GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
     

GOVERNADOR: Alberto Goldman 
SECRETÁRIO: Paulo Renato Costa Souza  SECRETÁRIO ADJUNTO: Guilherme Bueno de Camargo 
CHEFE DE GABINETE: Fernando Padula Novaes  

 

               

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
 
(REVISADA E ATUALIZADA)             

 

         
SÃO PAULO  2010 

                                                                                                         

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
                 

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
(REVISADA E ATUALIZADA)            Grupo de Trabalho:  Aparecida Manharelo Gimenez  Dirce Maran de Carvalho  Gilda Inez Pereira Piorino  Ivone Luzia Coiradas  Júlio César Ribeiro  Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora  Olívia Teresa Bernucci Pires  Sandra Maria Bortoluci Toledo  Silvia Cristina Collpy Favaron  Stella Marques Nunes  Vera Lucia Rocamora Paszko 

 

     
SÃO PAULO  2010 

  Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicadas a fonte, a data da publicação e observada a legislação em vigor, em especial a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

  S241L 

                    SE/SEDE     

  PAULO  (Estado)  Secretaria  da  Educação.  Legislação  de  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Estadual.  Unificação  de  Dispositivos  Legais  e  Normativos  relativos  ao  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Coordenação  de  Leslie Maria José da Silva Rama                São  Paulo, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, 2010    1. Educação – Legislação  2. Ensino Fundamental e Médio – I  Título 
2ª edição 

  SÃO 

CDU 37:34   

Impresso: República Federativa do Brasil  SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO  Praça da República, 53 – Centro  CEP  01045 ‐ 903  Fone/Fax: 3218 2000 

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APRESENTAÇÃO 
      Este  trabalho  de  unificação  de  dispositivos  legais  e  normativos,  realizado  com  determinação  e  competência  por  comissão  designada  em  janeiro  do  ano  em  curso,  objetiva  imprimir maior eficiência à gestão administrativa e pedagógica do sistema educacional.     Após  o  exame  de  centenas  de  atos  legais  e  normativos,  compreendendo  leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  foi  elaborado  este  compêndio  que  reúne,  num  único  corpo,  normas relativas ao ensino fundamental e médio e às  questões afetas  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério que atuam na educação básica.    Seu  principal  objetivo  é  possibilitar  aos  educadores  o  acesso  rápido  e  eficaz  ao  conhecimento e ao fundamento legal dos casos concretos, com que se deparam inúmeras vezes no  desempenho de suas funções.    A  essa  missão,  seguir‐se‐á  a  de  manter  atualizado  o  acervo  ora  compilado  e  organizado,  a  fim  de  facilitar  a  tarefa  de  todos  os  profissionais  de  educação  que  se  valem  da  legislação do ensino, cotidianamente.    Esperamos  que  esta  obra  colabore  com  os  educadores  do  nosso  Estado  e  que  ajustes    e  esclarecimentos  requeridos  sejam  apontados  para  análise  e  encaminhamento  da  comissão.     A  todos  que  tornaram  possível  esta  obra  os  nossos  agradecimentos.  Ao  Dr.  Fernando  Padula  Novaes,  Chefe  de  Gabinete,  a  quem  conferimos  as  decisões  burocráticas  necessárias à viabilização dos trabalhos da comissão, nosso especial reconhecimento.        São Paulo, julho de 2008.  Maria Helena Guimarães de Castro ‐ Secretária da Educação                           

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INTRODUÇÃO 
    Esta obra reúne e integra disposições normativas de leis, decretos, resoluções SE e  deliberações  CEE,  relativas  ao  ensino  fundamental  e  médio  e  aos  profissionais  de  educação  que  atuam nesses níveis da educação básica.    A Secretária da Educação, sensível à necessidade de se ordenar sistematicamente  os  dispersos  e  numerosos  dispositivos  que  disciplinam  e  regulamentam  o  ensino  fundamental  e  médio, com a preocupação de propiciar aos educadores maior facilidade na busca do fundamento  legal  aplicável  aos  casos  concretos  com  os  quais  lidam no  dia‐a‐dia,  determinou  que  se  reunisse  num corpo orgânico e homogêneo a legislação esparsa e desordenada desses níveis de ensino.    Essa preocupação vem somar‐se à de outros secretários de estado e à do governo  de imprimir maior eficiência à gestão pública pela redução  do repertório de leis, decretos e demais  atos normativos do Estado de São Paulo.    O  grupo  de  trabalho,  sob  nossa  coordenação,  integrado  por  representantes  dos  órgãos da estrutura básica da Pasta da Educação, lançou‐se com afinco e determinação à árdua  tarefa de identificar, selecionar e ordenar os diplomas legais e normativos, compreendendo aí leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  cujos  dispositivos  relacionam‐se  e    aplicam‐se  ao  ensino fundamental e médio do nosso estado.    Foi  preocupação  constante  do  grupo  de  trabalho  a  obediência  aos  princípios  e  à  metodologia previstos na Lei Complementar nº 863, de 29.12.99, que “dispõe sobre a elaboração,  a redação, a alteração e a consolidação das leis, conforme determina o item 16 do parágrafo único  do  artigo  23  da  Constituição  do  Estado  e  estabelece  normas  para  a  consolidação  dos  atos  normativos que menciona”.    No  intuito  de  sistematizar  e  unificar  dispositivos  legais  e  normativos  que  disciplinam  e  regulamentam  a  gestão  curricular,  pedagógica,  de  informação,  de  vida  escolar,  de  pessoas, de patrimônio, de resultados, de recursos financeiros, de projetos e programas e outros,  buscaram‐se,  na  esparsa  e  complexa  legislação  de  ensino,  aqueles  dispositivos  conexos  ou  afins,  que têm aplicação no campo educacional, objeto deste trabalho.    Preservando‐se o conteúdo normativo original dos dispositivos unificados, fizeram‐ se alterações, sempre com observância do disposto no § 2º do art. 10 da lei complementar citada:  1. introdução de novas divisões do texto base;  2. adaptação de redação por junção de dispositivos;  3.  alteração  de  redação  de  um  dispositivo,  para  incluir  a  disposição  de  outro,  visando ao melhor posicionamento da matéria no texto;  4.  supressão  de  palavras  ou  expressões  para  evitar  repetições  desnecessárias,  conferindo maior concisão ao texto;  5.  exclusão  de  dispositivos  vetados  e  os  que    tratam  de  cláusulas  de  regulamentação, de dotação orçamentária  e de vigência;  6.  substituição  de  expressões  como    “esta  lei”,  “esta  resolução”,  “este  decreto”,  “esta  deliberação”,    por  “este  capítulo”,    “esta  seção”,  ou  esta  “subseção”,  etc.  para  melhor 
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  adotando‐se  as  usadas  na  Constituição  Estadual  e  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação Nacional.  por exemplo.  sobretudo  pelos  preceitos constitucionais e pelas  diretrizes e bases da educação nacional.   com a finalidade de atualizá‐las.  o  teor  normativo  dos  dispositivos  selecionados.  não  aproveitamento  de  dispositivos  legais  temporários.. sua origem.  oportuno  e  útil  indicar  abaixo  de  cada  dispositivo.    Nossos agradecimentos a todos que.  preservando‐se.  alteração  de  verbos  ou  expressões  verbais. ou conjunto de dispositivos. com a finalidade de emprestar à obra maior transparência e  facilidade  na  consulta  entendeu. uma vez que houve transformação em Capítulo.  contudo.  ainda.    Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora do grupo        8 . sua fonte. os títulos. no texto unificado.  10.  conveniente.  7. da gestão de vida escolar.  9. capítulos.  da  gestão  pedagógica.  Mantiveram‐se. conforme legislação vigente.  levaram‐nos  a  distribuí‐los  em  cinco  títulos:  da  gestão  organizacional.  transitórios  e  outros  objeto de consolidações.posicionamento da matéria. dispositivos regulamentadores das  leis complementares que tratam do estatuto e do plano de carreira do magistério paulista. nos apoiaram.  mas  confiantes  na  sua  utilidade  e  na  sua  acolhida  pelos  educadores  que  atuam  na  educação básica estadual.  com  a  finalidade  de  uniformizar  termos  no  texto  unificado.  para  adequação  à  temporalidade  do texto. Seção ou Subseção.  substituição  de  expressões.  o  grupo  entendeu  oportuno  inserir nesta obra. da gestão de pessoal e da gestão do prédio escolar.    Fizeram‐se  as  alterações  determinadas  pela  organicidade  que  a  obra  implica.  tanto  quanto possível.    Estamos conscientes das limitações e das imperfeições de que o trabalho por certo  se  ressente.    A  diversidade  de  assuntos  tratados  e  a  dificuldade  de  ordená‐los  em  poucos  blocos.    Procederam‐se  às  atualizações  impostas  pela  legislação  vigente.    O grupo de trabalho.  alteração  de  denominações  de  algumas  Secretarias  de  Estado  ou  Fundações. etc. seções e subseções originais.    A  par  da  legislação  do  ensino  propriamente  dito.  8. direta ou indiretamente. sob a denominação “Da Gestão de Pessoal”.

................................................. alt................... SE nº 86/08...................................................  Subseção II  Da Contratação de Serviços ............................................................................... CEE nº 2/00)   31   Seção IV  Do Número de Alunos por Classe .......................  Subseção I  Dos Critérios de Fixação......................................  (Decreto nº 52.............  Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo . SE nº 73/07)  38         9 ............342/78)  32       CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA   Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação .......  (Del.............................................. art..... 102 do Regulamento que integra o Decreto nº 12............................630/08)  (Res............  (Lei nº 9................. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores ................................................ CEE nº 10/97)  31   Seção II  Do Censo Escolar ..........TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar .........................................................................  (Res.............................................. 2º e art.......................  (Decreto nº 52.............................484/97)  31   Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos ..........290/95)  (Del......  (Decreto nº 40.................................... SE nº 27/08... SE nº 25/10)  33 33 33 34   Seção II  Do Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  ........ pela Res.054/07)  34 34 Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares   (Res............................  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores .............

.................................... SE nº 98/08 alt...........  Subseção III  Das Disposições Finais..........................................  Subseção II  Da Organização Curricular .........913/83)    Seção III  Do Assédio Moral .......................................................................................................... SE nº 39/93)  42   Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões .....................  (Lei nº 3............................ alt....144/79 e Decreto nº 52........  (Del.. SE nº 76/08.............250/06)  40     CAPÍTULO IV  DOS  RECURSOS  E  DO  ENCAMINHAMENTO  DE  EXPEDIENTES  E  PROCESSOS  AO  CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE ...CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas ........... SE nºs 5 e 10/10)  43 43 44 46   10 ..............................  (Del..........................................658/08)  39 40   Seção II  Da Cobrança de Contribuições .....  Subseção I  Da Proposta Curricular ....................  (Res.... CEE nº 2/98.......... pela Del.........  (Lei nº 12.......................... Res.................................................... CEE nº 13/95)  43     TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA      CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular........................................................................................................................................263/93 e  2..................................................................................................................................................  (Leis nºs 8............ CEE nº 72/08)  42   Seção III  Dos Recursos ....... pelas Res...............................................  (Res...

......247/99)  Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça........  (Lei nº 9...................................783/01. CEE nº 16/01 e Res................................................................508/97)  58 58 58 58 59 59 Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente ..  (Lei nº 9.................. Conj..... Gênero.............  (Res.........122/76)  Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil ....................................................802/02............. Origem ou Etnia ...........................................................  (Lei nº 12............284/06)  59 60 60 Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais .............................................................................699/03 e Res........ SE/SELT nº 1/08)    Seção III  Do Ensino Religioso ................. SE nº 14/10)  Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo ....................... Del..............................  (Lei nº 10.... SE nº 21/02)  56   Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares ...................................................................  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA ....................................................164/95 e 11........687/97)  Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"....  (Leis nºs 9.................................................. SE nº 184/02..  (Lei nº 9.............  (Lei nº 1.  (Lei nº 9........................ Decreto nº 46......724/97)            11 ....... Orientação  Sexual............................................................................................990/01)  Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas” ........  (Lei nº 10......... pela Res..................... SE nº 1/04)  Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas ...................  (Lei nº 10................939/98)  Subseção IV   Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo ......  (Res.......................  (Decreto nº 47.................Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física ..361/03)  50 50 50 51 54 Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I ................................................................................  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino de Arte .......... alt.............................................

................  12 73 74 ...........................................  do  Recredenciamento  e  da  Fiscalização  e  Avaliação das Instituições e de Cursos e Programas ..............................   Subseção I  Da Concepção e Características ............................................................................................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares.................    Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional ........  Subseção II  Do  Credenciamento.....  Subseção III  Da Matriz Curricular..........................................  (Res...................................................................  Subseção IV  Da Matriz Curricular do CEEJA ........  Subseção IV  Das Disposições Gerais...... CEE nº 97/10)  66 66 68 71 72 CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL     Seção   I  Dos Cursos da Educação Profissional .....................................................................................................................................................................................................................................................................................  da  Autorização................................................................................................................................................................................................................................................................................  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno............................................................................................................................................................  Subseção II  Da Matrícula ......................................................................CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO     Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio........................................  Subseção VII  Das Competências ............................................ CEE nº 82/09)  60   Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais....................................... SE nº 3/10)  61 61 62 63 63 64 64 65 66   Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos  no Ensino Fundamental e Médio e na  Educação Profissional de Nível Médio ..............................  (Del.......................................................................  Subseção VIII  Das Disposições Gerais ......  Subseção III  Da Vida Escolar ..................................................  (Del..........  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas .

.................  (Res.........    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica ...... arts....................................................................................................................................................... pela Res... CEE nº 68/07 e Resolução SE nº 11/08........    Seção II  Da Caracterização e Destinação ..............................................................1º a 6º)    74     CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento .    Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado – SAPEs .....    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos ................................................................................................................................................................  Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos .................  (Del........................ SE nº 5/09....................................    Seção IV  Do Processo de Avaliação ...................    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas ..........................................................................................    Seção III  Da Educação Inclusiva ...............................................  Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores .    Seção VIII  Da Formação dos Professores ........................................................................................................................... SE nº 31/08)  75 75 76 78 78 78 79 79 80 80 80 81 82           13 .........................................................................  Subseção IV  Das Atribuições Gerais ...............................  Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular .....  Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs .......... alt..............

.......... SE nº 21/08)  87 87 88 88 89     CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição........................... SE nº 147/03............758/09  91   Seção II  Da Denominação...............................    Seção IV  Da Atribuição de Aulas ..................................................  (Decreto nº 54...............................    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar ......................... Autorização e Reconhecimento .................................................... CEE nº 46/05)  85   Seção II  Dos Objetivos ....................................................  (Del.............................................    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento .... Finalidade e Destinação...........................................    Seção IV  Dos Cursos e Turmas da Alunos ........................    Seção III  Das Competências ..................    Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena ............................................. Regulamentação........................................  ( Res.............................................. Organização e Funcionamento ........    14 92 93 94 95 96 .......  (Deliberação CEE nº 46/05 e Res............................ Instalação..................    Seção V  Da Matrícula e Frequência  ................................................................................................................................................................. SE nº 81/09)  92   Seção III  Da Criação......................................................................................    Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas ........................................................................................................................................................CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização..........................................................  alt......... pela Res................

.............................................  Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária .................................................................................................. SE nº 81/09)      99   Seção XII  Disposição Final .......  Subseção I  Do Currículo Básico.................................................................................................................................... SE nºs 89/05 e 93/08)  101 101 101 102 102 102   Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI.................. SE nº81/09)  96 97 99   Seção XI  Das Competências ........Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes ...................................................  (Res.............................................    Seção IX  Do Professor Coordenador ................................ das Ações e Matrizes Curriculares ..................................................................................................................................  (Decreto nº 54......................  (Res.  (Res................SE nº 7/10)  104 105           15 .............................................    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação................................ da Res......................................... SE nº 93/08..........................................................................................................  (Decreto nº 27..........    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e do Funcionamento da Escola de Tempo Integral ................................................................     Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária ........................... com a alt.............................    Secção VI  Das Disposições Gerais ....................................    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão ...758/09)  100     CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I   Da Instituição e Finalidade .....................................270/87e Res.......

.509/00)  (Lei nº 11..338/96)  (Lei nº 9....529/97)  (Lei nº 10..  (Lei nº 3......................930/85)  110 Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo ...............929/08)  107 107 Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental ........142/68)  (Lei nº 10.71)  (Lei nº 9....532/97)  109 Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde ............  (Lei nº 3.............151/92)  112 16 .434/56)  (Lei nº 9.....................CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar  e da Suspensão do Expediente .........401/56)  (Lei nº 10.. SE nº 135/90)  105   Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos ......  (Res.....9...230/06)  (Lei nº 12...............267/68)  (Lei nº 10.... SE nº 102/03)  106   Seção III  Das Datas e Comemorações ...............................................5..........................  (Lei nº 8..086/64)  (Lei  de 18..................857/01)  (Res.......685/04)  (Lei nº 12.896/97)  (Lei nº 10....839/90)  (Lei nº 8..............346/68)  (Lei nº 614/74)  (Lei nº 641/75)  (Lei nº 1......067/95)  (Lei nº 10..........  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos .............114/98)  (Lei nº 10.245/76)  (Lei nº 4.................565/85)  (Lei nº 7..............5.........028/98)  (Lei nº 12.886/67)   (Lei nº 10................. SE de 29....  (Lei nº 6...968/92)  (Lei nº 8.......113/68)  (Lei de 11.......145/05)   (Lei nº 12..................84)  (Lei nº 9....875/90 e Res.......902/08)  (Lei nº 4............70)  (Lei nº 9..................046/05)  (Lei nº 12....  (Decreto nº 31.....944/94)  (Lei nº 9....................

....930/08)  (Lei nº 12.....  Subseção II  Dos Recursos .....757/90)  (Lei nº 610/74)  118     CAPÍTULO IX   D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características ....................... SE nº 139/84)  (Lei nº 10.... SE nº 95/86)  (Lei nº 12.............................................732/01)   (Lei nº 174/48 e Res...............................................501/97)  (Res..................................................................878/01)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas ...........................927/01)  (Lei nº 11................854/67................ SE nº 40/09)  119 122 CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever ..................  (Lei nº 794/50)  (Lei nº 8..............366/03)  (Lei nº 12.............865/08)  (Lei nº 12.........................  (Del.....934/08)  (Decreto nº 46..........352/99)  124 124 125   Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente .....................  (Res......................  (Lei nº 10....................098/98)  (Lei nº 10...    Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários ...............294/64)  (Lei nº 9...........892/08)  (Lei nº 10........................... SE nº 86/07)  123   Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica .....................971/79)  (Lei nº 10... alterada pela Lei nº 337/74)  (Lei nº 6.....................497/97)  (Lei nº 9....   17 125 ....................................  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos ...................................... CEE nº 87/09 e Res..............................................(Lei nº 9.............985/02)  (Lei nº 1.....

..............  (Decreto nº 29.................... da Destinação e dos Objetivos ...............................................................................................................................................................................................  (Lei nº 10........269/05)  127   Seção V  Do  “Programa  Memória  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva”....856/01)  129   Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores .............................. Expansão e Objetivos ..........................................................  Subseção II  Dos Convênios ........................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento........................................Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa ........627/07)  130 130 131   Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ............................................ alterado pelo Decreto nº 50...522/00)  125 126 127 127   Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento .  (Decreto nº 51................................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa ...................................  (Res............................................................499/06)  128 128 129 Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação ..............................................  Patriarca  da  Independência do Brasil .................................................................................... SE nº 28/06)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo ............................................  (Lei nº 9...............  (Decreto nº 50...............476/96)  130   Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade” ......................................................................................................  Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos .................................  Subseção I  Da Instituição e Abrangência ..........................  Subseção III  Do Professor Orientador ......................................  Subseção IV  Das Atribuições do Aluno .......  18 131 131 132 132 133 .............................  Subseção I  Da Instituição.....................................  Subseção I  Da Instituição........ das Competências e dos Convênios ...781/89 .............  (Lei nº 10........................................  Subseção III  Das Atribuições e Competências .........................................................................................................................................................

.............................................................................................................. alterada pela Lei nº 7.............................. CEE nº 16/97)  141   Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais....................... AVALIAÇÃO.......................................................................... REGULA‐RIZAÇÃO DE VIDA  ESCOLAR E DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais .........  (Res.....................................................................................................................................................................................................................................................................  Subseção III  Dos Recursos ....................................  Subseção IV  Das Disposições Gerais ..........  Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final .......................... SE nº 90/08)  134   Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro" ................................ RENDIMENTO.................................402/91)  141   Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro ..............  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios ....  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho ...........  (Lei nº 11......  (Del......................................Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho......................  (Res...............   (Lei nº 973/76.....................................  Subseção II  Do Pedido de Reconsideração ............................828/05)  141     TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR      CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA................................................. SE nº 61/07)  142 142 142 142   Seção IV  Da Avaliação do Aluno ................... CEE nº 11/96)  143 143 143 144 146   19 ................................................................................................  (Del..................... RECUPERAÇÃO..............  Subseção II  Do Registro de Freqüência .........

Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior ............................................................ 
(Del. CEE nº 21/01) 

147

  Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar ..................................................................  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares ................................................................ 
(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.2.05) 

148 148

Subseção II  Dos  Procedimentos  para  Tramitação  de  Expedientes/Processos  de  Regularização  de  Vida Escolar ........................................................................................................................ 
(Del. CEE nº 18/86) 

150 150

Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor ...................... 
(Res. SE nº 307/86) 

  Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade ............................................................................ 
(Res. SE nº 310/89) 

150

  Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada ...............................................................................  Subseção I  Da Progressão Continuada ................................................................................................. 
(Del. CEE nº 9/97) 

151 151 153

Subseção II  Da Progressão Parcial ......................................................................................................... 
(Res. SE nº 21/98) 

  Seção IX  Do Processo de Reclassificação .......................................................................................... 
(Res. SE nº 20/98) 

153

  Seção X  Das Classes de Aceleração .................................................................................................. 
(Res. SE nº 77/96) 

154

  Seção XI   Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental .................................... 
(Res. SE nº 92/09) 

155

  Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio..... 
(Res. SE nº 93/09) 

156

  Seção XII  Dos Documentos Escolares .................................................................................................  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar ............................................................................................  Subseção II 
20

160 160

Das Competências e Atribuições ........................................................................................ 
(Res. SE nº 25/81) 

160

  Seção XIII  Da Escrituração Escolar .....................................................................................................  Subseção I  Da  Informatização  do  Sistema  de  Publicação  de  Nomes  de  Alunos  Concluintes  de  Estudos de Nível Fundamental e Médio ............................................................................. 
(Res. SE nº 108/02) 

161

161

Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação ............................................................................ 
(Del. CEE nº 4/95) 

162

    CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE ................................................................  Subseção I  Da Criação e Atribuições ....................................................................................................  Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências .................................................................  Subseção III  Da Composição, do Mandato e das Reuniões ....................................................................   Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar – SIAVE ...................................................... 
(Lei nº 11.264/02) 

162 162 163 163 164

  Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para  Tratamento de Saúde ........................................................................................................  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado ...................................................................................................... 
(Lei nº 10.685/00) 

164 164 164

Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde ....................................................................... 
(Del. CEE nº 59/06) 

  Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção ....................................................................................  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual ........................................................... 
(Decreto nº 38.641/94) 

165 165 166

Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal .............................................................................................. 
(Lei nº 11.257/02) 

  Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve" ................. 
21

166

(Lei nº 12.283/06) 

  Seção V   Da Gravidez na Adolescência .............................................................................................. 
(Lei nº 11.972/05) 

167

  Seção VI   Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras  Drogas .................................................................................................................................  Subseção I  Da Prevenção, do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas ..................... 
(Lei nº 12.258/06) 

168 168

Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes .................................... 
 (Lei nº 9.830/97) 

169

Subseção III  Do  "Programa  de  Educação  Específica  contra  os  Males  do  Fumo,  do  Álcool  e  das  Drogas" ............................................................................................................................... 
(Lei nº 12.297/06) 

169

  Seção VII  Da  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  Exploração  contra  Crianças  e  Adolescentes no Estado de São Paulo ................................................................................ 
(Lei nº 10.429/99 e Res. SE nº 277/86) 

170

  Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação ............................................................................  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual .......................................................................... 
(Lei nº 10.948/01) 

170 170 172

Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial ..........................................................  (Lei nº 10.237/99) 

CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar ............................................................................................................ 
(Lei nº 10.761/01 e Lei nº 2.037/79) 

172

  Seção II  Do Transporte Escolar .........................................................................................................  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município ....................................... 
(Res. SE nºs 33/09 e 34/09) 

173 173

Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal ........................................................................... 
(Lei nº 11.258/02) 

178

 
22

Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................. 
(Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros,  alt.  pelo  Decreto nº 30.945/89)  (Res. SE nº 179/93, alt. pela Res. SE nº 133/03)

179

  Seção III  Do  Direito  ao  Pagamento  de  Meia‐Entrada  em  Espetáculos  Esportivos,  Culturais  e  de  Lazer ................................................................................................................................... 
(Lei nº 7.844/92 e Decreto nº 35.606/92) 

179

    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório ................................................................  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados ........................................ 
(Decreto nº 53.037/08, com alt. do Decr. nº 55.144/09) 

180 180 181

Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público ........................ 
(Decreto nº 52.344/07 e Res. SE nº 66/08) 

  Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente .................................................................. 
(Decreto nº 55.144/09) 

191

  Seção III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério ...........................................................................................................................  Subseção I  Das disposições Preliminares...............................................................................................  Subseção II  Da Inscrição ........................................................................................................................  Subseção III  Da Classificação dos Inscritos .............................................................................................  Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial .......................................................................................  Subseção V  Do Cadastramento .............................................................................................................  Subseção VI  Da Atribuição durante o Ano .............................................................................................  Subseção VII  Das Disposições Finais  ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 98/09,  com a alt. da Res. SE nº 11/10) 

194 194 195 196 200 209 210 213

23

  Seção IV  Da Atribuição de Classes, Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares ....................................................................................................  Subseção II   Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena ... ...........................................  Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de estudos de Línguas ...............................................  Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP ......................................................  Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar .....................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura .................................................  Subseção VII  Das Disposições Gerais ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 13/10) 

215 215 216 217 217 218 218 218

  Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos ...........  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos ...............................................  Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos ...........................................................................................  Subseção III  Das Atribuições dos Adidos ................................................................................................ 
(Decreto nº 42.966/98) 

219 219 220 221

  Seção VI  Do Controle de Frequência dos Docentes ..........................................................................  Subseção I  Da Sede de Controle de Frequência ...................................................................................  Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas ............................................................................................. 
(Decreto nº 39.931/95) 

221 221 222

  Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério ............................................  Subseção I  Das Normas e Requisitos ....................................................................................................  Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes ........................................................................  Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico ....................................................... 
(Decreto 24.948/86, Decreto nº 53.037/08, alt. pelo Decreto nº 53.161/08 e Res. SE nº 57/08) 

223 223 224 225

  Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos .......................................................... 
(Decretos nºs 41.915/97 e 53.037/08) 

229

24

  Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério  ................................. 
(Decreto nº 49.893/05) 

232

  Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade  de Classe ............................................................................................................................. 
(Decreto nº 31.170/90, combinado com o Decreto nº 52.833/08) 

234

  Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola ............................................................. 
(Decretos nºs 43.409/98 e 53.037/08 ) 

235

  Seção XII  Da Coordenação Pedagógica ..............................................................................................  Subseção I  Do Professor Coordenador ................................................................................................. 
(Res. SE nº 88/07, alterada pela Res. SE nº 10/08) 

237 237 240 241

Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental ........................................... 
(Res. SE nº 89/07) 

Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ........... 
(Res. SE nº 90/07) 

Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas ........................................................ 
(Res. SE nº 91/07) 

242

  Seção XIII  Do  Setor  de  Trabalho,  das  Atribuições  e  da  Gratificação  Especial  do  Supervisor  de  Ensino ................................................................................................................................. 
(Res. SE nº 97/09 e 23/10) 

243

    CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada .......................................................................... 
(Lei nº 11.498/03) 

245

  Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores ......................................................................... 
(Res. SE nº 62/05) 

246

  Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica ........................................................... 
(Del. CEE nº 10/99) 

249

   
25

Seção IV  Dos Cursos de Especialização ............................................................................................. 
(Deliberações CEE nºs 40/04 e 53/05) 

250

    CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do  Acréscimo  de  1/3  (um  terço)  ao  Valor  da  Retribuição  Mensal  de  Funcionários  e  Servidores do Estado, quando em Gozo de Férias ............................................................. 
(Decreto nº 29.439/88, alterado pelo Decreto nº 33.152/91) 

252

  Seção II  Do Adicional de Local de Exercício ...................................................................................... 
(Decreto nº 52.674/08) 

253

  Seção III  Do Auxílio‐Alimentação ...................................................................................................... 
(Lei nº 7.524/91, alterada pelas Leis nºs 8.106/92 e 8.320/93)  (Decreto nº 34.064/91, alterado pelo Decreto nº 50.079/05) 

253

  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte ......................................................................................................... 
(Lei nº 6.248/88, alterada pela Lei Compl. nº 755/94)  (Decreto nº 30.595/89, alterado pelo Decreto nº 38.687/94) 

255

  Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante ...................................................................... 
(Lei nº 3.732/83) 

256

    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional ........................................................................................................  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica ........................................................................ 
(Decreto nº 45.348/00, alterado pelo Decreto nº 49.366/05) 

256 256 259

Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica ................................................................ 
(Decreto nº 49.394/05 e Res. SE nº 21/05) 

  Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério ....................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............................................................................................  Subseção II  Da Inscrições .......................................................................................................................   
26

262 262 263

 alterada pela Res................................................................................................. SE nº 307/91 c/c a Lei Compl.................................................................... SE nº 289/86....................................277/08 e Res....298/03......................................  (Decreto nº 55.........................  (Res..... nº 706/93 e  alterada pela Res..........................  Subseção VI  Da União de Cônjuges .858/01)  283   Seção IX  Do Adicional de Transporte .............................  Subseção VIII  Das Disposições Finais .................  (Decreto nº 48....... SE nº 95/09)  267 268 270 273 273 274   Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado ..................  (Res........................................................................................................................ SE nº 64/08)  275   Seção IV  Da Readaptação ..... SE nº 26/97)  279   Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno ........................048/05)  284   Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado  de São Paulo .........  Subseção VII  Da Atribuição de Vagas.......143/09 e Res. Decreto nº 53...............................................................  (Lei nº 12.................................... SE nº 306/89)   Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada ...........................796/92)  283   Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador ................................. SE nº 145/86................................................................. SE nº 82/86)  281   Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias ..................................875/05)  285   27 ..............................................................................  (Res.......................................................................................  Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potencias  ........................................................................................Subseção III  Das Indicações de Unidades .......................................  (Decreto nº 35........................  Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos........  (Lei nº 10........................  (Res........................................................................................................................................................ alterada pela Res......... SE nº 15/90)  282 283   Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes .......................  (Lei nº 11................

.............. alterada pela Res....740/97)  286   Seção II  Das Lixeiras Seletivas .........................306/99)  286   Seção III  Do Combate a Incêndios .....................................760/97 e 13...............................  (Lei nº 3.................................................Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................845/81 e  13...... Drogas e Tabaco ...............  (Lei nº 8......................................... SE nº 179/93......  alterado  pelo Decreto nº 30......  (Leis nºs 9......................762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas............................................092/81)  287   Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool.....  (Lei nº 11..................  (Lei nº 9....................016/08)  Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar .............................540/03)  Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas ............................................................... alterada pela Lei nº 9...................625/08)  289       28 .  (Lei nº 11...........................388/03)  287 287 287 288 288 288 Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos .............................................730/07)  (Decreto nº 52.................945/89)  (Res......................  (Leis nºs 2........  (Lei nº 10................  (Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros..................................  (Lei nº 12..........................016/08)  Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola ............210/88.....................................877/94)  (Lei nº 6..........  Subseção I  Da Advertência quanto ao prejuízo causado pelas Drogas ....... SE nº 133/03) 285 TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR        CAPÍTULO I    DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos ............

.............  (Lei nº 3........................................................  (Lei nº 10............642/88.  Subseção III  Das Competências e Atribuições .......... pelo Decreto nº 41..............................................................................465/96)  293   Seção II  Dos Centros de Difusão...............  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares para Encontros de Caráter  Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas ........................ Aprendizado e Práticas Esportivas .........552/97)  289   Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança ......  (Decreto nº 28...................  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ....................................................................... alt..............................................................................................................    29 295 295 296 297 .............................  (Lei nº 10...326/99)  293   Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária ................643/88)  (Lei nº 10.......853/05)  291     CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos ....................................................................730/83 e Res..........................................................  (Lei nº 9.................... SE nº 229/95)  (Lei nº 10........................................................................875/01)  290   Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia ...................................................  (Decreto nº 28.................309/99)  292 292 Subseção II  Da  Cessão  de  Uso  de  Espaços  Livres  de  Próprios  Públicos  para  Campanhas  contra  as  Drogas .............312/99)  (Decreto nº 44......  (Lei nº 11..................................  Subseção II  Das Parcerias .....................166/99)  294   Seção IV  Do Programa Escola da Família .....    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA  Seção I  Do Programa de Segurança Escolar ..................... Ensino.......................................................................................................................................................

.  Subseção III  Das Atividades de Estágio ....................................................  (Lei nº 6............................................................................... Conj...................  Subseção VII  Da Carga Horária...........781/04 e Res.  Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional .............. Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional ....................................................485/97)  30 .  (Lei nº 10............................................................................................ Frequencia........ SE/SGP nº 1/08)  301 301 301 302   Seção VI  Da Propaganda nas Escolas ...  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional .................................  Subseção I  Da Locação do Muro de Escolas .................................................  Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional ...........................  Subseção II  Da Implementação e das Atribuições dos Órgãos Envolvidos ............  (Lei nº 9...................................................................................... SE nº 18/10)   297 298 299 299 300   Seção V  Do Programa Acessa Escola ......298/99)  Subseção III  Da Propaganda de Empresas Privadas nas Reformas de Prédios Escolares .......................Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional ............................................. SE nº 37/08 e Res..........................479/89)  303 303 303 303 Subseção II  Da Proibição de Propaganda nas Imediações de Escolas ............................  (Res..  Subseção I  Da Instituição e Objetivos .................  ( Decreto nº 48..................

  arts.394.  de  20 de dezembro  de 1996.  Vide  Parecer  CEE  nº  67/98.  encontra‐se  anexada  a  esta  unificação.  devem  obedecer  às  orientações  constantes da  Indicação  nº  9/97.    Artigo 6º ‐ O cadastramento instituído pelo artigo anterior poderá ser estendido:  I  ‐  mediante  celebração  de  Termos  de  Cooperação  Técnica  com  a  Secretaria  da  Educação:  a) à rede municipal de ensino.  (Lei nº 9.      (•)  A  indicação  CEE  nº  9/97.  Parágrafo  único  ‐  O  Censo  Escolar  previsto  neste  artigo  será  realizado  bienalmente.    Artigo  4º  ‐  O  Poder  Executivo  poderá  estabelecer  convênios  com  os  municípios  para a realização do Censo Escolar. CEE nº 10/97. a escolas particulares. anexo.    Artigo 3º ‐ O Censo Escolar deverá aferir os índices de analfabetismo e sua relação  com a universalização do ensino fundamental.  também.  31 .484/97. (•)  (Del. 1º. das Secretarias de Estado e das Autarquias. art.  b)    ao  SENAI  ‐  Serviço  Nacional  de  Aprendizagem  Industrial  e  ao  SESI  ‐  Serviço  Social da Indústria. 2º e 3º)    Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos    Artigo 5º ‐ Fica instituído o Cadastramento Geral de Alunos do ensino fundamental  e médio. regular e supletivo.  CEE  nº  10/97.  a  serem  elaborados  para  vigência  a  partir  de  1998.  integrante  da  Del.  em  atendimento  à  Lei  Federal  nº  9.TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar    Artigo 1º ‐ Os regimentos escolares dos estabelecimentos de ensino fundamental  e  médio.  II ‐ mediante instrumento próprio de adesão. 1º)    Seção II  Do Censo Escolar    Artigo  2º  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  promover  o  Censo  Escolar  no  Estado de São Paulo.

  sempre  que houver  disponibilidade  de  recursos  físicos.   V  ‐  15  a  20  alunos  para  as  turmas  do  Projeto  Intensivo  no  Ciclo  ‐  PIC  de  3ª  e 4ª  séries do ensino fundamental.    Artigo  13  ‐  Fica  a  Secretaria  de  Estado  da  Educação  responsável  pela  guarda  e  sigilo dos dados cadastrados. de 31‐8‐95. CEE nº 2/00. que baixará instruções normativas para sua realização. que consiste em um número para cada aluno.  III ‐ 40 alunos para as classes do ensino médio.290/95.  32 .290. evitando‐se a duplicidade de matrículas  e a formação de classes ociosas. nos dois níveis de  ensino: fundamental e médio.  deverão  ser  observados  como  critérios  para  organização  e  composição  de  classes/turmas  os  seguintes  referenciais  quanto  à  média de alunos por classe:  I ‐ 30 alunos para as classes das séries/anos iniciais do ensino fundamental.  (Decreto nº 40. 1º.  II ‐ 35 alunos para as classes das séries/anos finais do ensino fundamental.  e  para  o  atendimento  escolar  de  alunos  com  deficiência.  VI  ‐  12  a  15  alunos  na  oferta  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado.    Artigo  12  ‐  O  cadastramento  será  coordenado  pela  Secretaria  de  Estado  da  Educação que baixará instruções normativas para sua realização.  Artigo 8º ‐ O Cadastramento Geral de Alunos será coordenado pela Secretaria da  Educação. 2º e 3º)     Seção IV  Do Número de Alunos por Classe    Artigo  14  –  Na  organização  do  atendimento  à  demanda  escolar  nas  escolas  estaduais. arts.  SAPE(s).  VII  ‐  as  turmas  de  recuperação  paralela  serão  constituídas  de  15  a  20  alunos  e  organizadas em conformidade com as diretrizes fixadas na Resolução nº 40/2008.  § 1º ‐ Casos excepcionais deverão ser submetidos à análise da Diretoria Ensino e à  homologação anual da respectiva Coordenadoria. arts. 1º. 3º. desde a educação infantil até o ensino médio. em conformidade com o disposto na Resolução nº 11/2008. 5º e 6º)    Artigo 11 ‐ Ficam os estabelecimentos de ensino que atuam na educação básica do  sistema de ensino do Estado de São Paulo. será emitido o Registro de  Alunos (RA).  IV ‐ 40 alunos para as turmas de educação de jovens e adultos.  a  partir  dos  princípios  da  educação inclusiva. sujeitos  ao cadastramento geral de alunos instituído pelo Decreto nº 40.  (Del.    Artigo 10 ‐ O Registro de Alunos (RA) será considerado documento indispensável  para a matrícula ou transferência de cada aluno na rede estadual de ensino. 4º. 2º.  Artigo  7º  ‐  O  Cadastramento  Geral  de  Alunos  objetiva  conhecer  com  precisão  o  número de alunos matriculados e freqüentes nas escolas.    Artigo  9º  ‐  A  partir  do  levantamento  de  documentos  de  todos  os  alunos  e  da  consolidação dos dados obtidos com o Cadastramento Geral de Alunos.

  2º  e  art. no que se refere a Diretor de Escola.  VII ‐ outros critérios definidos por estudos da Secretaria da Educação. Vice‐Diretor de Escola e integrantes do QAE deverá  observar:  I ‐ a quantidade de classes da unidade escolar. 2º e 3º)    Subseção II  Da Contratação de Serviços    Artigo  18  ‐  A  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  nas  unidades  escolares  será  precedida  de  processo  licitatório  33 .00  m2  por  aluno  lotado em carteira dupla e de 1.  entre outros.  §  1º  ‐  Os  servidores  das  unidades  escolares  em  processo  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  poderão  ser  remanejados para outras unidades escolares. nos termos dos artigos 26 a 29 da Lei nº 10.  SE  nº  86/08. 1º e 2º. e dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180.  102  do  Regulamento  que  integra  o  Decreto  nº  12.  III ‐ o número de servidores em exercício.  V ‐ o número de servidores readaptados.  IV ‐ o número de servidores afastados.261. de 12 de maio de 1978.    Artigo  17  ‐  A  movimentação  dos  servidores  ocorrerá  por  meio  de  concurso  de  remoção ou por transferência. quando em carteira individual.  §  2º  ‐  As  situações  abrangidas  por  este  artigo  obedecerão  às  necessidades  de  recursos humanos e à conveniência administrativa.  II ‐ as transferências. arts.20 m . §§ 1º.630/08.  art.342/78)    CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA    Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação  Subseção I  Dos Critérios de Fixação.    Artigo  16  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  efetuar  a  fixação  e  a  revisão  dos  módulos de pessoal de que trata o artigo anterior para:  I ‐ a organização do concurso de remoção ou de ingresso.  III ‐ a contratação de prestação de serviços das atividades que não são próprias ou  exclusivas do Estado.  (Decreto nº 52.  VI ‐ a relação de unidades escolares em processo de contratação de prestação de  serviços das atividades que não são próprias ou exclusivas do Estado. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores    Artigo 15 ‐ A fixação do módulo de pessoal das unidades escolares da Secretaria da  Educação. indicadores de vulnerabilidade.§  2º  ‐  A  área  das  salas  de  aula  corresponderá  no  mínimo  a  1.  (Res.  II ‐ as condições físicas e/ou estruturais da escola. de 28 de outubro  de 1968.

 quando a unidade escolar comportar diretor de escola.  §  2º  ‐  A  Secretaria  da  Educação  fará  publicar  a  lista  das  unidades  escolares  passíveis  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas do Estado.5 (cinco décimos). SE nº 27/08. SE nº 25/10.    (• ) O Anexo referido no art. art. art.  (Res.  34 .  § 1º ‐ No caso da contratação de que trata o caput deste artigo serão utilizados os  parâmetros estabelecidos pela Secretaria de Gestão Pública.  (Res.  (Decreto nº 52.  observados  os  termos  da  Lei  nº  8.630/08.  de  21  de  junho  de  1993. bem como os estudos da Secretaria  de Educação. § 4º do art. 1º)    Artigo  20  ‐  Para  cálculo  das  necessidades  das  unidades  escolares  na  revisão  de  módulo  de  pessoal  não  serão  computados  os  quantitativos  referentes  a  servidores  afastados  e  readaptados. conforme anexo que integra esta subseção. art. 2º)    (• ) ANEXO    Nº de  Nº de  Diretor de  Vice‐Diretor  Secretário  Agente de  Agente de  classes  Turnos  Escola  de Escola  de Escola  Organização  Serviços Escolares Escolar  2 a 3  1 ou +  0  0  0  0  1  4 a 7  1 ou +  0  1  0  1  1  8 a 11  1 ou +  1  0  0  2  1  12 a 44  1 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  2  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  3 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)    Nota:  As  Unidades  Escolares  com    8  a  11  classes  funcionando  em  três  turnos  comportarão  um  Vice‐Diretor além do módulo fixado no referido anexo. passam a vigorar. 19 está com a redação dada pela Res.  (Decreto nº 52.  e  suas  alterações  posteriores. 2º)    Artigo  21  ‐  As  classes  das  escolas  vinculadas  integrarão  o  módulo  da  escola  vinculadora. 3º)    Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo    Artigo 19 ‐ Os parâmetros. para definição dos módulos das unidades escolares da  rede estadual de ensino.  (**) O arredondamento de cálculo para maior somente poderá se efetuar para frações superiores  a 0.específico.630/08. SE nº 27/08.666.

  servidores  para  a  garantia  da  prestação  dos  serviços que lhe são afetos.    Artigo  26  ‐  Do  registro  do  ponto.  cabendo  ao  dirigente  do  órgão  disciplinar  o  funcionamento  do  serviço  que  melhor possa atender ao interesse público.     Artigo 23 ‐ A jornada de trabalho dos servidores sujeitos à prestação de quarenta  horas  semanais  de  serviço  será  cumprida. cabe ao dirigente do órgão determinar o  sistema que melhor atenda à conveniência e às necessidades do serviço.  observados  o  descanso  semanal remunerado e intervalos para alimentação e descanso. deverão constar:  I ‐ o nome e registro geral do servidor.  em  até  três  turmas  distintas.  Parágrafo  único  ‐  Observadas  as  disposições  do  caput.  desde  que  mantida  a  divisão  em  dois  períodos  e  assegurado o intervalo mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  a  entrada e saída do servidor em serviço. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados.  §  1º  ‐  Para  atender  à  conveniência  do  serviço  ou  à  peculiaridade  da  função.     Artigo  24  ‐  A  jornada  de  trabalho  dos  servidores  sujeitos  à  prestação  de  trinta  horas semanais.  observada a escala de horário estabelecida pela chefia imediata.  aplicam‐se  aos  servidores  sujeitos à jornada de trabalho de trinta horas semanais as disposições dos §§ 2º.  sempre  que  possível.  em  dois  períodos  dentro  da  faixa  horária compreendida entre oito e dezoito horas.  garantindo  a  prestação  dos  serviços.  correspondentes  a seis horas diárias de serviço.  § 3º ‐  Nas  unidades em que.  2. por  sua natureza.  35 .  mediante  o  qual  se  verifica. com intervalo de duas  horas para alimentação e descanso.  obrigatoriamente.  o  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  diariamente.  mantida  sempre  a  divisão  em  dois  períodos com intervalo de. uma hora para alimentação e descanso. afixar em local visível ao público e publicar nos meios de comunicação oficiais o  seu horário de funcionamento.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  dezenove  horas.  manter  ininterruptamente  servidores. o  horário  poderá  ser  estabelecido  para  duas  ou  mais  turmas. assegurado o intervalo mínimo de quinze minutos para  alimentação e descanso.Seção II  Do  Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores    Artigo  22  ‐  As  unidades  administrativas  públicas  estaduais  deverão  manter.  § 4º ‐ Para os fins previstos neste artigo.  durante  todo  o  seu  período  de  funcionamento.  o  horário  dos  servidores  poderá  ser  prorrogado  ou  antecipado.  pontos  facultativos  e/ou  feriados  é  facultado.  deverá ser cumprida dentro da  faixa horária entre sete e dezenove horas.    Artigo  25  ‐  A  freqüência  diária  dos  servidores  da  Administração  Direta  e  das  Autarquias será apurada pelo registro de ponto. no mínimo.   § 2º ‐ Nas unidades em que houver necessidade de funcionamento ininterrupto. 3º e 4º do artigo  23. de segunda a sexta‐feira.  domingos.  no  que  couber.  Parágrafo  único  ‐  As  unidades  que  prestam  atendimento  direto  ao  cidadão  deverão:  1.

  os  dias  intercalados.  os  sábados. ao Procurador Geral do Estado ou a Dirigente de Autarquia. por escrito à autoridade competente.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas e as consideradas justificadas pela autoridade  competente não serão computadas para efeito de configuração dos ilícitos de abandono do cargo  ou função e de faltas interpoladas.  §  1º  ‐  Para  o  registro  de  ponto  poderão  ser  utilizados  meios  mecânicos.  de  preferência.  até  o  limite  de  vinte  e  quatro. a critério do  superior imediato do servidor.    Artigo 31 ‐ O servidor perderá um terço do vencimento ou salário do dia quando  entrar  em  serviço  dentro  da  hora  seguinte  à  marcada  para  o  início  dos  trabalhos  ou  retirar‐se  dentro da última hora do expediente.  a  justificação  das  que  excederem  a  esse  número.  §  1º  ‐  No  prazo  de  sete  dias  o  chefe  imediato  do  servidor  decidirá  sobre  a  justificação  das  faltas.  feriados  e  aqueles  em  que  não  haja  expediente  serão  computados para efeito de desconto dos vencimentos ou salários.  devidamente  informada  por  essa  autoridade.  V ‐ as ausências temporárias e as faltas ao serviço.  sob  pena  de  sujeitar‐se  a  todas  as  conseqüências  resultantes  da  falta  de  comparecimento.  VIII ‐ assinatura do servidor e da Chefia imediata. que decidirá em igual prazo.    Artigo  28  ‐  Poderão  ser  abonadas  as  faltas  ao  serviço.  pela  natureza  e  circunstância.  até  o  máximo  de  doze  por  ano.  36 .    Artigo  27  ‐  O  servidor  que  faltar  ao  serviço  poderá  requerer  o  abono  ou  a  justificação da falta. eletrônicos ou formulário específico. ao seu superior hierárquico. no primeiro dia em que comparecer à  repartição.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas não implicarão desconto da remu‐neração.  III ‐ o horário de entrada e saída ao serviço.  possa  constituir  escusa  razoável  do  não  comparecimento.  sua competência se estenderá até o limite de vinte e quatro faltas.  VI ‐ as compensações previstas nos artigos 32 e 33.  desde  que  motivadas  em  fato  que.II ‐ o cargo ou função‐atividade do servidor.  § 3º ‐ O servidor perderá a totalidade do vencimento ou salário do dia nos casos  de que trata o caput deste artigo.     Artigo  29  ‐  Poderão  ser  justificadas  até  vinte  e  quatro  faltas  por  ano.  Parágrafo único ‐ Aplica‐se o disposto no caput deste artigo quando excedidos os  limites fixados nos artigos 32 e 33 e não efetuadas as compensações neles previstas. em razão de moléstia ou outro motivo relevante.  domingos. não excedendo a uma por mês.  VII ‐ os afastamentos e licenças previstos em lei.  IV ‐ o horário de intervalo para alimentação e descanso.  até  o  máximo  de  seis  por  ano.    Artigo  30  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas. a Secretário de Estado.  justificadas  ou  injustificadas.  será  submetida.  §  2º  ‐  A  utilização  do  formulário  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior  dar‐se‐á  a  partir do primeiro dia do mês subseqüente à publicação de Instrução a ser expedida pelo Órgão  Central do Sistema de Administração de Pessoal do Estado.   §  2º  ‐  Nos  casos  em  que  o  chefe  imediato  seja  diretamente  subordinado  ao  Governador.

  a  critério  da  chefia  imediata.    Artigo 35 ‐ Para a configuração do ilícito administrativo de abandono de cargo ou  função.  compensar mais de um período num só dia.      37 . não  poderá exceder a duas horas.  no  mesmo  dia  ou  nos  três  dias  úteis  subseqüentes.    Artigo 36 ‐ O servidor‐estudante.  § 1º ‐ O benefício previsto no caput deste artigo somente será concedido quando  mediar entre o período de aulas e o expediente da unidade de prestação dos serviços. se a retirada se prolongar por período superior a trinta minutos.261.  § 1º ‐ A ausência temporária ou definitiva.   2.     Artigo  33  ‐  Até  o  máximo  de  três  vezes  por  mês.  para a finalidade  específica  de  recebimento  de  sua  retribuição  mensal  em  instituição  bancária. domingos.  Parágrafo único ‐ A freqüência do servidor será registrada desde que permaneça  no trabalho por mais de dois terços do horário a que estiver sujeito. feriados e pontos facultativos.  será  concedida  ao  servidor  autorização  para  retirar‐se  temporária  ou  definitivamente.  sem  qualquer  desconto  em  seus  vencimentos  ou  salários. exceto nos casos de consulta ou tratamento de saúde. previstos em lei.    Artigo  34  ‐  O  servidor  perderá  a  totalidade  de  seu  vencimento  ou  salário  do  dia  quando comparecer ou retirar‐se do serviço fora de horário. dispensada a compensação. nos termos do artigo 121 da Lei nº 10. o tempo correspondente à retirada temporária ou definitiva de que trata o caput  deste artigo na seguinte conformidade:  1. respectivamente.  posto  ou  caixa  de  atendimento  eletrônico.  quando.  entrar  com  atraso  nunca  superior  a  quinze  minutos  na  unidade onde estiver em exercício. de 28  de outubro de 1968. que será pela  fração  necessária  à  compensação  total.  sem  desconto  em  seu  vencimento.  durante  o  expediente.  a  critério  da  chefia  imediata. a compensação  deverá ser dividida por período não inferior a trinta minutos com exceção do último.   §  3º  ‐  Não  serão  computados  no  limite  de  que  trata  o  caput  os  períodos  de  ausências temporárias durante o expediente para consulta ou tratamento de saúde. previstos em  lei.  §  2º  ‐  O  servidor  é  obrigado  a  compensar.  § 4º ‐ Entre as hipóteses de ausência previstas no caput inclui‐se a faculdade de o  servidor retirar‐se do expediente uma vez por mês. entrar em serviço até uma hora após o  início  do  expediente  ou  deixá‐lo  até  uma  hora  antes  do  término. desde que compense o atraso no mesmo dia. a critério da Administração. ressalvadas as hipóteses previstas nos  artigos 31. previstos em  lei.  se  a  ausência  for  igual  ou  inferior  a  trinta  minutos.  desde  que  na  unidade  de  trabalho  não  se  mantenha  agência  bancária. tempo igual  ou inferior a noventa minutos.  podendo  o  servidor. são computados os dias de sábados.  salário  ou  remuneração.  for  invocado  motivo justo.  Artigo  32  ‐  Poderá  o  servidor  até  cinco  vezes  por  mês. 32 e 33 e os casos de consulta ou tratamento de saúde. de que trata o caput deste artigo. poderá.  conforme  se  trate  de  curso  diurno ou noturno.  a  compensação  se  fará  de  uma só vez.

 sujeito à Jornada Completa de Trabalho de que trata o artigo 70 da Lei Complementar  nº 180.  de  segunda a sexta‐feira.  mediante  apresentação  de  documento  hábil  expedido  pelo estabelecimento de ensino em que estiver matriculado. respeitado o limite máximo de 8 (oito) horas  diárias de trabalho.  § 2º ‐ A distribuição da carga horária deverá abranger os turnos de funcionamento  da  unidade  escolar.   Parágrafo  único  –  Para  o  pessoal  docente  deverão  ser  observadas. desde que mantida a divisão da  carga  horária diária em dois períodos e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição e  descanso.  §  5º  ‐  O  não  cumprimento  das  disposições  do  parágrafo  anterior  implicará  na  responsabilização disciplinar.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  vinte  e  três  horas. o Procurador Geral do Estado e os Dirigentes  de  Autarquias  fixarão  critérios  para  controle  do  ponto  de  servidores  que. por  sua natureza. civil e penal.  obrigatoriamente.  em  virtude  das  atribuições do cargo ou função.  ainda.  §  3º  ‐  O  servidor  abrangido  por  este  artigo  gozará  dos  benefícios  nele  previstos  durante os dias letivos.  o  início  do horário  de trabalho  dos servidores  mencionados  no  caput poderá.  ser  antecipado para  até 6  (seis) horas da  manhã. 2º a 19)    Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares    Artigo  39  ‐  As  unidades  escolares  deverão  manter  servidores  para  a  garantia  da  prestação dos serviços que lhe são afetos.054/07.  §  2º  ‐  Para  fazer  jus  ao  benefício  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  o  servidor apresentar comprovante.  semestralmente.  as  disposições dos artigos 620 a 622. realizem trabalhos externos.  §  3º  ‐  Para  atender  a  conveniência  do  serviço  e/ou  a  peculiaridade  da  função. durante todo o seu período de funcionamento.    Artigo 37 ‐ Os Secretários de Estado.  junto  à  Chefia  imediata.   38 . o  Gestor  Escolar  deverá  elaborar  escala  de  trabalho  dos  servidores  visando ao acompanhamento desse funcionamento.  (Decreto nº 52.  a  critério  do  Gestor  Escolar.    Artigo  38  ‐  As  normas  de  registro  e  controle  de  freqüência  dos  docentes  da  Secretaria da Educação serão estabelecidas em ato específico da Pasta.   § 4º ‐ O servidor‐estudante fica obrigado a comprovar o comparecimento às aulas.  em  dois  períodos  com  intervalo  mínimo de uma hora para alimentação e descanso. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados  e/ou aos  domingos. e aos docentes designados em Postos de Trabalho de Vice Diretor  de Escola ou de Professor Coordenador.  § 4º ‐  Nas  unidades em que.  §  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  aplica‐se  igualmente  ao  integrante  do  Quadro  do  Magistério. exceto nos períodos de recesso ou férias escolares. anual ou semestral conforme o caso.    Artigo 40 ‐ A jornada de trabalho dos servidores dos Quadros de Apoio Escolar e  da  Secretaria  da  Educação  será  cumprida. de 13 de maio de 1978. de que está matriculado  em estabelecimento de ensino oficial ou autorizado. arts.

 2º a 5º)      CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas    Artigo  43  ‐  É  vedada.    Artigo 41 ‐ A freqüência dos servidores docentes será registrada em livro próprio.  observados. SE nº 73/07.  ressalvada  a  decorrente  de  lei  federal  ou  quando  haja  determinação  legal  expressa  em  sentido contrário. no  ato do recebimento. ser exigido o original para confrontação.  § 1º Poderá.  respectivamente. mantida a divisão em dois turnos durante todo seu período de  funcionamento. com a Gratificação por Trabalho no Curso Noturno.263/93.  a  carga horária correspondente à jornada de trabalho do servidor.  sempre.  de  28  de  dezembro de 1993. poderá autorizar  o  horário  de  trabalho  do  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  dentro  da  faixa  horária  estabelecida no § 2º do artigo 40.  a  exigência  de  reconhecimento  de  firmas  ou  de  autenticação  de  cópias. havendo necessidade.  reputar‐se‐ão  inexistentes  os  atos  administrativos  dela  resultantes. exigirá o reconhecimento da firma ou a  autenticação da cópia.  conforme  modelo  definido em Instrução expedida pelo Departamento de Recursos Humanos.  § 3º ‐ Eventual exigência do servidor será feita por escrito. de 27 de dezembro de 1985.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino homologar o horário de trabalho  do servidor mencionado no caput deste artigo.  a  Gratificação  Especial  instituída  pela  Lei  Complementar  nº  744.  cabe  ao  Gestor  Escolar  determinar  o  sistema  que melhor  atenda  a  conveniência  e  as  necessidades  do  serviço.  (Lei nº 8. 1º c/c o art. de que tratam os artigos  83 a 88 da Lei Complementar nº 444.  autárquica  e  fundacional.  cumprindo  ao  39 . caso não o faça. 1º e caput do art.§  5º  ‐  Para  os  fins  previstos  neste  artigo.  § 1º ‐ A atuação fora do horário de funcionamento da Diretoria de Ensino somente  será  possível  se  o  Supervisor  de  Ensino  for  responsável  pela  supervisão  e  fiscalização  de  cursos  noturnos de unidades escolares incluídas no setor de trabalho que lhe for atribuído.  § 4º ‐ Verificada a qualquer tempo a ocorrência de fraude ou falsidade em prova  documental. somente se houver dúvida fundada.  com  a  cédula  de  identidade  do  interessado  ou  com  o  respectivo  documento original e. o servidor deverá proceder ao  cotejo.  presumindo‐se. 2º do Decreto nº 52.  onde  constarão  os  horários  das  aulas  e  as  Horas  de  Trabalho  Pedagógico.  cumulativamente. e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso. a critério da autoridade. motivadamente. art.  na  recepção  de  documentos  por  órgãos  e  entidades  da  administração  direta. com a  indicação  do  dispositivo  legal  em  que  ela  está  prevista  e  da  razão  específica  da  dúvida. parágrafo único do art.658/08)  § 2º ‐ Na hipótese de que trata o caput deste artigo.    Artigo 42 ‐ O Dirigente Regional de Ensino. o descanso semanal remunerado  e o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  para  instruir  processos  e  procedimentos  administrativos  nos  órgãos  do  Estado.  (Res.  1º e arts. que não considerou necessário o atendimento da formalidade.  §  3º  ‐  O  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  não  poderá  perceber.

 2º)    Artigo  44  ‐  As  Secretarias  de  Estado.  VI – exigir qualquer outra forma de contribuição em dinheiro.913/83.658/08.  de  certificados  ou  diplomas  de  conclusão  de  cursos  e  de  outros  documentos  relativos à vida escolar. c/c o Decreto nº 52. §§ 1º.  praticada  de  forma  repetitiva  por  agente. especialmente:  40 . para fins  de  transferência. no todo ou em parte. na Rede Mundial  de Computadores ‐ Internet.  pertinentes  aos  respectivos  âmbitos  de  atuação.144/79. indireta e fundações públicas. art. à carreira e à estabilidade  funcionais do servidor.  II ‐ divulgarão o conteúdo desta seção em seus sítios eletrônicos. para os fins da Lei nº 12. tenha por objetivo ou efeito  atingir a auto‐estima e a autodeterminação do servidor. ao  serviço prestado ao público e ao próprio usuário.órgão ou entidade a que o documento tenha sido apresentado expedir a comunicação cabível ao  órgão local do Ministério Público.  servidor.250/06.  as  autarquias  e  as  fundações  instituídas  ou  mantidas pelo Estado:  I  ‐  manterão  em  local  visível  e  acessível  ao  público  relação  atualizada  das  hipóteses. que o sujeitem a condições  de trabalho humilhantes ou degradantes. abusando da autoridade que lhe conferem suas funções. 3º)    Artigo 45 – Fica dispensada a exigência de reconhecimento de firma em qualquer  documento  produzido  no  País.  V – instituir o uso obrigatório de uniforme.  quando  apresentado  para  fazer  prova  perante  repartições  e  entidades públicas estaduais da administração direta e indireta.658/08)    Seção II  Da Cobrança de Contribuições    Artigo 46 – Aos estabelecimentos oficiais de ensino do Estado fica proibido:  I – cobrar taxa de matrícula. salvo naquelas em que lei federal  ou determinação legal expressamente determine. 1ª via de documentos. 2º  e 3º do art. submetendo o servidor a procedimentos repetitivos  que impliquem em violação de sua dignidade ou. toda ação.  IV – cobrar material destinado a provas e exames.  gesto  ou  palavra. art.   (Lei nº 2.  empregado. com danos ao ambiente de trabalho. art.  II – exigir contribuição pecuniária para a Merenda Escolar.  em  que  há  determinação  legal  expressa de reconhecimento de firmas ou de autenticação de cópias.658/08.  (Decreto nº 52.  III – locar dependências do prédio. por qualquer forma.  ou  qualquer  pessoa que. 1º.  (Lei nº 3. 1º)    Seção III  Do Assédio Moral    Artigo  47  ‐  Fica  vedado  o  assédio  moral  no  âmbito  da  administração  pública  estadual direta.  (Decreto nº 52.    Artigo 48 ‐ Considera‐se assédio moral. bem como à evolução.

    Artigo 49 ‐ Consideram‐se também assédio moral as ações. gestos e palavras que  impliquem:  1 ‐ desprezo. ignorância ou humilhação ao servidor.  dentre  outras.  empregado  ou  qualquer  pessoa  que  exerça  função  de  autoridade  nos  termos  desta  lei.    Artigo 50 ‐ Todo ato resultante de assédio moral é nulo de pleno direito.  projetos  ou  de  qualquer  trabalho de outrem.  servidor. será promovida sua imediata apuração. ficam obrigados a tomar as medidas  necessárias para prevenir o assédio moral.  II ‐ designando para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas.  as  seguintes medidas:  1 ‐ o planejamento e a organização do trabalho:  a) levará  em  consideração  a  autodeterminação de cada servidor e possibilitará o  exercício de sua responsabilidade funcional e profissional.  ou  de  ofício  pela  autoridade  que  tiver conhecimento da prática de assédio moral.  propostas.  Parágrafo  único  ‐  Nenhum  servidor  poderá  sofrer  qualquer  espécie  de  constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste artigo ou por  tê‐las relatado.  41 . ou aquelas para as quais.    Artigo  54  ‐  Os  órgãos  da  administração  pública  estadual  direta.  II ‐ suspensão.  2  ‐  sonegação  de  informações  que  sejam  necessárias  ao  desempenho  de  suas  funções ou úteis a sua vida funcional.  atribuições. que atinjam a dignidade do servidor.  indireta  e  fundações públicas. na pessoa de seus representantes legais.  III ‐ demissão.  III  ‐  apropriando‐se  do  crédito  de  idéias.  Parágrafo  único  ‐  Para  os  fins  deste  artigo  serão  adotadas. sob pena de nulidade. conforme definido na lei. tarefas e outras atividades somente através de terceiros. de qualquer forma. em prejuízo de seu  desenvolvimento pessoal e profissional.  especializadas. exijam treinamento e conhecimento  específicos. ou em condições e prazos inexeqüíveis.I  ‐  determinando  o  cumprimento  de  atribuições  estranhas  ou  de  atividades  incompatíveis com o cargo que ocupa.    Artigo  53  ‐  Fica  assegurado  ao  servidor  acusado  da  prática  de  assédio  moral  o  direito  de  ampla  defesa  das  acusações  que  lhe  forem  imputadas.  3  ‐  divulgação  de  rumores  e  comentários  maliciosos. que o isolem de contatos com  seus  superiores  hierárquicos  e  com  outros  servidores.    Artigo  51  ‐  O  assédio  moral  praticado  pelo  agente.  bem  como  a  prática  de  críticas reiteradas ou a de subestimação de esforços.  nos  termos  das  normas  específicas de cada órgão da administração ou fundação.  é  infração  grave  e  sujeitará o infrator às seguintes penalidades:  I ‐ advertência.  sujeitando‐o  a  receber  informações.  4 ‐ exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos. mediante  sindicância ou processo administrativo.    Artigo  52  ‐  Por  provocação  da  parte  ofendida.

  (Res. tanto pelas escolas como por Diretorias de Ensino e demais órgãos  técnicos subordinados às Coordenadorias de Ensino. que decidirá sobre a matéria ou a  enviará ao Conselho Estadual de Educação.  (Lei nº 12.  2 ‐ o trabalho pouco diversificado e repetitivo será evitado.  42 .  atividades  ou  tarefas  funcionais.  d) garantirá a dignidade do servidor. protegendo o servidor  no caso de variação de ritmo de trabalho. os dirigentes dos órgãos centrais encaminharão.250/06. objeto desta seção.  c)  assegurará  ao  servidor  oportunidade  de  contatos  com  os  superiores  hierárquicos  e  outros  servidores.  §  2º  ‐  O  prazo  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  contado  da  data  da  publicação  da  decisão  no  Diário  Oficial  do  Estado  ou  da  data  em  que  a  parte  interessada  tiver  ciência da decisão quando se tratar de matéria não sujeita a publicação. arts.  ligando  tarefas  individuais  de  trabalho  e  oferecendo  a  ele  informações sobre exigências do serviço e resultados.b)  dará  a  ele  possibilidade  de  variação  de  atribuições. nos termos da Deliberação CEE  nº 2/98. a ser formulado pela parte interessada.  §  1º  ‐  Cada  um  dos  órgãos  a  partir  da  unidade  escolar  somente  encaminhará  os  expedientes aludidos no caput deste artigo ao órgão imediatamente superior quando. SE nº 39/93.  §  1º  ‐  O  pedido  deverá  ser  formulado  no  prazo  de  trinta  (30)  dias.  apontando  expressamente  o  erro  de  fato  ou  de  direito  em  que  incidiu  o  Colegiado  ou  o  fato  novo  que  justifique a reconsideração. esgotados  todos  os  seus  recursos  de  interpretação  das  leis  e  normas  que  porventura  regulamentem  as  respectivas matérias. os expedientes ao Secretário. após  análise exaustiva e abrangente. salvaguardadas as tramitações especificas em  Deliberações CEE. 1º)    Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões    Artigo 56 ‐ As decisões do Conselho Estadual de Educação poderão ser objeto de  pedido de reconsideração. 1º a 7º)      CAPÍTULO IV  DOS RECURSOS E DO ENCAMINHAMENTO DE EXPEDIENTES E PROCESSOS AO CONSELHO  ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE    Artigo 55 ‐ É vedado o encaminhamento direto ao Conselho Estadual de Educação  de expediente ou processos que cuidem de aspectos técnicos dos estabelecimentos que integram  o Sistema Estadual de Ensino.  §  2º  ‐  Ocorrendo  dúvidas  de  interpretação  ou  na  eventualidade  de  se  considerarem incompetentes para decidir. certificar‐se de que a decisão escapa‐lhe à competência.  3  ‐  as  condições  de  trabalho  garantirão  ao  servidor  oportunidades  de  desenvolvimento funcional e profissional no serviço. art.

  § 2º ‐ A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental e  para  o  Ensino  Médio  contempla  os  componentes  curriculares  a  seguir  relacionados  e  consubstanciados nas propostas curriculares de Língua Portuguesa.    Artigo 57 ‐ Recebido o pedido de reconsideração.§ 3º ‐  O  Presidente do Conselho  indeferirá de plano o  pedido  de reconsideração  que for protocolado extemporaneamente ou formulado pela segunda vez. Educação Física. Matemática. Química.  §  1º  ‐  A  Proposta  Curricular.  que  complementa  e  amplia  as  Diretrizes  e  os  Parâmetros Curriculares Nacionais. com a redação dada pela Del. CEE nº 13/95. Geografia. História. CEE nº 2/98. Língua  Estrangeira Moderna ‐ Inglês. Biologia. Arte.  caberá  recurso  ao  Órgão  imediatamente  superior  da  Secretaria  da  Educação e da decisão deste caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação. cabendo ao Conselho Pleno a decisão final.    Artigo  58  ‐  Por  proposta  de  qualquer  Conselheiro.  arts.  as  decisões  do  Conselho  poderão ser revistas quando for argüido erro de fato ou de direito.  (Del.  passa  a  constituir  o  referencial  básico obrigatório para a formulação da proposta pedagógica das escolas da rede estadual. 1º.  o  Conselheiro  deverá  apresentar justificativa consubstanciando o pedido. Física. 1º)      TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA    CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular  Subseção I  Da Proposta Curricular     Artigo  60  ‐  A  Proposta  Curricular  do  Estado  de  São  Paulo  para  o  Ensino  Fundamental  e  para  o  Ensino  Médio. este será juntado ao respectivo  processo  e  encaminhado  à  Câmara  ou  Comissão  onde  teve  origem  a  decisão  recorrida. CEE nº 72/08. 2º e  3º)    Seção III  Dos Recursos    Artigo 59 ‐ De decisão da Diretoria de Ensino.  Filosofia e Sociologia.  43 . art. com base em normas do Conselho  Estadual  da  Educação.  para  apreciação preliminar. art.   (Del. Ciências.  §  2º  ‐  A  revisão  proposta  será  aprovada  se  contar  com  o  voto  favorável  de  no  mínimo dois terços (2/3) dos membros do Colegiado.  elaborada  por  esta  Pasta.  §  1º  ‐  Ao  propor  a  revisão  de  que  trata  este  artigo. incorpora as propostas didáticas vivenciadas pelos professores  em suas práticas docentes e visa ao efetivo funcionamento das escolas estaduais em uma rede de  ensino.

  II  –  proceder. correspondendo ao ensino do 1º ao 5º ano. a partir de 2009. estendendo‐se aos das demais séries. constituída por dois segmentos  de ensino (ciclos):  I ‐ anos iniciais. 1º. de acordo com os regulamentos e normas expedidos  oportunamente pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. recursos tecnológicos e com ações de capacitação e monitoramento que.  iniciando‐se  com  o  atendimento  aos  alunos  da  1ª  série  do  ensino  médio. arts.000 aulas anuais.  (Res.  a  ser  implantada  de  forma  gradativa  e  contínua.  das  respectivas  circunscrições.  no  levantamento  da  demanda de alunos da 1ª série do ensino médio interessados no curso de espanhol. correspondendo ao ensino do 6º ao 9º ano.   Parágrafo único – A oferta obrigatória do ensino da língua espanhola pela escola e  de matrícula facultativa para o aluno far‐se‐á. 2º e 3º)    Artigo  60  A  ‐  O  ensino  da  língua  espanhola.    Artigo 60 C ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  orientar  as  escolas.    Artigo 62 ‐ O ensino fundamental terá.  ao  cadastramento  dos  Professores  interessados na docência da língua espanhola.  (Res.  com  orientações  didáticas  e  expectativas  de  aprendizagem. a partir do 2º semestre de 2010.  44 . 2º e 3º)    Subseção II  Da Organização Curricular    Artigo  61  ‐  A  organização  curricular  das  escolas  estaduais  que  oferecem  ensino  fundamental e ensino médio se desenvolverá em 200 (duzentos) dias letivos. mediante a  participação  direta  e  contínua  dos  educadores  da  rede  de  ensino.  totalizando 1. estruturada em 9 (nove) anos. SE nº 76/08. 1º. de que trata o Anexo I.  possibilitarão  seu  aperfeiçoamento. distribuídas por níveis de ensino. sua organização curricular.    Artigo  63  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  iniciais  do  ensino fundamental.  desenvolvida  em  regime  de  progressão  continuada.  integrará  obrigatoriamente o currículo do ensino médio das escolas públicas estaduais. anos e séries.  no  âmbito  da  Diretoria. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada. arts.  §  4º  ‐  A  implantação  da  Proposta  Curricular  ocorrerá  com  o  apoio  de  materiais  impressos. observada a habilitação ou qualificação exigida no  processo de atribuição de classes e aulas.  opcional  para  o  aluno. SE nº 5/10.  II ‐ anos finais. nas unidades escolares. deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  I  ‐  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos  deverá  ser  observada  a  carga horária de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.    Artigo  60  B  ‐  O  ensino  de  língua  espanhola  de  que  trata  o  artigo  anterior  será  implantado  gradativamente.§  3º  ‐  As  Propostas  Curriculares  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  são  complementadas  por  um  conjunto  de  documentos. com a carga horária  anual estabelecida nesta Subseção. nos termos desta  seção.

 totalizando 1.    Artigo 64 ‐ O ensino médio.  com  três  turnos  diurnos  e  calendário  específico  de  semana  de  6  (seis)  dias  letivos. terá sua organização curricular  estruturada como curso de sólida formação básica.  § 2º ‐ A prioridade dada ao desenvolvimento das competências leitora e escritora  e dos conceitos básicos da matemática. deverão ser desenvolvidas:  1  ‐  com  duas  aulas  semanais. com duração de 45 (quarenta  e cinco) minutos cada. semana  de  6  (seis)  dias  letivos. aos sábados. preferencialmente. sendo que  Educação Física será ministrada. conforme Anexo VI.  totalizando  1.  II ‐ no período diurno. titulares de cargo.  previstas  nas  matrizes  curriculares  das séries/anos iniciais.  45 .  2  ‐  no  período  diurno.  4  ‐  pelo  professor  da  classe.  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos.  quando  comprovada  a  inexistência  ou  ausência  do  professor especialista. terá sua matriz  curricular organizada:   I  ‐  no  período  diurno.  27  (vinte  e  sete)  aulas  semanais.    Artigo 65 ‐ O ensino médio.  §  4º  ‐  As  aulas  da  disciplina  Leitura  e  Produção  de  Textos  serão  atribuídas  a  professores com licenciatura plena em Língua Portuguesa. totalizando 960 aulas anuais. quando for o caso. não exime o professor da classe  da abordagem dos conteúdos das demais áreas do conhecimento.  com  duração  de  50  minutos cada. em três séries anuais. conforme Anexo IV. conforme Anexo II. com 5 (cinco) aulas diárias.  3 ‐ no período noturno. aos sábados.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos  cada.  §  3º  ‐  As  aulas  de  Educação  Física  e    de  Arte. com a duração de 45  (quarenta e cinco) minutos cada. nos anos/séries iniciais. totalizando 960 aulas anuais.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos cada. preferencialmente. preferencialmente.080 aulas anuais. como curso de sólida formação básica.  §  1º  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  finais  do  ensino  fundamental deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  1  ‐  no  período  diurno.  em  unidades  escolares  com  três  turnos  diurnos.  4  (quatro)  aulas  diárias  de  50  (cinquenta)  minutos  cada. observado o processo anual de atribuição de  classes e aulas.  na  conformidade  do  contido no Anexo I. totalizando 27 (vinte e sete) aulas semanais e 1. com calendário específico.  totalizando  24  (vinte e quatro) aulas semanais e 960 aulas anuais. com três turnos diurnos. sendo que Educação Física será  ministrada fora do horário regular de aulas.  III ‐ no período noturno. objeto do Anexo II.  inclusive para constituição de jornada de trabalho.200 aulas anuais.  com  6  (seis)  aulas  diárias.080 aulas anuais.  2  ‐  com  acompanhamento  obrigatório  do  professor  regente  da  classe  e  do  Aluno/Pesquisador da Bolsa Alfabetização. com 27 (vinte e sete) aulas semanais.  por  professor  especialista.080  aulas anuais.  com  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais. que abre ao jovem efetivas oportunidades de  consolidação  das  competências  e  conteúdos  que  o  preparam  para  prosseguir  seus  estudos  em  nível superior e/ou o inserem no mundo do trabalho.II  ‐    em  unidades  escolares. totalizando 30 (trinta) aulas semanais e 1. objeto do Anexo III.  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  3 ‐ em horário regular de funcionamento da classe.  com  calendário  específico  e  semana  de  6(seis)  dias  letivos.

 arts. a distribuição de que trata  o  parágrafo  anterior.  desde  que  autorizadas  pela  Diretoria  de  Ensino. preferencialmente.  b) tenham familiaridade com ferramentas de multimídia. as matrizes curriculares do período noturno.    Artigo  66  ‐  As  oportunidades  de  estudos  de  qualificação  e/ou  habilitação  profissional a serem oferecidos aos alunos do ensino médio.  deverá  contemplar.  adotarão.  obrigatoriamente.§  1º  ‐  As  aulas  das  3ª  séries  que  se  caracterizam  como  disciplinas  de  apoio  curricular  dos  Anexos  IV  e  VI  serão  distribuídas  pela  direção  da  escola.  Parágrafo  único  ‐  Em  casos  devidamente  justificados.  com  homologação  da  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.  as  unidades  escolares  estaduais  poderão.  disponibilizados  ao  professor.  ampliarão  as  oportunidades  do  aluno  prosseguir  seus  estudos  em  nível  superior. a professores titulares de cargo. com as alterações introduzidas nos arts. Anexo V.  (Res.  em  número  de  2  (duas)  aulas para um dos componentes que integram cada área do conhecimento.  §  4º  ‐  Por  se  constituírem  oficinas  de  revisão  e  consolidação  das  aprendiza‐gens  das disciplinas desenvolvidas ao longo das séries do ensino médio.  § 2º ‐ Em se tratando da área de Linguagens e Códigos. as aulas de apoio curricular se  diferenciarão  pelo  uso  de  materiais  próprios  que. inclusive para constituição de  jornada de trabalho. no caso da área de Ciências Humanas.  §  5º  ‐  Dado  o  caráter  de  especificidade  dessas  disciplinas. 6º.  em  2009. no Anexo II.  atender  a  alunos  do  1º  ano  da  nova  organização  curricular. à exceção  de Ensino Religioso.  as  aulas  deverão  ser  atribuídas  pela  direção  da  escola.     Artigo  67  A  ‐  As  matrizes  curriculares  dos  cursos  de  ensino  fundamental  das  unidades  escolares  que  funcionam  em  período  integral  ou  das  classes  em  funcionamento  em  unidades da Fundação CASA/SP serão objeto de normatização específica.  observada  a  organização  semestral  que  os  caracteriza. serão objeto de resolução própria e  ocorrerão na conformidade dos termos de parcerias celebrados entre a Secretaria da Educação e  as instituições especializadas legalmente habilitadas. 1º a 5º.  da área de Linguagens e Códigos.  assegurando  ao  docente  acesso  a  recursos  tecnológicos  inovadores  e  a  atividades  de  aprimoramento  e  atualização  profissional. da área de Ciências Humanas.    Artigo 67 ‐ Os cursos da modalidade de educação de jovens e adultos dos ensinos  fundamental  e  médio.  § 3º ‐ Com relação às disciplinas de apoio curricular da matriz curricular do período  diurno. que:  a)  demonstrem  interesse  em  atuar  com  temas  transversais.  a  disciplina  Língua  Portuguesa  e  Literatura e.  respectivamente. 8º e 9º. e 2 (duas) à disciplina Geografia. SE nº 10/10)            46 . as disciplinas História ou Geografia.    c) disponham de condições para estudos e pesquisas complementares.  63 e 64 pela Res. objeto dos Anexos II e VI.  enfocados  inter  e  transdisciplinarmente. 2 (duas) aulas deverão ser destinadas à disciplina Língua Portuguesa.  respeitada  a  classificação  do  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas. três turnos. SE nº 98/08.

 distribuir. 2º da Res. à exceção de Educação Física  e Ensino Religioso.    (•) O anexo I está com as alterações introduzidas pelo art.  47 . S=Série    ANEXO II    Matriz Curricular Básico para o Ensino Fundamental  CICLO II  6º ao 9º Anos  ou 5ª a 8ª Séries – Diurno com dois turnos diurnos e Período Noturno*    Anos/Séries/Aulas Disciplinas  6º A e 5º S 7º A e 6ª S 8º A e 7ª S 9º A e 8ª S  9º A e 8 ª S Diurno/  Diurno/  Diurno/  Diurno  Noturno  Noturno  Noturno  Noturno  Língua Portuguesa   5  5  5  5  5  Arte  2  2  2  2  2  Educação Física**  2  2  2  2  2  Base Nacional  História  2  2  2  2  2  Comum  Geografia   2  2  2  2  2  Matemática   5  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas   2  2  2  2  2  Ensino Religioso        1  1  Língua Estrangeira Moderna  2  2  2  2  2  Leitura e Produção de Textos 2  2  2  2  2  Total Geral   24+*3=27  24+*3=27  24+*3=27  25+*3=28  25+*2=27  A = Ano. aos  sábados. preferentemente. no período diurno.Subseção III  Das Disposições Finais    Artigo 68 ‐ A Secretaria da Educação adotará as medidas necessárias à realização  de concurso público para provimento de cargos de docentes de língua espanhola. No período noturno. as 3 aulas entre as disciplinas constantes da matriz curricular. S=Série  Obs.  * Distribuir. SE nº 10/10.    Artigo  68  A  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  e  o  Departamento  de  Recursos  Humanos  baixarão  normas  complementares  que  se  fizerem  necessárias ao cumprimento do disposto nos artigos 60 A. no 9º ano. 60 B e 60 C . em cada ano do período diurno. no período noturno. e fora desse horário.    ANEXO I   (•)      Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental  CICLO I – 1º ao 5º anos ou 1ª à 4ª séries      Anos/Séries/Aulas (%)  Disciplinas  2º A ou  3º A ou  4º A ou  5º A ou  1º ano  1ª S  2ª S  3ª S  4ª S  Língua Portuguesa   60%  60%  45%  30%  30%  História /Geografia  ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Matemática   25%  25%  40%  35%  35%  Ciências Físicas e Biológicas   ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Educação Física/Arte  15%  15%  15%  15%  15%  100%  100%  100%  100%  100%  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano.  ** Educação Física será ministrada. 2 aulas semanais quando Ensino Religioso comportar turma  de alunos e 3 (três) quando esse componente não comportar turma específica. dentro do horário regular de aulas. ou 8º série.

