GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
     

GOVERNADOR: Alberto Goldman 
SECRETÁRIO: Paulo Renato Costa Souza  SECRETÁRIO ADJUNTO: Guilherme Bueno de Camargo 
CHEFE DE GABINETE: Fernando Padula Novaes  

 

               

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
 
(REVISADA E ATUALIZADA)             

 

         
SÃO PAULO  2010 

                                                                                                         

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
                 

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
(REVISADA E ATUALIZADA)            Grupo de Trabalho:  Aparecida Manharelo Gimenez  Dirce Maran de Carvalho  Gilda Inez Pereira Piorino  Ivone Luzia Coiradas  Júlio César Ribeiro  Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora  Olívia Teresa Bernucci Pires  Sandra Maria Bortoluci Toledo  Silvia Cristina Collpy Favaron  Stella Marques Nunes  Vera Lucia Rocamora Paszko 

 

     
SÃO PAULO  2010 

  Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicadas a fonte, a data da publicação e observada a legislação em vigor, em especial a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

  S241L 

                    SE/SEDE     

  PAULO  (Estado)  Secretaria  da  Educação.  Legislação  de  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Estadual.  Unificação  de  Dispositivos  Legais  e  Normativos  relativos  ao  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Coordenação  de  Leslie Maria José da Silva Rama                São  Paulo, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, 2010    1. Educação – Legislação  2. Ensino Fundamental e Médio – I  Título 
2ª edição 

  SÃO 

CDU 37:34   

Impresso: República Federativa do Brasil  SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO  Praça da República, 53 – Centro  CEP  01045 ‐ 903  Fone/Fax: 3218 2000 

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APRESENTAÇÃO 
      Este  trabalho  de  unificação  de  dispositivos  legais  e  normativos,  realizado  com  determinação  e  competência  por  comissão  designada  em  janeiro  do  ano  em  curso,  objetiva  imprimir maior eficiência à gestão administrativa e pedagógica do sistema educacional.     Após  o  exame  de  centenas  de  atos  legais  e  normativos,  compreendendo  leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  foi  elaborado  este  compêndio  que  reúne,  num  único  corpo,  normas relativas ao ensino fundamental e médio e às  questões afetas  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério que atuam na educação básica.    Seu  principal  objetivo  é  possibilitar  aos  educadores  o  acesso  rápido  e  eficaz  ao  conhecimento e ao fundamento legal dos casos concretos, com que se deparam inúmeras vezes no  desempenho de suas funções.    A  essa  missão,  seguir‐se‐á  a  de  manter  atualizado  o  acervo  ora  compilado  e  organizado,  a  fim  de  facilitar  a  tarefa  de  todos  os  profissionais  de  educação  que  se  valem  da  legislação do ensino, cotidianamente.    Esperamos  que  esta  obra  colabore  com  os  educadores  do  nosso  Estado  e  que  ajustes    e  esclarecimentos  requeridos  sejam  apontados  para  análise  e  encaminhamento  da  comissão.     A  todos  que  tornaram  possível  esta  obra  os  nossos  agradecimentos.  Ao  Dr.  Fernando  Padula  Novaes,  Chefe  de  Gabinete,  a  quem  conferimos  as  decisões  burocráticas  necessárias à viabilização dos trabalhos da comissão, nosso especial reconhecimento.        São Paulo, julho de 2008.  Maria Helena Guimarães de Castro ‐ Secretária da Educação                           

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INTRODUÇÃO 
    Esta obra reúne e integra disposições normativas de leis, decretos, resoluções SE e  deliberações  CEE,  relativas  ao  ensino  fundamental  e  médio  e  aos  profissionais  de  educação  que  atuam nesses níveis da educação básica.    A Secretária da Educação, sensível à necessidade de se ordenar sistematicamente  os  dispersos  e  numerosos  dispositivos  que  disciplinam  e  regulamentam  o  ensino  fundamental  e  médio, com a preocupação de propiciar aos educadores maior facilidade na busca do fundamento  legal  aplicável  aos  casos  concretos  com  os  quais  lidam no  dia‐a‐dia,  determinou  que  se  reunisse  num corpo orgânico e homogêneo a legislação esparsa e desordenada desses níveis de ensino.    Essa preocupação vem somar‐se à de outros secretários de estado e à do governo  de imprimir maior eficiência à gestão pública pela redução  do repertório de leis, decretos e demais  atos normativos do Estado de São Paulo.    O  grupo  de  trabalho,  sob  nossa  coordenação,  integrado  por  representantes  dos  órgãos da estrutura básica da Pasta da Educação, lançou‐se com afinco e determinação à árdua  tarefa de identificar, selecionar e ordenar os diplomas legais e normativos, compreendendo aí leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  cujos  dispositivos  relacionam‐se  e    aplicam‐se  ao  ensino fundamental e médio do nosso estado.    Foi  preocupação  constante  do  grupo  de  trabalho  a  obediência  aos  princípios  e  à  metodologia previstos na Lei Complementar nº 863, de 29.12.99, que “dispõe sobre a elaboração,  a redação, a alteração e a consolidação das leis, conforme determina o item 16 do parágrafo único  do  artigo  23  da  Constituição  do  Estado  e  estabelece  normas  para  a  consolidação  dos  atos  normativos que menciona”.    No  intuito  de  sistematizar  e  unificar  dispositivos  legais  e  normativos  que  disciplinam  e  regulamentam  a  gestão  curricular,  pedagógica,  de  informação,  de  vida  escolar,  de  pessoas, de patrimônio, de resultados, de recursos financeiros, de projetos e programas e outros,  buscaram‐se,  na  esparsa  e  complexa  legislação  de  ensino,  aqueles  dispositivos  conexos  ou  afins,  que têm aplicação no campo educacional, objeto deste trabalho.    Preservando‐se o conteúdo normativo original dos dispositivos unificados, fizeram‐ se alterações, sempre com observância do disposto no § 2º do art. 10 da lei complementar citada:  1. introdução de novas divisões do texto base;  2. adaptação de redação por junção de dispositivos;  3.  alteração  de  redação  de  um  dispositivo,  para  incluir  a  disposição  de  outro,  visando ao melhor posicionamento da matéria no texto;  4.  supressão  de  palavras  ou  expressões  para  evitar  repetições  desnecessárias,  conferindo maior concisão ao texto;  5.  exclusão  de  dispositivos  vetados  e  os  que    tratam  de  cláusulas  de  regulamentação, de dotação orçamentária  e de vigência;  6.  substituição  de  expressões  como    “esta  lei”,  “esta  resolução”,  “este  decreto”,  “esta  deliberação”,    por  “este  capítulo”,    “esta  seção”,  ou  esta  “subseção”,  etc.  para  melhor 
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  10. uma vez que houve transformação em Capítulo.  para  adequação  à  temporalidade  do texto. nos apoiaram. seções e subseções originais.  por exemplo. ou conjunto de dispositivos.  oportuno  e  útil  indicar  abaixo  de  cada  dispositivo.  alteração  de  verbos  ou  expressões  verbais.    O grupo de trabalho.  sobretudo  pelos  preceitos constitucionais e pelas  diretrizes e bases da educação nacional.  mas  confiantes  na  sua  utilidade  e  na  sua  acolhida  pelos  educadores  que  atuam  na  educação básica estadual.  o  teor  normativo  dos  dispositivos  selecionados.  ainda.    A  diversidade  de  assuntos  tratados  e  a  dificuldade  de  ordená‐los  em  poucos  blocos. sob a denominação “Da Gestão de Pessoal”. no texto unificado. da gestão de pessoal e da gestão do prédio escolar. dispositivos regulamentadores das  leis complementares que tratam do estatuto e do plano de carreira do magistério paulista.    A  par  da  legislação  do  ensino  propriamente  dito.    Procederam‐se  às  atualizações  impostas  pela  legislação  vigente.  da  gestão  pedagógica. capítulos.  alteração  de  denominações  de  algumas  Secretarias  de  Estado  ou  Fundações.    Fizeram‐se  as  alterações  determinadas  pela  organicidade  que  a  obra  implica. da gestão de vida escolar. os títulos.  não  aproveitamento  de  dispositivos  legais  temporários.  8. direta ou indiretamente.    Nossos agradecimentos a todos que.posicionamento da matéria.  transitórios  e  outros  objeto de consolidações.  Mantiveram‐se.. etc.  levaram‐nos  a  distribuí‐los  em  cinco  títulos:  da  gestão  organizacional. com a finalidade de emprestar à obra maior transparência e  facilidade  na  consulta  entendeu.  7.  substituição  de  expressões.  o  grupo  entendeu  oportuno  inserir nesta obra.    Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora do grupo        8 .  tanto  quanto possível.  contudo. conforme legislação vigente. sua origem.  adotando‐se  as  usadas  na  Constituição  Estadual  e  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação Nacional. Seção ou Subseção.  com  a  finalidade  de  uniformizar  termos  no  texto  unificado.  conveniente.   com a finalidade de atualizá‐las.  preservando‐se.  9. sua fonte.    Estamos conscientes das limitações e das imperfeições de que o trabalho por certo  se  ressente.

...............  Subseção II  Da Contratação de Serviços ................  (Lei nº 9............................. SE nº 86/08.054/07)  34 34 Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares   (Res...  (Del.................................................. 102 do Regulamento que integra o Decreto nº 12..............630/08)  (Res.......................................................... SE nº 73/07)  38         9 ............... SE nº 25/10)  33 33 33 34   Seção II  Do Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  .......................... da Movimentação e do Remanejamento de Servidores .  Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo ............................................................................................................................................................... SE nº 27/08..342/78)  32       CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA   Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação .......................... CEE nº 10/97)  31   Seção II  Do Censo Escolar ................................................  (Res..............................  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores ................................. alt..  Subseção I  Dos Critérios de Fixação..............TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar .............................484/97)  31   Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos ....................... CEE nº 2/00)   31   Seção IV  Do Número de Alunos por Classe .........................................................290/95)  (Del...  (Decreto nº 52....... pela Res.......  (Decreto nº 40.... 2º e art............................ art.....................  (Decreto nº 52.............

......................... alt... pela Del.............................................................................. SE nº 98/08 alt..........................................................................................  (Lei nº 12.....................................  (Lei nº 3.............................  (Leis nºs 8.............  (Res............................................................ CEE nº 2/98.............................................. Res................913/83)    Seção III  Do Assédio Moral ............................. pelas Res. SE nº 39/93)  42   Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões ........ SE nºs 5 e 10/10)  43 43 44 46   10 ...............................  (Res..........CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas .................................  Subseção II  Da Organização Curricular .  (Del.......  Subseção I  Da Proposta Curricular ...................................... SE nº 76/08.................................658/08)  39 40   Seção II  Da Cobrança de Contribuições ...............................250/06)  40     CAPÍTULO IV  DOS  RECURSOS  E  DO  ENCAMINHAMENTO  DE  EXPEDIENTES  E  PROCESSOS  AO  CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE ........................... CEE nº 72/08)  42   Seção III  Dos Recursos ......................144/79 e Decreto nº 52..........................................................................................  (Del....................................263/93 e  2............... CEE nº 13/95)  43     TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA      CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular...  Subseção III  Das Disposições Finais...............................

.........  (Decreto nº 47............939/98)  Subseção IV   Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo .  (Lei nº 12....................................  (Leis nºs 9.  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino de Arte ... SE nº 14/10)  Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo ..........................................122/76)  Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil ............................................  (Res........... pela Res..........  (Lei nº 9...................................................... Conj...................  (Lei nº 10....990/01)  Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas” ........................361/03)  50 50 50 51 54 Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I ..783/01...........  (Lei nº 10............ CEE nº 16/01 e Res............. alt........ Gênero............................................................................................................. SE/SELT nº 1/08)    Seção III  Do Ensino Religioso ....  (Res.............................................................. SE nº 1/04)  Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas .............  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA ..................... Orientação  Sexual................................................ SE nº 184/02...................................  (Lei nº 9.................................................................................... Origem ou Etnia ...... Del........  (Lei nº 9............................................687/97)  Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"...............699/03 e Res......................284/06)  59 60 60 Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais .... Decreto nº 46...........................508/97)  58 58 58 58 59 59 Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente ................................................ SE nº 21/02)  56   Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares .....802/02.164/95 e 11...........................................Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física .....................724/97)            11 .......................................  (Lei nº 1......  (Lei nº 10.............................247/99)  Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça......  (Lei nº 9......................

................  12 73 74 ....................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............    Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional ....................................................................................................................................................................................................................................... CEE nº 97/10)  66 66 68 71 72 CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL     Seção   I  Dos Cursos da Educação Profissional ..................  Subseção IV  Da Matriz Curricular do CEEJA ........................................  (Res............ SE nº 3/10)  61 61 62 63 63 64 64 65 66   Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos  no Ensino Fundamental e Médio e na  Educação Profissional de Nível Médio ..............................  do  Recredenciamento  e  da  Fiscalização  e  Avaliação das Instituições e de Cursos e Programas ...........................................  Subseção VII  Das Competências ..   Subseção I  Da Concepção e Características .........................................................  (Del............  (Del....  da  Autorização............................................................................................................................................................................  Subseção III  Da Vida Escolar ............................. CEE nº 82/09)  60   Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais...........CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO     Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio.........................................................  Subseção VIII  Das Disposições Gerais .......................................................................................  Subseção IV  Das Disposições Gerais...........................................  Subseção II  Da Matrícula .......................................................................................  Subseção III  Da Matriz Curricular....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  Subseção II  Do  Credenciamento.........................................  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno....  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas ..............................................................

............................................................................................... pela Res............................    Seção VIII  Da Formação dos Professores .......  Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs ............................................ SE nº 5/09..............................................................  Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores .....    Seção III  Da Educação Inclusiva ...........1º a 6º)    74     CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento ......... arts...................................................................................................................................................................................................    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas .........................................  (Res.........................  (Del......... SE nº 31/08)  75 75 76 78 78 78 79 79 80 80 80 81 82           13 .....................    Seção IV  Do Processo de Avaliação ...................................    Seção II  Da Caracterização e Destinação ....................................................................................................................  Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular .................................. alt..........  Subseção IV  Das Atribuições Gerais .............    Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado – SAPEs .....................................................    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica ...................................    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos .........................  Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos ................................ CEE nº 68/07 e Resolução SE nº 11/08.......

................................... Autorização e Reconhecimento .............  (Decreto nº 54........ Finalidade e Destinação....... Instalação...................................................    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar .....................................................758/09  91   Seção II  Da Denominação..............  ( Res.......................................  (Del............... Regulamentação.......................................................    Seção IV  Da Atribuição de Aulas ......................    Seção V  Da Matrícula e Frequência  ....    Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena .... Organização e Funcionamento ....... SE nº 81/09)  92   Seção III  Da Criação..............................................    Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas ............................................................................................................................  alt..............................................................  (Deliberação CEE nº 46/05 e Res.................................................................... CEE nº 46/05)  85   Seção II  Dos Objetivos ..................................................................................... pela Res............................................CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização......................................................................    Seção IV  Dos Cursos e Turmas da Alunos ..................................................................    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento ......................................... SE nº 147/03............... SE nº 21/08)  87 87 88 88 89     CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição...    14 92 93 94 95 96 ..............................................................................................................................................    Seção III  Das Competências .....

......................................................................................................    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação...............  (Res............................................  (Decreto nº 54.................  (Decreto nº 27........... com a alt.......... SE nº 81/09)      99   Seção XII  Disposição Final ........................................................................................................................................... SE nº 93/08...  (Res......................................................................................... SE nº81/09)  96 97 99   Seção XI  Das Competências .......................Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes ...............................................     Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária .............................    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão .......................................................    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e do Funcionamento da Escola de Tempo Integral ............  Subseção I  Do Currículo Básico..............................270/87e Res.............. da Res..............  (Res.............    Secção VI  Das Disposições Gerais ............................................................................................................  Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária ................758/09)  100     CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I   Da Instituição e Finalidade ................................................. SE nºs 89/05 e 93/08)  101 101 101 102 102 102   Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI.................................... das Ações e Matrizes Curriculares .........SE nº 7/10)  104 105           15 .................................................................................................................................    Seção IX  Do Professor Coordenador ............................

..338/96)  (Lei nº 9......346/68)  (Lei nº 614/74)  (Lei nº 641/75)  (Lei nº 1......9.......  (Lei nº 3.114/98)  (Lei nº 10...028/98)  (Lei nº 12..............113/68)  (Lei de 11.............902/08)  (Lei nº 4.....70)  (Lei nº 9...067/95)  (Lei nº 10.............. SE nº 135/90)  105   Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos ..245/76)  (Lei nº 4.839/90)  (Lei nº 8....................................509/00)  (Lei nº 11........ SE de 29...  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos ..........565/85)  (Lei nº 7.............  (Lei nº 8............086/64)  (Lei  de 18......944/94)  (Lei nº 9....................71)  (Lei nº 9..5..................................151/92)  112 16 .875/90 e Res....267/68)  (Lei nº 10..........84)  (Lei nº 9.................930/85)  110 Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo .857/01)  (Res..........142/68)  (Lei nº 10.685/04)  (Lei nº 12......434/56)  (Lei nº 9..........  (Decreto nº 31.....230/06)  (Lei nº 12.CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar  e da Suspensão do Expediente ............................................145/05)   (Lei nº 12................401/56)  (Lei nº 10....929/08)  107 107 Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental ............532/97)  109 Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde ..............  (Lei nº 3......................896/97)  (Lei nº 10.....  (Res............. SE nº 102/03)  106   Seção III  Das Datas e Comemorações ......5.968/92)  (Lei nº 8..529/97)  (Lei nº 10..046/05)  (Lei nº 12..............  (Lei nº 6................886/67)   (Lei nº 10........

.......... CEE nº 87/09 e Res......................................................................732/01)   (Lei nº 174/48 e Res..366/03)  (Lei nº 12.........   17 125 ......  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos ....................878/01)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas .........854/67......971/79)  (Lei nº 10...............098/98)  (Lei nº 10......................  (Del...........  (Lei nº 10................................497/97)  (Lei nº 9...............................930/08)  (Lei nº 12..757/90)  (Lei nº 610/74)  118     CAPÍTULO IX   D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características ...........................................................  Subseção II  Dos Recursos ...................  (Res.501/97)  (Res...............934/08)  (Decreto nº 46..........    Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários .... SE nº 86/07)  123   Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica .... alterada pela Lei nº 337/74)  (Lei nº 6......................................................352/99)  124 124 125   Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente .... SE nº 95/86)  (Lei nº 12...................................294/64)  (Lei nº 9............985/02)  (Lei nº 1..........(Lei nº 9................927/01)  (Lei nº 11............................................865/08)  (Lei nº 12............................................892/08)  (Lei nº 10......... SE nº 139/84)  (Lei nº 10.................  (Lei nº 794/50)  (Lei nº 8. SE nº 40/09)  119 122 CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever ..............................................

........................................  Patriarca  da  Independência do Brasil ...........................................................................................  (Lei nº 9...........  Subseção I  Da Instituição e Abrangência .....................................................................................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento.....................  (Decreto nº 51....  Subseção III  Do Professor Orientador .............................................  (Lei nº 10.........781/89 ............................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa .......................................................627/07)  130 130 131   Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ..................476/96)  130   Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade” .............................  Subseção I  Da Instituição..................................................  Subseção III  Das Atribuições e Competências ....................................856/01)  129   Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores .......269/05)  127   Seção V  Do  “Programa  Memória  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva”..  (Decreto nº 50. SE nº 28/06)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo ...................................499/06)  128 128 129 Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação .......... das Competências e dos Convênios ........................................................................................  (Res..............................  18 131 131 132 132 133 ............ alterado pelo Decreto nº 50.........................................................................................................................  Subseção II  Dos Convênios .........................  (Decreto nº 29........................  Subseção IV  Das Atribuições do Aluno .............................................................................................................Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa ................  Subseção I  Da Instituição.......................... da Destinação e dos Objetivos .......................................................................................................................  (Lei nº 10................................. Expansão e Objetivos .........................................................................  Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos ...........522/00)  125 126 127 127   Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento .

................................................................................................... alterada pela Lei nº 7................... RECUPERAÇÃO.................................................................402/91)  141   Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro .............................................  Subseção III  Dos Recursos ...............................  Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final ................................................ SE nº 90/08)  134   Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro" ..... AVALIAÇÃO.........................................................  (Del........................................ REGULA‐RIZAÇÃO DE VIDA  ESCOLAR E DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais .........................................................  (Res....................................................... SE nº 61/07)  142 142 142 142   Seção IV  Da Avaliação do Aluno .....................Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho.................................................................................... CEE nº 11/96)  143 143 143 144 146   19 ....................................  Subseção II  Do Pedido de Reconsideração .........................................................................................................828/05)  141     TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR      CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA.................  Subseção II  Do Registro de Freqüência ...........................................  (Del.................. RENDIMENTO................................  (Res.....................................................................   (Lei nº 973/76.........  (Lei nº 11....  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho ... CEE nº 16/97)  141   Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais..................  Subseção IV  Das Disposições Gerais ..........  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios .....................................

Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior ............................................................ 
(Del. CEE nº 21/01) 

147

  Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar ..................................................................  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares ................................................................ 
(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.2.05) 

148 148

Subseção II  Dos  Procedimentos  para  Tramitação  de  Expedientes/Processos  de  Regularização  de  Vida Escolar ........................................................................................................................ 
(Del. CEE nº 18/86) 

150 150

Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor ...................... 
(Res. SE nº 307/86) 

  Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade ............................................................................ 
(Res. SE nº 310/89) 

150

  Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada ...............................................................................  Subseção I  Da Progressão Continuada ................................................................................................. 
(Del. CEE nº 9/97) 

151 151 153

Subseção II  Da Progressão Parcial ......................................................................................................... 
(Res. SE nº 21/98) 

  Seção IX  Do Processo de Reclassificação .......................................................................................... 
(Res. SE nº 20/98) 

153

  Seção X  Das Classes de Aceleração .................................................................................................. 
(Res. SE nº 77/96) 

154

  Seção XI   Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental .................................... 
(Res. SE nº 92/09) 

155

  Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio..... 
(Res. SE nº 93/09) 

156

  Seção XII  Dos Documentos Escolares .................................................................................................  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar ............................................................................................  Subseção II 
20

160 160

Das Competências e Atribuições ........................................................................................ 
(Res. SE nº 25/81) 

160

  Seção XIII  Da Escrituração Escolar .....................................................................................................  Subseção I  Da  Informatização  do  Sistema  de  Publicação  de  Nomes  de  Alunos  Concluintes  de  Estudos de Nível Fundamental e Médio ............................................................................. 
(Res. SE nº 108/02) 

161

161

Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação ............................................................................ 
(Del. CEE nº 4/95) 

162

    CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE ................................................................  Subseção I  Da Criação e Atribuições ....................................................................................................  Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências .................................................................  Subseção III  Da Composição, do Mandato e das Reuniões ....................................................................   Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar – SIAVE ...................................................... 
(Lei nº 11.264/02) 

162 162 163 163 164

  Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para  Tratamento de Saúde ........................................................................................................  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado ...................................................................................................... 
(Lei nº 10.685/00) 

164 164 164

Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde ....................................................................... 
(Del. CEE nº 59/06) 

  Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção ....................................................................................  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual ........................................................... 
(Decreto nº 38.641/94) 

165 165 166

Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal .............................................................................................. 
(Lei nº 11.257/02) 

  Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve" ................. 
21

166

(Lei nº 12.283/06) 

  Seção V   Da Gravidez na Adolescência .............................................................................................. 
(Lei nº 11.972/05) 

167

  Seção VI   Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras  Drogas .................................................................................................................................  Subseção I  Da Prevenção, do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas ..................... 
(Lei nº 12.258/06) 

168 168

Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes .................................... 
 (Lei nº 9.830/97) 

169

Subseção III  Do  "Programa  de  Educação  Específica  contra  os  Males  do  Fumo,  do  Álcool  e  das  Drogas" ............................................................................................................................... 
(Lei nº 12.297/06) 

169

  Seção VII  Da  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  Exploração  contra  Crianças  e  Adolescentes no Estado de São Paulo ................................................................................ 
(Lei nº 10.429/99 e Res. SE nº 277/86) 

170

  Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação ............................................................................  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual .......................................................................... 
(Lei nº 10.948/01) 

170 170 172

Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial ..........................................................  (Lei nº 10.237/99) 

CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar ............................................................................................................ 
(Lei nº 10.761/01 e Lei nº 2.037/79) 

172

  Seção II  Do Transporte Escolar .........................................................................................................  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município ....................................... 
(Res. SE nºs 33/09 e 34/09) 

173 173

Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal ........................................................................... 
(Lei nº 11.258/02) 

178

 
22

Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................. 
(Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros,  alt.  pelo  Decreto nº 30.945/89)  (Res. SE nº 179/93, alt. pela Res. SE nº 133/03)

179

  Seção III  Do  Direito  ao  Pagamento  de  Meia‐Entrada  em  Espetáculos  Esportivos,  Culturais  e  de  Lazer ................................................................................................................................... 
(Lei nº 7.844/92 e Decreto nº 35.606/92) 

179

    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório ................................................................  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados ........................................ 
(Decreto nº 53.037/08, com alt. do Decr. nº 55.144/09) 

180 180 181

Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público ........................ 
(Decreto nº 52.344/07 e Res. SE nº 66/08) 

  Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente .................................................................. 
(Decreto nº 55.144/09) 

191

  Seção III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério ...........................................................................................................................  Subseção I  Das disposições Preliminares...............................................................................................  Subseção II  Da Inscrição ........................................................................................................................  Subseção III  Da Classificação dos Inscritos .............................................................................................  Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial .......................................................................................  Subseção V  Do Cadastramento .............................................................................................................  Subseção VI  Da Atribuição durante o Ano .............................................................................................  Subseção VII  Das Disposições Finais  ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 98/09,  com a alt. da Res. SE nº 11/10) 

194 194 195 196 200 209 210 213

23

  Seção IV  Da Atribuição de Classes, Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares ....................................................................................................  Subseção II   Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena ... ...........................................  Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de estudos de Línguas ...............................................  Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP ......................................................  Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar .....................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura .................................................  Subseção VII  Das Disposições Gerais ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 13/10) 

215 215 216 217 217 218 218 218

  Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos ...........  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos ...............................................  Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos ...........................................................................................  Subseção III  Das Atribuições dos Adidos ................................................................................................ 
(Decreto nº 42.966/98) 

219 219 220 221

  Seção VI  Do Controle de Frequência dos Docentes ..........................................................................  Subseção I  Da Sede de Controle de Frequência ...................................................................................  Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas ............................................................................................. 
(Decreto nº 39.931/95) 

221 221 222

  Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério ............................................  Subseção I  Das Normas e Requisitos ....................................................................................................  Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes ........................................................................  Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico ....................................................... 
(Decreto 24.948/86, Decreto nº 53.037/08, alt. pelo Decreto nº 53.161/08 e Res. SE nº 57/08) 

223 223 224 225

  Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos .......................................................... 
(Decretos nºs 41.915/97 e 53.037/08) 

229

24

  Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério  ................................. 
(Decreto nº 49.893/05) 

232

  Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade  de Classe ............................................................................................................................. 
(Decreto nº 31.170/90, combinado com o Decreto nº 52.833/08) 

234

  Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola ............................................................. 
(Decretos nºs 43.409/98 e 53.037/08 ) 

235

  Seção XII  Da Coordenação Pedagógica ..............................................................................................  Subseção I  Do Professor Coordenador ................................................................................................. 
(Res. SE nº 88/07, alterada pela Res. SE nº 10/08) 

237 237 240 241

Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental ........................................... 
(Res. SE nº 89/07) 

Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ........... 
(Res. SE nº 90/07) 

Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas ........................................................ 
(Res. SE nº 91/07) 

242

  Seção XIII  Do  Setor  de  Trabalho,  das  Atribuições  e  da  Gratificação  Especial  do  Supervisor  de  Ensino ................................................................................................................................. 
(Res. SE nº 97/09 e 23/10) 

243

    CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada .......................................................................... 
(Lei nº 11.498/03) 

245

  Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores ......................................................................... 
(Res. SE nº 62/05) 

246

  Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica ........................................................... 
(Del. CEE nº 10/99) 

249

   
25

Seção IV  Dos Cursos de Especialização ............................................................................................. 
(Deliberações CEE nºs 40/04 e 53/05) 

250

    CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do  Acréscimo  de  1/3  (um  terço)  ao  Valor  da  Retribuição  Mensal  de  Funcionários  e  Servidores do Estado, quando em Gozo de Férias ............................................................. 
(Decreto nº 29.439/88, alterado pelo Decreto nº 33.152/91) 

252

  Seção II  Do Adicional de Local de Exercício ...................................................................................... 
(Decreto nº 52.674/08) 

253

  Seção III  Do Auxílio‐Alimentação ...................................................................................................... 
(Lei nº 7.524/91, alterada pelas Leis nºs 8.106/92 e 8.320/93)  (Decreto nº 34.064/91, alterado pelo Decreto nº 50.079/05) 

253

  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte ......................................................................................................... 
(Lei nº 6.248/88, alterada pela Lei Compl. nº 755/94)  (Decreto nº 30.595/89, alterado pelo Decreto nº 38.687/94) 

255

  Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante ...................................................................... 
(Lei nº 3.732/83) 

256

    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional ........................................................................................................  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica ........................................................................ 
(Decreto nº 45.348/00, alterado pelo Decreto nº 49.366/05) 

256 256 259

Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica ................................................................ 
(Decreto nº 49.394/05 e Res. SE nº 21/05) 

  Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério ....................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............................................................................................  Subseção II  Da Inscrições .......................................................................................................................   
26

262 262 263

.  (Lei nº 12...  Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos....277/08 e Res.........796/92)  283   Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador ....................... SE nº 145/86.....................................................858/01)  283   Seção IX  Do Adicional de Transporte .  Subseção VII  Da Atribuição de Vagas....................................................................................................  (Lei nº 11................ SE nº 306/89)   Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada ....... Decreto nº 53...................................................  (Res............................................................ SE nº 64/08)  275   Seção IV  Da Readaptação .................... alterada pela Res..................................................................................... SE nº 95/09)  267 268 270 273 273 274   Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado ....... alterada pela Res.......................298/03........  (Res.......................... SE nº 82/86)  281   Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias ....  (Res.............  (Decreto nº 55................. SE nº 307/91 c/c a Lei Compl.................................................. SE nº 289/86......  Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potencias  ................. SE nº 15/90)  282 283   Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes .....................143/09 e Res.......................................................................................................................  (Decreto nº 48.........................................  Subseção VI  Da União de Cônjuges ..........................................................................................  (Res.............................................................................................................................................Subseção III  Das Indicações de Unidades ...........................................................................................................  (Lei nº 10................048/05)  284   Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado  de São Paulo ..................................................... nº 706/93 e  alterada pela Res................... SE nº 26/97)  279   Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno ...............................875/05)  285   27 ...................  Subseção VIII  Das Disposições Finais .  (Decreto nº 35.................................................................................

....................................  (Leis nºs 2.............................................  (Lei nº 12............Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ............. Drogas e Tabaco .................  (Lei nº 9.........................................  (Lei nº 10..........................877/94)  (Lei nº 6....845/81 e  13...................................................  Subseção I  Da Advertência quanto ao prejuízo causado pelas Drogas .........016/08)  Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola .........  (Lei nº 11........092/81)  287   Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool...................... alterada pela Lei nº 9....... SE nº 179/93......388/03)  287 287 287 288 288 288 Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos ..........................................................762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas.........................  (Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros.....  (Lei nº 11...........540/03)  Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas ..........................................  (Leis nºs 9..................................................................... alterada pela Res...... SE nº 133/03) 285 TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR        CAPÍTULO I    DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos ........306/99)  286   Seção III  Do Combate a Incêndios .............................  (Lei nº 3............760/97 e 13....945/89)  (Res..................................................................................625/08)  289       28 .............740/97)  286   Seção II  Das Lixeiras Seletivas .730/07)  (Decreto nº 52.........016/08)  Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar ....210/88.............................  alterado  pelo Decreto nº 30........................  (Lei nº 8.......

....................    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA  Seção I  Do Programa de Segurança Escolar ...........................................................  (Lei nº 10........................................................309/99)  292 292 Subseção II  Da  Cessão  de  Uso  de  Espaços  Livres  de  Próprios  Públicos  para  Campanhas  contra  as  Drogas .......................................................................................................................................................  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares para Encontros de Caráter  Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas ...............730/83 e Res. Aprendizado e Práticas Esportivas ...............................................................................................643/88)  (Lei nº 10............................................................  Subseção II  Das Parcerias ................................  (Lei nº 3..............    29 295 295 296 297 ...  (Decreto nº 28.............. Ensino............................875/01)  290   Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia ................................. pelo Decreto nº 41...............................................  (Decreto nº 28...............................642/88..................  (Lei nº 10.326/99)  293   Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária .............  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ...................552/97)  289   Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança .............................................................................. alt.......853/05)  291     CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos .............................  Subseção III  Das Competências e Atribuições .465/96)  293   Seção II  Dos Centros de Difusão...........312/99)  (Decreto nº 44...................................................................................................................166/99)  294   Seção IV  Do Programa Escola da Família .............  (Lei nº 11...... SE nº 229/95)  (Lei nº 10.................  (Lei nº 9.............................

......................................................... Conj.................  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional ..................  (Res........................................................................Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional ..............  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ....  (Lei nº 6...479/89)  303 303 303 303 Subseção II  Da Proibição de Propaganda nas Imediações de Escolas ..............................................................................................  (Lei nº 10...................485/97)  30 ..................... Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional .......... SE/SGP nº 1/08)  301 301 301 302   Seção VI  Da Propaganda nas Escolas ................................ SE nº 37/08 e Res............... Frequencia...............298/99)  Subseção III  Da Propaganda de Empresas Privadas nas Reformas de Prédios Escolares ...................................................................  (Lei nº 9...................  Subseção I  Da Locação do Muro de Escolas .........  Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional ...................................  Subseção II  Da Implementação e das Atribuições dos Órgãos Envolvidos ..................................  Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional ..... SE nº 18/10)   297 298 299 299 300   Seção V  Do Programa Acessa Escola ....................................  Subseção III  Das Atividades de Estágio .......................................  Subseção VII  Da Carga Horária.........................................781/04 e Res........  ( Decreto nº 48.....................

  em  atendimento  à  Lei  Federal  nº  9.    Artigo 6º ‐ O cadastramento instituído pelo artigo anterior poderá ser estendido:  I  ‐  mediante  celebração  de  Termos  de  Cooperação  Técnica  com  a  Secretaria  da  Educação:  a) à rede municipal de ensino.  também. regular e supletivo.  a  serem  elaborados  para  vigência  a  partir  de  1998.  integrante  da  Del.    Artigo 3º ‐ O Censo Escolar deverá aferir os índices de analfabetismo e sua relação  com a universalização do ensino fundamental.  Parágrafo  único  ‐  O  Censo  Escolar  previsto  neste  artigo  será  realizado  bienalmente. 1º)    Seção II  Do Censo Escolar    Artigo  2º  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  promover  o  Censo  Escolar  no  Estado de São Paulo.484/97.  devem  obedecer  às  orientações  constantes da  Indicação  nº  9/97. 1º. art. anexo.    Artigo  4º  ‐  O  Poder  Executivo  poderá  estabelecer  convênios  com  os  municípios  para a realização do Censo Escolar. das Secretarias de Estado e das Autarquias.  b)    ao  SENAI  ‐  Serviço  Nacional  de  Aprendizagem  Industrial  e  ao  SESI  ‐  Serviço  Social da Indústria.  II ‐ mediante instrumento próprio de adesão. (•)  (Del.  arts.  (Lei nº 9. 2º e 3º)    Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos    Artigo 5º ‐ Fica instituído o Cadastramento Geral de Alunos do ensino fundamental  e médio.      (•)  A  indicação  CEE  nº  9/97.  CEE  nº  10/97.  de  20 de dezembro  de 1996.  31 .  encontra‐se  anexada  a  esta  unificação.  Vide  Parecer  CEE  nº  67/98. CEE nº 10/97.394.TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar    Artigo 1º ‐ Os regimentos escolares dos estabelecimentos de ensino fundamental  e  médio. a escolas particulares.

  deverão  ser  observados  como  critérios  para  organização  e  composição  de  classes/turmas  os  seguintes  referenciais  quanto  à  média de alunos por classe:  I ‐ 30 alunos para as classes das séries/anos iniciais do ensino fundamental.  e  para  o  atendimento  escolar  de  alunos  com  deficiência.   V  ‐  15  a  20  alunos  para  as  turmas  do  Projeto  Intensivo  no  Ciclo  ‐  PIC  de  3ª  e 4ª  séries do ensino fundamental.    Artigo 10 ‐ O Registro de Alunos (RA) será considerado documento indispensável  para a matrícula ou transferência de cada aluno na rede estadual de ensino. CEE nº 2/00. 4º.  III ‐ 40 alunos para as classes do ensino médio. 5º e 6º)    Artigo 11 ‐ Ficam os estabelecimentos de ensino que atuam na educação básica do  sistema de ensino do Estado de São Paulo.  II ‐ 35 alunos para as classes das séries/anos finais do ensino fundamental. será emitido o Registro de  Alunos (RA).  (Del.    Artigo  9º  ‐  A  partir  do  levantamento  de  documentos  de  todos  os  alunos  e  da  consolidação dos dados obtidos com o Cadastramento Geral de Alunos. 2º e 3º)     Seção IV  Do Número de Alunos por Classe    Artigo  14  –  Na  organização  do  atendimento  à  demanda  escolar  nas  escolas  estaduais. arts.  Artigo  7º  ‐  O  Cadastramento  Geral  de  Alunos  objetiva  conhecer  com  precisão  o  número de alunos matriculados e freqüentes nas escolas. sujeitos  ao cadastramento geral de alunos instituído pelo Decreto nº 40.  (Decreto nº 40. que consiste em um número para cada aluno.  IV ‐ 40 alunos para as turmas de educação de jovens e adultos. evitando‐se a duplicidade de matrículas  e a formação de classes ociosas. arts. 3º. nos dois níveis de  ensino: fundamental e médio. desde a educação infantil até o ensino médio.    Artigo  12  ‐  O  cadastramento  será  coordenado  pela  Secretaria  de  Estado  da  Educação que baixará instruções normativas para sua realização.  sempre  que houver  disponibilidade  de  recursos  físicos. 2º.  32 .    Artigo  13  ‐  Fica  a  Secretaria  de  Estado  da  Educação  responsável  pela  guarda  e  sigilo dos dados cadastrados.  § 1º ‐ Casos excepcionais deverão ser submetidos à análise da Diretoria Ensino e à  homologação anual da respectiva Coordenadoria.  Artigo 8º ‐ O Cadastramento Geral de Alunos será coordenado pela Secretaria da  Educação.  a  partir  dos  princípios  da  educação inclusiva. em conformidade com o disposto na Resolução nº 11/2008.290/95.  VII  ‐  as  turmas  de  recuperação  paralela  serão  constituídas  de  15  a  20  alunos  e  organizadas em conformidade com as diretrizes fixadas na Resolução nº 40/2008. 1º. que baixará instruções normativas para sua realização.  SAPE(s). de 31‐8‐95.  VI  ‐  12  a  15  alunos  na  oferta  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado.290. 1º.

 no que se refere a Diretor de Escola. e dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores    Artigo 15 ‐ A fixação do módulo de pessoal das unidades escolares da Secretaria da  Educação. de 12 de maio de 1978.342/78)    CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA    Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação  Subseção I  Dos Critérios de Fixação. nos termos dos artigos 26 a 29 da Lei nº 10.  V ‐ o número de servidores readaptados.  VI ‐ a relação de unidades escolares em processo de contratação de prestação de  serviços das atividades que não são próprias ou exclusivas do Estado.  2º  e  art.  §  1º  ‐  Os  servidores  das  unidades  escolares  em  processo  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  poderão  ser  remanejados para outras unidades escolares.00  m2  por  aluno  lotado em carteira dupla e de 1.  IV ‐ o número de servidores afastados.630/08.  102  do  Regulamento  que  integra  o  Decreto  nº  12. arts.  II ‐ as condições físicas e/ou estruturais da escola.261.  (Decreto nº 52.  art. 2º e 3º)    Subseção II  Da Contratação de Serviços    Artigo  18  ‐  A  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  nas  unidades  escolares  será  precedida  de  processo  licitatório  33 .§  2º  ‐  A  área  das  salas  de  aula  corresponderá  no  mínimo  a  1.    Artigo  17  ‐  A  movimentação  dos  servidores  ocorrerá  por  meio  de  concurso  de  remoção ou por transferência.  III ‐ o número de servidores em exercício.  SE  nº  86/08.  (Res. indicadores de vulnerabilidade. quando em carteira individual.  III ‐ a contratação de prestação de serviços das atividades que não são próprias ou  exclusivas do Estado. de 28 de outubro  de 1968.20 m .  II ‐ as transferências.    Artigo  16  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  efetuar  a  fixação  e  a  revisão  dos  módulos de pessoal de que trata o artigo anterior para:  I ‐ a organização do concurso de remoção ou de ingresso.  entre outros. 1º e 2º. §§ 1º.  VII ‐ outros critérios definidos por estudos da Secretaria da Educação.  §  2º  ‐  As  situações  abrangidas  por  este  artigo  obedecerão  às  necessidades  de  recursos humanos e à conveniência administrativa. Vice‐Diretor de Escola e integrantes do QAE deverá  observar:  I ‐ a quantidade de classes da unidade escolar.

5 (cinco décimos). conforme anexo que integra esta subseção.  e  suas  alterações  posteriores. passam a vigorar.específico. art. para definição dos módulos das unidades escolares da  rede estadual de ensino. art. quando a unidade escolar comportar diretor de escola.  de  21  de  junho  de  1993.  § 1º ‐ No caso da contratação de que trata o caput deste artigo serão utilizados os  parâmetros estabelecidos pela Secretaria de Gestão Pública. 3º)    Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo    Artigo 19 ‐ Os parâmetros. 2º)    Artigo  21  ‐  As  classes  das  escolas  vinculadas  integrarão  o  módulo  da  escola  vinculadora. 19 está com a redação dada pela Res. SE nº 27/08. 2º)    (• ) ANEXO    Nº de  Nº de  Diretor de  Vice‐Diretor  Secretário  Agente de  Agente de  classes  Turnos  Escola  de Escola  de Escola  Organização  Serviços Escolares Escolar  2 a 3  1 ou +  0  0  0  0  1  4 a 7  1 ou +  0  1  0  1  1  8 a 11  1 ou +  1  0  0  2  1  12 a 44  1 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  2  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  3 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)    Nota:  As  Unidades  Escolares  com    8  a  11  classes  funcionando  em  três  turnos  comportarão  um  Vice‐Diretor além do módulo fixado no referido anexo.  (**) O arredondamento de cálculo para maior somente poderá se efetuar para frações superiores  a 0.  (Decreto nº 52. 1º)    Artigo  20  ‐  Para  cálculo  das  necessidades  das  unidades  escolares  na  revisão  de  módulo  de  pessoal  não  serão  computados  os  quantitativos  referentes  a  servidores  afastados  e  readaptados.  (Res.  observados  os  termos  da  Lei  nº  8.    (• ) O Anexo referido no art.666. SE nº 25/10.  §  2º  ‐  A  Secretaria  da  Educação  fará  publicar  a  lista  das  unidades  escolares  passíveis  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas do Estado. art.630/08.  34 .  (Decreto nº 52. § 4º do art.630/08.  (Res. SE nº 27/08. bem como os estudos da Secretaria  de Educação.

  mediante  o  qual  se  verifica.  em  até  três  turmas  distintas.  no  que  couber.Seção II  Do  Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores    Artigo  22  ‐  As  unidades  administrativas  públicas  estaduais  deverão  manter.  domingos. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados.  § 3º ‐  Nas  unidades em que.     Artigo 23 ‐ A jornada de trabalho dos servidores sujeitos à prestação de quarenta  horas  semanais  de  serviço  será  cumprida.  obrigatoriamente.  aplicam‐se  aos  servidores  sujeitos à jornada de trabalho de trinta horas semanais as disposições dos §§ 2º.  sempre  que  possível.  §  1º  ‐  Para  atender  à  conveniência  do  serviço  ou  à  peculiaridade  da  função.  desde  que  mantida  a  divisão  em  dois  períodos  e  assegurado o intervalo mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  garantindo  a  prestação  dos  serviços.  2. o  horário  poderá  ser  estabelecido  para  duas  ou  mais  turmas.  35 . 3º e 4º do artigo  23.  o  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  a  entrada e saída do servidor em serviço.  observada a escala de horário estabelecida pela chefia imediata.  diariamente.  Parágrafo  único  ‐  As  unidades  que  prestam  atendimento  direto  ao  cidadão  deverão:  1.  manter  ininterruptamente  servidores.  observados  o  descanso  semanal remunerado e intervalos para alimentação e descanso.  servidores  para  a  garantia  da  prestação  dos  serviços que lhe são afetos. com intervalo de duas  horas para alimentação e descanso. cabe ao dirigente do órgão determinar o  sistema que melhor atenda à conveniência e às necessidades do serviço.  pontos  facultativos  e/ou  feriados  é  facultado.  em  dois  períodos  dentro  da  faixa  horária compreendida entre oito e dezoito horas.    Artigo  26  ‐  Do  registro  do  ponto.     Artigo  24  ‐  A  jornada  de  trabalho  dos  servidores  sujeitos  à  prestação  de  trinta  horas semanais. de segunda a sexta‐feira.  o  horário  dos  servidores  poderá  ser  prorrogado  ou  antecipado.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  dezenove  horas. no mínimo. deverão constar:  I ‐ o nome e registro geral do servidor.   § 2º ‐ Nas unidades em que houver necessidade de funcionamento ininterrupto.  Parágrafo  único  ‐  Observadas  as  disposições  do  caput.  mantida  sempre  a  divisão  em  dois  períodos com intervalo de.  § 4º ‐ Para os fins previstos neste artigo. assegurado o intervalo mínimo de quinze minutos para  alimentação e descanso. por  sua natureza. uma hora para alimentação e descanso.    Artigo  25  ‐  A  freqüência  diária  dos  servidores  da  Administração  Direta  e  das  Autarquias será apurada pelo registro de ponto.  durante  todo  o  seu  período  de  funcionamento.  cabendo  ao  dirigente  do  órgão  disciplinar  o  funcionamento  do  serviço  que  melhor possa atender ao interesse público.  correspondentes  a seis horas diárias de serviço. afixar em local visível ao público e publicar nos meios de comunicação oficiais o  seu horário de funcionamento.  deverá ser cumprida dentro da  faixa horária entre sete e dezenove horas.

II ‐ o cargo ou função‐atividade do servidor.    Artigo 31 ‐ O servidor perderá um terço do vencimento ou salário do dia quando  entrar  em  serviço  dentro  da  hora  seguinte  à  marcada  para  o  início  dos  trabalhos  ou  retirar‐se  dentro da última hora do expediente.  pela  natureza  e  circunstância.  até  o  limite  de  vinte  e  quatro. no primeiro dia em que comparecer à  repartição.  VII ‐ os afastamentos e licenças previstos em lei. a critério do  superior imediato do servidor.  V ‐ as ausências temporárias e as faltas ao serviço.  os  sábados.    Artigo  30  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.  a  justificação  das  que  excederem  a  esse  número.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas e as consideradas justificadas pela autoridade  competente não serão computadas para efeito de configuração dos ilícitos de abandono do cargo  ou função e de faltas interpoladas.  §  2º  ‐  A  utilização  do  formulário  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior  dar‐se‐á  a  partir do primeiro dia do mês subseqüente à publicação de Instrução a ser expedida pelo Órgão  Central do Sistema de Administração de Pessoal do Estado. que decidirá em igual prazo.  devidamente  informada  por  essa  autoridade.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas não implicarão desconto da remu‐neração. ao seu superior hierárquico. não excedendo a uma por mês.   §  2º  ‐  Nos  casos  em  que  o  chefe  imediato  seja  diretamente  subordinado  ao  Governador.  §  1º  ‐  No  prazo  de  sete  dias  o  chefe  imediato  do  servidor  decidirá  sobre  a  justificação  das  faltas.  VI ‐ as compensações previstas nos artigos 32 e 33.  III ‐ o horário de entrada e saída ao serviço.  sob  pena  de  sujeitar‐se  a  todas  as  conseqüências  resultantes  da  falta  de  comparecimento.  §  1º  ‐  Para  o  registro  de  ponto  poderão  ser  utilizados  meios  mecânicos. a Secretário de Estado.  até  o  máximo  de  doze  por  ano.  justificadas  ou  injustificadas.  será  submetida.  Parágrafo único ‐ Aplica‐se o disposto no caput deste artigo quando excedidos os  limites fixados nos artigos 32 e 33 e não efetuadas as compensações neles previstas.    Artigo  27  ‐  O  servidor  que  faltar  ao  serviço  poderá  requerer  o  abono  ou  a  justificação da falta. eletrônicos ou formulário específico.  até  o  máximo  de  seis  por  ano.  § 3º ‐ O servidor perderá a totalidade do vencimento ou salário do dia nos casos  de que trata o caput deste artigo.  os  dias  intercalados. ao Procurador Geral do Estado ou a Dirigente de Autarquia. em razão de moléstia ou outro motivo relevante.  possa  constituir  escusa  razoável  do  não  comparecimento.  de  preferência.  domingos.     Artigo  29  ‐  Poderão  ser  justificadas  até  vinte  e  quatro  faltas  por  ano.  feriados  e  aqueles  em  que  não  haja  expediente  serão  computados para efeito de desconto dos vencimentos ou salários.  36 .  IV ‐ o horário de intervalo para alimentação e descanso.  desde  que  motivadas  em  fato  que. por escrito à autoridade competente.    Artigo  28  ‐  Poderão  ser  abonadas  as  faltas  ao  serviço.  sua competência se estenderá até o limite de vinte e quatro faltas.  VIII ‐ assinatura do servidor e da Chefia imediata.

  § 1º ‐ A ausência temporária ou definitiva. previstos em  lei.261.  entrar  com  atraso  nunca  superior  a  quinze  minutos  na  unidade onde estiver em exercício.  for  invocado  motivo justo.  conforme  se  trate  de  curso  diurno ou noturno.    Artigo 36 ‐ O servidor‐estudante.  a  critério  da  chefia  imediata.  se  a  ausência  for  igual  ou  inferior  a  trinta  minutos.    Artigo  34  ‐  O  servidor  perderá  a  totalidade  de  seu  vencimento  ou  salário  do  dia  quando comparecer ou retirar‐se do serviço fora de horário.     Artigo  33  ‐  Até  o  máximo  de  três  vezes  por  mês.  será  concedida  ao  servidor  autorização  para  retirar‐se  temporária  ou  definitivamente. não  poderá exceder a duas horas.  quando. ressalvadas as hipóteses previstas nos  artigos 31. nos termos do artigo 121 da Lei nº 10.  sem  qualquer  desconto  em  seus  vencimentos  ou  salários.  salário  ou  remuneração. tempo igual  ou inferior a noventa minutos.    Artigo 35 ‐ Para a configuração do ilícito administrativo de abandono de cargo ou  função. previstos em  lei.  § 4º ‐ Entre as hipóteses de ausência previstas no caput inclui‐se a faculdade de o  servidor retirar‐se do expediente uma vez por mês.  posto  ou  caixa  de  atendimento  eletrônico.  Artigo  32  ‐  Poderá  o  servidor  até  cinco  vezes  por  mês.  compensar mais de um período num só dia. previstos em lei. 32 e 33 e os casos de consulta ou tratamento de saúde.  § 1º ‐ O benefício previsto no caput deste artigo somente será concedido quando  mediar entre o período de aulas e o expediente da unidade de prestação dos serviços.  sem  desconto  em  seu  vencimento. a critério da Administração.  §  2º  ‐  O  servidor  é  obrigado  a  compensar.  desde  que  na  unidade  de  trabalho  não  se  mantenha  agência  bancária.  a  compensação  se  fará  de  uma só vez. são computados os dias de sábados.   2. entrar em serviço até uma hora após o  início  do  expediente  ou  deixá‐lo  até  uma  hora  antes  do  término.  durante  o  expediente.  a  critério  da  chefia  imediata.      37 . feriados e pontos facultativos.  para a finalidade  específica  de  recebimento  de  sua  retribuição  mensal  em  instituição  bancária. dispensada a compensação. domingos. de que trata o caput deste artigo.  Parágrafo único ‐ A freqüência do servidor será registrada desde que permaneça  no trabalho por mais de dois terços do horário a que estiver sujeito.   §  3º  ‐  Não  serão  computados  no  limite  de  que  trata  o  caput  os  períodos  de  ausências temporárias durante o expediente para consulta ou tratamento de saúde. a compensação  deverá ser dividida por período não inferior a trinta minutos com exceção do último. se a retirada se prolongar por período superior a trinta minutos. que será pela  fração  necessária  à  compensação  total. exceto nos casos de consulta ou tratamento de saúde.  podendo  o  servidor.  no  mesmo  dia  ou  nos  três  dias  úteis  subseqüentes. desde que compense o atraso no mesmo dia. o tempo correspondente à retirada temporária ou definitiva de que trata o caput  deste artigo na seguinte conformidade:  1. de 28  de outubro de 1968. respectivamente. poderá.

  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  vinte  e  três  horas.  obrigatoriamente.    Artigo  38  ‐  As  normas  de  registro  e  controle  de  freqüência  dos  docentes  da  Secretaria da Educação serão estabelecidas em ato específico da Pasta.  §  3º  ‐  O  servidor  abrangido  por  este  artigo  gozará  dos  benefícios  nele  previstos  durante os dias letivos. exceto nos períodos de recesso ou férias escolares. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados  e/ou aos  domingos.  junto  à  Chefia  imediata.  § 2º ‐ A distribuição da carga horária deverá abranger os turnos de funcionamento  da  unidade  escolar. 2º a 19)    Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares    Artigo  39  ‐  As  unidades  escolares  deverão  manter  servidores  para  a  garantia  da  prestação dos serviços que lhe são afetos. respeitado o limite máximo de 8 (oito) horas  diárias de trabalho.  a  critério  do  Gestor  Escolar. desde que mantida a divisão da  carga  horária diária em dois períodos e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição e  descanso. o  Gestor  Escolar  deverá  elaborar  escala  de  trabalho  dos  servidores  visando ao acompanhamento desse funcionamento.  o  início  do horário  de trabalho  dos servidores  mencionados  no  caput poderá.  §  2º  ‐  Para  fazer  jus  ao  benefício  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  o  servidor apresentar comprovante. e aos docentes designados em Postos de Trabalho de Vice Diretor  de Escola ou de Professor Coordenador. durante todo o seu período de funcionamento.  ser  antecipado para  até 6  (seis) horas da  manhã. de 13 de maio de 1978.  mediante  apresentação  de  documento  hábil  expedido  pelo estabelecimento de ensino em que estiver matriculado.    Artigo 40 ‐ A jornada de trabalho dos servidores dos Quadros de Apoio Escolar e  da  Secretaria  da  Educação  será  cumprida.   38 .  semestralmente.  ainda. por  sua natureza.  de  segunda a sexta‐feira.  §  3º  ‐  Para  atender  a  conveniência  do  serviço  e/ou  a  peculiaridade  da  função. realizem trabalhos externos. arts. civil e penal.   Parágrafo  único  –  Para  o  pessoal  docente  deverão  ser  observadas.  em  virtude  das  atribuições do cargo ou função.    Artigo 37 ‐ Os Secretários de Estado.  as  disposições dos artigos 620 a 622.   § 4º ‐ O servidor‐estudante fica obrigado a comprovar o comparecimento às aulas.  em  dois  períodos  com  intervalo  mínimo de uma hora para alimentação e descanso. de que está matriculado  em estabelecimento de ensino oficial ou autorizado.  § 4º ‐  Nas  unidades em que.  §  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  aplica‐se  igualmente  ao  integrante  do  Quadro  do  Magistério. sujeito à Jornada Completa de Trabalho de que trata o artigo 70 da Lei Complementar  nº 180.054/07. o Procurador Geral do Estado e os Dirigentes  de  Autarquias  fixarão  critérios  para  controle  do  ponto  de  servidores  que.  §  5º  ‐  O  não  cumprimento  das  disposições  do  parágrafo  anterior  implicará  na  responsabilização disciplinar. anual ou semestral conforme o caso.  (Decreto nº 52.

  na  recepção  de  documentos  por  órgãos  e  entidades  da  administração  direta. 1º e caput do art.  a  exigência  de  reconhecimento  de  firmas  ou  de  autenticação  de  cópias.  de  28  de  dezembro de 1993. no  ato do recebimento. o servidor deverá proceder ao  cotejo.  cumulativamente.  § 4º ‐ Verificada a qualquer tempo a ocorrência de fraude ou falsidade em prova  documental. com a Gratificação por Trabalho no Curso Noturno. que não considerou necessário o atendimento da formalidade. 2º a 5º)      CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas    Artigo  43  ‐  É  vedada.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino homologar o horário de trabalho  do servidor mencionado no caput deste artigo. com a  indicação  do  dispositivo  legal  em  que  ela  está  prevista  e  da  razão  específica  da  dúvida.  para  instruir  processos  e  procedimentos  administrativos  nos  órgãos  do  Estado.  sempre.  respectivamente.    Artigo 41 ‐ A freqüência dos servidores docentes será registrada em livro próprio.658/08)  § 2º ‐ Na hipótese de que trata o caput deste artigo.  (Lei nº 8. motivadamente. SE nº 73/07.  observados.  reputar‐se‐ão  inexistentes  os  atos  administrativos  dela  resultantes. de 27 de dezembro de 1985. 2º do Decreto nº 52.  a  carga horária correspondente à jornada de trabalho do servidor.  § 3º ‐ Eventual exigência do servidor será feita por escrito. a critério da autoridade.  cumprindo  ao  39 . 1º c/c o art.  autárquica  e  fundacional.  1º e arts. art.  onde  constarão  os  horários  das  aulas  e  as  Horas  de  Trabalho  Pedagógico.  ressalvada  a  decorrente  de  lei  federal  ou  quando  haja  determinação  legal  expressa  em  sentido contrário.§  5º  ‐  Para  os  fins  previstos  neste  artigo.  (Res. somente se houver dúvida fundada.  presumindo‐se.  § 1º Poderá. o descanso semanal remunerado  e o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso. de que tratam os artigos  83 a 88 da Lei Complementar nº 444. mantida a divisão em dois turnos durante todo seu período de  funcionamento. ser exigido o original para confrontação. exigirá o reconhecimento da firma ou a  autenticação da cópia. e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  com  a  cédula  de  identidade  do  interessado  ou  com  o  respectivo  documento original e.  a  Gratificação  Especial  instituída  pela  Lei  Complementar  nº  744. poderá autorizar  o  horário  de  trabalho  do  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  dentro  da  faixa  horária  estabelecida no § 2º do artigo 40. parágrafo único do art.263/93. havendo necessidade.  cabe  ao  Gestor  Escolar  determinar  o  sistema  que melhor  atenda  a  conveniência  e  as  necessidades  do  serviço.  § 1º ‐ A atuação fora do horário de funcionamento da Diretoria de Ensino somente  será  possível  se  o  Supervisor  de  Ensino  for  responsável  pela  supervisão  e  fiscalização  de  cursos  noturnos de unidades escolares incluídas no setor de trabalho que lhe for atribuído.  §  3º  ‐  O  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  não  poderá  perceber.    Artigo 42 ‐ O Dirigente Regional de Ensino. caso não o faça.  conforme  modelo  definido em Instrução expedida pelo Departamento de Recursos Humanos.

  (Decreto nº 52.  (Decreto nº 52.órgão ou entidade a que o documento tenha sido apresentado expedir a comunicação cabível ao  órgão local do Ministério Público. com danos ao ambiente de trabalho. 3º)    Artigo 45 – Fica dispensada a exigência de reconhecimento de firma em qualquer  documento  produzido  no  País.   (Lei nº 2. §§ 1º. especialmente:  40 . toda ação.  servidor. salvo naquelas em que lei federal  ou determinação legal expressamente determine. art. 1ª via de documentos. art.  (Lei nº 3.658/08.  em  que  há  determinação  legal  expressa de reconhecimento de firmas ou de autenticação de cópias. submetendo o servidor a procedimentos repetitivos  que impliquem em violação de sua dignidade ou.    Artigo 48 ‐ Considera‐se assédio moral.  II ‐ divulgarão o conteúdo desta seção em seus sítios eletrônicos. 1º)    Seção III  Do Assédio Moral    Artigo  47  ‐  Fica  vedado  o  assédio  moral  no  âmbito  da  administração  pública  estadual direta. art. abusando da autoridade que lhe conferem suas funções.  IV – cobrar material destinado a provas e exames.  empregado.144/79.913/83. que o sujeitem a condições  de trabalho humilhantes ou degradantes.658/08)    Seção II  Da Cobrança de Contribuições    Artigo 46 – Aos estabelecimentos oficiais de ensino do Estado fica proibido:  I – cobrar taxa de matrícula. na Rede Mundial  de Computadores ‐ Internet. para os fins da Lei nº 12.  III – locar dependências do prédio.  V – instituir o uso obrigatório de uniforme. no todo ou em parte. c/c o Decreto nº 52. para fins  de  transferência.  VI – exigir qualquer outra forma de contribuição em dinheiro.  praticada  de  forma  repetitiva  por  agente.  II – exigir contribuição pecuniária para a Merenda Escolar. por qualquer forma. bem como à evolução. indireta e fundações públicas. 1º. à carreira e à estabilidade  funcionais do servidor. 2º)    Artigo  44  ‐  As  Secretarias  de  Estado.  de  certificados  ou  diplomas  de  conclusão  de  cursos  e  de  outros  documentos  relativos à vida escolar.  as  autarquias  e  as  fundações  instituídas  ou  mantidas pelo Estado:  I  ‐  manterão  em  local  visível  e  acessível  ao  público  relação  atualizada  das  hipóteses.658/08.  quando  apresentado  para  fazer  prova  perante  repartições  e  entidades públicas estaduais da administração direta e indireta. tenha por objetivo ou efeito  atingir a auto‐estima e a autodeterminação do servidor.  ou  qualquer  pessoa que. 2º  e 3º do art. ao  serviço prestado ao público e ao próprio usuário.250/06.  gesto  ou  palavra.  pertinentes  aos  respectivos  âmbitos  de  atuação.

 gestos e palavras que  impliquem:  1 ‐ desprezo.  bem  como  a  prática  de  críticas reiteradas ou a de subestimação de esforços.  ou  de  ofício  pela  autoridade  que  tiver conhecimento da prática de assédio moral.  atribuições.  indireta  e  fundações públicas. exijam treinamento e conhecimento  específicos. sob pena de nulidade. conforme definido na lei. de qualquer forma.  4 ‐ exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos.  sujeitando‐o  a  receber  informações. tarefas e outras atividades somente através de terceiros. ignorância ou humilhação ao servidor. ficam obrigados a tomar as medidas  necessárias para prevenir o assédio moral.    Artigo  52  ‐  Por  provocação  da  parte  ofendida.  empregado  ou  qualquer  pessoa  que  exerça  função  de  autoridade  nos  termos  desta  lei.  especializadas.    Artigo  53  ‐  Fica  assegurado  ao  servidor  acusado  da  prática  de  assédio  moral  o  direito  de  ampla  defesa  das  acusações  que  lhe  forem  imputadas.  II ‐ suspensão. ou aquelas para as quais.  nos  termos  das  normas  específicas de cada órgão da administração ou fundação. na pessoa de seus representantes legais.    Artigo  51  ‐  O  assédio  moral  praticado  pelo  agente. em prejuízo de seu  desenvolvimento pessoal e profissional.    Artigo 50 ‐ Todo ato resultante de assédio moral é nulo de pleno direito.  3  ‐  divulgação  de  rumores  e  comentários  maliciosos. ou em condições e prazos inexeqüíveis.  as  seguintes medidas:  1 ‐ o planejamento e a organização do trabalho:  a) levará  em  consideração  a  autodeterminação de cada servidor e possibilitará o  exercício de sua responsabilidade funcional e profissional.  é  infração  grave  e  sujeitará o infrator às seguintes penalidades:  I ‐ advertência.  Parágrafo  único  ‐  Para  os  fins  deste  artigo  serão  adotadas.  servidor. mediante  sindicância ou processo administrativo.  propostas.    Artigo 49 ‐ Consideram‐se também assédio moral as ações.    Artigo  54  ‐  Os  órgãos  da  administração  pública  estadual  direta.  III ‐ demissão.  projetos  ou  de  qualquer  trabalho de outrem.  2  ‐  sonegação  de  informações  que  sejam  necessárias  ao  desempenho  de  suas  funções ou úteis a sua vida funcional.  II ‐ designando para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas.  Parágrafo  único  ‐  Nenhum  servidor  poderá  sofrer  qualquer  espécie  de  constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste artigo ou por  tê‐las relatado.  III  ‐  apropriando‐se  do  crédito  de  idéias.I  ‐  determinando  o  cumprimento  de  atribuições  estranhas  ou  de  atividades  incompatíveis com o cargo que ocupa. que o isolem de contatos com  seus  superiores  hierárquicos  e  com  outros  servidores. que atinjam a dignidade do servidor.  41 .  dentre  outras. será promovida sua imediata apuração.

 que decidirá sobre a matéria ou a  enviará ao Conselho Estadual de Educação. tanto pelas escolas como por Diretorias de Ensino e demais órgãos  técnicos subordinados às Coordenadorias de Ensino. 1º)    Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões    Artigo 56 ‐ As decisões do Conselho Estadual de Educação poderão ser objeto de  pedido de reconsideração.  §  1º  ‐  O  pedido  deverá  ser  formulado  no  prazo  de  trinta  (30)  dias.  2 ‐ o trabalho pouco diversificado e repetitivo será evitado.  42 .  atividades  ou  tarefas  funcionais.  ligando  tarefas  individuais  de  trabalho  e  oferecendo  a  ele  informações sobre exigências do serviço e resultados. os dirigentes dos órgãos centrais encaminharão. arts. após  análise exaustiva e abrangente. 1º a 7º)      CAPÍTULO IV  DOS RECURSOS E DO ENCAMINHAMENTO DE EXPEDIENTES E PROCESSOS AO CONSELHO  ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE    Artigo 55 ‐ É vedado o encaminhamento direto ao Conselho Estadual de Educação  de expediente ou processos que cuidem de aspectos técnicos dos estabelecimentos que integram  o Sistema Estadual de Ensino. nos termos da Deliberação CEE  nº 2/98. esgotados  todos  os  seus  recursos  de  interpretação  das  leis  e  normas  que  porventura  regulamentem  as  respectivas matérias.  (Lei nº 12. protegendo o servidor  no caso de variação de ritmo de trabalho. salvaguardadas as tramitações especificas em  Deliberações CEE. art.  d) garantirá a dignidade do servidor.  c)  assegurará  ao  servidor  oportunidade  de  contatos  com  os  superiores  hierárquicos  e  outros  servidores.  §  2º  ‐  O  prazo  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  contado  da  data  da  publicação  da  decisão  no  Diário  Oficial  do  Estado  ou  da  data  em  que  a  parte  interessada  tiver  ciência da decisão quando se tratar de matéria não sujeita a publicação. certificar‐se de que a decisão escapa‐lhe à competência.b)  dará  a  ele  possibilidade  de  variação  de  atribuições.  §  2º  ‐  Ocorrendo  dúvidas  de  interpretação  ou  na  eventualidade  de  se  considerarem incompetentes para decidir.250/06.  3  ‐  as  condições  de  trabalho  garantirão  ao  servidor  oportunidades  de  desenvolvimento funcional e profissional no serviço. os expedientes ao Secretário.  apontando  expressamente  o  erro  de  fato  ou  de  direito  em  que  incidiu  o  Colegiado  ou  o  fato  novo  que  justifique a reconsideração. objeto desta seção. SE nº 39/93.  (Res. a ser formulado pela parte interessada.  §  1º  ‐  Cada  um  dos  órgãos  a  partir  da  unidade  escolar  somente  encaminhará  os  expedientes aludidos no caput deste artigo ao órgão imediatamente superior quando.

  o  Conselheiro  deverá  apresentar justificativa consubstanciando o pedido.  arts.§ 3º ‐  O  Presidente do Conselho  indeferirá de plano o  pedido  de reconsideração  que for protocolado extemporaneamente ou formulado pela segunda vez. Geografia. Biologia. História. este será juntado ao respectivo  processo  e  encaminhado  à  Câmara  ou  Comissão  onde  teve  origem  a  decisão  recorrida. art. 1º.  passa  a  constituir  o  referencial  básico obrigatório para a formulação da proposta pedagógica das escolas da rede estadual. cabendo ao Conselho Pleno a decisão final. Física. Matemática. 2º e  3º)    Seção III  Dos Recursos    Artigo 59 ‐ De decisão da Diretoria de Ensino. com a redação dada pela Del.  as  decisões  do  Conselho  poderão ser revistas quando for argüido erro de fato ou de direito.  43 . incorpora as propostas didáticas vivenciadas pelos professores  em suas práticas docentes e visa ao efetivo funcionamento das escolas estaduais em uma rede de  ensino.  §  1º  ‐  Ao  propor  a  revisão  de  que  trata  este  artigo. Ciências.  (Del.  §  2º  ‐  A  revisão  proposta  será  aprovada  se  contar  com  o  voto  favorável  de  no  mínimo dois terços (2/3) dos membros do Colegiado. CEE nº 13/95.  § 2º ‐ A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental e  para  o  Ensino  Médio  contempla  os  componentes  curriculares  a  seguir  relacionados  e  consubstanciados nas propostas curriculares de Língua Portuguesa. 1º)      TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA    CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular  Subseção I  Da Proposta Curricular     Artigo  60  ‐  A  Proposta  Curricular  do  Estado  de  São  Paulo  para  o  Ensino  Fundamental  e  para  o  Ensino  Médio.  elaborada  por  esta  Pasta.  que  complementa  e  amplia  as  Diretrizes  e  os  Parâmetros Curriculares Nacionais. CEE nº 72/08. com base em normas do Conselho  Estadual  da  Educação. Química. CEE nº 2/98.    Artigo  58  ‐  Por  proposta  de  qualquer  Conselheiro.  §  1º  ‐  A  Proposta  Curricular.   (Del.  para  apreciação preliminar.    Artigo 57 ‐ Recebido o pedido de reconsideração. art. Língua  Estrangeira Moderna ‐ Inglês.  caberá  recurso  ao  Órgão  imediatamente  superior  da  Secretaria  da  Educação e da decisão deste caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação.  Filosofia e Sociologia. Arte. Educação Física.

    Artigo  60  B  ‐  O  ensino  de  língua  espanhola  de  que  trata  o  artigo  anterior  será  implantado  gradativamente. sua organização curricular. SE nº 76/08. a partir do 2º semestre de 2010. deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  I  ‐  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos  deverá  ser  observada  a  carga horária de 25 (vinte e cinco) aulas semanais. observada a habilitação ou qualificação exigida no  processo de atribuição de classes e aulas. 1º. 2º e 3º)    Subseção II  Da Organização Curricular    Artigo  61  ‐  A  organização  curricular  das  escolas  estaduais  que  oferecem  ensino  fundamental e ensino médio se desenvolverá em 200 (duzentos) dias letivos. estruturada em 9 (nove) anos.  no  âmbito  da  Diretoria.  ao  cadastramento  dos  Professores  interessados na docência da língua espanhola.  desenvolvida  em  regime  de  progressão  continuada. de acordo com os regulamentos e normas expedidos  oportunamente pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. 1º.  II  –  proceder.  iniciando‐se  com  o  atendimento  aos  alunos  da  1ª  série  do  ensino  médio.  §  4º  ‐  A  implantação  da  Proposta  Curricular  ocorrerá  com  o  apoio  de  materiais  impressos. com a carga horária  anual estabelecida nesta Subseção.  opcional  para  o  aluno. de que trata o Anexo I. arts. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada. 2º e 3º)    Artigo  60  A  ‐  O  ensino  da  língua  espanhola. distribuídas por níveis de ensino.§  3º  ‐  As  Propostas  Curriculares  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  são  complementadas  por  um  conjunto  de  documentos. nas unidades escolares.    Artigo  63  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  iniciais  do  ensino fundamental.  integrará  obrigatoriamente o currículo do ensino médio das escolas públicas estaduais. nos termos desta  seção.000 aulas anuais. mediante a  participação  direta  e  contínua  dos  educadores  da  rede  de  ensino. arts. SE nº 5/10.    Artigo 60 C ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  orientar  as  escolas.  com  orientações  didáticas  e  expectativas  de  aprendizagem. estendendo‐se aos das demais séries. anos e séries.  (Res.   Parágrafo único – A oferta obrigatória do ensino da língua espanhola pela escola e  de matrícula facultativa para o aluno far‐se‐á.  a  ser  implantada  de  forma  gradativa  e  contínua.    Artigo 62 ‐ O ensino fundamental terá.  das  respectivas  circunscrições. a partir de 2009. correspondendo ao ensino do 1º ao 5º ano. correspondendo ao ensino do 6º ao 9º ano. recursos tecnológicos e com ações de capacitação e monitoramento que.  (Res.  II ‐ anos finais. constituída por dois segmentos  de ensino (ciclos):  I ‐ anos iniciais.  no  levantamento  da  demanda de alunos da 1ª série do ensino médio interessados no curso de espanhol.  possibilitarão  seu  aperfeiçoamento.  totalizando 1.  44 .

 com duração de 45 (quarenta  e cinco) minutos cada. quando for o caso. como curso de sólida formação básica.200 aulas anuais.080 aulas anuais. preferencialmente. preferencialmente. sendo que Educação Física será  ministrada fora do horário regular de aulas.  III ‐ no período noturno.  por  professor  especialista.    Artigo 64 ‐ O ensino médio. terá sua matriz  curricular organizada:   I  ‐  no  período  diurno.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos cada. observado o processo anual de atribuição de  classes e aulas. que abre ao jovem efetivas oportunidades de  consolidação  das  competências  e  conteúdos  que  o  preparam  para  prosseguir  seus  estudos  em  nível superior e/ou o inserem no mundo do trabalho. totalizando 1. conforme Anexo VI.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos  cada. em três séries anuais. totalizando 960 aulas anuais. aos sábados. aos sábados.  previstas  nas  matrizes  curriculares  das séries/anos iniciais.  4  (quatro)  aulas  diárias  de  50  (cinquenta)  minutos  cada. objeto do Anexo III.  em  unidades  escolares  com  três  turnos  diurnos. com 27 (vinte e sete) aulas semanais.  quando  comprovada  a  inexistência  ou  ausência  do  professor especialista. totalizando 30 (trinta) aulas semanais e 1.  §  1º  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  finais  do  ensino  fundamental deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  1  ‐  no  período  diurno.  inclusive para constituição de jornada de trabalho. com três turnos diurnos. totalizando 960 aulas anuais.  3 ‐ em horário regular de funcionamento da classe.    Artigo 65 ‐ O ensino médio. com a duração de 45  (quarenta e cinco) minutos cada.  na  conformidade  do  contido no Anexo I.080 aulas anuais. totalizando 27 (vinte e sete) aulas semanais e 1.  § 2º ‐ A prioridade dada ao desenvolvimento das competências leitora e escritora  e dos conceitos básicos da matemática.  com  6  (seis)  aulas  diárias. preferencialmente.  2  ‐  com  acompanhamento  obrigatório  do  professor  regente  da  classe  e  do  Aluno/Pesquisador da Bolsa Alfabetização.  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos.080  aulas anuais. terá sua organização curricular  estruturada como curso de sólida formação básica.  II ‐ no período diurno. com calendário específico. conforme Anexo II.  totalizando  24  (vinte e quatro) aulas semanais e 960 aulas anuais.  §  4º  ‐  As  aulas  da  disciplina  Leitura  e  Produção  de  Textos  serão  atribuídas  a  professores com licenciatura plena em Língua Portuguesa.  27  (vinte  e  sete)  aulas  semanais.  45 . nos anos/séries iniciais.  com  três  turnos  diurnos  e  calendário  específico  de  semana  de  6  (seis)  dias  letivos.  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada. objeto do Anexo II.  com  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais. não exime o professor da classe  da abordagem dos conteúdos das demais áreas do conhecimento.  2  ‐  no  período  diurno.  4  ‐  pelo  professor  da  classe. titulares de cargo.II  ‐    em  unidades  escolares.  com  calendário  específico  e  semana  de  6(seis)  dias  letivos. com 5 (cinco) aulas diárias.  §  3º  ‐  As  aulas  de  Educação  Física  e    de  Arte.  com  duração  de  50  minutos cada.  totalizando  1. conforme Anexo IV. semana  de  6  (seis)  dias  letivos. sendo que  Educação Física será ministrada. deverão ser desenvolvidas:  1  ‐  com  duas  aulas  semanais.  3 ‐ no período noturno.

 da área de Ciências Humanas.     Artigo  67  A  ‐  As  matrizes  curriculares  dos  cursos  de  ensino  fundamental  das  unidades  escolares  que  funcionam  em  período  integral  ou  das  classes  em  funcionamento  em  unidades da Fundação CASA/SP serão objeto de normatização específica. 8º e 9º.    c) disponham de condições para estudos e pesquisas complementares.  observada  a  organização  semestral  que  os  caracteriza. que:  a)  demonstrem  interesse  em  atuar  com  temas  transversais. e 2 (duas) à disciplina Geografia.  (Res.  disponibilizados  ao  professor. no caso da área de Ciências Humanas.  em  2009. arts. 6º. a professores titulares de cargo. 2 (duas) aulas deverão ser destinadas à disciplina Língua Portuguesa.  deverá  contemplar. 1º a 5º.§  1º  ‐  As  aulas  das  3ª  séries  que  se  caracterizam  como  disciplinas  de  apoio  curricular  dos  Anexos  IV  e  VI  serão  distribuídas  pela  direção  da  escola.  respeitada  a  classificação  do  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.  ampliarão  as  oportunidades  do  aluno  prosseguir  seus  estudos  em  nível  superior.  em  número  de  2  (duas)  aulas para um dos componentes que integram cada área do conhecimento.  da área de Linguagens e Códigos.  desde  que  autorizadas  pela  Diretoria  de  Ensino.  § 2º ‐ Em se tratando da área de Linguagens e Códigos.  adotarão.  enfocados  inter  e  transdisciplinarmente.  atender  a  alunos  do  1º  ano  da  nova  organização  curricular.  63 e 64 pela Res. serão objeto de resolução própria e  ocorrerão na conformidade dos termos de parcerias celebrados entre a Secretaria da Educação e  as instituições especializadas legalmente habilitadas.  Parágrafo  único  ‐  Em  casos  devidamente  justificados.    Artigo 67 ‐ Os cursos da modalidade de educação de jovens e adultos dos ensinos  fundamental  e  médio.  §  4º  ‐  Por  se  constituírem  oficinas  de  revisão  e  consolidação  das  aprendiza‐gens  das disciplinas desenvolvidas ao longo das séries do ensino médio.  as  aulas  deverão  ser  atribuídas  pela  direção  da  escola.  § 3º ‐ Com relação às disciplinas de apoio curricular da matriz curricular do período  diurno.    Artigo  66  ‐  As  oportunidades  de  estudos  de  qualificação  e/ou  habilitação  profissional a serem oferecidos aos alunos do ensino médio. SE nº 10/10)            46 . SE nº 98/08.  as  unidades  escolares  estaduais  poderão. três turnos. a distribuição de que trata  o  parágrafo  anterior.  assegurando  ao  docente  acesso  a  recursos  tecnológicos  inovadores  e  a  atividades  de  aprimoramento  e  atualização  profissional. as aulas de apoio curricular se  diferenciarão  pelo  uso  de  materiais  próprios  que. Anexo V. preferencialmente. objeto dos Anexos II e VI. no Anexo II. à exceção  de Ensino Religioso. as matrizes curriculares do período noturno.  obrigatoriamente.  respectivamente. inclusive para constituição de  jornada de trabalho.  com  homologação  da  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino. com as alterações introduzidas nos arts. as disciplinas História ou Geografia.  a  disciplina  Língua  Portuguesa  e  Literatura e.  §  5º  ‐  Dado  o  caráter  de  especificidade  dessas  disciplinas.  b) tenham familiaridade com ferramentas de multimídia.

  * Distribuir. dentro do horário regular de aulas. SE nº 10/10. 2º da Res. à exceção de Educação Física  e Ensino Religioso. preferentemente. no 9º ano.    Artigo  68  A  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  e  o  Departamento  de  Recursos  Humanos  baixarão  normas  complementares  que  se  fizerem  necessárias ao cumprimento do disposto nos artigos 60 A.  ** Educação Física será ministrada. aos  sábados. no período diurno.Subseção III  Das Disposições Finais    Artigo 68 ‐ A Secretaria da Educação adotará as medidas necessárias à realização  de concurso público para provimento de cargos de docentes de língua espanhola. e fora desse horário. No período noturno. distribuir. S=Série  Obs.    (•) O anexo I está com as alterações introduzidas pelo art. 60 B e 60 C . em cada ano do período diurno. 2 aulas semanais quando Ensino Religioso comportar turma  de alunos e 3 (três) quando esse componente não comportar turma específica.  47 . ou 8º série. S=Série    ANEXO II    Matriz Curricular Básico para o Ensino Fundamental  CICLO II  6º ao 9º Anos  ou 5ª a 8ª Séries – Diurno com dois turnos diurnos e Período Noturno*    Anos/Séries/Aulas Disciplinas  6º A e 5º S 7º A e 6ª S 8º A e 7ª S 9º A e 8ª S  9º A e 8 ª S Diurno/  Diurno/  Diurno/  Diurno  Noturno  Noturno  Noturno  Noturno  Língua Portuguesa   5  5  5  5  5  Arte  2  2  2  2  2  Educação Física**  2  2  2  2  2  Base Nacional  História  2  2  2  2  2  Comum  Geografia   2  2  2  2  2  Matemática   5  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas   2  2  2  2  2  Ensino Religioso        1  1  Língua Estrangeira Moderna  2  2  2  2  2  Leitura e Produção de Textos 2  2  2  2  2  Total Geral   24+*3=27  24+*3=27  24+*3=27  25+*3=28  25+*2=27  A = Ano.    ANEXO I   (•)      Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental  CICLO I – 1º ao 5º anos ou 1ª à 4ª séries      Anos/Séries/Aulas (%)  Disciplinas  2º A ou  3º A ou  4º A ou  5º A ou  1º ano  1ª S  2ª S  3ª S  4ª S  Língua Portuguesa   60%  60%  45%  30%  30%  História /Geografia  ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Matemática   25%  25%  40%  35%  35%  Ciências Físicas e Biológicas   ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Educação Física/Arte  15%  15%  15%  15%  15%  100%  100%  100%  100%  100%  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano. as 3 aulas entre as disciplinas constantes da matriz curricular. no período noturno.

 em número de 2 (duas) aulas semanais.              48 . para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.   Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área.  Ciências Humanas: em História ou Geografia. S=Série      ANEXO IV          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física  Matemática  Biologia   Física  Química  História   Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  5  2  2  5  2  2  2  3  2  2  1  2  ‐‐‐‐  30  Séries/aulas  2ª  5  2  2  5  2  2  2  3  3  1  1  2  ‐‐‐‐‐  30  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular 3ª  4  ‐‐‐‐  2  4 2  2  2  2  2  1  1  2  *6 30 Obs:  *A carga horária ser distribuída.    ANEXO III    Matriz Curricular Básica ‐  Ensino Fundamental  CICLO II 6ª ao 9ª Anos ou 5º a 8º Séries ‐ Diurno ‐ Três Turnos Diurnos    Anos/Séries/Aulas  Disciplinas  6º A ou 5ª S  7º A ou 6ª S  8º A ou 7ª S  9º A ou 8ª S  Língua Portuguesa   4  4  4  4  Arte   2  2  2  2  Educação Física  2  2  2  2  História  3  2  3  2  Geografia  2  3  2  3  Matemática  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas  3  3  3  3  Ensino Religioso     1  Língua Estrangeira Moderna   2  2  2  2  Produção e Literatura de Textos   1  1  1  1  24  24  24  25  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano.

ANEXO V          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno ‐ Três Turnos  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física* Matemática   Biologia   Física  Química  História  Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  3  2  2  3  2  2  2  2  2  1  1  2  ‐‐‐‐  24  Séries/aulas  2ª  3ª  3  4  2  ‐‐‐‐  2  ‐‐‐‐ 3  4  2  2  2  2  2  2  2  2 2  ‐‐‐‐  1  1  1  1  2  2  ‐‐‐‐  **4  24  24  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular  Obs: *As aulas de Educação Física poderão ser realizadas fora do período regular de aulas. preferentemente.  ** A carga horária deverá ser distribuída.     ANEXO VI    Ensino médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Noturno  Áreas  Disciplinas  1ª 4  2  2  4  2  2  2 2  2  2  1  2  ‐‐  27  Séries/aulas  2ª  4  2  2  4  2  2  2  3  2  1  1  2  ‐‐  27  3ª  4   ‐   2   4   2   2   2   1   1   1   1   1   **6   27   Base Nacional Comum  Parte Diversificada  Total de Aulas  Língua Portuguesa e Literatura  Linguagens e Códigos  Arte  Educação Física*  Matemática  Biologia  Ciências  da  Natureza  e  Matemática  Física  Química História  Geografia  Ciências Humanas  Filosofia  Sociologia   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas  de apoio curricular      Obs:‐   *‐As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas. em número de 2 (duas) aulas semanais.  **A carga horária deverá ser distribuída.         49 . para as áreas de: :  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. em número de  2 (duas) aulas semanais.  Ciências Humanas: em História ou Geografia. aos sábados.  Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.  Ciências Humanas: em Geografia.

 previstas na matriz curricular do  ciclo I do ensino fundamental das escolas estaduais.Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino    Artigo  69  ‐  É  obrigatória  a  presença  do  componente  curricular  Arte. deverão ser acompanhadas pelo professor regente da classe. em todas as séries.164/95.  ‐  a  ser  adotada  pela  escola  em  cada  série  será  determinada  pelo  Conselho  de  Escola. música.  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  duas  aulas  semanais  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  25  horas semanais. caput e § 2º do art.  § 2º  ‐ Somente profissionais devidamente habilitados.  ministradas  por  professor especialista.  nos  termos  do  caput  deste  artigo.   Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  do  professor  especialista.  integrada  à  proposta  pedagógica  da  escola.  etc. por  professor  portador  de  licenciatura  plena  específica  na  respectiva  disciplina. portadores de licenciatura  plena em educação física.  (Lei nº  11.  fotografia.  (Lei nº 9.  as  aulas  de  Arte  poderão  ser  atribuídas  obedecidas  as  disposições  da  resolução que disciplina o processo regular de atribuição de classes e de aulas. serão desenvolvidas.  da  1ª  à  8ª  série do ensino fundamental e 1ª e 2ª séries do ensino médio com carga horária de 2 (duas) aulas  semanais em toda a rede pública de ensino. 1º)      Artigo  70  ‐  A  educação  física. dança. serão ministradas pelo professor regente da  classe. artes plásticas. podem ministrar a disciplina a que se refere o artigo anterior.  é  componente curricular obrigatório em todas as séries da rede estadual de ensino.    50 .  Parágrafo único  ‐ A escolha da linguagem ‐ teatro. ouvido o professor.  Parágrafo  único  ‐  Na  organização  e  seleção  das  atividades  de  cada  uma  das  disciplinas  deverão  ser  consideradas  as  modalidades  existentes  em  cada  uma  das  áreas  de  conhecimento e sua adequação às características próprias da faixa etária a que se destinam.  § 1º ‐ A disciplina a que se refere o caput é facultativa nos cursos noturnos. arts 1º e 2º)    Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I    Artigo 71 ‐ As aulas de Arte e de Educação Física.  as  aulas  de  Arte  e  Educação Física a que se refere o caput deste artigo.    Artigo  73  ‐  As  aulas  semanais  de  Arte  e  de  Educação  Física.    Artigo 72 ‐ As atividades de Arte e de Educação Física de que trata o artigo anterior  deverão  ser  objeto  de  plano  específico  a  ser  elaborado  em  conformidade  com  a  proposta  pedagógica da escola.361/03.   II  ‐  uma  aula  semanal  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  20  horas semanais.  Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  de  docentes  devidamente  habilitados.

 no mínimo.  aos  titulares  de  cargo em jornadas referidas nos incisos I e II ou reduzida de trabalho. art. 1º com a redação dada pela Res.    51 .Artigo  74  ‐  As  aulas  atribuídas  ao  professor  especialista  deverão  compor.  as  aulas  dessas  atividades  poderão  ser  atribuídas  a  outro  docente  portador  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física  e  na  conformidade  das  diretrizes  estabelecidas  pela  resolução que trata do processo de atribuição de aulas . máximo.    Artigo 75 ‐ Os casos não previstos deverão ser decididos pela Coordena‐doria de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP. a direção  da escola deverá proceder à reorganização dos alunos da respectiva turma. de diferentes níveis de ensino.  a  organização  das  diferentes  turmas  de  atividades  que  poderão  ser  constituídas  com  alunos  de  diversos turnos de funcionamento da escola e.  §  1º  ‐  Além  de  constituirem  jornada  docente.  destinadas  à  prática  das  diferentes  modalidades  esportivas.  3º.  (Res. 2 (duas) e.  §  1º  ‐  Caberá  à  equipe  gestora.  organizados  por  categoria. 3(três) aulas semanais. 2º. art.  II  ‐  ao  longo  da  semana  em  horário  diverso  do  das  aulas  regulares  dos  alunos  e  sem  comprometimento  da  dinâmica  das  atividades  previstas  pela  proposta  pedagógica  para  aquele  período  de  funcionamento  da  unidade  escolar.    Artigo 76 A ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas serão constituídas  de.  podendo  ocorrer  inclusive  no  período  noturno.  III – 4 (quatro) turmas dentro da jornada integral.  subsidiada  pelos  docentes  de  Educação  Física.   II – 3 (três) turmas dentro da jornada básica.  a  título  de  carga  suplementar. SE nº 1/04.  modalidade  e  gênero.   §  2º  ‐  Quando  a  frequência  de  50%  dos  alunos  de  cada  turma  de  Atividades  Curriculares Desportivas for bimestralmente inferior a 85% do número de aulas dadas.  obrigatoriamente.  e  suas  atividades  serão  desenvolvidas  em  turno  diverso  ao  do  horário  regular  de  aulas  dos  alunos  envolvidos em. o horário regular de funcionamento da classe.  arts. art. quando possível.  § 2º  ‐ Somente no caso de não aceitação pelos professores de Educação Física da  unidade  escolar. respeitada a seguinte distribuição:  I –  2 (duas) turmas dentro da jornada inicial.    Artigo 77 ‐ As aulas de turmas de Atividades Curriculares Desportivas constituirão  jornada de trabalho docente dos titulares de cargo. SE nº 184/02.  as  aulas  de  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  atribuídas.  constituem‐se  parte  integrante  da  proposta  pedagógica da escola e serão desenvolvidas na conformidade do disposto nesta subseção.  20  (vinte)  alunos.    Artigo 76 B ‐ As aulas dessas atividades serão desenvolvidas:  I ‐ aos sábados. com a redação dada ao caput pela Res.  no  mínimo. 4º e 5º)    Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas    Artigo  76  ‐  As  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  –  ACD. após preliminar análise e manifestação das Diretorias de  Ensino e das respectivas Coordenadorias de Ensino. SE nº 1/04 .

  § 2º – Caberá à Supervisão de Ensino e à Oficina Pedagógica o acompanhamento  das Atividades Curriculares Desportivas.  desde  que  não  formem  a  maioria  daquelas  turmas  e  o  horário  proposto para as sessões não coincida com o horário regular de aulas. Tênis de Mesa e  Xadrez. Ginástica Rítmica Desportiva. com o seguinte conteúdo:  I ‐  a modalidade. Tênis de Mesa e Xadrez.  poderão  ser  organizadas  apenas  turmas  da  categoria  pré‐mirim.  §  5º    –  Para  alunos  do  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental.  Capoeira. Ginástica Rítmica Desportiva.  52 . o gênero e a categoria da turma (a data de nascimento do aluno  mais velho definirá o nome da categoria da turma).  das  modalidades  Atletismo. Handebol. elaborado por professor de Educação Física  da unidade escolar e referendado pelo Conselho de Escola.  Ginástica  Geral. deverão ser organizadas por gênero (masculino ou feminino) e as  de Atletismo. Judô e  Voleibol. de todas as categorias.  Ginástica  Artística.  § 6º  – Os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental.  Ginástica  Artística.  um  plano  articulado  ao  currículo de Educação Física e à proposta pedagógica.  §  4º  –  As  categorias  das  turmas  de  todas  as  modalidades  de  Atividades  Curriculares Desportivas serão:  I ‐ Pré‐mirim (de alunos até 12 anos completos no ano).  Ginástica  Geral.  deve  ser  na  seguinte  conformidade:  I – unidades escolares com até 6 classes – até 4 turmas. Voleibol e Xadrez.   Ginástica Artística.  III ‐ Infantil (de alunos até 16 anos completos no ano). Ginástica Rítmica Desportiva.  desde  que  a  natureza das modalidades e categorias selecionadas se justifique pela pertinência e coesão com o  currículo e com a proposta pedagógica de que é parte integrante. 19 anos ou mais).  II – unidades escolares com 7 a 12 classes – até 8 turmas.  Futsal.  se  houver  turma  mista.  Basquetebol. Handebol.Artigo 78 ‐ As escolas poderão organizar até 1 (uma) turma de Atividade Curricular  Desportiva  por  categoria.  II ‐ Mirim (de alunos até 14 anos completos no ano).  a  direção  da  unidade  escolar  deverá  apresentar  à  Diretoria  de  Ensino.  V ‐ Livre (de alunos de diversas idades.  IV – unidades escolares com 21 classes ou mais – até 16 turmas.  §    3º  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  serão  organizadas  nas  seguintes  modalidades:  Atletismo.  § 8º ‐ O número de turmas de Atividades Curriculares Desportivas mantidas e/ou  organizadas  pela  unidade  escolar. Futsal.   §  1º  ‐  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  propostas  pela  equipe  gestora.  III ‐  unidades escolares com 13 a 20 classes – até 12 turmas.  serão  encaminhadas  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  imediata  pelo  supervisor  de  ensino  responsável pela unidade escolar e devida homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.  IV ‐ Juvenil (de alunos até 18 anos completos no ano). Capoeira.  sendo  que.    Artigo 79 ‐ Para a homologação de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  de  todas  as  categorias  poderão  ser  também  mistas. Tênis de Mesa.  naquela modalidade e categoria não poderá haver turma do gênero masculino e turma do gênero  feminino.  modalidade  e  gênero  (masculino.  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo. desde que o aluno mais velho complete no  ano.  § 7º  ‐ As turmas das modalidades Basquetebol.  poderão  integrar  turmas  das  outras  modalidades  organizadas  para  alunos  do  ciclo  II  do  Ensino  Fundamental. com idade compatível com   as  demais  categorias.  Ginástica Geral. Judô.  feminino  ou  misto).  após  serem  devidamente  analisadas  e  avaliadas  pelo  Conselho  de  Escola.

   Parágrafo  único  ‐  As  categorias  das  turmas  atribuídas  serão  definidas  no  planejamento  anual  de  trabalho.  além  da  justificativa.  IV  ‐  lista  de. de todos os alunos  candidatos  a  integrarem  a  turma  proposta. juntamente com a ata da reunião do referido Conselho de Escola. no prazo de duas semanas a partir do início do ano  letivo.  20  (vinte)  alunos  candidatos  à  turma. declaração escrita e assinada pelos pais ou responsável.  II  ‐    rotineiramente  acompanhadas  em  seu  desenvolvimento  pela  coordenação  pedagógica da unidade escolar.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar  deverá  manter  em  seus  arquivos.  a  lista  dos  alunos  participantes.  bem  como  de  eventuais  competições  e/ou  apresentações  a  serem  realizadas em outros locais.  autorizando‐os  a  participar  das  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  os  objetivos. SE nº 14/10.máximo três). com sua data de nascimento e série de origem.II ‐   o número de aulas semanais (mínimo duas.  (Res. nº da turma/classe de origem (código gerado  pelo Sistema de Cadastro de alunos da SEE).  além  dos  demais  itens.  que  deverá  conter. arts.    Artigo  80  E  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixará  as  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento desta subseção.  III  ‐  programação  anual  de  trabalho  especificando.    Artigo  80  D  ‐  A  participação  dos  alunos  e  professores  das  turmas  de  Atividades  Curriculares Desportivas na Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo e nos demais campeonatos  e competições será objeto de regulamentação específica.  para  verificação oportuna. nas modalidades e gênero já existentes. data de nascimento.    Artigo  80  A  ‐  Novas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  homologadas no decorrer do ano letivo e no máximo até o último dia útil do mês de agosto do ano  em curso. nº do RG.  com  ciência  da  coordenação  pedagógica.  não  coincidente  com  o  horário das aulas regulares dos alunos envolvidos. para ratificação ou retificação.    Artigo  80  C  ‐  As  Atividades  Curriculares  Desportivas. e ser apresentado pelo professor de  Educação Física à direção da unidade escolar.  no  mínimo.     Artigo  80  B  ‐  Os  alunos  das  Atividades  Curriculares  Desportivas  não  poderão  ser  dispensados das aulas regulares de Educação Física.  da  direção  e  do  Conselho  de  Escola  e  encaminhados  à  Diretoria de Ensino. deverão ser:  I ‐  objeto de controle de frequência dos alunos.  V  ‐  horário  proposto  para  o  funcionamento  das  aulas. atividades e avaliação a serem desenvolvidos.  III  ‐  submetidas  a  avaliações  devidamente  formalizadas  em  relatórios  circunstanciados  a  serem  elaborados  pelo  professor  responsável  pela  turma  de  atividades. nº do RA. 1º a 12)  53 . conteúdos.     Artigo  80  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  que  estiverem  funcionando  regularmente  no  final  do  ano  letivo  poderão  ser  atribuídas  no  processo  inicial  de  atribuição de aulas.  por  integrarem  a  proposta  pedagógica  das  Unidades  Escolares  e  à  semelhança  dos  procedimentos  aplicados  aos  demais  componentes curriculares.  contendo:  nome  completo.

