais públicos.  pintura. impróprio a crianças e adolescentes. churrasquinhos.  de  12  de  outubro  de  1976).  revistas  e  de  outras  publicações.  § 1º ‐ A divulgação de que trata o caput deverá ser exposta em lugares visíveis ao  público.  escrita  com  letras  garrafais.127. 4º e 5º)    Artigo  945  ‐  As  bancas  de  jornais.  § 2º ‐ Junto ao número do Disque Denúncia deverá constar a seguinte frase: "Sigilo  absoluto para quem faz a denúncia".f) pastéis.  com  especial atenção aos seguintes dispositivos penais:  I ‐ prática de ato obsceno (artigo 233 do Código Penal Brasileiro). de 3 de outubro de 1941).368.  embarque  ou  desembarque  de  passageiros. salvo se protegido  com embalagem opaca. quando possível.  j) relógios.  (Decreto nº 28.  IV  ‐  tráfico  de  entorpecentes  (artigo  12  da  Lei  nº  6. 2º. jóias e óculos.  g) embutidos e laticínios. possibilitando sua visualização a  distância. art.  II  ‐ estabelecer limites de velocidade.  (Lei nº 10.  V  ‐  exercício  ilegal  de  profissão  ou  atividade  (artigo  47  da  Lei  Contravenções  Penais ‐ Decreto‐lei nº 3.    Artigo  944  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública  determinará  quais  as  escolas  abrangidas  pelas  disposições desta  seção.  estampa  de  qualquer objeto obsceno (artigo 234 do Código Penal Brasileiro).643/88.  mediante  fixação  de  locais.  notadamente  nas  entradas  principais  de  circulação. e   III  ‐  determinar  restrições  de  uso  das  vias  ou  parte  delas. lingüiças e carnes de quaisquer espécies.  i) frutas retalhadas. arts.  especialmente  quanto  à  regulamentação  do  uso  de vias públicas (inciso I do artigo 37).  possibilitando sua visualização a distância.  III ‐ desobediência a ordem legal (artigo 330 do Código Penal Brasileiro). 3º.  II  ‐  distribuição  ou  exposição  pública  de  escrito.  inclusive  de  fitas  de  vídeo.  de  16  de  janeiro  de  1968  (Regulamento  do  Código  Nacional  de  Trânsito).

  III ‐ programação das atividades de natureza cultural. quando não estiverem previstas atividades escolares. 2º e 3º)    Artigo  949  ‐  Para  obtenção  da  autorização. inclusive  pelo ressarcimento de eventuais danos.  acompanhado  do  ato  próprio  que  o  capacitou.  as  entidades  mencionadas  no  artigo  anterior deverão entregar ao Diretor da unidade escolar os seguintes documentos:  I  ‐  requerimento  endereçado  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  da  área  onde  se  localiza a escola. deverão ser prestadas as seguintes informações:  1 ‐ indicação detalhada da atividade a ser desenvolvida.  bem  como  para  práticas  recreativas ou desportivas. 1º.(Lei nº 11. bem como  à conservação dos próprios estaduais.  (Res.  §  3º  ‐  Poderá  ser  concedida  a  cessão  de  uso  de  dependências  escolares  às  Associações de Pais e Mestres ou a outras entidades legalmente constituídas. arts. SE nº 229/95.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  das  atividades  previstas  no  inciso  III  deste  artigo.853/05. arts.  II ‐ prova de sua constituição legal. SE nº 229/95. 1º.  §  2º  ‐  Entre  as  cláusulas  do  convênio  deverá  constar  a  que  atribua  à  cessionária  total responsabilidade pela devolução do local cedido nas condições em que o recebeu.  do  qual  conste  compromisso  de  devolução  do  prédio no estado anterior à cessão e de ressarcimento por eventuais danos.  (Lei nº 3. especificando os objetivos  que se pretende alcançar e   2  ‐  dia  e horário do início e término da cessão do prédio escolar.    Artigo  950  ‐  O  Diretor  da  Escola  e  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  adotarão  as  medidas necessárias. 2º e 3º e Res. recreativa ou desportiva e   IV  ‐  termo  de  responsabilidade  assinado  pelo  representante  legal  da  entidade. 1º.730/83.    Artigo 948 ‐ As Prefeituras Municipais que desejarem utilizar as dependências das  escolas estaduais para as finalidades previstas no artigo anterior deverão requerer a autorização  da Secretaria da Educação. 2º e 3º)      CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares  para Encontros de Caráter Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas     Artigo 947 ‐ As dependências das unidades escolares da rede estadual de ensino  poderão  ser  cedidas  para  a  realização  de  eventos  de  caráter  cultural.  informando as  dependências que serão utilizadas. arts. visando à fiscalização das atividades de que trata esta resolução. arts.309/99)  292 .  §  1º  ‐  A  cessão  de  uso  das  dependências  das  unidades  escolares  será  regulamentada por convênio a ser estabelecido entre as partes. 4º e 7º c/c a Lei nº 10.