              48 .   Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área.  Ciências Humanas: em História ou Geografia. S=Série      ANEXO IV          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física  Matemática  Biologia   Física  Química  História   Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  5  2  2  5  2  2  2  3  2  2  1  2  ‐‐‐‐  30  Séries/aulas  2ª  5  2  2  5  2  2  2  3  3  1  1  2  ‐‐‐‐‐  30  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular 3ª  4  ‐‐‐‐  2  4 2  2  2  2  2  1  1  2  *6 30 Obs:  *A carga horária ser distribuída. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.    ANEXO III    Matriz Curricular Básica ‐  Ensino Fundamental  CICLO II 6ª ao 9ª Anos ou 5º a 8º Séries ‐ Diurno ‐ Três Turnos Diurnos    Anos/Séries/Aulas  Disciplinas  6º A ou 5ª S  7º A ou 6ª S  8º A ou 7ª S  9º A ou 8ª S  Língua Portuguesa   4  4  4  4  Arte   2  2  2  2  Educação Física  2  2  2  2  História  3  2  3  2  Geografia  2  3  2  3  Matemática  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas  3  3  3  3  Ensino Religioso     1  Língua Estrangeira Moderna   2  2  2  2  Produção e Literatura de Textos   1  1  1  1  24  24  24  25  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano. em número de 2 (duas) aulas semanais.

 para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. preferentemente.  Ciências Humanas: em História ou Geografia.  ** A carga horária deverá ser distribuída.  **A carga horária deverá ser distribuída. aos sábados. para as áreas de: :  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. em número de 2 (duas) aulas semanais.  Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área. em número de  2 (duas) aulas semanais.ANEXO V          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno ‐ Três Turnos  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física* Matemática   Biologia   Física  Química  História  Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  3  2  2  3  2  2  2  2  2  1  1  2  ‐‐‐‐  24  Séries/aulas  2ª  3ª  3  4  2  ‐‐‐‐  2  ‐‐‐‐ 3  4  2  2  2  2  2  2  2  2 2  ‐‐‐‐  1  1  1  1  2  2  ‐‐‐‐  **4  24  24  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular  Obs: *As aulas de Educação Física poderão ser realizadas fora do período regular de aulas.  Ciências Humanas: em Geografia.         49 .     ANEXO VI    Ensino médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Noturno  Áreas  Disciplinas  1ª 4  2  2  4  2  2  2 2  2  2  1  2  ‐‐  27  Séries/aulas  2ª  4  2  2  4  2  2  2  3  2  1  1  2  ‐‐  27  3ª  4   ‐   2   4   2   2   2   1   1   1   1   1   **6   27   Base Nacional Comum  Parte Diversificada  Total de Aulas  Língua Portuguesa e Literatura  Linguagens e Códigos  Arte  Educação Física*  Matemática  Biologia  Ciências  da  Natureza  e  Matemática  Física  Química História  Geografia  Ciências Humanas  Filosofia  Sociologia   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas  de apoio curricular      Obs:‐   *‐As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas.

    50 .361/03. artes plásticas.  da  1ª  à  8ª  série do ensino fundamental e 1ª e 2ª séries do ensino médio com carga horária de 2 (duas) aulas  semanais em toda a rede pública de ensino. por  professor  portador  de  licenciatura  plena  específica  na  respectiva  disciplina.  ‐  a  ser  adotada  pela  escola  em  cada  série  será  determinada  pelo  Conselho  de  Escola.  Parágrafo único  ‐ A escolha da linguagem ‐ teatro. portadores de licenciatura  plena em educação física. dança.    Artigo 72 ‐ As atividades de Arte e de Educação Física de que trata o artigo anterior  deverão  ser  objeto  de  plano  específico  a  ser  elaborado  em  conformidade  com  a  proposta  pedagógica da escola. serão desenvolvidas.164/95.  etc.  (Lei nº 9.  § 2º  ‐ Somente profissionais devidamente habilitados.    Artigo  73  ‐  As  aulas  semanais  de  Arte  e  de  Educação  Física. 1º)      Artigo  70  ‐  A  educação  física.  é  componente curricular obrigatório em todas as séries da rede estadual de ensino.  nos  termos  do  caput  deste  artigo. serão ministradas pelo professor regente da  classe.   Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  do  professor  especialista.Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino    Artigo  69  ‐  É  obrigatória  a  presença  do  componente  curricular  Arte.  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  duas  aulas  semanais  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  25  horas semanais.  integrada  à  proposta  pedagógica  da  escola. caput e § 2º do art.  Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  de  docentes  devidamente  habilitados. previstas na matriz curricular do  ciclo I do ensino fundamental das escolas estaduais. podem ministrar a disciplina a que se refere o artigo anterior.  fotografia. em todas as séries. música.  as  aulas  de  Arte  poderão  ser  atribuídas  obedecidas  as  disposições  da  resolução que disciplina o processo regular de atribuição de classes e de aulas.  (Lei nº  11. arts 1º e 2º)    Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I    Artigo 71 ‐ As aulas de Arte e de Educação Física.  ministradas  por  professor especialista.  as  aulas  de  Arte  e  Educação Física a que se refere o caput deste artigo. ouvido o professor.   II  ‐  uma  aula  semanal  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  20  horas semanais. deverão ser acompanhadas pelo professor regente da classe.  Parágrafo  único  ‐  Na  organização  e  seleção  das  atividades  de  cada  uma  das  disciplinas  deverão  ser  consideradas  as  modalidades  existentes  em  cada  uma  das  áreas  de  conhecimento e sua adequação às características próprias da faixa etária a que se destinam.  § 1º ‐ A disciplina a que se refere o caput é facultativa nos cursos noturnos.

 a direção  da escola deverá proceder à reorganização dos alunos da respectiva turma.  subsidiada  pelos  docentes  de  Educação  Física.  podendo  ocorrer  inclusive  no  período  noturno.  20  (vinte)  alunos. no mínimo.  arts.  modalidade  e  gênero.    51 .  no  mínimo.  a  título  de  carga  suplementar. após preliminar análise e manifestação das Diretorias de  Ensino e das respectivas Coordenadorias de Ensino. 4º e 5º)    Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas    Artigo  76  ‐  As  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  –  ACD. de diferentes níveis de ensino. 2º.   §  2º  ‐  Quando  a  frequência  de  50%  dos  alunos  de  cada  turma  de  Atividades  Curriculares Desportivas for bimestralmente inferior a 85% do número de aulas dadas.  a  organização  das  diferentes  turmas  de  atividades  que  poderão  ser  constituídas  com  alunos  de  diversos turnos de funcionamento da escola e. SE nº 184/02. art.  § 2º  ‐ Somente no caso de não aceitação pelos professores de Educação Física da  unidade  escolar. art.  constituem‐se  parte  integrante  da  proposta  pedagógica da escola e serão desenvolvidas na conformidade do disposto nesta subseção.  aos  titulares  de  cargo em jornadas referidas nos incisos I e II ou reduzida de trabalho.    Artigo 76 A ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas serão constituídas  de. com a redação dada ao caput pela Res.    Artigo 77 ‐ As aulas de turmas de Atividades Curriculares Desportivas constituirão  jornada de trabalho docente dos titulares de cargo.   II – 3 (três) turmas dentro da jornada básica.  as  aulas  de  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  atribuídas.  organizados  por  categoria.  II  ‐  ao  longo  da  semana  em  horário  diverso  do  das  aulas  regulares  dos  alunos  e  sem  comprometimento  da  dinâmica  das  atividades  previstas  pela  proposta  pedagógica  para  aquele  período  de  funcionamento  da  unidade  escolar. art.Artigo  74  ‐  As  aulas  atribuídas  ao  professor  especialista  deverão  compor. 1º com a redação dada pela Res.  3º. o horário regular de funcionamento da classe. SE nº 1/04 .  obrigatoriamente. 2 (duas) e. 3(três) aulas semanais. quando possível.  III – 4 (quatro) turmas dentro da jornada integral.  (Res.    Artigo 76 B ‐ As aulas dessas atividades serão desenvolvidas:  I ‐ aos sábados. respeitada a seguinte distribuição:  I –  2 (duas) turmas dentro da jornada inicial.  §  1º  ‐  Além  de  constituirem  jornada  docente.  §  1º  ‐  Caberá  à  equipe  gestora.  destinadas  à  prática  das  diferentes  modalidades  esportivas. máximo.  as  aulas  dessas  atividades  poderão  ser  atribuídas  a  outro  docente  portador  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física  e  na  conformidade  das  diretrizes  estabelecidas  pela  resolução que trata do processo de atribuição de aulas .    Artigo 75 ‐ Os casos não previstos deverão ser decididos pela Coordena‐doria de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP. SE nº 1/04.  e  suas  atividades  serão  desenvolvidas  em  turno  diverso  ao  do  horário  regular  de  aulas  dos  alunos  envolvidos em.

 Voleibol e Xadrez. o gênero e a categoria da turma (a data de nascimento do aluno  mais velho definirá o nome da categoria da turma). 19 anos ou mais).  Capoeira. Ginástica Rítmica Desportiva.  naquela modalidade e categoria não poderá haver turma do gênero masculino e turma do gênero  feminino.  II – unidades escolares com 7 a 12 classes – até 8 turmas.  IV ‐ Juvenil (de alunos até 18 anos completos no ano). de todas as categorias.  § 8º ‐ O número de turmas de Atividades Curriculares Desportivas mantidas e/ou  organizadas  pela  unidade  escolar.  modalidade  e  gênero  (masculino.  § 2º – Caberá à Supervisão de Ensino e à Oficina Pedagógica o acompanhamento  das Atividades Curriculares Desportivas.  desde  que  não  formem  a  maioria  daquelas  turmas  e  o  horário  proposto para as sessões não coincida com o horário regular de aulas.  V ‐ Livre (de alunos de diversas idades.  de  todas  as  categorias  poderão  ser  também  mistas.  Ginástica  Artística.  §  4º  –  As  categorias  das  turmas  de  todas  as  modalidades  de  Atividades  Curriculares Desportivas serão:  I ‐ Pré‐mirim (de alunos até 12 anos completos no ano). Handebol.  poderão  integrar  turmas  das  outras  modalidades  organizadas  para  alunos  do  ciclo  II  do  Ensino  Fundamental.  deve  ser  na  seguinte  conformidade:  I – unidades escolares com até 6 classes – até 4 turmas. Capoeira.  a  direção  da  unidade  escolar  deverá  apresentar  à  Diretoria  de  Ensino. Handebol.    Artigo 79 ‐ Para a homologação de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  §  5º    –  Para  alunos  do  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental. Ginástica Rítmica Desportiva. Tênis de Mesa. desde que o aluno mais velho complete no  ano.  Ginástica  Geral. Judô e  Voleibol.  Ginástica Geral.  III ‐  unidades escolares com 13 a 20 classes – até 12 turmas. elaborado por professor de Educação Física  da unidade escolar e referendado pelo Conselho de Escola.  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo. com o seguinte conteúdo:  I ‐  a modalidade.  52 . Tênis de Mesa e  Xadrez.  após  serem  devidamente  analisadas  e  avaliadas  pelo  Conselho  de  Escola. Tênis de Mesa e Xadrez.Artigo 78 ‐ As escolas poderão organizar até 1 (uma) turma de Atividade Curricular  Desportiva  por  categoria.  um  plano  articulado  ao  currículo de Educação Física e à proposta pedagógica. Futsal. deverão ser organizadas por gênero (masculino ou feminino) e as  de Atletismo.  desde  que  a  natureza das modalidades e categorias selecionadas se justifique pela pertinência e coesão com o  currículo e com a proposta pedagógica de que é parte integrante.  §    3º  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  serão  organizadas  nas  seguintes  modalidades:  Atletismo.  sendo  que.   Ginástica Artística.  feminino  ou  misto).  Ginástica  Geral.  se  houver  turma  mista.  das  modalidades  Atletismo.  III ‐ Infantil (de alunos até 16 anos completos no ano).  § 7º  ‐ As turmas das modalidades Basquetebol.  poderão  ser  organizadas  apenas  turmas  da  categoria  pré‐mirim.  Futsal.  IV – unidades escolares com 21 classes ou mais – até 16 turmas.  II ‐ Mirim (de alunos até 14 anos completos no ano). Ginástica Rítmica Desportiva.  serão  encaminhadas  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  imediata  pelo  supervisor  de  ensino  responsável pela unidade escolar e devida homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.  Ginástica  Artística. com idade compatível com   as  demais  categorias.   §  1º  ‐  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  propostas  pela  equipe  gestora.  § 6º  – Os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental. Judô.  Basquetebol.

 declaração escrita e assinada pelos pais ou responsável. para ratificação ou retificação. nas modalidades e gênero já existentes.  da  direção  e  do  Conselho  de  Escola  e  encaminhados  à  Diretoria de Ensino.  que  deverá  conter.   Parágrafo  único  ‐  As  categorias  das  turmas  atribuídas  serão  definidas  no  planejamento  anual  de  trabalho.  III  ‐  programação  anual  de  trabalho  especificando.  V  ‐  horário  proposto  para  o  funcionamento  das  aulas. data de nascimento.  (Res. SE nº 14/10. nº do RG. conteúdos. nº do RA.  contendo:  nome  completo. 1º a 12)  53 .máximo três).  por  integrarem  a  proposta  pedagógica  das  Unidades  Escolares  e  à  semelhança  dos  procedimentos  aplicados  aos  demais  componentes curriculares. deverão ser:  I ‐  objeto de controle de frequência dos alunos.II ‐   o número de aulas semanais (mínimo duas.  autorizando‐os  a  participar  das  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar  deverá  manter  em  seus  arquivos.  para  verificação oportuna.  no  mínimo. juntamente com a ata da reunião do referido Conselho de Escola.  os  objetivos. nº da turma/classe de origem (código gerado  pelo Sistema de Cadastro de alunos da SEE).  com  ciência  da  coordenação  pedagógica.  II  ‐    rotineiramente  acompanhadas  em  seu  desenvolvimento  pela  coordenação  pedagógica da unidade escolar.  não  coincidente  com  o  horário das aulas regulares dos alunos envolvidos. atividades e avaliação a serem desenvolvidos.  III  ‐  submetidas  a  avaliações  devidamente  formalizadas  em  relatórios  circunstanciados  a  serem  elaborados  pelo  professor  responsável  pela  turma  de  atividades. de todos os alunos  candidatos  a  integrarem  a  turma  proposta. e ser apresentado pelo professor de  Educação Física à direção da unidade escolar.     Artigo  80  B  ‐  Os  alunos  das  Atividades  Curriculares  Desportivas  não  poderão  ser  dispensados das aulas regulares de Educação Física.  IV  ‐  lista  de.  20  (vinte)  alunos  candidatos  à  turma.    Artigo  80  E  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixará  as  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento desta subseção.     Artigo  80  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  que  estiverem  funcionando  regularmente  no  final  do  ano  letivo  poderão  ser  atribuídas  no  processo  inicial  de  atribuição de aulas.    Artigo  80  C  ‐  As  Atividades  Curriculares  Desportivas. arts.  a  lista  dos  alunos  participantes.  além  da  justificativa.  além  dos  demais  itens.    Artigo  80  A  ‐  Novas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  homologadas no decorrer do ano letivo e no máximo até o último dia útil do mês de agosto do ano  em curso. no prazo de duas semanas a partir do início do ano  letivo.  bem  como  de  eventuais  competições  e/ou  apresentações  a  serem  realizadas em outros locais.    Artigo  80  D  ‐  A  participação  dos  alunos  e  professores  das  turmas  de  Atividades  Curriculares Desportivas na Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo e nos demais campeonatos  e competições será objeto de regulamentação específica. com sua data de nascimento e série de origem.

 ampliando as oportunidades de socialização e aquisição de  hábitos saudáveis. a serem designados para atuar em órgão  da administração centralizada.  a  integração  e  o  intercâmbio  dos  participantes das Unidades Escolares.  a  serem encaminhados aos Secretários das Pastas envolvidas.  III ‐  a  capacitação dos professores de  Educação  Física  das escolas  inscritas.    Artigo 82 ‐ Competirá às Secretarias da Educação e do Esporte.  execução  e  avaliação  das  ações  ficarão  sob  a  responsabilidade  de  uma  Comissão  composta  por  representantes  das  Secretarias  envolvidas.    Artigo 86 ‐ Caberá à Secretaria da Educação assegurar:  I  ‐  a  participação  das  Unidades  Escolares  que  integram  sua  rede  de  ensino. que terá como atribuições:  I ‐ a elaboração do Regulamento Geral e Técnico da Olimpíada.    Artigo  83  ‐  Serão  definidos  por  resolução  conjunta  as  atribuições  da  Comissão  referida no parágrafo único do artigo anterior.  designados  por  seus  respectivos titulares. 2º e 3º)    Artigo  84  ‐  A  Olimpíada  Colegial  da  Rede  Estadual  de  Ensino.  II  ‐  a  participação  do  Assistente  Técnico  Pedagógico  de  Educação  Física  das  Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino.  II ‐ a organização. 1º. sem comprometer a rotina das atividades previstas no calendário escolar.Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo    Artigo  81  ‐  Fica  instituída  a  Olimpíada  Colegial  do  Estado  de  São  Paulo  a  ser  realizada anualmente e disputada por Escolas da Rede Estadual de Ensino Fundamental e Médio.  (Decreto nº 47.  sob  a  responsabilidade dos Assistentes Técnico‐Pedagógicos. Lazer e Turismo a  realização da Olimpíada Colegial. arts.  Parágrafo  único  ‐  A  organização.  III  ‐  a  elaboração  de  relatórios  estatísticos  e  avaliatórios  das  fases  realizadas. os critérios para participação de  professores e alunos e demais orientações necessárias ao desenvolvimento da Olimpíada.  conforme regulamentos.  por  meio  da  prática  desportiva. execução e acompanhamento das atividades programadas. os regulamentos.699/03.  II ‐ favorecer o surgimento de novos talentos representativos do Esporte.  54 .  a  ser  desenvolvida  conjuntamente pelas Secretarias de Estado da Educação e de Esporte. incentivando sua colaboração com a Comissão. tendo como objetivos:  I  ‐  promover.  IV ‐ espaços físicos e instalações esportivas para a realização da Olimpíada Colegial  em todas as fases. Lazer e Turismo obedecerá  as normas e procedimentos contidos nesta subseção.  designados pelos respectivos Secretários.    Artigo 85 ‐ A Coordenação das Atividades da Olimpíada ficará sob responsabilidade  de  Comissão  constituída  por  3  (três)  representantes  de  cada  Secretaria.  Parágrafo  único  ‐  Os  representantes  da  Secretaria  da  Educação  deverão  ser  professores devidamente habilitados em educação física. incluindo‐a nos respectivos Plano de Trabalho Anual e Calendário  Desportivo.

 subsidiada pelo Professor  Coordenador. 2º e 3º  lugares.  c)  transporte  dos  alunos  das  Unidades  Escolares  nas  fases  Diretoria  de  Ensino  (Capital e Interior). pelo tempo que se fizer necessário.  c) garantir arbitragem das categorias mirim e infantil em todas as modalidades e  fases.  nas  competições  e  na  avaliação  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.    Artigo  88  ‐  Os  alunos  integrantes  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  somente  ficarão  dispensados  da  freqüência  às  aulas.V ‐ o afastamento de professores de Educação Física. em  decorrência de sua ausência às atividades escolares programadas. deverão se constituir objeto de estudo nas Horas de Trabalho  Pedagógico  Coletivo  (HTPCs).  na  Fase  Emparceiramento Regional.  na  fase  Diretoria  de  Ensino.  VI ‐ recursos financeiros para:  a)  aquisição  de  material  permanente  e  de  consumo  para  as  Unidades  Escolares  envolvidas na Olimpíada. nas fases Inter Diretorias de Ensino (Capital) e Sub‐Regional (Interior).  as  orientações  específicas  da  Olimpíada  Colegial. 2º e 3º lugares. as Unidades Escolares. com troféus e medalhas  de 1º. Sub‐Regional e Regional (Interior):  d)  a  participação  de  docentes  para  atuarem  na  Final  Estadual. na fase Final Estadual.  nos  momentos  definidos  para  a  sua  participação  na  organização. assegurar que não haja prejuízo aos alunos participantes da Olimpíada Colegial.    Artigo 87 ‐ Serão considerados de efetivo exercício os dias em que os professores  de  Educação  Física  estiverem  representando  e/ou  acompanhando  as  suas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. Inter‐Diretorias de Ensino (Capital).  55 .  sob  a  orientação  dos  respectivos  Professores  Coordenadores  e  Assistentes Técnicos Pedagógicos das Diretorias de Ensino.  categoria  e  sexo  para  os  alunos premiados na fase Diretoria de Ensino.    Artigo 89 ‐ Caberá à Secretaria de Esporte.  das  diversas  categorias. elaborados pela Comissão.  b) premiar.  Parágrafo  único  ‐  O  estudo.  na modalidade Atletismo de ambos os sexos.  para  atuarem  na  coordenação  da  Olimpíada  Colegial. Lazer e Turismo:  I ‐ prever a Olimpíada Colegial em seu calendário anual.  III ‐ assegurar recursos financeiros para:  a) premiar.  mediante  convocação no Diário Oficial.  a  análise  e  a  avaliação  dos  regulamentos  geral  e  técnico.  II  ‐  assegurar  aos  Assistentes  Técnico  Pedagógicos  de  Educação  Física  das  Diretorias  de  Ensino.  nos  dias  em  que  estiverem  participando  das  competições  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  d)  garantir  transporte  para  as  equipes  classificadas  na  Capital  e  Interior.  nos  demais  componentes  curriculares. por modalidade e sexo.  em  conjunto  com  os  órgãos  próprios  da  Secretaria  da  Educação. junto às Diretorias de Ensino.  Parágrafo único ‐ Caberá à Direção da Unidade Escolar. os alunos que fizerem jus à medalhas de 1º.  nos  cerimoniais.  nos  congressos  técnicos.  b)  aquisição  de  medalhas  por  modalidade  de  esporte.  bem  como  cursos  de  atualização  esportiva  com  vistas à sua divulgação entre os professores das turmas de Atividades Curriculares Desportivas.

783/01.802/02. 1º e 2º e Decreto nº 46.  caput do art. art. 1º.  (Res. SE/SELT nº 1/08. 4º)    Artigo 93 ‐ As diretrizes curriculares a serem observadas e os conteúdos a serem  ministrados  nas  aulas  de Ensino Religioso  são  os definidos  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  na  série  final  do  Ciclo  II. 3º)    Artigo 94 ‐ A matriz curricular do ensino fundamental regular deverá ter acrescida.  (Lei nº 10. arts.  preconceito  ou  manifestação  em  desacordo  com  o  direito  individual  dos  alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum. 56 .  Parágrafo  único  ‐  Não  será  admitido  nas  escolas  públicas.  ficando  assegurado  o  respeito  à  diversidade  cultural religiosa. arts. (•)  (Decreto nº 46.  constantes desta seção e na Indicação CEE nº 7 de 2001.  f)  assegurar  a  participação  dos  funcionários  da  Secretaria  de  Esporte.e) prover transporte e alimentação para  as equipes  classificadas  do  Interior e  da  Capital. ética. art. SE nº 21/02. será ministrado nas escolas estaduais de acordo com o disposto  nesta seção. 1º)    Artigo  95  ‐  O  Ensino  Religioso  a  ser  ministrado  no  horário  normal  das  aulas  das  escolas  estaduais  terá  caráter  supraconfessional.  qualquer  tipo  de  proselitismo  religioso. Conj.  à  diversidade cultural e religiosa e fundamentar‐se em princípios de cidadania. integrante da Deliberação CEE nº 16/01.  (Res.  Parágrafo único ‐ A aula prevista no caput deste artigo deverá constar do horário  regular da classe.  uma  aula  semanal  de  Ensino  Religioso  para  desenvolvimento  dos  conteúdos relativos à História das Religiões. 3º. para a Final Estadual. 5º e 6º)    Seção III  Do Ensino Religioso    Artigo  90  ‐  O  ensino  religioso  constitui‐se  disciplina  dos  horários  normais  das  escolas  da  rede  pública  estadual  de  ensino  fundamental. por meio de convocação em Diário Oficial. art.  (Lei nº 10.  vedado o proselitismo ou o estabelecimento de qualquer primazia  entre as diferentes doutrinas religiosas.802/02. 1º)    Artigo 92 ‐ Para o estabelecimento do conteúdo programático do ensino religioso  deverá  ser  ouvido  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades civis representativas das diferentes denominações religiosas.    Artigo 91 ‐ O Ensino Religioso. parte integrante da proposta pedagógica da escola  pública de ensino fundamental.  Lazer  e  Turismo que atuarem na Final Estadual. art.  (Decreto nº 46. tolerância e em  valores universais presentes em todas as religiões.802/02.  devendo  assegurar  o  respeito  a  Deus.  Parágrafo único ‐ A matrícula nas aulas de ensino religioso é facultativa.783/01. 4º. 2º. encontra-se anexada a esta unificação. 2º)    (•) A Indicação CEE nº 7/01.

 arts.  ouvindo‐se  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades  civis  representativas  das  diferentes  denominações  religiosas. os licenciados em História.  além  de  representantes  da  Secretaria  da  Educação  e  das  entidades do magistério. 3º e art.    Artigo  99  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso nas séries finais – 5ª à 8ª ‐ do ensino fundamental. o Conselho Estadual de Educação  organizará encontro anual no mês de setembro que proporá orientações a serem implementadas  no ano letivo subseqüente. 4º)    Artigo  98  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso. com habilitação no magistério de  1ª a 4ª séries do ensino fundamental. CEE nº 16/01.  b) os portadores de licenciatura em Pedagogia.    Artigo  101  ‐  As  aulas  de  Ensino  Religioso  poderão  ser  atribuídas  para  carga  suplementar de trabalho do titular de cargo ou carga horária de servidor. SE nº 21/02)    Artigo 103 ‐ Na rede estadual de ensino.802/02.    Artigo 102 ‐  A atribuição  das aulas de ensino  religioso  obedecerá ao  disposto na  legislação vigente.    Artigo  97  ‐  A  Secretaria  da  Educação  está  autorizada  a  expedir  as  orientações  necessárias  para  a  atribuição  de  aulas  de  Ensino  Religioso  para  os  professores  pertencentes  ao  quadro do magistério da Secretaria da Educação.   Parágrafo  único  ‐  Os  conteúdos  serão  trabalhados  transversalmente  sob  a  responsabilidade e organização do professor.    (Del. nas quatro primeiras séries do ensino fundamental:  a) os portadores de diploma de magistério em normal médio.  Parágrafo único – A inclusão do ensino religioso deverá estar prevista na proposta  pedagógica da escola e sua carga horária será acrescida à carga mínima anual existente.    Artigo  100  ‐  Nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  das  escolas  da  rede  estadual.Artigo 96 – Ao Conselho Estadual de Educação compete avaliar a implementação  do  Ensino  Religioso  nas  escolas  estaduais  de  ensino  fundamental. 2º.     Artigo  104  ‐  Os  conteúdos  do  ensino  religioso  obedecem  aos  definidos  na  Indicação CEE nº 7/2001. ouvindo‐se as entidades civis. tal como prescrito no § 2º do art. CEE nº 16/01. parágrafo único do art.  Parágrafo único ‐ As exigências relativas à habilitação do professor para ministrar  as aulas devem estar em conformidade com o disposto nos artigos 98 e 99.  (Del. Ciências  Sociais ou Filosofia. 3º e 4º da Res.  Parágrafo único – Para fins do disposto no caput. arts.  (Decreto nº 46.  os  conteúdos  de  ensino  religioso  serão  ministrados  pelos  próprios  professores  responsáveis pela classe. o ensino religioso deve ser ministrado no  mínimo em uma das séries finais do ensino fundamental. 3º e 4º e arts.394/96. 33 da Lei  nº 9. 5º e 6º)  57 . 2º.

 CEE nº 16/01. de  caráter facultativo  para os alunos. 1º)            58 .  professores e toda a comunidade escolar. às instituições religiosas  das mais diversas  orientações.  §  3º  ‐  A  matrícula  facultativa  dos  alunos  em  turmas  de  ensino  religioso  confessional  somente  será  realizada  mediante  conhecimento  dos  pais  sobre  a  natureza  do  conteúdo e autorização expressa dos mesmos. 1º)    Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"    Artigo  108  ‐  Ficam  inseridas  noções  básicas  de  "Prevenção  e  Combate  ao  Uso  Indevido de Drogas".  respeitando  a  integração  interdisciplinar.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada unidade de ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.  (Lei nº 9.  (Lei nº 9.508/97. no currículo das escolas públicas de educação básica do Estado de São Paulo. pais.687/97.  (Lei nº 9.  Artigo 105 ‐ As escolas estaduais disponibilizarão. sendo assim instituído o  Dia do Debate sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. 1º)    Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente    Artigo  107  ‐  Fica  instituído  que  no  calendário  escolar  das  escolas  públicas  de  ensino fundamental e médio estarão previstas.  horário para oferta de ensino  confessional. na semana que inclui o dia 12 de outubro Dia da  Criança.  ainda. art.069.  § 1º ‐ As atividades a serem desenvolvidas ficarão a cargo de representantes das  diferentes instituições.  poderão  ministrar  noções  básicas  do  "Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente" (Lei Federal nº 8. de 13 de julho de 1990). na forma de trabalho voluntário. atividades que discutam o Estatuto da Criança e do Adolescente.  (Del. art. art.  a  partir  de  programação  elaborada pela instituição interessada e aprovada pelo Conselho da Escola. 8º)    Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA    Artigo  106  ‐  As  escolas  públicas  de  ensino  fundamental  e  médio.939/98. art.  § 2º ‐ Autorização para o uso de espaço do prédio escolar para o ensino religioso  de  natureza  confessional  será  feita  sob  responsabilidade  da  escola.

 art. o tópico "Perigos e Prevenção do Alcoolismo".284/06. orientação sexual. legendas.  no  conteúdo  programático  de  disciplina  da  área  de  Ciências  Físicas  e  Biológicas. 1º e 2º)    Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais    Artigo 114 ‐ Ficam proibidas a dissecção e vivissecção de animais em laboratório  de estabelecimentos de ensino fundamental.  para  observar o disposto nesta subseção. fotografias.  § 2º ‐ Os temas previstos no caput devem ser inseridos de forma transversal nos  currículos escolares.  (Lei nº 10. 1º e 2º)    Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”    Artigo  111  ‐  Fica  instituída.  munições e outros que ofereçam riscos à formação da criança e do adolescente.122/76.    Artigo 110 ‐ Os estabelecimentos escolares. responsáveis pelo ensino fundamental  e  médio.  não  podendo conter ilustrações.247/99.  Parágrafo  único  –  Os  jornais  e  as  revistas  deverão  ser  de  cunho  educativo.  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  da  rede  estadual de ensino.  §  1º ‐  A  abordagem  crítica  da  violência  doméstica  deverá  tratar prioritariamente  da que atinge mulheres. gênero.990/01. Orientação Sexual. art. arts. 1º)          59 .  dentro  de  sua  proposta  pedagógica. abrangendo todas as disciplinas e áreas do conhecimento. arts.Subseção IV  Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo    Artigo  109  ‐  Todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado  estão  obrigadas  a  introduzir. origem ou etnia. 1º)    Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.  (Lei nº 12. a atividade curricular de “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”.    Artigo 113 ‐ O Poder Público promoverá cursos para capacitar os profissionais da  Educação sobre os temas previstos no artigo anterior. armas. anúncios de bebidas alcoólicas.  elaborarão  material  didático  adequado.  (Lei nº 10. Origem  ou Etnia    Artigo  112  ‐  Fica  autorizado  o  Poder  Executivo  a  estabelecer  como  conteúdo  obrigatório no ensino fundamental e médio a crítica da violência doméstica e da discriminação de  raça.  (Lei nº 1. crianças e adolescentes. tabaco. Gênero.

Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil    Artigo  115  ‐  Fica  instituído  que  no  Calendário  Escolar  das  Escolas  Públicas  Estaduais. enfim. pais.  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos. art.  § 3º ‐ O calendário escolar das escolas públicas estaduais deverá prever no mínimo  uma data por semestre para as atividades propostas no caput deste artigo.    Artigo 117 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam‐se àqueles que  não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no  ensino  fundamental  e  médio. estarão previstas datas para atividades que discutam  os problemas sociais do Brasil.  com  características  adequadas  às  suas  necessidades  e  disponibilidades.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização  de  estudos. indicados no artigo 37 da  Lei  Federal  nº  9.724/97. toda a comunidade escolar.  referentes  ao  ensino  fundamental  e  médio.  serão  organizados  no  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  de  acordo  com as diretrizes contidas nesta seção.  professores.     Artigo  121  ‐  Os  cursos  que  correspondem  aos  quatro  anos  finais  do  ensino  fundamental devem ser organizados de forma a atender ao mínimo de 24 (vinte e quatro) meses  60 .  respectivamente.  correspondentes. de ensino fundamental e médio. com fundamento nas disposições da  Deliberação  CEE  nº  77/08  e  tendo  em  vista  as  orientações  constantes  do  Exame  Nacional  para  Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada Unidade de Ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo.     Artigo  120  ‐  Os  cursos  serão  organizados  em  dois  níveis. 1º)      CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ‐ EJA    Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio     Artigo 116 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos.  instalados  ou  autorizados  pelo  Poder  Público.    Artigo 119 ‐ O currículo para esta modalidade de ensino poderá ser organizado em  áreas do conhecimento ou por componente curricular com detalhamento no Projeto Pedagógico.394/96.   (Lei nº 9.    Artigo  118  ‐  Os  currículos  dos  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  serão  estruturados pela equipe pedagógica da instituição de ensino.  aos  anos  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  devendo  ser  desenvolvidos por meio de Projetos Pedagógicos específicos.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  correspondentes  aos  anos  iniciais  do  ensino  fundamental  serão  livremente  organizados.

 conforme as normas ora revogadas.  continuarão  a  ser  implementados os materiais didáticos referentes ao Projeto Novo Telecurso.  o  encerramento do livro de matrículas. 9/1999 e 41/2004.  no  prazo  máximo  de  30 (trinta) dias  a  contar  da  data  da  referida  homologação.  ao  longo  dos  períodos  referentes  à  61 .  organizados  e  selecionados  por  esta  Pasta.  (Del.de integralização e 1.    Artigo 125 ‐  Caberá  às  equipes escolares proceder às adequações necessárias  ao  desenvolvimento  dos  conhecimentos  previstos  nos  materiais  a  serem  encaminhados  oportunamente  às  escolas.200  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  exigindo‐se  do  aluno  a  idade  mínima  de  18  (dezoito)  anos  completos para seu início. efetuadas.    Artigo 123 A ‐ Os alunos matriculados em Cursos de Educação de Jovens e Adultos  em data anterior à homologação da Deliberação CEE nº 82/09 terão direito de concluir seu curso  nos termos das Deliberações CEE nºs 9/2000.600 horas de efetivo trabalho escolar exigindo‐se dos alunos a idade mínima  de 16 (dezesseis) anos completos para seu início. 1º a 9º)    Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  124  ‐  Mediante  autorização  concedida  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.  Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  desenvolvidos  nas  telessalas.  a  partir  de  2010.  materiais  didáticos  de  apoio.  para  os  alunos  ingressantes e em continuidade.    Artigo 123 ‐ Os alunos com estudos realizados em tempo inferior de integralização  ao  estabelecido  nos  artigos  121  e  122  devem  necessariamente  submeter‐se  aos  exames  organizados e/ou administrados pela Secretaria de Estado da Educação para receber certificação. arts.  passarão  a  adotar. novas classes de cursos  presenciais  poderão  ser  instaladas  em  unidades  escolares  estaduais.  desde  que  preservado  o  espaço pedagógico adequado às características da clientela e dos cursos já em funcionamento na  escola.  especialmente  formalizando. CEE nº 82/09. e desde que devidamente comprovada a existência de demanda.  de  forma  a  contemplar. dispor de sala própria e de equipamentos e materiais mínimos necessários ao  desenvolvimento das teleaulas.   Parágrafo  único  ‐  Para  dar  início  às  atividades.  a  telessala  deverá.    Artigo 122 ‐  Os  cursos que  correspondem aos três anos do ensino médio devem  ser  organizados  de  forma  a  atender  ao  mínimo  de  18  (dezoito)  meses  de  integralização  e  1.   Parágrafo  único  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  tomar  as  providências  necessárias  para  assegurar  o  fiel  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  obrigatoriamente.  em  caráter  obrigatório.     Artigo  124  A‐  Os  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  EJA.  consolidados  como  Propostas  Curriculares  dos  cursos  regulares  de  Ciclo  II  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  do  Estado  de  São  Paulo.  implementados  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs.  de  frequência  obrigatória  às  aulas  (presenciais)  ou  de  presença  flexível  e  atendimento  individualizado.

 na inexistência deste.  cumpram  ou  venham  a  cumprir.  CEE nº 91/09. caso pretenda dar  continuidade aos estudos.  a  apresentação  de  documento  comprobatório de escolaridade anterior e.  ou  vierem  a  compô‐las  a  partir  de  2010. arts.   (Res. e.   II ‐ garantir que. os mínimos estabelecidos pelos  artigos 6º e 7º da Del. seja efetivamente desenvolvido. 1º e 2º)    Subseção II  Da Matrícula    Artigo  126  ‐  A  matrícula  de  aluno  em  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  dispensa. devendo ser efetuada dentro do prazo máximo de 30  (trinta)  dias  a  contar  da  data  do  início  do  ano/semestre  letivo  nas  escolas  estaduais  de  ensino  regular. o contido na Del. ou.  mediante  os  registros  de  matrículas  efetivados  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos. o conteúdo programático previsto para o currículo  do ensino fundamental e médio.  nos  estudos  iniciais  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental.  todos os conteúdos previstos para cada nível de ensino.600  (mil  e  seiscentas)  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  e  idade  mínima  de  16  (dezesseis) anos completos para seu início.  desde  que  considerado o disposto na Del. CEE nº 91/2009.  obrigatoriamente.  ingressante  ou  em  continuidade. será aplicada pela escola prova de avaliação de  competências. no ensino médio.200 (mil e  duzentas) horas de efetivo trabalho escolar e idade mínima de 18 (dezoito) anos completos para  seu início. SE nº 3/10. 1.  que  os  alunos  que  constituíram  turmas  de  ingressantes  no  2º  semestre  de  2009. a partir de 2010:  I  ‐  comprovar.  como  inicial e confirmada a cada semestre letivo. deverão.  deverá  ter  registrado  o  lançamento  de  NC  (Não  Comparecimento)  no  Sistema  de  Cadastro de Alunos da Secretaria da Educação.  1. 11. observado. a cada semestre letivo. 10 e 3º)   62 . será exigido certificado de conclusão  do ensino fundamental.     Artigo 127 ‐ As unidades escolares dos cursos de que trata o caput do artigo 124‐  A.  CEE  nº  82/09.integralização  de estudos  e  de horas de efetivo  trabalho  escolar  exigida  pela  Del.  § 1º ‐ A matrícula do aluno em um CEEJA. quando for o caso.  deverá  ocorrer. quando for o caso.   III  ‐  assegurar. 18 (dezoito) meses de integralização de estudos. nos 30 (trinta) dias  subsequentes. deverá solicitar renovação de matrícula. quais sejam:  a) no Ciclo II do Ensino Fundamental. no início de outro semestre. independentemente da situação escolar  em  que  se  encontre. CEE nº 82/09. ou seja. ao longo do período correspondente à integralização dos estudos  e ao total de horas de efetivo trabalho escolar.  b) no Ensino Médio.  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. SE nº 3/10. o candidato que não comprovar presença no CEEJA.   §  2º  ‐  Esgotado  o  prazo  de  30  (trinta)  dias  para  efetivação  da  matrícula  de  que  trata o parágrafo anterior. matrícula não ativa. corresponda ao total dos semestres letivos exigidos para o respectivo nível de ensino.   § 3º ‐ A matrícula confirmada pelo aluno no CEEJA deverá ser reconfirmada pela  escola e devidamente lançada no Sistema de Cadastro de Alunos.   (Res.  que o intervalo existente entre a data da matrícula do aluno e aquela prevista para a certificação  do curso.  equivalente  aos  totais  dos  meses  de  integralização  dos  estudos  e  das  horas  de  efetivo  trabalho escolar previstos pela Del. arts. ou  seja. CEE nº 82/2009. 24 (vinte e quatro) meses de integralização  de  estudos.

 analisar.  aos  ajustes  necessários  ao  prosseguimento  de  estudos  das  disciplinas  que  compõem  a  área  de  Ciências  da  Natureza e suas Tecnologias.  na  parte  diversificada. as duas disciplinas não  contempladas em 2009.  acrescidas.  em turmas de. for sistematicamente inferior a 50% das aulas previstas.Subseção III  Da Matriz Curricular    Artigo  128  ‐  Na  distribuição  das  aulas  das  disciplinas  dos  cursos  de  frequência  obrigatória ‐ presenciais e desenvolvidos nas telessalas ‐ deve‐se assegurar que:  I – nos cursos presenciais e nas telessalas a carga horária semanal será de 27 (vinte  e sete) aulas. 5º e 6º)            63 .  na  matriz  curricular  do  ensino  médio.  deverão  contemplar  todos  componentes  curriculares estabelecidos na legislação vigente. em que a  carga horária de 6 aulas semanais ainda que deva ser distribuída. art.  do  2º  semestre  de  2009.  (Res. conforme disposto na Res. SE nº 3/10. à exceção:   a) da disciplina Ensino Religioso. de 2002.  ouvidas.12.  de  uma  língua estrangeira moderna.  respectivamente. arts.   Parágrafo  único  –  Para  os  alunos  ingressantes  das  telessalas. sendo 5 (cinco) diárias com duração no período diurno de cinquenta minutos cada e. na conformidade do contido no  Anexo VI da Resolução SE nº 98/2008. os conteúdos a serem trabalhados serão aqueles previstos  no Projeto Novo Telecurso.  II‐  haja  controle  sistemático  da  presença  dos  alunos  às  atividades  diárias. que deverão ser redimensionadas . no mínimo. 4º)    Subseção IV  Da Matriz Curricular dos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos – CEEJAs    Artigo 129 – Os cursos de ensino fundamental e médio oferecidos pelos Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs. ou mesmo suspensas. de acordo com  esta resolução. caso a caso.     Artigo  129  A  –  As  aulas  de  Educação  Física  dos  alunos  matriculados  nos  cursos  noturnos  e  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. SE nº 98 de  23.  quando  necessário.   b) das disciplinas de apoio curricular da 3ª série das classes de telessalas. objeto dos anexos II e VI da Res. SE nº 21.  de  40  (quarenta)  alunos. 35 (trinta e  cinco) alunos. com 2 (duas) aulas semanais. SE nº 3/10.  as  Coordenadorias  de  Ensino  e  de  Estudos e Normas Pedagógicas.  III  ‐  as  turmas  deverão  ser  constituídas. organizando os  respectivos currículos com todas  as  disciplinas  que  integram  a    base  nacional  comum.  em  média.    (Res.  poderão  ser  desenvolvidas aos sábados. de maneira a incluir nos semestres de 2010. quando a frequência dos  alunos.  quarenta  e  cinco.  no  noturno.  cabendo  à  Diretoria  de  Ensino.2008. e decidir pela sua instalação.  distribuída    na  conformidade  das  matrizes  curriculares  previstas.  observada a frequência mínima de 75% do total de horas letivas previstas para cada semestre. no bimestre.  caberá  à  equipe  escolar  proceder. para o ensino fundamental e médio.

  serão  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária. ou os servidores  contratados temporariamente. arts.  para  efeito  de  registro  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos  e  Concluintes  e  expedição  do  certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio.     Artigo 130 A ‐ Nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos ‐ CEEJAs.   serão  realizados  pelo  docente  de  cada  disciplina. inclusive os estáveis. deverão cumprir 8 (oito) horas diárias de trabalho e 40 (quarenta)  semanais. 8º e 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas    Artigo 131 ‐ Na atribuição de aulas. observado o módulo de até 26 (vinte e seis) professores e a participação de. por bimestre e  por disciplina. em números  inteiros  de  0  (zero)  a  10  (dez).  à  participação  em  64 .  assegurando‐se  que  o  conjunto de disciplinas do curso e respectivas avaliações seja a comprovação do desempenho do  aluno.   (Res.  CEE  nº  82/09. 7º.0  (cinco).  previamente  programadas  pelo  professor.  e  uma  avaliação  final  de  cada  disciplina  do  curso.  de  que  tratam  os  artigos  6º  e  7º  da  Del. os  resultados do semestre letivo deverão ser expressos em escala numérica de notas.   § 2º ‐ Os docentes titulares de cargo afastados junto aos CEEJAs. e demais candidatos.  será  afastado  nos  termos  do  inciso  III  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444/85.  de  alunos  ingressantes  e  em  continuidade. após a atribuição das  aulas  na  unidade  escolar  em  que  é  titular.  devidamente  habilitados  no  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas.  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno    Artigo  130  ‐  Em  se  tratando  da  avaliação  do  desempenho  escolar  dos  alunos. por uma  organização  curricular  estruturada  por  disciplina  e  por  presença  flexível  e  um  atendimento  individualizado ao aluno.   II  ‐  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAS. observar‐se‐á  que:  I  ‐  as  aulas  dos  cursos de frequência  obrigatória.  em  que  a  nota.  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. precipuamente.  não  significa  alteração na organização do trabalho dessas unidades que se caracteriza.  observar‐se‐á o seguinte:  I ‐ nos cursos de frequência obrigatória às aulas.  de  forma a atender:  1) preferencialmente. ao docente titular de cargo que. com vigência a partir do primeiro dia  letivo do ano da atribuição e término em 31 de dezembro do mesmo ano.   §  1º  ‐  As  aulas  dos  CEEJAs  serão  atribuídas.  igual  ou  superior  a  5.  que  serão  destinadas  ao  atendimento  individualizado  de  alunos.  a  ser  realizada  de  acordo  com  o  ritmo  do  aluno. na disciplina específica do cargo. SE nº 3/10.   2) aos ocupantes de função‐atividade.  com    carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais. a  integralização  dos  estudos.  1(um) professor por componente curricular. no mínimo.  haverá  avaliações  periódicas.  curso  presencial  e  telessala.   II  ‐  as  orientações  e  os  atendimentos  pedagógicos  que  ocorrerão  nos  CEEJAs.  e  as  aulas  das  disciplinas    dos  cursos  mantidos  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  é  considerada  satisfatória para a continuidade dos estudos.

  em  local  de  fácil  acesso  ao  público  e  com  a  devida  antecedência. os docentes dos cursos.   (Res.  dos  professores‐ coordenadores e dos docentes.  o  calendário  escolar  dos  CEEJAs.  d)  acompanhar. solicitando a devida autorização ao órgão competente.  incluindo  as  avaliações  periódicas  e  finais  presenciais. controlar e avaliar a implementação dos cursos. 15)    65 .  através  da  direção. 12)    Subseção VII  Das Competências    Artigo 132 ‐ Para o desenvolvimento dos cursos. SE nº 3/10.  (Res.  f) expedir e arquivar os documentos de vida escolar. analisando o desempenho dos  cursos com vistas a seu aperfeiçoamento e eficácia. art. SE nº 3/10.  b) acompanhar. para Educação de Jovens e Adultos.  bem  como  os  materiais  didático‐pedagógicos  e  de  consumo  destinados ao desenvolvimento das atividades programadas.  g) efetuar os devidos lançamentos correspondentes à situação final do aluno.  IV ‐ à Unidade Escolar:   a) instalar as telessalas.  c)  organizar  banco  de  questões.  b) capacitar. organizando‐as e incorporando‐as à proposta pedagógica  da escola. os resultados obtidos pelos alunos.  II ‐ às Coordenadorias de Ensino:  a) autorizar o funcionamento de novos cursos presenciais.  e)  divulgar. quando necessário. nelas incluídas  as HTPCs e as HTPLs.  conjuntamente  com  as  equipes  escolares  dos  CEEJAs.  g)  analisar  e  emitir  parecer  sobre  os  Planos  de  Gestão  apresentados  pelas  unidades escolares.  das  diferentes disciplinas.  h)  acompanhar  o  lançamento  da  matrícula  e  de  todos  os  demais  registros  pertinentes aos Sistemas de Cadastro de Alunos.  c) zelar pela manutenção e funcionamento das telessalas.  d)  elaborar.  assegurando‐se  sua  legalidade  e  autenticidade.  respeitadas  as  diretrizes  pedagógicas  emanadas  pela Pasta. Avaliação e Frequência e Concluintes.  III ‐ às Diretorias de Ensino:  a)  diagnosticar  as  necessidades  de  instalação  e/ou  ampliação  de  cursos  presenciais.reuniões e à preparação e avaliação dos trabalhos escolares. caberá:   I ‐ à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  a) prestar assistência técnico‐pedagógica às Diretorias de Ensino.   f) acompanhar. controlar e avaliar os cursos em funcionamento.  manter  e  repor  o  equipamento  e  o  material  necessários  ao  funcionamento  das  telessalas.  controlar  e  avaliar.  as  avaliações  finais. devendo ser exercidas integralmente  nos Centros.  b)  suprir.  e)  assegurar  o  cumprimento das  exigências  relativas  à  avaliação  do  desempenho  escolar e à certificação de conclusão de curso previstas nesta seção.  b) efetuar a matrícula dos alunos no Sistema de Cadastro de Alunos e manter os  registros  comprobatórios  da  respectiva  escolaridade. por meio das Oficinas Pedagógicas. art.

 quando for o caso.  § 1º ‐ A educação a distância organiza‐se segundo metodologia.  cada  classe  de  telessala corresponderá.     Artigo  133  C  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixar  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento do disposto nesta seção. a partir de 2010. ouvidas.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização. 14.  educação  a  distância  é  uma  modalidade  educacional  na  qual  a  mediação  didático‐pedagógica. gestão e avaliação  próprias.  CEE  nº  82/09.622/05.  na  proporção  indicada no quadro anexo a esta seção.  § 2º ‐ Os cursos e programas de educação a distância devem ser programados com  base  nos  respectivos  cursos  da  modalidade  presencial. para compor o percurso escolar do aluno  do  ensino  fundamental  ou  médio.  desde  que  observados  os  limites  mínimos  de  integralização  previstos  pelos  artigos  6º  e  7º  da  Del.    66 .   (Res. quando necessário. 13 e 17)    Anexo    Tempo de estudo no EF Regular  1 ano (1 série)  2 anos (2 séries)  3 anos (3 séries)  Tempo de estudo no EM Regular  2 anos (2 séries)  1 ano (1 série)  Tempo de estudo no EF‐EJA  6 meses  1 ano  18 meses  Tempo de estudo no EM‐EJA  1 ano  1 semestre  Tempo mínimo a integralizar  18 meses  1 ano  6 meses  Tempo mínimo a integralizar  6 meses  12 meses      Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio e na Educação  Profissional de Nível Médio  Subseção I  Da Concepção e Características    Artigo  134  ‐  Nos  termos  do  Decreto  nº  5.  nos  processos  de  ensino  e  de  aprendizagem.Subseção VIII  Das Disposições Gerais    Artigo  133  ‐  Para  fins  de  composição  do  módulo  de  pessoal. arts. SE nº 3/10. para estágio obrigatório e atividades relacionadas a laboratórios  de ensino. a uma classe de ensino regular. 16. ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação. as Coordenadorias de Ensino e a de Estudos e  Normas Pedagógicas.     Artigo 130 B – Poderão ser aproveitados.  estudos  realizados  com  êxito  em  cursos  regulares  de  ensino  fundamental  e  médio  ou  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos. com  estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.     Artigo  133  A  ‐  As  situações  não  previstas  nesta  seção  serão  decididas  pelas  Diretorias de Ensino.  devendo  ser  prevista  a  obrigatoriedade  de  momentos  presenciais  para  avaliação  dos  estudantes e.

  V – descredenciamento: ato administrativo. que cancela o credenciamento da instituição para atuar em educação a distância.  para  funcionar  em  locais  cedidos  por  empresas.  a  atuar  em  educação  a  distância.Artigo 134 A ‐ São características fundamentais a serem observadas em todo curso  ou programa de educação a distância:  I ‐ organização que flexibilize tempo e espaço na atividade pedagógica. nos limites das competências  legais  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  II ‐ autorizar a abertura de cursos e programas de educação a distância.  de  competência  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE. que renova o credenciamento da instituição.  pública  ou  privada. inclusive com a utilização de meios e tecnologias de informação  e comunicação. no  âmbito do sistema de ensino do Estado de São Paulo.  VI  –  autorização:  ato  administrativo.  nos  limites  do  Estado de São Paulo:  I  ‐  credenciar. de competência do Conselho Estadual de  Educação  ‐  CEE. de competência do Conselho Estadual  de Educação ‐ CEE.  utilizada  para  o  desenvolvimento  descentralizado  de  atividades  pedagógicas  e  administrativas.  Parágrafo único ‐ Cabe à Câmara de Educação Básica. no ensino  fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível médio.    Artigo  134  C  ‐  Compete  ao  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.    Artigo 134 B ‐ Para os fins desta seção. históricos. públicas ou privadas.  II  ‐  utilização  de  recursos  de  tecnologias  de  informação  e  comunicação  e  suas  metodologias. deve‐se observar os seguintes conceitos:  I – sede: unidade central. com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou  tempos diversos.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio.  pela  regularidade  de  todos  os  atos  escolares  praticados  pela  instituição. por prazo determinado.  que  habilita  a  instituição  de  ensino. dentro dos limites do Estado de São Paulo.  Parágrafo  único  ‐  Os  pólos  devem  ter  funcionamento  autorizado  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação  e  deverão  estar  previstos  no  projeto  pedagógico. não previstos no  ato de credenciamento.  pela  documentação  escolar e pela expedição de declarações.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens  e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio.  II – pólo: unidade operacional de apoio presencial. podendo ser autorizados em caráter temporário.  recredenciar  e  descredenciar  instituições  para  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  III – credenciamento: ato administrativo.  que  permite  à  instituição  credenciada  o  oferecimento  de  determinado  curso  e  programa  de  educação  a  distância.  relativas aos cursos e programas de educação a distância. vinculada à sede da instituição.  nos termos previstos na presente seção.  IV ‐ sistemática de avaliação da aprendizagem.  III ‐ autorizar a criação de novos pólos por instituição de ensino.  com  justificativa  para  atendimento de uma demanda social transitória.  V ‐ interatividade. por meio de parcerias ou convênios. para o desenvolvimento das atividades educativas. certificados e diplomas de conclusão.  IV – recredenciamento:  ato administrativo. responsável pela oferta e gestão dos cursos e programas.  pela  comunidade.  em  escolas  de  outra  mantenedora ou em outras instituições.  apreciar  os  pedidos  de  credenciamento  e  67 . de competência do Conselho Estadual  de Educação.  III ‐ acompanhamento sistemático dos processos de ensino e de aprendizagem.

recredenciamento  de  instituições  e  de  autorização  de  cursos  e  programas. deverão atender aos  referenciais de qualidade definidos pelo Ministério da Educação e pelo CEE e serão previamente  analisados  por  Comissão  de  Especialistas.  capacidade  econômicofinanceira  e  plano de investimento de curto e médio prazo. arts. conforme dispõe a legislação em vigor. quando for o caso.  pedagógica.  68 .  e  sobre  eles  se  manifestar.  Parágrafo único.    Artigo 135 B ‐ O pedido de credenciamento da instituição deverá ser formalizado  junto  ao  Conselho  Estadual  de  Educação.  indicando  ou  não  restrições  quanto  ao  recredenciamento. 1º a 6º)    Subseção II  Do Credenciamento. emitindo parecer que será objeto de deliberação do Conselho Pleno.  especialmente  quanto  aos  resultados  obtidos  pelos  alunos  em  avaliações  externas.  Parágrafo  único. elaborando relatório circunstanciado  e conclusivo sobre o pedido. do Recredenciamento e da Fiscalização e Avaliação das  Instituições e de Cursos e Programas     Artigo 135 ‐ O credenciamento se destina a instituições de ensino que comprovem  capacidade  administrativa.  indicando  possíveis  discrepâncias.    Artigo  134  D  ‐  Os  pedidos  de  credenciamento  e  de  recredenciamento  de  instituições e de autorização de cursos e programas de educação a distância. conforme padrões estabelecidos pelo Conselho.     Artigo  134  E  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  verificará  in  loco  as  condições  da  instituição  interessada  na  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância  e  procederá  à  análise da proposta pedagógica e da capacidade tecnológica.  bem  como  à  eventual  concessão  de  prazo  para  atendimento  dos  requisitos  especificados.  a  instituição  poderá  solicitar autorização para implementação de novos cursos e programas.  (Deliberação CEE nº 97/10. da Autorização.  por  meio  de  requerimento  dirigido  ao  seu  Presidente.  bem  como  melhorias  observadas.  regularidade  fiscal.  II  ‐  habilitação  jurídica.  devendo atender os seguintes requisitos:  I ‐ justificativa para o pedido.  econômica.  Parágrafo  único  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  será  constituída  por  profissionais  com experiência em educação a distância e na área em que o curso e programa será oferecido. caberá à Comissão de  Especialistas:  I ‐ proceder à análise comparativa entre o relatório do credenciamento e os dados  aferidos  na  avaliação  de  recredenciamento.  financeira  e  experiência  educacional  de  pelo  menos 2 (dois) anos.  Durante  a  vigência  do  credenciamento.  II  ‐  manifestar‐se  de  forma  conclusiva.    Artigo  135  A  ‐  O  credenciamento  da  instituição  será  concomitante  à  autorização  de seu primeiro curso e terá prazo de validade de até cinco anos.  III ‐ histórico institucional acompanhado de dados de identificação da instituição e  qualificação dos dirigentes da sede e dos pólos. no prazo máximo de  30 (trinta) dias após a visita de verificação. No caso de pedido de recredenciamento.  indicada  pela  Câmara  de  Educação  Básica.  com  aprovação do Conselho Pleno.

  IX ‐ regimento escolar específico para educação a distância.  e)  relação  de  cursos  e  programas  presenciais  e  a  distância.    Artigo 135 E ‐ O Projeto Pedagógico a ser encaminhado ao Conselho Estadual de  Educação ‐ CEE deverá atender.  já  autorizados  e  em  funcionamento. infraestrutura tecnológica.  que  vai  responder  pelo  desenvolvimento  e  acompanhamento  do  curso  e  programa.     Artigo 135 C ‐ A criação de novos pólos está condicionada à prévia autorização do  Conselho Estadual de Educação ‐ CEE. supervisão e acompanhamento dos pólos.  IV  ‐  definir  a  relação  de  alunos.  bem  como  a  forma  de  acompanhamento  da  realização  das  atividades.  V ‐ projeto pedagógico dos cursos e programas que serão ofertados.  69 . com  possibilidade de renovação pelo Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  com  as  respectivas  funções. defesa presencial de trabalho de conclusão de curso e das atividades em laboratórios  de  ensino.  bem  como  pela  coordenação.    Artigo 135 D ‐ Uma vez indeferido o pedido inicial de credenciamento.  quando  for  o  caso. apresentando termos de  convênios com outras instituições.  reforço  e  recuperação  do  processo  de  aprendizagem.  atividades  de  orientação.  III  –  identificar  a  equipe  multidisciplinar. com formação para o trabalho em educação a distância.  II  ‐  prever  atendimento  apropriado  a  estudantes  portadores  de  necessidades  especiais.  professores  ou  tutores.  para  acompanhamento  individualizado.  obedecendo  às  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  de  acordo  com o Catálogo Nacional.  VIII  ‐  descrição  detalhada  dos  serviços  de  suporte  e  infraestrutura  adequados  à  realização do projeto pedagógico. quando houver.IV  ‐  plano  de  desenvolvimento  escolar.  V. no caso dos cursos de educação profissional técnica de nível médio. ex officio. os seguintes requisitos:  I ‐ obedecer às diretrizes nacionais e estadual.  VII ‐ descrição das parcerias e modo de funcionamento. no mínimo.  VI  ‐  corpo  docente  com  as  qualificações  exigidas  na  legislação  em  vigor  e.  conceituar  a  concepção  pedagógica  dos  cursos  e  programas. relativamente às instalações físicas.  d)  descrição  das  atividades  presenciais  obrigatórias. quando houver.  preferencialmente.  tais  como  estágios  curriculares. quando for o caso.  contemplando  o  seguinte:  a)  matriz  curricular  com  ementas  detalhadas  e  definição  de  competências  e  habilidades a serem alcançadas e avaliadas em cada área e etapa do processo.  que  contemple  a  oferta  de  cursos  e  programas de educação a distância.  c)  critérios  de  avaliação  do  estudante.  atendimento remoto aos estudantes e professores e laboratórios de ensino.  prevendo  preponderância  das  avaliações  presenciais sobre as avaliações periódicas a distância.  f)  plano  de  curso. quando for o caso. caso não seja  instalado no prazo de um ano.  avaliação.  b) número de vagas. a instituição  somente poderá requerê‐lo depois de decorridos dois anos.  § 2º O ato de autorização do pólo será tornado sem efeito.  § 1º O prazo de autorização de funcionamento dos pólos será de dois anos.

 por novo período de até cinco anos.    Artigo 135 L ‐   Identificadas  deficiências. com proposta para:  I – recredenciamento.  III ‐ indeferimento do pedido de recredenciamento.  o  Conselho  determinará.  Parágrafo único.    Artigo 135 K ‐ Caberá ao CEE.  III – a desativação de cursos e programas. para salvaguarda do interesse público e proteção dos  alunos.  não  superior  a  um  ano. caberá pedido de reconsideração ao  Conselho Estadual de Educação.  deverão ter o ato prévio de sua instalação publicado pela Diretoria de Ensino. no prazo de trinta dias. a partir da data de publicação do  respectivo ato de autorização. documentos e informações ao CEE e aos órgãos de supervisão por ele designados.  em  ato  próprio.  II  ‐  recredenciamento  temporário.  sempre  que  solicitadas. exceto quanto a  apresentação do Projeto Pedagógico do curso.  com  suspensão  de  novas matrículas nesse período.  observado  o  contraditório  e  ampla defesa:  I – a instalação de diligência.  IV – o descredenciamento.    Artigo  135  J  ‐  As  instituições  de  ensino  deverão  apresentar.    Artigo 135 I ‐ A partir da análise da documentação mencionada no artigo anterior e  dos relatórios da Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.  adotar  as  providências  necessárias  para  a  suspensão  de  novas  matrículas.  mediante  avaliação  dos  cursos  e  programas  das  instituições  credenciadas. sindicância ou processo administrativo.g)  apresentação  do  material  didático  para  o  primeiro  semestre  e  módulos  correspondentes e protótipos para a sequência do (s) semestres (s) ou módulos proposto(s).  irregularidades ou descumprimento das  condições  originalmente  estabelecidas. à qual a instituição  está jurisdicionada. – Pedidos de recredenciamento indeferidos somente poderão ser  objeto de novo pedido.  70 .  c) com a apresentação do material didático completo.  mediante  relatório fundamentado da Câmara de Educação Básica.  b) instruído com os mesmos requisitos solicitados no artigo 135 B. a quem compete comunicar ao CEE o início das atividades. depois de decorridos dois anos.  será emitido parecer pela Câmara de Educação Básica do CEE.  nos  termos  desta  seção.  § 1º Das determinações de que trata o caput. encarregada da fiscalização.  II – a suspensão da autorização de cursos e programas e de novas matrículas. a contar da data da publicação do ato no  Diário Oficial do Estado. enquanto não forem cumpridos os requisitos necessários.    Artigo  135  G  ‐  Os  cursos  e  programas  autorizados. assim como exercer  as funções de supervisão.    Artigo  135  H  ‐  O  pedido  de  recredenciamento  deverá  ser  requerido  pela  instituição:  a) com antecedência mínima de seis meses do término do seu prazo de vigência.    Artigo  135  F  ‐  A  instituição  credenciada  para  ministrar  cursos  e  programas  de  educação a distância deverá iniciar a oferta no prazo de um ano.

  § 2º.  é  responsável  pela  expedição  de  históricos  e  certificados  de  conclusão  de  curso  e  programa.  expedidos  por  instituições  credenciadas  e  registrados  na  forma  da  lei.  obedecidas às diretrizes nacionais e estadual.    Artigo 140 ‐ A certificação parcial ou total em cursos e programas de educação a  distância  de  jovens  e  adultos  habilita  ao  prosseguimento  de  estudos  em  caráter  regular  ou  supletivo.    Artigo 142 ‐  A sistemática de avaliação deve ser disciplinada no Regimento Escolar  e compatibilizada com o Projeto Pedagógico da instituição. Os certificados ou diplomas de cursos e programas de educação a distância.    Artigo  139  ‐  A  instituição  poderá  aferir  e  reconhecer. celebrados para fins de oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  deverão ser revalidados de acordo com as disposições legais pertinentes. 20 a 25)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 143 ‐ Os convênios e acordos de cooperação.  conhecimentos  e  habilidades  obtidos  em  processos  formativos  escolares  ou  extraescolares.  conforme  disposto no Projeto Pedagógico aprovado pelo CEE. 7º a 19)    Subseção III  Da Vida Escolar    Artigo  136  ‐  A  avaliação  do  desempenho  do  estudante  para  fins  de  promoção.  71 . a suspensão de novos ingressos de alunos.  (Deliberação CEE nº 97/10.  emitidos  por  instituições  estrangeiras.  mediante  avaliação. arts.     Artigo  138  ‐  A  sede  da  instituição.§ 2º Em qualquer das hipóteses previstas no caput. arts.  (Deliberação CEE nº 97/10.  no ensino fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível  médio só poderão ser emitidos por instituições devidamente credenciadas.  credenciada  para  oferta  de  educação  a  distância.  para  que  gerem  efeitos  no  território  nacional.    Artigo  137  ‐  Os  diplomas  e  certificados  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. que ofereçam cursos e  programas devidamente autorizados pelo CEE. poderá ser determinada pelo  Conselho. a quem cabe garantir os registros das avaliações dos alunos. como medida cautelar.  § 1º A emissão e o registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão  obedecer à legislação educacional pertinente.  entre  instituições  estrangeiras  e  instituições  devidamente  credenciadas  e  jurisdicionadas  ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo.  conclusão  de  estudos  e  obtenção  de  diplomas  ou  certificados  dar‐se‐á  no  processo.  terão  validade  nacional. até a decisão final.    Artigo  141  ‐  Os  certificados  e  diplomas  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.

  V ‐ foram compulsoriamente transferidos para regiões de difícil acesso. de acordo com as normas em vigor. por motivos de saúde.deverão ser previamente submetidos à análise e homologação do Conselho Estadual de Educação.    Artigo  148  ‐  O  pedido  de  encerramento  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. deverá ser previamente comunicado ao Conselho Estadual de Educação e à Diretoria de  Ensino competente.    Artigo 149 ‐ No caso de mudança de endereço da sede deverão ser apresentados  documentos que comprovem as mesmas condições da anterior.  referência  aos  atos  de  credenciamento  e  autorização  e  respectivas  datas  de  validade.  II ‐ cursos e programas autorizados.  IV ‐ instituições descredenciadas.  para que os diplomas e certificados tenham validade nacional.    Artigo 145 ‐ As instituições credenciadas poderão solicitar autorização para oferta  de ensino regular fundamental e médio a distância.  IV  ‐  vivam  em  localidades  desprovidas  de  rede  regular  de  atendimento  escolar  presencial.  de  seus  cursos e programas a distância.    Artigo  146  ‐  As  instituições  deverão  fazer  constar  em  todos  os  seus  documentos  institucionais. sendo o  ensino  a  distância  utilizado  como  complementação  da  aprendizagem  ou  em  situações  emergenciais. incluindo  missões em regiões de fronteira. disponibilizando essas informações em ambiente virtual.    Artigo  150  ‐  A  transferência  de  mantenedora  deve  ser  comunicada  ao  Conselho  Estadual de Educação.    Artigo  147  ‐  Os  documentos  que  instruem  o  processo  de  credenciamento.  II  ‐  sejam  portadores  de  necessidades  especiais  e  requeiram  serviços  especializados de atendimento.  anúncios  e  matérias  de  divulgação  nos  veículos  de  comunicação  de  massa.  VI ‐ estejam em situação de privação de liberdade.    Artigo 144 ‐ O Conselho organizará e manterá um sistema de informações aberto  ao público.  V ‐ cadastro de especialistas. quando  houver.  III ‐ resultados dos processos de supervisão e avaliação. por qualquer motivo.  recredenciamento  e  autorização  dos  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. de acompanhar o ensino presencial.  72 . com os seguintes dados:  I ‐ instituições credenciadas. assegurados o direito dos alunos à continuidade e término dos estudos.  Parágrafo único ‐ A oferta referida no caput contemplará a situação daqueles que:  I ‐ estejam impedidos.  III ‐ encontram‐se no exterior.  deverão  permanecer arquivados na sede da instituição e disponíveis em ambiente virtual para consulta da  Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.

  desde  que  o  aluno  tenha  concluído  o  ensino  médio  e  os  3  (três)  módulos  que  compõem  o  referido  curso. previstas para o  conjunto das disciplinas de cada módulo da habilitação será acrescida à carga horária semanal da  3ª série do ensino médio. arts.  §  2º  ‐  A  certificação  dos  módulos  e  a  expedição  do  diploma  de  Habilitação  Profissional  de  Técnico  de  Nível  Médio  em  Gestão  de  Pequenas  Empresas.  com  320  (trezentas  e  vinte)  horas  cada. desenvolvidas pelos alunos fora da sala de aula.    Artigo  153  –  Os  módulos  de  educação  profissional.  em  2008. quando exigida a verificação in loco. destinadas ao conjunto das  disciplinas de cada módulo.  pelo  Centro  Estadual  de  Educação  Tecnológica  Paula  Souza  e  pela  Fundação  Roberto  Marinho.   II  ‐  carga  horária  de  10  (dez)  aulas  semanais  destinadas  às  atividades  não  presenciais. a saber:  I ‐ carga horária de 6 (seis) aulas semanais presenciais.  Parágrafo  único  ‐  As  aulas  de  que  trata  o  caput  poderão  ocorrer no  contraturno  e/ou aos sábados. 26 a 34)      CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Dos Cursos da Educação Profissional    Artigo 152 ‐ As unidades escolares estaduais vinculadas à Coordenadoria de Ensino  da  Grande  São  Paulo  ‐  COGSP.  (Deliberação CEE nº 97/10.  aos  alunos  matriculados  nas  3ªs  séries. exclusivamente aos sábados. no caso de alunos do diurno.  serão  emitidos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.  que.  na  modalidade  de  curso  semipresencial. a conclusão da habilitação profissional.  assegurarão. a Comissão de Especialistas. arts.  (Res. 3º)              73 . SE nº 5/09. 2º. 1º. e. estruturados por semestres.  § 1º ‐ Será assegurado aos alunos de que trata o caput a conclusão concomitante  dos estudos do ensino médio e a certificação dos seguintes módulos:  1 ‐ Certificado de Qualificação em Assistente de Planejamento: Módulo I .  das  turmas  das  3ª  séries  serão  desenvolvidos  em  2009.  3 ‐ Certificado de Técnico de Gestão de Pequenas Empresas: Módulo III.    Artigo 154 – A carga horária de 6 (seis) aulas presenciais semanais. será constituída por  membros diferentes dos que deram razão ao indeferimento.Artigo  151  ‐  Nos  casos  de  pedido  de  reconsideração  ou  recursos  de  solicitações  indeferidas.  em  2009.  2 ‐ Certificado de Qualificação em Gerente Administrativo: Módulo II. quando se tratar  de alunos do período noturno.  constituíram  turmas  de  educação  profissional  do  curso  “Gestão  de  Pequenas  Empresas”.

Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional    Artigo  155  ‐  O  total  das  aulas  das  disciplinas  que  compõem  cada  módulo  de  educação  profissional.    Artigo 157 ‐ A atribuição das aulas destinadas ao desenvolvimento dos módulos de  educação profissional obedecerá à normatização prevista para o processo de atribuição de classes  e aulas de projetos e modalidades de ensino aos docentes do Quadro do Magistério.  no  caso  de  professor  que  já  tenha  exercido  essas  funções.   § 2º ‐ O professor de que trata o parágrafo anterior. SE nº 5/09. 5º )    Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos    Artigo  158  –  As  unidades  escolares  constituirão  as  turmas  de  alunos  da  3ª  série  com um mínimo de 35 (trinta e cinco) e máximo de 43 (quarenta e três) alunos. que exercerá simultaneamente  as funções  de Orientador de Aprendizagem e de Tutor de Turma. o docente deverá.  imediatamente após sua organização.  §1º  –  As  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  deverão  ser  atribuídas  a  um  único  professor  da  base  nacional  comum. prioritariamente.   §  2º  ‐  Somente  após  a  homologação.  (Res.  da  função  de  tutor  da  respectiva turma e para participar das atividades de formação continuada a serem desenvolvidas  pela instituição parceira para capacitação e/ou preparação das aulas.  §  1º  ‐  O  levantamento  total  das  turmas  será  enviado  à  Diretoria  de  Ensino.  74 . 4º e  art.  será  considerada  a  avaliação do desempenho no desenvolvimento das respectivas atividades.  pela  Diretoria  de  Ensino. caput e §§ 1º a 4º  do art.  semestralmente.   II ‐ reconhecer a necessidade de aperfeiçoar permanentemente sua formação. além das seis aulas contará  com  5  (cinco)  aulas  semanais  para  o  exercício.  no  curso  de  formação  básica  e.  Parágrafo  único  –  Na  indicação  de  docente  para  Orientador  de  Aprendizagem  e  Tutor  de  Turma.  III ‐ exercer a liderança e ser proativo. ser capaz de:  I  ‐  compreender  que  seu  papel  principal  será  o  de  mediador  e  dinamizador  da  aprendizagem.  no  curso  da  Habilitação Profissional Técnica de nível médio.  das  turmas  dos  módulos de educação profissional de que trata a presente seção.  em  horários  diversos. poderão ser atribuídas as aulas  para o exercício das funções de Orientador de Aprendizagem/Tutor de Turmas.  será  desenvolvido por professor da base nacional comum.  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  para  cada  turma  de  alunos.  IV ‐ demonstrar habilidade em informática.  inclusive  como  carga  suplementar  para  professor  titular  de  cargo.    Artigo 156 – Para exercer as funções de Orientador de Aprendizagem e de Tutor  de Turma.  V ‐ organizar seu trabalho de modo a auxiliar o aluno a aprender a aprender e a ser  sujeito de sua aprendizagem.  ou  seja.    Artigo 159 ‐ O aluno da 3ª série do ensino médio deverá efetivar sua matrícula em  cada  um  dos  cursos.

  sensorial  e  múltipla. art. art. CEE nº 68/07. CEE nº 68/07.§  1º  –  A  duplicidade  de  matrículas  em  cursos  distintos  implicará  igualmente  na  duplicidade dos documentos.  III ‐ alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento.  (Res.  II  ‐  alunos  com  altas  habilidades. é um processo definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos  e  serviços  educacionais  especiais.  superdotação  e  grande  facilidade  de  aprendizagem. que os levem a dominar.  organizados  institucionalmente. artts.   IV  ‐  alunos  com  outras  dificuldades  ou  limitações  acentuadas  no  processo  de  desenvolvimento.    Artigo 162 ‐ Consideram‐se educandos com necessidades educacionais especiais:  I  ‐  alunos  com  deficiência  física. conceitos.  público  e  subjetivo  da  pessoa.  obedecidas  as  normas  regimentais  e  os  procedimentos  administrativos  estabelecidos para cada tipo de curso.  que  demandem  atendimento educacional especializado.  deverão  tramitar  separadamente. 5º e 6º)        CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento    Artigo  160  ‐  A  educação.  com  o  objetivo  de  garantir  a  educação  escolar  e  promover  o  desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais  especiais. 1º)    Seção II  Da  Caracterização e Destinação    Artigo 161 ‐ A educação inclusiva compreende o atendimento escolar dos alunos  que apresentam necessidades educacionais especiais e tem início na educação infantil ou quando  se  identifiquem  tais  necessidades  em  qualquer  fase. de controle de freqüência e de avaliação de aproveitamento escolar  do aluno pelas respectivas instituições.  (Del.  mental. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de  recursos pedagógicos adicionais.  (Del.  devendo  ser  assegurado  atendimento  educacional especializado.  complementar  e  suplementar  o  ensino  regular. arts. 1º)                75 . 2º e 3º e Res. rapidamente.  direito  fundamental.  §  2º  ‐  Os  documentos. SE nº 11/08. procedimentos e atitudes. SE nº 5/09.  de  que  trata  o  parágrafo  anterior.  para  apoiar.  na  modalidade especial.

  órgãos  públicos  e  a  colaboração  das  entidades privadas:  I  ‐  distribuição  ponderada  dos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados. com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada.  positivamente. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.  em  período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  de  modo  a  propiciar  condições  necessárias  a  uma  educação  de  qualidade  para  todos.  c)  atendimento  itinerante  de  professor  especializado  que. trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio. mediante aprendizagem cooperativa em  sala de aula.  b) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição  especializada.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  76 . preferencialmente.   VI ‐ serviços de apoio pedagógico especializado.  IV ‐ sustentabilidade do processo escolar.     Artigo  165  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns.  recomendando‐se intercâmbio e cooperação entre as escolas. assistirá os alunos que não puderem contar.  suas  experiências.  poderão  contar.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. com a participação da  família e de outros agentes da comunidade no processo educativo.Seção III  Da Educação Inclusiva    Artigo 163 ‐ O atendimento educacional de alunos com necessidades educacionais  especiais deve ocorrer.  d) oferta de apoios didático‐pedagógicos alternativos necessários à aprendizagem.  III  ‐  professores  capacitados  para  o  atendimento  às  necessidades  educacionais  especiais dos alunos.  equipamentos  e  materiais  próprios. por meio da atuação de professor especializado na área da necessidade  constatada  para  orientação. em período diverso ao da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  para  que  todos  se  beneficiem  das  diferenças  e  ampliem. sempre que possam proporcionar o  aprimoramento dessas condições. mediante:  a) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição especializada.  em  atuação  colaborativa com os professores das classes comuns.    Artigo 164 ‐ As escolas organizar‐se‐ão de modo a prever e prover em suas classes  comuns. nas classes comuns do ensino regular.  na  escola  regular.  por  meio  da  utilização  de  procedimentos. dentro do princípio de educar para a diversidade.  II  ‐  flexibilizações  curriculares  que  considerem  metodologias  de  ensino  diversificadas  e  recursos  didáticos  diferenciados  para  o  desenvolvimento  de  cada  aluno.  em seu processo de escolarização.  podendo  contar  com  o  apoio  das  instituições.   V  ‐  atividades  de  aprofundamento  e  enriquecimento  curriculares  que  favoreçam  aos  alunos  com  altas  habilidades/superdotação  o  desenvolvimento  de  suas  potencialidades  criativas. buscando a adequação entre idade  e  série/ano.  à comunicação. bem como à locomoção.  Parágrafo único ‐ As escolas que integram o sistema de ensino do Estado de São  Paulo  organizar‐se‐ão  para  o  atendimento  aos  educandos  com  necessidades  educacionais  especiais.  em  consonância com o projeto pedagógico da escola. com utilização de linguagens e códigos aplicáveis.  complementação  ou  suplementação  das  atividades  curriculares.

 e de materiais diferenciados e  específicos.  por equipe de profissionais  indicados  pela escola e pela família.  em  classes  comuns  do  ensino regular. sob a supervisão do órgão  competente. excetuando‐se os casos. educação e assistência.  serão  matriculados.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  77 .  ingressantes  na  1ª  série  do  ensino  fundamental  ou  que  venham  transferidos  para  qualquer  série  ou  etapa  do  ensino  fundamental  e  médio.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  da  avaliação  multidisciplinar. respeitadas as demais normas do sistema de ensino. cuja gravidade da  deficiência  ou  distúrbio  do  desenvolvimento  imprimam  limitações  severas  às  suas  atividades  de  vida  diária  e  comprometam  seriamente  sua  possibilidade  de  acesso  ao  currículo  da  escola  de  ensino regular.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. não permita sua inclusão direta  nessas classes.  preferencialmente.  atendimento  ambulatorial  ou  permanência  prolongada  em  domicílio.   §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.   §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  periódica.  deverão  ter garantida  a  continuidade do seu processo de  aprendizagem.    Artigo  167  ‐  Alunos  impossibilitados  de  freqüentar  as  aulas  em  razão  de  tratamento  de  saúde.transitoriedade.  que  implique  em  internação  hospitalar.    Artigo  168  ‐  As  disposições  necessárias  ao  atendimento  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  deverão  constar  de  projetos  pedagógicos  das  unidades  escolares ou das instituições responsáveis. cuja situação específica. com vistas a seu encaminhamento para classe comum.  II  ‐  oferecer  aos  alunos  matriculados  nas  classes  comuns  do  ensino  regular  atividades  de  preparação  e  formação  para  o  trabalho  e  atividades  nas  diferentes  linguagens  artísticas e culturais.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.  desde  que  preservada  a  capacidade  de  aprendizado.  com  acompanhamento  pedagógico que lhes facilite o retorno à escola regular.    Artigo 166 ‐ As escolas poderão utilizar‐se de instituições especializadas.  §  1º  ‐  O  encaminhamento  dos  alunos  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  para  serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far‐se‐á somente após avaliação  pedagógica realizada em conformidade com o disposto neste capítulo.  suplementar  e  apoiar  o  processo  de  escolarização  dos  alunos  com necessidades educacionais especiais matriculados nas classes comuns das escolas de ensino  regular.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.    Artigo  169 ‐  Os  alunos  com  necessidades educacionais  especiais.   III ‐ o atendimento educacional especializado a crianças e jovens. dotadas  de recursos humanos das áreas de saúde.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163. para:  I  ‐  complementar.  com  participação  dos  pais  e  do  Conselho  de  Escola  e/ou  estrutura  similar.

 em  conformidade com os Anexos I. motores. 3º e 4º)    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas    Artigo  173  ‐  Os  alunos  com  deficiências  que  apresentem  severo  grau  de  comprometimento. é facultado às escolas  viabilizar  ao  aluno. 7º.    Artigo  171  ‐  O  atendimento  escolar  a  ser  oferecido  ao  aluno  com  necessidades  educacionais  especiais. arts. formada pelo Diretor.  (Resolução SE nº 11/08. acrescidos dos procedimentos e das formas alternativas de comunicação e adaptação  dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados aos alunos.    Artigo  172  ‐  Caberá  aos  Conselhos  de  Classe/Ciclo/Série/Termo. Professor Coordenador e Professor da sala comum.  Parágrafo  único  ‐  Esgotadas  todas  as  possibilidades  de  avanço  no  processo  de  escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano.  com  severa  deficiência  mental  ou  grave  deficiência  múltipla. 5º. e Resolução SE nº 11/08. 12. auditivos e psico‐sociais. ainda. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua.  (Del.  as  mesmas  regras  previstas  no  regimento  da  escola  para  fins  de  classificação  em  qualquer  série  ou  etapa. art. 2º)    Seção IV  Do Processo de Avaliação    Artigo  170  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais. arts.  os  critérios de avaliação previstos pela proposta pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas  regimentais. com fundamento no inciso  II  do  artigo  59  da  Lei  nº  9.  contendo  parecer  conclusivo  sobre  a  situação  escolar  dos  alunos  atendidos  pelos  diferentes  serviços de apoio especializado.  que não puderem  atingir  os parâmetros  exigidos para a conclusão do ensino fundamental. acompanhado de histórico escolar que apresente. 6º.  deverá  ser  orientado  por  avaliação  pedagógica  realizada  pela  equipe  da  escola. II e III deste capítulo.  as  disponibilidades  da  escola.  expedir  declaração  com  terminalidade  específica  de  78 . 4º. com relação aos aspectos físicos.  cujas  necessidades  de  recursos  e  apoios  extrapolem. CEE nº 68/07.§  2º  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  da  modalidade  de  educação  especial. de forma descritiva. art.  independente de escolarização anterior.  certificando‐o  com  o  termo  de  conclusão  de  série/ano.  elaborado  por  professor  da  área. 8º e 11 e Resolução SE nº 11/08.  comprovadamente.  grau  de  terminalidade  específica  do  ensino  fundamental. visuais. podendo.  deverão  ser  encaminhados  às  respectivas  instituições  especializadas  conveniadas com a Secretaria da Educação.  ao  final  de  cada  ano  letivo. art.  (Del.394/96. com o apoio  de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde.  contar. 5º)    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica    Artigo 174 ‐  Em  se  tratando de alunos com  significativa defasagem  idade/série e  severa deficiência mental ou grave deficiência  múltipla. as escolas poderão.  aprovar  relatório  circunstanciado  de  avaliação. as competências  desenvolvidas pelo educando. CEE nº 68/07. mediante avaliação realizada pela escola.