 Lazer e Turismo obedecerá  as normas e procedimentos contidos nesta subseção.  54 .Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo    Artigo  81  ‐  Fica  instituída  a  Olimpíada  Colegial  do  Estado  de  São  Paulo  a  ser  realizada anualmente e disputada por Escolas da Rede Estadual de Ensino Fundamental e Médio.  execução  e  avaliação  das  ações  ficarão  sob  a  responsabilidade  de  uma  Comissão  composta  por  representantes  das  Secretarias  envolvidas.  II ‐ favorecer o surgimento de novos talentos representativos do Esporte. os critérios para participação de  professores e alunos e demais orientações necessárias ao desenvolvimento da Olimpíada.  III  ‐  a  elaboração  de  relatórios  estatísticos  e  avaliatórios  das  fases  realizadas. execução e acompanhamento das atividades programadas. incluindo‐a nos respectivos Plano de Trabalho Anual e Calendário  Desportivo.  IV ‐ espaços físicos e instalações esportivas para a realização da Olimpíada Colegial  em todas as fases.  Parágrafo  único  ‐  A  organização.  a  serem encaminhados aos Secretários das Pastas envolvidas.  Parágrafo  único  ‐  Os  representantes  da  Secretaria  da  Educação  deverão  ser  professores devidamente habilitados em educação física.    Artigo 85 ‐ A Coordenação das Atividades da Olimpíada ficará sob responsabilidade  de  Comissão  constituída  por  3  (três)  representantes  de  cada  Secretaria. ampliando as oportunidades de socialização e aquisição de  hábitos saudáveis. que terá como atribuições:  I ‐ a elaboração do Regulamento Geral e Técnico da Olimpíada.    Artigo 82 ‐ Competirá às Secretarias da Educação e do Esporte. arts.    Artigo 86 ‐ Caberá à Secretaria da Educação assegurar:  I  ‐  a  participação  das  Unidades  Escolares  que  integram  sua  rede  de  ensino. tendo como objetivos:  I  ‐  promover.  designados pelos respectivos Secretários. Lazer e Turismo a  realização da Olimpíada Colegial.  (Decreto nº 47.  designados  por  seus  respectivos titulares. a serem designados para atuar em órgão  da administração centralizada.  a  integração  e  o  intercâmbio  dos  participantes das Unidades Escolares.  II ‐ a organização.699/03.  conforme regulamentos.  por  meio  da  prática  desportiva.  a  ser  desenvolvida  conjuntamente pelas Secretarias de Estado da Educação e de Esporte. incentivando sua colaboração com a Comissão.  III ‐  a  capacitação dos professores de  Educação  Física  das escolas  inscritas. sem comprometer a rotina das atividades previstas no calendário escolar. os regulamentos. 2º e 3º)    Artigo  84  ‐  A  Olimpíada  Colegial  da  Rede  Estadual  de  Ensino. 1º.    Artigo  83  ‐  Serão  definidos  por  resolução  conjunta  as  atribuições  da  Comissão  referida no parágrafo único do artigo anterior.  II  ‐  a  participação  do  Assistente  Técnico  Pedagógico  de  Educação  Física  das  Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino.  sob  a  responsabilidade dos Assistentes Técnico‐Pedagógicos.

 elaborados pela Comissão.  na  fase  Diretoria  de  Ensino. 2º e 3º lugares.  para  atuarem  na  coordenação  da  Olimpíada  Colegial.  nos  dias  em  que  estiverem  participando  das  competições  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.    Artigo 87 ‐ Serão considerados de efetivo exercício os dias em que os professores  de  Educação  Física  estiverem  representando  e/ou  acompanhando  as  suas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  III ‐ assegurar recursos financeiros para:  a) premiar.  nos  momentos  definidos  para  a  sua  participação  na  organização. 2º e 3º  lugares.  bem  como  cursos  de  atualização  esportiva  com  vistas à sua divulgação entre os professores das turmas de Atividades Curriculares Desportivas. com troféus e medalhas  de 1º.  VI ‐ recursos financeiros para:  a)  aquisição  de  material  permanente  e  de  consumo  para  as  Unidades  Escolares  envolvidas na Olimpíada.  nos  congressos  técnicos.    Artigo  88  ‐  Os  alunos  integrantes  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  somente  ficarão  dispensados  da  freqüência  às  aulas. assegurar que não haja prejuízo aos alunos participantes da Olimpíada Colegial. na fase Final Estadual. junto às Diretorias de Ensino.    Artigo 89 ‐ Caberá à Secretaria de Esporte.  55 .  na  Fase  Emparceiramento Regional.  as  orientações  específicas  da  Olimpíada  Colegial.  d)  garantir  transporte  para  as  equipes  classificadas  na  Capital  e  Interior. por modalidade e sexo.  em  conjunto  com  os  órgãos  próprios  da  Secretaria  da  Educação. Sub‐Regional e Regional (Interior):  d)  a  participação  de  docentes  para  atuarem  na  Final  Estadual. deverão se constituir objeto de estudo nas Horas de Trabalho  Pedagógico  Coletivo  (HTPCs).  Parágrafo  único  ‐  O  estudo.V ‐ o afastamento de professores de Educação Física.  Parágrafo único ‐ Caberá à Direção da Unidade Escolar. Lazer e Turismo:  I ‐ prever a Olimpíada Colegial em seu calendário anual. pelo tempo que se fizer necessário. subsidiada pelo Professor  Coordenador.  II  ‐  assegurar  aos  Assistentes  Técnico  Pedagógicos  de  Educação  Física  das  Diretorias  de  Ensino. os alunos que fizerem jus à medalhas de 1º.  mediante  convocação no Diário Oficial.  b)  aquisição  de  medalhas  por  modalidade  de  esporte. Inter‐Diretorias de Ensino (Capital).  nos  demais  componentes  curriculares.  b) premiar.  das  diversas  categorias.  categoria  e  sexo  para  os  alunos premiados na fase Diretoria de Ensino. nas fases Inter Diretorias de Ensino (Capital) e Sub‐Regional (Interior).  nas  competições  e  na  avaliação  das  diferentes  fases  da  Olimpíada. as Unidades Escolares.  sob  a  orientação  dos  respectivos  Professores  Coordenadores  e  Assistentes Técnicos Pedagógicos das Diretorias de Ensino.  c) garantir arbitragem das categorias mirim e infantil em todas as modalidades e  fases.  nos  cerimoniais.  c)  transporte  dos  alunos  das  Unidades  Escolares  nas  fases  Diretoria  de  Ensino  (Capital e Interior).  a  análise  e  a  avaliação  dos  regulamentos  geral  e  técnico. em  decorrência de sua ausência às atividades escolares programadas.  na modalidade Atletismo de ambos os sexos.

 SE nº 21/02. por meio de convocação em Diário Oficial.  (Lei nº 10. arts. será ministrado nas escolas estaduais de acordo com o disposto  nesta seção.  (Res.802/02. art. parte integrante da proposta pedagógica da escola  pública de ensino fundamental.  devendo  assegurar  o  respeito  a  Deus. ética. 1º e 2º e Decreto nº 46. Conj.  preconceito  ou  manifestação  em  desacordo  com  o  direito  individual  dos  alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum. 3º.  (Decreto nº 46. encontra-se anexada a esta unificação. 1º)    Artigo  95  ‐  O  Ensino  Religioso  a  ser  ministrado  no  horário  normal  das  aulas  das  escolas  estaduais  terá  caráter  supraconfessional.  à  diversidade cultural e religiosa e fundamentar‐se em princípios de cidadania.    Artigo 91 ‐ O Ensino Religioso.  (Lei nº 10.  na  série  final  do  Ciclo  II. 1º.  Lazer  e  Turismo que atuarem na Final Estadual.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  admitido  nas  escolas  públicas. 3º)    Artigo 94 ‐ A matriz curricular do ensino fundamental regular deverá ter acrescida.e) prover transporte e alimentação para  as equipes  classificadas  do  Interior e  da  Capital. 1º)    Artigo 92 ‐ Para o estabelecimento do conteúdo programático do ensino religioso  deverá  ser  ouvido  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades civis representativas das diferentes denominações religiosas. tolerância e em  valores universais presentes em todas as religiões. art. 4º. 2º.  vedado o proselitismo ou o estabelecimento de qualquer primazia  entre as diferentes doutrinas religiosas.  uma  aula  semanal  de  Ensino  Religioso  para  desenvolvimento  dos  conteúdos relativos à História das Religiões.  caput do art. art.  qualquer  tipo  de  proselitismo  religioso.802/02.  (Res. arts.  f)  assegurar  a  participação  dos  funcionários  da  Secretaria  de  Esporte.  ficando  assegurado  o  respeito  à  diversidade  cultural religiosa. (•)  (Decreto nº 46.  Parágrafo único ‐ A matrícula nas aulas de ensino religioso é facultativa.  Parágrafo único ‐ A aula prevista no caput deste artigo deverá constar do horário  regular da classe. art. 5º e 6º)    Seção III  Do Ensino Religioso    Artigo  90  ‐  O  ensino  religioso  constitui‐se  disciplina  dos  horários  normais  das  escolas  da  rede  pública  estadual  de  ensino  fundamental.783/01.783/01.802/02. 56 . para a Final Estadual. 2º)    (•) A Indicação CEE nº 7/01. SE/SELT nº 1/08. 4º)    Artigo 93 ‐ As diretrizes curriculares a serem observadas e os conteúdos a serem  ministrados  nas  aulas  de Ensino Religioso  são  os definidos  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  constantes desta seção e na Indicação CEE nº 7 de 2001. integrante da Deliberação CEE nº 16/01.

 CEE nº 16/01.Artigo 96 – Ao Conselho Estadual de Educação compete avaliar a implementação  do  Ensino  Religioso  nas  escolas  estaduais  de  ensino  fundamental.    Artigo 102 ‐  A atribuição  das aulas de ensino  religioso  obedecerá ao  disposto na  legislação vigente.  Parágrafo único – Para fins do disposto no caput. 3º e 4º e arts.  (Decreto nº 46. arts.802/02.    Artigo  101  ‐  As  aulas  de  Ensino  Religioso  poderão  ser  atribuídas  para  carga  suplementar de trabalho do titular de cargo ou carga horária de servidor. 5º e 6º)  57 . com habilitação no magistério de  1ª a 4ª séries do ensino fundamental.  além  de  representantes  da  Secretaria  da  Educação  e  das  entidades do magistério.  ouvindo‐se  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades  civis  representativas  das  diferentes  denominações  religiosas. 2º. SE nº 21/02)    Artigo 103 ‐ Na rede estadual de ensino. 3º e art. parágrafo único do art.  Parágrafo único ‐ As exigências relativas à habilitação do professor para ministrar  as aulas devem estar em conformidade com o disposto nos artigos 98 e 99. o Conselho Estadual de Educação  organizará encontro anual no mês de setembro que proporá orientações a serem implementadas  no ano letivo subseqüente.     Artigo  104  ‐  Os  conteúdos  do  ensino  religioso  obedecem  aos  definidos  na  Indicação CEE nº 7/2001. 2º. Ciências  Sociais ou Filosofia. arts. os licenciados em História. ouvindo‐se as entidades civis.  os  conteúdos  de  ensino  religioso  serão  ministrados  pelos  próprios  professores  responsáveis pela classe. CEE nº 16/01. 3º e 4º da Res. nas quatro primeiras séries do ensino fundamental:  a) os portadores de diploma de magistério em normal médio.    (Del.    Artigo  97  ‐  A  Secretaria  da  Educação  está  autorizada  a  expedir  as  orientações  necessárias  para  a  atribuição  de  aulas  de  Ensino  Religioso  para  os  professores  pertencentes  ao  quadro do magistério da Secretaria da Educação. o ensino religioso deve ser ministrado no  mínimo em uma das séries finais do ensino fundamental.   Parágrafo  único  ‐  Os  conteúdos  serão  trabalhados  transversalmente  sob  a  responsabilidade e organização do professor.  b) os portadores de licenciatura em Pedagogia. tal como prescrito no § 2º do art.394/96.    Artigo  99  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso nas séries finais – 5ª à 8ª ‐ do ensino fundamental. 33 da Lei  nº 9.    Artigo  100  ‐  Nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  das  escolas  da  rede  estadual.  (Del.  Parágrafo único – A inclusão do ensino religioso deverá estar prevista na proposta  pedagógica da escola e sua carga horária será acrescida à carga mínima anual existente. 4º)    Artigo  98  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso.

 1º)            58 .  § 2º ‐ Autorização para o uso de espaço do prédio escolar para o ensino religioso  de  natureza  confessional  será  feita  sob  responsabilidade  da  escola.  (Del.508/97.  §  3º  ‐  A  matrícula  facultativa  dos  alunos  em  turmas  de  ensino  religioso  confessional  somente  será  realizada  mediante  conhecimento  dos  pais  sobre  a  natureza  do  conteúdo e autorização expressa dos mesmos.  poderão  ministrar  noções  básicas  do  "Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente" (Lei Federal nº 8.  (Lei nº 9. art. 8º)    Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA    Artigo  106  ‐  As  escolas  públicas  de  ensino  fundamental  e  médio. atividades que discutam o Estatuto da Criança e do Adolescente. CEE nº 16/01. art.  respeitando  a  integração  interdisciplinar. 1º)    Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente    Artigo  107  ‐  Fica  instituído  que  no  calendário  escolar  das  escolas  públicas  de  ensino fundamental e médio estarão previstas.687/97.939/98.069.  § 1º ‐ As atividades a serem desenvolvidas ficarão a cargo de representantes das  diferentes instituições. na semana que inclui o dia 12 de outubro Dia da  Criança.  (Lei nº 9. art.  professores e toda a comunidade escolar. 1º)    Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"    Artigo  108  ‐  Ficam  inseridas  noções  básicas  de  "Prevenção  e  Combate  ao  Uso  Indevido de Drogas".  horário para oferta de ensino  confessional. art.  Artigo 105 ‐ As escolas estaduais disponibilizarão. no currículo das escolas públicas de educação básica do Estado de São Paulo. pais. de  caráter facultativo  para os alunos.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada unidade de ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos. sendo assim instituído o  Dia do Debate sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.  ainda. às instituições religiosas  das mais diversas  orientações.  a  partir  de  programação  elaborada pela instituição interessada e aprovada pelo Conselho da Escola.  (Lei nº 9. na forma de trabalho voluntário. de 13 de julho de 1990).

 o tópico "Perigos e Prevenção do Alcoolismo".  no  conteúdo  programático  de  disciplina  da  área  de  Ciências  Físicas  e  Biológicas. responsáveis pelo ensino fundamental  e  médio. art.    Artigo 113 ‐ O Poder Público promoverá cursos para capacitar os profissionais da  Educação sobre os temas previstos no artigo anterior. abrangendo todas as disciplinas e áreas do conhecimento. Orientação Sexual. arts. 1º e 2º)    Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”    Artigo  111  ‐  Fica  instituída.  munições e outros que ofereçam riscos à formação da criança e do adolescente.122/76.284/06. 1º)          59 . orientação sexual.    Artigo 110 ‐ Os estabelecimentos escolares.  (Lei nº 10. gênero. armas.990/01. Gênero. Origem  ou Etnia    Artigo  112  ‐  Fica  autorizado  o  Poder  Executivo  a  estabelecer  como  conteúdo  obrigatório no ensino fundamental e médio a crítica da violência doméstica e da discriminação de  raça. 1º e 2º)    Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais    Artigo 114 ‐ Ficam proibidas a dissecção e vivissecção de animais em laboratório  de estabelecimentos de ensino fundamental.  (Lei nº 10.247/99.  dentro  de  sua  proposta  pedagógica. fotografias. a atividade curricular de “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”.  para  observar o disposto nesta subseção. anúncios de bebidas alcoólicas. 1º)    Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.  (Lei nº 1. origem ou etnia.  § 2º ‐ Os temas previstos no caput devem ser inseridos de forma transversal nos  currículos escolares. arts.  §  1º ‐  A  abordagem  crítica  da  violência  doméstica  deverá  tratar prioritariamente  da que atinge mulheres. legendas. crianças e adolescentes.  não  podendo conter ilustrações. art. tabaco.  (Lei nº 12.  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  da  rede  estadual de ensino.  Parágrafo  único  –  Os  jornais  e  as  revistas  deverão  ser  de  cunho  educativo.Subseção IV  Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo    Artigo  109  ‐  Todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado  estão  obrigadas  a  introduzir.  elaborarão  material  didático  adequado.

  correspondentes. com fundamento nas disposições da  Deliberação  CEE  nº  77/08  e  tendo  em  vista  as  orientações  constantes  do  Exame  Nacional  para  Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA). de ensino fundamental e médio.  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.  § 3º ‐ O calendário escolar das escolas públicas estaduais deverá prever no mínimo  uma data por semestre para as atividades propostas no caput deste artigo. toda a comunidade escolar.  respectivamente.  aos  anos  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  devendo  ser  desenvolvidos por meio de Projetos Pedagógicos específicos.     Artigo  120  ‐  Os  cursos  serão  organizados  em  dois  níveis. estarão previstas datas para atividades que discutam  os problemas sociais do Brasil.  professores.   (Lei nº 9. pais.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada Unidade de Ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  correspondentes  aos  anos  iniciais  do  ensino  fundamental  serão  livremente  organizados.Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil    Artigo  115  ‐  Fica  instituído  que  no  Calendário  Escolar  das  Escolas  Públicas  Estaduais. enfim.  instalados  ou  autorizados  pelo  Poder  Público. 1º)      CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ‐ EJA    Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio     Artigo 116 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos. indicados no artigo 37 da  Lei  Federal  nº  9.    Artigo 117 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam‐se àqueles que  não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no  ensino  fundamental  e  médio.    Artigo 119 ‐ O currículo para esta modalidade de ensino poderá ser organizado em  áreas do conhecimento ou por componente curricular com detalhamento no Projeto Pedagógico.394/96.  serão  organizados  no  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  de  acordo  com as diretrizes contidas nesta seção.  com  características  adequadas  às  suas  necessidades  e  disponibilidades. art.     Artigo  121  ‐  Os  cursos  que  correspondem  aos  quatro  anos  finais  do  ensino  fundamental devem ser organizados de forma a atender ao mínimo de 24 (vinte e quatro) meses  60 .  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização  de  estudos.724/97.    Artigo  118  ‐  Os  currículos  dos  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  serão  estruturados pela equipe pedagógica da instituição de ensino.  referentes  ao  ensino  fundamental  e  médio.

 arts. efetuadas.  a  partir  de  2010.    Artigo 123 A ‐ Os alunos matriculados em Cursos de Educação de Jovens e Adultos  em data anterior à homologação da Deliberação CEE nº 82/09 terão direito de concluir seu curso  nos termos das Deliberações CEE nºs 9/2000.    Artigo 122 ‐  Os  cursos que  correspondem aos três anos do ensino médio devem  ser  organizados  de  forma  a  atender  ao  mínimo  de  18  (dezoito)  meses  de  integralização  e  1.     Artigo  124  A‐  Os  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  EJA.  de  forma  a  contemplar.    Artigo 125 ‐  Caberá  às  equipes escolares proceder às adequações necessárias  ao  desenvolvimento  dos  conhecimentos  previstos  nos  materiais  a  serem  encaminhados  oportunamente  às  escolas.200  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  exigindo‐se  do  aluno  a  idade  mínima  de  18  (dezoito)  anos  completos para seu início.  consolidados  como  Propostas  Curriculares  dos  cursos  regulares  de  Ciclo  II  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  do  Estado  de  São  Paulo.  materiais  didáticos  de  apoio.  obrigatoriamente.  passarão  a  adotar.  desde  que  preservado  o  espaço pedagógico adequado às características da clientela e dos cursos já em funcionamento na  escola.  o  encerramento do livro de matrículas. conforme as normas ora revogadas.  continuarão  a  ser  implementados os materiais didáticos referentes ao Projeto Novo Telecurso.  em  caráter  obrigatório.  a  telessala  deverá.   Parágrafo  único  ‐  Para  dar  início  às  atividades.  especialmente  formalizando.   Parágrafo  único  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  tomar  as  providências  necessárias  para  assegurar  o  fiel  cumprimento  do  disposto  neste  artigo. e desde que devidamente comprovada a existência de demanda.  de  frequência  obrigatória  às  aulas  (presenciais)  ou  de  presença  flexível  e  atendimento  individualizado.  organizados  e  selecionados  por  esta  Pasta.  Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  desenvolvidos  nas  telessalas.  implementados  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs.    Artigo 123 ‐ Os alunos com estudos realizados em tempo inferior de integralização  ao  estabelecido  nos  artigos  121  e  122  devem  necessariamente  submeter‐se  aos  exames  organizados e/ou administrados pela Secretaria de Estado da Educação para receber certificação. novas classes de cursos  presenciais  poderão  ser  instaladas  em  unidades  escolares  estaduais.  para  os  alunos  ingressantes e em continuidade. 9/1999 e 41/2004.600 horas de efetivo trabalho escolar exigindo‐se dos alunos a idade mínima  de 16 (dezesseis) anos completos para seu início. 1º a 9º)    Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  124  ‐  Mediante  autorização  concedida  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.de integralização e 1. dispor de sala própria e de equipamentos e materiais mínimos necessários ao  desenvolvimento das teleaulas.  no  prazo  máximo  de  30 (trinta) dias  a  contar  da  data  da  referida  homologação.  (Del.  ao  longo  dos  períodos  referentes  à  61 . CEE nº 82/09.

  todos os conteúdos previstos para cada nível de ensino. 24 (vinte e quatro) meses de integralização  de  estudos. SE nº 3/10. deverá solicitar renovação de matrícula. 1. no início de outro semestre. ao longo do período correspondente à integralização dos estudos  e ao total de horas de efetivo trabalho escolar.  deverá  ter  registrado  o  lançamento  de  NC  (Não  Comparecimento)  no  Sistema  de  Cadastro de Alunos da Secretaria da Educação.  desde  que  considerado o disposto na Del. o conteúdo programático previsto para o currículo  do ensino fundamental e médio.  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. na inexistência deste. 1º e 2º)    Subseção II  Da Matrícula    Artigo  126  ‐  A  matrícula  de  aluno  em  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  dispensa. quando for o caso. os mínimos estabelecidos pelos  artigos 6º e 7º da Del. e. ou seja. CEE nº 91/2009.  que  os  alunos  que  constituíram  turmas  de  ingressantes  no  2º  semestre  de  2009. a cada semestre letivo. o contido na Del.   III  ‐  assegurar.  ingressante  ou  em  continuidade. SE nº 3/10.   II ‐ garantir que. CEE nº 82/09.  equivalente  aos  totais  dos  meses  de  integralização  dos  estudos  e  das  horas  de  efetivo  trabalho escolar previstos pela Del. 18 (dezoito) meses de integralização de estudos. arts.600  (mil  e  seiscentas)  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  e  idade  mínima  de  16  (dezesseis) anos completos para seu início.  b) no Ensino Médio. 11.     Artigo 127 ‐ As unidades escolares dos cursos de que trata o caput do artigo 124‐  A. devendo ser efetuada dentro do prazo máximo de 30  (trinta)  dias  a  contar  da  data  do  início  do  ano/semestre  letivo  nas  escolas  estaduais  de  ensino  regular. será exigido certificado de conclusão  do ensino fundamental.  1. a partir de 2010:  I  ‐  comprovar.  CEE nº 91/09.  cumpram  ou  venham  a  cumprir. ou.   §  2º  ‐  Esgotado  o  prazo  de  30  (trinta)  dias  para  efetivação  da  matrícula  de  que  trata o parágrafo anterior.integralização  de estudos  e  de horas de efetivo  trabalho  escolar  exigida  pela  Del.   (Res. caso pretenda dar  continuidade aos estudos.  ou  vierem  a  compô‐las  a  partir  de  2010.  nos  estudos  iniciais  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental. quando for o caso.  CEE  nº  82/09.200 (mil e  duzentas) horas de efetivo trabalho escolar e idade mínima de 18 (dezoito) anos completos para  seu início. 10 e 3º)   62 . quais sejam:  a) no Ciclo II do Ensino Fundamental. arts.  que o intervalo existente entre a data da matrícula do aluno e aquela prevista para a certificação  do curso. CEE nº 82/2009. nos 30 (trinta) dias  subsequentes. matrícula não ativa.  como  inicial e confirmada a cada semestre letivo. ou  seja.  mediante  os  registros  de  matrículas  efetivados  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos. no ensino médio. seja efetivamente desenvolvido.  deverá  ocorrer.   (Res. corresponda ao total dos semestres letivos exigidos para o respectivo nível de ensino. observado.  a  apresentação  de  documento  comprobatório de escolaridade anterior e. deverão. independentemente da situação escolar  em  que  se  encontre. o candidato que não comprovar presença no CEEJA.  obrigatoriamente. será aplicada pela escola prova de avaliação de  competências.   § 3º ‐ A matrícula confirmada pelo aluno no CEEJA deverá ser reconfirmada pela  escola e devidamente lançada no Sistema de Cadastro de Alunos.  § 1º ‐ A matrícula do aluno em um CEEJA.

  aos  ajustes  necessários  ao  prosseguimento  de  estudos  das  disciplinas  que  compõem  a  área  de  Ciências  da  Natureza e suas Tecnologias.  as  Coordenadorias  de  Ensino  e  de  Estudos e Normas Pedagógicas. SE nº 3/10.Subseção III  Da Matriz Curricular    Artigo  128  ‐  Na  distribuição  das  aulas  das  disciplinas  dos  cursos  de  frequência  obrigatória ‐ presenciais e desenvolvidos nas telessalas ‐ deve‐se assegurar que:  I – nos cursos presenciais e nas telessalas a carga horária semanal será de 27 (vinte  e sete) aulas. em que a  carga horária de 6 aulas semanais ainda que deva ser distribuída. ou mesmo suspensas.  (Res. no mínimo. de 2002. de acordo com  esta resolução.2008. 4º)    Subseção IV  Da Matriz Curricular dos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos – CEEJAs    Artigo 129 – Os cursos de ensino fundamental e médio oferecidos pelos Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs. caso a caso.  distribuída    na  conformidade  das  matrizes  curriculares  previstas. SE nº 21.    (Res.  II‐  haja  controle  sistemático  da  presença  dos  alunos  às  atividades  diárias.12.  quando  necessário. arts.  acrescidas.  de  uma  língua estrangeira moderna.     Artigo  129  A  –  As  aulas  de  Educação  Física  dos  alunos  matriculados  nos  cursos  noturnos  e  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. SE nº 98 de  23.  cabendo  à  Diretoria  de  Ensino. e decidir pela sua instalação.  na  matriz  curricular  do  ensino  médio.  em  média. que deverão ser redimensionadas . à exceção:   a) da disciplina Ensino Religioso. 35 (trinta e  cinco) alunos.  poderão  ser  desenvolvidas aos sábados. na conformidade do contido no  Anexo VI da Resolução SE nº 98/2008.   Parágrafo  único  –  Para  os  alunos  ingressantes  das  telessalas.  do  2º  semestre  de  2009.   b) das disciplinas de apoio curricular da 3ª série das classes de telessalas. art.  ouvidas.  de  40  (quarenta)  alunos. conforme disposto na Res. organizando os  respectivos currículos com todas  as  disciplinas  que  integram  a    base  nacional  comum.  na  parte  diversificada. no bimestre.  III  ‐  as  turmas  deverão  ser  constituídas. 5º e 6º)            63 .  respectivamente.  no  noturno.  quarenta  e  cinco. SE nº 3/10. para o ensino fundamental e médio. de maneira a incluir nos semestres de 2010. for sistematicamente inferior a 50% das aulas previstas. as duas disciplinas não  contempladas em 2009. os conteúdos a serem trabalhados serão aqueles previstos  no Projeto Novo Telecurso.  observada a frequência mínima de 75% do total de horas letivas previstas para cada semestre.  em turmas de. com 2 (duas) aulas semanais.  caberá  à  equipe  escolar  proceder. objeto dos anexos II e VI da Res. sendo 5 (cinco) diárias com duração no período diurno de cinquenta minutos cada e.  deverão  contemplar  todos  componentes  curriculares estabelecidos na legislação vigente. quando a frequência dos  alunos. analisar.

  1(um) professor por componente curricular.  é  considerada  satisfatória para a continuidade dos estudos.0  (cinco).  de  alunos  ingressantes  e  em  continuidade.  observar‐se‐á o seguinte:  I ‐ nos cursos de frequência obrigatória às aulas.  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  que  serão  destinadas  ao  atendimento  individualizado  de  alunos.  haverá  avaliações  periódicas.  assegurando‐se  que  o  conjunto de disciplinas do curso e respectivas avaliações seja a comprovação do desempenho do  aluno.  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno    Artigo  130  ‐  Em  se  tratando  da  avaliação  do  desempenho  escolar  dos  alunos. por bimestre e  por disciplina.  a  ser  realizada  de  acordo  com  o  ritmo  do  aluno. deverão cumprir 8 (oito) horas diárias de trabalho e 40 (quarenta)  semanais. arts. precipuamente.   II  ‐  as  orientações  e  os  atendimentos  pedagógicos  que  ocorrerão  nos  CEEJAs.   §  1º  ‐  As  aulas  dos  CEEJAs  serão  atribuídas.  em  que  a  nota.  não  significa  alteração na organização do trabalho dessas unidades que se caracteriza. inclusive os estáveis.  será  afastado  nos  termos  do  inciso  III  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444/85.  com    carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais. os  resultados do semestre letivo deverão ser expressos em escala numérica de notas.  e  uma  avaliação  final  de  cada  disciplina  do  curso.     Artigo 130 A ‐ Nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos ‐ CEEJAs. na disciplina específica do cargo. no mínimo.   (Res. por uma  organização  curricular  estruturada  por  disciplina  e  por  presença  flexível  e  um  atendimento  individualizado ao aluno.  CEE  nº  82/09. ao docente titular de cargo que.  à  participação  em  64 .   2) aos ocupantes de função‐atividade. observar‐se‐á  que:  I  ‐  as  aulas  dos  cursos de frequência  obrigatória.   serão  realizados  pelo  docente  de  cada  disciplina.  de  forma a atender:  1) preferencialmente. com vigência a partir do primeiro dia  letivo do ano da atribuição e término em 31 de dezembro do mesmo ano.  curso  presencial  e  telessala. observado o módulo de até 26 (vinte e seis) professores e a participação de.  de  que  tratam  os  artigos  6º  e  7º  da  Del. 8º e 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas    Artigo 131 ‐ Na atribuição de aulas. a  integralização  dos  estudos. ou os servidores  contratados temporariamente. após a atribuição das  aulas  na  unidade  escolar  em  que  é  titular.   § 2º ‐ Os docentes titulares de cargo afastados junto aos CEEJAs.  e  as  aulas  das  disciplinas    dos  cursos  mantidos  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos. SE nº 3/10. em números  inteiros  de  0  (zero)  a  10  (dez). 7º.   II  ‐  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAS.  previamente  programadas  pelo  professor.  devidamente  habilitados  no  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas. e demais candidatos.  igual  ou  superior  a  5.  para  efeito  de  registro  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos  e  Concluintes  e  expedição  do  certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio.  serão  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária.

  c)  organizar  banco  de  questões.  e)  divulgar.  assegurando‐se  sua  legalidade  e  autenticidade. controlar e avaliar a implementação dos cursos.  IV ‐ à Unidade Escolar:   a) instalar as telessalas. nelas incluídas  as HTPCs e as HTPLs.  e)  assegurar  o  cumprimento das  exigências  relativas  à  avaliação  do  desempenho  escolar e à certificação de conclusão de curso previstas nesta seção.  (Res.  b)  suprir.  f) expedir e arquivar os documentos de vida escolar.  através  da  direção.  respeitadas  as  diretrizes  pedagógicas  emanadas  pela Pasta. para Educação de Jovens e Adultos. art.  bem  como  os  materiais  didático‐pedagógicos  e  de  consumo  destinados ao desenvolvimento das atividades programadas. caberá:   I ‐ à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  a) prestar assistência técnico‐pedagógica às Diretorias de Ensino.  d)  elaborar.  b) acompanhar.  h)  acompanhar  o  lançamento  da  matrícula  e  de  todos  os  demais  registros  pertinentes aos Sistemas de Cadastro de Alunos. os resultados obtidos pelos alunos. quando necessário.  o  calendário  escolar  dos  CEEJAs.  c) zelar pela manutenção e funcionamento das telessalas.  III ‐ às Diretorias de Ensino:  a)  diagnosticar  as  necessidades  de  instalação  e/ou  ampliação  de  cursos  presenciais. devendo ser exercidas integralmente  nos Centros.reuniões e à preparação e avaliação dos trabalhos escolares. controlar e avaliar os cursos em funcionamento.  em  local  de  fácil  acesso  ao  público  e  com  a  devida  antecedência. por meio das Oficinas Pedagógicas.  b) capacitar. organizando‐as e incorporando‐as à proposta pedagógica  da escola.  conjuntamente  com  as  equipes  escolares  dos  CEEJAs.  dos  professores‐ coordenadores e dos docentes. os docentes dos cursos. SE nº 3/10. art.   (Res.   f) acompanhar.  incluindo  as  avaliações  periódicas  e  finais  presenciais.  II ‐ às Coordenadorias de Ensino:  a) autorizar o funcionamento de novos cursos presenciais. Avaliação e Frequência e Concluintes. analisando o desempenho dos  cursos com vistas a seu aperfeiçoamento e eficácia.  das  diferentes disciplinas.  g)  analisar  e  emitir  parecer  sobre  os  Planos  de  Gestão  apresentados  pelas  unidades escolares.  as  avaliações  finais.  g) efetuar os devidos lançamentos correspondentes à situação final do aluno. 15)    65 . solicitando a devida autorização ao órgão competente.  manter  e  repor  o  equipamento  e  o  material  necessários  ao  funcionamento  das  telessalas. 12)    Subseção VII  Das Competências    Artigo 132 ‐ Para o desenvolvimento dos cursos. SE nº 3/10.  d)  acompanhar.  controlar  e  avaliar.  b) efetuar a matrícula dos alunos no Sistema de Cadastro de Alunos e manter os  registros  comprobatórios  da  respectiva  escolaridade.

 com  estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.Subseção VIII  Das Disposições Gerais    Artigo  133  ‐  Para  fins  de  composição  do  módulo  de  pessoal.     Artigo  133  C  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixar  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento do disposto nesta seção.622/05. ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação. 16. SE nº 3/10. quando for o caso. 13 e 17)    Anexo    Tempo de estudo no EF Regular  1 ano (1 série)  2 anos (2 séries)  3 anos (3 séries)  Tempo de estudo no EM Regular  2 anos (2 séries)  1 ano (1 série)  Tempo de estudo no EF‐EJA  6 meses  1 ano  18 meses  Tempo de estudo no EM‐EJA  1 ano  1 semestre  Tempo mínimo a integralizar  18 meses  1 ano  6 meses  Tempo mínimo a integralizar  6 meses  12 meses      Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio e na Educação  Profissional de Nível Médio  Subseção I  Da Concepção e Características    Artigo  134  ‐  Nos  termos  do  Decreto  nº  5. arts. ouvidas. a uma classe de ensino regular.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização. a partir de 2010. para estágio obrigatório e atividades relacionadas a laboratórios  de ensino.  CEE  nº  82/09.   (Res.  estudos  realizados  com  êxito  em  cursos  regulares  de  ensino  fundamental  e  médio  ou  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  devendo  ser  prevista  a  obrigatoriedade  de  momentos  presenciais  para  avaliação  dos  estudantes e.  § 1º ‐ A educação a distância organiza‐se segundo metodologia.  nos  processos  de  ensino  e  de  aprendizagem. para compor o percurso escolar do aluno  do  ensino  fundamental  ou  médio.     Artigo 130 B – Poderão ser aproveitados.     Artigo  133  A  ‐  As  situações  não  previstas  nesta  seção  serão  decididas  pelas  Diretorias de Ensino.  cada  classe  de  telessala corresponderá.  desde  que  observados  os  limites  mínimos  de  integralização  previstos  pelos  artigos  6º  e  7º  da  Del.  educação  a  distância  é  uma  modalidade  educacional  na  qual  a  mediação  didático‐pedagógica. as Coordenadorias de Ensino e a de Estudos e  Normas Pedagógicas.    66 .  na  proporção  indicada no quadro anexo a esta seção.  § 2º ‐ Os cursos e programas de educação a distância devem ser programados com  base  nos  respectivos  cursos  da  modalidade  presencial. gestão e avaliação  próprias. quando necessário. 14.

  nos termos previstos na presente seção. no  âmbito do sistema de ensino do Estado de São Paulo. não previstos no  ato de credenciamento.Artigo 134 A ‐ São características fundamentais a serem observadas em todo curso  ou programa de educação a distância:  I ‐ organização que flexibilize tempo e espaço na atividade pedagógica.  pela  comunidade.  Parágrafo  único  ‐  Os  pólos  devem  ter  funcionamento  autorizado  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação  e  deverão  estar  previstos  no  projeto  pedagógico.  VI  –  autorização:  ato  administrativo.    Artigo 134 B ‐ Para os fins desta seção.  V – descredenciamento: ato administrativo. públicas ou privadas. históricos.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio. no ensino  fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível médio.  utilizada  para  o  desenvolvimento  descentralizado  de  atividades  pedagógicas  e  administrativas.  pela  documentação  escolar e pela expedição de declarações.  pública  ou  privada.  com  justificativa  para  atendimento de uma demanda social transitória. para o desenvolvimento das atividades educativas.  apreciar  os  pedidos  de  credenciamento  e  67 .  II ‐ autorizar a abertura de cursos e programas de educação a distância. inclusive com a utilização de meios e tecnologias de informação  e comunicação.  IV – recredenciamento:  ato administrativo.  para  funcionar  em  locais  cedidos  por  empresas. de competência do Conselho Estadual  de Educação ‐ CEE. deve‐se observar os seguintes conceitos:  I – sede: unidade central.  III ‐ acompanhamento sistemático dos processos de ensino e de aprendizagem. com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou  tempos diversos.  Parágrafo único ‐ Cabe à Câmara de Educação Básica. que renova o credenciamento da instituição.  que  permite  à  instituição  credenciada  o  oferecimento  de  determinado  curso  e  programa  de  educação  a  distância. de competência do Conselho Estadual  de Educação.  V ‐ interatividade. por prazo determinado. dentro dos limites do Estado de São Paulo.  pela  regularidade  de  todos  os  atos  escolares  praticados  pela  instituição.  nos  limites  do  Estado de São Paulo:  I  ‐  credenciar. podendo ser autorizados em caráter temporário.  recredenciar  e  descredenciar  instituições  para  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. que cancela o credenciamento da instituição para atuar em educação a distância.  III – credenciamento: ato administrativo.  IV ‐ sistemática de avaliação da aprendizagem.  de  competência  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE. responsável pela oferta e gestão dos cursos e programas.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens  e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio. por meio de parcerias ou convênios.  que  habilita  a  instituição  de  ensino.    Artigo  134  C  ‐  Compete  ao  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  relativas aos cursos e programas de educação a distância. vinculada à sede da instituição.  II  ‐  utilização  de  recursos  de  tecnologias  de  informação  e  comunicação  e  suas  metodologias. certificados e diplomas de conclusão. de competência do Conselho Estadual de  Educação  ‐  CEE.  II – pólo: unidade operacional de apoio presencial.  a  atuar  em  educação  a  distância.  em  escolas  de  outra  mantenedora ou em outras instituições.  III ‐ autorizar a criação de novos pólos por instituição de ensino. nos limites das competências  legais  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.

  financeira  e  experiência  educacional  de  pelo  menos 2 (dois) anos. no prazo máximo de  30 (trinta) dias após a visita de verificação.  indicando  ou  não  restrições  quanto  ao  recredenciamento.  68 .     Artigo  134  E  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  verificará  in  loco  as  condições  da  instituição  interessada  na  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância  e  procederá  à  análise da proposta pedagógica e da capacidade tecnológica.  indicando  possíveis  discrepâncias.  regularidade  fiscal.  capacidade  econômicofinanceira  e  plano de investimento de curto e médio prazo. caberá à Comissão de  Especialistas:  I ‐ proceder à análise comparativa entre o relatório do credenciamento e os dados  aferidos  na  avaliação  de  recredenciamento.  II  ‐  manifestar‐se  de  forma  conclusiva. elaborando relatório circunstanciado  e conclusivo sobre o pedido.    Artigo 135 B ‐ O pedido de credenciamento da instituição deverá ser formalizado  junto  ao  Conselho  Estadual  de  Educação.  com  aprovação do Conselho Pleno. do Recredenciamento e da Fiscalização e Avaliação das  Instituições e de Cursos e Programas     Artigo 135 ‐ O credenciamento se destina a instituições de ensino que comprovem  capacidade  administrativa.  bem  como  melhorias  observadas.  econômica.  e  sobre  eles  se  manifestar.  indicada  pela  Câmara  de  Educação  Básica.    Artigo  134  D  ‐  Os  pedidos  de  credenciamento  e  de  recredenciamento  de  instituições e de autorização de cursos e programas de educação a distância.  Parágrafo  único.  Parágrafo único. quando for o caso.  bem  como  à  eventual  concessão  de  prazo  para  atendimento  dos  requisitos  especificados.  Durante  a  vigência  do  credenciamento.  pedagógica.  a  instituição  poderá  solicitar autorização para implementação de novos cursos e programas. conforme padrões estabelecidos pelo Conselho. conforme dispõe a legislação em vigor.  (Deliberação CEE nº 97/10.  II  ‐  habilitação  jurídica. da Autorização.    Artigo  135  A  ‐  O  credenciamento  da  instituição  será  concomitante  à  autorização  de seu primeiro curso e terá prazo de validade de até cinco anos.  devendo atender os seguintes requisitos:  I ‐ justificativa para o pedido. deverão atender aos  referenciais de qualidade definidos pelo Ministério da Educação e pelo CEE e serão previamente  analisados  por  Comissão  de  Especialistas.recredenciamento  de  instituições  e  de  autorização  de  cursos  e  programas.  Parágrafo  único  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  será  constituída  por  profissionais  com experiência em educação a distância e na área em que o curso e programa será oferecido. arts.  especialmente  quanto  aos  resultados  obtidos  pelos  alunos  em  avaliações  externas.  III ‐ histórico institucional acompanhado de dados de identificação da instituição e  qualificação dos dirigentes da sede e dos pólos. 1º a 6º)    Subseção II  Do Credenciamento. No caso de pedido de recredenciamento. emitindo parecer que será objeto de deliberação do Conselho Pleno.  por  meio  de  requerimento  dirigido  ao  seu  Presidente.

  V ‐ projeto pedagógico dos cursos e programas que serão ofertados.     Artigo 135 C ‐ A criação de novos pólos está condicionada à prévia autorização do  Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  atendimento remoto aos estudantes e professores e laboratórios de ensino. quando for o caso.IV  ‐  plano  de  desenvolvimento  escolar.  V.  VIII  ‐  descrição  detalhada  dos  serviços  de  suporte  e  infraestrutura  adequados  à  realização do projeto pedagógico. no mínimo.  obedecendo  às  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  de  acordo  com o Catálogo Nacional. supervisão e acompanhamento dos pólos.  já  autorizados  e  em  funcionamento. quando for o caso.  § 1º O prazo de autorização de funcionamento dos pólos será de dois anos.  atividades  de  orientação.  quando  for  o  caso. os seguintes requisitos:  I ‐ obedecer às diretrizes nacionais e estadual. com formação para o trabalho em educação a distância.  que  vai  responder  pelo  desenvolvimento  e  acompanhamento  do  curso  e  programa.  preferencialmente.  contemplando  o  seguinte:  a)  matriz  curricular  com  ementas  detalhadas  e  definição  de  competências  e  habilidades a serem alcançadas e avaliadas em cada área e etapa do processo.  que  contemple  a  oferta  de  cursos  e  programas de educação a distância.  e)  relação  de  cursos  e  programas  presenciais  e  a  distância.  VII ‐ descrição das parcerias e modo de funcionamento.  VI  ‐  corpo  docente  com  as  qualificações  exigidas  na  legislação  em  vigor  e.    Artigo 135 D ‐ Uma vez indeferido o pedido inicial de credenciamento. quando houver.  IV  ‐  definir  a  relação  de  alunos. com  possibilidade de renovação pelo Conselho Estadual de Educação ‐ CEE. caso não seja  instalado no prazo de um ano.  tais  como  estágios  curriculares.  d)  descrição  das  atividades  presenciais  obrigatórias. no caso dos cursos de educação profissional técnica de nível médio.  reforço  e  recuperação  do  processo  de  aprendizagem. ex officio.  bem  como  a  forma  de  acompanhamento  da  realização  das  atividades.  III  –  identificar  a  equipe  multidisciplinar.    Artigo 135 E ‐ O Projeto Pedagógico a ser encaminhado ao Conselho Estadual de  Educação ‐ CEE deverá atender.  69 .  prevendo  preponderância  das  avaliações  presenciais sobre as avaliações periódicas a distância.  IX ‐ regimento escolar específico para educação a distância.  c)  critérios  de  avaliação  do  estudante. infraestrutura tecnológica.  II  ‐  prever  atendimento  apropriado  a  estudantes  portadores  de  necessidades  especiais. apresentando termos de  convênios com outras instituições. relativamente às instalações físicas. defesa presencial de trabalho de conclusão de curso e das atividades em laboratórios  de  ensino.  professores  ou  tutores.  f)  plano  de  curso.  b) número de vagas.  bem  como  pela  coordenação.  § 2º O ato de autorização do pólo será tornado sem efeito.  avaliação.  conceituar  a  concepção  pedagógica  dos  cursos  e  programas.  com  as  respectivas  funções. quando houver. a instituição  somente poderá requerê‐lo depois de decorridos dois anos.  para  acompanhamento  individualizado.

  irregularidades ou descumprimento das  condições  originalmente  estabelecidas.    Artigo  135  J  ‐  As  instituições  de  ensino  deverão  apresentar.  adotar  as  providências  necessárias  para  a  suspensão  de  novas  matrículas.  mediante  avaliação  dos  cursos  e  programas  das  instituições  credenciadas. no prazo de trinta dias.  b) instruído com os mesmos requisitos solicitados no artigo 135 B.    Artigo  135  H  ‐  O  pedido  de  recredenciamento  deverá  ser  requerido  pela  instituição:  a) com antecedência mínima de seis meses do término do seu prazo de vigência. à qual a instituição  está jurisdicionada.  III – a desativação de cursos e programas. exceto quanto a  apresentação do Projeto Pedagógico do curso. por novo período de até cinco anos. a quem compete comunicar ao CEE o início das atividades. depois de decorridos dois anos.  II  ‐  recredenciamento  temporário.  Parágrafo único.  II – a suspensão da autorização de cursos e programas e de novas matrículas. para salvaguarda do interesse público e proteção dos  alunos. enquanto não forem cumpridos os requisitos necessários.  com  suspensão  de  novas matrículas nesse período.    Artigo  135  F  ‐  A  instituição  credenciada  para  ministrar  cursos  e  programas  de  educação a distância deverá iniciar a oferta no prazo de um ano. a contar da data da publicação do ato no  Diário Oficial do Estado.  observado  o  contraditório  e  ampla defesa:  I – a instalação de diligência.  mediante  relatório fundamentado da Câmara de Educação Básica.  em  ato  próprio.  IV – o descredenciamento. caberá pedido de reconsideração ao  Conselho Estadual de Educação. com proposta para:  I – recredenciamento.  § 1º Das determinações de que trata o caput.  c) com a apresentação do material didático completo.g)  apresentação  do  material  didático  para  o  primeiro  semestre  e  módulos  correspondentes e protótipos para a sequência do (s) semestres (s) ou módulos proposto(s).  III ‐ indeferimento do pedido de recredenciamento. a partir da data de publicação do  respectivo ato de autorização.  sempre  que  solicitadas.  será emitido parecer pela Câmara de Educação Básica do CEE.    Artigo 135 I ‐ A partir da análise da documentação mencionada no artigo anterior e  dos relatórios da Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino. sindicância ou processo administrativo.  nos  termos  desta  seção.  o  Conselho  determinará. assim como exercer  as funções de supervisão. – Pedidos de recredenciamento indeferidos somente poderão ser  objeto de novo pedido.  deverão ter o ato prévio de sua instalação publicado pela Diretoria de Ensino.    Artigo 135 L ‐   Identificadas  deficiências.  não  superior  a  um  ano.    Artigo  135  G  ‐  Os  cursos  e  programas  autorizados.    Artigo 135 K ‐ Caberá ao CEE.  70 . documentos e informações ao CEE e aos órgãos de supervisão por ele designados. encarregada da fiscalização.

  deverão ser revalidados de acordo com as disposições legais pertinentes.  no ensino fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível  médio só poderão ser emitidos por instituições devidamente credenciadas.  expedidos  por  instituições  credenciadas  e  registrados  na  forma  da  lei. poderá ser determinada pelo  Conselho.    Artigo  137  ‐  Os  diplomas  e  certificados  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  para  que  gerem  efeitos  no  território  nacional.  é  responsável  pela  expedição  de  históricos  e  certificados  de  conclusão  de  curso  e  programa. como medida cautelar. arts.     Artigo  138  ‐  A  sede  da  instituição.    Artigo 140 ‐ A certificação parcial ou total em cursos e programas de educação a  distância  de  jovens  e  adultos  habilita  ao  prosseguimento  de  estudos  em  caráter  regular  ou  supletivo. 20 a 25)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 143 ‐ Os convênios e acordos de cooperação. arts.  conhecimentos  e  habilidades  obtidos  em  processos  formativos  escolares  ou  extraescolares.  § 1º A emissão e o registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão  obedecer à legislação educacional pertinente. que ofereçam cursos e  programas devidamente autorizados pelo CEE.    Artigo 142 ‐  A sistemática de avaliação deve ser disciplinada no Regimento Escolar  e compatibilizada com o Projeto Pedagógico da instituição.  credenciada  para  oferta  de  educação  a  distância. celebrados para fins de oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  conclusão  de  estudos  e  obtenção  de  diplomas  ou  certificados  dar‐se‐á  no  processo.    Artigo  141  ‐  Os  certificados  e  diplomas  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  obedecidas às diretrizes nacionais e estadual.  emitidos  por  instituições  estrangeiras. Os certificados ou diplomas de cursos e programas de educação a distância. 7º a 19)    Subseção III  Da Vida Escolar    Artigo  136  ‐  A  avaliação  do  desempenho  do  estudante  para  fins  de  promoção.  (Deliberação CEE nº 97/10.  (Deliberação CEE nº 97/10. a suspensão de novos ingressos de alunos.  § 2º.  conforme  disposto no Projeto Pedagógico aprovado pelo CEE. até a decisão final. a quem cabe garantir os registros das avaliações dos alunos.§ 2º Em qualquer das hipóteses previstas no caput.    Artigo  139  ‐  A  instituição  poderá  aferir  e  reconhecer.  mediante  avaliação.  entre  instituições  estrangeiras  e  instituições  devidamente  credenciadas  e  jurisdicionadas  ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo.  terão  validade  nacional.  71 .

  anúncios  e  matérias  de  divulgação  nos  veículos  de  comunicação  de  massa.deverão ser previamente submetidos à análise e homologação do Conselho Estadual de Educação.  de  seus  cursos e programas a distância. disponibilizando essas informações em ambiente virtual. deverá ser previamente comunicado ao Conselho Estadual de Educação e à Diretoria de  Ensino competente.  III ‐ encontram‐se no exterior.    Artigo 145 ‐ As instituições credenciadas poderão solicitar autorização para oferta  de ensino regular fundamental e médio a distância.  para que os diplomas e certificados tenham validade nacional.    Artigo  147  ‐  Os  documentos  que  instruem  o  processo  de  credenciamento.    Artigo 144 ‐ O Conselho organizará e manterá um sistema de informações aberto  ao público.  recredenciamento  e  autorização  dos  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  IV ‐ instituições descredenciadas.  V ‐ foram compulsoriamente transferidos para regiões de difícil acesso.  72 . com os seguintes dados:  I ‐ instituições credenciadas. de acompanhar o ensino presencial. quando  houver.  referência  aos  atos  de  credenciamento  e  autorização  e  respectivas  datas  de  validade.  II ‐ cursos e programas autorizados.    Artigo 149 ‐ No caso de mudança de endereço da sede deverão ser apresentados  documentos que comprovem as mesmas condições da anterior.  III ‐ resultados dos processos de supervisão e avaliação.  VI ‐ estejam em situação de privação de liberdade.  Parágrafo único ‐ A oferta referida no caput contemplará a situação daqueles que:  I ‐ estejam impedidos. sendo o  ensino  a  distância  utilizado  como  complementação  da  aprendizagem  ou  em  situações  emergenciais.  II  ‐  sejam  portadores  de  necessidades  especiais  e  requeiram  serviços  especializados de atendimento. por qualquer motivo. assegurados o direito dos alunos à continuidade e término dos estudos.    Artigo  146  ‐  As  instituições  deverão  fazer  constar  em  todos  os  seus  documentos  institucionais.  IV  ‐  vivam  em  localidades  desprovidas  de  rede  regular  de  atendimento  escolar  presencial. por motivos de saúde.  deverão  permanecer arquivados na sede da instituição e disponíveis em ambiente virtual para consulta da  Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino. de acordo com as normas em vigor.    Artigo  148  ‐  O  pedido  de  encerramento  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  V ‐ cadastro de especialistas.    Artigo  150  ‐  A  transferência  de  mantenedora  deve  ser  comunicada  ao  Conselho  Estadual de Educação. incluindo  missões em regiões de fronteira.

  em  2009. 1º.  assegurarão.  com  320  (trezentas  e  vinte)  horas  cada.  desde  que  o  aluno  tenha  concluído  o  ensino  médio  e  os  3  (três)  módulos  que  compõem  o  referido  curso. arts.    Artigo  153  –  Os  módulos  de  educação  profissional.  (Deliberação CEE nº 97/10. a conclusão da habilitação profissional.  pelo  Centro  Estadual  de  Educação  Tecnológica  Paula  Souza  e  pela  Fundação  Roberto  Marinho. no caso de alunos do diurno. desenvolvidas pelos alunos fora da sala de aula. e. 26 a 34)      CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Dos Cursos da Educação Profissional    Artigo 152 ‐ As unidades escolares estaduais vinculadas à Coordenadoria de Ensino  da  Grande  São  Paulo  ‐  COGSP.  Parágrafo  único  ‐  As  aulas  de  que  trata  o  caput  poderão  ocorrer no  contraturno  e/ou aos sábados.  que. arts.  3 ‐ Certificado de Técnico de Gestão de Pequenas Empresas: Módulo III.  (Res.  na  modalidade  de  curso  semipresencial. estruturados por semestres.  serão  emitidos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.  das  turmas  das  3ª  séries  serão  desenvolvidos  em  2009. quando exigida a verificação in loco.  §  2º  ‐  A  certificação  dos  módulos  e  a  expedição  do  diploma  de  Habilitação  Profissional  de  Técnico  de  Nível  Médio  em  Gestão  de  Pequenas  Empresas.  aos  alunos  matriculados  nas  3ªs  séries. exclusivamente aos sábados. destinadas ao conjunto das  disciplinas de cada módulo. quando se tratar  de alunos do período noturno. 3º)              73 . 2º.Artigo  151  ‐  Nos  casos  de  pedido  de  reconsideração  ou  recursos  de  solicitações  indeferidas. a saber:  I ‐ carga horária de 6 (seis) aulas semanais presenciais.  em  2008. previstas para o  conjunto das disciplinas de cada módulo da habilitação será acrescida à carga horária semanal da  3ª série do ensino médio. a Comissão de Especialistas.    Artigo 154 – A carga horária de 6 (seis) aulas presenciais semanais.  2 ‐ Certificado de Qualificação em Gerente Administrativo: Módulo II. SE nº 5/09. será constituída por  membros diferentes dos que deram razão ao indeferimento.   II  ‐  carga  horária  de  10  (dez)  aulas  semanais  destinadas  às  atividades  não  presenciais.  § 1º ‐ Será assegurado aos alunos de que trata o caput a conclusão concomitante  dos estudos do ensino médio e a certificação dos seguintes módulos:  1 ‐ Certificado de Qualificação em Assistente de Planejamento: Módulo I .  constituíram  turmas  de  educação  profissional  do  curso  “Gestão  de  Pequenas  Empresas”.

  semestralmente.  em  horários  diversos.   §  2º  ‐  Somente  após  a  homologação.  §1º  –  As  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  deverão  ser  atribuídas  a  um  único  professor  da  base  nacional  comum.  IV ‐ demonstrar habilidade em informática.  Parágrafo  único  –  Na  indicação  de  docente  para  Orientador  de  Aprendizagem  e  Tutor  de  Turma.  será  considerada  a  avaliação do desempenho no desenvolvimento das respectivas atividades. 5º )    Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos    Artigo  158  –  As  unidades  escolares  constituirão  as  turmas  de  alunos  da  3ª  série  com um mínimo de 35 (trinta e cinco) e máximo de 43 (quarenta e três) alunos.    Artigo 159 ‐ O aluno da 3ª série do ensino médio deverá efetivar sua matrícula em  cada  um  dos  cursos. SE nº 5/09.  74 . além das seis aulas contará  com  5  (cinco)  aulas  semanais  para  o  exercício.  das  turmas  dos  módulos de educação profissional de que trata a presente seção.  da  função  de  tutor  da  respectiva turma e para participar das atividades de formação continuada a serem desenvolvidas  pela instituição parceira para capacitação e/ou preparação das aulas. ser capaz de:  I  ‐  compreender  que  seu  papel  principal  será  o  de  mediador  e  dinamizador  da  aprendizagem. prioritariamente.  imediatamente após sua organização.  no  curso  da  Habilitação Profissional Técnica de nível médio. caput e §§ 1º a 4º  do art. poderão ser atribuídas as aulas  para o exercício das funções de Orientador de Aprendizagem/Tutor de Turmas.  (Res.  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  para  cada  turma  de  alunos.    Artigo 156 – Para exercer as funções de Orientador de Aprendizagem e de Tutor  de Turma.  §  1º  ‐  O  levantamento  total  das  turmas  será  enviado  à  Diretoria  de  Ensino. 4º e  art.  V ‐ organizar seu trabalho de modo a auxiliar o aluno a aprender a aprender e a ser  sujeito de sua aprendizagem.    Artigo 157 ‐ A atribuição das aulas destinadas ao desenvolvimento dos módulos de  educação profissional obedecerá à normatização prevista para o processo de atribuição de classes  e aulas de projetos e modalidades de ensino aos docentes do Quadro do Magistério.   II ‐ reconhecer a necessidade de aperfeiçoar permanentemente sua formação.  será  desenvolvido por professor da base nacional comum.   § 2º ‐ O professor de que trata o parágrafo anterior.Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional    Artigo  155  ‐  O  total  das  aulas  das  disciplinas  que  compõem  cada  módulo  de  educação  profissional.  no  caso  de  professor  que  já  tenha  exercido  essas  funções.  inclusive  como  carga  suplementar  para  professor  titular  de  cargo. o docente deverá. que exercerá simultaneamente  as funções  de Orientador de Aprendizagem e de Tutor de Turma.  pela  Diretoria  de  Ensino.  no  curso  de  formação  básica  e.  III ‐ exercer a liderança e ser proativo.  ou  seja.

  público  e  subjetivo  da  pessoa.  (Del.  (Del.  organizados  institucionalmente.  com  o  objetivo  de  garantir  a  educação  escolar  e  promover  o  desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais  especiais.  mental.  de  que  trata  o  parágrafo  anterior.  direito  fundamental. 2º e 3º e Res.  (Res. 1º)                75 . conceitos.   IV  ‐  alunos  com  outras  dificuldades  ou  limitações  acentuadas  no  processo  de  desenvolvimento.  superdotação  e  grande  facilidade  de  aprendizagem. de controle de freqüência e de avaliação de aproveitamento escolar  do aluno pelas respectivas instituições.  obedecidas  as  normas  regimentais  e  os  procedimentos  administrativos  estabelecidos para cada tipo de curso. 1º)    Seção II  Da  Caracterização e Destinação    Artigo 161 ‐ A educação inclusiva compreende o atendimento escolar dos alunos  que apresentam necessidades educacionais especiais e tem início na educação infantil ou quando  se  identifiquem  tais  necessidades  em  qualquer  fase. 5º e 6º)        CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento    Artigo  160  ‐  A  educação.  II  ‐  alunos  com  altas  habilidades.  para  apoiar.  devendo  ser  assegurado  atendimento  educacional especializado.  deverão  tramitar  separadamente. arts. SE nº 11/08.  sensorial  e  múltipla.    Artigo 162 ‐ Consideram‐se educandos com necessidades educacionais especiais:  I  ‐  alunos  com  deficiência  física.§  1º  –  A  duplicidade  de  matrículas  em  cursos  distintos  implicará  igualmente  na  duplicidade dos documentos. CEE nº 68/07.  na  modalidade especial. é um processo definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos  e  serviços  educacionais  especiais. art. CEE nº 68/07.  complementar  e  suplementar  o  ensino  regular. artts. rapidamente.  III ‐ alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento.  §  2º  ‐  Os  documentos. art. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de  recursos pedagógicos adicionais.  que  demandem  atendimento educacional especializado. procedimentos e atitudes. que os levem a dominar. SE nº 5/09.

 com a participação da  família e de outros agentes da comunidade no processo educativo.  recomendando‐se intercâmbio e cooperação entre as escolas.  complementação  ou  suplementação  das  atividades  curriculares. por meio da atuação de professor especializado na área da necessidade  constatada  para  orientação.   V  ‐  atividades  de  aprofundamento  e  enriquecimento  curriculares  que  favoreçam  aos  alunos  com  altas  habilidades/superdotação  o  desenvolvimento  de  suas  potencialidades  criativas.  positivamente.  por  meio  da  utilização  de  procedimentos. buscando a adequação entre idade  e  série/ano.     Artigo  165  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns. preferencialmente. em período diverso ao da classe comum em que o aluno estiver matriculado. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.   VI ‐ serviços de apoio pedagógico especializado.  c)  atendimento  itinerante  de  professor  especializado  que.  b) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição  especializada. trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio.  poderão  contar.  IV ‐ sustentabilidade do processo escolar.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. sempre que possam proporcionar o  aprimoramento dessas condições. com utilização de linguagens e códigos aplicáveis. nas classes comuns do ensino regular.  para  que  todos  se  beneficiem  das  diferenças  e  ampliem. com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada. mediante:  a) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição especializada.  à comunicação.  em  período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado. bem como à locomoção.  na  escola  regular.  d) oferta de apoios didático‐pedagógicos alternativos necessários à aprendizagem.Seção III  Da Educação Inclusiva    Artigo 163 ‐ O atendimento educacional de alunos com necessidades educacionais  especiais deve ocorrer.  de  modo  a  propiciar  condições  necessárias  a  uma  educação  de  qualidade  para  todos.  Parágrafo único ‐ As escolas que integram o sistema de ensino do Estado de São  Paulo  organizar‐se‐ão  para  o  atendimento  aos  educandos  com  necessidades  educacionais  especiais. assistirá os alunos que não puderem contar.  equipamentos  e  materiais  próprios.  em  atuação  colaborativa com os professores das classes comuns.  II  ‐  flexibilizações  curriculares  que  considerem  metodologias  de  ensino  diversificadas  e  recursos  didáticos  diferenciados  para  o  desenvolvimento  de  cada  aluno. mediante aprendizagem cooperativa em  sala de aula.  III  ‐  professores  capacitados  para  o  atendimento  às  necessidades  educacionais  especiais dos alunos. dentro do princípio de educar para a diversidade.  órgãos  públicos  e  a  colaboração  das  entidades privadas:  I  ‐  distribuição  ponderada  dos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados.    Artigo 164 ‐ As escolas organizar‐se‐ão de modo a prever e prover em suas classes  comuns.  podendo  contar  com  o  apoio  das  instituições.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  76 .  suas  experiências.  em  consonância com o projeto pedagógico da escola.  em seu processo de escolarização.

  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.  preferencialmente.    Artigo  168  ‐  As  disposições  necessárias  ao  atendimento  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  deverão  constar  de  projetos  pedagógicos  das  unidades  escolares ou das instituições responsáveis.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163.  que  implique  em  internação  hospitalar.transitoriedade.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  da  avaliação  multidisciplinar.  77 . cuja situação específica. não permita sua inclusão direta  nessas classes. sob a supervisão do órgão  competente. educação e assistência. e de materiais diferenciados e  específicos.    Artigo 166 ‐ As escolas poderão utilizar‐se de instituições especializadas.  §  1º  ‐  O  encaminhamento  dos  alunos  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  para  serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far‐se‐á somente após avaliação  pedagógica realizada em conformidade com o disposto neste capítulo.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  atendimento  ambulatorial  ou  permanência  prolongada  em  domicílio.  deverão  ter garantida  a  continuidade do seu processo de  aprendizagem.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. dotadas  de recursos humanos das áreas de saúde.  serão  matriculados.  com  participação  dos  pais  e  do  Conselho  de  Escola  e/ou  estrutura  similar.  por equipe de profissionais  indicados  pela escola e pela família.  ingressantes  na  1ª  série  do  ensino  fundamental  ou  que  venham  transferidos  para  qualquer  série  ou  etapa  do  ensino  fundamental  e  médio.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.    Artigo  169 ‐  Os  alunos  com  necessidades educacionais  especiais.  II  ‐  oferecer  aos  alunos  matriculados  nas  classes  comuns  do  ensino  regular  atividades  de  preparação  e  formação  para  o  trabalho  e  atividades  nas  diferentes  linguagens  artísticas e culturais.   §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.  suplementar  e  apoiar  o  processo  de  escolarização  dos  alunos  com necessidades educacionais especiais matriculados nas classes comuns das escolas de ensino  regular.   §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  periódica.  em  classes  comuns  do  ensino regular.    Artigo  167  ‐  Alunos  impossibilitados  de  freqüentar  as  aulas  em  razão  de  tratamento  de  saúde.  com  acompanhamento  pedagógico que lhes facilite o retorno à escola regular.   III ‐ o atendimento educacional especializado a crianças e jovens. para:  I  ‐  complementar. com vistas a seu encaminhamento para classe comum. respeitadas as demais normas do sistema de ensino. excetuando‐se os casos. cuja gravidade da  deficiência  ou  distúrbio  do  desenvolvimento  imprimam  limitações  severas  às  suas  atividades  de  vida  diária  e  comprometam  seriamente  sua  possibilidade  de  acesso  ao  currículo  da  escola  de  ensino regular.  desde  que  preservada  a  capacidade  de  aprendizado.

  as  disponibilidades  da  escola.  cujas  necessidades  de  recursos  e  apoios  extrapolem. 4º.  deverão  ser  encaminhados  às  respectivas  instituições  especializadas  conveniadas com a Secretaria da Educação. arts. Professor Coordenador e Professor da sala comum.  Parágrafo  único  ‐  Esgotadas  todas  as  possibilidades  de  avanço  no  processo  de  escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano.  as  mesmas  regras  previstas  no  regimento  da  escola  para  fins  de  classificação  em  qualquer  série  ou  etapa.  (Del. 2º)    Seção IV  Do Processo de Avaliação    Artigo  170  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais. 6º.  deverá  ser  orientado  por  avaliação  pedagógica  realizada  pela  equipe  da  escola. II e III deste capítulo.  contendo  parecer  conclusivo  sobre  a  situação  escolar  dos  alunos  atendidos  pelos  diferentes  serviços de apoio especializado. de forma descritiva. motores. 8º e 11 e Resolução SE nº 11/08. 5º. em  conformidade com os Anexos I. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua.    Artigo  171  ‐  O  atendimento  escolar  a  ser  oferecido  ao  aluno  com  necessidades  educacionais  especiais. e Resolução SE nº 11/08.  (Del.  independente de escolarização anterior. 3º e 4º)    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas    Artigo  173  ‐  Os  alunos  com  deficiências  que  apresentem  severo  grau  de  comprometimento.  comprovadamente.§  2º  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  da  modalidade  de  educação  especial.  com  severa  deficiência  mental  ou  grave  deficiência  múltipla. as escolas poderão.  aprovar  relatório  circunstanciado  de  avaliação.  contar.  elaborado  por  professor  da  área. CEE nº 68/07.  certificando‐o  com  o  termo  de  conclusão  de  série/ano.    Artigo  172  ‐  Caberá  aos  Conselhos  de  Classe/Ciclo/Série/Termo. é facultado às escolas  viabilizar  ao  aluno.  grau  de  terminalidade  específica  do  ensino  fundamental. visuais. as competências  desenvolvidas pelo educando. art. com o apoio  de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde.  expedir  declaração  com  terminalidade  específica  de  78 . arts. art. podendo. com relação aos aspectos físicos.  (Resolução SE nº 11/08.  ao  final  de  cada  ano  letivo. com fundamento no inciso  II  do  artigo  59  da  Lei  nº  9. mediante avaliação realizada pela escola. acompanhado de histórico escolar que apresente. 7º. acrescidos dos procedimentos e das formas alternativas de comunicação e adaptação  dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados aos alunos. 5º)    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica    Artigo 174 ‐  Em  se  tratando de alunos com  significativa defasagem  idade/série e  severa deficiência mental ou grave deficiência  múltipla. 12. CEE nº 68/07. auditivos e psico‐sociais. formada pelo Diretor.  que não puderem  atingir  os parâmetros  exigidos para a conclusão do ensino fundamental.394/96. art.  os  critérios de avaliação previstos pela proposta pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas  regimentais. ainda.

 na  Diretoria Regional de Ensino. as competências desenvolvidas pelo educando.  a  fim  de  fornecer  orientação  às  famílias  no  encaminhamento  dos  alunos  a  programas  especiais.    Artigo  176  ‐  Serão  assegurados  aos  alunos  que  apresentem  necessidades  educacionais especiais os padrões de acessibilidade. arts.  para  sua  efetiva  integração na sociedade.  (Del. arts. SE  nº 31/08)    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos    Artigo  175  ‐  A  preparação  profissional  oferecida  aos  alunos  com  necessidades  educacionais especiais. com alunos com necessidades educacionais especiais. CEE nº 68/07. que contêm os  recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no merca do de trabalho. art. 13 e 14)    Seção VIII  Da Formação dos Professores    Artigo 177 ‐ As Instituições de Ensino Superior devem oferecer obrigatoria‐mente  programas  de  formação  inicial  ou  continuada  aos  professores  das  classes  comuns  que  lhes  garantam  apropriação  dos  conteúdos  e  competências  necessárias  ao  trabalho  pedagógico  que  realizam. com a participação e a  anuência da família. constituindo‐se o pleno atendimento  em requisito para o credenciamento da instituição.     Artigo 178 ‐ Os professores especializados deverão comprovar :  I ‐ formação específica em curso de graduação de nível superior ou  II  ‐  complementação  de  estudos  de  pós‐graduação  na  área  do  atendimento  educacional especializado. com as alterações introduzidas no § 1º pela Res. responsável pela Unidade Escolar e pela Educação Especial.`  Parágrafo  único  ‐  Os  sistemas  públicos  de  ensino  promoverão  formação  continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico com  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais.436/02. 9º e 10)        79 .098/00. reconhecimento e renovação de  reconhecimento de cursos.172/01 e 10. 6º. com carga horária superior a 360 horas.  (Del. 10. autorização. na conformidade  do contido nas Leis nºs 10.determinada  série. mobilidade e comunicação. com parecer do Conselho de Classe e Série aprovado pelo Conselho de Escola  e visado pelo Supervisor de Ensino.  acompanhada  de  histórico  escolar  e  da  ficha  de  observação  contendo. que não apresentem condições de se integrar aos cursos de nível técnico.  § 1º ‐ A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em  casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica.  (Resolução SE nº 11/08.  poderá  ser  realizada  em  oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade.  de  forma descritiva. CEE nº 68/07.  §  2º  ‐  A  escola  deverá  articular‐se  com  os  órgãos  oficiais  ou  com  as  instituições  que  mantenham  parcerias  com  o  Poder  Público. regularmente.  voltados  para  o  trabalho.

   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. sob a supervisão do órgão  competente.  §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  regida  por  professor  especializado  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  de  avaliações  periódicas  a  serem  realizadas pela escola.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  de  uma  avaliação  multidisciplinar.  na  escola  regular. arts. 7º e 8º)    Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular    Artigo  181  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar. 9º)    Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs    Artigo  182  ‐  Na  organização  dos  Serviços  de  Apoio  Especializado  (Sapes)  nas  Unidades Escolares.   (Resolução SE nº 11/08.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado. serão organizados.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.  com vistas a sua inclusão em classe comum. em nível de unidade escolar e por sua solicitação.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163.  gradativamente.  a  ser  realizada  por  equipe  de  profissionais indicados pela escola e pela família. e. em período  diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum.    Artigo  180  ‐  A  implementação  de  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado ‐ SAPEs    Artigo 179 ‐ Consideradas as especificidades regionais e locais.  em  sala  de  recursos  específicos.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios. art.  favorecendo  a  adoção  de  novas  metodologias de trabalho.  §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e  da respectiva Coordenadoria de Ensino.  poderão  contar.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. Serviços de Apoio Pedagógico  Especializado (SAPEs). observar‐se‐á que:   80 . leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular. na rede estadual  de  ensino. da própria escola ou de outra unidade.   Parágrafo  único  ‐  Os  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs)  serão  implementados por meio de:  1  ‐  atendimento  prestado  por  professor  especializado.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  transitoriedade. na forma de itinerância.  2 ‐ atendimento prestado por professor especializado.  (Resolução SE nº 11/08.  viabilizando‐a  por  uma  reorganização  que.

 deverão ter formação na área  da necessidade educacional especial. arts 10.  V  ‐  parecer  favorável  da  CENP.  e  as  classes  com  professor  especializado.  distribuídas  de  acordo  com  a  demanda  do  alunado.    Artigo  186  ‐  Caberá  ao  professor  de  Educação  Especial.  IV ‐ recursos e materiais didáticos específicos.  81 . quer  em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s).11 e 14)    Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores    Artigo 185 ‐ Os docentes.  a  serem  atribuídas  ao  docente  titular  de  cargo  como  carga  suplementar  e  ao  ocupante  de  função‐atividade  na  composição  da  respectiva  carga horária. com.  III  ‐  o  apoio  oferecido  aos  alunos.    Artigo 184 ‐ As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs  poderão.I ‐ o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.  somente  poderão  atender  alunos  cujo  grau  de  desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I.  da  classe  com  professor  especializado  e  da  itinerância  deverá  observar  o  atendimento  a  alunos  de  uma  única  área  de  necessidade educacional especial.  II  ‐  elaborar  plano  de  trabalho  que  contemple  as  especificidades  da  demanda  existente na unidade e/ou na região.  além  do  atendimento  prestado ao aluno:  I ‐ participar da elaboração da proposta pedagógica da escola. quer individualmente. observada a prioridade conferida ao docente habilitado.  expedido  pelo  Centro  de  Apoio  Pedagógico  Especializado.  contar  com  o  atendimento  itinerante  a  ser  realizado  por  professores  especializados  alocados  em  SAPEs  ou  escolas  da  região.     Artigo 183 ‐ A organização dos SAPEs na unidade escolar. serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais.  em  sala  de  recursos  ou  no  atendimento  itinerante.   II  ‐  professor  habilitado  ou.  na  ausência  deste. para atuarem nos SAPEs.  atendidas  as  exigências  previstas no artigo 584.  professor  com  Licenciatura  Plena  em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional.  III ‐ espaço físico adequado.  com  turmas  constituídas  de  10  (dez)  a  15  (quinze) alunos.  §  2º  ‐  A  constituição  da  turma  da  sala  de  recursos.  em trabalho articulado com os demais profissionais da escola. não segregado. terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2  (duas) aulas diárias. de modo a atender alunos de 2 (dois) ou mais turnos.  II  ‐  as  aulas  do  atendimento  itinerante.  (Resolução SE nº 11/08. somente poderá ocorrer quando houver:  I ‐ comprovação de demanda avaliada pedagogicamente.  § 1º ‐ As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas  para  atendimento de alunos de qualquer série. 360 horas de duração. atendidas as novas diretrizes da Educação Especial. no  mínimo.  definida  a  demanda. sob a forma de sala de  recursos. etapa ou modalidade do ensino  fundamental  ou  médio.

 15 e 16)    ANEXO I    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO    Ano:  Nome do Aluno:  Data de nascimento:  Série  Endereço residencial:  Telefone de contato da família:  Área de deficiência:  Escola:  Diretoria de Ensino:  Relato do Professor da sala comum:  A – Intervenção e interação afetiva.  de  forma  a  agilizar  o  atendimento de alunos. social e familiar  1. visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar  ou  transferir  o  serviço  oferecido.  (Resolução SE nº 11/08.  II  ‐  propor  a  criação  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado  à  respectiva  Coordenadoria de Ensino. arts. 12 e 13)    Subseção IV  Das Atribuições Gerais    Artigo 187 ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  proceder  ao  levantamento  da  demanda  das  salas  de  recursos  e  do  apoio  itinerante.  V ‐ oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns.  (Resolução SE nº 11/08.  VI  ‐  fornecer  orientações  e  prestar  atendimento  aos  responsáveis  pelos  alunos  bem como à comunidade.  mantendo  contatos  com  as  mesmas.  remanejando  os  recursos  e  os  equipamentos  para  salas  de  unidades escolares sob sua jurisdição. arts.  III  ‐  orientar  e  manter  as  escolas  informadas  sobre  os  serviços  ou  instituições  especializadas  existentes  na  região.    Artigo 188 ‐ As situações não previstas nesta seção serão analisadas e orientadas  por  um  Grupo  de  Trabalho  constituído  por  representantes  da  CENP/CAPE.III  ‐  integrar  os  conselhos  de  classes/ciclos/séries/termos  e  participar  das  HTPCs  e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola. Histórico do  Aluno  ‐ Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade)  ‐ Relacionamento com a família e grupos  ‐ Expectativas da família  ‐ Antecedentes de atendimento de outra natureza (clínicos e terapêuticos)  82 .  IV ‐ orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão  dos alunos nas classes comuns.  COGSP  e/ou  CEI  e  Diretoria(as) de Ensino envolvida(s).

 articuladas com o professor da sala comum:  83 .: Nomear 0(s) professor(es) atendido(s) e classe(s) ou série(s)  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )    Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno.2. Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas)  3.: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva      ANEXO II    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais  Nome do aluno:  Área de deficiência  Escola:  Série:  Data do atendimento:  Quantidade de horas de atendimento:  (  ) Aluno   (  ) Professores de sala comum   (  ) Equipe Escolar      (  ) Família  (  ) Comunidade (  )  Obs. Relacionamento do aluno com o professor especialista  4. Relacionamento com seu grupo social  B – Avaliação pelo professor especialista – observação descritiva nas diversas situações escolares:  ‐ interesse  ‐ Atenção  ‐ Concentração  ‐ Compreesão e atendimento a ordens  Habilidade sensóriomotora:  ‐ Percepção e memória visual  ‐ Percepção e memória auditiva  ‐ Percepção de diferenças e semelhanças  ‐ Orientação temporal  ‐ Orientação espacial  ‐ Habilidades motoras  ‐ Pensamento lógico  ‐ Expressão criativa  Linguagem e comunicação: oral  Linguagem e comunicaçãao: escrita  Raciocínio lógico‐matemático  C – Observações do Professor e condutas a serem seguidas  D – Avanços do aluno ao longo do ano letivo    ____________________                 ____________________                                 _________________  Nome do Professor/RG                    Professor Coordenador                                     Diretor    _______________________________  Nome do Professor/ RG (Especialista)    Obs.

..........................................................................................................................................................  .......................................................................................................................................................................................................  ................................................................................  ...............................................................................................................................................  ..............................................................................................................................  .................................................................................  Item 4 – Caracterização do Atendimento:  Nome do Professor:  Carga horária:  84 ..............................................................................................................................................................  Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial?  Qual?  ....................................................................................................................  ....  .  ...................................................................... recurso utilizado e intervenção realizada)  ..........................................................................................................................................  ............................................................................................................................................................................    __________                     ___________________                   ____________________      Professor                      Professor Coordenador                                 Diretor      ANEXO III    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais:  Nome do aluno:  Escola de matrícula:  Escola da Sala de Recursos:  Série:  Diretoria de Ensino:  Forma de atendimento: (   )Sala de Recursos                       (   ) Itinerância  Bimeste:    Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados?  ...........................................................................................  ..............................................................................................................  .......................................................................................................................................................................................  ..............................................................................................................................................................................................................................  Item 4 – Observações:  .....................................................................................................................................................................................................  .....................................................................  ...................................................................................................................................................................................................................(Objetivos....  Iterm 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum:  ........................................................................................................  .................................................  ...................................................................................................................  .............................................................................................................................................................................................................. tipo de atividade...............................................................................................  ........................................................................................................

...........................................................................................................................    Item 5 – Observações:  ....................  .....................................................................................................................  em  regime  de  colaboração com o Estado.......   Parágrafo  único  ‐  A  Escola  Indígena  se  constituirá  unidade  própria....................................Quantidade de horas bimestrais na orientação de :  (  ) Professores de sala comum    (  ) Equipe escolar    (  ) Família     (  ) Comunidade  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )  Total de horas trabalhadas direto com o aluno: (  )  Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno:    Item 5 – Reavaliação e encaminhamento:  ........................... arts................  .................  ............................................................  ouvida a comunidade interessada..........................  ............ CEE nº 46/05...................................    ___________________              ___________________            _________________  Nome do Professor/RG               Professor Coordenador                  Diretor        CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização............. Autorização e Reconhecimento    Artigo  189  ‐  No  âmbito  da  Educação  Básica......................... desde que disponham de condições técnicas e financeiras adequadas.....................................................  atualmente  mantidas  por  municípios...................  em  atendimento  à  reivindicação  da  comunidade interessada ou com a anuência da mesma........................  ...............  proporcionando  a  valorização  das  culturas  dos povos indígenas e a afirmação e manutenção de sua diversidade étnica..... Regulamentação..............................................  que  não  satisfaçam as exigências anteriores...............   (Del.........  funcionando em terras indígenas..................................................... no prazo de dois anos....................................   § 1º ‐  Os  Municípios poderão  oferecer educação  escolar indígena.......  autônoma  e  específica  do  Sistema  de  Ensino  Estadual  e  terá  normas  e  ordenamentos  jurídicos  próprios............................................................................................................................................................................................................ serão reconhecidos como Escola Indígena....... 1º e 2º)    Artigo 191 ‐  Os  estabelecimentos da rede estadual  de ensino que  funcionam em  terras habitadas por comunidades indígenas passam a ser reconhecidos como escolas indígenas e  85 ........................................  ... passarão à responsabilidade do Estado.................  os  estabelecimentos  de  ensino..........    Artigo  190  ‐  A  criação  das  escolas  indígenas  é  de  responsabilidade  do  poder  público  estadual  e  se  dará  por  ato  próprio  do  executivo....................   §  2º  ‐  As  escolas  indígenas......  fundamentados  nas  Diretrizes  Curriculares  Nacionais..............

    Artigo 193 ‐ O reconhecimento legal dos estabelecimentos de ensino como escolas  indígenas  autônomas  e  específicas  pressupõe.  ato  próprio  de  criação.     Artigo  197  ‐  Na  organização  das  escolas.  observadas  as  diretrizes  curriculares  do  ensino  intercultural  e  bilingüe  e  as  normas  regimentais específicas para essa modalidade.  contendo  estrutura  curricular.  §1º  ‐  A  educação  indígena  somente  poderá  ser  oferecida  quando  houver  solicitação específica da respectiva comunidade.  III  ‐  relação  do  corpo  docente.  para  sua  plena  regularidade  organizacional  e  funcional. SE nº 147/03. independente do seu número.  § 2º ‐ A educação infantil e o ensino médio serão implementados gradati‐vamente.  Coordenadoria de Ensino e do Núcleo de Educação Indígena (NEI) e dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  econômicas  e  religiosas  que  caracterizam  a  etnia  indígena  atendida. 3º.    Artigo  195  ‐  Os  espaços  físicos  das  escolas  indígenas  deverão  ser  planejados.  concedida  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  autorização  de  funcionamento.  especificando  a  condição  do  professor  indígena  e  dados de sua formação específica.  calendário  escolar e regimento escolar. independentemente do nível e modalidade de  ensino oferecidos.  de  responsabilidade  do  poder  público. 2º. dirigido ao Conselho  Estadual  de  Educação.  II  ‐  cópia  da  proposta  pedagógica. 1º.  dimensionados  e  organizados  de  forma  a  atender  às  especificidades  da  proposta  pedagógica  da  escola.  e  atendimento  às  diretrizes  contidas nesta seção.   Parágrafo  único  ‐  Em  consonância  com  a  flexibilidade  que  a  Lei  permite.  que  atenda  às  necessidades  da  comunidade  indígena  e  estará  localizado  em  terras  habitadas por ela. visando à valorização plena das culturas dos povos  indígenas e respeitadas as diversidades étnicas.  deverão  ser  consideradas  as  práticas  sócio‐culturais. 4º e 8º)    Artigo  196  ‐  As  escolas  indígenas  funcionarão  em  prédio  que  seguirá  projeto  especial.  e  com  ampla  participação  da  comunidade  indígena.  acompanhado  de  pareceres  conclusivos  da  Diretoria  de  Ensino.  de  que  trata  este  capítulo.  quando houver demanda da comunidade indígena.  bem  como  sua  forma  de  produção  do  conhecimento  e  métodos  de  ensino‐ aprendizagem.     Artigo  194  ‐  O  pedido  de  autorização  de  funcionamento  de  Escola  Estadual  Indígena deverá ser formulado pela direção da unidade escolar proponente.  ouvida  a  comunidade.    Artigo 192 ‐ A educação indígena funcionará com normas e ordenamento jurídico  próprios. devendo a clientela atendida ser exclusivamente  constituída por alunos indígenas. às necessidades dos educandos e às práticas  sócio‐culturais. arts.  respeitadas  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  as  Diretrizes  Nacionais  para  o  Funcionamento  86 .identificados como Escola Estadual Indígena ‐ EEI. aos recursos e materiais didáticos existentes.  (Res.  econômicas  e  religiosas  da  comunidade  indígena  específica.  a  organização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo.

 será contemplada no Projeto Pedagógico e Regimento Escolar próprios que  deverão conter:   I ‐ calendário escolar e duração de período escolar diferenciados. línguas  e tradições indígenas.   II ‐ conteúdos curriculares específicos.   V  ‐  uso  de  materiais  didático‐pedagógicos  produzidos  de  acordo  com  o  contexto  sócio‐cultural de cada etnia indígena.  específico  e  diferenciado.  incluindo dados que comprovem sua formação específica. humanos e financeiros para  seu pleno funcionamento.   II ‐ prover as escolas indígenas de recursos materiais.   III  ‐  elaborar  e  publicar  sistematicamente  material  didático. 3º. promovendo o ensino intercultural.   II  ‐  relação  do  corpo  docente.  autorizará o funcionamento de escola indígena após análise dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  por  meio  das  Diretorias  de  Ensino.  III  ‐  proporcionar  um  ensino  intercultural  e  bilingüe  que  valorize  as  línguas  e  as  culturas indígenas e a afirmação da identidade étnica.  (Res. costumes.das Escolas Indígenas.   III ‐ níveis e modalidades de ensino pretendidos. 4º e 5º)    Seção II  Dos Objetivos    Artigo 199 – Constituem‐se objetivos da Escola Estadual Indígena :  I ‐ garantir a sistematização e a valorização dos conhecimentos.  IV ‐ assegurar condições para o acesso e a produção dos conhecimentos universais  e específicos das diferentes áreas dos saberes. 5º)    Seção III  Das Competências    Artigo 200 ‐ Compete à Secretaria da Educação.  V  ‐  dar  oportunidade  aos  educandos  da  vivência  de  atividades  e  valores  que  os  auxiliem no desenvolvimento de uma vida cidadã dentro e fora do universo indígena. utilizando os recursos destinados  ao financiamento público da educação:   I ‐ promover a formação continuada dos professores‐índios.  especificando  sua  condição  de  professor‐índio.   (Del.  II ‐ oferecer exclusivamente à respectiva comunidade todas as etapas da educação  básica.     Artigo 198 ‐ O ensino será ministrado em Língua Portuguesa e na língua materna  da comunidade indígena específica. para uso nas escolas indígenas. SE nº 147/03.     Artigo  201  ‐  A  Secretaria  da  Educação. art.   IV ‐ projetos que incluam outras comunidades. arts.  VI ‐ garantir a formação continuada aos professores indígenas.   III ‐ inclusão de atividades que reforcem a cultura própria da comunidade indígena  em que a escola estiver inserida.   87 . CEE nº 46/05.

 e V.    Artigo  205  ‐  A  Educação  Básica  que  compreende  a  Educação  Infantil.  7. CEE nº 46/05.   V ‐ regimento escolar. desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto no projeto pedagógico e  regimento escolar com as seguintes prerrogativas:  I  ‐  organização  das  atividades  escolares.  o  Ensino  Fundamental  e  Médio.   (Del.     Artigo  202  ‐  A  Supervisão  das  escolas  indígenas.  respeitando‐se  o  fluxo  das  atividades  econômicas.  ajustando‐se  às  condições  e  especificidades próprias de cada etnia ou comunidade indígena. integrantes deste capítulo.  6.  se  desenvolverá  nas  escolas  indígenas  na  conformidade  do  estabelecido  nas matrizes curriculares. SE nº 147/03. objeto dos Anexos I. III IV. 8º e 9º)    Seção IV  Da Atribuição de Aulas    Artigo  203  ‐  A  atribuição  de  aulas  será  feita  a  professores‐índios.  3. art.  que  expressem  metodologias que privilegiem processos específicos de aprendizagem. é de responsabilidade das Diretorias Regionais de Ensino da  Secretaria da Educação.IV ‐ projeto pedagógico. a participação da respectiva comunidade ou etnia indígena.  Parágrafo único ‐ A formulação do projeto pedagógico próprio por escola ou por  etnia. este com a redação dada pela Res.  respeitadas  as  normas  específicas  de  funcionamento. culturais e religiosas e  II  ‐  duração  diversificada  dos  períodos  escolares.  (Res. com anuência das Comissões Étnicas Regionais e do Conselho Geral do Núcleo de Educação  Indígena. 6º e  9º.  a  fim  de  garantir  sua  especificidade e qualidade de ensino.  a  produção  e  a  utilização  de  materiais  didático‐pedagógicos. SE nº 21/08)    88 . 6º)    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento    Artigo  204  ‐  As  escolas  indígenas. arts. arts.  4.  as  características  próprias  das  escolas  indígenas  em  respeito  à  especificidade  étnico‐cultural de cada etnia ou comunidade.  5. os referenciais curriculares indígenas. sociais.   (Del. CEE nº 46/05. 7º.  indicados  pela  comunidade  indígena  e  devidamente  formados  ou  capacitados  no  âmbito  das  instituições  formadoras de professores. os modos próprios de produção e transmissão de saberes de cada etnia. terá por base:  1. II. com conteúdos específicos  do universo sócio‐cultural de cada povo indígena. assim como através do Programa Especial de Formação em Serviço de  Professor  Índio  para  o  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental  da  Secretaria  da  Educação  aprovado  pelo  Parecer CEE nº 419/2000. a realidade sócio‐linguística em cada situação. as diretrizes curriculares nacionais referentes a cada etapa da educação básica.  2.

  com Professor‐Coordenador. SE nº 147/03.  desenvolvido por Secretarias Estaduais de Educação.    Artigo  207  ‐  Todos  os  profissionais.:   1  ‐  As  áreas  de  Ciências  da  Natureza  e  de  Ciências    Humanas  e  suas  Tecnologias  serão  tratadas  na  área  de   Linguagens.    Anexo II  Ensino Fundamental  Ciclo I  Duração ‐ 03 Anos  Carga Horária Semanal: 25 aulas  Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Parte Diversificada    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas Semanais  25  08  33  Obs. art. docentes e profissionais da área administrativa.  §  1º  ‐  As  funções  de  Vice‐Diretor.desenvolvido  pela  Secretaria da Educação.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena. Códigos e suas Tecnologias.  2  ‐  no  ciclo  II  e  III  do  ensino  fundamental  e  no  ensino  médio.  em  nível  superior.  devendo  as  necessidades  específicas  dessas  escolas serem contempladas pelos recursos a que se refere a Lei nº 9. SE nº 21/08.   89 .    Artigo  208  ‐  Aplicam‐se  às  escolas  indígenas  os  recursos  destinados  às  demais  escolas  que  integram  a  rede  estadual  de  ensino. 10 e 11)    Anexo I  Educação Infantil  Ciclo Inicial  Duração ‐ 02 Anos  Carga Horária Semanal: a ser definida pela escola  Matriz  Curricular:  a  ser  elaborada  pelas  escolas  que  oferecem  Educação  Infantil  junto com representantes da comunidade indígena atendida. num dialogo intercultural com metodologia transdisciplinar.424/ 96.  (Res.Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena     Artigo  206  ‐  A  escola  indígena  contará  com  um  Vice‐Diretor  de  Escola  Indígena.  de  que  trata  o  artigo  anterior  somente  poderão  exercer  as  respectivas  funções  desde  que  tenham  sido  devidamente  capacitados  e  avaliados pela Comissão Étnica Regional e pelo Conselho do NEI.  Professor‐Coordenador  e  de  docentes  serão  exercidas por professores indígenas. 7º.  §  3º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  das  escolas  indígenas  serão  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  na  educação  infantil  e  no  ciclo  I  do  ensino  fundamental.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena.  § 2º ‐ As funções administrativas serão objeto de norma específica. com a redação dada pela Res.

          90 .:   1  ‐  Dando  continuidade  ao  processo  de  construção  da  escola  intercultural  e  bilíngüe.  as  áreas  de  Ciências  da  Natureza e Ciências Humanas serão trabalhadas de forma manter o equilíbrio e a dimensão intercultural.      Anexo IV   Ensino Fundamental   Ciclo III   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 Horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas  Semanais  12  09  04  08  33    Obs.  2 ‐ Será dada seqüência aos trabalhos realizados nos Ciclos anteriores.2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental    Anexo III   Ensino Fundamental   Ciclo II   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular      Base Nacional Comum   Áreas   Linguagens Códigos e   Suas Tecnologias   Ciências da Natureza e   Suas Tecnologias   Ciências Humanas e   Suas Tecnologias   Oficinas   Totais   Nº de Aulas Semanais  05  12  08  08  3    Parte Diversificada     OBS.:  1 ‐ As aulas previstas para a parte diversificada destinam‐se a realização de estudos e oficinas de sustentabilidade  econômica cultural e ambiental.   2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental.

    Artigo  209  A  ‐  O  Centro  de  Estudos  de  Línguas  ‐  CEL  constitui  uma  unidade  de  ensino  vinculada  administrativa  e  pedagogicamente  a  uma  escola  estadual  e  se  destina  ao  atendimento  de  alunos  devidamente  matriculados  no  ensino  fundamental  ou  médio.  têm  por  finalidade  proporcionar  aos  alunos  das  escolas  públicas  estaduais  a  possibilidade  de  aprendizagem  de  língua  estrangeira  moderna. nos Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.  ficam  disciplinados  nos  termos deste capítulo.  de  livre  escolha  da  clientela  escolar. e aos do ensino médio. a partir da 6ª série.    Artigo 209 B ‐ Os Centros de Estudos de Línguas – CELs.Anexo V   Ensino Médio Sustentável   Ciclo IV   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais Nº de Aulas Semanais  15  10  05  03  33  Obs.  em  caráter  opcional. Finalidade e Destinação    Artigo 209 ‐ Os Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.      CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  língua  estrangeira  moderna  serão  oferecidos  nos  CELs aos alunos do ensino fundamental.  com  frequência regular.  de  10  de  agosto  de  1987.    91 . na escola vinculadora ou em qualquer outra escola da rede pública estadual.  nas  quais  os  professores concebem e praticam o trabalho integrado dos conteúdos tratados em suas aulas. o domínio  da  linguagem  oral  ou  o  seu  caráter  instrumental  e  de  acesso  à  cultura  de  outros  povos  e  civilizações. deverá enfatizar.    Artigo  209  C  ‐  O  ensino  de  língua  estrangeira  moderna. de que trata este Capítulo.:   1‐  o  Projeto  Pedagógico  de  cada  escola  indígena  explicitará  as  dinâmicas  das  aulas  ministradas. instituídos no âmbito da rede  estadual  de  ensino  pelo  Decreto  nº  27.270.  como  mecanismo  de  enriquecimento curricular.   2‐  As  03(três)  aulas  previstas  para  a  parte  diversificada    destinam‐se  a  realização  de  estudos  e  oficinas  de    sustentabilidade econômica cultural e ambiental.