 art.  Artigo  951  –  O  Conselho  de  Escola  de  cada  unidade  escolar. e 2º)    Seção II  Dos Centros de Difusão. não cabe ao Conselho nortear a cessão em  função de critérios discriminatórios. Aprendizado e Práticas Esportivas    Artigo 957 – O Governo do Estado está autorizado a criar. de campanhas  acerca dos perigos das drogas  para nossa sociedade. único do 2º)     Subseção II  Da Cessão de Uso de Espaços Livres de Próprios Públicos para Campanhas contra as Drogas    Artigo  955  –  O  Poder  Executivo  está  autorizado  a  ceder. educacional e recreativo.  quando desvirtuada a finalidade da cessão. par. SE nº 229/95.  (Lei nº 10.  objetivando  o  fiel  cumprimento do disposto nesta subseção. 8º)    Artigo  953  ‐  Desde  que  a  atividade  não  prejudique  o  funcionamento  normal  da  escola no período de aula ou de atividades curriculares.  aprendizado  e  práticas  esportivas. arts. Ensino.  a  direção  escolar.  (Res.    espaços  livres  existentes  em  seus  próprios  estaduais. 1º)    Artigo 952 ‐ A autorização de utilização das dependências escolares será cassada. nas Escolas Públicas e  outras  dependências  públicas  estaduais.326/99. arts.  nacionais  e  internacionais.  por  meio  de  seus  órgãos  competentes.  ensino.  (Lei nº 10.  e  na  sua  impossibilidade.  poderá  celebrar  convênios  com  entidades  públicas  e  privadas.  objetivando a divulgação. quer sejam eles religiosos.309/99. 1º e 2º)              293 .465/96. políticos.  (Lei nº 10.309/99. em caráter permanente.  caput do art.309/99.  será  responsável  diretamente  pela  expedição  de  autorização  para uso de prédio escolar. 2º)    Artigo 954 – As atividades lucrativas só serão autorizadas se forem realizadas por  entidades públicas de caráter social ou filantrópico com destinação social comprovada. desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade sobre o  patrimônio escolar. 1º. art.  gratuitamente.  centros  de  difusão. econômicos ou culturais.  para  entidades  filantrópicas  e  privadas.  (Lei nº 9.  (Lei nº 10.  Parágrafo  único  ‐  As  atividades  a  serem  desenvolvidas  para  o  cumprimento  do  disposto nesta seção deverão ter  caráter de aprendizado esportivo.    Artigo  956  ‐  O  Estado.

  (Lei nº 10.  Parágrafo  único  –  Os  Grupos  de  Trabalho  tratados  no  inciso  I  deste  artigo  serão  abertos e formados por professores.  moradores do bairro e líderes das comunidades.    Artigo  962  –  Nos  espaços  de  convivência  de  que  trata  o  artigo  anterior  serão  implementadas  atividades  culturais.  pais.  esportivas  e  de  arte‐educação. alunos  e representantes da comunidade ligada a cada escola.  em  perfeita  sintonia  com  a  proposta  de  trabalho da unidade escolar.  II  –  desenvolver  ações  educativas  e  de  valorização  da  vida. analisar suas causas e apontar possíveis soluções.  adolescentes.312/99.  entidades  da  sociedade  e  comunidades locais.  aos adolescentes e à comunidade.166/99.  Parágrafo  único  –  Será  priorizada  a  implantação  nas  escolas  que  apresentem  maiores índices de violência. art.  III  –  implementar  ações  voltadas  ao  combate  à  violência  na  escola. pais. funcionários. 1º)    Artigo 960 ‐ São objetivos do Programa:  I – formar Grupos de Trabalho vinculados aos Conselhos de Escola para atuar na  prevenção da violência nas escolas.Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária    Artigo  958  –  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas será implantado na rede pública de ensino no Estado  de São Paulo.    Artigo  963  ‐  As  ações  implementadas  nos espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede pública de ensino assegurarão oportunidades para:  294 .  com  vista  a  garantir o exercício pleno da cidadania e o reconhecimento dos direitos humanos. especialistas da área de educação.  Parágrafo  único  –  Os  espaços  de  convivência  de  que  trata  este  artigo  devem  estimular  o  desenvolvimento  de  uma  cultura  voltada  à  organização  da  população  local  e  ao  trabalho  coletivo  em  ações  de  prevenção  à  violência.  (Decreto nº 44. art.  bem  como  dos  membros  da  comunidade.  dirigidas  às  crianças.  IV – desenvolver ações que fortaleçam o vínculo entre a comunidade e a escola.  (Lei nº 10. aí incluídos  o  corpo  docente  e  os  servidores  operacionais  da  rede  de  ensino.  socializando  informações  e  experiências de diferentes naturezas e ampliando ações de apoio ao exercício da cidadania. art. preparando‐os para a prevenção da violência na escola.  V – garantir a formação de todos os integrantes do Grupo de Trabalho. 1º)    Artigo  959  ‐  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas da rede pública de ensino no Estado de São Paulo  será  desenvolvido  com  a  participação  das  Secretarias  de  Estado. 2º)    Artigo 961 ‐ Para a consecução dos objetivos do Programa a que se refere o artigo  anterior  serão  implantados  espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede  pública  de  ensino  para  desenvolvimento  de  atividades  que  atendam  aos  interesses  de  crianças.312/99.

  por  meio  da  integração  de  crianças  e  adolescentes. esportivo e de qualificação profissional.  empresas  públicas  ou  privadas.  com  o  objetivo  de  desenvolver  e  implementar  ações  de  natureza  preventiva  destinadas  a  reduzir  a  vulnerabilidade  infantil  e  juvenil. pela reformulação  e ampliação dos objetivos anteriormente propostos e pela adequação às novas normas de gestão  que fundamentam os procedimentos ora vigentes. art. 4º e 5º)    Seção IV  Do Programa Escola da Família  Subseção I  Da Instituição e Objetivos    Artigo 965 – O Programa Escola da Família – desenvolvimento de uma cultura de  paz  no  Estado  de  São  Paulo.    Artigo  967  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos. poderá contar com:  I  ‐  o  apoio  e  o  estabelecimento  de  convênios  e  parcerias  com  diferentes  segmentos  sociais. se viabilizará.  com  vistas  ao  desenvolvimento de senso de consciência. a partir do ano de 2010. 1º)    Artigo 966 ‐ Constituem objetivos do Programa:  I  ‐  fundamentar  políticas  públicas  voltadas  para  o  fortalecimento  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  à  construção  de  uma  atitude  cidadã  voltada  para  a  harmonia  e  a  convivência social.  como  organizações  não  governamentais.  esporte  e  trabalho  ‐  ampliando‐lhes seu horizonte cultural. o Programa Escola da Família.  saúde.  instituído  pelo  Decreto nº 48. nos finais de semana.  (Decreto nº 48.  espaços  abertos  aos  diferentes  segmentos da comunidade.  II  –  estabelecer  as  diretrizes  e  os  procedimentos  que  viabilizarão  a  efetiva  implantação dos espaços de convivência nas escolas da rede pública de ensino. SE nº 18/10.  II  –  apresentação  de  alternativas  de  solução  e  de  formas  de  mobilização  e  organização para a ação.  cooperativas.  será  implantado  em  escolas  da  rede  pública  estadual.    Artigo  964  ‐  Cabe  à  Secretaria  da  Educação.781/04. arts.  afora  o  aporte  dos  recursos humanos dos órgãos da Pasta.I – reflexão e discussão de valores e questões comuns a jovens e adolescentes e de  problemas enfrentados pela comunidade.781 de 7 de julho de 2004. oportunidades de vivência  de  ações  construídas  a  partir  de  quatro  eixos  norteadores  ‐  cultura. que lhes assegurem.  sindicatos.166/99. bem como demais Secretarias de Estado e Municípios do Estado de São Paulo.  (Res.   (Decreto nº 44.  295 .  a  fim  de  colaborar  para  a  construção  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  com  uma  trajetória  saudável  de  vida.  associações.  instituições  de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. 1º)  Parágrafo  único  ‐  A  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família. art.  III  ‐  construir  e  apoiar  ações  de  voluntariado  e  solidariedade.  II  ‐  assegurar  nas  escolas  públicas  estaduais. 3º. responsabilidade e participação na comunidade. lúdico. 2º.  em  relação  ao  Programa  Interdisciplinar e de Participação Comunitária para Prevenção e Combate à Violência nas escolas  da rede pública de ensino no Estado de São Paulo:  I – coordenar as ações do Programa.