  (Del. com as alterações introduzidas no § 1º pela Res.  § 1º ‐ A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em  casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica. art. 9º e 10)        79 .  acompanhada  de  histórico  escolar  e  da  ficha  de  observação  contendo.  poderá  ser  realizada  em  oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade. mobilidade e comunicação. SE  nº 31/08)    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos    Artigo  175  ‐  A  preparação  profissional  oferecida  aos  alunos  com  necessidades  educacionais especiais. com a participação e a  anuência da família. que não apresentem condições de se integrar aos cursos de nível técnico. CEE nº 68/07. com parecer do Conselho de Classe e Série aprovado pelo Conselho de Escola  e visado pelo Supervisor de Ensino. 10. CEE nº 68/07. que contêm os  recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no merca do de trabalho. responsável pela Unidade Escolar e pela Educação Especial. arts.436/02. as competências desenvolvidas pelo educando.  (Del. 6º.098/00.  de  forma descritiva.    Artigo  176  ‐  Serão  assegurados  aos  alunos  que  apresentem  necessidades  educacionais especiais os padrões de acessibilidade. regularmente.172/01 e 10.  (Resolução SE nº 11/08.`  Parágrafo  único  ‐  Os  sistemas  públicos  de  ensino  promoverão  formação  continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico com  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais. na conformidade  do contido nas Leis nºs 10.  a  fim  de  fornecer  orientação  às  famílias  no  encaminhamento  dos  alunos  a  programas  especiais.     Artigo 178 ‐ Os professores especializados deverão comprovar :  I ‐ formação específica em curso de graduação de nível superior ou  II  ‐  complementação  de  estudos  de  pós‐graduação  na  área  do  atendimento  educacional especializado. com carga horária superior a 360 horas.  §  2º  ‐  A  escola  deverá  articular‐se  com  os  órgãos  oficiais  ou  com  as  instituições  que  mantenham  parcerias  com  o  Poder  Público. com alunos com necessidades educacionais especiais. 13 e 14)    Seção VIII  Da Formação dos Professores    Artigo 177 ‐ As Instituições de Ensino Superior devem oferecer obrigatoria‐mente  programas  de  formação  inicial  ou  continuada  aos  professores  das  classes  comuns  que  lhes  garantam  apropriação  dos  conteúdos  e  competências  necessárias  ao  trabalho  pedagógico  que  realizam. na  Diretoria Regional de Ensino. arts.  voltados  para  o  trabalho. constituindo‐se o pleno atendimento  em requisito para o credenciamento da instituição. autorização.determinada  série. reconhecimento e renovação de  reconhecimento de cursos.  para  sua  efetiva  integração na sociedade.

 na forma de itinerância.  gradativamente. e. art. 9º)    Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs    Artigo  182  ‐  Na  organização  dos  Serviços  de  Apoio  Especializado  (Sapes)  nas  Unidades Escolares. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos. observar‐se‐á que:   80 .  a  ser  realizada  por  equipe  de  profissionais indicados pela escola e pela família. 7º e 8º)    Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular    Artigo  181  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  de  uma  avaliação  multidisciplinar. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar.    Artigo  180  ‐  A  implementação  de  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e  da respectiva Coordenadoria de Ensino.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado ‐ SAPEs    Artigo 179 ‐ Consideradas as especificidades regionais e locais.  favorecendo  a  adoção  de  novas  metodologias de trabalho.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.  com vistas a sua inclusão em classe comum.  §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  regida  por  professor  especializado  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  de  avaliações  periódicas  a  serem  realizadas pela escola.   (Resolução SE nº 11/08. leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163. sob a supervisão do órgão  competente.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  transitoriedade.  viabilizando‐a  por  uma  reorganização  que. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.  §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.  em  sala  de  recursos  específicos.  poderão  contar. na rede estadual  de  ensino. serão organizados. em período  diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum.  2 ‐ atendimento prestado por professor especializado. Serviços de Apoio Pedagógico  Especializado (SAPEs).  (Resolução SE nº 11/08. em nível de unidade escolar e por sua solicitação.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  na  escola  regular.   Parágrafo  único  ‐  Os  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs)  serão  implementados por meio de:  1  ‐  atendimento  prestado  por  professor  especializado.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. da própria escola ou de outra unidade. arts.

  atendidas  as  exigências  previstas no artigo 584. com.  na  ausência  deste.  III ‐ espaço físico adequado.  expedido  pelo  Centro  de  Apoio  Pedagógico  Especializado.  III  ‐  o  apoio  oferecido  aos  alunos. serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais.  § 1º ‐ As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas  para  atendimento de alunos de qualquer série.  além  do  atendimento  prestado ao aluno:  I ‐ participar da elaboração da proposta pedagógica da escola.  definida  a  demanda. não segregado.  em  sala  de  recursos  ou  no  atendimento  itinerante.I ‐ o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.  da  classe  com  professor  especializado  e  da  itinerância  deverá  observar  o  atendimento  a  alunos  de  uma  única  área  de  necessidade educacional especial. no  mínimo.  em trabalho articulado com os demais profissionais da escola.  II  ‐  elaborar  plano  de  trabalho  que  contemple  as  especificidades  da  demanda  existente na unidade e/ou na região. quer individualmente.    Artigo  186  ‐  Caberá  ao  professor  de  Educação  Especial.     Artigo 183 ‐ A organização dos SAPEs na unidade escolar.  a  serem  atribuídas  ao  docente  titular  de  cargo  como  carga  suplementar  e  ao  ocupante  de  função‐atividade  na  composição  da  respectiva  carga horária.  distribuídas  de  acordo  com  a  demanda  do  alunado. para atuarem nos SAPEs. 360 horas de duração.  §  2º  ‐  A  constituição  da  turma  da  sala  de  recursos.  (Resolução SE nº 11/08. etapa ou modalidade do ensino  fundamental  ou  médio. atendidas as novas diretrizes da Educação Especial. arts 10.    Artigo 184 ‐ As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs  poderão. deverão ter formação na área  da necessidade educacional especial. somente poderá ocorrer quando houver:  I ‐ comprovação de demanda avaliada pedagogicamente.  V  ‐  parecer  favorável  da  CENP. observada a prioridade conferida ao docente habilitado.  81 . de modo a atender alunos de 2 (dois) ou mais turnos.  II  ‐  as  aulas  do  atendimento  itinerante.  IV ‐ recursos e materiais didáticos específicos.  somente  poderão  atender  alunos  cujo  grau  de  desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I.  contar  com  o  atendimento  itinerante  a  ser  realizado  por  professores  especializados  alocados  em  SAPEs  ou  escolas  da  região. quer  em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s).   II  ‐  professor  habilitado  ou. sob a forma de sala de  recursos.11 e 14)    Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores    Artigo 185 ‐ Os docentes.  professor  com  Licenciatura  Plena  em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional.  e  as  classes  com  professor  especializado. terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2  (duas) aulas diárias.  com  turmas  constituídas  de  10  (dez)  a  15  (quinze) alunos.

  V ‐ oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns.  IV ‐ orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão  dos alunos nas classes comuns.  mantendo  contatos  com  as  mesmas. visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar  ou  transferir  o  serviço  oferecido. 15 e 16)    ANEXO I    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO    Ano:  Nome do Aluno:  Data de nascimento:  Série  Endereço residencial:  Telefone de contato da família:  Área de deficiência:  Escola:  Diretoria de Ensino:  Relato do Professor da sala comum:  A – Intervenção e interação afetiva.III  ‐  integrar  os  conselhos  de  classes/ciclos/séries/termos  e  participar  das  HTPCs  e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola.  VI  ‐  fornecer  orientações  e  prestar  atendimento  aos  responsáveis  pelos  alunos  bem como à comunidade. social e familiar  1.  (Resolução SE nº 11/08.  II  ‐  propor  a  criação  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado  à  respectiva  Coordenadoria de Ensino.  remanejando  os  recursos  e  os  equipamentos  para  salas  de  unidades escolares sob sua jurisdição. Histórico do  Aluno  ‐ Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade)  ‐ Relacionamento com a família e grupos  ‐ Expectativas da família  ‐ Antecedentes de atendimento de outra natureza (clínicos e terapêuticos)  82 . arts.  COGSP  e/ou  CEI  e  Diretoria(as) de Ensino envolvida(s).  de  forma  a  agilizar  o  atendimento de alunos.  III  ‐  orientar  e  manter  as  escolas  informadas  sobre  os  serviços  ou  instituições  especializadas  existentes  na  região.  (Resolução SE nº 11/08. 12 e 13)    Subseção IV  Das Atribuições Gerais    Artigo 187 ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  proceder  ao  levantamento  da  demanda  das  salas  de  recursos  e  do  apoio  itinerante. arts.    Artigo 188 ‐ As situações não previstas nesta seção serão analisadas e orientadas  por  um  Grupo  de  Trabalho  constituído  por  representantes  da  CENP/CAPE.

Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas)  3. articuladas com o professor da sala comum:  83 . Relacionamento com seu grupo social  B – Avaliação pelo professor especialista – observação descritiva nas diversas situações escolares:  ‐ interesse  ‐ Atenção  ‐ Concentração  ‐ Compreesão e atendimento a ordens  Habilidade sensóriomotora:  ‐ Percepção e memória visual  ‐ Percepção e memória auditiva  ‐ Percepção de diferenças e semelhanças  ‐ Orientação temporal  ‐ Orientação espacial  ‐ Habilidades motoras  ‐ Pensamento lógico  ‐ Expressão criativa  Linguagem e comunicação: oral  Linguagem e comunicaçãao: escrita  Raciocínio lógico‐matemático  C – Observações do Professor e condutas a serem seguidas  D – Avanços do aluno ao longo do ano letivo    ____________________                 ____________________                                 _________________  Nome do Professor/RG                    Professor Coordenador                                     Diretor    _______________________________  Nome do Professor/ RG (Especialista)    Obs.: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva      ANEXO II    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais  Nome do aluno:  Área de deficiência  Escola:  Série:  Data do atendimento:  Quantidade de horas de atendimento:  (  ) Aluno   (  ) Professores de sala comum   (  ) Equipe Escolar      (  ) Família  (  ) Comunidade (  )  Obs.2. Relacionamento do aluno com o professor especialista  4.: Nomear 0(s) professor(es) atendido(s) e classe(s) ou série(s)  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )    Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno.

..................................  .............................................................  .......  ..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ................................................................................................  ...............................................  .................... recurso utilizado e intervenção realizada)  ..................  .  Item 4 – Observações:  ..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ........................................................................................................................................    __________                     ___________________                   ____________________      Professor                      Professor Coordenador                                 Diretor      ANEXO III    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais:  Nome do aluno:  Escola de matrícula:  Escola da Sala de Recursos:  Série:  Diretoria de Ensino:  Forma de atendimento: (   )Sala de Recursos                       (   ) Itinerância  Bimeste:    Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados?  ............................................. tipo de atividade.......  ........................................  Iterm 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum:  ...............................................................(Objetivos..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ..................................................................................................................................................................................................................  Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial?  Qual?  .............................................................................................................................  .............  Item 4 – Caracterização do Atendimento:  Nome do Professor:  Carga horária:  84 ............................................  ..........................................................................................................................................................................................................  ...........................................................................................................  ...........................................................................  .........................  ............................................................................................................................................................................................................................................................................................  .................................................................  ...................................................................................................................................................................................................

.............................................................  em  regime  de  colaboração com o Estado...............   §  2º  ‐  As  escolas  indígenas..............................................    Artigo  190  ‐  A  criação  das  escolas  indígenas  é  de  responsabilidade  do  poder  público  estadual  e  se  dará  por  ato  próprio  do  executivo.....  .............. serão reconhecidos como Escola Indígena................................................. Autorização e Reconhecimento    Artigo  189  ‐  No  âmbito  da  Educação  Básica..... CEE nº 46/05............................   (Del..............................................................................  .............................  ouvida a comunidade interessada..................................................................................................................................  .............  que  não  satisfaçam as exigências anteriores...........................................  ..................  .............   § 1º ‐  Os  Municípios poderão  oferecer educação  escolar indígena........... no prazo de dois anos................................... desde que disponham de condições técnicas e financeiras adequadas.....................................................................................  atualmente  mantidas  por  municípios.............................................................................................  proporcionando  a  valorização  das  culturas  dos povos indígenas e a afirmação e manutenção de sua diversidade étnica........... passarão à responsabilidade do Estado..........................................................................   Parágrafo  único  ‐  A  Escola  Indígena  se  constituirá  unidade  própria. Regulamentação................................... arts......    Item 5 – Observações:  .........................  fundamentados  nas  Diretrizes  Curriculares  Nacionais.    ___________________              ___________________            _________________  Nome do Professor/RG               Professor Coordenador                  Diretor        CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização...........................  ............................ 1º e 2º)    Artigo 191 ‐  Os  estabelecimentos da rede estadual  de ensino que  funcionam em  terras habitadas por comunidades indígenas passam a ser reconhecidos como escolas indígenas e  85 ..........  funcionando em terras indígenas.........  em  atendimento  à  reivindicação  da  comunidade interessada ou com a anuência da mesma................Quantidade de horas bimestrais na orientação de :  (  ) Professores de sala comum    (  ) Equipe escolar    (  ) Família     (  ) Comunidade  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )  Total de horas trabalhadas direto com o aluno: (  )  Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno:    Item 5 – Reavaliação e encaminhamento:  ...........................  os  estabelecimentos  de  ensino............................................................  autônoma  e  específica  do  Sistema  de  Ensino  Estadual  e  terá  normas  e  ordenamentos  jurídicos  próprios....................................

 dirigido ao Conselho  Estadual  de  Educação.  calendário  escolar e regimento escolar. às necessidades dos educandos e às práticas  sócio‐culturais.identificados como Escola Estadual Indígena ‐ EEI.  de  que  trata  este  capítulo.  econômicas  e  religiosas  da  comunidade  indígena  específica.  quando houver demanda da comunidade indígena.  concedida  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.    Artigo  195  ‐  Os  espaços  físicos  das  escolas  indígenas  deverão  ser  planejados.  a  organização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo. visando à valorização plena das culturas dos povos  indígenas e respeitadas as diversidades étnicas.  § 2º ‐ A educação infantil e o ensino médio serão implementados gradati‐vamente. independentemente do nível e modalidade de  ensino oferecidos.  de  responsabilidade  do  poder  público.    Artigo 192 ‐ A educação indígena funcionará com normas e ordenamento jurídico  próprios.  dimensionados  e  organizados  de  forma  a  atender  às  especificidades  da  proposta  pedagógica  da  escola.  bem  como  sua  forma  de  produção  do  conhecimento  e  métodos  de  ensino‐ aprendizagem.  deverão  ser  consideradas  as  práticas  sócio‐culturais.  (Res.  §1º  ‐  A  educação  indígena  somente  poderá  ser  oferecida  quando  houver  solicitação específica da respectiva comunidade.     Artigo  197  ‐  Na  organização  das  escolas. 3º.    Artigo 193 ‐ O reconhecimento legal dos estabelecimentos de ensino como escolas  indígenas  autônomas  e  específicas  pressupõe. arts.  especificando  a  condição  do  professor  indígena  e  dados de sua formação específica.  ato  próprio  de  criação.  autorização  de  funcionamento.  para  sua  plena  regularidade  organizacional  e  funcional.  que  atenda  às  necessidades  da  comunidade  indígena  e  estará  localizado  em  terras  habitadas por ela.  respeitadas  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  as  Diretrizes  Nacionais  para  o  Funcionamento  86 .  Coordenadoria de Ensino e do Núcleo de Educação Indígena (NEI) e dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  acompanhado  de  pareceres  conclusivos  da  Diretoria  de  Ensino.  III  ‐  relação  do  corpo  docente.  contendo  estrutura  curricular.  e  com  ampla  participação  da  comunidade  indígena. SE nº 147/03.  e  atendimento  às  diretrizes  contidas nesta seção.  observadas  as  diretrizes  curriculares  do  ensino  intercultural  e  bilingüe  e  as  normas  regimentais específicas para essa modalidade. 2º.     Artigo  194  ‐  O  pedido  de  autorização  de  funcionamento  de  Escola  Estadual  Indígena deverá ser formulado pela direção da unidade escolar proponente.  econômicas  e  religiosas  que  caracterizam  a  etnia  indígena  atendida. 1º. devendo a clientela atendida ser exclusivamente  constituída por alunos indígenas.  II  ‐  cópia  da  proposta  pedagógica. independente do seu número.   Parágrafo  único  ‐  Em  consonância  com  a  flexibilidade  que  a  Lei  permite.  ouvida  a  comunidade. aos recursos e materiais didáticos existentes. 4º e 8º)    Artigo  196  ‐  As  escolas  indígenas  funcionarão  em  prédio  que  seguirá  projeto  especial.

   II ‐ prover as escolas indígenas de recursos materiais.   II  ‐  relação  do  corpo  docente.   II ‐ conteúdos curriculares específicos.  IV ‐ assegurar condições para o acesso e a produção dos conhecimentos universais  e específicos das diferentes áreas dos saberes.     Artigo 198 ‐ O ensino será ministrado em Língua Portuguesa e na língua materna  da comunidade indígena específica.   III  ‐  elaborar  e  publicar  sistematicamente  material  didático. para uso nas escolas indígenas. arts. 4º e 5º)    Seção II  Dos Objetivos    Artigo 199 – Constituem‐se objetivos da Escola Estadual Indígena :  I ‐ garantir a sistematização e a valorização dos conhecimentos.   IV ‐ projetos que incluam outras comunidades. utilizando os recursos destinados  ao financiamento público da educação:   I ‐ promover a formação continuada dos professores‐índios.   87 .  III  ‐  proporcionar  um  ensino  intercultural  e  bilingüe  que  valorize  as  línguas  e  as  culturas indígenas e a afirmação da identidade étnica.  incluindo dados que comprovem sua formação específica. SE nº 147/03. art. será contemplada no Projeto Pedagógico e Regimento Escolar próprios que  deverão conter:   I ‐ calendário escolar e duração de período escolar diferenciados.  por  meio  das  Diretorias  de  Ensino.  específico  e  diferenciado.  II ‐ oferecer exclusivamente à respectiva comunidade todas as etapas da educação  básica.   V  ‐  uso  de  materiais  didático‐pedagógicos  produzidos  de  acordo  com  o  contexto  sócio‐cultural de cada etnia indígena.  V  ‐  dar  oportunidade  aos  educandos  da  vivência  de  atividades  e  valores  que  os  auxiliem no desenvolvimento de uma vida cidadã dentro e fora do universo indígena.  autorizará o funcionamento de escola indígena após análise dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola. 5º)    Seção III  Das Competências    Artigo 200 ‐ Compete à Secretaria da Educação. humanos e financeiros para  seu pleno funcionamento. 3º.  especificando  sua  condição  de  professor‐índio.   (Del.   III ‐ níveis e modalidades de ensino pretendidos.das Escolas Indígenas. costumes. CEE nº 46/05.  (Res. promovendo o ensino intercultural.  VI ‐ garantir a formação continuada aos professores indígenas. línguas  e tradições indígenas.   III ‐ inclusão de atividades que reforcem a cultura própria da comunidade indígena  em que a escola estiver inserida.     Artigo  201  ‐  A  Secretaria  da  Educação.

 desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto no projeto pedagógico e  regimento escolar com as seguintes prerrogativas:  I  ‐  organização  das  atividades  escolares.   (Del.  se  desenvolverá  nas  escolas  indígenas  na  conformidade  do  estabelecido  nas matrizes curriculares. 6º)    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento    Artigo  204  ‐  As  escolas  indígenas.  respeitando‐se  o  fluxo  das  atividades  econômicas. objeto dos Anexos I.  5.   (Del.  o  Ensino  Fundamental  e  Médio. 8º e 9º)    Seção IV  Da Atribuição de Aulas    Artigo  203  ‐  A  atribuição  de  aulas  será  feita  a  professores‐índios. com anuência das Comissões Étnicas Regionais e do Conselho Geral do Núcleo de Educação  Indígena. é de responsabilidade das Diretorias Regionais de Ensino da  Secretaria da Educação.  as  características  próprias  das  escolas  indígenas  em  respeito  à  especificidade  étnico‐cultural de cada etnia ou comunidade. arts. CEE nº 46/05. com conteúdos específicos  do universo sócio‐cultural de cada povo indígena. os modos próprios de produção e transmissão de saberes de cada etnia.  a  produção  e  a  utilização  de  materiais  didático‐pedagógicos. SE nº 21/08)    88 .  respeitadas  as  normas  específicas  de  funcionamento. e V.     Artigo  202  ‐  A  Supervisão  das  escolas  indígenas.  4. as diretrizes curriculares nacionais referentes a cada etapa da educação básica.  ajustando‐se  às  condições  e  especificidades próprias de cada etnia ou comunidade indígena. integrantes deste capítulo. culturais e religiosas e  II  ‐  duração  diversificada  dos  períodos  escolares. a realidade sócio‐linguística em cada situação.IV ‐ projeto pedagógico. art.  3. SE nº 147/03. este com a redação dada pela Res. arts.  2. terá por base:  1.  7. 6º e  9º.   V ‐ regimento escolar. a participação da respectiva comunidade ou etnia indígena. assim como através do Programa Especial de Formação em Serviço de  Professor  Índio  para  o  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental  da  Secretaria  da  Educação  aprovado  pelo  Parecer CEE nº 419/2000.  Parágrafo único ‐ A formulação do projeto pedagógico próprio por escola ou por  etnia. II. sociais. os referenciais curriculares indígenas.  que  expressem  metodologias que privilegiem processos específicos de aprendizagem.    Artigo  205  ‐  A  Educação  Básica  que  compreende  a  Educação  Infantil. III IV.  (Res.  6.  indicados  pela  comunidade  indígena  e  devidamente  formados  ou  capacitados  no  âmbito  das  instituições  formadoras de professores. 7º. CEE nº 46/05.  a  fim  de  garantir  sua  especificidade e qualidade de ensino.

  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena. SE nº 147/03.  § 2º ‐ As funções administrativas serão objeto de norma específica.desenvolvido  pela  Secretaria da Educação.  com Professor‐Coordenador. docentes e profissionais da área administrativa.  desenvolvido por Secretarias Estaduais de Educação.  em  nível  superior.    Artigo  207  ‐  Todos  os  profissionais.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena. num dialogo intercultural com metodologia transdisciplinar.  §  3º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  das  escolas  indígenas  serão  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  na  educação  infantil  e  no  ciclo  I  do  ensino  fundamental.  Professor‐Coordenador  e  de  docentes  serão  exercidas por professores indígenas. com a redação dada pela Res. 7º.  devendo  as  necessidades  específicas  dessas  escolas serem contempladas pelos recursos a que se refere a Lei nº 9.Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena     Artigo  206  ‐  A  escola  indígena  contará  com  um  Vice‐Diretor  de  Escola  Indígena.    Artigo  208  ‐  Aplicam‐se  às  escolas  indígenas  os  recursos  destinados  às  demais  escolas  que  integram  a  rede  estadual  de  ensino.  2  ‐  no  ciclo  II  e  III  do  ensino  fundamental  e  no  ensino  médio. art.  §  1º  ‐  As  funções  de  Vice‐Diretor. 10 e 11)    Anexo I  Educação Infantil  Ciclo Inicial  Duração ‐ 02 Anos  Carga Horária Semanal: a ser definida pela escola  Matriz  Curricular:  a  ser  elaborada  pelas  escolas  que  oferecem  Educação  Infantil  junto com representantes da comunidade indígena atendida. Códigos e suas Tecnologias.  de  que  trata  o  artigo  anterior  somente  poderão  exercer  as  respectivas  funções  desde  que  tenham  sido  devidamente  capacitados  e  avaliados pela Comissão Étnica Regional e pelo Conselho do NEI.424/ 96.   89 .  (Res.:   1  ‐  As  áreas  de  Ciências  da  Natureza  e  de  Ciências    Humanas  e  suas  Tecnologias  serão  tratadas  na  área  de   Linguagens. SE nº 21/08.    Anexo II  Ensino Fundamental  Ciclo I  Duração ‐ 03 Anos  Carga Horária Semanal: 25 aulas  Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Parte Diversificada    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas Semanais  25  08  33  Obs.

2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental    Anexo III   Ensino Fundamental   Ciclo II   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular      Base Nacional Comum   Áreas   Linguagens Códigos e   Suas Tecnologias   Ciências da Natureza e   Suas Tecnologias   Ciências Humanas e   Suas Tecnologias   Oficinas   Totais   Nº de Aulas Semanais  05  12  08  08  3    Parte Diversificada     OBS.   2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental.:   1  ‐  Dando  continuidade  ao  processo  de  construção  da  escola  intercultural  e  bilíngüe.          90 .      Anexo IV   Ensino Fundamental   Ciclo III   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 Horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas  Semanais  12  09  04  08  33    Obs.  as  áreas  de  Ciências  da  Natureza e Ciências Humanas serão trabalhadas de forma manter o equilíbrio e a dimensão intercultural.:  1 ‐ As aulas previstas para a parte diversificada destinam‐se a realização de estudos e oficinas de sustentabilidade  econômica cultural e ambiental.  2 ‐ Será dada seqüência aos trabalhos realizados nos Ciclos anteriores.

 nos Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.  em  caráter  opcional. deverá enfatizar.  de  10  de  agosto  de  1987. de que trata este Capítulo.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  língua  estrangeira  moderna  serão  oferecidos  nos  CELs aos alunos do ensino fundamental.270.:   1‐  o  Projeto  Pedagógico  de  cada  escola  indígena  explicitará  as  dinâmicas  das  aulas  ministradas.    Artigo  209  C  ‐  O  ensino  de  língua  estrangeira  moderna.  como  mecanismo  de  enriquecimento curricular. instituídos no âmbito da rede  estadual  de  ensino  pelo  Decreto  nº  27.    Artigo  209  A  ‐  O  Centro  de  Estudos  de  Línguas  ‐  CEL  constitui  uma  unidade  de  ensino  vinculada  administrativa  e  pedagogicamente  a  uma  escola  estadual  e  se  destina  ao  atendimento  de  alunos  devidamente  matriculados  no  ensino  fundamental  ou  médio.      CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição.  com  frequência regular.   2‐  As  03(três)  aulas  previstas  para  a  parte  diversificada    destinam‐se  a  realização  de  estudos  e  oficinas  de    sustentabilidade econômica cultural e ambiental. Finalidade e Destinação    Artigo 209 ‐ Os Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.  de  livre  escolha  da  clientela  escolar.    Artigo 209 B ‐ Os Centros de Estudos de Línguas – CELs. e aos do ensino médio.  têm  por  finalidade  proporcionar  aos  alunos  das  escolas  públicas  estaduais  a  possibilidade  de  aprendizagem  de  língua  estrangeira  moderna.  nas  quais  os  professores concebem e praticam o trabalho integrado dos conteúdos tratados em suas aulas.Anexo V   Ensino Médio Sustentável   Ciclo IV   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais Nº de Aulas Semanais  15  10  05  03  33  Obs. o domínio  da  linguagem  oral  ou  o  seu  caráter  instrumental  e  de  acesso  à  cultura  de  outros  povos  e  civilizações. na escola vinculadora ou em qualquer outra escola da rede pública estadual.  ficam  disciplinados  nos  termos deste capítulo. a partir da 6ª série.    91 .

 com anuência da escola que  o  sediará.  § 1º ‐ Os objetivos e a organização do CEL deverão constar da proposta pedagógica  da escola vinculadora e de seu regimento. respeitado o cumprimento da carga horária prevista para os cursos. com facilidade de acesso. Instalação. caput e § 1º do art.  VI  ‐  existência  de  escola  vinculadora  em  município  com  mais  de  cinquenta  mil  habitantes. 2º.  assim  como  da  escola  indicada  como  vinculadora do CEL.758/09.    Artigo 212 ‐ A organização e o funcionamento do CEL deverão atender ao contido  nas Normas Regimentais Básicas estabelecidas para as escolas estaduais.  (Res.  VII ‐ disponibilidade de recursos didático‐pedagógicos.  (Res. SE nº 81/09. 1º)    Seção II  Da Denominação    Artigo  210  ‐  O  CEL  deverá  ter  a  mesma  denominação  da  escola  a  que  estiver  vinculado.  § 2º ‐ As aulas das turmas do CEL deverão acompanhar o calendário da respectiva  escola vinculadora. SE nº 81/09.  IV  ‐  espaço  físico  adequado  ao  funcionamento  dos  cursos  e  que  garanta  sua  continuidade. Organização e Funcionamento    Artigo 211 ‐ A criação e a instalação de um CEL poderão ser autorizadas.  V ‐ localização estratégica. mediante  proposta encaminhada pelo conjunto das escolas a serem atendidas.  em  todos  os  níveis  e  modalidades.  (Decreto nº 54. dado o caráter de enriquecimento curricular de que se reveste o seu ensino nessa unidade.  III  ‐  disponibilidade  comprovada  de  docentes  habilitados  ou  qualificados  para  ministrar os cursos.  cabendo  à  direção  da  escola  vinculadora  manter. SE nº 81/09. arts. no que couber.  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino  e  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas.  a  identificação do CEL e a relação dos cursos de língua estrangeira que são oferecidos.  após  análise  e  parecer  fundamentado  pela  Diretoria  de  Ensino.Artigo  209  D  ‐  A  língua  estrangeira  moderna  que  integra  obrigatoriamente  o  currículo escolar do aluno poderá ser cursada por ele também nos Centros de Estudos de Línguas ‐  CELs.  em  local  visível  e  de  livre  acesso. 1º a 4º e Res. § 2º do art.  observado  o  seguinte:  I ‐ condições favoráveis de oferta e de atendimento à demanda escolar do ensino  fundamental  e  médio. arts. 3º e 4º)              92 .  II  ‐  relação  nominal  dos  alunos  da  região  interessados  nos  cursos  a  serem  oferecidos. 1º)    Seção III  Da Criação.

  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  4  (quatro)  aulas  semanais. a que se refere o parágrafo anterior.  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada. ao longo de um ano letivo.  a  demanda proveniente dos cursos de ensino fundamental e médio da região. podendo prever intervalo para recreio de até 20 (vinte)  minutos.  poderão  ser  mantidas.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  inglês.  em  caráter  excepcional.  em  sua  totalidade.  a  ser  desenvolvido. com carga horária total de  100  (cem)  horas. no mínimo.  destinam‐se. 20 alunos. com 4 (quatro) aulas sequenciais.  os  Centros  observarão  as  seguintes  diretrizes:  I ‐ dos cursos de que tratam os incisos I e II do artigo 214:  a)  organização  em  dois  níveis  (I  e  II)  de  estudos. 35 alunos.  obrigatoriamente.  b)  desenvolvimento  do  único  nível/estágio  em  dois  semestres  letivos  de  60  (sessenta)  aulas  cada.  b) constituição de cada um dos níveis I e II por 240 aulas.    Artigo 214 ‐ Os cursos a serem oferecidos pelo CEL atenderão à seguinte ordem de  prioridade:  I ‐ ensino da língua espanhola. estabelecido entre elas o período  de recreio.  II ‐ dos cursos de que trata o inciso III do artigo 214:  a) organização em um único nível/estágio de estudos .  II ‐ continuidade aos cursos das línguas estrangeiras modernas em funcionamento. correspondendo a 480 (quatrocentas e oitenta) aulas.  nos termos dos mínimos estabelecidos no artigo 215.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  3  (três)  aulas  semanais. deverão ser observados  os seguintes critérios:  I ‐ no estágio de curso de nível único e no 1º estágio dos demais cursos ‐ turmas  de.    Artigo 216 ‐ Na constituição das turmas de alunos do CEL.    Artigo  215  ‐  Na  organização  dos  cursos. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  de  forma  a  atender. que deverão garantir  a cada aluno aprendizagem progressiva no idioma de sua opção.  § 1º ‐ O horário das aulas será organizado de forma a compatibilizar os interesses  e as possibilidades da escola e dos alunos. no máximo. distribuídas em 3 (três)  estágios  semestrais  de  80  aulas  cada. no mínimo.  de  que  trata  o  inciso  III  deste  artigo.  II ‐ nos demais estágios e níveis ‐ turmas de. ao desenvolvimento da compreensão e da produção oral da língua  inglesa.  que  cursem  o  ensino  fundamental  ou  o  médio  no  período  noturno. precipuamente.  §  2º  ‐  Para  atender  prioritariamente  alunos  trabalhadores.Seção IV  Dos Cursos e Turmas de Alunos    Artigo 213 ‐ O CEL deverá oferecer cursos de língua estrangeira moderna em todos  os  turnos  de  funcionamento  da  escola  vinculadora.  correspondendo  a  120  (cento  e  vinte)  aulas.  destinados  exclusivamente  a  alunos do ensino médio.  93 .  com  carga  horária  total  de  400  (quatrocentas) horas.  turmas de alunos aos sábados. 25 e.  III  ‐  implementação  gradativa  de  cursos  de  inglês.

 para viabilizar a conclusão dos estudos. da educação de jovens e adultos.  com  justificativa.§ 1º ‐  A Diretoria de  Ensino poderá. SE nº 81/09. em  caráter de  excepcionalidade.  a  fim  de  lhes  garantir  a  continuidade e/ou a conclusão dos estudos. acompanhado de justificativa e proposta  de trabalho que vise à melhoria dos resultados obtidos. na rede  estadual de ensino. estiver matriculado e frequentando regularmente curso de ensino  fundamental.  quando  maior  de  dezoito  anos.  um estágio de estudos no CEL. ou do ensino médio. desde  que não ultrapassem 20%.  o  diretor  da  escola  deferir  pedidos de alunos que não atendam ao disposto no parágrafo anterior. arts. não superiores a 10% da quantidade inicial.  Parágrafo único ‐ A autorização. quando se tratar do último estágio do Nível  II. perderá o direito à renovação de sua  matrícula no curso. vedada sua concomitância  em mais de um curso do CEL. em número superior a 20% do total  de  aulas  dadas.  excepcionalmente. desde que já tenham concluído satisfatoriamente. para formação de novas  turmas em cursos que tenham apresentado índices superiores ao estabelecido neste artigo.  § 7º ‐ Ficará assegurada a continuidade de estudos aos alunos de escolas estaduais  que vierem a ser municipalizadas.    94 . observadas  as normas e diretrizes gerais da demanda escolar. a fim de ampliar suas possibilidades de  conseguir matrícula. por  até dois cursos de idiomas.  § 2º Excepcionalmente.  na  escola  estadual  em  que  o  aluno  esteja  matriculado. mediante autorização da Diretoria  de Ensino. 5º. após análise do pedido do Diretor de Escola. em caráter excepcional.  § 4º ‐ O aluno que atingir índice de ausências injustificadas igual ou superior a 25%  do total de aulas dadas. o aluno poderá optar.  semestralmente.  §  5º  ‐  Poderá.  em  cursos  que  tenham  apresentado  índices  mínimos  de  evasão ou de cancelamento de matrícula. dentre os oferecidos pelo CEL.  § 2º ‐ No ato de inscrição.  (Res. comprovadamente.  § 3º ‐ A matrícula será efetuada para um único idioma. turma com alunos de diferentes estágios de estudos.  § 6º ‐ A desistência ou ausências injustificadas. 6º. pelo menos. de acordo com a quantidade de vagas de cada curso. autorizar o  funcionamento de turmas com 15 alunos. quando se tratar de estágios não  iniciais  ou  únicos.  abrir  período  de  inscrições  para  formação  de  novas  turmas  de  alunos. a partir da 6ª série. poderá ser constituída.  § 1º ‐ A inscrição e a matrícula do aluno serão efetuadas pelo seu responsável ou  por  ele  próprio.    Artigo  217  ‐  O  CEL  poderá. na ordem de sua preferência.  implicará  o  imediato  cancelamento de sua matrícula no CEL. no mínimo. poderá ser concedida pela Diretoria de Ensino de jurisdição da escola  vinculadora.  mediante  requerimento  dirigido  ao  diretor  da  escola vinculadora. 7º e 8º)    Seção V  Da Matrícula e Frequência    Artigo 218 ‐ Terá direito à matrícula inicial e à continuidade de estudos no CEL o  aluno que.  que  estejam  com  reduzido  número  de  alunos. em qualquer dos estágios do CEL. ou ainda do ensino médio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula  Souza.

  a  continuidade de estudos no CEL.  2 ‐ síntese dos conhecimentos e das habilidades a serem atingidos em cada estágio  e os resultados obtidos pelas avaliações propostas nos planos de ensino de cada idioma.  Parágrafo único ‐ O CEL deverá manter modelo próprio de ficha individual de cada  aluno.  §  1º  ‐  Havendo  demanda  superior  à  oferta  de  vagas  do  curso  de  inglês.Artigo  219  ‐  No  atendimento  à  demanda.  terão  preferência os alunos do ensino médio que comprovem possuir maior percentual de frequência às  aulas do ensino médio. no histórico escolar do aluno.  informações  sobre  o  desempenho  escolar  obtido  pelo  aluno  no  CEL. pela escola vinculadora. 10 e 11)    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar    Artigo  220  ‐  A  avaliação  de  aprendizagem  do  aluno. será realizada de forma contínua e sistemática.  (Res. 40% do total de vagas para jovens matriculados no  ensino médio.    Artigo  221  ‐  A  classificação  do  aluno  far‐se‐á  sempre  em  estágio  posterior.  poderá  ser  expedida. das habilidades alcançadas nos diferentes estágios do curso.  §  2º  ‐  Ao  aluno  que  concluir  estágios. com números inteiros. com vistas  à sua classificação em estágio adequado ao nível de desenvolvimento atingido.  §  4º  ‐  As  informações  referidas  no  parágrafo  anterior  deverão  constar. a escola vinculadora deverá fornecer à  escola  em  que  o  aluno  estiver  regularmente  matriculado. contendo:  1  ‐  informações  que  permitam  acompanhar  o  progresso  do  ensino  e  da  aprendizagem continuada.  obrigatoriamente. 13 e 14)  95 .  § 3º ‐ Ao término de cada etapa do curso.  nas  sínteses  bimestrais  e  finais  de  avaliação  do  aproveitamento  do  aluno.  poderá  decidir  pelo  cumprimento  de  mais  um  semestre  de  estudos. reservando‐se. como enriquecimento curricular.  (Res. SE nº 81/09.  o  estágio  cursado  e/ou  o  nível  concluído.  Parágrafo único ‐ Na classificação de alunos do Nível I para o Nível II. no mínimo.  devendo  o  registro  dos  resultados.  com  rendimento  satisfatório. 12. para reforço da aprendizagem. arts. bem como ao  término do 3º estágio do Nível II. considerando os  resultados  alcançados  pelo  aluno. o Conselho de Acompanhamento e Avaliação.    Artigo 222 ‐ A escrituração escolar dos alunos matriculados no CEL obedecerá aos  mesmos  procedimentos  adotados  nos  cursos  regulares. variáveis de 0 (zero) a 10 (dez).  de  responsabilidade  do  professor do curso.  §  1º  ‐  O  aluno  que  concluir  o  curso  com  rendimento  satisfatório  terá  direito  à  expedição de certificado de conclusão.  devendo as aulas ser planejadas e desenvolvidas a partir do nível de aprendizagem alcançado pela  turma no estágio precedente.  §  2º  ‐  Será  permitida  ao  aluno  concluinte  da  3ª  série  do  ensino  médio.  ser  efetuado  em  escala  numérica de notas.  a  carga  horária  cumprida. 9º. para possibilitar sua conclusão. arts. SE nº 81/09. desde que esses estudos sejam  imediatamente subsequentes ao ano de certificação do ensino médio.  as  vagas  do  CEL  serão  distribuídas  prioritária e equitativamente entre os alunos da escola vinculadora e aqueles das outras escolas  estaduais da região. declaração que comprove os estudos realizados.

  comprovada  por  instituição  de  renomada competência.  no  mínimo. estabelecidas por resolução do Secretário da Educação.  escrita. arts. SE nº 81/09. por qualquer motivo.  em  caso  de  experiência anterior.  (Res.  Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas    Artigo 223 ‐ As aulas do CEL.005 por dia de efetivo exercício em CEL da Secretaria da Educação do Estado  de São Paulo.  em  termos  de  aproveitamento  e  permanência.  III  ‐  a  realização  de  exame  de  proficiência.  deverão  ser  considerados  os  seguintes critérios:  I ‐ a participação em cursos de capacitação e/ou de orientação técnica específicos  da língua estrangeira objeto da docência.  II ‐ a assiduidade do docente e a qualidade do trabalho por ele desenvolvido.  no campo de atuação referente a aulas do ensino fundamental e/ou médio. nesta ordem sequencial. no  desempenho  escolar  dos  alunos.  com  habilitação  na  língua estrangeira objeto da docência.  II  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  curricular ou de diploma de curso de nível superior. quando comprovada a inexistência dos profissionais relacionados  nos incisos I e II.003 por dia de efetivo exercício no magistério público do Estado de São Paulo.  pela  ordem  de  prioridade  das  faixas  estabelecidas no artigo 223 e com as pontuações obtidas na seguinte conformidade:  I ‐ quanto ao tempo de serviço  a) 0.    Artigo 224 ‐ O docente que.  observada  a  seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  96 . desistir das aulas que lhe foram  atribuídas no CEL não poderá ter nova atribuição de aulas no mesmo ano da desistência.  conversação. 15 e 16)    Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes    Artigo 225 ‐ Nos procedimentos de credenciamento e no processo de avaliação de  desempenho  dos  docentes  ao  final  de  cada  estágio  do  curso.  360  (trezentas  e  sessenta)  horas  no  idioma  pretendido. de acordo  com  a  habilitação  ou  qualificação  que  apresentem.    Artigo 226 ‐ Os candidatos inscritos e credenciados serão classificados.  comprovando  as  competências  e  as  habilidades  básicas  de  leitura. deverão  ser  atribuídas  a  docentes  inscritos.  com  habilitação  na  língua  estrangeira objeto da docência. poderão ser atribuídas aulas a aluno de curso  de  licenciatura  plena  em  Letras.  b) 0.  Parágrafo único ‐ Excepcionalmente.  preferencialmente  de  último  ano.  credenciados  e  selecionados  em  processo  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  direção  da  escola  vinculadora. respeitadas as normas referentes ao processo anual  de atribuição de classes e aulas. fluência e entendimento exigidas para a docência desse idioma. com certificado de  conclusão  de  curso  específico  de.

 por instituição de reconhecida competência. cinco anos de experiência como docente de língua estrangeira  moderna e/ou de língua portuguesa. de forma integrada aos da unidade vinculadora. arts.0 pontos.  e)  10. em instituição privada. deverá recair em candidato que demonstre possuir:  I ‐ liderança e competência profissional.  III  ‐  ser  portador  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  IV  ‐  apresentar  proposta  de  trabalho  escrita.  iniciativa  e  senso  de  organização  para  coordenar  e  articular  os  trabalhos desenvolvidos no CEL.  mediante  prévia  apresentação  de  manifestação  favorável  da  Comissão  de  Assuntos de Assistência à Saúde ‐ CAAS.  c)  1.  d) 5. desde que de renomada competência.  por  diploma  de  Doutorado.0 pontos.002  por  dia  de  efetivo  exercício  no  magistério  do  ensino  fundamental  e/ou  médio de qualquer esfera pública. 17 e 18)    Seção IX  Do Professor Coordenador    Artigo 227 ‐ Poderá contar com posto de trabalho de Professor Coordenador o CEL  que mantiver número mínimo de 400 (quatrocentos) alunos por semestre.  d)  0.  no  Brasil ou no exterior. na língua estrangeira objeto da inscrição.    97 . no mínimo. mediante designação.    Artigo  228 ‐  A  indicação  de  docente  para  ocupar  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador do CEL.  para  ser  avaliada  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  IV ‐ receptividade a mudanças e inovações pedagógicas.001  por  dia  de  efetivo  exercício  no  ensino  da  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição.    Artigo  230  ‐  A  indicação  do  Professor  Coordenador  do  CEL  poderá  recair  em  docente  readaptado.c)  0.  II ‐ capacidade para assessorar a direção da escola vinculadora na gestão das ações  e atividades do CEL. com carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. até o máximo de 3. último nível ou grau.0  ponto  por  participação  em  orientação  técnica  promovida  pela  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria da Educação.  b) 1. e desde que demonstre  possuir perfil profissional.0  pontos. SE nº 81/09.  preferencialmente  com habilitação em uma língua estrangeira moderna.  II ‐ ter. em parceria com instituições de renomada competência. na conformidade do disposto no artigo 228.  III  ‐  criatividade. da Secretaria Estadual da Saúde.  na  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição.  V ‐ afinidade com a realização de trabalho cooperativo e em equipe. até o máximo de 5. nos últimos quatro  anos.  comprovadamente  realizado  nos  últimos  quatro  anos.  II ‐ quanto aos títulos específicos para o idioma pretendido:  a) 1.0 ponto por curso de língua estrangeira e/ou de extensão cultural.  (Res.0 ponto para certificado de exame de proficiência. por diploma de Mestrado.    Artigo 229 ‐  São  requisitos para candidatar‐se ao posto  de trabalho de Professor  Coordenador do CEL:  I ‐ estar vinculado à rede estadual de ensino da Secretaria da Educação.0 pontos.

Artigo  231  ‐  Ao  docente  designado  para  o  exercício  das  atribuições  de  Professor  Coordenador caberá:  I  ‐  responsabilizar‐se  pelo  cumprimento  da  proposta  pedagógica  e  normas  de  funcionamento e organização do CEL.  § 2º ‐ O Professor Coordenador do CEL usufruirá férias de acordo com o calendário  escolar.  X ‐ realizar reuniões com professores.  que  favoreçam  a  melhoria  do  processo  de  ensino  e  aprendizagem  de  língua  estrangeira.  VII  ‐  buscar  a  colaboração  e  parcerias  com  órgãos  governamentais  e  não  governamentais  para  o  enriquecimento.  II ‐ a critério da administração.    Artigo  232 ‐  O  docente designado  Professor  Coordenador  do  CEL  cumprirá  carga  horária  de  trabalho  de  40  (quarenta)  horas  semanais. os procedimentos de controle e  avaliação do processo de ensino e aprendizagem continuada.  distribuídas  proporcionalmente  pelos  dias  da semana e turnos de funcionamento. quando o professor designado tiver a designação  cessada em qualquer das seguintes situações:  I ‐ a seu  pedido. assim como na elaboração dos respectivos planos de  curso.  utilização  de  recursos  didáticos. juntamente com seus pares docentes. a qualquer título.  c) perder o vínculo como docente da rede estadual de ensino.    Artigo  234  ‐  Não  haverá  substituição  para  o  Professor  Coordenador  do  CEL. horário de aulas e calendário escolar.  VIII ‐ informar e orientar a comunidade escolar e local quanto ao funcionamento  do CEL.  98 .  devendo ocorrer designação de outro docente. em conjunto com os professores. zelando pelo seu cumprimento.  VI ‐ estabelecer. no caso do CEL funcionar  em apenas um turno. de modo que haja maior colaboração e participação de todos no processo educativo. em conjunto com o professor coordenador da escola  vinculadora.    § 1º ‐ A jornada de trabalho do Professor Coordenador. será de 24 (vinte e quatro) horas semanais.    Artigo  233  ‐  A  designação  do  Professor  Coordenador  será  cessada  quando. coordenando as  atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores.  organização  curricular.  conforme  avaliação  do  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  em  caso  de  descumprimento de suas obrigações ou falta disciplinar.  IX ‐ elaborar relatório das atividades semestrais do CEL. o CEL não mantiver o número mínimo de alunos  previsto  no  artigo  227  ou  por  deliberação  fundamentada  do  Conselho.  V ‐ garantir a orientação pedagógica nas diversas etapas do curso. mediante solicitação por escrito.  IV ‐ desenvolver atividades.  II  ‐  assessorar  o  diretor  da  escola  vinculadora  quanto  às  decisões  referentes  ao  CEL.  b) afastar‐se. pais e alunos.  às  matrículas.  III  ‐  assessorar  a  direção  na  coordenação  das  atividades  de  planejamento  e  avaliação dos cursos de língua estrangeira.  em  decorrência da redução da demanda por vagas.  agrupamentos  de  alunos. em decorrência de:  a)  não  corresponder  às  atribuições.  tanto  da  capacitação  de  professores  como  da  aprendizagem dos alunos. por período superior a 30 (trinta) dias.

 SE nº 81/09.  decidindo  sobre a pontuação.  (Res. a que cada candidato faça jus e que irá integrar a  respectiva classificação no processo de seleção.  IV ‐ dois professores representantes do CEL. arts. contados a partir da data da cessação . arts. 19 a 24)    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação    Artigo  235  ‐  O  CEL  contará  com  um  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação. para tanto.  III  ‐  realizar  o  processo  de  seleção  e  classificação  dos  candidatos  ao  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador.  ao  final  de  cada  estágio  dos  cursos. implicará a vedação de nova designação para o mesmo posto  de trabalho pelo prazo de 2 (dois) anos.  (Res.  assim constituído:  I ‐ Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. SE nº 81/09.  antecedendo  o  início  e  o  término  de  cada  estágio  dos  cursos.  decidindo  sobre  a  manutenção  de  atividades.  avaliar  as  propostas  de  trabalho  apresentadas. até o máximo de quatro alunos.  V ‐ dois representantes dos docentes de Língua Estrangeira da escola vinculadora.  VI  ‐  representantes  dos  alunos  de  cada  curso  do  CEL. de forma a evitar escolhas inadequadas e consequentes evasões.    Artigo 236 ‐ Compete ao Conselho de Acompanhamento e Avaliação do CEL:  I  ‐  desenvolver  atividades  que  possibilitem orientar  os  alunos  da  região  sobre  os  cursos oferecidos pelo CEL.  devendo  suas  atribuições estar definidas no regimento da escola vinculadora.  Parágrafo  único  ‐  O  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação  reunir‐se‐á.  II ‐ decidir sobre a realização de avaliação de competência de alunos. nas situações previstas no inciso I e na  alínea “a” do inciso II deste artigo.  V  ‐  avaliar.  o  desempenho  do  Professor  Coordenador  e  dos  docentes  em  exercício  no  CEL.  IV  ‐  analisar  o  relatório  semestral  de  atividades  do  CEL  elaborado  pelo  Professor  Coordenador. 2º)    99 .270/87.  III  ‐  Professor  Coordenador  do  CEL.  II ‐ Diretores de Escola das unidades escolares atendidas na região.  preferencialmente  os  que  estejam cursando o Nível II. os recursos materiais e humanos necessários.  em  reunião  da  qual  participarão  apenas  os  Diretores de Escola da unidade vinculadora e das demais escolas da região.  (Decreto nº 27. de 0 (zero) a 10 (dez) pontos. com vistas a  garantir sua inserção em turmas e estágios mais adequados ao conhecimento comprovado.  a  supressão  de  cursos  com  pouca  demanda  ou  grande  evasão.  quando  o  centro  comportar  este  posto  de  trabalho.  a  correção  de  possíveis  desvios  e/ou  a  adoção  de  medidas  necessárias à otimização de resultados. 25 e 26)    Seção XI  Das Competências    Artigo  237  ‐  Competirá  à  Secretaria  da  Educação  a  implantação  e  instalação  gradual  dos  Centros  de  Estudos  de  Línguas  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  fornecendo.  ordinariamente. art.Parágrafo único ‐ A cessação da designação.

  semestralmente. indicar e designar o Professor Coordenador do CEL. a Secretaria da Educação poderá contar com instituições públicas e privadas que tenham  por  finalidade  o  ensino  de  idiomas. a partir do  início do ano letivo. 5º)      100 .  b)  após  o  processo  de  seleção  e  classificação  realizado  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  classificação  e  indicação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  do  CEL.  observadas  as  disposições legais pertinentes. conjuntamente com a direção das  demais escolas da região. juntamente com o  respectivo supervisor de ensino. compete:  I  ‐  coordenar. responsável pela  gestão do CEL. mediante análise dos  procedimentos de seleção. arts.758/09. art. bem como o prazo para inscrição  dos interessados.  assegurando  registros  específicos  para  os  alunos matriculados no CEL.    Artigo 239 ‐ Caberá à Diretoria de Ensino:  I ‐ referendar a indicação do Professor Coordenador do CEL. durante um período mínimo de 10 dias corridos.  (Decreto nº 54.  (Res.  integrar  e  articular  todas  as  atividades  de  planejamento. para avaliar.  devidamente  credenciadas  para  esse  fim. entrevistar os candidatos classificados. avaliar e orientar a organização e o funcionamento do CEL.  a  comprovação  de  matrícula  e  de  frequência  regular  de cada aluno do CEL em sua escola de origem na rede pública estadual.  II ‐ acompanhar. os critérios e requisitos do processo seletivo.Artigo 238 ‐ Ao Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora.  VI  ‐  coordenar  e  conduzir  o  processo  de  seleção.  IV  ‐  exigir.  V  ‐  expedir  documentos  escolares  ‐  atestados  e  certificados  de  conclusão  ‐  referentes ao curso do CEL realizado pelo aluno.  organização e funcionamento do CEL.  adotando  os  seguintes  procedimentos:  a)  divulgar.  II ‐ organizar o atendimento à demanda do CEL. classificação dos candidatos em função dos resultados das entrevistas  realizadas com os candidatos classificados.  avaliar.  por  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado  e  por  edital  na  escola  vinculadora e na Diretoria de Ensino.  III  ‐  efetuar  o  controle  da  matrícula. SE nº 81/09. 27 e 28)    Seção XII  Disposição Final    Artigo 240 ‐  Esgotada  a  capacidade  dos  Centros de Estudos de  Línguas  ‐  CELs de  atender à demanda de alunos interessados na aprendizagem de uma língua estrangeira moderna  opcional.

  preferencialmente. 1º)    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e  do Funcionamento da Escola de Tempo Integral    Artigo 242 ‐ O Projeto Escola de Tempo Integral tem como objetivos:  I ‐ promover a permanência do educando na escola. SE nº 89/05.  IV  ‐  incentivar  a  participação  da  comunidade  por  meio  do  engajamento  no  processo educacional implementando a construção da cidadania. SE nº 89/05. 2º)    Artigo  243  ‐  A  Escola  de  Tempo  Integral  funcionará  em  dois  turnos  ‐  manhã  e  tarde. que  estejam  distribuídas  pelas  90  Diretorias  de  Ensino.   (Res. a auto‐estima e o  sentimento de pertencimento. SE nº 89/05.  (Res. com o enriquecimento do currículo básico.  em  regiões  de  baixo IDH ‐ Índice de Desenvolvimento Humano ‐ e nas periferias urbanas.  tem  por  finalidade prolongar a permanência dos alunos de ensino fundamental na escola pública estadual.  (Res.  Parágrafo único ‐ São critérios para adesão ao Projeto:  1  ‐  espaço  físico  compatível  com  o  número  de  alunos  e  salas  de  aula  para  funcionamento em período integral e   2  ‐  intenção  expressa  da  comunidade  escolar  em  aderir  ao  Projeto.  cultural.  a  exploração  de  temas  transversais  e  a  vivência  de  situações  que  favoreçam  o  aprimoramento  pessoal.  inseridas. art. social e cultural.  V ‐ adequar as atividades educacionais à realidade de cada região. 3º)  101 .  II ‐ intensificar as oportunidades de socialização na escola. SE nº 89/05.CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I  Da Instituição e Finalidade    Artigo  241  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral.  III  ‐  proporcionar  aos  alunos  alternativas  de  ação  no  campo  social.  (Res. reforçando o aproveitamento escolar.  objeto  deste  capítulo. desenvolvendo  o espírito empreendedor.  esportivo e tecnológico. assistindo‐o integralmente em  suas necessidades básicas e educacionais. art. 4º)    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão    Artigo  244  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral  prevê  o  atendimento  inicial  de  escolas da rede pública estadual de ensino fundamental que atendam aos critérios de adesão.  de modo a ampliar as possibilidades de aprendizagem. com uma jornada de 9 (nove) horas diárias e carga horária semanal de 45 (quarenta e cinco)  aulas. art.  ouvido  o  Conselho de Escola. art.

 destinadas ao ensino do currículo básico.  § 2º ‐ Nas séries/anos finais.  § 1º ‐ Nas séries/anos iniciais.  são oferecidas alternativas de carga horária a serem decididas pela direção da escola.  Atividades  Artísticas. poderá ser adotada uma das seguintes alternativas:  1.  V ‐ atividades de enriquecimento curricular.  (Res.  Experiências  Matemáticas.  a  serem  desenvolvidas  com  metodologias.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. 1º)    Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária    Artigo  247  ‐  Na  reorganização  das  matrizes  curriculares  do  Ensino  Fundamental. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais.  ou  mais.  III ‐ atividades esportivas.  a  serem  destinadas  a  uma. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais. SE nº 93/08. SE nº 89/05.  (Res.  IV ‐ atividades de integração social. conforme  legislação específica. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. destinadas ao ensino do currículo básico. das Ações e Matrizes Curriculares    Artigo 245 ‐ A organização curricular da Escola de Tempo Integral inclui o currículo  básico do ensino fundamental e ações curriculares direcionadas para:  I ‐ orientação de estudos.  recursos  didático  –  pedagógicos  específicos  e  com  as  cargas  horárias  que  se  encontram  estabelecidas  no  presente  capítulo. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Inglês e Saúde e Qualidade de Vida.  e  até  8  aulas. e  b)  12  aulas  semanais. ou  2. 5º)    Artigo  246  ‐  As  escolas  estaduais  que  aderiram  ao  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral e que continuarão atendendo a alunos dos dois segmentos (ciclos) do Ensino Fundamental  em regime de tempo integral.  II  ‐  pelas  disciplinas  de  natureza  prática. são oferecidas as seguintes alternativas:  102 . carga horária mínima de 37 aulas semanais. terão suas matrizes curriculares de todas as séries/anos constituídas  da seguinte forma:  I ‐ pelos componentes curriculares e respectivas cargas horárias  que compõem a  matriz curricular do ensino fundamental das escolas que funcionam em tempo parcial. art. art. carga horária máxima de 45 aulas semanais. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional.  II ‐ atividades artísticas e culturais.  trabalhadas  sob  a  forma  de  Oficinas  Curriculares.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. e  b) 20 aulas semanais. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior.  estratégias. obedecidos  os termos do artigo 248.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária  Subseção I  Do Currículo Básico.

  e  até  6  aulas.  conforme  disposto  no  artigo  251.  além  daqueles  considerados  como  sala  comum  de  aula. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais. com atividades dinâmicas.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Espanhol e Saúde e Qualidade de Vida. carga horária máxima de 45 aulas semanais.  II ‐ elaborar o horário escolar observando que:  a)  a  carga  horária  mínima  de  qualquer  disciplina  desenvolvida  como  Oficina  Curricular será de 2 aulas semanais.1.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa.   (Res.  com  horário fixo para todos os dias da semana.  aptos  a  trabalhar. art.  ou  mais.  § 2º ‐  Na distribuição  das Oficinas Curriculares  consideradas obrigatórias. ouvida a respectiva equipe gestora e após  comprovada e documentada anuência da comunidade local:  I ‐ decidir pela alternativa curricular que melhor comprove a existência de:  a) efetiva sintonia com a proposta pedagógica da escola e que melhor atenda às  expectativas e aos interesses educacionais locais. e  b) 18 aulas semanais.  c)  a  duração  do  intervalo  para  almoço  deverá  ser  previamente  definida. art.  na  conformidade do interesse e da conveniência resultantes de consulta previamente realizada junto  à comunidade escolar.  podendo o horário de  início  e  término  das  aulas  do  currículo  básico  e  das  Oficinas  Curriculares  ser  alterado. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares. nas Oficinas Curriculares. observados os intervalos de 1 hora entre os turnos e de  20 minutos para cada recreio. 2º )    Artigo 248 ‐ Caberá à direção da escola.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  ficando  a  critério  da  equipe  gestora. SE nº 93/08.  Experiências  Matemáticas.  deverá  ser  preservada  sua  inclusão  na  carga  horária  de  todas  as  séries/anos  do  segmento. e  b)  12  aulas  semanais.  b)  espaços  adequados.  coordenada  pela  direção  da  escola. ou  2. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional.  (Res. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  a  serem  destinadas  a  uma.  b) a carga horária diária de cada classe de alunos será de. 9 aulas. carga horária mínima de 39 aulas semanais. contextualizadas e significativas.  Atividades  Artísticas. destinadas ao ensino do currículo básico. no máximo. as aulas  poderão ser desenvolvidas em 4 dias da semana. destinadas ao ensino do currículo básico. pelas séries/anos do segmento.  §  1º  ‐  A  distribuição  e/ou  a  manutenção  das  Oficinas  Curriculares  consideradas  opcionais.  c)  docentes  habilitados/qualificados.  a  distribuição  das  Oficinas  consideradas opcionais. 3º)          103 . SE nº 93/08. deverá ter como base o levantamento dos interesses e  preferências dos alunos e a diversidade das atividades já desenvolvidas em séries/anos anteriores. com  duração de 50 minutos cada. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior.  para o desenvolvimento das atividades das Oficinas Curriculares pretendidas.  d)  tratando‐se  das  alternativas  constantes  do  item  1  dos  parágrafos  1º  e  2º  do  artigo anterior.

  (Res.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina. relativamente às oficinas de:  I.  devidamente  habilitado/qualificado  para  a  respectiva  docência.  na  conformidade  da  legislação  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes e aulas. SE nº 7/10)    Artigo 251 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. nas séries/anos  iniciais do Ensino Fundamental.  com  relação  às  disciplinas  do  currículo  básico  e  às  atividades  desenvolvidas  nas  Oficinas  Curriculares. com habilitação em Magistério das Séries  Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.    Artigo 250 ‐ As aulas das Oficinas Curriculares poderão ser atribuídas ao docente  titular  de  cargo.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física. comprovando formação.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural ou de licenciatura plena em Pedagogia/ curso equivalente (Normal Superior). SE nº 93/08.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte.  serão  atribuídas  a  docentes  titulares  de  cargo.  III  ‐  “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática  ou  de  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Matemática.  II.  ou de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia.  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação  temporária. com habilitação em  Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes. nas séries/anos  finais do Ensino Fundamental. 4º com a redação dada pela Res.  exclusivamente  como carga suplementar de trabalho.    Artigo 252 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. relativamente às oficinas de:  I  ‐  “Orientação  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  das  atuais  matrizes  curriculares  da  Secretaria  da  Educação  ou  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior). deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries  Iniciais  do  Ensino  Fundamental  ou  em  Magistério  das  Matérias Pedagógicas. “Hora da Leitura” ‐ diploma de licenciatura plena em Letras / Língua Portuguesa  ou de licenciatura plena em Pedagogia / curso equivalente (Normal Superior). art.  104 . conhecimento e proficiência na área de Informática.  IV  ‐  “Língua  Estrangeira  Moderna  ‐Inglês”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras / Inglês.Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI    Artigo  249  ‐  As  classes  e  as  aulas  da  Escola  de  Tempo  Integral.  com  habilitação  em  Magistério das Matérias Pedagógicas.    “Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso equivalente (Normal Superior).

 art. art. SE nº 93/08.  nos  termos  do  regulamento  específico. 7º)      CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar e da Suspensão do Expediente    Artigo 255 ‐ As unidades escolares da rede Estadual de Ensino não funcionarão:  I – no recesso escolar do mês de julho e  II – no período compreendido entre o Natal e o 1º dia do ano subseqüente.    Artigo 256 ‐ Para fazer jus ao benefício estabelecido no inciso II do artigo anterior. observadas as normas legais vigentes.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia.  (Res.  são  assegurados  os  mesmos  benefícios  e  vantagens  a  que  fazem  jus  os  seus  pares  docentes no ensino regular.  que  comportam  substituição  docente. SE nº 93/08. SE nº 93/08.  deverá  ser  considerado  em  dobro  o  número  de  classes  da  Escola  de  Tempo Integral que estejam em funcionamento nos termos deste capítulo. conhecimento e proficiência na área de Informática.II  ‐  “Hora  da  Leitura”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras  /  Língua  Portuguesa.  III  ‐    “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática ou de licenciatura em Ciências com plenificação em Matemática.875/90. 1º e 2º)    105 .  IV ‐  “Língua Estrangeira Moderna ‐ Espanhol” ‐ diploma de licenciatura plena em  Letras. 6º com a redação dada pela Res. art.  (Res. arts.  a unidade escolar deverá ter cumprido os mínimos de dias letivos e de horas de trabalho escolar  efetivo. 5º)    Seção VI  Das Disposições Gerais    Artigo  253  ‐  Para  o  professor  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  de  Oficina  Curricular  da  Escola  de  Tempo  Integral.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina. SE nº 7/10)    Artigo  254  ‐  Para  fins  de  definição  de  módulo  de  pessoal.  (Res.  (Decreto nº 31. comprovando formação. com habilitação em Espanhol.  por  qualquer  período.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte. previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural.

  III ‐ férias de janeiro.  II ‐ a totalidade da carga horária estabelecida no quadro curricular homologado.    Artigo  260  ‐  A  reposição  de  dias  letivos  e  ou  de  aulas  ocorrerá  ao  longo  do  ano  letivo.  Parágrafo único – A escola deverá ser organizada de forma alternada.   106 . afixando.    Artigo 262 ‐ O plano de reposição deverá ser formalizado em documento próprio  que  explicite  a  situação  do  calendário  escolar.     Artigo 261 ‐ Caberá à direção da escola:  I  ‐  efetuar  mensalmente  o  levantamento  por  classe  e  ou  por  componente  curricular do total de dias não trabalhados e das aulas não ministradas. SE nº 135/90. as datas e horários estabelecidos no plano de reposição. o plano de reposição dos dias  letivos e ou da carga horária a serem cumpridos. ao final de cada bimestre.  II ‐ recesso escolar de dezembro.  a  escola  deverá  programar  essas  atividades  para os recessos ou férias escolares.  Parágrafo único ‐ Para cumprimento do disposto neste artigo deverá ser planejada  a  reposição  dos  dias  letivos  previstos  e  não  trabalhados.  acompanhamento  dos  Cursos de Suplência I e II.  (Res.  a  reposição  de  que  trata  o  caput. garantindo‐ se  a  presença  de  um  integrante  da  Direção. quando for o caso. a continuidade dos trabalhos técnico‐administrativos  da escola e de outras atividades previstas no projeto pedagógico da escola.Artigo  257  ‐  Durante  o  período  de  recesso  escolar  de  julho.  Parágrafo  único  ‐  Constatada  a  impossibilidade  de  realizar.  de  cada  classe  e  dos  respectivos  componentes  curriculares. em horário diverso ao das aulas regulares da classe.  no  decorrer  dos  bimestres  letivos.  a  fim  de  garantir  o  funcionamento  da  Escola  conforme  o  previsto  no  artigo  anterior.  bem  como  das  aulas  previstas  e  não  ministradas. assegurando‐se para cada classe:  I ‐ 200 dias de efetivo trabalho escolar para os cursos de organização anual e 100  dias para os de organização semestral. 1º e  2º)    Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos    Artigo  259  ‐  As  escolas  estaduais  somente  poderão  encerrar  o  semestre  ou  ano  letivo após o cumprimento dos dias letivos e das horas de aula.  IV ‐ encaminhar o plano de reposição à Diretoria de Ensino para homologação. arts.  as  escolas  estaduais  deverão  permanecer  abertas  para  atividades  de  rotina  administrativa.  de  um  elemento  da  Secretaria  e  de  pessoal  administrativo. no mínimo. na conformidade do contido nesta seção.  II ‐ elaborar. de modo  a  garantir  as  informações  pertinentes e necessárias à  análise e aprovação  das atividades propostas.   III ‐ notificar alunos e pais sobre a necessidade de reposição de dias letivos e ou de  aulas. em local visível.    Artigo  258  ‐  Caberá  ao  Diretor  de  Escola  elaborar  uma  escala  que  permita  aos  funcionários e servidores usufruir a dispensa do ponto por dez dias. durante o mês de julho. obedecida a seguinte ordem de precedência:  I ‐ recesso escolar de julho.

  II  ‐  orientar  as  equipes  escolares  na  elaboração  do  plano  de  reposição  de  dias  letivos e ou de aulas. arts.  (Lei nº 8. à infância e à adolescência.   (Lei  de 18. mediante parecer  favorável do Supervisor de Ensino. SE nº 102/03. de modo a garantir  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  o  desenvolvimento  das  atividades  curriculares  previstas  para cada disciplina. da Saúde e da Assistência e Desenvolvimento Social.5.  por  meio  de  solenidades  e  preleções.   Parágrafo único ‐  As comemorações a  que se  refere o caput estarão  a cargo  das  Secretarias da Educação. nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio  107 .71.   III ‐ analisar o plano de reposição proposto pela escola. arts.  Parágrafo único ‐ O Poder Executivo providenciará para que essa comemoração se  realize  obrigatoriamente  em  todas  as  escolas  oficiais  do  estado. anualmente.  no segundo domingo do mês de outubro.     Artigo 263 ‐ Caberá ao Supervisor de Ensino:  I  ‐  acompanhar  o  desenvolvimento  das  atividades  escolares.   V  ‐  orientar  os  procedimentos  para  os  registros  referentes  às  atividades  de  reposição e à vida escolar dos alunos. 3º. 1º e 2º)    Artigo 268 – A "Semana dos Direitos Humanos" será comemorada. emitindo parecer sobre a  sua homologação.   IV  ‐  acompanhar a execução das  atividades de reposição  programadas para cada  classe. na  semana que contenha o dia 21 de abril. o plano de reposição de dias letivos e ou de aulas proposto pela  unidade escolar. 2º. 5º.    Artigo  265  ‐  A  equipe  escolar.086/64. arts. com a realização de uma série de debates sobre Direitos  Humanos e Pena de Morte.    Artigo 264 ‐ Caberá ao Dirigente Regional de Ensino homologar.  após  a  homologação  do  plano  de  reposição.  procederá às adequações do plano de trabalho definido para o bimestre letivo.Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho  de  Escola  analisar  e  aprovar  o  plano  de  reposição quando a reposição de dias letivos implicar alteração do calendário escolar.   (Res.  verificando  a  necessidade de reposição de dias letivos e de carga horária. 4º. e se constituirão de  promoções que alertem a consciência pública para o dever de dar extensa e eficiente proteção à  maternidade. 6º e 7º)    Seção III  Das Datas e Comemorações  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos    Artigo  266  –  O  “Dia  da  Declaração  Universal  dos  Diretos  do  Homem”  será  comemorado em 10 de dezembro de cada ano. 1º e 2º)    Artigo 267 ‐  O “Dia da Criança”  será comemorado em todo o Estado. 1º. anualmente.

  (Lei nº 9. na segunda semana do mês de dezembro.929/08.  art. da iniciativa privada e de entidades comunitárias. além de outros órgãos. decorrentes  da prática do aborto.028/98.  será  comemorado.929/08. de Saúde.  nos  estabelecimentos  estaduais  de  ensino  fundamental e médio. para o feto e a gestante.  com  promoção  de  debates  sobre  a  exploração  sexual  infanto‐juvenil.  com  ênfase  no  dia  10  de  dezembro.  e  as  formas  de  combate e prevenção a essas agressões. ainda. 1º e 2º)    Artigo  271  –  O  "Dia  de  Combate  à  Violência  Sexual  contra  Crianças  e  Adolescentes". organizações não‐governamentais (ONGs). art. 1º)    Artigo  269  –  A  "Semana  do  Direito  à  Vida  Humana"  será  comemorada.  bem  como  de  desenvolver ações específicas voltadas para o enfrentamento da exploração sexual infanto‐juvenil.  § 2º ‐ A programação comemorativa ficará sob a responsabilidade e coordenação  da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. de Cultura.  especialmente as Secretarias de Educação. 2º)    108 . 2º e 3º)    Artigo  270  –  O  Dia  Estadual  da  "Não"  à  Violência  Contra  a  Criança  será  comemorado. o Abuso e  a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" realizar‐se‐á. a participação  dos Municípios.  que  envolverão  toda  a  rede  estadual.  anualmente.  obrigatoriamente. de instituições públicas. Lazer e Turismo.067/95.  § 1º ‐ Os debates de que trata o caput deverão contar com a participação.  art. com a participação de seus familiares.  § 2º ‐ Os Conselhos de Escola de cada Unidade de Ensino deverão se encarregar da  garantia  da  programação  citada  no  caput  deste  artigo  destinada  à  participação  da  Comunidade  Escolar.  em  16  de  abril.  (Lei nº 12. anualmente. na semana do dia 16  de  abril. bem como a realização de palestras e outras atividades  curriculares. de  Assistência e Desenvolvimento Social. 1º.114/98.  tendo  como  tema  central  o  desenvolvimento da vida intra‐uterina e as conseqüências.  § 3º ‐  Durante a "Semana do Direito à Vida Humana" serão realizadas atividades  que  valorizem  a  vida. de Esporte.  em  30  de  agosto. com vistas à conscientização do tema.  durante  o  mês  de  agosto. entidades da sociedade  civil.  no  Estado  de  São  Paulo.  anualmente.  desde  a  concepção  até  a  morte  natural.  data  alusiva a todas as vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes.  (Lei nº 12. buscando‐se.  (Lei nº 10.  a  apresentação de trabalhos pelos alunos.  Parágrafo  único  ‐  As  escolas  promoverão. entre  outras.  Dia  Internacional  dos  Direitos  Humanos.§  1º  ‐  Os  debates  de  que  trata  o  caput  deste    artigo  deverão.  contemplar as múltiplas opiniões a respeito do tema em questão e serem realizados intra  e extra‐ classe. 1º)    Artigo 272 – A "Semana Estadual de Esclarecimento sobre a Exploração.  anualmente. arts.  §  1º  ‐  As  comemorações  constarão  de  programas.  (Lei nº 10. arts.  §  2º  ‐  A  Secretaria  Estadual  de  Assistência  e  Desenvolvimento  Social  fica  encarregada  da  programação  e  da  promoção  dos  debates  sobre  o  tema. agências de financiamento e empresas.

 1º. art.  §  3º  ‐  A  maior  verba  será  destinada  à  Associação  de  Pais  e  Mestres  que  a  distribuirá  para  benefício  da  escola  e  respectivos  alunos.70.  anualmente.  (Lei nº 9.9. sobre a região amazônica.  §  2º  ‐  Uma  parte  do  produto  percebido  com  a  venda  do  lixo  reciclável  será  convertida em prêmios para os alunos que mais se destacarem na coleta. art. homenageando ‐ se os  demais.  (Lei nº 10.  ou outros fins vinculados diretamente à fruição educacional.401/56. equipamentos para laboratório.  (Lei nº 3. que será fixada em data conveniente. a serem proferidas pelos  professores.    Parágrafo  único  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  será  feita  em  todas  as  escolas de ensino fundamental e médio do Estado. nas escolas estaduais de ensino fundamental e médio. material escolar e agasalhos para os alunos carentes. arts.  anualmente.   § 1º ‐ O corpo discente será orientado pela direção e corpo docente da escola para  a promoção da Gincana. as repartições públicas estaduais. 1º e 2º)    Artigo 275 ‐ O Curupira é o símbolo estadual do guardião e protetor das florestas e  dos animais que nelas vivem.  §  2º  ‐  As  Secretarias  da  Agricultura  e  da  Educação  adotarão  providências  no  sentido de difundir o Curupira como protetor da flora e da fauna.  Dia  da  Ecologia e Dia Mundial do Meio Ambiente.  anualmente.529/97. 2º e 3º)    Artigo  276  ‐  A  Semana  da  Gincana  de  Coleta  de  Lixo  Reciclável  realizar‐se‐á. 2º e 3º)    Artigo  274  –  O  “Dia  da  Amazônia”  será  comemorado.338/96.Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental    Artigo 273 – O Dia da Árvore será comemorado em 21 de setembro. farão obrigatoriamente plantar pelo menos uma árvore.  fiquem totalmente arborizadas. 1º)    Artigo 278 ‐ A “Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental" nas escolas  públicas  de  ensino  fundamental  realizar‐se‐á. mediante palestras.113/68.  a  5  de  setembro.  § 1º ‐ Nas comemorações do Dia da Árvore.  progressivamente. arts.  109 .  (Lei nº 9.  através  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio. 1º. se as  condições de localização o permitirem.  §  1º  ‐Será  difundido  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  o  símbolo  do  Curupira.  tais  como  aquisição  de  livros  para  biblioteca. arts.  na  semana  de  5  de  junho.  § 2º ‐ As Secretárias da  Educação e da Agricultura entrarão em entendimento com  os  prefeitos  municipais  a  fim  de  que  em  todas  as  cidades  e  vilas  do  Estado. 1º)    Artigo 277 – O dia 23 de setembro será considerado o "Dia da Revegetação".  (Lei de 11.  seja  todos  os  anos  comemorado  o  dia  21  de  setembro  com  o  plantio  obrigatório  de  árvores  em  ruas  e  praças  até  que.

 no dia  5  de  junho. a Secretaria da Educação.  § 2º ‐ A coordenação técnica do evento ficará a cargo dos professores da área de  Ciências  Biológicas  e  dos  Escritórios  Regionais  de  Saúde  da  localidade  em  que  se  inserem  as  escolas. 1º e 2º)    Artigo 279 ‐ Recomenda‐se aos professores da rede estadual de ensino que. desenvolvida e ministrada nos estabelecimentos da rede escolar do Estado na segunda  semana  do  mês  de  abril. meio ambiente e qualidade de vida. em parceria com as Secretarias de  Saneamento e Energia.  §  2º  ‐  A  programação  do  evento  ficará  sob  a  responsabilidade  dos  conselhos  de  escola de cada unidade de ensino.  visando  a  oferecer  conhecimentos  e  treinamentos  preventivos para resguardo da vida humana. do Meio Ambiente e da Saúde. SE de 29. com ênfase para Aids.839/90.§ 1º ‐ Nessa semana. através de equipe treinada.532/97. arts.84)    Artigo  280  –  A  "Semana  da  Coleta  Seletiva  e  Reciclagem  do  Lixo". nas escolas de ensino fundamental e médio.857/01. art. uma semana para tratar de temas relacionados à importância da coleta e  reciclagem do lixo.  se  comemore  nas  escolas  o  Dia  Internacional  do  Meio  Ambiente.  2 ‐ das doenças cardiovasculares.  (Res.  (Lei nº 6.  § 2º ‐ Para a realização da "Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental"  em  escolas  públicas  os  organismos  estaduais  poderão  efetuar  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  110 .  preservação.  (Lei nº 10. debates e discussões dos temas relacionados à saúde deverão  ter como objetivo prioritário a prevenção de doenças.  §  1º  ‐  Todas  as  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado  deverão  inserir.  palestras  e  discussões  têm  como  objetivo  primeiro  a  conscientização da importância da seleção do lixo e a busca de soluções possíveis para seu melhor  reaproveitamento. ministrará para  as  crianças  das  escolas  públicas  estaduais  de  ensino  fundamental  instruções  sobre  ecologia. anualmente.  § 3º ‐ As palestras. com associações profissionais e outras entidades afins. art.5.  enfatizando  a  necessidade  de preservação  dos  recursos  naturais.  §  3º  ‐  Os  debates.  § 1º ‐ A programação do evento de que trata o caput ficará sob responsabilidade  dos Conselhos de Escola de cada unidade de ensino. 1º)    Artigo 282 – A Semana da Saúde será realizada.  sintetizada  no  lema:  “Preservar  a  Natureza  é  Preservar a Vida”. 1º)    Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde    Artigo  281  –  A  Semana  de  Prevenção  de  Moléstias  e  Primeiros  Socorros  será  praticada.  (Lei nº 9. nas Escolas Estaduais  de  ensino fundamental e médio. nos seguintes casos:  1 ‐ do câncer de mama e do colo uterino.  de  cada  ano.  realizar‐se‐á.  3 ‐ das doenças sexualmente transmissíveis.  no  calendário de atividades.  anualmente.