 § 2º do art. SE nº 81/09.Artigo  209  D  ‐  A  língua  estrangeira  moderna  que  integra  obrigatoriamente  o  currículo escolar do aluno poderá ser cursada por ele também nos Centros de Estudos de Línguas ‐  CELs.  a  identificação do CEL e a relação dos cursos de língua estrangeira que são oferecidos.  VII ‐ disponibilidade de recursos didático‐pedagógicos.  IV  ‐  espaço  físico  adequado  ao  funcionamento  dos  cursos  e  que  garanta  sua  continuidade. 3º e 4º)              92 . 1º a 4º e Res. dado o caráter de enriquecimento curricular de que se reveste o seu ensino nessa unidade. no que couber. arts. respeitado o cumprimento da carga horária prevista para os cursos. arts. Instalação.  assim  como  da  escola  indicada  como  vinculadora do CEL.  em  local  visível  e  de  livre  acesso. com facilidade de acesso. caput e § 1º do art.  (Res.  V ‐ localização estratégica. 1º)    Seção III  Da Criação. SE nº 81/09.  § 2º ‐ As aulas das turmas do CEL deverão acompanhar o calendário da respectiva  escola vinculadora.  III  ‐  disponibilidade  comprovada  de  docentes  habilitados  ou  qualificados  para  ministrar os cursos.758/09.  cabendo  à  direção  da  escola  vinculadora  manter. com anuência da escola que  o  sediará.  (Decreto nº 54. mediante  proposta encaminhada pelo conjunto das escolas a serem atendidas.  após  análise  e  parecer  fundamentado  pela  Diretoria  de  Ensino.  II  ‐  relação  nominal  dos  alunos  da  região  interessados  nos  cursos  a  serem  oferecidos. Organização e Funcionamento    Artigo 211 ‐ A criação e a instalação de um CEL poderão ser autorizadas.  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino  e  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas.  § 1º ‐ Os objetivos e a organização do CEL deverão constar da proposta pedagógica  da escola vinculadora e de seu regimento.  observado  o  seguinte:  I ‐ condições favoráveis de oferta e de atendimento à demanda escolar do ensino  fundamental  e  médio.  em  todos  os  níveis  e  modalidades.  (Res. 1º)    Seção II  Da Denominação    Artigo  210  ‐  O  CEL  deverá  ter  a  mesma  denominação  da  escola  a  que  estiver  vinculado.  VI  ‐  existência  de  escola  vinculadora  em  município  com  mais  de  cinquenta  mil  habitantes. 2º.    Artigo 212 ‐ A organização e o funcionamento do CEL deverão atender ao contido  nas Normas Regimentais Básicas estabelecidas para as escolas estaduais. SE nº 81/09.

  os  Centros  observarão  as  seguintes  diretrizes:  I ‐ dos cursos de que tratam os incisos I e II do artigo 214:  a)  organização  em  dois  níveis  (I  e  II)  de  estudos.  em  sua  totalidade. distribuídas em 3 (três)  estágios  semestrais  de  80  aulas  cada.  destinados  exclusivamente  a  alunos do ensino médio.  correspondendo  a  120  (cento  e  vinte)  aulas. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada. ao longo de um ano letivo.    Artigo  215  ‐  Na  organização  dos  cursos. 35 alunos.  a  demanda proveniente dos cursos de ensino fundamental e médio da região.  turmas de alunos aos sábados.  III  ‐  implementação  gradativa  de  cursos  de  inglês.  b) constituição de cada um dos níveis I e II por 240 aulas.  destinam‐se. correspondendo a 480 (quatrocentas e oitenta) aulas.  de  que  trata  o  inciso  III  deste  artigo.Seção IV  Dos Cursos e Turmas de Alunos    Artigo 213 ‐ O CEL deverá oferecer cursos de língua estrangeira moderna em todos  os  turnos  de  funcionamento  da  escola  vinculadora. no mínimo.  que  cursem  o  ensino  fundamental  ou  o  médio  no  período  noturno. com 4 (quatro) aulas sequenciais.  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  4  (quatro)  aulas  semanais.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  3  (três)  aulas  semanais. podendo prever intervalo para recreio de até 20 (vinte)  minutos.  de  forma  a  atender.  II ‐ nos demais estágios e níveis ‐ turmas de. no mínimo.    Artigo 214 ‐ Os cursos a serem oferecidos pelo CEL atenderão à seguinte ordem de  prioridade:  I ‐ ensino da língua espanhola. precipuamente. ao desenvolvimento da compreensão e da produção oral da língua  inglesa.  a  ser  desenvolvido. com carga horária total de  100  (cem)  horas. a que se refere o parágrafo anterior. que deverão garantir  a cada aluno aprendizagem progressiva no idioma de sua opção.    Artigo 216 ‐ Na constituição das turmas de alunos do CEL.  b)  desenvolvimento  do  único  nível/estágio  em  dois  semestres  letivos  de  60  (sessenta)  aulas  cada.  II ‐ dos cursos de que trata o inciso III do artigo 214:  a) organização em um único nível/estágio de estudos .  com  carga  horária  total  de  400  (quatrocentas) horas.  poderão  ser  mantidas.  93 .  nos termos dos mínimos estabelecidos no artigo 215.  §  2º  ‐  Para  atender  prioritariamente  alunos  trabalhadores.  em  caráter  excepcional. estabelecido entre elas o período  de recreio. deverão ser observados  os seguintes critérios:  I ‐ no estágio de curso de nível único e no 1º estágio dos demais cursos ‐ turmas  de.  obrigatoriamente.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  inglês. 20 alunos. no máximo.  § 1º ‐ O horário das aulas será organizado de forma a compatibilizar os interesses  e as possibilidades da escola e dos alunos.  II ‐ continuidade aos cursos das línguas estrangeiras modernas em funcionamento. 25 e.

  § 2º Excepcionalmente.  com  justificativa.    Artigo  217  ‐  O  CEL  poderá.  § 4º ‐ O aluno que atingir índice de ausências injustificadas igual ou superior a 25%  do total de aulas dadas. turma com alunos de diferentes estágios de estudos.  o  diretor  da  escola  deferir  pedidos de alunos que não atendam ao disposto no parágrafo anterior. perderá o direito à renovação de sua  matrícula no curso. em qualquer dos estágios do CEL. SE nº 81/09. autorizar o  funcionamento de turmas com 15 alunos. observadas  as normas e diretrizes gerais da demanda escolar. por  até dois cursos de idiomas. para viabilizar a conclusão dos estudos.  § 7º ‐ Ficará assegurada a continuidade de estudos aos alunos de escolas estaduais  que vierem a ser municipalizadas. ou do ensino médio.§ 1º ‐  A Diretoria de  Ensino poderá. acompanhado de justificativa e proposta  de trabalho que vise à melhoria dos resultados obtidos. ou ainda do ensino médio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula  Souza. estiver matriculado e frequentando regularmente curso de ensino  fundamental. para formação de novas  turmas em cursos que tenham apresentado índices superiores ao estabelecido neste artigo.  excepcionalmente.  abrir  período  de  inscrições  para  formação  de  novas  turmas  de  alunos. dentre os oferecidos pelo CEL.  semestralmente. desde  que não ultrapassem 20%.  implicará  o  imediato  cancelamento de sua matrícula no CEL. pelo menos. mediante autorização da Diretoria  de Ensino. em número superior a 20% do total  de  aulas  dadas. desde que já tenham concluído satisfatoriamente.  § 1º ‐ A inscrição e a matrícula do aluno serão efetuadas pelo seu responsável ou  por  ele  próprio.  § 6º ‐ A desistência ou ausências injustificadas.    94 .  § 2º ‐ No ato de inscrição.  § 3º ‐ A matrícula será efetuada para um único idioma.  quando  maior  de  dezoito  anos. quando se tratar de estágios não  iniciais  ou  únicos. o aluno poderá optar. após análise do pedido do Diretor de Escola. em caráter excepcional.  Parágrafo único ‐ A autorização. na rede  estadual de ensino. a partir da 6ª série. em  caráter de  excepcionalidade.  mediante  requerimento  dirigido  ao  diretor  da  escola vinculadora. da educação de jovens e adultos. no mínimo. a fim de ampliar suas possibilidades de  conseguir matrícula.  que  estejam  com  reduzido  número  de  alunos. 7º e 8º)    Seção V  Da Matrícula e Frequência    Artigo 218 ‐ Terá direito à matrícula inicial e à continuidade de estudos no CEL o  aluno que.  em  cursos  que  tenham  apresentado  índices  mínimos  de  evasão ou de cancelamento de matrícula. de acordo com a quantidade de vagas de cada curso. comprovadamente. na ordem de sua preferência.  (Res. poderá ser constituída. não superiores a 10% da quantidade inicial. poderá ser concedida pela Diretoria de Ensino de jurisdição da escola  vinculadora.  na  escola  estadual  em  que  o  aluno  esteja  matriculado. 5º. arts. 6º. quando se tratar do último estágio do Nível  II. vedada sua concomitância  em mais de um curso do CEL.  a  fim  de  lhes  garantir  a  continuidade e/ou a conclusão dos estudos.  §  5º  ‐  Poderá.  um estágio de estudos no CEL.

 com números inteiros. reservando‐se.  informações  sobre  o  desempenho  escolar  obtido  pelo  aluno  no  CEL. no histórico escolar do aluno.  as  vagas  do  CEL  serão  distribuídas  prioritária e equitativamente entre os alunos da escola vinculadora e aqueles das outras escolas  estaduais da região.  ser  efetuado  em  escala  numérica de notas. como enriquecimento curricular.  Parágrafo único ‐ O CEL deverá manter modelo próprio de ficha individual de cada  aluno. variáveis de 0 (zero) a 10 (dez).  §  2º  ‐  Será  permitida  ao  aluno  concluinte  da  3ª  série  do  ensino  médio.  § 3º ‐ Ao término de cada etapa do curso. declaração que comprove os estudos realizados.  §  4º  ‐  As  informações  referidas  no  parágrafo  anterior  deverão  constar. pela escola vinculadora.  nas  sínteses  bimestrais  e  finais  de  avaliação  do  aproveitamento  do  aluno. arts.  2 ‐ síntese dos conhecimentos e das habilidades a serem atingidos em cada estágio  e os resultados obtidos pelas avaliações propostas nos planos de ensino de cada idioma.  Parágrafo único ‐ Na classificação de alunos do Nível I para o Nível II.  terão  preferência os alunos do ensino médio que comprovem possuir maior percentual de frequência às  aulas do ensino médio.  devendo as aulas ser planejadas e desenvolvidas a partir do nível de aprendizagem alcançado pela  turma no estágio precedente.  (Res. SE nº 81/09.  devendo  o  registro  dos  resultados.Artigo  219  ‐  No  atendimento  à  demanda.  poderá  ser  expedida. a escola vinculadora deverá fornecer à  escola  em  que  o  aluno  estiver  regularmente  matriculado.  obrigatoriamente.  o  estágio  cursado  e/ou  o  nível  concluído.    Artigo 222 ‐ A escrituração escolar dos alunos matriculados no CEL obedecerá aos  mesmos  procedimentos  adotados  nos  cursos  regulares. SE nº 81/09.  poderá  decidir  pelo  cumprimento  de  mais  um  semestre  de  estudos. considerando os  resultados  alcançados  pelo  aluno. no mínimo. 40% do total de vagas para jovens matriculados no  ensino médio. arts.  com  rendimento  satisfatório. desde que esses estudos sejam  imediatamente subsequentes ao ano de certificação do ensino médio. será realizada de forma contínua e sistemática.  de  responsabilidade  do  professor do curso.  §  2º  ‐  Ao  aluno  que  concluir  estágios. para reforço da aprendizagem. contendo:  1  ‐  informações  que  permitam  acompanhar  o  progresso  do  ensino  e  da  aprendizagem continuada.  (Res. 10 e 11)    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar    Artigo  220  ‐  A  avaliação  de  aprendizagem  do  aluno.    Artigo  221  ‐  A  classificação  do  aluno  far‐se‐á  sempre  em  estágio  posterior. das habilidades alcançadas nos diferentes estágios do curso. 12.  a  continuidade de estudos no CEL. 9º.  §  1º  ‐  Havendo  demanda  superior  à  oferta  de  vagas  do  curso  de  inglês. 13 e 14)  95 . o Conselho de Acompanhamento e Avaliação.  §  1º  ‐  O  aluno  que  concluir  o  curso  com  rendimento  satisfatório  terá  direito  à  expedição de certificado de conclusão. para possibilitar sua conclusão.  a  carga  horária  cumprida. bem como ao  término do 3º estágio do Nível II. com vistas  à sua classificação em estágio adequado ao nível de desenvolvimento atingido.

  b) 0.  em  termos  de  aproveitamento  e  permanência. estabelecidas por resolução do Secretário da Educação.  credenciados  e  selecionados  em  processo  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  direção  da  escola  vinculadora. respeitadas as normas referentes ao processo anual  de atribuição de classes e aulas.  II  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  curricular ou de diploma de curso de nível superior.005 por dia de efetivo exercício em CEL da Secretaria da Educação do Estado  de São Paulo.  96 . no  desempenho  escolar  dos  alunos.  II ‐ a assiduidade do docente e a qualidade do trabalho por ele desenvolvido.  pela  ordem  de  prioridade  das  faixas  estabelecidas no artigo 223 e com as pontuações obtidas na seguinte conformidade:  I ‐ quanto ao tempo de serviço  a) 0. SE nº 81/09.    Artigo 226 ‐ Os candidatos inscritos e credenciados serão classificados.  (Res.  com  habilitação  na  língua estrangeira objeto da docência. poderão ser atribuídas aulas a aluno de curso  de  licenciatura  plena  em  Letras. arts. nesta ordem sequencial. fluência e entendimento exigidas para a docência desse idioma.  comprovada  por  instituição  de  renomada competência.  observada  a  seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  comprovando  as  competências  e  as  habilidades  básicas  de  leitura.  no  mínimo.  360  (trezentas  e  sessenta)  horas  no  idioma  pretendido. por qualquer motivo. 15 e 16)    Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes    Artigo 225 ‐ Nos procedimentos de credenciamento e no processo de avaliação de  desempenho  dos  docentes  ao  final  de  cada  estágio  do  curso.  conversação. desistir das aulas que lhe foram  atribuídas no CEL não poderá ter nova atribuição de aulas no mesmo ano da desistência.  Parágrafo único ‐ Excepcionalmente.  no campo de atuação referente a aulas do ensino fundamental e/ou médio.  com  habilitação  na  língua  estrangeira objeto da docência. deverão  ser  atribuídas  a  docentes  inscritos.003 por dia de efetivo exercício no magistério público do Estado de São Paulo.  em  caso  de  experiência anterior. com certificado de  conclusão  de  curso  específico  de. quando comprovada a inexistência dos profissionais relacionados  nos incisos I e II.  Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas    Artigo 223 ‐ As aulas do CEL. de acordo  com  a  habilitação  ou  qualificação  que  apresentem.  deverão  ser  considerados  os  seguintes critérios:  I ‐ a participação em cursos de capacitação e/ou de orientação técnica específicos  da língua estrangeira objeto da docência.  preferencialmente  de  último  ano.    Artigo 224 ‐ O docente que.  escrita.  III  ‐  a  realização  de  exame  de  proficiência.

  IV ‐ receptividade a mudanças e inovações pedagógicas.  por  diploma  de  Doutorado.  IV  ‐  apresentar  proposta  de  trabalho  escrita.  II ‐ ter.  comprovadamente  realizado  nos  últimos  quatro  anos.c)  0.0 ponto por curso de língua estrangeira e/ou de extensão cultural.  na  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição. com carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas.  c)  1.002  por  dia  de  efetivo  exercício  no  magistério  do  ensino  fundamental  e/ou  médio de qualquer esfera pública.  b) 1. no mínimo.  mediante  prévia  apresentação  de  manifestação  favorável  da  Comissão  de  Assuntos de Assistência à Saúde ‐ CAAS. cinco anos de experiência como docente de língua estrangeira  moderna e/ou de língua portuguesa.0 pontos.  III  ‐  ser  portador  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras. na língua estrangeira objeto da inscrição. mediante designação.  no  Brasil ou no exterior.    Artigo  230  ‐  A  indicação  do  Professor  Coordenador  do  CEL  poderá  recair  em  docente  readaptado. até o máximo de 5.  d) 5.  II ‐ quanto aos títulos específicos para o idioma pretendido:  a) 1. arts.  preferencialmente  com habilitação em uma língua estrangeira moderna. da Secretaria Estadual da Saúde. nos últimos quatro  anos. desde que de renomada competência. em parceria com instituições de renomada competência.0  pontos.  d)  0. por diploma de Mestrado. 17 e 18)    Seção IX  Do Professor Coordenador    Artigo 227 ‐ Poderá contar com posto de trabalho de Professor Coordenador o CEL  que mantiver número mínimo de 400 (quatrocentos) alunos por semestre.0 ponto para certificado de exame de proficiência.    Artigo  228 ‐  A  indicação  de  docente  para  ocupar  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador do CEL. SE nº 81/09.001  por  dia  de  efetivo  exercício  no  ensino  da  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição. por instituição de reconhecida competência.  V ‐ afinidade com a realização de trabalho cooperativo e em equipe. deverá recair em candidato que demonstre possuir:  I ‐ liderança e competência profissional. último nível ou grau. na conformidade do disposto no artigo 228. de forma integrada aos da unidade vinculadora. em instituição privada.0 pontos.  para  ser  avaliada  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.0 pontos. e desde que demonstre  possuir perfil profissional.0  ponto  por  participação  em  orientação  técnica  promovida  pela  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria da Educação.  II ‐ capacidade para assessorar a direção da escola vinculadora na gestão das ações  e atividades do CEL.  (Res. até o máximo de 3.  III  ‐  criatividade.  e)  10.    Artigo 229 ‐  São  requisitos para candidatar‐se ao posto  de trabalho de Professor  Coordenador do CEL:  I ‐ estar vinculado à rede estadual de ensino da Secretaria da Educação.    97 .  iniciativa  e  senso  de  organização  para  coordenar  e  articular  os  trabalhos desenvolvidos no CEL.

  V ‐ garantir a orientação pedagógica nas diversas etapas do curso. no caso do CEL funcionar  em apenas um turno. a qualquer título. o CEL não mantiver o número mínimo de alunos  previsto  no  artigo  227  ou  por  deliberação  fundamentada  do  Conselho.  devendo ocorrer designação de outro docente. horário de aulas e calendário escolar.  às  matrículas. quando o professor designado tiver a designação  cessada em qualquer das seguintes situações:  I ‐ a seu  pedido.  que  favoreçam  a  melhoria  do  processo  de  ensino  e  aprendizagem  de  língua  estrangeira. os procedimentos de controle e  avaliação do processo de ensino e aprendizagem continuada.  VI ‐ estabelecer.    Artigo  234  ‐  Não  haverá  substituição  para  o  Professor  Coordenador  do  CEL.  III  ‐  assessorar  a  direção  na  coordenação  das  atividades  de  planejamento  e  avaliação dos cursos de língua estrangeira.  § 2º ‐ O Professor Coordenador do CEL usufruirá férias de acordo com o calendário  escolar.  conforme  avaliação  do  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL. juntamente com seus pares docentes.    Artigo  233  ‐  A  designação  do  Professor  Coordenador  será  cessada  quando.  utilização  de  recursos  didáticos.  98 .Artigo  231  ‐  Ao  docente  designado  para  o  exercício  das  atribuições  de  Professor  Coordenador caberá:  I  ‐  responsabilizar‐se  pelo  cumprimento  da  proposta  pedagógica  e  normas  de  funcionamento e organização do CEL. será de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  c) perder o vínculo como docente da rede estadual de ensino. zelando pelo seu cumprimento.  tanto  da  capacitação  de  professores  como  da  aprendizagem dos alunos. em conjunto com os professores. em conjunto com o professor coordenador da escola  vinculadora. pais e alunos.  em  decorrência da redução da demanda por vagas.  X ‐ realizar reuniões com professores.    § 1º ‐ A jornada de trabalho do Professor Coordenador. assim como na elaboração dos respectivos planos de  curso.  em  caso  de  descumprimento de suas obrigações ou falta disciplinar.  organização  curricular. coordenando as  atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores. de modo que haja maior colaboração e participação de todos no processo educativo.  VII  ‐  buscar  a  colaboração  e  parcerias  com  órgãos  governamentais  e  não  governamentais  para  o  enriquecimento.  II  ‐  assessorar  o  diretor  da  escola  vinculadora  quanto  às  decisões  referentes  ao  CEL.  IX ‐ elaborar relatório das atividades semestrais do CEL.    Artigo  232 ‐  O  docente designado  Professor  Coordenador  do  CEL  cumprirá  carga  horária  de  trabalho  de  40  (quarenta)  horas  semanais.  VIII ‐ informar e orientar a comunidade escolar e local quanto ao funcionamento  do CEL.  II ‐ a critério da administração.  IV ‐ desenvolver atividades. por período superior a 30 (trinta) dias.  b) afastar‐se.  distribuídas  proporcionalmente  pelos  dias  da semana e turnos de funcionamento. mediante solicitação por escrito. em decorrência de:  a)  não  corresponder  às  atribuições.  agrupamentos  de  alunos.

  II ‐ decidir sobre a realização de avaliação de competência de alunos. de 0 (zero) a 10 (dez) pontos.  IV  ‐  analisar  o  relatório  semestral  de  atividades  do  CEL  elaborado  pelo  Professor  Coordenador.270/87. contados a partir da data da cessação .  III  ‐  Professor  Coordenador  do  CEL. implicará a vedação de nova designação para o mesmo posto  de trabalho pelo prazo de 2 (dois) anos.  assim constituído:  I ‐ Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora.  ao  final  de  cada  estágio  dos  cursos.  ordinariamente.    Artigo 236 ‐ Compete ao Conselho de Acompanhamento e Avaliação do CEL:  I  ‐  desenvolver  atividades  que  possibilitem orientar  os  alunos  da  região  sobre  os  cursos oferecidos pelo CEL. com vistas a  garantir sua inserção em turmas e estágios mais adequados ao conhecimento comprovado. a que cada candidato faça jus e que irá integrar a  respectiva classificação no processo de seleção. os recursos materiais e humanos necessários. de forma a evitar escolhas inadequadas e consequentes evasões.  IV ‐ dois professores representantes do CEL.  em  reunião  da  qual  participarão  apenas  os  Diretores de Escola da unidade vinculadora e das demais escolas da região.  decidindo  sobre a pontuação.  (Res.  V  ‐  avaliar. arts.  devendo  suas  atribuições estar definidas no regimento da escola vinculadora.  decidindo  sobre  a  manutenção  de  atividades. 2º)    99 .  VI  ‐  representantes  dos  alunos  de  cada  curso  do  CEL.  antecedendo  o  início  e  o  término  de  cada  estágio  dos  cursos. 19 a 24)    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação    Artigo  235  ‐  O  CEL  contará  com  um  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação.  (Res. 25 e 26)    Seção XI  Das Competências    Artigo  237  ‐  Competirá  à  Secretaria  da  Educação  a  implantação  e  instalação  gradual  dos  Centros  de  Estudos  de  Línguas  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  fornecendo.  III  ‐  realizar  o  processo  de  seleção  e  classificação  dos  candidatos  ao  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador.  Parágrafo  único  ‐  O  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação  reunir‐se‐á.  (Decreto nº 27.  avaliar  as  propostas  de  trabalho  apresentadas.  a  supressão  de  cursos  com  pouca  demanda  ou  grande  evasão.  quando  o  centro  comportar  este  posto  de  trabalho.  o  desempenho  do  Professor  Coordenador  e  dos  docentes  em  exercício  no  CEL. art. para tanto.Parágrafo único ‐ A cessação da designação.  a  correção  de  possíveis  desvios  e/ou  a  adoção  de  medidas  necessárias à otimização de resultados.  V ‐ dois representantes dos docentes de Língua Estrangeira da escola vinculadora.  preferencialmente  os  que  estejam cursando o Nível II. arts.  II ‐ Diretores de Escola das unidades escolares atendidas na região. SE nº 81/09. nas situações previstas no inciso I e na  alínea “a” do inciso II deste artigo. SE nº 81/09. até o máximo de quatro alunos.

 entrevistar os candidatos classificados.  b)  após  o  processo  de  seleção  e  classificação  realizado  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL. a partir do  início do ano letivo. SE nº 81/09.  organização e funcionamento do CEL. avaliar e orientar a organização e o funcionamento do CEL.  adotando  os  seguintes  procedimentos:  a)  divulgar. art.  avaliar. arts. para avaliar.  devidamente  credenciadas  para  esse  fim. conjuntamente com a direção das  demais escolas da região.758/09. 5º)      100 . 27 e 28)    Seção XII  Disposição Final    Artigo 240 ‐  Esgotada  a  capacidade  dos  Centros de Estudos de  Línguas  ‐  CELs de  atender à demanda de alunos interessados na aprendizagem de uma língua estrangeira moderna  opcional. bem como o prazo para inscrição  dos interessados. os critérios e requisitos do processo seletivo.  por  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado  e  por  edital  na  escola  vinculadora e na Diretoria de Ensino. compete:  I  ‐  coordenar.  II ‐ organizar o atendimento à demanda do CEL.  observadas  as  disposições legais pertinentes. classificação dos candidatos em função dos resultados das entrevistas  realizadas com os candidatos classificados.  IV  ‐  exigir. indicar e designar o Professor Coordenador do CEL. a Secretaria da Educação poderá contar com instituições públicas e privadas que tenham  por  finalidade  o  ensino  de  idiomas.  II ‐ acompanhar.  a  comprovação  de  matrícula  e  de  frequência  regular  de cada aluno do CEL em sua escola de origem na rede pública estadual.  VI  ‐  coordenar  e  conduzir  o  processo  de  seleção.  integrar  e  articular  todas  as  atividades  de  planejamento.  semestralmente. responsável pela  gestão do CEL.  (Res.Artigo 238 ‐ Ao Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. durante um período mínimo de 10 dias corridos.  classificação  e  indicação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  do  CEL.  III  ‐  efetuar  o  controle  da  matrícula. mediante análise dos  procedimentos de seleção.  (Decreto nº 54.    Artigo 239 ‐ Caberá à Diretoria de Ensino:  I ‐ referendar a indicação do Professor Coordenador do CEL.  assegurando  registros  específicos  para  os  alunos matriculados no CEL.  V  ‐  expedir  documentos  escolares  ‐  atestados  e  certificados  de  conclusão  ‐  referentes ao curso do CEL realizado pelo aluno. juntamente com o  respectivo supervisor de ensino.

 art. SE nº 89/05. 2º)    Artigo  243  ‐  A  Escola  de  Tempo  Integral  funcionará  em  dois  turnos  ‐  manhã  e  tarde.  preferencialmente. a auto‐estima e o  sentimento de pertencimento. art. art.  de modo a ampliar as possibilidades de aprendizagem.  V ‐ adequar as atividades educacionais à realidade de cada região.  tem  por  finalidade prolongar a permanência dos alunos de ensino fundamental na escola pública estadual. com uma jornada de 9 (nove) horas diárias e carga horária semanal de 45 (quarenta e cinco)  aulas.  (Res.  (Res.   (Res. desenvolvendo  o espírito empreendedor. 4º)    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão    Artigo  244  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral  prevê  o  atendimento  inicial  de  escolas da rede pública estadual de ensino fundamental que atendam aos critérios de adesão. 1º)    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e  do Funcionamento da Escola de Tempo Integral    Artigo 242 ‐ O Projeto Escola de Tempo Integral tem como objetivos:  I ‐ promover a permanência do educando na escola. reforçando o aproveitamento escolar.  em  regiões  de  baixo IDH ‐ Índice de Desenvolvimento Humano ‐ e nas periferias urbanas. social e cultural.  ouvido  o  Conselho de Escola. 3º)  101 .  esportivo e tecnológico.  IV  ‐  incentivar  a  participação  da  comunidade  por  meio  do  engajamento  no  processo educacional implementando a construção da cidadania.CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I  Da Instituição e Finalidade    Artigo  241  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral.  objeto  deste  capítulo. assistindo‐o integralmente em  suas necessidades básicas e educacionais.  a  exploração  de  temas  transversais  e  a  vivência  de  situações  que  favoreçam  o  aprimoramento  pessoal.  cultural. SE nº 89/05.  (Res. com o enriquecimento do currículo básico.  III  ‐  proporcionar  aos  alunos  alternativas  de  ação  no  campo  social. SE nº 89/05.  II ‐ intensificar as oportunidades de socialização na escola.  inseridas. art. que  estejam  distribuídas  pelas  90  Diretorias  de  Ensino.  Parágrafo único ‐ São critérios para adesão ao Projeto:  1  ‐  espaço  físico  compatível  com  o  número  de  alunos  e  salas  de  aula  para  funcionamento em período integral e   2  ‐  intenção  expressa  da  comunidade  escolar  em  aderir  ao  Projeto. SE nº 89/05.

 e  b)  12  aulas  semanais. poderá ser adotada uma das seguintes alternativas:  1. destinadas ao ensino do currículo básico. das Ações e Matrizes Curriculares    Artigo 245 ‐ A organização curricular da Escola de Tempo Integral inclui o currículo  básico do ensino fundamental e ações curriculares direcionadas para:  I ‐ orientação de estudos. destinadas ao ensino do currículo básico.  § 2º ‐ Nas séries/anos finais. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais.  trabalhadas  sob  a  forma  de  Oficinas  Curriculares. art. SE nº 93/08.  Experiências  Matemáticas.  recursos  didático  –  pedagógicos  específicos  e  com  as  cargas  horárias  que  se  encontram  estabelecidas  no  presente  capítulo.  IV ‐ atividades de integração social.  estratégias. carga horária mínima de 37 aulas semanais. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais.  V ‐ atividades de enriquecimento curricular. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. art.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. obedecidos  os termos do artigo 248.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Inglês e Saúde e Qualidade de Vida. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior. ou  2. são oferecidas as seguintes alternativas:  102 . 1º)    Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária    Artigo  247  ‐  Na  reorganização  das  matrizes  curriculares  do  Ensino  Fundamental.  (Res.  III ‐ atividades esportivas.  a  serem  destinadas  a  uma.  § 1º ‐ Nas séries/anos iniciais.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. terão suas matrizes curriculares de todas as séries/anos constituídas  da seguinte forma:  I ‐ pelos componentes curriculares e respectivas cargas horárias  que compõem a  matriz curricular do ensino fundamental das escolas que funcionam em tempo parcial.  II  ‐  pelas  disciplinas  de  natureza  prática.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa.  Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária  Subseção I  Do Currículo Básico. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias.  II ‐ atividades artísticas e culturais.  ou  mais. carga horária máxima de 45 aulas semanais. 5º)    Artigo  246  ‐  As  escolas  estaduais  que  aderiram  ao  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral e que continuarão atendendo a alunos dos dois segmentos (ciclos) do Ensino Fundamental  em regime de tempo integral. SE nº 89/05.  a  serem  desenvolvidas  com  metodologias.  e  até  8  aulas. e  b) 20 aulas semanais.  (Res.  são oferecidas alternativas de carga horária a serem decididas pela direção da escola. conforme  legislação específica.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura.  Atividades  Artísticas.

  (Res. as aulas  poderão ser desenvolvidas em 4 dias da semana.  na  conformidade do interesse e da conveniência resultantes de consulta previamente realizada junto  à comunidade escolar. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. pelas séries/anos do segmento.  Atividades  Artísticas. e  b)  12  aulas  semanais.  deverá  ser  preservada  sua  inclusão  na  carga  horária  de  todas  as  séries/anos  do  segmento.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. art. carga horária máxima de 45 aulas semanais. e  b) 18 aulas semanais. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior. contextualizadas e significativas.  com  horário fixo para todos os dias da semana. no máximo.  ficando  a  critério  da  equipe  gestora. com atividades dinâmicas.  conforme  disposto  no  artigo  251. nas Oficinas Curriculares.  d)  tratando‐se  das  alternativas  constantes  do  item  1  dos  parágrafos  1º  e  2º  do  artigo anterior.  e  até  6  aulas.   (Res. destinadas ao ensino do currículo básico.  c)  docentes  habilitados/qualificados.  §  1º  ‐  A  distribuição  e/ou  a  manutenção  das  Oficinas  Curriculares  consideradas  opcionais.  a  distribuição  das  Oficinas  consideradas opcionais.1.  Experiências  Matemáticas. 9 aulas.  b)  espaços  adequados.  ou  mais. SE nº 93/08. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. destinadas ao ensino do currículo básico. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares.  b) a carga horária diária de cada classe de alunos será de.  § 2º ‐  Na distribuição  das Oficinas Curriculares  consideradas obrigatórias. 2º )    Artigo 248 ‐ Caberá à direção da escola.  além  daqueles  considerados  como  sala  comum  de  aula. ouvida a respectiva equipe gestora e após  comprovada e documentada anuência da comunidade local:  I ‐ decidir pela alternativa curricular que melhor comprove a existência de:  a) efetiva sintonia com a proposta pedagógica da escola e que melhor atenda às  expectativas e aos interesses educacionais locais. deverá ter como base o levantamento dos interesses e  preferências dos alunos e a diversidade das atividades já desenvolvidas em séries/anos anteriores. art. observados os intervalos de 1 hora entre os turnos e de  20 minutos para cada recreio.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Espanhol e Saúde e Qualidade de Vida.  coordenada  pela  direção  da  escola. SE nº 93/08.  a  serem  destinadas  a  uma. com  duração de 50 minutos cada.  aptos  a  trabalhar.  II ‐ elaborar o horário escolar observando que:  a)  a  carga  horária  mínima  de  qualquer  disciplina  desenvolvida  como  Oficina  Curricular será de 2 aulas semanais.  c)  a  duração  do  intervalo  para  almoço  deverá  ser  previamente  definida. ou  2. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. 3º)          103 .  para o desenvolvimento das atividades das Oficinas Curriculares pretendidas.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa.  podendo o horário de  início  e  término  das  aulas  do  currículo  básico  e  das  Oficinas  Curriculares  ser  alterado. carga horária mínima de 39 aulas semanais.

 4º com a redação dada pela Res.  serão  atribuídas  a  docentes  titulares  de  cargo.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural ou de licenciatura plena em Pedagogia/ curso equivalente (Normal Superior).  II.  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação  temporária.  ou de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).    “Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso equivalente (Normal Superior).  na  conformidade  da  legislação  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes e aulas. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes. art.  104 .    Artigo 252 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. “Hora da Leitura” ‐ diploma de licenciatura plena em Letras / Língua Portuguesa  ou de licenciatura plena em Pedagogia / curso equivalente (Normal Superior). com habilitação em Magistério das Séries  Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.    Artigo 250 ‐ As aulas das Oficinas Curriculares poderão ser atribuídas ao docente  titular  de  cargo.  com  habilitação  em  Magistério das Matérias Pedagógicas.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI    Artigo  249  ‐  As  classes  e  as  aulas  da  Escola  de  Tempo  Integral. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia. SE nº 93/08.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries  Iniciais  do  Ensino  Fundamental  ou  em  Magistério  das  Matérias Pedagógicas. SE nº 7/10)    Artigo 251 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral.  exclusivamente  como carga suplementar de trabalho.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  IV  ‐  “Língua  Estrangeira  Moderna  ‐Inglês”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras / Inglês.  com  relação  às  disciplinas  do  currículo  básico  e  às  atividades  desenvolvidas  nas  Oficinas  Curriculares. relativamente às oficinas de:  I  ‐  “Orientação  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  das  atuais  matrizes  curriculares  da  Secretaria  da  Educação  ou  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior). nas séries/anos  finais do Ensino Fundamental.  devidamente  habilitado/qualificado  para  a  respectiva  docência.  (Res.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte. relativamente às oficinas de:  I. conhecimento e proficiência na área de Informática. nas séries/anos  iniciais do Ensino Fundamental. com habilitação em  Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas. comprovando formação.  III  ‐  “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática  ou  de  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Matemática.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.

    Artigo 256 ‐ Para fazer jus ao benefício estabelecido no inciso II do artigo anterior.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia. com habilitação em Espanhol. observadas as normas legais vigentes.  que  comportam  substituição  docente.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física. 7º)      CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar e da Suspensão do Expediente    Artigo 255 ‐ As unidades escolares da rede Estadual de Ensino não funcionarão:  I – no recesso escolar do mês de julho e  II – no período compreendido entre o Natal e o 1º dia do ano subseqüente. arts.  a unidade escolar deverá ter cumprido os mínimos de dias letivos e de horas de trabalho escolar  efetivo.  (Res. SE nº 93/08.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  por  qualquer  período.  são  assegurados  os  mesmos  benefícios  e  vantagens  a  que  fazem  jus  os  seus  pares  docentes no ensino regular. art.  III  ‐    “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática ou de licenciatura em Ciências com plenificação em Matemática. art. SE nº 93/08.  (Decreto nº 31.  (Res.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural.  IV ‐  “Língua Estrangeira Moderna ‐ Espanhol” ‐ diploma de licenciatura plena em  Letras. 6º com a redação dada pela Res.  deverá  ser  considerado  em  dobro  o  número  de  classes  da  Escola  de  Tempo Integral que estejam em funcionamento nos termos deste capítulo. 1º e 2º)    105 .  (Res.  nos  termos  do  regulamento  específico. comprovando formação. conhecimento e proficiência na área de Informática. 5º)    Seção VI  Das Disposições Gerais    Artigo  253  ‐  Para  o  professor  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  de  Oficina  Curricular  da  Escola  de  Tempo  Integral. SE nº 7/10)    Artigo  254  ‐  Para  fins  de  definição  de  módulo  de  pessoal. art.II  ‐  “Hora  da  Leitura”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras  /  Língua  Portuguesa. previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. SE nº 93/08.875/90.

 SE nº 135/90.  as  escolas  estaduais  deverão  permanecer  abertas  para  atividades  de  rotina  administrativa.  Parágrafo único ‐ Para cumprimento do disposto neste artigo deverá ser planejada  a  reposição  dos  dias  letivos  previstos  e  não  trabalhados.    Artigo 262 ‐ O plano de reposição deverá ser formalizado em documento próprio  que  explicite  a  situação  do  calendário  escolar.    Artigo  258  ‐  Caberá  ao  Diretor  de  Escola  elaborar  uma  escala  que  permita  aos  funcionários e servidores usufruir a dispensa do ponto por dez dias.  de  um  elemento  da  Secretaria  e  de  pessoal  administrativo. quando for o caso.  (Res. 1º e  2º)    Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos    Artigo  259  ‐  As  escolas  estaduais  somente  poderão  encerrar  o  semestre  ou  ano  letivo após o cumprimento dos dias letivos e das horas de aula.  acompanhamento  dos  Cursos de Suplência I e II. o plano de reposição dos dias  letivos e ou da carga horária a serem cumpridos. na conformidade do contido nesta seção.  II ‐ recesso escolar de dezembro.     Artigo 261 ‐ Caberá à direção da escola:  I  ‐  efetuar  mensalmente  o  levantamento  por  classe  e  ou  por  componente  curricular do total de dias não trabalhados e das aulas não ministradas. arts. em horário diverso ao das aulas regulares da classe.   III ‐ notificar alunos e pais sobre a necessidade de reposição de dias letivos e ou de  aulas.  a  escola  deverá  programar  essas  atividades  para os recessos ou férias escolares.  Parágrafo  único  ‐  Constatada  a  impossibilidade  de  realizar. garantindo‐ se  a  presença  de  um  integrante  da  Direção. afixando.    Artigo  260  ‐  A  reposição  de  dias  letivos  e  ou  de  aulas  ocorrerá  ao  longo  do  ano  letivo. as datas e horários estabelecidos no plano de reposição. a continuidade dos trabalhos técnico‐administrativos  da escola e de outras atividades previstas no projeto pedagógico da escola.  de  cada  classe  e  dos  respectivos  componentes  curriculares.  IV ‐ encaminhar o plano de reposição à Diretoria de Ensino para homologação. no mínimo. em local visível.  Parágrafo único – A escola deverá ser organizada de forma alternada.  no  decorrer  dos  bimestres  letivos. de modo  a  garantir  as  informações  pertinentes e necessárias à  análise e aprovação  das atividades propostas.  a  reposição  de  que  trata  o  caput.  II ‐ a totalidade da carga horária estabelecida no quadro curricular homologado. assegurando‐se para cada classe:  I ‐ 200 dias de efetivo trabalho escolar para os cursos de organização anual e 100  dias para os de organização semestral.   106 . durante o mês de julho. obedecida a seguinte ordem de precedência:  I ‐ recesso escolar de julho. ao final de cada bimestre.  a  fim  de  garantir  o  funcionamento  da  Escola  conforme  o  previsto  no  artigo  anterior.Artigo  257  ‐  Durante  o  período  de  recesso  escolar  de  julho.  II ‐ elaborar.  III ‐ férias de janeiro.  bem  como  das  aulas  previstas  e  não  ministradas.

 com a realização de uma série de debates sobre Direitos  Humanos e Pena de Morte. anualmente.  verificando  a  necessidade de reposição de dias letivos e de carga horária. 1º e 2º)    Artigo 268 – A "Semana dos Direitos Humanos" será comemorada.5. à infância e à adolescência. 5º. arts.    Artigo  265  ‐  A  equipe  escolar.  procederá às adequações do plano de trabalho definido para o bimestre letivo.   III ‐ analisar o plano de reposição proposto pela escola. o plano de reposição de dias letivos e ou de aulas proposto pela  unidade escolar.  Parágrafo único ‐ O Poder Executivo providenciará para que essa comemoração se  realize  obrigatoriamente  em  todas  as  escolas  oficiais  do  estado.Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho  de  Escola  analisar  e  aprovar  o  plano  de  reposição quando a reposição de dias letivos implicar alteração do calendário escolar. arts.   (Lei  de 18. 3º.086/64. e se constituirão de  promoções que alertem a consciência pública para o dever de dar extensa e eficiente proteção à  maternidade. de modo a garantir  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  o  desenvolvimento  das  atividades  curriculares  previstas  para cada disciplina. arts.   V  ‐  orientar  os  procedimentos  para  os  registros  referentes  às  atividades  de  reposição e à vida escolar dos alunos. 6º e 7º)    Seção III  Das Datas e Comemorações  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos    Artigo  266  –  O  “Dia  da  Declaração  Universal  dos  Diretos  do  Homem”  será  comemorado em 10 de dezembro de cada ano. emitindo parecer sobre a  sua homologação.71. anualmente.    Artigo 264 ‐ Caberá ao Dirigente Regional de Ensino homologar. mediante parecer  favorável do Supervisor de Ensino. na  semana que contenha o dia 21 de abril.   (Res. 4º.  por  meio  de  solenidades  e  preleções.     Artigo 263 ‐ Caberá ao Supervisor de Ensino:  I  ‐  acompanhar  o  desenvolvimento  das  atividades  escolares. 1º.   Parágrafo único ‐  As comemorações a  que se  refere o caput estarão  a cargo  das  Secretarias da Educação.  II  ‐  orientar  as  equipes  escolares  na  elaboração  do  plano  de  reposição  de  dias  letivos e ou de aulas. SE nº 102/03.  após  a  homologação  do  plano  de  reposição. 1º e 2º)    Artigo 267 ‐  O “Dia da Criança”  será comemorado em todo o Estado. 2º. nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio  107 . da Saúde e da Assistência e Desenvolvimento Social.  (Lei nº 8.  no segundo domingo do mês de outubro.   IV  ‐  acompanhar a execução das  atividades de reposição  programadas para cada  classe.

  Parágrafo  único  ‐  As  escolas  promoverão. buscando‐se. de Esporte.  contemplar as múltiplas opiniões a respeito do tema em questão e serem realizados intra  e extra‐ classe.  (Lei nº 10.067/95.  Dia  Internacional  dos  Direitos  Humanos.§  1º  ‐  Os  debates  de  que  trata  o  caput  deste    artigo  deverão. arts. arts. com a participação de seus familiares. a participação  dos Municípios.028/98. de  Assistência e Desenvolvimento Social.  será  comemorado.  anualmente.  § 2º ‐ A programação comemorativa ficará sob a responsabilidade e coordenação  da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. o Abuso e  a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" realizar‐se‐á.  (Lei nº 10.  bem  como  de  desenvolver ações específicas voltadas para o enfrentamento da exploração sexual infanto‐juvenil. 1º)    Artigo  269  –  A  "Semana  do  Direito  à  Vida  Humana"  será  comemorada.114/98. de Saúde. da iniciativa privada e de entidades comunitárias. 1º)    Artigo 272 – A "Semana Estadual de Esclarecimento sobre a Exploração.929/08. para o feto e a gestante.929/08. com vistas à conscientização do tema.  art.  (Lei nº 12.  durante  o  mês  de  agosto. agências de financiamento e empresas.  nos  estabelecimentos  estaduais  de  ensino  fundamental e médio. na semana do dia 16  de  abril.  § 3º ‐  Durante a "Semana do Direito à Vida Humana" serão realizadas atividades  que  valorizem  a  vida.  em  30  de  agosto.  § 2º ‐ Os Conselhos de Escola de cada Unidade de Ensino deverão se encarregar da  garantia  da  programação  citada  no  caput  deste  artigo  destinada  à  participação  da  Comunidade  Escolar.  a  apresentação de trabalhos pelos alunos.  especialmente as Secretarias de Educação. 2º)    108 . organizações não‐governamentais (ONGs). entre  outras. decorrentes  da prática do aborto.  obrigatoriamente. 1º e 2º)    Artigo  271  –  O  "Dia  de  Combate  à  Violência  Sexual  contra  Crianças  e  Adolescentes".  data  alusiva a todas as vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes.  (Lei nº 9.  §  2º  ‐  A  Secretaria  Estadual  de  Assistência  e  Desenvolvimento  Social  fica  encarregada  da  programação  e  da  promoção  dos  debates  sobre  o  tema.  com  ênfase  no  dia  10  de  dezembro.  §  1º  ‐  As  comemorações  constarão  de  programas. de instituições públicas.  no  Estado  de  São  Paulo.  art. na segunda semana do mês de dezembro. Lazer e Turismo. 1º. art. anualmente.  anualmente.  em  16  de  abril. bem como a realização de palestras e outras atividades  curriculares. entidades da sociedade  civil.  (Lei nº 12.  com  promoção  de  debates  sobre  a  exploração  sexual  infanto‐juvenil. 2º e 3º)    Artigo  270  –  O  Dia  Estadual  da  "Não"  à  Violência  Contra  a  Criança  será  comemorado.  anualmente.  tendo  como  tema  central  o  desenvolvimento da vida intra‐uterina e as conseqüências. de Cultura. além de outros órgãos.  e  as  formas  de  combate e prevenção a essas agressões.  desde  a  concepção  até  a  morte  natural.  que  envolverão  toda  a  rede  estadual. ainda.  § 1º ‐ Os debates de que trata o caput deverão contar com a participação.

  (Lei de 11. 1º)    Artigo 278 ‐ A “Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental" nas escolas  públicas  de  ensino  fundamental  realizar‐se‐á.  §  1º  ‐Será  difundido  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  o  símbolo  do  Curupira. art.  §  2º  ‐  As  Secretarias  da  Agricultura  e  da  Educação  adotarão  providências  no  sentido de difundir o Curupira como protetor da flora e da fauna. 1º e 2º)    Artigo 275 ‐ O Curupira é o símbolo estadual do guardião e protetor das florestas e  dos animais que nelas vivem. 2º e 3º)    Artigo  276  ‐  A  Semana  da  Gincana  de  Coleta  de  Lixo  Reciclável  realizar‐se‐á. arts.    Parágrafo  único  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  será  feita  em  todas  as  escolas de ensino fundamental e médio do Estado. 2º e 3º)    Artigo  274  –  O  “Dia  da  Amazônia”  será  comemorado.70. as repartições públicas estaduais.  (Lei nº 10.  § 2º ‐ As Secretárias da  Educação e da Agricultura entrarão em entendimento com  os  prefeitos  municipais  a  fim  de  que  em  todas  as  cidades  e  vilas  do  Estado. homenageando ‐ se os  demais.  (Lei nº 9. farão obrigatoriamente plantar pelo menos uma árvore.401/56.113/68.  §  2º  ‐  Uma  parte  do  produto  percebido  com  a  venda  do  lixo  reciclável  será  convertida em prêmios para os alunos que mais se destacarem na coleta.  seja  todos  os  anos  comemorado  o  dia  21  de  setembro  com  o  plantio  obrigatório  de  árvores  em  ruas  e  praças  até  que.529/97.  anualmente. 1º.  na  semana  de  5  de  junho. que será fixada em data conveniente. sobre a região amazônica. 1º)    Artigo 277 – O dia 23 de setembro será considerado o "Dia da Revegetação". a serem proferidas pelos  professores.  a  5  de  setembro. equipamentos para laboratório.  tais  como  aquisição  de  livros  para  biblioteca. material escolar e agasalhos para os alunos carentes.  (Lei nº 3. mediante palestras. arts. 1º.  Dia  da  Ecologia e Dia Mundial do Meio Ambiente.  §  3º  ‐  A  maior  verba  será  destinada  à  Associação  de  Pais  e  Mestres  que  a  distribuirá  para  benefício  da  escola  e  respectivos  alunos. art. se as  condições de localização o permitirem.  § 1º ‐ Nas comemorações do Dia da Árvore.9.  (Lei nº 9.  anualmente.   § 1º ‐ O corpo discente será orientado pela direção e corpo docente da escola para  a promoção da Gincana. nas escolas estaduais de ensino fundamental e médio.  através  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental    Artigo 273 – O Dia da Árvore será comemorado em 21 de setembro. arts.  progressivamente.  ou outros fins vinculados diretamente à fruição educacional.  fiquem totalmente arborizadas.  109 .  anualmente.338/96.

  §  1º  ‐  Todas  as  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado  deverão  inserir. anualmente. através de equipe treinada. meio ambiente e qualidade de vida.84)    Artigo  280  –  A  "Semana  da  Coleta  Seletiva  e  Reciclagem  do  Lixo".  anualmente. 1º)    Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde    Artigo  281  –  A  Semana  de  Prevenção  de  Moléstias  e  Primeiros  Socorros  será  praticada.  (Lei nº 9.  sintetizada  no  lema:  “Preservar  a  Natureza  é  Preservar a Vida”.  (Res.  palestras  e  discussões  têm  como  objetivo  primeiro  a  conscientização da importância da seleção do lixo e a busca de soluções possíveis para seu melhor  reaproveitamento.  enfatizando  a  necessidade  de preservação  dos  recursos  naturais. nas escolas de ensino fundamental e médio. art.  110 .  § 2º ‐ Para a realização da "Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental"  em  escolas  públicas  os  organismos  estaduais  poderão  efetuar  parcerias  com  organizações  não  governamentais. com ênfase para Aids.  § 1º ‐ A programação do evento de que trata o caput ficará sob responsabilidade  dos Conselhos de Escola de cada unidade de ensino. com associações profissionais e outras entidades afins. nos seguintes casos:  1 ‐ do câncer de mama e do colo uterino. uma semana para tratar de temas relacionados à importância da coleta e  reciclagem do lixo.  preservação.839/90.  2 ‐ das doenças cardiovasculares.  §  2º  ‐  A  programação  do  evento  ficará  sob  a  responsabilidade  dos  conselhos  de  escola de cada unidade de ensino.5. 1º e 2º)    Artigo 279 ‐ Recomenda‐se aos professores da rede estadual de ensino que.  no  calendário de atividades.  se  comemore  nas  escolas  o  Dia  Internacional  do  Meio  Ambiente.  (Lei nº 10. nas Escolas Estaduais  de  ensino fundamental e médio.  (Lei nº 6.  §  3º  ‐  Os  debates.  § 3º ‐ As palestras.857/01.§ 1º ‐ Nessa semana.  3 ‐ das doenças sexualmente transmissíveis. art. a Secretaria da Educação.  realizar‐se‐á. debates e discussões dos temas relacionados à saúde deverão  ter como objetivo prioritário a prevenção de doenças. no dia  5  de  junho.532/97. do Meio Ambiente e da Saúde. arts.  visando  a  oferecer  conhecimentos  e  treinamentos  preventivos para resguardo da vida humana. 1º)    Artigo 282 – A Semana da Saúde será realizada.  de  cada  ano. ministrará para  as  crianças  das  escolas  públicas  estaduais  de  ensino  fundamental  instruções  sobre  ecologia. SE de 29. em parceria com as Secretarias de  Saneamento e Energia. desenvolvida e ministrada nos estabelecimentos da rede escolar do Estado na segunda  semana  do  mês  de  abril.  § 2º ‐ A coordenação técnica do evento ficará a cargo dos professores da área de  Ciências  Biológicas  e  dos  Escritórios  Regionais  de  Saúde  da  localidade  em  que  se  inserem  as  escolas.

 com o apoio das Secretarias da Educação e da Saúde.685/04.  §  4º  ‐  Além  dos  temas. e  3 ‐ gravidez na adolescência. 1º)    Artigo 283 – A "Semana de Prevenção contra a Cegueira" será comemorada toda  terceira semana do mês de agosto. 1º e 2º)    Artigo  284  –  A  “Semana  Antialcoólica”  no  Estado  de  São  Paulo  será  realizada  anualmente. 1º e 2º)    Artigo  285  –  A  "Semana  de  Prevenção  das  Deficiências  de  Visão"  nas  escolas  públicas estaduais de ensino fundamental realizar‐se‐á.  (Lei nº 10.  II ‐ ampla campanha publicitária acerca da necessidade de realização periódica de  exames contra a cegueira.  c)  escolas públicas.  da  iniciativa  privada  e  da  comunidade. na última semana do mês de outubro. arts.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  dos  eventos.  através  de  entidades  familiarizadas  com  o  problema.  ainda  devem  ser  abordados:  1 ‐ sexualidade. fumo e álcool. art.896/97.4 ‐ de problemas oftalmológicos.  para  exame  mais  detalhado  pelo  médico  oftalmologista. arts.  § 3º ‐ Quando não houver no hospital público o fornecimento de lentes e óculos  adequados  àquele  aluno  com  problema  de  visão.  § 5º ‐ Deverá ser garantida a participação dos familiares dos alunos nas atividades  que compõem o evento de que trata o caput.  (Lei nº 9.  (Lei nº 11. e  6 ‐ da dependência de drogas.  b)  unidades básicas de saúde. na semana na qual se inclui o  dia 7 de maio. psicomotora entre outras.509/00.  através  dos  programas  já  existentes  e  de  novos  a  serem  criados  e  implementados  para  agilizar  a  correção  da  deficiência  visual. 3º e 4º)    111 .  §  1º  ‐  Durante  a  semana  a  que  se  refere  caput  deste  artigo  os  alunos  da  rede  pública de ensino fundamental serão submetidos a exame de acuidade visual. arts. 1º.  apontados  no  parágrafo  anterior.  d)  associações e escolas privadas interessadas.944/94.  deverão  ser  adotadas  todas  as  medidas possíveis para conscientizar a sociedade sobre a maneira mais eficaz de prevenir e tratar  o  alcoolismo.  §  2º  ‐  Os  alunos  que  apresentarem  problemas  de  enfermidades  de  visão  serão  encaminhados  para  os  hospitais  da  rede  pública  estadual.  2 ‐ métodos contraceptivos. anualmente.  postos  de  saúde  com  atendimento  oftalmológico  ou  clínicas  conveniadas  especializadas. as necessárias lentes ou óculos corretivos.  5 ‐ das dificuldades de ordem emocional. que prescreverá o tratamento ou óculos corretivos.  (Lei nº 8. 2º.  o  Estado  fornecerá.  Parágrafo único ‐ Na semana de Prevenção à Cegueira o Estado promoverá:  I ‐ exames preventivos contra a cegueira nos seguintes locais:  a)  hospitais públicos e conveniados.

  nesse  dia.046/05. entorpecentes.930/85.  proteção  ou  recuperação  da  saúde  e  à  prevenção de acidentes do trabalho.  devem  ser  realizadas  atividades  didáticas  a  respeito da problemática das drogas ilícitas. conforme dispõe a Portaria nº 710. entre outras.  §  2º  ‐  O  planejamento  das  comemorações  observará  o  disposto  na  Política  Nacional de Alimentação e Nutrição. anualmente. arts. enaltecendo o valor cultural do artista plástico. anualmente.  compreendendo  o  dia  18  de  outubro  ‐  Dia  do  Médico. 1º.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  oficiais  de  ensino  realizarão.  temática e calendário a serem cumpridos para os seus fins.  Trabalho  e  Educação  e  com  a  colaboração  das  instituições  públicas  e  privadas. arts. de 10 de junho de 1999.  do Ministério da Saúde. 1º)     Artigo 288 ‐ A "Semana de Educação Alimentar" será  comemorada.230/06.  Parágrafo  único  ‐  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  será  comemorada. anualmente. tais como álcool.  (Lei nº 12.  (Lei nº 12.  (Lei nº 3. em 26 de junho.  sob  o  patrocínio  das  Secretarias  da  Saúde. 2º e 3º)    Artigo 287 – Realizar‐se‐á a "Semana de Esclarecimento e Incentivo à Doação de  Órgãos"  nas escolas de ensino fundamental e médio. 1º e 2º)  112 .  em  espaços e escolas públicas.  comemorações.  (Lei nº 12.145/05. art.  § 2º ‐ Para a comemoração do dia previsto no caput o Poder Executivo envidará  esforços para a realização.  anualmente. 1º e 2º)    Artigo  289  ‐  O  "Dia  de  Conscientização  do  Combate  às  Drogas  na  Escola"  será  comemorado. na rede pública escolar. 1º e 2º)    Artigo  290  –  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  destinar‐se‐á  à  difusão  de  princípios  fundamentais  de  educação  sanitária  e  de  medidas  de  proteção aos acidentes do trabalho e doença ocupacional. arts.  (Lei nº 4. 1º e 2º)    Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo    Artigo 291 ‐  O Dia do Artista Plástico será  comemorado no Estado de São Paulo  em 8 de maio de cada ano. de campanhas  de esclarecimento dos  males causados pelo uso de drogas.  na terceira semana do mês de maio.434/56. no dia 1º de  março.Artigo 286 – O "Dia da Não Droga" será  comemorado.  que  se  dediquem  à  promoção.  (Lei nº 12. arts. tabaco.  § 1º ‐ O dia a que se refere o caput constará do Calendário Oficial de Eventos do  Estado.  §  1º  ‐  Por  ocasião  da  comemoração. arts.  §  2º  ‐  Norma  regulamentar  disporá  a  respeito  do  detalhamento  de  atividades.902/08.  §  1º  ‐  A  Semana  a  que  se  refere  o  caput  constará  do  Calendário  de  Eventos  do  Estado.

  (Lei nº 10. arts. 1º e 2º)    Artigo 296 – A “Semana da Imprensa” nas escolas de ensino fundamental e médio  da rede oficial do Estado realizar‐se‐á na semana em que recair o “Dia da Imprensa”. no dia de 28 de setembro. com o objetivo de estimular a participação na vida política nacional.  (Lei nº 9. a comemoração  será feita um dia antes ou um dia depois. 1º e 2º)    Artigo  297  –  A  “Semana  Eleitoral”  será  comemorada.  §  1º  ‐  Constarão  da  comemoração. 1º.  § 2º ‐ Quando a data mencionada no caput coincidir com domingo ou feriado.  Parágrafo único ‐ Em todos os estabelecimentos estaduais de ensino fundamental  e médio.  a  critério  do  diretor  do  estabelecimento. 1º)    Artigo  294  –  O  “Dia  do  Escoteiro”  será  comemorado. sobre a personalidade. através  do exercício do voto. arts.  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. 2º e 3º)    Artigo 295 – O “Dia da Gratidão à Mãe Preta” será comemorado. art. 1º.  mediante  palestras. arts.  anualmente.  § 2º ‐ Quando a data de 18 de abril cair em dia que não haja aula.346/68. 2º e 3º)     Artigo  293  –  O  “Dia  Pan‐Americano”  será  comemorado.  em  todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado.  no  dia  23  de  abril.  como  nutriz  a  pagem.  (Lei nº 614/74.  Parágrafo  único  ‐  Deverá  a  “Semana  da  Imprensa”  constar  do  planejamento  dos  currículos das cadeiras de “Português”. “História Geral” e “História do Brasil”. bem como nos particulares sujeitos à fiscalização do Governo do Estado.    (Lei nº 10. arts.  atos  cívicos  de  que  constarão  preleções  sobre  o  papel  exercido  pela  mulher  negra  nos  nossos  lares.  de  1º  a  7  de  agosto. a obra literária e o espírito  patriótico do grande escritor patrício. nas escolas de ensino fundamental do Estado.  Artigo 292 – O “Dia de Monteiro Lobato” será comemorado a 18 de abril de cada  ano.  anualmente. a critério do diretor do estabelecimento de ensino.886/67.142/68. as  comemorações  serão  realizadas  no  dia  anterior  ou  posterior.  anualmente.267/68. em  todo o território do Estado.  §  1º  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  feita.  e  sua  influencia  na  formação  física  das  gerações de brasileiros contemporâneos da escravatura.  §  1º  ‐  A  comemoração  a  que  se  refere  o  caput  constará  de  palestras  dos  professores sobre o Escoteirismo e sobre os ideais que inspiraram Baden Powell ao fundá‐lo.  (Lei nº 10.  conferências a serem realizadas nos estabelecimentos de ensino do Estado divulgando a legislação  eleitoral e partidária. a serem proferidas pelos professores. em que se  comemora no dia 10 de setembro. nas Escolas e Universidades do Estado.  anualmente.  113 . sem que se dispense  a colaboração das outras disciplinas.  em  14  de  abril. serão realizados  na  data  referida  no  caput.  obrigatoriamente.

 conferências.  (Lei nº 1. na semana do dia 19 de abril. no Estado  de São Paulo. arts. anualmente. art. 2º e 3º)    114 .§ 2º ‐ Para a execução dessa campanha educativa. bem como nos órgãos da  administração direta e indireta do Estado. palestras.  no  Estado de São Paulo.  §  1º  ‐  No  mês  de  novembro. 2º e 3º)    Artigo 301 – A Semana dos Povos Indígenas do Brasil será  comemorada.  efeitos  sofridos  pela  colonização  e  ocupação  das  suas  terras. arts.  Parágrafo  único  –  O  Poder  Executivo  fará  realizar. arts.  a  origem  de  seus  povos.151/92. e a situação atual dos povos  e  seus  descendentes  na  África. em bibliotecas públicas.245/76. anualmente. 1º)    Artigo  300  –  O  “Dia  da  Consciência  Negra”  será  comemorado.  na  semana  do  dia  19  de  abril. 1º. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.565/85. 1º.  (Lei nº 4.  na  data  natalícia  do  patrono. serão realizadas no mês de novembro.  §  1º  ‐  A  comemoração  realizar‐se‐á. por meio da programação a ser elaborada por representantes dos  povos indígenas do país e por especialistas do Governo.  seus  Mártires.  promoverá  a  divulgação  da  cultura  dos  povos  indígenas  que  habitam  e  habitaram  o  Brasil. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.  §  1º  ‐  A  Secretaria  da  Cultura.  § 2º ‐ As manifestações culturais e artísticas. 1º.  (Lei nº 641/75.  suas  origens. na rede oficial de ensino.   (Lei nº 7. no dia 20 de novembro.  no  Brasil  e  no  resto  do  mundo.  conflitos.  §  2º  ‐  Constarão  as  solenidades  de  programas  culturais.  §  2º  ‐  Do  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas  deverão  participar  as  escolas da rede estadual de ensino. 2º e 3º)    Artigo  298  ‐  Os  estabelecimentos  públicos  do  Estado  que  têm  denominação  patronímica comemorarão. previstas no caput que ocorrerem nas  escolas da rede estadual de ensino.  através  de  eventos  a  serem  elaborados pelas entidades e movimentos negros do País e pelo Governo do Estado. situação atual  dos povos e seus descendentes.  §  3º  ‐  No  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas. 1º)    Artigo 299 – A “Semana da Mulher” será comemorada.  difundindo  entre  outros  aspectos.  esportivos  ou  de  cerimônias que forem determinadas em regulamentação específica.  os  efeitos  da  colonização  e  independência  no  Continente  Africano.  deverá  ser  divulgada  a  cultura  negra. art.968/92. anualmente.  (Lei nº 8. o dia dos respectivos patronos. no período de  2 a 8 de março.  previstas  no  §  1º  deverão  participar  a  rádio  e  a  televisão  educativa  com  divulgação  e  cobertura  dos  eventos  e  apresentação de documentários.  na  semana  de  que  trata  este  artigo.  anualmente.  preferencialmente. será solicitada a colaboração do  Tribunal Regional Eleitoral. reuniões e outros eventos que invoquem a problemática da mulher  em nossa sociedade. bem como a rádio e a televisão educativa com divulgação e  cobertura dos eventos e apresentação de documentários.  conflitos. seus Mártires.

  § 4º ‐ No curso da Semana deverá ser observada a seguinte orientação:  1  ‐  todo  o  trabalho  escolar  consistirá  na  explanação  de  temas  direcionados  a  campanhas  educativas  de  trânsito. cidadania. anualmente.501/97. infância e juventude.  2 ‐ aplicação do método de projetos ou de unidades de trabalho.Artigo  302  –  O  dia  9  (nove)  de  julho.  § 6º ‐ O trabalho que houver obtido a melhor classificação pela comissão julgadora  da  direção  do  estabelecimento  será  enviado.  §  3º  ‐  Fica  admitida  a  participação  de  entidades  não  governamentais. educação. de maneira que  todos os conhecimentos sejam adquiridos tanto quanto possível em situação real.093.  § 7º ‐ Nos estabelecimentos de ensino constituídos de diferentes cursos a seleção  dos trabalhos será correspondente a cada um deles. ressaltando‐ se a importância econômica e social das estradas de rodagem. com o objetivo da segurança comum. gráficos e outros trabalhos realizados.497/97.  §  1º  ‐  Aos  alunos  do  ensino  médio  serão  definidas  ações  direcionadas  e  progressivas. publicada no Diário  Oficial e amplamente divulgada nas escolas. nas cidades.  após  o  encerramento  da  Semana. do Departamento Estadual de Trânsito ‐ Detran.  § 1º ‐ No período de 12 de maio a 6 de junho. art.  organização  e  execução  da  Divisão de Educação do Trânsito.  atividades  letivas  a  respeito  do  papel  do  negro  na  formação  da  sociedade  115 . inciso II.  arts. cultura. com relevância às peculiaridades locais.  e de modo secundário o recurso à simples memorização de regras ou de noções sobre o trânsito  em geral.  § 5º ‐ A "Semana Educativa do Trânsito" será encerrada em cada estabelecimento  de ensino com exposição de desenhos. a quem caberá o voto de desempate.  § 9º ‐ A inobservância do disposto neste artigo acarretará ao responsável a prática  de falta grave. da Lei federal nº 9. 1º)    Artigo  303  ‐  Em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  pública  de  educação  básica  realizar‐se‐á.  à  Diretoria  de  Ensino  respectiva.  segurança  e  prevenção  de  acidentes  nas  estradas  e.  especialmente. em  um  ou  mais  dias.  as  quais  poderão receber incentivos.  §  8º  ‐  A  comissão  julgadora  será  integrada  por  4  (quatro)  membros  do  quadro  funcional. bem  como  outras  que  se  fizerem  necessárias. nomeados pelo Diretor.  §  2º  ‐  Para  execução  da  "Semana  Educativa  do  Trânsito"  integrarão  órgãos  públicos das áreas de segurança.  (Lei nº 9. a "Semana Educativa do Trânsito". saúde. nas cidades e nas rodovias. conforme autorizado pelo artigo 1º. entre os dias 16 e 31 de maio.  o  dia  13  de  maio  "Dia  da  Abolição  da  Escravatura" será considerado como "Dia de debate e de denúncia contra o racismo".  tudo  sob  a  coordenação.  será  considerado feriado civil.  e  o  autor  do  melhor trabalho será distinguido com medalha e diploma de menção honrosa.  3  ‐  em  todas  as  oportunidades  será  propiciada  a  aquisição  de  conhe‐cimentos  e  experiências sobre o movimento rodoviário nacional e particularmente de São Paulo.  data  magna  do  Estado  de  São  Paulo. tendo  por fim o desenvolvimento da consciência do educando das regras práticas de trânsito de veículos  e pedestres. de  12 de setembro de 1995.  a  qual  procederá  à  classificação  final.  (Lei nº 9. as escolas deverão promover. 1º ao 5º)    Artigo  304  ‐  Na  rede  estadual  de  ensino. precipuamente.  dentro  de  5  (cinco)  dias. com previsão de punição.

 palestras relativas à  composição étnica do povo brasileiro e a importância da família na constituição da sociedade. anualmente.934/08.  (Decreto nº 46.  professores  e  demais  funcionários  das  escolas. de forma  integrada. de 11 de julho de 2002. no Estado de São Paulo.1º)  116 .  da  Cultura.  (Lei nº 12.  § 2º ‐ As atividades a que se refere o § 1º compreenderão. 1º)    Artigo  306  –  Realizar‐se‐á.  em  especial  as  Secretarias  de  Esporte.  o  "Dia  da  Paternidade  Responsável" será  comemorado. com  enfoque especial para a família afro‐brasileira. pelas  Unidades  Escolares  ‐  UEs. art.  § 2º ‐ Após a discussão do tema mencionado no caput. ficam incumbidos de promover ações. 2º e 3º)    Artigo  307  –  No  Estado  de  São  Paulo.  da  Assistência e Desenvolvimento Social. 1º. arts. arts.   (Res. deverá ser elaborado.  4 ‐ visitas às dependências das escolas.985/02.  dentro do tema Negro‐Educação‐Constituinte.brasileira.  e  do  papel  da  escola  na  luta  pela  eliminação  do  preconceito  racial  contra  o  negro.  2 ‐ palestras e debates. à proximidade do dia comemorado.  do  Emprego  e  Relações  do  Trabalho. anualmente.  Parágrafo  único  ‐  O  Estado  incluirá  a  data  no  calendário  oficial  de  festividades  e  promoverá.  (Lei nº 12. anualmente. no segundo domingo de setembro. art.  3 ‐ exposições de trabalhos dos alunos.  e  ainda  de  outros  integrantes  da  comunidade  escolar. no mínimo. em datas a serem fixadas  pela Secretaria da Educação.  na  rede  estadual  de  ensino. arts.  4  ‐  serão  precedidas  de  ampla  divulgação  na  comunidade  escolar  e  através  dos  meios de comunicação. no primeiro domingo de agosto.  da  Educação.  (Lei nº 12. na Rede Estadual de Ensino.  que  tem  por  finalidade  subsidiar  a  formulação  de  uma  Política  Educacional  que  contribua para a erradicação do preconceito racial contra o negro. 1º e 2º)    Artigo  308  ‐  Os  órgãos  e  entidades  estaduais.  dos  diretores.  § 1º ‐  As atividades do dia de que trata este artigo:  1 ‐ serão realizadas. uma vez por semestre.515. no dia 12 de agosto.  Lazer  e  Turismo. entre outras:  1 ‐ feiras culturais. SE nº 95/86. destinadas a comemorar.  5 ‐ psicodramas. tendo como objetivo estimular e incrementar a participação das famílias dos educandos  nas questões e problemas da comunidade escolar. instituído pela Lei federal nº 10.865/08.930/08. da Saúde.  o  "Dia  da  Família  Afro‐Brasileira"  será  comemorado.  relatório  que  explicite  as  principais  conclusões  e  atividades  desenvolvidas. o  Dia Nacional da Juventude. 1º e 2º  e caput do 3º)    Artigo  305  –  No  calendário  de  efemérides  do  Estado.  2 ‐ serão desenvolvidas nas dependências das escolas.  o  "Dia  da  Família  na  Escola".  3  ‐  contarão  com  a  participação  dos  educandos  e  seus  familiares.

 no período  de 9 a 15 de outubro. art. 1º)     Artigo  312  ‐  A  data  de  15  de  outubro. anualmente.892/08. anualmente. arts.  no  caso  de  sua  inexistência.  no  dia  19  de  março.  (Lei nº 10. art. art.  debates. 1º.  atividades  educacionais. art.927/01. SE nº 139/84.  destinada  à  participação da comunidade escolar. 1º)    Artigo  311  –  O  “Dia  da  Escola”  será  comemorado. no  dia 14 de novembro.   (Lei nº 174/48. bem como enaltecendo a importância da participação dos estudantes e do  grêmio na vida da escola e na sociedade. com a realização de uma série de debates sobre o sistema  educacional.  anualmente. 1º e Res.  em  28  de  março.  na semana do dia 1º ao dia 7 de maio. 1º)    Artigo 314 – O "Dia do Supervisor de Ensino" será comemorado.  esportivas  ou  culturais.  Artigo 309 – A “Semana da Educação” será comemorada.  §  2º  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  e  às  direções  das  escolas  divulgar  o  disposto neste artigo e fornecer o apoio logístico aos grêmios e aos estudantes.  com  palestras.  117 . no dia  18 de outubro.098/98. 1º)    Artigo 310 – A "Semana Paulo Freire da Educação" será comemorada.  em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  estadual  de  ensino.732/01. art. art.  “Dia  do  Professor”. pela comissão representativa dos estudantes da escola.  (Lei nº 10.  (Lei nº 12.   Parágrafo  único  ‐  Os  Conselhos de  Escola  de  cada  unidade de  ensino deverão  se  encarregar  da  garantia  de  execução  da  programação  determinada  no  caput. 1º)    Artigo 313 – O "Dia do Diretor de Escola" será comemorado. 1º)    Artigo  315  –  O  "Dia  Estadual  do  Grêmio  Livre  Estudantil"  será  comemorado. art.  anualmente. em conjunto com a comunidade. enquanto participante do sistema de ensino.  (Lei nº 1. promover atividades voltadas à revalorização  do Professor.  na semana em que se comemora o Dia do Professor.  §  1º  ‐  A  comemoração  desse  dia  será  organizada  pelo  grêmio  e.  (Lei nº 11. anualmente.  será  considerada  “Feriado Escolar”  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão. 2º e 3º)    Artigo 316 – A "Semana do Patriarca da Independência" destina‐se a homenagear  José Bonifácio de Andrade e Silva. nos estabelecimentos oficiais de ensino fundamental e médio.971/79.366/03.  (Lei nº 10. visando ao pleno desenvolvimento social e humano do  cidadão.  resgatando  a  história  do  movimento estudantil. anualmente.

 na  Capital.  (Lei nº 794/50.Parágrafo único ‐ As escolas da rede oficial de ensino do Estado deverão inserir no  calendário  escolar  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. 5º e 7º)    Artigo  319  –  O  “Hino  dos  Bandeirantes”. uma vez por semana.  preferencialmente no dia 13 junho. bem como concursos de fanfarras e  orfeões.  § 2º ‐  A execução vocal e o  hasteamento seguirão  as  determinações contidas na  Lei nº 5. de 1º de setembro de 1971. 2º.  118 . arts. alt.  será  considerado  o  hino  oficial  do  Estado de São Paulo.  cuja  letra  e  tema  invocarão  os  feitos  históricos dos paulistas. e gravada em lugar próprio no Túmulo dos Heróis de 1932. 1º. 1º e 2º. pela Lei nº 337/74)    Artigo 320 ‐ É obrigatória a execução vocal do Hino Nacional e o hasteamento da  Bandeira  Nacional.  (Lei nº 10.294/64. de 1º a 7  de setembro  de  cada  ano. 2º e 3º)    Artigo  321  ‐  Nas  festividades  escolares  a  serem  realizadas  em  estabeleci‐mentos  de ensino fundamental e médio.854/67.  nas  escolas  oficiais  de  ensino  médio  e  nas  particulares  que  optarem  pelo  sistema  estadual de ensino.  em  todos  os  estabelecimentos  de  ensino  fundamental. a apresentação de músicas brasileiras não poderá ser inferior a  70% (setenta por cento) do total das músicas programadas. arts. data comemorativa de seu nascimento.  a  Secretaria  da  Educação  instituirá  prêmios.700.  §  3º  ‐  Para  os  fins  estabelecidos  nesta  seção.  da  rede  oficial  e  particular no Estado de São Paulo.  (Lei nº 8.  Parágrafo  único  ‐  O  Dia  da  Liberdade  será  solenemente  comemorado  nos  estabelecimentos estaduais de ensino. em dia e horário a serem determinados  pelas respectivas Diretorias de Ensino.878/01. arts. ressaltando o dinamismo do seu povo. arts. arts. no Parque do Ibirapuera. literárias e esportivas. além de outras atividades que a Secretaria da Educação estabelecer.  (Lei nº 9. 1º e 2º)    Artigo 318 – A “Semana da Pátria”  será comemorada. de fundo cívico. deverá ser  divulgada  por  todo  o  Estado.  §  2º  ‐    Nos  dias  reservados  às  comemorações  de  que  trata  esta  seção  serão  realizadas preleções.  § 1º ‐ O tempo reservado para as comemorações não será incluído no período de  200 (duzentos) dias de trabalho escolar efetivo. 1º e 2º)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas    Artigo 317 – O Dia da Liberdade será comemorado anualmente a 21 de abril. a pujança  do  seu  progresso  e  a  sua  decidida  vocação  para  a  liberdade. 1º.  Parágrafo único ‐ A letra.  sobretudo  por  estabelecimentos  de  ensino.  (Lei nº 6.757/90.  §  1º  ‐  A  execução  vocal  e  o  hasteamento  serão  realizados  sob  a  orientação  do  corpo docente do estabelecimento de ensino. sem prejuízo do horário normal das aulas. o seu amor ao trabalho.  por  via  dos  órgãos  públicos. atividades cívicas. do “Hino dos Bandeirantes”.

 art.§  1º  ‐  Não  haverá  obrigatoriedade  de  se  cumprir    esse  percentual  nos  casos  de  apresentações de óperas. 2º)    119 .  de  educação  profissional  ou  de  educação  de  jovens  e  adultos.  Parágrafo  único  ‐  Esta  regulamentação  abrange  os  cursos  oferecidos  nas  modalidades de educação especial. no sistema de ensino do Estado  de São Paulo. reger‐se‐á.  de  ensino  médio.  (Del. de música clássica e de música sacra.788/2008. podendo abranger as seguintes modalidades:  I ‐ Estágio profissional obrigatório ‐ definido em função das exigências decorrentes  da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo. art.  II ‐ Estágio profissional não obrigatório ‐ opção da escola definida em seu projeto  ou plano do curso. a duração.  (Del.  (Lei nº 610/74.  como  procedimento  didático‐pedagógico.  obedecido o disposto na Lei Federal nº 11. planejado. o que o torna obrigatório para seus alunos.  § 2º ‐  As músicas estrangeiras  a serem apresentadas  deverão ser  acompanhadas  de uma tradução em português.  IV  ‐  Estágio  sócio‐civil  ‐  assumido  pela  escola  como  ato  educativo  de  interação  comunitária. em termos de princípios e objetivos para a formação do  educando.  levando em consideração as condições reais do alunado.  integrados ao currículo.   Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  oferecidos  na  modalidade  a  distância. de cumprimento obrigatório ou voluntário pelos alunos.  b) projetos de prestação  de serviço civil em  sistemas estaduais ou municipais  de  defesa civil. devendo manter coerência com o  perfil profissional de conclusão previsto para o curso. 1º e 2º)      CAPÍTULO IX  D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características    Artigo 322 ‐ O estágio supervisionado de alunos matriculados em cursos de ensino  superior. executado e  avaliado em conformidade ao perfil profissional de conclusão para o curso.  desenvolvido  sob forma de projetos curriculares e ou interdisciplinares.  a natureza e a intencionalidade educativa. 1º)    Artigo  323  ‐  O  estágio. pelo que dispõe a Indicação CEE nº 30/2003 e a Deliberação 87/09.  c)  prestação  de  serviços  voluntários  de  caráter  social  e  educativo. de jovens e adultos e a distância.  a  quem  cabe  definir  na  sua  proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento de cada um de seus cursos. CEE nº 87/09.  III ‐  Estágio sócio‐cultural ou de iniciação  científica  ‐  definido pela escola  em  seu  projeto  pedagógico  ou  plano  de  curso  como  forma  de  contextualização  do  currículo  e  desenvolvido  sob  a  forma  de  atividades  de  extensão. CEE nº 87/09. caracterizando‐se pela participação dos alunos em:  a) empreendimento ou projeto de interesse social ou cultural da comunidade. arts.  monitorias  ou  projetos  curriculares. nos termos do projeto pedagógico.  é  atividade  curricular  supervisionada  de  competência  da  instituição  escolar. para conhecimento da Direção da Escola.  a  proposta  pedagógica  ou  plano  de  curso  deve  definir  com  clareza  a  natureza  e  modalidade  do  estágio.

 art. SE 40/09. CEE nº 87/09.  postura  ética  e  responsável  e  aptidões  para  uma  vida  produtiva.  2  ‐  facilitar  o  ajuste  de  condições  do  estágio  a  constar  de  instrumento  jurídico  próprio e específico. 7º)    Artigo  326  ‐  As  escolas  e  as  organizações  concedentes  de  estágio  e  outros  parceiros envolvidos poderão. normas e orientações complementares.  II ‐ valorizar a experiência profissional e o estudo não formal.  4 ‐ adotar providências relativas a execução de bolsa‐estágio. SE 40/09.  IV  ‐  desenvolver  valores.Artigo  324  ‐  O  estágio  curricular  do  ensino  médio  caracteriza‐se  como  uma  oportunidade  de  complementação  curricular  aberta  ao  aluno  do  ensino  médio. 1º)  §  2º  ‐  Cabe  à  unidade  escolar  contextualizar.  § 1º ‐ Não poderá ser cobrada do aluno estagiário taxa adicional ou qualquer outro  tipo  de  pagamento. 2º)    Artigo 325 ‐ A escola deverá elaborar proposta de estágio contemplando aspectos  específicos do curso.  III ‐ instrumentos de avaliação dos seus alunos estagiários. quando solicitados.  em  sua  proposta  pedagógica.  II ‐ orientação para elaboração e apresentação periódica de relatório de atividades  a ser entregue em prazo não superior a seis meses.  (Res.  atentando‐se  para que a jornada a ser cumprida pelo aluno estagiário seja compatível com o horário e a jornada  escolar.  3 ‐ cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio.  compõe  obrigatoriamente  a  proposta  pedagógica  da  unidade  escolar  como  um  ato  educativo  que  visa  à  preparação do aluno para o mundo produtivo e sua adaptação às novas formas de organização do  trabalho. SE nº 40/09.  públicos  ou  privados.  §  2º  ‐  Os  agentes  de  integração.  III ‐ refletir sobre a realidade vivenciada no mercado de trabalho. bem como a limitação legal. 3º)  § 1º ‐ O estágio dos alunos do ensino médio.  120 .  referente  a  providências  administrativas  para  a  obtenção  e  realização  do  estágio.  atentando  para  que  as  atividades  práticas a serem vivenciadas pelos alunos atendam aos objetivos propostos para o ensino médio. de educação especial e de educação  de  jovens  e  adultos.  em  caráter  optativo.  (Res.  além  das  obrigações  previstas  na  legislação  vigente poderão responsabilizar‐se pelas seguintes incumbências:  1  ‐  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágios  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. que tem como objetivos:  I  ‐  assegurar  ao  aluno  a  vivência  no  mundo  empresarial  de  experiências  profissionais  por  meio  da  realização  de  atividades  de  aprendizagem  social.  sua  duração  e  formas  de  supervisão.  (Res.  a  natureza  do  estágio. abrangendo:  I  ‐  duração  máxima  e  mínima  de  carga  horária  ao  longo  do  curso.  mediante  condições  acordadas  em  instrumento  jurídico  apropriado.  (Del. quando existente. art. art.  profissional  e  ou  cultural imprescindíveis a uma vida cidadã. contar com os serviços auxiliares de agentes de  integração.  matriculados  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino. art.

  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágio  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas.  será fixada de comum acordo entre o estagiário ou seus responsáveis e a instituição que conceder  o estágio.  de  responsabilidade  civil  por  danos  contra  terceiros.  3. em organizações governamentais da área social ou organizações não  governamentais e sem fins lucrativos. ressalvando o que dispuser a legislação vigente. 6º)    Artigo  328  ‐  As  unidades  escolares  poderão  recorrer  aos  serviços  auxiliares  de  agentes  de  integração.  públicos  ou  privados. na comunidade local. taxa adicional ou outro tipo  de pagamento.  (Del.   §  3º  ‐  O  estágio  sócio‐cultural  e  civil  realizado  no  próprio  estabelecimento  de  ensino.  cuidando que. ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a  ser acordada. 5º)    Artigo  327  ‐  O  estágio  não  cria  vínculo  empregatício  de  qualquer  natureza  e  o  estagiário poderá receber bolsa‐estágio. facilitar as condições de estágio que irão constar do instrumento jurídico a ser  celebrado.  celebrado entre o estudante ou seus responsáveis. devendo o estudante‐estagiário.  4. cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. art.  mediante  condições  formalmente  acordadas. 7º)        121 .  III ‐ pela organização concedente do estágio. serão de:  1. responsabiliza‐se pelo seguro obrigatório.  adotar  as  providências  relativas  à  execução  de  bolsa  auxílio  e  ao  seguro  obrigatório contra acidentes pessoais. poderá utilizar‐se do Termo de Adesão.  § 4º ‐ Para a realização dos estágios é necessário que haja Termo de Compromisso.  o  apoio  e  compromissos  a  serem  assumidos  pelos  respectivos agentes mediadores.  estar  assegurado  contra  acidentes  pessoais. quando for o caso.5 ‐ adotar providências relativas ao seguro obrigatório contra acidentes pessoais e. CEE nº 87/09.  Parágrafo  único  ‐  Nos  casos  de  as  unidades  escolares  contarem  com  serviços  de  agências  de  intermediação  do  estágio. não seja cobrada do aluno. art. que mediante acordo específico com  a instituição escolar. CEE nº 87/09. com eventual ajuda da instituição de mediação entre a  empresa e a escola.  § 1º ‐ A estipulação de bolsa‐estágio ou outra contraprestação. 4º e caput do art.  §  2º  ‐  A  concessão  da  bolsa–estágio  e  auxílio  transporte.  II ‐ pelo órgão da administração  central ou descentralizada das respectivas redes  de ensino públicas ou privadas.  2. para obtenção do estágio.  por meio de uma das seguintes alternativas:  I ‐ diretamente pela escola.  no  estágio  ou  dele  decorrentes.  (Del. conforme disposto  na Lei Federal nº 9.  ou  de  qualquer  outra  forma de contraprestação é compulsória para realização do estágio profissional não obrigatório.  eventualmente. art.608/98.  quando  este  não  for  providenciado pela própria escola ou administração de redes de ensino. quando concedida.  (Res. e a parte concedente. em  qualquer  hipótese. com  a interveniência obrigatória do estabelecimento de ensino. SE nº 40/09.

  com  16  (dezesseis)  anos  completos de idade. e a parte concedente de estágio.   Parágrafo único ‐ Compete aos profissionais.  responsáveis pela orientação e supervisão  dos  alunos  estagiários. arts.  de  imediato.  avaliando‐as  quanto  à  pertinência. ou seu representante legal e a parte concedente do estágio. compatível com o número de alunos estagiários.  oportunidade  e  valia  das  experiências  oferecidas  pela  empresa/instituição. art. SE nº 40/09. art.Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários    Artigo 329 ‐ A oferta de estágio implica que a escola deva contar com profissionais  habilitados. 9º)    Artigo  331  ‐  Considera‐se  apto  à  realização  do  estágio  o  aluno  frequente  e  matriculado  em  curso  do  ensino  médio  e  que  conte. c/c art. 3º)    Artigo  334  ‐  Constituem‐se  obrigações  a  serem  assumidas  pelas  unidades  escolares:  I  ‐  celebrar  Termo  de  Compromisso  a  ser  firmado  entre  o  aluno  ou  seus  responsáveis.  de  forma  a  promover  a  aprendizagem  de  conhecimentos inter e multidisciplinares  nas atividades realizadas pelos  alunos  estagiários. CEE nº 87/09.  além  do controle. a que se refere o caput deste artigo.  (Res.  discussão  e  avaliação. CEE nº 87/09.    Artigo  332  ‐  Independentemente  da  natureza  do  estágio. 9º)     Artigo  330  ‐  Caberá  ao  profissional  que  orientará  e  supervisionará  os  alunos  estagiários:  I  ‐  analisar  a  natureza  das  atividades  propostas  pela  instituição  concedente.  §  1º  ‐  No  caso  de  alunos  da  Educação  Especial  e  do  ensino  fundamental  na  modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos a carga horária não poderá exceder a 4  (quatro) horas diárias e 20 (vinte) semanais.  122 . SE n 40/09.  (Del.  com carga horária  destinada para esse fim. na data de início do estágio. a  constante  orientação.  (Res.  notificando.  (Del.  § 2º ‐ A carga horária da jornada de atividades que compõem o estágio deverá ser  acrescida à carga horária mínima prevista para o ensino médio. sendo a unidade escolar a parte  interveniente.  a  carga  horária  das  atividades  a  serem  realizadas  deve  ser  definida  de  comum  acordo  entre  a  escola  e  o  aluno  estagiário.  II  ‐  acompanhar  a  situação  de  frequência  escolar  dos  estagiários. registro e articulação com as instituições nas quais os estágios se realizarão. quando for o caso.  III  ‐  cuidar  para  que  a  duração  do  estágio  seja  compatível  com  o  horário  e  a  jornada escolar do aluno. CEE nº 87/09)    Artigo  333 ‐  A  Unidade  Escolar  deverá  registrar  a  modalidade de  estágio  e  carga  horária  efetivamente  realizada  pelo  aluno  no  Histórico  Escolar  e/ou  fornecer  Certificado  de  participação. a instituição concedente em caso de irregularidade.  no  mínimo. no caso de estágio sócio‐cultural ou civil. 8º da Del. 4º e 5º. devendo constar do Termo  de Compromisso e não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) semanais. art.

  V ‐ comunicar à parte concedente do estágio.II  ‐  contar  com  um  professor  orientador  que  se  incumbirá  pelo  processo  de  acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário.  §  2º  ‐  Na  ausência  de  Professor  Coordenador.  exceder a 2 (dois) anos.    Artigo 335 ‐ A duração do estágio.  II – recuperar a aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do  Ciclo I do Ensino Fundamental. 6º.  do  educando  a  apresentação  de  relatório  das  atividades de estágio realizadas. exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. reorientando o estagiário  para outro local em caso de descumprimento das normas. o Programa “Ler e Escrever”.  a  supervisão  das  atividades  de  estágio dos alunos de ensino médio ficará sob a responsabilidade do Vice‐Diretor ou do Diretor de  Escola.  todos  os  alunos  com  idade  de  até  oito  anos  do  Ensino  Fundamental da Rede Estadual de Ensino. 10 e 11)      CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever    Artigo 336 ‐ Fica instituído.    123 .  IV – Projeto Intensivo no Ciclo – 4ª série – PIC – 4ª série.  acompanhamento  e  avaliação  do  estágio  ficarão  sob  a  responsabilidade do Professor Coordenador do Ensino Médio.    Artigo 337 ‐ Integram o Programa mencionado no artigo anterior. arts.  §  2º  ‐  Aplica‐se  ao  estagiário  a  legislação  relacionada  à  saúde  e  à  segurança  no  trabalho.  III – Projeto Intensivo no Ciclo ‐ 3ª série – PIC 3ª série. SE nº 40/09.  sempre  que  o  estágio  tiver  duração igual ou superior a 1 (um) ano. que atua no período de matrícula  do aluno requisitante do estágio.  III  ‐  exigir. as datas de realização das avaliações  escolares.   com os seguintes objetivos:  I  –  alfabetizar.  até  2010.  preferencialmente.  durante  as  férias  escolares.  a  ser  gozado. não poderá. os Projetos:  I – Ler e Escrever na 1ª série do Ciclo I.  §  1º  ‐  A  organização.  II – Ler e Escrever na 2ª série do Ciclo I.  semestralmente. pela mesma empresa concedente. a partir do ano de 2008.  Parágrafo  único  –  A  atribuição  das  classes  indicadas  nos  incisos  deste  artigo  obedecerá às normas referentes à atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do  Magistério contidas nos artigos 568 a 598.  IV ‐ zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso.  (Res. sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio.  §  1º  ‐  É  assegurado  ao  estagiário  o  direito  ao  período  de  recesso  de  30  (trinta)  dias.

 1º.  b)  a criação  e a difusão de novas tecnologias que possibilitem a capacitação e a  atualização de todos os profissionais da educação.  para manutenção dos mesmos nas escolas públicas.  h)  o apoio financeiro a atividades de saúde e alimentação escolar.  e)  a criação de novas tecnologias de informação para estimular o aprendizado dos  alunos. 2º e 3º)    Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos    Artigo  339  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  criar  o  Programa  Estadual  de  Incentivo à Educação Básica. vinculado à Secretaria da Educação. cursos.Artigo 338 ‐ Os docentes.  destinadas ao trabalho de planejamento e capacitação para os projetos.  com  aplicação  prática. envolvidos no Programa.  (Res.  d)    premiações  e  bolsas  de  incentivo  para  profissionais  que  contribuam  para  inovações no ensino básico. alunos.  b)    a  edição  de  obras  de  caráter  técnico  e  científico  para  aperfeiçoamento  dos  docentes das redes públicas estadual e municipal.  metodologias.  124 .  para  o  ensino  dos diferentes componentes curriculares.  especialistas em educação e pessoal administrativo do sistema de ensino.  meios  e  fontes  de  informação. como instrumentos de apoio ao trabalho do professor em  sala de aula. de pesquisa e de trabalho para professores.  d)    a  realização  de  experiências  científicas.  c)  a elaboração de novas tecnologias de ensino que permitam ao aluno da escola  pública  conhecer  e  interagir  com  diferentes  linguagens. vídeos. seminários. destinados a professores. filmes. farão jus à atribuição de mais 4 (quatro) horas semanais.  e)  a concessão de bolsas de estudo.  II ‐ incentivar a produção didático‐pedagógica mediante:  a)  a produção de livros. mediante:  a)    a  criação. especialistas em educação e pessoal administrativo do  sistema de ensino.  f)  a concessão de bolsas de estudo para alunos filhos de famílias de baixa renda. regentes de classe de 1ª a 4ª série do Ciclo I do Ensino  Fundamental.  g)  a construção e manutenção de prédios escolares.  c)   a  realização de exposições. bem como o fornecimento de  mobiliário e equipamentos para as salas de aula. encontros  de caráter técnico ‐  científico. arts. SE nº 86/07.  Parágrafo único – O pagamento referente à carga horária complementar a que se  refere  o  caput  deste  artigo  é  devido  ao  regente  em  exercício  da  respectiva  classe. programas de informática e outras formas  de processos e produtos educacionais.  experimentação  e  avaliação  de  processos  e  produtos  educacionais  que proporcionem um trabalho mais participativo e motivante entre professores e alunos.  não  sendo  estendido em casos de afastamento a qualquer título.    Artigo 340 ‐ São objetivos do Programa:  I  ‐  incentivar  projetos  que  contribuam  para  inovações  e  melhorias  do  ensino  básico. nas redes públicas do Estado e dos Municípios.

 efetuadas por pessoa física ou jurídica.  IV ‐ dar apoio financeiro a outras atividades educacionais consideradas relevantes  pela Secretaria da Educação.  4  ‐  subvenções  e  auxílios  de  entidades  de  qualquer  natureza  ou  de  organismos  internacionais.  III  ‐  incentivar  projetos  culturais.  6 ‐ recursos de outras fontes. 1º.  (Lei nº 10.  5 ‐ devolução de recursos de projetos não iniciados ou interrompidos com ou sem  justa causa.  Parágrafo único ‐ O Programa poderá contar ainda com recursos provenientes de:  1 ‐ dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado. até o dia 30 de abril de cada ano.  4  (quatro)  e.352/99. pelos Conselhos de Escolas  e pelas Secretarias. art.  7  (sete)  alunos.f)    o  desenvolvimento  de  sistemas  informatizados  para  o  funcionamento  das  escolas nos seus diferentes aspectos administrativos e pedagógicos. 2º e 3º)            125 .  esportivos  e  de  caráter  recreativo  que  contribuam para o desenvolvimento sócio ‐ cultural dos alunos. pelos Conselhos Municipais de Educação. 3º)    Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente  Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa    Artigo 342 – O Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discentes  sobre  Temas  Incorporados  ao  Projeto  Pedagógico  das  Unidades  Escolares  de  Ensino  Médio  será  realizado pela Secretaria da Educação. Diretorias ou Departamentos Municipais de Educação. arts.  (Lei nº 10.  3 ‐ legados.352/99.  (Lei nº 10. arts.    Artigo 343 – Os projetos de pesquisa deverão ser elaborados e desenvolvidos por  grupos  de.  no  mínimo.  no  máximo.  Parágrao único – O Conselho de Escola terá o prazo de 1 (um) mês para apreciá‐ los.              Artigo  344  ‐  Os  projetos  de  pesquisa  deverão  ser  inscritos  junto  ao  Conselho  de  Escola.522/00. 1º e 2º)    Subseção II  Dos Recursos    Artigo  341  ‐  O  Programa  contará  com  recursos  provenientes  de  contribuições  financeiras do setor privado.  2 ‐ doações.  bem  como  aprovados  pelo  Conselho de Escola.

 caput e incisos do art.  VII – densidade demográfica e classificação por faixa etária.  as  religiões  e  movimentos  sociais  existentes  na  comunidade  de  entorno da escola.  m) vigilância sanitária. 6º)  126 .  b) coleta de esgotos. professores.  h) pavimentação.  III – a relação entre os equipamentos públicos existentes no bairro e a quantidade  de moradores.  c) linhas de ônibus.  f) parques.  k) arquitetura.  e) serviços públicos.  V – a violência.  VIII – propostas para melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro e para  transformação da realidade no entorno da escola.  VI  –  as  igrejas.  d) iluminação pública. direção.  tais como alunos.  l) congestionamento de trânsito. o número de policiais e o índice de desempregados.  e) cartórios. com relação a:  a) abastecimento de água.  b)  a  classificação  sócio‐econômica  e  cultural  dos  diversos  integrantes  da  comunidade escolar. 6  (seis) meses.  i) favelas.  II  –  a  classificação  sócio‐econômica  da  comunidade  que  vive  no  entorno  da  unidade escolar.  j) cortiços. no máximo. e  h) equipamentos de lazer e cultura.  f) poluição. tais como:  a) unidade de saúde. servidores.   (Lei nº 10. e deverão se utilizar de temas de interesse direto do cotidiano dos alunos  e da comunidade onde a unidade escolar estiver localizada. tais como:  I – a história do bairro.    Artigo 346 ‐ O desenvolvimento da pesquisa e o resultado do trabalho deverão ter  caráter interdisciplinar.  g) enchentes.Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa    Artigo 345 ‐ O prazo para o desenvolvimento da pesquisa será de.  c) coleta de lixo.  IV – a realidade do bairro. arts.522/00.  b) unidades escolares. 4º.  d) delegacias de polícia.  g) praças.  IX – a realidade da unidade escolar:  a) a participação e a relação entre os diversos integrantes da comunidade escolar. após a aprovação do projeto.