  órgãos  e  pessoal  voluntário. sempre que necessário. com o apoio  e  o  estabelecimento  de  parcerias  e  convênios  com  os  diversos  segmentos  sociais.  II – planejar.  Parágrafo único ‐ Poderão ser estabelecidas ações de cooperação com organismos  nacionais  e  internacionais.  V  ‐  buscar  parcerias  que  visem  ao  enriquecimento  das  atividades  desenvolvidas  junto à comunidade. SE nº 18/10.  a  gerência  da  operacionalização  das  ações  necessárias  à  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família.781/04.608 de 18 de fevereiro de 1998.  III – estabelecer. que  tenham  interesse  na  inserção  e/ou  ampliação  do  Programa  Escola  da  Família  nos  respectivos  Municípios. mediante a concessão de bolsas de  estudo. na  conformidade  das  atribuições  compatíveis  com  a  natureza  de  seu  curso  de  graduação  ou  de  acordo com suas habilidades pessoais. com as seguintes atribuições:   I ‐  definir objetivos. em documento específico.  mediante  a  concessão  de  bolsas  de  estudos integrantes do Projeto Bolsa Universidade para atuar como Educadores Universitários. arts. coordenar. observadas as normas legais e regulamentares pertinentes. os procedimentos que regulamentam  a atuação de todos os participantes.  bem  como  adesão  de  estudantes  universitários. o Programa Escola  da Família poderá contar.  os trabalhos desenvolvidos. art. associações.  III  ‐  a  participação  de  voluntários  devidamente  cadastrados  e  credenciados  nos  termos da Lei Federal nº 9.  III ‐ promover ações conjuntas com outras Secretarias de Estado. 2º e 3º)     Subseção II  Das Parcerias    Artigo  968  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  para  a  construção  de  uma cultura de paz e o desenvolvimento social no conjunto das comunidades. cooperativas. acompanhar. instituições de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais.  como  organizações não governamentais.  em  especial  os  egressos do ensino médio da rede estadual paulista de ensino. SE nº 18/10. exercerá a  Coordenação Geral do Programa.  296 . 4º)    Artigo 970 ‐  A Fundação  para o  Desenvolvimento da Educação – FDE. caput e § 1º do art.  IV  ‐  estreitar  a  comunicação  com  entidades.II  ‐  a  adesão  de  estudantes  universitários. avaliar e reformular.  (Res.   (Decreto nº 48.  e  a  participação  de  demais  Secretarias  de  Estado. no tocante a :  I  ‐  firmar  convênios  junto  a  instituições  de  Ensino  Superior  visando  a  operacionalização do Projeto Bolsa‐Universidade. 4º)    Artigo  969  ‐  Caberá  à  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE. empresas.  que  venham a se integrar ao Programa Escola da Família. sindicatos.  (Res.  II ‐ formalizar a cooperação de Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo.  metas e ações em  conformidade com  a  política educacional  vigente na Secretaria da Educação.