509/00. com o apoio das Secretarias da Educação e da Saúde.4 ‐ de problemas oftalmológicos.  Parágrafo único ‐ Na semana de Prevenção à Cegueira o Estado promoverá:  I ‐ exames preventivos contra a cegueira nos seguintes locais:  a)  hospitais públicos e conveniados. art. 1º.  para  exame  mais  detalhado  pelo  médico  oftalmologista.  d)  associações e escolas privadas interessadas.  b)  unidades básicas de saúde.685/04. 1º e 2º)    Artigo  284  –  A  “Semana  Antialcoólica”  no  Estado  de  São  Paulo  será  realizada  anualmente. que prescreverá o tratamento ou óculos corretivos.  c)  escolas públicas.  (Lei nº 10.  2 ‐ métodos contraceptivos. 1º)    Artigo 283 – A "Semana de Prevenção contra a Cegueira" será comemorada toda  terceira semana do mês de agosto.  deverão  ser  adotadas  todas  as  medidas possíveis para conscientizar a sociedade sobre a maneira mais eficaz de prevenir e tratar  o  alcoolismo.  §  1º  ‐  Durante  a  semana  a  que  se  refere  caput  deste  artigo  os  alunos  da  rede  pública de ensino fundamental serão submetidos a exame de acuidade visual. na última semana do mês de outubro. psicomotora entre outras.  (Lei nº 9.  ainda  devem  ser  abordados:  1 ‐ sexualidade.944/94.  § 3º ‐ Quando não houver no hospital público o fornecimento de lentes e óculos  adequados  àquele  aluno  com  problema  de  visão. arts. e  6 ‐ da dependência de drogas. 3º e 4º)    111 . 2º.  § 5º ‐ Deverá ser garantida a participação dos familiares dos alunos nas atividades  que compõem o evento de que trata o caput.  da  iniciativa  privada  e  da  comunidade. 1º e 2º)    Artigo  285  –  A  "Semana  de  Prevenção  das  Deficiências  de  Visão"  nas  escolas  públicas estaduais de ensino fundamental realizar‐se‐á. na semana na qual se inclui o  dia 7 de maio.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  dos  eventos. arts.  §  2º  ‐  Os  alunos  que  apresentarem  problemas  de  enfermidades  de  visão  serão  encaminhados  para  os  hospitais  da  rede  pública  estadual.  o  Estado  fornecerá.  5 ‐ das dificuldades de ordem emocional. as necessárias lentes ou óculos corretivos.  através  de  entidades  familiarizadas  com  o  problema.896/97.  postos  de  saúde  com  atendimento  oftalmológico  ou  clínicas  conveniadas  especializadas.  §  4º  ‐  Além  dos  temas. anualmente. arts.  através  dos  programas  já  existentes  e  de  novos  a  serem  criados  e  implementados  para  agilizar  a  correção  da  deficiência  visual.  (Lei nº 8.  II ‐ ampla campanha publicitária acerca da necessidade de realização periódica de  exames contra a cegueira. e  3 ‐ gravidez na adolescência.  (Lei nº 11. fumo e álcool.  apontados  no  parágrafo  anterior.

434/56.  (Lei nº 12. em 26 de junho.  § 1º ‐ O dia a que se refere o caput constará do Calendário Oficial de Eventos do  Estado.230/06. 1º e 2º)  112 . arts.  Parágrafo  único  ‐  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  será  comemorada.  (Lei nº 3.  em  espaços e escolas públicas. arts.  nesse  dia.  (Lei nº 12. 1º)     Artigo 288 ‐ A "Semana de Educação Alimentar" será  comemorada. art. 1º e 2º)    Artigo  289  ‐  O  "Dia  de  Conscientização  do  Combate  às  Drogas  na  Escola"  será  comemorado.  na terceira semana do mês de maio.  sob  o  patrocínio  das  Secretarias  da  Saúde. anualmente. 1º.046/05.  §  2º  ‐  O  planejamento  das  comemorações  observará  o  disposto  na  Política  Nacional de Alimentação e Nutrição.  compreendendo  o  dia  18  de  outubro  ‐  Dia  do  Médico.  devem  ser  realizadas  atividades  didáticas  a  respeito da problemática das drogas ilícitas.  do Ministério da Saúde.  §  1º  ‐  A  Semana  a  que  se  refere  o  caput  constará  do  Calendário  de  Eventos  do  Estado.  § 2º ‐ Para a comemoração do dia previsto no caput o Poder Executivo envidará  esforços para a realização.  anualmente.  §  1º  ‐  Por  ocasião  da  comemoração. tabaco. 1º e 2º)    Artigo  290  –  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  destinar‐se‐á  à  difusão  de  princípios  fundamentais  de  educação  sanitária  e  de  medidas  de  proteção aos acidentes do trabalho e doença ocupacional.  comemorações.  Trabalho  e  Educação  e  com  a  colaboração  das  instituições  públicas  e  privadas. arts.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  oficiais  de  ensino  realizarão. enaltecendo o valor cultural do artista plástico.145/05. no dia 1º de  março.  §  2º  ‐  Norma  regulamentar  disporá  a  respeito  do  detalhamento  de  atividades. entre outras. 2º e 3º)    Artigo 287 – Realizar‐se‐á a "Semana de Esclarecimento e Incentivo à Doação de  Órgãos"  nas escolas de ensino fundamental e médio.  (Lei nº 12.902/08. arts.930/85.  (Lei nº 4. 1º e 2º)    Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo    Artigo 291 ‐  O Dia do Artista Plástico será  comemorado no Estado de São Paulo  em 8 de maio de cada ano. entorpecentes. de 10 de junho de 1999. de campanhas  de esclarecimento dos  males causados pelo uso de drogas.  (Lei nº 12. arts.  que  se  dediquem  à  promoção.  temática e calendário a serem cumpridos para os seus fins. anualmente. tais como álcool.Artigo 286 – O "Dia da Não Droga" será  comemorado.  proteção  ou  recuperação  da  saúde  e  à  prevenção de acidentes do trabalho. na rede pública escolar. conforme dispõe a Portaria nº 710. anualmente.

  no  dia  23  de  abril. em  todo o território do Estado. arts. a serem proferidas pelos professores. arts.  obrigatoriamente.  § 2º ‐ Quando a data de 18 de abril cair em dia que não haja aula.  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo.  conferências a serem realizadas nos estabelecimentos de ensino do Estado divulgando a legislação  eleitoral e partidária.  Parágrafo único ‐ Em todos os estabelecimentos estaduais de ensino fundamental  e médio.  anualmente.142/68. a comemoração  será feita um dia antes ou um dia depois.  anualmente.  (Lei nº 9.  Parágrafo  único  ‐  Deverá  a  “Semana  da  Imprensa”  constar  do  planejamento  dos  currículos das cadeiras de “Português”. com o objetivo de estimular a participação na vida política nacional.  de  1º  a  7  de  agosto.  anualmente.    (Lei nº 10. em que se  comemora no dia 10 de setembro.  §  1º  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  feita. nas Escolas e Universidades do Estado.886/67. sobre a personalidade. 1º e 2º)    Artigo 296 – A “Semana da Imprensa” nas escolas de ensino fundamental e médio  da rede oficial do Estado realizar‐se‐á na semana em que recair o “Dia da Imprensa”.  (Lei nº 614/74.  §  1º  ‐  Constarão  da  comemoração. 2º e 3º)    Artigo 295 – O “Dia da Gratidão à Mãe Preta” será comemorado.  113 .346/68. no dia de 28 de setembro. arts. 2º e 3º)     Artigo  293  –  O  “Dia  Pan‐Americano”  será  comemorado.  a  critério  do  diretor  do  estabelecimento.  §  1º  ‐  A  comemoração  a  que  se  refere  o  caput  constará  de  palestras  dos  professores sobre o Escoteirismo e sobre os ideais que inspiraram Baden Powell ao fundá‐lo.  anualmente. a critério do diretor do estabelecimento de ensino. arts. serão realizados  na  data  referida  no  caput.  atos  cívicos  de  que  constarão  preleções  sobre  o  papel  exercido  pela  mulher  negra  nos  nossos  lares.  como  nutriz  a  pagem. a obra literária e o espírito  patriótico do grande escritor patrício.  e  sua  influencia  na  formação  física  das  gerações de brasileiros contemporâneos da escravatura. as  comemorações  serão  realizadas  no  dia  anterior  ou  posterior. bem como nos particulares sujeitos à fiscalização do Governo do Estado. sem que se dispense  a colaboração das outras disciplinas. 1º e 2º)    Artigo  297  –  A  “Semana  Eleitoral”  será  comemorada.  mediante  palestras. 1º)    Artigo  294  –  O  “Dia  do  Escoteiro”  será  comemorado.267/68. “História Geral” e “História do Brasil”. 1º. art.  § 2º ‐ Quando a data mencionada no caput coincidir com domingo ou feriado. nas escolas de ensino fundamental do Estado. através  do exercício do voto.  Artigo 292 – O “Dia de Monteiro Lobato” será comemorado a 18 de abril de cada  ano.  (Lei nº 10.  (Lei nº 10. 1º.  em  14  de  abril.  em  todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado.

  na  semana  do  dia  19  de  abril.  difundindo  entre  outros  aspectos. bem como a rádio e a televisão educativa com divulgação e  cobertura dos eventos e apresentação de documentários.  (Lei nº 1.  §  1º  ‐  A  Secretaria  da  Cultura. no dia 20 de novembro. 1º.  §  3º  ‐  No  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas. arts. 1º)    Artigo  300  –  O  “Dia  da  Consciência  Negra”  será  comemorado.565/85.  deverá  ser  divulgada  a  cultura  negra. conferências. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.  §  2º  ‐  Constarão  as  solenidades  de  programas  culturais. no período de  2 a 8 de março. 1º)    Artigo 299 – A “Semana da Mulher” será comemorada.  §  1º  ‐  No  mês  de  novembro.  esportivos  ou  de  cerimônias que forem determinadas em regulamentação específica. o dia dos respectivos patronos.  Parágrafo  único  –  O  Poder  Executivo  fará  realizar.  no  Brasil  e  no  resto  do  mundo.968/92.  §  2º  ‐  Do  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas  deverão  participar  as  escolas da rede estadual de ensino.  seus  Mártires. por meio da programação a ser elaborada por representantes dos  povos indígenas do país e por especialistas do Governo.  conflitos. previstas no caput que ocorrerem nas  escolas da rede estadual de ensino. palestras. anualmente.§ 2º ‐ Para a execução dessa campanha educativa. serão realizadas no mês de novembro.  promoverá  a  divulgação  da  cultura  dos  povos  indígenas  que  habitam  e  habitaram  o  Brasil. art.  §  1º  ‐  A  comemoração  realizar‐se‐á.  através  de  eventos  a  serem  elaborados pelas entidades e movimentos negros do País e pelo Governo do Estado. anualmente. seus Mártires. 1º.  preferencialmente.  na  semana  de  que  trata  este  artigo. no Estado  de São Paulo. 2º e 3º)    Artigo  298  ‐  Os  estabelecimentos  públicos  do  Estado  que  têm  denominação  patronímica comemorarão. arts. situação atual  dos povos e seus descendentes. 2º e 3º)    Artigo 301 – A Semana dos Povos Indígenas do Brasil será  comemorada.  a  origem  de  seus  povos. art.151/92. bem como nos órgãos da  administração direta e indireta do Estado.   (Lei nº 7. será solicitada a colaboração do  Tribunal Regional Eleitoral.  previstas  no  §  1º  deverão  participar  a  rádio  e  a  televisão  educativa  com  divulgação  e  cobertura  dos  eventos  e  apresentação de documentários.  (Lei nº 8.  (Lei nº 4. em bibliotecas públicas.  (Lei nº 641/75.  na  data  natalícia  do  patrono. arts.  § 2º ‐ As manifestações culturais e artísticas.  os  efeitos  da  colonização  e  independência  no  Continente  Africano. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País. e a situação atual dos povos  e  seus  descendentes  na  África.245/76.  no  Estado de São Paulo. 2º e 3º)    114 . reuniões e outros eventos que invoquem a problemática da mulher  em nossa sociedade. na rede oficial de ensino. 1º. anualmente.  anualmente.  suas  origens.  conflitos.  efeitos  sofridos  pela  colonização  e  ocupação  das  suas  terras. na semana do dia 19 de abril.

 em  um  ou  mais  dias. gráficos e outros trabalhos realizados. anualmente.  §  3º  ‐  Fica  admitida  a  participação  de  entidades  não  governamentais. 1º ao 5º)    Artigo  304  ‐  Na  rede  estadual  de  ensino. com relevância às peculiaridades locais.093.497/97. do Departamento Estadual de Trânsito ‐ Detran.  § 9º ‐ A inobservância do disposto neste artigo acarretará ao responsável a prática  de falta grave. conforme autorizado pelo artigo 1º.501/97.  a  qual  procederá  à  classificação  final.  § 5º ‐ A "Semana Educativa do Trânsito" será encerrada em cada estabelecimento  de ensino com exposição de desenhos. a "Semana Educativa do Trânsito".  tudo  sob  a  coordenação. de maneira que  todos os conhecimentos sejam adquiridos tanto quanto possível em situação real.  (Lei nº 9.  § 6º ‐ O trabalho que houver obtido a melhor classificação pela comissão julgadora  da  direção  do  estabelecimento  será  enviado.  § 4º ‐ No curso da Semana deverá ser observada a seguinte orientação:  1  ‐  todo  o  trabalho  escolar  consistirá  na  explanação  de  temas  direcionados  a  campanhas  educativas  de  trânsito. saúde.  §  2º  ‐  Para  execução  da  "Semana  Educativa  do  Trânsito"  integrarão  órgãos  públicos das áreas de segurança.Artigo  302  –  O  dia  9  (nove)  de  julho.  especialmente. infância e juventude. a quem caberá o voto de desempate.  após  o  encerramento  da  Semana. inciso II. nas cidades e nas rodovias. cultura.  as  quais  poderão receber incentivos. precipuamente.  e de modo secundário o recurso à simples memorização de regras ou de noções sobre o trânsito  em geral.  dentro  de  5  (cinco)  dias. educação. 1º)    Artigo  303  ‐  Em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  pública  de  educação  básica  realizar‐se‐á. cidadania. com o objetivo da segurança comum.  arts. nas cidades. nomeados pelo Diretor. entre os dias 16 e 31 de maio.  §  1º  ‐  Aos  alunos  do  ensino  médio  serão  definidas  ações  direcionadas  e  progressivas. art. as escolas deverão promover.  § 7º ‐ Nos estabelecimentos de ensino constituídos de diferentes cursos a seleção  dos trabalhos será correspondente a cada um deles. de  12 de setembro de 1995.  atividades  letivas  a  respeito  do  papel  do  negro  na  formação  da  sociedade  115 .  e  o  autor  do  melhor trabalho será distinguido com medalha e diploma de menção honrosa.  § 1º ‐ No período de 12 de maio a 6 de junho. ressaltando‐ se a importância econômica e social das estradas de rodagem.  data  magna  do  Estado  de  São  Paulo.  2 ‐ aplicação do método de projetos ou de unidades de trabalho.  segurança  e  prevenção  de  acidentes  nas  estradas  e.  à  Diretoria  de  Ensino  respectiva.  o  dia  13  de  maio  "Dia  da  Abolição  da  Escravatura" será considerado como "Dia de debate e de denúncia contra o racismo". publicada no Diário  Oficial e amplamente divulgada nas escolas. da Lei federal nº 9.  (Lei nº 9.  organização  e  execução  da  Divisão de Educação do Trânsito.  §  8º  ‐  A  comissão  julgadora  será  integrada  por  4  (quatro)  membros  do  quadro  funcional. com previsão de punição. tendo  por fim o desenvolvimento da consciência do educando das regras práticas de trânsito de veículos  e pedestres. bem  como  outras  que  se  fizerem  necessárias.  será  considerado feriado civil.  3  ‐  em  todas  as  oportunidades  será  propiciada  a  aquisição  de  conhe‐cimentos  e  experiências sobre o movimento rodoviário nacional e particularmente de São Paulo.

 na Rede Estadual de Ensino.  (Lei nº 12. palestras relativas à  composição étnica do povo brasileiro e a importância da família na constituição da sociedade.515.934/08.  do  Emprego  e  Relações  do  Trabalho.  professores  e  demais  funcionários  das  escolas. arts. art. 1º. no primeiro domingo de agosto. 1º e 2º  e caput do 3º)    Artigo  305  –  No  calendário  de  efemérides  do  Estado. 2º e 3º)    Artigo  307  –  No  Estado  de  São  Paulo. anualmente. arts.  § 2º ‐ Após a discussão do tema mencionado no caput.  o  "Dia  da  Família  na  Escola".  dentro do tema Negro‐Educação‐Constituinte. ficam incumbidos de promover ações.  e  ainda  de  outros  integrantes  da  comunidade  escolar.  o  "Dia  da  Paternidade  Responsável" será  comemorado.  e  do  papel  da  escola  na  luta  pela  eliminação  do  preconceito  racial  contra  o  negro. deverá ser elaborado.  na  rede  estadual  de  ensino.  Parágrafo  único  ‐  O  Estado  incluirá  a  data  no  calendário  oficial  de  festividades  e  promoverá. uma vez por semestre. pelas  Unidades  Escolares  ‐  UEs.  5 ‐ psicodramas. em datas a serem fixadas  pela Secretaria da Educação. instituído pela Lei federal nº 10.  (Decreto nº 46. com  enfoque especial para a família afro‐brasileira. no dia 12 de agosto.  dos  diretores.  4 ‐ visitas às dependências das escolas.1º)  116 .  3  ‐  contarão  com  a  participação  dos  educandos  e  seus  familiares.  Lazer  e  Turismo.930/08. de forma  integrada.865/08. 1º e 2º)    Artigo  308  ‐  Os  órgãos  e  entidades  estaduais.  da  Educação. entre outras:  1 ‐ feiras culturais.  3 ‐ exposições de trabalhos dos alunos.  § 1º ‐  As atividades do dia de que trata este artigo:  1 ‐ serão realizadas.985/02.brasileira. destinadas a comemorar. 1º)    Artigo  306  –  Realizar‐se‐á.  da  Cultura.  que  tem  por  finalidade  subsidiar  a  formulação  de  uma  Política  Educacional  que  contribua para a erradicação do preconceito racial contra o negro. tendo como objetivo estimular e incrementar a participação das famílias dos educandos  nas questões e problemas da comunidade escolar.  em  especial  as  Secretarias  de  Esporte. art.  (Lei nº 12. anualmente. no mínimo. arts. no segundo domingo de setembro.  2 ‐ serão desenvolvidas nas dependências das escolas. SE nº 95/86.  o  "Dia  da  Família  Afro‐Brasileira"  será  comemorado. da Saúde. de 11 de julho de 2002. à proximidade do dia comemorado.   (Res. no Estado de São Paulo.  4  ‐  serão  precedidas  de  ampla  divulgação  na  comunidade  escolar  e  através  dos  meios de comunicação. anualmente.  § 2º ‐ As atividades a que se refere o § 1º compreenderão.  relatório  que  explicite  as  principais  conclusões  e  atividades  desenvolvidas. o  Dia Nacional da Juventude.  da  Assistência e Desenvolvimento Social.  (Lei nº 12.  2 ‐ palestras e debates.

 promover atividades voltadas à revalorização  do Professor.  (Lei nº 12. anualmente. 1º)     Artigo  312  ‐  A  data  de  15  de  outubro.  em  28  de  março. 1º)    Artigo 310 – A "Semana Paulo Freire da Educação" será comemorada. art. SE nº 139/84.971/79.  §  1º  ‐  A  comemoração  desse  dia  será  organizada  pelo  grêmio  e.   (Lei nº 174/48. no  dia 14 de novembro. com a realização de uma série de debates sobre o sistema  educacional.  (Lei nº 11. 1º)    Artigo 313 – O "Dia do Diretor de Escola" será comemorado. art. anualmente.  (Lei nº 1.366/03. no período  de 9 a 15 de outubro.  “Dia  do  Professor”.927/01. 1º.  (Lei nº 10. art.  na semana em que se comemora o Dia do Professor.  §  2º  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  e  às  direções  das  escolas  divulgar  o  disposto neste artigo e fornecer o apoio logístico aos grêmios e aos estudantes.  resgatando  a  história  do  movimento estudantil. 1º)    Artigo  311  –  O  “Dia  da  Escola”  será  comemorado.  (Lei nº 10. art. em conjunto com a comunidade.  em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  estadual  de  ensino.  anualmente.  (Lei nº 10. anualmente. art.  destinada  à  participação da comunidade escolar.  na semana do dia 1º ao dia 7 de maio.  será  considerada  “Feriado Escolar”  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão. 1º e Res.  Artigo 309 – A “Semana da Educação” será comemorada.   Parágrafo  único  ‐  Os  Conselhos de  Escola  de  cada  unidade de  ensino deverão  se  encarregar  da  garantia  de  execução  da  programação  determinada  no  caput.  atividades  educacionais.732/01. nos estabelecimentos oficiais de ensino fundamental e médio. no dia  18 de outubro.  no  caso  de  sua  inexistência.  com  palestras.  anualmente. 1º)    Artigo 314 – O "Dia do Supervisor de Ensino" será comemorado. visando ao pleno desenvolvimento social e humano do  cidadão. bem como enaltecendo a importância da participação dos estudantes e do  grêmio na vida da escola e na sociedade. art.098/98. art. arts. 2º e 3º)    Artigo 316 – A "Semana do Patriarca da Independência" destina‐se a homenagear  José Bonifácio de Andrade e Silva.  117 .  no  dia  19  de  março. enquanto participante do sistema de ensino.  debates.  esportivas  ou  culturais. pela comissão representativa dos estudantes da escola. anualmente.892/08. 1º)    Artigo  315  –  O  "Dia  Estadual  do  Grêmio  Livre  Estudantil"  será  comemorado.

 atividades cívicas.  § 2º ‐  A execução vocal e o  hasteamento seguirão  as  determinações contidas na  Lei nº 5. data comemorativa de seu nascimento.  será  considerado  o  hino  oficial  do  Estado de São Paulo. pela Lei nº 337/74)    Artigo 320 ‐ É obrigatória a execução vocal do Hino Nacional e o hasteamento da  Bandeira  Nacional.854/67.  (Lei nº 9.  (Lei nº 10.878/01. 1º e 2º.  §  3º  ‐  Para  os  fins  estabelecidos  nesta  seção. em dia e horário a serem determinados  pelas respectivas Diretorias de Ensino. 1º e 2º)    Artigo 318 – A “Semana da Pátria”  será comemorada. e gravada em lugar próprio no Túmulo dos Heróis de 1932. o seu amor ao trabalho. a apresentação de músicas brasileiras não poderá ser inferior a  70% (setenta por cento) do total das músicas programadas. de 1º de setembro de 1971. uma vez por semana. a pujança  do  seu  progresso  e  a  sua  decidida  vocação  para  a  liberdade.  sobretudo  por  estabelecimentos  de  ensino.  (Lei nº 794/50.  da  rede  oficial  e  particular no Estado de São Paulo.294/64.  em  todos  os  estabelecimentos  de  ensino  fundamental.757/90.  § 1º ‐ O tempo reservado para as comemorações não será incluído no período de  200 (duzentos) dias de trabalho escolar efetivo.  Parágrafo  único  ‐  O  Dia  da  Liberdade  será  solenemente  comemorado  nos  estabelecimentos estaduais de ensino.  a  Secretaria  da  Educação  instituirá  prêmios. 5º e 7º)    Artigo  319  –  O  “Hino  dos  Bandeirantes”. bem como concursos de fanfarras e  orfeões.  por  via  dos  órgãos  públicos.Parágrafo único ‐ As escolas da rede oficial de ensino do Estado deverão inserir no  calendário  escolar  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. arts. além de outras atividades que a Secretaria da Educação estabelecer. arts. do “Hino dos Bandeirantes”. 2º e 3º)    Artigo  321  ‐  Nas  festividades  escolares  a  serem  realizadas  em  estabeleci‐mentos  de ensino fundamental e médio. alt. de fundo cívico.  preferencialmente no dia 13 junho.  §  2º  ‐    Nos  dias  reservados  às  comemorações  de  que  trata  esta  seção  serão  realizadas preleções. arts.  (Lei nº 8.  118 . 1º. arts.  Parágrafo único ‐ A letra.  cuja  letra  e  tema  invocarão  os  feitos  históricos dos paulistas. 2º. deverá ser  divulgada  por  todo  o  Estado. na  Capital. arts. literárias e esportivas.700. ressaltando o dinamismo do seu povo.  §  1º  ‐  A  execução  vocal  e  o  hasteamento  serão  realizados  sob  a  orientação  do  corpo docente do estabelecimento de ensino. de 1º a 7  de setembro  de  cada  ano.  (Lei nº 6. sem prejuízo do horário normal das aulas.  nas  escolas  oficiais  de  ensino  médio  e  nas  particulares  que  optarem  pelo  sistema  estadual de ensino. 1º e 2º)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas    Artigo 317 – O Dia da Liberdade será comemorado anualmente a 21 de abril. 1º. no Parque do Ibirapuera.

 de jovens e adultos e a distância.  de  ensino  médio.  (Lei nº 610/74.   Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  oferecidos  na  modalidade  a  distância. art. caracterizando‐se pela participação dos alunos em:  a) empreendimento ou projeto de interesse social ou cultural da comunidade. 1º)    Artigo  323  ‐  O  estágio. a duração.  IV  ‐  Estágio  sócio‐civil  ‐  assumido  pela  escola  como  ato  educativo  de  interação  comunitária.  como  procedimento  didático‐pedagógico.  II ‐ Estágio profissional não obrigatório ‐ opção da escola definida em seu projeto  ou plano do curso.§  1º  ‐  Não  haverá  obrigatoriedade  de  se  cumprir    esse  percentual  nos  casos  de  apresentações de óperas. CEE nº 87/09. CEE nº 87/09. em termos de princípios e objetivos para a formação do  educando. no sistema de ensino do Estado  de São Paulo. 2º)    119 . para conhecimento da Direção da Escola. executado e  avaliado em conformidade ao perfil profissional de conclusão para o curso.  a  proposta  pedagógica  ou  plano  de  curso  deve  definir  com  clareza  a  natureza  e  modalidade  do  estágio. podendo abranger as seguintes modalidades:  I ‐ Estágio profissional obrigatório ‐ definido em função das exigências decorrentes  da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo.  (Del. devendo manter coerência com o  perfil profissional de conclusão previsto para o curso.  obedecido o disposto na Lei Federal nº 11.  de  educação  profissional  ou  de  educação  de  jovens  e  adultos.  c)  prestação  de  serviços  voluntários  de  caráter  social  e  educativo. art.  § 2º ‐  As músicas estrangeiras  a serem apresentadas  deverão ser  acompanhadas  de uma tradução em português. o que o torna obrigatório para seus alunos.  é  atividade  curricular  supervisionada  de  competência  da  instituição  escolar.  desenvolvido  sob forma de projetos curriculares e ou interdisciplinares.  a  quem  cabe  definir  na  sua  proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento de cada um de seus cursos.  levando em consideração as condições reais do alunado.  III ‐  Estágio sócio‐cultural ou de iniciação  científica  ‐  definido pela escola  em  seu  projeto  pedagógico  ou  plano  de  curso  como  forma  de  contextualização  do  currículo  e  desenvolvido  sob  a  forma  de  atividades  de  extensão.788/2008.  Parágrafo  único  ‐  Esta  regulamentação  abrange  os  cursos  oferecidos  nas  modalidades de educação especial.  monitorias  ou  projetos  curriculares. pelo que dispõe a Indicação CEE nº 30/2003 e a Deliberação 87/09. arts. nos termos do projeto pedagógico.  (Del. reger‐se‐á. 1º e 2º)      CAPÍTULO IX  D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características    Artigo 322 ‐ O estágio supervisionado de alunos matriculados em cursos de ensino  superior.  integrados ao currículo. planejado. de música clássica e de música sacra.  a natureza e a intencionalidade educativa.  b) projetos de prestação  de serviço civil em  sistemas estaduais ou municipais  de  defesa civil. de cumprimento obrigatório ou voluntário pelos alunos.

  em  caráter  optativo. bem como a limitação legal.  atentando‐se  para que a jornada a ser cumprida pelo aluno estagiário seja compatível com o horário e a jornada  escolar. de educação especial e de educação  de  jovens  e  adultos. art.  §  2º  ‐  Os  agentes  de  integração.  sua  duração  e  formas  de  supervisão.  (Del.  III ‐ instrumentos de avaliação dos seus alunos estagiários.  referente  a  providências  administrativas  para  a  obtenção  e  realização  do  estágio.  em  sua  proposta  pedagógica. art.  (Res.  mediante  condições  acordadas  em  instrumento  jurídico  apropriado.  § 1º ‐ Não poderá ser cobrada do aluno estagiário taxa adicional ou qualquer outro  tipo  de  pagamento. CEE nº 87/09. art.  II ‐ valorizar a experiência profissional e o estudo não formal. SE nº 40/09. que tem como objetivos:  I  ‐  assegurar  ao  aluno  a  vivência  no  mundo  empresarial  de  experiências  profissionais  por  meio  da  realização  de  atividades  de  aprendizagem  social.  públicos  ou  privados. 2º)    Artigo 325 ‐ A escola deverá elaborar proposta de estágio contemplando aspectos  específicos do curso.  compõe  obrigatoriamente  a  proposta  pedagógica  da  unidade  escolar  como  um  ato  educativo  que  visa  à  preparação do aluno para o mundo produtivo e sua adaptação às novas formas de organização do  trabalho. contar com os serviços auxiliares de agentes de  integração.  profissional  e  ou  cultural imprescindíveis a uma vida cidadã.  (Res.  3 ‐ cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. SE 40/09.  4 ‐ adotar providências relativas a execução de bolsa‐estágio. art.  120 . SE 40/09. 1º)  §  2º  ‐  Cabe  à  unidade  escolar  contextualizar.  além  das  obrigações  previstas  na  legislação  vigente poderão responsabilizar‐se pelas seguintes incumbências:  1  ‐  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágios  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. quando existente. 7º)    Artigo  326  ‐  As  escolas  e  as  organizações  concedentes  de  estágio  e  outros  parceiros envolvidos poderão.  (Res.  2  ‐  facilitar  o  ajuste  de  condições  do  estágio  a  constar  de  instrumento  jurídico  próprio e específico.  III ‐ refletir sobre a realidade vivenciada no mercado de trabalho.  IV  ‐  desenvolver  valores.  II ‐ orientação para elaboração e apresentação periódica de relatório de atividades  a ser entregue em prazo não superior a seis meses. abrangendo:  I  ‐  duração  máxima  e  mínima  de  carga  horária  ao  longo  do  curso. normas e orientações complementares.  matriculados  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino.Artigo  324  ‐  O  estágio  curricular  do  ensino  médio  caracteriza‐se  como  uma  oportunidade  de  complementação  curricular  aberta  ao  aluno  do  ensino  médio. 3º)  § 1º ‐ O estágio dos alunos do ensino médio. quando solicitados.  a  natureza  do  estágio.  postura  ética  e  responsável  e  aptidões  para  uma  vida  produtiva.  atentando  para  que  as  atividades  práticas a serem vivenciadas pelos alunos atendam aos objetivos propostos para o ensino médio.

  (Res.  públicos  ou  privados. art. conforme disposto  na Lei Federal nº 9.  mediante  condições  formalmente  acordadas. ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a  ser acordada. na comunidade local. 6º)    Artigo  328  ‐  As  unidades  escolares  poderão  recorrer  aos  serviços  auxiliares  de  agentes  de  integração. facilitar as condições de estágio que irão constar do instrumento jurídico a ser  celebrado.  quando  este  não  for  providenciado pela própria escola ou administração de redes de ensino. devendo o estudante‐estagiário.  estar  assegurado  contra  acidentes  pessoais.  II ‐ pelo órgão da administração  central ou descentralizada das respectivas redes  de ensino públicas ou privadas. em  qualquer  hipótese. ressalvando o que dispuser a legislação vigente.  § 4º ‐ Para a realização dos estágios é necessário que haja Termo de Compromisso. taxa adicional ou outro tipo  de pagamento.  (Del. com eventual ajuda da instituição de mediação entre a  empresa e a escola. quando concedida.608/98.  4. responsabiliza‐se pelo seguro obrigatório.  Parágrafo  único  ‐  Nos  casos  de  as  unidades  escolares  contarem  com  serviços  de  agências  de  intermediação  do  estágio.  o  apoio  e  compromissos  a  serem  assumidos  pelos  respectivos agentes mediadores. 4º e caput do art. serão de:  1.  3. cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. em organizações governamentais da área social ou organizações não  governamentais e sem fins lucrativos. com  a interveniência obrigatória do estabelecimento de ensino. quando for o caso. art.  cuidando que.  eventualmente.  adotar  as  providências  relativas  à  execução  de  bolsa  auxílio  e  ao  seguro  obrigatório contra acidentes pessoais.  de  responsabilidade  civil  por  danos  contra  terceiros. e a parte concedente.  celebrado entre o estudante ou seus responsáveis.   §  3º  ‐  O  estágio  sócio‐cultural  e  civil  realizado  no  próprio  estabelecimento  de  ensino.  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágio  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas.  III ‐ pela organização concedente do estágio. 5º)    Artigo  327  ‐  O  estágio  não  cria  vínculo  empregatício  de  qualquer  natureza  e  o  estagiário poderá receber bolsa‐estágio. poderá utilizar‐se do Termo de Adesão.  no  estágio  ou  dele  decorrentes. art. que mediante acordo específico com  a instituição escolar.  (Del.  será fixada de comum acordo entre o estagiário ou seus responsáveis e a instituição que conceder  o estágio.  2. não seja cobrada do aluno.  por meio de uma das seguintes alternativas:  I ‐ diretamente pela escola. para obtenção do estágio.5 ‐ adotar providências relativas ao seguro obrigatório contra acidentes pessoais e.  § 1º ‐ A estipulação de bolsa‐estágio ou outra contraprestação.  §  2º  ‐  A  concessão  da  bolsa–estágio  e  auxílio  transporte. CEE nº 87/09. SE nº 40/09. CEE nº 87/09. 7º)        121 .  ou  de  qualquer  outra  forma de contraprestação é compulsória para realização do estágio profissional não obrigatório.

 3º)    Artigo  334  ‐  Constituem‐se  obrigações  a  serem  assumidas  pelas  unidades  escolares:  I  ‐  celebrar  Termo  de  Compromisso  a  ser  firmado  entre  o  aluno  ou  seus  responsáveis.  discussão  e  avaliação.  avaliando‐as  quanto  à  pertinência.  II  ‐  acompanhar  a  situação  de  frequência  escolar  dos  estagiários. na data de início do estágio. registro e articulação com as instituições nas quais os estágios se realizarão. 8º da Del. CEE nº 87/09. 9º)     Artigo  330  ‐  Caberá  ao  profissional  que  orientará  e  supervisionará  os  alunos  estagiários:  I  ‐  analisar  a  natureza  das  atividades  propostas  pela  instituição  concedente.  (Del. CEE nº 87/09)    Artigo  333 ‐  A  Unidade  Escolar  deverá  registrar  a  modalidade de  estágio  e  carga  horária  efetivamente  realizada  pelo  aluno  no  Histórico  Escolar  e/ou  fornecer  Certificado  de  participação.  de  imediato.  122 .   Parágrafo único ‐ Compete aos profissionais. sendo a unidade escolar a parte  interveniente. 4º e 5º. no caso de estágio sócio‐cultural ou civil.Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários    Artigo 329 ‐ A oferta de estágio implica que a escola deva contar com profissionais  habilitados. SE n 40/09. SE nº 40/09. c/c art.  (Res.  no  mínimo.  responsáveis pela orientação e supervisão  dos  alunos  estagiários. a instituição concedente em caso de irregularidade. a  constante  orientação. art. CEE nº 87/09.  § 2º ‐ A carga horária da jornada de atividades que compõem o estágio deverá ser  acrescida à carga horária mínima prevista para o ensino médio. art. art.  III  ‐  cuidar  para  que  a  duração  do  estágio  seja  compatível  com  o  horário  e  a  jornada escolar do aluno.  com carga horária  destinada para esse fim. arts. ou seu representante legal e a parte concedente do estágio. a que se refere o caput deste artigo.  notificando. compatível com o número de alunos estagiários.    Artigo  332  ‐  Independentemente  da  natureza  do  estágio. devendo constar do Termo  de Compromisso e não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) semanais. quando for o caso.  de  forma  a  promover  a  aprendizagem  de  conhecimentos inter e multidisciplinares  nas atividades realizadas pelos  alunos  estagiários.  (Res.  a  carga  horária  das  atividades  a  serem  realizadas  deve  ser  definida  de  comum  acordo  entre  a  escola  e  o  aluno  estagiário. e a parte concedente de estágio.  além  do controle.  com  16  (dezesseis)  anos  completos de idade.  oportunidade  e  valia  das  experiências  oferecidas  pela  empresa/instituição. 9º)    Artigo  331  ‐  Considera‐se  apto  à  realização  do  estágio  o  aluno  frequente  e  matriculado  em  curso  do  ensino  médio  e  que  conte.  §  1º  ‐  No  caso  de  alunos  da  Educação  Especial  e  do  ensino  fundamental  na  modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos a carga horária não poderá exceder a 4  (quatro) horas diárias e 20 (vinte) semanais.  (Del.

  a  supervisão  das  atividades  de  estágio dos alunos de ensino médio ficará sob a responsabilidade do Vice‐Diretor ou do Diretor de  Escola. 6º.  II – Ler e Escrever na 2ª série do Ciclo I.II  ‐  contar  com  um  professor  orientador  que  se  incumbirá  pelo  processo  de  acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário.  V ‐ comunicar à parte concedente do estágio.  todos  os  alunos  com  idade  de  até  oito  anos  do  Ensino  Fundamental da Rede Estadual de Ensino.  §  2º  ‐  Aplica‐se  ao  estagiário  a  legislação  relacionada  à  saúde  e  à  segurança  no  trabalho.    Artigo 335 ‐ A duração do estágio.  exceder a 2 (dois) anos. SE nº 40/09.  acompanhamento  e  avaliação  do  estágio  ficarão  sob  a  responsabilidade do Professor Coordenador do Ensino Médio. não poderá. as datas de realização das avaliações  escolares.  §  1º  ‐  A  organização. 10 e 11)      CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever    Artigo 336 ‐ Fica instituído. arts.    123 .   com os seguintes objetivos:  I  –  alfabetizar. o Programa “Ler e Escrever”.  Parágrafo  único  –  A  atribuição  das  classes  indicadas  nos  incisos  deste  artigo  obedecerá às normas referentes à atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do  Magistério contidas nos artigos 568 a 598.  até  2010.  preferencialmente. pela mesma empresa concedente.    Artigo 337 ‐ Integram o Programa mencionado no artigo anterior.  III – Projeto Intensivo no Ciclo ‐ 3ª série – PIC 3ª série.  do  educando  a  apresentação  de  relatório  das  atividades de estágio realizadas.  semestralmente.  II – recuperar a aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do  Ciclo I do Ensino Fundamental. exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.  IV – Projeto Intensivo no Ciclo – 4ª série – PIC – 4ª série.  a  ser  gozado. reorientando o estagiário  para outro local em caso de descumprimento das normas. sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. que atua no período de matrícula  do aluno requisitante do estágio.  durante  as  férias  escolares.  §  2º  ‐  Na  ausência  de  Professor  Coordenador.  (Res. os Projetos:  I – Ler e Escrever na 1ª série do Ciclo I. a partir do ano de 2008.  sempre  que  o  estágio  tiver  duração igual ou superior a 1 (um) ano.  III  ‐  exigir.  IV ‐ zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso.  §  1º  ‐  É  assegurado  ao  estagiário  o  direito  ao  período  de  recesso  de  30  (trinta)  dias.

 mediante:  a)    a  criação. especialistas em educação e pessoal administrativo do  sistema de ensino.  b)  a criação  e a difusão de novas tecnologias que possibilitem a capacitação e a  atualização de todos os profissionais da educação. vinculado à Secretaria da Educação. envolvidos no Programa. programas de informática e outras formas  de processos e produtos educacionais. como instrumentos de apoio ao trabalho do professor em  sala de aula.  e)  a criação de novas tecnologias de informação para estimular o aprendizado dos  alunos. regentes de classe de 1ª a 4ª série do Ciclo I do Ensino  Fundamental. arts.  II ‐ incentivar a produção didático‐pedagógica mediante:  a)  a produção de livros.Artigo 338 ‐ Os docentes. 1º. farão jus à atribuição de mais 4 (quatro) horas semanais. vídeos.  d)    a  realização  de  experiências  científicas.  b)    a  edição  de  obras  de  caráter  técnico  e  científico  para  aperfeiçoamento  dos  docentes das redes públicas estadual e municipal.  experimentação  e  avaliação  de  processos  e  produtos  educacionais  que proporcionem um trabalho mais participativo e motivante entre professores e alunos.  metodologias. destinados a professores. bem como o fornecimento de  mobiliário e equipamentos para as salas de aula. nas redes públicas do Estado e dos Municípios.  com  aplicação  prática. encontros  de caráter técnico ‐  científico.  g)  a construção e manutenção de prédios escolares. SE nº 86/07.  124 .  destinadas ao trabalho de planejamento e capacitação para os projetos.  para  o  ensino  dos diferentes componentes curriculares.  f)  a concessão de bolsas de estudo para alunos filhos de famílias de baixa renda.  não  sendo  estendido em casos de afastamento a qualquer título. cursos. alunos.  meios  e  fontes  de  informação.  Parágrafo único – O pagamento referente à carga horária complementar a que se  refere  o  caput  deste  artigo  é  devido  ao  regente  em  exercício  da  respectiva  classe.  para manutenção dos mesmos nas escolas públicas.  h)  o apoio financeiro a atividades de saúde e alimentação escolar.  d)    premiações  e  bolsas  de  incentivo  para  profissionais  que  contribuam  para  inovações no ensino básico.  e)  a concessão de bolsas de estudo.  c)   a  realização de exposições. de pesquisa e de trabalho para professores.    Artigo 340 ‐ São objetivos do Programa:  I  ‐  incentivar  projetos  que  contribuam  para  inovações  e  melhorias  do  ensino  básico.  c)  a elaboração de novas tecnologias de ensino que permitam ao aluno da escola  pública  conhecer  e  interagir  com  diferentes  linguagens. filmes.  especialistas em educação e pessoal administrativo do sistema de ensino. 2º e 3º)    Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos    Artigo  339  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  criar  o  Programa  Estadual  de  Incentivo à Educação Básica.  (Res. seminários.

 arts.352/99.  (Lei nº 10. 3º)    Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente  Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa    Artigo 342 – O Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discentes  sobre  Temas  Incorporados  ao  Projeto  Pedagógico  das  Unidades  Escolares  de  Ensino  Médio  será  realizado pela Secretaria da Educação. arts.352/99.  Parágrao único – O Conselho de Escola terá o prazo de 1 (um) mês para apreciá‐ los.  IV ‐ dar apoio financeiro a outras atividades educacionais consideradas relevantes  pela Secretaria da Educação.  esportivos  e  de  caráter  recreativo  que  contribuam para o desenvolvimento sócio ‐ cultural dos alunos. Diretorias ou Departamentos Municipais de Educação. até o dia 30 de abril de cada ano. 2º e 3º)            125 .  Parágrafo único ‐ O Programa poderá contar ainda com recursos provenientes de:  1 ‐ dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado.              Artigo  344  ‐  Os  projetos  de  pesquisa  deverão  ser  inscritos  junto  ao  Conselho  de  Escola.  (Lei nº 10.  no  máximo. efetuadas por pessoa física ou jurídica.  no  mínimo.  (Lei nº 10.  4  ‐  subvenções  e  auxílios  de  entidades  de  qualquer  natureza  ou  de  organismos  internacionais.  6 ‐ recursos de outras fontes.  3 ‐ legados. pelos Conselhos Municipais de Educação.522/00. pelos Conselhos de Escolas  e pelas Secretarias. 1º. 1º e 2º)    Subseção II  Dos Recursos    Artigo  341  ‐  O  Programa  contará  com  recursos  provenientes  de  contribuições  financeiras do setor privado.f)    o  desenvolvimento  de  sistemas  informatizados  para  o  funcionamento  das  escolas nos seus diferentes aspectos administrativos e pedagógicos. art.  7  (sete)  alunos.  III  ‐  incentivar  projetos  culturais.  5 ‐ devolução de recursos de projetos não iniciados ou interrompidos com ou sem  justa causa.    Artigo 343 – Os projetos de pesquisa deverão ser elaborados e desenvolvidos por  grupos  de.  2 ‐ doações.  bem  como  aprovados  pelo  Conselho de Escola.  4  (quatro)  e.

 professores.  j) cortiços.    Artigo 346 ‐ O desenvolvimento da pesquisa e o resultado do trabalho deverão ter  caráter interdisciplinar.522/00.   (Lei nº 10. direção.  b) unidades escolares. após a aprovação do projeto.  VI  –  as  igrejas.  e) serviços públicos.  k) arquitetura.  i) favelas.  l) congestionamento de trânsito.Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa    Artigo 345 ‐ O prazo para o desenvolvimento da pesquisa será de. arts.  b) coleta de esgotos. servidores.  c) linhas de ônibus.  IV – a realidade do bairro.  f) poluição.  h) pavimentação. no máximo.  e) cartórios. tais como:  I – a história do bairro. caput e incisos do art. tais como:  a) unidade de saúde.  VII – densidade demográfica e classificação por faixa etária.  b)  a  classificação  sócio‐econômica  e  cultural  dos  diversos  integrantes  da  comunidade escolar.  V – a violência.  as  religiões  e  movimentos  sociais  existentes  na  comunidade  de  entorno da escola. o número de policiais e o índice de desempregados.  d) iluminação pública. e  h) equipamentos de lazer e cultura.  m) vigilância sanitária. e deverão se utilizar de temas de interesse direto do cotidiano dos alunos  e da comunidade onde a unidade escolar estiver localizada.  II  –  a  classificação  sócio‐econômica  da  comunidade  que  vive  no  entorno  da  unidade escolar. 4º.  g) praças.  III – a relação entre os equipamentos públicos existentes no bairro e a quantidade  de moradores.  tais como alunos. com relação a:  a) abastecimento de água.  d) delegacias de polícia. 6  (seis) meses.  f) parques.  VIII – propostas para melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro e para  transformação da realidade no entorno da escola.  IX – a realidade da unidade escolar:  a) a participação e a relação entre os diversos integrantes da comunidade escolar.  c) coleta de lixo.  g) enchentes. 6º)  126 .

522/00.    Artigo 348 ‐ O trabalho realizado pelo professor orientador será computado para  efeito  de  evolução.    Artigo  350  –  Os  resultados  dos  trabalhos  serão  encaminhados  por  meio  do  Conselho  de  Escola  às  autoridades  competentes. destinam‐se às  crianças de faixa etária de 9 a 11 anos.522/00.  no  mínimo.  um  professor orientador.  para  solucionarem  eventuais  problemas  detectados nos bairros.  anualmente. de caráter permanente. 9º e 10)    Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento    Artigo  351  –  Os  Programas  Caravanas  do  Conhecimento  ‐  Interior  na  Praia  e  Caravanas do Conhecimento ‐ Redescobrindo o Interior.  desenvolvidos pelo Governo do Estado em conjunto com as Prefeituras Municipais.  §  2º  ‐  Caberá  ao  professor  orientador  articular‐se  com  os  professores  das  disciplinas afins para o desenvolvimento dos trabalhos do projeto de pesquisa. par.  Subseção III  Do Professor Orientador    Artigo  347  ‐  Cada  projeto  de  pesquisa  será  acompanhado  por.  § 1º ‐  O professor orientador poderá responsabilizar‐se por. arts.  Parágrafo  único  –  As  unidades  escolares  promoverão  mostras  públicas  dos  trabalhos  produzidos.  como  prevê  o  inciso  II.  (Lei nº 10.  mostras  públicas  dos trabalhos produzidos.     Artigo  352  ‐  Os  Programas  "Interior  na  Praia"  e  "Redescobrindo  o  Interior". 5º.  2 ‐ conscientizar os alunos participantes sobre o papel fundamental do homem na  sociedade e sua responsabilidade na preservação do meio ambiente. durante os meses de janeiro e julho respectivamente. arts. 2 (dois)  projetos de pesquisa. proporcionando‐se a troca de experiências entre as unidades escolares. indicado pelo grupo de alunos que o desenvolverá e será referendado pelo  Conselho de Escola. das escolas da rede estadual de ensino. de 30 de dezembro de 1997.  anualmente. 7º e 8º)    Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos    Artigo  349  ‐  A  Secretaria  da  Educação  promoverá. serão realizados. único do art.  Parágrafo único ‐ São finalidades dos programas referidos no caput deste artigo:  1 ‐ despertar nas crianças espírito crítico e científico que enseje ampliação do seu  universo cultural.  (Lei nº 10.  127 .  do  artigo  19  da  Lei  Complementar nº 836. art.  por  via  não  acadêmica.  proporcionando‐se  a  troca  de  experiências  com  a  comunidade  do  bairro  onde estiverem localizadas. 6º. no máximo.  § 3º ‐ O professor orientador poderá utilizar parte de suas horas‐atividade para o  desenvolvimento do trabalho de orientação.

 na busca da preservação da memória de José Bonifácio de Andrada e Silva. Patriarca da Independência do  Brasil  Subseção I  Da Instituição e Abrangência    Artigo 355 – Junto ao Gabinete do Secretário da Cultura. o "Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva". da sede do Governo do Estado de São Paulo para a cidade de  Santos.  arts.  Lazer  e  Turismo.  seminários  e  colóquios. do Gabinete do Governador.   (Decreto nº 29. 1º A acrescentado pelo Decreto nº 50.A.   128 .   Parágrafo  único  ‐  A  concretização  das  ações  cívicas  previstas  neste  artigo  cabe  à  Casa Militar.    Artigo  353  ‐  Os  programas  serão  coordenados  e  realizados  pelas  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Educação. de concurso objetivando  a  imortalização  da  figura  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva  em  escultura  a  ser  instalada  em  espaço da Fundação Memorial da América Latina.  da  Segurança  Pública.  colóquios. erguido na Praça do Patriarca. compreenderá:   I ‐ a celebração do início dos festejos anuais da Semana da Pátria no "Panteão dos  Andradas".  da  Saúde. 2º e 3º)    Seção V  Do “Programa Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva”. 1º.3  ‐  promover  a  aproximação  da  comunidade  infantil  à  administração  pública. pela Secretaria da Cultura.  encontros e seminários que tenham por objetivo a pesquisa e o debate da relevância da memória  de José Bonifácio de Andrada e Silva na história nacional.269/05.  a  exemplo  de  encontros.  do  Esporte.   II ‐ a transferência simbólica no dia 13 de junho de cada ano. sempre que solicitados.781/89 art. ‐ IMESP. na cidade de Santos.   IV ‐ a abertura e a realização.  incentivando o intercâmbio e a integração entre elas. data de nascimento  de José Bonifácio de Andrada e Silva. e  4 ‐ propiciar o lazer conjugado à educação informal e alternativa.     Artigo 356 ‐ Integram.   II ‐ o provimento das necessidades para republicação das obras de José Bonifácio  de Andrada e Silva pela Imprensa Oficial do Estado S. no centro histórico da cidade de São  Paulo.  com  a  co‐participação  das  Secretarias  da  Cultura. o "Programa Memória de José Bonifácio de Andrada  e Silva":   I  ‐  o incentivo  às  universidades  e demais escolas  paulistas  para  desenvolvimento  de  pesquisa  histórica  e  consecução  de  atividades  cívicas.    Artigo  354  ‐  Ficam  autorizados  os  demais  órgãos  e  entidades  da  administração  Direta  e  Indireta  do  Estado. art.  de  Saneamento  e  Energia.  e  dos  Transportes.   III ‐ a promoção durante os festejos da Semana da Pátria.  a  prestarem  colaboração  aos  órgãos  promotores  dos  programas  de  que trata o artigo 351. de cerimônia cívica junto  ao monumento do Patriarca.   III  ‐  o  estabelecimento  e  a  implementação  de  atividades  cívicas. consubstanciado em ações cívicas. ainda.

    Artigo  358  ‐  As  atividades  deverão  ser  programadas  de  forma  a  abranger.  Parágrafo  único  ‐  O  planejamento  das  atividades  específicas  deverá  privilegiar  a  pesquisa e a prática investigativa e compreenderá:  1 ‐ a organização de debates.  a  serem  inseridas  pelas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio. com duração de uma semana. e na conformidade ao contido nesta seção.  preferencialmente. arts 1º. ambientalmente adequado.  o  debate  sobre  o  significado  das  datas  comemorativas  e  a  compreensão do papel da memória histórica e dos vínculos de cada geração na vida de um povo. 1º e 2º)    Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação    Artigo 357 – A participação da rede estadual de ensino no Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva.   II – deverá fazer parcerias com os Poderes Públicos Municipais.  de  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.   (Decreto nº 50. 2º e 3º)    129 .  incluindo  associações de pais e mestres e grêmios estudantis.    Artigo  362  ‐  Na  administração  do  programa  em  todas  as  escolas  públicas  estaduais. ao lixo coletado nas escolas públicas estaduais. a Secretaria da Educação.  artístico‐culturais e outras.  gráficas.  pelas  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado.  preferencialmente abrangendo o dia 13 de junho.  (Res.  dia  13/06. para garantir um  destino final. Patriarca da Independência do Brasil.  interpretação  ou  divulgação  de  relatos  históricos. 1º.  encenação  de  peças teatrais. seminários e trabalhos escolares relativos ao tema. e outros similares. às Diretorias de Ensino  subsidiar as respectivas unidades escolares na elaboração de seus projetos e às Coordenadorias de  Ensino acompanhar a execução das ações.  (Lei nº 10. para cumprir tais deveres:  I  –  poderá  fazer  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  em  sala  de  aula.  e  a  introduzir. arts.  a  data  do  nascimento  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.  3  ‐  a  produção.V  ‐  a  inserção  no  calendário  escolar.856/01.  2  ‐  a  realização  de  produções escolares  individuais  ou  coletivas  virtuais. arts.    Artigo 359 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas orientar as  autoridades regionais de ensino na organização das atividades específicas. dar‐se‐á pela realização de  atividades  específicas.    Artigo  361  ‐  O  programa  de  que  trata  esta  seção  tem  por  objetivo  promover  a  educação ambiental da comunidade das escolas públicas estaduais. 2º e 3º)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo    Artigo 360 – O Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas públicas do Estado  de São Paulo será administrado pela Secretaria da Educação.  no  calendário escolar. SE nº 28/06.499/06.

    Artigo 369 ‐ O Programa tem os seguintes objetivos gerais:  I  ‐  possibilitar  que  as  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  ensino  constituam‐se  em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros docentes. já cursando a 4ª série. 1º. 2º.    Artigo 364 ‐ O Programa. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade”  Subseção I  Da Instituição.  II ‐ na segunda etapa.    Artigo 367 ‐ A Secretaria da Educação manterá. tanto quanto possível.    Artigo  365  ‐  A  Secretaria  da  Educação. será executado pelos alunos  das 2ªs e 4ªs séries do ensino fundamental em duas etapas:  I  ‐  na  primeira. disposto no artigo anterior. os mesmos estudantes. frutíferas e  adaptadas ou comuns no município onde crescerão. mediante requisição escrita  dos estabelecimentos de ensino. 3º. bem como  os "kits" dispostos no inciso I do artigo 364.  sob  supervisão de professores universitários.  Parágrafo  único  ‐  A  escolha  do  tipo  de  árvore  ficará  a  critério  da  Secretaria  disposta  no  caput  que. as sementes necessárias à viabilização do programa. cadastro de todos os alunos que participaram do programa.  (Lei nº 9.476/96. transferirão  as  árvores.  com  anuência  da  prefeitura  local  em  relação  à  escolha  da  mesma. atuarão nas classes e no horário de aula da rede estadual  de ensino ou em projetos de recuperação e apoio à aprendizagem.  para  o  local  do  plantio.  certificado  de  mérito  sobre  a  importância  da  sua  atitude  na  preservação  do  ambiente. a entrega de sementes de plantas nativas do Brasil.    Artigo 366 ‐ A Secretaria do Meio Ambiente fornecerá.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  de  ensino  entregarão.  privilegiará.  quando  em  solenidade  será  delimitada  a  área  do  então  formado  bosque  e  identificado  como  realizado por aquela turma pertencente a determinada instituição de ensino.  aos  estudantes  participantes. arts.Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores    Artigo  363  –  O  Programa  Permanente  de  Plantio  de  Árvores  destina‐se  aos  estudantes  do  ensino  fundamental  da  rede  pública  de  educação  pertencente  ao  Estado  de  São  Paulo. da Destinação e dos Objetivos    Artigo  368  –  O  Programa  “Bolsa  Formação  ‐  Escola  Pública  e  Universidade”  ‐  destina‐se  a  alunos  dos  cursos  de  graduação  de  instituições  de  ensino  superior  que.  por  meio  de  suas  Diretorias  de  Ensino  e  mediante  convênio.  envidará  esforços  para  que  as  prefeituras  dos  municípios  envolvidos  no  programa delimitem áreas com a finalidade de implantar nas mesmas os futuros bosques.  previamente  desenvolvidas  ao  longo  dos  anos  anteriores. os alunos das segundas séries  plantarão as sementes das futuras  árvores em "kits" de isopor apropriados a esta finalidade. por meio dos estabele‐cimentos de  ensino.   130 .

 3º.  observada  a  minuta‐padrão  de  termo  de  convênio.627/07.    Artigo  372  –  A  Secretaria  da  Educação    celebrará  convênios  com  Municípios  situados  no  Estado  de  São  Paulo  que  manifestem  interesse  de  aderir  ao  Programa. das Competências e dos Convênios    Artigo  370  ‐  O  Programa  será  desenvolvido  pela  Secretaria  da  Educação. Expansão e Objetivos    Artigo 373 ‐ O Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ‐ Bolsa  Alfabetização.  observada  a  minuta‐padrão de termo de convênio.  III ‐ estabelecer procedimentos para viabilizar a efetiva implantação e potencializar  o Programa junto às unidades escolares da rede pública de ensino.   Parágrafo  único  ‐  O  valor  a  ser  transferido  à  instituição  de  ensino  superior  será  definido  pela  Secretaria  da  Educação. nos termos  de normas complementares a serem editadas pela Secretaria da Educação.  (Decreto nº 51. a partir dos convênios firmados.  desenvolvam  ações  que  contribuam  para a melhoria da qualidade de ensino.  mediante a celebração de convênios com instituições de ensino superior que atuem na formação  de  docentes  para  o  ensino  fundamental  e  médio.  IV  ‐  planejar.  acompanhar  e  avaliar  os  projetos  desenvolvidos.  III ‐ permitir que os educadores da rede pública estadual.  (Decreto nº 51.  consistente em número de salas de aula e/ou de alunos atendidos. 1º e 2º)    Subseção II  Do Desenvolvimento.  de  acordo  com  a  unidade  de  remuneração  empregada.     Artigo 371 ‐ Incumbe à Secretaria da Educação:  I ‐ estabelecer diretrizes para a execução do Programa de acordo com os projetos  prioritários em desenvolvimento na rede estadual de ensino.627/07.s.   Parágrafo único ‐ Poderão apresentar planos de trabalho as instituições de ensino  superior que mantenham cursos de graduação voltados para a formação de docentes. 4º e 5º)    Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização  Subseção I  Da Instituição.  mantido  nas  escolas  da  rede  pública  estadual  da  Capital  e  Grande  São  Paulo  ‐  131 . arts.  diretamente  ou  por  intermédio  da  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE. em colaboração com os  alunos/pesquisadores  das  instituições  de  ensino  superior.  V  ‐  repassar  os  recursos  necessários  ao  atendimento  das  despesas  com  a  concessão de bolsas‐auxílio aos alunos referidos no artigo 368 e com a supervisão didática destes.  que  integrarão  o  Programa.II  ‐  propiciar  a  integração  entre  os  saberes  desenvolvidos  nas  instituições  de  ensino superior e o perfil profissional necessário ao atendimento qualificado dos alunos da rede  estadual de ensino.  II ‐ coordenar as ações do Programa.  por professores universitários. art.

 para a  proposição e  execução  do  Plano de Trabalho. desde que os alunos estejam cursando a partir do 2º semestre.  que  sejam  incumbidas  regimental  ou  estatutariamente das atividades do ensino.  5.  4. 2º)    Subseção III  Das Atribuições e Competências    Artigo  375  ‐  Caberá  à  Secretaria  de  Estado  da  Educação. certidão de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. as IES deverão apresentar a seguinte documentação:  1.  § 2º ‐ No ato de inscrição. nos termos estipulados no instrumento respectivo.  instituída  pela  Resolução SE nº 91 de 2008. será responsável.  objetivando:  I ‐ possibilitar o desenvolvimento de experiências e conhecimentos necessários aos  futuros  profissionais  de  Educação. SE nº 90/08.  seminários  para  divulgação  de  resultados. art. que possuam cursos presenciais devidamente autorizados e/ou  reconhecidos nas áreas de Pedagogia. avaliação entre os parceiros do projeto.  §  5º  ‐  As  IES  habilitadas  deverão  abrir  conta  bancária  no  Banco  Nossa  Caixa.  §  4º  ‐  A  Equipe  de  Gestão  Institucional  do  Bolsa  Alfabetização.  acompanhar  e  avaliar  o  desenvolvimento  do  programa  em  conformidade com o Plano de Trabalho aprovado. portarias de autorização ou reconhecimento do MEC ou do Conselho Estadual  de Educação dos cursos disponibilizados para o Projeto.  (Res.  devidamente aprovado pela Equipe de Gestão Institucional. com habilitação para magistério de 1ª a 4ª série ou Letras  com habilitação para o magistério. será expandido para as unidades escolares do Interior do Estado ‐ CEI. as Instituições de Ensino Superior ‐ IES  sediadas no Estado de São Paulo.  3.  troca  de  experiências.  132 .  exclusiva para operações financeiras do Projeto.  II  ‐  orientar. por analisar e aprovar os  Planos de Trabalho apresentados pelas Instituições de Ensino Superior. certidão negativa de débito no INSS.  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos do 1º ano ‐ ciclo I do Ensino Fundamental.  II  ‐  apoiar  os  professores  de  1º  ano  do  ciclo  I. SE nº 90/08.  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir a aprendizagem da leitura e escrita a todos os alunos.  nos  moldes  definidos  no  Anexo II. inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ‐ CNPJ. dentre outras atribuições. art.  por  intermédio  da  Fundação para o Desenvolvimento da Educação ‐ FDE:  I ‐ repassar os valores estipulados para custeio das despesas oriundas da execução  do convênio. a partir  de 2009. cópia autenticada do Contrato Social e última alteração ou Estatuto e a última  ata e constituição da diretoria vigente.  (Res.  § 1º ‐ Poderão inscrever‐se para o Projeto.  2.COGSP. 1º)    Subseção II  Dos Convênios    Artigo 374 ‐ A Secretaria da Educação firmará convênio com Instituições de Ensino  Superior  ou  com  entidades  a  elas  vinculadas.  §  3º  ‐  As  IES  deverão  apresentar  Plano  de  Trabalho.  III  ‐  promover  debates.

  atender  a  todas  as  disposições  do  Regulamento  do  Projeto.  conteúdos  significativos  produzidos  pela  parceria. realizado na  unidade escolar.  para  esclarecimentos  e  encaminhamentos  operacionais.  junto  aos  alunos  pesquisadores. sendo  4 (quatro) horas diárias. junto com o professor regente.  sob  a  supervisão  de  seu  professor  orientador:  I  ‐  auxiliar  o  professor  regente  na  elaboração  de  diagnósticos  pedagógicos  de  alunos.  conforme  critérios  estabelecidos  no  Regulamento do Projeto.  VI.IV  ‐  divulgar.  § 2º ‐ Na impossibilidade da participação em HTPC. assegurar a freqüência dos alunos pesquisadores. sempre com o professor regente.  em  comum  acordo  com  o  professor  regente.  subsidiando‐o  no  desenvolvimento  do  Plano  de  Trabalho. em 20 (vinte) horas semanais.  responsável  por  representar  a  Instituição  perante  a  Secretaria  da  Educação.  VIII. individualmente  ou em grupo.  III  ‐  escolher.  X. o aluno deverá cumprir as 20  (vinte) horas na classe de 1º ano.   II  ‐  indicar  um  interlocutor  administrativo. assim como  a orientação da FDE. substituir os alunos que não cumprirem o Regulamento do Projeto. de 2ª a 6ª feira. art.  juntamente  com  as  IES.  VII. respeitadas as diretrizes e normas pedagógicas da Secretaria da Educação.  o  tema  para  o  desenvolvimento da pesquisa de acordo com o Anexo I.  (Res.  executar  o  objeto  do  convênio  de  acordo  com  o  Plano  de  Trabalho  anual  aprovado.    Artigo 376  ‐ Caberá às Instituições de Ensino Superior:  I ‐ indicar professores orientadores.  IX. quando solicitado. observando o Anexo I desta seção. como segue:  1 ‐ 18 (dezoito) horas em classe de 1º ano do ciclo I do Ensino Fundamental. arts.  em  conjunto  com  o  professor  orientador.  IV ‐ cumprir outras atribuições previstas no Regulamento do Projeto e no Anexo I.  2 ‐ 2 (duas) horas em Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo ‐ HTPC.  V.  (Res.  III  ‐  garantir  a  participação  do  orientador e  do  interlocutor  em  reuniões  mensais  ou. SE nº 90/08. 5º)    133 . sempre que solicitados. SE nº 90/08.  atividades  didáticas destinadas aos alunos.  II  ‐  planejar  e  executar.  apoiar  e  acompanhar  a  qualidade  do  trabalho  desenvolvido  pelo  professor  orientador.   §  1º  ‐  O  aluno  pesquisador  deverá  realizar  atividades. 3º e 4º)    Subseção IV  Das Atribuições do Aluno    Artigo  377  ‐  Caberá  ao  aluno  pesquisador. conforme Regulamento do Projeto. para acompanhamento da execução do Plano  de Trabalho e orientação dos alunos em suas pesquisas.  na  unidade  escolar  onde  atua. participar de reuniões junto à Secretaria da Educação.  IV  ‐  selecionar  os  alunos  inscritos.  dando  efetivo  cumprimento ao Plano de Trabalho. junto à equipe de gestão institucional.

  (Res. nas disciplinas de  formação  profissional.  obedecido o calendário escolar. eles são abordados de forma genérica ou superficial no interior das  134 .  II  ‐  localização  geográfica  das  unidades  das  IES.  Cabe a ressalva já feita na análise das ementas segundo a qual.  ficando  70%  para  outro  tipo  de  matérias  oferecidas  nas  instituições  formadoras.)  comparecem  apenas  esporadicamente  nos  cursos  de  formação.     Artigo  379  ‐  Caberá  à  Equipe  de  Gestão  Institucional  definir  o  período  de  encaminhamento dos alunos.  ‐  Os  conteúdos  das  disciplinas  a  serem  ensinadas  na  educação  básica  (Alfabetização. incide na formação do aluno.  O Projeto Bolsa Alfabetização nasceu do mesmo compromisso e tem a missão de  cumprir determinados objetivos estratégicos do Programa Ler e Escrever.  de  acordo com os requisitos estabelecidos no Regulamento do Projeto.  seja  de  natureza  sociológica. e revisado anualmente.  III  ‐  quantidade  de  alunos  aptos  a  participar  do  Projeto  Bolsa  Alfabetização.  por meio do coordenador pedagógico.  produziu  um conjunto de materiais de apoio para o aluno e para o professor do 1º a 5º ano e desenvolve  um  programa de formação continuada que  visa  acompanhar o  trabalho  pedagógico das  escolas. futuro professor.  a  Secretaria  de  Educação.  O Programa Bolsa Alfabetização apóia os professores da rede que atuam nas salas  de ciclo I e. feita pela Fundação Carlos Chagas. arts.  juntamente  com  a  FDE.  de  modo  a  favorecer  o  atendimento do número de classes das Diretorias de Ensino.  psicológica ou outros.  Como  estratégia.    Artigo 380 ‐ O plano de trabalho deverá ser desenvolvido ao longo do ano letivo.  na  grande  maioria dos cursos analisados.. com associação em poucos casos às práticas educacionais.  predominam  os  referenciais  teóricos. enfocando as iniciativas  empreendidas no 1º ciclo do Ensino Fundamental ‐ etapa decisiva na vida dos alunos. do gestor escolar e da equipe de formadores de todas as  diretorias do Estado.. Na recente pesquisa  “Formação inicial de professores para o Ensino Fundamental:  Instituições Formadoras e seus Currículos”. A meta é alfabetizar 100% das crianças da rede  estadual  até  2010. respeitando o calendário escolar da rede pública estadual de ensino. incluindo o mês de julho. 6º. 7º e 8º)    ANEXO I  Projeto Pedagógico do Projeto Bolsa Alfabetização    O Programa Ler e Escrever nasceu com o compromisso de fazer frente aos baixos  índices de alfabetização no estado de São Paulo. SE nº 90/08. os  pesquisadores concluem que:  ‐ A proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional  específica  é  de  30%. ao mesmo tempo.Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho    Artigo  378  ‐  As  vagas  em  classes/turmas  da  1º  ano  do  ciclo  I  do  Ensino  Fundamental das escolas da CEI e da COGSP serão distribuídas entre as IES selecionadas de acordo  com os critérios:  I ‐ adequação do Plano de Trabalho em relação às diretrizes propostas pelo Bolsa  Alfabetização.

  Isso  ocorre  porque  tais  métodos  não  consideram o modo próprio como os alunos pensam e se esforçam para construir conhecimentos  sobre  a  escrita.  compartilhando  os  marcos  conceituais. Sabe‐se hoje que os alunos pensam sobre a  escrita  e  desenvolvem  complexas  hipóteses  para  explicar  as  regularidades  do  sistema.  Nota‐se que o uso de cartilhas e de métodos prontos não se mostraram eficientes  para  a  conquista  dos  níveis  mais  avançados  de  avaliação.  metas  e  programação anual. por meio da leitura e da escrita. uma situação problemática tem de permitir que os alunos ponham em prática  os esquemas de assimilação que já construíram e interpretam. nos diferentes gêneros. é necessário manter uma rotina de leitura e de  escrita na escola e desenvolver projetos e seqüências didáticas que permitam aos alunos refletir  sobre  o  funcionamento  do  sistema  de  escrita.  compreende‐se que o problema a ser resolvido “deve ter sentido no campo de conhecimento dos  alunos.  é  necessário  o  esforço  conjunto  das  Diretorias  Regionais de Ensino e das IES. Inhelder.  é  preciso  que  o  aluno  vivencie  práticas  de  leitura  e  escrita  significativas ao longo do 1º ciclo.  Também  é  conveniente que o problema seja rico e aberto. 1992) 2”. Para o desenvolvimento do programa na IES. que atuam como instituições parceiras e executoras do programa  localmente. porém estes  conhecimentos  prévios  não  devem  ser  suficientes  para  resolvê‐la:  a  situação  deve  exigir  a  construção  de  novos  conhecimentos  ou  de  novas  relações  entre  os  já  elaborados. compartilhando  suas  diferentes  práticas.  Os  propósitos  são  determinantes  do  modo  de  se  ler.  questões  vivas  e  candentes  da  prática  educativa em sala de aula. a partir dos mesmos. porém não deve ser resolúvel só a partir dos conhecimentos que as crianças já possuem.  Em outras palavras.  135 .  portanto.  O Bolsa Alfabetização está estruturado de modo a levar às instituições formadoras  problemas  relacionados  à  didática  de  alfabetização.  Não  levam  os  alunos  para  além  da  simples  decodificação  de  palavras  isoladas  e  frases  simples. Marco conceitual  Nesse programa. Isso significa afirmar que para que  haja  aprendizagens  nesse  campo.  mas  tais  conhecimentos  não  surgem  espontaneamente:  entende‐se  que  a  escola  e  o  professor.  O  acesso  às  práticas  leitoras  e  escritoras  são  condições  para  quaisquer  possibilidades de construção de conhecimentos sobre a língua. os recursos da  sua própria língua. são os responsáveis por inserir os alunos no universo da cultura escrita.  não  cumprem  o  propósito  de  apresentar  a  língua  na  sua  real  complexidade como objeto social de conhecimento.  ele  aprende  nas  mais  diferentes  situações  nas  quais  é  chamado  a  resolver  problemas  significativos  que  lhe  demandem  elaborar  idéias  e  hipóteses próprias. que coloque os alunos diante da necessidade de  tomar  decisões  que  lhes  permitam  escolher  procedimentos  ou  caminhos  diferentes  (Douady. é necessário que seja apresentado um  Plano  de  Trabalho  (Anexo  II)  que  explicite  a  metodologia  empregada  na  formação  e  no  acompanhamento  dos  alunos. Tal como Delia Lerner. como etapas rumo à compreensão da escrita alfabética. compreende‐se a Língua Portuguesa como conhecimento que se  organiza. Para que  tal  projeto  seja  implantado  por  todo  o  Estado.  Parte‐se de uma concepção de aprendizagem construtivista que considera o aluno  como  sujeito  de  sua  própria  aprendizagem.  se  reproduz  e  se  recria  nas  diferentes  práticas  sociais  de  leitura  e  de  escrita.  Para o sucesso dessa alfabetização.  tanto  quanto  são  determinantes  das  características do texto a ser produzido. as intenções de quem escreve.disciplinas  de  metodologias  e  práticas  de  ensino.  sobre  os  usos  e  funções  da  língua  e  sobre  as  especificidades da linguagem que se escreve. sabendo usar.  em  especial. de modo autônomo.  sugerindo  frágil  associação  com  as  práticas  docentes 1. Estar alfabetizado significa  saber mais do que decodificar textos simples.  objetivos.  pois.  1986. para torná‐los conteúdos da formação inicial dos professores.

 o que e  como se ensina. da gestão de sala de aula e das relações de ensino e  aprendizagem na alfabetização inicial.  3.  espera‐se  aproximar  os  alunos‐pesquisadores  dos  professores  titulares  das  escolas  públicas.  A  imersão  na  escola  permitirá  aos  alunos  lidar  com  a  interpretação  de  gestos.  Os  alunos‐pesquisadores  são  entendidos  como  sujeitos  históricos  que  carregam  visões de mundo próprias.  apoiar  e  subsidiar  os  professores‐titulares  na  sistematização  de  conteúdos  de  Língua Portuguesa.  A pesquisa qualitativa permitirá aos  alunos‐pesquisadores conhecer  como as práticas pedagógicas podem ser mediadas por conhecimentos sobre a didática da língua.  produção  oral  com  destino  escrito. na comunidade de sua IES.  fortalecendo  as  relações entre ensino e  aprendizagem.  leitura  feita  pelo  professor. não só nas escolas  em que atuam.  cópia  e  ditado  (ressignificação  da  cópia).  conteúdos  e  metodologias  que  envolvem  a  formação  inicial  de  professores alfabetizadores. principalmente.  Tais  conteúdos  devem  ser  sistematicamente acompanhados.  Por  meio  de  uma  metodologia  qualitativa  participativa.  enfrentando  assim  os  reais  dilemas  da  alfabetização  no  1º  ano. opiniões. ao longo do ano.  tomando  para  si  os  princípios  da  metodologia  qualitativa participativa como a mais adequada aos propósitos de apoiar as salas de aula do ciclo I  e seus professores titulares.  Objetivos gerais  * possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos e experiências necessários aos  futuros  profissionais  de  educação  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos da 1ª série do Ciclo I.  * estratégias de apoio ao trabalho de alfabetização na escola.  envolvendo‐os  com  os  problemas próprios da transposição didática. mas. centrados nas diferentes situações em foco na pesquisa:  rotina  de  leitura  e  de  escrita.  *  apoiar  os  professores  da  1ª  série  do  Ciclo  I  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir aprendizagem da leitura e da escrita a todos os alunos ao final do ano letivo.  construir  conhecimentos  sobre  a  prática  docente  em  relação  ao  processo  de  aprendizagem dos alunos. hábitos e crenças sobre alfabetização e as tantas ações do dia a‐dia de uma sala  de  aula.  Nesse contexto.  2. por meio da garantia  de algumas condições e orientações didáticas importantes no processo de alfabetização no ciclo I. compreender que o fracasso da aprendizagem não se justifica pelo erro ou falta  do aluno. o trabalho do professor deve apoiar o aluno na sistematização de  conhecimentos didáticos específicos.  Poderão  participar  do  cotidiano da escola. sempre respeitando o papel distinto do professor regente da sala.  Conteúdos gerais  *  objetivos.O  marco  conceitual  das  concepções  de  ensino  e  de  aprendizagem  também  deve  embasar  as  estratégias  de  trabalho  na  formação  de  professores:  entende‐se  que  os  alunos‐ pesquisadores  também  são  sujeitos  de  suas  aprendizagens  profissionais  e  que  isso  se  faz  no  enfrentamento de situações homólogas àquelas vivenciadas pelos professores titulares. São também  sujeitos da própria aprendizagem e constroem conhecimentos sobre o que é ser professor.  em funcionamento em contextos reais de sala de aula. mantendo‐se numa relação mais horizontal.  Objetivos específicos  1. na medida em que também vão  atuar junto aos alunos. conforme plano de trabalho da IES. mas também pelas inadequadas ou insuficientes condições de ensino.  Conteúdos específicos:  136 . mediados em maior ou menor grau pela cultura escolar. nos diferentes contextos e nas interações de que participam.  As singularidades do sujeito pesquisador e as necessidades práticas do programa  definem  o  escopo  teórico‐prático  do  projeto.  atitudes.

  construir  boas  intervenções  didáticas.  137 .  d) conhecimentos sobre a linguagem que se escreve.  sistematizar  as  condições  e  as  orientações  didáticas  de  algumas  das  situações  didáticas nucleares no ciclo I:  a.  intervenções  pedagógicas com os alunos que não avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  3.  dando  ao  professor  regente  a  condição  de  acompanhar  pequenos  grupos  de  alunos que  necessitam de atendimento mais individualizado.  segundo plano de execução aprovado pela Secretaria da Educação e FDE.  4.  2. a prova e seus desafios.     Ações  Espera‐se que os alunos pesquisadores obtenham orientação adequada de sua IES. conhecimentos didáticos:  a) conceito de ambiente alfabetizador.  b) o papel do conhecimento didático no planejamento do professor.  f)  condições  e  orientações  didáticas  para  a  organização  e  manutenção  de  uma  rotina de leitura e de escrita.  c) aspectos da gramática. conhecimentos sobre o funcionamento da rede pública de ensino  a) a avaliação escolar nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Rede Estadual  de São Paulo. Rotina de leitura e de escrita.  colaborar  com  a  gestão  da  sala.  as  hipóteses  de  escrita  e  sua  evolução  segundo a Psicogênese da Língua Escrita  e demais pesquisas correlatas.  c) avaliação como regulação da função social da escola. pontuação etc. conhecimentos psicolingüísticos:  a) concepções sobre ensino e aprendizagem. produção oral com destino escrito.  3. cópia  e ditado (ressignificação da cópia). escrita.  d.  b) concepção de avaliação.  b.  b)  a  construção  da  escrita  pelas  crianças.  desenvolvendo  plano  de  ação  com  os  alunos  mais  avançados.  favorecendo o avanço dos alunos nas diferentes  práticas de leitura e escrita.  e)  conhecimentos  sobre  as  intervenções  pedagógicas  com  os  alunos  que  não  avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  em  conjunto  com  o  professor  regente.  4. Cópia e ditado (ressignificação da cópia)..  c. os últimos dados e os desafios  que se apresentam. Produção oral com destino escrito. leitura feita pelo professor.  d)  conceito  de  sondagem  e  análise  dos  mapas  de  acompanhamento  da  alfabetização.  em  conjunto  com  o  professor  regente  da  sala. ortografia.  c) planejamento de estratégias de apoio ao professor regente.  d) planejamento de estratégias de apoio ao aluno.  b) usos e funções da Língua Portuguesa segundo as práticas de leitura. para o desenvolvimento  das seguintes ações:  1.  desenvolver. conhecimentos lingüísticos:  a) conceito de gênero do discurso e seu papel na definição dos objetos de estudo  da leitura e da escrita.  2.1.  e)  análise  da  avaliação  em  seu  município  e  na  escola  que  atua  como  aluno‐ pesquisador. Leitura feita pelo professor.

  g.  b. as situações diárias de leitura e escrita na escola.  A  seguir.  conteúdos  e  programação previstas no projeto pedagógico do Bolsa Alfabetização. o papel da leitura como atividade permanente na rotina.  c. Os temas a seguir referem‐se a diferentes situações didáticas que favorecem o processo de  138 . critérios para a organização do tempo didático.  os  objetivos.  o  sistema  de  avaliação  e  os  indicadores.  2. o equilíbrio entre as atividades de leitura e de escrita. de sua adaptação à rotina de trabalho e do acolhimento de suas observações e  impressões.  deve‐se  apoiar  o  aluno  na  compreensão  da  rotina  pedagógica que dá suporte às aprendizagens no campo da alfabetização.  sempre  respeitando  o  marco  conceitual. como segue:  1º semestre  O primeiro semestre de um aluno pesquisador. pois são muitos os desafios que precisam ser vencidos  nesse primeiro momento:  a.  f.  b.  conforme  consta  no  regulamento  do  programa. na faculdade e na escola.  e.  deve‐se  cuidar  da  entrada  do  aluno na escola.   Desenvolvimento  As  IES  devem  apresentar  um  Plano  de  Trabalho. os alunos devem ser orientados a conhecerem e a refletirem sobre a rotina de leitura e  de escrita da escola:  a.  d.5. Rotina de leitura e de escrita  Feita  a  passagem  desses  primeiros  meses  de  adaptação  e  de  construção  de  vínculos.  organizar  ações  capazes  de  promover  e  alimentar  um  ambiente  alfabetizador  para os alunos do 1º ano. o intercâmbio entre a diversidade técnica acadêmica e a prática pedagógica.  a  apropriação  pela  IES  das  definições  dos  papéis  de  aluno‐pesquisador  e  de  professor‐orientador.  1.  Devem  também  explicitar  a  metodologia  de  pesquisa.  c. a postura do aluno‐pesquisador nos dois ambientes.  deve  dividir‐  se  entre  os  dois  momentos. que permita de fato a troca.  elencamos  os  principais  tópicos  a  serem  trabalhados  nesses  dois  momentos.  Em  um  primeiro  momento.  a  identificação  do  aluno  com  o  professor  e  a  construção  de  um  olhar  mais  compreensivo para a complexidade que é a sala de aula.  Em  um  segundo  momento. aprendiz que entra em sala de aula  pela  primeira  vez  e  tem  à  frente  a  tarefa  de  acompanhar  os  processos  de  alfabetização. a apropriação pela IES do conceito de estágio como espaço de investigação das  relações entre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa. a construção de uma relação positiva entre alunos‐pesquisadores e professores‐ titulares. a participação dos alunos‐pesquisadores nas HTPCs. A adaptação do aluno‐pesquisador na escola:  A  entrada  dos  alunos  na  escola  é  assunto  dos  mais  delicados  e  exige  um  acompanhamento do professor‐orientador.   Programação anual  A  programação  da  orientação  de  pesquisa  é  regulada  pela  participação  do  aluno  no Programa.  explicitando  como  pretende  desenvolver  o  programa  e  orientar  os  alunos  em  suas  pesquisas.    2º semestre em diante  A partir do 2º semestre.  d. os alunos já devem dedicar‐se a um dos temas 3 com mais  afinco.