  127 .  para  solucionarem  eventuais  problemas  detectados nos bairros. arts.  (Lei nº 10.  do  artigo  19  da  Lei  Complementar nº 836. arts.  (Lei nº 10.  Parágrafo  único  –  As  unidades  escolares  promoverão  mostras  públicas  dos  trabalhos  produzidos.  por  via  não  acadêmica. destinam‐se às  crianças de faixa etária de 9 a 11 anos. durante os meses de janeiro e julho respectivamente. indicado pelo grupo de alunos que o desenvolverá e será referendado pelo  Conselho de Escola. único do art.    Artigo  350  –  Os  resultados  dos  trabalhos  serão  encaminhados  por  meio  do  Conselho  de  Escola  às  autoridades  competentes.  Parágrafo único ‐ São finalidades dos programas referidos no caput deste artigo:  1 ‐ despertar nas crianças espírito crítico e científico que enseje ampliação do seu  universo cultural. proporcionando‐se a troca de experiências entre as unidades escolares. no máximo.  no  mínimo.  2 ‐ conscientizar os alunos participantes sobre o papel fundamental do homem na  sociedade e sua responsabilidade na preservação do meio ambiente.  § 1º ‐  O professor orientador poderá responsabilizar‐se por. 6º.522/00.  Subseção III  Do Professor Orientador    Artigo  347  ‐  Cada  projeto  de  pesquisa  será  acompanhado  por.  um  professor orientador.  como  prevê  o  inciso  II. de caráter permanente. 9º e 10)    Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento    Artigo  351  –  Os  Programas  Caravanas  do  Conhecimento  ‐  Interior  na  Praia  e  Caravanas do Conhecimento ‐ Redescobrindo o Interior.    Artigo 348 ‐ O trabalho realizado pelo professor orientador será computado para  efeito  de  evolução.522/00.  §  2º  ‐  Caberá  ao  professor  orientador  articular‐se  com  os  professores  das  disciplinas afins para o desenvolvimento dos trabalhos do projeto de pesquisa. das escolas da rede estadual de ensino. 5º. de 30 de dezembro de 1997.  § 3º ‐ O professor orientador poderá utilizar parte de suas horas‐atividade para o  desenvolvimento do trabalho de orientação.  anualmente.  anualmente.     Artigo  352  ‐  Os  Programas  "Interior  na  Praia"  e  "Redescobrindo  o  Interior". art.  desenvolvidos pelo Governo do Estado em conjunto com as Prefeituras Municipais. par. 2 (dois)  projetos de pesquisa.  mostras  públicas  dos trabalhos produzidos. 7º e 8º)    Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos    Artigo  349  ‐  A  Secretaria  da  Educação  promoverá. serão realizados.  proporcionando‐se  a  troca  de  experiências  com  a  comunidade  do  bairro  onde estiverem localizadas.

 consubstanciado em ações cívicas. Patriarca da Independência do  Brasil  Subseção I  Da Instituição e Abrangência    Artigo 355 – Junto ao Gabinete do Secretário da Cultura.    Artigo  353  ‐  Os  programas  serão  coordenados  e  realizados  pelas  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Educação.  da  Saúde.  de  Saneamento  e  Energia.  colóquios. na busca da preservação da memória de José Bonifácio de Andrada e Silva. do Gabinete do Governador.  encontros e seminários que tenham por objetivo a pesquisa e o debate da relevância da memória  de José Bonifácio de Andrada e Silva na história nacional.  e  dos  Transportes.  Lazer  e  Turismo. art.  seminários  e  colóquios. 1º. da sede do Governo do Estado de São Paulo para a cidade de  Santos.  incentivando o intercâmbio e a integração entre elas.  do  Esporte. de concurso objetivando  a  imortalização  da  figura  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva  em  escultura  a  ser  instalada  em  espaço da Fundação Memorial da América Latina.   III  ‐  o  estabelecimento  e  a  implementação  de  atividades  cívicas. sempre que solicitados.  a  exemplo  de  encontros.   Parágrafo  único  ‐  A  concretização  das  ações  cívicas  previstas  neste  artigo  cabe  à  Casa Militar.  com  a  co‐participação  das  Secretarias  da  Cultura.   II ‐ a transferência simbólica no dia 13 de junho de cada ano. pela Secretaria da Cultura. e  4 ‐ propiciar o lazer conjugado à educação informal e alternativa.A.269/05.    Artigo  354  ‐  Ficam  autorizados  os  demais  órgãos  e  entidades  da  administração  Direta  e  Indireta  do  Estado. no centro histórico da cidade de São  Paulo.781/89 art. de cerimônia cívica junto  ao monumento do Patriarca. ainda.  arts. ‐ IMESP. o "Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva".   III ‐ a promoção durante os festejos da Semana da Pátria. compreenderá:   I ‐ a celebração do início dos festejos anuais da Semana da Pátria no "Panteão dos  Andradas".3  ‐  promover  a  aproximação  da  comunidade  infantil  à  administração  pública.     Artigo 356 ‐ Integram.   II ‐ o provimento das necessidades para republicação das obras de José Bonifácio  de Andrada e Silva pela Imprensa Oficial do Estado S. o "Programa Memória de José Bonifácio de Andrada  e Silva":   I  ‐  o incentivo  às  universidades  e demais escolas  paulistas  para  desenvolvimento  de  pesquisa  histórica  e  consecução  de  atividades  cívicas.   IV ‐ a abertura e a realização. na cidade de Santos.   128 . erguido na Praça do Patriarca. 1º A acrescentado pelo Decreto nº 50.  da  Segurança  Pública. 2º e 3º)    Seção V  Do “Programa Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva”.  a  prestarem  colaboração  aos  órgãos  promotores  dos  programas  de  que trata o artigo 351. data de nascimento  de José Bonifácio de Andrada e Silva.   (Decreto nº 29.

   II – deverá fazer parcerias com os Poderes Públicos Municipais. 1º.  preferencialmente.  no  calendário escolar.856/01.  dia  13/06.  (Lei nº 10. para cumprir tais deveres:  I  –  poderá  fazer  parcerias  com  organizações  não  governamentais. para garantir um  destino final. dar‐se‐á pela realização de  atividades  específicas.    Artigo 359 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas orientar as  autoridades regionais de ensino na organização das atividades específicas. a Secretaria da Educação. seminários e trabalhos escolares relativos ao tema. 2º e 3º)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo    Artigo 360 – O Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas públicas do Estado  de São Paulo será administrado pela Secretaria da Educação. com duração de uma semana.  pelas  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado.  a  serem  inseridas  pelas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio. e na conformidade ao contido nesta seção.    Artigo  362  ‐  Na  administração  do  programa  em  todas  as  escolas  públicas  estaduais.  em  sala  de  aula.  de  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. arts.  encenação  de  peças teatrais.  Parágrafo  único  ‐  O  planejamento  das  atividades  específicas  deverá  privilegiar  a  pesquisa e a prática investigativa e compreenderá:  1 ‐ a organização de debates.  gráficas. arts 1º. ao lixo coletado nas escolas públicas estaduais.V  ‐  a  inserção  no  calendário  escolar.  e  a  introduzir. às Diretorias de Ensino  subsidiar as respectivas unidades escolares na elaboração de seus projetos e às Coordenadorias de  Ensino acompanhar a execução das ações.  preferencialmente abrangendo o dia 13 de junho.    Artigo  358  ‐  As  atividades  deverão  ser  programadas  de  forma  a  abranger.  artístico‐culturais e outras.  o  debate  sobre  o  significado  das  datas  comemorativas  e  a  compreensão do papel da memória histórica e dos vínculos de cada geração na vida de um povo.  2  ‐  a  realização  de  produções escolares  individuais  ou  coletivas  virtuais.  interpretação  ou  divulgação  de  relatos  históricos. SE nº 28/06.  3  ‐  a  produção. arts.  (Res. ambientalmente adequado. Patriarca da Independência do Brasil. 1º e 2º)    Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação    Artigo 357 – A participação da rede estadual de ensino no Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva.  incluindo  associações de pais e mestres e grêmios estudantis.    Artigo  361  ‐  O  programa  de  que  trata  esta  seção  tem  por  objetivo  promover  a  educação ambiental da comunidade das escolas públicas estaduais. e outros similares. 2º e 3º)    129 .   (Decreto nº 50.  a  data  do  nascimento  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.499/06.

  quando  em  solenidade  será  delimitada  a  área  do  então  formado  bosque  e  identificado  como  realizado por aquela turma pertencente a determinada instituição de ensino.  sob  supervisão de professores universitários. cadastro de todos os alunos que participaram do programa. será executado pelos alunos  das 2ªs e 4ªs séries do ensino fundamental em duas etapas:  I  ‐  na  primeira.    Artigo 366 ‐ A Secretaria do Meio Ambiente fornecerá. as sementes necessárias à viabilização do programa.  (Lei nº 9.476/96.  com  anuência  da  prefeitura  local  em  relação  à  escolha  da  mesma.  Parágrafo  único  ‐  A  escolha  do  tipo  de  árvore  ficará  a  critério  da  Secretaria  disposta  no  caput  que.  para  o  local  do  plantio.Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores    Artigo  363  –  O  Programa  Permanente  de  Plantio  de  Árvores  destina‐se  aos  estudantes  do  ensino  fundamental  da  rede  pública  de  educação  pertencente  ao  Estado  de  São  Paulo.  envidará  esforços  para  que  as  prefeituras  dos  municípios  envolvidos  no  programa delimitem áreas com a finalidade de implantar nas mesmas os futuros bosques.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  de  ensino  entregarão. da Destinação e dos Objetivos    Artigo  368  –  O  Programa  “Bolsa  Formação  ‐  Escola  Pública  e  Universidade”  ‐  destina‐se  a  alunos  dos  cursos  de  graduação  de  instituições  de  ensino  superior  que. a entrega de sementes de plantas nativas do Brasil. arts. tanto quanto possível.  previamente  desenvolvidas  ao  longo  dos  anos  anteriores.  por  meio  de  suas  Diretorias  de  Ensino  e  mediante  convênio. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade”  Subseção I  Da Instituição. 2º. frutíferas e  adaptadas ou comuns no município onde crescerão. 3º.   130 . mediante requisição escrita  dos estabelecimentos de ensino. transferirão  as  árvores.  certificado  de  mérito  sobre  a  importância  da  sua  atitude  na  preservação  do  ambiente.    Artigo 367 ‐ A Secretaria da Educação manterá.    Artigo 369 ‐ O Programa tem os seguintes objetivos gerais:  I  ‐  possibilitar  que  as  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  ensino  constituam‐se  em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros docentes. disposto no artigo anterior.  II ‐ na segunda etapa. 1º. por meio dos estabele‐cimentos de  ensino. os mesmos estudantes.  aos  estudantes  participantes.    Artigo 364 ‐ O Programa. atuarão nas classes e no horário de aula da rede estadual  de ensino ou em projetos de recuperação e apoio à aprendizagem. já cursando a 4ª série.  privilegiará. bem como  os "kits" dispostos no inciso I do artigo 364.    Artigo  365  ‐  A  Secretaria  da  Educação. os alunos das segundas séries  plantarão as sementes das futuras  árvores em "kits" de isopor apropriados a esta finalidade.

    Artigo  372  –  A  Secretaria  da  Educação    celebrará  convênios  com  Municípios  situados  no  Estado  de  São  Paulo  que  manifestem  interesse  de  aderir  ao  Programa.  mantido  nas  escolas  da  rede  pública  estadual  da  Capital  e  Grande  São  Paulo  ‐  131 .  (Decreto nº 51.  acompanhar  e  avaliar  os  projetos  desenvolvidos.  por professores universitários.627/07.  IV  ‐  planejar. arts.   Parágrafo único ‐ Poderão apresentar planos de trabalho as instituições de ensino  superior que mantenham cursos de graduação voltados para a formação de docentes.  III ‐ estabelecer procedimentos para viabilizar a efetiva implantação e potencializar  o Programa junto às unidades escolares da rede pública de ensino. nos termos  de normas complementares a serem editadas pela Secretaria da Educação.  que  integrarão  o  Programa.  de  acordo  com  a  unidade  de  remuneração  empregada.  mediante a celebração de convênios com instituições de ensino superior que atuem na formação  de  docentes  para  o  ensino  fundamental  e  médio. Expansão e Objetivos    Artigo 373 ‐ O Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ‐ Bolsa  Alfabetização.  V  ‐  repassar  os  recursos  necessários  ao  atendimento  das  despesas  com  a  concessão de bolsas‐auxílio aos alunos referidos no artigo 368 e com a supervisão didática destes.II  ‐  propiciar  a  integração  entre  os  saberes  desenvolvidos  nas  instituições  de  ensino superior e o perfil profissional necessário ao atendimento qualificado dos alunos da rede  estadual de ensino.  II ‐ coordenar as ações do Programa. das Competências e dos Convênios    Artigo  370  ‐  O  Programa  será  desenvolvido  pela  Secretaria  da  Educação.627/07. 3º.s.  observada  a  minuta‐padrão de termo de convênio. 1º e 2º)    Subseção II  Do Desenvolvimento.  III ‐ permitir que os educadores da rede pública estadual.     Artigo 371 ‐ Incumbe à Secretaria da Educação:  I ‐ estabelecer diretrizes para a execução do Programa de acordo com os projetos  prioritários em desenvolvimento na rede estadual de ensino.  (Decreto nº 51. a partir dos convênios firmados.  diretamente  ou  por  intermédio  da  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE.  desenvolvam  ações  que  contribuam  para a melhoria da qualidade de ensino. art.   Parágrafo  único  ‐  O  valor  a  ser  transferido  à  instituição  de  ensino  superior  será  definido  pela  Secretaria  da  Educação.  observada  a  minuta‐padrão  de  termo  de  convênio. 4º e 5º)    Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização  Subseção I  Da Instituição.  consistente em número de salas de aula e/ou de alunos atendidos. em colaboração com os  alunos/pesquisadores  das  instituições  de  ensino  superior.

  132 .  § 1º ‐ Poderão inscrever‐se para o Projeto.  5.  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir a aprendizagem da leitura e escrita a todos os alunos. as Instituições de Ensino Superior ‐ IES  sediadas no Estado de São Paulo. com habilitação para magistério de 1ª a 4ª série ou Letras  com habilitação para o magistério. inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ‐ CNPJ.  (Res.  nos  moldes  definidos  no  Anexo II.COGSP.  § 2º ‐ No ato de inscrição. art. portarias de autorização ou reconhecimento do MEC ou do Conselho Estadual  de Educação dos cursos disponibilizados para o Projeto. desde que os alunos estejam cursando a partir do 2º semestre.  por  intermédio  da  Fundação para o Desenvolvimento da Educação ‐ FDE:  I ‐ repassar os valores estipulados para custeio das despesas oriundas da execução  do convênio. a partir  de 2009. certidão de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.  troca  de  experiências.  II  ‐  apoiar  os  professores  de  1º  ano  do  ciclo  I.  3.  4.  acompanhar  e  avaliar  o  desenvolvimento  do  programa  em  conformidade com o Plano de Trabalho aprovado. nos termos estipulados no instrumento respectivo. que possuam cursos presenciais devidamente autorizados e/ou  reconhecidos nas áreas de Pedagogia. SE nº 90/08. avaliação entre os parceiros do projeto. dentre outras atribuições.  seminários  para  divulgação  de  resultados.  exclusiva para operações financeiras do Projeto.  §  4º  ‐  A  Equipe  de  Gestão  Institucional  do  Bolsa  Alfabetização.  §  3º  ‐  As  IES  deverão  apresentar  Plano  de  Trabalho.  II  ‐  orientar. será expandido para as unidades escolares do Interior do Estado ‐ CEI.  instituída  pela  Resolução SE nº 91 de 2008.  objetivando:  I ‐ possibilitar o desenvolvimento de experiências e conhecimentos necessários aos  futuros  profissionais  de  Educação. art. cópia autenticada do Contrato Social e última alteração ou Estatuto e a última  ata e constituição da diretoria vigente.  2.  (Res.  §  5º  ‐  As  IES  habilitadas  deverão  abrir  conta  bancária  no  Banco  Nossa  Caixa. será responsável. para a  proposição e  execução  do  Plano de Trabalho. 2º)    Subseção III  Das Atribuições e Competências    Artigo  375  ‐  Caberá  à  Secretaria  de  Estado  da  Educação. 1º)    Subseção II  Dos Convênios    Artigo 374 ‐ A Secretaria da Educação firmará convênio com Instituições de Ensino  Superior  ou  com  entidades  a  elas  vinculadas. SE nº 90/08. certidão negativa de débito no INSS. por analisar e aprovar os  Planos de Trabalho apresentados pelas Instituições de Ensino Superior.  que  sejam  incumbidas  regimental  ou  estatutariamente das atividades do ensino.  III  ‐  promover  debates.  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos do 1º ano ‐ ciclo I do Ensino Fundamental.  devidamente aprovado pela Equipe de Gestão Institucional. as IES deverão apresentar a seguinte documentação:  1.

 assegurar a freqüência dos alunos pesquisadores.  apoiar  e  acompanhar  a  qualidade  do  trabalho  desenvolvido  pelo  professor  orientador.  (Res.  junto  aos  alunos  pesquisadores. assim como  a orientação da FDE. respeitadas as diretrizes e normas pedagógicas da Secretaria da Educação.   §  1º  ‐  O  aluno  pesquisador  deverá  realizar  atividades. junto à equipe de gestão institucional.  subsidiando‐o  no  desenvolvimento  do  Plano  de  Trabalho.  sob  a  supervisão  de  seu  professor  orientador:  I  ‐  auxiliar  o  professor  regente  na  elaboração  de  diagnósticos  pedagógicos  de  alunos. substituir os alunos que não cumprirem o Regulamento do Projeto.  dando  efetivo  cumprimento ao Plano de Trabalho. individualmente  ou em grupo. 3º e 4º)    Subseção IV  Das Atribuições do Aluno    Artigo  377  ‐  Caberá  ao  aluno  pesquisador.  IV  ‐  selecionar  os  alunos  inscritos.  VIII.  § 2º ‐ Na impossibilidade da participação em HTPC.  (Res.    Artigo 376  ‐ Caberá às Instituições de Ensino Superior:  I ‐ indicar professores orientadores.IV  ‐  divulgar. de 2ª a 6ª feira. como segue:  1 ‐ 18 (dezoito) horas em classe de 1º ano do ciclo I do Ensino Fundamental.  conforme  critérios  estabelecidos  no  Regulamento do Projeto.  IX.  na  unidade  escolar  onde  atua.   II  ‐  indicar  um  interlocutor  administrativo.  III  ‐  garantir  a  participação  do  orientador e  do  interlocutor  em  reuniões  mensais  ou.  juntamente  com  as  IES. participar de reuniões junto à Secretaria da Educação. observando o Anexo I desta seção.  executar  o  objeto  do  convênio  de  acordo  com  o  Plano  de  Trabalho  anual  aprovado. junto com o professor regente.  em  comum  acordo  com  o  professor  regente.  VII.  atividades  didáticas destinadas aos alunos. sempre com o professor regente. art. o aluno deverá cumprir as 20  (vinte) horas na classe de 1º ano.  X.  III  ‐  escolher.  VI.  IV ‐ cumprir outras atribuições previstas no Regulamento do Projeto e no Anexo I. arts. sempre que solicitados.  em  conjunto  com  o  professor  orientador. sendo  4 (quatro) horas diárias. SE nº 90/08.  2 ‐ 2 (duas) horas em Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo ‐ HTPC. em 20 (vinte) horas semanais.  para  esclarecimentos  e  encaminhamentos  operacionais. quando solicitado. conforme Regulamento do Projeto.  responsável  por  representar  a  Instituição  perante  a  Secretaria  da  Educação.  V. realizado na  unidade escolar.  II  ‐  planejar  e  executar. 5º)    133 . SE nº 90/08.  o  tema  para  o  desenvolvimento da pesquisa de acordo com o Anexo I. para acompanhamento da execução do Plano  de Trabalho e orientação dos alunos em suas pesquisas.  atender  a  todas  as  disposições  do  Regulamento  do  Projeto.  conteúdos  significativos  produzidos  pela  parceria.

  seja  de  natureza  sociológica.  a  Secretaria  de  Educação.. SE nº 90/08.  juntamente  com  a  FDE.  de  modo  a  favorecer  o  atendimento do número de classes das Diretorias de Ensino.. A meta é alfabetizar 100% das crianças da rede  estadual  até  2010.  na  grande  maioria dos cursos analisados.  ‐  Os  conteúdos  das  disciplinas  a  serem  ensinadas  na  educação  básica  (Alfabetização. os  pesquisadores concluem que:  ‐ A proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional  específica  é  de  30%. incide na formação do aluno. incluindo o mês de julho. nas disciplinas de  formação  profissional. com associação em poucos casos às práticas educacionais. 7º e 8º)    ANEXO I  Projeto Pedagógico do Projeto Bolsa Alfabetização    O Programa Ler e Escrever nasceu com o compromisso de fazer frente aos baixos  índices de alfabetização no estado de São Paulo.  ficando  70%  para  outro  tipo  de  matérias  oferecidas  nas  instituições  formadoras. respeitando o calendário escolar da rede pública estadual de ensino. Na recente pesquisa  “Formação inicial de professores para o Ensino Fundamental:  Instituições Formadoras e seus Currículos”.  III  ‐  quantidade  de  alunos  aptos  a  participar  do  Projeto  Bolsa  Alfabetização.)  comparecem  apenas  esporadicamente  nos  cursos  de  formação.Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho    Artigo  378  ‐  As  vagas  em  classes/turmas  da  1º  ano  do  ciclo  I  do  Ensino  Fundamental das escolas da CEI e da COGSP serão distribuídas entre as IES selecionadas de acordo  com os critérios:  I ‐ adequação do Plano de Trabalho em relação às diretrizes propostas pelo Bolsa  Alfabetização. do gestor escolar e da equipe de formadores de todas as  diretorias do Estado.  predominam  os  referenciais  teóricos. enfocando as iniciativas  empreendidas no 1º ciclo do Ensino Fundamental ‐ etapa decisiva na vida dos alunos. e revisado anualmente.  psicológica ou outros.  II  ‐  localização  geográfica  das  unidades  das  IES. 6º.  de  acordo com os requisitos estabelecidos no Regulamento do Projeto.  (Res.    Artigo 380 ‐ O plano de trabalho deverá ser desenvolvido ao longo do ano letivo.  O Programa Bolsa Alfabetização apóia os professores da rede que atuam nas salas  de ciclo I e. ao mesmo tempo.  por meio do coordenador pedagógico.  Como  estratégia. arts.  obedecido o calendário escolar. futuro professor.     Artigo  379  ‐  Caberá  à  Equipe  de  Gestão  Institucional  definir  o  período  de  encaminhamento dos alunos.  O Projeto Bolsa Alfabetização nasceu do mesmo compromisso e tem a missão de  cumprir determinados objetivos estratégicos do Programa Ler e Escrever. eles são abordados de forma genérica ou superficial no interior das  134 . feita pela Fundação Carlos Chagas.  Cabe a ressalva já feita na análise das ementas segundo a qual.  produziu  um conjunto de materiais de apoio para o aluno e para o professor do 1º a 5º ano e desenvolve  um  programa de formação continuada que  visa  acompanhar o  trabalho  pedagógico das  escolas.

 compartilhando  suas  diferentes  práticas. os recursos da  sua própria língua. como etapas rumo à compreensão da escrita alfabética.  é  necessário  o  esforço  conjunto  das  Diretorias  Regionais de Ensino e das IES.  sobre  os  usos  e  funções  da  língua  e  sobre  as  especificidades da linguagem que se escreve.  compreende‐se que o problema a ser resolvido “deve ter sentido no campo de conhecimento dos  alunos. por meio da leitura e da escrita.  compartilhando  os  marcos  conceituais. que coloque os alunos diante da necessidade de  tomar  decisões  que  lhes  permitam  escolher  procedimentos  ou  caminhos  diferentes  (Douady. é necessário que seja apresentado um  Plano  de  Trabalho  (Anexo  II)  que  explicite  a  metodologia  empregada  na  formação  e  no  acompanhamento  dos  alunos. Marco conceitual  Nesse programa. Para que  tal  projeto  seja  implantado  por  todo  o  Estado.  Em outras palavras. uma situação problemática tem de permitir que os alunos ponham em prática  os esquemas de assimilação que já construíram e interpretam.  ele  aprende  nas  mais  diferentes  situações  nas  quais  é  chamado  a  resolver  problemas  significativos  que  lhe  demandem  elaborar  idéias  e  hipóteses próprias. é necessário manter uma rotina de leitura e de  escrita na escola e desenvolver projetos e seqüências didáticas que permitam aos alunos refletir  sobre  o  funcionamento  do  sistema  de  escrita. são os responsáveis por inserir os alunos no universo da cultura escrita.  pois.  Não  levam  os  alunos  para  além  da  simples  decodificação  de  palavras  isoladas  e  frases  simples.  Também  é  conveniente que o problema seja rico e aberto.  Para o sucesso dessa alfabetização.  em  especial.  1986. porém não deve ser resolúvel só a partir dos conhecimentos que as crianças já possuem.  é  preciso  que  o  aluno  vivencie  práticas  de  leitura  e  escrita  significativas ao longo do 1º ciclo. que atuam como instituições parceiras e executoras do programa  localmente.  135 . 1992) 2”.  questões  vivas  e  candentes  da  prática  educativa em sala de aula. Inhelder. Para o desenvolvimento do programa na IES. nos diferentes gêneros.  portanto.  O Bolsa Alfabetização está estruturado de modo a levar às instituições formadoras  problemas  relacionados  à  didática  de  alfabetização.  objetivos. para torná‐los conteúdos da formação inicial dos professores.  Isso  ocorre  porque  tais  métodos  não  consideram o modo próprio como os alunos pensam e se esforçam para construir conhecimentos  sobre  a  escrita.  metas  e  programação anual. as intenções de quem escreve.  sugerindo  frágil  associação  com  as  práticas  docentes 1.  se  reproduz  e  se  recria  nas  diferentes  práticas  sociais  de  leitura  e  de  escrita. compreende‐se a Língua Portuguesa como conhecimento que se  organiza.disciplinas  de  metodologias  e  práticas  de  ensino. Isso significa afirmar que para que  haja  aprendizagens  nesse  campo. Tal como Delia Lerner. sabendo usar.  Parte‐se de uma concepção de aprendizagem construtivista que considera o aluno  como  sujeito  de  sua  própria  aprendizagem. porém estes  conhecimentos  prévios  não  devem  ser  suficientes  para  resolvê‐la:  a  situação  deve  exigir  a  construção  de  novos  conhecimentos  ou  de  novas  relações  entre  os  já  elaborados.  Nota‐se que o uso de cartilhas e de métodos prontos não se mostraram eficientes  para  a  conquista  dos  níveis  mais  avançados  de  avaliação.  não  cumprem  o  propósito  de  apresentar  a  língua  na  sua  real  complexidade como objeto social de conhecimento. de modo autônomo.  tanto  quanto  são  determinantes  das  características do texto a ser produzido.  mas  tais  conhecimentos  não  surgem  espontaneamente:  entende‐se  que  a  escola  e  o  professor.  O  acesso  às  práticas  leitoras  e  escritoras  são  condições  para  quaisquer  possibilidades de construção de conhecimentos sobre a língua. a partir dos mesmos. Sabe‐se hoje que os alunos pensam sobre a  escrita  e  desenvolvem  complexas  hipóteses  para  explicar  as  regularidades  do  sistema. Estar alfabetizado significa  saber mais do que decodificar textos simples.  Os  propósitos  são  determinantes  do  modo  de  se  ler.

  Os  alunos‐pesquisadores  são  entendidos  como  sujeitos  históricos  que  carregam  visões de mundo próprias.  produção  oral  com  destino  escrito.  Tais  conteúdos  devem  ser  sistematicamente acompanhados.  Poderão  participar  do  cotidiano da escola.  * estratégias de apoio ao trabalho de alfabetização na escola. centrados nas diferentes situações em foco na pesquisa:  rotina  de  leitura  e  de  escrita.  Por  meio  de  uma  metodologia  qualitativa  participativa. o que e  como se ensina. na medida em que também vão  atuar junto aos alunos. na comunidade de sua IES.  apoiar  e  subsidiar  os  professores‐titulares  na  sistematização  de  conteúdos  de  Língua Portuguesa.  *  apoiar  os  professores  da  1ª  série  do  Ciclo  I  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir aprendizagem da leitura e da escrita a todos os alunos ao final do ano letivo. hábitos e crenças sobre alfabetização e as tantas ações do dia a‐dia de uma sala  de  aula. por meio da garantia  de algumas condições e orientações didáticas importantes no processo de alfabetização no ciclo I. mas também pelas inadequadas ou insuficientes condições de ensino.  Conteúdos específicos:  136 . conforme plano de trabalho da IES.  fortalecendo  as  relações entre ensino e  aprendizagem. sempre respeitando o papel distinto do professor regente da sala.  enfrentando  assim  os  reais  dilemas  da  alfabetização  no  1º  ano. não só nas escolas  em que atuam. opiniões. mantendo‐se numa relação mais horizontal.  Nesse contexto. mediados em maior ou menor grau pela cultura escolar. compreender que o fracasso da aprendizagem não se justifica pelo erro ou falta  do aluno.  em funcionamento em contextos reais de sala de aula.  cópia  e  ditado  (ressignificação  da  cópia).  conteúdos  e  metodologias  que  envolvem  a  formação  inicial  de  professores alfabetizadores.  construir  conhecimentos  sobre  a  prática  docente  em  relação  ao  processo  de  aprendizagem dos alunos.  Objetivos gerais  * possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos e experiências necessários aos  futuros  profissionais  de  educação  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos da 1ª série do Ciclo I. nos diferentes contextos e nas interações de que participam. mas.O  marco  conceitual  das  concepções  de  ensino  e  de  aprendizagem  também  deve  embasar  as  estratégias  de  trabalho  na  formação  de  professores:  entende‐se  que  os  alunos‐ pesquisadores  também  são  sujeitos  de  suas  aprendizagens  profissionais  e  que  isso  se  faz  no  enfrentamento de situações homólogas àquelas vivenciadas pelos professores titulares.  tomando  para  si  os  princípios  da  metodologia  qualitativa participativa como a mais adequada aos propósitos de apoiar as salas de aula do ciclo I  e seus professores titulares.  2.  A pesquisa qualitativa permitirá aos  alunos‐pesquisadores conhecer  como as práticas pedagógicas podem ser mediadas por conhecimentos sobre a didática da língua.  As singularidades do sujeito pesquisador e as necessidades práticas do programa  definem  o  escopo  teórico‐prático  do  projeto. ao longo do ano.  3.  espera‐se  aproximar  os  alunos‐pesquisadores  dos  professores  titulares  das  escolas  públicas. São também  sujeitos da própria aprendizagem e constroem conhecimentos sobre o que é ser professor. da gestão de sala de aula e das relações de ensino e  aprendizagem na alfabetização inicial.  Objetivos específicos  1.  leitura  feita  pelo  professor.  A  imersão  na  escola  permitirá  aos  alunos  lidar  com  a  interpretação  de  gestos. o trabalho do professor deve apoiar o aluno na sistematização de  conhecimentos didáticos específicos.  Conteúdos gerais  *  objetivos. principalmente.  envolvendo‐os  com  os  problemas próprios da transposição didática.  atitudes.

 a prova e seus desafios.  c) planejamento de estratégias de apoio ao professor regente.  em  conjunto  com  o  professor  regente.  b) concepção de avaliação. ortografia.  favorecendo o avanço dos alunos nas diferentes  práticas de leitura e escrita.  d) conhecimentos sobre a linguagem que se escreve.  c) aspectos da gramática.     Ações  Espera‐se que os alunos pesquisadores obtenham orientação adequada de sua IES.  4. conhecimentos sobre o funcionamento da rede pública de ensino  a) a avaliação escolar nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Rede Estadual  de São Paulo.  colaborar  com  a  gestão  da  sala.  b) usos e funções da Língua Portuguesa segundo as práticas de leitura.  c.  as  hipóteses  de  escrita  e  sua  evolução  segundo a Psicogênese da Língua Escrita  e demais pesquisas correlatas.  d)  conceito  de  sondagem  e  análise  dos  mapas  de  acompanhamento  da  alfabetização.  e)  análise  da  avaliação  em  seu  município  e  na  escola  que  atua  como  aluno‐ pesquisador.  2. Leitura feita pelo professor.  b)  a  construção  da  escrita  pelas  crianças. conhecimentos psicolingüísticos:  a) concepções sobre ensino e aprendizagem.  d. Produção oral com destino escrito. conhecimentos lingüísticos:  a) conceito de gênero do discurso e seu papel na definição dos objetos de estudo  da leitura e da escrita. os últimos dados e os desafios  que se apresentam.  segundo plano de execução aprovado pela Secretaria da Educação e FDE. produção oral com destino escrito.  4.  2.  em  conjunto  com  o  professor  regente  da  sala. cópia  e ditado (ressignificação da cópia). Rotina de leitura e de escrita.  construir  boas  intervenções  didáticas.  c) avaliação como regulação da função social da escola. pontuação etc.  desenvolvendo  plano  de  ação  com  os  alunos  mais  avançados. para o desenvolvimento  das seguintes ações:  1.  intervenções  pedagógicas com os alunos que não avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). leitura feita pelo professor. conhecimentos didáticos:  a) conceito de ambiente alfabetizador.  b.  dando  ao  professor  regente  a  condição  de  acompanhar  pequenos  grupos  de  alunos que  necessitam de atendimento mais individualizado..  3.  desenvolver.  d) planejamento de estratégias de apoio ao aluno. escrita.  e)  conhecimentos  sobre  as  intervenções  pedagógicas  com  os  alunos  que  não  avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  b) o papel do conhecimento didático no planejamento do professor.  3.  f)  condições  e  orientações  didáticas  para  a  organização  e  manutenção  de  uma  rotina de leitura e de escrita.1.  sistematizar  as  condições  e  as  orientações  didáticas  de  algumas  das  situações  didáticas nucleares no ciclo I:  a.  137 .

  organizar  ações  capazes  de  promover  e  alimentar  um  ambiente  alfabetizador  para os alunos do 1º ano.   Programação anual  A  programação  da  orientação  de  pesquisa  é  regulada  pela  participação  do  aluno  no Programa.  Devem  também  explicitar  a  metodologia  de  pesquisa.  d.  explicitando  como  pretende  desenvolver  o  programa  e  orientar  os  alunos  em  suas  pesquisas.  A  seguir.  e.5.  deve‐se  apoiar  o  aluno  na  compreensão  da  rotina  pedagógica que dá suporte às aprendizagens no campo da alfabetização. pois são muitos os desafios que precisam ser vencidos  nesse primeiro momento:  a.  b. a construção de uma relação positiva entre alunos‐pesquisadores e professores‐ titulares.  conforme  consta  no  regulamento  do  programa.  sempre  respeitando  o  marco  conceitual.  os  objetivos.  2.  b. como segue:  1º semestre  O primeiro semestre de um aluno pesquisador.  deve‐se  cuidar  da  entrada  do  aluno na escola. A adaptação do aluno‐pesquisador na escola:  A  entrada  dos  alunos  na  escola  é  assunto  dos  mais  delicados  e  exige  um  acompanhamento do professor‐orientador.  f. o equilíbrio entre as atividades de leitura e de escrita. Rotina de leitura e de escrita  Feita  a  passagem  desses  primeiros  meses  de  adaptação  e  de  construção  de  vínculos. a postura do aluno‐pesquisador nos dois ambientes. a apropriação pela IES do conceito de estágio como espaço de investigação das  relações entre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa.  Em  um  primeiro  momento.  c.  d. o papel da leitura como atividade permanente na rotina.  o  sistema  de  avaliação  e  os  indicadores.  a  identificação  do  aluno  com  o  professor  e  a  construção  de  um  olhar  mais  compreensivo para a complexidade que é a sala de aula. que permita de fato a troca. na faculdade e na escola.  Em  um  segundo  momento. o intercâmbio entre a diversidade técnica acadêmica e a prática pedagógica. de sua adaptação à rotina de trabalho e do acolhimento de suas observações e  impressões.  g. os alunos devem ser orientados a conhecerem e a refletirem sobre a rotina de leitura e  de escrita da escola:  a.   Desenvolvimento  As  IES  devem  apresentar  um  Plano  de  Trabalho. as situações diárias de leitura e escrita na escola.  deve  dividir‐  se  entre  os  dois  momentos. a participação dos alunos‐pesquisadores nas HTPCs. os alunos já devem dedicar‐se a um dos temas 3 com mais  afinco. Os temas a seguir referem‐se a diferentes situações didáticas que favorecem o processo de  138 .  elencamos  os  principais  tópicos  a  serem  trabalhados  nesses  dois  momentos. critérios para a organização do tempo didático.  c.    2º semestre em diante  A partir do 2º semestre.  a  apropriação  pela  IES  das  definições  dos  papéis  de  aluno‐pesquisador  e  de  professor‐orientador.  conteúdos  e  programação previstas no projeto pedagógico do Bolsa Alfabetização.  1. aprendiz que entra em sala de aula  pela  primeira  vez  e  tem  à  frente  a  tarefa  de  acompanhar  os  processos  de  alfabetização.

 Escrever e ler ‐ Volume I e II.  A reflexão sobre a prática pressupõe um arcabouço teórico que dê sustentação às  análises  e  argumentações  da  investigação  dos  alunos‐pesquisadores. Lisboa.).  Ensinar.  2000.  (org).  Peres  T.  CURTO. São Paulo: Editora Cortez.  2.  Os  processos  de  leitura  e  escrita:  novas  perspectivas. 1992  _________ Vida de professores. Lluís Maruny. S. 1998.leitura  e  de  escrita  dos  alunos.Emília.  Cultura  escrita  e  educação:  conversas  de  Emilia  Ferreiro  com  José  Antonio  Castorina. César (org). número ritmos e melodias.  _________. mas também prática.  COLL..  G. Leitura feita pelo professor.  M.  NÓVOA.  David  R. Cópia e ditado (ressignificação da cópia).1996. Lisboa. Porto Alegre: Artmed. 1999. São Paulo: Editora Cortez. O Ensino da Linguagem escrita.  FERREIRO. Brasília: MEC/SEF.  NEMIROVSKY.Porto Alegre. São Paulo. A aprendizagem da Linguagem escrita. A psicogênese da língua escrita. Os professores e sua formação.  2002. Porto Alegre: Artmed.  TEBEROSKY. Lilia &  MOLINARI.1992.  Porto Alegre. S.  _________ Emília. Emília. Record. Emília.1985.  Nogueira.  A  ênfase  nas  práticas  educativas  exige  do  aluno  uma  reflexão  teórica. 1987  ________. 2002. Ática. 1989.  LERNER. Porto Alegre.  Porto  Alegre:  Artmed  1998.  1995  OLSON. A. 2ª edição.  LERNER. & SOUZA. São Paulo: Ática. Ler e escrever na escola. A escrita antes das letras in: SINCLAIR. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. Daniel Goldin e Rosa MariaTorres. Artmed.  Cardoso  B. Alfabetização em processo. 1995. Emilia. Hermine (Ed.  e  PALÁCIO.  A  aprendizagem  da  língua  escrita  na  escola.  139 . Reflexões sobre alfabetização. Compreensão da  leitura e expressão escrita.  Alicia  Palácios  . 1996. J. 2002. escrita e pesquisa em educação. Editora Porto.  KAUFMAN. o possível e o necessário. 1990. Mirta. Manuel M. Emília & TEBEROSKY. & TEIXIDÓ. 2000. Artmed.  Reflexões  sobre a proposta pedagógica construtivista.) Histórias de professores: leitura. Dom Quixote. MORILLO.  Alfabetização  de  crianças:  construção  e  intercâmbio. Ana. PIMENTEL.  3. Porto Alegre: Artmed. CASTEDO. Artmed. 1990  _______.  São Paulo.  _________  Emília.  KRAMER.  Por  isso.  ________ Emília (org. Porto Alegre: ARTMED. 1992  _________  Profissão  Professor. São Paulo: Editora Cortez.  O  mundo  no  papel:  as  implicações conceituais e cognitivas da leitura e da escrita.    Bibliografia    ALARCÃO. I.  PALACIOS. Magaly Munhoz&LERNER. Porto Editora.) A produção de notações na  criança: linguagem. Alicia de Pizani. Produção oral com destino escrito. O construtivismo na sala de aula. Ática. Delia de Zunino.N. Delia.  Rio  de  Janeiro.  Pode ser tema da pesquisa de um aluno pesquisador:  1.  _______.  recomenda‐se  especial atenção à bibliografia empregada.  Delia  &  PIZANI. O real.  A.  Claudia. Porto Alegre: Artmed. Artmed.  tarefas  para  profissionais. São Paulo: Cortez Editora. 1997. Ana Maria. Os filhos do analfabetismo. TERUGGI. 1997. 2007  LERNER.  Porto  Editora. Myriam. 2001. (org.  Delia. Com todas as letras.  ___________ Myriam. Maribel M. A experiência pedagógica.  PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ‐ Introdução.

 Brasília:MEC/SEF. São Paulo.  ZABALA. a serem atendidas pela Instituição.PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Língua Portuguesa.  Porto Alegre.  Teresa. Porto Alegre: Editora Artmed. 2000.  h) Cronograma e plano de desenvolvimento dos encontros semanais de formação. São Paulo: Ática.  40  (quarenta)  alunos  pesquisadores  para  cada professor orientador. 1999  ___________ Compreendendo a leitura.  no  máximo. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. respeitados os  critérios  descritos  no  Regulamento. Seis Estudos de Psicologia.  D. 1997. Brasília:MEC/SEF.  Liliana.  TEBEROSKY.  TOLCHINSKY. 1999. Porto Alegre. Formação social da mente.  as  quais  deverão  comportar. 1997. 2003. Isabel.  e) Proposta com o número de classes de 1ª série do ciclo I do Ensino Fundamental. Artmed. contendo:  a) Dados cadastrais da Instituição. Estratégias de leitura.  2. J .  ementas  e  bibliografia  dos  cursos  de  Pedagogia e Letras. Porto Alegre.  Aprender  a  Ler  e  a  Escrever  ‐  uma  proposta  construtivista. 2001  REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL.  Ana.  PIAGET. que poderá ser responsável. Martins Fontes.  REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ‐ Brasília: MEC/SEF. Liliana & TEBEROSKY.  Educando  o  profissional  reflexivo:  um  novo  design  para  o  ensino  e  a  aprendizagem. Artmed. Além da alfabetização. São Paulo: Editora Ática.  g)  Descrição  dos  critérios  utilizados  para  formação  das  turmas  de  orientação  na  Instituição.  VYGOTSKY. Telma.  WEISZ.  140 . 1995.  b) Relação nominal  do(s) professor(es) orientador(es) destacados pela Instituição  de Ensino Superior. Porto Alegre: Artmed.S. 2003  SCHÖN. por 02 (duas) turmas.  Porto Alegre Artmed.      ANEXO II  Plano de Trabalho    Os  planos  de  trabalho  deverão  ser  apresentados  pelas  Instituições  de  Ensino  Superior. Datas e horários das reuniões. 1998. Leitura significativa.  TEBEROSKY.  SMITH. L. (org) A profissionalização dos formadores de professores.  contendo:  1. 1998. 1996.  PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES. com respectivo(s) currículo(s) anexo(s). 1999. Porto Alegre: Artmed.  f) Relação nominal dos alunos selecionados para atuar no Projeto.  d)  Apresentação  da  matriz  curricular. Ana. Explicitação dos temas a serem abordados nos encontros ao longo do ano.  Aprendizagem  da  Linguagem  Escrita  ‐  processos  evolutivos  e  implicações  didáticas. Artmed.  por Diretoria e Município.  COLOMER. no máximo. 2002  TOLCHINSKY. Forense ‐ 1967. P.  bem  como  os  números  dos  respectivos  registros  das  matrículas e históricos escolares.  2003. A Prática Educativa ‐ Como ensinar. Petrópolis. Vozes.  c) Indicação do interlocutor administrativo da Instituição.  PERRENOUD.  SOLÉ. Brasília:MEC/SEF. 10ª edição. São Paulo: Editora Ática. Antoni. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Frank. 1997. Ana.

 adolescentes e jovens.i)  Orientações  para  a  atuação  dos  alunos  pesquisadores.  conforme  projeto  pedagógico  constante  no  Anexo  I  desta resolução.    Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro"    Artigo  381  –  O  Prêmio  "Parlamentar  do  Futuro"  destina‐se  a  desenvolver  e  incentivar a consciência política nas crianças.  os  candidatos  que  tenham  sido  alunos  do  mesmo  estabelecimento no ano anterior.  formas  de  acompanhamento. art. RECUPERAÇÃO. no que couber.  141 .    Artigo  382  ‐  A  entrega  do  prêmio  de  que  trata  esta  seção  deverá  ser  efetivada  durante a realização da Sessão do Parlamento Jovem da Assembléia Legislativa do Estado de São  Paulo.  formação  e  avaliação.828/05.  terão  preferência  os  candidatos  com  domicílio  escolar  ou  oriundos  de  creches  situadas no setor abrangido pela escola. 1º. único alterado pela Lei nº 7.  (Lei nº 11. RENDIMENTO. por meio de pesquisa sobre a  dinâmica de funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.  (Lei nº 973/76. tendo como base as normas  curriculares gerais.  Parágrafo  único  –  Para  matrícula  nas  1ªs  séries  e  nas  vagas  remanescentes  das  demais  séries.  exceto  nas  1ªs  séries. 1º e 4º)      TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR    CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA.    Artigo 385 ‐ A escola poderá reclassificar os alunos. inclusive quando se tratar de  transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior.402/91)    Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro    Artigo 384 ‐ A Direção dos estabelecimentos que ministram o ensino fundamental  e  médio  deverão  proceder  à  matrícula  dos  alunos  estrangeiros  sem  qualquer  discriminação. AVALIAÇÃO. arts. REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR E  DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais    Artigo  383  ‐  Terão  preferência  para  matrícula  em  Escola  Estadual  de  ensino  fundamental  e  médio. na forma regulamentar. com o par.  j) Planilha de custos que demonstre a previsão mensal da aplicação dos recursos a  serem repassados pela Secretaria de Estado da Educação. as mesmas normas regimentais que disciplinam a matrícula de alunos  brasileiros nas escolas do sistema estadual de ensino.  observando.

  aquela  que  melhor  reflete  o  progresso  alcançado  pelo  aluno  ao  longo  do  ano  letivo. 1º e 2º)    Subseção II  Do Registro de Freqüência    Artigo  388  ‐  O  registro  de  freqüência  do  aluno  de  1ª  a  4ª  séries  do  ensino  fundamental será expresso em dias letivos. SE nº 61/07.(Del. 4º. ou  seja. arts. arts.  o  registro  das  sínteses  bimestrais e finais dos resultados da avaliação do aproveitamento do aluno.  (Res. registrando no Sistema as notas e freqüência dos alunos. 3º)     Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final    Artigo  389  ‐  Ao  final  do  semestre/ano  letivo.  Parágrafo  único  ‐  As  sínteses bimestrais  e  finais  devem  decorrer da  avaliação  do  desempenho  escolar  do  aluno. em cada componente  curricular.  simultaneamente. tendo em vista o  processo inicial de alfabetização. SE nº 61/07. arts.     Artigo 387 ‐ A partir do 3º bimestre de 2007.  realizada  por  diferentes  instrumentos  de  avaliação  e  de  forma  contínua e sistemática. a nota relativa ao último bimestre e a nota que expressará a avaliação final. art. 1º e 2º)    Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho    Artigo  386  ‐  Nas  escolas  da  rede  estadual  de  ensino.  o  professor  deverá  emitir. os registros de avaliação das 1ª e 2ª  séries  do  ensino  fundamental  a  serem  digitados  no  Sistema  de  Avaliação  e  Freqüência  ‐  SAF  se  restringirão aos componentes curriculares de língua portuguesa e matemática.     Artigo 391 ‐ A escola deverá assegurar que os resultados bimestrais e finais sejam  sistematicamente documentados.  (Res. será efetuado em escala numérica de notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez). SE nº 61/07. ao longo do bimestre e de todo ano letivo. CEE nº 16/97.  quando  menores. para  viabilizar  o  Boletim  Escolar  que  será  entregue  aos  respectivos  alunos  ou.  (Res.   Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho de  Classe  e  Série  emitir  o  parecer  sobre  a  situação final do aluno que deverá ser informada no Sistema de Cadastro de Alunos da SEE    Artigo  390  ‐  Será  considerado  como  patamar  indicativo  de  desempenho  escolar  satisfatório a nota igual ou superior a cinco.  por  componente curricular. 8º)    142 . 6º. conforme a escala numérica especificada no artigo 386.  aos  pais ou responsáveis. 5º. à exceção das disciplinas de educação física e arte.

Artigo 392 – As escolas da rede pública estadual ficam obrigadas a comunicar.  II – ao Conselho Tutelar.  de  acordo  com  seu  regimento. caso esta  seja exigida.  de  conteúdo  equivalente  ao  do  modelo  anexo.  III – à Vara da Infância e da Juventude.  ou  entregue  aos  mesmos  mediante  ciência  inequívoca. art.  as  dificuldades  observadas  de  aprendizagem bem como as recomendações aos próprios alunos.068/08. deve refletir o desempenho global do aluno durante o período letivo.  (Del. as fichas  individuais  das  avaliações  periódicas  constituem  documentos  indispensáveis  para  decisão  do  recurso pela autoridade responsável.  a  ocorrência  de  excesso  de  faltas  dos  alunos  regularmente  matriculados  no  ensino  fundamental e no ensino médio:  I – aos pais.   § 4º ‐ No caso de eventual recurso quanto ao resultado final da avaliação. 1º)     Subseção II  Do Pedido de Reconsideração    Artigo 395 ‐  No inicío  de cada  ano letivo.   § 3º ‐ É obrigatório o registro das observações mencionadas no parágrafo anterior.   § 2º ‐ Após cada avaliação periódica. afixado em data e local previamente  comunicados  aos  alunos  e  seus  responsáveis  legais. o professor responsável registrará em ficha  individual. art. CEE nº 11/96. por  escrito.  nos  demais casos. no conjunto dos  componentes  curriculares  cursados. SE nº 61/07. o resultado final da avaliação de que trata o caput  deste artigo será registrado em documento escolar próprio. ouvido o órgão próprio.  § 1º ‐ A comunicação a que se refere o caput tem caráter preventivo.  a  Escola  comunicará  aos alunos e  seus  responsáveis  legais  o  calendário  escolar  com  informações  sobre  o  direito  de  pedido  de  143 . aos pais e outras providências a  serem tomadas.  no  caso  de  alunos  com  nota  abaixo  da  média  da  classe  ou  com  conceito  insatisfatório  e. 1º)    Artigo  393  ‐  O  Centro  de  Informações  Educacionais  ‐  CIE  será  responsável  pelo  suporte técnico do Sistema de Avaliação e Freqüência. ficará a juízo do diretor. art.  § 1º ‐ Nos termos regimentais. 9º)    Seção IV  Da Avaliação do Aluno  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios    Artigo  394  ‐  O  resultado  final  da  avaliação  feita  pela  Escola.  com  preponderância  dos  aspectos  qualitativos  sobre  os  quantitativos e dos resultados obtidos durante o período letivo sobre os da prova final.  (Res.  § 2º ‐ A comunicação deverá ser feita quando for atingido o limite de 20% (vinte  por cento) das faltas. a fim de que  não seja ultrapassado o limite permitido de 25% (vinte e cinco por cento) de ausências. considerando as características individuais do aluno e indicando sua possibilidade de  prosseguimento de estudos .  (Lei nº 13.

   (Del.     Artigo  398  ‐  Em  caso  de  pedido  de  reconsideração.  no  final do período letivo.  deverá  ser  interposto até o 5º dia subseqüente à data de afixação ou ciência inequívoca prevista no § 1º do  artigo 394. verificar a inobservância. registrando‐os em Termo de Visita. dirigido ao Dirigente Regional de  Ensino  ou.  dirigido  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.     Artigo 397 ‐ No caso de não cumprimento dos artigos 394 e 395. 3º.  ouvida  a  Diretoria de Ensino. caberá pedido de  reconsideração. total ou parcial.  a  constituição  do  colegiado  será  definida  pela  direção  da  Escola. competirá ao Supervisor de  Ensino.  o  Diretor  da  Escola  decidirá  sobre o mesmo.  constituído por todos os  professores do aluno e  integrantes da equipe pedagógica.  Ocorrendo a hipótese de estarem afastados mais de 50% (cinqüenta por cento) dos professores do  aluno  requerente. arts. mediante  termo de ciência assinado pelo responsável.  colegiado nomeado ad hoc pela direção. do colegiado referido no caput deste artigo.  em  processo  apropriado a ser instaurado até o 3º dia subseqüente ao recebimento da representação. ou seu responsável legal. sendo legitimados como recorrentes o aluno.   Parágrafo único ‐ Esgotadas todas as possibilidades de solução na própria Escola. 4º e 5º)     Subseção III  Dos Recursos    Artigo 399 ‐ Da decisão da Direção da Escola caberá recurso do aluno ou.   §  2º  ‐  O  pedido  de  reconsideração. ao aluno ou ao  seu responsável.   144 .  por  força  de  recesso  escolar  ou  férias.   §  5º  ‐  Na  impossibilidade  de  reunião. na falta  deste. dirigido ao Diretor da Escola e posterior recurso.   § 4º ‐ A comunicação da decisão sobre o pedido de reconsideração.reconsideração  ou  recurso. o mesmo deverá reunir‐se até  o 8º dia do ano letivo subseqüente. 2º. CEE nº 11/96.  quando  for  o  caso.     Artigo 396 ‐ Divulgados os resultados das avaliações. em conformidade com a ação supervisora pertinente à avaliação realizada durante o ano  letivo.  quanto à inobservância do disposto nos artigos 394 e 395 o Supervisor de Ensino representará ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  que  decidirá  a  respeito  no  prazo  de  15  (quinze)  dias.  ao  órgão  equivalente  de  Supervisão  delegada  por  legislação  específica.  dirigido  ao  Diretor  da  Escola. caso em que  indicará à Direção da Escola os procedimentos necessários. ouvida a  Direção da Escola. do disposto nos artigos 394 e 395.  nos  termos  do  disposto  nos  artigos  398  e  399  incluindo  prazos  e  procedimentos.   §  3º  ‐  Não  havendo  na  Escola  procedimentos  que  garantam  ao  aluno  o  cumprimento  do  prazo  previsto  no  parágrafo  anterior. ouvido o órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição ou.   § 1º ‐ A ausência de professores do aluno requerente no colegiado de que trata o  caput  deste  artigo  apenas  se  justificará  em  caso  de  afastamento  das  respectivas  funções. deverá ser feita até o 10º dia subseqüente à interposição do pedido.  mediante  petição  escrita  e  fundamentada que será protocolada na Escola. do seu  responsável  legal.  o  pedido  de  reconsideração  poderá  ser  entregue até o 5º dia do mês em que se inicia o período letivo subseqüente.

   § 3º ‐ O recurso ao Dirigente Regional de Ensino deverá ser protocolado na Escola  até o 5º dia subseqüente ao conhecimento inequívoco pelo interessado da decisão do Diretor da  Escola.  os  aspectos  que  as  fundamentam  e  levar  em  consideração.  instruído  nos  termos  dos  parágrafos  1º  e  2º  deste  artigo.  ‐ ficha individual de avaliação periódica do aluno prevista no parágrafo 2º do artigo  394 .  ‐ diários de classe.  ‐ histórico escolar do aluno.  necessariamente. mediante termo  de  conhecimento  inequívoco.     Artigo  401  ‐  As  decisões  da  Escola  e  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverão  apontar  claramente  e  por  escrito.  um  dos  quais  o  supervisor  da  respectiva Escola.   145 .  devolvendo  o  expediente de imediato à Diretoria de Ensino.§ 1º ‐  O expediente deverá  ser  instruído  com cópia  do processo  de  que trata  do  pedido  de  reconsideração.  com  indicação  dos  critérios utilizados.   § 2º ‐ O expediente será ainda instruído com relatório elaborado pelo Supervisor  de Ensino da Escola.  após  o  pronunciamento  de  uma  Comissão  de.   §  4º  ‐  O  expediente.   § 1º ‐ O relatório da Comissão de Supervisores deverá levar em consideração. ao menos um dos seguintes aspectos:   a)  evidência  da  falta  de  procedimentos  pedagógicos  previstos  no  Regimento  Escolar  ou  proposta  pedagógica.   § 2º ‐ A escola comunicará ao interessado a decisão do recurso. visando à superação das deficiências de aproveitamento demonstradas pelo aluno.  deverão  ser  enviados  à  Diretoria  de  Ensino  em  sua  forma  original  ou  sob  a  forma  de  cópias  reprográficas  devidamente  autenticadas pela Escola:   1  ‐  Relatório  do  Supervisor  da  Escola  sobre  a  situação  (baseado  nos  termos  de  visita)  quanto  aos  aspectos  administrativos  e  pedagógicos  que  envolvam  a  análise  e  a  avaliação  dos seguintes documentos:   ‐ planos de ensino do componente curricular objeto da retenção.  até  o  5º  dia  subseqüente  ao  seu  recebimento. à vista dos documentos referidos no artigo 394 e parágrafos.  deverá ser encaminhado pela Escola à Diretoria de Ensino.  3  (três)  Supervisores  de  Ensino.  especialmente  os  de  reforço  e  recuperação.  no  mínimo.  ao  longo  do  ano  letivo. no  mínimo.  os  seguintes  documentos  abaixo  que.     Artigo 400 ‐ O Dirigente Regional de Ensino emitirá sua decisão de mérito sobre o  recurso  interposto.  contendo  os  fundamentos  da  decisão  adotada  pelo  colegiado  competente.  até  o  30º  dia  subsequente  ao  seu  recebimento. até o 5º dia subseqüente ao protocolo  do recurso.   b) atitudes discriminatórias contra o aluno.  ‐ projetos de recuperação e relatório de seu processo de realização.  ‐ projetos de adaptação e de seu processo de realização (quando for o caso). só se justificando a substituição deste último por afastamento de suas funções.  se  requisitados  por  ela.  2 ‐ Análise do expediente que trata de pedido de reconsideração informado pela  Escola.  ‐  projetos  de  avaliação  e  descrição  dos  seus  instrumentos.   ‐ atas das Reuniões Pedagógicas em que se analisou o desempenho dos alunos ao  longo e ao final do ano letivo.

 394)  FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO PERIÓDICA    1.     Artigo 406 ‐ Os recursos previstos nesta seção não têm efeito suspensivo.   (Del. de todos os recursos que receba. para  o interessado. para apreciação e julgamento.c)  inobservância  das  normas  regimentais  da  Escola.   d) inobservância de outras normas e leis aplicáveis.  que  poderá  ser  interposto  mediante  petição  protocolada  na  Escola ou na Diretoria de Ensino.   (Del. o indeferimento do seu pedido e. em igual prazo. Aluno:___________________________ 2. CEE nº 11/96. quanto aos órgãos educacionais.  Professor:____________________  3. 11. instruída com o expediente respectivo. Disciplina e Série: _________________ 4.  em  caráter  prioritário. esta o enviará até o 2º  dia subseqüente à Diretoria de Ensino que. arts. Nota do Aluno: _____________ 6. 6º. Recomendações do professor aos pais:______________________________________  146 . Período da avaliação:____________  5.  o  recurso  especial  será  apreciado. Nota Média da Classe: _________________  7. Recomendações do professor ao aluno:______________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  11.     Artigo 402 ‐  Da decisão do Dirigente Regional de Ensino. recuperação e promoção. devendo constar do prontuário do aluno cópias de  todas as decisões exaradas. providenciará sua remessa ao Conselho  Estadual de Educação. arts.  Número  de  alunos  da  classe  em  cada  conceito:_________________________________________________________________  9. 9º e 10)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 404 ‐ A inobservância dos prazos estabelecidos nesta seção acarretará.  Conceito  do  aluno:__________8.  observadas  as  normas  regimentais  para  apreciação  e  julgamento. caberá recurso especial  ao  Conselho  Estadual  de  Educação.     Artigo  405  ‐  A  documentação  do  pedido  de  reconsideração  ficará  arquivada  na  Escola e a do recurso na Diretoria de Ensino.  em  especial  as  referentes  a  avaliação.   Parágrafo único ‐ Recebido o recurso especial pela Escola. 12 e 13)    ANEXO (§ 2º do art. 7º. CEE nº 11/96. 8º.     Artigo  403  ‐  Protocolado  no  Conselho  Estadual  de  Educação. Principais dificuldades do aluno:  ________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________  10. a apuração de  responsabilidade das autoridades envolvidas.

  147 .  escolaridade anterior e competências.  § 1º –  Para os efeitos desta seção consideram‐se alunos do exterior aqueles que  freqüentaram. que pretende a equivalência de seus  estudos em nível de conclusão do ensino fundamental ou médio. a  Diretoria de Ensino levará em conta a análise da escolaridade do aluno e os seus direitos no país  de origem.  devem  solicitar  matrículas junto à unidade escolar.  (•) A Deliberação CEE nº 10/97 encontra‐se anexada a esta unificação. em cuja jurisdição residir. Providências do professor e da Escola para auxiliar o aluno: ______________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  13.  que  pretendam  prosseguir  seus  estudos  no  ensino  fundamental  ou  médio.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar. Outras observações: _____________________________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________    _________________    ______________________     ________________  Data e visto dos pais            Data e visto do Diretor           Data e visto do      ou responsável             Supervisor       Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior    Artigo 407 – A equivalência de estudos realizados no exterior em nível do ensino  fundamental e médio.    Artigo 410 – Alunos do sistema brasileiro. exclusivamente ou por período superior a dois anos.  Parágrafo único – Para declarar a equivalência de estudos em nível de conclusão.  § 2º –  São considerados como alunos do sistema brasileiro de ensino aqueles que  freqüentam escola no exterior por período de até dois anos. deve apresentar sua solicitação  diretamente na Diretoria de Ensino.    Artigo 408 – Aluno do exterior. deve requerer matrícula diretamente na unidade escolar de seu  interesse.  deve  classificar  o  aluno  levando  em  conta  seu  grau  de  desenvolvimento. que pretende prosseguir seus estudos em cursos  de ensino fundamental e médio. comparando‐a com as exigências do sistema brasileiro. escolas sediadas fora do país. nos termos da Deliberação CEE nº 10/97 (•). tal como definido no § 2º do artigo 407. regula‐se pelo disposto nesta  seção.    Artigo 409 – Aluno proveniente do exterior.________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  12.  de  acordo  com  sua  proposta  pedagógica  e  seu  regimento. no sistema de ensino do Estado de São Paulo.

    Artigo  411  –  Na  análise  da  documentação  trazida  pelo  aluno  proveniente  do  exterior.  para  verificar  a  autenticidade  da  documentação.  comunica  o  fato  ao  solicitante. se  menor  de  idade.  providencia encaminhamento ao órgão competente. o Diretor da Escola deverá explicitá‐la.    Artigo 414 ‐ Havendo dúvidas quanto à exatidão. encaminhando‐o à Diretoria de Ensino da área  de jurisdição da Escola a que ele se refere. no que tange à conclusão de curso.  determina  à  Escola  a  emissão de novo documento. conforme o caso:  I ‐ comprovada a regularidade dos registros.  observando  as  normas  legais  vigentes e os meios técnicos disponíveis.    Artigo  415  ‐  Recebida  a  documentação  na  Diretoria  de  Ensino. o responsável pela análise poderá:  I – solicitar tradução da documentação.  adotando  os  seguintes  procedimentos. 5º e 6º)      Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares    Artigo  413  ‐  O  Diretor  da  Escola  deverá  proceder  à  minuciosa  verificação  da  documentação  escolar  apresentada  para  efetivação  da  matrícula. 4º. arts.    Artigo 416 ‐ Nos casos a que se refere o inciso IV do artigo anterior.  II  ‐  constatada  incorreção.Parágrafo único – A unidade escolar levará em conta o disposto no parágrafo único  do  artigo  408  .  III  ‐  verificada  irregularidade  na  vida  escolar  do  aluno  passível  de  regularização.  Parágrafo  único  –  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá  avocar  qualquer  processo sempre que houver interesse.   148 .  IV  ‐  constatada  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade. sempre que entender necessária para sua  compreensão.  não  podendo  contudo  decidir  de  forma  que  aluno  tenha  seus  estudos  comprimidos. 3º. em caso de necessidade. facultando‐lhe ampla defesa e produção de provas. dando ciência do fato ao solicitante. CEE nº 21/01. 1º.  falha  ou  omissão  nos  registros. confirma a autenticidade e devolve o  documento ao solicitante. a escola que  solicitou a conferência deve convocar o interessado representado por seu pai ou responsável.  imediatamente  após  a  constatação  da  irregularidade  para  tomar  a  termo  suas  declarações.  (Del.  pelo  meios  possíveis. confirma sua autenticidade e devolve ao solicitante.    Artigo 412 – De qualquer decisão.  II  –  diligenciar.  o  Supervisor  responsável  pela  Unidade  Escolar  efetuará  a  sua  verificação. caberá sempre recurso ao Conselho Estadual de  Educação. 2º. solicitando a competente e eficaz verificação. autenticidade ou legitimidade do  documento.

 a anulação será  feita por meio de portaria do Dirigente Regional de Ensino. que tomará as providências pertinentes ao caso.  encaminhando os atos anulatórios às Coordenadorias de Ensino. caso o  aluno tenha realizado estudos em nível superior. em São Paulo.    Artigo  419  ‐  Quando  a  matrícula  for  instruída  com  documentação  que  suscite  dúvidas. para publicação em Diário Oficial.  149 .  deve  o  Diretor  da  Escola  onde  o  interessado  tenha  usufruído  direitos  indevidos. proceder à anulação dos mesmos.§1º ‐ O resultado do procedimento deve ser comunicado à escola a que se refere o  documento.  cabe  ao  Diretor da Escola a que os documentos se referem. nos termos do artigo 418.  Convênios  ou  Termos  de  Cooperação  Técnica. 418.    Artigo 421 ‐ Aplicam‐se as disposições desta subseção aos casos de documentação  enviada para conferência por instituições de ensino superior e outros órgãos.  III  ‐  concluir  e  encaminhar  o  processo  à  Coordenadoria  de  Ensino  à  qual  está  jurisdicionada.  homologada pelo Supervisor de Ensino.  anular  os  atos  escolares  praticados  pelo  aluno  e  possíveis  documentos  emitidos.  Parágrafo  único  ‐  Confirmada  a  falta  de  autenticidade  ou  idoneidade  da  documentação.  inclusive publicação  em  DOE e  não  tendo  o  interessado  atendido  à  convocação  no  prazo  fixado  pela  autoridade  competente.    Artigo  417  ‐  Comprovada  a  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.  devem ser adotados os procedimentos previstos nos artigos 417.   § 2º ‐  Utilizados todos  os meios de  comunicação.  II ‐ oficiar ao Conselho Regional da Categoria para o caso de o aluno ter cursado  habilitação profissional. 419 e 420.    Artigo  423  ‐  As  situações  que  não  se  enquadrem  nesta  subseção  deverão  ser  encaminhadas às respectivas Coordenadorias de Ensino.    Artigo 422 ‐ As instituições com sistema de supervisão próprio.  mediante  portaria  que. a convocação  do interessado deverá ser procedida pela escola a que se refere o documento escolar.  mediante  Resolução. nos termos do artigo  417.    Artigo 418 ‐ Após a publicação de anulação de documentos. o Diretor da Escola  deve  solicitar  a  conferência  diretamente  aos  órgãos  das  respectivas  Secretarias  de  Estado  da  Educação.  Parágrafo único ‐ Para as situações previstas no caput deste artigo. a Diretoria de Ensino tomará as seguintes providências:  I ‐ oficiar ao órgão representativo do Ministério da Educação.  Parágrafo único ‐ Em se tratando de escola extinta ou inexistente. devem ser tomadas as providências previstas nos artigos 416 e 418. por delegação do  Secretário  da  Educação  do  Estado  de  São  Paulo. conforme a área de localização  da escola. expedida por escolas ou instituições de outros Estados da Federação.  no  que  couber. mediante  portaria a ser homologada pelo Supervisor de Ensino e encaminhada para a publicação no Diário  Oficial pelo Dirigente Regional de Ensino.  seguirão  as  instruções  contidas  nesta  subseção. será encaminhada pelo Dirigente Regional de Ensino para  publicação no Diário Oficial.    Artigo  420  ‐  Após  a  anulação  dos  atos  escolares  e  possíveis  documentos  expedidos.

    Artigo 430 ‐ Compete ao Diretor da Escola:  I – atender e entrevistar o candidato.  aplicar‐se‐ão  as  disposições  da  subseção  anterior. 1º. na forma desta subseção.  II – marcar a data para a realização da prova de escolaridade. CEE nº 18/86.  § 1º ‐  A parte  interessada em recorrer.  considerando‐se a situação específica de cada aluno.    Artigo 426 ‐ A análise dos protocolados referentes à regularização de vida escolar  obedecerá às disposições da Indicação CEE nº 8/86 (•). 3º)    Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade    Artigo 429 ‐ A realização da prova de escolaridade para clientela não escolarizada  ou semi‐alfabetizada. encontra‐se anexada a esta unificação. art. integrante da Deliberação CEE nº 18/86. com idade igual ou superior a 14 anos.2. após  ciência da decisão. deverá fazê‐lo no prazo de 10 dias.  Parágrafo  único  –  Somente  após  encerrado  o  processo  apuratório  de  eventuais  irregularidades  no  funcionamento  da  escola.05.  (•) A Indicação CEE nº 8/86. através de diligência ou sindicância.  (Res. será regida pelas disposições desta seção. arts.  § 2º ‐ O órgão recorrido terá o prazo de 30 dias para decidir o recurso. em nível de conclusão de uma das  quatro primeiras séries do ensino fundamental.  150 . 1º a 11)    Subseção II  Dos Procedimentos para Tramitação de Expedientes/Processos de Regularização de Vida Escolar    Artigo 424 – A Secretaria da Educação procederá à regularização de vida escolar de  alunos do ensino fundamental e médio do sistema estadual de ensino.  III – designar um ou mais professores para:  a)  elaborar as provas. 3º e 4º)    Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor    Artigo 428 ‐ Quando a irregularidade na vida escolar do aluno ensejar suspeita de  ação dolosa por parte da Direção de Escola ou de seus Mantenedores ou ainda de funcionários de  órgão da Pasta. para fins de ingresso no mercado de trabalho ou  prosseguimento de estudos.  conforme a legislação em vigor.    Artigo  427  ‐  Da  decisão  das  escolas  e  Diretorias  de  Ensino  caberá  recurso  ao  Conselho Estadual de Educação.s.  (Del. apurar‐se‐á preliminarmente esta suspeição. art. SE nº 307/86.    Artigo 425 ‐  O  Conselho Estadual de Educação poderá  avocar  ex officio qualquer  protocolado que trate de regularização de vida escolar. 2º.(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.

  o  qual  deve  ser  objeto  de  recuperação  contínua  e  paralela.  (Res.  com  a  conseqüente  matrícula. em função da idade. arts. a análise e o parecer conclusivo sobre o nível  de escolaridade atingido pelo candidato.  c) corrigir e emitir.   § 1º ‐ O regime de que trata este artigo pode ser organizado em um ou mais ciclos.   § 3º ‐ O regime de progressão continuada deve garantir a avaliação do processo de  ensino‐aprendizagem. na série ou termo definido no competente atestado expedido.  a  qual  indicará  a  necessidade  de  eventuais  estudos  de  aceleração  ou  de  adaptação.   § 2º ‐ No caso de opção por mais de um ciclo.  IV – Com base no parecer conclusivo do professor. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada  Subseção I  Da Progressão Continuada    Artigo  433  –  O  regime  de  progressão  continuada. tanto para ingresso no mercado de trabalho como para  prosseguimento de estudos e.  b) a finalidade do mesmo. 1º.  § 1º ‐ A prova de escolaridade será arquivada na Escola. na própria prova. neste caso.  mantida  preferencialmente a matrícula no período adequado.b) estabelecer os critérios para avaliação das mesmas. que não poderá ultrapassar ao de conclusão de  4ª série do ensino fundamental. se necessário.  a  partir  de  resultados periódicos parciais e.  realizada  por  professor  designado  pela  direção  da  escola.   §  3º  ‐  A  avaliação  de  competências  poderá  indicar. SE nº 310/89.   § 1º ‐ O mesmo referencial será adaptado para matrícula nas etapas subseqüentes  à inicial.  via  regular ou estudos equivalentes.  §  2º  ‐  A  Escola  deverá  manter  livro  próprio  para  registro  dos  dados  pessoais  do  candidato bem como dos elementos citados nas alíneas “a” e “b” do inciso IV deste artigo. datando‐a e assinado‐a no seu final. devem ser adotadas providências  para que a transição de um ciclo para outro se faça de forma a garantir a progressão continuada. no final de cada período letivo.  ainda. expedir o respectivo atestado.  151 . nas diretrizes curriculares nacionais e na base  nacional  comum  do  currículo.  no  ensino  fundamental  do  Sistema de Ensino do Estado de São Paulo terá duração de oito anos.  especificando:  a) o nível de escolaridade atingido.    Artigo  431  ‐  O  Diretor  da  Escola  envidará  todos  os  esforços  no  sentido  de  incentivar  o  candidato  ao  prosseguimento  de  seus  estudos.    Artigo  432  ‐  Competem  às  Diretorias  de  Ensino  a  orientação.  com  fundamento nos conteúdos mínimos obrigatórios.  bem  como  a  avaliação  de  competências. 3º. que deverá ser obrigatoriamente proporcionada pelas redes públicas de ensino  fundamental.  o  controle  e  o  acompanhamento do processo previsto nesta seção.   § 2º ‐ A matrícula do aluno transferido ou oriundo de fora do sistema estadual de  ensino  será  feita  tendo  como  referência  a  idade.    Artigo 434 ‐ A idade referencial para matrícula inicial no ensino fundamental será a  de seis anos. a série ou termo a que tem direito a matricular‐se.  a  necessidade  de  educação especial.

   VI ‐ controle da freqüência dos alunos.   III  ‐  atividades  de  reforço  e  de  recuperação  paralelas  e  contínuas  ao  longo  do  processo e. fornecendo‐lhes informações sistemáticas sobre freqüência e aproveitamento escolar.  Artigo  435  ‐  O  projeto  educacional  de  implantação  do  regime  de  progressão  continuada deverá especificar.   IV ‐ meios alternativos de adaptação. as escolas de ensino fundamental devem. ao final de ciclo ou nível. CEE nº 9/97.  (Del.   §  3º ‐  Os  estabelecimentos  de ensino  de  municípios  que  tenham  organizado  seu  sistema de ensino terão seu projeto educacional apreciado pelo respectivo Conselho de Educação.   IX ‐ dispositivos regimentais adequados. de reclassificação. junto aos alunos faltosos e  respectivos professores. mecanismos que assegurem:   I ‐ avaliação institucional interna e externa.     Artigo  437  ‐  Cabe  à  supervisão  de  ensino  do  sistema  orientar  e  acompanhar  a  elaboração  e  a  execução  da  proposta  educacional  dos  estabelecimentos  de  ensino. no âmbito da escola. implementação e avaliação do projeto. de  reconhecimento.   VII ‐ contínua melhoria do ensino. além daquelas a serem adotadas no âmbito  do próprio estabelecimento de ensino.   V ‐ indicadores de desempenho. inclusive no que se refere à freqüência dos mesmos. de avanço.  verificando  periodicamente os casos especiais previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 434.  de  modo  a  permitir  a  apreciação  de  seu  desempenho em todo o ciclo. dos Conselhos Tutelares e do CONDECA. se necessárias.     Artigo 436 ‐ Com o fim de garantir a freqüência mínima de 75% por parte de todos  os alunos. arts.   X  ‐  articulação  com  as  famílias  no  acompanhamento  do  aluno  ao  longo  do  processo. 1º ao 5º)          152 . conduzindo a uma avaliação  contínua  e  cumulativa  da  aprendizagem  do  aluno.  devendo os demais  encaminhar  seus projetos  à  apreciação  da  respectiva  Diretoria  de  Ensino  do  Estado.   II ‐ avaliações da aprendizagem ao longo do processo. de reforço.   §  1º  ‐  Os  projetos  educacionais  da  Secretaria  da  Educação  e  das  instituições  de  ensino  que  contem  com  supervisão  delegada  serão  apreciados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. entre outros aspectos. tomar as seguintes providências:  I  ‐  alertar  e  manter  informados  os  pais  quanto  às  suas  responsabilidades  no  tocante à educação dos filhos.   II ‐ tomar as providências cabíveis. de aproveitamento e de aceleração de estudos.   VIII ‐ forma de implantação.   III ‐ encaminhar a relação dos alunos que excederem o limite de 25% de faltas às  respectivas  Diretorias  de  Ensino.   § 2º ‐ Os projetos educacionais dos estabelecimentos particulares de ensino serão  apreciados pela respectiva Diretoria de Ensino.  para  que  estas  solicitem  a  devida  colaboração  do  Ministério  Público.

  as  disciplinas  em  que  não  obtiveram  êxito  no  período  letivo  anterior. com cópia anexada  ao prontuário do aluno. no máximo.  § 5º ‐ Para o aluno da própria escola a reclassificação deverá ocorrer. devidamente assinado e homologado pelo Diretor de Escola. regular ou  supletivo.  poderão  dar  continuidade  à  sistemática até então adotada. em regime  de  progressão  parcial  . por docente(s) da unidade escolar  indicado(s) pelo Diretor de Escola.  em  série  mais  avançada  do  ensino  fundamental e médio.  (Res.  §  1º  ‐  A  avaliação  de  competências  deverá  ser  realizada. com base nos  resultados de avaliação diagnóstica.  II  –  solicitação  do  próprio  aluno  ou  seu  responsável  mediante  requerimento  dirigido ao Diretor da Escola.  §  3º  ‐  Os  resultados  das  avaliações  serão  analisados  pelo  Conselho  de  Classe  ou  Série. contemple ou venha a contemplar a flexibilização curricular.  a  critério  da  escola  e  conforme  sua  disponibilidade.    Artigo  441  ‐  A  reclassificação  definirá  a  série  adequada  ao  prosseguimento  de  estudos  do  aluno.  não  tiverem  sido  promovidos em até 3 disciplinas. nos termos desta subseção. cuja proposta pedagógica para o ensino médio.    Artigo 439 ‐ As escolas.  (Res. em qualquer  época do período letivo.  § 2º ‐ Poderá ser reclassificado o aluno que não obteve freqüência mínima de 75%  do total de horas letivas para aprovação no ano anterior. 1º e 2º)    Seção IX  Do Processo de Reclassificação    Artigo  440  ‐  A  reclassificação  de  alunos. arts. SE nº 20/98. ocorrerá a partir de:  I – proposta apresentada  pelo professor ou professores do aluno.  concomitantemente  ou  não.  podendo  cursar. com dependência cursada  mediante  orientação  de  estudos  e  freqüência  optativa  do  aluno. para o aluno recebido por transferência ou oriundo de  país estrangeiro. com ou sem documentação comprobatória de estudos anteriores.Subseção II  Da Progressão Parcial    Artigo  438  ‐  As  escolas  que  mantêm  ensino  médio  poderão  adotar  a  progressão  parcial  de  estudos  para  alunos  que.  após  estudos  de  reforço  e  recuperação.  até  15  dias  após  solicitação do interessado.  até o final do primeiro bimestre letivo e. SE nº 21/98. 1º e 2º)        153 . arts.  § 4º ‐ O parecer conclusivo do Conselho de Classe ou Série será registrado em livro  de ata específico.  Parágrafo único – Os alunos serão classificados na série subseqüente.  tendo  como  referência  a  correspondência  idade/série  e  a  avaliação  de  competências nas matérias da base nacional comum do currículo.  bem  como  a  necessidade  de  eventuais estudos de adaptação.  que  indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  classificado. por meio da progressão parcial.

  procedentes  da  3ª  e/ou  4ª  série.  § 3º ‐ Caberá às Coordenadorias de Ensino:  1  ‐  identificar  as  Diretorias  de  Ensino  que  apresentam  os  maiores  índices  de  defesagem idade/série.  § 1º ‐ Será considerado aluno com defasagem idade/série aquele que ultrapassar  em 2 ou mais anos de idade prevista.  2  ‐  níveis  de  avanços  e  graus  de  dificuldades  encontrados  pelos  alunos  no  desenvolvimento das atividades propostas. procedentes da 1ª e/ou 2ª série.  com  11  anos  ou  mais de idade. totalizando 30 horas semanais. conjuntamente.  no  Ensino  Fundamental  contemplará os alunos matriculados de 1ª a 4ª série. com as Diretorias de Ensino e os diretores das escolas   quais unidades escolares que poderão implantar Classes de Aceleração.  por  meio  da  implantação  de  Classes  de  Aceleração  integradas às séries desse grau de ensino. para a série.    Artigo 444 ‐ O critério para implantação das classes de aceleração será o índice de  defasagem idade/série dos alunos matriculados no Ensino Fundamental.    Artigo 446 ‐ A avaliação do aproveitamento escolar deverá resultar da análise do  processo de desenvolvimento do aluno e ter como objetivos:  I ‐ detectar as defasagens e  necessidades do processo de ensino aprendi‐zagem.  gradualmente.  §  2º  ‐  A  implantação  a  se  efetivar. 25 alunos e funcionarão com carga de 5 horas diárias.  2 ‐ definir.    Artigo 445 ‐ As classes de aceleração serão organizadas em 2 ciclos ‐ Aceleração I e  Aceleração II.  2 ‐ supervisionar a ação pedagógica.Seção X  Das Classes de Aceleração    Artigo  442  –  A  rede  estadual  de  ensino  pode  promover    a  Reorganização  da  Trajetória  Escolar  no  Ensino  Fundamental. objeto da respectiva matrícula.  § 4º ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  1 ‐ acompanhar o processo de organização e instalação das classes de aceleração   nas UEs. no mínimo. 20 e.  Parágrafo  único  ‐  A  organização  curricular  deverá  pautar‐se  pela  Proposta  Pedagógica  das  Classes  de  Aceleração  no  Ensino  Fundamental  e  ser  flexibilizada  da  maneira  a  explicitar:  1 ‐ formas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos alunos.  154 .  II  ‐  Aceleração  II  para  alunos.  no máximo.  3 ‐  alternativas de retomada  dos conteúdos curriculares. com 10 anos ou mais  de idade.    Artigo  443  ‐  As  Classes  de  Aceleração  visam  a  eliminar  distorção  idade/série  no  Ensino  Fundamental  por  meio  da  implantação  de  uma  estrutura  didático‐pedagógica  própria.  I ‐ Aceleração I para alunos.  Parágrafo único ‐ As classes de aceleração serão constituídas de.  inserida  na  proposta  educacional  da  escola  e  flexibilizada  em  termos  de  seriação  e  organização  curricular.

  ou  por  qualquer  outra  forma pedagogicamente recomendável.  farão  jus  a  seis  horas  de  trabalho  pedagógico. 5º. 3º.  1º  ao  5º  ano  do  ensino  fundamental. 1º.  4)  à  atuação  direta  e  diversificada  dos  professores  no  atendimento  das  necessidades  de  aprendizagem  dos  alunos.  elementos  para  emissão  de  parecer  conclusivo  do  professor. deverá ser programado.  § 2º ‐ O atendimento. documentado e previamente divulgado aos pais.  ou  Ciclo  de  Aceleração  II  e  os  alunos  do  Ciclo  de  Aceleração  II  serão  promovidos para a 5ª série. na forma prevista no item 4 do parágrafo anterior.  indicativo  das  possibilidades  de  continuidade  de  estudos. 2º.  ou  5ª  série. nas aulas a  esse fim destinadas.  a  ser  homologado  pelo  Conselho de ciclo ou série.  objetivando  superar  as  dificuldades encontradas pelos alunos no processo de escolarização.  capacitação  e  acompanhamento  técnico.  § 2º ‐ Os alunos do Ciclo de Aceleração I.  de  forma  continua  e  imediata.  155 .  3) à avaliação sistemática e regular do processo de recuperação contínua.    Artigo 447 ‐ Ocorrendo transferências ao longo do ano letivo.4º.  § 1º ‐ Todo trabalho de recuperação desenvolvido pelos professores.  § 1º ‐ O processo de evolução do aluno deverá ser objeto de registro sistemático   por parte do professor. SE nº 77/96. conforme Ficha  de Avaliação a ser encaminhada às Diretorias de Ensino e   2  ‐  ao  final  do  ano  letivo.  nível  de  conhecimento. o professor indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  matriculado.  submetendo  seu  parecer  à  homologação  do  Conselho de Ciclo ou Série. serão promovidos para a  4ª  série. 6º e 7º )    Seção XI  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  449  ‐  A  partir  de  2010. de forma a permitir :  1 ‐ por semestre.  individualmente  ou  em  grupos  previamente  constituídos. a unidade escolar deverá  se  reorganizar  continuamente  de  modo  a  assegurar  o  desenvolvimento  de  todos  os  recursos  disponíveis para a recuperação previstos nesta seção.  2)  ao  acesso  a  subsídios  pedagógicos  que  auxiliem  o  professor  em  sala  de  aula.  propiciando situações didáticas adequadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem.  §  1º  ‐  A  carga  horária  de  trabalho  pedagógico  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  destina‐se:  1) à atuação direta dos professores em intervenções pedagógicas que superem as  dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos nas aulas regulares.  (Res.II  ‐  propor  alternativas  para  superação  das  dificuldades  e  aprofundamento  do  conhecimento. poderá  ocorrer  com  agrupamento  de  alunos  por  série.  oportunidades  de  estudos  de  recuperação. síntese do desempenho escolar de cada aluno.    Artigo 450 ‐ Para atendimento à recuperação contínua.    Artigo  448  ‐  O  trabalho  docente  das  escolas  que  vierem  a  implantar  Classes  de  Aceleração  contará  com  o  apoio  dos  documentos  específicos.  para  garantir. devendo as escolas serem supridas com recursos didáticos e materiais adequados. ao final do ano.  todos  os  professores  do  ciclo  I. arts.

  das  escolas  da  rede  pública  156 . quando necessárias.  d)  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.  c) coordenar. as respectivas propostas.  destinados  aos  alunos  dos  cursos  regulares  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e  do  ensino  médio.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar.  g)  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  desenvolvidas  pela  Diretoria  de  Ensino. o resultado  alcançado ao longo dos estudos de recuperação.  quando  devidamente  apresentados  e  justificados  pela  Direção  e  Supervisão  de  Ensino. implementar e acompanhar as propostas aprovadas.    Artigo 451 ‐ Na  viabilização das atividades de recuperação dos alunos.  § 1º ‐ A continuidade da presente proposta para os anos seguintes dependerá dos  resultados obtidos na avaliação a que está sujeita a proposta. os critérios  de agrupamentos de alunos e ou de formação de grupos.  § 3º ‐ Continua vigendo o Projeto Intensivo no Ciclo ‐ PIC.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  aprovação. em conjunto com os professores envolvidos.  justificando  a  necessidade de sua continuidade. providenciando  as reformulações. no ano de 2010.  serão  decididos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino. os critérios de encaminhamento e a forma de realização.    Artigo 452 ‐ As turmas e as matrículas dos alunos encaminhadas para recuperação  paralela serão cadastradas em opção específica no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de  São Paulo. ao final de cada bimestre.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.    Artigo 453 ‐ O processo de recuperação contínua criado e implantado nos termos  desta seção será acompanhado e avaliado pela Diretoria de Ensino. nos registros de avaliação  dos alunos.  (Res. quando necessário.  b) definir. arts. juntamente com o professor responsável pela recuperação.  §  2º  ‐  Os  casos  omissos.  consultada  previamente a equipe do Ciclo I da CENP. caberá ao  Diretor e ao Professor Coordenador:  a) elaborar.  e)  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis. 1º a 8º )    Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio    Artigo  454  ‐  Os  estudos  de  recuperação. a definição do local.§ 2º ‐ Deverão ser lançados.  f)  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  após  a  devida  análise  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  da  Oficina  Pedagógica  responsável  pelo  Programa  “Ler  e  Escrever”. ao final do semestre. SE nº 92/09. os resultados alcançados nos estudos de recuperação. Coordenadorias e Equipe do  Ciclo I da CENP.

  oportunidades  de  superação das dificuldades encontradas ao longo de seu processo de escolarização.  § 1º ‐ Excepcionalmente. saberes e conceitos não compreendidos pelos alunos.  tão  logo  diagnosticadas  as  dificuldades  de  aprendizagem.  priorizem  as  ações  resultantes  de  reuniões de trabalho e/ou formação coletiva. das HTPCs ‐ Horas de  Trabalho Pedagógico Coletivas e das Orientações Técnicas promovidas pela Diretoria de Ensino.  III ‐ participar dos conselhos de classes dos alunos atendidos.  como  um  direito  garantido  aos  alunos  desses níveis de ensino.  paralela  e  ao  final  do  ciclo.  como  recuperação  contínua  ou  paralela.  157 .    Artigo 458 ‐ O apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem  de atendimento específico dar‐se‐á:  I ‐ prioritariamente.    Artigo  456  ‐  As  unidades  escolares  com  classes  de  ensino  regular  de  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e/ou  de  ensino  médio  passarão  a  contar  com  conjuntos  indivisíveis  de  10  (dez)  aulas  de  Língua  Portuguesa  e  de  10  (dez)  aulas  de  Matemática. organizados  por classe/série.  2  (dois)  conjuntos  de  cada disciplina. devem:  I ‐ constar da proposta pedagógica da escola e ser organizada mediante proposta  do  Conselho  de  Classe/Ano  e  ou  do  Professor  Coordenador  e  implementada  de  acordo  com  o  disposto nesta seção. quando se tratar de atribuição. a docente efetivo  incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente.  II  ‐  escolas  com  16  (dezesseis)  a  29  (vinte  e  nove)  classes. a título de carga suplementar.  II  ‐  subsidiar  os  demais  professores  das  disciplinas  previstas  nesta  seção  no  desenvolvimento da recuperação contínua.  na seguinte conformidade:  I ‐ escolas com até 15 (quinze) classes.  organizar  as  formas  e  o  tempo  de  atendimento  necessários  à  superação das dificuldades dos alunos.  Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  Equipe  Gestora.  como  um  mecanismo  que  busca  desenvolver  e/ou  resgatar  as  competências  e  as  habilidades  necessárias  à  interação  do  aluno com os conteúdos do currículo que vêm sendo trabalhados pelos docentes.  juntamente  com  os  professores  responsáveis  pela  recuperação. por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios. e  III ‐ escolas com 30 (trinta) ou mais classes.    Artigo 457 ‐ A atribuição das aulas a que se refere o parágrafo 2º do artigo anterior  deverá recair em docente que se enquadre no perfil requerido ao desenvolvimento do projeto e  que se comprometa a:  I ‐ assistir e apoiar todos os alunos dos turnos de funcionamento do ciclo II e/ou do  ensino médio. que necessitem desse atendimento.  § 2º ‐ A atribuição das aulas de que trata este artigo processar‐se‐á de acordo com  a legislação vigente sobre o assunto.  II  ‐  ser  assegurados  ao  aluno  de  forma  imediata.  visam  a  garantir  de  forma  contínua.    Artigo  455  ‐  Os  estudos  de  recuperação. 3 (três) conjuntos de cada disciplina.  destinadas  ao  desenvolvimento das atividades de recuperação que se fizerem necessárias ao longo do ano letivo. 1 (um) conjunto de cada disciplina.estadual. em grupos de alunos do mesmo nível de ensino.  III  ‐  se  constituir  em  propostas  próprias  que. a composição do conjunto de aulas poderá ser reduzida  para 8 (oito) aulas. pontuem as intervenções pedagógicas viabilizando a  retomada dos conhecimentos.

 caberá:  I ‐ identificar as dificuldades dos alunos. quando inferior à obtida na recuperação.  V ‐ incorporar os resultados da avaliação das atividades de recuperação na síntese  do desempenho bimestral do aluno. em conjunto com os professores envolvidos. com indicação de recuperação paralela. com parecer conclusivo do Supervisor de Ensino. na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina. de um trabalho específico. definir os conteúdos. dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos  de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno. aferindo os avanços conquistados. registrando esses resultados e substituindo a nota do aluno  no bimestre.II  ‐  em  caráter  excepcional.  V ‐ avaliar continuamente os alunos atendidos.  caberá:  I  ‐  identificar  detalhadamente  as  dificuldades  de  aprendizagem  dos  alunos  apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta seção.  organização  e  desenvolvimento da recuperação contínua.    Artigo  458  A  ‐  Aos  professores  das  disciplinas  de  Língua  Portuguesa  e  de  Matemática da grade curricular do ciclo II e/ou do ensino médio.    Artigo 458 C ‐ Ao Diretor de Escola e ao Professor Coordenador caberá:  I ‐ elaborar.  quais  os  alunos  que  necessitam  de  recuperação desde o início do ano letivo subsequente explicitando quais as dificuldades a serem  sanadas.  158 .  III  ‐  elaborar.  promovidos para o ciclo II.  bem  como  com  os  concluintes  do  ciclo  I. as expectativas de  aprendizagem  e  os  procedimentos  avaliatórios  a  serem  adotados.  II  ‐  desenvolver  atividades  significativas  e  diversificadas  que  levem  o  aluno  a  superar suas dificuldades de aprendizagem. para superação das dificuldades diagnosticadas.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  conjunta  da  Supervisão  de  Ensino  e  da  Oficina Pedagógica e posterior aprovação pelo Dirigente Regional de Ensino.  para  aqueles  alunos  que  necessitam.  no  Conselho  de  Classe  Final.  explicitando  a  natureza  das  competências.  VI  ‐  zelar pela  incorporação e registro dos resultados da  avaliação das atividades  de recuperação.  a  proposta  de  recuperação a ser aprovada pelo Dirigente Regional de Ensino.    Artigo  458  B  ‐  Aos  docentes  responsáveis  pelas  aulas  de  recuperação  paralela. em ata. as respectivas propostas.  III  ‐  utilizar  diferentes  materiais  e  ambientes  pedagógicos  que  favoreçam  a  aprendizagem do aluno. temporariamente.  IV  ‐  definir.  IX  ‐  subsidiar  os  professores  da  respectiva  disciplina  na  seleção.  VII ‐ cuidar do registro.  II  ‐  avaliar  sistematicamente  o  desempenho  dos  alunos.  e  de  forma  individualizada. desde o início do ano letivo. após a devida apreciação conjunta  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  de  Oficina  Pedagógica  da  respectiva  disciplina.  habilidades  e  conteúdos  que  deverão  ser  desenvolvidos  com  os  alunos  que  apresentam  necessidades  educacionais  especiais.  juntamente  com  o  Professor  Coordenador. com vistas a sinalizar o tempo necessário  de permanência deles na recuperação.  IV ‐ manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com  o respectivo Professor Coordenador.  registrando  os  avanços  observados em sala de aula e na recuperação paralela.  com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação.

 os critérios de encaminhamento e a forma de realização.  II ‐ orientar.  III  ‐  coordenar.  em  conjunto  com  a  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  I ‐ acompanhar e avaliar a execução das atividades desenvolvidas pelas Diretorias  de Ensino nas diferentes formas de recuperação. os  grupos e as matrículas dos alunos serão cadastrados em opção específica no Sistema de Cadastro  de Alunos do Estado de São Paulo.  serão  decididos  pelo  159 .    Artigo  458  E  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  de  Ensino. os impactos das atividades de recuperação  no desempenho escolar dos alunos. observando as expectativas de  aprendizagem. juntamente com o professor responsável pela recuperação paralela. os  critérios de agrupamento dos alunos e/ou de formação dos grupos.  justificando  sua continuidade.  IV  ‐  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.  providenciando as reformulações.    Artigo 458 F ‐ No processo de recuperação de estudos de que trata esta seção.  VII  ‐  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  promovidas  pela  Diretoria  de  Ensino.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.  IV  ‐  acompanhar  e  avaliar  as  propostas  em  andamento  e  decidir  sobre  sua  continuidade.  II  ‐  apresentar  estudos  conclusivos  sobre  os  resultados  obtidos  na  recuperação  paralela e de ciclo. o local.II ‐ definir.    Artigo 458 D ‐ À Equipe de Supervisão de Ensino e à da Oficina Pedagógica caberá:  I ‐ analisar as propostas apresentadas pelas escolas.  implementar  e  acompanhar  as  propostas  aprovadas.    Artigo  458  H  ‐  Os  casos  omissos  à  operacionalização  das  diretrizes  estabelecidas  nesta  seção. ao final do semestre.  quando  devidamente  justificados  pela  Supervisão  de  Ensino.  VI  ‐  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas. quando necessário. aprovando‐as. acompanhar e avaliar a implementação das propostas de recuperação  da aprendizagem. quando as ações previstas forem compatíveis com o diagnóstico das  dificuldades apresentadas pelos alunos. semestralmente.  III ‐ analisar e avaliar. quando necessárias.  V  ‐  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. principalmente nas Oficinas  Curriculares de Hora da Leitura e de Experiências Matemáticas.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.  III  ‐  capacitar  os  Professores  Coordenadores  e  os  docentes  responsáveis  pelas  atividades de recuperação paralela no início e no decorrer do ano letivo. os resultados  alcançados ao longo desses estudos.    Artigo  458  G  ‐  Não  se  aplicam  as  disposições  desta  seção  às  escolas  de  tempo  integral que deverão desenvolver atividades de recuperação contínua.

  consultados  previamente  o  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e/ou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.  componentes  curriculares.  inciso  II.  no  desempenho  de  suas  atribuições.  "i". o  Diretor deverá dirigir‐se à respectiva Diretoria de Ensino.  V – verificar a correção dos documentos escolares em seus aspectos formal e de  conteúdo. ao final do mesmo.  deverão tomar as seguintes providências:  I  –  verificar  prontuários  dos  alunos  das  séries  finais  de  cada  nível  de  ensino  ou  curso.Dirigente  Regional  de  Ensino.    Artigo 458 I ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e/ou ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  baixar  instruções  que  se  fizerem  necessárias  ao  cumprimento do disposto nesta seção.  III – desenvolver trabalho de orientação.  do  Decreto  7.    Artigo  462  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  manter  o  arquivo  das  atas  de  resultados  finais.  referidas  no  artigo  79. arts.  (Res.  as  providências  julgadas  necessárias.  (Res.  em  relação  ao  estabelecimento de ensino que dirige.  Parágrafo único – Ocorrendo alguma dúvida quanto à legalidade do documento.  II – verificar se os currículos cumpridos estão de acordo com a legislação.   Artigo  460  ‐  As  transferências  entre  unidades  escolares  vinculadas  ao  sistema  estadual  de  ensino  terão  os  documentos  encaminhados  por  meio  dos  interessados.  IV  –  anotar. arts. responsáveis pelos mesmos.  compete  ao  Diretor  da  escola  a  anulação  dos  mesmos.  relativamente aos casos verificados. 2º e 4º)    Subseção II  Das Competências e Atribuições    Artigo  461  ‐  Os  Supervisores  de  Ensino. inclusive a identificação do Diretor e Secretário.  em  termo  de  visita.510/76. que efetuará as diligências necessárias. mediante análise dos documentos que permitiram a matrícula  nas sucessivas séries. inclusive  no que se refere à nomenclatura das disciplinas e cargas horárias. SE nº 25/81. irregularidade que implique  anulação de  atos  escolares. a fim de prevenir irregularidades. SE nº 93/09. estágios e demais aspectos necessários. não sendo aceitos documentos rasurados.  dependências. 1º a 14)    Seção XII  Dos Documentos Escolares  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar    Artigo 459 ‐ A verificação da regularidade e autenticidade da vida escolar far‐se‐á  exclusivamente  na  escola  onde  o  aluno  concluiu  o  curso  ou  nível  de  ensino  de  qualquer  modalidade e.  ou  das  próprias escolas.  observando  a  correção  da  carga  horária.  160 .  adaptações.    Artigo 463 ‐ Verificada a qualquer tempo.  independentemente  das relações de concluintes.

 que  se constitui ferramenta de acompanhamento e controle das atividades escolares e de atualização  das bases de dados gerenciais da Secretaria da Educação. previamente  cadastrados. arts.    Artigo  466  ‐  No  ato  da  publicação  o  sistema  gerará  por  aluno.  IV  ‐  publicação  dos  nomes  dos  alunos  concluintes. competência do Diretor de Escola. substituindo. atendidas as normas de segurança previstas  pelo sistema para cada uma das etapas.  §  1º  ‐  O  número  gerado  se  constituirá  número  de  registro  do  Diploma  do  Curso  Normal  de  nível  médio  e  dos  Diplomas  das  Habilitações  Profissionais  cujos  planos  de  curso  integram o Cadastro Nacional de Educação Profissional de Nível Técnico.  passará  a  ser  efetuada  de  maneira  informatizada  e  veiculada  pela  Internet.  um  número único  e  intransferível.    Artigo  465  ‐  A  publicação  informatizada  de  que  trata  o  artigo  anterior  consistirá  das seguintes etapas básicas:  I ‐ cadastramento de alunos.  enquanto o sistema não disponibilizar a emissão automática destes documentos numerados.     Artigo  467  ‐  A  partir  de  2003. as eventuais retificações encaminhadas pelas unidades  161 . SE nº 25/81.  §  2º  ‐  O  número  gerado  deverá  ser  transcrito  nos  Certificados  e  Diplomas.  a  divulgação  da  publicação  informatizada  deverá  estar disponibilizada no sistema até cento e vinte dias após a data de conclusão dos estudos dos  respectivos alunos. atribuição do Supervisor de Ensino.  Parágrafo único ‐ Os agentes executores envolvidos neste processo.  II ‐ confirmação dos nomes dos concluintes. 6º e 8º)    Seção XIII  Da Escrituração Escolar  Subseção I  Da Informatização do Sistema de Publicação de Nomes de Alunos Concluintes de Estudos de  Nível Fundamental e Médio    Artigo 464 ‐ A publicação dos nomes dos alunos concluintes de nível fundamental  e  médio.Parágrafo  único  –  O  ato  anulatório  do  Diretor  da  escola  deverá  ser  homologado  pelo Supervisor e comunicado ao Dirigente Regional de Ensino que providenciará sua publicação  no Diário Oficial do Estado e informará ao Ministério da Educação.  a  partir  de  2001.  que confirmará  a  autenticidade  dos  atos  escolares  dos alunos e dos Certificados e Diplomas expedidos. integrando módulos do sistema GDAE ‐ Gestão Dinâmica de Administração Escolar. integrarão  a publicação informatizada objeto desta subseção.  observadas  as  competências  e  atribuições  conferidas  pelos  respectivos  atos  normativos. sob a responsabilidade do Secretário de Escola.  Parágrafo único ‐ Disponibilizados na internet os nomes dos alunos concluintes em  2001.  para  cada  curso  concluído.  passarão  a  utilizar  suas  senhas  pessoais  e  intransferíveis  para  operar  no  sistema  e  responderão pelas respectivas informações prestadas. estruturados nos  termos de legislações anteriores à atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. dessa forma.  III ‐ validação dos atos praticados pela escola.  da  responsabilidade  do  Dirigente Regional de Ensino. 5º.  (Res. bem como dos anos subseqüentes. o procedimento de  visto‐confere.  § 3º ‐ Os alunos concluintes de cursos de Educação Profissional.

 segurança nas escolas. discussão do curso escolar.  (Lei nº 11.  atendidos  os  procedimentos  contidos  nesta  subseção.  visando  o  respeito  à  saúde  e  ao  corpo. 1º ao 7º)    Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação    Artigo  471  ‐  Fica  expressamente  vedado  o  registro  de  informações  relativas  à  filiação do aluno. SE nº 108/02. serão objeto  de publicação informatizada nos termos desta subseção.  palestras  e    campanhas  educacionais.  sobre  tóxicos.  promovendo  cursos. bem  como  o  órgão  responsável  pela  coordenação  dos  exames  supletivos  darão  publicidade do  nome  dos  alunos  concluintes  no  sistema. arts. eventos esportivos. de 7 de julho de 1980.264/02. com mais de 5 (cinco)  salas de aula.  III – participar de campanhas preventivas promovidas pelo Governo do Estado.    Artigo 469 ‐ Os nomes dos portadores de diplomas e certificados de habilitações  profissionais  de  nível  médio. em diplomas. arts.  de  forma  preventiva. art.  (Res.    Artigo  470  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  baixar  portaria  contendo  instruções  complementares.  (Del.  expedidos  por  instituições  estrangeiras. estimulando a  prática de normas sadias de vida. obedecendo as seguintes diretrizes:  I – despertar o interesse dos alunos para a educação como um todo. 1º)      CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE  Subseção I  Da Criação e Atribuições    Artigo 472 – As escolas da rede oficial de ensino do Estado.  vacinação.  desde  que  devidamente  revalidados e registrados de acordo com a Resolução CFE nº 4.expedidoras somente poderão ser efetuadas pela autoridade responsável pela referida publicação  à vista do termo de confirmação realizado pelo representante do respectivo órgão de supervisão. contarão com Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE.    Artigo  473  ‐  Cabe  à  CIVE  orientar  e  desenvolver  as  atividades  voltadas  para  a  melhoria da vivência escolar. certificados e outros documentos expedidos por estabelecimentos  escolares  vinculados    ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  (educação  básica  e  ensino  superior).  e  aqueles a serem estabelecidos em portaria específica.  II  –  atuar.  AIDS.  entre  outros.    Artigo 468 ‐ As escolas vinculadas às redes de ensino com supervisão própria. CEE nº 4/95. 1º e 2º)    162 .