 com vistas à consecução dos objetivos estabelecidos.  3  ‐  auxiliar  o  Supervisor  de  Ensino.  reuniões  e  atividades  afins. art.  (Res. quando necessárias.  no  acompanhamento  das  atividades  desenvolvidas  nas  unidades  escolares. SE nº 18/10. SE nº 18/10.  V  –  organizar  e  executar  ações  de  capacitação  dos  educadores  que  atuarão  no  Programa. atendendo  à comunidade intra e extra escolar. 5º)    Artigo 971 ‐ As parcerias que venham a ser estabelecidas pelas unidades escolares  pertencentes ao Programa Escola da Família.  bem  como  em  feriados  municipais. portador de diploma de  licenciatura  plena.  (Res. art.  Faixa  1  e  Nível  I.  que  se  constituem  em  matéria  de  competência  da  Coordenação  Geral.  § 1º ‐ As definições básicas e as principais atribuições da Coordenação Regional do  Programa.  propondo  reformulações e adaptações das ações do Programa.  compõem  o  Manual Operativo do Programa. 14)     Subseção III  Das Competências e Atribuições    Artigo 972 ‐ A Diretoria de Ensino exercerá a Coordenação Regional do Programa  Escola da Família. arts. por meio de um Supervisor de Ensino designado pelo Dirigente Regional da DE e  pelo Professor Coordenador da Oficina Pedagógica‐ PCOP‐ de Projetos Especiais.  (Res. permanente interlocução com  a Coordenação Geral do Programa. de que trata o caput do artigo:  1 ‐ manter.  no  campo  de  atuação  relativo  a  aulas  dos  297 .  VI  –  auditorar  e  supervisionar  o  uso  de  recursos  e  verbas  destinados  às  Coordenações Regionais do Programa.  de 5 de abril de 2005.    Artigo 973 ‐ As escolas da rede estadual de ensino deverão disponibilizar espaço  físico e equipamentos para a realização das atividades do Programa Escola da Família. SE nº 18/10. deverão ser efetivadas através da Associação de Pais  e Mestres ‐ APM da unidade escolar.  integrante  da  Coordenação  Regional  do  Programa.  estaduais  ou  nacionais. inclusive durante  os  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares.  promovidas  pela  Coordenação Geral. de conformidade com as disposições da Resolução SE nº 24. das 9 às 17 horas. disponibilizado no respectivo site.  § 2º ‐ Constituem atribuições do PCOP.  2  ‐  participar  das  capacitações.IV  –  promover  o  envolvimento  e  o  comprometimento  das  autoridades  escolares  locais e regionais na implementação do Programa.  em  qualquer  componente  curricular. ficando sob a responsabilidade da autoridade  escolar o acompanhamento e o gerenciamento das referidas atividades.  como  Professor  Educação  Básica  I  ‐  PEB  I. quando ocorrerem aos finais de semana. aos sábados e domingos. de modo a conciliar as ações desencadeadas na Diretoria de  Ensino e aquelas desenvolvidas nas escolas. 6º e 7º)    Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional    Artigo 974 ‐ A unidade escolar contará com um docente.  nos  termos  da  legislação  vigente. juntamente com o Supervisor de Ensino.

  quer para o processo especialmente aberto para este Programa. a  fim de se proceder à atribuição aos candidatos selecionados.  em continuidade.093.  que  trate  temas  concernentes  à  experiência/formação/habilitação do candidato.  § 1º ‐  Os  prazos  da inscrição específica e da  seleção  previstas neste artigo  serão  definidos  pela  Coordenação  Regional  do  Programa. a fim de ser selecionado pela Coordenação Regional da  Diretoria de Ensino.    Artigo  975  ‐  A  formação  acadêmica  do  candidato  deverá  ser  compatível  com  a  natureza das atividades sócioeducativas desenvolvidas pelo Programa.    Artigo 977 ‐ Excepcionalmente poderão ser reconduzidos para o exercício de 2010. os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar  nº  1. de 16 de julho de 2009. caput e §§ 1º a 4º do art.  de  1º  de  junho  de  2007. §§ 5º e 6º do art.  III  ‐  participação  em  entrevista  individual. que já se encontram no exercício  da função. pela carga horária de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  §  2º  ‐  O  Educador  Profissional  desenvolverá. na estrutura do Programa.  Parágrafo único ‐ Na ausência de docentes portadores de diploma de licenciatura  plena. de 29 de dezembro de 2009. 9º)   298 .  (Res.Ensinos Fundamental e Médio.  §  1º  ‐  As  atribuições  do  Educador  Profissional  integram  o  Manual  Operativo  do  Programa.   (Res. as aulas poderão ser atribuídas a candidatos que apresentem as qualificações previstas no §  1º do artigo 12 da Resolução SE nº 98. de 16 de julho de 2009. aprovados no processo seletivo.  as  atividades  definidas  e  orientadas  pela  Coordenação  Regional  do Programa  e  acompanhadas  pelo  gestor  da  unidade escolar.  ou  no  parágrafo  único  do  artigo  25  da  Lei  Complementar  nº  1. a fim de  exercer.093. acompanhada pela Comissão de Atribuição de classes e aulas da Diretoria de Ensino.  II ‐ comprovação das habilidades necessárias ao desempenho da função. que regulamenta os processos  anuais de atribuição de classes e aulas.  deverá  estar  duplamente  inscrito.  observado  o  cronograma  estabelecido  pelo  Departamento de Recursos Humanos para o processo anual de atribuição de classes e aulas.  quer  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas. SE nº 18/10.  IV ‐ comprovação de disponibilidade para o exercício das atividades programadas  para os finais de semana e para participar das reuniões de avaliação e planejamento agendadas. SE nº 18/10. 8º e caput e §§ 1º e 2º do art.  ao longo da semana.  §  2º  ‐  A  seleção  dos  inscritos  será  realizada  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.010.    Artigo 978 ‐ O candidato que irá exercer as atribuições de Educador Profissional. as atribuições de Educador Profissional. pela Coordenação Regional do Programa. com base nos seguintes critérios e procedimentos:  I ‐ apresentação de currículo. no campo de atuação relativo a  aulas dos Ensinos Fundamental e Médio. 8º)    Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional    Artigo 976 ‐ O Educador profissional será selecionado dentre os docentes que se  encontram  na  situação  prevista  no  inciso  V  do  artigo  1º  das  Disposições  Transitórias  da  Lei  Complementar nº 1. desde que avaliados positivamente pela sua atuação no Programa.  na  unidade  escolar.