  Delia  &  PIZANI.  _________.  Delia.  _________ Emília.Porto Alegre. Record. 1992  _________ Vida de professores. Escrever e ler ‐ Volume I e II.  tarefas  para  profissionais.). Artmed. S. 1990. 2ª edição. Porto Alegre: Artmed.) Histórias de professores: leitura.  A. Manuel M. A aprendizagem da Linguagem escrita.  _________  Emília. 1997. São Paulo: Editora Cortez.  G. MORILLO.  Peres  T.  Rio  de  Janeiro. Emília. Os filhos do analfabetismo.1996. Delia.  LERNER. 2002.  _______.1985. Lisboa. Compreensão da  leitura e expressão escrita.  Claudia. 1992  _________  Profissão  Professor. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. Maribel M.  PALACIOS.  David  R. Leitura feita pelo professor.  3.  TEBEROSKY. 2001. S. 1997. J. Hermine (Ed. 1990  _______. São Paulo: Editora Cortez.  KAUFMAN.  Alicia  Palácios  . Porto Editora. Dom Quixote.leitura  e  de  escrita  dos  alunos. O Ensino da Linguagem escrita. I. Alfabetização em processo.  Porto  Editora. Alicia de Pizani. Os professores e sua formação. Ler e escrever na escola.  NÓVOA.N.  2.  Reflexões  sobre a proposta pedagógica construtivista. Ática. 2007  LERNER.  São Paulo. A escrita antes das letras in: SINCLAIR. PIMENTEL. 1998. Delia de Zunino. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). 2000.  Ensinar. Produção oral com destino escrito.  Nogueira.  recomenda‐se  especial atenção à bibliografia empregada. Reflexões sobre alfabetização. 1989.  Cardoso  B.  Pode ser tema da pesquisa de um aluno pesquisador:  1. Emília.  Cultura  escrita  e  educação:  conversas  de  Emilia  Ferreiro  com  José  Antonio  Castorina.  Por  isso.  ___________ Myriam. São Paulo: Cortez Editora. Porto Alegre: Artmed. A.. Ática.  Os  processos  de  leitura  e  escrita:  novas  perspectivas. 1996.  NEMIROVSKY. Mirta. & TEIXIDÓ. Artmed.  CURTO. CASTEDO.  ________ Emília (org. número ritmos e melodias. TERUGGI. O construtivismo na sala de aula.  A reflexão sobre a prática pressupõe um arcabouço teórico que dê sustentação às  análises  e  argumentações  da  investigação  dos  alunos‐pesquisadores.) A produção de notações na  criança: linguagem. 2002. Porto Alegre: Artmed. Brasília: MEC/SEF. O real. o possível e o necessário. Editora Porto.1992.    Bibliografia    ALARCÃO. Emilia.  2000. Porto Alegre.  Alfabetização  de  crianças:  construção  e  intercâmbio. Porto Alegre: Artmed. Artmed.  FERREIRO. Ana. César (org).  LERNER.  Porto  Alegre:  Artmed  1998.Emília. Lilia &  MOLINARI. Magaly Munhoz&LERNER. São Paulo: Editora Cortez.  A  ênfase  nas  práticas  educativas  exige  do  aluno  uma  reflexão  teórica. Ana Maria.  139 .  KRAMER.  O  mundo  no  papel:  as  implicações conceituais e cognitivas da leitura e da escrita. A psicogênese da língua escrita. Lluís Maruny. 1995. mas também prática. São Paulo: Ática.  A  aprendizagem  da  língua  escrita  na  escola. Artmed. Lisboa.  M.  COLL.  2002. São Paulo. Com todas as letras.  1995  OLSON. A experiência pedagógica. & SOUZA.  Porto Alegre.  PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ‐ Introdução. (org. escrita e pesquisa em educação. 1987  ________. Myriam.  e  PALÁCIO. Emília & TEBEROSKY. Porto Alegre: ARTMED.  (org). 1999. Daniel Goldin e Rosa MariaTorres.

 Liliana & TEBEROSKY. Além da alfabetização.  COLOMER.  d)  Apresentação  da  matriz  curricular.  contendo:  1. 2001  REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL. 2003.  TEBEROSKY. Brasília:MEC/SEF. São Paulo: Editora Ática. Brasília:MEC/SEF. 10ª edição. com respectivo(s) currículo(s) anexo(s).  b) Relação nominal  do(s) professor(es) orientador(es) destacados pela Instituição  de Ensino Superior. 1997.  no  máximo. Ana. São Paulo: Editora Ática. 1997.  as  quais  deverão  comportar. Antoni. 1996.  VYGOTSKY. Ana.  Porto Alegre.      ANEXO II  Plano de Trabalho    Os  planos  de  trabalho  deverão  ser  apresentados  pelas  Instituições  de  Ensino  Superior. Brasília:MEC/SEF. Leitura significativa. 2000. Seis Estudos de Psicologia.  ZABALA.  2. 1998. por 02 (duas) turmas. 1999. 1998.  Ana. Estratégias de leitura. no máximo.  bem  como  os  números  dos  respectivos  registros  das  matrículas e históricos escolares. Datas e horários das reuniões.  Liliana. Forense ‐ 1967. Isabel. Telma. J . Artmed. Porto Alegre: Editora Artmed. (org) A profissionalização dos formadores de professores.  c) Indicação do interlocutor administrativo da Instituição.  Aprendizagem  da  Linguagem  Escrita  ‐  processos  evolutivos  e  implicações  didáticas. 1995.  PIAGET.  D.  Porto Alegre Artmed. Formação social da mente.  Aprender  a  Ler  e  a  Escrever  ‐  uma  proposta  construtivista.  g)  Descrição  dos  critérios  utilizados  para  formação  das  turmas  de  orientação  na  Instituição. Frank.  PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES.  TOLCHINSKY.  40  (quarenta)  alunos  pesquisadores  para  cada professor orientador. L. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre: Artmed.S.  Teresa. P. Vozes.  f) Relação nominal dos alunos selecionados para atuar no Projeto. 1999.  REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ‐ Brasília: MEC/SEF. 1999  ___________ Compreendendo a leitura. a serem atendidas pela Instituição. São Paulo. 2002  TOLCHINSKY. contendo:  a) Dados cadastrais da Instituição. Petrópolis. São Paulo: Ática. Porto Alegre. respeitados os  critérios  descritos  no  Regulamento.  TEBEROSKY.  WEISZ. Porto Alegre: Artmed.  e) Proposta com o número de classes de 1ª série do ciclo I do Ensino Fundamental.  SOLÉ.  Educando  o  profissional  reflexivo:  um  novo  design  para  o  ensino  e  a  aprendizagem.  por Diretoria e Município.  PERRENOUD. Artmed. 2003  SCHÖN.  140 .  SMITH. 1997.  2003.PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Língua Portuguesa. Martins Fontes.  h) Cronograma e plano de desenvolvimento dos encontros semanais de formação. Porto Alegre. A Prática Educativa ‐ Como ensinar. Psicopedagogia da Linguagem Escrita.  ementas  e  bibliografia  dos  cursos  de  Pedagogia e Letras. Artmed. que poderá ser responsável. Explicitação dos temas a serem abordados nos encontros ao longo do ano.

 1º. as mesmas normas regimentais que disciplinam a matrícula de alunos  brasileiros nas escolas do sistema estadual de ensino. único alterado pela Lei nº 7. 1º e 4º)      TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR    CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA. art. AVALIAÇÃO. RENDIMENTO. RECUPERAÇÃO.i)  Orientações  para  a  atuação  dos  alunos  pesquisadores.828/05.  terão  preferência  os  candidatos  com  domicílio  escolar  ou  oriundos  de  creches  situadas no setor abrangido pela escola.  j) Planilha de custos que demonstre a previsão mensal da aplicação dos recursos a  serem repassados pela Secretaria de Estado da Educação.402/91)    Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro    Artigo 384 ‐ A Direção dos estabelecimentos que ministram o ensino fundamental  e  médio  deverão  proceder  à  matrícula  dos  alunos  estrangeiros  sem  qualquer  discriminação.  (Lei nº 973/76. por meio de pesquisa sobre a  dinâmica de funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.  Parágrafo  único  –  Para  matrícula  nas  1ªs  séries  e  nas  vagas  remanescentes  das  demais  séries. arts.  formas  de  acompanhamento. REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR E  DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais    Artigo  383  ‐  Terão  preferência  para  matrícula  em  Escola  Estadual  de  ensino  fundamental  e  médio.  exceto  nas  1ªs  séries. inclusive quando se tratar de  transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior. tendo como base as normas  curriculares gerais.    Artigo 385 ‐ A escola poderá reclassificar os alunos. na forma regulamentar.  (Lei nº 11.  observando. no que couber.  os  candidatos  que  tenham  sido  alunos  do  mesmo  estabelecimento no ano anterior. com o par. adolescentes e jovens.  conforme  projeto  pedagógico  constante  no  Anexo  I  desta resolução.    Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro"    Artigo  381  –  O  Prêmio  "Parlamentar  do  Futuro"  destina‐se  a  desenvolver  e  incentivar a consciência política nas crianças.  141 .    Artigo  382  ‐  A  entrega  do  prêmio  de  que  trata  esta  seção  deverá  ser  efetivada  durante a realização da Sessão do Parlamento Jovem da Assembléia Legislativa do Estado de São  Paulo.  formação  e  avaliação.

  (Res. arts. 6º. os registros de avaliação das 1ª e 2ª  séries  do  ensino  fundamental  a  serem  digitados  no  Sistema  de  Avaliação  e  Freqüência  ‐  SAF  se  restringirão aos componentes curriculares de língua portuguesa e matemática. ou  seja. 4º. arts.     Artigo 387 ‐ A partir do 3º bimestre de 2007. à exceção das disciplinas de educação física e arte. SE nº 61/07. 5º. registrando no Sistema as notas e freqüência dos alunos.  aos  pais ou responsáveis.   Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho de  Classe  e  Série  emitir  o  parecer  sobre  a  situação final do aluno que deverá ser informada no Sistema de Cadastro de Alunos da SEE    Artigo  390  ‐  Será  considerado  como  patamar  indicativo  de  desempenho  escolar  satisfatório a nota igual ou superior a cinco. em cada componente  curricular. para  viabilizar  o  Boletim  Escolar  que  será  entregue  aos  respectivos  alunos  ou. art. SE nº 61/07. a nota relativa ao último bimestre e a nota que expressará a avaliação final. ao longo do bimestre e de todo ano letivo. arts.  (Res. conforme a escala numérica especificada no artigo 386.  por  componente curricular.  aquela  que  melhor  reflete  o  progresso  alcançado  pelo  aluno  ao  longo  do  ano  letivo.  o  professor  deverá  emitir. 3º)     Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final    Artigo  389  ‐  Ao  final  do  semestre/ano  letivo. SE nº 61/07.     Artigo 391 ‐ A escola deverá assegurar que os resultados bimestrais e finais sejam  sistematicamente documentados.  (Res.  Parágrafo  único  ‐  As  sínteses bimestrais  e  finais  devem  decorrer da  avaliação  do  desempenho  escolar  do  aluno.  o  registro  das  sínteses  bimestrais e finais dos resultados da avaliação do aproveitamento do aluno. 1º e 2º)    Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho    Artigo  386  ‐  Nas  escolas  da  rede  estadual  de  ensino. tendo em vista o  processo inicial de alfabetização.  quando  menores. CEE nº 16/97.(Del. 1º e 2º)    Subseção II  Do Registro de Freqüência    Artigo  388  ‐  O  registro  de  freqüência  do  aluno  de  1ª  a  4ª  séries  do  ensino  fundamental será expresso em dias letivos. 8º)    142 .  realizada  por  diferentes  instrumentos  de  avaliação  e  de  forma  contínua e sistemática. será efetuado em escala numérica de notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez).  simultaneamente.

 CEE nº 11/96.  nos  demais casos. art.   § 2º ‐ Após cada avaliação periódica.  (Del. no conjunto dos  componentes  curriculares  cursados.  com  preponderância  dos  aspectos  qualitativos  sobre  os  quantitativos e dos resultados obtidos durante o período letivo sobre os da prova final.068/08.  III – à Vara da Infância e da Juventude. ficará a juízo do diretor. o resultado final da avaliação de que trata o caput  deste artigo será registrado em documento escolar próprio.  § 1º ‐ A comunicação a que se refere o caput tem caráter preventivo. SE nº 61/07. aos pais e outras providências a  serem tomadas. ouvido o órgão próprio. o professor responsável registrará em ficha  individual.  de  acordo  com  seu  regimento. 1º)     Subseção II  Do Pedido de Reconsideração    Artigo 395 ‐  No inicío  de cada  ano letivo.  (Lei nº 13.  § 2º ‐ A comunicação deverá ser feita quando for atingido o limite de 20% (vinte  por cento) das faltas. por  escrito.  as  dificuldades  observadas  de  aprendizagem bem como as recomendações aos próprios alunos.  de  conteúdo  equivalente  ao  do  modelo  anexo.  ou  entregue  aos  mesmos  mediante  ciência  inequívoca.  II – ao Conselho Tutelar. caso esta  seja exigida. considerando as características individuais do aluno e indicando sua possibilidade de  prosseguimento de estudos .  a  Escola  comunicará  aos alunos e  seus  responsáveis  legais  o  calendário  escolar  com  informações  sobre  o  direito  de  pedido  de  143 .  (Res. 9º)    Seção IV  Da Avaliação do Aluno  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios    Artigo  394  ‐  O  resultado  final  da  avaliação  feita  pela  Escola.  a  ocorrência  de  excesso  de  faltas  dos  alunos  regularmente  matriculados  no  ensino  fundamental e no ensino médio:  I – aos pais. afixado em data e local previamente  comunicados  aos  alunos  e  seus  responsáveis  legais.   § 4º ‐ No caso de eventual recurso quanto ao resultado final da avaliação. a fim de que  não seja ultrapassado o limite permitido de 25% (vinte e cinco por cento) de ausências. art.  no  caso  de  alunos  com  nota  abaixo  da  média  da  classe  ou  com  conceito  insatisfatório  e.   § 3º ‐ É obrigatório o registro das observações mencionadas no parágrafo anterior. deve refletir o desempenho global do aluno durante o período letivo. as fichas  individuais  das  avaliações  periódicas  constituem  documentos  indispensáveis  para  decisão  do  recurso pela autoridade responsável.  § 1º ‐ Nos termos regimentais.Artigo 392 – As escolas da rede pública estadual ficam obrigadas a comunicar. 1º)    Artigo  393  ‐  O  Centro  de  Informações  Educacionais  ‐  CIE  será  responsável  pelo  suporte técnico do Sistema de Avaliação e Freqüência. art.

   Parágrafo único ‐ Esgotadas todas as possibilidades de solução na própria Escola.reconsideração  ou  recurso.   § 4º ‐ A comunicação da decisão sobre o pedido de reconsideração. dirigido ao Diretor da Escola e posterior recurso.  ouvida  a  Diretoria de Ensino. do colegiado referido no caput deste artigo. mediante  termo de ciência assinado pelo responsável.  mediante  petição  escrita  e  fundamentada que será protocolada na Escola. caberá pedido de  reconsideração. na falta  deste.  o  Diretor  da  Escola  decidirá  sobre o mesmo. competirá ao Supervisor de  Ensino.  o  pedido  de  reconsideração  poderá  ser  entregue até o 5º dia do mês em que se inicia o período letivo subseqüente. ao aluno ou ao  seu responsável. registrando‐os em Termo de Visita. arts.   § 1º ‐ A ausência de professores do aluno requerente no colegiado de que trata o  caput  deste  artigo  apenas  se  justificará  em  caso  de  afastamento  das  respectivas  funções. 3º. ou seu responsável legal.  em  processo  apropriado a ser instaurado até o 3º dia subseqüente ao recebimento da representação.  deverá  ser  interposto até o 5º dia subseqüente à data de afixação ou ciência inequívoca prevista no § 1º do  artigo 394.     Artigo  398  ‐  Em  caso  de  pedido  de  reconsideração.   144 . do seu  responsável  legal.  no  final do período letivo. dirigido ao Dirigente Regional de  Ensino  ou.  Ocorrendo a hipótese de estarem afastados mais de 50% (cinqüenta por cento) dos professores do  aluno  requerente. verificar a inobservância. CEE nº 11/96.   §  3º  ‐  Não  havendo  na  Escola  procedimentos  que  garantam  ao  aluno  o  cumprimento  do  prazo  previsto  no  parágrafo  anterior. do disposto nos artigos 394 e 395.  dirigido  ao  Diretor  da  Escola.     Artigo 396 ‐ Divulgados os resultados das avaliações.   §  5º  ‐  Na  impossibilidade  de  reunião.     Artigo 397 ‐ No caso de não cumprimento dos artigos 394 e 395.  ao  órgão  equivalente  de  Supervisão  delegada  por  legislação  específica. em conformidade com a ação supervisora pertinente à avaliação realizada durante o ano  letivo. ouvido o órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição ou. sendo legitimados como recorrentes o aluno.  quanto à inobservância do disposto nos artigos 394 e 395 o Supervisor de Ensino representará ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  que  decidirá  a  respeito  no  prazo  de  15  (quinze)  dias. 2º.  constituído por todos os  professores do aluno e  integrantes da equipe pedagógica. ouvida a  Direção da Escola.  nos  termos  do  disposto  nos  artigos  398  e  399  incluindo  prazos  e  procedimentos.   §  2º  ‐  O  pedido  de  reconsideração. 4º e 5º)     Subseção III  Dos Recursos    Artigo 399 ‐ Da decisão da Direção da Escola caberá recurso do aluno ou.  a  constituição  do  colegiado  será  definida  pela  direção  da  Escola.   (Del.  dirigido  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino. deverá ser feita até o 10º dia subseqüente à interposição do pedido.  colegiado nomeado ad hoc pela direção. o mesmo deverá reunir‐se até  o 8º dia do ano letivo subseqüente. caso em que  indicará à Direção da Escola os procedimentos necessários. total ou parcial.  quando  for  o  caso.  por  força  de  recesso  escolar  ou  férias.

 à vista dos documentos referidos no artigo 394 e parágrafos.  os  aspectos  que  as  fundamentam  e  levar  em  consideração.   § 1º ‐ O relatório da Comissão de Supervisores deverá levar em consideração.  ‐ histórico escolar do aluno.  se  requisitados  por  ela. só se justificando a substituição deste último por afastamento de suas funções.  deverão  ser  enviados  à  Diretoria  de  Ensino  em  sua  forma  original  ou  sob  a  forma  de  cópias  reprográficas  devidamente  autenticadas pela Escola:   1  ‐  Relatório  do  Supervisor  da  Escola  sobre  a  situação  (baseado  nos  termos  de  visita)  quanto  aos  aspectos  administrativos  e  pedagógicos  que  envolvam  a  análise  e  a  avaliação  dos seguintes documentos:   ‐ planos de ensino do componente curricular objeto da retenção.  ‐  projetos  de  avaliação  e  descrição  dos  seus  instrumentos. ao menos um dos seguintes aspectos:   a)  evidência  da  falta  de  procedimentos  pedagógicos  previstos  no  Regimento  Escolar  ou  proposta  pedagógica.  ‐ ficha individual de avaliação periódica do aluno prevista no parágrafo 2º do artigo  394 .  3  (três)  Supervisores  de  Ensino.  contendo  os  fundamentos  da  decisão  adotada  pelo  colegiado  competente.  especialmente  os  de  reforço  e  recuperação.  no  mínimo.  os  seguintes  documentos  abaixo  que. até o 5º dia subseqüente ao protocolo  do recurso.  2 ‐ Análise do expediente que trata de pedido de reconsideração informado pela  Escola.   § 2º ‐ O expediente será ainda instruído com relatório elaborado pelo Supervisor  de Ensino da Escola.  necessariamente.   §  4º  ‐  O  expediente.  ‐ projetos de adaptação e de seu processo de realização (quando for o caso).  até  o  30º  dia  subsequente  ao  seu  recebimento.  deverá ser encaminhado pela Escola à Diretoria de Ensino.     Artigo  401  ‐  As  decisões  da  Escola  e  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverão  apontar  claramente  e  por  escrito.  após  o  pronunciamento  de  uma  Comissão  de.   § 3º ‐ O recurso ao Dirigente Regional de Ensino deverá ser protocolado na Escola  até o 5º dia subseqüente ao conhecimento inequívoco pelo interessado da decisão do Diretor da  Escola. visando à superação das deficiências de aproveitamento demonstradas pelo aluno.  ‐ projetos de recuperação e relatório de seu processo de realização.  um  dos  quais  o  supervisor  da  respectiva Escola.  devolvendo  o  expediente de imediato à Diretoria de Ensino.   b) atitudes discriminatórias contra o aluno. mediante termo  de  conhecimento  inequívoco. no  mínimo.  com  indicação  dos  critérios utilizados.  ao  longo  do  ano  letivo.   § 2º ‐ A escola comunicará ao interessado a decisão do recurso.  instruído  nos  termos  dos  parágrafos  1º  e  2º  deste  artigo.     Artigo 400 ‐ O Dirigente Regional de Ensino emitirá sua decisão de mérito sobre o  recurso  interposto.  ‐ diários de classe.§ 1º ‐  O expediente deverá  ser  instruído  com cópia  do processo  de  que trata  do  pedido  de  reconsideração.   ‐ atas das Reuniões Pedagógicas em que se analisou o desempenho dos alunos ao  longo e ao final do ano letivo.   145 .  até  o  5º  dia  subseqüente  ao  seu  recebimento.

 devendo constar do prontuário do aluno cópias de  todas as decisões exaradas. arts. recuperação e promoção. Período da avaliação:____________  5.     Artigo 406 ‐ Os recursos previstos nesta seção não têm efeito suspensivo. 6º. 8º. para apreciação e julgamento. 12 e 13)    ANEXO (§ 2º do art.     Artigo  405  ‐  A  documentação  do  pedido  de  reconsideração  ficará  arquivada  na  Escola e a do recurso na Diretoria de Ensino.c)  inobservância  das  normas  regimentais  da  Escola.     Artigo 402 ‐  Da decisão do Dirigente Regional de Ensino. 7º.   d) inobservância de outras normas e leis aplicáveis. Nota do Aluno: _____________ 6.  observadas  as  normas  regimentais  para  apreciação  e  julgamento.   (Del. caberá recurso especial  ao  Conselho  Estadual  de  Educação.  Conceito  do  aluno:__________8. 9º e 10)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 404 ‐ A inobservância dos prazos estabelecidos nesta seção acarretará.  em  caráter  prioritário. o indeferimento do seu pedido e. Aluno:___________________________ 2.  que  poderá  ser  interposto  mediante  petição  protocolada  na  Escola ou na Diretoria de Ensino.   (Del. providenciará sua remessa ao Conselho  Estadual de Educação. de todos os recursos que receba. para  o interessado. arts. Nota Média da Classe: _________________  7.     Artigo  403  ‐  Protocolado  no  Conselho  Estadual  de  Educação. 11. Recomendações do professor ao aluno:______________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  11.  Professor:____________________  3.  em  especial  as  referentes  a  avaliação. Recomendações do professor aos pais:______________________________________  146 .  o  recurso  especial  será  apreciado.  Número  de  alunos  da  classe  em  cada  conceito:_________________________________________________________________  9. instruída com o expediente respectivo. 394)  FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO PERIÓDICA    1. Disciplina e Série: _________________ 4. CEE nº 11/96. em igual prazo. Principais dificuldades do aluno:  ________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________  10. quanto aos órgãos educacionais.   Parágrafo único ‐ Recebido o recurso especial pela Escola. a apuração de  responsabilidade das autoridades envolvidas. CEE nº 11/96. esta o enviará até o 2º  dia subseqüente à Diretoria de Ensino que.

 que pretende a equivalência de seus  estudos em nível de conclusão do ensino fundamental ou médio.  que  pretendam  prosseguir  seus  estudos  no  ensino  fundamental  ou  médio.  de  acordo  com  sua  proposta  pedagógica  e  seu  regimento.    Artigo 410 – Alunos do sistema brasileiro. nos termos da Deliberação CEE nº 10/97 (•). em cuja jurisdição residir. exclusivamente ou por período superior a dois anos.  deve  classificar  o  aluno  levando  em  conta  seu  grau  de  desenvolvimento.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar. deve apresentar sua solicitação  diretamente na Diretoria de Ensino. escolas sediadas fora do país. no sistema de ensino do Estado de São Paulo.  147 . Outras observações: _____________________________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________    _________________    ______________________     ________________  Data e visto dos pais            Data e visto do Diretor           Data e visto do      ou responsável             Supervisor       Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior    Artigo 407 – A equivalência de estudos realizados no exterior em nível do ensino  fundamental e médio.  Parágrafo único – Para declarar a equivalência de estudos em nível de conclusão.    Artigo 409 – Aluno proveniente do exterior. deve requerer matrícula diretamente na unidade escolar de seu  interesse.  § 2º –  São considerados como alunos do sistema brasileiro de ensino aqueles que  freqüentam escola no exterior por período de até dois anos.  (•) A Deliberação CEE nº 10/97 encontra‐se anexada a esta unificação. regula‐se pelo disposto nesta  seção.________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  12.  § 1º –  Para os efeitos desta seção consideram‐se alunos do exterior aqueles que  freqüentaram. a  Diretoria de Ensino levará em conta a análise da escolaridade do aluno e os seus direitos no país  de origem. que pretende prosseguir seus estudos em cursos  de ensino fundamental e médio.    Artigo 408 – Aluno do exterior. Providências do professor e da Escola para auxiliar o aluno: ______________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  13.  escolaridade anterior e competências. tal como definido no § 2º do artigo 407.  devem  solicitar  matrículas junto à unidade escolar. comparando‐a com as exigências do sistema brasileiro.

 o responsável pela análise poderá:  I – solicitar tradução da documentação. o Diretor da Escola deverá explicitá‐la. facultando‐lhe ampla defesa e produção de provas.  determina  à  Escola  a  emissão de novo documento. solicitando a competente e eficaz verificação.  observando  as  normas  legais  vigentes e os meios técnicos disponíveis.  comunica  o  fato  ao  solicitante. caberá sempre recurso ao Conselho Estadual de  Educação.    Artigo 412 – De qualquer decisão. encaminhando‐o à Diretoria de Ensino da área  de jurisdição da Escola a que ele se refere.  II  ‐  constatada  incorreção.Parágrafo único – A unidade escolar levará em conta o disposto no parágrafo único  do  artigo  408  . 3º.  providencia encaminhamento ao órgão competente. no que tange à conclusão de curso.  falha  ou  omissão  nos  registros. conforme o caso:  I ‐ comprovada a regularidade dos registros. arts. em caso de necessidade. 5º e 6º)      Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares    Artigo  413  ‐  O  Diretor  da  Escola  deverá  proceder  à  minuciosa  verificação  da  documentação  escolar  apresentada  para  efetivação  da  matrícula. autenticidade ou legitimidade do  documento. a escola que  solicitou a conferência deve convocar o interessado representado por seu pai ou responsável.  não  podendo  contudo  decidir  de  forma  que  aluno  tenha  seus  estudos  comprimidos.  o  Supervisor  responsável  pela  Unidade  Escolar  efetuará  a  sua  verificação.   148 . dando ciência do fato ao solicitante. confirma a autenticidade e devolve o  documento ao solicitante. sempre que entender necessária para sua  compreensão.    Artigo 416 ‐ Nos casos a que se refere o inciso IV do artigo anterior.  para  verificar  a  autenticidade  da  documentação.  adotando  os  seguintes  procedimentos. se  menor  de  idade.    Artigo  415  ‐  Recebida  a  documentação  na  Diretoria  de  Ensino.    Artigo  411  –  Na  análise  da  documentação  trazida  pelo  aluno  proveniente  do  exterior.  IV  ‐  constatada  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade. 1º. 2º. 4º.  III  ‐  verificada  irregularidade  na  vida  escolar  do  aluno  passível  de  regularização.  II  –  diligenciar.  imediatamente  após  a  constatação  da  irregularidade  para  tomar  a  termo  suas  declarações. CEE nº 21/01.  pelo  meios  possíveis.    Artigo 414 ‐ Havendo dúvidas quanto à exatidão. confirma sua autenticidade e devolve ao solicitante.  Parágrafo  único  –  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá  avocar  qualquer  processo sempre que houver interesse.  (Del.

 mediante  portaria a ser homologada pelo Supervisor de Ensino e encaminhada para a publicação no Diário  Oficial pelo Dirigente Regional de Ensino. nos termos do artigo 418.  inclusive publicação  em  DOE e  não  tendo  o  interessado  atendido  à  convocação  no  prazo  fixado  pela  autoridade  competente. expedida por escolas ou instituições de outros Estados da Federação.    Artigo 421 ‐ Aplicam‐se as disposições desta subseção aos casos de documentação  enviada para conferência por instituições de ensino superior e outros órgãos. será encaminhada pelo Dirigente Regional de Ensino para  publicação no Diário Oficial.    Artigo  420  ‐  Após  a  anulação  dos  atos  escolares  e  possíveis  documentos  expedidos.   § 2º ‐  Utilizados todos  os meios de  comunicação. caso o  aluno tenha realizado estudos em nível superior.  Parágrafo único ‐ Em se tratando de escola extinta ou inexistente.    Artigo  417  ‐  Comprovada  a  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.  Convênios  ou  Termos  de  Cooperação  Técnica.  III  ‐  concluir  e  encaminhar  o  processo  à  Coordenadoria  de  Ensino  à  qual  está  jurisdicionada.  anular  os  atos  escolares  praticados  pelo  aluno  e  possíveis  documentos  emitidos. por delegação do  Secretário  da  Educação  do  Estado  de  São  Paulo.  deve  o  Diretor  da  Escola  onde  o  interessado  tenha  usufruído  direitos  indevidos. que tomará as providências pertinentes ao caso.  homologada pelo Supervisor de Ensino.  no  que  couber. a convocação  do interessado deverá ser procedida pela escola a que se refere o documento escolar. nos termos do artigo  417.    Artigo 422 ‐ As instituições com sistema de supervisão próprio. conforme a área de localização  da escola.    Artigo  423  ‐  As  situações  que  não  se  enquadrem  nesta  subseção  deverão  ser  encaminhadas às respectivas Coordenadorias de Ensino.  Parágrafo único ‐ Para as situações previstas no caput deste artigo.  Parágrafo  único  ‐  Confirmada  a  falta  de  autenticidade  ou  idoneidade  da  documentação.  devem ser adotados os procedimentos previstos nos artigos 417. em São Paulo. a anulação será  feita por meio de portaria do Dirigente Regional de Ensino.  seguirão  as  instruções  contidas  nesta  subseção. o Diretor da Escola  deve  solicitar  a  conferência  diretamente  aos  órgãos  das  respectivas  Secretarias  de  Estado  da  Educação.§1º ‐ O resultado do procedimento deve ser comunicado à escola a que se refere o  documento.  mediante  portaria  que.  II ‐ oficiar ao Conselho Regional da Categoria para o caso de o aluno ter cursado  habilitação profissional. 418. para publicação em Diário Oficial.    Artigo 418 ‐ Após a publicação de anulação de documentos.    Artigo  419  ‐  Quando  a  matrícula  for  instruída  com  documentação  que  suscite  dúvidas.  encaminhando os atos anulatórios às Coordenadorias de Ensino.  mediante  Resolução. a Diretoria de Ensino tomará as seguintes providências:  I ‐ oficiar ao órgão representativo do Ministério da Educação. devem ser tomadas as providências previstas nos artigos 416 e 418. 419 e 420.  cabe  ao  Diretor da Escola a que os documentos se referem. proceder à anulação dos mesmos.  149 .

 1º a 11)    Subseção II  Dos Procedimentos para Tramitação de Expedientes/Processos de Regularização de Vida Escolar    Artigo 424 – A Secretaria da Educação procederá à regularização de vida escolar de  alunos do ensino fundamental e médio do sistema estadual de ensino.  § 2º ‐ O órgão recorrido terá o prazo de 30 dias para decidir o recurso.(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14. art. 3º)    Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade    Artigo 429 ‐ A realização da prova de escolaridade para clientela não escolarizada  ou semi‐alfabetizada. para fins de ingresso no mercado de trabalho ou  prosseguimento de estudos.  150 .  (•) A Indicação CEE nº 8/86. arts. será regida pelas disposições desta seção. art. com idade igual ou superior a 14 anos. através de diligência ou sindicância.s.05.  Parágrafo  único  –  Somente  após  encerrado  o  processo  apuratório  de  eventuais  irregularidades  no  funcionamento  da  escola. 1º.  II – marcar a data para a realização da prova de escolaridade. 3º e 4º)    Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor    Artigo 428 ‐ Quando a irregularidade na vida escolar do aluno ensejar suspeita de  ação dolosa por parte da Direção de Escola ou de seus Mantenedores ou ainda de funcionários de  órgão da Pasta.  conforme a legislação em vigor.    Artigo  427  ‐  Da  decisão  das  escolas  e  Diretorias  de  Ensino  caberá  recurso  ao  Conselho Estadual de Educação. integrante da Deliberação CEE nº 18/86.    Artigo 430 ‐ Compete ao Diretor da Escola:  I – atender e entrevistar o candidato.  (Del.  § 1º ‐  A parte  interessada em recorrer.  considerando‐se a situação específica de cada aluno. SE nº 307/86.  aplicar‐se‐ão  as  disposições  da  subseção  anterior.2.  III – designar um ou mais professores para:  a)  elaborar as provas. encontra‐se anexada a esta unificação. deverá fazê‐lo no prazo de 10 dias. CEE nº 18/86. em nível de conclusão de uma das  quatro primeiras séries do ensino fundamental.    Artigo 426 ‐ A análise dos protocolados referentes à regularização de vida escolar  obedecerá às disposições da Indicação CEE nº 8/86 (•). na forma desta subseção.  (Res. apurar‐se‐á preliminarmente esta suspeição. após  ciência da decisão.    Artigo 425 ‐  O  Conselho Estadual de Educação poderá  avocar  ex officio qualquer  protocolado que trate de regularização de vida escolar. 2º.

 nas diretrizes curriculares nacionais e na base  nacional  comum  do  currículo.  realizada  por  professor  designado  pela  direção  da  escola. na série ou termo definido no competente atestado expedido. neste caso.   § 1º ‐ O regime de que trata este artigo pode ser organizado em um ou mais ciclos.   § 1º ‐ O mesmo referencial será adaptado para matrícula nas etapas subseqüentes  à inicial. que deverá ser obrigatoriamente proporcionada pelas redes públicas de ensino  fundamental.   § 2º ‐ No caso de opção por mais de um ciclo.  bem  como  a  avaliação  de  competências. devem ser adotadas providências  para que a transição de um ciclo para outro se faça de forma a garantir a progressão continuada.  151 . se necessário.   §  3º  ‐  A  avaliação  de  competências  poderá  indicar. 3º.  via  regular ou estudos equivalentes. em função da idade.   § 3º ‐ O regime de progressão continuada deve garantir a avaliação do processo de  ensino‐aprendizagem. a série ou termo a que tem direito a matricular‐se.  §  2º  ‐  A  Escola  deverá  manter  livro  próprio  para  registro  dos  dados  pessoais  do  candidato bem como dos elementos citados nas alíneas “a” e “b” do inciso IV deste artigo.  § 1º ‐ A prova de escolaridade será arquivada na Escola. a análise e o parecer conclusivo sobre o nível  de escolaridade atingido pelo candidato. SE nº 310/89.    Artigo  431  ‐  O  Diretor  da  Escola  envidará  todos  os  esforços  no  sentido  de  incentivar  o  candidato  ao  prosseguimento  de  seus  estudos.  (Res.  o  qual  deve  ser  objeto  de  recuperação  contínua  e  paralela.    Artigo 434 ‐ A idade referencial para matrícula inicial no ensino fundamental será a  de seis anos.  b) a finalidade do mesmo.  no  ensino  fundamental  do  Sistema de Ensino do Estado de São Paulo terá duração de oito anos.  ainda. arts.  com  fundamento nos conteúdos mínimos obrigatórios.  IV – Com base no parecer conclusivo do professor. tanto para ingresso no mercado de trabalho como para  prosseguimento de estudos e. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada  Subseção I  Da Progressão Continuada    Artigo  433  –  O  regime  de  progressão  continuada. na própria prova.  a  partir  de  resultados periódicos parciais e. 1º.  a  qual  indicará  a  necessidade  de  eventuais  estudos  de  aceleração  ou  de  adaptação.  c) corrigir e emitir. que não poderá ultrapassar ao de conclusão de  4ª série do ensino fundamental.  o  controle  e  o  acompanhamento do processo previsto nesta seção.b) estabelecer os critérios para avaliação das mesmas.  com  a  conseqüente  matrícula.  a  necessidade  de  educação especial.  mantida  preferencialmente a matrícula no período adequado. expedir o respectivo atestado. no final de cada período letivo. datando‐a e assinado‐a no seu final.  especificando:  a) o nível de escolaridade atingido.    Artigo  432  ‐  Competem  às  Diretorias  de  Ensino  a  orientação.   § 2º ‐ A matrícula do aluno transferido ou oriundo de fora do sistema estadual de  ensino  será  feita  tendo  como  referência  a  idade.

 de avanço. além daquelas a serem adotadas no âmbito  do próprio estabelecimento de ensino. CEE nº 9/97.  Artigo  435  ‐  O  projeto  educacional  de  implantação  do  regime  de  progressão  continuada deverá especificar. implementação e avaliação do projeto. dos Conselhos Tutelares e do CONDECA.   § 2º ‐ Os projetos educacionais dos estabelecimentos particulares de ensino serão  apreciados pela respectiva Diretoria de Ensino.  devendo os demais  encaminhar  seus projetos  à  apreciação  da  respectiva  Diretoria  de  Ensino  do  Estado.   IX ‐ dispositivos regimentais adequados. mecanismos que assegurem:   I ‐ avaliação institucional interna e externa.   §  3º ‐  Os  estabelecimentos  de ensino  de  municípios  que  tenham  organizado  seu  sistema de ensino terão seu projeto educacional apreciado pelo respectivo Conselho de Educação.  verificando  periodicamente os casos especiais previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 434. tomar as seguintes providências:  I  ‐  alertar  e  manter  informados  os  pais  quanto  às  suas  responsabilidades  no  tocante à educação dos filhos. entre outros aspectos. inclusive no que se refere à freqüência dos mesmos. as escolas de ensino fundamental devem.   II ‐ tomar as providências cabíveis. de reforço.   IV ‐ meios alternativos de adaptação.  (Del.  para  que  estas  solicitem  a  devida  colaboração  do  Ministério  Público.   X  ‐  articulação  com  as  famílias  no  acompanhamento  do  aluno  ao  longo  do  processo. fornecendo‐lhes informações sistemáticas sobre freqüência e aproveitamento escolar.     Artigo 436 ‐ Com o fim de garantir a freqüência mínima de 75% por parte de todos  os alunos. de aproveitamento e de aceleração de estudos. arts.     Artigo  437  ‐  Cabe  à  supervisão  de  ensino  do  sistema  orientar  e  acompanhar  a  elaboração  e  a  execução  da  proposta  educacional  dos  estabelecimentos  de  ensino. conduzindo a uma avaliação  contínua  e  cumulativa  da  aprendizagem  do  aluno. de  reconhecimento. se necessárias.   VII ‐ contínua melhoria do ensino.   VIII ‐ forma de implantação. no âmbito da escola. ao final de ciclo ou nível.   II ‐ avaliações da aprendizagem ao longo do processo.   VI ‐ controle da freqüência dos alunos.   §  1º  ‐  Os  projetos  educacionais  da  Secretaria  da  Educação  e  das  instituições  de  ensino  que  contem  com  supervisão  delegada  serão  apreciados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.   III ‐ encaminhar a relação dos alunos que excederem o limite de 25% de faltas às  respectivas  Diretorias  de  Ensino. 1º ao 5º)          152 .   V ‐ indicadores de desempenho.   III  ‐  atividades  de  reforço  e  de  recuperação  paralelas  e  contínuas  ao  longo  do  processo e. junto aos alunos faltosos e  respectivos professores.  de  modo  a  permitir  a  apreciação  de  seu  desempenho em todo o ciclo. de reclassificação.

 por meio da progressão parcial. 1º e 2º)    Seção IX  Do Processo de Reclassificação    Artigo  440  ‐  A  reclassificação  de  alunos.  após  estudos  de  reforço  e  recuperação.  § 2º ‐ Poderá ser reclassificado o aluno que não obteve freqüência mínima de 75%  do total de horas letivas para aprovação no ano anterior.  § 5º ‐ Para o aluno da própria escola a reclassificação deverá ocorrer.  não  tiverem  sido  promovidos em até 3 disciplinas. SE nº 20/98.  (Res. com cópia anexada  ao prontuário do aluno. 1º e 2º)        153 . no máximo.  (Res. com base nos  resultados de avaliação diagnóstica. ocorrerá a partir de:  I – proposta apresentada  pelo professor ou professores do aluno. em qualquer  época do período letivo.Subseção II  Da Progressão Parcial    Artigo  438  ‐  As  escolas  que  mantêm  ensino  médio  poderão  adotar  a  progressão  parcial  de  estudos  para  alunos  que. com dependência cursada  mediante  orientação  de  estudos  e  freqüência  optativa  do  aluno.  §  1º  ‐  A  avaliação  de  competências  deverá  ser  realizada. contemple ou venha a contemplar a flexibilização curricular. em regime  de  progressão  parcial  . arts. nos termos desta subseção.    Artigo 439 ‐ As escolas.  a  critério  da  escola  e  conforme  sua  disponibilidade. por docente(s) da unidade escolar  indicado(s) pelo Diretor de Escola. para o aluno recebido por transferência ou oriundo de  país estrangeiro. com ou sem documentação comprobatória de estudos anteriores.  tendo  como  referência  a  correspondência  idade/série  e  a  avaliação  de  competências nas matérias da base nacional comum do currículo.  bem  como  a  necessidade  de  eventuais estudos de adaptação. arts. SE nº 21/98.  §  3º  ‐  Os  resultados  das  avaliações  serão  analisados  pelo  Conselho  de  Classe  ou  Série.  § 4º ‐ O parecer conclusivo do Conselho de Classe ou Série será registrado em livro  de ata específico.    Artigo  441  ‐  A  reclassificação  definirá  a  série  adequada  ao  prosseguimento  de  estudos  do  aluno. cuja proposta pedagógica para o ensino médio.  poderão  dar  continuidade  à  sistemática até então adotada.  podendo  cursar.  Parágrafo único – Os alunos serão classificados na série subseqüente.  concomitantemente  ou  não.  até  15  dias  após  solicitação do interessado. regular ou  supletivo.  até o final do primeiro bimestre letivo e.  II  –  solicitação  do  próprio  aluno  ou  seu  responsável  mediante  requerimento  dirigido ao Diretor da Escola.  as  disciplinas  em  que  não  obtiveram  êxito  no  período  letivo  anterior. devidamente assinado e homologado pelo Diretor de Escola.  em  série  mais  avançada  do  ensino  fundamental e médio.  que  indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  classificado.

  §  2º  ‐  A  implantação  a  se  efetivar. 20 e.Seção X  Das Classes de Aceleração    Artigo  442  –  A  rede  estadual  de  ensino  pode  promover    a  Reorganização  da  Trajetória  Escolar  no  Ensino  Fundamental. totalizando 30 horas semanais.  154 . com as Diretorias de Ensino e os diretores das escolas   quais unidades escolares que poderão implantar Classes de Aceleração.  § 4º ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  1 ‐ acompanhar o processo de organização e instalação das classes de aceleração   nas UEs.  inserida  na  proposta  educacional  da  escola  e  flexibilizada  em  termos  de  seriação  e  organização  curricular.  por  meio  da  implantação  de  Classes  de  Aceleração  integradas às séries desse grau de ensino. com 10 anos ou mais  de idade.  com  11  anos  ou  mais de idade.  3 ‐  alternativas de retomada  dos conteúdos curriculares.  § 3º ‐ Caberá às Coordenadorias de Ensino:  1  ‐  identificar  as  Diretorias  de  Ensino  que  apresentam  os  maiores  índices  de  defesagem idade/série.  procedentes  da  3ª  e/ou  4ª  série.  2  ‐  níveis  de  avanços  e  graus  de  dificuldades  encontrados  pelos  alunos  no  desenvolvimento das atividades propostas.  Parágrafo único ‐ As classes de aceleração serão constituídas de.    Artigo  443  ‐  As  Classes  de  Aceleração  visam  a  eliminar  distorção  idade/série  no  Ensino  Fundamental  por  meio  da  implantação  de  uma  estrutura  didático‐pedagógica  própria. procedentes da 1ª e/ou 2ª série. objeto da respectiva matrícula.  II  ‐  Aceleração  II  para  alunos.  gradualmente.    Artigo 445 ‐ As classes de aceleração serão organizadas em 2 ciclos ‐ Aceleração I e  Aceleração II. 25 alunos e funcionarão com carga de 5 horas diárias.  I ‐ Aceleração I para alunos. conjuntamente.    Artigo 444 ‐ O critério para implantação das classes de aceleração será o índice de  defasagem idade/série dos alunos matriculados no Ensino Fundamental. no mínimo.  Parágrafo  único  ‐  A  organização  curricular  deverá  pautar‐se  pela  Proposta  Pedagógica  das  Classes  de  Aceleração  no  Ensino  Fundamental  e  ser  flexibilizada  da  maneira  a  explicitar:  1 ‐ formas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos alunos.  no máximo.  § 1º ‐ Será considerado aluno com defasagem idade/série aquele que ultrapassar  em 2 ou mais anos de idade prevista.  2 ‐ definir.  2 ‐ supervisionar a ação pedagógica.    Artigo 446 ‐ A avaliação do aproveitamento escolar deverá resultar da análise do  processo de desenvolvimento do aluno e ter como objetivos:  I ‐ detectar as defasagens e  necessidades do processo de ensino aprendi‐zagem. para a série.  no  Ensino  Fundamental  contemplará os alunos matriculados de 1ª a 4ª série.

  4)  à  atuação  direta  e  diversificada  dos  professores  no  atendimento  das  necessidades  de  aprendizagem  dos  alunos. 1º. documentado e previamente divulgado aos pais.  § 1º ‐ O processo de evolução do aluno deverá ser objeto de registro sistemático   por parte do professor.  155 . 6º e 7º )    Seção XI  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  449  ‐  A  partir  de  2010.    Artigo 450 ‐ Para atendimento à recuperação contínua.  objetivando  superar  as  dificuldades encontradas pelos alunos no processo de escolarização. nas aulas a  esse fim destinadas.  oportunidades  de  estudos  de  recuperação. 3º. 2º.  capacitação  e  acompanhamento  técnico.II  ‐  propor  alternativas  para  superação  das  dificuldades  e  aprofundamento  do  conhecimento.  individualmente  ou  em  grupos  previamente  constituídos.  elementos  para  emissão  de  parecer  conclusivo  do  professor.  § 1º ‐ Todo trabalho de recuperação desenvolvido pelos professores.  submetendo  seu  parecer  à  homologação  do  Conselho de Ciclo ou Série.4º.  2)  ao  acesso  a  subsídios  pedagógicos  que  auxiliem  o  professor  em  sala  de  aula. poderá  ocorrer  com  agrupamento  de  alunos  por  série.    Artigo 447 ‐ Ocorrendo transferências ao longo do ano letivo. de forma a permitir :  1 ‐ por semestre. arts.  a  ser  homologado  pelo  Conselho de ciclo ou série. síntese do desempenho escolar de cada aluno. 5º. na forma prevista no item 4 do parágrafo anterior. SE nº 77/96.  § 2º ‐ Os alunos do Ciclo de Aceleração I.    Artigo  448  ‐  O  trabalho  docente  das  escolas  que  vierem  a  implantar  Classes  de  Aceleração  contará  com  o  apoio  dos  documentos  específicos.  indicativo  das  possibilidades  de  continuidade  de  estudos. deverá ser programado.  farão  jus  a  seis  horas  de  trabalho  pedagógico.  §  1º  ‐  A  carga  horária  de  trabalho  pedagógico  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  destina‐se:  1) à atuação direta dos professores em intervenções pedagógicas que superem as  dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos nas aulas regulares.  ou  5ª  série.  propiciando situações didáticas adequadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem.  (Res. devendo as escolas serem supridas com recursos didáticos e materiais adequados.  para  garantir.  todos  os  professores  do  ciclo  I.  ou  por  qualquer  outra  forma pedagogicamente recomendável. conforme Ficha  de Avaliação a ser encaminhada às Diretorias de Ensino e   2  ‐  ao  final  do  ano  letivo. serão promovidos para a  4ª  série.  1º  ao  5º  ano  do  ensino  fundamental. a unidade escolar deverá  se  reorganizar  continuamente  de  modo  a  assegurar  o  desenvolvimento  de  todos  os  recursos  disponíveis para a recuperação previstos nesta seção.  de  forma  continua  e  imediata.  3) à avaliação sistemática e regular do processo de recuperação contínua.  nível  de  conhecimento.  § 2º ‐ O atendimento.  ou  Ciclo  de  Aceleração  II  e  os  alunos  do  Ciclo  de  Aceleração  II  serão  promovidos para a 5ª série. ao final do ano. o professor indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  matriculado.

 a definição do local. quando necessárias. em conjunto com os professores envolvidos. quando necessário. providenciando  as reformulações. os critérios de encaminhamento e a forma de realização.  d)  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas. Coordenadorias e Equipe do  Ciclo I da CENP.  destinados  aos  alunos  dos  cursos  regulares  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e  do  ensino  médio.§ 2º ‐ Deverão ser lançados.  g)  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  desenvolvidas  pela  Diretoria  de  Ensino.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.  consultada  previamente a equipe do Ciclo I da CENP. implementar e acompanhar as propostas aprovadas. ao final de cada bimestre. SE nº 92/09. juntamente com o professor responsável pela recuperação.  (Res.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  aprovação.  c) coordenar. o resultado  alcançado ao longo dos estudos de recuperação. os critérios  de agrupamentos de alunos e ou de formação de grupos.    Artigo 451 ‐ Na  viabilização das atividades de recuperação dos alunos. ao final do semestre. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis. as respectivas propostas.  § 1º ‐ A continuidade da presente proposta para os anos seguintes dependerá dos  resultados obtidos na avaliação a que está sujeita a proposta.    Artigo 453 ‐ O processo de recuperação contínua criado e implantado nos termos  desta seção será acompanhado e avaliado pela Diretoria de Ensino. 1º a 8º )    Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio    Artigo  454  ‐  Os  estudos  de  recuperação. caberá ao  Diretor e ao Professor Coordenador:  a) elaborar.  b) definir. arts.  justificando  a  necessidade de sua continuidade.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar.  após  a  devida  análise  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  da  Oficina  Pedagógica  responsável  pelo  Programa  “Ler  e  Escrever”.  serão  decididos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino.  quando  devidamente  apresentados  e  justificados  pela  Direção  e  Supervisão  de  Ensino. os resultados alcançados nos estudos de recuperação.  §  2º  ‐  Os  casos  omissos. no ano de 2010.  § 3º ‐ Continua vigendo o Projeto Intensivo no Ciclo ‐ PIC.  f)  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  e)  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos.    Artigo 452 ‐ As turmas e as matrículas dos alunos encaminhadas para recuperação  paralela serão cadastradas em opção específica no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de  São Paulo. nos registros de avaliação  dos alunos.  das  escolas  da  rede  pública  156 .

  destinadas  ao  desenvolvimento das atividades de recuperação que se fizerem necessárias ao longo do ano letivo. a título de carga suplementar.  na seguinte conformidade:  I ‐ escolas com até 15 (quinze) classes.  III ‐ participar dos conselhos de classes dos alunos atendidos.  II  ‐  ser  assegurados  ao  aluno  de  forma  imediata.    Artigo 458 ‐ O apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem  de atendimento específico dar‐se‐á:  I ‐ prioritariamente.  paralela  e  ao  final  do  ciclo. das HTPCs ‐ Horas de  Trabalho Pedagógico Coletivas e das Orientações Técnicas promovidas pela Diretoria de Ensino. a composição do conjunto de aulas poderá ser reduzida  para 8 (oito) aulas. que necessitem desse atendimento. devem:  I ‐ constar da proposta pedagógica da escola e ser organizada mediante proposta  do  Conselho  de  Classe/Ano  e  ou  do  Professor  Coordenador  e  implementada  de  acordo  com  o  disposto nesta seção.  2  (dois)  conjuntos  de  cada disciplina.    Artigo 457 ‐ A atribuição das aulas a que se refere o parágrafo 2º do artigo anterior  deverá recair em docente que se enquadre no perfil requerido ao desenvolvimento do projeto e  que se comprometa a:  I ‐ assistir e apoiar todos os alunos dos turnos de funcionamento do ciclo II e/ou do  ensino médio.  juntamente  com  os  professores  responsáveis  pela  recuperação.  § 1º ‐ Excepcionalmente.  organizar  as  formas  e  o  tempo  de  atendimento  necessários  à  superação das dificuldades dos alunos.  III  ‐  se  constituir  em  propostas  próprias  que.  tão  logo  diagnosticadas  as  dificuldades  de  aprendizagem. saberes e conceitos não compreendidos pelos alunos. quando se tratar de atribuição.  II  ‐  escolas  com  16  (dezesseis)  a  29  (vinte  e  nove)  classes.  como  um  mecanismo  que  busca  desenvolver  e/ou  resgatar  as  competências  e  as  habilidades  necessárias  à  interação  do  aluno com os conteúdos do currículo que vêm sendo trabalhados pelos docentes.  § 2º ‐ A atribuição das aulas de que trata este artigo processar‐se‐á de acordo com  a legislação vigente sobre o assunto.  como  recuperação  contínua  ou  paralela.  II  ‐  subsidiar  os  demais  professores  das  disciplinas  previstas  nesta  seção  no  desenvolvimento da recuperação contínua.  oportunidades  de  superação das dificuldades encontradas ao longo de seu processo de escolarização.  priorizem  as  ações  resultantes  de  reuniões de trabalho e/ou formação coletiva. em grupos de alunos do mesmo nível de ensino.    Artigo  455  ‐  Os  estudos  de  recuperação. 1 (um) conjunto de cada disciplina. organizados  por classe/série.  Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  Equipe  Gestora. 3 (três) conjuntos de cada disciplina. pontuem as intervenções pedagógicas viabilizando a  retomada dos conhecimentos.  157 .  como  um  direito  garantido  aos  alunos  desses níveis de ensino.    Artigo  456  ‐  As  unidades  escolares  com  classes  de  ensino  regular  de  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e/ou  de  ensino  médio  passarão  a  contar  com  conjuntos  indivisíveis  de  10  (dez)  aulas  de  Língua  Portuguesa  e  de  10  (dez)  aulas  de  Matemática. e  III ‐ escolas com 30 (trinta) ou mais classes. por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios.estadual. a docente efetivo  incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente.  visam  a  garantir  de  forma  contínua.

  registrando  os  avanços  observados em sala de aula e na recuperação paralela. com parecer conclusivo do Supervisor de Ensino.  organização  e  desenvolvimento da recuperação contínua.  III  ‐  utilizar  diferentes  materiais  e  ambientes  pedagógicos  que  favoreçam  a  aprendizagem do aluno. definir os conteúdos.  e  de  forma  individualizada. registrando esses resultados e substituindo a nota do aluno  no bimestre.  II  ‐  avaliar  sistematicamente  o  desempenho  dos  alunos.  a  proposta  de  recuperação a ser aprovada pelo Dirigente Regional de Ensino.  V ‐ incorporar os resultados da avaliação das atividades de recuperação na síntese  do desempenho bimestral do aluno.  quais  os  alunos  que  necessitam  de  recuperação desde o início do ano letivo subsequente explicitando quais as dificuldades a serem  sanadas.    Artigo 458 C ‐ Ao Diretor de Escola e ao Professor Coordenador caberá:  I ‐ elaborar. de um trabalho específico.II  ‐  em  caráter  excepcional. as respectivas propostas.  IV  ‐  definir.  VI  ‐  zelar pela  incorporação e registro dos resultados da  avaliação das atividades  de recuperação. na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina. desde o início do ano letivo.  habilidades  e  conteúdos  que  deverão  ser  desenvolvidos  com  os  alunos  que  apresentam  necessidades  educacionais  especiais. após a devida apreciação conjunta  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  de  Oficina  Pedagógica  da  respectiva  disciplina. quando inferior à obtida na recuperação.  V ‐ avaliar continuamente os alunos atendidos.  juntamente  com  o  Professor  Coordenador.  III  ‐  elaborar. temporariamente.  promovidos para o ciclo II.  caberá:  I  ‐  identificar  detalhadamente  as  dificuldades  de  aprendizagem  dos  alunos  apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta seção.  IX  ‐  subsidiar  os  professores  da  respectiva  disciplina  na  seleção.  explicitando  a  natureza  das  competências. em ata.  158 .  bem  como  com  os  concluintes  do  ciclo  I. caberá:  I ‐ identificar as dificuldades dos alunos. com indicação de recuperação paralela.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  conjunta  da  Supervisão  de  Ensino  e  da  Oficina Pedagógica e posterior aprovação pelo Dirigente Regional de Ensino. as expectativas de  aprendizagem  e  os  procedimentos  avaliatórios  a  serem  adotados. para superação das dificuldades diagnosticadas.  II  ‐  desenvolver  atividades  significativas  e  diversificadas  que  levem  o  aluno  a  superar suas dificuldades de aprendizagem.  VII ‐ cuidar do registro.    Artigo  458  B  ‐  Aos  docentes  responsáveis  pelas  aulas  de  recuperação  paralela. em conjunto com os professores envolvidos. dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos  de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno. aferindo os avanços conquistados.  IV ‐ manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com  o respectivo Professor Coordenador.  para  aqueles  alunos  que  necessitam.  no  Conselho  de  Classe  Final.  com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação. com vistas a sinalizar o tempo necessário  de permanência deles na recuperação.    Artigo  458  A  ‐  Aos  professores  das  disciplinas  de  Língua  Portuguesa  e  de  Matemática da grade curricular do ciclo II e/ou do ensino médio.

    Artigo  458  E  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  de  Ensino.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar. os resultados  alcançados ao longo desses estudos.  V  ‐  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos.    Artigo 458 D ‐ À Equipe de Supervisão de Ensino e à da Oficina Pedagógica caberá:  I ‐ analisar as propostas apresentadas pelas escolas. juntamente com o professor responsável pela recuperação paralela. o local. acompanhar e avaliar a implementação das propostas de recuperação  da aprendizagem.II ‐ definir.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.    Artigo 458 F ‐ No processo de recuperação de estudos de que trata esta seção.  serão  decididos  pelo  159 .  IV  ‐  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.  IV  ‐  acompanhar  e  avaliar  as  propostas  em  andamento  e  decidir  sobre  sua  continuidade.    Artigo  458  G  ‐  Não  se  aplicam  as  disposições  desta  seção  às  escolas  de  tempo  integral que deverão desenvolver atividades de recuperação contínua.  quando  devidamente  justificados  pela  Supervisão  de  Ensino. quando necessárias.    Artigo  458  H  ‐  Os  casos  omissos  à  operacionalização  das  diretrizes  estabelecidas  nesta  seção. os critérios de encaminhamento e a forma de realização. aprovando‐as. principalmente nas Oficinas  Curriculares de Hora da Leitura e de Experiências Matemáticas. os  grupos e as matrículas dos alunos serão cadastrados em opção específica no Sistema de Cadastro  de Alunos do Estado de São Paulo. os  critérios de agrupamento dos alunos e/ou de formação dos grupos. quando as ações previstas forem compatíveis com o diagnóstico das  dificuldades apresentadas pelos alunos.  II ‐ orientar.  implementar  e  acompanhar  as  propostas  aprovadas.  providenciando as reformulações. semestralmente.  II  ‐  apresentar  estudos  conclusivos  sobre  os  resultados  obtidos  na  recuperação  paralela e de ciclo.  III ‐ analisar e avaliar.  VII  ‐  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  promovidas  pela  Diretoria  de  Ensino.  em  conjunto  com  a  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  I ‐ acompanhar e avaliar a execução das atividades desenvolvidas pelas Diretorias  de Ensino nas diferentes formas de recuperação. os impactos das atividades de recuperação  no desempenho escolar dos alunos. quando necessário. observando as expectativas de  aprendizagem. ao final do semestre.  justificando  sua continuidade.  III  ‐  capacitar  os  Professores  Coordenadores  e  os  docentes  responsáveis  pelas  atividades de recuperação paralela no início e no decorrer do ano letivo.  III  ‐  coordenar. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.  VI  ‐  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.

Dirigente  Regional  de  Ensino.  no  desempenho  de  suas  atribuições.  consultados  previamente  o  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e/ou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.  em  termo  de  visita.  deverão tomar as seguintes providências:  I  –  verificar  prontuários  dos  alunos  das  séries  finais  de  cada  nível  de  ensino  ou  curso. 2º e 4º)    Subseção II  Das Competências e Atribuições    Artigo  461  ‐  Os  Supervisores  de  Ensino.  Parágrafo único – Ocorrendo alguma dúvida quanto à legalidade do documento.  II – verificar se os currículos cumpridos estão de acordo com a legislação.  ou  das  próprias escolas.    Artigo  462  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  manter  o  arquivo  das  atas  de  resultados  finais. arts.  em  relação  ao  estabelecimento de ensino que dirige.  (Res. irregularidade que implique  anulação de  atos  escolares. ao final do mesmo.    Artigo 463 ‐ Verificada a qualquer tempo. arts.  III – desenvolver trabalho de orientação.  IV  –  anotar.  compete  ao  Diretor  da  escola  a  anulação  dos  mesmos.  (Res. o  Diretor deverá dirigir‐se à respectiva Diretoria de Ensino.  160 .  adaptações. 1º a 14)    Seção XII  Dos Documentos Escolares  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar    Artigo 459 ‐ A verificação da regularidade e autenticidade da vida escolar far‐se‐á  exclusivamente  na  escola  onde  o  aluno  concluiu  o  curso  ou  nível  de  ensino  de  qualquer  modalidade e.510/76.  independentemente  das relações de concluintes.   Artigo  460  ‐  As  transferências  entre  unidades  escolares  vinculadas  ao  sistema  estadual  de  ensino  terão  os  documentos  encaminhados  por  meio  dos  interessados. não sendo aceitos documentos rasurados. responsáveis pelos mesmos.  componentes  curriculares.  inciso  II. a fim de prevenir irregularidades. inclusive a identificação do Diretor e Secretário.  do  Decreto  7.    Artigo 458 I ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e/ou ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  baixar  instruções  que  se  fizerem  necessárias  ao  cumprimento do disposto nesta seção. SE nº 93/09.  "i". SE nº 25/81.  relativamente aos casos verificados. mediante análise dos documentos que permitiram a matrícula  nas sucessivas séries.  observando  a  correção  da  carga  horária. que efetuará as diligências necessárias.  V – verificar a correção dos documentos escolares em seus aspectos formal e de  conteúdo.  dependências.  referidas  no  artigo  79. inclusive  no que se refere à nomenclatura das disciplinas e cargas horárias.  as  providências  julgadas  necessárias. estágios e demais aspectos necessários.

  § 3º ‐ Os alunos concluintes de cursos de Educação Profissional. integrando módulos do sistema GDAE ‐ Gestão Dinâmica de Administração Escolar. atendidas as normas de segurança previstas  pelo sistema para cada uma das etapas.  um  número único  e  intransferível. integrarão  a publicação informatizada objeto desta subseção. estruturados nos  termos de legislações anteriores à atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. competência do Diretor de Escola. substituindo.  passarão  a  utilizar  suas  senhas  pessoais  e  intransferíveis  para  operar  no  sistema  e  responderão pelas respectivas informações prestadas.  para  cada  curso  concluído.  IV  ‐  publicação  dos  nomes  dos  alunos  concluintes.  II ‐ confirmação dos nomes dos concluintes. previamente  cadastrados. sob a responsabilidade do Secretário de Escola.  §  1º  ‐  O  número  gerado  se  constituirá  número  de  registro  do  Diploma  do  Curso  Normal  de  nível  médio  e  dos  Diplomas  das  Habilitações  Profissionais  cujos  planos  de  curso  integram o Cadastro Nacional de Educação Profissional de Nível Técnico. as eventuais retificações encaminhadas pelas unidades  161 .     Artigo  467  ‐  A  partir  de  2003. SE nº 25/81.  Parágrafo único ‐ Os agentes executores envolvidos neste processo. 6º e 8º)    Seção XIII  Da Escrituração Escolar  Subseção I  Da Informatização do Sistema de Publicação de Nomes de Alunos Concluintes de Estudos de  Nível Fundamental e Médio    Artigo 464 ‐ A publicação dos nomes dos alunos concluintes de nível fundamental  e  médio.  passará  a  ser  efetuada  de  maneira  informatizada  e  veiculada  pela  Internet.  a  partir  de  2001.  Parágrafo único ‐ Disponibilizados na internet os nomes dos alunos concluintes em  2001.Parágrafo  único  –  O  ato  anulatório  do  Diretor  da  escola  deverá  ser  homologado  pelo Supervisor e comunicado ao Dirigente Regional de Ensino que providenciará sua publicação  no Diário Oficial do Estado e informará ao Ministério da Educação.    Artigo  466  ‐  No  ato  da  publicação  o  sistema  gerará  por  aluno.  da  responsabilidade  do  Dirigente Regional de Ensino.  a  divulgação  da  publicação  informatizada  deverá  estar disponibilizada no sistema até cento e vinte dias após a data de conclusão dos estudos dos  respectivos alunos.  observadas  as  competências  e  atribuições  conferidas  pelos  respectivos  atos  normativos.  enquanto o sistema não disponibilizar a emissão automática destes documentos numerados.  (Res. que  se constitui ferramenta de acompanhamento e controle das atividades escolares e de atualização  das bases de dados gerenciais da Secretaria da Educação. bem como dos anos subseqüentes.  que confirmará  a  autenticidade  dos  atos  escolares  dos alunos e dos Certificados e Diplomas expedidos. o procedimento de  visto‐confere. arts. dessa forma. 5º.  §  2º  ‐  O  número  gerado  deverá  ser  transcrito  nos  Certificados  e  Diplomas.    Artigo  465  ‐  A  publicação  informatizada  de  que  trata  o  artigo  anterior  consistirá  das seguintes etapas básicas:  I ‐ cadastramento de alunos.  III ‐ validação dos atos praticados pela escola. atribuição do Supervisor de Ensino.

    Artigo 469 ‐ Os nomes dos portadores de diplomas e certificados de habilitações  profissionais  de  nível  médio. arts. com mais de 5 (cinco)  salas de aula.  palestras  e    campanhas  educacionais.  III – participar de campanhas preventivas promovidas pelo Governo do Estado. obedecendo as seguintes diretrizes:  I – despertar o interesse dos alunos para a educação como um todo. em diplomas. 1º e 2º)    162 . 1º)      CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE  Subseção I  Da Criação e Atribuições    Artigo 472 – As escolas da rede oficial de ensino do Estado. de 7 de julho de 1980.  AIDS.  (Del. eventos esportivos. arts.    Artigo  473  ‐  Cabe  à  CIVE  orientar  e  desenvolver  as  atividades  voltadas  para  a  melhoria da vivência escolar.  atendidos  os  procedimentos  contidos  nesta  subseção. CEE nº 4/95.  de  forma  preventiva.  promovendo  cursos. contarão com Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE.  expedidos  por  instituições  estrangeiras. SE nº 108/02.    Artigo 468 ‐ As escolas vinculadas às redes de ensino com supervisão própria. segurança nas escolas. bem  como  o  órgão  responsável  pela  coordenação  dos  exames  supletivos  darão  publicidade do  nome  dos  alunos  concluintes  no  sistema.  entre  outros. serão objeto  de publicação informatizada nos termos desta subseção.  (Lei nº 11.  e  aqueles a serem estabelecidos em portaria específica.264/02.  (Res.  visando  o  respeito  à  saúde  e  ao  corpo.    Artigo  470  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  baixar  portaria  contendo  instruções  complementares. art. certificados e outros documentos expedidos por estabelecimentos  escolares  vinculados    ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  (educação  básica  e  ensino  superior).  desde  que  devidamente  revalidados e registrados de acordo com a Resolução CFE nº 4.  vacinação. estimulando a  prática de normas sadias de vida.  II  –  atuar. discussão do curso escolar.expedidoras somente poderão ser efetuadas pela autoridade responsável pela referida publicação  à vista do termo de confirmação realizado pelo representante do respectivo órgão de supervisão. 1º ao 7º)    Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação    Artigo  471  ‐  Fica  expressamente  vedado  o  registro  de  informações  relativas  à  filiação do aluno.  sobre  tóxicos.

 cabendo aos alunos. distribuídos na  seguinte conformidade:  I – 1/3 (um terço) de representantes dos professores.  § 3º ‐ A CIVE terá suas proposições aprovadas em reunião.    Artigo 479 ‐ A CIVE reunirá todos os membros. 5º e 6º)    Subseção III  Da Composição. e terá tantas reuniões extraordinárias quantas se fizerem necessárias.  anualmente. o Presidente da CIVE.  IV – manter o bom relacionamento entre a CIVE e a Direção da escola.  sendo  que  cada  sala  de  aula  terá no máximo 2 (dois) alunos representantes.  § 3º ‐ Perderá o mandato o membro que tiver mais de 3 (três) faltas injustificadas.  das reuniões da CIVE. do Mandato e das Reuniões    Artigo 478 ‐ Os membros da CIVE serão em número de 20 (vinte). a critério do  Presidente ou do Vice‐Presidente.  II – coordenar as reuniões. 3º. titulares e suplentes.    Artigo 477 ‐ Compete ao Secretário a divulgação. cabendo  à Direção do estabelecimento proporcionar condições ideais para as reuniões. arts. mediante votação por  maioria simples de votos.  II  –  2/3  (dois  terços)  de  representantes  dos  alunos.  § 1º ‐ A eleição dos representantes dos alunos. por meio de boletins e de murais.  III – presidir as reuniões.  163 .  eleger o Vice‐Presidente e o Secretário.  assumindo o membro  seguinte mais  votado. far‐se‐á por  escrutínio secreto ou por indicação dos integrantes da mesma sala de aula.Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências    Artigo  474  ‐  A  Direção  da  escola  designará.    Artigo 475 ‐ Compete ao Presidente da CIVE:  I – convocar os membros para as reuniões. encaminhando à Direção da escola as decisões tomadas. pelo menos 1 (uma) vez por mês. 4º .  dentre  os  seus  representantes. da Direção da escola e dos  funcionários. ou aquele indicado pelos  alunos  da mesma sala  de  aula.  VI – solicitar condições para o cumprimento das decisões da CIVE.  §  2º  ‐  O  mandato  dos  membros  titulares  será  de  1  (um)  ano.  § 1º ‐ Será abonada a falta escolar do aluno que participar da reunião da CIVE. por meio daqueles eleitos pela maioria.  V ‐ prestigiar e incentivar a participação de todos os alunos nos assuntos da CIVE.  sendo  permitida  1  (uma) reeleição.  § 2º ‐ Participará da reunião da CIVE qualquer aluno ou autoridade.  (Lei nº 11.  em local da escola.264/02.    Artigo 476 ‐ Compete ao Vice‐Presidente da CIVE substituir o Presidente nos seus  impedimentos eventuais.

 7º e § 1º do art. possibilidades e condições do paciente.  § 2º ‐ Sempre que possível. 1º.  os  programas  básicos  das  matérias ministradas.  (Lei nº 11.    Artigo  483  ‐  O  acompanhamento  educacional  será  realizado  de  acordo  com  as  diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação.    Artigo 484 ‐ A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão  realizadas  de  acordo  com  os  critérios  a  serem  fixados  pelo  estabelecimento  de  saúde.§  4º  ‐  As  reuniões  serão  lavradas  em  atas. caput e §§ 2º.685/00. 8º)    Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar ‐ SIAVE    Artigo 480 ‐ Uma vez por ano haverá a Semana Interna Anual de Vivência Escolar –  SIAVE.  §  1º  ‐  O  estabelecimento  de  ensino  em  que  a  criança  ou  o  adolescente  estejam  regularmente  matriculados  fornecerão. 8º. se internadas no mesmo estabelecimento de saúde. 9º)    Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para Tratamento de  Saúde  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado    Artigo 481 ‐ É assegurado à criança e ao adolescente internados para tratamento  de  saúde  por  tempo  indeterminado.  sempre  que  necessário.  164 .  regularmente  matriculado  em  estabelecimento  de  ensino  fundamental. conforme o  caso. art.  de  acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade.264/02.  (Lei nº 11. a fim de propiciar o acompanhamento. 3º e 4º)    Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde    Artigo  485  –  Aplicam‐se  as  disposições  desta  subseção  a  quaisquer  casos  de  alterações  de  saúde  que  impeçam  a  atividade  escolar  normal  do  discente.  (Lei nº 10. podendo ser prestado.  com  as  assinaturas  dos  membros  presentes. art.    Artigo 482 ‐ O acompanhamento educacional se destina à criança e ao adolescente  em  idade  escolar.264/02.  professores  e  autoridades convidadas.  pelas  limitações  que  impõem ao mesmo ou pelos riscos que podem ocorrer.  consideradas as necessidades.  quando  serão  discutidos  assuntos  de  grande  importância  pelos  alunos. para ele próprio. 4º e 5º do art. para outros discentes e  para os que têm atribuições em instituição educacional ou que a ela comparecem.  o  acompanhamento  educacional  durante  o  período  de  internação. tal atendimento será feito em grupos de crianças ou  adolescentes. 3º. das quais os alunos tomarão conhecimento por meio de boletins e murais. 2º. na forma a ser estabelecida  pelos profissionais responsáveis pelo tratamento. por estagiários do magistério ou de ensino superior. arts.

  é  de  competência  da  direção  da  instituição  educacional  que. habilidades e competências.  a  convicção  de  que  deve  ser  o  primeiro  a  zelar  por  sua  saúde  e.  incluirá  no  despacho  concedente  a  indicação  dos  procedimentos  pedagógicos  a  serem  adotados  no caso.  à  disposição  das  autoridades  educacionais  competentes.  venham  a  ter  conhecimento  do  caso  de  exceção.  também.  a  orientação  dada  pela  instituição  dedicará  especial  atenção  à  adequada formação das respectivas aptidões. aos estados que se relacionem com gravidez.  bem como pela privacidade e respeito ao discente e a seus familiares.  de  modo  a  se  fortalecer.    Artigo 487 ‐ A direção da instituição educacional. tenham plena compreensão de  que se trata de colaboração entre a família e a instituição. parto e puerpério. deverá ser igualmente cumprido o disposto nos artigos 487  e 488.  verificada  a  existência  de  requisitos  e  de  condições  necessárias  à  continuidade  dos  estudos.  (Del. 3º.  àquelas  de  manifestações  descontínuas  e  intermitentes. observado o disposto no artigo  anterior  manterá  completa  e  atualizada  a  documentação  comprobatória  de  cada  caso.  para  isso. CEE nº 59/06. assim como às não repetitivas e às de cunho circunstancial.  Parágrafo único ‐ Nos casos de discentes de ensino superior ou de cursos técnicos  e  profissionalizantes  em  geral.§  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  se  aplica  a  afecções  perenes.  às  de  existência  contínua  e  às  de  longa  duração  e.    Artigo 489 ‐ Em caso de recurso de natureza administrativa ou de procedimentos  no âmbito judicial referentes ao caso. sempre  que pertinente. 2º. quando incapaz. docentes e funcionários que. em que todos têm sua parte a cumprir. notadamente seus responsáveis legais.  §  2º  ‐  O  discente  ou.  as  quais  estarão  igualmente  vinculadas  à  confidencialidade e à preservação da privacidade. por  força  de  suas  atribuições.    Artigo 486 ‐ A decisão de deferimento do requerimento das condições especiais a  que  se  refere  esta  subseção. de modo a não haver  prejuízo de sua qualidade.  devem  zelar  pela  confidencialidade  do  diagnóstico  e  dos  dados  e  informações  médicas  que  lhe  sejam  inerentes. 4º e 5º)    Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual    Artigo  490  ‐  O  Programa  de  Atendimento  ao  Deficiente  Visual  em  idade  escolar  tem as seguintes finalidades:  165 .  é  requisito  indispensável  o  cuidadoso  acatamento  das  prescrições  de  seu  médico. que lhes impeça o exercício das respectivas responsabilidades. arts. estendendo‐se.  juntará  ao  requerimento  de  condições  especiais  para  as  atividades  escolares  o  atestado  comprobatório  do  motivo da solicitação.  sendo  incapaz.  seus  responsáveis  legais.    Artigo 488 ‐ A direção da instituição educacional. emitido exclusivamente pelo médico responsável pelo tratamento.  no  educando. 1º.  §  3º  ‐  A  instituição  educacional  procederá  de  modo  que  o  discente  e  seus  familiares.

  II  ‐  promover  a  melhoria  da  qualidade  do  ensino  por  meio  do  aperfeiçoamento  constante dos professores especializados na área. arts.  III ‐ informatizar a produção de material específico e agilizar sua distribuição para  deficientes visuais.    Artigo  494  ‐  O  programa  deverá  acontecer  semestralmente.  (Decreto nº 38.  de  forma  intersetorial. bem como sua  prevenção. através de materiais informativos e institucionais. à leitura.  III ‐ a utilização de locais públicos.  se  fará  em  consonância  com  as  diretrizes  do  Programa  Estadual  de  Atenção  à  Pessoa  Portadora de Deficiência. escolas e postos de saúde.    Artigo 496 – Constituem‐se diretrizes da Política "São Paulo Mais Leve":  I  ‐  promoção  e  desenvolvimento  de  programas.  IV ‐ a promoção de campanhas:  a)  de  conscientização  que  ofereçam  informações  básicas  sobre  alimentação  adequada.     Artigo 493 ‐ O programa. instituído pelo artigo  anterior.  166 .  para a implementação da política. 1º e 2º)     Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal    Artigo 492 ‐ O Programa de Saúde Bucal será desenvolvido no âmbito das escolas  públicas de ensino fundamental.  (Lei nº 11.I  ‐  garantir  aos  alunos  portadores  de  cegueira  e  de  visão  subnormal  os  instrumentos  necessários  para  o  acesso  ao  conteúdo  programático  desenvolvido  na  escola  comum.257/02. 1º. principalmente aos alunos da rede estadual de ensino.  coordenado pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social do  Estado de São Paulo. à pesquisa e à cultura. preferencialmente. e à obesidade mórbida da população  paulista. tem a finalidade de implementar ações eficazes para a  redução de peso.  respeitada  na  sua  adoção a conveniência funcional de cada estabelecimento de ensino.641/94.  ministradas por profissionais da área. a que se refere o artigo anterior. constará do seguinte:  I  ‐  promoção  de  aulas  práticas  e  teóricas  sobre  técnicas  de  higiene  bucal.  projetos  e  ações.  II ‐ o combate à obesidade infantil na rede escolar. arts. 2º e 3º)    Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve"    Artigo 495 – A Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado de São  Paulo. o combate à obesidade.    Artigo 491 ‐ O desenvolvimento e a execução do Programa. denominada "São Paulo Mais Leve".  II ‐ esclarecimentos sobre risco de doenças bucais e outros agravos.  que  efetivem  no  Estado  o  direito  humano  universal  à  alimentação  e  nutrição  adequadas. adulta e infantil. tais como parques.