  (Lei nº 11. ou aquele indicado pelos  alunos  da mesma sala  de  aula. por meio daqueles eleitos pela maioria. distribuídos na  seguinte conformidade:  I – 1/3 (um terço) de representantes dos professores.  sendo  que  cada  sala  de  aula  terá no máximo 2 (dois) alunos representantes.Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências    Artigo  474  ‐  A  Direção  da  escola  designará. pelo menos 1 (uma) vez por mês.  II – coordenar as reuniões. e terá tantas reuniões extraordinárias quantas se fizerem necessárias. far‐se‐á por  escrutínio secreto ou por indicação dos integrantes da mesma sala de aula.  §  2º  ‐  O  mandato  dos  membros  titulares  será  de  1  (um)  ano.    Artigo 477 ‐ Compete ao Secretário a divulgação. do Mandato e das Reuniões    Artigo 478 ‐ Os membros da CIVE serão em número de 20 (vinte).  163 . cabendo  à Direção do estabelecimento proporcionar condições ideais para as reuniões.    Artigo 475 ‐ Compete ao Presidente da CIVE:  I – convocar os membros para as reuniões.    Artigo 476 ‐ Compete ao Vice‐Presidente da CIVE substituir o Presidente nos seus  impedimentos eventuais. 5º e 6º)    Subseção III  Da Composição.  dentre  os  seus  representantes.  IV – manter o bom relacionamento entre a CIVE e a Direção da escola. 3º.  em local da escola.264/02.  VI – solicitar condições para o cumprimento das decisões da CIVE. arts. mediante votação por  maioria simples de votos. da Direção da escola e dos  funcionários.  anualmente.  § 3º ‐ A CIVE terá suas proposições aprovadas em reunião. por meio de boletins e de murais.  das reuniões da CIVE. o Presidente da CIVE.  III – presidir as reuniões. cabendo aos alunos. encaminhando à Direção da escola as decisões tomadas.  sendo  permitida  1  (uma) reeleição.  § 1º ‐ Será abonada a falta escolar do aluno que participar da reunião da CIVE.  § 2º ‐ Participará da reunião da CIVE qualquer aluno ou autoridade. titulares e suplentes.  § 3º ‐ Perderá o mandato o membro que tiver mais de 3 (três) faltas injustificadas.    Artigo 479 ‐ A CIVE reunirá todos os membros.  § 1º ‐ A eleição dos representantes dos alunos. a critério do  Presidente ou do Vice‐Presidente.  assumindo o membro  seguinte mais  votado. 4º .  II  –  2/3  (dois  terços)  de  representantes  dos  alunos.  V ‐ prestigiar e incentivar a participação de todos os alunos nos assuntos da CIVE.  eleger o Vice‐Presidente e o Secretário.

    Artigo 482 ‐ O acompanhamento educacional se destina à criança e ao adolescente  em  idade  escolar. art.  (Lei nº 10.264/02. 8º. caput e §§ 2º. 3º e 4º)    Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde    Artigo  485  –  Aplicam‐se  as  disposições  desta  subseção  a  quaisquer  casos  de  alterações  de  saúde  que  impeçam  a  atividade  escolar  normal  do  discente.    Artigo  483  ‐  O  acompanhamento  educacional  será  realizado  de  acordo  com  as  diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação.  quando  serão  discutidos  assuntos  de  grande  importância  pelos  alunos.  consideradas as necessidades.§  4º  ‐  As  reuniões  serão  lavradas  em  atas. na forma a ser estabelecida  pelos profissionais responsáveis pelo tratamento. por estagiários do magistério ou de ensino superior.  o  acompanhamento  educacional  durante  o  período  de  internação. se internadas no mesmo estabelecimento de saúde. 2º.  professores  e  autoridades convidadas.  pelas  limitações  que  impõem ao mesmo ou pelos riscos que podem ocorrer.  164 . podendo ser prestado. 4º e 5º do art.  sempre  que  necessário. a fim de propiciar o acompanhamento.  de  acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade. conforme o  caso. 7º e § 1º do art. para outros discentes e  para os que têm atribuições em instituição educacional ou que a ela comparecem.  (Lei nº 11.264/02. art. 1º.    Artigo 484 ‐ A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão  realizadas  de  acordo  com  os  critérios  a  serem  fixados  pelo  estabelecimento  de  saúde. possibilidades e condições do paciente.  com  as  assinaturas  dos  membros  presentes.  os  programas  básicos  das  matérias ministradas.  regularmente  matriculado  em  estabelecimento  de  ensino  fundamental.685/00. 3º. para ele próprio.  §  1º  ‐  O  estabelecimento  de  ensino  em  que  a  criança  ou  o  adolescente  estejam  regularmente  matriculados  fornecerão. 8º)    Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar ‐ SIAVE    Artigo 480 ‐ Uma vez por ano haverá a Semana Interna Anual de Vivência Escolar –  SIAVE.  § 2º ‐ Sempre que possível. tal atendimento será feito em grupos de crianças ou  adolescentes. das quais os alunos tomarão conhecimento por meio de boletins e murais. arts. 9º)    Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para Tratamento de  Saúde  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado    Artigo 481 ‐ É assegurado à criança e ao adolescente internados para tratamento  de  saúde  por  tempo  indeterminado.  (Lei nº 11.

  sendo  incapaz.  verificada  a  existência  de  requisitos  e  de  condições  necessárias  à  continuidade  dos  estudos. quando incapaz. 1º. CEE nº 59/06. habilidades e competências. por  força  de  suas  atribuições. 2º.  as  quais  estarão  igualmente  vinculadas  à  confidencialidade e à preservação da privacidade.  incluirá  no  despacho  concedente  a  indicação  dos  procedimentos  pedagógicos  a  serem  adotados  no caso. de modo a não haver  prejuízo de sua qualidade.  àquelas  de  manifestações  descontínuas  e  intermitentes. tenham plena compreensão de  que se trata de colaboração entre a família e a instituição.  no  educando.  à  disposição  das  autoridades  educacionais  competentes. em que todos têm sua parte a cumprir. parto e puerpério.§  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  se  aplica  a  afecções  perenes.  §  2º  ‐  O  discente  ou.  a  convicção  de  que  deve  ser  o  primeiro  a  zelar  por  sua  saúde  e.  às  de  existência  contínua  e  às  de  longa  duração  e.  para  isso.  Parágrafo único ‐ Nos casos de discentes de ensino superior ou de cursos técnicos  e  profissionalizantes  em  geral.  devem  zelar  pela  confidencialidade  do  diagnóstico  e  dos  dados  e  informações  médicas  que  lhe  sejam  inerentes.    Artigo 488 ‐ A direção da instituição educacional. notadamente seus responsáveis legais. docentes e funcionários que.  de  modo  a  se  fortalecer. estendendo‐se. 3º. aos estados que se relacionem com gravidez. arts. sempre  que pertinente.  venham  a  ter  conhecimento  do  caso  de  exceção.  é  de  competência  da  direção  da  instituição  educacional  que.  juntará  ao  requerimento  de  condições  especiais  para  as  atividades  escolares  o  atestado  comprobatório  do  motivo da solicitação.  é  requisito  indispensável  o  cuidadoso  acatamento  das  prescrições  de  seu  médico.    Artigo 487 ‐ A direção da instituição educacional.    Artigo 489 ‐ Em caso de recurso de natureza administrativa ou de procedimentos  no âmbito judicial referentes ao caso.  §  3º  ‐  A  instituição  educacional  procederá  de  modo  que  o  discente  e  seus  familiares.  também. que lhes impeça o exercício das respectivas responsabilidades.  (Del. observado o disposto no artigo  anterior  manterá  completa  e  atualizada  a  documentação  comprobatória  de  cada  caso. assim como às não repetitivas e às de cunho circunstancial.  a  orientação  dada  pela  instituição  dedicará  especial  atenção  à  adequada formação das respectivas aptidões.  bem como pela privacidade e respeito ao discente e a seus familiares. 4º e 5º)    Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual    Artigo  490  ‐  O  Programa  de  Atendimento  ao  Deficiente  Visual  em  idade  escolar  tem as seguintes finalidades:  165 .    Artigo 486 ‐ A decisão de deferimento do requerimento das condições especiais a  que  se  refere  esta  subseção. deverá ser igualmente cumprido o disposto nos artigos 487  e 488. emitido exclusivamente pelo médico responsável pelo tratamento.  seus  responsáveis  legais.

 principalmente aos alunos da rede estadual de ensino.  IV ‐ a promoção de campanhas:  a)  de  conscientização  que  ofereçam  informações  básicas  sobre  alimentação  adequada.  166 .  coordenado pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social do  Estado de São Paulo.  de  forma  intersetorial.  ministradas por profissionais da área. tem a finalidade de implementar ações eficazes para a  redução de peso.    Artigo  494  ‐  O  programa  deverá  acontecer  semestralmente. preferencialmente.    Artigo 496 – Constituem‐se diretrizes da Política "São Paulo Mais Leve":  I  ‐  promoção  e  desenvolvimento  de  programas.  II  ‐  promover  a  melhoria  da  qualidade  do  ensino  por  meio  do  aperfeiçoamento  constante dos professores especializados na área. arts. adulta e infantil. escolas e postos de saúde.  para a implementação da política.  (Decreto nº 38. constará do seguinte:  I  ‐  promoção  de  aulas  práticas  e  teóricas  sobre  técnicas  de  higiene  bucal.257/02. 1º.  que  efetivem  no  Estado  o  direito  humano  universal  à  alimentação  e  nutrição  adequadas.  projetos  e  ações. instituído pelo artigo  anterior.    Artigo 491 ‐ O desenvolvimento e a execução do Programa. 1º e 2º)     Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal    Artigo 492 ‐ O Programa de Saúde Bucal será desenvolvido no âmbito das escolas  públicas de ensino fundamental. denominada "São Paulo Mais Leve".I  ‐  garantir  aos  alunos  portadores  de  cegueira  e  de  visão  subnormal  os  instrumentos  necessários  para  o  acesso  ao  conteúdo  programático  desenvolvido  na  escola  comum.  se  fará  em  consonância  com  as  diretrizes  do  Programa  Estadual  de  Atenção  à  Pessoa  Portadora de Deficiência. a que se refere o artigo anterior. bem como sua  prevenção.  II ‐ o combate à obesidade infantil na rede escolar. tais como parques.  (Lei nº 11. 2º e 3º)    Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve"    Artigo 495 – A Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado de São  Paulo.     Artigo 493 ‐ O programa.  II ‐ esclarecimentos sobre risco de doenças bucais e outros agravos.  III ‐ informatizar a produção de material específico e agilizar sua distribuição para  deficientes visuais. e à obesidade mórbida da população  paulista.  respeitada  na  sua  adoção a conveniência funcional de cada estabelecimento de ensino. o combate à obesidade. arts. através de materiais informativos e institucionais. à pesquisa e à cultura.  III ‐ a utilização de locais públicos.641/94. à leitura.

 para cumprimento dos  objetivos  estabelecidos.    Artigo 497 ‐ O Estado poderá celebrar convênios e parcerias com a União.b)  de  estímulo  ao  aleitamento  materno. arts. enfermeiros e educadores.  psicólogos. entidades da sociedade civil e do setor produtivo.  VI  ‐  a  integração  às  políticas  estadual  e  nacional  de  segurança  alimentar  e  de  saúde.  VIII ‐ o direcionamento especial da política às comunidades que registrem baixos  índices de pobreza e desenvolvimento econômico e social.  empresas de comunicação.  como  forma  de  prevenir  tanto  a  obesidade quanto a desnutrição.  III ‐ o atendimento psicológico grupal e individual e a orientação psicossocial.  (Lei nº 11.  tornando‐o  um  agente  multiplicador  da  segurança  alimentar  e  nutricional  em  sua  plenitude.  II ‐ a orientação quanto aos métodos contraceptivos. arts.  por  meio  de  ações  desenvolvidas nos serviços de saúde e nas escolas.  em  parceria  com  as  entidades  representativas  da  área  de  propaganda.    Artigo  500  ‐  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência atenderá aos seguintes requisitos:  I  ‐  Será  desenvolvida  por  uma  equipe  interdisciplinar.  II ‐ Deverá respeitar e seguir as diretrizes gerais definidas pelo Conselho Estadual  dos Direitos da Criança e do Adolescente. 2º e 4º)    Seção V  Da Gravidez na Adolescência    Artigo  498  –  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência observará as disposições desta seção.     Artigo 501 ‐ Poderão ser celebrados convênios com órgãos federais.  formada  por  médicos. visando à consecução dos objetivos da Política “São  Paulo Mais Leve”  (Lei nº 12.283/06. 3º e 4º)            167 .  VII ‐ a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos  alimentícios  infantis.    Artigo  499  –  Constituem‐se  objetivos  da  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento à Gravidez na Adolescência:  I  ‐  a  promoção  da  prevenção  da  gravidez  precoce. municipais e  entidades representativas da sociedade civil de assistência médica e social. Estados  e Municípios e entidades da sociedade civil. 2º. assistentes sociais. 1º.972/05.  IV ‐ o atendimento ambulatorial e o acompanhamento pré‐natal. 1º.  V  ‐  a  capacitação  do  servidor  público  estadual  que  trabalha  diretamente  com  a  população.

  e  encaminhadas  para  os  serviços públicos especializados.  centros  esportivos  e  outros  próprios  no  Estado de São Paulo.    168 . psicológicas e sociais. estimulando e promovendo atividades públicas e privadas de forma a:  I  ‐  promover  esclarecimentos  que  visem  conscientizar  o  conjunto  da  população  sobre as ações de prevenção e programas de tratamento voltados para os usuários de drogas. do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas    Artigo 502 ‐ O Governo do Estado.Seção VI  Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras Drogas  Subseção I  Da Prevenção.  Parágrafo  único  –  Para  os  efeitos  do  disposto  nesta  subseção.  amparadas  do  ponto  de  vista  médico. previdência.  II  ‐  desenvolver  campanhas  que  visem  informar  e  estimular  o  diálogo. em particular aos usuários de drogas. de todas as formas. família.261.    Artigo  504  ‐  Os  testes  anti‐HIV  e  para  Hepatites  B  e  C  devem  ser  estimulados  a  todas as pessoas. sempre que necessário. justiça e  emprego. estratégias. cuidados.  psicológico.  II  ‐  não  sofrer  discriminação  em  campanhas  contra  o  uso  de  drogas  que  diferenciem os usuários dos dependentes.  incluindo os desconfortos. de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. as mesmas condições previstas para as demais doenças na Lei  10.  permitindo  sua  reinserção social. sem constrangimento ou obrigação.  considera‐se  a  dependência  de  droga  uma  situação  provisória  que  expressa  um  sofrimento  que  se  traduz  em  dificuldades físicas. tipos e etapas de tratamentos. riscos.  V ‐ apoio psicológico durante e após o tratamento.  IV  ‐  desenvolver  atividades  permanentes  que  busquem  prevenir  a  infecção  dos  usuários de drogas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).  IV ‐ ser informado. deverá  estabelecer políticas de prevenção. juventude.    Artigo 503 ‐ São direitos fundamentais dos usuários de drogas:  I  –  garantia  de  não  exclusão  de  escolas. não os estigmatizando ou discriminando  e manter inserido na escola e no trabalho o usuário de drogas e em tratamento quando ele assim  precisar.  III ‐ prover as condições indispensáveis à garantia do pleno atendimento e acesso  igualitário dos usuários de drogas aos serviços e ações da área de saúde.  II  ‐  o  resultado  do  teste  deve  permanecer  estritamente  protegido  pelo  segredo  profissional. serão  garantidas. durante o tratamento. Hepatite C ou outras patologias  conexas. efeitos colaterais e benefícios do tratamento.  Parágrafo único – Se o dependente de drogas for servidor público estadual.  a  solidariedade e a inserção social dos usuários de drogas. pela sua condição de usuário de drogas. sendo  necessárias as seguintes medidas:  I ‐ a testagem sorológica deve ser procedida com aconselhamento pré e pós‐teste.  III  ‐  o  acesso  a  tratamentos  que  respeitem  sua  dignidade. por meio de seus órgãos competentes.  que articulem os diferentes campos da saúde.  III  ‐  as  pessoas  soropositivas  devem  ser  informadas  do  resultado  do  teste.  jurídico  e  social. educação. tratamento e de reinserção dos usuários de drogas.

  bem  como  seus  familiares.  como  convidados.   (Lei nº 12. do Álcool e das Drogas"    Artigo  508  ‐  O  "Programa  de  Educação  Específica  Contra  os  Males  do  Fumo.  bem  como  a  possível  unificação  de  algumas  turmas. para tanto.  ou  até  de  todo  o  corpo  discente da escola. a  fim de que busquem tratamento nos órgãos e entidades especializadas. locais disponíveis para a sessão dentro  do próprio estabelecimento. arts. sexta.297/06.  (Lei nº 9. além  do prejuízo social deles decorrentes.  visa  a  prevenir  que  os  pré‐ adolescentes  se  tornem  fumantes.  II  ‐  atuar  preventivamente.Artigo 505 ‐ Todos os usuários de drogas terão acesso à vacina de Hepatite B.  IV  ‐  auxiliar  a  criança  e  o  adolescente.  para  maior integração da comunidade ao programa ora proposto. 3º)          169 . caput e §§ 1º e 5º do art.258/06. único do art.  tendo em vista os efeitos deletérios que todos esses vícios têm sobre o organismo humano.  viciados  na  ingestão  de  álcool  e/ou  consumidores de  drogas.    Artigo 509 ‐ Ficará a critério da direção da escola a marcação das datas e horários  dessas  palestras. arts. par.1º.  esclarecendo e informando sobre os males decorrentes do uso de entorpecentes e drogas afins. dependentes de drogas e entorpecentes.    Artigo  507  ‐  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes tem por objetivo:  I ‐ alertar sobre os malefícios causados à saúde física e mental do usuário da droga  e do entorpecente. 1º e  2º)    Subseção III  Do "Programa de Educação Específica contra os Males do Fumo.  (Lei nº 12.  esclarecendo  sobre  os  riscos  decorrentes  da  dependência química.830/97. sétima e oitava série do Ensino Fundamental.  do  Álcool  e  das  Drogas"  em  todas  as  Escolas  Públicas  do  Estado.  § 1º ‐ A obrigatoriedade de que trata o caput refere‐se aos jovens matriculados na  quinta.  III ‐ orientar a criança e o adolescente. 3º e 4º)    Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes    Artigo  506  –  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes  desenvolverá  políticas  e  atividades  voltadas  à  criança  e  ao  adolescente. 1º. 2º. na medida em que existam.  com  período mínimo de antecedência de dois meses.  na  busca  de  soluções e medidas eficazes para o combate à dependência. 2º e art.  §  2º  ‐  Poderão  participar.  os  pais  e/ou  outros  familiares.  §  3º  ‐  Os  conferencistas  deverão  ser  convidados  pela  Direção  da  Escola.

    Artigo  511  ‐  O  Poder  Executivo  adotará  todas  as  providências  cabíveis  e  necessárias para a publicização do disposto nesta seção. ética.  (Lei nº 10.  III  ‐  praticar  atendimento  selecionado  que  não  esteja  devidamente  determinado  em lei. filosófica ou psicológica. principalmente as relacionadas ao trabalho infantil e à exploração sexual. arts.429/99. de  que tiverem conhecimento.  II  ‐  planejar  e  adotar  medidas  efetivas  de  esclarecimento  às  crianças  e  adolescentes sobre os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.  nas  escolas  da  rede  pública  e  particular  de  ensino  do  Estado.  170 . no  Estado.  visando  concretizar o que dispõem os itens anteriores deste parágrafo único.  despertando  nas  crianças  e  adolescentes  do  Estado  a  consciência  da  importância  da  solidariedade  humana  e  do  respeito  aos  direitos  fundamentais da pessoa como pressupostos primordiais da vida em sociedade.  III  ‐  inibir  a  cultura  da  violência.  durante  uma  semana  de  cada  ano.  constrangedora.    Artigo  513  ‐  As  direções  das  escolas  deverão  criar  condições  que  estimulem  professores. em locais visíveis. bissexual ou transgênero.  nos  termos  desta  subseção. em relação ao menor. aberto ao público. 1º e 4º)    Artigo  512  ‐  As  direções  das  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  São  Paulo  deverão comunicar ao Conselho Tutelar das respectivas áreas. arts.  toda  manifestação  atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual. de ordem moral.  bissexuais  ou  transgêneros.  intimidatória  ou  vexatória.  II ‐ proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento  público ou privado.  IV  ‐  promover  atividades  de  caráter  educativo  e  sócio‐culturais. os casos de maus tratos envolvendo  seus alunos.Seção VII  Da Campanha Anual de Combate à Violência e Exploração contra Crianças e Adolescentes no  Estado de São Paulo    Artigo  510  –  A  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  à  Exploração  Contra  Crianças e Adolescentes tem por objetivos:  I ‐ combater toda e qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes.    Artigo  515  ‐  Consideram‐se  atos  atentatórios  e  discriminatórios  dos  direitos  individuais  e  coletivos  dos  cidadãos  homossexuais. SE nº 277/88. funcionários e alunos a denunciar os casos de maus tratos.  para  os  efeitos  desta subseção:  I  ‐  praticar  qualquer  tipo  de  ação  violenta.  (Res. 1º e 2º)    Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual    Artigo  514  ‐  Será  punida. incluindo a afixação  das espécies legais  nas escolas da rede pública e privada do Estado.

IV ‐ preterir.  telex.  III  ‐  comunicado  de  organizações  não‐governamentais  de  defesa  da  cidadania  e  direitos humanos.  IV ‐ suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias. que terá início mediante:  I ‐ reclamação do ofendido.    Artigo 516 ‐ São passíveis de punição o cidadão.  §  1º  ‐  As  penas  mencionadas  nos  incisos  II  a  V  deste  artigo  não  se  aplicam  aos  órgãos  e  empresas  públicas.  §  2º  ‐  Recebida  a  denúncia.  que  intentarem  contra  o  que  dispõe  esta  subseção.  de  caráter  privado  ou  público.  cujos  responsáveis  serão  punidos  na  forma  do  Estatuto  dos  Funcionários Públicos Civis do Estado ‐ Lei nº 10. sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis. arrendamento ou  empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade.  V ‐ preterir. de 28 de outubro de 1968.    Artigo 517 ‐ A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta subseção será  apurada em processo administrativo.261.  VI ‐ praticar o empregador.  § 2º ‐ Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando  for verificado que. o  sigilo do denunciante.    Artigo 519 ‐ As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou  qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as  seguintes:  I ‐ advertência.  III ‐ multa de 3000 (três mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  171 . na forma da lei. em  caso de reincidência.  telegrama. pensões ou  similares.  civil  ou  militar. inclusive os detentores de função  pública. ou seu preposto. bissexual ou transgênero que for vítima dos  atos  discriminatórios  poderá  apresentar  sua  denúncia  pessoalmente  ou  por  carta. sobretaxar ou impedir a locação.  II ‐ multa de 1000 (um mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo. motéis. aquisição. atos de demissão direta ou indireta.  via  internet  ou  fac‐símile  ao  órgão  estadual  competente  e/ou  a  organizações  não‐ governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.  em função da orientação sexual do empregado.  sendo  estas  expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.    Artigo 518 ‐ O cidadão homossexual.  competirá  à  Secretaria  da  Justiça  e  da  Defesa  da  Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição  das penalidades cabíveis.  II ‐ ato ou ofício de autoridade competente.  VIII  ‐  proibir  a  livre  expressão  e  manifestação  de  afetividade. resultarão inócuas. compra.  com  ou  sem  fins  lucrativos.  e  toda  organização  social  ou  empresa.  V ‐ cassação da licença estadual para funcionamento.  instaladas  neste  Estado. em razão do porte do estabelecimento.  VII  ‐  inibir  ou  proibir  a  admissão  ou  o  acesso  profissional  em  qualquer  estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional. garantindo‐se.  § 1º ‐ A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato  discriminatório. seguida da identificação de quem faz a denúncia.

 5º.  (Lei nº 10.  igual  oportunidade de acesso ao trabalho.  seminários  e  debates  descentralizados objetivando a reflexão crítica de diretores e professores sobre a importância do  negro na formação cultural e histórica do país. 6º e 7º)    Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial    Artigo  521  ‐  A  política  para  a  superação  da  discriminação  racial  no  Estado  será  desenvolvida nos termos desta subseção pelo Poder Público em parceria com a sociedade civil e  terá por objetivos:  I  ‐  assegurar  a  todos.  da  lei  serão  aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos.  II  ‐  combater  e  eliminar  as  diferentes  manifestações  de  preconceito  e  discriminação étnica e racial no Estado.  IV  ‐  garantir  aos  diferentes  grupos  étnicos  livre  espaço  para  manifestações  políticas e culturais.  por  ação  ou  omissão. à educação.     Artigo  524  ‐  A  Merenda  Escolar  será  distribuída  aos  alunos  matriculados  no  período  noturno  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio. à moradia.  a  autoridade  municipal  para  eventuais  providências  no  âmbito  de  sua competência.237/99.§  3º  ‐  Quando  for  imposta  a  pena  prevista  no  inciso  V  supra.    Artigo  520  ‐  Aos  servidores  públicos  que. 1º.  Parágrafo  único  ‐  Essa  distribuição  será  efetuada  com  o  excedente  da  Merenda  Escolar destinada aos alunos do período diurno.  sem  qualquer  distinção  de  raça.  no  exercício  de  suas  funções  e/ou  em  repartição  pública.  deverá  ser  comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença.  172 . 3º. 2º. que providenciará a sua cassação.  igualmente. 4º.  sem  prejuízo  da  distribuição  que  já  vem  sendo  feita  aos  alunos  das  escolas  de  ensino  fundamental  dos  períodos  diurnos.    Artigo  522  ‐  Fica  autorizada  a  Secretaria  da  Educação  a  promover.  V ‐ destacar a participação do negro na formação histórica da sociedade brasileira. arts.  (Lei nº 10. 1º e 2º)      CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar    Artigo  523  –  A  utilização  de  alimentos  transgênicos  na  composição  da  merenda  fornecida aos alunos é proibida nos estabelecimentos de ensino oficiais do Estado de São Paulo. ao lazer e à segurança. à saúde. arts.948/01.  III ‐ preservar e valorizar as diferenças culturais e religiosas dos diferentes grupos  étnicos do Estado.  comunicando‐se.  cor  e  origem.  deixarem  de  cumprir  os  dispositivos.  como  parte  integrante  do  planejamento  anual  das  escolas  públicas  do  Estado.

 linhas eletrificadas.  3.  mobilidade  reduzida e necessidade de acompanhante.  de  11  de  maio  de  2004.  riachos. conforme registro no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo/SEE‐CIE.  braços  de  mar. trilhas em matas. 2º e 3º)    Artigo  527  ‐  A  Prefeitura  Municipal  que  fornece  transporte  aos  alunos  poderá  celebrar convênio com a Secretaria de Estado da Educação. divisórias físicas fixas (muros ou cercas).  III ‐ fornecimento de passes escolares. 1º e Lei nº 2.  § 2º ‐ Não será concedido transporte ao aluno que optar por matrícula em escola  que não tenha sido indicada pela Diretoria de Ensino.  4.  §  1º  ‐  Além  dos  casos  previstos  no  caput  poderá  ser  concedido.  173 .  III ‐ residente na zona rural.  II ‐ residente no mesmo município da escola. arts.  (Res.  rios. 1º)    Artigo 528 ‐ A Prefeitura Municipal encaminhará à Diretoria de Ensino da Região os  seguintes documentos:  I ‐ para a celebração do Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do convênio ‐ Anexo I.631.  §  1º  ‐  Consideram‐se  necessidades  locomotoras  especiais:  autismo. SE nº 33/09.  §  2º  ‐  Os  casos  excepcionais  ou  omissos  deverão  ser  resolvidos  pelas  Coordenadorias de Ensino. a liberdade de movimento. mediante:  I ‐ frota própria da Prefeitura Municipal. com as adaptações necessárias.  lagos.  brejos. no caminho entre a residência do aluno e a unidade  escolar. art.  e  Resolução  SE  nº  33/2009. entre outras:  1.    Artigo 526 ‐ O transporte será garantido aos alunos com necessidades locomotoras  especiais.  para  atendimento. rodovias e ferrovias sem passarela ou faixa de travessia sem semáforo. ou locais desertos. a partir de 1º de julho de 2009. 1º. art. serras. que limitem ou impeçam o acesso. nos  termos  do  Decreto  nº  48. vazadouros (lixões).(Lei nº 10. 1º)    Seção II  Do Transporte Escolar  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município    Artigo 525 ‐ A concessão do transporte na rede pública estadual dar‐se‐á ao aluno:  I ‐ regularmente matriculado e frequente em escolas da rede pública estadual de  ensino.  transporte  aos  alunos  onde  for  constatada  a  existência  de  barreiras  físicas. morros. ou quaisquer entraves ou obstáculos.  pelas  Coordenadorias  de  Ensino.  lagoas. a circulação com segurança  e a integridade do aluno.  2.  sem  pontes  ou  passarelas.  5.  6. art. SE nº 34/09.  ribeirões.037/79.  II ‐ empresa de transporte contratada ou transporte autônomo fretado.761/01.  (Res.

  II ‐ para o Termo de Aditamento ao Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do Termo de Aditamento ‐ Anexo I.722. por meio das Coordenadorias de  Ensino:  I  ‐  solicitar  junto  às  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Fazenda  manifestação prévia quanto aos aspectos orçamentários e financeiros. plano de aplicação do recurso financeiro. nos  termos do Decreto nº 52. nos  termos do Decreto nº 52. 5º)    Artigo 530‐B ‐ As Diretorias de Ensino deverão adotar as seguintes providências:  I  ‐  designar  com  publicação  em  Diário  Oficial  um  servidor  da  Diretoria  de  Ensino  como responsável pelo acompanhamento e gestão dos Convênios de Transporte de Alunos. etapas ou fases de execução.  (Res. tendo em vista a  174 . SE nº 34/09. e suas alterações.  II ‐ conferir os documentos apresentados pelas Prefeituras Municipais. art. art. de 14 de dezembro de 2007. de 20 de março de 1996. SE nº 34/09.  bem  como  da  conclusão das etapas ou fases programadas.  (Res.  (Res. art.  e) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. 4º)    Artigo 530‐A ‐ Caberá à Secretaria da Educação.  f) Plano de Trabalho do qual deverá constar identificação do objeto do convênio.  § 1º ‐ O número de alunos será obtido por meio do banco de dados do Sistema de  Cadastro de Alunos da Secretaria de Educação/database Censo MEC.b) cópia da Lei Municipal autorizando o Prefeito a celebrar o Convênio (1 via).479. SE nº 34/09.  b) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. SE nº 34/09.  iguais  e  sucessivas.  II  ‐  elaborar  minutas  dos  termos  de  Convênio  ou  de  Aditamento  e  de  Ciência  e  Notificação.  c) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. art. 2º)    Artigo  529  ‐  O  valor  referente  ao  auxílio‐transporte  levará  em  conta  o  custo  aluno/dia  e  a  disponibilidade  de  recurso  orçamentário  e  financeiro  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  obedecendo  ao  cronograma  de  desembolso  anual.  §  2º  ‐  A  relação  de  alunos  obtida  nos  termos  do  parágrafo  anterior  será  gerada  pela SEE/CIE e encaminhada às Diretorias de Ensino. 3º)    Artigo  530  ‐  A  transferência  de  recurso  será  feita  em  10  (dez)  parcelas  mensais.  d) Plano de Trabalho conforme a alínea “f” do inciso I deste artigo.  excluídos  os  períodos  de  recesso e férias escolares.479.  d) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. em face da  exigência do Decreto nº 40.  cronograma  de  desembolso  e  previsão  de  início  e  fim  da  execução  do  convênio.  III ‐ orientar as unidades escolares quanto à necessidade de constante atualização  da digitação dos alunos transportados no Sistema de Cadastro de Alunos SEE/CIE.  (Res. de 14 de dezembro de 2007.  III ‐ repassar o recurso de acordo com os artigos 529 e 530.  c)  publicação  da  Lei  Municipal  em  jornal  da  região  ou  Certidão  de  Registro  em  Cartório (1 via). e encaminhar às Diretorias de Ensino.  metas a serem atingidas.

  d) quadro resumo do Município. pedir à Prefeitura Municipal esclarecimentos sobre os dados e  informações constantes do Plano de Trabalho. _____ de ______________ de 20_____.  IV  ‐  conferir  as  informações  constantes  no  Anexo  II.  para  efeito  deste  Convênio. art.  V  ‐  deverá  ser  remetido  por  correio  eletrônico  às  Coordenadorias  de  Ensino  quadro resumo da Diretoria de Ensino conforme Anexo III. 6º)    Artigo  530‐C  ‐  A  comprovação  da  aplicação  do  recurso  concedido  obedecerá  às  normas do Tribunal de Contas do Estado.  VII ‐ autuar e protocolar as propostas e remeter os processos às Coordenadorias  de Ensino para posterior encaminhamento à Consultoria Jurídica para manifestação. reitero protesto de estima e consideração. Sr. 7º)      ANEXO I      _______________________.   VI  ‐  comprovar  a  existência  de  recurso  orçamentário  necessário  à  execução  do  objeto do convênio.  c) formulário de passes.      Ofício nº ________/20___      Excelentíssimo Senhor    Tem  o  presente  a  finalidade  de  solicitar  a  assinatura  de  Convênio  entre  o  Município  de  ______________________ e a Secretaria da Educação para auxílio‐transporte de alunos da rede estadual de ensino nos  termos do Decreto nº 48.      Prefeito Municipal    Exmº. SE nº 34/09.  Paulo Renato Costa Souza  DD. Secretário de Estado da Educação   São Paulo ‐ SP  175 .  (Res. efetuando a competente reserva. art.  encaminhando  cópia  dos  seguintes documentos:  a) relação dos alunos transportados conforme os §§ 1º e 2º do artigo 529.  IX ‐ verificar as condições da execução do Convênio no atendimento do transporte  escolar.  b) formulário de rotas percorridas/quilometragem. caso necessário.    Sendo só para o momento. SE nº 34/09.631.impossibilidade  de  alteração  da  lista  de  alunos  da  database  Censo  MEC. de 11 de maio de 2004.  VIII ‐ providenciar a publicação do extrato dos Convênios e Aditamentos no Diário  Oficial. podendo.      Atenciosamente.  (Res.

ANEXO II    DOCUMENTO "1"    (RELAÇÃO DE ALUNOS IMPRESSA DO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS / data base CENSO MEC)    DOCUMENTO "2"    SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO    COORDENADORIA DE ENSINO _____________    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE ROTAS / QUILOMETRAGEM                                      Ano: ________    Diretoria de Ensino:  Município:  ROTA  ORIGEM  DESTINO  ESCOLAS  Tipo de  Capa‐ Tipo  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  Nº DE  ATENDIDAS  Veículo  cidade  Transp.  VIAGENS  EF  EM  TOTAL  DIA                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Observação: Em TIPO TRANSP. informar se frota Própria (FP) ou Frete (F)      Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino                    Km RODADO  POR DIA                                176 .

  transp. em uma viagem  2. Custo passe dia: total de alunos x 2 (ida/volta) x tarifa para estudante     Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino              DOCUMENTO "4"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO_______  Auxílio Transporte de Alunos    QUADRO RESUMO DO MUNICÍPIO                                                                          Ano: ________    Diretoria de  Prefeitura  Frota Própria  Frete  Passe  Total Geral  Ensino  Municipal      Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  Mensal (20  transp.  transp.  dias úteis)                                  Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino        177 .  transp. Informar o valor da tarifa para estudante.DOCUMENTO "3"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO ______    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE PASSES                 Ano:_____    Diretoria de Ensino:  Município:  UNIDADE  BAIRRO  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  VAOLOR DA TARIFA PARA  CUSTO PASSE  ESCOLAR  ESTUDANTE  DIA      EF  EM  TOTAL                                                              Observação:  1.

 Digitar o nome da Diretoria e do Município em letras maiúsculas.  § 1º ‐ Para efeito do disposto nesta seção. providos de tacógrafo.503. caso o nome não caiba no espaço..  §  2º  ‐  O  Serviço  Intermunicipal  Rodoviário  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes  será efetuado por pessoa física ou jurídica....  em  agências  de  venda  de  passagens...  excluído  o  do  condutor... segurança...  ambos  dotados  de  requisitos  mínimos  de  capacidade. Não utilizar 2 linhas para cada município.  (Lei nº 11. abrir a coluna o quanto for necessário..  por  parte  dos  usuários.  Auxílio Transporte de Aluno     QUADRO RESUMO DA DIRETORIA DE ENSINO                                                                                       Ano: ____________      1.  sendo  vedada  a  circulação  de  passageiros em seu interior.  2.  de  atestado  de  matrícula  do  estabelecimento de ensino.258/02.. de 23  de setembro de 1997.  4 ‐ proibição do transporte de passageiros de pé.  5  ‐  fornecimento.. a serem  especificados pela Secretaria Estadual competente.  3 ‐ processamento de origem e do destino das viagens em abrigo de passageiros e.  na  falta  deste.  com  capacidade  de  seis  a  vinte  lugares. sem abreviações ou acentos.  2 ‐  aquisição de passagens com antecedência à realização das viagens. o qual deve ser mantido com o transportador no interior do veículo.    Diret oria  de  Ensi no  Prefeitur a  Municip al  Nº de  UEs que  utilizam  trnasport e  Nº de  Alun os  Frota Própria  Nº de  KM Custo  Veículo s  Mens s  po al (20  r  dias  dia  úteis)        Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Nº  de  Veí cul os  Frete KM s  po r  dia  Custo  Mens al (20  dias  úteis)  Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Passe  Custo  Mens al (20  dias  úteis)    Custo  Alun o  Dia    Total Geral Nº de  Custo  Alunos  Mens al  Cus to  Alu no  Dia  E F  E M  EF EM E F  E M  E F  E M    Data:  ____/____/______    Data:  ____/____/______      __________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    __________________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino      Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal    Artigo  531  ‐  O  Serviço  Rodoviário  Intermunicipal  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes (serviço regular) será prestado por peruas ou outros veículos sem taxímetro. 1º)    178 . caput e §§ 1º e 2º do art..ANEXO III  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO .  6 ‐ veículos e condutores em conformidade com o disposto na Lei nº 9.. mediante  reserva de lugares. higiene e conforto... será considerado serviço de fretamento  estudantil aquele que apresente os seguintes requisitos:  1 ‐ utilização de peruas ou outros veículos sem taxímetro.

 SE nº 133/03)    Seção III  Do Direito ao Pagamento de Meia‐Entrada em Espetáculos Esportivos.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  nos  Municípios  aos  mesmos  órgãos  das  referidas  áreas.  a  fiscalização e o cumprimento do disposto nesta seção.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  caput do art.  musicais  e  circenses.    Artigo  534  ‐  Caberão  ao  Governo  do  Estado  de  São  Paulo. 2º. alt.844/92.  (Res.  §  2º  ‐  A  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano  permitirá  a  aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus. cartões ou outros meios de acesso. 3º)    Artigo  535  ‐  O  pagamento  de  meia‐entrada  para  o  ingresso  de  estudantes  em  casas de diversão pública.  e. art.  trens  metropolitanos  e  Metrô.  esporte. instituído por ato  do Secretário dos Transportes Metropolitanos.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU.  utilizando  o  formulário  fornecido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.  turismo  e  defesa  do  consumidor. SE nº 179/93. 1º. com a redação dada pela Res. art. existentes no Estado de São Paulo.  (Lei nº 7. com a redação dada pelo Decreto nº 30.  (Res.  II  –  cadastrar  os  alunos  regularmente  matriculados.  na  conformidade do disposto nesta seção. bilhetes magnéticos.    179 . SE nº 133/03)  § 3º ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.  de  espetáculos  teatrais.945/89)  §  1º  ‐  Os  alunos  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar. previsto no artigo 533. o  pagamento de meia‐entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em casas de diversão.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros. 81.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários.  mediante  a  utilização  de  passes.  praças  esportivas  e  similares  das  áreas  de  esporte. médio e superior. Culturais e de Lazer    Artigo  533  ‐  Fica  assegurado  aos  estudantes  regularmente  matriculados  em  estabelecimentos de ensino fundamental. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano.  cultura  e  lazer  do  Estado  de  São  Paulo.  em  casas  de  exibição  cinematográfica. art.  poderão  obter  junto  à  direção das unidades escolares a Carteira de Transporte Escolar Metropolitano.  por  meio  dos  seus  respectivos  órgãos  de  cultura. 1º e art. pela Res.Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  532  ‐  Os  estudantes  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens. fica regulamentado nos termos desta seção. nos dias letivos.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência.  bem  como  ao  Ministério  Público  do  Estado  de  São  Paulo. por meio da EMTU/SP. SE nº 179/93.

 observando‐se:  I ‐ as condições previstas nos artigos 13 a 16 da Lei Complementar nº 444. 3º.  § 1º ‐ As provas.    Artigo 537 ‐ O pagamento de meia‐entrada.    Artigo 538 ‐ O benefício será assegurado aos estudantes de ensino fundamental. será obtido tomando por base o valor  efetivamente cobrado pelos estabelecimentos elencados no artigo anterior.606/92. 2º. com inscrição e escolha de vagas vinculadas a uma mesma  região.    Artigo  539  ‐  Os  órgãos  estaduais  diretamente  envolvidos  com  as  atividades  de  cultura.  médio e superior regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino público e particular  existentes no Estado. por campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação  Especial.  (Decreto nº 35.    180 .  cultural  e  desportiva.  II ‐ os requisitos estabelecidos em conformidade com o Anexo III a que se refere o  artigo 8º da Lei Complementar nº 836.  §  3º  ‐  A  região  delimitada  na  forma  do  caput  poderá  englobar  mais  de  uma  Diretoria de Ensino. na forma a que alude o caput deste artigo. de 30 de dezembro de 1997. bem como as praças esportivas e similares. esporte.Artigo  536  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversão  pública  os  estabelecimentos  que  apresentem  espetáculos  teatrais.  a  Secretaria  da  Educação poderá promover concurso público de âmbito estadual para determinada classe.  § 4º ‐ Não poderá participar de concurso de remoção o integrante do Quadro do  Magistério  que  se  encontre  no  período  de  estágio  probatório  e  tenha  sido  admitido  mediante  certame regionalizado.  circenses. mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ‐ CIE. em que sejam realizados eventos culturais.  exibição  cinematográfica.  desportivos e de lazer no Estado de São Paulo. poderão ser únicas e  aplicadas concomitantemente. arts. turismo e defesa do consumidor prestarão a colaboração necessária à fiscalização  e ao fiel cumprimento do regulamento.  conforme  delimitação  territorial fixada pelo Titular da Pasta.  musicais.   §  2º  ‐  Excepcionalmente  e  havendo  interesse  da  Administração.4º e 7º)    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados    Artigo  540  ‐  Os  concursos  públicos  para  provimento  de  cargos  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação  serão  realizados  regionalmente. de 27  de dezembro de 1985. quando realizadas em mais de uma região. 1º.

344/07. SE nº 66/08)    Artigo 543 ‐ O Dirigente Regional de Ensino deverá instituir as seguintes comissões  para fins de implementação do sistema de Avaliação Especial de Desempenho. arts.   § 2º ‐ A Comissão de Avaliação Especial de Desempenho e a Comissão Central de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  terão  entre  seus  membros  obrigato‐riamente  o  superior  imediato do servidor avaliado que presidirá a respectiva Comissão.  que  será  responsável  por  avaliar  o  desempenho  dos integrantes do Quadro do Magistério composta por 3 (três) servidores.  nomeado  para  prover  cargo  efetivo. 2º da Res. mediante concurso público. somente será considerado estável após um período de 1. vedado o aproveitamento de prazos ou de pontuações decorrentes de períodos de  estágio probatório anteriormente avaliados. de nível hierárquico não inferior ao do avaliado. e art.   §  1º  ‐  Nas  hipóteses  de  acumulação  lícita  de  cargos.  composta  por  no  mínimo  3  (três)  membros  da  própria  Diretoria.  § 1º ‐ Para fins de definição de nível hierárquico. e que será responsável por avaliar o desempenho dos integrantes do Quadro  do Magistério da Classe de Suporte Pedagógico classificados na mesma Diretoria de Ensino.037/08.  definidos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino  sendo  que  pelo  menos  2  (dois)  devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento efetivo. no decorrer do estágio probatório. 1º e 2º com as alterações introduzidas pelo Decreto  nº 55.   II  ‐  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. em listagens discriminadas por  campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação Especial. cuja constituição  deve ser publicada em Diário Oficial do Estado:   I  ‐  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  em  cada  Unidade  Escolar  jurisdicionada  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino.   § 2º ‐ O integrante do Quadro do Magistério. art.  durante  o  qual  estará  condicionado  à  avaliação especial de desempenho.144/09 e parágrafo único do art. 1º. bem  como  analisar  todos  os  processos  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  encaminhados  pelas  Unidades Escolares. a serem  realizadas por Comissões de Avaliação Especial de Desempenho.   § 3º ‐ É vedada a participação de servidores em período de estágio probatório nas  Comissões de que tratam os incisos I e II deste artigo.  será considerado o nível de escolaridade exigido para o provimento dos respectivos cargos.  será submetido a 3 (três) etapas de avaliações.  separadamente.  (Decreto nº 52.  § 4º ‐ As Comissões de Avaliação Especial e Central de Desempenho especificadas. 4º)    Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público    Artigo  542  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. de acordo com a classe a qual pertence.Artigo  541  ‐  Os  candidatos  aprovados  em  concurso  público  para  provimento  de  cargos do Quadro do Magistério serão classificados regionalmente.  o  disposto  no  caput  deste  artigo  será  cumprido  em  relação  a  cada  um  dos  cargos.  bem como todos os servidores envolvidos no processo de avaliação dos integrantes do Quadro do  181 . de que  tratam os incisos I e II.  previstas  no  inciso  XVI  do  artigo  37  da  Constituição  Federal.095  (um  mil  e  noventa  e  cinco)  dias  de  efetivo  exercício. sendo que pelo menos dois devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento  efetivo  em  exercício  no  mesmo  órgão  de  exercício  do  avaliado.    (Decreto nº 53. definidos pelo Diretor  da unidade.  de  caráter  permanente.  inclusive  no  caso  de  acumulação  de  cargos  de  mesma  denominação.

    Artigo 544 ‐ São atribuições das Comissões de Avaliação Especial de Desempenho  e  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  d) 3 faltas = 7 pontos. avaliando seu grau de ajustamento ao exercício do cargo  e a possível necessidade de ser submetido a programas de capacitação.  I  ‐  Subsidiar  e  assessorar  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  em  estágio  probatório nos assuntos  atinentes a  sua área de  atuação. 3º ao 6º)    Artigo 546 ‐ A avaliação especial de desempenho tem por objetivos:   I  ‐  contribuir  para  a  implementação  do  princípio  da  eficiência  na  Administração  Pública do Poder Executivo Estadual.   IV ‐ promover a adequação funcional do servidor. e será  composta por.  contraditório  e  de  ampla defesa e deverá obedecer aos requisitos abaixo relacionados e constantes das fichas anexas  desta subseção. no mínimo.  no  acompanhamento  dos  integrantes do Quadro do Magistério em estágio probatório.  utilizando‐se  dos  elementos  que  compõem  o  processo  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho do servidor avaliado. para aprimorá‐lo.  e) 4 faltas = 6 pontos.  dentre  os  seus  profissionais.  subsidiar  as  Comissões  Centrais  das  Diretorias de Ensino nos processos de  Avaliação Especial de Desempenho. excetuando‐se  as faltas abonadas.  moralidade. 2º)    Artigo 547 ‐ A Avaliação Especial de Desempenho processar‐se‐á de acordo com os  princípios  de  legalidade.Magistério  em  estágio  probatório. SE nº 66/08.  c) 2 faltas = 8 pontos.  para  compor  a  comissão  da  escola.  182 .  publicidade.  b) 1 falta = 9 pontos.  no que couber.344/07.   §  1º  ‐  Caberá  à  Comissão  de  Recursos. art. avaliados pelos respectivos indicadores:  I ‐ Assiduidade: Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho. a qual caberá analisar e decidir os  recursos hierárquicos.  eficiência. 3 (três) membros do próprio Departamento. sob pena de responsabilidade adminis‐trativa.  § 5° ‐ Na inexistência de titular para a composição da Comissão a que se refere o  inciso I desse artigo.  II ‐ Registrar sistematicamente todas as ocorrências relativas à conduta funcional  do servidor.   II ‐ aferir o desempenho do servidor em sua função.  acerca  do  correto desempenho de suas atribuições. bem como esclarecer  eventuais dúvidas quanto à aplicação das disposições da presente resolução.    Artigo  545  ‐  O  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos  deverá  instituir  Comissão de Recursos da Avaliação Especial de Desempenho. excepcionalmente.  atendidas  as  exigências  de  hierarquia e de escolaridade. civil e criminal.   III ‐ fornecer subsídios à gestão de política de recursos humanos.  são  responsáveis  pela  veracidade  das  informações  sobre  o  estágio. a Diretoria de Ensino poderá indicar um titular de cargo. na seguinte conformidade:   a) 0 faltas = 10 pontos. eventualmente interpostos por integrantes do Quadro do Magistério. arts.  § 2º ‐ As Comissões de Avaliação e de Recursos devem atuar de forma imparcial e  objetiva.  (Res.   (Decreto nº 52. orientando.  impessoalidade.

  4 ‐ Ficha de Freqüência de cada etapa prevista no decorrer do estágio probatório ‐  Anexo II. com o Diretor  de Escola.  deverá  ser  formalizado  e  instruído  contendo  os  documentos  abaixo  especificados.  contribuição  para  o  bom  relacionamento entre alunos.  V  ‐  Comprometimento  com  a  Administração  Pública:  Participação  nos  projetos  especiais da Secretaria de Estado da Educação. abaixo  de 105 pontos. conseqüentemente exonerado.  comprometimento  com  os  objetivos pactuados nos planos de trabalho da Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino.  § 1º ‐ De acordo com os critérios estabelecidos nos incisos I a VII deste artigo.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.   2 ‐ Numeração e rubrica em todas as páginas. no exercício de suas atribuições.   III  ‐  Capacidade  de  Iniciativa:  Apresentação  de  propostas  novas. Supervisor de Ensino e pais de alunos. participação nos cursos de capacitação oferecidos pela Secretaria da Educação. de acordo  com as metas da Secretaria da Educação. obtiver  pontuação inferior a cinqüenta por cento do total da pontuação máxima permitida.  j) 9 faltas = 1 ponto. ou seja.  h) 7 faltas = 3 pontos.  5 ‐ Ficha de Avaliação Especial de Desempenho de cada etapa prevista no decorrer  do Estágio Probatório ‐ Anexo III. Órgão  de lotação e de exercício.  § 2º ‐ Será considerado inapto e.  k) 10 ou acima de 10 faltas = zero pontos. a  pontuação máxima que o servidor poderá obter em cada etapa da Avaliação na Ficha de Avaliação  Especial de Desempenho é 70 pontos.  uso  adequado  dos  materiais  pedagógicos  e  outros  materiais  disponibilizados  pela  Secretaria  da  Educação. nome do servidor avaliado.  VII  ‐  Produtividade:  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos.  IV ‐ Responsabilidade: Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e  demais  responsáveis  pelo  processo  de  ensino  e  gestão  escolar.  na  prática.  de  cumprimento  do  contido  nas  propostas  curriculares. nas relações com os alunos. adotados pela Unidade Escolar e/ou Diretoria de  Ensino. demonstração de  competência na superação de obstáculos não previstos.  183 .f) 5 faltas = 5 pontos.  i) 8 faltas = 2 pontos. o servidor que no  somatório dos pontos obtidos nas 3 (três) etapas da Avaliação Especial de Desempenho. Professor Coordenador. resultante do somatório dos pontos aferidos a cada um dos  quesitos. nos prazos estipulados e constantes dos calendários. pais e servidores.  não  rotineiras  para as demandas oriundas de atribuições do servidor.  § 3º ‐ O Processo de Avaliação Especial de Desempenho terá como parâmetro as  atribuições do cargo ocupado pelo servidor e. decorridos 30 (trinta) meses do estágio probatório. totalizando o máximo de 210 pontos nas 3 etapas.  conforme  Anexos que integram esta subseção:  1 ‐ Capa com número do sistema de protocolo.  3 ‐ Ficha Funcional do Servidor ‐ Anexo I.  apresentação  de  bom  nível  de  rendimento  no  exercício de suas atribuições.  II  ‐  Disciplina:  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade Escolar e Diretoria de Ensino.  VI  ‐  Eficiência:  Apresentação.  g) 6 faltas = 4 pontos.

  no  prazo  de  10  (dez)  dias. por meio da Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. será emitida a manifestação conclusiva (Anexo VI).  a  contar  do  vigésimo  primeiro  ao  trigésimo  mês  de  efetivo  exercício. 9º e 11 ao 13. do décimo primeiro ao vigésimo mês de efetivo exercício. deverá ser repassada uma cópia de toda a documentação referente às 3 etapas  de sua avaliação.  § 5º ‐ Na hipótese de recusa. contados da data da ciência do servidor.   184 . em assinar qualquer uma das  notificações do processo de Avaliação Especial de Desempenho.  II ‐ a segunda etapa. para decisão final.  8  ‐  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho ‐ Anexo VI.  terá  o  prazo  de  20  (vinte)  dias  para  apreciá‐la  e.  §  7º  ‐  No  caso  de  proposta  de  exoneração.344/07)  Artigo 548 ‐ O registro da Avaliação Especial de Desempenho deverá ser efetuado  por etapas. elaborar novo relatório conclusivo a ser submetido  ao Secretário da Educação. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e à ampla defesa.  (Resolução SE 66/08.  que  poderá  ser  apresentada  pessoalmente  ou  por  procurador  constituído.6 ‐ Relatório da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou da Comissão  Central de Avaliação Especial de Desempenho ao final de cada etapa do estágio probatório ‐ Anexo  IV. a Diretoria de Ensino.   3 ‐ licença gestante.  deferida  pelo  Dirigente Regional de Ensino. contados a partir da data de autuação  do  processo de avaliação. ficando suspensa e prorrogada a contagem de tempo e a avaliação para efeito  de homologação do estágio probatório. nos seguintes casos:   1 ‐ licença para tratamento de saúde. da qual tomará ciência e será parte integrante de seu assentamento individual. do servidor avaliado.   5 ‐ licença para exercer mandato eletivo.  § 6º ‐ No prazo de 40 (quarenta) dias.  será  dada  ciência  ao  interessado.   8 ‐ readaptação funcional. propondo a exoneração ou confirmação do funcionário no cargo.  com  a  assinatura  de  duas  testemunhas  devidamente  identificadas.  § 4º ‐  Aos  integrantes  do  Quadro do Magistério  submetidos à  Avaliação  Especial  de Desempenho.  7  ‐  Relatório  Final  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  da  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho ‐Anexo V.  imediatamente após a propositura.   III  ‐  a  terceira  etapa. este c/c o § 2º do art.  observando a seguinte temporalidade:  I ‐ a primeira etapa que irá do primeiro ao décimo mês de efetivo exercício.   2 ‐ licença por motivo de doença em pessoa da família. arts. 7º.  9 ‐ Ficha de Encaminhamento ao Departamento de Recursos Humanos ‐DRHU da  Secretaria da Educação – Anexo VII.  §  1º  ‐  O  período  do  estágio  probatório  será  contado  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício no cargo.   7 ‐ licença especial para atender menor adotado.  § 8º ‐ Após a apresentação da defesa.   4 ‐ afastamento para concorrer a cargo eletivo.   6 ‐ licença por acidente em serviço.  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício  do  servidor no cargo  para  o  qual  foi  nomeado. a unidade subsetorial de recursos  humanos  deverá  registrar  o  fato.  ratificando ou retificando o relatório anterior. de que trata o item 8 do  §  3º  deste  artigo. 6º do Decreto  nº 52.  pela  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.

 a ser ultimado no prazo  de 30 (trinta) dias.  que  não  corresponder  a  quaisquer  dos  requisitos  estabelecidos pelo artigo 547. a partir da data imediatamente subseqüente à do término do estágio. acompanhada de Relatório constante no  Anexo IV expedido pelas respectivas Comissões.  §  3º  ‐  A  aplicação  do  disposto  neste  artigo  não  inibe  a  possibilidade  de  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério. arts. contados da data de apresentação de sua defesa.9 ‐ designado ou afastado para o exercício de funções com atribuições diversas de  seu cargo. ser  exonerado  do  cargo. e art.   (Res. 8º.  6  (seis)  meses  antes  do término  do  Estágio  Probatório. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e ampla defesa.  § 2º ‐ No ato de confirmação no cargo. a ser publicado em DOE. de 28 de outubro de 1968. constante do Anexo V desta Resolução.  nos  termos  do  artigo  41  da  Constituição  Federal  de  1988.261. não acarretará a suspensão ou  prorrogação da contagem de tempo.  § 1º ‐ O ato de confirmação no cargo ou de exoneração do integrante do Quadro  do Magistério deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado ‐ DOE pela autoridade competente  até o penúltimo dia do Estágio Probatório. 10. o integrante do  Quadro  do  Magistério  será  formalmente  declarado  estável. posteriormente. 5º do Decreto nº 52.  a  qualquer  momento.  mediante  processo  administrativo. 15 e 17.   § 3º ‐ Os indicadores de avaliação apontados no artigo 547 serão apurados ao final  de  cada  etapa  do  estágio  probatório  pela  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de Avaliação Especial  de Desempenho constante no Anexo III desta subseção. a ser elaborado pela Comissão de Avaliação Especial  de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. submetidos  à apreciação do Secretário da Pasta para decisão final. 14.  sem  prejuízo  da  apuração  dos  fatores  enumerados  nos  incisos  I  a  VII  do  artigo  547  da  presente  subseção.  §  4º  ‐  As  avaliações  periódicas  parciais  devem  ser  consideradas  num  Relatório  Final. no decorrer do prazo de 30 (trinta) meses do Estágio Probatório. SE nº 66/08.  com  redação  dada  pelo  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  19/98. sem prejuízo da aplicação das  penas disciplinares previstas no artigo 251 da Lei nº 10. em local diverso daquele de sua classificação.  no  interesse  do  serviço  público.344/07)                      185 .   §  2º  ‐  A  atuação  em  atividades  com  as  mesmas  atribuições  do  cargo  de  provimento efetivo.    Artigo  549  ‐  Os  processos  de  avaliação  do  Estágio  Probatório.  § 4º ‐ Os casos omissos serão decididos pela Chefia de Gabinete da Secretaria da  Educação.  deverão  ser  encaminhados  para  manifestação do Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU/SE e.  que  irão  propor  a  exoneração  ou  a  confirmação  do  funcionário  no  cargo.

ANEXO I    FICHA FUNCIONAL DO SERVIDOR  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:                                                            DADOS PESSOAIS Nome:                                                                   RG: CPF:                                                                     RS/PV: PIS/PASEP:                                                        Data de Nascimento: Endereço:                                                        DADOS FUNCIONAIS Cargo:  Nomeado por  Decreto de:                                       Publicado  no DOE de: Data da Posse:                                                           Início de Exercício: Data de ingresso no serviço público estadual: Cargo/Função‐Atividade Anterior:  Outras Informações:      Local e data:                            Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:      ANEXO II    FICHA DE FREQÜÊNCIA  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                                  RG: Cargo:  Período de Freqüência: de                                            a NÚMERO FALTAS DESCONTÁVEIS E SUSPENSÃO/PRORROGAÇÃO NO PERÍODO AVALIADO  I – Faltas Justificadas:  II – Faltas Injustificadas:  III – Faltas Médicas: IV – Outras Faltas: V – Licença‐Prêmio: VI – Suspensão/prorrogação da contagem por Licenças: VII ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Afastamentos: VIII‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Readaptação funcional: IX  ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Designação: TOTAL DE DIAS (BRUTO):  TOTAL DE DIAS (LÍQUIDO):  Documentos Anexados:          (   ) sim          (    ) não Local e data:                                                     Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:   Ciência do interessado:        186 .

..  III – CAPACIDADE DE INICIATIVA  Apresentação  de  propostas  novas. SE __/2008  Acima do esperado = 9 e 10 pontos  Atinge parcialmente o esperado =  4. SE ___/2008      200_  Cargo:  Data da avaliação:           Tabela de pontuação dos requisitos previstos nos incisos II a VII.  no  exercício  de  suas  atribuições. Supervisor de  Ensino e pais de alunos.  não  rotineiras  para  as  demandas  oriundas  de  atribuições  do  servidor. participação nos  cursos  de capacitação  oferecidos  pela  Secretaria  da Educação.... nas relações com os alunos. excetuando‐se as faltas abonadas.  demonstração  de  competência  na  superação  de  obstáculos não previstos. 5 e 6 pontos  Atinge o esperado = 7 e 8  pontos   Abaixo do esperado = 0.. do artigo 7ºda Res.. uso adequado dos  materiais pedagógicos e outros materiais disponibilizados pela Secretaria da Educação.  adotados  pela  Unidade  Escolar  e/ou Diretoria de  Ensino... de acordo com as metas da Secretaria da Educação.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  contribuição  para  o  bom  relacionamento  entre  alunos.ANEXO III    GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO ..  Total de Pontos                                    187 ....  V‐COMPROMETIMENTO COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  Participação  nos  projetos  especiais  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação..  VI – EFICIÊNCIA  Apresentação.. apresentação  de bom nível de rendimento no exercício de suas atribuições. Professor Coordenador.  pais  e  servidores. 2 e 3  pontos     Pontuação  I ‐ ASSIDUIDADE    Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho..    FICHA DE AVALIAÇÃO ESPECIAL  DE DESEMPENHO      Anexo III      Nome do Avaliado:  Nº RG:  Nº RS:  Unidade de Exercício:  Tempo no cargo:  Assiduidade – 0 a 10 pontos nos termos do inciso I.. de cumprimento do contido nas propostas curriculares. na prática. com o Diretor de Escola.. do artigo 7º da Res....  IV – RESPONSABILIDADE  Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e demais responsáveis pelo processo de  ensino  e  gestão  escolar..   VII – PRODUTIVIDADE  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos. nos prazos estipulados e constantes dos calendários.  II – DISCIPLINA  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade  Escolar  e  Diretoria  de  Ensino..  comprometimento  com  os  objetivos  pactuados  nos  planos  de  trabalho  da  Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino... 1.

344 de 09 de novembro de 2007  Total de Pontos Obtidos:  Outras Informações:      Ações para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do servidor ( se for o caso):              Local e data:                  188 .Comentários (opcional)    _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________  Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho   Nome:  Assinatura:  1)    2)    3)        ANEXO IV    RELATÓRIO  DA  COMISSÃO  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL  DE  DESEMPENHO  OU  COMISSÃO  CENTRAL  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL DE DESEMPENHO AO FINAL DE CADA ETAPA DO ESTÁGIO PROBATÓRIO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:  Nome:                                                                 RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      /    Requisitos dos Incisos I a VII do Artigo 3º do Decreto nº 52.

  Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO V    RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO OU COMISSÃO CENTRAL DE  AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:    Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                 RG: Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      / Não havendo registro de faltas descontáveis. em   /        /  Parecer Conclusivo:             Local e Data:     Ciência do Avaliado: Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho   Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)    ANEXO VI    MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA DA COMISSÃO CENTRAL DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de exercício:  Nome:                                                                             RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:        /    /              a     /     / Parecer Conclusivo:      189 . o servidor completará o período de Estágio Probatório.

  Relatórios  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho (fls.  4. propomos:  (   ) a confirmação do servidor no cargo.    Outras Informações:      Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO VII    FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS – DRHU DA SECRETARIA  DA EDUCAÇÃO  PROCESSO:  INTERESSADO:                                                                        RG: ASSUNTO: Avaliação de Estágio Probatório INFORMAÇÃO Nº _________/________ Unidade de exercício:  Cargo:  Nomeado por Decreto de _____   .  ).                            Estando o processo devidamente instruído. encaminhem‐se os autos ao Departamento de  Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação.  (   ) a exoneração do servidor do cargo. Ficha Funcional (fls.  2.  6. Fichas de Avaliação Especial de Desempenho (fls  ). Relatório Final da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação  Especial de Desempenho ( fls   ).     ). Manifestação Conclusiva da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho (fls.                                              À  vista  da  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho (fls. Fichas de Freqüência abrangendo o período de ___/___/___ a ___/___/___(fls     ).  Local e data:  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino: Ciência do interessado:          190 . publicado a ____/____/____ Posse: ____/____/____                                 Exercício: ____/____/____                                             Foram juntados aos autos: 1.     ).      ).   5.  3.

 em atividades coletivas.    Artigo 553 ‐ Além da jornada a que estiver sujeito.    Artigo 552 ‐ De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836. ministrar  aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental. Médio e Educação  Especial ‐ campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II.   II ‐ aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental.  sendo:  a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos.  de  24  (vinte  e  quatro)  horas  semanais.  de 30 de dezembro de 1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.  das  quais  2  (duas)  horas  exercidas  na  escola.  III  e  IV  do  artigo  anterior.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  exercer  carga  suplementar  de trabalho. quando em Jornada Básica de Trabalho  Docente.    Artigo 551 ‐ O Professor Educação Básica I poderá.  b)  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  exercidas  na  escola.  referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas. compreendem os seguintes âmbitos  da Educação Básica:  I ‐ classes iniciais do Ensino Fundamental ‐ campo de atuação relativo ao cargo de  Professor Educação Básica I.  II  ‐  13  (treze)  horas  em  atividades  com  alunos. sendo:  a) 10 (dez) horas em atividades com alunos. respeitado o limite máximo de:   I ‐ 8 (oito) horas em atividades com alunos. dentre as previstas nos incisos  II. desde que habilitado.  IV ‐ Jornada Reduzida de Trabalho Docente.094.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  um  campo  de  atuação  poderá  ministrar  aulas  em  campo  de  atuação  diverso  como  carga  suplementar  de  trabalho.  quando  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho Docente.  das  quais  3  (três)  horas  exercidas  na  escola. de 12 (doze) horas semanais. e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente. observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar  nº 836. de 40 (quarenta) horas semanais.  II ‐ Jornada Básica de Trabalho Docente.  b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico.  III ‐ 23 (vinte e três) horas em atividades com alunos. de 30 de dezembro de 1997.  191 . de 16 de julho de 2009.  desde  que apresente  habilitação ou qualificação docente para as referidas aulas. sendo:  a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos.  III  ‐  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:   I ‐ Jornada Integral de Trabalho Docente.  b)  7  (sete)  horas  de  trabalho  pedagógico. e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente. em atividades coletivas. sendo:   a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos.Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente    Artigo  550  ‐  O  campo  de  atuação  do  pessoal  docente  do  Quadro  do  Magistério.  b)  5  (cinco) horas de  trabalho pedagógico. em atividades coletivas.  em  atividades  coletivas. e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente. quando em Jornada Reduzida  de Trabalho Docente. das quais 2 (duas) horas exercidas na  escola. de 30 (trinta) horas semanais.

  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar. ou na insuficiência parcial.  III ‐ para o Professor Educação Básica II de Educação Especial. no Ensino Fundamental e/ou Médio. ou ainda de classe ou aulas de projetos da Pasta e  outras modalidades de ensino. constante do Anexo que integra esta seção. a habilitação ou a qualificação docente.  o  tempo  de  serviço  e  os  títulos  no  respectivo  campo  de  atuação. em outro campo de atuação ou de outro componente curricular.    Artigo  555  ‐  O  provimento  de  cargo  docente  far‐se‐á  em  qualquer  jornada  de  trabalho. com classe ou sala  de  recurso  livre.  quando  somadas  às  horas  de  mesma  característica  relativas  à  jornada  em  que  o docente  esteja  incluído.     Artigo 558 ‐ A constituição da jornada de trabalho docente dar‐se‐á:   I ‐ para o Professor Educação Básica I.  de que trata o artigo 550.  haverá  redução  da  jornada  em  que  o  titular  esteja  incluído.  na  forma  estabelecida  pela  Secretaria da Educação em regulamento específico.  Parágrafo  único  ‐  O  atendimento  da  opção  dependerá  da  disponibilidade  de  classes ou aulas e das diretrizes da Secretaria da Educação previamente fixadas. poderão ser  complementadas  por  aulas  livres  da  disciplina  não  específica  da  mesma  licenciatura  plena.  poderão  provocar  acréscimo  nas  horas  de  trabalho  pedagógico  na  escola  e  de  trabalho  pedagógico  em  local  de  livre  escolha. livres ou em  substituição. ou mediante atribuição de aulas. que observará a situação funcional.  no  Ensino Fundamental  e/ou Médio.  no  caso de  aulas.  de  acordo  com  a  quantidade  de  vagas  e  correspondentes  cargas  horárias  disponíveis  na unidade escolar do ingresso.  Artigo  554  ‐  As  horas  em  atividades  com  alunos. com classe livre das séries iniciais do Ensino  Fundamental.  poderá  haver  composição  dessa  jornada. por jornada de trabalho diversa daquela  em que esteja incluído.  192 .  mediante  atribuição  de  classe.    Artigo 559 ‐  Na  carência  de  classe.  na  conformidade  da tabela  de  distribuição de cargas horárias. sendo que. em caso de insuficiência. para o qual o titular  apresente habilitação ou qualificação docente.  para  jornada  compatível  com  a  carga  horária  atribuída. os tempos de serviço trabalhados pelo docente em campos de atuação distintos. com aulas  livres da disciplina específica do  seu cargo. que se  encontre em qualquer tipo de licença/afastamento. de classe especial/sala de recurso ou de aulas a título de substituição a outro titular. no momento da  inscrição para o processo de atribuição de classes e aulas.  Parágrafo  único  ‐  Verificada  ainda  a  impossibilidade  de  constituição  da  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  após  atendimento dos respectivos titulares de cargo.  II ‐ para o Professor Educação Básica II.  chegando  em  redução  máxima  à  Jornada Inicial  de  Trabalho Docente.    Artigo 557 ‐ A atribuição de classe e/ou aulas será precedida de classificação dos  inscritos no processo. anualmente.    Artigo 556 ‐ O docente titular de cargo poderá optar.  da  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  seu  cargo. serão sempre computados separadamente.  de classeespecial/sala  de recurso  ou de aulas  livres para constituição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.  Parágrafo  único  ‐  Para  fins  de  classificação  no  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.

  na  forma  estabelecida no parágrafo único do artigo anterior. exercendo atividades inerentes às de  magistério e com:   I ‐ coordenação de atividades pedagógicas. que passarão a se configurar carga suplementar de trabalho. na  forma  estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559. não  haja desistência  das aulas que a excedam.    Artigo 564 ‐ A atribuição de classes ou aulas para composição de jornada.     Artigo 562 ‐ O Professor Educação Básica I.     Artigo  566  ‐  Quando  o  total  de  horas  atribuídas  ao  docente  consistir  de  blocos  indivisíveis.  III  ‐  avaliação.  terá  a  retribuição  referente  a  essas  aulas  calculada  com  base  no  valor  do  vencimento  relativo  ao  Nível  I  da  Faixa  2.     Artigo 561 ‐ O docente que tiver redução de jornada a seu expresso pedido não  poderá voltar a ampliá‐la no decorrer do mesmo ano letivo.  por  classe  de  alunos  ou  por  número  de  aulas  de  determinada  disciplina.  Artigo  560  ‐  A  requerimento  expresso  do  titular  de  cargo.  desde que. execução e avaliação das atividades escolares.    Artigo 567 ‐ A acumulação remunerada de dois cargos docentes ou de um cargo de  suporte pedagógico com um cargo docente poderá ser exercida.  conforme estabelecido  nos  quadros  curriculares.  cuja  carga  horária  atribuída seja inferior à da Jornada Inicial. se for o caso. que venha a compor  sua jornada de trabalho com aulas de componente curricular do Ensino Fundamental ou Médio.  observará  as  normas.  IV ‐ processo de integração escola‐comunidade.  adaptação  e/ou  recuperação  de  alunos  de  aproveitamento  insatisfatório.  da Escala  de  Vencimentos ‐ Classes Docentes (EV‐CD).  aplique‐se  o  procedimento  de  composição  de  jornada.  na  quantidade necessária à complementação da Jornada Inicial ou da Jornada Reduzida de Trabalho  Docente.    Artigo 565 ‐ Na impossibilidade de composição de jornada. declarado adido.  se  houver  redução  de  remuneração. na sua unidade de classificação. ou. conforme o caso.  ordem  de  prioridade e critérios estabelecidos em regulamento específico.    Artigo  563  ‐  Na  aplicação  do  disposto  no  artigo  anterior.  II ‐ planejamento. o docente poderá optar por ser remunerado com base nos vencimentos relativos ao  próprio cargo.  Parágrafo  único  ‐  A  ampliação  da  jornada  de  trabalho  do  Professor  Educação  Básica II somente poderá se dar com aulas livres da disciplina específica do cargo. na forma estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559. na forma  prevista  no  parágrafo  único  do  artigo  559. desde que:  193 .  as  horas  que  ultrapassarem  a  quantidade  correspondente  à  respectiva  jornada  de  trabalho  deverão  ser  exercidas  a  título  de  carga  suplementar de trabalho. no caso  de  carga  horária  ainda  menor. poderá haver redução maior do que a prevista no artigo  552  para  Jornada Reduzida  de  Trabalho Docente. pela Secretaria da Educação.  bem  como  para  carga  suplementar  de  trabalho  em  outro  campo de  atuação  ou  em  outro  componente  curricular.  o  docente  cumprirá  horas  de  permanência.

  II  ‐  verifique‐se  compatibilidade  de  horários. na fase inicial e durante o ano.  a  atribuição.  III ‐ haja prévia publicação de ato decisório favorável à acumulação.  (Res.  acompanhamento  e  supervisão  do  processo anual de atribuição que estará sob sua responsabilidade.144/09    HORAS EM ATIVIDADES COM ALUNOS  33  28 a 32  23 a 27 18 a 22  13 a 17  10 a 12  HORAS DE TRABALHO PEDAGÓGICO  NA ESCOLA  3  3  2 2  2  2  EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA DO  DOCENTE  4  3  3  2  1  0      SEÇÃO III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  568  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  designar  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  para  execução. I ‐ seja observado o limite de 64 (sessenta e quatro) horas semanais para a carga  horária total do acúmulo. arts. observadas as normas legais.    Artigo 569 ‐ Compete ao Diretor de Escola.  bem  como  os  horários  e  turnos  de  funcionamento  da  escola. SE nº 98/09.  com  as  jornadas  de  trabalho dos docentes. os seguintes âmbitos da Educação  Básica:  194 .144/09. 1º e 2º)    Artigo 570 ‐ Para efeitos do que dispõe a presente seção.  coordenação.  as  classes  e  aulas  da  unidade  escolar  deverão  ser  atribuídas  com  observância  ao  perfil  de  cada  professor  e  considerando experiência e desempenho anteriores. a fim de imprimir maior adequação e eficácia  à atribuição.  §  2º  ‐  Sem  detrimento  ao  disposto  no  parágrafo  anterior. arts.  bem  como  atribuir  as  classes  e  as  aulas. 1º ao 12)      ANEXO  a que se refere o artigo  do Decreto nº 55.  §  1º  ‐  Respeitada  a  ordem  de  classificação  dos  docentes. em especial nas situações de acumulação remunerada de cargos públicos.  Parágrafo único ‐  No âmbito da Secretaria da Educação é  vedada a possibilidade  de situação de acumulação de cargo e função docentes.  na  fase  inicial  do  processo.  observada  a  distância  entre  os  órgãos/unidades. visando a otimizar resultados no processo de ensino e aprendizagem. em todas as fases e etapas. consideram‐se campos  de atuação referentes às classes ou às aulas a serem atribuídas.  (Decreto nº 55. convocar  e  inscrever  os  docentes  da  unidade  escolar  para  o  processo.  deverá  se  efetuar  compatibilizando  as  cargas  horárias  das  classes  e  das  disciplinas.

 da mesma ou de outra Diretoria de Ensino. pretenda  exercer a docência em unidade diversa.I  ‐  classes  das  séries/anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental  ‐  campo  de  atuação  relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica I.  §  4º  ‐  O  docente  readaptado  deverá  ser  convocado  através  da  unidade  de  classificação de seu cargo.  em  todo  o  processo.  poderá  se  inscrever  para  este  fim.  também  assumem  característica de campos de atuação.  sediada  em  qualquer  município.  em  decorrência  de  municipalização  da  unidade  de  origem  ou  por  qualquer  outro  motivo  legal.  deverão  ter  sua  inscrição  remetida  à  unidade escolar de destino. a fim de efetuarem suas inscrições para o processo de atribuição de classes e de  aulas  do  ano  subsequente. art.  se  titulares  de  cargo.  podendo  haver mais de uma inscrição somente nos casos de:  1 ‐ titular de cargo de uma  unidade escolar que.  deverá  se efetuar  na  jurisdição  de  uma  única  Diretoria  de  Ensino.  §  2º  ‐  Os  docentes  que  estejam  afastados  a  qualquer  título. em virtude  de  exigirem  procedimentos  de  seleção  e  credenciamento  específicos.  inclusive  dos  estáveis  e  celetistas.  mediante  designação  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  n°  444/85. conforme o caso.  §  1º  ‐  A  inscrição  do  docente  é  única  por  campo  de  atuação  e. para fins  de classificação no processo. se necessário. no ato de inscrição regular na unidade de origem.   (Res. ou da sede de controle de frequência da função‐atividade. efetuadas na unidade escolar.  ou  por  carga  horária  de  trabalho.  3 ‐ docente que pretenda ministrar aulas no ensino regular e também em projeto  da Pasta ou em outras modalidades de ensino.  sendo‐lhe  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  de  aulas.  se  ocupantes de função‐atividade. deverão ser remetidas à Diretoria de Ensino de jurisdição  195 .  os  docentes  são  convocados  a  comparecer  à  unidade escolar. para fins de atribuição de classe  e/ou aulas do processo inicial.  III  ‐  aulas  de  disciplinas  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  ‐  campo  de  atuação relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica II.  momento  em  que  farão  opção  por  alteração  ou  manutenção  de  jornada  e  por  carga  suplementar.  antes  do  início  do  processo  de  atribuição.  2 ‐ docente ocupante de função‐atividade que tencione acumular funções. mediante designação. as classes. distintos dos demais e entre si.  em  especial  os  licenciados.  para  o  processo  inicial  de  atribuição.  enquanto não publicada a cessação da readaptação.  Parágrafo único ‐ Exclusivamente para fins operacionais de atribuição. SE nº 98/09.  deverão  ser  convocados  formalmente  para  efetuar  sua  inscrição  ou  se  fazer  legalmente representar para este fim e também.  §  5º  ‐  O  titular  de  cargo  que  pretenda  exercer  a  docência  em  unidade  escolar  diversa. turmas e aulas dos  projetos da Pasta e outras modalidades de ensino. 3º)    Subseção II  Da Inscrição     Artigo  571  ‐  Ao  final  do  ano  letivo.  indicando  qualquer  Diretoria  de  Ensino.  II ‐ classes ou salas de recurso da Educação Especial ‐ campo de atuação relativo ao  cargo docente de Professor Educação Básica II de Educação Especial. apenas para  fins  de  inscrição.  §  6º  ‐  As  inscrições  dos  ocupantes  de  função‐atividade.  § 3º ‐ Os titulares de cargo removidos por concurso e os removidos ex officio ou  transferidos.

 para possível ampliação no decorrer do ano. a fim  de  evitar a atribuição em nível de  Diretoria  de  Ensino. antes da abertura do período de inscrições relativo ao  processo informatizado de atribuição de classes e aulas. na ocasional perda  de  aulas  durante  o  ano. ou para acertos. ou  II ‐ a qualquer tempo.  para  fins de participação no processo.    Artigo 573 ‐ A opção por alteração de jornada será efetuada apenas no momento  da inscrição. porém mantendo a totalidade da carga horária atribuída.  II  ‐  na  opção  por  manutenção  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  constituição  na  própria  escola.  sob pena de responsabilidade.  para  evitar  a  constituição de jornada em mais de uma unidade escolar ou para manter o número de unidades  da constituição inicial.  caso  atendam  aos  demais  requisitos. na seguinte conformidade:  I ‐ em caráter obrigatório.  na  quantidade  correspondente  à  da  jornada  imediatamente  menor  ou  até  à  da  Jornada  Reduzida.  § 2º ‐ Faculta‐se também ao titular de cargo a possibilidade de. no mínimo.  em  nível  de  Unidade  Escolar  e/ou  de  196 .  III  ‐  na  opção  por  ampliação  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  ampliação  na  unidade  escolar.  constante  do  sistema  de  cadastro  funcional  (PAEC/PAEF).  deverá  ser  revisto  e  atualizado  anualmente. para registro de novas habilitações.  sendo  que  os  novos. no processo inicial.  § 7º ‐ Os candidatos à contratação farão inscrição somente na Diretoria de Ensino  de  sua  opção.  independentemente  de  haver  ou  não  optado  na  inscrição. verificação de legitimidade e correções. para conferência regular das habilitações  e qualificações registradas. 4º.  §  1º  ‐  A  opção  por  ampliação  de  jornada.da  unidade. retratar‐se definitivamente da opção. que o professor tenha  adquirido durante o ano. ficando vedada qualquer alteração durante o processo inicial ou no decorrer do ano.  retratar‐se  da  opção  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. exclusão ou inclusão de disciplinas.  solicitar  a  redução de sua jornada.  declinando  do  atendimento  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. mantendo‐a válida na Unidade Escolar.  terá  validade  de atendimento  até a data‐limite de 30  de novembro do ano  letivo  de  referência. arts.   (Res.  que  não  registre  precedente  de  retratação. 5º e 6º)    Subseção III  Da Classificação dos Inscritos    Artigo 574 ‐ Os docentes inscritos para o processo de atribuição de classes e aulas  serão  classificados.  mas  já  tendo  aulas  atribuídas. à vista  das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino. SE nº 98/09.  antes de concretizar  sua constituição em nível de unidade escolar.    Artigo  572  –  O  cadastro  de  qualificação  de  cada  docente  da  unidade  escolar. as possibilidades de:  I  ‐  na  opção  por  redução  de jornada ‐  retratar‐se da  opção. implicando a manutenção.  ou  àquela  de  escolha  do servidor que pretenda  mudar  de  Diretoria  de  Ensino. desde que permaneça. com quantidade correspondente à da  Jornada  Reduzida.  conforme  o  caso. mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que  lhes sejam correspondentes. de modo geral.  mas sendo facultadas ao docente titular de cargo.  nunca  antes  admitidos  ou  contratados  na  rede  pública  estadual. deverão ser previamente inseridos e qualificados no sistema de cadastro funcional (PAEC  /PAEF) da Secretaria da Educação. a título de carga suplementar.

  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0. em campo de atuação diverso.  com  a  seguinte pontuação para:  a) certificado de aprovação em concurso público. nº 1. com observância ao campo de atuação indicado nas respectivas inscrições.C.  II ‐ titulares de cargo. abrangidos pela L.  III ‐ docentes estáveis.  b) na(s) disciplina(s) não específica(s) da licenciatura do cargo.  b) titulares de cargo.  na  unidade  escolar.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.  V ‐ docentes ocupantes de função‐atividade. quando em regime de acumulação.  b)  certificado(s)  de  aprovação  em  outro(s)  concurso(s)  de  provas  e  títulos  da  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  observado  o campo  de  atuação  referente  às  classes  ou  às  aulas  a  serem  atribuídas.  com  a  seguinte pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  § 1º – O título de Mestre ou de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação.001 por dia. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  d) diploma de Doutor. na  seguinte ordem de prioridade:  I ‐ titulares de cargo. até no máximo 50 pontos.  c) diploma de Mestre.  na  seguinte  conformidade:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) titulares de cargo nomeados por concurso público. no mesmo campo de atuação da inscrição. nos termos da Constituição Federal/1988. até no máximo 20 pontos.  IV ‐ docentes estáveis.002 por dia.  até  no  máximo  5  pontos.  referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura. e vice‐versa.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  prevista  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  essa(s)  outra(s)  disciplina(s):  1  ponto  por  certificado.010/2007. relativo ao provimento do cargo  de que é titular: 10 pontos. no próprio campo de atuação.  III  ‐  quanto  ao  tempo  de  serviço.Diretoria de Ensino.  II ‐ quanto à habilitação:  a) na disciplina específica do cargo. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  197 .  §  2º  ‐  O  docente  que  acumula  cargos  no  mesmo  campo  de  atuação  poderá  ter  considerado o certificado de aprovação em concurso público de um cargo para fins de classificação  no outro. poderá ser considerado em qualquer  campo de atuação docente e mesmo em mais de um. ainda  que  de  outra(s)  disciplina(s). até no máximo 10 pontos.005 por dia. para atribuição em outro campo de atuação. nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho ‐ CLT.  c) em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua.  b) no Cargo: 0.      Artigo  575  ‐  Os  titulares  de  cargo  serão  classificados.  IV  ‐  quanto  aos  títulos.  VI  –  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação  temporária.

 e também às atribuições do decorrer do ano. no magistério e mesmo na unidade escolar. no cargo.  destinada  a  qualquer etapa do processo inicial.  se  houver.  §  10  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente. devendo ser excluídos o tempo de serviço e os títulos relativos  ao campo de atuação correspondente ao cargo. entre seus pares da mesma classe docente. será computado regularmente para fins de classificação no processo de  atribuição de classes e aulas. trabalhado na  condição de  titular de  cargo  do  qual o  docente tenha se exonerado.  nomeações. sendo computado apenas como tempo  de  magistério  e  como  tempo  de  unidade  escolar.  desde  que  exercidos  no  próprio  campo  de  atuação  do  docente.  poderá  ser  regularmente  considerado  para  fins  de  classificação.  serão  utilizados  os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  para  concessão  de  Adicional por Tempo de Serviço.  mediante  programas  de  demissão  voluntária  (PDV). neste nível.  desde  que  autorizados  sem  prejuízo  de  vencimentos.  § 11 ‐ O tempo de serviço trabalhado fora da unidade de origem.  § 13 ‐ Na contagem de tempo de serviço.  3) por encargos de família (maior número de dependentes).  quando  trabalhado  com  aulas  de  campo  de  atuação diverso do que lhe é próprio.  não  será  considerado  para  pontuação na Unidade Escolar.  §  5º  ‐  Os  titulares  de  cargo  inscritos  para  atribuição  de  carga  suplementar  em  outro campo de atuação serão classificados apenas com o tempo de serviço e os títulos referentes  unicamente à carga suplementar.  a  qualquer  título. inclusive em demissão voluntária (PDV). para fins de classificação do docente aposentado. na unidade escolar e  também  no  magistério  público  oficial.  198 . quando for o  caso. o  tempo de serviço. fica  caracterizado como tempo de serviço no próprio campo de atuação.  §  14  ‐  Em  casos  de  empate  de  pontuação  na  classificação  dos  inscritos. observados o campo de atuação e sua atual situação.  §  9º  ‐  Para  fins  de  classificação  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. prestado até a data da aposentadoria. exceto o exercido em órgãos centrais da Pasta ou nas Diretorias de  Ensino e Oficinas Pedagógicas.  o  desempate deverá se efetuar na seguinte ordem de critérios:  1) pela idade. será  sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar. não podendo ser considerado  na classificação relativa à carga suplementar em outro campo de atuação. em qualquer campo de atuação. ou ainda junto aos convênios de municipalização do ensino. sendo que a data‐limite da contagem de tempo é sempre 30 de  junho do ano precedente ao de referência.  inclusive  o  tempo  de  serviço  na  condição de readaptado.§ 3º ‐ A classificação dos titulares de cargo inscritos para designação nos termos  do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 dar‐se‐á em nível da Diretoria de Ensino indicada na  inscrição.  o  campo de atuação.  em  ambos  os  casos. quando maior ou igual a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso. compondo a respectiva Jornada de Trabalho Docente. em designações. que deverá ser refeita integralmente a  cada  ano.  readaptações  e  outros  afastamentos.  2)  pelo  maior  tempo  de  serviço  no  Magistério  Público  Oficial  da  Secretaria  da  Educação do Estado de São Paulo. não poderá ser considerado  como tempo no atual cargo ou na atual função‐atividade.  § 4º ‐ A contagem do tempo de serviço do docente efetivo.  trabalhado  em  afastamentos  a  qualquer  título.  §  7º  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente  que  tenha  sido  indenizado.  § 8º ‐  O  tempo  de  serviço.  incluirá  os  períodos  trabalhados  em  funções‐atividade  ou  em  contratações  anteriores  ao  ingresso.  observado.  § 12 ‐ Não será considerado.  § 6º ‐ O tempo de serviço do titular de cargo de Professor Educação Básica I ou de  Professor  Educação  Básica  II  ‐  Educação  Especial.

 até 5 pontos.  c)  diploma  de  Doutor.  abrangidos  pela  L.  b)  diploma  de  Mestre. que não será classificado e ficará  impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.    §  1º  ‐  No  Processo  de  avaliação  anual. para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos. pela CLT (categoria N). até no máximo 50 pontos.002 por dia.  celetistas  e  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  F.  d)  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  (categoria  L)  e  candidatos  à  contratação.  b) na Função: 0.  com  a  seguinte  pontuação para:  a) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos desta Secretaria  da  Educação.C.  b) docentes estáveis. deverão ser sempre computados  isoladamente. por títulos e pelo  resultado do processo de avaliação anual. por corresponderem a situações passíveis de acúmulo.  para  todos  os  fins  e  efeitos.  dos  docentes  contratados  de  categoria O e dos candidatos à contratação será indiscriminada e conjunta.005 por dia.  dar‐se‐á  por  campo  de  atuação  e/ou  por  áreas  de  disciplinas  e  por  áreas  da  Educação  Especial. em prova eliminatória.  §  3º  ‐  A  classificação  dos  docentes  de  categoria  L. até no máximo 10 pontos.  referente(s)  ao  mesmo  campo  de  atuação  da  inscrição.  IV – quanto ao resultado da participação no processo de avaliação anual – nota da  prova eliminatória: máximo de 80 pontos.001 por dia. conforme o caso: 1 ponto por certificado.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.  III  ‐  quanto  aos  títulos.  c)  docentes  ocupantes  de  função‐atividade. por situação funcional e também por tempo de serviço.  por  habilitação  e  qualificação docentes. até no máximo 20 pontos.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  exigida  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  o  campo  de  atuação  (séries  iniciais  do  EF)  ou  para  a  área  de  necessidade  especial  (Educação  Especial)  ou  para  a  disciplina  (EF/EM).  199 .  §  2º  ‐  Os  tempos  de  serviço  trabalhados  pelo  docente  em  campos  de  atuação  distintos.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.  nº  1.4) pela maior idade.  §  4º  ‐  As  disposições  dos  parágrafos  anteriores  aplicam‐se  igualmente  aos  docentes  estáveis. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. em campo de atuação diverso do referente à sua situação  funcional. não se considerando a  existência nem o tipo de vínculo empregatício. conforme segue:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) docentes estáveis. no campo de atuação da inscrição.    Artigo  576  ‐  A  classificação  dos  docentes  estáveis  e  celetistas.  quando  inscritos  para atuar em regime de acumulação.010/2007  (categoria F).  II ‐ quanto ao tempo de serviço.  independentemente  de  o  docente  pretender  ou  não  trabalhar em regime de acumulação.  a  obtenção  de  pontos  inferior  a  40  (quarenta) caracterizará a não aprovação do docente/candidato.  bem  como  a  dos  demais  ocupantes  de  função‐atividade  e  dos  candidatos  à  contratação. com a seguinte  pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0. pela Constituição Federal/1988 (categoria P).