  inclusive.  quando  necessário.  § 2º ‐ O descanso semanal remunerado será assegurado em um dia útil da semana. no mesmo campo de atuação.  sendo‐lhe  assegurados a ampla defesa e contraditório. atribuídas em  conjunto com a carga horária do Programa Escola da Família.  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional    Artigo  979  ‐  O  Educador  Profissional  ficará  vinculado  ao  Programa  Escola  da  Família  e  poderá  ser  remanejado. será distribuída na  seguinte conformidade:  I ‐ 8 (oito) horas para desenvolvimento das atividades programadas para os sábados e  8 (oito) horas para os domingos. §§ 3º a 6º do art.  III  ‐  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  coletivo  (HTPCs).    Artigo  980  ‐  O  Educador  Profissional  terá  sede  de  controle  de  frequência  na  unidade  escolar  indicada  para  sua  atuação.  a  mesma  ser  alterada.  juntamente com seus pares.  nos  termos  da  legislação  vigente.  II  ‐  4  (quatro)  horas  a  serem  cumpridas  em  reuniões  de  planejamento  e  avaliação  agendadas pela Coordenação Regional do Programa.  §  1º  ‐  O  docente  em  exercício  nas  atribuições  de  Educador  Profissional  cumprirá  calendário  anual  diferenciado  daquele  que  cumprem  seus  pares  docentes  nas  unidades  escolares.  (Res.  nos  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares. a fim de atender aos interesses do Programa.    Artigo 981 ‐ Períodos de inscrição e de nova seleção de Educadores Profissionais  poderão ser abertos a qualquer  tempo. de que trata o artigo 974. Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional    Artigo 983 ‐ A carga horária de trabalho.  realizado  na  escola.  ouvida  previamente  a  Coordenação  Regional  do  Programa.  § 3º ‐ As férias do Educador Profissional deverão ser usufruídas em parcela única de 30  (trinta)  ou  20  (vinte)  dias. 9º)    Subseção VII  Da Carga Horária.  devendo.  para  outra  unidade  escolar. ou de outros projetos e modalidades de ensino.  devendo  desenvolver  as  atividades  do  Programa. observada a forma estabelecida no artigo 974. por apostilamento. desde que:  299 .    Artigo 982 ‐ O Educador Profissional que deixar de corresponder às exigências do  Programa  terá  suas  atribuições  interrompidas.  em  período  diverso  às  férias  escolares.  IV ‐ 2 (duas) horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha (HTPLs). em nível de Diretoria de Ensino.  desde  que  estabelecidas  e  homologadas  pelo  Diretor  de  Escola.  ao  longo  do  ano  letivo. Frequência. desde que os  candidatos  já se encontrem  inscritos e/ou  cadastrados no processo regular de atribuição de classes e aulas do ano em curso.    Artigo 984 ‐ O Educador Profissional poderá ter aulas dos Ensinos Fundamental e/ou  Médio.  no  decorrer  do  ano.  por  decisão  do  Diretor  de  Escola.  ouvida  previamente  a  Coordenação Regional do Programa e respeitado o cronograma de escalonamento de férias de todos  os Educadores Profissionais. SE nº 18/10.  em  caso  de  remanejamento.  conforme  o  caso.

 relação de candidatos previamente inscritos e selecionados para. as disposições da Resolução SE nº 13.  desde que por prazo superior a 15 (quinze) dias. incluídas. compatível com o horário total de  trabalho do docente.    Artigo 985 ‐ O docente de que trata este artigo. juntamente com seus pares docentes.  será  sempre  a  unidade  escolar  em  que  exerce  as  atividades  do  Programa Escola da Família. ob