     Artigo 501 ‐ Poderão ser celebrados convênios com órgãos federais. 3º e 4º)            167 .  (Lei nº 11.  III ‐ o atendimento psicológico grupal e individual e a orientação psicossocial.  VI  ‐  a  integração  às  políticas  estadual  e  nacional  de  segurança  alimentar  e  de  saúde. entidades da sociedade civil e do setor produtivo.    Artigo  500  ‐  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência atenderá aos seguintes requisitos:  I  ‐  Será  desenvolvida  por  uma  equipe  interdisciplinar. visando à consecução dos objetivos da Política “São  Paulo Mais Leve”  (Lei nº 12. 1º. para cumprimento dos  objetivos  estabelecidos.  formada  por  médicos. Estados  e Municípios e entidades da sociedade civil. 1º.  IV ‐ o atendimento ambulatorial e o acompanhamento pré‐natal.  tornando‐o  um  agente  multiplicador  da  segurança  alimentar  e  nutricional  em  sua  plenitude. 2º e 4º)    Seção V  Da Gravidez na Adolescência    Artigo  498  –  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência observará as disposições desta seção.  empresas de comunicação.  VIII ‐ o direcionamento especial da política às comunidades que registrem baixos  índices de pobreza e desenvolvimento econômico e social.  psicólogos.  VII ‐ a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos  alimentícios  infantis.b)  de  estímulo  ao  aleitamento  materno.  V  ‐  a  capacitação  do  servidor  público  estadual  que  trabalha  diretamente  com  a  população.972/05.  II ‐ a orientação quanto aos métodos contraceptivos. arts.  II ‐ Deverá respeitar e seguir as diretrizes gerais definidas pelo Conselho Estadual  dos Direitos da Criança e do Adolescente.  por  meio  de  ações  desenvolvidas nos serviços de saúde e nas escolas.283/06.    Artigo 497 ‐ O Estado poderá celebrar convênios e parcerias com a União.    Artigo  499  –  Constituem‐se  objetivos  da  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento à Gravidez na Adolescência:  I  ‐  a  promoção  da  prevenção  da  gravidez  precoce. municipais e  entidades representativas da sociedade civil de assistência médica e social. 2º. enfermeiros e educadores.  em  parceria  com  as  entidades  representativas  da  área  de  propaganda.  como  forma  de  prevenir  tanto  a  obesidade quanto a desnutrição. assistentes sociais. arts.

 as mesmas condições previstas para as demais doenças na Lei  10. previdência. família. sem constrangimento ou obrigação.Seção VI  Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras Drogas  Subseção I  Da Prevenção.  Parágrafo  único  –  Para  os  efeitos  do  disposto  nesta  subseção. pela sua condição de usuário de drogas.  III ‐ prover as condições indispensáveis à garantia do pleno atendimento e acesso  igualitário dos usuários de drogas aos serviços e ações da área de saúde.    Artigo  504  ‐  Os  testes  anti‐HIV  e  para  Hepatites  B  e  C  devem  ser  estimulados  a  todas as pessoas.  amparadas  do  ponto  de  vista  médico. durante o tratamento. por meio de seus órgãos competentes. de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. riscos. sendo  necessárias as seguintes medidas:  I ‐ a testagem sorológica deve ser procedida com aconselhamento pré e pós‐teste.  II  ‐  o  resultado  do  teste  deve  permanecer  estritamente  protegido  pelo  segredo  profissional.    Artigo 503 ‐ São direitos fundamentais dos usuários de drogas:  I  –  garantia  de  não  exclusão  de  escolas. justiça e  emprego. estratégias.  considera‐se  a  dependência  de  droga  uma  situação  provisória  que  expressa  um  sofrimento  que  se  traduz  em  dificuldades físicas.  IV ‐ ser informado.  jurídico  e  social.  IV  ‐  desenvolver  atividades  permanentes  que  busquem  prevenir  a  infecção  dos  usuários de drogas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). tratamento e de reinserção dos usuários de drogas.  que articulem os diferentes campos da saúde. tipos e etapas de tratamentos. educação.  Parágrafo único – Se o dependente de drogas for servidor público estadual. não os estigmatizando ou discriminando  e manter inserido na escola e no trabalho o usuário de drogas e em tratamento quando ele assim  precisar.    168 .  centros  esportivos  e  outros  próprios  no  Estado de São Paulo.  incluindo os desconfortos. cuidados. sempre que necessário.  e  encaminhadas  para  os  serviços públicos especializados.  V ‐ apoio psicológico durante e após o tratamento.  II  ‐  desenvolver  campanhas  que  visem  informar  e  estimular  o  diálogo. juventude. do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas    Artigo 502 ‐ O Governo do Estado. efeitos colaterais e benefícios do tratamento. de todas as formas. Hepatite C ou outras patologias  conexas.261. estimulando e promovendo atividades públicas e privadas de forma a:  I  ‐  promover  esclarecimentos  que  visem  conscientizar  o  conjunto  da  população  sobre as ações de prevenção e programas de tratamento voltados para os usuários de drogas. serão  garantidas.  III  ‐  as  pessoas  soropositivas  devem  ser  informadas  do  resultado  do  teste. em particular aos usuários de drogas. deverá  estabelecer políticas de prevenção.  a  solidariedade e a inserção social dos usuários de drogas.  psicológico.  III  ‐  o  acesso  a  tratamentos  que  respeitem  sua  dignidade. psicológicas e sociais.  II  ‐  não  sofrer  discriminação  em  campanhas  contra  o  uso  de  drogas  que  diferenciem os usuários dos dependentes.  permitindo  sua  reinserção social.

  III ‐ orientar a criança e o adolescente.  (Lei nº 12. arts. sexta.  §  2º  ‐  Poderão  participar.  tendo em vista os efeitos deletérios que todos esses vícios têm sobre o organismo humano. do Álcool e das Drogas"    Artigo  508  ‐  O  "Programa  de  Educação  Específica  Contra  os  Males  do  Fumo.  como  convidados. a  fim de que busquem tratamento nos órgãos e entidades especializadas.  ou  até  de  todo  o  corpo  discente da escola. 1º.  esclarecendo  sobre  os  riscos  decorrentes  da  dependência química.1º.297/06.  IV  ‐  auxiliar  a  criança  e  o  adolescente.  II  ‐  atuar  preventivamente.  viciados  na  ingestão  de  álcool  e/ou  consumidores de  drogas.830/97.  § 1º ‐ A obrigatoriedade de que trata o caput refere‐se aos jovens matriculados na  quinta.  §  3º  ‐  Os  conferencistas  deverão  ser  convidados  pela  Direção  da  Escola.  esclarecendo e informando sobre os males decorrentes do uso de entorpecentes e drogas afins.  bem  como  seus  familiares. 2º. arts. par.  para  maior integração da comunidade ao programa ora proposto. locais disponíveis para a sessão dentro  do próprio estabelecimento.  com  período mínimo de antecedência de dois meses.  na  busca  de  soluções e medidas eficazes para o combate à dependência. além  do prejuízo social deles decorrentes. 2º e art.Artigo 505 ‐ Todos os usuários de drogas terão acesso à vacina de Hepatite B.  os  pais  e/ou  outros  familiares. único do art. na medida em que existam. para tanto.  bem  como  a  possível  unificação  de  algumas  turmas.  (Lei nº 9. sétima e oitava série do Ensino Fundamental. 3º e 4º)    Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes    Artigo  506  –  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes  desenvolverá  políticas  e  atividades  voltadas  à  criança  e  ao  adolescente.   (Lei nº 12.  visa  a  prevenir  que  os  pré‐ adolescentes  se  tornem  fumantes.    Artigo  507  ‐  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes tem por objetivo:  I ‐ alertar sobre os malefícios causados à saúde física e mental do usuário da droga  e do entorpecente. dependentes de drogas e entorpecentes. 3º)          169 . caput e §§ 1º e 5º do art. 1º e  2º)    Subseção III  Do "Programa de Educação Específica contra os Males do Fumo.258/06.  do  Álcool  e  das  Drogas"  em  todas  as  Escolas  Públicas  do  Estado.    Artigo 509 ‐ Ficará a critério da direção da escola a marcação das datas e horários  dessas  palestras.

 1º e 4º)    Artigo  512  ‐  As  direções  das  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  São  Paulo  deverão comunicar ao Conselho Tutelar das respectivas áreas.  durante  uma  semana  de  cada  ano.    Artigo  515  ‐  Consideram‐se  atos  atentatórios  e  discriminatórios  dos  direitos  individuais  e  coletivos  dos  cidadãos  homossexuais.  toda  manifestação  atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual. funcionários e alunos a denunciar os casos de maus tratos. SE nº 277/88.  constrangedora. filosófica ou psicológica.  nos  termos  desta  subseção.  (Lei nº 10.    Artigo  513  ‐  As  direções  das  escolas  deverão  criar  condições  que  estimulem  professores. de ordem moral. principalmente as relacionadas ao trabalho infantil e à exploração sexual.  (Res. arts. em locais visíveis.  II ‐ proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento  público ou privado.  170 . bissexual ou transgênero.  despertando  nas  crianças  e  adolescentes  do  Estado  a  consciência  da  importância  da  solidariedade  humana  e  do  respeito  aos  direitos  fundamentais da pessoa como pressupostos primordiais da vida em sociedade. arts. ética.  nas  escolas  da  rede  pública  e  particular  de  ensino  do  Estado.  intimidatória  ou  vexatória.429/99.    Artigo  511  ‐  O  Poder  Executivo  adotará  todas  as  providências  cabíveis  e  necessárias para a publicização do disposto nesta seção.  IV  ‐  promover  atividades  de  caráter  educativo  e  sócio‐culturais.Seção VII  Da Campanha Anual de Combate à Violência e Exploração contra Crianças e Adolescentes no  Estado de São Paulo    Artigo  510  –  A  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  à  Exploração  Contra  Crianças e Adolescentes tem por objetivos:  I ‐ combater toda e qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes.  III  ‐  praticar  atendimento  selecionado  que  não  esteja  devidamente  determinado  em lei. aberto ao público. em relação ao menor.  III  ‐  inibir  a  cultura  da  violência. incluindo a afixação  das espécies legais  nas escolas da rede pública e privada do Estado. os casos de maus tratos envolvendo  seus alunos.  II  ‐  planejar  e  adotar  medidas  efetivas  de  esclarecimento  às  crianças  e  adolescentes sobre os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente. no  Estado.  visando  concretizar o que dispõem os itens anteriores deste parágrafo único.  bissexuais  ou  transgêneros. 1º e 2º)    Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual    Artigo  514  ‐  Será  punida. de  que tiverem conhecimento.  para  os  efeitos  desta subseção:  I  ‐  praticar  qualquer  tipo  de  ação  violenta.

 pensões ou  similares.  IV ‐ suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias.    Artigo 518 ‐ O cidadão homossexual.  cujos  responsáveis  serão  punidos  na  forma  do  Estatuto  dos  Funcionários Públicos Civis do Estado ‐ Lei nº 10. ou seu preposto. em  caso de reincidência.  III ‐ multa de 3000 (três mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  de  caráter  privado  ou  público.  competirá  à  Secretaria  da  Justiça  e  da  Defesa  da  Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição  das penalidades cabíveis.  § 2º ‐ Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando  for verificado que.  que  intentarem  contra  o  que  dispõe  esta  subseção.  civil  ou  militar. inclusive os detentores de função  pública. aquisição. que terá início mediante:  I ‐ reclamação do ofendido.    Artigo 516 ‐ São passíveis de punição o cidadão.  e  toda  organização  social  ou  empresa.  III  ‐  comunicado  de  organizações  não‐governamentais  de  defesa  da  cidadania  e  direitos humanos. de 28 de outubro de 1968.  via  internet  ou  fac‐símile  ao  órgão  estadual  competente  e/ou  a  organizações  não‐ governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.261. em razão do porte do estabelecimento.  V ‐ cassação da licença estadual para funcionamento.    Artigo 517 ‐ A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta subseção será  apurada em processo administrativo.  § 1º ‐ A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato  discriminatório. bissexual ou transgênero que for vítima dos  atos  discriminatórios  poderá  apresentar  sua  denúncia  pessoalmente  ou  por  carta.  §  1º  ‐  As  penas  mencionadas  nos  incisos  II  a  V  deste  artigo  não  se  aplicam  aos  órgãos  e  empresas  públicas. seguida da identificação de quem faz a denúncia. atos de demissão direta ou indireta. o  sigilo do denunciante. na forma da lei. resultarão inócuas. sobretaxar ou impedir a locação.    Artigo 519 ‐ As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou  qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as  seguintes:  I ‐ advertência. garantindo‐se.  em função da orientação sexual do empregado.  instaladas  neste  Estado.  VIII  ‐  proibir  a  livre  expressão  e  manifestação  de  afetividade.  §  2º  ‐  Recebida  a  denúncia.  telegrama.IV ‐ preterir.  V ‐ preterir.  II ‐ ato ou ofício de autoridade competente.  171 .  VII  ‐  inibir  ou  proibir  a  admissão  ou  o  acesso  profissional  em  qualquer  estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional. motéis.  com  ou  sem  fins  lucrativos. sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis.  VI ‐ praticar o empregador. arrendamento ou  empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade.  II ‐ multa de 1000 (um mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  telex.  sendo  estas  expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos. compra.

 à saúde.  V ‐ destacar a participação do negro na formação histórica da sociedade brasileira. 1º e 2º)      CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar    Artigo  523  –  A  utilização  de  alimentos  transgênicos  na  composição  da  merenda  fornecida aos alunos é proibida nos estabelecimentos de ensino oficiais do Estado de São Paulo.  deverá  ser  comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença.  IV  ‐  garantir  aos  diferentes  grupos  étnicos  livre  espaço  para  manifestações  políticas e culturais. arts.  deixarem  de  cumprir  os  dispositivos. à moradia. 1º.  por  ação  ou  omissão.    Artigo  522  ‐  Fica  autorizada  a  Secretaria  da  Educação  a  promover.  no  exercício  de  suas  funções  e/ou  em  repartição  pública.  igualmente.  II  ‐  combater  e  eliminar  as  diferentes  manifestações  de  preconceito  e  discriminação étnica e racial no Estado.  (Lei nº 10.  (Lei nº 10.  igual  oportunidade de acesso ao trabalho.  172 . ao lazer e à segurança.     Artigo  524  ‐  A  Merenda  Escolar  será  distribuída  aos  alunos  matriculados  no  período  noturno  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.  Parágrafo  único  ‐  Essa  distribuição  será  efetuada  com  o  excedente  da  Merenda  Escolar destinada aos alunos do período diurno.237/99.  da  lei  serão  aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos. 3º.  III ‐ preservar e valorizar as diferenças culturais e religiosas dos diferentes grupos  étnicos do Estado. 2º.  sem  prejuízo  da  distribuição  que  já  vem  sendo  feita  aos  alunos  das  escolas  de  ensino  fundamental  dos  períodos  diurnos.  comunicando‐se. arts. que providenciará a sua cassação.    Artigo  520  ‐  Aos  servidores  públicos  que.  seminários  e  debates  descentralizados objetivando a reflexão crítica de diretores e professores sobre a importância do  negro na formação cultural e histórica do país.  como  parte  integrante  do  planejamento  anual  das  escolas  públicas  do  Estado. à educação.  cor  e  origem. 6º e 7º)    Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial    Artigo  521  ‐  A  política  para  a  superação  da  discriminação  racial  no  Estado  será  desenvolvida nos termos desta subseção pelo Poder Público em parceria com a sociedade civil e  terá por objetivos:  I  ‐  assegurar  a  todos.  a  autoridade  municipal  para  eventuais  providências  no  âmbito  de  sua competência. 4º.948/01.  sem  qualquer  distinção  de  raça.§  3º  ‐  Quando  for  imposta  a  pena  prevista  no  inciso  V  supra. 5º.

  riachos. SE nº 34/09. art.  braços  de  mar. nos  termos  do  Decreto  nº  48.  173 . trilhas em matas.  II ‐ residente no mesmo município da escola. ou locais desertos.  sem  pontes  ou  passarelas.  2.  4. SE nº 33/09. divisórias físicas fixas (muros ou cercas). que limitem ou impeçam o acesso. linhas eletrificadas. entre outras:  1.  lagoas. no caminho entre a residência do aluno e a unidade  escolar.  transporte  aos  alunos  onde  for  constatada  a  existência  de  barreiras  físicas. 2º e 3º)    Artigo  527  ‐  A  Prefeitura  Municipal  que  fornece  transporte  aos  alunos  poderá  celebrar convênio com a Secretaria de Estado da Educação. arts.  § 2º ‐ Não será concedido transporte ao aluno que optar por matrícula em escola  que não tenha sido indicada pela Diretoria de Ensino. serras.  brejos.  III ‐ fornecimento de passes escolares. 1º)    Seção II  Do Transporte Escolar  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município    Artigo 525 ‐ A concessão do transporte na rede pública estadual dar‐se‐á ao aluno:  I ‐ regularmente matriculado e frequente em escolas da rede pública estadual de  ensino. conforme registro no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo/SEE‐CIE. ou quaisquer entraves ou obstáculos.  II ‐ empresa de transporte contratada ou transporte autônomo fretado.631.  lagos. morros. a partir de 1º de julho de 2009.  III ‐ residente na zona rural. art.(Lei nº 10.  §  1º  ‐  Além  dos  casos  previstos  no  caput  poderá  ser  concedido. art.  mobilidade  reduzida e necessidade de acompanhante.761/01.  para  atendimento. mediante:  I ‐ frota própria da Prefeitura Municipal. 1º)    Artigo 528 ‐ A Prefeitura Municipal encaminhará à Diretoria de Ensino da Região os  seguintes documentos:  I ‐ para a celebração do Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do convênio ‐ Anexo I. com as adaptações necessárias.  6. 1º e Lei nº 2.  5. vazadouros (lixões).  e  Resolução  SE  nº  33/2009. a liberdade de movimento. 1º.  (Res.  §  2º  ‐  Os  casos  excepcionais  ou  omissos  deverão  ser  resolvidos  pelas  Coordenadorias de Ensino.  ribeirões. rodovias e ferrovias sem passarela ou faixa de travessia sem semáforo.  3.  rios.  (Res.  pelas  Coordenadorias  de  Ensino.    Artigo 526 ‐ O transporte será garantido aos alunos com necessidades locomotoras  especiais.037/79.  de  11  de  maio  de  2004.  §  1º  ‐  Consideram‐se  necessidades  locomotoras  especiais:  autismo. a circulação com segurança  e a integridade do aluno.

 4º)    Artigo 530‐A ‐ Caberá à Secretaria da Educação. SE nº 34/09.479.  obedecendo  ao  cronograma  de  desembolso  anual.  b) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. SE nº 34/09. e suas alterações.  § 1º ‐ O número de alunos será obtido por meio do banco de dados do Sistema de  Cadastro de Alunos da Secretaria de Educação/database Censo MEC.b) cópia da Lei Municipal autorizando o Prefeito a celebrar o Convênio (1 via). art.  II ‐ conferir os documentos apresentados pelas Prefeituras Municipais.  II  ‐  elaborar  minutas  dos  termos  de  Convênio  ou  de  Aditamento  e  de  Ciência  e  Notificação. 2º)    Artigo  529  ‐  O  valor  referente  ao  auxílio‐transporte  levará  em  conta  o  custo  aluno/dia  e  a  disponibilidade  de  recurso  orçamentário  e  financeiro  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. por meio das Coordenadorias de  Ensino:  I  ‐  solicitar  junto  às  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Fazenda  manifestação prévia quanto aos aspectos orçamentários e financeiros.  d) Plano de Trabalho conforme a alínea “f” do inciso I deste artigo. de 20 de março de 1996. nos  termos do Decreto nº 52. nos  termos do Decreto nº 52.  III ‐ repassar o recurso de acordo com os artigos 529 e 530. 3º)    Artigo  530  ‐  A  transferência  de  recurso  será  feita  em  10  (dez)  parcelas  mensais.  (Res.  (Res. de 14 de dezembro de 2007. em face da  exigência do Decreto nº 40. de 14 de dezembro de 2007. etapas ou fases de execução.  (Res.  c)  publicação  da  Lei  Municipal  em  jornal  da  região  ou  Certidão  de  Registro  em  Cartório (1 via).  excluídos  os  períodos  de  recesso e férias escolares.  §  2º  ‐  A  relação  de  alunos  obtida  nos  termos  do  parágrafo  anterior  será  gerada  pela SEE/CIE e encaminhada às Diretorias de Ensino.  metas a serem atingidas.  iguais  e  sucessivas.  III ‐ orientar as unidades escolares quanto à necessidade de constante atualização  da digitação dos alunos transportados no Sistema de Cadastro de Alunos SEE/CIE.  cronograma  de  desembolso  e  previsão  de  início  e  fim  da  execução  do  convênio.  f) Plano de Trabalho do qual deverá constar identificação do objeto do convênio. art. 5º)    Artigo 530‐B ‐ As Diretorias de Ensino deverão adotar as seguintes providências:  I  ‐  designar  com  publicação  em  Diário  Oficial  um  servidor  da  Diretoria  de  Ensino  como responsável pelo acompanhamento e gestão dos Convênios de Transporte de Alunos.722.  II ‐ para o Termo de Aditamento ao Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do Termo de Aditamento ‐ Anexo I.  (Res. e encaminhar às Diretorias de Ensino. SE nº 34/09.  e) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. art. art. plano de aplicação do recurso financeiro.  d) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. SE nº 34/09.  c) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. tendo em vista a  174 .479.  bem  como  da  conclusão das etapas ou fases programadas.

      Prefeito Municipal    Exmº.      Atenciosamente.631.      Ofício nº ________/20___      Excelentíssimo Senhor    Tem  o  presente  a  finalidade  de  solicitar  a  assinatura  de  Convênio  entre  o  Município  de  ______________________ e a Secretaria da Educação para auxílio‐transporte de alunos da rede estadual de ensino nos  termos do Decreto nº 48. 7º)      ANEXO I      _______________________.  IV  ‐  conferir  as  informações  constantes  no  Anexo  II.impossibilidade  de  alteração  da  lista  de  alunos  da  database  Censo  MEC. podendo.    Sendo só para o momento.  VII ‐ autuar e protocolar as propostas e remeter os processos às Coordenadorias  de Ensino para posterior encaminhamento à Consultoria Jurídica para manifestação. 6º)    Artigo  530‐C  ‐  A  comprovação  da  aplicação  do  recurso  concedido  obedecerá  às  normas do Tribunal de Contas do Estado. pedir à Prefeitura Municipal esclarecimentos sobre os dados e  informações constantes do Plano de Trabalho.  VIII ‐ providenciar a publicação do extrato dos Convênios e Aditamentos no Diário  Oficial.  Paulo Renato Costa Souza  DD. reitero protesto de estima e consideração.  V  ‐  deverá  ser  remetido  por  correio  eletrônico  às  Coordenadorias  de  Ensino  quadro resumo da Diretoria de Ensino conforme Anexo III.  c) formulário de passes.  (Res. de 11 de maio de 2004.   VI  ‐  comprovar  a  existência  de  recurso  orçamentário  necessário  à  execução  do  objeto do convênio. art.  b) formulário de rotas percorridas/quilometragem.  encaminhando  cópia  dos  seguintes documentos:  a) relação dos alunos transportados conforme os §§ 1º e 2º do artigo 529. caso necessário. art.  para  efeito  deste  Convênio. SE nº 34/09.  d) quadro resumo do Município.  IX ‐ verificar as condições da execução do Convênio no atendimento do transporte  escolar.  (Res. efetuando a competente reserva. _____ de ______________ de 20_____. Sr. Secretário de Estado da Educação   São Paulo ‐ SP  175 . SE nº 34/09.

  VIAGENS  EF  EM  TOTAL  DIA                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Observação: Em TIPO TRANSP.ANEXO II    DOCUMENTO "1"    (RELAÇÃO DE ALUNOS IMPRESSA DO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS / data base CENSO MEC)    DOCUMENTO "2"    SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO    COORDENADORIA DE ENSINO _____________    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE ROTAS / QUILOMETRAGEM                                      Ano: ________    Diretoria de Ensino:  Município:  ROTA  ORIGEM  DESTINO  ESCOLAS  Tipo de  Capa‐ Tipo  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  Nº DE  ATENDIDAS  Veículo  cidade  Transp. informar se frota Própria (FP) ou Frete (F)      Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino                    Km RODADO  POR DIA                                176 .

DOCUMENTO "3"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO ______    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE PASSES                 Ano:_____    Diretoria de Ensino:  Município:  UNIDADE  BAIRRO  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  VAOLOR DA TARIFA PARA  CUSTO PASSE  ESCOLAR  ESTUDANTE  DIA      EF  EM  TOTAL                                                              Observação:  1.  dias úteis)                                  Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino        177 .  transp. Informar o valor da tarifa para estudante. Custo passe dia: total de alunos x 2 (ida/volta) x tarifa para estudante     Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino              DOCUMENTO "4"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO_______  Auxílio Transporte de Alunos    QUADRO RESUMO DO MUNICÍPIO                                                                          Ano: ________    Diretoria de  Prefeitura  Frota Própria  Frete  Passe  Total Geral  Ensino  Municipal      Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  Mensal (20  transp.  transp. em uma viagem  2.  transp.

..503... 1º)    178 .. a serem  especificados pela Secretaria Estadual competente. Digitar o nome da Diretoria e do Município em letras maiúsculas. o qual deve ser mantido com o transportador no interior do veículo.  2 ‐  aquisição de passagens com antecedência à realização das viagens. sem abreviações ou acentos. segurança.  ambos  dotados  de  requisitos  mínimos  de  capacidade.  5  ‐  fornecimento.  3 ‐ processamento de origem e do destino das viagens em abrigo de passageiros e. de 23  de setembro de 1997.  § 1º ‐ Para efeito do disposto nesta seção. caso o nome não caiba no espaço.  §  2º  ‐  O  Serviço  Intermunicipal  Rodoviário  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes  será efetuado por pessoa física ou jurídica...  (Lei nº 11.  na  falta  deste.258/02.  excluído  o  do  condutor.  2.  6 ‐ veículos e condutores em conformidade com o disposto na Lei nº 9..  Auxílio Transporte de Aluno     QUADRO RESUMO DA DIRETORIA DE ENSINO                                                                                       Ano: ____________      1.ANEXO III  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO .  por  parte  dos  usuários.... higiene e conforto. Não utilizar 2 linhas para cada município. providos de tacógrafo.  4 ‐ proibição do transporte de passageiros de pé....  de  atestado  de  matrícula  do  estabelecimento de ensino.. será considerado serviço de fretamento  estudantil aquele que apresente os seguintes requisitos:  1 ‐ utilização de peruas ou outros veículos sem taxímetro. mediante  reserva de lugares.  em  agências  de  venda  de  passagens.. abrir a coluna o quanto for necessário..  com  capacidade  de  seis  a  vinte  lugares. caput e §§ 1º e 2º do art.  sendo  vedada  a  circulação  de  passageiros em seu interior.    Diret oria  de  Ensi no  Prefeitur a  Municip al  Nº de  UEs que  utilizam  trnasport e  Nº de  Alun os  Frota Própria  Nº de  KM Custo  Veículo s  Mens s  po al (20  r  dias  dia  úteis)        Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Nº  de  Veí cul os  Frete KM s  po r  dia  Custo  Mens al (20  dias  úteis)  Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Passe  Custo  Mens al (20  dias  úteis)    Custo  Alun o  Dia    Total Geral Nº de  Custo  Alunos  Mens al  Cus to  Alu no  Dia  E F  E M  EF EM E F  E M  E F  E M    Data:  ____/____/______    Data:  ____/____/______      __________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    __________________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino      Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal    Artigo  531  ‐  O  Serviço  Rodoviário  Intermunicipal  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes (serviço regular) será prestado por peruas ou outros veículos sem taxímetro.

  trens  metropolitanos  e  Metrô.    179 .  (Lei nº 7. instituído por ato  do Secretário dos Transportes Metropolitanos.  de  espetáculos  teatrais. SE nº 179/93.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano.  turismo  e  defesa  do  consumidor. art.945/89)  §  1º  ‐  Os  alunos  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar. alt. existentes no Estado de São Paulo. 1º.  nos  Municípios  aos  mesmos  órgãos  das  referidas  áreas. com a redação dada pela Res.  mediante  a  utilização  de  passes.  §  2º  ‐  A  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano  permitirá  a  aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus.  caput do art. previsto no artigo 533.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  por  meio  dos  seus  respectivos  órgãos  de  cultura. nos dias letivos.  cultura  e  lazer  do  Estado  de  São  Paulo.  (Res. SE nº 179/93.  musicais  e  circenses. 2º. SE nº 133/03)    Seção III  Do Direito ao Pagamento de Meia‐Entrada em Espetáculos Esportivos.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU.  em  casas  de  exibição  cinematográfica. bilhetes magnéticos.Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  532  ‐  Os  estudantes  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens. com a redação dada pelo Decreto nº 30.  a  fiscalização e o cumprimento do disposto nesta seção.  (Res. SE nº 133/03)  § 3º ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção. cartões ou outros meios de acesso.  bem  como  ao  Ministério  Público  do  Estado  de  São  Paulo.  esporte.    Artigo  534  ‐  Caberão  ao  Governo  do  Estado  de  São  Paulo.844/92.  e. Culturais e de Lazer    Artigo  533  ‐  Fica  assegurado  aos  estudantes  regularmente  matriculados  em  estabelecimentos de ensino fundamental. por meio da EMTU/SP. o  pagamento de meia‐entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em casas de diversão.  II  –  cadastrar  os  alunos  regularmente  matriculados. art.  na  conformidade do disposto nesta seção. pela Res.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros. 81. fica regulamentado nos termos desta seção. art.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. 1º e art. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  praças  esportivas  e  similares  das  áreas  de  esporte.  poderão  obter  junto  à  direção das unidades escolares a Carteira de Transporte Escolar Metropolitano. médio e superior.  utilizando  o  formulário  fornecido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. 3º)    Artigo  535  ‐  O  pagamento  de  meia‐entrada  para  o  ingresso  de  estudantes  em  casas de diversão pública.

 será obtido tomando por base o valor  efetivamente cobrado pelos estabelecimentos elencados no artigo anterior.Artigo  536  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversão  pública  os  estabelecimentos  que  apresentem  espetáculos  teatrais.    Artigo  539  ‐  Os  órgãos  estaduais  diretamente  envolvidos  com  as  atividades  de  cultura.  médio e superior regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino público e particular  existentes no Estado.  II ‐ os requisitos estabelecidos em conformidade com o Anexo III a que se refere o  artigo 8º da Lei Complementar nº 836. observando‐se:  I ‐ as condições previstas nos artigos 13 a 16 da Lei Complementar nº 444. turismo e defesa do consumidor prestarão a colaboração necessária à fiscalização  e ao fiel cumprimento do regulamento.606/92.    Artigo 537 ‐ O pagamento de meia‐entrada.  desportivos e de lazer no Estado de São Paulo. por campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação  Especial.  conforme  delimitação  territorial fixada pelo Titular da Pasta.  a  Secretaria  da  Educação poderá promover concurso público de âmbito estadual para determinada classe. mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ‐ CIE. arts.   §  2º  ‐  Excepcionalmente  e  havendo  interesse  da  Administração. de 30 de dezembro de 1997. com inscrição e escolha de vagas vinculadas a uma mesma  região.    Artigo 538 ‐ O benefício será assegurado aos estudantes de ensino fundamental.    180 . 2º. 1º. bem como as praças esportivas e similares. na forma a que alude o caput deste artigo.  (Decreto nº 35. quando realizadas em mais de uma região.  § 1º ‐ As provas.  musicais. em que sejam realizados eventos culturais. de 27  de dezembro de 1985.  cultural  e  desportiva.  circenses. 3º.4º e 7º)    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados    Artigo  540  ‐  Os  concursos  públicos  para  provimento  de  cargos  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação  serão  realizados  regionalmente. poderão ser únicas e  aplicadas concomitantemente. esporte.  §  3º  ‐  A  região  delimitada  na  forma  do  caput  poderá  englobar  mais  de  uma  Diretoria de Ensino.  § 4º ‐ Não poderá participar de concurso de remoção o integrante do Quadro do  Magistério  que  se  encontre  no  período  de  estágio  probatório  e  tenha  sido  admitido  mediante  certame regionalizado.  exibição  cinematográfica.

Artigo  541  ‐  Os  candidatos  aprovados  em  concurso  público  para  provimento  de  cargos do Quadro do Magistério serão classificados regionalmente.344/07.  (Decreto nº 52. em listagens discriminadas por  campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação Especial.  composta  por  no  mínimo  3  (três)  membros  da  própria  Diretoria. mediante concurso público.  o  disposto  no  caput  deste  artigo  será  cumprido  em  relação  a  cada  um  dos  cargos. 1º. definidos pelo Diretor  da unidade. no decorrer do estágio probatório. 2º da Res. art.    (Decreto nº 53.  será submetido a 3 (três) etapas de avaliações. arts. cuja constituição  deve ser publicada em Diário Oficial do Estado:   I  ‐  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  em  cada  Unidade  Escolar  jurisdicionada  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino. 1º e 2º com as alterações introduzidas pelo Decreto  nº 55.  durante  o  qual  estará  condicionado  à  avaliação especial de desempenho.  que  será  responsável  por  avaliar  o  desempenho  dos integrantes do Quadro do Magistério composta por 3 (três) servidores.  previstas  no  inciso  XVI  do  artigo  37  da  Constituição  Federal. a serem  realizadas por Comissões de Avaliação Especial de Desempenho.037/08.  será considerado o nível de escolaridade exigido para o provimento dos respectivos cargos.095  (um  mil  e  noventa  e  cinco)  dias  de  efetivo  exercício.  inclusive  no  caso  de  acumulação  de  cargos  de  mesma  denominação.   § 3º ‐ É vedada a participação de servidores em período de estágio probatório nas  Comissões de que tratam os incisos I e II deste artigo. sendo que pelo menos dois devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento  efetivo  em  exercício  no  mesmo  órgão  de  exercício  do  avaliado.  § 1º ‐ Para fins de definição de nível hierárquico. de acordo com a classe a qual pertence.  § 4º ‐ As Comissões de Avaliação Especial e Central de Desempenho especificadas.   § 2º ‐ A Comissão de Avaliação Especial de Desempenho e a Comissão Central de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  terão  entre  seus  membros  obrigato‐riamente  o  superior  imediato do servidor avaliado que presidirá a respectiva Comissão. vedado o aproveitamento de prazos ou de pontuações decorrentes de períodos de  estágio probatório anteriormente avaliados. somente será considerado estável após um período de 1.144/09 e parágrafo único do art.  separadamente. de que  tratam os incisos I e II.  nomeado  para  prover  cargo  efetivo.   § 2º ‐ O integrante do Quadro do Magistério. de nível hierárquico não inferior ao do avaliado. e art.  de  caráter  permanente. e que será responsável por avaliar o desempenho dos integrantes do Quadro  do Magistério da Classe de Suporte Pedagógico classificados na mesma Diretoria de Ensino.   II  ‐  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  definidos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino  sendo  que  pelo  menos  2  (dois)  devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento efetivo.  bem como todos os servidores envolvidos no processo de avaliação dos integrantes do Quadro do  181 . 4º)    Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público    Artigo  542  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.   §  1º  ‐  Nas  hipóteses  de  acumulação  lícita  de  cargos. SE nº 66/08)    Artigo 543 ‐ O Dirigente Regional de Ensino deverá instituir as seguintes comissões  para fins de implementação do sistema de Avaliação Especial de Desempenho. bem  como  analisar  todos  os  processos  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  encaminhados  pelas  Unidades Escolares.

  c) 2 faltas = 8 pontos. avaliados pelos respectivos indicadores:  I ‐ Assiduidade: Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho.  contraditório  e  de  ampla defesa e deverá obedecer aos requisitos abaixo relacionados e constantes das fichas anexas  desta subseção.  impessoalidade. art.  I  ‐  Subsidiar  e  assessorar  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  em  estágio  probatório nos assuntos  atinentes a  sua área de  atuação.  e) 4 faltas = 6 pontos. no mínimo.    Artigo 544 ‐ São atribuições das Comissões de Avaliação Especial de Desempenho  e  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. 3º ao 6º)    Artigo 546 ‐ A avaliação especial de desempenho tem por objetivos:   I  ‐  contribuir  para  a  implementação  do  princípio  da  eficiência  na  Administração  Pública do Poder Executivo Estadual.  § 5° ‐ Na inexistência de titular para a composição da Comissão a que se refere o  inciso I desse artigo.  subsidiar  as  Comissões  Centrais  das  Diretorias de Ensino nos processos de  Avaliação Especial de Desempenho.   III ‐ fornecer subsídios à gestão de política de recursos humanos.  atendidas  as  exigências  de  hierarquia e de escolaridade. bem como esclarecer  eventuais dúvidas quanto à aplicação das disposições da presente resolução. e será  composta por.  utilizando‐se  dos  elementos  que  compõem  o  processo  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho do servidor avaliado.  182 . avaliando seu grau de ajustamento ao exercício do cargo  e a possível necessidade de ser submetido a programas de capacitação.   IV ‐ promover a adequação funcional do servidor. a Diretoria de Ensino poderá indicar um titular de cargo.  são  responsáveis  pela  veracidade  das  informações  sobre  o  estágio.   §  1º  ‐  Caberá  à  Comissão  de  Recursos.  moralidade.  (Res. excepcionalmente. excetuando‐se  as faltas abonadas.   (Decreto nº 52.  dentre  os  seus  profissionais.  no  acompanhamento  dos  integrantes do Quadro do Magistério em estágio probatório. eventualmente interpostos por integrantes do Quadro do Magistério.  eficiência.  acerca  do  correto desempenho de suas atribuições.344/07.  b) 1 falta = 9 pontos.    Artigo  545  ‐  O  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos  deverá  instituir  Comissão de Recursos da Avaliação Especial de Desempenho.  d) 3 faltas = 7 pontos.Magistério  em  estágio  probatório.   II ‐ aferir o desempenho do servidor em sua função. na seguinte conformidade:   a) 0 faltas = 10 pontos. arts.  § 2º ‐ As Comissões de Avaliação e de Recursos devem atuar de forma imparcial e  objetiva.  para  compor  a  comissão  da  escola.  publicidade.  II ‐ Registrar sistematicamente todas as ocorrências relativas à conduta funcional  do servidor.  no que couber. 3 (três) membros do próprio Departamento. SE nº 66/08. a qual caberá analisar e decidir os  recursos hierárquicos. para aprimorá‐lo. sob pena de responsabilidade adminis‐trativa. 2º)    Artigo 547 ‐ A Avaliação Especial de Desempenho processar‐se‐á de acordo com os  princípios  de  legalidade. orientando. civil e criminal.

 pais e servidores.  na  prática. de acordo  com as metas da Secretaria da Educação. totalizando o máximo de 210 pontos nas 3 etapas. nos prazos estipulados e constantes dos calendários.  k) 10 ou acima de 10 faltas = zero pontos.  apresentação  de  bom  nível  de  rendimento  no  exercício de suas atribuições. abaixo  de 105 pontos.   2 ‐ Numeração e rubrica em todas as páginas.  § 2º ‐ Será considerado inapto e.f) 5 faltas = 5 pontos.  uso  adequado  dos  materiais  pedagógicos  e  outros  materiais  disponibilizados  pela  Secretaria  da  Educação.  VI  ‐  Eficiência:  Apresentação. ou seja. Órgão  de lotação e de exercício.  § 1º ‐ De acordo com os critérios estabelecidos nos incisos I a VII deste artigo.  não  rotineiras  para as demandas oriundas de atribuições do servidor. obtiver  pontuação inferior a cinqüenta por cento do total da pontuação máxima permitida.  de  cumprimento  do  contido  nas  propostas  curriculares. o servidor que no  somatório dos pontos obtidos nas 3 (três) etapas da Avaliação Especial de Desempenho.   III  ‐  Capacidade  de  Iniciativa:  Apresentação  de  propostas  novas.  II  ‐  Disciplina:  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade Escolar e Diretoria de Ensino.  4 ‐ Ficha de Freqüência de cada etapa prevista no decorrer do estágio probatório ‐  Anexo II.  deverá  ser  formalizado  e  instruído  contendo  os  documentos  abaixo  especificados.  VII  ‐  Produtividade:  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos. resultante do somatório dos pontos aferidos a cada um dos  quesitos.  comprometimento  com  os  objetivos pactuados nos planos de trabalho da Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino. Supervisor de Ensino e pais de alunos. nas relações com os alunos. com o Diretor  de Escola.  conforme  Anexos que integram esta subseção:  1 ‐ Capa com número do sistema de protocolo. conseqüentemente exonerado.  contribuição  para  o  bom  relacionamento entre alunos. a  pontuação máxima que o servidor poderá obter em cada etapa da Avaliação na Ficha de Avaliação  Especial de Desempenho é 70 pontos. decorridos 30 (trinta) meses do estágio probatório.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  3 ‐ Ficha Funcional do Servidor ‐ Anexo I.  i) 8 faltas = 2 pontos. Professor Coordenador.  h) 7 faltas = 3 pontos.  183 .  5 ‐ Ficha de Avaliação Especial de Desempenho de cada etapa prevista no decorrer  do Estágio Probatório ‐ Anexo III. no exercício de suas atribuições. adotados pela Unidade Escolar e/ou Diretoria de  Ensino.  g) 6 faltas = 4 pontos. nome do servidor avaliado. participação nos cursos de capacitação oferecidos pela Secretaria da Educação.  IV ‐ Responsabilidade: Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e  demais  responsáveis  pelo  processo  de  ensino  e  gestão  escolar.  j) 9 faltas = 1 ponto. demonstração de  competência na superação de obstáculos não previstos.  § 3º ‐ O Processo de Avaliação Especial de Desempenho terá como parâmetro as  atribuições do cargo ocupado pelo servidor e.  V  ‐  Comprometimento  com  a  Administração  Pública:  Participação  nos  projetos  especiais da Secretaria de Estado da Educação.

   7 ‐ licença especial para atender menor adotado. contados da data da ciência do servidor. deverá ser repassada uma cópia de toda a documentação referente às 3 etapas  de sua avaliação. será emitida a manifestação conclusiva (Anexo VI). a unidade subsetorial de recursos  humanos  deverá  registrar  o  fato.   6 ‐ licença por acidente em serviço. contados a partir da data de autuação  do  processo de avaliação.  II ‐ a segunda etapa.   3 ‐ licença gestante.   8 ‐ readaptação funcional. propondo a exoneração ou confirmação do funcionário no cargo.  imediatamente após a propositura.  §  7º  ‐  No  caso  de  proposta  de  exoneração.   184 .  que  poderá  ser  apresentada  pessoalmente  ou  por  procurador  constituído.344/07)  Artigo 548 ‐ O registro da Avaliação Especial de Desempenho deverá ser efetuado  por etapas. ficando suspensa e prorrogada a contagem de tempo e a avaliação para efeito  de homologação do estágio probatório. por meio da Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. 7º. 6º do Decreto  nº 52.  7  ‐  Relatório  Final  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  da  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho ‐Anexo V. do décimo primeiro ao vigésimo mês de efetivo exercício.  terá  o  prazo  de  20  (vinte)  dias  para  apreciá‐la  e.  §  1º  ‐  O  período  do  estágio  probatório  será  contado  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício no cargo. de que trata o item 8 do  §  3º  deste  artigo.  com  a  assinatura  de  duas  testemunhas  devidamente  identificadas.   III  ‐  a  terceira  etapa. para decisão final. 9º e 11 ao 13.  pela  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  § 4º ‐  Aos  integrantes  do  Quadro do Magistério  submetidos à  Avaliação  Especial  de Desempenho.  a  contar  do  vigésimo  primeiro  ao  trigésimo  mês  de  efetivo  exercício.  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício  do  servidor no cargo  para  o  qual  foi  nomeado.  ratificando ou retificando o relatório anterior.  observando a seguinte temporalidade:  I ‐ a primeira etapa que irá do primeiro ao décimo mês de efetivo exercício. da qual tomará ciência e será parte integrante de seu assentamento individual. este c/c o § 2º do art.  § 5º ‐ Na hipótese de recusa. do servidor avaliado.  8  ‐  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho ‐ Anexo VI. em assinar qualquer uma das  notificações do processo de Avaliação Especial de Desempenho.   4 ‐ afastamento para concorrer a cargo eletivo.  será  dada  ciência  ao  interessado.  deferida  pelo  Dirigente Regional de Ensino. arts. nos seguintes casos:   1 ‐ licença para tratamento de saúde.6 ‐ Relatório da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou da Comissão  Central de Avaliação Especial de Desempenho ao final de cada etapa do estágio probatório ‐ Anexo  IV.  § 6º ‐ No prazo de 40 (quarenta) dias. a Diretoria de Ensino.  (Resolução SE 66/08.  9 ‐ Ficha de Encaminhamento ao Departamento de Recursos Humanos ‐DRHU da  Secretaria da Educação – Anexo VII.   2 ‐ licença por motivo de doença em pessoa da família.   5 ‐ licença para exercer mandato eletivo.  no  prazo  de  10  (dez)  dias.  § 8º ‐ Após a apresentação da defesa. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e à ampla defesa. elaborar novo relatório conclusivo a ser submetido  ao Secretário da Educação.

  § 4º ‐ Os casos omissos serão decididos pela Chefia de Gabinete da Secretaria da  Educação. a ser ultimado no prazo  de 30 (trinta) dias.  §  3º  ‐  A  aplicação  do  disposto  neste  artigo  não  inibe  a  possibilidade  de  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério. 14. a partir da data imediatamente subseqüente à do término do estágio.    Artigo  549  ‐  Os  processos  de  avaliação  do  Estágio  Probatório. no decorrer do prazo de 30 (trinta) meses do Estágio Probatório.  mediante  processo  administrativo. constante do Anexo V desta Resolução. 8º. acompanhada de Relatório constante no  Anexo IV expedido pelas respectivas Comissões.  que  não  corresponder  a  quaisquer  dos  requisitos  estabelecidos pelo artigo 547. a ser publicado em DOE.  § 2º ‐ No ato de confirmação no cargo. SE nº 66/08.  que  irão  propor  a  exoneração  ou  a  confirmação  do  funcionário  no  cargo.  §  4º  ‐  As  avaliações  periódicas  parciais  devem  ser  consideradas  num  Relatório  Final. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e ampla defesa. de 28 de outubro de 1968. 10.261. ser  exonerado  do  cargo. o integrante do  Quadro  do  Magistério  será  formalmente  declarado  estável.   (Res.9 ‐ designado ou afastado para o exercício de funções com atribuições diversas de  seu cargo.  sem  prejuízo  da  apuração  dos  fatores  enumerados  nos  incisos  I  a  VII  do  artigo  547  da  presente  subseção.   § 3º ‐ Os indicadores de avaliação apontados no artigo 547 serão apurados ao final  de  cada  etapa  do  estágio  probatório  pela  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de Avaliação Especial  de Desempenho constante no Anexo III desta subseção.  nos  termos  do  artigo  41  da  Constituição  Federal  de  1988.  a  qualquer  momento. arts.344/07)                      185 . submetidos  à apreciação do Secretário da Pasta para decisão final. em local diverso daquele de sua classificação.  com  redação  dada  pelo  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  19/98. a ser elaborado pela Comissão de Avaliação Especial  de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  deverão  ser  encaminhados  para  manifestação do Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU/SE e. 5º do Decreto nº 52. 15 e 17. e art.  § 1º ‐ O ato de confirmação no cargo ou de exoneração do integrante do Quadro  do Magistério deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado ‐ DOE pela autoridade competente  até o penúltimo dia do Estágio Probatório.  no  interesse  do  serviço  público. contados da data de apresentação de sua defesa. sem prejuízo da aplicação das  penas disciplinares previstas no artigo 251 da Lei nº 10.  6  (seis)  meses  antes  do término  do  Estágio  Probatório.   §  2º  ‐  A  atuação  em  atividades  com  as  mesmas  atribuições  do  cargo  de  provimento efetivo. não acarretará a suspensão ou  prorrogação da contagem de tempo. posteriormente.

ANEXO I    FICHA FUNCIONAL DO SERVIDOR  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:                                                            DADOS PESSOAIS Nome:                                                                   RG: CPF:                                                                     RS/PV: PIS/PASEP:                                                        Data de Nascimento: Endereço:                                                        DADOS FUNCIONAIS Cargo:  Nomeado por  Decreto de:                                       Publicado  no DOE de: Data da Posse:                                                           Início de Exercício: Data de ingresso no serviço público estadual: Cargo/Função‐Atividade Anterior:  Outras Informações:      Local e data:                            Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:      ANEXO II    FICHA DE FREQÜÊNCIA  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                                  RG: Cargo:  Período de Freqüência: de                                            a NÚMERO FALTAS DESCONTÁVEIS E SUSPENSÃO/PRORROGAÇÃO NO PERÍODO AVALIADO  I – Faltas Justificadas:  II – Faltas Injustificadas:  III – Faltas Médicas: IV – Outras Faltas: V – Licença‐Prêmio: VI – Suspensão/prorrogação da contagem por Licenças: VII ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Afastamentos: VIII‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Readaptação funcional: IX  ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Designação: TOTAL DE DIAS (BRUTO):  TOTAL DE DIAS (LÍQUIDO):  Documentos Anexados:          (   ) sim          (    ) não Local e data:                                                     Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:   Ciência do interessado:        186 .

   VII – PRODUTIVIDADE  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos. de acordo com as metas da Secretaria da Educação.  adotados  pela  Unidade  Escolar  e/ou Diretoria de  Ensino. nos prazos estipulados e constantes dos calendários.  demonstração  de  competência  na  superação  de  obstáculos não previstos.. na prática. de cumprimento do contido nas propostas curriculares. nas relações com os alunos.  contribuição  para  o  bom  relacionamento  entre  alunos. uso adequado dos  materiais pedagógicos e outros materiais disponibilizados pela Secretaria da Educação. SE ___/2008      200_  Cargo:  Data da avaliação:           Tabela de pontuação dos requisitos previstos nos incisos II a VII. do artigo 7ºda Res..  no  exercício  de  suas  atribuições. com o Diretor de Escola.  V‐COMPROMETIMENTO COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  Participação  nos  projetos  especiais  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação..  pais  e  servidores.. SE __/2008  Acima do esperado = 9 e 10 pontos  Atinge parcialmente o esperado =  4.  II – DISCIPLINA  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade  Escolar  e  Diretoria  de  Ensino...  III – CAPACIDADE DE INICIATIVA  Apresentação  de  propostas  novas. participação nos  cursos  de capacitação  oferecidos  pela  Secretaria  da Educação. 1.... apresentação  de bom nível de rendimento no exercício de suas atribuições....  VI – EFICIÊNCIA  Apresentação. do artigo 7º da Res. Professor Coordenador.  não  rotineiras  para  as  demandas  oriundas  de  atribuições  do  servidor.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  IV – RESPONSABILIDADE  Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e demais responsáveis pelo processo de  ensino  e  gestão  escolar....... 2 e 3  pontos     Pontuação  I ‐ ASSIDUIDADE    Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho.  comprometimento  com  os  objetivos  pactuados  nos  planos  de  trabalho  da  Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino.. 5 e 6 pontos  Atinge o esperado = 7 e 8  pontos   Abaixo do esperado = 0.    FICHA DE AVALIAÇÃO ESPECIAL  DE DESEMPENHO      Anexo III      Nome do Avaliado:  Nº RG:  Nº RS:  Unidade de Exercício:  Tempo no cargo:  Assiduidade – 0 a 10 pontos nos termos do inciso I....  Total de Pontos                                    187 ..ANEXO III    GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO .. excetuando‐se as faltas abonadas.. Supervisor de  Ensino e pais de alunos.

Comentários (opcional)    _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________  Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho   Nome:  Assinatura:  1)    2)    3)        ANEXO IV    RELATÓRIO  DA  COMISSÃO  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL  DE  DESEMPENHO  OU  COMISSÃO  CENTRAL  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL DE DESEMPENHO AO FINAL DE CADA ETAPA DO ESTÁGIO PROBATÓRIO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:  Nome:                                                                 RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      /    Requisitos dos Incisos I a VII do Artigo 3º do Decreto nº 52.344 de 09 de novembro de 2007  Total de Pontos Obtidos:  Outras Informações:      Ações para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do servidor ( se for o caso):              Local e data:                  188 .

  Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO V    RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO OU COMISSÃO CENTRAL DE  AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:    Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                 RG: Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      / Não havendo registro de faltas descontáveis. em   /        /  Parecer Conclusivo:             Local e Data:     Ciência do Avaliado: Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho   Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)    ANEXO VI    MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA DA COMISSÃO CENTRAL DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de exercício:  Nome:                                                                             RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:        /    /              a     /     / Parecer Conclusivo:      189 . o servidor completará o período de Estágio Probatório.

 propomos:  (   ) a confirmação do servidor no cargo.  3.  Relatórios  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho (fls. encaminhem‐se os autos ao Departamento de  Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação. Fichas de Avaliação Especial de Desempenho (fls  ). Manifestação Conclusiva da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho (fls. publicado a ____/____/____ Posse: ____/____/____                                 Exercício: ____/____/____                                             Foram juntados aos autos: 1.                            Estando o processo devidamente instruído.   5.  ).     ).    Outras Informações:      Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO VII    FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS – DRHU DA SECRETARIA  DA EDUCAÇÃO  PROCESSO:  INTERESSADO:                                                                        RG: ASSUNTO: Avaliação de Estágio Probatório INFORMAÇÃO Nº _________/________ Unidade de exercício:  Cargo:  Nomeado por Decreto de _____   .                                              À  vista  da  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho (fls.  (   ) a exoneração do servidor do cargo.  2. Fichas de Freqüência abrangendo o período de ___/___/___ a ___/___/___(fls     ). Relatório Final da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação  Especial de Desempenho ( fls   ).  6.     ). Ficha Funcional (fls.  4.      ).  Local e data:  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino: Ciência do interessado:          190 .

  das  quais  3  (três)  horas  exercidas  na  escola.  quando  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho Docente.  IV ‐ Jornada Reduzida de Trabalho Docente.   II ‐ aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental. de 12 (doze) horas semanais. sendo:  a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos.    Artigo 553 ‐ Além da jornada a que estiver sujeito. de 30 de dezembro de 1997. respeitado o limite máximo de:   I ‐ 8 (oito) horas em atividades com alunos. Médio e Educação  Especial ‐ campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II.  III  ‐  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente. sendo:   a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos. e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente. de 30 (trinta) horas semanais. ministrar  aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental. de 16 de julho de 2009. desde que habilitado. em atividades coletivas. dentre as previstas nos incisos  II.    Artigo 552 ‐ De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836. quando em Jornada Reduzida  de Trabalho Docente.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  exercer  carga  suplementar  de trabalho.Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente    Artigo  550  ‐  O  campo  de  atuação  do  pessoal  docente  do  Quadro  do  Magistério.  desde  que apresente  habilitação ou qualificação docente para as referidas aulas. em atividades coletivas. compreendem os seguintes âmbitos  da Educação Básica:  I ‐ classes iniciais do Ensino Fundamental ‐ campo de atuação relativo ao cargo de  Professor Educação Básica I.  das  quais  2  (duas)  horas  exercidas  na  escola. das quais 2 (duas) horas exercidas na  escola.  de  24  (vinte  e  quatro)  horas  semanais.  III ‐ 23 (vinte e três) horas em atividades com alunos.  II ‐ Jornada Básica de Trabalho Docente.  de 30 de dezembro de 1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.  referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas. sendo:  a) 10 (dez) horas em atividades com alunos.  III  e  IV  do  artigo  anterior.  sendo:  a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos.  II  ‐  13  (treze)  horas  em  atividades  com  alunos.  as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:   I ‐ Jornada Integral de Trabalho Docente.  em  atividades  coletivas. e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente.    Artigo 551 ‐ O Professor Educação Básica I poderá.  b)  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  exercidas  na  escola.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  um  campo  de  atuação  poderá  ministrar  aulas  em  campo  de  atuação  diverso  como  carga  suplementar  de  trabalho. quando em Jornada Básica de Trabalho  Docente.  b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico.  191 . de 40 (quarenta) horas semanais.  b)  5  (cinco) horas de  trabalho pedagógico. observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar  nº 836.094. em atividades coletivas. e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente.  b)  7  (sete)  horas  de  trabalho  pedagógico.

  da  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  seu  cargo.  o  tempo  de  serviço  e  os  títulos  no  respectivo  campo  de  atuação.  para  jornada  compatível  com  a  carga  horária  atribuída. constante do Anexo que integra esta seção. que observará a situação funcional.  poderá  haver  composição  dessa  jornada. que se  encontre em qualquer tipo de licença/afastamento.  na  conformidade  da tabela  de  distribuição de cargas horárias. em outro campo de atuação ou de outro componente curricular.  Parágrafo  único  ‐  Para  fins  de  classificação  no  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.    Artigo 557 ‐ A atribuição de classe e/ou aulas será precedida de classificação dos  inscritos no processo. com classe livre das séries iniciais do Ensino  Fundamental. no momento da  inscrição para o processo de atribuição de classes e aulas.  de  acordo  com  a  quantidade  de  vagas  e  correspondentes  cargas  horárias  disponíveis  na unidade escolar do ingresso. livres ou em  substituição.  no  Ensino Fundamental  e/ou Médio.  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar. ou na insuficiência parcial.    Artigo 556 ‐ O docente titular de cargo poderá optar.  no  caso de  aulas.  após  atendimento dos respectivos titulares de cargo.  mediante  atribuição  de  classe. sendo que.  chegando  em  redução  máxima  à  Jornada Inicial  de  Trabalho Docente.  Parágrafo  único  ‐  Verificada  ainda  a  impossibilidade  de  constituição  da  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  de classeespecial/sala  de recurso  ou de aulas  livres para constituição da jornada de trabalho dos titulares de cargo. de classe especial/sala de recurso ou de aulas a título de substituição a outro titular.    Artigo 559 ‐  Na  carência  de  classe.  quando  somadas  às  horas  de  mesma  característica  relativas  à  jornada  em  que  o docente  esteja  incluído. a habilitação ou a qualificação docente.  Artigo  554  ‐  As  horas  em  atividades  com  alunos. com aulas  livres da disciplina específica do  seu cargo. em caso de insuficiência. ou ainda de classe ou aulas de projetos da Pasta e  outras modalidades de ensino. para o qual o titular  apresente habilitação ou qualificação docente.  Parágrafo  único  ‐  O  atendimento  da  opção  dependerá  da  disponibilidade  de  classes ou aulas e das diretrizes da Secretaria da Educação previamente fixadas. com classe ou sala  de  recurso  livre.    Artigo  555  ‐  O  provimento  de  cargo  docente  far‐se‐á  em  qualquer  jornada  de  trabalho.     Artigo 558 ‐ A constituição da jornada de trabalho docente dar‐se‐á:   I ‐ para o Professor Educação Básica I.  192 . poderão ser  complementadas  por  aulas  livres  da  disciplina  não  específica  da  mesma  licenciatura  plena. por jornada de trabalho diversa daquela  em que esteja incluído. anualmente.  poderão  provocar  acréscimo  nas  horas  de  trabalho  pedagógico  na  escola  e  de  trabalho  pedagógico  em  local  de  livre  escolha.  II ‐ para o Professor Educação Básica II.  na  forma  estabelecida  pela  Secretaria da Educação em regulamento específico. ou mediante atribuição de aulas. no Ensino Fundamental e/ou Médio. os tempos de serviço trabalhados pelo docente em campos de atuação distintos.  III ‐ para o Professor Educação Básica II de Educação Especial.  de que trata o artigo 550. serão sempre computados separadamente.  haverá  redução  da  jornada  em  que  o  titular  esteja  incluído.

 na sua unidade de classificação.  observará  as  normas. na  forma  estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  se  houver  redução  de  remuneração. exercendo atividades inerentes às de  magistério e com:   I ‐ coordenação de atividades pedagógicas. ou.  Artigo  560  ‐  A  requerimento  expresso  do  titular  de  cargo.  II ‐ planejamento.     Artigo  566  ‐  Quando  o  total  de  horas  atribuídas  ao  docente  consistir  de  blocos  indivisíveis.  adaptação  e/ou  recuperação  de  alunos  de  aproveitamento  insatisfatório.  por  classe  de  alunos  ou  por  número  de  aulas  de  determinada  disciplina.  as  horas  que  ultrapassarem  a  quantidade  correspondente  à  respectiva  jornada  de  trabalho  deverão  ser  exercidas  a  título  de  carga  suplementar de trabalho.  III  ‐  avaliação. no caso  de  carga  horária  ainda  menor.  conforme estabelecido  nos  quadros  curriculares. que venha a compor  sua jornada de trabalho com aulas de componente curricular do Ensino Fundamental ou Médio.    Artigo  563  ‐  Na  aplicação  do  disposto  no  artigo  anterior. se for o caso.    Artigo 564 ‐ A atribuição de classes ou aulas para composição de jornada.  terá  a  retribuição  referente  a  essas  aulas  calculada  com  base  no  valor  do  vencimento  relativo  ao  Nível  I  da  Faixa  2.  na  quantidade necessária à complementação da Jornada Inicial ou da Jornada Reduzida de Trabalho  Docente. declarado adido.  desde que. pela Secretaria da Educação.  da Escala  de  Vencimentos ‐ Classes Docentes (EV‐CD).  o  docente  cumprirá  horas  de  permanência.  ordem  de  prioridade e critérios estabelecidos em regulamento específico.     Artigo 561 ‐ O docente que tiver redução de jornada a seu expresso pedido não  poderá voltar a ampliá‐la no decorrer do mesmo ano letivo.    Artigo 567 ‐ A acumulação remunerada de dois cargos docentes ou de um cargo de  suporte pedagógico com um cargo docente poderá ser exercida.  bem  como  para  carga  suplementar  de  trabalho  em  outro  campo de  atuação  ou  em  outro  componente  curricular.  cuja  carga  horária  atribuída seja inferior à da Jornada Inicial.  aplique‐se  o  procedimento  de  composição  de  jornada. que passarão a se configurar carga suplementar de trabalho. na forma  prevista  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  Parágrafo  único  ‐  A  ampliação  da  jornada  de  trabalho  do  Professor  Educação  Básica II somente poderá se dar com aulas livres da disciplina específica do cargo. poderá haver redução maior do que a prevista no artigo  552  para  Jornada Reduzida  de  Trabalho Docente.  na  forma  estabelecida no parágrafo único do artigo anterior. execução e avaliação das atividades escolares. na forma estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.     Artigo 562 ‐ O Professor Educação Básica I. desde que:  193 . conforme o caso.  IV ‐ processo de integração escola‐comunidade. não  haja desistência  das aulas que a excedam.    Artigo 565 ‐ Na impossibilidade de composição de jornada. o docente poderá optar por ser remunerado com base nos vencimentos relativos ao  próprio cargo.

 convocar  e  inscrever  os  docentes  da  unidade  escolar  para  o  processo.  acompanhamento  e  supervisão  do  processo anual de atribuição que estará sob sua responsabilidade.  II  ‐  verifique‐se  compatibilidade  de  horários. os seguintes âmbitos da Educação  Básica:  194 . 1º e 2º)    Artigo 570 ‐ Para efeitos do que dispõe a presente seção.  deverá  se  efetuar  compatibilizando  as  cargas  horárias  das  classes  e  das  disciplinas. SE nº 98/09.  bem  como  atribuir  as  classes  e  as  aulas.  bem  como  os  horários  e  turnos  de  funcionamento  da  escola. a fim de imprimir maior adequação e eficácia  à atribuição.  III ‐ haja prévia publicação de ato decisório favorável à acumulação.  a  atribuição. I ‐ seja observado o limite de 64 (sessenta e quatro) horas semanais para a carga  horária total do acúmulo.  (Res.144/09    HORAS EM ATIVIDADES COM ALUNOS  33  28 a 32  23 a 27 18 a 22  13 a 17  10 a 12  HORAS DE TRABALHO PEDAGÓGICO  NA ESCOLA  3  3  2 2  2  2  EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA DO  DOCENTE  4  3  3  2  1  0      SEÇÃO III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  568  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  designar  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  para  execução. visando a otimizar resultados no processo de ensino e aprendizagem.  Parágrafo único ‐  No âmbito da Secretaria da Educação é  vedada a possibilidade  de situação de acumulação de cargo e função docentes. arts. em todas as fases e etapas.  na  fase  inicial  do  processo. observadas as normas legais. arts.144/09.  com  as  jornadas  de  trabalho dos docentes.  §  2º  ‐  Sem  detrimento  ao  disposto  no  parágrafo  anterior.  coordenação. na fase inicial e durante o ano.    Artigo 569 ‐ Compete ao Diretor de Escola. 1º ao 12)      ANEXO  a que se refere o artigo  do Decreto nº 55.  as  classes  e  aulas  da  unidade  escolar  deverão  ser  atribuídas  com  observância  ao  perfil  de  cada  professor  e  considerando experiência e desempenho anteriores. consideram‐se campos  de atuação referentes às classes ou às aulas a serem atribuídas.  (Decreto nº 55. em especial nas situações de acumulação remunerada de cargos públicos.  observada  a  distância  entre  os  órgãos/unidades.  §  1º  ‐  Respeitada  a  ordem  de  classificação  dos  docentes.

 a fim de efetuarem suas inscrições para o processo de atribuição de classes e de  aulas  do  ano  subsequente.  §  6º  ‐  As  inscrições  dos  ocupantes  de  função‐atividade.  inclusive  dos  estáveis  e  celetistas.  se  titulares  de  cargo. apenas para  fins  de  inscrição.  os  docentes  são  convocados  a  comparecer  à  unidade escolar.  §  4º  ‐  O  docente  readaptado  deverá  ser  convocado  através  da  unidade  de  classificação de seu cargo. ou da sede de controle de frequência da função‐atividade. efetuadas na unidade escolar. pretenda  exercer a docência em unidade diversa. no ato de inscrição regular na unidade de origem.  §  1º  ‐  A  inscrição  do  docente  é  única  por  campo  de  atuação  e.  sendo‐lhe  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  de  aulas. as classes.  deverá  se efetuar  na  jurisdição  de  uma  única  Diretoria  de  Ensino.  em  decorrência  de  municipalização  da  unidade  de  origem  ou  por  qualquer  outro  motivo  legal. 3º)    Subseção II  Da Inscrição     Artigo  571  ‐  Ao  final  do  ano  letivo.  §  5º  ‐  O  titular  de  cargo  que  pretenda  exercer  a  docência  em  unidade  escolar  diversa.  deverão  ser  convocados  formalmente  para  efetuar  sua  inscrição  ou  se  fazer  legalmente representar para este fim e também. para fins de atribuição de classe  e/ou aulas do processo inicial.  III  ‐  aulas  de  disciplinas  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  ‐  campo  de  atuação relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica II.  sediada  em  qualquer  município. art.  2 ‐ docente ocupante de função‐atividade que tencione acumular funções.  poderá  se  inscrever  para  este  fim.  Parágrafo único ‐ Exclusivamente para fins operacionais de atribuição.  se  ocupantes de função‐atividade.  antes  do  início  do  processo  de  atribuição.  em  todo  o  processo.  também  assumem  característica de campos de atuação. distintos dos demais e entre si.  momento  em  que  farão  opção  por  alteração  ou  manutenção  de  jornada  e  por  carga  suplementar.   (Res.  enquanto não publicada a cessação da readaptação.  indicando  qualquer  Diretoria  de  Ensino. deverão ser remetidas à Diretoria de Ensino de jurisdição  195 . turmas e aulas dos  projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  ou  por  carga  horária  de  trabalho.  deverão  ter  sua  inscrição  remetida  à  unidade escolar de destino.  podendo  haver mais de uma inscrição somente nos casos de:  1 ‐ titular de cargo de uma  unidade escolar que. em virtude  de  exigirem  procedimentos  de  seleção  e  credenciamento  específicos.  II ‐ classes ou salas de recurso da Educação Especial ‐ campo de atuação relativo ao  cargo docente de Professor Educação Básica II de Educação Especial. da mesma ou de outra Diretoria de Ensino.  §  2º  ‐  Os  docentes  que  estejam  afastados  a  qualquer  título. para fins  de classificação no processo.  para  o  processo  inicial  de  atribuição. mediante designação. SE nº 98/09.  § 3º ‐ Os titulares de cargo removidos por concurso e os removidos ex officio ou  transferidos. conforme o caso.  mediante  designação  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  n°  444/85.  em  especial  os  licenciados.I  ‐  classes  das  séries/anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental  ‐  campo  de  atuação  relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica I. se necessário.  3 ‐ docente que pretenda ministrar aulas no ensino regular e também em projeto  da Pasta ou em outras modalidades de ensino.

 ou para acertos.  solicitar  a  redução de sua jornada.  sendo  que  os  novos. retratar‐se definitivamente da opção.   (Res. arts.  § 2º ‐ Faculta‐se também ao titular de cargo a possibilidade de.  § 7º ‐ Os candidatos à contratação farão inscrição somente na Diretoria de Ensino  de  sua  opção.  nunca  antes  admitidos  ou  contratados  na  rede  pública  estadual. no mínimo. antes da abertura do período de inscrições relativo ao  processo informatizado de atribuição de classes e aulas.  III  ‐  na  opção  por  ampliação  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  ampliação  na  unidade  escolar. ficando vedada qualquer alteração durante o processo inicial ou no decorrer do ano. deverão ser previamente inseridos e qualificados no sistema de cadastro funcional (PAEC  /PAEF) da Secretaria da Educação. mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que  lhes sejam correspondentes.  deverá  ser  revisto  e  atualizado  anualmente. com quantidade correspondente à da  Jornada  Reduzida. mantendo‐a válida na Unidade Escolar.  §  1º  ‐  A  opção  por  ampliação  de  jornada. verificação de legitimidade e correções. 4º.  ou  àquela  de  escolha  do servidor que pretenda  mudar  de  Diretoria  de  Ensino. na seguinte conformidade:  I ‐ em caráter obrigatório. para conferência regular das habilitações  e qualificações registradas. SE nº 98/09. que o professor tenha  adquirido durante o ano.da  unidade.    Artigo  572  –  O  cadastro  de  qualificação  de  cada  docente  da  unidade  escolar. a fim  de  evitar a atribuição em nível de  Diretoria  de  Ensino.  terá  validade  de atendimento  até a data‐limite de 30  de novembro do ano  letivo  de  referência. à vista  das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino.  mas sendo facultadas ao docente titular de cargo. implicando a manutenção.  constante  do  sistema  de  cadastro  funcional  (PAEC/PAEF).  para  evitar  a  constituição de jornada em mais de uma unidade escolar ou para manter o número de unidades  da constituição inicial. porém mantendo a totalidade da carga horária atribuída.  retratar‐se  da  opção  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. as possibilidades de:  I  ‐  na  opção  por  redução  de jornada ‐  retratar‐se da  opção.  II  ‐  na  opção  por  manutenção  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  constituição  na  própria  escola. para possível ampliação no decorrer do ano.  na  quantidade  correspondente  à  da  jornada  imediatamente  menor  ou  até  à  da  Jornada  Reduzida. desde que permaneça. 5º e 6º)    Subseção III  Da Classificação dos Inscritos    Artigo 574 ‐ Os docentes inscritos para o processo de atribuição de classes e aulas  serão  classificados.    Artigo 573 ‐ A opção por alteração de jornada será efetuada apenas no momento  da inscrição. exclusão ou inclusão de disciplinas.  mas  já  tendo  aulas  atribuídas.  caso  atendam  aos  demais  requisitos. de modo geral.  sob pena de responsabilidade. no processo inicial. a título de carga suplementar. na ocasional perda  de  aulas  durante  o  ano. para registro de novas habilitações.  para  fins de participação no processo.  conforme  o  caso.  independentemente  de  haver  ou  não  optado  na  inscrição. ou  II ‐ a qualquer tempo.  antes de concretizar  sua constituição em nível de unidade escolar.  em  nível  de  Unidade  Escolar  e/ou  de  196 .  declinando  do  atendimento  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  que  não  registre  precedente  de  retratação.

 poderá ser considerado em qualquer  campo de atuação docente e mesmo em mais de um.  c) diploma de Mestre.002 por dia.010/2007. na  seguinte ordem de prioridade:  I ‐ titulares de cargo.  §  2º  ‐  O  docente  que  acumula  cargos  no  mesmo  campo  de  atuação  poderá  ter  considerado o certificado de aprovação em concurso público de um cargo para fins de classificação  no outro.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.005 por dia.  VI  –  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação  temporária.  no  campo  de  atuação  da  inscrição. no próprio campo de atuação. com observância ao campo de atuação indicado nas respectivas inscrições. nº 1.  na  unidade  escolar. nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho ‐ CLT.  b) no Cargo: 0.  V ‐ docentes ocupantes de função‐atividade.  IV  ‐  quanto  aos  títulos. até no máximo 50 pontos.  referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura.  até  no  máximo  5  pontos. relativo ao provimento do cargo  de que é titular: 10 pontos.  IV ‐ docentes estáveis.  com  a  seguinte pontuação para:  a) certificado de aprovação em concurso público.  197 . no mesmo campo de atuação da inscrição. até no máximo 20 pontos. para atribuição em outro campo de atuação. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  III  ‐  quanto  ao  tempo  de  serviço. nos termos da Constituição Federal/1988.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  b) titulares de cargo.  na  seguinte  conformidade:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) titulares de cargo nomeados por concurso público.  com  a  seguinte pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  II ‐ titulares de cargo.001 por dia.  § 1º – O título de Mestre ou de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação.C.      Artigo  575  ‐  Os  titulares  de  cargo  serão  classificados. e vice‐versa. quando em regime de acumulação. abrangidos pela L. em campo de atuação diverso.  b) na(s) disciplina(s) não específica(s) da licenciatura do cargo.  observado  o campo  de  atuação  referente  às  classes  ou  às  aulas  a  serem  atribuídas. ainda  que  de  outra(s)  disciplina(s).  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  prevista  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  essa(s)  outra(s)  disciplina(s):  1  ponto  por  certificado.  b)  certificado(s)  de  aprovação  em  outro(s)  concurso(s)  de  provas  e  títulos  da  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  II ‐ quanto à habilitação:  a) na disciplina específica do cargo. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos.Diretoria de Ensino. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  III ‐ docentes estáveis. até no máximo 10 pontos.  c) em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua.  d) diploma de Doutor.

 trabalhado na  condição de  titular de  cargo  do  qual o  docente tenha se exonerado. sendo computado apenas como tempo  de  magistério  e  como  tempo  de  unidade  escolar.  § 12 ‐ Não será considerado. que deverá ser refeita integralmente a  cada  ano.  198 .  § 8º ‐  O  tempo  de  serviço. o  tempo de serviço. quando maior ou igual a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso.§ 3º ‐ A classificação dos titulares de cargo inscritos para designação nos termos  do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 dar‐se‐á em nível da Diretoria de Ensino indicada na  inscrição.  readaptações  e  outros  afastamentos. para fins de classificação do docente aposentado.  mediante  programas  de  demissão  voluntária  (PDV). entre seus pares da mesma classe docente.  em  ambos  os  casos. compondo a respectiva Jornada de Trabalho Docente. no magistério e mesmo na unidade escolar.  se  houver.  a  qualquer  título. será  sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar.  observado. neste nível.  3) por encargos de família (maior número de dependentes). em qualquer campo de atuação.  o  campo de atuação.  desde  que  exercidos  no  próprio  campo  de  atuação  do  docente. será computado regularmente para fins de classificação no processo de  atribuição de classes e aulas. em designações.  § 11 ‐ O tempo de serviço trabalhado fora da unidade de origem. exceto o exercido em órgãos centrais da Pasta ou nas Diretorias de  Ensino e Oficinas Pedagógicas.  o  desempate deverá se efetuar na seguinte ordem de critérios:  1) pela idade. inclusive em demissão voluntária (PDV).  §  14  ‐  Em  casos  de  empate  de  pontuação  na  classificação  dos  inscritos. ou ainda junto aos convênios de municipalização do ensino.  poderá  ser  regularmente  considerado  para  fins  de  classificação. prestado até a data da aposentadoria. na unidade escolar e  também  no  magistério  público  oficial.  quando  trabalhado  com  aulas  de  campo  de  atuação diverso do que lhe é próprio. devendo ser excluídos o tempo de serviço e os títulos relativos  ao campo de atuação correspondente ao cargo.  § 6º ‐ O tempo de serviço do titular de cargo de Professor Educação Básica I ou de  Professor  Educação  Básica  II  ‐  Educação  Especial.  §  10  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente.  não  será  considerado  para  pontuação na Unidade Escolar. fica  caracterizado como tempo de serviço no próprio campo de atuação.  § 13 ‐ Na contagem de tempo de serviço. sendo que a data‐limite da contagem de tempo é sempre 30 de  junho do ano precedente ao de referência. e também às atribuições do decorrer do ano.  § 4º ‐ A contagem do tempo de serviço do docente efetivo. observados o campo de atuação e sua atual situação.  inclusive  o  tempo  de  serviço  na  condição de readaptado.  desde  que  autorizados  sem  prejuízo  de  vencimentos.  §  5º  ‐  Os  titulares  de  cargo  inscritos  para  atribuição  de  carga  suplementar  em  outro campo de atuação serão classificados apenas com o tempo de serviço e os títulos referentes  unicamente à carga suplementar.  incluirá  os  períodos  trabalhados  em  funções‐atividade  ou  em  contratações  anteriores  ao  ingresso.  nomeações. quando for o  caso.  trabalhado  em  afastamentos  a  qualquer  título.  destinada  a  qualquer etapa do processo inicial. não poderá ser considerado  como tempo no atual cargo ou na atual função‐atividade.  §  9º  ‐  Para  fins  de  classificação  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. no cargo.  2)  pelo  maior  tempo  de  serviço  no  Magistério  Público  Oficial  da  Secretaria  da  Educação do Estado de São Paulo.  serão  utilizados  os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  para  concessão  de  Adicional por Tempo de Serviço. não podendo ser considerado  na classificação relativa à carga suplementar em outro campo de atuação.  §  7º  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente  que  tenha  sido  indenizado.

 deverão ser sempre computados  isoladamente. até no máximo 10 pontos.  a  obtenção  de  pontos  inferior  a  40  (quarenta) caracterizará a não aprovação do docente/candidato. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.    Artigo  576  ‐  A  classificação  dos  docentes  estáveis  e  celetistas.  c)  diploma  de  Doutor.  b) na Função: 0.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  exigida  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  o  campo  de  atuação  (séries  iniciais  do  EF)  ou  para  a  área  de  necessidade  especial  (Educação  Especial)  ou  para  a  disciplina  (EF/EM). até 5 pontos.  bem  como  a  dos  demais  ocupantes  de  função‐atividade  e  dos  candidatos  à  contratação.    §  1º  ‐  No  Processo  de  avaliação  anual. conforme segue:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) docentes estáveis.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação. em prova eliminatória. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. com a seguinte  pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0. em campo de atuação diverso do referente à sua situação  funcional.  quando  inscritos  para atuar em regime de acumulação.  §  3º  ‐  A  classificação  dos  docentes  de  categoria  L.  §  2º  ‐  Os  tempos  de  serviço  trabalhados  pelo  docente  em  campos  de  atuação  distintos. até no máximo 50 pontos. por títulos e pelo  resultado do processo de avaliação anual.  b)  diploma  de  Mestre. pela Constituição Federal/1988 (categoria P).  199 .  IV – quanto ao resultado da participação no processo de avaliação anual – nota da  prova eliminatória: máximo de 80 pontos.C.  II ‐ quanto ao tempo de serviço.  por  habilitação  e  qualificação docentes.  d)  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  (categoria  L)  e  candidatos  à  contratação.001 por dia.  abrangidos  pela  L.  b) docentes estáveis. conforme o caso: 1 ponto por certificado.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.  nº  1. para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos. no campo de atuação da inscrição.4) pela maior idade.  §  4º  ‐  As  disposições  dos  parágrafos  anteriores  aplicam‐se  igualmente  aos  docentes  estáveis.005 por dia. por situação funcional e também por tempo de serviço.  com  a  seguinte  pontuação para:  a) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos desta Secretaria  da  Educação. até no máximo 20 pontos.010/2007  (categoria F).  c)  docentes  ocupantes  de  função‐atividade. por corresponderem a situações passíveis de acúmulo.  independentemente  de  o  docente  pretender  ou  não  trabalhar em regime de acumulação. pela CLT (categoria N). não se considerando a  existência nem o tipo de vínculo empregatício. que não será classificado e ficará  impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.  dar‐se‐á  por  campo  de  atuação  e/ou  por  áreas  de  disciplinas  e  por  áreas  da  Educação  Especial.  dos  docentes  contratados  de  categoria O e dos candidatos à contratação será indiscriminada e conjunta.  para  todos  os  fins  e  efeitos.  celetistas  e  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  F.  III  ‐  quanto  aos  títulos.002 por dia.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.  referente(s)  ao  mesmo  campo  de  atuação  da  inscrição.