§ 5º ‐ Na classificação dos docentes e candidatos à contratação de que trata este  artigo.  com  atribuição  de  classe  livre  das  séries/anos iniciais do Ensino Fundamental.  2 ‐ para o Professor Educação Básica II.  3 ‐ para o Professor Educação Básica II.  b) docentes celetistas. na seguinte ordem de prioridade:  a. com atribuição de aulas livres da disciplina  específica do cargo.  VII  ‐  Fase  2  ‐  de  Diretoria  de  Ensino  ‐  Titulares  de  cargo  para  Designação.  IV ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para Ampliação de Jornada  de Trabalho. respectivamente.  200 .  c) docentes ocupantes de função‐atividade. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  nos  termos do artigo 22 da Lei Complementar n° 444/85.   a. nesta ordem e em caráter obrigatório. em outro campo de atuação.  d) demais ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação.  b)  Composição  de  Jornada  de  Trabalho. obedecerá a seguinte ordem sequencial:  I ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para Constituição de Jornada de  Trabalho:  a) dos classificados na unidade escolar. SE nº 98/09.  V ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho. a que se refere a alínea “a” do inciso II deste artigo.2 ‐ em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes.1 ‐ a docentes não totalmente atendidos na Fase 1. não atendida na Fase 1. não atendida na Fase 1. 8º e 9º)    Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial     Artigo  577 ‐  A  atribuição de  classes e de  aulas. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  b) Carga Suplementar de Trabalho.  a  docentes  parcialmente  atendidos  na  constituição e a docentes adidos. 7º. arts.nº 1.  aos  docentes  inscritos e classificados nos distintos campos de atuação. em outro campo de atuação.C.  VIII ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Ocupantes de função‐atividade e candidatos  à contratação para atribuição de carga horária. abrangidos pela L.  VI ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho. caracteriza‐se:  1  ‐  para  o  Professor  Educação  Básica  I.  aplicam‐se  analogamente  as  mesmas  normas  e  critérios  referentes  à  classificação  dos  titulares de cargo. exceto o disposto nos §§ 2º ao 6º do artigo anterior. com atribuição de classe ou sala de recurso  livre da área de necessidade especial relativa ao seu cargo. consideradas as Fases 1 e 2.  §  1º  –  A  constituição  regular  das  jornadas  de  trabalho  dos  docentes  titulares  de  cargo.010/2007.  II ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Constituição de Jornada de Trabalho. de Unidade  Escolar e de Diretoria de Ensino.  b) dos removidos ex officio com opção de retorno.   b) Carga Suplementar.  III ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para: Ampliação de Jornada de  Trabalho. não atendida na Fase 1.   (Res.  no  processo  inicial. na seguinte conformidade:  a) docentes estáveis.

 a seu expresso pedido. sendo que  no caso de adidos. ou mesmo livres.  que  se  encontrem com quantidade de aulas inferior à carga horária das respectivas jornadas.  aulas  destinadas  ao  desenvolvimento  das  atividades  de  recuperação.  exceto  quando  ocorrer  no  processo  inicial  para  docentes  que  se  encontrem  em  afastamento  pelos  convênios  de  municipalização  do  ensino  ou  junto  a  órgãos  centrais da Pasta. a título de carga suplementar.  4 ‐ com classes. desde que composta integralmente em uma  201 .   §  8º  ‐  As  classes  de  1ª  e  2ª  séries/anos  do  Ensino  Fundamental  deverão  ser  atribuídas preferencialmente a docentes que comprovem participação no Programa de Formação  para Professores Alfabetizadores promovido pela Secretaria da Educação (“Letra e Vida”) ou por  Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo (“PROFA”). inclusive os  que estiverem na condição de adido.  desde  que  mantenha  a  totalidade  das  aulas  atribuídas. observada a seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ com classe ou aulas em substituição.  3  ‐  com  aulas. sem descaracterizar a condição de adido.  no  caso  de  se  encontrar  com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial. em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. inclusive aos estáveis e celetistas. desde que  após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s). somente podendo se concretizar com a efetiva assunção do  seu  exercício  em  sala  de  aula. situações em que a jornada será  ampliada de imediato.  2  ‐  com  aulas.  com  classes  ou  aulas  de  projetos  da  Pasta  e  outras  modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias.  § 3º – Na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído.  o  docente  terá  redução  compulsória  de  sua  jornada para a jornada imediatamente inferior e/ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho. ser incluído  em  Jornada  Reduzida. no mínimo. as  aulas  livres  da  disciplina  específica  do  seu  cargo. no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo. quando a carga  horária atribuída exceder esta jornada. a que se refere a  alínea “b” do inciso II deste artigo.  ao titular de cargo de PEB‐II.  § 6º ‐ A ampliação da jornada de trabalho dos docentes titulares de cargo far‐se‐á  exclusivamente com classes ou com aulas livres.  com  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. vedada a ampliação com aulas da Educação de Jovens e Adultos –  EJA.  §  4º  –  O  docente  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  §  9º  ‐  A  atribuição  de  aulas  aos  candidatos  à  contratação  e  aos  ocupantes  de  função‐atividade. conforme o caso. deverá se dar. se em escolas vinculadas  ou provisórias.  § 7º ‐ A jornada de trabalho do docente somente poderá ser ampliada com classe  ou com aulas do ensino regular.  sem  descaracterizar a condição de adido. pela carga horária  correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho. se for o caso. do próprio campo de atuação e/ou da disciplina  específica do cargo.§ 2º ‐ Quando esgotadas. em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua. poderá.  livres  ou  em  substituição. se for o caso.  a  título  de  carga  suplementar. nas respectivas jornadas.  de  disciplinas  para  as  quais  possua  licenciatura  plena.  ao  titular  de  cargo  de  PEB  I  ou  de  PEB  II  ‐  Educação  Especial. turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de  ensino. sem descaracterizar esta condição.  devendo manter a totalidade das aulas atribuídas.  §  5º  ‐  Os  docentes  incluídos  em  Jornada  Inicial  ou  em  Jornada  Reduzida. deverão proceder à composição de jornada.  o  docente  poderá  completar  a  constituição  de  sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura.  livres  ou  em  substituição. Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas.  de  disciplinas  não  específicas  da  licenciatura do cargo.

única escola.  na  rede  pública  estadual.  desde  que  habilitados ou qualificados para essas aulas.  § 19 ‐ A redução da carga horária do docente.  § 12 – O disposto no parágrafo anterior aplica‐se também às aulas em substituição  da carga suplementar do titular de cargo e à classe ou às aulas em substituição do ocupante de  função‐atividade.  será  concretizada  de  imediato  à  ocorrência. ou que estarão.  poderão. em afastamento  nos  termos  do  convênio  de  municipalização  do  ensino.  § 13 ‐ As classes e/ou as aulas em substituição.  desde  que  esta  quantidade  não  consista  exclusivamente  de  aulas  de  projetos  da  Pasta  e/ou  de  outras  modalidades  de  ensino.  §  10  –  Os  docentes  que  se  encontrem  em  licenças  ou  afastamentos  a  qualquer  título  podem  participar  regularmente  da  atribuição  de  classes  e  aulas  do  processo  inicial.  bem  como  para  carga  suplementar.  como  carga  horária  de  trabalho. somente será concretizado. para atribuição a partir das respectivas etapas. para este fim. mesmo  com relação à jornada.  se  este  for  efetivamente  assumi‐la ou ministrá‐las. por procuração legal.  no  processo  inicial  e  também  durante  o  ano.  § 11 ‐ As classes ou as aulas atribuídas para constituição das jornadas de trabalho  de  titulares  de  cargo.  a  partir  da  etapa  de  composição  de  jornada  de  trabalho. inclusive do titular de cargo. em licença ou afastamento a qualquer título. atribuídas a outro professor. resultante da atribuição no processo inicial e  mesmo  durante  o  ano. de acordo com o disposto no artigo 580.  § 18 ‐ O aumento de carga horária. para constituição e  ampliação  de  jornada. na sequência.  ou  se  fazer representar. se houver compatibilidade de horários e de distância entre as  unidades. que  também se encontre em afastamento já concretizado.  § 16 ‐ As aulas das disciplinas de Arte e de Educação Física das séries/anos iniciais  do Ensino Fundamental poderão ser atribuídas a docentes titulares de cargo.  independentemente  de  o  docente  se  encontrar  em  exercício  ou  em  licença/afastamento  a  qualquer título. para todos os  fins e efeitos. terá como sede de controle de frequência (SCF).  e  também  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  a  candidatos  à  contratação.  ter  aulas  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar  de  trabalho.  que se encontrem em  afastamento já  concretizado  anteriormente ao início  do  processo. somente se forem efetivamente ministrá‐las. não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie. no processo inicial.   § 17 ‐ O candidato à contratação. sendo expressamente vedada a atribuição  de substituições sequenciais. em nível de Diretoria de Ensino (Fase 2). somente poderão ser atribuídas a docente  que venha efetivamente a assumi‐las e/ou ministrá‐las.  no  dia  imediato  ao  da  atribuição. com aulas atribuídas em mais de uma unidade  escolar.  estarão  disponíveis  para  atribuição. na efetiva assunção de seu exercício.  somente podendo ser mudada a sede se o docente. para carga suplementar (Fases  1 e 2).  ao  docente  que  se  encontre  ou  venha  a  estar. ou da  perda  de  classe  ou  de  aulas  durante  o  ano. ou em mais de uma. durante o ano.  que  se  encontrem  em  afastamento  já  concretizado  antes  do  início  do  processo.    202 . a unidade  em  que  tenha  obtido  a  maior  quantidade  de  aulas  atribuídas.  § 15 ‐ Os titulares de cargo que já se encontrem. vier a perder a totalidade das  aulas anteriormente atribuídas nessa unidade. e. resultante da atribuição de carga horária menor. para designações pelo artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 e para carga horária do  ocupante de função‐atividade e do candidato à contratação (Fase 2).  § 14 ‐ A composição de jornada com classe ou aulas em substituição somente será  efetuada  ao  docente  adido  ou  com  jornada  parcialmente  constituída. fixada por todo o ano letivo.

  deverá  ser  observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  na  Etapa  Preliminar. exclusivamente para constituição de jornada dos titulares de cargo da  unidade. a atribuição far‐se‐á. nos termos do caput dos artigos 580 e 584.  §  2º  ‐  As  classes  e  aulas  livres  que  remanescerem  da  atribuição  prevista  no  parágrafo  anterior. deverá ser sempre  maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem.   2 ‐ na Etapa Intermediária.  a  atribuição  será  realizada  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino (Fase 2). de que trata este artigo. nas Fases 1 e 2.  decorrentes  de  licenças  e  afastamentos.  nos  campos  de  atuação  referentes  a  aulas  dos  Ensinos  Fundamental  e  Médio  e  a  classes/salas  de  recurso  da  Educação  Especial. de acordo com o disposto no parágrafo anterior.  §  4º  –  Encerrada  a  Etapa  Complementar. ficarão bloqueadas na unidade escolar de  origem.  as  habilitações/qualificações.  que  se  distinguem entre si pelos tipos de atribuição referentes à ordem de prioridade das habilitações e  das qualificações profissionais docentes. nos termos dos artigos 580 e 584.  a  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  coordenará  a  atribuição  de  vagas  para  contratações  em  caráter  eventual. bem como a ordem de classificação e a disponibilidade dos candidatos.  sem  vínculo  empregatício. já caracterizada como atribuição durante o ano.  mediante  ato  de  designação.  que  tenham  sido  liberadas  neste  período.  a  atribuição  dar‐se‐á  exclusivamente  a  docentes e candidatos habilitados.  assim  como  as  que  surgirem  em  substituição. somente  podendo  haver  cessação  em  data  anterior  se  a  mesma  ocorrer  por  proposta  do  Diretor  da  unidade.   3  ‐  na  Etapa  Complementar.  estarão  disponíveis  para  atribuição  apenas  na  unidade escolar de origem. somente com as  aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da Etapa Preliminar.  por  período  fechado. com as aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da  Etapa Intermediária e mais as aulas.  observados  os  campos  de  atuação. iniciados neste período. correspondendo ao momento da atribuição a ocupantes de função‐atividade e candidatos à  contratação na Diretoria de Ensino. ouvido o Conselho de Escola e assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa.  Fases  1  e  2.  em nível de Diretoria de Ensino.  quais  sejam:  a  Etapa  Preliminar. as classes e as classes/salas de recurso que se encontravam  bloqueadas nas unidades escolares de origem.Artigo 578 – O processo inicial de atribuição de classes e aulas consiste de 3 (três)  etapas  sequenciais. devendo ocorrer.  § 1º ‐ A atribuição de vagas para designação prevista neste artigo realizar‐se‐á uma  única vez ao ano. a qualquer título. aos inscritos qualificados  nos termos do § 1º dos artigos 580 e 584. por terem surgido durante o desenvolvimento do  processo. inclusive os qualificados nos  termos do § 2º dos citados artigos.  aposentadorias.  aos  candidatos  inscritos  no  processo. a todos os inscritos. paralela ao processo  inicial. podendo  203 .  com  duração  mínima  de  200  (duzentos) dias e no máximo até a data‐limite de 30 de dezembro do ano da atribuição.  § 1º ‐ As classes e as aulas atribuídas a titulares de cargo. na Etapa Preliminar do processo inicial.  §  3º  –  Com  relação  às  habilitações  e  às  qualificações  dos  docentes  e  candidatos  inscritos  para  o  processo  inicial  de  atribuição.  a  Intermediária  e  a  Complementar.  falecimento  ou  exonerações.    Artigo 579 ‐ A atribuição de classe ou de aulas ao titular de cargo.  a  fim  de  suprir  as  unidades  escolares  com  carência  de  professores  para  iniciar  o  ano  letivo  e  também no seu decorrer.  § 2º ‐ A carga horária da designação. na Etapa Preliminar do  processo  inicial. até a ocasião da  atribuição que se realizará na Etapa Complementar do processo inicial.  em  virtude  de  readaptações. nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85. far‐se‐á exclusivamente no próprio campo de atuação  do  docente.

  em  que  o  titular  substituído  encontre‐se  com  aulas  atribuídas.  2 – turmas ou aulas de cursos semestrais ou outros de menor duração.  à  jornada  de  trabalho  em  que  esteja  incluído.  § 5º ‐ Não poderão integrar a carga horária da designação:  1 ‐ classes ou aulas de projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  correspondendo.  nos últimos 3 (três) anos.  devendo  ficar bloqueada. em razão  de perda parcial de aulas. exceto pela reassunção de exercício  do titular substituído. quando constituída  de  aulas  livres. de acordo com o campo de atuação do designado.  §  9º  ‐  As  classes  ou  as  aulas  de  titulares  de  cargo.  204 . implicará a imediata cessação  da designação. vedada a soma  de possíveis prorrogações de licença concedida por período menor.  §  10  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85  não  poderá  participar  de  atribuições  de  classes  ou  aulas  durante  o  ano.  § 7º – Quando se tratar de substituição.  somente  poderão  compor  a  carga  horária  de  designações  em  substituição.  sendo  também  vedado  o  aumento  ou  a  recomposição  da  carga horária fixada na designação. no caso de ser docente  ingressante.   2  –  apresente. nos termos deste artigo.  quantidade  de  ausências  superior  a  12  (doze) faltas de qualquer espécie.  a  título de carga suplementar em outro campo de atuação.  § 8º – A carga horária da designação.  §  4º  ‐  A  carga  horária  do  docente  que  for  contemplado  com  a  designação  nos  termos  deste  artigo  não  poderá  ser  atribuída  sequencialmente  em  outra  designação. exceto na atribuição de classes das séries/anos iniciais do EF e de classes/salas de  recurso  da  Educação  Especial.  § 3º ‐ Não poderá participar da atribuição de vagas para designação nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  quando  o  docente  substituído  tiver  mudado o motivo da substituição. a pedido ou por qualquer motivo. em sua unidade de origem.   § 6º ‐ A carga horária da designação.  3 ‐ turmas de Atividades Curriculares Desportivas. a carga horária total do titular de cargo  substituído  deverá  ser  assumida  integralmente  pelo  docente  designado. livres  ou em substituição a um único docente. desde que não cause qualquer  prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino. que venha a ocorrer por qualquer motivo.  3  ‐  conte  com  registro  de  cessação  de  designação.ser constituída.  4 – aulas do Ensino Religioso.  na  unidade  de  exercício  ou  na  Diretoria  de  Ensino. por período não inferior a 200 (duzentos) dias.  que  estejam  afastados  em  licença‐saúde.  de  mesmo  fundamento legal.  no  ano  letivo  anterior. até a atribuição regular de classes e aulas referente à  Etapa Complementar do processo inicial.  não  podendo  ser  composta  por  aulas  livres  e  em  substituição  ao  mesmo tempo. ou quando ocorrer a vacância do cargo.  §  12  ‐  Poderá  ser  mantida  a  designação. o titular de cargo que:  1 – esteja em período de estágio probatório ou vá iniciá‐lo.  deverá  abranger  uma  única  unidade  escolar  e  apenas  na  disciplina  específica  do  cargo  do  titular  designado.  5 – aulas livres de Disciplinas de Apoio Curricular (DAC).  não  podendo  ser  desmembrada.  no  mínimo. a redução da respectiva carga horária. somente consistirá  de  um  único  tipo  de  aulas.  § 11 ‐ Na vigência da designação.  se  já  publicada a concessão da licença. nos termos deste artigo. enquanto a mesma perdurar. por classe ou por aulas. desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem  alteração de carga horária.

  em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino.  com  a  carga  horária  da  designação. atribuição de aulas na seguinte conformidade:  1 ‐ a portadores de diploma de licenciatura plena em disciplina diversa. citados os respectivos municípios  e/ou Diretorias de Ensino. a carga horária total  de  sua  atribuição  na  unidade  de  origem.  3 ‐ a carga horária da designação.  2 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena. no mesmo momento.  § 2º ‐ Se ainda comprovada a necessidade.  ao  titular  de  cargo  que  se  encontre  em  licença ou afastamento a qualquer título. far‐se‐á aos inscritos devidamente habilitados. quanto durante o  ano.  50%  (cinquenta  por  cento)  do  curso. de origem e de destino.  que  já  tenham  cumprido.  seja  como  habilitação  específica  ou  como  não  específica  desta  licenciatura.§  13  ‐  Do  ato  de  designação.  3 ‐ a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou  de tecnologia de nível superior. no primeiro dia letivo do ano. identificada pelo  histórico do curso.  apenas  nas  disciplinas  decorrentes desta licenciatura e exclusivamente no Ensino Fundamental.  3 ‐ a portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior. nos casos de designação em substituição. desde que  da área da disciplina a ser atribuída.  205 . identificada pelo histórico do curso.  §  15  ‐  O  exercício  do  docente  na  unidade  de  destino. identificada pelo histórico do curso. exclusivamente em nível  de Diretoria de Ensino. desde que da área da disciplina a ser atribuída.  2  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena.  § 14 ‐ A vigência da designação terá início no primeiro dia letivo do ano. devendo também ser anulada a atribuição do docente  que não comparecer à unidade escolar da designação.  o  docente  poderá  usufruir  licença‐saúde. ficando  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  aulas.  2 ‐ as unidades escolares. observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  aos  portadores  de  diploma  de  licenciatura  curta.  §  17  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85 não poderá desistir da designação para reassumir o exercício do cargo de origem antes do  término do prazo de 200 (duzentos) dias. no primeiro dia de sua vigência.  as  aulas  remanescentes  poderão  ser  atribuídas  por  qualificações  docentes.  para  este  fim.  licença  à  gestante e licença‐prêmio. e  4 ‐ os dados funcionais do docente substituído. sem necessidade de cessação da designação. bem como o motivo e o período de  seu impedimento. somente na disciplina específica desta licenciatura.     Artigo 580 ‐ A atribuição de aulas de disciplinas do Ensino Fundamental e Médio.  exceto  para  ampliação  de  jornada. tanto no processo inicial. desde  que na área da disciplina a ser atribuída. poderá haver. na disciplina  específica  da  licenciatura.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados. mencionada a classe atribuída ou a quantidade  de aulas. deverão constar expressamente:  1 ‐ o período fechado da designação.  além  dos  dados  funcionais  e  de  identificação  do  docente designado. portadores de diploma de licenciatura plena  na  disciplina  a  ser  atribuída. discriminadas por disciplina.  para  todos  os  fins  e  efeitos. concretizará.  no  mínimo.  §  16  –  Enquanto  designado.

 portadores de diploma de licenciatura plena em Filosofia.  exclusivamente. a  fim de concorrer à atribuição de aulas do ensino regular na Diretoria de Ensino. observadas as disposições do artigo 590. perderá a qualquer tempo as referidas aulas.  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  para  as  quais  não  possua  habilitação. conforme dispõe o parágrafo anterior.  § 4º ‐ Os alunos de cursos de nível superior deverão comprovar. ou  em  Ciências  Sociais. no semestre correspondente. no ensino fundamental. deverá se processar mediante a análise do histórico do curso.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  declinar da atribuição de aulas da Educação de Jovens e Adultos. a que se condicionam as qualificações  previstas nos §§ 1º e 2º deste artigo.  devendo  realizar‐se  no  processo  inicial.  e  posteriormente. obtido nos termos da Resolução CNE  nº 2/97 ou da Portaria Ministerial nº 432/71 (Esquema I). ou em História.  para  o  primeiro  termo  do  curso.  o  somatório  de  160  (cento  e  sessenta)  horas  de  estudos  de  disciplinas  afins/conteúdos  da  disciplina  a  ser  atribuída. observados os  mesmos  critérios  de  habilitação  e  de  qualificação  docentes.  no  mínimo. no momento da  inscrição e a cada sessão de atribuição de aulas durante o ano. com aulas atribuídas de disciplina de sua formação.4 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena. também se prestarão à identificação de  disciplinas correlatas.  ou  de  bacharelado/tecnologia  de  nível  superior. o primeiro dia letivo do segundo termo.   § 1º ‐ Para fins de reconhecimento de vínculo junto à unidade escolar.  caracterizadas  como  de  disciplina  não  específica  destas  licenciaturas. cuja apresentação é obrigatória para o registro da habilitação específica.  §  5º  ‐  O  candidato  à  contratação  que  não  possua  habilitação  ou  qualquer  qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas.  na  área  da  disciplina.  que  passará  a  ser  identificada  como  disciplina correlata do referido curso.  considera‐se  como  término do primeiro termo do curso.    Artigo 581 ‐ A atribuição de aulas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos ‐ EJA  terá validade semestral e será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular.  §  8º  –  O  docente. em observância à Lei  Estadual nº 11. na disciplina  específica. para o qual  perderá as referidas aulas. mediante documentos atualizados  (atestado/declaração)  expedidos  pela  instituição  de  ensino  superior  que  esteja  regularmente  frequentando.  que  se  encontrem cursando qualquer semestre.  § 7º ‐ O diploma e o histórico do curso de bacharelado ou de tecnologia de nível  superior.  bem como a efetiva frequência. até que se apresente candidato habilitado ou qualificado.    Artigo  582  ‐  As  aulas  do  Ensino  Religioso  serão  atribuídas  exclusivamente  aos  inscritos habilitados.  em  que  se  registre.  § 6º ‐ A identificação da área da disciplina. em nível de unidade escolar.  na  forma  prevista  em  regulamento  específico. excetuado desta perda o portador de diploma de licenciatura  curta.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  na  disciplina.  assim  como  para  efeitos  de  perda  total  ou  de  redução  da  carga  horária  do  docente  com  aulas  atribuídas  no  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  vedada  a  atribuição  nos  termos  dos  parágrafos anteriores. será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados. a matrícula no  respectivo curso. na existência de candidato portador de  licenciatura plena correspondente. em termos  de  classificação.  §  2º  ‐  No  processo  inicial.  § 3º ‐ A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física.361/2003. ao início do segundo termo.  para  carga suplementar do titular de cargo e para carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  206 . será  contratado a título eventual. no cadastro de  qualificação do portador de certificado de licenciatura plena.

 se essas aulas forem  relativas a turmas já constituídas e devidamente homologadas pela Diretoria de Ensino.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu  senso  (Mestrado/Doutorado)  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  ministradas em classes regidas por professores especializados e em salas de recurso.  de  no  mínimo  360  (trezentas  e  sessenta) horas.  §  1º  ‐  As  aulas  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  constituir  a  Jornada  de  Trabalho  dos  titulares  de  cargo. 2 (duas) e no máximo 3 (três) horas de duração por turma.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  § 3º ‐ Fica expressamente vedada a contração de candidatos exclusivamente para  a ministração de aulas disponíveis de turmas de Atividades Curriculares Desportivas. o que poderá ocorrer  a partir do processo  inicial.  2  ‐  3  (três)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Básica  de  Trabalho  Docente.   3  ‐  4  (quatro)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Integral  de  Trabalho  Docente.  deverão  ser  atribuídas  somente  a  docentes  devidamente  habilitados.    Artigo  584  ‐  As  aulas  do  Serviço  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  ‐  SAPE. com habilitação específica na área  de necessidade especial das referidas aulas. mantidas no  final  do  ano  letivo  pelo  Conselho  de  Escola.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu senso (Mestrado/Doutorado) na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  exceto  a  Jornada  Reduzida  de  Trabalho  Docente. deverão ser  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  aperfeiçoamento  ou  extensão  207 .  com  certificado  de  curso  de  especialização. com carga horária  semanal de. no mínimo. específico na área de necessidade  especial das aulas. respeitados os seguintes limites máximos:  1  ‐  2  (duas)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.   §  2º  ‐  A  constituição  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  deverá  ser  revista  pelo  Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis da matriz curricular  de Educação Física das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física.  6  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior. inclusive como carga suplementar de  trabalho.  portadores  de  diploma  de  licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior.    Artigo 583 ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. específico na área de necessidade especial das aulas.candidato à contratação.  preferencialmente aos titulares de cargo da unidade escolar.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  ordem  de  prioridade de qualificações:  1  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.

   § 3º ‐ As aulas das salas de recurso poderão ser atribuídas a docentes titulares de  cargo para constituição da jornada de trabalho.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  a  alunos  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso Normal Superior. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  6  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior.  inclusive  nas  situações  de  composição  de  jornada  de  titulares  de  cargo. que comprovem experiência docente  de. sem o devido aprofundamento de estudos na habilitação  ou qualificação específica. específico  na área de necessidade especial das aulas. que já tenham cumprido. específico na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.  7  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior.  para  fins  da  atribuição  de  aulas  do  SAPE. nesta ordem de prioridade.  §  5º  ‐  Não  poderá  ser  considerada. de notória idoneidade. com no mínimo 30  (trinta)  horas. com atuação  exclusiva na área de necessidade especial das aulas.  208 .  que  versem  sobre  múltiplas áreas de necessidade especial.  com  certificado  de  curso  de  treinamento  ou  de  atualização. com no mínimo 30 (trinta) horas. específico na área de necessidade especial das aulas.  fornecido  por  órgão  especializado.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. a ausência de docentes e candidatos com as qualificações  previstas  no  parágrafo  anterior. pela  análise do histórico do curso.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  certificado de curso de treinamento ou de atualização. específico na área de necessidade especial  das aulas.  fica  expressamente  vedada  a  atribuição  de  aulas  do  SAPE  em  área  de  necessidade  especial  diversa  daquela que caracterize a formação do professor. aperfeiçoamento ou extensão cultural específico na área de  necessidade especial das aulas.  com  certificado  de  curso de especialização.  de  no  mínimo  120  (cento  e  vinte)  horas. ou que se definam como latu senso. de notória idoneidade.  a  formação  profissional  decorrente  de  cursos  de  qualquer  espécie  e/ou  nível. exceto quando se comprove.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. 50% (cinquenta por  cento)  do  curso.  com  no  mínimo  30  (trinta)  horas.  específico  na  área  de  necessidade especial das aulas.  7  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  8  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  de  certificado de curso de especialização.  para  atuação  exclusivamente em salas de recurso. com certificado de curso de treinamento ou de atualização. aperfeiçoamento ou extensão  cultural. aperfeiçoamento ou extensão cultural.cultural.  de  notória  idoneidade.  com  certificado de curso de especialização. fornecido  por  órgão  especializado.  fornecido  por  órgão  especializado.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  ou de diploma  de  nível  médio  com habilitação em Magistério. 3 (três) anos em instituições especializadas. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.  de  notória  idoneidade. de no mínimo 120 (cento e vinte)  horas.  específico  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. especialização em uma única área de necessidade especial.  § 2º – Verificada. no mínimo.  §  4º  –  Com  relação  à  habilitação  plena  ou  a  qualquer  dos  níveis  de  qualificação  docente.  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas  a  serem  atribuídas. para atuação exclusivamente em salas de recurso. específico na área de necessidade especial das aulas. no mínimo.  com  certificado  de  curso  de  especialização. ainda.

  realizada. tendo como exigência  única  a  comprovação  de  habilitação  ou  qualificação  na  Linguagem  Brasileira  de  Sinais  –  LIBRAS. ou para determinado tipo de qualificação docente.  para atuação nas classes e aulas do Ensino Fundamental e Médio.  a  que  se  referem  os  parágrafos  deste  artigo. por campo de atuação.  tenham  participado  do  processo de avaliação anual. estável ou não.  § 3º ‐ O ocupante de função‐atividade.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas. em diferentes Diretorias de Ensino. 11 e  15 pela Res. a serem  fixados por Portaria do órgão setorial de Recursos Humanos.  em  todas  as  Diretorias  de  Ensino. SE nº 98/09. em ambos os casos. acompanhando o professor da  classe  ou  da  série.§  6º  –  Os  cursos  de  especialização.  §  2º  ‐  Somente  poderão  se  cadastrar  os  docentes  e  candidatos  que  tenham  se  inscrito  para  o  processo  inicial  e.  4 – a portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior.  em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico. exclusivamente em nível de Diretoria de Ensino.  apenas para atribuição de carga suplementar de trabalho. 10 a 17 e 22.  as  aulas  do  SAPE  deverão  ser  atribuídas  exclusivamente  aos  docentes  e  candidatos devidamente habilitados. ou  209 .    Artigo 585 ‐ Para a atribuição de classes.  observada  a  seguinte  ordem de prioridade:  1  –  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. SE nº 11/10)    Subseção V  Do Cadastramento     Artigo  586  –  Ao  encerramento  do  processo  inicial. para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva.  2 – a portadores de diploma de licenciatura plena.  para  participar do processo de atribuição de classes e aulas do decorrer do ano.  3 – a portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério. conforme o estabelecido em  regulamento específico.  quando  constituído  exclusivamente  com  classe.  classificados  na  forma  prevista  no  artigo  576.  com  turmas  e/ou  com  aulas  de  que  trata  este  artigo.  poderá  ser  suprimido  o  cadastramento para determinada disciplina. somente poderá ocorrer na Etapa Intermediária e na Etapa Complementar. turmas ou aulas de projetos da Pasta ou  de outras modalidades de ensino.  (Res. que exigem perfil diferenciado e/ou processo seletivo peculiar.  não  se  tratando  de  titulares  de  cargo. sendo que a atribuição aos qualificados. arts.  será  aberto.  §  5º  ‐  Com  base  nas  peculiaridades  de  cada  região. e o candidato à contratação  poderão se cadastrar.  § 1º ‐ O período de cadastramento será de 3 (três) dias úteis consecutivos.  §  7º  ‐  Na  Etapa  Preliminar  do  processo  inicial.  período  de  cadastramento  de  docentes  e  candidatos  à  contratação. obtendo aprovação na prova eliminatória.  Parágrafo  único‐  O  vínculo  do  docente.  somente podem ser fornecidos por instituições de ensino superior.  § 4º ‐ O docente titular de cargo poderá se cadastrar em outra Diretoria de Ensino.  §  8º  ‐  Integram  também  o  SAPE  as  horas  de  trabalho  na  condição  de  docente  interlocutor.  e  cuja  atribuição  dar‐se‐á  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação. a que se referem os  §§ 1º e 2º deste artigo. com as alterações introduzidas nos arts.

  com  observância  aos  campos  de  atuação  e  à  correspondência das áreas de disciplinas e das faixas de habilitação/qualificação docente. ao removido ex officio com opção de retorno.  III – a titulares de cargo da U. devendo  esta  classificação. para constituição ou composição da jornada de trabalho dos titulares de cargo. será referência básica em qualquer sessão de atribuição de classes e/ou de aulas durante o  ano.  a  qualquer  tempo. arts.  para  atender  a  ocasionais  necessidades  que  se  apresentem  por  Diretoria  de  Ensino. submetendo‐se apenas à ordem de prioridade das habilitações e qualificações docentes.  que  já  se  encontre  com  número  excessivo  de  inscritos.  exceto  em  ano  estabelecido  como  de  eleições..  inclusive  dos titulares  de  cargo. que  estejam com jornada parcialmente constituída ou na condição de adido e mesmo para ampliação  de jornada aos inscritos que tenham efetuado essa opção.ainda  para  algum  campo  de  atuação.  575  e  576. para:  a) completar jornada de trabalho parcialmente constituída.  no  decorrer  do  ano.E. na seguinte conformidade:  I – a titulares de cargo da U. para carga suplementar de trabalho.  com  números  de  ordem  e  respectiva  pontuação.  c) constituição de jornada.  em  nível  de  Unidade Escolar.E.  intercalando‐se  as  pontuações.    Artigo  588 ‐  A  classificação  dos  inscritos  e  cadastrados.  e) ampliação de jornada.  não  poderá  ultrapassar  o  final  do  mês  de  fevereiro do ano letivo de referência. a supressão total do cadastramento.  de  classe  e/ou  aulas.   Parágrafo  único  ‐  A  data  de  realização  da  atribuição  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. que  sempre será prevalecente. por campo  de atuação e/ou por áreas de disciplinas e por faixas de habilitação/qualificação docente.E. 18 e 19)    Subseção VI  Da Atribuição Durante o Ano     Artigo  590  ‐  A  atribuição  de  classes  e  aulas  durante  o  ano  far‐se‐á.  também  ser  publicada  no  Diário Oficial do Estado.  livres  ou  em  substituição..  b) constituição de jornada ao adido da própria U.  II  –  com  remessa  à  Diretoria  de  Ensino.  oferecendo‐se  as  classes  e  as  aulas  remanescentes  do  processo  inicial. previsto na legislação eleitoral.  d) constituição de jornada.E.    Artigo 587 ‐ Os docentes e os candidatos à contratação regularmente cadastrados  serão  classificados  na  conformidade  do  disposto  nos  artigos  574. que esteja sendo completada em outra U. assim como as que tenham surgido posteriormente.   (Res. porém.  Parágrafo único ‐ Quando houver necessidade de reabertura de cadastramento.  210 . a  classificação  dos  novos  candidatos  cadastrados  será  inserida  na  classificação  do  cadastramento  original.  observando‐se  o  período  impeditivo  de  contratações. deverá  ser publicada no Diário Oficial do Estado. SE nº 98/09.  ficando vedada.  a  ser  definida  pela  Diretoria  de  Ensino.  sendo  que  a  classificação conjunta dos docentes de categorias L e O e dos candidatos à contratação.  §  6º  ‐  O  período  de  cadastramento  poderá  ser  reaberto.    Artigo 589 ‐ A primeira atribuição geral a ocorrer durante o ano será realizada em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.

 nos demais incisos.  em  exercício  na  U.  §  2º  ‐  Na  impossibilidade  de  atribuição  aos  docentes  em  exercício  na  unidade  escolar.  § 1º ‐ Para os docentes e candidatos cadastrados.  b) a docentes celetistas. desde que  vá efetivamente exercê‐la na escola estadual. em nível de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  para atribuição ou aumento de carga horária.  b) a docentes celetistas. nos termos do inciso VII deste artigo. exclusivamente para constituição obrigatória de jornada.  § 4º – Nas sessões de atribuição que venham a ocorrer durante o ano.  em  todas  as  faixas de situação funcional. para  aumento de carga horária. em exercício na U. exceto:  1 ‐ a docente em situação de licença‐gestante.  deverá  se  observar  a  ordem  de  classificação  dos  cadastrados. para  atribuição ou aumento de carga horária.. de categoria O. a atribuição observará a ordem de classificação da Diretoria de Ensino.  apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho.  211 .E.  decorrente  das  respectivas  licenciaturas  plenas. a classificação incluirá o tempo de serviço prestado anteriormente  na respectiva unidade escolar.  3  –  o  titular  de  cargo  afastado  junto  ao  convênio  de  municipalização  do  ensino.  VI – a ocupantes de função‐atividade de outra unidade. na seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  V –  a  ocupantes  de função‐atividade da  U.  para  carga  suplementar de trabalho.  de  imediato.  d) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F. conforme o  caso.. de acordo com o disposto no caput dos artigos 580 e 584.  §  3º  ‐  Os  docentes  que  se  encontrem  em  situação  de  licença  ou  afastamento.  para  a  sessão  de  atribuição  que  se  realizará  na  unidade.  a  serem  sequencialmente esgotados.  a  existência  das  classes  ou  das  aulas  disponíveis. não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano. na seguinte ordem:  a) a titulares de cargo. de categoria O.  sempre  com  simultânea  aplicação  da  ordem  de  prioridade  dos  níveis  de  habilitação  e  qualificação  docentes.  na  seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  d)  aos  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados em exercício na U.  c) aos docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  2 ‐ o titular de cargo.E.  a  qualquer título.  por  campo  de  atuação  e  por  faixas  de  situação  funcional.  deverá  ser  divulgada.  VII  –  aos  docentes  de  outra  unidade  e  a  candidatos  à  contratação  cadastrados..  e)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L.  c) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F. na seguinte conformidade:  1  ‐  por  habilitação. exclusivamente na carga suplementar.E.E.  c) a docentes celetistas. e para os docentes  da unidade.  a  docentes  contratados de categoria O e a candidatos à contratação.E.IV  ‐  a  titulares  de  cargo  de  outra  unidade.  b) a docentes estáveis. a que se refere o inciso VII deste  artigo.  a  todos  os  cadastrados  da  Diretoria  de  Ensino.  d)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados da U.

 se necessário. que implicará a redução ou a perda total da carga horária do  docente contratado ou do ocupante de função‐atividade.  o  docente estável.  deverá  participar. conforme o caso.  os  procedimentos  previstos  neste  artigo.  que  se  encontre  na  condição  de  adido  e/ou  que  esteja  cumprindo  horas  de  permanência.  com  horas  de  permanência.  celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. inclusive de estáveis e celetistas.  conforme  o  caso. que esteja cumprindo a  respectiva  carga  horária.  com anuência do titular de cargo. na própria unidade escolar ou em nível de Diretoria de Ensino.  das  atribuições  em  nível  de Diretoria de Ensino. a ordem inversa à da classificação dos  docentes contratados e dos ocupantes de função‐atividade.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  2º  dos  referidos  artigos. inclusive estáveis e celetistas. um a um.  3  ‐  por  níveis  de  qualificação.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  1º  dos  referidos  artigos.  inclusive  no  inciso  anterior.  ou  toda  e  qualquer substituição. se  necessário. assumindo  toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual seja habilitado.    Artigo 592 ‐ Se não for possível o atendimento por qualquer das formas previstas  no  artigo  anterior.  total  ou  parcialmente.  que  esteja  atuando  em  determinado  campo  de  atuação. para descaracterizar esta condição ou para compor a jornada.  §  2º  –  Na  impossibilidade  do  atendimento  previsto  no  parágrafo  anterior. sempre que houver necessidade de atendimento  ao titular de cargo.  na própria unidade.  II  ‐  verificando‐se  a  impossibilidade  de  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  unidade  escolar  e  constatada  a  inexistência  de  classe  ou  aulas  livres  disponíveis  na  Diretoria  de  Ensino.  o  titular  de  cargo. para  retirada de classe ou de aulas livres.  deverá ser aplicada  em  nível da  unidade escolar de origem e.  ainda  em  nível  da  própria  unidade  escolar.  para  composição  da  carga  horária  mínima  de  10  (dez)  horas  semanais. à carga suplementar  de outro titular de cargo. pela  ordem  inversa  à  da  classificação  dos  docentes  contratados.  assumir  classe  ou  aulas  livres. a ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos  ocupantes de função‐atividade. na constituição da jornada de trabalho. inclusive a título eventual. celetista ou ocupante de função‐atividade de categoria F.  poderá concorrer à  atribuição relativa  a campo de  212 . um a um.  § 1º – Aplica‐se também o  procedimento de retirada de classe ou de  aulas. em nível de Diretoria de Ensino.  deverá.2  ‐  por  níveis  de  qualificação. na mesma sequência. a fim de compor sua jornada de trabalho. aplicando‐se cada nível.  inclusive  aquele  que  se  encontre  exclusivamente  com  aulas  de  projeto ou de outras  modalidades  de ensino. relativamente à carga horária de docente designado  nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85. aplicando‐se cada nível. para retirada de classe ou aulas em  substituição.  §  3º  ‐  O  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 591 – No decorrer do ano. a retirada de classe ou de aulas livres. observada a ordem inversa à da  classificação dos docentes neste nível. ou. na sequência contínua das faixas de situação funcional. deverá ser aplicada.  também na Diretoria de Ensino. e não havendo classe ou aulas livres na  unidade escolar.  deverão  ser  aplicados.  obrigatoriamente. observando‐se que:  I  ‐  não  sendo  possível  processar‐se  o  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  jornada. em nível da própria unidade escolar e também de Diretoria de Ensino.  III  ‐  a  persistir  a  impossibilidade  de  atendimento  com  classes  ou  aulas  livres.  estável  ou  não.  na  forma  prevista  neste  artigo. na sequência contínua das faixas de situação funcional. na própria escola ou  em outra unidade do mesmo município.  sem  detrimento  a  titulares  de  cargo.  deverá  ser  aplicada. que venha a surgir e para a qual seja habilitado  ou qualificado.  com  relação  a  classes  e  aulas  livres ou em substituição.  sempre  que  houver  necessidade  de  atendimento  à  docente  estável.

  §  1º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  no  caput  ao  professor  que  venha  a  perder  classe  ou  aulas livres. informando sua decisão e.  inclusive  o  titular  de  cargo. contendo a distribuição das aulas pelos  turnos  diários  e  pelos  dias  da  semana.  §  3º  ‐  Nas  sessões  periódicas  de  atribuição  durante  o  ano. em situação diversa das previstas nos incisos deste artigo.  quanto  de  Diretoria  de  Ensino. no primeiro dia útil subsequente  213 .  que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar.  de qualquer alçada. exceto nas situações de:  I  ‐ o docente  vir  a  prover novo  cargo  público. datada e assinada.  total  ou  parcialmente.  em  uma  das  unidades em que se encontre em exercício. SE nº 98/09. quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe  ou das aulas.  § 2º – A toda e qualquer sessão de atribuição de classes ou aulas durante o ano.  em  regime de  acumulação.  no  caso  de  este  docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título. por se configurar regime de acumulação. quando se tratar de classe ou da  totalidade das aulas.  a  fim  de  viabilizar  a  nova  atribuição. requerer. por escrito.    Artigo 594 – No processo de atribuição durante o ano.  (Res.  ouvido  previamente  o  Conselho  de  Escola.  deverão  ser  sempre  divulgadas e.  com  relação  à  carga  suplementar. o docente deverá comparecer munido de  declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho. ficará impedido de concorrer  à nova atribuição durante o ano. devendo apresentar ao superior imediato declaração expressa.  II  ‐  o  intervalo  entre  os  afastamentos  seja  inferior  a  15  (quinze)  dias  ou  tenha  ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho. a fim de se propiciar a aplicação do disposto  no § 8º do artigo 586.  de próprio punho. a dispensa da função ou a extinção do seu contrato de  trabalho. não sendo  considerado nessa atribuição o vínculo precedente. desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo. tanto em nível de unidade  escolar. desde que:  I  ‐  não  implique  detrimento  aos  titulares  de  cargo  ou  aos  estáveis/celetistas  e  docentes de categoria F da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.  de  aulas  anteriormente  atribuídas.  II  ‐  atribuição.  poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou  aulas em substituição.  com  aumento  ou  manutenção  da  carga  horária. em situação de atendimento.  §  2º  ‐  O  docente. se for o caso. art.  com  observância  à  compatibilidade de horários e distância entre as unidades. pela ordem inversa da classificação. na  carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  docente contratado.  deverão  também  se  observar  as  disposições  relativas  à  atribuição de classes e aulas do processo inicial.  §  1º  ‐  O  docente  que  desistir.atuação diverso.    Artigo  593  –  O  Diretor  de  Escola. a um docente titular  de  cargo  ou  estável/celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. 20)    Subseção VII  Das Disposições Finais     Artigo 595 – Não poderá haver desistência de aulas anteriormente atribuídas.  em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. oferecidas as classes e aulas que se encontrem atribuídas a docentes  não habilitados ou habilitados em disciplina diversa. a fim de reduzir o número de escolas.

 poderá ser exercida.  também as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC).  § 4º ‐ Ao titular de cargo docente é vedada a atribuição de classe ou de aulas na  situação  de  ocupante  de  função‐atividade  ou  de  docente  contratado.  §  2º  ‐  Observados  os  requisitos  legais  e  as  disposições  deste  artigo. em regime de  acumulação.  total  ou  parcialmente.  quando  ambos  integrarem  os  Quadros  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. ficando impedido de  concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  em  face  da  ausência  de  amparo legal para este tipo de acumulação no âmbito desta Secretaria da Educação.  §  3º  ‐  É  expressamente  vedada.  perderá  as  aulas  correspondentes.  no(s)  dia(s)  estabelecido(s)  em  seu  horário  semanal  de  trabalho. na conformidade da legislação em vigor.  III ‐ seja previamente publicado Ato Decisório favorável ao acúmulo.  sob  qualquer  hipótese.  poderá  o  docente contratado atuar em regime de acumulação remunerada.  consideradas.  § 5º ‐ A acumulação do exercício de cargo ou função docente com o exercício das  atribuições de suporte pedagógico.  a  acumulação  de  duas  contratações. ou ainda  das  designações  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador. é da autoridade que conceder o exercício do segundo cargo/função.  de  suas  aulas  e/ou  pedido dispensa da função ou extinção de sua contratação. ou de um cargo de suporte pedagógico com cargo/função docente. com a situação de ocupante de  função‐atividade em outro campo de atuação.    Artigo 596 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas:  I  ‐  a  partir  de  1º  de  dezembro  do  ano  letivo  em  curso.  quando a bem do serviço público. nos termos da  legislação específica. ou dispensado pelo titular da Pasta. será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas.ao da atribuição.  ou  ainda  para  atendimento em jornada ou carga horária. durante o ano letivo em curso.  por  3  (três)  semanas  seguidas  ou  por  5  (cinco)  semanas  interpoladas.  II  ‐  haja  compatibilidade  de  horários.  IV  ‐  ao  docente  que  tenha  desistido.  III  ‐  para  fins  de  contratação  ou  de  reassunção  de  exercício  em  situação  de  acúmulo. a titulares de cargo ou a docentes estáveis.  exceto  se  em  caráter  eventual  ou  para  constituição  obrigatória  de  jornada  do  titular  de  cargo.  somente  será  possível  quando forem distintas as respectivas áreas de atuação funcional.    Artigo 596 A – O docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem  motivo  justo.  mediante  processo  administrativo  disciplinar.  no  cargo/função  docente.    Artigo  597  ‐  A  acumulação  remunerada  de  dois  cargos  ou  de  duas  funções  docentes. nos últimos cinco anos ou nos últimos dez anos.  214 .  ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  ao  funcionário/servidor  público  estadual  que  se  encontre  em  licença  para  tratar  de  interesses particulares. integrantes de sua carga horária.  II  ‐  ao  professor  que  tenha  sido  demitido.  V – a título de nova contratação. como titular de cargo ou em situação de designação.  desde que:  I ‐ o somatório das cargas horárias dos cargos/funções não exceda o limite de 64  (sessenta  e  quatro)  horas.  § 1º ‐ A responsabilidade pela legitimidade da situação do docente. antes de decorridos 200 (duzentos) dias contados  da data de extinção do último contrato do docente.

  mediante  consulta  ao  sistema  de  cadastro  funcional  da  Secretaria  da  Educação  (PAEC/PAEF).  dispondo  a  autoridade  recorrida  de  igual  prazo  para  decisão.    Artigo 598 A ‐ Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas  não  terão  efeito  suspensivo  nem  retroativo  e  deverão  ser  interpostos  no  prazo  de  2  (dois)  dias  úteis  após  a  ocorrência  do  fato  motivador.  com  classe  ou  com  aulas de sua unidade.  §  8º  ‐  O  superior  imediato  que  permitir  o  exercício  do  docente.  desde  que  as  funções sejam relativas a campos de atuação distintos e tenham exercício em unidades escolares  diversas. deverá ser previamente publicado o ato decisório  de acumulação legal. SE nº 98/09. ou não.§  6º  ‐  Ao  docente  titular  de  cargo. Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares    Artigo 599 ‐ Para fins de atribuição aos docentes e aos candidatos à contratação.  designado  para  exercer  função  de  suporte  pedagógico  ou  em  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador. sem a prévia publicação  de  ato  decisório  favorável  à  acumulação  ou  com  publicação  favorável  equivocada.  é  vedado o exercício de função docente em regime de acumulação. de contratação ou de reassunção após período de interrupção.  III ‐ declaração de próprio punho de que possui ou não antecedentes de processo  administrativo  disciplinar  no  qual  tenha  sofrido  penalidades.  durante  o  processo.  providenciar  a  contratação  do  candidato  contemplado.  inclusive  a  relativa  ao  pagamento  do  docente  pelo  exercício em situação irregular ou ao ressarcimento aos cofres públicos do pagamento indevido. adequados às características que as distinguem. em regime de acumulação  de cargos/funções.  que  implicam  a  necessidade  de  aplicação  de  critérios e procedimentos específicos.    Artigo 598 ‐ Caberá ao Diretor de Escola autorizar o exercício e.  IV ‐ documentos pessoais comprovando:  a) ser brasileiro nato ou naturalizado. mediante a apresentação de:  I – Atestado Médico que comprove estar apto ao exercício da docência.  (Res.  d) estar em dia com a Justiça Eleitoral (apresentação de título de eleitor e últimos  comprovantes de votação/justificação). quando for o caso. sendo que.  b) ser maior de 18 anos (apresentação de RG em via original).  215 .  a  ser  averiguada  pelo  Diretor  de  Escola. 21 a 27)    Seção IV  Da Atribuição de Classes. arts. em caso positivo.  §  7º  ‐  A  vedação  prevista  no  parágrafo  anterior  não  se  aplica  ao  ocupante  de  função‐atividade  designado  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  Professor  Coordenador. as classes.  c)  estar  em  dia  com  as  obrigações  militares  (apresentação  de  certificado  de  reservista).  arcará  com  a  responsabilidade  decorrente  deste  ilícito.  e) estar cadastrado como pessoa física (apresentação de CPF).  turmas e aulas que se encontram relacionadas na presente seção.  em  situação  de  ingresso.  II ‐ declaração de próprio punho de que estará. se assim caracterizada.  são  consideradas  como  de  Projetos  desta  Pasta.

 a Diretoria de Ensino.    Artigo  602  ‐  O  docente.  em  reserva.  relação  de  candidatos  previamente  selecionados. que implique afastamento das funções para as quais foi selecionado.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe.  de  que trata  o parágrafo  anterior.  turmas  ou  aulas  de  projetos.  3  –  portadores  de  certificado  de  conclusão  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço de Professor Indígena.010.  turmas  e  aulas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  atribuídas  aos  ocupantes  de  função‐atividade.  o  docente  com  aulas atribuídas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. em nível médio. a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição. de que trata esta seção. turmas e aulas de Programas e outras modalidades  de  ensino.  observada  a  legislação específica. desenvolvido pela Secretaria da Educação. acrescidas as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo e em local de livre escolha do  docente (HTPCs e HTPLs). quando houver.      Artigo  601  ‐  Para  fins  de  atribuição  de  classes.  não  mencionadas  nesta  seção. inscritos no processo  regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos para esta modalidade de ensino.  pelo  responsável  pela  direção  da  unidade  escolar.  de  acordo  com  os  critérios  estabelecidos  para  cada projeto.  turmas  ou  aulas  de  projetos  que  exijam processo seletivo específico. que poderá ser designado para o posto de  trabalho de Professor Coordenador do próprio CEL. tendo em vista possíveis substituições  docentes  ou  formação  de  novas  classes  e  turmas  durante  o  ano.  aos  ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação temporária que. arts. em disciplina(s)  da área de conhecimento objeto da atribuição.  em nível superior. de 22 de janeiro de 2010.  Parágrafo  único  ‐  Excetua‐se  do  disposto  no  caput  deste  artigo. não poderá exercer nenhuma outra atividade ou prestação de  serviços.   (Res. 1º a 4º)    Subseção II  Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena    Artigo 603 ‐ As classes e as aulas da Educação Indígena deverão ser atribuídas. tenham  sido selecionados pela Comissão Étnica Regional. classificados conforme disposto no artigo 5º da Resolução SE nº 8.  serão  atribuídas  com  base  na  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição  de  classes  e  aulas  do  ensino  regular.Parágrafo único – As classes. para os Ciclos I. promovido pela Secretaria de Estado da Educação. SE nº 13/10. de 1º de junho de  2007.  deverão ser atribuídas a professores  indígenas. observada a seguinte ordem  de prioridade:  1 – portadores de diploma do Curso Especial de Formação de Professor Indígena. dar‐se‐á  por carga horária  semanal  de  25  (vinte  e  cinco)  horas  da  base  comum  e  de  8  (oito)  horas  das  oficinas  da  parte  diversificada. II e III do Ensino Fundamental.  § 2º ‐  A atribuição.   2 ‐ portadores de diploma de curso regular de licenciatura plena. sendo que para o Ensino  Médio (Ciclo IV) se dará com 30 (trinta) horas da base comum e 3 (três) horas das oficinas da parte  216 .       Artigo  600  ‐  As  classes.  aprovados  no  processo  seletivo  anual  ou  abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1.  deverá  manter.  mantidas  pelas  escolas  das aldeias. apenas  para atribuição referente ao Ensino Fundamental.  §1º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  da  matriz  curricular  –  parte  comum.

 art. com base nos critérios estabelecidos na legislação  específica.  2 – aos titulares de cargo. que vinha afastado com aulas de um curso. IV e  V referidos no artigo 205. III.  deverá  ser  providenciado  novo  ato  de  afastamento. dar‐se‐á em nível de Diretoria de Ensino aos  docentes que:  I  –  estejam  inscritos  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também inscritos especialmente para este projeto.  217 . inscritos para o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também  especialmente  para  este  projeto.  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora  do  CEL. com vigência a partir do primeiro dia letivo do ano da atribuição.  pela  Diretoria de Ensino e pela Fundação CASA/SP.  § 1º ‐ A atribuição de que trata este artigo deverá contemplar prioritariamente os  docentes  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  pelo  desenvolvimento  do  estágio  anterior. deverá contemplar prioritariamente o docente que.  3  –  aos  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação. de que tratam os Anexos II. SE nº 13/10. 6º)    Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de Estudos de Línguas    Artigo  604  ‐  A  atribuição  de  aulas  dos  cursos  de  língua  estrangeira  moderna.  cuja  continuidade  passe  de  um  ano  para  outro.  prevista  no  parágrafo  anterior. como carga suplementar de trabalho. SE nº 13/10. somando‐se as HTPCs e HTPLs correspondentes. 7º)    Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP    Artigo  605  ‐  As  classes  e/ou  as  aulas  das  Unidades  da  Fundação  CASA  serão  atribuídas.  de  um  curso  em  continuidade de língua estrangeira moderna. a  docentes ocupantes de função‐atividade e a candidatos à contratação temporária.  observada a seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  habilitados  que  tenham  atuado  nas  unidades  da  Fundação  CASA  e  tenham  sido  avaliados  com  indicação  para  recondução. pelo Diretor da unidade escolar vinculadora.  §  4º  ‐  Quando  a  atribuição  de  aulas  de  estágio.  § 2º ‐ Atendidos os requisitos previstos neste artigo.  observadas as disposições da legislação específica deste projeto.  com  habilitação  na  língua  estrangeira cujas aulas estejam sendo atribuídas.  ministradas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL.  II  –  tenham  sido  devidamente  credenciados  por  processo  específico.  §  3º  ‐  A  atribuição  de  aulas  de  estágio  dos  estudos  de  nível  III. a atribuição das aulas do CEL  poderá se dar na seguinte conformidade:  1 ‐ aos titulares de cargo. para afastamento nos termos do inciso III do artigo 64 da  Lei Complementar nº 444/85.  contemplar a manutenção do docente titular de cargo.  (Res. relativamente à língua estrangeira que seja disciplina específica ou  não específica da licenciatura do cargo.   (Res.diversificada.  como  carga  horária. a partir do processo inicial de atribuição.  tenha  obtido  resultados  satisfatórios  na  avaliação  de  seu desempenho profissional. art.

 SE nº 13/10. SE nº 13/10.II ‐ demais docentes e candidatos à contratação.  em  conformidade  com  as  disposições  da  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes/aulas do ensino regular.  aos  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária  que  estejam  inscritos para o processo regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos especialmente  para este atendimento. c/c a Res. as classes e/ou as aulas.  (Res.  § 1º ‐ Na ausência de docentes habilitados. art.  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  Fundação  CASA/SP.  quando  constituído  exclusivamente  com  classes. 5º)      218 . SE nº 13/10.  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora. SE nº 13/10. sendo previamente selecionados e credenciados pelas referidas entidades. no que couber.  a  atribuição  das  aulas  poderá  contemplar  docente  com  habilitação  na  área  de  conhecimento  da  disciplina  a  ser  atribuída. 10)    Subseção VII  Das Disposições Gerais    Artigo  608  ‐  O  vínculo  do  docente. em processo seletivo específico.    Artigo  609  ‐  Com  relação  aos  procedimentos  a  serem  adotados  na  atribuição  de  classes.  §  2º  ‐  O  docente  ou  o  candidato  Professor  Educação  Básica  I. as disposições  que regulamentam o processo anual de atribuição de classes e aulas do ensino regular. deverá ser cumprida  exclusivamente no período diurno. 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura    Artigo  607  –  O  processo  de  atribuição  de  aulas  aos  docentes  que  irão  atuar  nas  Salas de Leitura ou no Programa Escola da Família será objeto de resolução específica.  (Res. cumprirá carga horária de 40 (quarenta) horas semanais.    (Res. art. também. devidamente habilitados para as  aulas  que  forem  ministrar.  § 4º ‐ Nas Unidades de Internação ‐ UI. de que trata  este artigo.  turmas  ou  aulas  de  projeto.  observados  os  demais  critérios  estabelecidos  na  legislação específica.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação e atribuição de classes e/ou aulas do ensino regular. além do que preveem as disposições deste  artigo. SE nº 15/10)    Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar    Artigo  606  ‐  As  classes  que  funcionam  em  unidades/entidades  de  atendimento  hospitalar  deverão  ser  atribuídas.  de  que  trata  esta  seção.  a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.  desde  que  credenciados. 8º. turmas e aulas dos projetos da Pasta aplicam‐se. poderão ser atribuídas a docentes e candidatos à contratação que sejam qualificados.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe  e/ou  aulas  do  Projeto  Revitalizando  a  Trajetória  Escolar  das  Unidades  de  Internação Provisória ‐ UIP. a que se refere o parágrafo anterior. art. art.   § 3º ‐ A carga horária.  (Res.

 após  o  aproveitamento  dos  funcionários  conforme  as  vagas  da  nova  unidade.    Artigo  612  ‐  A  identificação  do  titular  de  cargo  das  classes  de  docentes  ou  das  classes de suporte pedagógico.    219 .  II – classes de suporte pedagógico:  a) quando a unidade administrativa não comportar o cargo. em face da extinção. objeto do concurso.    Artigo  611  ‐  Os  cargos  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  serão  transferidos. fusão ou incorporação de  Diretorias de Ensino.  Parágrafo único ‐ A declaração de adido far‐se‐á por ato do Dirigente da Diretoria  de Ensino à qual pertence a unidade de origem. quando não forem  atribuídas classes e/ou aulas da disciplina.  quando  se  tratar  de    titular  de  cargo  de  Coordenador Pedagógico.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior.  os  excedentes  serão  declarados adidos.Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos    Artigo 610 ‐ Serão declarados adidos os titulares de cargos das classes de docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.  Parágrafo único – Efetuada a transferência de que trata o caput deste artigo. na unidade escolar de classificação  do respectivo cargo do docente.  c) junto à própria Diretoria de Ensino ou junto à Diretoria de Ensino para a qual foi  transferido o cargo de Supervisor de Ensino. quando ocorrer a extinção.  junto  à  própria  unidade  escolar  de  classificação  do  respectivo cargo de Professor Educação Básica I ou II.  II – para a unidade resultante de fusão da unidade de classificação com outra. nos termos dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. como excedente.  quando  o  número  de  cargos  providos  destas  categorias  exceder a lotação prevista pelas normas legais para a unidade em que estiverem classificados. fusão  ou  incorporação  da  unidade  administrativa  de  origem  e  constatada  a  impossibi‐lidade  de  aproveitamento do funcionário na unidade de destino.    Artigo 613 ‐ Os integrantes das classes do Quadro do Magistério serão  declarados   adidos nas seguintes unidades:  I  –  as  classes  de  docentes. em face da extinção. ocorrerá  verificadas as seguintes hipóteses:  I – classes de docentes:  a) durante o processo anual de atribuição de classes e/ou aulas.  b) junto à Diretoria de Ensino a que pertence a unidade escolar. quando se tratar  de titular de cargo de Diretor de Escola. fusão  ou incorporação da unidade escolar de origem e constatada a impossibilidade de aproveitamento  total ou parcial do docente na unidade de destino.  II – as classes de suporte pedagógico:  a)  junto  à  própria  unidade  escolar.  quando  ocorrer  a  extinção  ou  integração  da  unidade em que estiverem classificados. de 12 de maio de 1978:  I  ‐  para  a  unidade  mais  próxima.

 transferido  em  virtude da  fusão ou incorporação da  unidade de origem ou removido ex  officio. serão aproveitados na seguinte conformidade:  I – na própria unidade escolar ou Diretoria de Ensino. será feito  no decorrer de todo o ano letivo.  será  declarado  adido  em  conformidade  com  as  disposições  desta  seção. o direito de  optar  pelo  retorno  à  unidade  resultante  da  referida  fusão  ou  incorporação.  o  preenchimento  total  das  vagas  da  unidade escolar e/ou administrativa existentes. 1º ao 4º.  II  –  em  outras  unidades.966/98. na forma a ser disciplinada pela  Secretaria da Educação.  o  melhor  classificado  poderá  declinar  da  atribuição  de  vagas  obrigatória  para  concorrer  à  atribuição  opcional. em outras unidades.  §  2º  ‐  A  transferência  opcional  ocorrerá  sempre  após  o  aproveitamento  obrigatório.  §  3º  ‐  O  aproveitamento  do  excedente  ou  do  adido  obedecerá  à  classificação  utilizada durante o processo de atribuição de classes e/ou aulas. conforme o caso. declarados adidos.  (Decreto nº 42. no caso de docentes.966/98. 6º. a atribuição será obrigatória.  § 4º ‐ Os titulares de cargos das classes de suporte pedagógico serão classificados  entre seus pares. 7º e 8º)          220 .  § 1º ‐  O retorno  previsto no caput deste artigo dar‐se‐á  quando ocorrer  vaga  na  unidade de origem. 11 e 5º)    Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos    Artigo  615  ‐  Os  integrantes  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico. arts.  §  1º  ‐  O  aproveitamento  do  adido  na  própria  unidade  ou  por  intermédio  de  remoção ex officio. arts. de acordo com o tempo de serviço no cargo e no magistério público oficial do  Estado de São Paulo. provocando excedentes.    Artigo 617 ‐  Fica  assegurado ao integrante do Quadro do Magistério.  no  prazo  de  15  (quinze) dias.  por  intermédio  de  remoção  ex  officio  ou  transferência  opcional.Artigo  614  ‐  O  titular  de  cargo  das  classes  de  docente  ou  das  classes  de  suporte  pedagógico  que  tenha  obtido  ordem  judicial  para  classificação  em  determinada  unidade  escolar  ou administrativa.  se  na  unidade  de  origem não houver vaga para lhe ser atribuída.  § 2º ‐ O direito de opção poderá ser exercitado uma única vez e é válido pelo prazo  de 5 (cinco) anos.    Artigo 616 ‐ Compete ao Departamento de Recursos Humanos  e às Diretorias de  Ensino proceder às atribuições de vagas obrigatórias e opcionais.  § 5º ‐ Quando o número de vagas for igual ou superior ao número de titulares de  cargos adidos.  desde  que  haja  nesta  fase. contados da data do evento.  §  6º  ‐  Quando  o  número  de  vagas  for  menor  do  que  o  número  de  titulares  de  cargos  adidos.  (Decreto nº 42. em caso de reforma desta ordem por decisão judicial  final.

  não  puder  exercer  a  docência  de  outra  disciplina.  d)  participar  do  processo  de  planejamento.  desde que tenha:  I – sido declarado adido. possibilitando a melhoria do processo ensino‐apren‐dizagem.966/98. inclusive.  c)  ministrar  aulas  de  reforço.    Artigo 619 – No caso de alteração do quadro curricular que implique a  supressão  de determinada disciplina.  II – se pertencente à classe de suporte pedagógico:  a) assumir as substituições de titulares afastados a qualquer título.  § 1º ‐ O disposto no caput deste artigo aplica‐se. a unidade de exercício.  Parágrafo  único  –  O  docente  que. à situação do docente  que rege classe ou ministra aula.  na  ausência  de  docente  devidamente designado. os quais  terão. o docente deverá ministrar aula de outra disciplina.  adaptação  e  recuperação  de  alunos  com  aproveitamento insuficiente.  será  colocado  em  disponibilidade remunerada.    Artigo  621  ‐  A  sede  de  controle  de  freqüência  do  ocupante  de  função‐atividade  docente será a unidade escolar onde se encontra em exercício.  e) colaborar no processo de integração escola‐comunidade. arts. a título de constituição de jornada de trabalho docente e/ou de  carga suplementar de trabalho.  (Decreto nº 42.  II  –  optado  por  componente  curricular  objeto  de  realização  de  concurso  de  ingresso. como sede de controle de freqüência.  § 2º ‐ Excetua‐se do previsto neste artigo a situação dos docentes afastados para  fins do disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444. em outras unidades escolares.  por  não  estar  legalmente  habilitado.  b)  assumir  as  atribuições  de  Professor  Coordenador. para a qual esteja  legalmente habilitado. de 27 de dezembro de 1985. 9º e 10)    Seção VI  Do Controle de Freqüência dos Docentes  Subseção I  Da Sede de Controle de Freqüência    Artigo 620 ‐ O titular de cargo docente terá como sede de controle de freqüência a  unidade escolar na qual está classificado seu cargo. ficando o cargo do qual é titular destinado à disciplina que vier a assumir.Subseção III  Das Atribuições dos Adidos    Artigo 618 ‐ Compete ao adido:  I – se pertencente à classe de docentes:  a) reger classe ou ministrar aulas a qualquer título.  b) desempenhar atividades técnico‐pedagógicas compatíveis com sua formação e  experiência profissional.  execução  e  avaliação  das  atividades  escolares. observadas as disposições legais vigentes.  nos  termos  deste  artigo.  221 .

  perderá  as  aulas da classe ou classes.  os feriados e aqueles em que não houver espediente na unidade escolar.  a  qual  será.  além  do  previsto  no  artigo  624.  (Decreto nº 39. 2º e 4º)    Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas    Artigo  623  ‐  A  carga  horária  diária  de  trabalho  docente  não  poderá  exceder  a  8  (oito)  horas  ou  480  (quatrocentos  e  oitenta)  minutos  computadas  as  unidades  escolares  de  exercício. deverão ser  efetuados registros distintos para cada situação.  o  saldo  de  “faltas‐aula”. será considerado “falta‐dia” a ser consignada no último dia de exercício.    Artigo 625 ‐ A “falta‐dia”.    Artigo  622  ‐  O  docente  que.  §  3º  ‐  No  mês  de  dezembro. os domingos.    exercer  dois  cargos  ou  duas  funções‐atividade.  § 2º ‐ Ocorrendo saldo de “falta‐aula” no final do mês.  em  unidades  escolares  diversas. 1º. arts.  para  atender  a  pais.  ao  longo  do  mês  somada  às  demais  para  perfazimento da “falta‐dia”.931/95. serão elas somadas às que  vierem a ocorrer no mês seguinte ou subseqüentes.Parágrafo  único  ‐  O  docente  servidor  que  estiver  em  exercício  em  duas  ou  mais  unidades escolares terá a sede de controle de freqüência fixada na escola onde teve atribuído o  maior número de aulas.  §  1º  ‐  O  descumprimento  de  parte  da  carga  horária  diária  de  trabalho  será  caracterizado  como  “falta‐aula”. se estas integrarem a carga suplementar do titular de cargo ou a carga  horária do servidor.    Artigo 626 ‐ O desconto financeiro da “falta‐dia” será efetuado à  razão de 1/30 do  valor da retribuição pecuniária mensal. observada a tabela anexa.  222 .    Artigo 624 ‐ O docente que não cumprir a totalidade da sua carga horária diária de  trabalho terá consignada “falta‐dia”. de que trata o artigo anterior.    Artigo 628 ‐ O docente que faltar.  qualquer  que  seja  o  seu  número.    Artigo  627  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.  Paragráfo único ‐ Consideram‐se como dias intercalados os sábados.  de  conselho  de  classe  ou  de  escola. poderá ser abonada nos  termos da legislação vigente.  justificadas  ou  injustificadas  os  dias  intercalados serão computados como “falta‐dia” somente para efeito de desconto da retribuição  pecuniária.    Artigo  629  ‐  O  não‐comparecimento  do  docente  nos  dias  de  convocação  para  participar  de  reuniões  pedagógicas.  terá  duas  sedes  de  controle  de  freqüência.  em  regime  de  acumulação. observada a tabela no anexo que faz parte integrante desta seção. injustificadamente.  Parágrafo único ‐ Quando a acumulação ocorrer na mesma unidade. determinado dia da semana  durante  15  dias  sucessivos  ou  30  dias  intercalados.

 de 13 de novembro de 1974. com observância das seguintes normas:  I ‐ série de classes de docentes:  a)  a  substituição  de  titular  de  cargo  docente  será  exercida  por  outro  titular  de  cargo docente ou por ocupante de função‐atividade.alunos e à comunidade.931/95. respeitados os requisitos de habilitação mínima exigida para cada cargo  e.  aplicar‐se‐á.  haverá  substituição  nas  situações  previstas  no  §  3º  do  artigo  7º  da  Lei  Complementar nº 180.  223 . acarretará “falta‐aula” ou “falta‐dia”. observado o total  das horas de duração dos eventos e a tabela anexa.  aos  docentes  designados para funções de coordenação nas unidades escolares da rede estadual de ensino. ainda.  da  classe  de  Dirigente  Regional  de  Ensino. observada a ordem de preferência prevista no artigo  45 da Lei Complementar nº 444.931. conforme o caso. arts.  classificado  na  mesma  ou  em  outras  unidades  escolares  de  qualquer  Diretoria de Ensino. quando o período de afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos) dias  e desde que a carga horária do substituído seja igual ou superior à do substituto. 5º ao 12)    ANEXO    A QUE SE REFERE O § 1º DO ARTIGO 6º DO DECRETO Nº 39.    Artigo 633 ‐  A substituição de que trata esta seção será exercida por integrantes  do Quadro do Magistério.  também. de 12 de maio 1978.  (Decreto nº 39. DE 30 DE JANEIRO DE 1995    CARGA HORÁRIA SEMANAL A SER CUMPRIDA NA UNIDADE  ESCOLAR  2 a 7  8 a 12  13 a 17  18 a 22 23 a 27  28 a 32  33 a 35  Nº DE HORAS NÃO CUMPRIDAS QUE CARACTERIZAM A  “FALTA‐DIA”  1  2  3  4 5  6  7      Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Normas e Requisitos    Artigo  631  ‐  Haverá  substituição  nos  impedimentos  legais  e  temporários  dos  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.    Artigo  632  ‐  Para  os  cargos  de  provimento  em  comissão.  b) o titular de cargo docente poderá ser afastado para substituir outro titular de  cargo  da  mesma  classe. de 27 de dezembro de 1985.    Artigo  630  ‐  O  disposto  nesta  seção. admitido nos termos do inciso I do artigo 1º  da Lei nº 500.

   (Decreto  24.    Artigo  635  ‐  A  substituição  durante  o  impedimento  legal  e  temporário  de  outro  titular de cargo ou o exercício de cargo vago.  por qualquer motivo.948/86. para o  exercício  de  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  de  serviço  público  retribuída  mediante  pro  labore.  1º  ao  4º.  224 .  arts. ou que tiveram cessada a designação.    arts.    inciso  I. poderá ser feita a admissão de docente. inocorrendo a substituição de que trata o artigo 635. exceto pela reassunção do titular substituído.     Artigo 634 ‐ As normas previstas no artigo anterior aplicar‐se‐ão.  dar‐se‐ão  mediante  designação  do  servidor  em  exercício. através de Portaria Especial de Admissão.   II  ‐  classes  de  suporte  pedagógico:  a  substituição  de  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico só poderá ser exercida quando o afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.  III ‐ apresentarem no ano precedente ao da atribuição de vaga mais de 12 (doze)  faltas de qualquer natureza.037/08. nos termos do artigo 1º. do Quadro do Magistério. inocorrendo a substituição de  que trata o artigo 635. observada a inscrição e cadastramento de docentes e  candidatos em nível de Diretoria de Ensino. também.  de  13  de  novembro de 1974.  por período de 1 (um) até 15 (quinze) dias. por qualquer tipo de ilícito. por período superior a 15 (quinze) dias.161/08)    Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes    Artigo  636  ‐  Durante  o  impedimento  legal  do  titular  de  cargo  ou  ocupante  de  função‐atividade docente.  atendidas  as  condições  previstas  nesta  seção  e  nas  demais  normas  regulamentares.  alterado pelo Decreto nº 53. nos últimos 3 (três) anos.  nos  termos  do  artigo  1º. exceto para os cargos de Dirigente Regional de Ensino e Diretor de Escola. inciso I.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico. de que trata o artigo 22 da  Lei  Complementar  nº  444. de que tratam os artigos 542  a 549.  7º  e  18  do  Decreto  nº  53. ficando impedidos de participar da atribuição de vaga os interessados que:  I ‐ tiverem sofrido penalidades. a substituição poderá ser  exercida  por  outro  titular  de  cargo  ou  pelo  ocupante  de  função‐atividade.  do  Subquadro  de  Cargos  Públicos  (SQC)  Tabela  II. nos últimos 5 (cinco)  anos.  da  Lei  nº  500.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.  de  Diretor  de  Escola  ou  de  Dirigente  Regional    de  Ensino. de 13 de novembro de 1974.  poderá  haver  admissão  de  docente.  de  27  de  dezembro  de  1985.   Parágrafo  único  ‐  O  período  de  afastamento  para  substituição  mediante  designação  deverá  ser  igual  ou  superior  a  200  (duzentos)  dias  e  a  carga  horária  do  substituído  igual ou superior à do substituto.     Artigo 637 ‐ Para a regência de classe ou ministração de aulas nos impedimentos  eventuais de titular de cargo ou de ocupante de função‐atividade da série de classes de docentes.  classificado em área de jurisdição de qualquer Diretoria de Ensino.  da Lei nº 500.  da  mesma  unidade  escolar  ou por um docente admitido para esse fim.  II ‐ tiverem desistido de designação anterior.  IV – encontrem‐se no período de estágio probatório.c) no caso de afastamento inferior a 200 (duzentos) dias.  poderá  substituir  outro  titular  de  cargo  da  mesma  classe.

  a  unidade escolar  onde houve  a  prestação  de  serviço.  § 2º ‐ Na inexistência de Vice‐Diretor de Escola.  em  substituição  ou  em  cargo vago.  § 2º ‐ Quando se tratar de substituição.  em  substituição. os dias em que o servidor trabalhou como docente. será considerada a soma do número de horas efetivamente ministradas por dia em  que o docente exerceu a substituição.  integrantes  desta  subseção.     Artigo 638 ‐ Para o cálculo da retribuição pecuniária. pela imprevisibilidade de sua concessão e manutenção.  inclusive  os  Anexos  I  e/ou  II. em especial quando se tratar de licença‐ saúde. bem como de função de serviço público retribuída mediante pro labore.    Artigo  641  ‐  Nos  afastamentos  do  Diretor  de  Escola.  e  de  que  tratam  os  artigos  633  a  635. nem de  impedimentos de mesmo teor. nos termos desta subseção deverão inscrever‐se  nas Diretorias de Ensino. de 27 de dezembro de  1985.  nos  termos  do  artigo  637. previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 444. somente haverá atribuição de vaga para  este fim se o impedimento do substituído for por período maior ou igual a 200 (duzentos) dias.  por  período  inferior  a  200  (duzentos) dias. de que trata o caput deste artigo.  neste  caso  exclusivamente  para  a  classe  de  Diretor  de  Escola. 2º  e 4º do art. que atendam aos requisitos estabelecidos no Anexo III da Lei Complementar nº 836.  que  deverão  estar  preenchidos e assinados pelo superior imediato.    Artigo  642  ‐  Os  interessados  em  exercer  as  atribuições. obrigatoriamente. art.    (Decreto 24. deverá o docente.  serão  exercidas  por  titulares  de  cargo  do  mesmo  Quadro. mesmo que sem interrupção.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.  e  quando  o  prazo  for  igual  ou  superior a 30 (trinta) dias.  §  2º  ‐  A  inscrição  realizada  terá  validade  até  o  período  de  inscrições  do  ano  subseqüente.  225 . durante cada mês. de  30 de dezembro de 1997.Parágrafo único ‐ A admissão de docente. das classes de Suporte Pedagógico.  será  designado. na admissão de que trata o  artigo anterior. 9º. titular de cargo  efetivo.  observadas  as  disposições  dos  artigos  684  a  691. quando ocorrer a  situação  prevista  no  caput  ou  nos  seus  impedimentos  legais.  §  1º  ‐  As  normas  previstas  nesta  subseção  aplicam‐se.    Artigo  639 ‐  No  final  de  cada  ano.  o  candidato  deverá  apresentar  os  documentos  pertinentes. a direção. o Vice‐Diretor de Escola assume.  § 3º ‐ Na composição dos 200 (duzentos) dias de afastamento do substituído.  ao  exercício  de  atribuição de cargo vago.  também. não  poderão ser somados períodos de impedimentos diversos. classe de  Suporte Pedagógico.  expedirá  Atestado  de  Freqüência  do  qual  deverá  constar  de  forma discriminada. nos 10 (dez) primeiros dias úteis do mês de agosto de cada ano.  outro  docente. 10)     Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico    Artigo 640 ‐ As substituições dos integrantes do Quadro do Magistério. caput e §§ 1º. assumir a direção da unidade escolar. indicado na escala de substituição. será  feita nos dias em que ocorrer o impedimento do titular de cargo ou ocupante de função‐atividade. mas de prazos distintos.948/86.  § 1º ‐ Para ocupar o posto de trabalho de Vice‐Diretor de Escola.  §  1º  ‐  No  ato  de  inscrição. e nos termos desta subseção.

 promovido por esta Secretaria da Educação.1) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  o  certificado  do  cargo  de  que  é  titular  e. nas Faixas II e III. promovido  por esta Pasta. horários e número de vagas das atribuições. o relativo à própria  classificação nestas faixas. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino.004  por  dia.3) Faixa III ‐ demais docentes titulares de cargo. no  prazo de até 3 (três) dias úteis.  por  meio  do  Diário  Oficial.3)  Faixa  III  ‐  docentes  titulares  de  cargo  ‐  com  certificado  de  aprovação  em  concurso público.  o  relativo  à  própria  classificação nesta faixa. excluído.  II ‐ classificação para atribuição na classe de Supervisor de Ensino  a) quanto à situação funcional:  a.    Artigo 643 ‐ A Diretoria de Ensino deverá:  I ‐ cientificar os inscritos da forma de convocação para as sessões de atribuição das  substituições.  b.  a.  na  Faixa  II. após a comunicação de que trata o inciso anterior. dentro do prazo de validade do concurso. títulos e tempo de serviço.  com  no  mínimo  2  (dois)  dias  úteis  de  antecedência.  III ‐ realizar a sessão de atribuição das substituições previstas nesta subseção.  promovido por esta Secretaria da Educação. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  226 .  a.1)  5  (cinco)  pontos  por  certificado  de  aprovação  em  concurso  público. promovido  por esta Secretaria da Educação.  b.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Diretor de Escola.§ 3º ‐ O inscrito nos termos desta subseção deverá apresentar.  a.  b) quanto aos títulos:  b. para  preenchimento de cargos de Diretor de Escola.    Artigo  644  ‐  A  classificação  dos  candidatos  inscritos  dar‐se‐á  por  situação  funcional.  termo  de  anuência  expedido  pelo  superior  imediato. dentro do prazo de validade do concurso. nas  Faixas II e IV. para preenchimento de cargos de  Supervisor de Ensino.  a.  b) quanto aos títulos:  b. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola. dentro do prazo de validade do concurso.2) 5 (cinco) pontos por certificado de aprovação em concurso público promovido  por  esta  Secretaria  da  Educação.  c)  quanto  ao  tempo  de  serviço  como  Diretor  de  Escola:  0.  excluídos.  na  Faixa  I. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  II  ‐  comunicar.  até  20  (vinte) pontos.2)  Faixa  II  ‐  docentes  portadores  de  certificado  de  aprovação  em  concurso  público de provas e títulos. o certificado do cargo de que é titular e.  com  data  atualizada e com validade abrangendo apenas o período de vigência da designação. as datas.  excluídos.2) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público. na seguinte conformidade:  I ‐ classificação para atribuição na classe de Diretor de Escola  a) quanto à situação funcional:  a. o certificado relativo ao cargo de que é titular. em cada sessão de  atribuição  da  qual  participe.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Supervisor de Ensino.2)  Faixa  II  ‐  titulares  de  cargo  de  Diretor  de  Escola  –  com  certificado  de  aprovação em concurso público.  para  preenchimento  de  cargos  de  Supervisor  de  Ensino.4) Faixa IV ‐ demais Diretores de Escola titulares de cargo.  a. para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino. na Faixa I.

  § 5º ‐ Após 3 (três) dias úteis. contados a partir do encerramento do período de  inscrições.  §  2º  ‐  Quando  ocorrer  empate  na  classificação  dos  inscritos  de  qualquer  das  classes.  devendo  permanecer  em  exercício  no  cargo  docente.  Parágrafo  único  ‐  Em  ambas  as  hipóteses  deverá  haver  publicação  de  novo  ato  decisório.    Artigo 645 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de vaga e/ou sua respectiva  designação:  I ‐ ao candidato que.  2 ‐ o substituto esteja em classificação inferior.  nos  termos  desta  subseção.     Artigo  646  ‐  Ao  candidato  que  acumular  cargos  deverá  ser  observado  o  que  se  segue:  I  ‐  no  caso  de  acumular  dois  cargos  docentes.  será  designado  pelo  cargo  de  suporte  pedagógico. de que trata  este  artigo.  III ‐ por procuração de qualquer espécie. cuja designação  em  cargo  vago tenha  sido  cessada  no evento. a classificação dos inscritos deverá ser divulgada pela Diretoria de Ensino. a fim de se proceder à cessação das  designações em cargo vago. se encontre afastado a qualquer título.  § 4º ‐ A data‐limite da contagem de tempo de que trata o parágrafo anterior será  sempre o dia 30 de junho do ano da inscrição.  II  ‐  na  hipótese  de  acumular  um  cargo  docente  e  outro  de  suporte  pedagógico. deverá  ser observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos.  devendo permanecer em efetivo exercício no outro cargo.  IV ‐ ao candidato que se enquadre em qualquer das situações previstas no artigo  635.  deverão  ser  utilizados  os mesmos  critérios e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por Tempo de Serviço (ATS). na data da atribuição.  Parágrafo único – O servidor.  II  ‐  ao  Diretor  de  Escola. em número suficiente para viabilizar o exercício aos ingressantes ou  aos removidos.  3 ‐ o saldo do período dessa substituição seja igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.004 por dia.  é  apenas  o  exclusivamente  prestado  no  Quadro  do  Magistério  desta  Secretaria  da  Educação. em local visível e de livre acesso.  § 1º ‐ O tempo de serviço a ser considerado para fins da classificação. poderá ser designado em substituição.c) quanto ao tempo de serviço como Supervisor de Ensino: 0.  será  designado  por  um  deles. afixando‐se a  relação dos candidatos.  em  unidade escolar  que  seja  do  mesmo  município  e  da  mesma Diretoria de Ensino de seu órgão de classificação.    227 .  §  3º  ‐  Para  fins  da  contagem  de  tempo  de  serviço. desde que:  1 ‐ seja observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos para a cessação  da designação em substituição. até 20  (vinte) pontos. com as respectivas pontuações.    Artigo 647 ‐ Quando ocorrer ingresso ou remoção de Supervisor de Ensino. o desempate dar‐se‐á pelo maior tempo de serviço no magistério público estadual.

 diárias  ou trânsito.  (Res.  quando exercer  substituição  ou  responder  pelas  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  retribuída  mediante  pro  labore. arts. previsto no artigo 642  e devidamente efetuada a classificação dos inscritos.    Artigo 652 ‐ Encerrado o prazo de 10 (dez) dias de inscrição.  ficando  vedada  a  sua  designação para quaisquer outras atribuições nos termos desta subseção. 1º ao 13)      ANEXO I    Inscrição para a classe de Diretor de Escola    Nome: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––‐  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: EE–––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos ? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––––‐  (S.  Parágrafo  único  ‐  A  desistência.  bem  como  a  sua  cessação.   Artigo  650  ‐  O  designado  nos  termos  desta  subseção  não  poderá  desistir  da  designação para concorrer à nova atribuição. (B)  Tempo de Serviço em direção de escola: –‐ pts.  deverá  ser  feita  de  próprio punho pelo designado.  em  especial  quando  o  mesmo  não  corresponder  às  atribuições  do  cargo  ou  descumprir  normas  legais.  em  unidade diversa à de seu órgão de classificação..  por  qualquer  outro  motivo. para  homologação.O. SE nº 57/08.  Parágrafo único ‐ A cessação na situação especial de que trata este artigo deverá  ser  precedida  de  relatório  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  com  justificativa  que  comprove  o  desempenho incompatível com a função a ser enviado à respectiva Coordenadoria de Ensino.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  228 . declarando estar ciente do disposto no  caput e inciso II do artigo  635. (A)  Supervisor de Ensino: –‐ pts. o órgão setorial de recursos humanos fixará  e  divulgará. no mesmo ou em qualquer outro órgão/unidade.  a  data  para  a  primeira  sessão  de  atribuição de vagas.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: DIRETOR DE ESCOLA FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo e o relativo à Faixa II): –‐ pts.    Artigo  649  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  mediante  comunicado  a  ser  publicado  em  D.Artigo 648 ‐ O substituto que se ausentar por mais de 15 (quinze) dias terá cessada  a substituição ao início do afastamento. não fará jus à percepção de ajuda de custo.E. a se realizar concomitantemente em todas as Diretorias de Ensino. exceto quando se tratar de férias.    Artigo 651 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação do integrante  do  Quadro  do  Magistério.

 na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração.  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐/––/–––     ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––––––––––––       (data)            (carimbo e assinatura do superior imediato)    ANEXO II    Inscrição para a classe de Supervisor de Ensino    Nome: ––––––––––––––––––––––––––––––––––  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: ––––––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––– (S. em –‐/–‐/––‐. em –‐/–‐/––‐. empregos ou funções na Administração Direta. em –‐/–‐/––‐. nas Faixa II e IV): –‐ pts. (B)  Tempo de Serviço na Supervisão: –– pts.Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: ––‐ dias.  a pedido. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração.  desde  que  haja  compatibilidade  de  horários:  I ‐ a de dois cargos de professor.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: SUPERVISOR DE ENSINO FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo.  III ‐ a de dois cargos privativos de médico.    Artigo 654 ‐ As disposições desta seção abrangem as acumulações remuneradas de  cargos.  229 .  II ‐ a de um cargo de professor com outro técnico ou científico.  a pedido. Autarquias. inclusive as de regime especial. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐/––/–––              ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐––––––‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––            (data)                    (carimbo e assinatura do superior imediato)      Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos    Artigo  653  ‐  Nos  termos  das  normas  constitucionais  são  permitidas  as  seguintes  situações  de  acumulações  remuneradas  de  cargos  públicos. (A)  Supervisor de Ensino (exceto o do cargo e o das Faixas II e III): –‐ pts.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: –––‐ dias  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. em –‐/–‐/––‐.

  II ‐ publicar a decisão dos casos examinados. para o seu exercício. mesmo temporário. ou na alteração de horário ou  do seu local de trabalho. sociedades de economia mista e empresas  públicas. entre o término do horário de um cargo.    Artigo 656 ‐ Haverá compatibilidade de horários quando:  I ‐ comprovada a possibilidade de exercício dos dois cargos. Estados ou Municípios.  II ‐ mediar.  § 1º ‐ A autoridade competente para expedir declaração sobre horário de trabalho  do servidor em acumulação remunerada é o dirigente de sua unidade de exercício. Indireta ou fundacional da União.  os intervalos exigidos no inciso II deste artigo poderão ser reduzidos até o mínimo de 15 (quinze)  minutos.    Artigo  657  ‐  O  nomeado.  por  ocasião  do  ingresso  do  servidor. da Secretaria de Gestão Pública.  se  no  mesmo  município.  pelo  menos  1  (uma)  hora  de  intervalo.fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público.  III  ‐  comprovada  a  viabilidade  de  acesso  aos  locais  de  trabalho  pelos  meios  normais de transporte.  a  existência  de  acumulação  remunerada.  230 . de outro cargo. se em municípios diversos.  salvo  se  no  mesmo  estabelecimento e de 2 (duas) horas. local e o horário de trabalho. emprego ou função e o início  do  outro.  mediante consulta ao "Sistema de Informações referentes a pessoal.  emprego  ou  função  na  Administração Pública Direta. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalho de cada um.  admitido  ou  contratado  no  serviço  público  deverá  declarar.  em horários diversos.    Artigo 659 ‐ À autoridade que der posse ao funcionário ou exercício ao servidor em  regime de acumulação remunerada compete:  I ‐ verificar a regularidade da acumulação pretendida.  § 1º ‐ O exercício do servidor será precedido de publicação de que trata o inciso II  deste artigo. conhecimentos específicos de nível superior ou  profissionalizante correspondente ao ensino médio. emprego ou função.    Artigo 658 ‐ Deverá ser verificada pela autoridade competente a que se refere o  artigo  659.  §  3º  ‐  Será  responsabilizada  a  autoridade  que  permitir  a  acumulação  ilícita.  §  2º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  neste  artigo  quando  ocorrer  qualquer  mudança  da  situação  funcional  do  servidor  ou  empregado  em  acumulação  remunerada  que  implique  no  exercício.  se  exerce  outro  cargo. indicando  qual o cargo. empregos ou funções.  sob  pena  de  responsabilidade.  aplicando‐se‐lhe as sanções cabíveis.  Parágrafo  único  ‐  A  simples  denominação  de  "técnico"  ou  "científico"  não  caracterizará como tal o cargo que não satisfizer as exigências deste artigo.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também às entidades referidas  no artigo 654 . Reflexos e Encargos Sociais  do Estado". que será responsável pela  verificação do cumprimento regular dos respectivos horários de trabalho. a critério da autoridade competente de que trata o artigo 659.  § 2º ‐ Se as unidades de exercício do servidor situarem‐se próximas uma da outra.    Artigo  655  ‐  Para  fins  de  acumulação  remunerada  considera‐se  cargo  técnico  ou  científico aquele que exige.

722.    Artigo  664  ‐  O  servidor  em  licença  para  tratar  de  interesses  particulares  nos  termos  da  legislação  em  vigor.    Artigo 666 ‐ Na hipótese de o servidor ou empregado não optar no prazo previsto  no artigo anterior.  231 .261.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo não se aplica às nomeações para cargos  de Secretário de Estado e Secretário Adjunto.  Artigo 660 ‐ O servidor em regime de acumulação remunerada.    Artigo 668 ‐ O Secretário de Gestão Pública. quando nomeado  para  cargo  em  comissão.    Artigo 667 ‐ Se. poderá vir a ser autorizado a celebrar convênios com a União e  com os municípios do Estado para intercâmbio de informações cadastrais referentes a servidores e  empregados da Administração Direta. empregos ou funções acumuláveis na atividade.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos  ou  salários. ficando condicionada à prévia autorização do Secretário de Gestão Pública. visando a identificação de  situações de acumulação remunerada. Indireta ou fundacional do Estado. de 28 de outubro de 1968. em decorrência dos trâmites administrativos relativos à decisão de  recursos interpostos sobre a acumulação pretendida.  emprego  ou  função  na  Administração  Pública Direta.  II  ‐  exigir. de 20 de março de 1996. na forma  prevista na Constituição Federal.261.  empregos  ou  funções  deverá  ser  devidamente  justificada  pelo  órgão  interessado.    Artigo  661  ‐  A  acumulação  de  proventos  e  vencimentos  ou  salários  somente  é  permitida quando se tratar de cargos. deverá ser proposta a instauração de processo administrativo pela autoridade  competente. considerada a  nova  situação.    Artigo  662  ‐  No  âmbito  das  Secretarias  de  Estado  e  da  Procuradoria  Geral  do  Estado.  preenche  os  requisitos  de  regularidade da acumulação pretendida. empregos ou funções. poderá demonstrar que.  prova  de  que  foi  exonerado do outro cargo ou dispensado do outro emprego ou função. por um dos cargos.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos ou salários. for ultrapassado o prazo legal para posse e  exercício será expedido novo ato de nomeação ou admissão. Indireta e fundacional do Estado.    Artigo 663 ‐ A percepção das vantagens pecuniárias de que trata o artigo 124 da  Lei nº 10.  designado  como  substituto  ou  responsável  por  cargo  vago  ou.  pelo  menos  em  relação  a  um  dos  cargos  acumulados. nos termos desta seção.  a  nomeação  para  cargos  em  comissão  de  aposentados  que  percebam  proventos  decorrentes  de  cargos. de 28 de outubro de 1968 não configura acumulação remunerada.    Artigo  665  ‐  Expirados  os  prazos  dos  recursos  interpostos. observados os termos do Decreto nº  40.  ainda.  para exercício de função retribuída mediante pro labore.  não  poderá  exercer  cargo.  nos  termos  do  artigo  239 da Lei nº 10.  Parágrafo  único  ‐  As  providências  de  que  trata  este  artigo  deverão  ocorrer  no  prazo improrrogável de 30 (trinta) dias. uma vez desprovidos caberá à autoridade a que  se refere o artigo 659:  I  ‐  convidar  o  servidor  ou  empregado  a  optar.

  de  27  de  dezembro de 1985. nos termos do inciso X acrescentado ao artigo 64 da Lei  Complementar nº 444.  Parágrafo  único  ‐  Qualquer  cidadão  poderá  comunicar  aos  órgãos  públicos  a  existência de acumulação irregular. com fundamento no inciso III do artigo 64 da Lei Complementar  nº  444. por tempo determinado.  b) exercer a docência em outras modalidades do Ensino Fundamental e do Ensino  Médio.   (Decreto nº 41. atividades docentes no Sistema Carcerário do  Estado.  de  27  de  dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  V  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  II  ‐  com  prejuízo  dos  vencimentos  mas  sem  prejuízo  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos. de outros Estados ou Municípios ou em outros  Poderes  Públicos. por tempo determinado.  empregos  e  funções  na  Administração Estadual.  232 .  Artigo  669  ‐  Caberá  aos  órgãos  setoriais  e  subsetoriais  de  recursos  humanos  o  acompanhamento  e  controle  das  situações  de  acumulação  de  cargos.  para:  a)  exercer  atividades  inerentes  ou  correlatas  às  do  Magistério.  em  cargos  ou  funções previstos nas unidades ou nos órgãos da Secretaria da Educação e no Conselho Estadual  de  Educação.  com  fundamento  no  inciso  IV  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444.  de  27  de  dezembro  de  1985. por tempo determinado. para:  a) exercer atividades em outras Secretarias de Estado ou em Autarquias do Estado  de São Paulo. 2º ao 18.  observado  o  limite  de  um  servidor  para  cada  Estado  da  União  e  para  cada  Município  do  Estado  de  São  Paulo.  c) exercer. 8º está  combinado com o art.915/97. 19 do  Decreto nº 53. atividades inerentes às do Magistério. pelo artigo 46 da Lei Complementar nº 836.  observadas  as  normas  específicas  estabelecidas  pela  Secretaria da Educação. em órgãos ou entidades da União.  d)  desenvolver  atividades  junto  às  Entidades  de  Classe  do  Magistério  Oficial  do  Estado de São Paulo. arts.  e) exercer.  de  27  de  dezembro de 1985.  f)  desempenhar  atividades  junto  a  unidade  escolar  da  Rede  Municipal  de  Ensino  conveniada com a Secretaria da Educação. desde que o afastamento esteja previsto no  convênio.  de 30 de dezembro de 1997 (Diário Oficial do Estado ‐ Poder Legislativo de 29 de junho de 2000). junto a  entidades conveniadas com a Secretaria da Educação.037/08)      Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério    Artigo 670 ‐ Os afastamentos dos titulares de cargos do Quadro do Magistério da  Secretaria da Educação somente poderão ser autorizados nas seguintes condições:  I ‐ sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens dos respectivos cargos. de 27 de  dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  II  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. de 27 de dezembro de 1985. nos termos do inciso VII do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. de 27 de dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  VIII  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. O art.

 quando o cônjuge estiver  no exercício de mandato de Deputado Federal ou de Senador.893/05. de 28  de  outubro de  1968.  especialização.  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  mandato de Deputado Estadual.  a  critério  da  Administração.  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ser  afastado. por igual período.  § 1º ‐ Os afastamentos previstos neste artigo poderão ser autorizados também a  servidor integrante do Quadro do Magistério. de 13 de novembro de 1974.  a  pedido  da  autoridade que o tenha solicitado.  b) junto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal.  por  tempo  determinado.  §  2º  ‐  Os  afastamentos  a  que  se  refere  o  inciso  II  deste  artigo  poderão  ser  autorizados por até 1 (um) ano. sem prejuízo dos salários e das demais vantagens da  função‐atividade de que é ocupante.    Artigo 673 ‐  Os afastamentos com  fundamento nos  artigos 68.  §  3º  ‐  O  afastamento  previsto  no  inciso  IX  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. no caso de exoneração do cargo que ocupa ou dispensa da função‐atividade que exerce.  poderão  ser  concedidos  aos  servidores  integrantes  do  Quadro  do  Magistério. e II deste artigo  somente poderão ser autorizados quando os servidores interessados tenham. para.  para  exercer  atividades  junto  ao  Governo  do  Distrito  Federal  ou  a  órgãos  e  entidades da União ou dos Estados. com fundamento no inciso VI do artigo  64 da Lei Complementar nº 444. prestar serviços junto à Prefeitura respectiva.  (Decreto nº 49. alíneas "c" e "e".  a  cessação  do  afastamento  do  servidor. no País ou no Exterior. 69 e 75 da  Lei nº  10. com fundamento no artigo 65 da Lei Complementar nº 444.  aperfeiçoamento  ou  atualização. de 27 de  dezembro de 1985.261.  ainda.  II  ‐  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  cargo  de  Prefeito  de  Município  do  Estado de São Paulo.  para  exercer  atividades  de  assessoramento  em  Brasília‐DF.  poderão  ter  novos  afastamentos  autorizados.  de  imediato.  de  27  de  dezembro  de  1985. arts. prorrogáveis. com fundamento no inciso IV do artigo 64 da Lei Complementar nº 444.  § 1º ‐ Os afastamentos de que tratam os incisos I.  com  ou  sem  prejuízo  dos  vencimentos  ou  salários  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos ou funções‐atividade.  §  3º  ‐  O  afastamento  poderá  ser  cessado  a  qualquer  tempo.  formaliza‐se  mediante  ato  de  designação  pela  autoridade  competente.  sem  prejuízo  dos  vencimentos  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos  cargos.  §  4º  ‐  Deverá  ser  providenciada.b)  freqüentar  cursos  de  pós‐graduação. de 27 de dezembro de 1985. no máximo 3 (três) vezes. na área de atuação relativa a seu cargo:  a)  junto  à  Assembléia  Legislativa.    Artigo 672 ‐ Os integrantes do Quadro do Magistério que em 12 de abril de 2005  estivessem  regularmente  afastados. de 27 de  dezembro  de  1985. naquela cidade. no mínimo. ou no artigo 15 da Lei nº  500. na sua área de atuação. 1º ao 4º)      233 .  sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo:  I ‐ para exercer assessoria parlamentar. 3 (três)  anos de efetivo exercício nos respectivos cargos.  § 2º ‐ A autorização de afastamento de que trata este artigo dar‐se‐á pelo período  correspondente ao mandato a que se refere.  nessas  mesmas  condições  e  fundamentação.    Artigo  671  ‐  Poderá.

  II ‐ quanto ao funcionário ou servidor:  a) estar no exercício de seu cargo ou função‐atividade.  da  Lei  Complementar  nº  444.   c) congregar servidores públicos estaduais.  d) contar com o número de associados previstos no artigo 674. até o máximo de 3 (três) visando  o exercício de outro cargo na Diretoria da entidade.  e) ter base de atuação em todo o território do Estado.  da  Secretaria  da  Educação. a Secretaria da Educação  deverá instruir os pedidos com manifestação acerca da conveniência da medida. subscritos pelo Presidente da entidade.000 (três mil) associados.  II  ‐  além  da  hipótese  prevista  no  inciso  anterior. para decisão em igual prazo.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo 674 a entidade deverá ter como  objeto a representação do magistério do ensino fundamental e médio do Estado.  dirigidos ao Secretário‐Chefe da Casa Civil deverão ser instruídos com prova do atendimento dos  requisitos  indicados  no  artigo  676  e  relação  dos  demais  dirigentes  da  entidade  afastados  no  mesmo período de mandato.Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade de Classe    Artigo 674 ‐ Poderão afastar‐se:  I ‐ nos termos da Lei Complementar nº 343. Secretário Geral ou Tesoureiro. de 6 de janeiro de 1984.  III  ‐  nos  termos  do  artigo  64.  quando  forem  eleitos  para  cargos  da  Diretoria. para exercício de mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  §  2º  ‐  As  autarquias  farão  o  encaminhamento  por  intermédio  da  Secretaria  de  Estado a que estejam vinculadas. para o qual tenha sido eleito.  234 . instruídos e encaminhados à Casa Civil.  previstos  nos  seus  estatutos.  no  prazo  máximo  de  15  (quinze) dias.  § 1º ‐ O número de associados será atestado pelo Presidente da entidade.  quando forem eleitos para os cargos de Presidente.  para  exercício  de  mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo anterior.  a  autorização  poderá  ser  concedida até o limite máximo de 10 (dez) dirigentes por entidade.    Artigo 675 ‐  Os  pedidos de afastamento.  b) ter sido eleito e empossado no cargo de direção da entidade.  Parágrafo  único  ‐  Na  hipótese  prevista  no  inciso  III.  § 1º ‐ Os pedidos deverão ser entregues na Secretaria de Estado ou na entidade  autárquica  em  que  tenham  exercício  os  funcionários  ou  servidores  e.  mais  1  (um)  funcionário  ou  servidor em relação a cada grupo de 3. funcionários e  servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado.  inciso  VII.  § 2º ‐ Caberá ao funcionário ou servidor interessado declarar que se encontra no  efetivo exercício do cargo ou função‐atividade.  de  27  de  dezembro  de  1985.    Artigo 676 ‐ São requisitos para a autorização do afastamento:  I ‐ quanto à entidade:  a) estar registrada no Registro Público competente.  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  b)  ter  como  objeto  a  representação  de  servidores  integrantes  do  serviço  público  estadual.

(Decreto nº 31.170/90, art. 3º, com a redação dada às alíneas “b” e “c” do inciso I  pelo Decreto nº 54.878/09)    Artigo 677 ‐ A competência para decisão dos pedidos de afastamento, de que trata  esta seção, é do Secretário‐Chefe da Casa Civil.      Artigo 678 ‐ O período do afastamento corresponderá ao do mandato.  Parágrafo único ‐ Será causa de cessação automática do afastamento a perda ou a  interrupção  no  exercício  do  mandato,  devendo  a  entidade  comunicar  o  fato  ao  Gabinete  do  Secretário‐Chefe da Casa Civil, no prazo de 5 (cinco) dias.    Artigo  679  ‐  Durante  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  perceberá  o  vencimento ou salário e as demais vantagens do cargo ou da função‐atividade.    Artigo  680  ‐  Enquanto  perdurar  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  não  poderá ser exonerado, dispensado ou despedido, salvo a pedido ou por justa causa.    Artigo  681  ‐  O  período  de  afastamento  será  considerado  como  de  efetivo  exercício, para todos os efeitos legais.     Artigo  682  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  também  a  funcionário  ou  servidor  eleito dirigente de entidade de classe, do tipo federativo ou central de entidades, que congregue,  no mínimo, 10 (dez) entidades de classe representativas de funcionários e servidores do Estado,  com mais de 500 (quinhentos) associados.    Artigo 683 ‐ A Casa Civil manterá registro cadastral dos afastamentos concedidos  na forma desta seção, com referência às entidades e a cada funcionário ou servidor.  (Decreto  nº  31.170/90,  arts.  1º  ao  10,  combinado  com  o  art.  26  do  Decreto  nº  52.833/08)    Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola    Artigo  684  ‐  As  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  contarão  com  postos de trabalho destinados às funções de Vice‐Diretor de Escola, na forma estabelecida nesta  seção.    Artigo  685  ‐  A  designação  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  recairá  em  docente  vinculado  à  rede  estadual  de  ensino,  que  preencha  os  seguintes  requisitos  mínimos:  I  ‐  ter  Licenciatura  Plena  em  Pedagogia  ou  Pós‐Graduação  (mestrado  ou  doutorado) na área de Educação;  II ‐ ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Magistério;  III ‐ pertencer, de preferência, à unidade escolar.    Artigo 686 ‐ A fixação do módulo das unidades escolares, para fins de designação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  será  definida  por  normas  estabelecidas em regulamento. 

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Parágrafo único – O Assistente de Diretor de Escola integrará o módulo fixado para  a unidade escolar.    Artigo  687  ‐  O  exercício  das  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  corresponderá  ao  cumprimento  da  carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais,  pela  qual  o  docente  será  remunerado  a  título  de  carga  horária  docente  na  faixa  e  nível  correspondente  ao  seu  cargo  ou  função.    Artigo  688  ‐  As  indicações  para  designação  e  cessação  para  as  funções  de  Vice‐ Diretor de Escola são de competência do Diretor de Escola.  § 1º ‐ Na hipótese de indicação de docente classificado em outra unidade escolar  para as funções de Vice‐Diretor, o Diretor de Escola deverá submetê‐la à aprovação do Conselho  de Escola.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação para as funções de  Vice‐Diretor de Escola, inclusive das unidades escolares que não contarem com Diretor de Escola.    Artigo  689  ‐  Compete  ao  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  ao  Assistente  de  Diretor  de  Escola substituir o Diretor de Escola em todos os seus impedimentos legais e temporários, exceto  faltas.  §  1º  ‐  A  substituição  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  exercida  pelo  Vice‐ Diretor apenas por período inferior a 200 (duzentos) dias.  §  2º  ‐  Na  hipótese  de  a  unidade  escolar  contar  com  2  (dois)  Vice‐Diretores  de  Escola  ou  um  Assistente  de  Diretor  de  Escola  e  um  Vice‐Diretor,  o  exercício  da  substituição  obedecerá à escala de substituição definida na unidade escolar, observada a restrição temporal do  parágrafo anterior.    Artigo  690  ‐  Poderá  haver  designação  de  outro  docente  para  desempenhar  as  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  nos  impedimentos  iguais  ou  superiores  a  30  (trinta)  dias  quando:  I – o Vice‐Diretor de Escola, designado, afastar‐se por motivo de Licença‐Gestante,  Licença‐Prêmio, Licença‐Saúde, campanha eleitoral, férias ou, ainda, quando o Vice‐Diretor estiver  substituindo o Diretor de Escola;  II  –  o  Assistente  de  Diretor  de  Escola  afastar‐se  nas  hipóteses  acima  e  demais  impedimentos legais.    Artigo 691 ‐ Haverá dispensa do Vice‐Diretor de Escola se a unidade escolar deixar  de comportar o referido posto de trabalho ou se o professor designado:  I – pedir dispensa das funções;  II  –  afastar‐se  por  período  superior  a  30  (trinta)  dias,  exceto  nas  situações  apontadas no artigo anterior;  III – não corresponder às atribuições específicas do posto de trabalho;  IV  –  quando  ocorrer  a  cessação  do  vínculo  funcional,  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 692 ‐ Na vacância do cargo de Diretor de Escola ou substituição por período  igual ou superior a 200 (duzentos) dias, a designação para o exercício das funções do cargo vago  deverá ser feita de conformidade com o disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444, de 27  de dezembro de 1985, e normas complementares. 

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§  1º  ‐  Quando  a  unidade  escolar  criada  passar  a  comportar  cargo  de  Diretor  de  Escola,  até  que  o  mesmo  seja  classificado  e  atribuído  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo,  deverá  ser  indicado  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  na  ausência  de  Assistente  de  Diretor  de  Escola,  o  titular  de  cargo  docente  para  assumir  a  direção  de  escola,  desde  que  preencha  as  condições previstas no Anexo III a que se refere o artigo 8º da Lei Complementar nº 836, de 30 de  dezembro de 1997.  §  2º  ‐  Na  hipótese  do  parágrafo  anterior,  será  classificada  função  de  serviço  público de Diretor de Escola, nos termos do artigo 28 da Lei nº 10.168, de 10 de julho de 1968,  combinado com o artigo 90 da Lei Complementar nº 444, de 27 de dezembro de 1985.    Artigo 693 – Os cargos providos de  Assistente de Diretor de Escola  – SQC‐II‐QM,  que tenham efetividade assegurada por lei, e os cargos providos de Assistente de Administração  Escolar do QAE, poderão ser transferidos, por opção, para a Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 43.409/98, art. 1º ao 9º e 11, c/c o Decreto nº 53.037/08)    Seção XII  Da Coordenação Pedagógica  Subseção I  Do Professor Coordenador    Artigo  694  ‐  A  coordenação  pedagógica,  nas  unidades  escolares  e  oficinas  pedagógicas,  a  partir  de  2008,  será  exercida  por  Professores  Coordenadores,  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  1ª  a  4ª  série  do  ensino  fundamental;  II  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental;  III ‐ Professor Coordenador para o ensino médio.  § 1º ‐ Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com  o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino.  §  2º  ‐  Serão  organizadas  Oficinas  Pedagógicas  em  órgãos  que  atuam  especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação.    Artigo  695  ‐  O  docente  indicado  para  o  exercício  das  funções  de  Professor  Coordenador terá como atribuições:  I  ‐  acompanhar  e  avaliar  o  ensino  e  o  processo  de  aprendizagem,  bem  como  os  resultados do desempenho dos alunos;  II  ‐  atuar  no  sentido  de  tornar  as  ações  de  coordenação  pedagógica  espaço  coletivo de construção permanente da prática docente;  III  ‐  assumir  o  trabalho  de  formação  continuada,  a  partir  do  diagnóstico  dos  saberes  dos  professores  para  garantir  situações  de  estudo  e  de  reflexão  sobre  a  prática  pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional;  IV  ‐  assegurar  a  participação  ativa  de  todos  os  professores  do  segmento/nível  objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;  V ‐ organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e  de aprendizagem;  VI ‐ conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e  aprendizagem, para orientar os professores; 

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VII  ‐  divulgar  práticas  inovadoras,  incentivando  o  uso  dos  recursos  tecnológicos  disponíveis.    Artigo  696  ‐  A  carga  horária  a  ser  cumprida  pelo  docente  para  o  exercício  das  funções de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais.     Artigo 697 ‐ São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de  Professor Coordenador:   I ‐ ser portador de diploma de licenciatura plena;   II  ‐  contar,  no  mínimo,  com  3  (três)  anos  de  experiência  como  docente  da  rede  estadual de ensino;   III  ‐  ser  docente  efetivo  classificado  na  unidade  escolar  em  que  pretende  ser  Professor  Coordenador  ou  ser  docente  com  vínculo  garantido  em  lei,  com,  no  mínimo  10  (dez)  aulas atribuídas na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador.   § 1º – A experiência como docente, a que se refere o inciso II deste artigo, deverá  incluir, preferencialmente, docência nas séries do segmento/nível de Educação Básica referente à  função de Professor‐Coordenador pretendida.   §  2º – Na inexistência de docente classificado na unidade escolar, as funções de  Professor  Coordenador  poderá  ser  exercida  por  professor  efetivo  classificado  em  outra  unidade  escolar ou ser docente com vínculo garantido em lei, com, no mínimo, 10 (dez) aulas atribuídas em  outra unidade escolar.   § 3º – Concluídas todas as etapas do processo de credenciamento, o docente que  se enquadre no § 2º deste artigo e já tiver exercido as funções de Professor Coordenador poderá  ter  essa  condição  valorizada  mediante  comprovação  de  nível  de  competência,  por  meio  de  parecer,  contendo  indicadores  qualitativos  demonstrados  no  desempenho  das  atribuições  inerentes àquela função, emitido pela supervisão e direção da(s) unidade(s) escolar(es) em que a  exerceu.    Artigo  698  ‐  Constituem‐se  componentes  do  processo  de designação  do docente  para as funções de Professor Coordenador:  I – credenciamento obtido em processo seletivo a ser organizado pela Diretoria de  Ensino, consistindo de uma prova escrita;  II ‐ realização de entrevista individual;  III  –  apresentação  de  projeto  que  vise  à  melhoria  do  processo  ensino  e  aprendizagem de uma unidade escolar;  IV  ‐  ato  de  designação  para  as  funções  de  Professor  Coordenador,  editado  pelo  Diretor da Escola ou, no caso das Oficinas Pedagógicas, pela autoridade responsável pelo órgão, a  ser publicado em Diário Oficial do Estado ‐ DOE.  §  1º  ‐  O  projeto  a  ser  apresentado  deverá  explicitar  os  referenciais  teóricos  que  fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:  1  ‐  identificação  completa  do  proponente  incluindo  descrição  sucinta  de  sua  trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;  2 ‐ justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por  meio  dos  resultados  do  SARESP  ou  outras  avaliações  externas,  do  segmento  /nível  no  qual  pretende atuar;  3 ‐ objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;  4 ‐ proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas  para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia. 

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§ 2º ‐ Na realização da entrevista serão analisados:  1 ‐ o projeto apresentado;  2 ‐ o perfil profissional do candidato;  3  ‐  a  capacidade  de  inovar  e  promover  mudanças,  com  vistas  à  otimização  dos  planos de trabalho no ensino e no processo de aprendizagem.  §  3º  ‐  Nas  unidades  escolares  e  nos  órgãos  que  contarem  com  Oficinas  Pedagógicas  serão  constituídas  comissões  integradas  por  especialistas  para,  em  relação  aos  projetos apresentados pelos professores credenciados:  1 ‐ definirem os critérios e os procedimentos para análise e avaliação;  2  ‐  orientarem  os  docentes  credenciados  na  elaboração,  disponibilizando  informações e dados necessários;  3 ‐ procederem à análise e realizarem as entrevistas;  4 ‐ emitirem decisão final fundamentada na qualidade do projeto apresentado.    Artigo  699  ‐  O  credenciamento  de  docentes  dar‐se‐á  mediante  processo  a  ser  organizado,  executado  e  avaliado  por  comissão  designada  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  composta por Supervisores de Ensino e Diretores de Escola.  §  1º  ‐  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  publicação,  no  Diário  Oficial  do  Estado – DOE, dos resultados do processo de credenciamento.  §  2º  ‐  Cada  credenciamento  terá  validade  de  3  (três)  anos,  contados  a  partir  da  data de publicação dos resultados do processo correspondente.  § 3º ‐ A realização de novo processo de credenciamento poderá ocorrer quando o  número de docentes credenciados e disponíveis for insuficiente para o preenchimento de postos  de trabalho vagos.    Artigo 700 ‐ O processo de credenciamento deverá ser realizado pela Diretoria de  Ensino, por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado, com ampla divulgação em todas  as escolas de sua jurisdição.  Parágrafo único ‐ Deverão constar do edital:  1 ‐ as condições para inscrição;  2  ‐  o  período,  o  local  e  os  horários  de  inscrição,  bem  como  os  de  realização  da  prova de credenciamento;  3 ‐ os referenciais bibliográficos;  4 ‐ a composição da prova;  5 ‐ o índice de acertos necessários para o credenciamento;  6 ‐ o prazo para publicação de resultados.    Artigo  701  ‐  O  Professor  Coordenador  não  poderá  ser  substituído  e  terá  a  designação cessada, em qualquer das seguintes situações:  I ‐ mediante solicitação por escrito;  II ‐ remoção para outra unidade escolar;  III ‐ a critério da administração, em decorrência de :  a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;  b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 dias;  c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho;  d) não tiver o mínimo de aulas atribuídas na unidade escolar.  §  1º  ‐  Na  hipótese  do  Professor  Coordenador  não  corresponder  às  atribuições  relativas  à  função,  a  cessação  da  designação  dar‐se‐á  por  decisão  conjunta  entre  direção  da 

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unidade escolar e do Supervisor de Ensino, no caso de unidade escolar,  e do dirigente do órgão no  caso das oficinas pedagógicas, devidamente justificada e registrada em ata.  §  2º  ‐  O  docente  que  tiver  sua  designação  cessada,  nas  situações  previstas  nos  inciso  I  e  alíneas  “a”  e  “b”  do  inciso  III  deste  artigo,  somente  poderá  ser  novamente  designado  Professor Coordenador, após submeter‐se a novo processo de creden‐ciamento.    Artigo  702 ‐ A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar‐se‐ á  após  a  avaliação  de  seu  desempenho,  a  ser  realizado  no  mês  de  dezembro,  pela  Direção  da  unidade  escolar  e  Supervisor de  Ensino  da escola,  no  caso  de  unidade escolar  e  do dirigente  do  órgão, no caso de oficinas pedagógicas.  Parágrafo único ‐ A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada  em  ata,  justificada  pela  comprovação  do  pleno  cumprimento  das  atribuições  de  Professor  Coordenador.     Artigo  703  ‐  O  exercício  das  atribuições  de  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  por  docente  que  se  encontre  na  condição  de  readaptado,  dependerá  de  manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria da Saúde.    Artigo  704  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  orientar  as  Diretorias  de  Ensino  no  processo  de  credenciamento,  indicando  os  critérios  para  organização  e  avaliação  da  prova,  os  referenciais  bibliográficos  e  os  procedimentos  e  instruções  complementares que garantam unidade ao processo seletivo.    Artigo 705 ‐ O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em  unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias.   (Res. SE nº 88/07, arts. 1º ao 12, alt. pela Res. SE nº 10/08)    Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  706  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  quatro  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador designado especificamente para exercer a função de coordenação pedagógica nesse  segmento de ensino, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 1ª a 4ª  série;  II  ‐  2  (dois)  postos  de  trabalho  para  a  escola  que  mantém  número  de  classes  superior a 30 classes de 1ª a 4 ª série;  Parágrafo  único  ‐  No  caso  de  unidades  que  mantêm  número  inferior  a  6  (seis)  classes  caberá  ao  Diretor  de  Escola  e  ao  Supervisor  de  Ensino  garantirem  as  condições  para  melhorar o desempenho escolar.    Artigo 707 ‐ São atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª  série do ensino fundamental, além das fixadas na subseção anterior:  I ‐ auxiliar o professor na organização de sua rotina de trabalho, subsidiando‐o no  planejamento das atividades semanais e mensais;  II ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; 

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III  ‐  orientar  os  professores  com  fundamento  nos  atuais  referenciais  teóricos,  relativos  aos  processos  iniciais  de  ensino  e  aprendizagem  da  leitura  e  escrita,  da  matemática  e  outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização;  IV ‐ conhecer as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das  demais áreas de conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica;  V  ‐  estimular  os  docentes  na  busca  e  na  utilização  de  recursos  tecnológicos  específicos  ao  processo  de  ensino  da  leitura  e  da  escrita,  da  matemática  e  de  outras  áreas  do  conhecimento.    Artigo  708  ‐  O  Professor  Coordenador  que  atuar  na  unidade  escolar  nas  séries  iniciais do ensino fundamental cumprirá 8 (oito) horas das 40 semanais obrigatórias, na Diretoria  de Ensino para participação em reuniões, grupos de estudos e orientações técnicas.    Artigo 709 ‐ No projeto a ser apresentado para seleção do Professor Coordenador,  além  das  exigências  definidas  na  subseção  anterior  deverão  estar  relatadas  as  experiências  profissionais  em  alfabetização  e  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental,  demonstrando  conhecimento adquirido por práticas em sala de aula ou propostas didáticas apoiadas na leitura e  na escrita de textos, com bons resultados de aprendizagem.    Artigo  710  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como: Letra e Vida/Ler e Escrever.  (Res. SE nº 89/07, arts. 1º ao 5º)    Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio    Artigo  711  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  séries  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  designado  especificamente  para  exercer  a  função  de  coordenação  pedagógica, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 5ª a 8ª  série do ensino fundamental;  II ‐ 2 (dois) postos de trabalho para a escola que mantém classes de 5ª a 8ª série  do ensino fundamental, em quantidade superior a 30 (trinta).  §  1º  ‐  Idêntico  critério  será  utilizado  para  definição  da  quantidade  de  postos  de  trabalho destinados ao exercício da coordenação pedagógica no ensino médio.  § 2º ‐  No Centro Estadual de Educação Supletiva – CEES a função de coordenação  será exercida por 1 (um) Professor Coordenador.    Artigo  712  ‐  Nas  unidades  escolares  com  classes  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental e com classes do ensino médio, em que a quantidade de classes dos dois níveis de  ensino totalizarem número inferior a 6 (seis) classes, caberá ao Diretor da unidade escolar, com a  participação  do  Supervisor  de  Ensino  da  escola,  garantir  as  condições  para  a  melhoria  de  desempenho escolar.  § 1º ‐ Quando a quantidade de classes, de cada nível, computadas isoladamente,  não comportar um Professor Coordenador, haverá um posto de trabalho destinado à coordenação 

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pedagógica dos dois níveis de ensino, desde que, a soma de todas as classes da escola supere o  número mínimo estabelecido no inciso I do artigo anterior.   §  2º  ‐  Quando  apenas  um  dos  níveis,  na  unidade  escolar,  apresentar  número  de  classes  maior  ou  igual  a  6  (seis),  a  coordenação  pedagógica  ficará  a  cargo  de  um  Professor  Coordenador.    Artigo 713 ‐ São atribuições do Professor Coordenador, além das fixadas no artigo  695:   I ‐ orientar e auxiliar os docentes:  a)  no  acompanhamento  das  propostas  curriculares  organizadas  pelos  órgãos  próprios da Secretaria da Educação;  b) no planejamento das atividades de ensino das diferentes áreas e disciplinas em  cada bimestre;  c)  na  compreensão  da  proposta  de  organização  dos  conceitos  curriculares  correspondentes a cada ano/semestre/bimestre;  d)  na  seleção  de  estratégias  que  favoreçam  as  situações  de  aprendizagem,  mediante a adoção de práticas docentes significativas e contextualizadas;  e) no monitoramento das avaliações bimestrais;   f) no monitoramento dos projetos de recuperação bimestral;  g)  na  identificação  de  atitudes  e  valores  que  permeiem  os  conteúdos  e  os  procedimentos selecionados, imprescindíveis à formação de cidadãos afirmativos.  II – apoiar as ações de capacitação dos professores;  III – participar das alternativas de oferta do ensino médio com vistas a assegurar  sua  integração  ao  desenvolvimento  social  e  regional  e/ou  a  seu  enriquecimento  curricular  diversificado;  IV  ‐  articular  o  planejamento  das  séries  finais  do  Ensino  Fundamental  com  o  planejamento das séries iniciais, e com o das séries do Ensino Médio;  V ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos;  VI ‐ estimular abordagens multidisciplinares, por meio de projetos e/ou temáticas  transversais  que  atendam  demandas  e  interesses  dos  adolescentes  e/ou  que  se  afigurem  significativos para a comunidade;  VII  –  apoiar  organizações  estudantis  que  fortaleçam  o  exercício  da  cidadania  e  ações/organizações  que  estimulem  o  intercâmbio  cultural,  de  integração  participativa  e  de  socialização.    Artigo  714  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como Ensino Médio em Rede.  (Res. SE nº 90/07, arts. 1º ao 4º)    Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas    Artigo 715 ‐ As Oficinas Pedagógicas, a partir de 2008, no âmbito da Secretaria da  Educação, serão constituídas por Professores Coordenadores, com o objetivo de:  I  ‐  definirem  procedimentos  organizacionais  e  de  funcionamento  dos  diferentes  níveis e modalidades de ensino da educação básica; 

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II – implementarem as propostas curriculares dos ensinos fundamental e médio;  III – avaliarem o desenvolvimento de ações de apoio educacional.  Parágrafo único ‐ Cada Diretoria de Ensino contará com uma Oficina Pedagógica.    Artigo  716  ‐  Os  Professores  Coordenadores  nas  Oficinas  Pedagógicas  atuarão  como:  I ‐ Especialistas das seguintes áreas/disciplinas:  a)  Linguagens  e  Códigos,  compreendendo  as  disciplinas  de  Língua  Portuguesa,  Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;  b) Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciências  Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática;  c)  Ciências  Humanas,  compreendendo  as  disciplinas  de  História,  Geografia  e  Filosofia.  II ‐ Implementadores de ações de apoio pedagógico e educacional que orientarão  as  equipes  escolares  na  condução  de  procedimentos  que  dizem  respeito  à  organização  e  funcionamento dos diferentes níveis e modalidades de ensino.    Artigo 717 ‐ A Oficina Pedagógica será composta por até 16 (dezesseis) Professores  Coordenadores, podendo o módulo, no caso das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, ser  acrescido na proporção do quadro anexo.   Parágrafo  único  ‐  No  preenchimento  do  módulo  de  Professores  Coordena‐dores  das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, respeitadas as necessidades e especificidades  locais  e  regionais,  somente  os  componentes  Língua  Portuguesa,  Alfabetização  e  Matemática  poderão contar com mais de um Professor Coordenador.  (Res. SE nº 91/07, arts 1º, 2º,  3º e quadro anexo)   
Módulo  I  II  III  IV  V  VI  Nº  Escolas  Até 29 escolas  De 30 a 42 escolas   2  De 43 a 55 escolas   3  De 56 a 68 escolas   4  De 69 a 81 escolas   5  82 ou mais escolas  6 Nº  PC   1 

  Seção XIII  Do Setor de Trabalho, das Atribuições e da Gratificação Especial do Supervisor de Ensino    Artigo  718  ‐  Ao  Supervisor  de  Ensino  compete  exercer,  por  meio  de  visita  aos  estabelecimentos de ensino, a supervisão e a fiscalização das unidades escolares incluídas no setor  de trabalho que  lhe  for atribuído, prestando a  necessária  orientação técnica  e providenciando a  correção de falhas administrativas e pedagógicas, sob pena de responsabilidade.  (Res. SE nº 97/09, art. 1º)   

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Artigo  719  –  O  setor  de  trabalho  do  Supervisor  de  Ensino,  de  que  trata  o  artigo  anterior, será composto por escolas, com diferentes níveis de complexidade, distribuídas de forma  equitativa pelos integrantes da classe.  (Res. SE nº 97/09, art. 2º)    Artigo  720  ‐  Na  composição  do  setor  de  trabalho  de  cada  Supervisor  de  Ensino  deverão ser observados os seguintes fatores:  I ‐ resultado de avaliação da qualidade da escola, identificado pelo IDESP;  II  ‐  complexidade  da  unidade  escolar,  relativamente  à  diversidade  de  cursos  e  à  quantidade de níveis e modalidades de ensino;  III ‐ quantidade de escolas públicas e particulares;  IV  ‐  as  especificidades  da  região  geográfica,  tais  como  proximidade  entre  as  escolas, quantidade de municípios, distância em relação à sede da DE e condições de acesso.  Parágrafo  único  –  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  organização  dos  setores, ouvidos os interessados e assegurada a necessária transparência, em todo o processo.  (Res. SE nº 97/09, art.3º)    Artigo  721  ‐  Para  fins  de  atribuição  dos  setores  de  trabalho,  os  Supervisores  de  Ensino serão classificados, observado o somatório dos pontos, conforme segue:  I ‐ titulares de cargo:  a) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino, exercido na  mesma Diretoria de Ensino: 0,005 pontos por dia;  b) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino ou Dirigente  Regional de Ensino: 0,003 por dia;  c) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino: 0,002 pontos por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  II ‐ demais titulares de cargo do Quadro do Magistério em exercício na função de  Supervisor de Ensino:  a) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino ou Dirigente Regional de  Ensino: 0,003 pontos por dia;  b) tempo de exercício no cargo de Diretor de Escola: 0,002 pontos por dia;  c) tempo de exercício na função de Diretor de Escola ou nos postos de trabalho de  Vice‐Diretor e de Professor Coordenador: 0,001 ponto por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  § 1º ‐ o tempo de exercício para fins da classificação, de que trata este artigo, será  exclusivamente o trabalhado no Quadro do Magistério desta Secretaria de Estado da Educação.  § 2º ‐ em caso de empate, prevalecerá o maior tempo de serviço na Supervisão de  Ensino (em cargo e/ou função): 0,001 ponto por dia.  (Res. SE nº 97/09, caput e §§ 1º e 2º do art.4º)    Artigo  722  ‐  A  database  para  contagem  de  tempo  de  serviço,  de  que  trata  esta  seção, será sempre o dia 15 de dezembro.  Parágrafo único ‐ Na contagem de tempo de exercício deverão ser observados os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por  Tempo  de  Serviço  –  ATS.  (Res. SE nº 97/09, §§ 3º e 4º do art.4º) 

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 titular de cargo. o tempo de afastamento do Supervisor de Ensino. pela competência estabelecida no artigo 724. art.  (Res.  assegurando‐se  a  continuidade  das  ações  supervisoras. para fins de classificação de que  tratam os artigos 721 e 722.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  considerar  o  grau  de  complexidade  do  setor  de  trabalho  já  atribuído  a  cada  Supervisor de Ensino.  o perfil  profissional.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  escalonar  criteriosamente  a  concessão  de  férias  e  licença‐ prêmio.  cujo  período  não  comporte  substituição. considerando ainda a quantidade e complexidade das demais atribuições.    245 . 6º)      CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada    Artigo 727 ‐ Fica o Poder Executivo autorizado a instituir Programas de Formação  Continuada  destinados  aos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação. junto  aos órgãos  centrais da Pasta. devendo perdurar por. cabendo ao Dirigente Regional de Ensino rever ou não a atribuição do Setor  de Trabalho se já efetuada.  § 1º ‐ a atribuição de que trata o caput será efetuada no mês de janeiro de cada  ano. dois anos. exceto   se em designação para  exercício  de  cargo ou função da mesma classe.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  redistribuirá  as  escolas  a  outros  Supervisores de Ensino para que a ação supervisora não sofra solução de continuidade. as alíneas “a” e “b” do inciso I.  § 2º ‐ Qualquer alteração na organização dos setores de trabalho somente poderá  ocorrer  em  situação  de  comprovada  necessidade.  §  1º  ‐  Será  considerado  como  de  efetivo  exercício.    Artigo  726  ‐  Na  redistribuição  prevista  no  artigo  725. às Diretorias de Ensino ou. art. pelo menos.  Parágrafo  único  –  Para  melhor  organização  da  redistribuição  de  setores. SE nº 97/09.  objetivando a melhoria da qualidade de ensino.  (Res.  §  2º  ‐  A  contagem  de  pontos  efetuada  em  descordo  com  o  previsto  no  caput  deverá ser corrigida. de 27 de  dezembro de 1985. 2º)    Artigo  724  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  atribuir  os  setores  de  trabalho  aos Supervisores de  Ensino.  (Res. art. do artigo 721 não são excludentes e as  concomitâncias devem ser consideradas nas duas alíneas. nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444. 5º)    Artigo  725  ‐  Quando  ocorrer  afastamento  do  Supervisor  de  Ensino.  inclusive  na  unidade  de  classificação. SE nº 97/09.  sempre que possível.  respeitando  a  classificação  e. ainda  junto aos convênios de Parceria Educacional  Estado/Município para a  municipalização  do  ensino.  Artigo 723 ‐ Na contagem do tempo de serviço. SE nº 23/10.

  que  visa  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  de  trabalho  compatíveis  com  as  novas  tecnologias  existentes.  Parágrafo  único  ‐  As  ações  de  que  trata  este  artigo  poderão  contar  com  a  participação de organizações nacionais e internacionais.  devidamente  autorizadas  ou  reconhecidas.Artigo 728 ‐ Os Programas de que trata esta seção poderão prever:  I  ‐  aquisição  de  equipamentos  imprescindíveis  à  inclusão  digital  e  ao  desenvolvimento das funções educacionais. nos termos dos Programas Bolsa‐Mestrado. objetivando o aprimoramento dos profissionais de educação.  nas  modalidades  Curso  e  Orientação Técnica.  são definidas como:  I  ‐  Curso:  conjunto  de  estudos.  videoconferências. na seguinte conformidade:  246 .  (Lei nº 11.  que  objetiva  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  destinados  à  pesquisa.  ao  suporte técnico e à produção didático‐pedagógica.  para  a  realização  de  cursos  de  pós‐graduação.  que  visem  ao  aperfeiçoamento  profissional  na  área  de  atuação  ou  na  área  de  educação.  conferências. arts.  III ‐ aquisição de livros de caráter educacional e material de ensino. caracterizam‐se  como de atualização.  mediante  a  concessão  de  bolsas de estudo a esses estudantes.    Artigo 729 ‐ Poderão ser desenvolvidos programas com o objetivo de implementar  ações de natureza preventiva destinadas a reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil.  mediante  ajuda  de  custo  mensal  ou  designação  para prestar serviços em órgãos ou unidade da Secretaria da Educação.  fóruns.  com  vistas  ao  aperfeiçoamento profissional  de integrantes do Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  que  subsidie  a  atuação  profissional  na  implementação  de  diretrizes  e  procedimentos técnico‐administrativo e técnico‐pedagógicos e curriculares da educação básica. nos termos do  Projeto de Capacitação de Profissionais da Educação para Utilização de Instrumental de Pesquisa.  workshops. que tratem de determinada unidade temática. com diminuição de até 16  (dezesseis) horas na jornada de trabalho e sem redução de vencimentos. desenvolvidas por órgãos da Secretaria da Educação e ou com sua aprovação. de que trata o inciso I do artigo anterior. previamente definido e estruturado.  realizados  também  no  exterior. por meio da  integração de crianças e adolescentes na comunidade escolar. constituinte de  um todo.  encontros. 2º e 3º)    Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores    Artigo  730  ‐  As  ações  de  formação  continuada.  vivências.  V ‐ contratação de instituições e organizações educacionais. aperfeiçoamento ou especialização.498/03.  IV  ‐  concessão  de  ajuda  financeira  para  participação  em  cursos  de  formação  continuada. aos  ocupantes de cargo de provimento efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da  Educação.  para  implementar  as  ações  dos  Programas  de  Formação Continuada. com subsídio para a compra de computadores pessoais.  seminários.    Artigo 731 ‐ Os Cursos. bem como de estudantes universitários. públicas ou privadas. nos termos do Projeto de Capacitação de Profissionais  da  Educação  para  Utilização  de  Novas  Tecnologias  de  Comunicação.  de  caráter  sistemático  ou  circunstancial.  oficinas.  II ‐ concessão de bolsas de estudo.  em  especial  os egressos do ensino  médio da  rede  estadual  de ensino.  palestras  ou  outros. 1º.  aulas. presenciais ou à distância.  II  ‐  Orientação  Técnica:  ação  articulada  ou  reunião.

 aquele que tem como objetivo complementar a formação  do profissional no respectivo campo de atuação. por instituições de  ensino superior. exclusivamente.  deverão  ser  autorizados e homologados. órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação.  cabendo  a  homologação:  a)  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino.    Artigo 732 ‐ Os Cursos de Atualização desenvolvidos. de  acordo com a área de atuação.  com  duração  mínima  de  180  horas.  b) à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou ao Departamento  de Recursos Humanos ‐ DRHU nos demais casos.  serão autorizados e homologados pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  quando  o  aproveitamento  for  considerado  satisfatório  e a  freqüência  atender  ao  mínimo  estabelecido  no  projeto  básico. desenvolvido.  II  ‐  Curso  de  Aperfeiçoamento.  por  instituições  de  ensino  superior. quando solicitados pela instituição interessada. entidades representativas de  classe. ampliando e aprimorando conhecimentos.  aquele  que  tem  como  objetivo  a  ampliação  de  conhecimentos em determinada(s) disciplina(s) ou área de estudos.  quando  se  tratar  de  seus  próprios  Cursos  e  daqueles objetos de contratos ou parcerias por ela estabelecidos.  §  1º  ‐  Os  pedidos  de  autorização  de  Curso  deverão  ser  acompanhados  do  respectivo projeto básico.I ‐ Curso de Atualização.  §  3º  ‐  A  homologação  do  Curso  dar‐se‐á  mediante  parecer  favorável  emitido  pelo(s) responsável(eis) por seu acompanhamento e avaliação. promovido por instituições de ensino superior devidamente  reconhecidas. com  duração igual ou superior a 30 horas.    Artigo  733  ‐  Os  Cursos  de  Atualização  (extensão  cultural  e  universitária)  promovidos pelas instituições de ensino superior. com duração mínima de 360 horas.  247 .  III ‐ Curso de Especialização.  §  2º. na seguinte conformidade:  I ‐ Cursos centralizados:  os  atos  de  autorização  e  homologação  serão  expedidos  pela  Coordenadoria  de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  desde que atendam às exigências estabelecidas em instrução complementar.  desde  que  não  inferior  a  80%  do  total  da  carga  horária  prevista  para o Curso. instituições públicas estatais. quando constantes do  calendário de eventos autorizado por esta Pasta. pelos órgãos  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação  ou  mediante  parceria  com  outras  instituições. exclusivamente.  §  4º  ‐  Caberá  à  instituição  executora  expedir  ao  participante  a  certificação  do  Curso. em horário de trabalho.  II ‐ Cursos descentralizados:  o  termo  de  autorização  será  expedido  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  ou  pelo  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU. desenvolvido. exclusivamente. a participação em  Cursos promovidos pela Secretaria da Educação ou por entidades de classe. instituições públicas não estatais e entidades particulares. conforme legislação vigente. aquele que tem como objetivo o aprofundamento de  conhecimentos em determinada área do saber.    Artigo 734 ‐ Somente será autorizada.  conforme  legislação  vigente.  Os  Cursos  somente  poderão  ter  início  após  concessão  da  autorização  pelo  órgão competente.

    Artigo 740 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ Cenp e ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU  baixarem  instruções  complementares  à  presente  seção.    Artigo 739 ‐ O participante poderá ficar dispensado das atividades/aulas do turno  diferente daquele em que foi convocado. atualização.  § 2º ‐ Farão jus aos certificados dos cursos os servidores que tiverem freqüência  mínima de 90% e aproveitamento comprovado. capacitação. SE nº 62/05.  II  ‐  caberá  à  autoridade  responsável  pelas  atividades  da  Orientação  Técnica  expedir o ato de convocação e a respectiva declaração de efetivo exercício.    Artigo 737 ‐ Em se tratando da Orientação Técnica. destinados aos integrantes  das classes do Quadro de Apoio Escolar ‐ QAE.  se  este  tiver  caráter  de  terminalidade  e  tiver  sido  previsto  no  respectivo  ato  de  autorização.  §  1º  ‐  Os  cursos  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo  serão  promovidos  pelos  diferentes  níveis  hierárquicos  da  Pasta  ou  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade.    Artigo 736 ‐  Os  cursos que  compreendem  atividades de treinamento. sua  realização.  as  autoridades  responsáveis  pela  sua  realização  deverão  atentar  pelo  não  comprometimento  da  rotina  do  local  de  trabalho  do  profissional convocado. extensão e difusão cultural. quando:  I  ‐  o  local  e/ou  horário  do  Curso  ou  da  Orientação  Técnica  inviabilizarem  seu  deslocamento em tempo hábil. poderão ter a duração mínima de 20 horas. expedição de certificados. observar‐se‐á que:  I  ‐  as  atividades  de  cada  Orientação  Técnica  poderão  ser  realizadas  em  horário  regular de trabalho e ter a duração de quatro a oito horas diárias.  II  ‐  a  carga  horária  das  atividades  desenvolvidas  e  o  tempo  necessário  para  o  deslocamento totalizarem a carga horária de trabalho diária a ser cumprida pelo participante em  seu cargo/função. a que se refere o inciso II do  artigo 730. objeto da convocação.    Artigo  735  ‐  Os  Cursos  modulares  somente  poderão  gerar  certificação  específica  de  módulo.  publicar  os  atos  de  convocação  dos  participantes com a especificação do curso autorizado em horário de trabalho.  (Res.  bem como  os de integração. 1º ao 11)            248 . não comportando.    Artigo  738  ‐  Quando  as  atividades  propostas  pelos  Cursos  ou  pelas  Orientações  Técnicas  ocorrerem  em  horário  de  trabalho  do  educador.  desde  que  autorizados e homologados pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  quando  lhes  for  delegada  essa  competência.Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  autoridade  do  órgão  proponente  ou  às  Diretorias  de  Ensino. arts.

  3 ‐ projeto de prática de ensino com duração mínima de 300 horas distribuídas ao  longo do curso. do qual constarão obrigatoriamente:  1 ‐disciplinas do curso.  estadual  e  municipais. que ofereçam um mínimo  de 160 horas de estudos na área de estudos ligada à habilitação.    Artigo  743  ‐  Poderão  matricular‐se  nos  Programas  os  portadores  de  diploma  de  nível superior obtido em cursos relacionados à habilitação pretendida. a carga horária.Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica    Artigo  741  ‐  Os  Programas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  oferecidos  por  universidades  ou  por  instituições  de  ensino  superior  que  ministrem  cursos  reconhecidos  de  graduação que incluam a área de conhecimento em que se pretende a habilitação para a docência.  2  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. bibliografia básica.  Parágrafo  único  –  O  pedido  de  autorização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá vir acompanhado de:  1  ‐  projeto  pedagógico  do  curso. no verso.  totalizando  no  mínimo  540  horas.  2 ‐ indicação dos professores e respectivas qualificações.  com  indicação  das  disciplinas  e  respectivas  ementas  e  cargas  horárias.  4  ‐  indicação  das  instituições  de  educação  básica  e  educação  profissional  conveniadas para o desenvolvimento da prática de ensino.  §  2º  ‐  Os  certificados. para cada disciplina.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  instituição.  decidirão  sobre  a  equivalência  para  fins  de  inscrição  nos  respectivos  concursos  de  ingresso  à  carreira docente.  3 ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  Parágrafo único ‐ A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de  verificar  e  registrar  a  compatibilidade  entre  a  formação  do  candidato  e  a  disciplina  para  a  qual  pretende habilitar‐se.  §  1º ‐  As  administrações dos  sistemas  públicos  de  ensino.  que  pretenderem  oferecer  o  Programa  de  que  trata  esta  Deliberação.    249 .  deverão conter.    Artigo  744  ‐  As  instituições  de  educação  superior  não  universitárias. com antecedência de noventa dias da data prevista para o início do curso. exclusivamente para fins de docência. a nota  de aproveitamento e o nome do docente responsável. nos termos do caput deste artigo. metodologia de trabalho e formas de avaliação. relacionados.    Artigo  742  –  No  caso  da  educação  profissional  de  nível  técnico  poderão  ser  utilizados como referência os quadros das áreas profissionais anexos à Resolução CNE/CEB nº 4/99  e as orientações do Parecer CNE/CEB nº 16/99.    Artigo  745  ‐  Os  concluintes  dos  Programas  Especiais  de  Formação  Pedagógica  receberão certificado equivalente à licenciatura plena.  deverão  solicitar  autorização  prévia a este Conselho. e  5 ‐ projeto integrando as disciplinas pedagógicas.  distribuídas  pelo  menos  por  um  ano  letivo. o respectivo histórico escolar.

   (Del.394/96. formados por programas recomendados. relativa ao cargo ou função a ser exercido. no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.    Artigo  748  ‐  A  autorização  de  desenvolvimento  dos  Programas  especiais  será  concedida por um prazo máximo de 3 anos e somente será renovada após avaliação nos termos  estabelecidos pelo CEE. art.394/96.  Parágrafo  único  –  A  autorização  inicial  e  as  subseqüentes  levarão  em  conta  informações  oficiais  sobre  a  carência  de  licenciados  nas  disciplinas  que  compõem  o  quadro  curricular  da  parte  complementar  do  ensino  fundamental.    Artigo  747  ‐  As  instituições  de  ensino  superior  deverão  manter  permanente  acompanhamento  e  avaliação  dos  Programas  Especiais  oferecidos  por  elas. arts.  IV ‐ portadores de certificados de cursos de especialização.  a  indicação  do  ato  do  CEE  que  aprovou  a  realização  do  Curso. bem como à prestação de concursos públicos para provimento de  cargos.   (Del. nos termos da Deliberação CEE nº 26/02. desde que destinados à  formação  do  profissional  de  educação  e  aprovados  previamente  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  na  forma  estabelecida nesta seção.  III ‐ mestres e doutores em educação. CEE nº 10/99.  terão  direito  ao  exercício das funções previstas. 1º)    Artigo 750 ‐ A instituição interessada poderá organizar e ministrar os seus Cursos. nos termos da legislação anterior à  vigência da Lei Federal nº 9.  requerendo a aprovação do Conselho Estadual de Educação. observados os seguintes critérios:   I ‐ apresentação do projeto pedagógico do curso.  do  ensino  médio  e  da  educação  profissional de nível técnico.  dos  Sistemas  Estadual  e  Federal  de  Ensino. CEE nº 53/05. 1º ao 8º)    Seção IV  Dos Cursos de Especialização    Artigo 749 ‐ Para fins de atendimento às exigências do Artigo 64 da Lei Federal nº  9.  §  1º  ‐  Os  profissionais  relacionados. são considerados habilitados:  I ‐ portadores de Registro expedido pelo MEC.  II ‐ licenciados ou graduados em Curso de Pedagogia na respectiva área ou áreas  do cargo ou função a ser exercido.   250 .  deverão  ser  previamente  aprovados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.Artigo  746  ‐  Cada  Programa  terá  sua  própria  especificidade  e  conduzirá  a  uma  única habilitação a ser definida pela escola no projeto referido no item 1 do parágrafo único do  artigo 744. além de outras exigências previstas no artigo 5º da Deliberação CEE nº 26/02.  Centros  Universitários  e  Institutos  Isolados  de  Educação  Superior.  nos  incisos  deste  artigo. em  área específica. CEE nº 40/04.  §  3º  ‐  Os  certificados  de  cursos  de  especialização  referidos  no  inciso  IV  só  terão  validade  quando  trouxerem.  no  verso. 1º e Del. art. que deverá contemplar:  a) justificativa do curso e seus objetivos.  §  2º  ‐  Os  Cursos  de  Especialização  oferecidos  por  Universidades.  integrados  ao  seu  projeto pedagógico.

 terão carga horária mínima de mil horas.  a  Câmara  de  Educação  Superior  poderá  submeter o projeto à análise de Especialista especialmente designado.  numa  perspectiva  histórico‐político‐ social.  200  horas  destinadas  a  conteúdos  de  currículo  e  avaliação.b)  organização  curricular  do  curso.  sua  organização.  da  função  social  e  das  políticas  públicas  para  a  educação.  II  ‐  Indicação  dos  professores  responsáveis  com  as  respectivas  titulações  e  qualificações.  qualquer que seja a denominação.  §  2º  ‐  A  realização  do  curso. o candidato deverá  ser portador de licenciatura. das quais duzentas se  destinam  ao  estágio  supervisionado  e  oitocentas  horas  se  destinam  a  atividades  acadêmicas  presenciais.  sua  duração.   §  4º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  deverá  manifestar‐se  no  prazo  improrrogável de até cento e oitenta dias.  d) exigências para matrícula.  §  1º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá.  III  ‐  Indicação  do  coordenador  responsável  pelo  curso  e  sua  qualificação.  c)  estrutura  curricular  com  indicação  da  carga  horária  de  cada  componente  curricular e respectivas ementas.  §  1º  ‐  As  atividades  acadêmicas  deverão  abranger  todas  as  áreas  de  atuação  de  profissionais da educação e as horas serão distribuídas como segue:  1 ‐ 200 horas de formação básica compreendendo conteúdos de gestão da escola.    Artigo 753 ‐ Para matrícula no curso de que trata esta seção.  de  acordo  com  o  perfil  de  competências  pretendido.  § 2º ‐ O estágio supervisionado será realizado de acordo com projeto próprio que  deverá integrar o projeto pedagógico do curso. que apresentará relatório  recomendando ou não a sua aprovação. contados da data do protocolo.  aprovar  docente portador de Certificado de Especialista.    Artigo 751 ‐ Os Cursos de Especialização de que trata a Deliberação CEE nº 53/05.     251 . critérios de distribuição de vagas e planejamento de  distribuição de carga horária.  incluindo  gestão  das  tecnologias  da  informação  e  da  comunicação.   2 ‐ 600 horas de formação específica. a inscrição e a matrícula só podem ocorrer após a publicação  do ato autorizatório.  § 3º ‐ A divulgação. sendo 200 horas destinadas a conteúdos de  gestão  da  organização  escolar  nas  dimensões  humana  e  gerencial. se sua experiência e qualificação forem julgadas  suficientes para o referido curso e desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) dos docentes  indicados pela Instituição.   e)  normas  de  avaliação  dos  alunos  e  exigências  para  obtenção  do  certificado  de  conclusão. com a titulação mínima de Mestre obtida em curso credenciado.  com  titulação mínima de Mestre. recursos disponíveis e critérios de avaliação devem ser informados e divulgados após  aprovação do Conselho Estadual de Educação.  qualificação  dos  professores.  excepcionalmente.    Artigo  752  ‐  Para  aprovação  do  curso. tendo em vista a elaboração e a implementação do projeto pedagógico da escola e 200  horas destinadas a orientação escolar dos alunos e orientação para o trabalho.

 arts.  IV ‐ ato do Conselho Estadual de Educação que aprovou a realização do curso. quando em Gozo de Férias    Artigo  757  ‐  A  retribuição  mensal  a  ser  paga  aos  funcionários  e  servidores  da  Administração  Centralizada.  Parágrafo  único  ‐  Para  efeito  do  disposto  no  caput.    Artigo 758 ‐ O benefício de que trata esta seção será concedido mediante inclusão  na folha de pagamento.     Artigo  759  ‐  O  pagamento  será  proporcional  quando  o  período  de  férias  for  inferior a 30 (trinta) dias.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  Instituição.  do  qual  constarão  obrigatoriamente:   I ‐ estrutura curricular do curso. a  carga horária prevista e a nota de aproveitamento.  Artigo  756  ‐  Os  cursos  de  que  trata  esta  seção  ficam  sujeitos  à  supervisão  e  à  avaliação periódica deste Conselho.    Artigo  755  ‐  Os  certificados. 2º ao 8º)      CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do Acréscimo de 1/3 (um terço) ao Valor da Retribuição Mensal de Funcionários e Servidores do  Estado.  III ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  o  respectivo  histórico  escolar. será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor.   (Del.  quando  em  gozo  de  férias. freqüentado. comprovadamente.  Parágrafo  único  ‐  Entende‐se  como  retribuição  mensal  o  valor  dos  vencimentos.    252 .  as  Instituições  deverão  elaborar relatório final.  Parágrafo único ‐ Não se considera indevido o recebimento do benefício.  das  Autarquias  e  das  Universidades  Estaduais. nos casos  de superveniente aposentadoria ou falecimento.Artigo 754 ‐ Farão jus ao Certificado de Conclusão correspondente.  acrescidos  das  demais  vantagens  que  tenham  sido  incorporadas  para  todos  os  efeitos  legais  e  aquelas  cuja  percepção  por  ocasião  das  férias  esteja  legalmente  assegurada. conclusivo e completo.  deverão  conter. independentemente de requerimento.    Artigo  760  ‐  Caso  o  funcionário  ou  servidor  tenha  recebido  indevidamente  o  benefício. CEE nº 53/05. a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez.  no  verso. os alunos que  tenham.  remuneração  ou  salários. pelo menos. de cada curso oferecido. com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do  início das férias. 75% (setenta e cinco por cento) da carga  horária prevista e atingido o mínimo de aproveitamento global estabelecido no projeto do curso e  nas normas da Instituição. relacionadas.  II  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. para cada componente curricular.

 6º e 8º)    Seção II  Do Adicional de Local de Exercício    Artigo  763  ‐  O  adicional  de  local  de  exercício  será  devido  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério e do Quadro de Apoio Escolar que estejam desempenhando suas atividades  em unidade escolar localizada:  I ‐ em zona rural. 1º. integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e de municípios com população igual  ou superior a 300. 4º.   (Decreto nº 29.  que  apresente  condições  ambientais precárias.  auxílio‐alimentação  para  funcionários  e  servidores. com a redação dada ao parágrafo único  pelo Decreto nº 33.    Artigo  762  ‐  Sobre  o  benefício  previsto  nesta  seção  incidirão  as  contribuições  devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP ‐ e ao Instituto de Assistência  Médica ao Servidor Público Estadual ‐ IAMSPE. 1º ao 3º.674/08. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº  180. arts. de 12 de maio de 1978.  dados  divulgados  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia e Estatística ‐ IBGE ou pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.  II  ‐  quanto  ao  grau  de  vulnerabilidade  social.  in  natura  ou  preparados  para  consumo  imediato.    Artigo 765 ‐ Serão identificadas por ato do Secretário da Educação.  (Decreto nº 52.    Artigo  764  ‐  Para  identificação  das  condições  previstas  no  inciso  II  do  artigo  anterior serão observados:  I  ‐  quanto  à  população. aquela definida pela lei municipal de zoneamento. considerada a  disponibilidade  financeira.Artigo  761  ‐  O  funcionário  ou  servidor  fará  jus  ao  pagamento  de  que  trata  esta  seção  quando  em  gozo  de  férias  adquiridas  em  outros  exercícios  e  indeferidas  por  absoluta  necessidade de serviço. caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social. 2º e 3º)    Seção III  Do Auxílio‐Alimentação    Artigo  766  ‐  Fica  instituído.152/91.    253 .439/88.   Parágrafo único ‐ Para efeito do disposto neste artigo considera‐se:  1 ‐ zona rural.  em  estabelecimentos comerciais.  aquela  com  condições  ambientais  precárias.  II  ‐  em  zona  periférica  dos  grandes  centros  urbanos.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  do  Estado.  dados  resultantes  de  estudos  realizados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.000 (trezentos mil) habitantes e que se constituem em área de risco ou de difícil  acesso. arts.  sob  a  forma  de  distribuição  de  documentos  para  aquisição  de  gêneros  alimentícios.  2  ‐  zona  periférica  de  grande  centro  urbano.  as  escolas  localizadas  em  zona  rural  e  em  regiões  de  maior  índice  de  vulnerabilidade social.

  domingos.    Artigo 771 ‐ O benefício de que trata esta seção não se incorporará ao patrimônio  do  funcionário  ou  servidor  e  sobre  ele  não  incidirão  as  contribuições  devidas  ao  Instituto  de  Previdência  do  Estado  de  São  Paulo  ‐  IPESP  e  ao  Instituto  de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público Estadual ‐ IAMSPE.  considerado  o  seu  valor  no  primeiro  dia  útil  do  mês  de  referência  do  pagamento.  V ‐ beneficiado com base em Programa de Alimentação do Trabalhador. de 14 de abril de 1976.  administrar  e  controlar  sua  distribuição  e  expedir  instruções  relativas  ao  auxílio‐alimentação. 4º e Lei nº 7.  §  4º  ‐  O  valor    do  benefício  a  que  se  refere  este  artigo  será  fixado  e  revisto  por  decreto.  de 27 de dezembro de 1985.  (Decreto nº 34.079/05)  254 . na forma  da Lei Federal nº 6.  §  1º  ‐  No  caso  dos  docentes.  a  determinação  do  número  de  dias  efetivamente  trabalhados será feita mediante a conversão de horas.  IV  ‐  afastado  para  prestar  serviços  ou  ter  exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer natureza junto a órgãos ou entidades da administração centralizada ou descentralizada  da União. salvo quando houver regular convocação.064/91.Artigo  767  ‐  A  concessão  do  benefício  de  que  trata  o  artigo  anterior  far‐se‐á  mediante  a  distribuição  de  documentos.064/91.  (Decreto nº 34.064/91. par.    Artigo 770 ‐ Caberá à Secretaria de Gestão Pública gerenciar a aquisição. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180.  III ‐ afastado nas hipóteses dos artigos 78 e 79 da Lei nº 10. de 12 de maio  de 1978.  que  acumule  regularmente cargos. de  6 de janeiro de 1984. empregos ou funções públicas da Administração Centralizada do Estado. 4º)    Artigo 769 ‐ Não fará jus ao auxílio‐alimentação o funcionário ou servidor:  I  ‐  cuja  retribuição  global  no  mês  anterior  ao  do  recebimento  do  benefício  ultrapasse o valor correspondente a 141 (cento e quarenta e uma) Unidades Fiscais do Estado de  São  Paulo  ‐  UFESPs. 1º e  2º)    Artigo 768 ‐ O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias  efetivamente trabalhados. do artigo 16 da Lei nº 500. 6º e 7º. mediante  licitação. em estabelecimentos comerciais.  §  3º  ‐    Os  sábados.  dos  documentos  a  que  se  refere  o  artigo  767  desta  seção. de 28 de outubro  de 1968. bem como as empresas estatais ou privadas envolvidas no processo de  concessão do benefício. único do art.  para  a  aquisição  de  gêneros. conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência. consideradas as necessidades básicas de alimentação e as disponibilidade do erário e seu  valor poderá ser fixado de acordo com a jornada  de trabalho a que estiver sujeito o funcionário ou  servidor.  §  2º  ‐  Será  contemplado  uma  única  vez  o  funcionário  ou  servidor.  feriados  e  pontos  facultativos  não  serão  considerados dias efetivamente trabalhados. da Lei Complementar nº 343. arts.  para  orientar  os  órgãos  e  unidades administrativas. 8º.524/91.261. de outros Estados ou dos Municípios.  in  natura  ou  preparados  para consumo imediato. alt. pelo Decreto nº 50.  II ‐ Licenciado ou afastado do exercício do cargo ou função com prejuízo total ou  parcial da remuneração. art. arts. dos incisos VI e VII do artigo 64 e do artigo 65 da Lei Complementar nº 444. de 13 de novembro de 1974.  (Decreto nº 34.321.

  vigente  em  cada  região.595/89.248/88. com a redação dada pelo Decreto nº 38. art. mensalmente. mensalmente. será estabelecido em decreto e revisto mensalmente. 3º do Decreto nº 30.  (Lei nº 6.  4º.  Parágrafo único ‐ Os valores decorrentes da revisão de que trata este artigo serão  fixados por resolução do Secretário da Fazenda. excluídos o salário‐família.595/89)    Artigo 775 ‐ Cabe à Secretaria da Fazenda proceder.  a  gratificação  por  trabalho  no  curso  noturno. à revisão dos  valores da despesa diária de condução.  com  a  redação  dada  ao  parágrafo  único  pelo  Decreto nº 38. 1º)    Artigo  773  ‐  O  valor  do  auxílio‐transporte  corresponderá  à  diferença  entre  o  montante estimado das despesas de condução do servidor e a parcela equivalente a 6% (seis por  cento) de sua retribuição global.  a  que  se  refere  o  artigo  anterior.   Parágrafo único ‐ Se da aplicação do disposto neste artigo resultar que o valor do  auxílio‐transporte  seja  maior  ou  igual  a  0  (zero)  e  menor  que  o  valor  da  despesa  diária  de  condução referido no parágrafo único do artigo 774 desta seção será atribuído. a diária alimentação.248/88.  II ‐ o tipo de transporte coletivo disponível no local. 4º e parte do caput do art. art.  (Decreto  nº30.687/94)    Artigo 776 ‐ O auxílio ‐ transporte será devido por dia efetivamente trabalhado.595/89. as diárias. o adicional  de  insalubridade. este com a redação dada pela Lei Compl.  para  a  Região  Metropolitana de São Paulo. destinado a custear parte das despesas de locomoção  do funcionário ou servidor de sua residência para o trabalho e vice‐versa. o  valor correspondente a:  1  ‐  2  (duas)  passagens  de  ônibus  urbano  e  2  (duas)  de  METRÔ. a que alude o artigo anterior. 1º. observando‐se na sua fixação:  I ‐ a região e/ou local das unidades administrativas do Governo.  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte    Artigo  772  ‐  Fica  instituído.  § 1º ‐ A apuração dos dias efetivamente trabalhados será feita à vista do boletim  ou atestado de freqüência. a ajuda de custo  para alimentação e o reembolso do regime de quilometragem. art.  para  o  interior do Estado.  §  2º  ‐  O  pagamento  do  benefício  corresponderá  ao  mês  subseqüente  ao  do  respectivo boletim ou atestado de freqüência e será feito em código distinto.687/94)    Artigo  774  ‐  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução.  2  ‐  3  (três)  passagens  de  transporte  coletivo.  (Lei nº 6.  Parágrafo  único  –  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução  será  apurado  multiplicando‐se  o  valor  da  despesa  diária  de  condução  pelo  número  de  dias  efetivamente  trabalhados pelo funcionário ou servidor.248/88. o salário‐esposa.  art. mensal.  (Lei nº 6. 3º. a gratificação por serviço extraordinário.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  e  das  Autarquias do Estado.  a  gratificação  por  trabalho  noturno.  (Decreto nº 30. nº  755/94)  255 . art. o auxílio‐transporte. §§ 1º e 2º.

  que  seja  funcionário  público  ou  servidor.619. em qualquer  época  do  ano  e  independentemente  de  vaga.  bem  como  aos respectivos dependentes.    Artigo 782 ‐ O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar nº  836. abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares. 6º e 7º)    Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante    Artigo  780  –  Ao  estudante.  ou  pelo  ramo  de  atividades  inerentes  ao  trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico.  alterada pela Lei Federal nº 7.  delimita‐se  na  área  específica  onde  opera  o  profissional  do  magistério. de 16 de dezembro de 1985.  II ‐ ao servidor abrangido pela Lei Federal nº 7. para o  Professor  Educação  Básica  I  e  II.    Artigo 778 ‐ O auxílio‐transporte não será computado para qualquer efeito e não  se incorporará ao patrimônio do funcionário ou servidor. de 12 de maio de 1978.  (Lei nº 3. assim considerados na forma da lei. 5º.  de  30  de  dezembro  de  1997. para outro congênere. oficial.  possibilitando  a  progressão  do  integrante  do  magistério na Escala de Vencimentos. 1º)    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS  DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica    Artigo  781  ‐  A  Evolução  Funcional  pela  via  acadêmica  ocorrerá  em  função  de  titulação  obtida  em    grau  superior  de  ensino. através do seu enquadramento em nível retribuitório mais  elevado da respectiva faixa salarial.  Artigo  777  ‐  Sobre  a  importância  do  auxílio‐transporte  não  incidirão  as  contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP e ao Instituto de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público  Estadual  ‐  IAMSPE.  de  que  trata  o  Título  XIII  da  Lei  Complementar nº 180.732/83.595/89. será concedida transferência do  estabelecimento de ensino em que esteja matriculado.    256 .  (Decreto nº30.    Artigo 779 ‐ O auxílio‐transporte não será devido:  I ‐ ao funcionário ou servidor afastado para prestar serviços ou para ter exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer  natureza  junto  a  outros  órgãos  da  Administração  Direta  ou  Indireta da União. art. de outros Estados e Municípios. de 30 de setembro de 1987. arts.418.  quando  requerida  em  razão  de  comprovada  remoção  ou  transferência  ex  officio  que  lhes  acarrete  mudança  de  residência  para  o  município  onde se situe o novo estabelecimento ou para localidade próxima deste.  respectivamente.

 correspondente à licenciatura plena.  será  automático. desde que contenham dados referentes à aprovação da dissertação ou da defesa de  tese.  para  os  efeitos  previstos  nos  incisos  II  e  III  do  artigo  783.  obtido  em  cursos  devidamente  credenciados. com alteração introduzida no inciso III pelo  Decreto nº 49. de acordo com o disposto no  caput deste artigo e segundo as diretrizes emitidas pelo órgão setorial de recursos humanos. somente serão considerados os  títulos  que  guardem  estreito  vínculo  de  ordem  programática  com  a  natureza  da(s)  disciplina(s).  preliminarmente. obtido em cursos devidamente  credenciados. 1º ao 4º. no prazo de 12  (doze) meses.  II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou  de doutor. de curso de grau superior de ensino. nos  níveis IV ou V.  III ‐ Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.  (Decreto nº 45. será enquadrado. no nível V.  serão  enquadrados.348/00.  instituídos  nas  Diretorias  Regionais de Ensino. será  enquadrado no nível IV. o disposto no inciso II deste artigo.  Parágrafo  único  –  Caberá  a  Grupos  de  Trabalho. arts.  pela  via  acadêmica.  dispensados  quaisquer  interstícios. obtido em cursos  devidamente credenciados. titular de cargo ou ocupante de função‐ atividade estável.  257 . e 5º)    Artigo  786  ‐  Serão  aceitos.  Parágrafo único – Aplica‐se ao Professor II. o disposto no inciso I e aos titulares de cargos de Coordenador Pedagógico e de   Assistente de Diretor de Escola. desde que devidamente reconhecidos.    Artigo 785 – Na hipótese de inobservância do prazo fixado no artigo anterior  sem  a  apresentação  de  motivos  devidamente  comprovados  e  esgotadas  todas  as  possibilidades. a análise preliminar dos títulos apresentados.    Artigo  784  ‐  Para  efeito  do  enquadramento  imediato.  respectivamente.  serão  aceitos.Artigo 783 ‐ O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe  e  faixa  salarial. quando se tratar de mestrado ou doutorado.    Artigo 787 ‐ Para os fins previstos nesta subseção.  certificados  de  conclusão  de  cursos  de    pós‐graduação    stricto  sensu  devidamente  credenciados. o diploma devidamente registrado no órgão competente. respectivamente. mediante a apresentação de título de  mestre  ou  de  doutor.    Artigo  788  ‐  Consideram‐se  impedidos  de  usufruir  dos  benefícios  da  Evolução  Funcional prevista nesta subseção:  I – os integrantes do Quadro do Magistério nomeados em comissão para cargos de  outras Secretarias de Estado. devendo o interessado apresentar.  na  seguinte conformidade:  I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no  órgão competente. ou  II – os afastados nos termos dos incisos IV e VI do artigo 64 e nos termos do artigo  65 da Lei Complementar nº 444.366/05. nos níveis IV ou V.  o  benefício concedido será anulado. certificados  de conclusão de cursos de graduação correspondente à licenciatura  plena. de 27 de dezembro de 1985.  objeto da área de atuação do docente ou da atividade inerente ao trabalho dos integrantes das  classes de suporte pedagógico. respectivamente. e mediante apresentação de título de mestre ou doutor. revogando‐se seus efeitos à data de sua concessão.

Parágrafo  único  –  Executam‐se  os  afastamentos  previstos  no  Decreto  nº  40.673. 784.  instituir  Grupo  de  Trabalho.  § 2º ‐ Quando a data da documentação prevista no caput preceder à da nomeação  ou da admissão. quando nomeado para  outro  cargo  da  mesma  carreira.  de  16  de  fevereiro  de  1996. os efeitos do enquadramento terão vigência a partir da data de início de exercício  do servidor no cargo ou função‐atividade.  para  fins  de  Evolução  Funcional. e instruir os pedidos acolhidos.      Artigo 790 – O docente em regime de acumulação de cargo e/ou função‐atividade  poderá  requerer  os  benefícios  da  Evolução  Funcional  para  cada  situação  funcional  mediante  a  apresentação da documentação específica exigida. e  III – à Secretária da Educação.  Parágrafo único – O integrante da carreira do magistério.  § 1º ‐ Nos casos em que a certificação.  fica  vedada  a  reapresentação  de  documentação  utilizada  para  fins  de  Progressão  Funcional prevista no artigo  49 da Lei  Complementar nº 444. ratificado pelo órgão competente.    Artigo 794 – Caberá à Secretária da Educação.  de  30  de  dezembro  de  1997.  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 787.  com  base  no  que  lhe  for  apresentado  pelo  Dirigente  Regional de Ensino.  referentes  ao  Programa  de  Ação  de  Parceria  Educacional  Estado‐ Município. de 30 de dezembro de 1997. decidir quanto às petições.    Artigo  795  –  O  Departamento  de  Recursos  Humanos  –  DRHU  baixará  instruções  complementares para a aplicação das disposições desta subseção. nos termos do artigo 785.    Artigo  793  –  Os  títulos  abrangidos  por  esta  subseção  serão  apostilados  pelas  autoridades competentes.  analisar o expediente.  258 . expedir  ato  de  cessação  do  benefício  concedido. de  27 de dezembro de  1985.    Artigo  791  –  Os  efeitos  do  enquadramento  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  em  nível  superior  decorrente  da  evolução  funcional  previstas  nesta  subseção  terão  vigência  a  partir  da  data  do  reconhecimento  dos  certificados.    Artigo  789  ‐  Nos  termos  do  artigo  49  da  Lei  Complementar  nº  836.  comprovantes de habilitações acadêmicas obtidas em grau superior previstas no artigo 20 da Lei  Complementar  nº  836.  do  registro  dos  diplomas  ou  das  titulações de que tratam os artigos 783.  II – ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. registro ou titulação de que trata o caput  ocorrerem  anteriormente  à  data  da  retroação  previstas  na  presente  subseção.  Parágrafo  único  –  Os  casos  omissos  e  as  pendências  serão  submetidos  à  apreciação da Comissão de Gestão da Carreira instituída pelo artigo 25 da Lei Complementar nº  836.  de  30  de  dezembro  de  1997.  desde  que  compatíveis  com  o  campo  de  atuação do novo cargo.    Artigo 792 – Para efeito de concessão do benefício da Evolução Funcional caberá:  I  –  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.  poderá  reapresentar.  esta  sempre  prevalecerá para todos os efeitos. 785 e 786.

  2 ‐ órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.  na  conformidade dos indicadores do crescimento da capacidade. observados os critérios a serem definidos  em instrução complementar.  em  seu  campo  de  atuação. no ensino  médio e nas demais modalidades de ensino.    Artigo 797 ‐ O campo de atuação.  desde  que  credenciadas pela Secretaria da Educação.  relacionadas  aos  Fatores  de  Atualização. realizados  pelos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  com  o  objetivo  de  ampliação. da qualidade e da produtividade do  trabalho.348/00. 2º. arts.  4 ‐ instituições públicas estatais.(Decreto nº 45.  considerar‐se‐ão  acrescidas  às  áreas  curriculares  de  Linguagens  e  Códigos. arts. delimita‐se por  parâmetros específicos.  II ‐ para as classes de suporte pedagógico. que rege as classes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. 3º e 4º)    259 . 6º ao 15)    Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica    Artigo 796 ‐ A Evolução Funcional dos integrantes do Quadro do Magistério. na seguinte conformidade:  I ‐ para as classes de docentes:  a)  pelas  áreas  curriculares  que  integram  a  formação  acadêmica  do  professor  polivalente.  e  Ciências  Humanas. pela natureza das atividades inerentes  ao respectivo trabalho de Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.    Artigo 798 ‐ Consideram‐se componentes do Fator Atualização todos os estágios e  cursos  de  formação  complementar  e  continuada. no respectivo campo de atuação.  b)  pela  área  curricular  que  integra  a(s)  disciplina(s)  constituinte(s)  da  formação  acadêmica do professor. os cursos de que trata o caput deste artigo  deverão ser homologados pela Secretaria da Educação. de duração igual ou superior a 30 (trinta) horas.  aprimoramento  e  extensão dos conhecimentos.  5  ‐  instituições  públicas  não  estatais  e  entidades  particulares.  com  suas  respectivas  tecnologias.  2 ‐ aspectos teórico‐metodológicos e de gestão escolar.  Ciências  da  Natureza  e  Matemática.  promovidos  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade e capacidade institucional. tratadas como temas transversais. a que se refere o artigo anterior. que orientam a prática dos  integrantes do Quadro do Magistério.  § 2º ‐ Para fins de evolução funcional. que ministra aulas nas 5ªs às 8ªs séries do ensino fundamental. estabelecidos nesta subseção.  resultará  das  ações  realizadas  pelo  profissional.  (Decreto nº 49.  as  temáticas  de  aprofundamento e enriquecimento curricular que tenham por objeto:  1 ‐ questões da vida cidadã.  Parágrafo único ‐ Para fins de delimitação do campo de atuação de que trata este  artigo.394/05.  § 1º ‐ Constituem‐se entidades promotoras dessas atividades:  1 ‐ instituições de ensino superior devidamente reconhecidas. pela  via  não‐acadêmica.  3 ‐ entidades representativas das Classes do Magistério.

  do  artigo  anterior  será  expedido  pela  CENP  no  prazo  de  90  dias. em atendimento a termo de  convocação oficial. abrangem  respectivamente:  I ‐ curso: o conjunto de estudos.  7 ‐ outras informações julgadas pertinentes.  II  ‐  os  cursos  promovidos  pelos  órgãos  competentes  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  Parágrafo único ‐ As instituições públicas não estatais e as entidades particulares  interessadas  em  obter  o  credenciamento  deverão  encaminhar  à  CENP  expediente  próprio  contendo:   1 ‐ solicitação de credenciamento.  de que  trata  o  item  5. programada e desenvolvida.  para  fins  de  pontuação.  com  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. 5º.  inclusive sob a forma de módulos. que se constituíram base para provimento do cargo ou preenchimento da função‐ atividade.  desde  que  o(s)  módulo(s)  tenha(m) caráter de terminalidade.  desde  que  não  se  caracterize  como  atividade  inerente  ao  cargo  ocupado.  Parágrafo  único  ‐  Não  serão  considerados. que tratem de determinada unidade temática.  (Res. palestras e outros. SE nº 21/05.  (Decreto nº 49. através da permanência  assistida  realizada  em  instituições  educacionais.  serão  considerados.  4 ‐ comprovação completa da capacidade jurídica.  5  ‐  plano  de  trabalho  da  instituição/entidade  especificando:  justificativa. realizados durante a jornada de trabalho do profissional.  quadro  efetivo  de  profissionais  e  relação  dos  recursos  físicos  e  tecnológicos  disponibilizados.  inclusive  no  exterior. capacidade e experiência na área educacional.  ou  à  função‐atividade  preenchida. 4º)     Artigo  800  ‐  Consideram‐se  componentes  do  Fator  Aperfeiçoamento  todos  os  cursos  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior.  com  o  objetivo  de  aprimoramento  e  prática  profissional. organicamente estruturado  e devidamente comprovado por uma única instituição promotora.  6  ‐  nome  do  representante  da  instituição/entidade  responsável  pela  área  de  capacitação. observado o respectivo campo de atuação.  finalidade. arts. para fins de pontuação:  I  ‐  as  etapas  de  cursos  estruturados  modularmente.  que  visem  ao  aprofundamento  de  conhecimentos  em  determinada disciplina ou área do saber.  metas.  ou  se  constitua  componente  da  estrutura  curricular de um curso. desde que constituinte de um todo. realizados  também no exterior. 6º e 7º)  260 .    Artigo  801  ‐  Para  os  fins  de  que  tratam  os  artigos  798  e  800  desta  subseção.  3 ‐ cópia do estatuto da instituição/entidade registrado em cartório.  complementação  pedagógica  ou  cursos  de  pós‐graduação. aulas.    Artigo  802  ‐  Observada  a  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. conferências.  II ‐ estágio: o período de estudos e de aprendizado obtido.  cursos  superiores.  contados  a  partir  da  data  do  protocolamento do pedido.  2 ‐ comprovante de idoneidade.394/05.  de  bacharelado  ou  de  licenciatura  plena. art.Artigo  799 ‐  O  ato  de  credenciamento.  os  componentes curso e estágio que integram os Fatores Atualização e Aperfeiçoamento.  do  § 1º.  devidamente  reconhecidas.

  IV  ‐  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  analisar  os  expedientes  acolhidos  pelas  Diretorias  de  Ensino  e  encaminhá‐los  à  apreciação  e  decisão  do  Secretário  de  Estado  da  Educação.  só  poderão  ser  utilizados  uma  única  vez.  indicados  pelos  responsáveis por esses órgãos.  §  2º  ‐  Somente  serão  considerados.  os  cursos  do  Fator  Atualização e do componente extensão universitária/cultural do Fator Aperfeiçoa‐mento quando  autorizados e homologados nos termos da legislação que rege a matéria.  encaminhando‐os  ao  órgão  setorial de recursos humanos.  em  horário  de  trabalho  do  profissional.  não  poderão  ser  reconsi‐derados  quando  da  apresentação  do  documento correspondente à titulação obtida.  2 ‐ decidir sobre casos omissos ou que apresentem dúvidas para a  concessão do  benefício.  juntar  a  documentação que comprove o preenchimento dos requisitos e entregá‐los ao superior imediato. constituir Grupo de Trabalho para proceder à  análise  preliminar  dos  títulos  e  documentos  apresentados.  sem  a  titulação  de  Mestre  ou  Doutor. quando o respectivo ato de autorização. arts.  assim  como  a  validade  dos  respectivos  títulos. assegurar aos concluintes  direito à certificação. Quadro II e Quadro III.  definida  nos  Quadros  I  e  II.  integrada  por  2  profissionais  da  CENP  e  2  do  DRHU.  instruir  e  encaminhar  o  pedido  à  respectiva Diretoria de Ensino. quando necessárias.     261 .  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.  formular  requerimento  de  concessão  do  benefício. de 30 de dezembro de 1997.     Artigo  807  ‐  Os  efeitos  da  Evolução  Funcional  pela  via  não  acadêmica  dos  integrantes do  Quadro  do  Magistério  terão  vigência  a  partir  da  data  da  concessão  do  benefício.  Artigo  803  ‐  A  pontuação  dos  componentes  correspondentes  aos  Fatores  de  Atualização.  considerados  os  interstícios  de  que trata o artigo 22 da Lei Complementar nº 836.  II  ‐  ao  Diretor  da  unidade  escolar.  expedido pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  protocolar. previstos no Fator Aperfeiçoamento.   §  1º  ‐  A  pontuação  dos  componentes  do  Fator  Atualização  e  do  componente  extensão  universitária/cultural  do  Fator  Aperfeiçoamento.  conforme  o  caso.    Artigo  804  ‐  Cursos  promovidos  por  órgãos  da  Pasta. serão considerados para fins de pontuação.   § 3º ‐ Os créditos de cursos pós‐graduação. com as seguintes atribuições:   1 ‐ expedir orientações. caberá:   I  ‐  ao  interessado. 2º e 3º)     Artigo 805 ‐ Para efeito de concessão do benefício.  podendo  retroagir.  III ‐ ao Dirigente Regional de Ensino. SE nº 21/05.  de  acordo  com  as  orientações  estabelecidas  pelos  Órgãos  Centrais  e  instruir  os  pedidos  acolhidos.  observando‐se  que  os  créditos  computados.  (Res.  para  fins  de  pontuação.  será  constituída  uma  Comissão  Central. constam do Quadro I.    Artigo  806  ‐  Caberá  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  acompanhar  e  controlar o processo de concessão da evolução funcional pela via não acadêmica. anexos.  será  calculada com base na carga horária indicada no certificado do curso realizado pelo profissional.  a  1º  de  fevereiro  de  2000.   Parágrafo  único  ‐  Para  subsidiar  a  análise  dos  pedidos.

 e. no Diário Oficial do Estado.  por  títulos.0 pontos    Carga horária de 60 a 89 horas = 5.  II – se integrante de classe de suporte pedagógico:  a) por títulos.  b) por união de cônjuges. mediante publicação.0 pontos  VALIDADE  a partir de 01/02/1998  Carga horária superior a 180 horas = 9.  por  união  de  cônjuges  e  por  permuta.  (Res. arts.  que  se  realizará  sob  a  organização e coordenação do Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. 7º. de comunicado do Órgão  262 . sempre pela Jornada Inicial de Trabalho Docente.0 pontos      Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  809  ‐  A  remoção  dos  titulares  de  cargos  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério  será  processada  mediante  concurso  de  nível  estadual.394/05.    Artigo 812 ‐ A abertura do concurso de remoção dar‐se‐á com o início do período  de inscrição opcional. em qualquer das jornadas de trabalho docente.    Artigo  810  ‐  Os  atos  e  procedimentos  administrativos  das  autoridades  responsáveis pela execução do processo. e 8º)       ANEXOS ( art. respeitada a classificação geral dos inscritos  no concurso.0 pontos  Carga horária de 90 a 179 horas = 7. SE nº 21/05. 6º. 803)    COMPONENTES  Ciclo de Palestras   Conferências e/ou ciclo de  conferências  Videoconferências   Congressos  Cursos (com ou sem oficinas)   Encontros  Fóruns   Seminários  Ciclos de Estudos  Simpósios  Quadro I  FATOR ATUALIZAÇÃO  PONTOS  Carga horária de 30 a 59 horas = 3. c/c o Decreto nº 49. assegurando‐se a justeza. nas respectivas áreas de competência. por títulos e por união de cônjuges.    Artigo  811  ‐  O  concurso  de  remoção  será  realizado  simultaneamente  em  duas  modalidades. em qualquer modalidade. 5º. a impessoalidade e a transparência  do concurso de remoção.  b) por união de cônjuges. o candidato poderá se remover:  I – se integrante de classe de docentes:  a) por títulos.Artigo 808 ‐ A Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento  de Recursos Humanos baixarão instruções complementares à presente subseção. deverão observar  a precisão de dados e informações.

  (Res. que faz parte integrante desta seção.  à  remoção  por  títulos.  (Res.  para  fins  de  classificação.  teve  seu  cargo  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover novo cargo público em município diverso. conforme o caso.  em  documento  próprio. SE 95/09.143/09.  de  acordo  com  a  tabela  de  Município  constante no Anexo I.  o  candidato  deverá  se  inscrever  pelo  componente  curricular  a  que  o  seu  cargo  é  vinculado  ou  na  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  cargo. para lhe  263 .  apresentando  documentação  comprobatória  de  atendimento  aos  requisitos  do  concurso. caput e § 1º do art. §§ 6º e 7º do art.  §  2º  ‐  Efetivada  a  inscrição. a inscrição que não contiver qualquer indicação de  Unidade Escolar ou de Diretoria de Ensino.  independente  de  a  unidade contar ou não com vaga inicial. 1º ao 3º)    Subseção II  Das Inscrições    Artigo  813  ‐  A  inscrição  para  o  concurso  de  remoção  ou  remoção/reserva  será  efetuada  pelo  candidato.  efetuar  também  as  indicações de que trata o artigo 814. c/c Decreto nº 55. 5º c/c  o Decreto nº 55.  (Res.  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge.  nesse  período.  devidamente conferidas à vista dos respectivos originais pelo superior imediato.  as  unidades  escolares  e/ou  as  Diretorias  de  Ensino.  4º e 5º do art.  o  candidato  não  mais  poderá desistir de sua participação no concurso.  Parágrafo  único  ‐  Na  remoção  de  cargos  de  Professor  Educação  Básica  II.  nos  últimos  5  (anos)  anos. §§ 3º.143/09.  § 1º ‐ Será indeferida. SE 95/09. 5º c/c Decreto nº 55. SE 95/09. arts. o  candidato  deverá  indicar  um  único  município  de  sua  opção. SE 95/09.  que  o  cônjuge.  Parágrafo  único  ‐  O  candidato  que  se  inscrever  por  união  de  cônjuges  estará  concorrendo.  no  qual  se  definirão  o  período  de  inscrições bem como as respectivas condições e requisitos. 5º.143/09.  para  onde  pretenda  se  remover.Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. 4º)    Artigo 815 ‐ No requerimento de inscrição para remoção por união de cônjuges. 4º e 5º do art. § 2º do art. se por união de cônjuges.  simultaneamente.  tenha  se  removido  para  determinado  município.  bem  como  cópias  reprográficas  de  títulos. § 2º do art. arts.  com  as  devidas  indicações.  devendo. de plano.  (Res.  exceto  se  comprovar.143/09.  portanto.  contados  retroativamente  à  data  da  atual  inscrição. §§ 2º e 8º do art.143/09. caput  e §§ 3º. 4º)    Artigo 817 ‐ O integrante do Quadro do Magistério que se encontre na condição  de adido deverá necessariamente se inscrever para o concurso de remoção sob reserva. SE nº 95/09.  no  caso  de  Professor  Educação  Básica  II  de  Educação Especial. 1º ao 4º e Decreto nº 55.  (Res. caput do art.  em  qualquer  dos  casos. 5º c/c Decreto nº 55. 5º)    Artigo 816 ‐ Não poderá se inscrever para o concurso de remoção o integrante do  Quadro do Magistério que se encontre na condição de readaptado ou.  por  ordem  de  preferência.  o  candidato  indicará. 4º)    Artigo 814 ‐ No momento da inscrição para remoção por títulos ou por união de  cônjuges. a qualquer título.  por  essa  mesma  modalidade.

  manifestação  pelo  deferimento  ou. deverão constar:  I ‐  dados pessoais e funcionais do candidato. no caso de o mesmo não querer  efetivamente se remover.  foi  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover  novo  cargo público em outro município. arts.garantir a possibilidade de descaracterizar a condição de adido. remoção/reserva ou reserva. em uma ou mais unidades escolares.  situações  em  que  a  reserva  deverá  ser  feita com indicação da quantidade de aulas necessária à constituição integral de sua jornada.  quando  necessária.  bem  como  o  que  a  motivou  e.  pelo  superior  imediato.  II ‐  modalidade da inscrição: remoção.  IV  ‐  no  caso  de  união  de  cônjuges.  b)  manifestação  do  Dirigente  Regional  de  Ensino. na  área de Magistério.  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação do cargo/função‐atividade do cônjuge.  com  correlação  intrínseca  à  disciplina  ou  à  área  de  necessidade especial do cargo docente de que o candidato é titular ou à disciplina Educação. em virtude de condições atípicas da escola ou da Diretoria de  Ensino relativas ao cargo do candidato.  fazer  indicação  de  unidade(s) escolar(es) ou de Diretoria(s) de Ensino. do número de aulas a ser reservado. 6º ao 8º)    264 . por ordem de preferência. discriminados na forma prevista no artigo 842.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade.  e)  nos  casos  de  reserva.  pelo  deferimento  ou  indeferimento da inscrição por títulos.  f) registro do tempo de serviço computado em dias.  deverá  se  inscrever  como  remoção/reserva.  pelo  indeferimento.  §  1º  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  § 3º ‐ Se no decorrer do concurso.  c)  na  remoção  de  docentes.  V ‐ demais dados do candidato.  devidamente  conferida.  bem  como  verificação  do  número  de  aulas  de  sua  constituição  na  unidade de classificação. em ambos os casos. para onde pretenda  a remoção do seu cargo.  na  situação  de  adido.     Artigo 818 ‐ Do requerimento de inscrição. e do Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos nos  casos de candidato que tenha se removido por união de cônjuges ou por permuta. o candidato inscrito para remoção/reserva vier  a  ser  removido.  nesse  período.     Artigo 819 ‐ Ao requerimento de inscrição do candidato deverá ser juntada cópia  reprográfica.  quando a reserva não for possível.  d)  indicação  da  reserva. discriminadas por disciplina.  que  tenha  interesse  em  se  remover.  com  a  respectiva  via  original  do  diploma  de  Mestrado  ou  de  Doutorado.  III ‐  tipo de remoção: por títulos e/ou por união de cônjuges.  § 2º ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também ao titular de cargo docente que se  encontre com a jornada de trabalho parcialmente constituída ou o docente inscrito na remoção.  sua  reserva  na  unidade  de  origem  será  automaticamente  desconsiderada.  (Res. bem como dos títulos que o  candidato apresentar. que deverão conter:  a) informação se o candidato se removeu por união de cônjuges ou por permuta  nos últimos 5 (cinco) anos. SE 95/09.  voltando a constituir vaga potencial na dinâmica do processo.  à  comprovação  de  que  o  cônjuge. por registro e/ou sob responsabilidade do Diretor  de Escola ou do Dirigente Regional de Ensino.  confirmação  da  jornada  de  trabalho  em  que  o  candidato  esteja  incluído.  tratando‐se de Professor Educação Básica II. nos últimos 5  (cinco) anos. situação em que sua inscrição estará condicionada.

  em  via  original. caput do art. § 3º do art.  cujo  cônjuge. caput e §§ 1º.  não  mais  tenha  exercício  no  município  indicado.  §  2º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. no mínimo.  funcionário  público  efetivo. priorizando as unidades escolares sediadas no município indicado na inscrição por união de  cônjuges.  (Res.  mediante  requerimento  instruído  com  comprovação  da  mudança. do respectivo atestado de dados funcionais. em que se faça constar o  município de classificação do seu cargo ou função‐atividade. 5º)    Artigo 821 ‐ Para fins de remoção de que trata o artigo anterior. art.  da  certidão  de  casamento ou da escritura  pública de declaração de  convivência  marital.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união. declaração de que. art. na data do encerramento  do período de inscrição.  devidamente  conferida  com  a  via  original. no mínimo.   2.  conforme o caso. deverá ser por horas aulas e não poderão ser em substituição. SE 95/09. pelo candidato e entregue pelo superior imediato. SE nº 95/09. no Estado de São Paulo. 10)    Artigo  823  ‐  Efetuada  a  inscrição.  direcionado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. SE nº 95/09. Anexos II ou III.  (Res. art. será feito em formulário próprio. serão submetidos à microfilmagem e posteriormente  inutilizados. exercido na administração direta de qualquer alçada pública. contados da publicação da classificação. apresentando na  unidade de classificação. ao mesmo  tempo. §§ 4º.  poderá. 20 (vinte) horas semanais.  por  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.143/09. 2º e 3º do art 9º c/c Decreto nº 55. dentro do prazo de 3  (três) dias. expedida por órgão  de  competência (Cartório/Tabelião de Notas). na unidade sede.143/09. SE 95/09. considera‐se lugar  de  residência  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge.  fica  vedado  ao  candidato  apresentar  ou  substituir  qualquer  documento. no  momento da inscrição. carga horária de trabalho de. em novo atestado de dados funcionais. após os efeitos  de classificação do candidato no concurso. 1 (um) ano de exercício ininterrupto no serviço público.Artigo 820 ‐ O candidato que se inscrever por união de cônjuges deverá indicar. 11 c/c Decreto nº 55.  Parágrafo único ‐ Os documentos e/ou suas cópias reprográficas. 6º)  265 .  § 3º ‐ O candidato inscrito para remoção por união de cônjuges estará.  (Res. o município pretendido. os seguintes documentos:  I  ‐  cópia  reprográfica.  em  que  a  administração requisite esclarecimentos. possui:  1. devendo  efetuar as indicações  de que  trata o  artigo  814.  concorrendo  à  remoção  por títulos. apresentado. Anexo I. a carga horária a que se refere o item 2 do § 1º deste  artigo.  expedido  por  autoridade competente.   § 1º ‐ No caso de o cônjuge ser ocupante de função‐atividade. 5º e 6º do art 9º c/c Decreto nº 55. que se responsabilizará pela  veracidade deles. na Diretoria  Regional de Ensino. e acondicionados em envelope específico pelo próprio candidato.  exceto  nos  casos  de  remoção  por  união  de  cônjuges. indicar um novo município.  II  ‐  atestado  de  dados  funcionais  do  cônjuge.  um  a  um.  (Res. e  § 2º ‐ No caso de docente.143/09. utilizando modelo padronizado. lugar de residência do cônjuge. haverá também de  constar. 5º)    Artigo  822  ‐  Os  documentos  que  instruírem  a  inscrição  serão  relacionados.