  VII  ‐  Fase  2  ‐  de  Diretoria  de  Ensino  ‐  Titulares  de  cargo  para  Designação.2 ‐ em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes.   a.§ 5º ‐ Na classificação dos docentes e candidatos à contratação de que trata este  artigo. no Ensino Fundamental e/ou Médio. não atendida na Fase 1.  b)  Composição  de  Jornada  de  Trabalho.  3 ‐ para o Professor Educação Básica II. respectivamente. a que se refere a alínea “a” do inciso II deste artigo.  no  processo  inicial.  VIII ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Ocupantes de função‐atividade e candidatos  à contratação para atribuição de carga horária. SE nº 98/09.  VI ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.  b) dos removidos ex officio com opção de retorno.   (Res.  a  docentes  parcialmente  atendidos  na  constituição e a docentes adidos. em outro campo de atuação.010/2007.  d) demais ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação.nº 1. em outro campo de atuação.  200 .  II ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Constituição de Jornada de Trabalho. de Unidade  Escolar e de Diretoria de Ensino. no Ensino Fundamental e/ou Médio. não atendida na Fase 1.1 ‐ a docentes não totalmente atendidos na Fase 1. na seguinte ordem de prioridade:  a. não atendida na Fase 1.  2 ‐ para o Professor Educação Básica II. com atribuição de classe ou sala de recurso  livre da área de necessidade especial relativa ao seu cargo. obedecerá a seguinte ordem sequencial:  I ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para Constituição de Jornada de  Trabalho:  a) dos classificados na unidade escolar. exceto o disposto nos §§ 2º ao 6º do artigo anterior.C.  III ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para: Ampliação de Jornada de  Trabalho. arts.  aos  docentes  inscritos e classificados nos distintos campos de atuação.  aplicam‐se  analogamente  as  mesmas  normas  e  critérios  referentes  à  classificação  dos  titulares de cargo.  c) docentes ocupantes de função‐atividade.  b) Carga Suplementar de Trabalho.  §  1º  –  A  constituição  regular  das  jornadas  de  trabalho  dos  docentes  titulares  de  cargo.  com  atribuição  de  classe  livre  das  séries/anos iniciais do Ensino Fundamental.  IV ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para Ampliação de Jornada  de Trabalho. abrangidos pela L. na seguinte conformidade:  a) docentes estáveis. 7º.  b) docentes celetistas.   b) Carga Suplementar. consideradas as Fases 1 e 2.  nos  termos do artigo 22 da Lei Complementar n° 444/85. com atribuição de aulas livres da disciplina  específica do cargo. nesta ordem e em caráter obrigatório. caracteriza‐se:  1  ‐  para  o  Professor  Educação  Básica  I.  V ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho. 8º e 9º)    Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial     Artigo  577 ‐  A  atribuição de  classes e de  aulas.

 somente podendo se concretizar com a efetiva assunção do  seu  exercício  em  sala  de  aula. as  aulas  livres  da  disciplina  específica  do  seu  cargo.  a  título  de  carga  suplementar. poderá. sem descaracterizar esta condição.  devendo manter a totalidade das aulas atribuídas.  ao titular de cargo de PEB‐II. deverá se dar.  § 7º ‐ A jornada de trabalho do docente somente poderá ser ampliada com classe  ou com aulas do ensino regular.  o  docente  poderá  completar  a  constituição  de  sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura. a seu expresso pedido.  no  caso  de  se  encontrar  com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial. quando a carga  horária atribuída exceder esta jornada.  ao  titular  de  cargo  de  PEB  I  ou  de  PEB  II  ‐  Educação  Especial.  4 ‐ com classes. se em escolas vinculadas  ou provisórias.  § 6º ‐ A ampliação da jornada de trabalho dos docentes titulares de cargo far‐se‐á  exclusivamente com classes ou com aulas livres.  3  ‐  com  aulas. se for o caso.  livres  ou  em  substituição. sem descaracterizar a condição de adido.  §  4º  –  O  docente  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. inclusive os  que estiverem na condição de adido.  §  5º  ‐  Os  docentes  incluídos  em  Jornada  Inicial  ou  em  Jornada  Reduzida. nas respectivas jornadas. desde que composta integralmente em uma  201 . situações em que a jornada será  ampliada de imediato.  §  9º  ‐  A  atribuição  de  aulas  aos  candidatos  à  contratação  e  aos  ocupantes  de  função‐atividade. observada a seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ com classe ou aulas em substituição. ou mesmo livres. inclusive aos estáveis e celetistas. ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua.  com  classes  ou  aulas  de  projetos  da  Pasta  e  outras  modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias. desde que  após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s). no mínimo.  desde  que  mantenha  a  totalidade  das  aulas  atribuídas.  que  se  encontrem com quantidade de aulas inferior à carga horária das respectivas jornadas. se for o caso.  2  ‐  com  aulas.  com  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo.§ 2º ‐ Quando esgotadas.  exceto  quando  ocorrer  no  processo  inicial  para  docentes  que  se  encontrem  em  afastamento  pelos  convênios  de  municipalização  do  ensino  ou  junto  a  órgãos  centrais da Pasta. pela carga horária  correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho.  sem  descaracterizar a condição de adido. ser incluído  em  Jornada  Reduzida. conforme o caso. sendo que  no caso de adidos. do próprio campo de atuação e/ou da disciplina  específica do cargo.  de  disciplinas  não  específicas  da  licenciatura do cargo.  aulas  destinadas  ao  desenvolvimento  das  atividades  de  recuperação. vedada a ampliação com aulas da Educação de Jovens e Adultos –  EJA.  § 3º – Na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído. Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas.  livres  ou  em  substituição.   §  8º  ‐  As  classes  de  1ª  e  2ª  séries/anos  do  Ensino  Fundamental  deverão  ser  atribuídas preferencialmente a docentes que comprovem participação no Programa de Formação  para Professores Alfabetizadores promovido pela Secretaria da Educação (“Letra e Vida”) ou por  Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo (“PROFA”). a título de carga suplementar. turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de  ensino.  o  docente  terá  redução  compulsória  de  sua  jornada para a jornada imediatamente inferior e/ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho. em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  de  disciplinas  para  as  quais  possua  licenciatura  plena. a que se refere a  alínea “b” do inciso II deste artigo. deverão proceder à composição de jornada.

 e. em licença ou afastamento a qualquer título.  se  este  for  efetivamente  assumi‐la ou ministrá‐las. somente se forem efetivamente ministrá‐las. com aulas atribuídas em mais de uma unidade  escolar.  será  concretizada  de  imediato  à  ocorrência.  § 12 – O disposto no parágrafo anterior aplica‐se também às aulas em substituição  da carga suplementar do titular de cargo e à classe ou às aulas em substituição do ocupante de  função‐atividade. na sequência. que  também se encontre em afastamento já concretizado.  bem  como  para  carga  suplementar. fixada por todo o ano letivo.  desde  que  esta  quantidade  não  consista  exclusivamente  de  aulas  de  projetos  da  Pasta  e/ou  de  outras  modalidades  de  ensino.    202 .  § 14 ‐ A composição de jornada com classe ou aulas em substituição somente será  efetuada  ao  docente  adido  ou  com  jornada  parcialmente  constituída. somente será concretizado. ou em mais de uma.  ou  se  fazer representar. atribuídas a outro professor.  na  rede  pública  estadual. na efetiva assunção de seu exercício. resultante da atribuição no processo inicial e  mesmo  durante  o  ano. para todos os  fins e efeitos.  §  10  –  Os  docentes  que  se  encontrem  em  licenças  ou  afastamentos  a  qualquer  título  podem  participar  regularmente  da  atribuição  de  classes  e  aulas  do  processo  inicial. por procuração legal. em afastamento  nos  termos  do  convênio  de  municipalização  do  ensino. para este fim.  § 16 ‐ As aulas das disciplinas de Arte e de Educação Física das séries/anos iniciais  do Ensino Fundamental poderão ser atribuídas a docentes titulares de cargo. durante o ano. para designações pelo artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 e para carga horária do  ocupante de função‐atividade e do candidato à contratação (Fase 2). não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie.única escola. de acordo com o disposto no artigo 580. vier a perder a totalidade das  aulas anteriormente atribuídas nessa unidade.  ter  aulas  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar  de  trabalho.   § 17 ‐ O candidato à contratação.  § 11 ‐ As classes ou as aulas atribuídas para constituição das jornadas de trabalho  de  titulares  de  cargo. ou da  perda  de  classe  ou  de  aulas  durante  o  ano. no processo inicial. terá como sede de controle de frequência (SCF).  no  dia  imediato  ao  da  atribuição. somente poderão ser atribuídas a docente  que venha efetivamente a assumi‐las e/ou ministrá‐las.  independentemente  de  o  docente  se  encontrar  em  exercício  ou  em  licença/afastamento  a  qualquer título.  somente podendo ser mudada a sede se o docente.  § 13 ‐ As classes e/ou as aulas em substituição.  desde  que  habilitados ou qualificados para essas aulas. se houver compatibilidade de horários e de distância entre as  unidades. para constituição e  ampliação  de  jornada. a unidade  em  que  tenha  obtido  a  maior  quantidade  de  aulas  atribuídas.  § 15 ‐ Os titulares de cargo que já se encontrem.  no  processo  inicial  e  também  durante  o  ano. para atribuição a partir das respectivas etapas.  e  também  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  a  candidatos  à  contratação.  a  partir  da  etapa  de  composição  de  jornada  de  trabalho. sendo expressamente vedada a atribuição  de substituições sequenciais.  como  carga  horária  de  trabalho.  ao  docente  que  se  encontre  ou  venha  a  estar. resultante da atribuição de carga horária menor. ou que estarão. em nível de Diretoria de Ensino (Fase 2). inclusive do titular de cargo.  estarão  disponíveis  para  atribuição.  § 19 ‐ A redução da carga horária do docente. para carga suplementar (Fases  1 e 2).  que se encontrem em  afastamento já  concretizado  anteriormente ao início  do  processo.  que  se  encontrem  em  afastamento  já  concretizado  antes  do  início  do  processo.  poderão.  § 18 ‐ O aumento de carga horária. mesmo  com relação à jornada.

  § 1º ‐ As classes e as aulas atribuídas a titulares de cargo.  deverá  ser  observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  na  Etapa  Preliminar.  em  virtude  de  readaptações.  Fases  1  e  2. paralela ao processo  inicial. a qualquer título.  em nível de Diretoria de Ensino.  nos  campos  de  atuação  referentes  a  aulas  dos  Ensinos  Fundamental  e  Médio  e  a  classes/salas  de  recurso  da  Educação  Especial.  que  se  distinguem entre si pelos tipos de atribuição referentes à ordem de prioridade das habilitações e  das qualificações profissionais docentes.  por  período  fechado. por terem surgido durante o desenvolvimento do  processo.   2 ‐ na Etapa Intermediária.  falecimento  ou  exonerações. com as aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da  Etapa Intermediária e mais as aulas.  aposentadorias. ficarão bloqueadas na unidade escolar de  origem. de acordo com o disposto no parágrafo anterior. a atribuição far‐se‐á.  aos  candidatos  inscritos  no  processo.  as  habilitações/qualificações. far‐se‐á exclusivamente no próprio campo de atuação  do  docente. bem como a ordem de classificação e a disponibilidade dos candidatos. aos inscritos qualificados  nos termos do § 1º dos artigos 580 e 584.  assim  como  as  que  surgirem  em  substituição.  § 1º ‐ A atribuição de vagas para designação prevista neste artigo realizar‐se‐á uma  única vez ao ano. somente  podendo  haver  cessação  em  data  anterior  se  a  mesma  ocorrer  por  proposta  do  Diretor  da  unidade.  mediante  ato  de  designação. nas Fases 1 e 2.  a  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  coordenará  a  atribuição  de  vagas  para  contratações  em  caráter  eventual. já caracterizada como atribuição durante o ano.  observados  os  campos  de  atuação. somente com as  aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da Etapa Preliminar.  § 2º ‐ A carga horária da designação. iniciados neste período.  a  atribuição  será  realizada  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino (Fase 2). devendo ocorrer.  §  2º  ‐  As  classes  e  aulas  livres  que  remanescerem  da  atribuição  prevista  no  parágrafo  anterior.  sem  vínculo  empregatício.   3  ‐  na  Etapa  Complementar.  a  atribuição  dar‐se‐á  exclusivamente  a  docentes e candidatos habilitados.  que  tenham  sido  liberadas  neste  período.  decorrentes  de  licenças  e  afastamentos.  quais  sejam:  a  Etapa  Preliminar.  §  4º  –  Encerrada  a  Etapa  Complementar. nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85. de que trata este artigo. nos termos do caput dos artigos 580 e 584. correspondendo ao momento da atribuição a ocupantes de função‐atividade e candidatos à  contratação na Diretoria de Ensino. na Etapa Preliminar do processo inicial. deverá ser sempre  maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem. na Etapa Preliminar do  processo  inicial.  estarão  disponíveis  para  atribuição  apenas  na  unidade escolar de origem.  com  duração  mínima  de  200  (duzentos) dias e no máximo até a data‐limite de 30 de dezembro do ano da atribuição.  a  fim  de  suprir  as  unidades  escolares  com  carência  de  professores  para  iniciar  o  ano  letivo  e  também no seu decorrer.    Artigo 579 ‐ A atribuição de classe ou de aulas ao titular de cargo. a todos os inscritos.Artigo 578 – O processo inicial de atribuição de classes e aulas consiste de 3 (três)  etapas  sequenciais.  a  Intermediária  e  a  Complementar. as classes e as classes/salas de recurso que se encontravam  bloqueadas nas unidades escolares de origem. nos termos dos artigos 580 e 584. podendo  203 . ouvido o Conselho de Escola e assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa.  §  3º  –  Com  relação  às  habilitações  e  às  qualificações  dos  docentes  e  candidatos  inscritos  para  o  processo  inicial  de  atribuição. exclusivamente para constituição de jornada dos titulares de cargo da  unidade. até a ocasião da  atribuição que se realizará na Etapa Complementar do processo inicial. inclusive os qualificados nos  termos do § 2º dos citados artigos.

 enquanto a mesma perdurar.  não  podendo  ser  composta  por  aulas  livres  e  em  substituição  ao  mesmo tempo. por classe ou por aulas.  deverá  abranger  uma  única  unidade  escolar  e  apenas  na  disciplina  específica  do  cargo  do  titular  designado.  na  unidade  de  exercício  ou  na  Diretoria  de  Ensino.  no  ano  letivo  anterior. desde que não cause qualquer  prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino. desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem  alteração de carga horária. a redução da respectiva carga horária. vedada a soma  de possíveis prorrogações de licença concedida por período menor. ou quando ocorrer a vacância do cargo.  quando  o  docente  substituído  tiver  mudado o motivo da substituição.  a  título de carga suplementar em outro campo de atuação.  §  4º  ‐  A  carga  horária  do  docente  que  for  contemplado  com  a  designação  nos  termos  deste  artigo  não  poderá  ser  atribuída  sequencialmente  em  outra  designação.  § 7º – Quando se tratar de substituição.  quantidade  de  ausências  superior  a  12  (doze) faltas de qualquer espécie.  se  já  publicada a concessão da licença.  § 8º – A carga horária da designação.  não  podendo  ser  desmembrada. nos termos deste artigo.  sendo  também  vedado  o  aumento  ou  a  recomposição  da  carga horária fixada na designação.  3 ‐ turmas de Atividades Curriculares Desportivas. que venha a ocorrer por qualquer motivo. exceto na atribuição de classes das séries/anos iniciais do EF e de classes/salas de  recurso  da  Educação  Especial. no caso de ser docente  ingressante.  correspondendo.  4 – aulas do Ensino Religioso.  nos últimos 3 (três) anos.  somente  poderão  compor  a  carga  horária  de  designações  em  substituição. por período não inferior a 200 (duzentos) dias. a carga horária total do titular de cargo  substituído  deverá  ser  assumida  integralmente  pelo  docente  designado.  no  mínimo.  devendo  ficar bloqueada. exceto pela reassunção de exercício  do titular substituído. a pedido ou por qualquer motivo.   § 6º ‐ A carga horária da designação.  § 5º ‐ Não poderão integrar a carga horária da designação:  1 ‐ classes ou aulas de projetos da Pasta e outras modalidades de ensino. somente consistirá  de  um  único  tipo  de  aulas. nos termos deste artigo.  § 3º ‐ Não poderá participar da atribuição de vagas para designação nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  §  12  ‐  Poderá  ser  mantida  a  designação. o titular de cargo que:  1 – esteja em período de estágio probatório ou vá iniciá‐lo.  3  ‐  conte  com  registro  de  cessação  de  designação.  §  10  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85  não  poderá  participar  de  atribuições  de  classes  ou  aulas  durante  o  ano.  em  que  o  titular  substituído  encontre‐se  com  aulas  atribuídas. em sua unidade de origem.  que  estejam  afastados  em  licença‐saúde.  § 11 ‐ Na vigência da designação.   2  –  apresente.  à  jornada  de  trabalho  em  que  esteja  incluído.  5 – aulas livres de Disciplinas de Apoio Curricular (DAC).  §  9º  ‐  As  classes  ou  as  aulas  de  titulares  de  cargo. de acordo com o campo de atuação do designado. quando constituída  de  aulas  livres.  de  mesmo  fundamento legal.  2 – turmas ou aulas de cursos semestrais ou outros de menor duração. livres  ou em substituição a um único docente.ser constituída.  204 . até a atribuição regular de classes e aulas referente à  Etapa Complementar do processo inicial. em razão  de perda parcial de aulas. implicará a imediata cessação  da designação.

  para  todos  os  fins  e  efeitos.  além  dos  dados  funcionais  e  de  identificação  do  docente designado.  apenas  nas  disciplinas  decorrentes desta licenciatura e exclusivamente no Ensino Fundamental. e  4 ‐ os dados funcionais do docente substituído. tanto no processo inicial. ficando  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  aulas.  3 ‐ a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou  de tecnologia de nível superior.  exceto  para  ampliação  de  jornada. na disciplina  específica  da  licenciatura.  2  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena. desde que  da área da disciplina a ser atribuída.  2 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena.  ao  titular  de  cargo  que  se  encontre  em  licença ou afastamento a qualquer título.§  13  ‐  Do  ato  de  designação. nos casos de designação em substituição.  §  16  –  Enquanto  designado. no primeiro dia letivo do ano. a carga horária total  de  sua  atribuição  na  unidade  de  origem. citados os respectivos municípios  e/ou Diretorias de Ensino. desde que da área da disciplina a ser atribuída.  com  a  carga  horária  da  designação. identificada pelo  histórico do curso. identificada pelo histórico do curso.  §  15  ‐  O  exercício  do  docente  na  unidade  de  destino. sem necessidade de cessação da designação.     Artigo 580 ‐ A atribuição de aulas de disciplinas do Ensino Fundamental e Médio.  que  já  tenham  cumprido.  em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino. no mesmo momento.  § 2º ‐ Se ainda comprovada a necessidade.  3 ‐ a carga horária da designação. quanto durante o  ano. far‐se‐á aos inscritos devidamente habilitados.  seja  como  habilitação  específica  ou  como  não  específica  desta  licenciatura.  para  este  fim. exclusivamente em nível  de Diretoria de Ensino. de origem e de destino.  no  mínimo.  2 ‐ as unidades escolares.  3 ‐ a portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior.  §  17  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85 não poderá desistir da designação para reassumir o exercício do cargo de origem antes do  término do prazo de 200 (duzentos) dias. deverão constar expressamente:  1 ‐ o período fechado da designação. atribuição de aulas na seguinte conformidade:  1 ‐ a portadores de diploma de licenciatura plena em disciplina diversa.  § 14 ‐ A vigência da designação terá início no primeiro dia letivo do ano. portadores de diploma de licenciatura plena  na  disciplina  a  ser  atribuída. observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  aos  portadores  de  diploma  de  licenciatura  curta.  licença  à  gestante e licença‐prêmio. poderá haver. mencionada a classe atribuída ou a quantidade  de aulas.  205 .  50%  (cinquenta  por  cento)  do  curso. desde  que na área da disciplina a ser atribuída. somente na disciplina específica desta licenciatura.  o  docente  poderá  usufruir  licença‐saúde. no primeiro dia de sua vigência.  as  aulas  remanescentes  poderão  ser  atribuídas  por  qualificações  docentes. discriminadas por disciplina. devendo também ser anulada a atribuição do docente  que não comparecer à unidade escolar da designação. concretizará. identificada pelo histórico do curso. bem como o motivo e o período de  seu impedimento.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.

 em nível de unidade escolar.  §  2º  ‐  No  processo  inicial.  vedada  a  atribuição  nos  termos  dos  parágrafos anteriores.  devendo  realizar‐se  no  processo  inicial.  §  8º  –  O  docente. na disciplina  específica. excetuado desta perda o portador de diploma de licenciatura  curta. em observância à Lei  Estadual nº 11.  § 7º ‐ O diploma e o histórico do curso de bacharelado ou de tecnologia de nível  superior.  § 4º ‐ Os alunos de cursos de nível superior deverão comprovar.  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  para  as  quais  não  possua  habilitação. também se prestarão à identificação de  disciplinas correlatas.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  declinar da atribuição de aulas da Educação de Jovens e Adultos. portadores de diploma de licenciatura plena em Filosofia.  bem como a efetiva frequência. cuja apresentação é obrigatória para o registro da habilitação específica.  que  se  encontrem cursando qualquer semestre. no ensino fundamental. perderá a qualquer tempo as referidas aulas. ou em História. a matrícula no  respectivo curso. com aulas atribuídas de disciplina de sua formação.  o  somatório  de  160  (cento  e  sessenta)  horas  de  estudos  de  disciplinas  afins/conteúdos  da  disciplina  a  ser  atribuída.  para  o  primeiro  termo  do  curso.   § 1º ‐ Para fins de reconhecimento de vínculo junto à unidade escolar. no semestre correspondente. até que se apresente candidato habilitado ou qualificado. conforme dispõe o parágrafo anterior.  na  área  da  disciplina. será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados.  exclusivamente. observadas as disposições do artigo 590. deverá se processar mediante a análise do histórico do curso.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  na  disciplina. mediante documentos atualizados  (atestado/declaração)  expedidos  pela  instituição  de  ensino  superior  que  esteja  regularmente  frequentando.361/2003.  §  5º  ‐  O  candidato  à  contratação  que  não  possua  habilitação  ou  qualquer  qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas. na existência de candidato portador de  licenciatura plena correspondente. obtido nos termos da Resolução CNE  nº 2/97 ou da Portaria Ministerial nº 432/71 (Esquema I).  ou  de  bacharelado/tecnologia  de  nível  superior.4 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena.  caracterizadas  como  de  disciplina  não  específica  destas  licenciaturas. observados os  mesmos  critérios  de  habilitação  e  de  qualificação  docentes. será  contratado a título eventual.  no  mínimo.  na  forma  prevista  em  regulamento  específico. a  fim de concorrer à atribuição de aulas do ensino regular na Diretoria de Ensino.  e  posteriormente. o primeiro dia letivo do segundo termo. no momento da  inscrição e a cada sessão de atribuição de aulas durante o ano.  § 6º ‐ A identificação da área da disciplina. no cadastro de  qualificação do portador de certificado de licenciatura plena. para o qual  perderá as referidas aulas.    Artigo  582  ‐  As  aulas  do  Ensino  Religioso  serão  atribuídas  exclusivamente  aos  inscritos habilitados. a que se condicionam as qualificações  previstas nos §§ 1º e 2º deste artigo.  para  carga suplementar do titular de cargo e para carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  206 . em termos  de  classificação.  que  passará  a  ser  identificada  como  disciplina correlata do referido curso.  em  que  se  registre. ao início do segundo termo.  § 3º ‐ A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física.  assim  como  para  efeitos  de  perda  total  ou  de  redução  da  carga  horária  do  docente  com  aulas  atribuídas  no  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.    Artigo 581 ‐ A atribuição de aulas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos ‐ EJA  terá validade semestral e será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular. ou  em  Ciências  Sociais.  considera‐se  como  término do primeiro termo do curso.

  aperfeiçoamento  ou  extensão  207 .  2  ‐  3  (três)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Básica  de  Trabalho  Docente.   §  2º  ‐  A  constituição  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  deverá  ser  revista  pelo  Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis da matriz curricular  de Educação Física das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio.    Artigo 583 ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu senso (Mestrado/Doutorado) na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas. respeitados os seguintes limites máximos:  1  ‐  2  (duas)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.candidato à contratação.  de  no  mínimo  360  (trezentas  e  sessenta) horas.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  ordem  de  prioridade de qualificações:  1  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas. deverão ser  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados. se essas aulas forem  relativas a turmas já constituídas e devidamente homologadas pela Diretoria de Ensino.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. 2 (duas) e no máximo 3 (três) horas de duração por turma. no mínimo.   3  ‐  4  (quatro)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Integral  de  Trabalho  Docente.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados. específico na área de necessidade  especial das aulas.    Artigo  584  ‐  As  aulas  do  Serviço  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  ‐  SAPE.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  preferencialmente aos titulares de cargo da unidade escolar. inclusive como carga suplementar de  trabalho. com habilitação específica na área  de necessidade especial das referidas aulas.  portadores  de  diploma  de  licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior.  6  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  com  certificado  de  curso  de  especialização. mantidas no  final  do  ano  letivo  pelo  Conselho  de  Escola.  ministradas em classes regidas por professores especializados e em salas de recurso.  deverão  ser  atribuídas  somente  a  docentes  devidamente  habilitados.  exceto  a  Jornada  Reduzida  de  Trabalho  Docente.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu  senso  (Mestrado/Doutorado)  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  certificado  de  curso  de  especialização. específico na área de necessidade especial das aulas. o que poderá ocorrer  a partir do processo  inicial. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  §  1º  ‐  As  aulas  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  constituir  a  Jornada  de  Trabalho  dos  titulares  de  cargo.  § 3º ‐ Fica expressamente vedada a contração de candidatos exclusivamente para  a ministração de aulas disponíveis de turmas de Atividades Curriculares Desportivas. com carga horária  semanal de.

  com  certificado de curso de especialização. com no mínimo 30  (trinta)  horas.  para  atuação  exclusivamente em salas de recurso. que comprovem experiência docente  de.  de  notória  idoneidade. aperfeiçoamento ou extensão cultural. sem o devido aprofundamento de estudos na habilitação  ou qualificação específica. 3 (três) anos em instituições especializadas.  fica  expressamente  vedada  a  atribuição  de  aulas  do  SAPE  em  área  de  necessidade  especial  diversa  daquela que caracterize a formação do professor. ainda.  a  formação  profissional  decorrente  de  cursos  de  qualquer  espécie  e/ou  nível.  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas  a  serem  atribuídas.  específico  na  área  de  necessidade especial das aulas. no mínimo.  fornecido  por  órgão  especializado. específico na área de necessidade especial das aulas.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  a  alunos  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso Normal Superior. com atuação  exclusiva na área de necessidade especial das aulas. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas. aperfeiçoamento ou extensão  cultural. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  certificado de curso de treinamento ou de atualização.  fornecido  por  órgão  especializado.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  específico  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. que já tenham cumprido.  7  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. aperfeiçoamento ou extensão cultural específico na área de  necessidade especial das aulas. nesta ordem de prioridade.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. de notória idoneidade. de no mínimo 120 (cento e vinte)  horas. específico na  área  de  necessidade  especial  das  aulas.  com  no  mínimo  30  (trinta)  horas. com no mínimo 30 (trinta) horas.  § 2º – Verificada. fornecido  por  órgão  especializado.  8  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  de  certificado de curso de especialização.   § 3º ‐ As aulas das salas de recurso poderão ser atribuídas a docentes titulares de  cargo para constituição da jornada de trabalho. com certificado de curso de treinamento ou de atualização.  de  no  mínimo  120  (cento  e  vinte)  horas.  6  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior.  para  fins  da  atribuição  de  aulas  do  SAPE. 50% (cinquenta por  cento)  do  curso. de notória idoneidade.  §  4º  –  Com  relação  à  habilitação  plena  ou  a  qualquer  dos  níveis  de  qualificação  docente.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  ou de diploma  de  nível  médio  com habilitação em Magistério. ou que se definam como latu senso. pela  análise do histórico do curso. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas.cultural.  com  certificado  de  curso de especialização. específico  na área de necessidade especial das aulas.  inclusive  nas  situações  de  composição  de  jornada  de  titulares  de  cargo.  com  certificado  de  curso  de  treinamento  ou  de  atualização.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  208 .  §  5º  ‐  Não  poderá  ser  considerada. a ausência de docentes e candidatos com as qualificações  previstas  no  parágrafo  anterior.  que  versem  sobre  múltiplas áreas de necessidade especial. exceto quando se comprove. específico na área de necessidade especial das aulas. específico na área de necessidade especial  das aulas. para atuação exclusivamente em salas de recurso. especialização em uma única área de necessidade especial.  7  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  de  notória  idoneidade. no mínimo.

 em diferentes Diretorias de Ensino. SE nº 11/10)    Subseção V  Do Cadastramento     Artigo  586  –  Ao  encerramento  do  processo  inicial. arts.  §  5º  ‐  Com  base  nas  peculiaridades  de  cada  região. 10 a 17 e 22.  observada  a  seguinte  ordem de prioridade:  1  –  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior.  somente podem ser fornecidos por instituições de ensino superior.  a  que  se  referem  os  parágrafos  deste  artigo.  4 – a portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior.  período  de  cadastramento  de  docentes  e  candidatos  à  contratação.  tenham  participado  do  processo de avaliação anual. com as alterações introduzidas nos arts. tendo como exigência  única  a  comprovação  de  habilitação  ou  qualificação  na  Linguagem  Brasileira  de  Sinais  –  LIBRAS.  para atuação nas classes e aulas do Ensino Fundamental e Médio.  poderá  ser  suprimido  o  cadastramento para determinada disciplina. turmas ou aulas de projetos da Pasta ou  de outras modalidades de ensino.  deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico.  § 1º ‐ O período de cadastramento será de 3 (três) dias úteis consecutivos. e o candidato à contratação  poderão se cadastrar. exclusivamente em nível de Diretoria de Ensino.  em  todas  as  Diretorias  de  Ensino. em ambos os casos.  não  se  tratando  de  titulares  de  cargo.  as  aulas  do  SAPE  deverão  ser  atribuídas  exclusivamente  aos  docentes  e  candidatos devidamente habilitados.§  6º  –  Os  cursos  de  especialização.  (Res.  apenas para atribuição de carga suplementar de trabalho. por campo de atuação. para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva.  Parágrafo  único‐  O  vínculo  do  docente. que exigem perfil diferenciado e/ou processo seletivo peculiar.  §  2º  ‐  Somente  poderão  se  cadastrar  os  docentes  e  candidatos  que  tenham  se  inscrito  para  o  processo  inicial  e.  para  participar do processo de atribuição de classes e aulas do decorrer do ano.  quando  constituído  exclusivamente  com  classe.    Artigo 585 ‐ Para a atribuição de classes.  classificados  na  forma  prevista  no  artigo  576.  e  cuja  atribuição  dar‐se‐á  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação.  com  turmas  e/ou  com  aulas  de  que  trata  este  artigo. a que se referem os  §§ 1º e 2º deste artigo. 11 e  15 pela Res. sendo que a atribuição aos qualificados. estável ou não.  3 – a portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério. somente poderá ocorrer na Etapa Intermediária e na Etapa Complementar.  § 3º ‐ O ocupante de função‐atividade. obtendo aprovação na prova eliminatória. conforme o estabelecido em  regulamento específico. ou para determinado tipo de qualificação docente.  § 4º ‐ O docente titular de cargo poderá se cadastrar em outra Diretoria de Ensino. ou  209 .  não  será  considerado  para  fins  de  classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas.  realizada.  §  7º  ‐  Na  Etapa  Preliminar  do  processo  inicial. SE nº 98/09.  §  8º  ‐  Integram  também  o  SAPE  as  horas  de  trabalho  na  condição  de  docente  interlocutor.  será  aberto. acompanhando o professor da  classe  ou  da  série.  2 – a portadores de diploma de licenciatura plena.  em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. a serem  fixados por Portaria do órgão setorial de Recursos Humanos.

  que  já  se  encontre  com  número  excessivo  de  inscritos. deverá  ser publicada no Diário Oficial do Estado.  com  observância  aos  campos  de  atuação  e  à  correspondência das áreas de disciplinas e das faixas de habilitação/qualificação docente.  no  decorrer  do  ano. arts. para carga suplementar de trabalho. será referência básica em qualquer sessão de atribuição de classes e/ou de aulas durante o  ano. na seguinte conformidade:  I – a titulares de cargo da U.  §  6º  ‐  O  período  de  cadastramento  poderá  ser  reaberto. que  estejam com jornada parcialmente constituída ou na condição de adido e mesmo para ampliação  de jornada aos inscritos que tenham efetuado essa opção.  livres  ou  em  substituição.  em  nível  de  Unidade Escolar.  observando‐se  o  período  impeditivo  de  contratações.  210 .  b) constituição de jornada ao adido da própria U.  ficando vedada.E. por campo  de atuação e/ou por áreas de disciplinas e por faixas de habilitação/qualificação docente.  não  poderá  ultrapassar  o  final  do  mês  de  fevereiro do ano letivo de referência.   (Res.E.  também  ser  publicada  no  Diário Oficial do Estado. para constituição ou composição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.  exceto  em  ano  estabelecido  como  de  eleições. para:  a) completar jornada de trabalho parcialmente constituída. 18 e 19)    Subseção VI  Da Atribuição Durante o Ano     Artigo  590  ‐  A  atribuição  de  classes  e  aulas  durante  o  ano  far‐se‐á.  de  classe  e/ou  aulas.  com  números  de  ordem  e  respectiva  pontuação.  para  atender  a  ocasionais  necessidades  que  se  apresentem  por  Diretoria  de  Ensino.E..  inclusive  dos titulares  de  cargo.  e) ampliação de jornada. que  sempre será prevalecente.  c) constituição de jornada.  III – a titulares de cargo da U.  Parágrafo único ‐ Quando houver necessidade de reabertura de cadastramento. porém. submetendo‐se apenas à ordem de prioridade das habilitações e qualificações docentes. assim como as que tenham surgido posteriormente..  intercalando‐se  as  pontuações.    Artigo 587 ‐ Os docentes e os candidatos à contratação regularmente cadastrados  serão  classificados  na  conformidade  do  disposto  nos  artigos  574. a  classificação  dos  novos  candidatos  cadastrados  será  inserida  na  classificação  do  cadastramento  original. que esteja sendo completada em outra U.   Parágrafo  único  ‐  A  data  de  realização  da  atribuição  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.    Artigo 589 ‐ A primeira atribuição geral a ocorrer durante o ano será realizada em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. ao removido ex officio com opção de retorno. previsto na legislação eleitoral. SE nº 98/09.  575  e  576. a supressão total do cadastramento.  d) constituição de jornada.E.  oferecendo‐se  as  classes  e  as  aulas  remanescentes  do  processo  inicial. devendo  esta  classificação.  a  ser  definida  pela  Diretoria  de  Ensino.  a  qualquer  tempo.    Artigo  588 ‐  A  classificação  dos  inscritos  e  cadastrados.  sendo  que  a  classificação conjunta dos docentes de categorias L e O e dos candidatos à contratação.  II  –  com  remessa  à  Diretoria  de  Ensino.ainda  para  algum  campo  de  atuação.

 nos termos do inciso VII deste artigo. na seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  d) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F. em exercício na U.  deverá  ser  divulgada. na seguinte conformidade:  1  ‐  por  habilitação. em nível de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  a  docentes  contratados de categoria O e a candidatos à contratação.  apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho.  2 ‐ o titular de cargo.  3  –  o  titular  de  cargo  afastado  junto  ao  convênio  de  municipalização  do  ensino. exceto:  1 ‐ a docente em situação de licença‐gestante.  a  todos  os  cadastrados  da  Diretoria  de  Ensino..  V –  a  ocupantes  de função‐atividade da  U. a classificação incluirá o tempo de serviço prestado anteriormente  na respectiva unidade escolar.  em  exercício  na  U.  na  seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.. na seguinte ordem:  a) a titulares de cargo. a que se refere o inciso VII deste  artigo.  sempre  com  simultânea  aplicação  da  ordem  de  prioridade  dos  níveis  de  habilitação  e  qualificação  docentes. de categoria O..  c) a docentes celetistas.  c) aos docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  a  existência  das  classes  ou  das  aulas  disponíveis.E. de categoria O. não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano. e para os docentes  da unidade.  de  imediato.  § 4º – Nas sessões de atribuição que venham a ocorrer durante o ano.  em  todas  as  faixas de situação funcional.  para atribuição ou aumento de carga horária. conforme o  caso.  a  qualquer título. para  atribuição ou aumento de carga horária. desde que  vá efetivamente exercê‐la na escola estadual. a atribuição observará a ordem de classificação da Diretoria de Ensino. para  aumento de carga horária. exclusivamente para constituição obrigatória de jornada.  para  a  sessão  de  atribuição  que  se  realizará  na  unidade.  a  serem  sequencialmente esgotados.  b) a docentes celetistas.  b) a docentes estáveis.IV  ‐  a  titulares  de  cargo  de  outra  unidade.  VII  –  aos  docentes  de  outra  unidade  e  a  candidatos  à  contratação  cadastrados. exclusivamente na carga suplementar.  d)  aos  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados em exercício na U.  c) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  decorrente  das  respectivas  licenciaturas  plenas.E.  por  campo  de  atuação  e  por  faixas  de  situação  funcional.  § 1º ‐ Para os docentes e candidatos cadastrados. de acordo com o disposto no caput dos artigos 580 e 584.  b) a docentes celetistas.  §  3º  ‐  Os  docentes  que  se  encontrem  em  situação  de  licença  ou  afastamento.E. nos demais incisos.  211 .E.  §  2º  ‐  Na  impossibilidade  de  atribuição  aos  docentes  em  exercício  na  unidade  escolar.  VI – a ocupantes de função‐atividade de outra unidade.  deverá  se  observar  a  ordem  de  classificação  dos  cadastrados.  e)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L.  para  carga  suplementar de trabalho.  d)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados da U.E.

  inclusive  aquele  que  se  encontre  exclusivamente  com  aulas  de  projeto ou de outras  modalidades  de ensino. à carga suplementar  de outro titular de cargo.  ou  toda  e  qualquer substituição. celetista ou ocupante de função‐atividade de categoria F. para retirada de classe ou aulas em  substituição. que venha a surgir e para a qual seja habilitado  ou qualificado.  que  se  encontre  na  condição  de  adido  e/ou  que  esteja  cumprindo  horas  de  permanência.  que  esteja  atuando  em  determinado  campo  de  atuação.  sempre  que  houver  necessidade  de  atendimento  à  docente  estável. aplicando‐se cada nível.2  ‐  por  níveis  de  qualificação.  total  ou  parcialmente.  §  3º  ‐  O  ocupante  de  função‐atividade. na sequência contínua das faixas de situação funcional. assumindo  toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual seja habilitado. sempre que houver necessidade de atendimento  ao titular de cargo.  §  2º  –  Na  impossibilidade  do  atendimento  previsto  no  parágrafo  anterior.  obrigatoriamente. inclusive estáveis e celetistas. conforme o caso. aplicando‐se cada nível. se  necessário.  com anuência do titular de cargo. um a um.  assumir  classe  ou  aulas  livres. inclusive de estáveis e celetistas.  3  ‐  por  níveis  de  qualificação. que implicará a redução ou a perda total da carga horária do  docente contratado ou do ocupante de função‐atividade.    Artigo 591 – No decorrer do ano. na constituição da jornada de trabalho.  os  procedimentos  previstos  neste  artigo.  II  ‐  verificando‐se  a  impossibilidade  de  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  unidade  escolar  e  constatada  a  inexistência  de  classe  ou  aulas  livres  disponíveis  na  Diretoria  de  Ensino.  celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F.  sem  detrimento  a  titulares  de  cargo. na sequência contínua das faixas de situação funcional. a fim de compor sua jornada de trabalho. observada a ordem inversa à da  classificação dos docentes neste nível. um a um.    Artigo 592 ‐ Se não for possível o atendimento por qualquer das formas previstas  no  artigo  anterior. em nível de Diretoria de Ensino. que esteja cumprindo a  respectiva  carga  horária.  o  titular  de  cargo.  § 1º – Aplica‐se também o  procedimento de retirada de classe ou de  aulas. deverá ser aplicada.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  2º  dos  referidos  artigos.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  1º  dos  referidos  artigos.  conforme  o  caso. a ordem inversa à da classificação dos  docentes contratados e dos ocupantes de função‐atividade.  das  atribuições  em  nível  de Diretoria de Ensino. e não havendo classe ou aulas livres na  unidade escolar. para  retirada de classe ou de aulas livres.  com  horas  de  permanência. em nível da própria unidade escolar e também de Diretoria de Ensino. inclusive a título eventual.  o  docente estável.  na própria unidade.  na  forma  prevista  neste  artigo. ou. se necessário. a ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos  ocupantes de função‐atividade. na própria escola ou  em outra unidade do mesmo município.  deverá.  deverão  ser  aplicados.  poderá concorrer à  atribuição relativa  a campo de  212 . pela  ordem  inversa  à  da  classificação  dos  docentes  contratados.  inclusive  no  inciso  anterior. na mesma sequência. na própria unidade escolar ou em nível de Diretoria de Ensino.  deverá ser aplicada  em  nível da  unidade escolar de origem e. para descaracterizar esta condição ou para compor a jornada. observando‐se que:  I  ‐  não  sendo  possível  processar‐se  o  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  jornada.  estável  ou  não.  III  ‐  a  persistir  a  impossibilidade  de  atendimento  com  classes  ou  aulas  livres.  deverá  ser  aplicada. a retirada de classe ou de aulas livres.  com  relação  a  classes  e  aulas  livres ou em substituição.  também na Diretoria de Ensino.  deverá  participar.  para  composição  da  carga  horária  mínima  de  10  (dez)  horas  semanais. relativamente à carga horária de docente designado  nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  ainda  em  nível  da  própria  unidade  escolar.

 não sendo  considerado nessa atribuição o vínculo precedente.  de próprio punho.  de qualquer alçada. o docente deverá comparecer munido de  declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho.  II  ‐  o  intervalo  entre  os  afastamentos  seja  inferior  a  15  (quinze)  dias  ou  tenha  ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho.  em  regime de  acumulação.  de  aulas  anteriormente  atribuídas.  com  relação  à  carga  suplementar. ficará impedido de concorrer  à nova atribuição durante o ano.  II  ‐  atribuição. em situação diversa das previstas nos incisos deste artigo. quando se tratar de classe ou da  totalidade das aulas. desde que:  I  ‐  não  implique  detrimento  aos  titulares  de  cargo  ou  aos  estáveis/celetistas  e  docentes de categoria F da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.  deverão  ser  sempre  divulgadas e. no primeiro dia útil subsequente  213 .  deverão  também  se  observar  as  disposições  relativas  à  atribuição de classes e aulas do processo inicial. devendo apresentar ao superior imediato declaração expressa.atuação diverso. 20)    Subseção VII  Das Disposições Finais     Artigo 595 – Não poderá haver desistência de aulas anteriormente atribuídas. em situação de atendimento. SE nº 98/09.  no  caso  de  este  docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título.  §  1º  ‐  O  docente  que  desistir. na  carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  docente contratado.  § 2º – A toda e qualquer sessão de atribuição de classes ou aulas durante o ano. desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo.  ouvido  previamente  o  Conselho  de  Escola. por se configurar regime de acumulação. contendo a distribuição das aulas pelos  turnos  diários  e  pelos  dias  da  semana. se for o caso. pela ordem inversa da classificação. oferecidas as classes e aulas que se encontrem atribuídas a docentes  não habilitados ou habilitados em disciplina diversa. datada e assinada. a fim de reduzir o número de escolas.  §  1º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  no  caput  ao  professor  que  venha  a  perder  classe  ou  aulas livres.  poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou  aulas em substituição.  em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  inclusive  o  titular  de  cargo.  com  aumento  ou  manutenção  da  carga  horária. exceto nas situações de:  I  ‐ o docente  vir  a  prover novo  cargo  público.  a  fim  de  viabilizar  a  nova  atribuição.  com  observância  à  compatibilidade de horários e distância entre as unidades.    Artigo 594 – No processo de atribuição durante o ano.  que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar. a um docente titular  de  cargo  ou  estável/celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F.  em  uma  das  unidades em que se encontre em exercício. por escrito.  §  2º  ‐  O  docente.  quanto  de  Diretoria  de  Ensino. requerer. tanto em nível de unidade  escolar.  (Res. informando sua decisão e.    Artigo  593  –  O  Diretor  de  Escola.  total  ou  parcialmente. a dispensa da função ou a extinção do seu contrato de  trabalho. art. quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe  ou das aulas. a fim de se propiciar a aplicação do disposto  no § 8º do artigo 586.  §  3º  ‐  Nas  sessões  periódicas  de  atribuição  durante  o  ano.

  §  3º  ‐  É  expressamente  vedada. será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas. poderá ser exercida.  sob  qualquer  hipótese.  ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano. ficando impedido de  concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  em  face  da  ausência  de  amparo legal para este tipo de acumulação no âmbito desta Secretaria da Educação.  II  ‐  ao  professor  que  tenha  sido  demitido.  ou  ainda  para  atendimento em jornada ou carga horária.  III ‐ seja previamente publicado Ato Decisório favorável ao acúmulo.  ao  funcionário/servidor  público  estadual  que  se  encontre  em  licença  para  tratar  de  interesses particulares.  total  ou  parcialmente.    Artigo 596 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas:  I  ‐  a  partir  de  1º  de  dezembro  do  ano  letivo  em  curso.  IV  ‐  ao  docente  que  tenha  desistido. em regime de  acumulação. na conformidade da legislação em vigor. a titulares de cargo ou a docentes estáveis.  perderá  as  aulas  correspondentes.  214 . ou ainda  das  designações  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  quando a bem do serviço público.  no(s)  dia(s)  estabelecido(s)  em  seu  horário  semanal  de  trabalho.  mediante  processo  administrativo  disciplinar. durante o ano letivo em curso.  consideradas.  no  cargo/função  docente.  III  ‐  para  fins  de  contratação  ou  de  reassunção  de  exercício  em  situação  de  acúmulo.  § 1º ‐ A responsabilidade pela legitimidade da situação do docente. nos últimos cinco anos ou nos últimos dez anos.    Artigo  597  ‐  A  acumulação  remunerada  de  dois  cargos  ou  de  duas  funções  docentes.  exceto  se  em  caráter  eventual  ou  para  constituição  obrigatória  de  jornada  do  titular  de  cargo.  também as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC). ou dispensado pelo titular da Pasta.  desde que:  I ‐ o somatório das cargas horárias dos cargos/funções não exceda o limite de 64  (sessenta  e  quatro)  horas. ou de um cargo de suporte pedagógico com cargo/função docente.  § 4º ‐ Ao titular de cargo docente é vedada a atribuição de classe ou de aulas na  situação  de  ocupante  de  função‐atividade  ou  de  docente  contratado.  § 5º ‐ A acumulação do exercício de cargo ou função docente com o exercício das  atribuições de suporte pedagógico.  II  ‐  haja  compatibilidade  de  horários. integrantes de sua carga horária.  quando  ambos  integrarem  os  Quadros  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.    Artigo 596 A – O docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem  motivo  justo.  §  2º  ‐  Observados  os  requisitos  legais  e  as  disposições  deste  artigo. com a situação de ocupante de  função‐atividade em outro campo de atuação. nos termos da  legislação específica.  de  suas  aulas  e/ou  pedido dispensa da função ou extinção de sua contratação.  V – a título de nova contratação. é da autoridade que conceder o exercício do segundo cargo/função.  somente  será  possível  quando forem distintas as respectivas áreas de atuação funcional. antes de decorridos 200 (duzentos) dias contados  da data de extinção do último contrato do docente. como titular de cargo ou em situação de designação.  a  acumulação  de  duas  contratações.ao da atribuição.  poderá  o  docente contratado atuar em regime de acumulação remunerada.  por  3  (três)  semanas  seguidas  ou  por  5  (cinco)  semanas  interpoladas.

  III ‐ declaração de próprio punho de que possui ou não antecedentes de processo  administrativo  disciplinar  no  qual  tenha  sofrido  penalidades.  que  implicam  a  necessidade  de  aplicação  de  critérios e procedimentos específicos. adequados às características que as distinguem.  215 . quando for o caso. ou não. arts. deverá ser previamente publicado o ato decisório  de acumulação legal.  durante  o  processo.  inclusive  a  relativa  ao  pagamento  do  docente  pelo  exercício em situação irregular ou ao ressarcimento aos cofres públicos do pagamento indevido.  turmas e aulas que se encontram relacionadas na presente seção. em caso positivo.  é  vedado o exercício de função docente em regime de acumulação.  e) estar cadastrado como pessoa física (apresentação de CPF).  são  consideradas  como  de  Projetos  desta  Pasta.  mediante  consulta  ao  sistema  de  cadastro  funcional  da  Secretaria  da  Educação  (PAEC/PAEF).    Artigo 598 ‐ Caberá ao Diretor de Escola autorizar o exercício e.  dispondo  a  autoridade  recorrida  de  igual  prazo  para  decisão.  §  8º  ‐  O  superior  imediato  que  permitir  o  exercício  do  docente.  designado  para  exercer  função  de  suporte  pedagógico  ou  em  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  §  7º  ‐  A  vedação  prevista  no  parágrafo  anterior  não  se  aplica  ao  ocupante  de  função‐atividade  designado  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  Professor  Coordenador.  desde  que  as  funções sejam relativas a campos de atuação distintos e tenham exercício em unidades escolares  diversas. as classes.  a  ser  averiguada  pelo  Diretor  de  Escola.  arcará  com  a  responsabilidade  decorrente  deste  ilícito. SE nº 98/09. 21 a 27)    Seção IV  Da Atribuição de Classes.  IV ‐ documentos pessoais comprovando:  a) ser brasileiro nato ou naturalizado. em regime de acumulação  de cargos/funções. se assim caracterizada.  II ‐ declaração de próprio punho de que estará. Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares    Artigo 599 ‐ Para fins de atribuição aos docentes e aos candidatos à contratação.  em  situação  de  ingresso. mediante a apresentação de:  I – Atestado Médico que comprove estar apto ao exercício da docência. sendo que.  (Res.  providenciar  a  contratação  do  candidato  contemplado.  c)  estar  em  dia  com  as  obrigações  militares  (apresentação  de  certificado  de  reservista). de contratação ou de reassunção após período de interrupção. sem a prévia publicação  de  ato  decisório  favorável  à  acumulação  ou  com  publicação  favorável  equivocada.  com  classe  ou  com  aulas de sua unidade.    Artigo 598 A ‐ Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas  não  terão  efeito  suspensivo  nem  retroativo  e  deverão  ser  interpostos  no  prazo  de  2  (dois)  dias  úteis  após  a  ocorrência  do  fato  motivador.  d) estar em dia com a Justiça Eleitoral (apresentação de título de eleitor e últimos  comprovantes de votação/justificação).  b) ser maior de 18 anos (apresentação de RG em via original).§  6º  ‐  Ao  docente  titular  de  cargo.

  em nível superior.  deverá  manter. apenas  para atribuição referente ao Ensino Fundamental.  turmas  ou  aulas  de  projetos  que  exijam processo seletivo específico.  aos  ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação temporária que.  o  docente  com  aulas atribuídas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. arts. que poderá ser designado para o posto de  trabalho de Professor Coordenador do próprio CEL.  turmas  ou  aulas  de  projetos. observada a seguinte ordem  de prioridade:  1 – portadores de diploma do Curso Especial de Formação de Professor Indígena.   2 ‐ portadores de diploma de curso regular de licenciatura plena.   (Res.  pelo  responsável  pela  direção  da  unidade  escolar.  turmas  e  aulas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  atribuídas  aos  ocupantes  de  função‐atividade.    Artigo  602  ‐  O  docente.  Parágrafo  único  ‐  Excetua‐se  do  disposto  no  caput  deste  artigo.       Artigo  600  ‐  As  classes. 1º a 4º)    Subseção II  Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena    Artigo 603 ‐ As classes e as aulas da Educação Indígena deverão ser atribuídas. tenham  sido selecionados pela Comissão Étnica Regional.  não  mencionadas  nesta  seção. em disciplina(s)  da área de conhecimento objeto da atribuição. sendo que para o Ensino  Médio (Ciclo IV) se dará com 30 (trinta) horas da base comum e 3 (três) horas das oficinas da parte  216 .      Artigo  601  ‐  Para  fins  de  atribuição  de  classes. inscritos no processo  regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos para esta modalidade de ensino. de que trata esta seção. tendo em vista possíveis substituições  docentes  ou  formação  de  novas  classes  e  turmas  durante  o  ano.  § 2º ‐  A atribuição.  em  reserva. em nível médio.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe.Parágrafo único – As classes. SE nº 13/10. desenvolvido pela Secretaria da Educação. classificados conforme disposto no artigo 5º da Resolução SE nº 8. acrescidas as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo e em local de livre escolha do  docente (HTPCs e HTPLs).010.  3  –  portadores  de  certificado  de  conclusão  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço de Professor Indígena.  observada  a  legislação específica. promovido pela Secretaria de Estado da Educação.  mantidas  pelas  escolas  das aldeias.  de  que trata  o parágrafo  anterior. a Diretoria de Ensino. turmas e aulas de Programas e outras modalidades  de  ensino.  relação  de  candidatos  previamente  selecionados.  §1º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  da  matriz  curricular  –  parte  comum. para os Ciclos I. não poderá exercer nenhuma outra atividade ou prestação de  serviços. II e III do Ensino Fundamental. quando houver. a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.  de  acordo  com  os  critérios  estabelecidos  para  cada projeto. de 22 de janeiro de 2010.  serão  atribuídas  com  base  na  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição  de  classes  e  aulas  do  ensino  regular.  aprovados  no  processo  seletivo  anual  ou  abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1. de 1º de junho de  2007. dar‐se‐á  por carga horária  semanal  de  25  (vinte  e  cinco)  horas  da  base  comum  e  de  8  (oito)  horas  das  oficinas  da  parte  diversificada. que implique afastamento das funções para as quais foi selecionado.  deverão ser atribuídas a professores  indígenas.

 com base nos critérios estabelecidos na legislação  específica.  como  carga  horária.  (Res. 7º)    Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP    Artigo  605  ‐  As  classes  e/ou  as  aulas  das  Unidades  da  Fundação  CASA  serão  atribuídas. a partir do processo inicial de atribuição. a atribuição das aulas do CEL  poderá se dar na seguinte conformidade:  1 ‐ aos titulares de cargo.  § 2º ‐ Atendidos os requisitos previstos neste artigo.  tenha  obtido  resultados  satisfatórios  na  avaliação  de  seu desempenho profissional. inscritos para o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também  especialmente  para  este  projeto. deverá contemplar prioritariamente o docente que.  com  habilitação  na  língua  estrangeira cujas aulas estejam sendo atribuídas.   (Res. SE nº 13/10. pelo Diretor da unidade escolar vinculadora. para afastamento nos termos do inciso III do artigo 64 da  Lei Complementar nº 444/85. com vigência a partir do primeiro dia letivo do ano da atribuição. relativamente à língua estrangeira que seja disciplina específica ou  não específica da licenciatura do cargo.  § 1º ‐ A atribuição de que trata este artigo deverá contemplar prioritariamente os  docentes  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras. III.  deverá  ser  providenciado  novo  ato  de  afastamento.  3  –  aos  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação. que vinha afastado com aulas de um curso. 6º)    Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de Estudos de Línguas    Artigo  604  ‐  A  atribuição  de  aulas  dos  cursos  de  língua  estrangeira  moderna.  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora  do  CEL. de que tratam os Anexos II.  ministradas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. dar‐se‐á em nível de Diretoria de Ensino aos  docentes que:  I  –  estejam  inscritos  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também inscritos especialmente para este projeto. IV e  V referidos no artigo 205.  contemplar a manutenção do docente titular de cargo.  2 – aos titulares de cargo.  pelo  desenvolvimento  do  estágio  anterior. art.  pela  Diretoria de Ensino e pela Fundação CASA/SP. como carga suplementar de trabalho.  prevista  no  parágrafo  anterior.  §  3º  ‐  A  atribuição  de  aulas  de  estágio  dos  estudos  de  nível  III.  observadas as disposições da legislação específica deste projeto.  II  –  tenham  sido  devidamente  credenciados  por  processo  específico. SE nº 13/10. art. somando‐se as HTPCs e HTPLs correspondentes.  de  um  curso  em  continuidade de língua estrangeira moderna.  §  4º  ‐  Quando  a  atribuição  de  aulas  de  estágio.  cuja  continuidade  passe  de  um  ano  para  outro.  observada a seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  habilitados  que  tenham  atuado  nas  unidades  da  Fundação  CASA  e  tenham  sido  avaliados  com  indicação  para  recondução.  217 . a  docentes ocupantes de função‐atividade e a candidatos à contratação temporária.diversificada.

 deverá ser cumprida  exclusivamente no período diurno.  (Res. SE nº 13/10.II ‐ demais docentes e candidatos à contratação. além do que preveem as disposições deste  artigo.  quando  constituído  exclusivamente  com  classes. 5º)      218 . art. poderão ser atribuídas a docentes e candidatos à contratação que sejam qualificados. 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura    Artigo  607  –  O  processo  de  atribuição  de  aulas  aos  docentes  que  irão  atuar  nas  Salas de Leitura ou no Programa Escola da Família será objeto de resolução específica. 8º. c/c a Res.  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora. de que trata  este artigo. devidamente habilitados para as  aulas  que  forem  ministrar.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação e atribuição de classes e/ou aulas do ensino regular.    Artigo  609  ‐  Com  relação  aos  procedimentos  a  serem  adotados  na  atribuição  de  classes.  a  atribuição  das  aulas  poderá  contemplar  docente  com  habilitação  na  área  de  conhecimento  da  disciplina  a  ser  atribuída. 10)    Subseção VII  Das Disposições Gerais    Artigo  608  ‐  O  vínculo  do  docente.  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  Fundação  CASA/SP.   § 3º ‐ A carga horária.  a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição. sendo previamente selecionados e credenciados pelas referidas entidades.  § 1º ‐ Na ausência de docentes habilitados. art.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe  e/ou  aulas  do  Projeto  Revitalizando  a  Trajetória  Escolar  das  Unidades  de  Internação Provisória ‐ UIP. também.    (Res. SE nº 13/10. cumprirá carga horária de 40 (quarenta) horas semanais. SE nº 15/10)    Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar    Artigo  606  ‐  As  classes  que  funcionam  em  unidades/entidades  de  atendimento  hospitalar  deverão  ser  atribuídas.  (Res. a que se refere o parágrafo anterior.  (Res. as classes e/ou as aulas. art.  § 4º ‐ Nas Unidades de Internação ‐ UI. no que couber.  turmas  ou  aulas  de  projeto. SE nº 13/10. em processo seletivo específico.  aos  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária  que  estejam  inscritos para o processo regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos especialmente  para este atendimento.  desde  que  credenciados.  de  que  trata  esta  seção. as disposições  que regulamentam o processo anual de atribuição de classes e aulas do ensino regular.  em  conformidade  com  as  disposições  da  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes/aulas do ensino regular. turmas e aulas dos projetos da Pasta aplicam‐se. art.  §  2º  ‐  O  docente  ou  o  candidato  Professor  Educação  Básica  I. SE nº 13/10.  observados  os  demais  critérios  estabelecidos  na  legislação específica.

  b) após a transferência de que trata o artigo anterior. quando ocorrer a extinção.  b) junto à Diretoria de Ensino a que pertence a unidade escolar.Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos    Artigo 610 ‐ Serão declarados adidos os titulares de cargos das classes de docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.    Artigo  612  ‐  A  identificação  do  titular  de  cargo  das  classes  de  docentes  ou  das  classes de suporte pedagógico. nos termos dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. de 12 de maio de 1978:  I  ‐  para  a  unidade  mais  próxima.  quando  o  número  de  cargos  providos  destas  categorias  exceder a lotação prevista pelas normas legais para a unidade em que estiverem classificados. ocorrerá  verificadas as seguintes hipóteses:  I – classes de docentes:  a) durante o processo anual de atribuição de classes e/ou aulas. quando não forem  atribuídas classes e/ou aulas da disciplina. como excedente.  quando  ocorrer  a  extinção  ou  integração  da  unidade em que estiverem classificados.  II – as classes de suporte pedagógico:  a)  junto  à  própria  unidade  escolar.  junto  à  própria  unidade  escolar  de  classificação  do  respectivo cargo de Professor Educação Básica I ou II.  II – para a unidade resultante de fusão da unidade de classificação com outra.    Artigo  611  ‐  Os  cargos  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  serão  transferidos.  c) junto à própria Diretoria de Ensino ou junto à Diretoria de Ensino para a qual foi  transferido o cargo de Supervisor de Ensino.  os  excedentes  serão  declarados adidos. em face da extinção. fusão  ou incorporação da unidade escolar de origem e constatada a impossibilidade de aproveitamento  total ou parcial do docente na unidade de destino.  Parágrafo único ‐ A declaração de adido far‐se‐á por ato do Dirigente da Diretoria  de Ensino à qual pertence a unidade de origem.    Artigo 613 ‐ Os integrantes das classes do Quadro do Magistério serão  declarados   adidos nas seguintes unidades:  I  –  as  classes  de  docentes. fusão  ou  incorporação  da  unidade  administrativa  de  origem  e  constatada  a  impossibi‐lidade  de  aproveitamento do funcionário na unidade de destino. após  o  aproveitamento  dos  funcionários  conforme  as  vagas  da  nova  unidade. objeto do concurso. fusão ou incorporação de  Diretorias de Ensino. quando se tratar  de titular de cargo de Diretor de Escola. na unidade escolar de classificação  do respectivo cargo do docente.  Parágrafo único – Efetuada a transferência de que trata o caput deste artigo.    219 .  II – classes de suporte pedagógico:  a) quando a unidade administrativa não comportar o cargo.  quando  se  tratar  de    titular  de  cargo  de  Coordenador Pedagógico.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior. em face da extinção.

 o direito de  optar  pelo  retorno  à  unidade  resultante  da  referida  fusão  ou  incorporação. contados da data do evento. 6º.  §  2º  ‐  A  transferência  opcional  ocorrerá  sempre  após  o  aproveitamento  obrigatório.  §  3º  ‐  O  aproveitamento  do  excedente  ou  do  adido  obedecerá  à  classificação  utilizada durante o processo de atribuição de classes e/ou aulas.Artigo  614  ‐  O  titular  de  cargo  das  classes  de  docente  ou  das  classes  de  suporte  pedagógico  que  tenha  obtido  ordem  judicial  para  classificação  em  determinada  unidade  escolar  ou administrativa. transferido  em  virtude da  fusão ou incorporação da  unidade de origem ou removido ex  officio.  (Decreto nº 42. arts.  desde  que  haja  nesta  fase. 11 e 5º)    Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos    Artigo  615  ‐  Os  integrantes  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.966/98.  (Decreto nº 42. na forma a ser disciplinada pela  Secretaria da Educação.    Artigo 617 ‐  Fica  assegurado ao integrante do Quadro do Magistério. a atribuição será obrigatória.  por  intermédio  de  remoção  ex  officio  ou  transferência  opcional. conforme o caso.  § 2º ‐ O direito de opção poderá ser exercitado uma única vez e é válido pelo prazo  de 5 (cinco) anos.  será  declarado  adido  em  conformidade  com  as  disposições  desta  seção. serão aproveitados na seguinte conformidade:  I – na própria unidade escolar ou Diretoria de Ensino. provocando excedentes. de acordo com o tempo de serviço no cargo e no magistério público oficial do  Estado de São Paulo.  §  1º  ‐  O  aproveitamento  do  adido  na  própria  unidade  ou  por  intermédio  de  remoção ex officio.  o  preenchimento  total  das  vagas  da  unidade escolar e/ou administrativa existentes.966/98. declarados adidos. em caso de reforma desta ordem por decisão judicial  final. no caso de docentes.  § 5º ‐ Quando o número de vagas for igual ou superior ao número de titulares de  cargos adidos.  II  –  em  outras  unidades.  § 1º ‐  O retorno  previsto no caput deste artigo dar‐se‐á  quando ocorrer  vaga  na  unidade de origem.  § 4º ‐ Os titulares de cargos das classes de suporte pedagógico serão classificados  entre seus pares. em outras unidades.  no  prazo  de  15  (quinze) dias. 7º e 8º)          220 . arts. será feito  no decorrer de todo o ano letivo.  §  6º  ‐  Quando  o  número  de  vagas  for  menor  do  que  o  número  de  titulares  de  cargos  adidos. 1º ao 4º.  se  na  unidade  de  origem não houver vaga para lhe ser atribuída.    Artigo 616 ‐ Compete ao Departamento de Recursos Humanos  e às Diretorias de  Ensino proceder às atribuições de vagas obrigatórias e opcionais.  o  melhor  classificado  poderá  declinar  da  atribuição  de  vagas  obrigatória  para  concorrer  à  atribuição  opcional.

 como sede de controle de freqüência.  na  ausência  de  docente  devidamente designado.  § 1º ‐ O disposto no caput deste artigo aplica‐se. de 27 de dezembro de 1985.  e) colaborar no processo de integração escola‐comunidade. a título de constituição de jornada de trabalho docente e/ou de  carga suplementar de trabalho. 9º e 10)    Seção VI  Do Controle de Freqüência dos Docentes  Subseção I  Da Sede de Controle de Freqüência    Artigo 620 ‐ O titular de cargo docente terá como sede de controle de freqüência a  unidade escolar na qual está classificado seu cargo.  desde que tenha:  I – sido declarado adido.  II  –  optado  por  componente  curricular  objeto  de  realização  de  concurso  de  ingresso.  não  puder  exercer  a  docência  de  outra  disciplina. observadas as disposições legais vigentes. os quais  terão.  § 2º ‐ Excetua‐se do previsto neste artigo a situação dos docentes afastados para  fins do disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  b)  assumir  as  atribuições  de  Professor  Coordenador.966/98.    Artigo  621  ‐  A  sede  de  controle  de  freqüência  do  ocupante  de  função‐atividade  docente será a unidade escolar onde se encontra em exercício.  b) desempenhar atividades técnico‐pedagógicas compatíveis com sua formação e  experiência profissional.  II – se pertencente à classe de suporte pedagógico:  a) assumir as substituições de titulares afastados a qualquer título. arts.  será  colocado  em  disponibilidade remunerada.  c)  ministrar  aulas  de  reforço.  Parágrafo  único  –  O  docente  que.  (Decreto nº 42. a unidade de exercício.  221 . possibilitando a melhoria do processo ensino‐apren‐dizagem.  por  não  estar  legalmente  habilitado.  d)  participar  do  processo  de  planejamento. à situação do docente  que rege classe ou ministra aula. o docente deverá ministrar aula de outra disciplina. em outras unidades escolares. ficando o cargo do qual é titular destinado à disciplina que vier a assumir. para a qual esteja  legalmente habilitado.  nos  termos  deste  artigo. inclusive.    Artigo 619 – No caso de alteração do quadro curricular que implique a  supressão  de determinada disciplina.Subseção III  Das Atribuições dos Adidos    Artigo 618 ‐ Compete ao adido:  I – se pertencente à classe de docentes:  a) reger classe ou ministrar aulas a qualquer título.  execução  e  avaliação  das  atividades  escolares.  adaptação  e  recuperação  de  alunos  com  aproveitamento insuficiente.

    Artigo 626 ‐ O desconto financeiro da “falta‐dia” será efetuado à  razão de 1/30 do  valor da retribuição pecuniária mensal. poderá ser abonada nos  termos da legislação vigente. será considerado “falta‐dia” a ser consignada no último dia de exercício. arts. os domingos.  (Decreto nº 39.  a  qual  será.    Artigo 625 ‐ A “falta‐dia”.  §  1º  ‐  O  descumprimento  de  parte  da  carga  horária  diária  de  trabalho  será  caracterizado  como  “falta‐aula”. 1º.  perderá  as  aulas da classe ou classes.  justificadas  ou  injustificadas  os  dias  intercalados serão computados como “falta‐dia” somente para efeito de desconto da retribuição  pecuniária.  § 2º ‐ Ocorrendo saldo de “falta‐aula” no final do mês. determinado dia da semana  durante  15  dias  sucessivos  ou  30  dias  intercalados.    Artigo  629  ‐  O  não‐comparecimento  do  docente  nos  dias  de  convocação  para  participar  de  reuniões  pedagógicas.  o  saldo  de  “faltas‐aula”.  terá  duas  sedes  de  controle  de  freqüência.  222 .931/95. injustificadamente.  qualquer  que  seja  o  seu  número.  os feriados e aqueles em que não houver espediente na unidade escolar.  de  conselho  de  classe  ou  de  escola.  em  unidades  escolares  diversas. de que trata o artigo anterior.  Parágrafo único ‐ Quando a acumulação ocorrer na mesma unidade.    Artigo  622  ‐  O  docente  que.  em  regime  de  acumulação.  além  do  previsto  no  artigo  624.    exercer  dois  cargos  ou  duas  funções‐atividade. observada a tabela no anexo que faz parte integrante desta seção.Parágrafo  único  ‐  O  docente  servidor  que  estiver  em  exercício  em  duas  ou  mais  unidades escolares terá a sede de controle de freqüência fixada na escola onde teve atribuído o  maior número de aulas.  Paragráfo único ‐ Consideram‐se como dias intercalados os sábados. deverão ser  efetuados registros distintos para cada situação. 2º e 4º)    Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas    Artigo  623  ‐  A  carga  horária  diária  de  trabalho  docente  não  poderá  exceder  a  8  (oito)  horas  ou  480  (quatrocentos  e  oitenta)  minutos  computadas  as  unidades  escolares  de  exercício.    Artigo 628 ‐ O docente que faltar. serão elas somadas às que  vierem a ocorrer no mês seguinte ou subseqüentes.  para  atender  a  pais.  ao  longo  do  mês  somada  às  demais  para  perfazimento da “falta‐dia”. se estas integrarem a carga suplementar do titular de cargo ou a carga  horária do servidor.    Artigo  627  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.    Artigo 624 ‐ O docente que não cumprir a totalidade da sua carga horária diária de  trabalho terá consignada “falta‐dia”.  §  3º  ‐  No  mês  de  dezembro. observada a tabela anexa.

 admitido nos termos do inciso I do artigo 1º  da Lei nº 500. com observância das seguintes normas:  I ‐ série de classes de docentes:  a)  a  substituição  de  titular  de  cargo  docente  será  exercida  por  outro  titular  de  cargo docente ou por ocupante de função‐atividade. respeitados os requisitos de habilitação mínima exigida para cada cargo  e.alunos e à comunidade. acarretará “falta‐aula” ou “falta‐dia”. conforme o caso. arts.    Artigo  632  ‐  Para  os  cargos  de  provimento  em  comissão. de 13 de novembro de 1974.    Artigo  630  ‐  O  disposto  nesta  seção.  (Decreto nº 39. quando o período de afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos) dias  e desde que a carga horária do substituído seja igual ou superior à do substituto. ainda.  classificado  na  mesma  ou  em  outras  unidades  escolares  de  qualquer  Diretoria de Ensino.  da  classe  de  Dirigente  Regional  de  Ensino.931/95.    Artigo 633 ‐  A substituição de que trata esta seção será exercida por integrantes  do Quadro do Magistério. de 27 de dezembro de 1985. observada a ordem de preferência prevista no artigo  45 da Lei Complementar nº 444. 5º ao 12)    ANEXO    A QUE SE REFERE O § 1º DO ARTIGO 6º DO DECRETO Nº 39.  haverá  substituição  nas  situações  previstas  no  §  3º  do  artigo  7º  da  Lei  Complementar nº 180. de 12 de maio 1978. DE 30 DE JANEIRO DE 1995    CARGA HORÁRIA SEMANAL A SER CUMPRIDA NA UNIDADE  ESCOLAR  2 a 7  8 a 12  13 a 17  18 a 22 23 a 27  28 a 32  33 a 35  Nº DE HORAS NÃO CUMPRIDAS QUE CARACTERIZAM A  “FALTA‐DIA”  1  2  3  4 5  6  7      Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Normas e Requisitos    Artigo  631  ‐  Haverá  substituição  nos  impedimentos  legais  e  temporários  dos  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  aplicar‐se‐á.  223 .  aos  docentes  designados para funções de coordenação nas unidades escolares da rede estadual de ensino.931.  b) o titular de cargo docente poderá ser afastado para substituir outro titular de  cargo  da  mesma  classe. observado o total  das horas de duração dos eventos e a tabela anexa.  também.

 do Quadro do Magistério.  IV – encontrem‐se no período de estágio probatório.  224 . nos últimos 3 (três) anos.948/86.   Parágrafo  único  ‐  O  período  de  afastamento  para  substituição  mediante  designação  deverá  ser  igual  ou  superior  a  200  (duzentos)  dias  e  a  carga  horária  do  substituído  igual ou superior à do substituto.  classificado em área de jurisdição de qualquer Diretoria de Ensino.     Artigo 634 ‐ As normas previstas no artigo anterior aplicar‐se‐ão.    Artigo  635  ‐  A  substituição  durante  o  impedimento  legal  e  temporário  de  outro  titular de cargo ou o exercício de cargo vago.037/08.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico.  dar‐se‐ão  mediante  designação  do  servidor  em  exercício.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.  III ‐ apresentarem no ano precedente ao da atribuição de vaga mais de 12 (doze)  faltas de qualquer natureza. ou que tiveram cessada a designação. ficando impedidos de participar da atribuição de vaga os interessados que:  I ‐ tiverem sofrido penalidades. de 13 de novembro de 1974. de que trata o artigo 22 da  Lei  Complementar  nº  444.c) no caso de afastamento inferior a 200 (duzentos) dias.  7º  e  18  do  Decreto  nº  53. inocorrendo a substituição de que trata o artigo 635.  da  Lei  nº  500. de que tratam os artigos 542  a 549.  poderá  haver  admissão  de  docente. nos últimos 5 (cinco)  anos.   (Decreto  24.  arts. inocorrendo a substituição de  que trata o artigo 635.  por qualquer motivo. nos termos do artigo 1º.    arts. poderá ser feita a admissão de docente. por qualquer tipo de ilícito.  nos  termos  do  artigo  1º.  da Lei nº 500. inciso I.  por período de 1 (um) até 15 (quinze) dias.    inciso  I.  de  27  de  dezembro  de  1985. observada a inscrição e cadastramento de docentes e  candidatos em nível de Diretoria de Ensino. também.  II ‐ tiverem desistido de designação anterior.  alterado pelo Decreto nº 53.  poderá  substituir  outro  titular  de  cargo  da  mesma  classe. por período superior a 15 (quinze) dias.  de  13  de  novembro de 1974.  atendidas  as  condições  previstas  nesta  seção  e  nas  demais  normas  regulamentares.   II  ‐  classes  de  suporte  pedagógico:  a  substituição  de  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico só poderá ser exercida quando o afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos)  dias. para o  exercício  de  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  de  serviço  público  retribuída  mediante  pro  labore.161/08)    Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes    Artigo  636  ‐  Durante  o  impedimento  legal  do  titular  de  cargo  ou  ocupante  de  função‐atividade docente. exceto pela reassunção do titular substituído.  de  Diretor  de  Escola  ou  de  Dirigente  Regional    de  Ensino.     Artigo 637 ‐ Para a regência de classe ou ministração de aulas nos impedimentos  eventuais de titular de cargo ou de ocupante de função‐atividade da série de classes de docentes. através de Portaria Especial de Admissão. exceto para os cargos de Dirigente Regional de Ensino e Diretor de Escola.  da  mesma  unidade  escolar  ou por um docente admitido para esse fim.  do  Subquadro  de  Cargos  Públicos  (SQC)  Tabela  II. a substituição poderá ser  exercida  por  outro  titular  de  cargo  ou  pelo  ocupante  de  função‐atividade.  1º  ao  4º.

  em  substituição  ou  em  cargo vago. nos termos desta subseção deverão inscrever‐se  nas Diretorias de Ensino. na admissão de que trata o  artigo anterior.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.  225 . classe de  Suporte Pedagógico. deverá o docente. em especial quando se tratar de licença‐ saúde. das classes de Suporte Pedagógico.  §  2º  ‐  A  inscrição  realizada  terá  validade  até  o  período  de  inscrições  do  ano  subseqüente. titular de cargo  efetivo. bem como de função de serviço público retribuída mediante pro labore.  § 1º ‐ Para ocupar o posto de trabalho de Vice‐Diretor de Escola.  integrantes  desta  subseção. que atendam aos requisitos estabelecidos no Anexo III da Lei Complementar nº 836.  neste  caso  exclusivamente  para  a  classe  de  Diretor  de  Escola.     Artigo 638 ‐ Para o cálculo da retribuição pecuniária. os dias em que o servidor trabalhou como docente. previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 444. quando ocorrer a  situação  prevista  no  caput  ou  nos  seus  impedimentos  legais.  § 3º ‐ Na composição dos 200 (duzentos) dias de afastamento do substituído.  nos  termos  do  artigo  637.  serão  exercidas  por  titulares  de  cargo  do  mesmo  Quadro. obrigatoriamente. será  feita nos dias em que ocorrer o impedimento do titular de cargo ou ocupante de função‐atividade. pela imprevisibilidade de sua concessão e manutenção. a direção.    Artigo  642  ‐  Os  interessados  em  exercer  as  atribuições. mesmo que sem interrupção.  será  designado.  e  quando  o  prazo  for  igual  ou  superior a 30 (trinta) dias.    Artigo  641  ‐  Nos  afastamentos  do  Diretor  de  Escola.Parágrafo único ‐ A admissão de docente.  a  unidade escolar  onde houve  a  prestação  de  serviço.  ao  exercício  de  atribuição de cargo vago.  § 2º ‐ Na inexistência de Vice‐Diretor de Escola. e nos termos desta subseção. de 27 de dezembro de  1985.  também.  inclusive  os  Anexos  I  e/ou  II.  e  de  que  tratam  os  artigos  633  a  635. durante cada mês. somente haverá atribuição de vaga para  este fim se o impedimento do substituído for por período maior ou igual a 200 (duzentos) dias.  expedirá  Atestado  de  Freqüência  do  qual  deverá  constar  de  forma discriminada. 9º. caput e §§ 1º.    (Decreto 24.  outro  docente.948/86. indicado na escala de substituição.  observadas  as  disposições  dos  artigos  684  a  691. de que trata o caput deste artigo. art. assumir a direção da unidade escolar.  § 2º ‐ Quando se tratar de substituição. nem de  impedimentos de mesmo teor. 10)     Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico    Artigo 640 ‐ As substituições dos integrantes do Quadro do Magistério.  por  período  inferior  a  200  (duzentos) dias.  que  deverão  estar  preenchidos e assinados pelo superior imediato. o Vice‐Diretor de Escola assume. de  30 de dezembro de 1997.    Artigo  639 ‐  No  final  de  cada  ano.  em  substituição. não  poderão ser somados períodos de impedimentos diversos. será considerada a soma do número de horas efetivamente ministradas por dia em  que o docente exerceu a substituição. 2º  e 4º do art.  §  1º  ‐  No  ato  de  inscrição.  §  1º  ‐  As  normas  previstas  nesta  subseção  aplicam‐se. mas de prazos distintos. nos 10 (dez) primeiros dias úteis do mês de agosto de cada ano.  o  candidato  deverá  apresentar  os  documentos  pertinentes.