  (Res.  § 2º ‐ O disposto no caput deste artigo não se aplica ao titular de cargo da classe  de Suporte Pedagógico adido oriundo de unidade extinta.143/09. através de documento de confirmação de inscrição.143/09.  o  Diretor  de  Escola  deverá  encaminhar os documentos de inscrição de remoção por união de cônjuges.  (Decreto nº 55. único do art. 14 c/c Decreto nº 55.  o  titular  de  cargo  será  inscrito  ex  officio. art. art. arts. dos docentes de sua  unidade  escolar. 7º)    Artigo 827 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a indicação de deferimento  ou de indeferimento das inscrições para o concurso de remoção por títulos e. que deverá ser apresentado em formulário próprio. pelo  Centro  de  Seleção  e  Movimentação  de  Pessoal.  § 3º ‐ Do indeferimento da inscrição por títulos caberá reconsideração dirigida ao  Dirigente Regional de Ensino.143/09. sob pena de responsabilidade.  apresentadas  no  momento da inscrição pelo candidato.  §  1º  ‐  Não  ocorrendo  a  inscrição  a  que  se  referem  as  duas  primeiras  situações  constantes  do  caput  deste  artigo. previstas no artigo 836. desde que o referido professor esteja inscrito para  remoção/reserva.  Parágrafo  único  ‐  O  superior  imediato  dará  ciência  ao  candidato  sobre  os  dados  registrados em seu requerimento. deverão ser conferidas com as vias originais pelo superior  imediato. ao superior imediato  do candidato. 8º)    Artigo  828  –  A  reserva  destina‐se  unicamente  aos  titulares  de  cargo  declarados  adidos.  à  Diretoria  de  Ensino. art. SE nº 95/09.  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  –  DRHU/SE. no prazo previsto para inscrição. par.  (Decreto nº 55.  (Res. a manifestação quanto à reserva de que trata o artigo 817. 12.  § 2º ‐ A apreciação conclusiva dos deferimentos e indeferimentos das inscrições. SE nº 95/09. art.  Artigo  824  ‐  Todas  as  cópias  reprográficas  de  documentos.  sob  reserva. 6º)    Artigo 825 ‐ O candidato inscrito por títulos não poderá alterar a sua inscrição para  união de cônjuges e o inscrito por união de cônjuges não poderá alterá‐la somente para títulos.  em especial. SE nº 95/09.  (Res. 13)    Artigo  826  –  Encerrado  o  período  de  inscrições.  pelo  superior imediato. na remoção por união de cônjuges. cuja decisão será publicada no Diário Oficial do Estado. contados da data de publicação do indeferimento.   § 1º ‐ As inscrições por união de cônjuges serão apreciadas.  para  posterior  remessa  ao  órgão  setorial  de  recursos  humanos.  aos  docentes  que  tenham  a  sua  jornada  parcialmente  constituída  ou  ainda  àqueles  que  constituem a jornada em mais de uma unidade. exclusivamente. 15)          266 . no prazo de até  3 (três) dias. é de competência do Diretor do Órgão Setorial de  Recursos Humanos – DRHU/SE.

  por  títulos  ou  por  união  de  cônjuges. 17)    Artigo 831 – O candidato poderá.  §  3º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  I  especificará. devidamente acompanhado de  cópia xerográfica da relação mencionada no caput deste artigo.  deverá  relacionar  no  espaço  próprio  do  formulário. será entregue.  observado  o  prazo  estipulado  no  caput  deste artigo.  Deficientes  Físicos.  §  4º  ‐  As  inscrições  para  classes  de  Deficientes  Auditivos. SE nº 95/09. no  período de inscrição determinado em Comunicado.  ainda.  a  indicação  das  Diretorias de Ensino da Capital. se comum (de 4 horas) ou reorganizadas (de 5 horas). diretamente pelo candidato. poderá registrar a jornada de trabalho de  duração diversa daquela em que estiver incluído. pelo superior imediato.  267 . 4º)    Artigo  830  –  O  docente  inscrito. em  local e horário determinados em comunicado.  Deficientes Mentais e Deficientes Visuais deverão ser feitas. SE nº 95/09. considerando  vagas potencias que poderão surgir no decorrer do evento. art. observada a disponibilidade das vagas existentes  nas unidades escolares indicadas.  §  3º  ‐  O  candidato  que  acumular  cargo  da  classe  de  docente  com  o  de  cargo  da  classe de suporte pedagógico não poderá indicar a unidade onde está classificado o outro cargo.  §  1º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. para onde pretende remover‐se. em período fixado em Comunicado pelo Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  II – solicitar a retificação de Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino da relação de  indicações.  comprovando  esta  mudança em novo atestado de dados funcionais.  o  tipo  de  classe  pretendida.  encaminhado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. somente quando se caracterizar falha de cadastramento pela Administração. art.  mediante  manifestação  expressa  em  requerimento:  I – na remoção por união de cônjuges. alterar a indicação do município.143/09.  § 2º ‐ O candidato poderá indicar todas as unidades que sejam de seu interesse.  deverá  identificar a unidade escolar e a jornada de trabalho docente pretendidas.  o  qual  será  apresentado na unidade‐sede e entregue. exclusivamente. as Unidades Escolares e/ou Diretorias de Ensino. conforme o caso.  §  1º  ‐  As  indicações  de  unidades  serão  feitas  em  formulário  próprio. no caso de  o  cônjuge  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.  o  candidato  deverá  indicar. 16 c/c Decreto nº 55. respeitado o disposto  no artigo 829.  na  Diretoria  de  Ensino  a  que  está  vinculada  a  unidade.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união  de  cônjuges.  cujo  município  do  cônjuge  pleiteado  é  São  Paulo.  em  ordem  preferencial.Subseção III  Das Indicações de Unidades    Artigo  829  –  No  momento  da  inscrição.  (Res. ao efetuar a indicação. por ordem de sua preferência.  mesmo que não apresentem vagas na relação publicada no Diário Oficial do Estado.   (Res. utilizando os códigos a seguir: DER  01–Norte 1 / 02–Centro / 04–Norte 2 / 05–Leste 5 / 07–Leste 1 / 08–Leste 4 / 10–Leste 2 / 11– Leste 3 / 12–Centro Oeste / 14–Sul 2 / 16‐Centro Sul / 17‐Sul 1 / 18‐Sul 3. contra recibo. por titulares de cargo  de Professor Educação Básica II de Educação Especial.  § 2º ‐ O docente. § 3º do art.

  para  a  remoção  de  Supervisores de Ensino. e  3 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente. 14. § 3º do art. art. a que se refere o inciso II deste  artigo. as vagas potenciais.143/09.  alterada pelo artigo 3º da Lei nº 1.  e.  para  Professor  Educação  Básica  I.§ 2º ‐ Não será atendida qualquer solicitação que implique a inclusão.  no processo anual de atribuição de aulas.   §  2º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  II  poderá  remover‐se  por  qualquer  uma  das  Jornadas  de  Trabalho  Docente. e  4 ‐com 33 aulas em Jornada Integral de Trabalho Docente.  § 1º – O Professor Educação Básica I poderá se remover em Jornada de Trabalho  Docente da seguinte forma:  1 – com 1 classe comum (4 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente. SE nº 95/09. por área de excepcionalidade. c/c Res.  será  relacionada  por  tipo. em decorrência de vacâncias de cargos.   2 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Básica de Trabalho Docente. 13)    Artigo  833  –  Não  poderão  ser  relacionadas  para  confirmação  de  vagas  iniciais  existentes  em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. SE nº 95/09. e   II  –  vagas  potenciais. sendo:  I  –  vagas  iniciais.  desde  que  devidamente  publicadas  no  Diário  Oficial  do  Estado  até  a  data‐base  fixada  pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos.  3 ‐ com 25 aulas em Jornada Básica de Trabalho Docente.  conforme  dispõe  o  artigo  35  da  Lei  Complementar  nº  444/85. art.094/2009.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.18 c/c Decreto nº 55. aos docentes. exclusão e a  substituição  de  unidade  escolar  ou  de  Diretoria  de  Ensino  indicada.  as  existentes  nas  Unidades  Escolares. c/c Decreto nº 55. vagas de uma única unidade  escolar. bem como de instalação de novas  unidades.  em  nível  de  unidade  escolar.  para  Professor  Educação  Básica II de Educação Especial.19. SE nº 95/09.143/09.  (Res.    268 . art.  § 1º ‐ No caso de docentes.  as  pertencentes  aos  candidatos  inscritos  no  Concurso  de  Remoção.  (Res. conforme segue:  1 ‐ com 10 aulas em Jornada Reduzida de Trabalho Docente.  bem  como  a  alteração  da  ordem das indicações. serão geradas de acordo com a jornada de trabalho pela qual o docente tenha constituído.  2 ‐ com 20 aulas em Jornada Inicial de Trabalho Docente.  (Decreto nº 55. caput e §§ 1º e 2º do art. § 2º do art.  e  nas  Diretorias  de  Ensino.  a  ciclo  e/ou  a  segmento de ensino objeto de extinção. 19)    Artigo 834 – Somente serão oferecidas.143/09.  conforme  o  caso. 16)    Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potenciais    Artigo  832  ‐  As  vagas  a  serem  relacionadas  para  o  concurso  de  remoção  compreenderão as iniciais e as potenciais.   §  2º  ‐  A  quantidade  de  classes  disponíveis  para  atribuição.  identificadas  para  a  remoção  de  Docentes  e  Diretor  de  Escola.

  fará  publicar.143/09. não totalizar.  269 .  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.  em razão de:   I ‐ a Diretoria de Ensino haver reduzido a lotação relativa à classe de Supervisor de  Ensino.  observados  os  respectivos  prazos  de  execução.  conforme  o  caso. 22)    Artigo  837  –  As  vagas  iniciais  disponíveis  para  o  concurso  serão  identificadas  e  relacionadas pelo:   I  –  Diretor  de  Escola. ratificadas pelo Dirigente Regional de Ensino. da  disciplina e da jornada de trabalho docente que a unidade escolar comporta.  a  serem  estabelecidos  pelo  Órgão  Setorial de Recursos Humanos.  a  Diretoria  de  Ensino  não  poderá  solicitar  alteração  para  inclusões  ou  exclusões.   II ‐ a quantidade remanescente de aulas da disciplina do cargo.  antecedendo  à  abertura  do  período  de  inscrições. das respectivas disciplinas na unidade escolar. devendo o Dirigente Regional de Ensino determinar a  confirmação.Artigo 835 – A vaga potencial de Professor Educação Básica II composta em mais  de uma unidade escolar.   § 3º ‐ Constará da relação de vagas iniciais. 23 c/c Decreto nº 55.  a  ciclo  e/ou  a  segmento  de  ensino objeto de extinção. SE nº 95/09.  descaracterização  de  adidos  e  situações  de  reorganização. que se  encontre  na  condição  de  adido  ou  com  jornada  de  trabalho  parcialmente  constituída  ou. SE nº 95/09.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade.143/09.  extinção. que esteja sendo  removido da unidade. para a remoção de docentes e  suporte pedagógico. art.  desde  que  o  referido  docente  esteja  inscrito para remoção sob reserva ou apenas para reserva. art.  a  relação das  vagas iniciais confirmadas pelas Diretorias de Ensino. for removido. surgidas e/ou detectadas posteriormente à confirmação. 13. por qualquer motivo.   Parágrafo único – As vagas excluídas ou reduzidas para o atendimento do disposto  neste artigo. das vagas iniciais nas classes de docentes e nas de suporte  pedagógico.  (Res.  ainda.   § 2º Não poderão ser relacionadas para confirmação vagas iniciais existentes em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. a carga horária mínima de uma Jornada  Reduzida de Trabalho Docente. a especificação do tipo de classe. § 2º do art. SE nº 95/09.   (Res.   III ‐ necessidade de atribuir aulas a docente classificado na unidade escolar. terá as aulas que a compõem.  em  se  tratando  de  Professor  Educação  Básica  I.  § 1º ‐ Cumpre ao Diretor de Escola encaminhar à Diretoria de Ensino a relação das  vagas identificadas em sua unidade escolar. em sua área de jurisdição.  (Decreto nº 55. quando se tornar disponível. adicionadas  às já existentes. e   II – Dirigente Regional de Ensino.  no  Diário  Oficial  do  Estado. por exclusão de vaga potencial na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino.  Professor  Educação Básica II e Coordenador Pedagógico. em se tratando de Diretor de Escola e Supervisor  de Ensino. serão restabelecidas quando o seu destinatário. c/c Res.  §  1º  ‐  Publicada  a  relação  de  vagas  iniciais. 14)    Artigo  838  –  O  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. caput e § 1º do art. inscrito no concurso. arts.  exceto  para  atender  a  decisões  judiciais.  fusão  ou  desativação  de  unidades escolares. 20 e 21)    Artigo  836  ‐  A  quantidade  de  vagas  potenciais  será  reduzida  gradativamente  na  dinâmica do evento.

  inclusive  de  unidades  escolares  ou  Diretorias  de  Ensino  que  não  se  encontrem  na  publicação  da  relação  de  vagas  iniciais. em determinado município.  nos  termos  da  legislação  pertinente.  da  autoridade que apresentar relação de vagas iniciais em desacordo com a realidade de sua unidade  e/ou jurisdição.  quando  então  se  aplicará o disposto no caput deste artigo.  Parágrafo único ‐ Se a quantidade de vagas.143/09.§  2º  ‐  Será  apurada  a  responsabilidade.    Artigo  841  ‐  Na  situação  em  que  a  remoção  de  um  candidato  seja  tornada  sem  efeito  por  força  de  decisão  judicial.  a  vaga  decorrente  estará  excluída  do  concurso.  a  quantidade  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  for  maior  ou  igual  à  quantidade  de  vagas existentes no município. art.005 (cinco milésimo) por dia. em determinado  município. § 2º do art.  com  a  seguinte  pontuação:  a – diploma de Mestre.   (Decreto nº 55. § 3º do art. até no máximo 20 (vinte) pontos.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição. referente à classe ou  às aulas na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  a – como titular de Cargo.  b – como titular de cargo. até o máximo de 10 (dez) pontos. 15)    Artigo  839  ‐  Na  relação  de  indicações  do  candidato.  anteriormente  ao  ingresso  no  cargo de que é titular: 0. até  no máximo 50 (cinquenta) pontos. art.  até  o  momento  em  que  a  quantidade  de  vagas  restantes  se  iguale  ao  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  ainda  não  atendidos. 18)    Artigo 840 ‐ Durante o processo de atribuição de vagas quando. objeto de inscrição: 0. 19 e 20)      Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos    Artigo 842 ‐ Os candidatos inscritos no concurso de remoção serão classificados de  acordo com o disposto no neste artigo. SE nº 95/09. SE nº 95/09. c/c Res.  a  atribuição  dessas  vagas  será  prioritária  aos  inscritos  para  remoção  por  títulos.002 (dois milésimos) ‐ por dia.   (Res. na atual unidade de classificação: 0. for maior  que  o  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges.  2  ‐  por  títulos. 17. 24 c/c Decreto nº 55. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.001 (um milésimo)  por dia. exclusão e a substituição de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. observadas as seguintes pontuações e limites:  I – nas classes de docentes:  1‐ por tempo de serviço no campo de atuação da inscrição.143/09.  270 .   §  3º  ‐  No  momento  da  inscrição.143/09.  considerando  que  poderão  vir  a  apresentar  vagas  potenciais no decorrer do evento.  (Decreto nº 55. estas lhes serão atribuídas com prioridade. arts.  é  expressamente  vedada  a  inclusão.  c  –  como  docente  no  Magistério  Público  Oficial. 14 e art.  referente  às  matérias  pedagógicas:  5  (cinco) pontos.  o  candidato poderá  efetuar  quantas  indicações  desejar.  durante  o  evento.

 com a seguinte pontuação e limites:  a.  os  referidos  tempos.2  –  diploma  de  Doutor.3  –  como  designado  em  cargo  objeto  de  inscrição. até o máximo de 20 (vinte) pontos.  anteriormente  ao  ingresso:  0. no ato de inscrição.  serão  avaliados.  c  –  Certificado  de  Especialização  e/ou  Aperfeiçoamento  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.   b ‐ por títulos. 25 c/c Decreto nº 55.  §  3º  ‐  Os  cursos  de  mestrado  e  de  doutorado.3 – Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à  área da Educação: 1(um) ponto por certificado.  §  2º  ‐  Os  diplomas  de  Mestre  ou  de  Doutor  só  serão  avaliados  se  os  cursos  estiverem devidamente  credenciados pelo  então Conselho  Federal  de  Educação.  § 1º ‐ O título de Mestre ou de Doutor correlato à área da Educação.  a. caput e §§  1º e 2º do art.b – diploma de Doutor.  realizados  no  exterior. é vedada a duplicidade de cômputo de períodos concomitantes.  271 .  considerados  uma  única  vez  e  sempre  na  faixa  de  classificação  de  maior  ponderação.  referente  às  matérias  pedagógicas:  1(um) ponto por certificado. devendo ser.  credenciados junto aos órgãos competentes.002 (dois milésimos) por dia. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  §  2º  ‐  A  classificação  dos  inscritos  far‐se‐á  por  classe  de  cargos  e  também  por  disciplina  e  por  área  de  necessidade  especial. com a seguinte pontuação:  b.005 (cinco milésimos) por dia.  deverão  ser  utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam à concessão de Adicional por Tempo de  Serviço  –  ATS. será publicada uma relação de inscritos  por união de cônjuges e outra por títulos. referentes à  matérias pedagógicas.  observando‐se  que  a  data‐base  das  contagens  será  sempre  o  dia  30  de  junho. 9º)    Artigo 843 ‐ Na classificação por tempo de serviço dos integrantes das classes de  suporte pedagógico.2  –  como  titular  de  cargo. poderá ser considerado para fins de classificação em qualquer das classes  de docentes.  imediatamente precedente à abertura do período de inscrições para o concurso de remoção.  conforme  o  caso. SE 95/09.1  –  Diploma  de  Mestre. até no máximo 10 (dez) pontos.  até no máximo 50 (cinqüenta) pontos.001(um  milésimo)  por dia.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  10  (dez)  pontos.  II – na classe de suporte pedagógico:   a ‐ por tempo de serviço. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial do cargo de que é titular ou à área da Educação. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  § 3º ‐ Mantendo‐se a Classificação Geral.  no  atual  órgão  de  classificação:  0.  (Res. objeto de inscrição: 0.  e/ou  estiverem  devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação – MEC.  a.143/09.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  5  (cinco)  pontos. caput e §§ 1º ao 4º do art.  § 4º ‐ Caberá ao candidato comprovar o credenciamento ou o reconhecimento e a  revalidação dos cursos.1 – como titular de cargo.  b.  observando‐se  a  ordem  decrescente dos somatórios dos pontos obtidos por cada candidato.  b.  §  1º  ‐  Nas  contagens  de  tempo  de  serviço  de  que  trata  este  artigo. referente às matérias pedagógicas: 10  (dez) pontos.  desde  que  revalidados  por  universidades  oficiais  que  mantenham  cursos  congêneres.

143/09 § 3º do art. observará o campo de atuação. em formulário próprio.  caberá  reconsideração  dirigida  ao  Dirigente  Regional de Ensino.  o  desempate deverá se dar.  (Res.  § 4º ‐ A reconsideração interposta por candidato. SE 95/09.  na  forma  prevista  no  artigo  842.  por  competência  do  Órgão  Setorial de Recursos Humanos – DRHU/SE. e. em escola que apresente mais de um adido na mesma classe docente e/ou na  mesma  disciplina  ou  área  de  necessidade  especial.  §  1º  –  Da  classificação  dos  inscritos.  o  candidato  poderá  solicitar  revisão  de  avaliação  de  títulos ou retificação de contagem de tempo e/ou de quaisquer outros dados que julgue incorretos  na publicação ou no documento de confirmação de inscrição.  2 ‐ por encargos de família (maior número de dependentes).  sem  possibilidade  de  qualquer  alteração posterior. 26)    Artigo  845  –  A  classificação  dos  inscritos  para  o  concurso  de  remoção. 27 c/c Decreto nº 55. para  as  classes  de  suporte  pedagógico. 9º e  art. 12)    Artigo 846 – Encerrado o prazo de reconsideração da avaliação e do indeferimento  da inscrição da remoção e/ou da reserva.  será  publicada  no  Diário  Oficial  do  Estado. 28)        272 . em qualquer classe.  será  observada  a  ordem  de  prioridade  da  classificação dos docentes.  de  que  trata  o  §  1º  deste  artigo. art.  terá  seus  dados  ratificados. 25 c/c Decreto nº 55. SE 95/09. art. por motivo diverso dos previstos  nesta seção não terá efeito suspensivo nem retroativo.  com  vaga  potencial  surgida  durante o processo. em nível de unidade escolar.  §  6º  –  Os  pontos  decorrentes  da  avaliação  situar‐se‐ão  na  escala  de  0  a  100  pontos. no caso de remoção de docentes.  para fins de desempate.   (Res. devendo ser desprezada a 3ª casa decimal. art. que deverá ser protocolado na Diretoria de Ensino. 10)    Artigo  844  –  Para  fins  de  atendimento  à  reserva.  (Res. o Órgão Setorial de Recursos Humanos fará publicar no  Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos que tiveram a classificação alterada em virtude  de reconsideração e dos que solicitaram alteração do Município pretendido por união.143/09. SE 95/09. contados da publicação da classificação. estabelecida no processo de atribuição de  classes e aulas do ano letivo em curso.  § 3º ‐ O candidato que não se manifestar no prazo previsto para a reconsideração. observada a data‐base da inscrição.  §  2º  ‐  Na  reconsideração.§  4º  ‐  Quando  ocorrer  empate  entre  os  somatórios  de  pontos  dos  candidatos.  § 5º ‐ A contagem do tempo de serviço indicado no item 1 do parágrafo anterior.  (Res. SE 95/09.  3 ‐ pela maior idade. na seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do  Estado de São Paulo. no  prazo de 3 (três) dias.  deverá  considerar  todo  o  tempo  trabalhado  no  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. §§ 5º ao 11 do art. art.11 e caput do art.

  (Res. respeitando‐se:  I – as supressões ou exclusões. e   III  ‐  atribuição  compulsória  para  qualquer  vaga  dentro  do  município  do  cônjuge. modificação da vaga potencial e da reserva. 31 a 33)  273 . arts.  Parágrafo único – A comunicação deverá ser imediata. 29)    Subseção VII  Da Atribuição de Vagas    Artigo  848  –  A  atribuição  de  vagas  aos  candidatos  inscritos  no  concurso  de  remoção. art.  respeitando‐se  sempre  e  sequencialmente:  I – a ordem de classificação geral dos inscritos. art.  por  títulos  e  por  união  de  cônjuges.  mesmo que não conste de suas indicações. art. 18)    Artigo 849 – No período de reconsideração.   II – a ordem de classificação geral dos candidatos. e   III – as indicações dos candidatos mais bem classificados. obedecendo‐se à sequência das indicações  somente  para  o  Município  do  cônjuge. feita por ofício ao Diretor  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e  entregue.  que implique vacância do cargo. SE 95/09.  (Res.  obedecendo‐se  à  sequência  das  indicações  somente  para o Município do cônjuge.  se  houver  vaga. SE 95/09.  situação  que  ocorre  quando  há  o  preterimento  de  candidato melhor classificado por títulos.  para  o  Município  onde  o  cônjuge. desde que  apresente parecer do órgão competente a respeito da situação funcional do cônjuge.  II ‐ atendimento por união de cônjuges.Subseção VI  Da União de Cônjuges    Artigo  847  –  A  remoção  por  união  de  cônjuges  será  feita  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  direta  e  exclusivamente. SE 95/09. ocorrerá a fase de  atribuição de vagas.  no  Centro  de  Seleção e Movimentação de Pessoal. 143/09.  será  realizada. o superior imediato deverá comunicar  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  qualquer  alteração  na  situação  funcional  do  candidato.  Parágrafo  único  ‐  Em  caso  de  acumulação  de  cargos  ou  funções  públicos  em  municípios diversos.    Artigo 850 – Efetivadas as publicações de que trata o artigo 846. 30 c/c Decreto nº 55.    Artigo  851  –  Na  atribuição  de  vagas  será  obedecida  a  ordem  de  preferência  das  unidades indicadas pelo candidato. tem o cargo classificado ou exerce função de natureza permanente. respeitado o disposto no artigo  842. referidas nos incisos I e II do artigo 836. a união será concedida para o município de opção do candidato. atendida a seguinte  ordem de atribuição:  I  ‐  atendimento  por  títulos.  II – a ordem das indicações em cada inscrição.  funcionário  público  ou  servidor.  (Res.

261/68. em Jornada Inicial ou Básica de Trabalho Docente.  por  parte  do  candidato. art. 4º)    Artigo  860  –  Os  recursos  para  efeito  do  disposto  nesta  seção  não  terão  efeito  suspensivo. c/c Decreto nº 55. 34 a 37)    Artigo  856  –  Compete  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  publicar  os  comunicados  previstos  nesta  seção  e  as  instruções  julgadas  necessárias.  (Res.    Artigo  859  –  O  ato  de  inscrição. na condição de adido.  não  podendo  ser  atribuída a outro candidato.  bem  como  o  resultado  final do concurso de remoção por títulos e por união de cônjuges. 39 a  41. SE 95/09. devendo ser apresentados os instrumentos de mandato. único do art. que vier a se readaptar no decorrer do concurso.    Artigo  853  –  Quando  a  remoção  de  titular  de  cargo  da  classe  de  docente  ou  da  classe de suporte pedagógico for tornada sem efeito. documento de identidade do  procurador e os documentos exigidos para  cada um deles.143/09. art 43)  274 . se não houver mais vaga. art.  (Res. art.  a  vaga  remanescente  estará  excluída  do  concurso. incluído.  implicará  o  reconhecimento  e  o  compromisso  de  aceitação  do  disposto  nesta  seção  e  demais  normas  disciplinadoras do concurso. observado o disposto no  inciso IX  do  artigo 243 da Lei nº 10. seja qual for o motivo alegado. 42 c/c Decreto nº 55.143/09. por ocasião da assunção.    Artigo 854 – O candidato inscrito. 21)    Artigo 857 – Todos os atos pertinentes a este concurso poderão ser efetuados por  procuração.  (Res.  após  o  que  não  será  permitida  ao  candidato a desistência ou qualquer tipo de alteração. SE 95/09. SE 95/09.  Parágrafo  único  –  Na  situação  aventada  no  caput  deste  artigo. readaptação  ou  vacância  de  cargo. arts. 38 c/c Decreto nº 55.    Artigo 855 ‐ O Professor Educação Básica I em Jornada Inicial de Trabalho Docente  que se remover para uma classe reorganizada (5 horas) será. SE 95/09. arts.  (Res.  Subseção VIII  Das Disposições Finais    Artigo  852  –  A  remoção  será  efetivada  mediante  portaria  do  Dirigente  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. em virtude de decisão judicial. § 1º do art. se for o caso. de  acordo com a indicação. 12)    Artigo  861  –  Os  casos  omissos  serão  decididos  pelo  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos.143/09 par.    Artigo  858  –  Poderá  haver  atendimento  parcial  da  reserva  de  carga  horária  ao  candidato que se encontrar nas situações especificadas no artigo 836.  o  funcionário  retornará à unidade de origem. SE 95/09.  terá o ato de nomeação tornado sem efeito.  (Res.

  em  nível  de  mestrado  ou  doutorado. de 3 de  dezembro  de  2003. atuando no magistério público estadual.  Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado    Artigo 862 – O Projeto Bolsa Mestrado.  e  que  atenda. e 9 (nove) anos.277/08.  c) cópia do último holerite.  que  atender  aos  requisitos do artigo anterior e tiver interesse em participar do Projeto Bolsa Mestrado/Doutorado.  h)  cópia  do  termo  de  ciência/compromisso  disponibilizado  no  sítio  do  Projeto  devidamente assinada.  indicando nome/área do curso e a titulação final.  VII ‐ não tenha sofrido qualquer penalidade administrativa disciplinar.    III – seja portador de licenciatura plena.  deverá:  I ‐ cadastrar‐se.  f)  declaração  da  instituição  de  ensino  superior  de  que  o  curso  de  Mestrado/Doutorado é recomendado/reconhecido pela CAPES. observado o disposto no  artigo 867. instituído pelo Decreto nº 48.  em  processo  seletivo. no sítio do Projeto.  VI  ‐  esteja  distante  da  aposentadoria  por  pelo  menos  5  (cinco)  anos.  quando  se  tratar de curso de mestrado.  cumulativamente.  ao  titular  de  cargo  efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  ministrado  por  instituição  de  ensino  de  nível  superior.   275 . c/c art.298. via Internet.  g) declaração da Instituição de Ensino Superior de que o interessado foi aprovado  como  aluno  regular. às seguintes condições:  I ‐ esteja em efetivo exercício. integrante de classe de docentes ou de suporte pedagógico.  VIII ‐ comprove admissão em curso de mestrado ou doutorado reconhecido pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ‐ CAPES.  IX  ‐  apresente  projeto  da  dissertação  ou  tese  conforme  as  linhas  de  pesquisa  e  condições definidas em normas complementares pela Secretaria da Educação.  da  rede  pública  ou  privada.  d)  declaração  de  tempo  de  efetivo  exercício  no  cargo  e  de  distância  da  aposentadoria expedida pela sede de exercício.  (Decreto nº 53.  exclusivamente. os seguintes documentos:   a) cópia da ficha cadastral preenchida na Internet.  b) cópia de documentos pessoais: RG e CPF. SE nº 64/08)    Artigo  863  ‐  O  titular  de  cargo  do  Quadro  do  Magistério  ‐  QM.  V  ‐  não se encontre  percebendo incentivo  decorrente de concessão  de qualquer  tipo de bolsa por outro órgão público.  e) declaração de horário de trabalho do local de exercício. nos últimos  5 (cinco) anos.  IV  ‐  não  esteja  em  regime  de  acumulação  remunerada  de  cargos  públicos  ou  de  cargo/função/emprego público. arts.  II ‐ formalizar sua inscrição.  para  ingresso  em  programa  de  pós‐graduação. quando se tratar de doutorado.  destina‐se.  admitido  em  curso  de  pós‐graduação.  II ‐ tenha sido considerado estável nos termos da Constituição Federal. 1º da Res. encaminhando via correio/SEDEX ou pessoalmente à  Diretoria de Ensino na qual se encontra vinculado o seu cargo. 1º e 2º.

§  1º  ‐  As  inscrições  estarão  abertas  nas  Diretorias  de  Ensino  nos  meses  de  maio/junho e novembro/dezembro  de  cada  ano  ou  em  períodos  a  serem  fixados pela  Comissão  Central.  efetuando os pagamentos dos benefícios até o décimo dia útil de cada mês. art. 2º)    Artigo  864  ‐  Os  trabalhos  serão  coordenados  por  uma  Comissão  Central  e  por  Comissões Regionais com as seguintes competências:  I ‐ Cabe à Comissão Central:  a) responsabilizar‐se pela coordenação geral do Projeto.  c) autorizar o encaminhamento dos projetos de pesquisa à FAPESP dos candidatos  que atenderem aos requisitos contidos nesta resolução.  II ‐ Compete à Comissão Regional:  a) responsabilizar‐se pela coordenação regional do Projeto.  sem  efeito  retroativo. aprovação e acompanhamento acadêmico do projeto de pesquisa  será efetuado pela FAPESP em trabalho conjunto com a Secretaria de Educação.  e) encaminhar à Comissão Central os recursos interpostos em nível regional com  respectivo parecer circunstanciado. mediante a verificação  do contido no parágrafo 5º do artigo 865.  que  serão  concedidos pelo prazo previsto para a conclusão do curso.  § 2º ‐ As Comissões Regionais serão instaladas nas Diretorias de Ensino integradas  por 3 (três) profissionais designados pelo Dirigente Regional sendo um da área de finanças.  em  data  anterior  a  30  de  agosto  de  2008.  2 ‐ atender aos demais requisitos e exigências desta seção. em nível de mestrado ou  doutorado.  no  início  de  cada  ano.  3  ‐  obter  a  proporcionalidade  dos  incentivos.  § 1º ‐ A Comissão Central será integrada por 3 (três) profissionais indicados pelo  Gabinete do Secretário da Educação.  276 .  d)  processar  a  operacionalização  do  incentivo  em  sua  área  de  jurisdição.  b)  definir.  c) expedir orientações às Comissões Regionais.  poderá  inscrever‐se  para  participar  do  Projeto obedecido ao que segue:  1 ‐ apresentar declaração da instituição de ensino superior com as datas de início  do curso e de previsão da defesa de tese.  g) resolver casos omissos desta seção.  (Res.  § 4º ‐ A análise. SE nº 64/08. observado o contido nos  artigos 862 e 863.  §  3º  ‐  O  profissional  que  for  contemplado  com  a  Bolsa  Mestrado  não  poderá  integrar as Comissões Central ou Regional de que trata esta seção.  f)  analisar  e  decidir  sobre  os  pedidos  de  reintegração  da  bolsa  mestrado/  doutorado.  d) analisar os relatórios das Comissões Regionais.   § 2º ‐ O interessado que estiver cursando pós‐graduação.  e) analisar e decidir sobre recursos interpostos em nível central.  b) receber e analisar a documentação dos interessados.  o  número  de  bolsas  a  ser  disponibilizado  para  concessão e o cronograma das inscrições.  f)  encaminhar  para  análise  da  Comissão  Central  relatórios  semestrais  de  acordo  com diretrizes a serem definidas pelo órgão central de competência.

  § 3º ‐ A prorrogação pelo prazo máximo de 6 (seis) meses.  §  2º  ‐  O  bolsista  deverá  obter  o  título  de  Mestre  ou  de  Doutor  nos  prazos  estabelecidos nos incisos I e II deste artigo. pelo mesmo período durante o qual usufruiu  o benefício da bolsa. será concedida mediante a apresentação de declaração do orientador do curso.  em  qualquer  hipótese.  §  4º  ‐  A  concessão  do  incentivo  da  Bolsa  Mestrado/Doutorado  em  hipótese  alguma terá efeito retroativo não cabendo ressarcimentos a eventuais gastos anteriores. SE nº 64/08.  em  parcela  única.  (Res.  o  bolsista  deverá  comprovar  semes‐tralmente. será notificado para.  §  7º  ‐  O  educador  participante  do  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  permanecerá. SE nº 64/08)    Artigo  866  ‐  O  educador.  os  bolsistas  deverão  atender  as  exigências  daquela  fundação  relativas  à  apresentação de quaisquer tipos de relatórios.  repor.  beneficiário  do  auxílio  financeiro  objeto  do  Programa  Bolsa  Mestrado/Doutorado.  §  1º  ‐  Verificado  o  atendimento  dos  requisitos  estabelecidos  no  artigo  862.  perante à Comissão Regional.277/08.  inclusive  quitação  das  mensalidades.  o  candidato  deverá  assinar  termo  de  compromisso  no  sentido  de  que  permanecerá  em  efetivo  exercício no magistério público estadual. 5º da Res. devidamente consolidada na forma desta resolução. 3º  c/c o art.  bem  como. a ser concedida ao educador pelo período de:  I ‐ até 24 (vinte e quatro) meses. para que seja promovida  a sua cobrança judicial.  que  deixar de cumprir as condições previstas para a sua concessão e manutenção. art. desenvolvido no curso de Mestrado/ Doutorado. sob pena  de imediato encaminhamento do débito à Procuradoria Geral do Estado. prorrogáveis pelo prazo máximo  de 6 (seis) meses. nos termos definidos pela Secretaria  da Educação.  em  efetivo  exercício  no  Magistério Publico Estadual.   § 10 ‐  O  servidor que cursar  pós‐graduação em  nível de mestrado ou doutorado  em instituição pública o incentivo será utilizado para aquisição de material de suporte ao curso.  II  ‐  até  48  (quarenta  e  oito  meses).  a  partir  da  data  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. conforme estabelecido no § 1º deste artigo.   §  6º  ‐  A  data  de  apresentação  da  defesa  da  dissertação/tese  determinará  a  cessação imediata do beneficio Bolsa Mestrado/Doutorado.  prorrogáveis  pelo  prazo  máximo de 6 (seis) meses.  §  8º  ‐  O  bolsista  poderá  se  afastar  do  exercício  do  cargo  para  participar  de  congressos e outros eventos com objetivo específico de apresentar/publicar material relativo ao  seu projeto. prevista nos incisos I e II  deste artigo.  277 .§  5º  ‐  Para  que  seja  viabilizado  o  acompanhamento  acadêmico  dos  projetos  de  pesquisa  pela  FAPESP. em  que conste explicitada a necessidade de dilação do prazo para defesa da dissertação/tese.   §  5º  ‐  Para  efeito  de  pagamento.  de  3  de  dezembro  de  2003.  o  valor da ajuda financeira concedida. encaminhar mensalmente a freqüência mínima exigida e aproveitamento.  (Decreto nº 53.  no prazo  de 30  (trinta)  dias. é que o interessado poderá pleitear a Bolsa Doutorado. arts 3º e 4º)    Artigo  865  ‐  O  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  consiste  em  ajuda  financeira  mensal.  §  9º  ‐  Somente  após  o  cumprimento  do  período  de  retribuição  do  benefício  recebido pelo curso de mestrado.  contado  do  recebimento  da  notificação. para Mestrado. no mínimo. a critério da Administração.  instituído  pelo  Decreto  nº  48.  quando  for  o  caso.  para  Doutorado. a critério da Administração. a adimplência das obrigações por ele assumidas junto à Instituição  de  Ensino.298.

 desde que o educador justifique e demonstre de modo inequívoco incapacidade  financeira para saldar o débito de outra forma. apurado a partir  do valor do débito consolidado dividido pelo número de parcelas requerido.  §  3º  ‐  Havendo  quebra  superveniente  do  vínculo  funcional.  o  débito  será  consolidado  nessa  data  e  o  interessado  será  notificado para a celebração.  com  o  encaminhamento  do  valor  do  saldo devido  para a Procuradoria Geral do Estado. será corrigido monetariamente até a final liquidação. promover a cobrança judicial correspondente. se verificado  atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de qualquer das parcelas.  que  o  débito  consolidado  na  data  da  notificação seja reposto na forma do artigo 111 da Lei nº 10.  7  ‐  sem  prejuízo  da  conversão  em  reais  na  data  do  efetivo  pagamento.  6  ‐  será  considerado  rompido.  deduzidos  os  descontos  mensais efetuados.  Artigo  866  A  ‐  Excepcionalmente.  sobre  o  valor  das  parcelas  seguintes  à  primeira.  em  substituição  às  formas  de  pagamento  previstas nesta seção.  3 ‐ o valor de cada parcela será expresso em número de UFESP’s.  para  atrasos  superiores  a  30  (trinta)  dias  e  iguais  ou  inferiores a 60 (sessenta) dias.  §  1º  ‐  Para  os  educadores  que  já  não  mantêm  vinculo  funcional  com  a  Administração a única possibilidade de parcelamento é a prevista no caput deste artigo. para atrasos superiores a 60 (sessenta) dias e iguais ou  inferiores a 90 (noventa) dias. requerer que as horas reduzidas da jornada de trabalho sejam repostas nos  fins de semana.  aplicando‐se  o  artigo 2º.  §  1º  ‐  O  saldo  do  débito  reposto  na  forma  deste  artigo. por qualquer motivo. o percentual do desconto em folha poderá ser superior ao previsto no artigo 111 da Lei nº  10.    Artigo 866 C ‐ Caso o incentivo tenha sido concedido na forma no inciso II do artigo  2º  do  Decreto  nº  48. no prazo de  30  (trinta)  dias  contado  do  recebimento  da  notificação.  5 ‐ somente poderá ser pleiteado uma vez.  § 2º ‐ De acordo com a conveniência do educador.  2  ‐  se  deferido.  os  valores  relativos  ao  débito  objeto  da  notificação  prevista  no  artigo  anterior  poderão.  ser  pagos  parceladamente.  § 2º ‐ O parcelamento previsto neste artigo obedecerá ao seguinte procedimento:  1  ‐  o  número  máximo  de  parcelas  será  igual  ao  número  de  meses  em  que  os  valores do auxílio tenham sido repassados ao beneficiário.  poderá  o  educador. o integrante do Quadro do Magistério Público Estadual poderá requerer. e será convertido em  reais na data do efetivo pagamento.  incidirão os seguintes percentuais de multa moratória:  a) 5% (cinco por cento). celebrado. ainda que o parcelamento anterior não  tenha sido.261/68. para atrasos não superiores a 30 (trinta) dias.  a  critério  da  Administração.  278 .261/68. manifestada em requerimento  próprio.  4  ‐  será  considerado  celebrado  com  a  assinatura  do  termo  de  acordo  e  o  pagamento da primeira parcela.  pagas  com  atraso  não  superior  a  90  (noventa)  dias.298/2003.    Artigo  866  B  ‐  Sem  prejuízo  da  forma  de  pagamento  prevista  nos  artigos  anteriores. desde que demonstrada a incapacidade financeira para a quitação à vista do débito. nas Escolas que mantém o Projeto Escola da Família.  por  exoneração  ou  demissão.  o  saldo  remanescente  apurado  deverá  ser  liquidado  de  uma  só  vez.  c) 15% (quinze por cento).  b)  10%  (dez  por  cento).

  Artigo 866 D‐ Para efeito do disposto nesta seção. SE nº 29/09.  a  carga  horária  correspondente  às  horas  de  trabalho reduzidas ou a soma do valor de todas as horas reduzidas da jornada de trabalho.298/2003.277/08)    Artigo  867  ‐  O  servidor  deverá  cursar  pós‐graduação  na  disciplina  do  cargo  que  exerce  ou  pós‐graduação  em  Educação  e.  no  caso  de  Diretor  de  Escola.  que  venha  a  alterar  sua  capacidade  para  o  trabalho.  §  1º  ‐  Quando  o  curso  de  pós‐graduação  tiver  por  objeto  a  disciplina  do  cargo  exercido pelo servidor.  aos  vencimentos  dos  beneficiários  e  não  será  considerado  para  cálculo  de  quaisquer vantagens pecuniárias.  §  3º  ‐  O  projeto  Bolsa  Mestrado  atenderá  os  candidatos  cujos  projetos  forem  selecionados segundo normas complementares expedidas pela Secretaria da Educação. 4º ao 7º)    Seção IV  Da Readaptação    Artigo 870 ‐ O integrante do Quadro do Magistério poderá ser readaptado. contada  a partir da data em que ocorreu o motivo de exclusão do beneficiário do programa até a data da  efetiva liquidação do débito.  em  relação  a  algumas  tarefas  específicas de suas funções.  obedecidas as normas legais e regulamentares incidentes na espécie. o projeto de dissertação ou tese deverá estar dirigido especificamente para  o desenvolvimento de metodologias de ensino e aprendizagem da respectiva disciplina e incluído  nas linhas de pesquisa definidas pela Secretaria da Educação.  mediante  a  formalização  de  instrumentos  jurídicos  próprios.  em  se  tratando de integrante da classe de docentes.  podendo. bem como incluído nas linhas de pesquisa definidas  pela Secretaria da Educação. o projeto deverá estar  voltado  especificamente  para  a  área  de  gestão  escolar.  II ‐ débito consolidado ‐ valor do débito acrescido de correção monetária. desde  que  ocorra  modificação  no  seu  estado  físico  e/ou  mental.666.277/08.   (Res.  (Decreto nº 53.  contar  com  a  colaboração  de  instituições  especializadas.  § 2º ‐ Quando o curso de pós‐graduação for em Educação. em  nenhuma  hipótese.  Parágrafo único ‐ A correção monetária será calculada de acordo com a  variação  do valor da UFESP.  quando  se  tratar  de  Supervisor  de  Ensino. 1º a 5º.  área  de  supervisão  escolar.  para  tanto.    279 .  ou  desenvolvimento  de  metodologias  de  ensino  e  aprendizagem  referentes  à  disciplina  do  cargo  que  exercer.    Artigo  869  ‐  A  Secretaria  da  Educação  ficará  incumbida  do  acompanhamento  e  avaliação  do  Projeto  Bolsa  Mestrado. c/c o art. 4º do Decreto nº 53. de 21 de junho de 1993. se o incentivo foi concedido na forma do  inciso  II  do  artigo  2º  do  Decreto  nº  48. em especial a Lei federal nº  8.  comprovada  através  de  inspeção  médica.    Artigo 868 ‐ O incentivo financeiro de que trata esta seção não se incorpora.  efetivamente desembolsado em favor do beneficiário ou. arts.  com  estrita  correlação  à  sua  área  de  atuação. arts. considera‐se:  I  ‐  débito  ‐  a  soma  de  todas  as  parcelas  do  auxilio  financeiro  concedido.  neste  caso.

 justificando a medida ou  II  –  pelo  DPME. com a redação dada pela Res. se for o  caso.  (Res.  por  mudança  de  sede  de  exercício. permanecer em exercício na Diretoria de Ensino.  readaptado.    Artigo 875 ‐ A sede de exercício do readaptado será fixada da seguinte forma:  I – se docente. à carga suplementar que prestava no momento da readaptação ou  2 – pela média da carga horária dos últimos 60 meses imediatamente anteriores à  readaptação.  § 1º ‐ O limite estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos readaptados da  própria unidade de classificação do cargo ou da função‐atividade.  por  ocasião  da  publicação  da  Súmula de Readaptação. no âmbito da Secretaria  da Educação para:  I – integrar o Módulo das Diretorias  de Ensino.Artigo 871 ‐ A readaptação de que trata esta seção poderá ser proposta:  I – pelo chefe imediato. fazendo jus. 2º. optar:  1 – pela jornada de trabalho docente em que estiver incluído.    280 . na unidade escolar de classificação do cargo ou da função‐atividade  e   II  –  se  titular  efetivo  de  cargo  de  classes de  suporte  pedagógico.  no  entanto.  anualmente. arts.  observado. o readaptado poderá ter exercício  fora  do  âmbito  da  Pasta. na mesma unidade de classificação do cargo ou da função‐ atividade. 1º.  § 2º ‐ Ouvida a CAAS e devidamente autorizado.  respeitado  o  limite  de  até  2  readaptados  por  unidade escolar ou Diretoria de Ensino.  quando. SE nº 26/97)    Artigo 874 ‐ O readaptado cumprirá. ficar comprovada a ocorrência das modificações previstas no artigo anterior.  enquanto  perdurarem  os  motivos  que  deram  origem  à  readaptação.  readaptado.  o número de horas correspondentes à sua jornada ou carga horária de trabalho semanal.  o  disposto  no  artigo 874. será considerado de afastamento do  cargo para fins de substituição.     Artigo  877  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  na  Diretoria  de  Ensino a que se vincula a unidade de classificação do cargo.  III – ser designado para a função de Vice‐Diretor de Escola ou integrante de classe  de suporte pedagógico.  a  cumprir  o  Rol  de  Atribuições  constante da Súmula de Readaptação.    Artigo 873 ‐ O docente readaptado poderá ser afastado.  poderá  optar. SE nº 307/91. 3º e 4º.  Parágrafo  único  –  O  docente  readaptado  poderá.    Artigo  872  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ficará  obrigado.  II – exercer a função de Professor Coordenador. na unidade designada para sede de exercício.  Parágrafo  único  –  O  afastamento  previsto  neste  artigo  somente  poderá  ocorrer  após pronunciamento favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde.    Artigo 876 ‐ O período em que o titular de cargo de classes de suporte pedagógico.  através  de  inspeção  de  saúde  para  fins  de  licença  ou  aposentadoria.  por  prazo  certo  e  determinado.

 inciso III. 5º ao 12. nº 706/93.  e  na  impossibilidade de aproveitamento imediato.  II  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade  declarado  estável  nos  termos  da  Constituição  Federal/88.010/07. 14 c/c o art.Artigo  878  ‐  Compete  ao  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos.  enquanto  permanecer  na  condição de readaptado. c/c a Lei Compl.ou iniciará período de interrupção de exercício.  (Res.  não  poderá:  I – se titular de cargo:  a) ampliar a jornada de trabalho e  b) substituir outro docente com carga horária superior.  em  relação aos readaptados.  no  decorrer  do  ano. abrangido pela Lei Complementar nº 1.    Artigo  879  –  As  aulas  e/ou  classes  de  Professor  Educação  Básica  I  e  Professor  Educação Básica II serão liberadas após a publicação da Súmula de Readaptação de seus titulares .  os  funcionários  e  servidores  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.    Artigo  881  –  Cessada  a  readaptação  do  docente. expedir portaria de:  I – classificação de unidade – sede de exercício e  II – mudança de sede de exercício. SE nº 307/91.     Artigo  884  –  O  docente  que  tiver  processo  de  readaptação  em  tramitação.  do  281 .  II – se estável ou ocupante de função‐atividade: ampliar a carga horária semanal  de trabalho. e 15)    Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno    Artigo  885  ‐  Farão  jus  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno. 13. deverá:  I  –  perceber  salário  correspondente  à  carga  horária  fixada  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 874.  anualmente. quando se tratar  de docente categoria F. até seu aproveitamento. arts. da Lei 500/74. até seu aproveitamento.  será  declarado  adido  e  perceberá  vencimentos  correspondentes à jornada de trabalho na qual está incluído. SE nº 90/05.  III  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade. com a redação  dada pela Res. e  II  –  inscrever‐se.  quando  do  processo  de  atribuição  de  classes  e/ou  aulas.  perceberá  salário  pela  carga  horária  de  10  (dez)  horas  semanais  ou  50  (cinqüenta) horas mensais.  será  dispensado  nos  termos  do  artigo 35. deverão ser tomadas as seguintes provi‐dências:  I  –  se  titular  de  cargo.  inscrever‐se em concurso público de remoção por permuta.    Artigo 883 – O tempo de serviço prestado na condição de readaptado poderá ser   considerado no campo de atuação para efeito de classificação no processo anual de atribuição de  classes e aulas. exclusivamente para efeito de classificação. união de cônjuges ou títulos.  enquanto  perdurar  a  readaptação. 8º da Res.    Artigo  880  –  O  docente  ocupante  de  função‐atividade. SE nº 26/97.    Artigo  882  –  Fica  vetado  ao  titular  de  cargo.

  como  se  em  exercício  do  cargo  ou  função‐atividade  estivessem. serviços obrigatórios  por lei e de outros afastamentos que a legislação considere como de efetivo exercício para todos  os efeitos legais. que atuam no período noturno.    Artigo  890  –  Entenda‐se  como  outros  afastamentos  que  a  legislação  considere  como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. a Gratificação será  calculada sobre o valor que corresponder às horas de serviço prestadas no período noturno. faltas abonadas.  Parágrafo único – Quando o titular reassumir o exercício no 1º dia útil do ano.    Artigo 886 ‐ Considerar‐se‐á trabalho noturno aquele que for realizado no período  das  19  (dezenove)  horas  às  23  (vinte  e  três)  horas. o  substituto será considerado dispensado em 31  de dezembro do ano anterior. nojo. de 27‐12‐85.  licença‐ prêmio.  § 2º ‐ Para apuração do total de horas mensais de integrante de classe de suporte  pedagógico será aplicada a seguinte fórmula:  1 – total semanal de horas prestadas dividido por 5 (cinco) e multiplicado por 30  (trinta)  2 – do resultado da multiplicação deve ser considerado apenas o número inteiro. no período noturno. por 240 (duzentas e quarenta) horas.    Artigo  889  ‐  O  funcionário  ou  servidor  do  Quadro  do  Magistério  não  perderá  o  direito  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno.  integrantes  do Quadro do Magistério. licença para tratamento de saúde. não serão consideradas as horas fracionadas. júri. consideradas as horas inteiras  efetivamente trabalhadas nas unidades escolares. aqueles em que o funcionário ou servidor  continuam  a  perceber  o  vencimento.    282 .    Artigo  891  ‐  Aplicam‐se  as  disposições  desta  seção  aos  readaptados. gala.  § 1º ‐ O cálculo do valor de hora será resultado da divisão do valor do padrão em  que estiver enquadrado o funcionário.  (Res. no período noturno. arts. enquanto atuarem no ensino fundamental e médio das unidades escolares  da Secretaria da Educação.    Artigo 888 ‐ Para o integrante de classe de suporte pedagógico.  §  3º  ‐  O  pagamento  do  Supervisor  de  Ensino  será  efetuado  com  freqüência  vencida. 1º ao 7º)    Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias    Artigo  892 ‐ O docente ocupante de função‐atividade dispensado nos termos  do  inciso I ou II do artigo 26 da LC nº 444.Quadro do Magistério. SE nº 82/86.    Artigo 887 ‐ Para fins de pagamento de que trata o artigo 85 da Lei Complementar  nº 444/85. por meio de informação mensal à Secretaria da Fazenda.  conforme  estabelece  o  artigo  84  da  Lei  Complementar nº 444/85. fará jus ao pagamento relativo ao período de  férias na base de 1/12 (um doze avos) do valor percebido por mês de serviço prestado.  quando  se  afastar  em  virtude  de  férias.  desprezadas as frações.

 no período de férias estabelecido pelo calendário escolar.  cinematográficos. SE nº 145/86. com a redação dada pela Res. SE nº 306/89)     Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada    Artigo  895  ‐  É  assegurado  o  pagamento  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  realmente  cobrado  para  o  ingresso  em  casas  de  diversões.    Artigo  897  ‐  A  prova  da  condição  prevista  no  artigo  895  para  recebimento  do  benefício.  o  direito  de  usufruir. e destina‐se a indenizar parte das  283 .  Parágrafo  único  ‐  O  cálculo  e  o  pagamento  de  que  tratam  os  artigos  anteriores.  para  os  efeitos  desta  seção. de 22 de julho de 1992.  § 2º Cabe ao docente. ainda não gozadas. e  II – as férias indeferidas por absoluta necessidade do serviço. 1º. 1º. entregar ao superior imediato  os  expedientes que  retratem  a  sua situação funcional. ao reassumir suas funções.  § 1º ‐ Aplica‐se o disposto no caput e inciso I deste artigo a docente em gozo de  licença à gestante.Artigo 893 ‐ Para fins de cálculo.  praças  desportivas  e  similares. SE nº 15/90.  (Resolução SE nº 289/86.  atividades  sociais  recreativas  e  quaisquer  outros  que  proporcionem  lazer  e  entretenimento. arts.  no  período em  que esteve afastado.    Artigo  896  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversões.  instituído  pelo  artigo  2º  da  Lei  Complementar nº 679.858/01. 2º e 3º)    Seção IX  Do Adicional de Transporte    Artigo  898  ‐  O  adicional  de  transporte.  Parágrafo  único  –  A  meia‐entrada  corresponderá  sempre  à  metade  do  valor  do  ingresso cobrado. quanto  ao gozo  de férias. será considerado o período compreendido entre  os meses de janeiro a dezembro do ano base.  teatrais. art.  fica  assegurado.  serão efetuados automaticamente pela Secretaria da Fazenda.  os  estabelecimentos  que  realizaram  espetáculos  musicais. 2º e 3º)    Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes    Artigo  894  –  Ao  professor  afastado  para  exercer  outras  atividades. do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação.  (Lei nº 10.  (Res.  circenses. será devido ao Supervisor de Ensino e ao Diretor  de Escola. sendo o pagamento efetuado no mês de fevereiro  do ano subseqüente. ainda que sobre o seu preço incidam descontos ou atividades promocionais. será feita por meio da carteira funcional  ou demonstrativo de pagamento do mês em  curso.  artísticos. 1º.  por  ocasião  do  retorno  ao  exercício  das  funções  docentes. art.  atendido o interesse do ensino:  I – as férias regulamentares do exercício. alterado pela Res.  aos  professores da rede pública estadual de ensino.

    Artigo  904  – Sobre  o  adicional  de transporte não  incidirá  vantagem  de  qualquer  natureza. arts.  bem como a avaliação do seu cumprimento. o  termo lavrado pelo Supervisor de Ensino quando de visita às escolas. inclusive faltas abonadas.  (Decreto nº 35. 1º ao 8º)    Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador    Artigo  906  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" dirige‐se aos professores e outros profissionais da área da educação.  deverá  ser  justificado  perante  o  superior  imediato. nem se incorporará aos vencimentos para nenhum efeito. até o segundo dia útil do mês. férias.    Artigo  899  ‐  É  condição  essencial  para  a  concessão  do  benefício  a  apresentação  prévia do plano de trabalho mensal. tais como  faringite.  nojo e júri.  correspondendo a:  I – 20% (vinte por cento) do padrão inicial da classe para o Supervisor de Ensino. no caso de seu descumprimento  integral. referente ao mês.  284 .    Artigo 900 ‐ Cabe ao superior imediato a aprovação do plano de trabalho mensal.  II – 10% (dez por cento) do padrão inicial da classe para o Diretor de Escola.    Artigo 903 ‐ O benefício de que trata esta seção não será computado no cálculo de  quaisquer vantagens. bem como as metas contidas  no Plano de Gestão da escola elaborado pela direção da unidade.  Parágrafo único – Serão considerados instrumentos de avaliação. dermatite e outras.796/92. gala.    Artigo  905  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  ao  funcionário  que  exerça  substituição nas classes de Supervisor de Ensino e de Diretor de Escola. dentre outros. licenças e ausências de qualquer natureza.    Artigo 901 ‐ O descumprimento do plano de trabalho mensal acarretará:  I – perda total da  vantagem. bursite.  Parágrafo único – O descumprimento parcial do plano de trabalho de que trata o  inciso  II  deste  artigo.  II  –  redução  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  da  vantagem.  a  quem  caberá  decidir  pela perda parcial ou total da vantagem.despesas  de  locomoção  realizadas  no  desempenho  das  atribuições  próprias  dos  cargos.  no  caso  de  descumprimento parcial do plano de trabalho.    Artigo  907  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" tem por objetivos:  I ‐ informar e esclarecer os professores e outros profissionais da área da educação  sobre a possibilidade da manifestação de doenças decorrentes do exercício profissional.    Artigo 902 ‐ O funcionário perderá o direito ao adicional de transporte na hipótese  de afastamento.

 1º e 2º)    Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São  Paulo    Artigo  908  –  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo observará as disposições desta seção.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência.  poderão  obter  junto  à  direção  das  unidades  escolares  a  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano.  (Lei nº 12. voltadas ao combate à violência contra os profissionais da  educação que nela trabalhem.  Conselhos de Escola  e entidades da comunidade interessadas em  contribuir  com este  processo.048/05.  e  membros das comunidades respectivas.  trens  metropolitanos  e  Metrô. nos dias letivos.945/89)    Artigo  913  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar. art.     Artigo  909  ‐  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo tem os seguintes objetivos:  I – estimular a reflexão nas escolas e respectivas comunidades acerca da violência  que tem atingido os educadores. 2º. 3º e 5º)    Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  912  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens.  mediante  a  utilização  de  285 .II ‐ orientar sobre os métodos e formas preventivas de combate a referidos males.  (Lei nº 11. seja no ambiente escolar ou em suas imediações.  alunos.  III ‐ encaminhar o profissional enfermo para o adequado tratamento das moléstias  de que seja vítima em virtude da profissão. 81.  III  –  implementar  medidas  preventivas  e    cautelares  em  situações  nas  quais  os  educadores estejam sob risco de violência.875/05. arts.    Artigo  910  ‐  As  atividades  voltadas  à  reflexão  sobre  a  violência  contra  os  educadores serão organizadas conjuntamente pelas entidades representativas dos profissionais da  educação. 1º.    Artigo  911  ‐  A  Política  de  que  trata  esta  seção  poderá  contar  com  o  apoio  de  instituições públicas voltadas ao estudo e combate à violência.  que  congreguem  educadores. com a redação dada pelo Decreto nº 30. que possa comprometer sua incolumidade.    Artigo 914 – A Carteira de Transporte Escolar Metropolitano permitirá a aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus. arts.  II  –  desenvolver  atividades  nas  escolas.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  instituído por ato do Secretário dos Transportes Metropolitanos.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.

 2º. SE nº 133/03)    Artigo 915 ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.  (Res. nas  escolas públicas estaduais.  do  material  reciclável que for recolhido. de forma gradativa.983/78 foi alterado pelo Decreto nº 48.  pelo  maior  preço.passes.  Parágrafo  único  ‐  O  telefone  público  deve  ser  instalado  no  pátio  da  unidade  escolar.  (Lei nº 10. de 15 de dezembro de 1978. SE nº 179/93. art. 286 .1º e 2º)  (•) O Decreto nº 12.    Artigo  918  ‐  O  Conselho  Deliberativo  da  Associação  de  Pais  e  Mestres  de  cada  estabelecimento  de  ensino  da  rede  estadual  promoverá  a  venda. 1º. SE nº 179/93.408/04. em local de fácil acesso a todos os alunos do estabelecimento de ensino. de metais e de outros materiais recicláveis. 1º e 2º)    Seção II  Das Lixeiras Seletivas    Artigo 917 ‐ O Governo do Estado de São Paulo instalará.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. arts. de papéis.740/97. art. pela Res. utilizando o formulário  fornecido pela  Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.306/99. SE nº 133/03)      TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR    CAPÍTULO I  DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos    Artigo  916  –  A  instalação  de  telefones  públicos  será  obrigatória  em  todas  as  unidades escolares da Rede Estadual de Ensino.  II –  cadastrar  os  professores interessados.  (Res.  (Lei nº 9. pela Secretaria da Educação. bilhetes magnéticos.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU. cartões ou outros meios de acesso. de vidros. alt. com a redação dada pela Res.  Parágrafo  único  –  O  valor  resultante  da  comercialização  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. por meio da EMTU/SP.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  apurado  pelo  referido  Conselho  Deliberativo.  aos  fins  declinados  no  inciso  III  do  artigo  4º  do  Decreto nº 12.983(•). lixeiras em número suficiente para receber separadamente os detritos  de plásticos. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano.  será  destinado  obrigatoriamente. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora. arts.  de  acordo  com  as  prioridades  da  unidade  escolar.

  deverão  ser  adquiridos  mediante  a  freqüência  obrigatória  ao  curso  de  Bombeiro  Auxiliar. à família e à sociedade. neles se encontrem tratando de assuntos  de seu interesse.  § 3º ‐ O funcionário indicado. por intermédio de seu Corpo de Bombeiros.  (Lei nº 11. mediante a apresentação de atestado de freqüência  expedido  pelo  Corpo  de  Bombeiros  da  Polícia  Militar  será  considerado  presente  para  todos  os  efeitos  legais  no  estabelecimento  de  ensino  durante  o  período  que  freqüentar  o  curso. em locais visíveis.  os  estabelecimentos de ensino fundamental e médio deverão manter entre os seus funcionários pelo  menos um com conhecimento sobre prevenção e combate a incêndios.  (Lei nº 11.  de  que  trata  este  artigo.  em  locais  de  maior  circulação  e  destaque. art.  §  1º  ‐  Os  conhecimentos  sobre  prevenção  e  combate  a  incêndios. 3º e 4º)            287 .  não  sofrendo qualquer prejuízo nos vencimentos e nas demais vantagens de seu cargo. nas unidades por ela alcançadas.  mediante  afixação de cartazes.  e  em  especial  as  unidades  escolares.  charutos e cachimbos.Seção III  Do Combate a Incêndios    Artigo  919  –  Nas  cidades  onde  existam  unidades  do  Corpo  de  Bombeiros. 1º)    Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos    Artigo  921  ‐  É  proibido  fumar  nas  dependências  e  recintos  dos  órgãos  da  administração pública direta.  (Lei nº 3. arts.092/81. não tendo a  condição de servidores dos órgãos por ela abrangidos. 1º.    Artigo 922 ‐ Os responsáveis pelos recintos e dependências dos órgãos e entidades  abrangidos  por  esta  subseção  providenciarão  a  divulgação  da  proibição  nela  contida. art.  devem  manter  em  caráter  permanente  faixas.  §  2º  ‐  Caberá  ao  Diretor  ou  responsável  pela  unidade  de  ensino  indicar  o  funcionário que deverá freqüentar o curso de que trata o parágrafo anterior.  §  1º  ‐  A  vedação  de  que  trata  este  artigo  abrange  a  prática  de  fumar  cigarros. ministrado pela Polícia Militar do Estado.  alertando  quanto  aos  prejuízos que o tabaco.  cartazes  ou  placas. ou produtos utilizados na respectiva fabricação. indireta e fundacional do Estado. 1º)    Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool. as drogas e o álcool causam à saúde. de quaisquer espécies.540/03.  esportivas  e  de  saúde. Drogas e Tabaco  Subseção I  Da Advertência quanto ao Prejuízo Causado pelas Drogas    Artigo  920  ‐  Todos  os  órgãos  da  Administração  Pública  Direta  e  Indireta.  § 2º ‐ O disposto nesta subseção aplica‐se igualmente às pessoas que.388/03.

  da  Lei  nº  10.  de  28  de  outubro de 1968 e Lei nº 13. para os que forem funcionários ou  servidores. 1º.  (Lei nº 9.845/81. de 19 de maio de 2008.Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas    Artigo  923  ‐  E  vedado  ao  professor  fumar  no  recinto  do  estabelecimento  de  ensino. mesmo  nos pátios e áreas de lazer.  III ‐ quadras. pátios.  Parágrafo  único  ‐  O  Poder  Executivo  providenciará  a  colocação  de  cartazes  alertando para estas proibições.  (Lei nº 2.  288 .  banheiros. arts. sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal e  das definidas em normas específicas:  I ‐ multa.    Artigo  924  ‐  É  vedado  fumar  nas  praças  esportivas  pertencentes  ao  seguintes  locais:    I ‐ pistas de atletismo.016. arts. corredores e áreas de esporte e deverão ter medida não inferior  a 40 cm por 30 cm.    Artigo 927 ‐ Os avisos indicativos deverão ser afixados em todas as salas de aula.    Artigo 925 ‐ A inobservância da lei configurará.  §  2º  ‐  No  caso  de  alunos  com  mais  de  18  (dezoito)  anos. áreas de lazer.261.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  permitida  a  venda  desses  produtos  nas  escolas  de  ensino fundamental e médio.    Artigo  929  ‐  O  estabelecimento  infrator  das  disposições  desta  subseção. 1º. 4º e 5º c/c a Lei nº 13. para menores de 18 (dezoito) anos. 2º e 3º c/c a Lei nº 13. 2º.  inciso  II.016/08)    Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola    Artigo  928  –  A  comercialização  de  isqueiros  que  utilizem  gás  combustível.  o  termo  de  anuência  deverá ser assinado pelo próprio aluno.  descumprimento  do  disposto  no  artigo  241.760/97.  ficará  sujeito às seguintes sanções administrativas.   II ‐ piscinas.  bem  como suas recargas é proibida.  § 1º ‐ As escolas deverão afixar em local visível os avisos indicativos de proibição e  os responsáveis pelos alunos menores deverão assinar o termo de anuência.  II ‐ apreensão do produto.016/08)    Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar    Artigo  926  ‐  Os  alunos  do  ensino  fundamental  e  médio  das  escolas  públicas  ou  privadas ficam proibidos de fumar cigarros de qualquer espécie nos recintos das escolas.

    Artigo  930  ‐  Em  toda  propaganda  do  referido  produto. e  IV ‐ intervenção administrativa.  nas  áreas  contíguas  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual. do estabelecimento ou da atividade.III ‐ interdição. pela Lei nº 9. arts.877/94. 1º e art. bem como a  indicação de seu consumo. arts.210/88. 3º e 4º)    Artigo 931 ‐  A comercialização de cola que contenha solvente à base de tolueno é  proibida. 1º e Decreto nº 52. de proteção a estudantes. 1º. alt. parágrafo único do art.  assim  como  à  travessia  de  escolares. caput do art.  objetivando  a  adoção de toda medida de prevenção geral ao uso e tráfico de drogas.730/07. total ou parcial. 1º)  Parágrafo único ‐ A desobediência ao contido no caput deste artigo acarretará a  adoção de medidas previstas em regimento escolar ou normas de convivência da escola.    Artigo 932 ‐ A fixação de cartazes ou propagandas de cola que contenha solvente  à base de tolueno é proibida nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio.  (Lei nº 12. 3º e 4º.762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas    Artigo  934  –  Os  alunos  estão  proibidos  de  utilizar  telefone  celular  nos  estabelecimentos de ensino do Estado.  Parágrafo  único  ‐  As  sanções  previstas  serão  aplicadas  pela  autoridade  administrativa.    Artigo  933  ‐  Nas  embalagens  de  cola  à  base  de  solvente  de  tolueno  deverá  constar. art. 1º. 2º)    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA    Seção I  Do Programa de Segurança Escolar    Artigo  936  ‐  O  Programa  de  Segurança  Escolar  será  desenvolvido  de  forma  integrada  pela  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  pela  Secretaria  da  Educação.625/08.     Artigo 935 ‐ Caberá à direção da unidade escolar:   I  ‐  adotar  medidas  que  visem  à  conscientização  dos  alunos  sobre  a  interferência  do telefone celular nas práticas educativas. de forma visível a seguinte inscrição: “a inalação deste produto pode causar a morte”. podendo ser ministradas cumulativamente.  (Lei nº 8.  (Lei nº 6. 2º. para menores de 18 (dezoito) anos.   II ‐ disciplinar o uso do telefone celular fora do horário das aulas.  professores  e  servidores  públicos.625/08.   III ‐ garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição.   (Decreto nº 52.  289 . durante o horário das aulas. prejudicando seu aprendizado e sua socialização.  deverá  ser  colocada  a  seguinte inscrição: “A deliberada inalação deste produto pode causar a morte”.

 visando a  disciplinar. mediante resolução.    Artigo 941 ‐  O perímetro escolar de segurança tem prioridade especial nas ações  de  prevenção  e  repressão  policial.  (Decreto  nº  28.    Artigo 937 ‐ Compete à Secretaria da Educação:  I ‐ apresentar a relação das unidades escolares a serem atendidas. quaisquer produtos farmacêuticos e ervas medicinais. ao Comando de Policiamento Feminino.    Artigo 938 ‐ Compete às organizações policiais militares de policiamento feminino  a  execução  do  Programa  de  Segurança  Escolar  nos  estabelecimentos  de  ensino  da  rede  pública  estadual.  aos  respectivos  Comandantes de Policiamento de Área.  II ‐ prever recursos para:  a)  iluminar e murar adequadamente as unidades escolares.552/97. determinará  quais as áreas prioritárias para a execução do Programa. 3º e Decreto nº 41.  II  ‐  no  Interior  e  demais  Municípios  da  Grande  São  Paulo.  1º.    Artigo  942  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública.  IV ‐ comércio com:  a) medicamentos. adotarem as providências necessárias à execução do programa. manterá entendimento com as Prefeituras Municipais respectivas. conectado à Polícia Militar.552/97. onde não houver regra estabelecida.  290 .  c) fogos de artifício.  d) bebidas com qualquer teor alcoólico.  pais  e  alunos  de  modo a evitar o mau uso das cercanias das escolas por parte de:  I ‐  vendedor ambulante.  c)  dotar as unidades escolares de sistema de alarme.  objetivando  a  tranqüilidade  de  professores. de acordo com planos e ordens do escalão superior:  I ‐ na Capital.  e) animais vivos ou embalsamados. e art.  art.Parágrafo  único  ‐  Compete  à  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  à  Secretaria  da  Educação.    Artigo 939 ‐ O Secretário da Segurança Pública.  b) gasolina. 2º e 3º)    Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança    Artigo  940  –  O  perímetro  escolar  de  segurança  refere‐se  à  área  contígua  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.  d)  instalar telefones nas unidades escolares.  III ‐  exercer o comércio sem a competente credencial. a proibição de:  I  ‐  fixação  a  menos  de  100  (cem)  metros  de  qualquer  portão  de  acesso  a  estabelecimento de ensino.  com  a  alteração  introduzida  pelo  Decreto  nº  41.  II ‐ pessoa estranha à comunidade escolar.  em  relação  a  toda  e  qualquer  atividade ambulante.642/88.  II ‐ pessoa física capaz de estabelecer‐se com “ponto fixo” de comércio. querosene ou qualquer substância inflamável ou explosiva. arts.  b)  imprimir e distribuir material didático relativo à segurança escolar.

  II  ‐ estabelecer limites de velocidade.688. em todo o Estado.  escrita  com  letras  garrafais. 2º.  (Decreto nº 28.  com  indicação  visível de sua origem na embalagem.  (Lei nº 10.  de  16  de  janeiro  de  1968  (Regulamento  do  Código  Nacional  de  Trânsito).  h)  doces  e  guloseimas  que  não  estejam  devidamente  embalados.  revistas  e  de  outras  publicações.    Artigo  944  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública  determinará  quais  as  escolas  abrangidas  pelas  disposições desta  seção. impróprio a crianças e adolescentes.  com  especial atenção aos seguintes dispositivos penais:  I ‐ prática de ato obsceno (artigo 233 do Código Penal Brasileiro).  especialmente  quanto  à  regulamentação  do  uso  de vias públicas (inciso I do artigo 37). lingüiças e carnes de quaisquer espécies.127.  pintura.  estampa  de  qualquer objeto obsceno (artigo 234 do Código Penal Brasileiro).875/01. e   III  ‐  determinar  restrições  de  uso  das  vias  ou  parte  delas.  inclusive  de  fitas  de  vídeo.368. quando possível. churrasquinhos. objetivando:  I ‐ instituir sentido único de trânsito.  mediante  fixação  de  locais.  291 .  horários  e  períodos  destinados  ao  estacionamento.  i) frutas retalhadas.  possibilitando sua visualização a distância.  II  ‐  distribuição  ou  exposição  pública  de  escrito.f) pastéis.  g) embutidos e laticínios.  V  ‐  exercício  ilegal  de  profissão  ou  atividade  (artigo  47  da  Lei  Contravenções  Penais ‐ Decreto‐lei nº 3.  embarque  ou  desembarque  de  passageiros.  III ‐ desobediência a ordem legal (artigo 330 do Código Penal Brasileiro). art. possibilitando sua visualização a  distância.    Artigo  943  ‐    A  Secretaria  da  Segurança  Pública  adotará  providências  junto  aos  órgãos  competentes  para  o  fiel  cumprimento  do  Decreto  nº  62.643/88. salvo se protegido  com embalagem opaca.  bem  como  disporá  sobre  a  forma  de  atuação  de  seus  órgãos  visando  ao  indiciamento  dos  infratores  da  legislação  referida  no  artigo  anterior. escrita com letras garrafais. arts.  situadas  até  100  (cem)  metros  de  prédios  escolares  não  poderão  expor  e  nem  comercializar material de cunho erótico. 1º. jóias e óculos.  de  12  de  outubro  de  1976). de 3 de outubro de 1941).  IV  ‐  tráfico  de  entorpecentes  (artigo  12  da  Lei  nº  6.  desenho.  notadamente  nas  entradas  principais  de  circulação. 3º.  j) relógios.  § 1º ‐ A divulgação de que trata o caput deverá ser exposta em lugares visíveis ao  público. 4º e 5º)    Artigo  945  ‐  As  bancas  de  jornais. 1º)    Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia    Artigo 946 ‐ É obrigatória a divulgação do número do Disque Denúncia em escolas  e hospitais públicos.  § 2º ‐ Junto ao número do Disque Denúncia deverá constar a seguinte frase: "Sigilo  absoluto para quem faz a denúncia".

309/99)  292 .  III ‐ programação das atividades de natureza cultural.  II ‐ prova de sua constituição legal.730/83.  bem  como  para  práticas  recreativas ou desportivas.853/05.  (Res. quando não estiverem previstas atividades escolares.  (Lei nº 3. especificando os objetivos  que se pretende alcançar e   2  ‐  dia  e horário do início e término da cessão do prédio escolar.  acompanhado  do  ato  próprio  que  o  capacitou. recreativa ou desportiva e   IV  ‐  termo  de  responsabilidade  assinado  pelo  representante  legal  da  entidade. arts.    Artigo  950  ‐  O  Diretor  da  Escola  e  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  adotarão  as  medidas necessárias.  informando as  dependências que serão utilizadas.    Artigo 948 ‐ As Prefeituras Municipais que desejarem utilizar as dependências das  escolas estaduais para as finalidades previstas no artigo anterior deverão requerer a autorização  da Secretaria da Educação. 2º e 3º)    Artigo  949  ‐  Para  obtenção  da  autorização.  §  3º  ‐  Poderá  ser  concedida  a  cessão  de  uso  de  dependências  escolares  às  Associações de Pais e Mestres ou a outras entidades legalmente constituídas. deverão ser prestadas as seguintes informações:  1 ‐ indicação detalhada da atividade a ser desenvolvida. bem como  à conservação dos próprios estaduais. 1º. arts. inclusive  pelo ressarcimento de eventuais danos. SE nº 229/95. 4º e 7º c/c a Lei nº 10. 2º e 3º e Res. visando à fiscalização das atividades de que trata esta resolução. arts.(Lei nº 11. arts.  §  1º  ‐  A  cessão  de  uso  das  dependências  das  unidades  escolares  será  regulamentada por convênio a ser estabelecido entre as partes. 1º. 2º e 3º)      CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares  para Encontros de Caráter Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas     Artigo 947 ‐ As dependências das unidades escolares da rede estadual de ensino  poderão  ser  cedidas  para  a  realização  de  eventos  de  caráter  cultural.  do  qual  conste  compromisso  de  devolução  do  prédio no estado anterior à cessão e de ressarcimento por eventuais danos. 1º.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  das  atividades  previstas  no  inciso  III  deste  artigo.  §  2º  ‐  Entre  as  cláusulas  do  convênio  deverá  constar  a  que  atribua  à  cessionária  total responsabilidade pela devolução do local cedido nas condições em que o recebeu. SE nº 229/95.  as  entidades  mencionadas  no  artigo  anterior deverão entregar ao Diretor da unidade escolar os seguintes documentos:  I  ‐  requerimento  endereçado  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  da  área  onde  se  localiza a escola.

  caput do art.  (Lei nº 10. de campanhas  acerca dos perigos das drogas  para nossa sociedade.  (Lei nº 10. em caráter permanente. quer sejam eles religiosos. 1º e 2º)              293 . e 2º)    Seção II  Dos Centros de Difusão. Ensino.309/99.  nacionais  e  internacionais.326/99.  (Lei nº 10. Aprendizado e Práticas Esportivas    Artigo 957 – O Governo do Estado está autorizado a criar.  quando desvirtuada a finalidade da cessão.  poderá  celebrar  convênios  com  entidades  públicas  e  privadas. arts.  ensino. 1º.465/96.  Parágrafo  único  ‐  As  atividades  a  serem  desenvolvidas  para  o  cumprimento  do  disposto nesta seção deverão ter  caráter de aprendizado esportivo.  gratuitamente.  para  entidades  filantrópicas  e  privadas.  centros  de  difusão.  aprendizado  e  práticas  esportivas. educacional e recreativo. econômicos ou culturais.309/99. 8º)    Artigo  953  ‐  Desde  que  a  atividade  não  prejudique  o  funcionamento  normal  da  escola no período de aula ou de atividades curriculares. art.  a  direção  escolar.  Artigo  951  –  O  Conselho  de  Escola  de  cada  unidade  escolar. nas Escolas Públicas e  outras  dependências  públicas  estaduais.  e  na  sua  impossibilidade.  objetivando a divulgação. arts. desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade sobre o  patrimônio escolar. único do 2º)     Subseção II  Da Cessão de Uso de Espaços Livres de Próprios Públicos para Campanhas contra as Drogas    Artigo  955  –  O  Poder  Executivo  está  autorizado  a  ceder.  (Lei nº 10.  será  responsável  diretamente  pela  expedição  de  autorização  para uso de prédio escolar. políticos. não cabe ao Conselho nortear a cessão em  função de critérios discriminatórios.    Artigo  956  ‐  O  Estado.  (Res. SE nº 229/95.    espaços  livres  existentes  em  seus  próprios  estaduais.  objetivando  o  fiel  cumprimento do disposto nesta subseção. par.309/99. 2º)    Artigo 954 – As atividades lucrativas só serão autorizadas se forem realizadas por  entidades públicas de caráter social ou filantrópico com destinação social comprovada.  (Lei nº 9. art.  por  meio  de  seus  órgãos  competentes. 1º)    Artigo 952 ‐ A autorização de utilização das dependências escolares será cassada.

 preparando‐os para a prevenção da violência na escola.312/99.  dirigidas  às  crianças.  Parágrafo  único  –  Os  Grupos  de  Trabalho  tratados  no  inciso  I  deste  artigo  serão  abertos e formados por professores. aí incluídos  o  corpo  docente  e  os  servidores  operacionais  da  rede  de  ensino.  (Decreto nº 44. funcionários.166/99.  III  –  implementar  ações  voltadas  ao  combate  à  violência  na  escola.  com  vista  a  garantir o exercício pleno da cidadania e o reconhecimento dos direitos humanos.    Artigo  962  –  Nos  espaços  de  convivência  de  que  trata  o  artigo  anterior  serão  implementadas  atividades  culturais. pais.  V – garantir a formação de todos os integrantes do Grupo de Trabalho.Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária    Artigo  958  –  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas será implantado na rede pública de ensino no Estado  de São Paulo.  Parágrafo  único  –  Os  espaços  de  convivência  de  que  trata  este  artigo  devem  estimular  o  desenvolvimento  de  uma  cultura  voltada  à  organização  da  população  local  e  ao  trabalho  coletivo  em  ações  de  prevenção  à  violência.  socializando  informações  e  experiências de diferentes naturezas e ampliando ações de apoio ao exercício da cidadania.312/99. 1º)    Artigo 960 ‐ São objetivos do Programa:  I – formar Grupos de Trabalho vinculados aos Conselhos de Escola para atuar na  prevenção da violência nas escolas.    Artigo  963  ‐  As  ações  implementadas  nos espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede pública de ensino assegurarão oportunidades para:  294 .  aos adolescentes e à comunidade.  esportivas  e  de  arte‐educação. 1º)    Artigo  959  ‐  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas da rede pública de ensino no Estado de São Paulo  será  desenvolvido  com  a  participação  das  Secretarias  de  Estado.  II  –  desenvolver  ações  educativas  e  de  valorização  da  vida. 2º)    Artigo 961 ‐ Para a consecução dos objetivos do Programa a que se refere o artigo  anterior  serão  implantados  espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede  pública  de  ensino  para  desenvolvimento  de  atividades  que  atendam  aos  interesses  de  crianças.  em  perfeita  sintonia  com  a  proposta  de  trabalho da unidade escolar. especialistas da área de educação. art.  moradores do bairro e líderes das comunidades.  IV – desenvolver ações que fortaleçam o vínculo entre a comunidade e a escola.  (Lei nº 10.  entidades  da  sociedade  e  comunidades locais. alunos  e representantes da comunidade ligada a cada escola.  Parágrafo  único  –  Será  priorizada  a  implantação  nas  escolas  que  apresentem  maiores índices de violência.  (Lei nº 10.  bem  como  dos  membros  da  comunidade.  adolescentes. analisar suas causas e apontar possíveis soluções.  pais. art. art.

 SE nº 18/10. nos finais de semana. oportunidades de vivência  de  ações  construídas  a  partir  de  quatro  eixos  norteadores  ‐  cultura.  por  meio  da  integração  de  crianças  e  adolescentes. 1º)    Artigo 966 ‐ Constituem objetivos do Programa:  I  ‐  fundamentar  políticas  públicas  voltadas  para  o  fortalecimento  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  à  construção  de  uma  atitude  cidadã  voltada  para  a  harmonia  e  a  convivência social.  com  o  objetivo  de  desenvolver  e  implementar  ações  de  natureza  preventiva  destinadas  a  reduzir  a  vulnerabilidade  infantil  e  juvenil.  cooperativas.   (Decreto nº 44. a partir do ano de 2010. responsabilidade e participação na comunidade.  (Decreto nº 48.  afora  o  aporte  dos  recursos humanos dos órgãos da Pasta.  como  organizações  não  governamentais.  II  –  estabelecer  as  diretrizes  e  os  procedimentos  que  viabilizarão  a  efetiva  implantação dos espaços de convivência nas escolas da rede pública de ensino.781/04.  III  ‐  construir  e  apoiar  ações  de  voluntariado  e  solidariedade.  sindicatos.  associações. 4º e 5º)    Seção IV  Do Programa Escola da Família  Subseção I  Da Instituição e Objetivos    Artigo 965 – O Programa Escola da Família – desenvolvimento de uma cultura de  paz  no  Estado  de  São  Paulo. se viabilizará. pela reformulação  e ampliação dos objetivos anteriormente propostos e pela adequação às novas normas de gestão  que fundamentam os procedimentos ora vigentes.  espaços  abertos  aos  diferentes  segmentos da comunidade.  295 .  empresas  públicas  ou  privadas.I – reflexão e discussão de valores e questões comuns a jovens e adolescentes e de  problemas enfrentados pela comunidade.  com  vistas  ao  desenvolvimento de senso de consciência. o Programa Escola da Família. que lhes assegurem. art.    Artigo  967  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos. esportivo e de qualificação profissional.781 de 7 de julho de 2004. arts.  esporte  e  trabalho  ‐  ampliando‐lhes seu horizonte cultural.  II  ‐  assegurar  nas  escolas  públicas  estaduais.    Artigo  964  ‐  Cabe  à  Secretaria  da  Educação. bem como demais Secretarias de Estado e Municípios do Estado de São Paulo.  II  –  apresentação  de  alternativas  de  solução  e  de  formas  de  mobilização  e  organização para a ação.  (Res.  instituído  pelo  Decreto nº 48. lúdico.166/99. 1º)  Parágrafo  único  ‐  A  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família.  saúde. 2º.  será  implantado  em  escolas  da  rede  pública  estadual.  a  fim  de  colaborar  para  a  construção  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  com  uma  trajetória  saudável  de  vida. art.  em  relação  ao  Programa  Interdisciplinar e de Participação Comunitária para Prevenção e Combate à Violência nas escolas  da rede pública de ensino no Estado de São Paulo:  I – coordenar as ações do Programa. poderá contar com:  I  ‐  o  apoio  e  o  estabelecimento  de  convênios  e  parcerias  com  diferentes  segmentos  sociais. 3º.  instituições  de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais.

 associações. mediante a concessão de bolsas de  estudo. sempre que necessário. art. 4º)    Artigo 970 ‐  A Fundação  para o  Desenvolvimento da Educação – FDE.781/04.   (Decreto nº 48.  e  a  participação  de  demais  Secretarias  de  Estado.608 de 18 de fevereiro de 1998. acompanhar.  em  especial  os  egressos do ensino médio da rede estadual paulista de ensino.  (Res. com o apoio  e  o  estabelecimento  de  parcerias  e  convênios  com  os  diversos  segmentos  sociais. na  conformidade  das  atribuições  compatíveis  com  a  natureza  de  seu  curso  de  graduação  ou  de  acordo com suas habilidades pessoais. sindicatos. 2º e 3º)     Subseção II  Das Parcerias    Artigo  968  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  para  a  construção  de  uma cultura de paz e o desenvolvimento social no conjunto das comunidades. instituições de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais.  (Res. exercerá a  Coordenação Geral do Programa. SE nº 18/10. avaliar e reformular.  III – estabelecer.  III ‐ promover ações conjuntas com outras Secretarias de Estado.  que  venham a se integrar ao Programa Escola da Família.  metas e ações em  conformidade com  a  política educacional  vigente na Secretaria da Educação.  órgãos  e  pessoal  voluntário.  Parágrafo único ‐ Poderão ser estabelecidas ações de cooperação com organismos  nacionais  e  internacionais.  IV  ‐  estreitar  a  comunicação  com  entidades. com as seguintes atribuições:   I ‐  definir objetivos. os procedimentos que regulamentam  a atuação de todos os participantes.  II – planejar.  II ‐ formalizar a cooperação de Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo. que  tenham  interesse  na  inserção  e/ou  ampliação  do  Programa  Escola  da  Família  nos  respectivos  Municípios.  os trabalhos desenvolvidos.  como  organizações não governamentais. no tocante a :  I  ‐  firmar  convênios  junto  a  instituições  de  Ensino  Superior  visando  a  operacionalização do Projeto Bolsa‐Universidade.  a  gerência  da  operacionalização  das  ações  necessárias  à  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família.  bem  como  adesão  de  estudantes  universitários.  V  ‐  buscar  parcerias  que  visem  ao  enriquecimento  das  atividades  desenvolvidas  junto à comunidade. 4º)    Artigo  969  ‐  Caberá  à  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE.  III  ‐  a  participação  de  voluntários  devidamente  cadastrados  e  credenciados  nos  termos da Lei Federal nº 9. observadas as normas legais e regulamentares pertinentes. cooperativas. arts. em documento específico. o Programa Escola  da Família poderá contar. coordenar.  296 . caput e § 1º do art. SE nº 18/10. empresas.  mediante  a  concessão  de  bolsas  de  estudos integrantes do Projeto Bolsa Universidade para atuar como Educadores Universitários.II  ‐  a  adesão  de  estudantes  universitários.

IV  –  promover  o  envolvimento  e  o  comprometimento  das  autoridades  escolares  locais e regionais na implementação do Programa. arts.  Faixa  1  e  Nível  I. SE nº 18/10.  propondo  reformulações e adaptações das ações do Programa. aos sábados e domingos. 14)     Subseção III  Das Competências e Atribuições    Artigo 972 ‐ A Diretoria de Ensino exercerá a Coordenação Regional do Programa  Escola da Família.  2  ‐  participar  das  capacitações.    Artigo 973 ‐ As escolas da rede estadual de ensino deverão disponibilizar espaço  físico e equipamentos para a realização das atividades do Programa Escola da Família.  que  se  constituem  em  matéria  de  competência  da  Coordenação  Geral. ficando sob a responsabilidade da autoridade  escolar o acompanhamento e o gerenciamento das referidas atividades. SE nº 18/10. atendendo  à comunidade intra e extra escolar. de modo a conciliar as ações desencadeadas na Diretoria de  Ensino e aquelas desenvolvidas nas escolas. art. com vistas à consecução dos objetivos estabelecidos.  § 1º ‐ As definições básicas e as principais atribuições da Coordenação Regional do  Programa.  3  ‐  auxiliar  o  Supervisor  de  Ensino. permanente interlocução com  a Coordenação Geral do Programa. inclusive durante  os  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares. das 9 às 17 horas.  (Res. 6º e 7º)    Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional    Artigo 974 ‐ A unidade escolar contará com um docente.  (Res.  bem  como  em  feriados  municipais.  VI  –  auditorar  e  supervisionar  o  uso  de  recursos  e  verbas  destinados  às  Coordenações Regionais do Programa. deverão ser efetivadas através da Associação de Pais  e Mestres ‐ APM da unidade escolar.  reuniões  e  atividades  afins. quando ocorrerem aos finais de semana.  no  acompanhamento  das  atividades  desenvolvidas  nas  unidades  escolares. SE nº 18/10.  promovidas  pela  Coordenação Geral.  de 5 de abril de 2005.  § 2º ‐ Constituem atribuições do PCOP.  integrante  da  Coordenação  Regional  do  Programa. portador de diploma de  licenciatura  plena.  no  campo  de  atuação  relativo  a  aulas  dos  297 .  em  qualquer  componente  curricular.  compõem  o  Manual Operativo do Programa. 5º)    Artigo 971 ‐ As parcerias que venham a ser estabelecidas pelas unidades escolares  pertencentes ao Programa Escola da Família.  V  –  organizar  e  executar  ações  de  capacitação  dos  educadores  que  atuarão  no  Programa. disponibilizado no respectivo site. de que trata o caput do artigo:  1 ‐ manter. juntamente com o Supervisor de Ensino. por meio de um Supervisor de Ensino designado pelo Dirigente Regional da DE e  pelo Professor Coordenador da Oficina Pedagógica‐ PCOP‐ de Projetos Especiais.  como  Professor  Educação  Básica  I  ‐  PEB  I.  estaduais  ou  nacionais.  nos  termos  da  legislação  vigente. quando necessárias. art.  (Res. de conformidade com as disposições da Resolução SE nº 24.

 desde que avaliados positivamente pela sua atuação no Programa. acompanhada pela Comissão de Atribuição de classes e aulas da Diretoria de Ensino.  (Res. SE nº 18/10. §§ 5º e 6º do art.  ao longo da semana. 8º e caput e §§ 1º e 2º do art. aprovados no processo seletivo.  de  1º  de  junho  de  2007. que regulamenta os processos  anuais de atribuição de classes e aulas.  quer  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas. na estrutura do Programa. a fim de ser selecionado pela Coordenação Regional da  Diretoria de Ensino.  §  1º  ‐  As  atribuições  do  Educador  Profissional  integram  o  Manual  Operativo  do  Programa. as aulas poderão ser atribuídas a candidatos que apresentem as qualificações previstas no §  1º do artigo 12 da Resolução SE nº 98.  §  2º  ‐  O  Educador  Profissional  desenvolverá. de 29 de dezembro de 2009.  IV ‐ comprovação de disponibilidade para o exercício das atividades programadas  para os finais de semana e para participar das reuniões de avaliação e planejamento agendadas. no campo de atuação relativo a  aulas dos Ensinos Fundamental e Médio. a  fim de se proceder à atribuição aos candidatos selecionados.093. caput e §§ 1º a 4º do art. as atribuições de Educador Profissional. 8º)    Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional    Artigo 976 ‐ O Educador profissional será selecionado dentre os docentes que se  encontram  na  situação  prevista  no  inciso  V  do  artigo  1º  das  Disposições  Transitórias  da  Lei  Complementar nº 1. os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar  nº  1.  III  ‐  participação  em  entrevista  individual. de 16 de julho de 2009.  que  trate  temas  concernentes  à  experiência/formação/habilitação do candidato. SE nº 18/10.  observado  o  cronograma  estabelecido  pelo  Departamento de Recursos Humanos para o processo anual de atribuição de classes e aulas.  as  atividades  definidas  e  orientadas  pela  Coordenação  Regional  do Programa  e  acompanhadas  pelo  gestor  da  unidade escolar.  na  unidade  escolar.  deverá  estar  duplamente  inscrito.  II ‐ comprovação das habilidades necessárias ao desempenho da função.Ensinos Fundamental e Médio. pela carga horária de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  em continuidade.   (Res.  §  2º  ‐  A  seleção  dos  inscritos  será  realizada  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.  ou  no  parágrafo  único  do  artigo  25  da  Lei  Complementar  nº  1.  quer para o processo especialmente aberto para este Programa.  Parágrafo único ‐ Na ausência de docentes portadores de diploma de licenciatura  plena.093. de 16 de julho de 2009. a fim de  exercer. com base nos seguintes critérios e procedimentos:  I ‐ apresentação de currículo.010.  § 1º ‐  Os  prazos  da inscrição específica e da  seleção  previstas neste artigo  serão  definidos  pela  Coordenação  Regional  do  Programa. pela Coordenação Regional do Programa.    Artigo 977 ‐ Excepcionalmente poderão ser reconduzidos para o exercício de 2010. que já se encontram no exercício  da função.    Artigo  975  ‐  A  formação  acadêmica  do  candidato  deverá  ser  compatível  com  a  natureza das atividades sócioeducativas desenvolvidas pelo Programa.    Artigo 978 ‐ O candidato que irá exercer as atribuições de Educador Profissional. 9º)   298 .

 Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional    Artigo 983 ‐ A carga horária de trabalho.  por  decisão  do  Diretor  de  Escola.  realizado  na  escola.  no  decorrer  do  ano. em nível de Diretoria de Ensino. por apostilamento.  ouvida  previamente  a  Coordenação  Regional  do  Programa.  em  período  diverso  às  férias  escolares.  III  ‐  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  coletivo  (HTPCs).  para  outra  unidade  escolar. no mesmo campo de atuação.  a  mesma  ser  alterada.  quando  necessário.  conforme  o  caso.  desde  que  estabelecidas  e  homologadas  pelo  Diretor  de  Escola. Frequência.  ao  longo  do  ano  letivo.  inclusive.  ouvida  previamente  a  Coordenação Regional do Programa e respeitado o cronograma de escalonamento de férias de todos  os Educadores Profissionais.  § 3º ‐ As férias do Educador Profissional deverão ser usufruídas em parcela única de 30  (trinta)  ou  20  (vinte)  dias. §§ 3º a 6º do art.    Artigo 981 ‐ Períodos de inscrição e de nova seleção de Educadores Profissionais  poderão ser abertos a qualquer  tempo.    Artigo 984 ‐ O Educador Profissional poderá ter aulas dos Ensinos Fundamental e/ou  Médio.  juntamente com seus pares. desde que:  299 . SE nº 18/10.    Artigo  980  ‐  O  Educador  Profissional  terá  sede  de  controle  de  frequência  na  unidade  escolar  indicada  para  sua  atuação. de que trata o artigo 974.  IV ‐ 2 (duas) horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha (HTPLs). será distribuída na  seguinte conformidade:  I ‐ 8 (oito) horas para desenvolvimento das atividades programadas para os sábados e  8 (oito) horas para os domingos.  devendo  desenvolver  as  atividades  do  Programa.  §  1º  ‐  O  docente  em  exercício  nas  atribuições  de  Educador  Profissional  cumprirá  calendário  anual  diferenciado  daquele  que  cumprem  seus  pares  docentes  nas  unidades  escolares. ou de outros projetos e modalidades de ensino. desde que os  candidatos  já se encontrem  inscritos e/ou  cadastrados no processo regular de atribuição de classes e aulas do ano em curso. observada a forma estabelecida no artigo 974.  § 2º ‐ O descanso semanal remunerado será assegurado em um dia útil da semana. a fim de atender aos interesses do Programa.  II  ‐  4  (quatro)  horas  a  serem  cumpridas  em  reuniões  de  planejamento  e  avaliação  agendadas pela Coordenação Regional do Programa.  devendo. 9º)    Subseção VII  Da Carga Horária.  nos  termos  da  legislação  vigente.  em  caso  de  remanejamento.    Artigo 982 ‐ O Educador Profissional que deixar de corresponder às exigências do  Programa  terá  suas  atribuições  interrompidas.  (Res.  nos  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares.  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional    Artigo  979  ‐  O  Educador  Profissional  ficará  vinculado  ao  Programa  Escola  da  Família  e  poderá  ser  remanejado.  sendo‐lhe  assegurados a ampla defesa e contraditório. atribuídas em  conjunto com a carga horária do Programa Escola da Família.

 arts.  será  sempre  a  unidade  escolar  em  que  exerce  as  atividades  do  Programa Escola da Família. obrigatoriamente no mês de janeiro.  (Res.I    ‐  exista  compatibilidade