  II  ‐  comunicar.1)  5  (cinco)  pontos  por  certificado  de  aprovação  em  concurso  público. promovido  por esta Secretaria da Educação. dentro do prazo de validade do concurso.3)  Faixa  III  ‐  docentes  titulares  de  cargo  ‐  com  certificado  de  aprovação  em  concurso público. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.004  por  dia.  promovido por esta Secretaria da Educação.  para  preenchimento  de  cargos  de  Supervisor  de  Ensino.  até  20  (vinte) pontos.  termo  de  anuência  expedido  pelo  superior  imediato.1) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público. nas Faixas II e III.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Supervisor de Ensino.  b. dentro do prazo de validade do concurso.  excluídos. após a comunicação de que trata o inciso anterior. no  prazo de até 3 (três) dias úteis.3) Faixa III ‐ demais docentes titulares de cargo. nas  Faixas II e IV. na seguinte conformidade:  I ‐ classificação para atribuição na classe de Diretor de Escola  a) quanto à situação funcional:  a.  por  meio  do  Diário  Oficial. títulos e tempo de serviço.  a.  226 .  a.  III ‐ realizar a sessão de atribuição das substituições previstas nesta subseção.  o  relativo  à  própria  classificação nesta faixa.  c)  quanto  ao  tempo  de  serviço  como  Diretor  de  Escola:  0.  a. para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino. na Faixa I.2) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  com  data  atualizada e com validade abrangendo apenas o período de vigência da designação. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. para preenchimento de cargos de  Supervisor de Ensino. o certificado do cargo de que é titular e.  II ‐ classificação para atribuição na classe de Supervisor de Ensino  a) quanto à situação funcional:  a. em cada sessão de  atribuição  da  qual  participe.§ 3º ‐ O inscrito nos termos desta subseção deverá apresentar. o certificado relativo ao cargo de que é titular. as datas.  com  no  mínimo  2  (dois)  dias  úteis  de  antecedência.  b.  na  Faixa  II.    Artigo  644  ‐  A  classificação  dos  candidatos  inscritos  dar‐se‐á  por  situação  funcional.  a.4) Faixa IV ‐ demais Diretores de Escola titulares de cargo.2) 5 (cinco) pontos por certificado de aprovação em concurso público promovido  por  esta  Secretaria  da  Educação. para  preenchimento de cargos de Diretor de Escola.2)  Faixa  II  ‐  docentes  portadores  de  certificado  de  aprovação  em  concurso  público de provas e títulos.  o  certificado  do  cargo  de  que  é  titular  e.  a. promovido  por esta Pasta.  b) quanto aos títulos:  b.    Artigo 643 ‐ A Diretoria de Ensino deverá:  I ‐ cientificar os inscritos da forma de convocação para as sessões de atribuição das  substituições. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Diretor de Escola. promovido por esta Secretaria da Educação. dentro do prazo de validade do concurso. o relativo à própria  classificação nestas faixas.  excluídos. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola. horários e número de vagas das atribuições.  b) quanto aos títulos:  b.2)  Faixa  II  ‐  titulares  de  cargo  de  Diretor  de  Escola  –  com  certificado  de  aprovação em concurso público. excluído.  na  Faixa  I.  para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino.

 a classificação dos inscritos deverá ser divulgada pela Diretoria de Ensino.c) quanto ao tempo de serviço como Supervisor de Ensino: 0.  IV ‐ ao candidato que se enquadre em qualquer das situações previstas no artigo  635.    227 .  será  designado  por  um  deles.    Artigo 645 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de vaga e/ou sua respectiva  designação:  I ‐ ao candidato que.  III ‐ por procuração de qualquer espécie.  devendo  permanecer  em  exercício  no  cargo  docente.  será  designado  pelo  cargo  de  suporte  pedagógico. se encontre afastado a qualquer título. desde que:  1 ‐ seja observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos para a cessação  da designação em substituição.  em  unidade escolar  que  seja  do  mesmo  município  e  da  mesma Diretoria de Ensino de seu órgão de classificação.  § 1º ‐ O tempo de serviço a ser considerado para fins da classificação. a fim de se proceder à cessação das  designações em cargo vago.004 por dia.  é  apenas  o  exclusivamente  prestado  no  Quadro  do  Magistério  desta  Secretaria  da  Educação. contados a partir do encerramento do período de  inscrições.  deverão  ser  utilizados  os mesmos  critérios e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por Tempo de Serviço (ATS). de que trata  este  artigo.  § 4º ‐ A data‐limite da contagem de tempo de que trata o parágrafo anterior será  sempre o dia 30 de junho do ano da inscrição. em número suficiente para viabilizar o exercício aos ingressantes ou  aos removidos.  3 ‐ o saldo do período dessa substituição seja igual ou superior a 200 (duzentos)  dias. na data da atribuição.  2 ‐ o substituto esteja em classificação inferior.  devendo permanecer em efetivo exercício no outro cargo.  Parágrafo  único  ‐  Em  ambas  as  hipóteses  deverá  haver  publicação  de  novo  ato  decisório. até 20  (vinte) pontos. cuja designação  em  cargo  vago tenha  sido  cessada  no evento. em local visível e de livre acesso.     Artigo  646  ‐  Ao  candidato  que  acumular  cargos  deverá  ser  observado  o  que  se  segue:  I  ‐  no  caso  de  acumular  dois  cargos  docentes.  II  ‐  ao  Diretor  de  Escola.    Artigo 647 ‐ Quando ocorrer ingresso ou remoção de Supervisor de Ensino. o desempate dar‐se‐á pelo maior tempo de serviço no magistério público estadual. com as respectivas pontuações. poderá ser designado em substituição.  nos  termos  desta  subseção.  §  3º  ‐  Para  fins  da  contagem  de  tempo  de  serviço. deverá  ser observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos. afixando‐se a  relação dos candidatos.  § 5º ‐ Após 3 (três) dias úteis.  §  2º  ‐  Quando  ocorrer  empate  na  classificação  dos  inscritos  de  qualquer  das  classes.  Parágrafo único – O servidor.  II  ‐  na  hipótese  de  acumular  um  cargo  docente  e  outro  de  suporte  pedagógico.

 SE nº 57/08.O. para  homologação.  deverá  ser  feita  de  próprio punho pelo designado.  ficando  vedada  a  sua  designação para quaisquer outras atribuições nos termos desta subseção. no mesmo ou em qualquer outro órgão/unidade.  bem  como  a  sua  cessação.  a  data  para  a  primeira  sessão  de  atribuição de vagas.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: DIRETOR DE ESCOLA FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo e o relativo à Faixa II): –‐ pts. diárias  ou trânsito.E.  Parágrafo  único  ‐  A  desistência. o órgão setorial de recursos humanos fixará  e  divulgará.  em  especial  quando  o  mesmo  não  corresponder  às  atribuições  do  cargo  ou  descumprir  normas  legais.  em  unidade diversa à de seu órgão de classificação. 1º ao 13)      ANEXO I    Inscrição para a classe de Diretor de Escola    Nome: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––‐  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: EE–––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos ? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––––‐  (S.  por  qualquer  outro  motivo.  quando exercer  substituição  ou  responder  pelas  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  retribuída  mediante  pro  labore. previsto no artigo 642  e devidamente efetuada a classificação dos inscritos. a se realizar concomitantemente em todas as Diretorias de Ensino. (A)  Supervisor de Ensino: –‐ pts.  mediante  comunicado  a  ser  publicado  em  D. declarando estar ciente do disposto no  caput e inciso II do artigo  635. (B)  Tempo de Serviço em direção de escola: –‐ pts. exceto quando se tratar de férias. arts.    Artigo  649  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério..  (Res. não fará jus à percepção de ajuda de custo.    Artigo 652 ‐ Encerrado o prazo de 10 (dez) dias de inscrição.  Parágrafo único ‐ A cessação na situação especial de que trata este artigo deverá  ser  precedida  de  relatório  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  com  justificativa  que  comprove  o  desempenho incompatível com a função a ser enviado à respectiva Coordenadoria de Ensino.   Artigo  650  ‐  O  designado  nos  termos  desta  subseção  não  poderá  desistir  da  designação para concorrer à nova atribuição.    Artigo 651 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação do integrante  do  Quadro  do  Magistério.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  228 .Artigo 648 ‐ O substituto que se ausentar por mais de 15 (quinze) dias terá cessada  a substituição ao início do afastamento.

 na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração. Autarquias. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐/––/–––              ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐––––––‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––            (data)                    (carimbo e assinatura do superior imediato)      Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos    Artigo  653  ‐  Nos  termos  das  normas  constitucionais  são  permitidas  as  seguintes  situações  de  acumulações  remuneradas  de  cargos  públicos. em –‐/–‐/––‐. empregos ou funções na Administração Direta. em –‐/–‐/––‐.Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: ––‐ dias. (A)  Supervisor de Ensino (exceto o do cargo e o das Faixas II e III): –‐ pts.  III ‐ a de dois cargos privativos de médico.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: SUPERVISOR DE ENSINO FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo. (B)  Tempo de Serviço na Supervisão: –– pts. inclusive as de regime especial.  a pedido.  a pedido.  II ‐ a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐/––/–––     ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––––––––––––       (data)            (carimbo e assinatura do superior imediato)    ANEXO II    Inscrição para a classe de Supervisor de Ensino    Nome: ––––––––––––––––––––––––––––––––––  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: ––––––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––– (S. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração.  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. em –‐/–‐/––‐.  229 . nas Faixa II e IV): –‐ pts.  desde  que  haja  compatibilidade  de  horários:  I ‐ a de dois cargos de professor.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: –––‐ dias  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição.    Artigo 654 ‐ As disposições desta seção abrangem as acumulações remuneradas de  cargos. em –‐/–‐/––‐.

 indicando  qual o cargo. mesmo temporário.  a  existência  de  acumulação  remunerada.  III  ‐  comprovada  a  viabilidade  de  acesso  aos  locais  de  trabalho  pelos  meios  normais de transporte.  § 2º ‐ Se as unidades de exercício do servidor situarem‐se próximas uma da outra.  pelo  menos  1  (uma)  hora  de  intervalo.  se  no  mesmo  município. Reflexos e Encargos Sociais  do Estado".  230 .  em horários diversos. entre o término do horário de um cargo. emprego ou função e o início  do  outro.  sob  pena  de  responsabilidade. ou na alteração de horário ou  do seu local de trabalho. que será responsável pela  verificação do cumprimento regular dos respectivos horários de trabalho.fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público.  emprego  ou  função  na  Administração Pública Direta.    Artigo  655  ‐  Para  fins  de  acumulação  remunerada  considera‐se  cargo  técnico  ou  científico aquele que exige.  Parágrafo  único  ‐  A  simples  denominação  de  "técnico"  ou  "científico"  não  caracterizará como tal o cargo que não satisfizer as exigências deste artigo. a critério da autoridade competente de que trata o artigo 659.  §  2º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  neste  artigo  quando  ocorrer  qualquer  mudança  da  situação  funcional  do  servidor  ou  empregado  em  acumulação  remunerada  que  implique  no  exercício. para o seu exercício.  admitido  ou  contratado  no  serviço  público  deverá  declarar. Indireta ou fundacional da União. empregos ou funções.  § 1º ‐ A autoridade competente para expedir declaração sobre horário de trabalho  do servidor em acumulação remunerada é o dirigente de sua unidade de exercício.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também às entidades referidas  no artigo 654 .  por  ocasião  do  ingresso  do  servidor.    Artigo 656 ‐ Haverá compatibilidade de horários quando:  I ‐ comprovada a possibilidade de exercício dos dois cargos. local e o horário de trabalho.  se  exerce  outro  cargo. da Secretaria de Gestão Pública.  os intervalos exigidos no inciso II deste artigo poderão ser reduzidos até o mínimo de 15 (quinze)  minutos. sociedades de economia mista e empresas  públicas. conhecimentos específicos de nível superior ou  profissionalizante correspondente ao ensino médio.    Artigo 659 ‐ À autoridade que der posse ao funcionário ou exercício ao servidor em  regime de acumulação remunerada compete:  I ‐ verificar a regularidade da acumulação pretendida. Estados ou Municípios. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalho de cada um.  mediante consulta ao "Sistema de Informações referentes a pessoal.  salvo  se  no  mesmo  estabelecimento e de 2 (duas) horas.  aplicando‐se‐lhe as sanções cabíveis.  II ‐ mediar.    Artigo 658 ‐ Deverá ser verificada pela autoridade competente a que se refere o  artigo  659. se em municípios diversos.  §  3º  ‐  Será  responsabilizada  a  autoridade  que  permitir  a  acumulação  ilícita.    Artigo  657  ‐  O  nomeado.  II ‐ publicar a decisão dos casos examinados. emprego ou função. de outro cargo.  § 1º ‐ O exercício do servidor será precedido de publicação de que trata o inciso II  deste artigo.

 empregos ou funções acumuláveis na atividade.  Artigo 660 ‐ O servidor em regime de acumulação remunerada. nos termos desta seção. uma vez desprovidos caberá à autoridade a que  se refere o artigo 659:  I  ‐  convidar  o  servidor  ou  empregado  a  optar.  emprego  ou  função  na  Administração  Pública Direta.  ainda.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos ou salários.  nos  termos  do  artigo  239 da Lei nº 10.    Artigo  665  ‐  Expirados  os  prazos  dos  recursos  interpostos.  pelo  menos  em  relação  a  um  dos  cargos  acumulados. quando nomeado  para  cargo  em  comissão. por um dos cargos.  para exercício de função retribuída mediante pro labore. de 28 de outubro de 1968. Indireta e fundacional do Estado.    Artigo  662  ‐  No  âmbito  das  Secretarias  de  Estado  e  da  Procuradoria  Geral  do  Estado.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos  ou  salários. na forma  prevista na Constituição Federal. poderá vir a ser autorizado a celebrar convênios com a União e  com os municípios do Estado para intercâmbio de informações cadastrais referentes a servidores e  empregados da Administração Direta.261.    Artigo 663 ‐ A percepção das vantagens pecuniárias de que trata o artigo 124 da  Lei nº 10.    Artigo  664  ‐  O  servidor  em  licença  para  tratar  de  interesses  particulares  nos  termos  da  legislação  em  vigor.    Artigo 666 ‐ Na hipótese de o servidor ou empregado não optar no prazo previsto  no artigo anterior. empregos ou funções.  designado  como  substituto  ou  responsável  por  cargo  vago  ou. observados os termos do Decreto nº  40.  empregos  ou  funções  deverá  ser  devidamente  justificada  pelo  órgão  interessado. em decorrência dos trâmites administrativos relativos à decisão de  recursos interpostos sobre a acumulação pretendida. visando a identificação de  situações de acumulação remunerada.  prova  de  que  foi  exonerado do outro cargo ou dispensado do outro emprego ou função.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo não se aplica às nomeações para cargos  de Secretário de Estado e Secretário Adjunto.  não  poderá  exercer  cargo.  a  nomeação  para  cargos  em  comissão  de  aposentados  que  percebam  proventos  decorrentes  de  cargos.  Parágrafo  único  ‐  As  providências  de  que  trata  este  artigo  deverão  ocorrer  no  prazo improrrogável de 30 (trinta) dias.    Artigo  661  ‐  A  acumulação  de  proventos  e  vencimentos  ou  salários  somente  é  permitida quando se tratar de cargos. de 20 de março de 1996. Indireta ou fundacional do Estado. deverá ser proposta a instauração de processo administrativo pela autoridade  competente. considerada a  nova  situação.  preenche  os  requisitos  de  regularidade da acumulação pretendida. ficando condicionada à prévia autorização do Secretário de Gestão Pública.  231 . de 28 de outubro de 1968 não configura acumulação remunerada.  II  ‐  exigir.    Artigo 668 ‐ O Secretário de Gestão Pública. for ultrapassado o prazo legal para posse e  exercício será expedido novo ato de nomeação ou admissão.722.    Artigo 667 ‐ Se. poderá demonstrar que.261.

  f)  desempenhar  atividades  junto  a  unidade  escolar  da  Rede  Municipal  de  Ensino  conveniada com a Secretaria da Educação. junto a  entidades conveniadas com a Secretaria da Educação.  de  27  de  dezembro de 1985.  de  27  de  dezembro  de  1985.  empregos  e  funções  na  Administração Estadual. atividades docentes no Sistema Carcerário do  Estado.  Artigo  669  ‐  Caberá  aos  órgãos  setoriais  e  subsetoriais  de  recursos  humanos  o  acompanhamento  e  controle  das  situações  de  acumulação  de  cargos.  com  fundamento  no  inciso  II  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  com  fundamento  no  inciso  V  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. com fundamento no inciso III do artigo 64 da Lei Complementar  nº  444.  232 . pelo artigo 46 da Lei Complementar nº 836. por tempo determinado.  II  ‐  com  prejuízo  dos  vencimentos  mas  sem  prejuízo  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos. nos termos do inciso X acrescentado ao artigo 64 da Lei  Complementar nº 444. por tempo determinado. para:  a) exercer atividades em outras Secretarias de Estado ou em Autarquias do Estado  de São Paulo.  observado  o  limite  de  um  servidor  para  cada  Estado  da  União  e  para  cada  Município  do  Estado  de  São  Paulo.  para:  a)  exercer  atividades  inerentes  ou  correlatas  às  do  Magistério. nos termos do inciso VII do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. em órgãos ou entidades da União. atividades inerentes às do Magistério.  b) exercer a docência em outras modalidades do Ensino Fundamental e do Ensino  Médio.915/97. de 27 de dezembro de 1985.  d)  desenvolver  atividades  junto  às  Entidades  de  Classe  do  Magistério  Oficial  do  Estado de São Paulo. de outros Estados ou Municípios ou em outros  Poderes  Públicos.  em  cargos  ou  funções previstos nas unidades ou nos órgãos da Secretaria da Educação e no Conselho Estadual  de  Educação. de 27 de dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  IV  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444.  e) exercer. 19 do  Decreto nº 53.  Parágrafo  único  ‐  Qualquer  cidadão  poderá  comunicar  aos  órgãos  públicos  a  existência de acumulação irregular.037/08)      Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério    Artigo 670 ‐ Os afastamentos dos titulares de cargos do Quadro do Magistério da  Secretaria da Educação somente poderão ser autorizados nas seguintes condições:  I ‐ sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens dos respectivos cargos.  de 30 de dezembro de 1997 (Diário Oficial do Estado ‐ Poder Legislativo de 29 de junho de 2000). por tempo determinado.   (Decreto nº 41. de 27 de  dezembro de 1985. desde que o afastamento esteja previsto no  convênio.  de  27  de  dezembro de 1985. 2º ao 18. 8º está  combinado com o art.  de  27  de  dezembro de 1985. arts.  com  fundamento  no  inciso  VIII  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  observadas  as  normas  específicas  estabelecidas  pela  Secretaria da Educação. O art.  c) exercer.

  sem  prejuízo  dos  vencimentos  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos  cargos. na sua área de atuação. no País ou no Exterior. prorrogáveis. ou no artigo 15 da Lei nº  500. de 27 de  dezembro  de  1985.  poderão  ter  novos  afastamentos  autorizados. 1º ao 4º)      233 .  a  cessação  do  afastamento  do  servidor.  b) junto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal. no máximo 3 (três) vezes.  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ser  afastado. naquela cidade.  de  27  de  dezembro  de  1985. com fundamento no inciso IV do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. prestar serviços junto à Prefeitura respectiva. quando o cônjuge estiver  no exercício de mandato de Deputado Federal ou de Senador.  §  2º  ‐  Os  afastamentos  a  que  se  refere  o  inciso  II  deste  artigo  poderão  ser  autorizados por até 1 (um) ano.  aperfeiçoamento  ou  atualização.  ainda.    Artigo 673 ‐  Os afastamentos com  fundamento nos  artigos 68.893/05.  a  pedido  da  autoridade que o tenha solicitado. de 28  de  outubro de  1968.261. com fundamento no inciso VI do artigo  64 da Lei Complementar nº 444. para.  § 1º ‐ Os afastamentos de que tratam os incisos I. sem prejuízo dos salários e das demais vantagens da  função‐atividade de que é ocupante. de 13 de novembro de 1974.  para  exercer  atividades  de  assessoramento  em  Brasília‐DF.  § 2º ‐ A autorização de afastamento de que trata este artigo dar‐se‐á pelo período  correspondente ao mandato a que se refere. 69 e 75 da  Lei nº  10. por igual período. arts. alíneas "c" e "e".  por  tempo  determinado.  de  imediato.  a  critério  da  Administração.  II  ‐  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  cargo  de  Prefeito  de  Município  do  Estado de São Paulo.  nessas  mesmas  condições  e  fundamentação.    Artigo  671  ‐  Poderá. na área de atuação relativa a seu cargo:  a)  junto  à  Assembléia  Legislativa. no mínimo.  especialização.    Artigo 672 ‐ Os integrantes do Quadro do Magistério que em 12 de abril de 2005  estivessem  regularmente  afastados.  §  3º  ‐  O  afastamento  previsto  no  inciso  IX  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  com  ou  sem  prejuízo  dos  vencimentos  ou  salários  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos ou funções‐atividade.b)  freqüentar  cursos  de  pós‐graduação. no caso de exoneração do cargo que ocupa ou dispensa da função‐atividade que exerce. de 27 de  dezembro de 1985.  formaliza‐se  mediante  ato  de  designação  pela  autoridade  competente.  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  mandato de Deputado Estadual. e II deste artigo  somente poderão ser autorizados quando os servidores interessados tenham.  sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo:  I ‐ para exercer assessoria parlamentar. com fundamento no artigo 65 da Lei Complementar nº 444.  § 1º ‐ Os afastamentos previstos neste artigo poderão ser autorizados também a  servidor integrante do Quadro do Magistério. 3 (três)  anos de efetivo exercício nos respectivos cargos. de 27 de dezembro de 1985.  (Decreto nº 49.  para  exercer  atividades  junto  ao  Governo  do  Distrito  Federal  ou  a  órgãos  e  entidades da União ou dos Estados.  poderão  ser  concedidos  aos  servidores  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  §  3º  ‐  O  afastamento  poderá  ser  cessado  a  qualquer  tempo.  §  4º  ‐  Deverá  ser  providenciada.

 instruídos e encaminhados à Casa Civil.  no  prazo  máximo  de  15  (quinze) dias.  previstos  nos  seus  estatutos.  II ‐ quanto ao funcionário ou servidor:  a) estar no exercício de seu cargo ou função‐atividade.   c) congregar servidores públicos estaduais.000 (três mil) associados.  b)  ter  como  objeto  a  representação  de  servidores  integrantes  do  serviço  público  estadual. para exercício de mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  quando  forem  eleitos  para  cargos  da  Diretoria. subscritos pelo Presidente da entidade.  d) contar com o número de associados previstos no artigo 674. funcionários e  servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo anterior.  III  ‐  nos  termos  do  artigo  64.  b) ter sido eleito e empossado no cargo de direção da entidade.  e) ter base de atuação em todo o território do Estado. Secretário Geral ou Tesoureiro.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo 674 a entidade deverá ter como  objeto a representação do magistério do ensino fundamental e médio do Estado. para decisão em igual prazo. para o qual tenha sido eleito.  §  2º  ‐  As  autarquias  farão  o  encaminhamento  por  intermédio  da  Secretaria  de  Estado a que estejam vinculadas.  II  ‐  além  da  hipótese  prevista  no  inciso  anterior.  inciso  VII.  para  exercício  de  mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  quando forem eleitos para os cargos de Presidente. até o máximo de 3 (três) visando  o exercício de outro cargo na Diretoria da entidade.    Artigo 676 ‐ São requisitos para a autorização do afastamento:  I ‐ quanto à entidade:  a) estar registrada no Registro Público competente. a Secretaria da Educação  deverá instruir os pedidos com manifestação acerca da conveniência da medida.  mais  1  (um)  funcionário  ou  servidor em relação a cada grupo de 3.  da  Secretaria  da  Educação.    Artigo 675 ‐  Os  pedidos de afastamento.  § 1º ‐ Os pedidos deverão ser entregues na Secretaria de Estado ou na entidade  autárquica  em  que  tenham  exercício  os  funcionários  ou  servidores  e. de 6 de janeiro de 1984.  de  27  de  dezembro  de  1985.  234 .  a  autorização  poderá  ser  concedida até o limite máximo de 10 (dez) dirigentes por entidade.Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade de Classe    Artigo 674 ‐ Poderão afastar‐se:  I ‐ nos termos da Lei Complementar nº 343.  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  da  Lei  Complementar  nº  444.  Parágrafo  único  ‐  Na  hipótese  prevista  no  inciso  III.  dirigidos ao Secretário‐Chefe da Casa Civil deverão ser instruídos com prova do atendimento dos  requisitos  indicados  no  artigo  676  e  relação  dos  demais  dirigentes  da  entidade  afastados  no  mesmo período de mandato.  § 2º ‐ Caberá ao funcionário ou servidor interessado declarar que se encontra no  efetivo exercício do cargo ou função‐atividade.  § 1º ‐ O número de associados será atestado pelo Presidente da entidade.

(Decreto nº 31.170/90, art. 3º, com a redação dada às alíneas “b” e “c” do inciso I  pelo Decreto nº 54.878/09)    Artigo 677 ‐ A competência para decisão dos pedidos de afastamento, de que trata  esta seção, é do Secretário‐Chefe da Casa Civil.      Artigo 678 ‐ O período do afastamento corresponderá ao do mandato.  Parágrafo único ‐ Será causa de cessação automática do afastamento a perda ou a  interrupção  no  exercício  do  mandato,  devendo  a  entidade  comunicar  o  fato  ao  Gabinete  do  Secretário‐Chefe da Casa Civil, no prazo de 5 (cinco) dias.    Artigo  679  ‐  Durante  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  perceberá  o  vencimento ou salário e as demais vantagens do cargo ou da função‐atividade.    Artigo  680  ‐  Enquanto  perdurar  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  não  poderá ser exonerado, dispensado ou despedido, salvo a pedido ou por justa causa.    Artigo  681  ‐  O  período  de  afastamento  será  considerado  como  de  efetivo  exercício, para todos os efeitos legais.     Artigo  682  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  também  a  funcionário  ou  servidor  eleito dirigente de entidade de classe, do tipo federativo ou central de entidades, que congregue,  no mínimo, 10 (dez) entidades de classe representativas de funcionários e servidores do Estado,  com mais de 500 (quinhentos) associados.    Artigo 683 ‐ A Casa Civil manterá registro cadastral dos afastamentos concedidos  na forma desta seção, com referência às entidades e a cada funcionário ou servidor.  (Decreto  nº  31.170/90,  arts.  1º  ao  10,  combinado  com  o  art.  26  do  Decreto  nº  52.833/08)    Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola    Artigo  684  ‐  As  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  contarão  com  postos de trabalho destinados às funções de Vice‐Diretor de Escola, na forma estabelecida nesta  seção.    Artigo  685  ‐  A  designação  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  recairá  em  docente  vinculado  à  rede  estadual  de  ensino,  que  preencha  os  seguintes  requisitos  mínimos:  I  ‐  ter  Licenciatura  Plena  em  Pedagogia  ou  Pós‐Graduação  (mestrado  ou  doutorado) na área de Educação;  II ‐ ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Magistério;  III ‐ pertencer, de preferência, à unidade escolar.    Artigo 686 ‐ A fixação do módulo das unidades escolares, para fins de designação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  será  definida  por  normas  estabelecidas em regulamento. 

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Parágrafo único – O Assistente de Diretor de Escola integrará o módulo fixado para  a unidade escolar.    Artigo  687  ‐  O  exercício  das  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  corresponderá  ao  cumprimento  da  carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais,  pela  qual  o  docente  será  remunerado  a  título  de  carga  horária  docente  na  faixa  e  nível  correspondente  ao  seu  cargo  ou  função.    Artigo  688  ‐  As  indicações  para  designação  e  cessação  para  as  funções  de  Vice‐ Diretor de Escola são de competência do Diretor de Escola.  § 1º ‐ Na hipótese de indicação de docente classificado em outra unidade escolar  para as funções de Vice‐Diretor, o Diretor de Escola deverá submetê‐la à aprovação do Conselho  de Escola.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação para as funções de  Vice‐Diretor de Escola, inclusive das unidades escolares que não contarem com Diretor de Escola.    Artigo  689  ‐  Compete  ao  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  ao  Assistente  de  Diretor  de  Escola substituir o Diretor de Escola em todos os seus impedimentos legais e temporários, exceto  faltas.  §  1º  ‐  A  substituição  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  exercida  pelo  Vice‐ Diretor apenas por período inferior a 200 (duzentos) dias.  §  2º  ‐  Na  hipótese  de  a  unidade  escolar  contar  com  2  (dois)  Vice‐Diretores  de  Escola  ou  um  Assistente  de  Diretor  de  Escola  e  um  Vice‐Diretor,  o  exercício  da  substituição  obedecerá à escala de substituição definida na unidade escolar, observada a restrição temporal do  parágrafo anterior.    Artigo  690  ‐  Poderá  haver  designação  de  outro  docente  para  desempenhar  as  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  nos  impedimentos  iguais  ou  superiores  a  30  (trinta)  dias  quando:  I – o Vice‐Diretor de Escola, designado, afastar‐se por motivo de Licença‐Gestante,  Licença‐Prêmio, Licença‐Saúde, campanha eleitoral, férias ou, ainda, quando o Vice‐Diretor estiver  substituindo o Diretor de Escola;  II  –  o  Assistente  de  Diretor  de  Escola  afastar‐se  nas  hipóteses  acima  e  demais  impedimentos legais.    Artigo 691 ‐ Haverá dispensa do Vice‐Diretor de Escola se a unidade escolar deixar  de comportar o referido posto de trabalho ou se o professor designado:  I – pedir dispensa das funções;  II  –  afastar‐se  por  período  superior  a  30  (trinta)  dias,  exceto  nas  situações  apontadas no artigo anterior;  III – não corresponder às atribuições específicas do posto de trabalho;  IV  –  quando  ocorrer  a  cessação  do  vínculo  funcional,  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 692 ‐ Na vacância do cargo de Diretor de Escola ou substituição por período  igual ou superior a 200 (duzentos) dias, a designação para o exercício das funções do cargo vago  deverá ser feita de conformidade com o disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444, de 27  de dezembro de 1985, e normas complementares. 

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§  1º  ‐  Quando  a  unidade  escolar  criada  passar  a  comportar  cargo  de  Diretor  de  Escola,  até  que  o  mesmo  seja  classificado  e  atribuído  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo,  deverá  ser  indicado  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  na  ausência  de  Assistente  de  Diretor  de  Escola,  o  titular  de  cargo  docente  para  assumir  a  direção  de  escola,  desde  que  preencha  as  condições previstas no Anexo III a que se refere o artigo 8º da Lei Complementar nº 836, de 30 de  dezembro de 1997.  §  2º  ‐  Na  hipótese  do  parágrafo  anterior,  será  classificada  função  de  serviço  público de Diretor de Escola, nos termos do artigo 28 da Lei nº 10.168, de 10 de julho de 1968,  combinado com o artigo 90 da Lei Complementar nº 444, de 27 de dezembro de 1985.    Artigo 693 – Os cargos providos de  Assistente de Diretor de Escola  – SQC‐II‐QM,  que tenham efetividade assegurada por lei, e os cargos providos de Assistente de Administração  Escolar do QAE, poderão ser transferidos, por opção, para a Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 43.409/98, art. 1º ao 9º e 11, c/c o Decreto nº 53.037/08)    Seção XII  Da Coordenação Pedagógica  Subseção I  Do Professor Coordenador    Artigo  694  ‐  A  coordenação  pedagógica,  nas  unidades  escolares  e  oficinas  pedagógicas,  a  partir  de  2008,  será  exercida  por  Professores  Coordenadores,  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  1ª  a  4ª  série  do  ensino  fundamental;  II  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental;  III ‐ Professor Coordenador para o ensino médio.  § 1º ‐ Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com  o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino.  §  2º  ‐  Serão  organizadas  Oficinas  Pedagógicas  em  órgãos  que  atuam  especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação.    Artigo  695  ‐  O  docente  indicado  para  o  exercício  das  funções  de  Professor  Coordenador terá como atribuições:  I  ‐  acompanhar  e  avaliar  o  ensino  e  o  processo  de  aprendizagem,  bem  como  os  resultados do desempenho dos alunos;  II  ‐  atuar  no  sentido  de  tornar  as  ações  de  coordenação  pedagógica  espaço  coletivo de construção permanente da prática docente;  III  ‐  assumir  o  trabalho  de  formação  continuada,  a  partir  do  diagnóstico  dos  saberes  dos  professores  para  garantir  situações  de  estudo  e  de  reflexão  sobre  a  prática  pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional;  IV  ‐  assegurar  a  participação  ativa  de  todos  os  professores  do  segmento/nível  objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;  V ‐ organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e  de aprendizagem;  VI ‐ conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e  aprendizagem, para orientar os professores; 

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VII  ‐  divulgar  práticas  inovadoras,  incentivando  o  uso  dos  recursos  tecnológicos  disponíveis.    Artigo  696  ‐  A  carga  horária  a  ser  cumprida  pelo  docente  para  o  exercício  das  funções de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais.     Artigo 697 ‐ São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de  Professor Coordenador:   I ‐ ser portador de diploma de licenciatura plena;   II  ‐  contar,  no  mínimo,  com  3  (três)  anos  de  experiência  como  docente  da  rede  estadual de ensino;   III  ‐  ser  docente  efetivo  classificado  na  unidade  escolar  em  que  pretende  ser  Professor  Coordenador  ou  ser  docente  com  vínculo  garantido  em  lei,  com,  no  mínimo  10  (dez)  aulas atribuídas na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador.   § 1º – A experiência como docente, a que se refere o inciso II deste artigo, deverá  incluir, preferencialmente, docência nas séries do segmento/nível de Educação Básica referente à  função de Professor‐Coordenador pretendida.   §  2º – Na inexistência de docente classificado na unidade escolar, as funções de  Professor  Coordenador  poderá  ser  exercida  por  professor  efetivo  classificado  em  outra  unidade  escolar ou ser docente com vínculo garantido em lei, com, no mínimo, 10 (dez) aulas atribuídas em  outra unidade escolar.   § 3º – Concluídas todas as etapas do processo de credenciamento, o docente que  se enquadre no § 2º deste artigo e já tiver exercido as funções de Professor Coordenador poderá  ter  essa  condição  valorizada  mediante  comprovação  de  nível  de  competência,  por  meio  de  parecer,  contendo  indicadores  qualitativos  demonstrados  no  desempenho  das  atribuições  inerentes àquela função, emitido pela supervisão e direção da(s) unidade(s) escolar(es) em que a  exerceu.    Artigo  698  ‐  Constituem‐se  componentes  do  processo  de designação  do docente  para as funções de Professor Coordenador:  I – credenciamento obtido em processo seletivo a ser organizado pela Diretoria de  Ensino, consistindo de uma prova escrita;  II ‐ realização de entrevista individual;  III  –  apresentação  de  projeto  que  vise  à  melhoria  do  processo  ensino  e  aprendizagem de uma unidade escolar;  IV  ‐  ato  de  designação  para  as  funções  de  Professor  Coordenador,  editado  pelo  Diretor da Escola ou, no caso das Oficinas Pedagógicas, pela autoridade responsável pelo órgão, a  ser publicado em Diário Oficial do Estado ‐ DOE.  §  1º  ‐  O  projeto  a  ser  apresentado  deverá  explicitar  os  referenciais  teóricos  que  fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:  1  ‐  identificação  completa  do  proponente  incluindo  descrição  sucinta  de  sua  trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;  2 ‐ justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por  meio  dos  resultados  do  SARESP  ou  outras  avaliações  externas,  do  segmento  /nível  no  qual  pretende atuar;  3 ‐ objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;  4 ‐ proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas  para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia. 

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§ 2º ‐ Na realização da entrevista serão analisados:  1 ‐ o projeto apresentado;  2 ‐ o perfil profissional do candidato;  3  ‐  a  capacidade  de  inovar  e  promover  mudanças,  com  vistas  à  otimização  dos  planos de trabalho no ensino e no processo de aprendizagem.  §  3º  ‐  Nas  unidades  escolares  e  nos  órgãos  que  contarem  com  Oficinas  Pedagógicas  serão  constituídas  comissões  integradas  por  especialistas  para,  em  relação  aos  projetos apresentados pelos professores credenciados:  1 ‐ definirem os critérios e os procedimentos para análise e avaliação;  2  ‐  orientarem  os  docentes  credenciados  na  elaboração,  disponibilizando  informações e dados necessários;  3 ‐ procederem à análise e realizarem as entrevistas;  4 ‐ emitirem decisão final fundamentada na qualidade do projeto apresentado.    Artigo  699  ‐  O  credenciamento  de  docentes  dar‐se‐á  mediante  processo  a  ser  organizado,  executado  e  avaliado  por  comissão  designada  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  composta por Supervisores de Ensino e Diretores de Escola.  §  1º  ‐  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  publicação,  no  Diário  Oficial  do  Estado – DOE, dos resultados do processo de credenciamento.  §  2º  ‐  Cada  credenciamento  terá  validade  de  3  (três)  anos,  contados  a  partir  da  data de publicação dos resultados do processo correspondente.  § 3º ‐ A realização de novo processo de credenciamento poderá ocorrer quando o  número de docentes credenciados e disponíveis for insuficiente para o preenchimento de postos  de trabalho vagos.    Artigo 700 ‐ O processo de credenciamento deverá ser realizado pela Diretoria de  Ensino, por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado, com ampla divulgação em todas  as escolas de sua jurisdição.  Parágrafo único ‐ Deverão constar do edital:  1 ‐ as condições para inscrição;  2  ‐  o  período,  o  local  e  os  horários  de  inscrição,  bem  como  os  de  realização  da  prova de credenciamento;  3 ‐ os referenciais bibliográficos;  4 ‐ a composição da prova;  5 ‐ o índice de acertos necessários para o credenciamento;  6 ‐ o prazo para publicação de resultados.    Artigo  701  ‐  O  Professor  Coordenador  não  poderá  ser  substituído  e  terá  a  designação cessada, em qualquer das seguintes situações:  I ‐ mediante solicitação por escrito;  II ‐ remoção para outra unidade escolar;  III ‐ a critério da administração, em decorrência de :  a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;  b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 dias;  c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho;  d) não tiver o mínimo de aulas atribuídas na unidade escolar.  §  1º  ‐  Na  hipótese  do  Professor  Coordenador  não  corresponder  às  atribuições  relativas  à  função,  a  cessação  da  designação  dar‐se‐á  por  decisão  conjunta  entre  direção  da 

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unidade escolar e do Supervisor de Ensino, no caso de unidade escolar,  e do dirigente do órgão no  caso das oficinas pedagógicas, devidamente justificada e registrada em ata.  §  2º  ‐  O  docente  que  tiver  sua  designação  cessada,  nas  situações  previstas  nos  inciso  I  e  alíneas  “a”  e  “b”  do  inciso  III  deste  artigo,  somente  poderá  ser  novamente  designado  Professor Coordenador, após submeter‐se a novo processo de creden‐ciamento.    Artigo  702 ‐ A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar‐se‐ á  após  a  avaliação  de  seu  desempenho,  a  ser  realizado  no  mês  de  dezembro,  pela  Direção  da  unidade  escolar  e  Supervisor de  Ensino  da escola,  no  caso  de  unidade escolar  e  do dirigente  do  órgão, no caso de oficinas pedagógicas.  Parágrafo único ‐ A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada  em  ata,  justificada  pela  comprovação  do  pleno  cumprimento  das  atribuições  de  Professor  Coordenador.     Artigo  703  ‐  O  exercício  das  atribuições  de  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  por  docente  que  se  encontre  na  condição  de  readaptado,  dependerá  de  manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria da Saúde.    Artigo  704  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  orientar  as  Diretorias  de  Ensino  no  processo  de  credenciamento,  indicando  os  critérios  para  organização  e  avaliação  da  prova,  os  referenciais  bibliográficos  e  os  procedimentos  e  instruções  complementares que garantam unidade ao processo seletivo.    Artigo 705 ‐ O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em  unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias.   (Res. SE nº 88/07, arts. 1º ao 12, alt. pela Res. SE nº 10/08)    Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  706  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  quatro  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador designado especificamente para exercer a função de coordenação pedagógica nesse  segmento de ensino, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 1ª a 4ª  série;  II  ‐  2  (dois)  postos  de  trabalho  para  a  escola  que  mantém  número  de  classes  superior a 30 classes de 1ª a 4 ª série;  Parágrafo  único  ‐  No  caso  de  unidades  que  mantêm  número  inferior  a  6  (seis)  classes  caberá  ao  Diretor  de  Escola  e  ao  Supervisor  de  Ensino  garantirem  as  condições  para  melhorar o desempenho escolar.    Artigo 707 ‐ São atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª  série do ensino fundamental, além das fixadas na subseção anterior:  I ‐ auxiliar o professor na organização de sua rotina de trabalho, subsidiando‐o no  planejamento das atividades semanais e mensais;  II ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; 

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III  ‐  orientar  os  professores  com  fundamento  nos  atuais  referenciais  teóricos,  relativos  aos  processos  iniciais  de  ensino  e  aprendizagem  da  leitura  e  escrita,  da  matemática  e  outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização;  IV ‐ conhecer as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das  demais áreas de conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica;  V  ‐  estimular  os  docentes  na  busca  e  na  utilização  de  recursos  tecnológicos  específicos  ao  processo  de  ensino  da  leitura  e  da  escrita,  da  matemática  e  de  outras  áreas  do  conhecimento.    Artigo  708  ‐  O  Professor  Coordenador  que  atuar  na  unidade  escolar  nas  séries  iniciais do ensino fundamental cumprirá 8 (oito) horas das 40 semanais obrigatórias, na Diretoria  de Ensino para participação em reuniões, grupos de estudos e orientações técnicas.    Artigo 709 ‐ No projeto a ser apresentado para seleção do Professor Coordenador,  além  das  exigências  definidas  na  subseção  anterior  deverão  estar  relatadas  as  experiências  profissionais  em  alfabetização  e  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental,  demonstrando  conhecimento adquirido por práticas em sala de aula ou propostas didáticas apoiadas na leitura e  na escrita de textos, com bons resultados de aprendizagem.    Artigo  710  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como: Letra e Vida/Ler e Escrever.  (Res. SE nº 89/07, arts. 1º ao 5º)    Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio    Artigo  711  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  séries  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  designado  especificamente  para  exercer  a  função  de  coordenação  pedagógica, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 5ª a 8ª  série do ensino fundamental;  II ‐ 2 (dois) postos de trabalho para a escola que mantém classes de 5ª a 8ª série  do ensino fundamental, em quantidade superior a 30 (trinta).  §  1º  ‐  Idêntico  critério  será  utilizado  para  definição  da  quantidade  de  postos  de  trabalho destinados ao exercício da coordenação pedagógica no ensino médio.  § 2º ‐  No Centro Estadual de Educação Supletiva – CEES a função de coordenação  será exercida por 1 (um) Professor Coordenador.    Artigo  712  ‐  Nas  unidades  escolares  com  classes  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental e com classes do ensino médio, em que a quantidade de classes dos dois níveis de  ensino totalizarem número inferior a 6 (seis) classes, caberá ao Diretor da unidade escolar, com a  participação  do  Supervisor  de  Ensino  da  escola,  garantir  as  condições  para  a  melhoria  de  desempenho escolar.  § 1º ‐ Quando a quantidade de classes, de cada nível, computadas isoladamente,  não comportar um Professor Coordenador, haverá um posto de trabalho destinado à coordenação 

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pedagógica dos dois níveis de ensino, desde que, a soma de todas as classes da escola supere o  número mínimo estabelecido no inciso I do artigo anterior.   §  2º  ‐  Quando  apenas  um  dos  níveis,  na  unidade  escolar,  apresentar  número  de  classes  maior  ou  igual  a  6  (seis),  a  coordenação  pedagógica  ficará  a  cargo  de  um  Professor  Coordenador.    Artigo 713 ‐ São atribuições do Professor Coordenador, além das fixadas no artigo  695:   I ‐ orientar e auxiliar os docentes:  a)  no  acompanhamento  das  propostas  curriculares  organizadas  pelos  órgãos  próprios da Secretaria da Educação;  b) no planejamento das atividades de ensino das diferentes áreas e disciplinas em  cada bimestre;  c)  na  compreensão  da  proposta  de  organização  dos  conceitos  curriculares  correspondentes a cada ano/semestre/bimestre;  d)  na  seleção  de  estratégias  que  favoreçam  as  situações  de  aprendizagem,  mediante a adoção de práticas docentes significativas e contextualizadas;  e) no monitoramento das avaliações bimestrais;   f) no monitoramento dos projetos de recuperação bimestral;  g)  na  identificação  de  atitudes  e  valores  que  permeiem  os  conteúdos  e  os  procedimentos selecionados, imprescindíveis à formação de cidadãos afirmativos.  II – apoiar as ações de capacitação dos professores;  III – participar das alternativas de oferta do ensino médio com vistas a assegurar  sua  integração  ao  desenvolvimento  social  e  regional  e/ou  a  seu  enriquecimento  curricular  diversificado;  IV  ‐  articular  o  planejamento  das  séries  finais  do  Ensino  Fundamental  com  o  planejamento das séries iniciais, e com o das séries do Ensino Médio;  V ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos;  VI ‐ estimular abordagens multidisciplinares, por meio de projetos e/ou temáticas  transversais  que  atendam  demandas  e  interesses  dos  adolescentes  e/ou  que  se  afigurem  significativos para a comunidade;  VII  –  apoiar  organizações  estudantis  que  fortaleçam  o  exercício  da  cidadania  e  ações/organizações  que  estimulem  o  intercâmbio  cultural,  de  integração  participativa  e  de  socialização.    Artigo  714  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como Ensino Médio em Rede.  (Res. SE nº 90/07, arts. 1º ao 4º)    Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas    Artigo 715 ‐ As Oficinas Pedagógicas, a partir de 2008, no âmbito da Secretaria da  Educação, serão constituídas por Professores Coordenadores, com o objetivo de:  I  ‐  definirem  procedimentos  organizacionais  e  de  funcionamento  dos  diferentes  níveis e modalidades de ensino da educação básica; 

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II – implementarem as propostas curriculares dos ensinos fundamental e médio;  III – avaliarem o desenvolvimento de ações de apoio educacional.  Parágrafo único ‐ Cada Diretoria de Ensino contará com uma Oficina Pedagógica.    Artigo  716  ‐  Os  Professores  Coordenadores  nas  Oficinas  Pedagógicas  atuarão  como:  I ‐ Especialistas das seguintes áreas/disciplinas:  a)  Linguagens  e  Códigos,  compreendendo  as  disciplinas  de  Língua  Portuguesa,  Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;  b) Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciências  Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática;  c)  Ciências  Humanas,  compreendendo  as  disciplinas  de  História,  Geografia  e  Filosofia.  II ‐ Implementadores de ações de apoio pedagógico e educacional que orientarão  as  equipes  escolares  na  condução  de  procedimentos  que  dizem  respeito  à  organização  e  funcionamento dos diferentes níveis e modalidades de ensino.    Artigo 717 ‐ A Oficina Pedagógica será composta por até 16 (dezesseis) Professores  Coordenadores, podendo o módulo, no caso das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, ser  acrescido na proporção do quadro anexo.   Parágrafo  único  ‐  No  preenchimento  do  módulo  de  Professores  Coordena‐dores  das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, respeitadas as necessidades e especificidades  locais  e  regionais,  somente  os  componentes  Língua  Portuguesa,  Alfabetização  e  Matemática  poderão contar com mais de um Professor Coordenador.  (Res. SE nº 91/07, arts 1º, 2º,  3º e quadro anexo)   
Módulo  I  II  III  IV  V  VI  Nº  Escolas  Até 29 escolas  De 30 a 42 escolas   2  De 43 a 55 escolas   3  De 56 a 68 escolas   4  De 69 a 81 escolas   5  82 ou mais escolas  6 Nº  PC   1 

  Seção XIII  Do Setor de Trabalho, das Atribuições e da Gratificação Especial do Supervisor de Ensino    Artigo  718  ‐  Ao  Supervisor  de  Ensino  compete  exercer,  por  meio  de  visita  aos  estabelecimentos de ensino, a supervisão e a fiscalização das unidades escolares incluídas no setor  de trabalho que  lhe  for atribuído, prestando a  necessária  orientação técnica  e providenciando a  correção de falhas administrativas e pedagógicas, sob pena de responsabilidade.  (Res. SE nº 97/09, art. 1º)   

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Artigo  719  –  O  setor  de  trabalho  do  Supervisor  de  Ensino,  de  que  trata  o  artigo  anterior, será composto por escolas, com diferentes níveis de complexidade, distribuídas de forma  equitativa pelos integrantes da classe.  (Res. SE nº 97/09, art. 2º)    Artigo  720  ‐  Na  composição  do  setor  de  trabalho  de  cada  Supervisor  de  Ensino  deverão ser observados os seguintes fatores:  I ‐ resultado de avaliação da qualidade da escola, identificado pelo IDESP;  II  ‐  complexidade  da  unidade  escolar,  relativamente  à  diversidade  de  cursos  e  à  quantidade de níveis e modalidades de ensino;  III ‐ quantidade de escolas públicas e particulares;  IV  ‐  as  especificidades  da  região  geográfica,  tais  como  proximidade  entre  as  escolas, quantidade de municípios, distância em relação à sede da DE e condições de acesso.  Parágrafo  único  –  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  organização  dos  setores, ouvidos os interessados e assegurada a necessária transparência, em todo o processo.  (Res. SE nº 97/09, art.3º)    Artigo  721  ‐  Para  fins  de  atribuição  dos  setores  de  trabalho,  os  Supervisores  de  Ensino serão classificados, observado o somatório dos pontos, conforme segue:  I ‐ titulares de cargo:  a) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino, exercido na  mesma Diretoria de Ensino: 0,005 pontos por dia;  b) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino ou Dirigente  Regional de Ensino: 0,003 por dia;  c) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino: 0,002 pontos por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  II ‐ demais titulares de cargo do Quadro do Magistério em exercício na função de  Supervisor de Ensino:  a) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino ou Dirigente Regional de  Ensino: 0,003 pontos por dia;  b) tempo de exercício no cargo de Diretor de Escola: 0,002 pontos por dia;  c) tempo de exercício na função de Diretor de Escola ou nos postos de trabalho de  Vice‐Diretor e de Professor Coordenador: 0,001 ponto por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  § 1º ‐ o tempo de exercício para fins da classificação, de que trata este artigo, será  exclusivamente o trabalhado no Quadro do Magistério desta Secretaria de Estado da Educação.  § 2º ‐ em caso de empate, prevalecerá o maior tempo de serviço na Supervisão de  Ensino (em cargo e/ou função): 0,001 ponto por dia.  (Res. SE nº 97/09, caput e §§ 1º e 2º do art.4º)    Artigo  722  ‐  A  database  para  contagem  de  tempo  de  serviço,  de  que  trata  esta  seção, será sempre o dia 15 de dezembro.  Parágrafo único ‐ Na contagem de tempo de exercício deverão ser observados os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por  Tempo  de  Serviço  –  ATS.  (Res. SE nº 97/09, §§ 3º e 4º do art.4º) 

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 art.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  escalonar  criteriosamente  a  concessão  de  férias  e  licença‐ prêmio. junto  aos órgãos  centrais da Pasta.  Parágrafo  único  –  Para  melhor  organização  da  redistribuição  de  setores. SE nº 23/10. ainda  junto aos convênios de Parceria Educacional  Estado/Município para a  municipalização  do  ensino. 6º)      CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada    Artigo 727 ‐ Fica o Poder Executivo autorizado a instituir Programas de Formação  Continuada  destinados  aos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação. as alíneas “a” e “b” do inciso I.  assegurando‐se  a  continuidade  das  ações  supervisoras. 2º)    Artigo  724  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  atribuir  os  setores  de  trabalho  aos Supervisores de  Ensino. considerando ainda a quantidade e complexidade das demais atribuições.  cujo  período  não  comporte  substituição.  inclusive  na  unidade  de  classificação.  (Res. titular de cargo. art.  sempre que possível.  §  2º  ‐  A  contagem  de  pontos  efetuada  em  descordo  com  o  previsto  no  caput  deverá ser corrigida.  (Res.  (Res. do artigo 721 não são excludentes e as  concomitâncias devem ser consideradas nas duas alíneas.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  considerar  o  grau  de  complexidade  do  setor  de  trabalho  já  atribuído  a  cada  Supervisor de Ensino. para fins de classificação de que  tratam os artigos 721 e 722.  respeitando  a  classificação  e. pelo menos. de 27 de  dezembro de 1985. art. pela competência estabelecida no artigo 724. SE nº 97/09.  objetivando a melhoria da qualidade de ensino. SE nº 97/09.  § 2º ‐ Qualquer alteração na organização dos setores de trabalho somente poderá  ocorrer  em  situação  de  comprovada  necessidade.  §  1º  ‐  Será  considerado  como  de  efetivo  exercício.    245 .  § 1º ‐ a atribuição de que trata o caput será efetuada no mês de janeiro de cada  ano. exceto   se em designação para  exercício  de  cargo ou função da mesma classe.  Artigo 723 ‐ Na contagem do tempo de serviço. nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444. o tempo de afastamento do Supervisor de Ensino.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  redistribuirá  as  escolas  a  outros  Supervisores de Ensino para que a ação supervisora não sofra solução de continuidade.  o perfil  profissional. devendo perdurar por. 5º)    Artigo  725  ‐  Quando  ocorrer  afastamento  do  Supervisor  de  Ensino. dois anos.    Artigo  726  ‐  Na  redistribuição  prevista  no  artigo  725. cabendo ao Dirigente Regional de Ensino rever ou não a atribuição do Setor  de Trabalho se já efetuada. às Diretorias de Ensino ou.

 nos termos do  Projeto de Capacitação de Profissionais da Educação para Utilização de Instrumental de Pesquisa.  ao  suporte técnico e à produção didático‐pedagógica.  são definidas como:  I  ‐  Curso:  conjunto  de  estudos. aperfeiçoamento ou especialização. nos termos do Projeto de Capacitação de Profissionais  da  Educação  para  Utilização  de  Novas  Tecnologias  de  Comunicação.  nas  modalidades  Curso  e  Orientação Técnica.  palestras  ou  outros.  mediante  ajuda  de  custo  mensal  ou  designação  para prestar serviços em órgãos ou unidade da Secretaria da Educação.  que  objetiva  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  destinados  à  pesquisa. públicas ou privadas. caracterizam‐se  como de atualização.  encontros. na seguinte conformidade:  246 . desenvolvidas por órgãos da Secretaria da Educação e ou com sua aprovação.Artigo 728 ‐ Os Programas de que trata esta seção poderão prever:  I  ‐  aquisição  de  equipamentos  imprescindíveis  à  inclusão  digital  e  ao  desenvolvimento das funções educacionais.  videoconferências.  que  visem  ao  aperfeiçoamento  profissional  na  área  de  atuação  ou  na  área  de  educação. constituinte de  um todo. previamente definido e estruturado.  com  vistas  ao  aperfeiçoamento profissional  de integrantes do Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. por meio da  integração de crianças e adolescentes na comunidade escolar.  vivências.  conferências.  workshops.  realizados  também  no  exterior. aos  ocupantes de cargo de provimento efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da  Educação.  (Lei nº 11.  V ‐ contratação de instituições e organizações educacionais.  III ‐ aquisição de livros de caráter educacional e material de ensino. nos termos dos Programas Bolsa‐Mestrado. objetivando o aprimoramento dos profissionais de educação. presenciais ou à distância.  seminários.    Artigo 729 ‐ Poderão ser desenvolvidos programas com o objetivo de implementar  ações de natureza preventiva destinadas a reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil.  Parágrafo  único  ‐  As  ações  de  que  trata  este  artigo  poderão  contar  com  a  participação de organizações nacionais e internacionais.  que  visa  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  de  trabalho  compatíveis  com  as  novas  tecnologias  existentes.  II ‐ concessão de bolsas de estudo.  oficinas. com diminuição de até 16  (dezesseis) horas na jornada de trabalho e sem redução de vencimentos.  devidamente  autorizadas  ou  reconhecidas.  para  a  realização  de  cursos  de  pós‐graduação.  em  especial  os egressos do ensino  médio da  rede  estadual  de ensino. de que trata o inciso I do artigo anterior.  fóruns. que tratem de determinada unidade temática.  que  subsidie  a  atuação  profissional  na  implementação  de  diretrizes  e  procedimentos técnico‐administrativo e técnico‐pedagógicos e curriculares da educação básica. arts.  IV  ‐  concessão  de  ajuda  financeira  para  participação  em  cursos  de  formação  continuada. com subsídio para a compra de computadores pessoais.  mediante  a  concessão  de  bolsas de estudo a esses estudantes.498/03.  para  implementar  as  ações  dos  Programas  de  Formação Continuada. 2º e 3º)    Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores    Artigo  730  ‐  As  ações  de  formação  continuada.  II  ‐  Orientação  Técnica:  ação  articulada  ou  reunião.    Artigo 731 ‐ Os Cursos. 1º.  aulas. bem como de estudantes universitários.  de  caráter  sistemático  ou  circunstancial.

  aquele  que  tem  como  objetivo  a  ampliação  de  conhecimentos em determinada(s) disciplina(s) ou área de estudos. entidades representativas de  classe. a participação em  Cursos promovidos pela Secretaria da Educação ou por entidades de classe. instituições públicas estatais. aquele que tem como objetivo complementar a formação  do profissional no respectivo campo de atuação.I ‐ Curso de Atualização.  conforme  legislação  vigente.  quando  o  aproveitamento  for  considerado  satisfatório  e a  freqüência  atender  ao  mínimo  estabelecido  no  projeto  básico.  desde que atendam às exigências estabelecidas em instrução complementar.  §  4º  ‐  Caberá  à  instituição  executora  expedir  ao  participante  a  certificação  do  Curso.  II  ‐  Curso  de  Aperfeiçoamento.    Artigo  733  ‐  Os  Cursos  de  Atualização  (extensão  cultural  e  universitária)  promovidos pelas instituições de ensino superior. órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. desenvolvido.  cabendo  a  homologação:  a)  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino.  §  2º.  b) à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou ao Departamento  de Recursos Humanos ‐ DRHU nos demais casos. instituições públicas não estatais e entidades particulares.  247 . conforme legislação vigente.  §  3º  ‐  A  homologação  do  Curso  dar‐se‐á  mediante  parecer  favorável  emitido  pelo(s) responsável(eis) por seu acompanhamento e avaliação. por instituições de  ensino superior. exclusivamente.    Artigo 732 ‐ Os Cursos de Atualização desenvolvidos. na seguinte conformidade:  I ‐ Cursos centralizados:  os  atos  de  autorização  e  homologação  serão  expedidos  pela  Coordenadoria  de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  Os  Cursos  somente  poderão  ter  início  após  concessão  da  autorização  pelo  órgão competente.  III ‐ Curso de Especialização.  §  1º  ‐  Os  pedidos  de  autorização  de  Curso  deverão  ser  acompanhados  do  respectivo projeto básico. com duração mínima de 360 horas.  serão autorizados e homologados pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  quando  se  tratar  de  seus  próprios  Cursos  e  daqueles objetos de contratos ou parcerias por ela estabelecidos. aquele que tem como objetivo o aprofundamento de  conhecimentos em determinada área do saber.  com  duração  mínima  de  180  horas. em horário de trabalho. desenvolvido. ampliando e aprimorando conhecimentos. exclusivamente.  desde  que  não  inferior  a  80%  do  total  da  carga  horária  prevista  para o Curso.    Artigo 734 ‐ Somente será autorizada. com  duração igual ou superior a 30 horas. promovido por instituições de ensino superior devidamente  reconhecidas. quando constantes do  calendário de eventos autorizado por esta Pasta. pelos órgãos  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação  ou  mediante  parceria  com  outras  instituições.  II ‐ Cursos descentralizados:  o  termo  de  autorização  será  expedido  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  ou  pelo  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU.  por  instituições  de  ensino  superior.  deverão  ser  autorizados e homologados. quando solicitados pela instituição interessada. exclusivamente. de  acordo com a área de atuação.

 SE nº 62/05. expedição de certificados. capacitação. observar‐se‐á que:  I  ‐  as  atividades  de  cada  Orientação  Técnica  poderão  ser  realizadas  em  horário  regular de trabalho e ter a duração de quatro a oito horas diárias.    Artigo  738  ‐  Quando  as  atividades  propostas  pelos  Cursos  ou  pelas  Orientações  Técnicas  ocorrerem  em  horário  de  trabalho  do  educador.  §  1º  ‐  Os  cursos  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo  serão  promovidos  pelos  diferentes  níveis  hierárquicos  da  Pasta  ou  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade. a que se refere o inciso II do  artigo 730.Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  autoridade  do  órgão  proponente  ou  às  Diretorias  de  Ensino.  publicar  os  atos  de  convocação  dos  participantes com a especificação do curso autorizado em horário de trabalho.  se  este  tiver  caráter  de  terminalidade  e  tiver  sido  previsto  no  respectivo  ato  de  autorização. poderão ter a duração mínima de 20 horas.    Artigo 740 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ Cenp e ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU  baixarem  instruções  complementares  à  presente  seção.  as  autoridades  responsáveis  pela  sua  realização  deverão  atentar  pelo  não  comprometimento  da  rotina  do  local  de  trabalho  do  profissional convocado. destinados aos integrantes  das classes do Quadro de Apoio Escolar ‐ QAE. 1º ao 11)            248 .    Artigo  735  ‐  Os  Cursos  modulares  somente  poderão  gerar  certificação  específica  de  módulo. objeto da convocação.    Artigo 736 ‐  Os  cursos que  compreendem  atividades de treinamento. arts.  II  ‐  caberá  à  autoridade  responsável  pelas  atividades  da  Orientação  Técnica  expedir o ato de convocação e a respectiva declaração de efetivo exercício. sua  realização. atualização.  quando  lhes  for  delegada  essa  competência. quando:  I  ‐  o  local  e/ou  horário  do  Curso  ou  da  Orientação  Técnica  inviabilizarem  seu  deslocamento em tempo hábil. não comportando.  § 2º ‐ Farão jus aos certificados dos cursos os servidores que tiverem freqüência  mínima de 90% e aproveitamento comprovado.  bem como  os de integração.  II  ‐  a  carga  horária  das  atividades  desenvolvidas  e  o  tempo  necessário  para  o  deslocamento totalizarem a carga horária de trabalho diária a ser cumprida pelo participante em  seu cargo/função. extensão e difusão cultural.    Artigo 737 ‐ Em se tratando da Orientação Técnica.    Artigo 739 ‐ O participante poderá ficar dispensado das atividades/aulas do turno  diferente daquele em que foi convocado.  desde  que  autorizados e homologados pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  (Res.

 para cada disciplina.    Artigo  745  ‐  Os  concluintes  dos  Programas  Especiais  de  Formação  Pedagógica  receberão certificado equivalente à licenciatura plena.  2  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência.  §  1º ‐  As  administrações dos  sistemas  públicos  de  ensino.  estadual  e  municipais.    Artigo  744  ‐  As  instituições  de  educação  superior  não  universitárias. exclusivamente para fins de docência. metodologia de trabalho e formas de avaliação.  com  indicação  das  disciplinas  e  respectivas  ementas  e  cargas  horárias. relacionados. do qual constarão obrigatoriamente:  1 ‐disciplinas do curso.Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica    Artigo  741  ‐  Os  Programas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  oferecidos  por  universidades  ou  por  instituições  de  ensino  superior  que  ministrem  cursos  reconhecidos  de  graduação que incluam a área de conhecimento em que se pretende a habilitação para a docência.  deverão conter.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  instituição. nos termos do caput deste artigo. que ofereçam um mínimo  de 160 horas de estudos na área de estudos ligada à habilitação.    249 .  deverão  solicitar  autorização  prévia a este Conselho.  2 ‐ indicação dos professores e respectivas qualificações.    Artigo  743  ‐  Poderão  matricular‐se  nos  Programas  os  portadores  de  diploma  de  nível superior obtido em cursos relacionados à habilitação pretendida. o respectivo histórico escolar. a nota  de aproveitamento e o nome do docente responsável. e  5 ‐ projeto integrando as disciplinas pedagógicas. com antecedência de noventa dias da data prevista para o início do curso.  3 ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.    Artigo  742  –  No  caso  da  educação  profissional  de  nível  técnico  poderão  ser  utilizados como referência os quadros das áreas profissionais anexos à Resolução CNE/CEB nº 4/99  e as orientações do Parecer CNE/CEB nº 16/99. a carga horária.  distribuídas  pelo  menos  por  um  ano  letivo.  totalizando  no  mínimo  540  horas.  3 ‐ projeto de prática de ensino com duração mínima de 300 horas distribuídas ao  longo do curso.  decidirão  sobre  a  equivalência  para  fins  de  inscrição  nos  respectivos  concursos  de  ingresso  à  carreira docente.  §  2º  ‐  Os  certificados.  Parágrafo único ‐ A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de  verificar  e  registrar  a  compatibilidade  entre  a  formação  do  candidato  e  a  disciplina  para  a  qual  pretende habilitar‐se. no verso.  4  ‐  indicação  das  instituições  de  educação  básica  e  educação  profissional  conveniadas para o desenvolvimento da prática de ensino.  Parágrafo  único  –  O  pedido  de  autorização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá vir acompanhado de:  1  ‐  projeto  pedagógico  do  curso. bibliografia básica.  que  pretenderem  oferecer  o  Programa  de  que  trata  esta  Deliberação.

 art.  dos  Sistemas  Estadual  e  Federal  de  Ensino.    Artigo  747  ‐  As  instituições  de  ensino  superior  deverão  manter  permanente  acompanhamento  e  avaliação  dos  Programas  Especiais  oferecidos  por  elas.  deverão  ser  previamente  aprovados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  a  indicação  do  ato  do  CEE  que  aprovou  a  realização  do  Curso.  II ‐ licenciados ou graduados em Curso de Pedagogia na respectiva área ou áreas  do cargo ou função a ser exercido. art.  III ‐ mestres e doutores em educação. arts. 1º)    Artigo 750 ‐ A instituição interessada poderá organizar e ministrar os seus Cursos. relativa ao cargo ou função a ser exercido.394/96. no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.   (Del.  no  verso.  terão  direito  ao  exercício das funções previstas.  §  3º  ‐  Os  certificados  de  cursos  de  especialização  referidos  no  inciso  IV  só  terão  validade  quando  trouxerem.  §  1º  ‐  Os  profissionais  relacionados.  nos  incisos  deste  artigo.Artigo  746  ‐  Cada  Programa  terá  sua  própria  especificidade  e  conduzirá  a  uma  única habilitação a ser definida pela escola no projeto referido no item 1 do parágrafo único do  artigo 744. que deverá contemplar:  a) justificativa do curso e seus objetivos.  §  2º  ‐  Os  Cursos  de  Especialização  oferecidos  por  Universidades.  Centros  Universitários  e  Institutos  Isolados  de  Educação  Superior. formados por programas recomendados.  Parágrafo  único  –  A  autorização  inicial  e  as  subseqüentes  levarão  em  conta  informações  oficiais  sobre  a  carência  de  licenciados  nas  disciplinas  que  compõem  o  quadro  curricular  da  parte  complementar  do  ensino  fundamental.  IV ‐ portadores de certificados de cursos de especialização.  do  ensino  médio  e  da  educação  profissional de nível técnico.  integrados  ao  seu  projeto pedagógico.  requerendo a aprovação do Conselho Estadual de Educação.   250 .   (Del. nos termos da legislação anterior à  vigência da Lei Federal nº 9. CEE nº 40/04. além de outras exigências previstas no artigo 5º da Deliberação CEE nº 26/02.  na  forma  estabelecida nesta seção. em  área específica.    Artigo  748  ‐  A  autorização  de  desenvolvimento  dos  Programas  especiais  será  concedida por um prazo máximo de 3 anos e somente será renovada após avaliação nos termos  estabelecidos pelo CEE.394/96. observados os seguintes critérios:   I ‐ apresentação do projeto pedagógico do curso. 1º e Del. 1º ao 8º)    Seção IV  Dos Cursos de Especialização    Artigo 749 ‐ Para fins de atendimento às exigências do Artigo 64 da Lei Federal nº  9. CEE nº 10/99. são considerados habilitados:  I ‐ portadores de Registro expedido pelo MEC. CEE nº 53/05. bem como à prestação de concursos públicos para provimento de  cargos. desde que destinados à  formação  do  profissional  de  educação  e  aprovados  previamente  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. nos termos da Deliberação CEE nº 26/02.

  qualquer que seja a denominação.  § 3º ‐ A divulgação. o candidato deverá  ser portador de licenciatura. recursos disponíveis e critérios de avaliação devem ser informados e divulgados após  aprovação do Conselho Estadual de Educação. das quais duzentas se  destinam  ao  estágio  supervisionado  e  oitocentas  horas  se  destinam  a  atividades  acadêmicas  presenciais.  a  Câmara  de  Educação  Superior  poderá  submeter o projeto à análise de Especialista especialmente designado.  § 2º ‐ O estágio supervisionado será realizado de acordo com projeto próprio que  deverá integrar o projeto pedagógico do curso.  numa  perspectiva  histórico‐político‐ social.  com  titulação mínima de Mestre.  200  horas  destinadas  a  conteúdos  de  currículo  e  avaliação.  §  1º  ‐  As  atividades  acadêmicas  deverão  abranger  todas  as  áreas  de  atuação  de  profissionais da educação e as horas serão distribuídas como segue:  1 ‐ 200 horas de formação básica compreendendo conteúdos de gestão da escola.  III  ‐  Indicação  do  coordenador  responsável  pelo  curso  e  sua  qualificação.  da  função  social  e  das  políticas  públicas  para  a  educação.  c)  estrutura  curricular  com  indicação  da  carga  horária  de  cada  componente  curricular e respectivas ementas.    Artigo 753 ‐ Para matrícula no curso de que trata esta seção.  qualificação  dos  professores.   e)  normas  de  avaliação  dos  alunos  e  exigências  para  obtenção  do  certificado  de  conclusão.  II  ‐  Indicação  dos  professores  responsáveis  com  as  respectivas  titulações  e  qualificações.  de  acordo  com  o  perfil  de  competências  pretendido.    Artigo 751 ‐ Os Cursos de Especialização de que trata a Deliberação CEE nº 53/05. contados da data do protocolo.   2 ‐ 600 horas de formação específica. tendo em vista a elaboração e a implementação do projeto pedagógico da escola e 200  horas destinadas a orientação escolar dos alunos e orientação para o trabalho.  d) exigências para matrícula. que apresentará relatório  recomendando ou não a sua aprovação.  aprovar  docente portador de Certificado de Especialista.  sua  duração.  §  1º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá.  sua  organização.  §  2º  ‐  A  realização  do  curso.    Artigo  752  ‐  Para  aprovação  do  curso. com a titulação mínima de Mestre obtida em curso credenciado. critérios de distribuição de vagas e planejamento de  distribuição de carga horária.  excepcionalmente.     251 . terão carga horária mínima de mil horas.  incluindo  gestão  das  tecnologias  da  informação  e  da  comunicação.b)  organização  curricular  do  curso. se sua experiência e qualificação forem julgadas  suficientes para o referido curso e desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) dos docentes  indicados pela Instituição.   §  4º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  deverá  manifestar‐se  no  prazo  improrrogável de até cento e oitenta dias. sendo 200 horas destinadas a conteúdos de  gestão  da  organização  escolar  nas  dimensões  humana  e  gerencial. a inscrição e a matrícula só podem ocorrer após a publicação  do ato autorizatório.

 independentemente de requerimento.  do  qual  constarão  obrigatoriamente:   I ‐ estrutura curricular do curso.    Artigo 758 ‐ O benefício de que trata esta seção será concedido mediante inclusão  na folha de pagamento.  Parágrafo  único  ‐  Entende‐se  como  retribuição  mensal  o  valor  dos  vencimentos. relacionadas.  Parágrafo  único  ‐  Para  efeito  do  disposto  no  caput.  IV ‐ ato do Conselho Estadual de Educação que aprovou a realização do curso.  III ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.    Artigo  755  ‐  Os  certificados.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  Instituição. de cada curso oferecido. nos casos  de superveniente aposentadoria ou falecimento.  as  Instituições  deverão  elaborar relatório final.  no  verso.  Parágrafo único ‐ Não se considera indevido o recebimento do benefício.  acrescidos  das  demais  vantagens  que  tenham  sido  incorporadas  para  todos  os  efeitos  legais  e  aquelas  cuja  percepção  por  ocasião  das  férias  esteja  legalmente  assegurada.  Artigo  756  ‐  Os  cursos  de  que  trata  esta  seção  ficam  sujeitos  à  supervisão  e  à  avaliação periódica deste Conselho. a  carga horária prevista e a nota de aproveitamento.     Artigo  759  ‐  O  pagamento  será  proporcional  quando  o  período  de  férias  for  inferior a 30 (trinta) dias. a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez. será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor.   (Del.  das  Autarquias  e  das  Universidades  Estaduais. para cada componente curricular.  quando  em  gozo  de  férias. 2º ao 8º)      CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do Acréscimo de 1/3 (um terço) ao Valor da Retribuição Mensal de Funcionários e Servidores do  Estado. freqüentado.  II  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. arts.  o  respectivo  histórico  escolar. quando em Gozo de Férias    Artigo  757  ‐  A  retribuição  mensal  a  ser  paga  aos  funcionários  e  servidores  da  Administração  Centralizada. os alunos que  tenham. comprovadamente. pelo menos.  deverão  conter.    252 . CEE nº 53/05.  remuneração  ou  salários.Artigo 754 ‐ Farão jus ao Certificado de Conclusão correspondente.    Artigo  760  ‐  Caso  o  funcionário  ou  servidor  tenha  recebido  indevidamente  o  benefício. conclusivo e completo. 75% (setenta e cinco por cento) da carga  horária prevista e atingido o mínimo de aproveitamento global estabelecido no projeto do curso e  nas normas da Instituição. com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do  início das férias.

  sob  a  forma  de  distribuição  de  documentos  para  aquisição  de  gêneros  alimentícios. com a redação dada ao parágrafo único  pelo Decreto nº 33.  dados  divulgados  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia e Estatística ‐ IBGE ou pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.000 (trezentos mil) habitantes e que se constituem em área de risco ou de difícil  acesso. arts.  dados  resultantes  de  estudos  realizados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.    Artigo  762  ‐  Sobre  o  benefício  previsto  nesta  seção  incidirão  as  contribuições  devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP ‐ e ao Instituto de Assistência  Médica ao Servidor Público Estadual ‐ IAMSPE.Artigo  761  ‐  O  funcionário  ou  servidor  fará  jus  ao  pagamento  de  que  trata  esta  seção  quando  em  gozo  de  férias  adquiridas  em  outros  exercícios  e  indeferidas  por  absoluta  necessidade de serviço. 1º.   Parágrafo único ‐ Para efeito do disposto neste artigo considera‐se:  1 ‐ zona rural. aquela definida pela lei municipal de zoneamento.  as  escolas  localizadas  em  zona  rural  e  em  regiões  de  maior  índice  de  vulnerabilidade social. 1º ao 3º. integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e de municípios com população igual  ou superior a 300.  II  ‐  quanto  ao  grau  de  vulnerabilidade  social. de 12 de maio de 1978. 4º.  II  ‐  em  zona  periférica  dos  grandes  centros  urbanos. 6º e 8º)    Seção II  Do Adicional de Local de Exercício    Artigo  763  ‐  O  adicional  de  local  de  exercício  será  devido  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério e do Quadro de Apoio Escolar que estejam desempenhando suas atividades  em unidade escolar localizada:  I ‐ em zona rural.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  do  Estado. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº  180. considerada a  disponibilidade  financeira.  in  natura  ou  preparados  para  consumo  imediato.  em  estabelecimentos comerciais.439/88.    Artigo 765 ‐ Serão identificadas por ato do Secretário da Educação. caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social. arts.  que  apresente  condições  ambientais precárias.  (Decreto nº 52.   (Decreto nº 29.  2  ‐  zona  periférica  de  grande  centro  urbano.  auxílio‐alimentação  para  funcionários  e  servidores.674/08.    Artigo  764  ‐  Para  identificação  das  condições  previstas  no  inciso  II  do  artigo  anterior serão observados:  I  ‐  quanto  à  população.  aquela  com  condições  ambientais  precárias. 2º e 3º)    Seção III  Do Auxílio‐Alimentação    Artigo  766  ‐  Fica  instituído.152/91.    253 .

 de  6 de janeiro de 1984.079/05)  254 . bem como as empresas estatais ou privadas envolvidas no processo de  concessão do benefício.  (Decreto nº 34.  domingos. consideradas as necessidades básicas de alimentação e as disponibilidade do erário e seu  valor poderá ser fixado de acordo com a jornada  de trabalho a que estiver sujeito o funcionário ou  servidor. do artigo 16 da Lei nº 500.  feriados  e  pontos  facultativos  não  serão  considerados dias efetivamente trabalhados. único do art.321.064/91. 4º e Lei nº 7.  dos  documentos  a  que  se  refere  o  artigo  767  desta  seção. de 14 de abril de 1976.  §  3º  ‐    Os  sábados. par.  in  natura  ou  preparados  para consumo imediato.  de 27 de dezembro de 1985.Artigo  767  ‐  A  concessão  do  benefício  de  que  trata  o  artigo  anterior  far‐se‐á  mediante  a  distribuição  de  documentos.  para  a  aquisição  de  gêneros. de 13 de novembro de 1974. 6º e 7º. empregos ou funções públicas da Administração Centralizada do Estado. salvo quando houver regular convocação.  §  2º  ‐  Será  contemplado  uma  única  vez  o  funcionário  ou  servidor.524/91. da Lei Complementar nº 343.  administrar  e  controlar  sua  distribuição  e  expedir  instruções  relativas  ao  auxílio‐alimentação. alt.    Artigo 770 ‐ Caberá à Secretaria de Gestão Pública gerenciar a aquisição.  para  orientar  os  órgãos  e  unidades administrativas.  V ‐ beneficiado com base em Programa de Alimentação do Trabalhador. de 28 de outubro  de 1968. 8º. mediante  licitação. pelo Decreto nº 50.064/91. dos incisos VI e VII do artigo 64 e do artigo 65 da Lei Complementar nº 444. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180. na forma  da Lei Federal nº 6.  (Decreto nº 34. art.  IV  ‐  afastado  para  prestar  serviços  ou  ter  exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer natureza junto a órgãos ou entidades da administração centralizada ou descentralizada  da União. 4º)    Artigo 769 ‐ Não fará jus ao auxílio‐alimentação o funcionário ou servidor:  I  ‐  cuja  retribuição  global  no  mês  anterior  ao  do  recebimento  do  benefício  ultrapasse o valor correspondente a 141 (cento e quarenta e uma) Unidades Fiscais do Estado de  São  Paulo  ‐  UFESPs. 1º e  2º)    Artigo 768 ‐ O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias  efetivamente trabalhados. arts.  II ‐ Licenciado ou afastado do exercício do cargo ou função com prejuízo total ou  parcial da remuneração.  a  determinação  do  número  de  dias  efetivamente  trabalhados será feita mediante a conversão de horas.  §  1º  ‐  No  caso  dos  docentes.  que  acumule  regularmente cargos.  §  4º  ‐  O  valor    do  benefício  a  que  se  refere  este  artigo  será  fixado  e  revisto  por  decreto. de outros Estados ou dos Municípios. conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência. arts.  (Decreto nº 34.064/91.  considerado  o  seu  valor  no  primeiro  dia  útil  do  mês  de  referência  do  pagamento.    Artigo 771 ‐ O benefício de que trata esta seção não se incorporará ao patrimônio  do  funcionário  ou  servidor  e  sobre  ele  não  incidirão  as  contribuições  devidas  ao  Instituto  de  Previdência  do  Estado  de  São  Paulo  ‐  IPESP  e  ao  Instituto  de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público Estadual ‐ IAMSPE.  III ‐ afastado nas hipóteses dos artigos 78 e 79 da Lei nº 10.261. de 12 de maio  de 1978. em estabelecimentos comerciais.

248/88.  (Lei nº 6.  para  o  interior do Estado. o salário‐esposa. 1º)    Artigo  773  ‐  O  valor  do  auxílio‐transporte  corresponderá  à  diferença  entre  o  montante estimado das despesas de condução do servidor e a parcela equivalente a 6% (seis por  cento) de sua retribuição global. observando‐se na sua fixação:  I ‐ a região e/ou local das unidades administrativas do Governo. nº  755/94)  255 .  art. 3º. excluídos o salário‐família.  (Lei nº 6. a gratificação por serviço extraordinário. §§ 1º e 2º.687/94)    Artigo 776 ‐ O auxílio ‐ transporte será devido por dia efetivamente trabalhado.  para  a  Região  Metropolitana de São Paulo. 3º do Decreto nº 30.  Parágrafo único ‐ Os valores decorrentes da revisão de que trata este artigo serão  fixados por resolução do Secretário da Fazenda. a que alude o artigo anterior. art. mensalmente.  (Decreto nº 30.595/89.248/88. mensal. destinado a custear parte das despesas de locomoção  do funcionário ou servidor de sua residência para o trabalho e vice‐versa.248/88. mensalmente.595/89)    Artigo 775 ‐ Cabe à Secretaria da Fazenda proceder. art. o auxílio‐transporte.  a  que  se  refere  o  artigo  anterior. com a redação dada pelo Decreto nº 38. o adicional  de  insalubridade.  (Decreto  nº30.   Parágrafo único ‐ Se da aplicação do disposto neste artigo resultar que o valor do  auxílio‐transporte  seja  maior  ou  igual  a  0  (zero)  e  menor  que  o  valor  da  despesa  diária  de  condução referido no parágrafo único do artigo 774 desta seção será atribuído.  § 1º ‐ A apuração dos dias efetivamente trabalhados será feita à vista do boletim  ou atestado de freqüência. art.  II ‐ o tipo de transporte coletivo disponível no local.  (Lei nº 6. será estabelecido em decreto e revisto mensalmente.687/94)    Artigo  774  ‐  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução. a diária alimentação. as diárias.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  e  das  Autarquias do Estado.  vigente  em  cada  região. 4º e parte do caput do art. à revisão dos  valores da despesa diária de condução. a ajuda de custo  para alimentação e o reembolso do regime de quilometragem.595/89.  §  2º  ‐  O  pagamento  do  benefício  corresponderá  ao  mês  subseqüente  ao  do  respectivo boletim ou atestado de freqüência e será feito em código distinto. 1º.  Parágrafo  único  –  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução  será  apurado  multiplicando‐se  o  valor  da  despesa  diária  de  condução  pelo  número  de  dias  efetivamente  trabalhados pelo funcionário ou servidor.  4º.  2  ‐  3  (três)  passagens  de  transporte  coletivo. art. o  valor correspondente a:  1  ‐  2  (duas)  passagens  de  ônibus  urbano  e  2  (duas)  de  METRÔ.  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte    Artigo  772  ‐  Fica  instituído. este com a redação dada pela Lei Compl.  a  gratificação  por  trabalho  no  curso  noturno.  com  a  redação  dada  ao  parágrafo  único  pelo  Decreto nº 38.  a  gratificação  por  trabalho  noturno.

418. arts. abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares.  bem  como  aos respectivos dependentes. de 30 de setembro de 1987.    Artigo 782 ‐ O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar nº  836.  (Lei nº 3.  (Decreto nº30.732/83.  delimita‐se  na  área  específica  onde  opera  o  profissional  do  magistério.  alterada pela Lei Federal nº 7. de 16 de dezembro de 1985. 6º e 7º)    Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante    Artigo  780  –  Ao  estudante. oficial.  que  seja  funcionário  público  ou  servidor. 1º)    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS  DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica    Artigo  781  ‐  A  Evolução  Funcional  pela  via  acadêmica  ocorrerá  em  função  de  titulação  obtida  em    grau  superior  de  ensino. de outros Estados e Municípios.  quando  requerida  em  razão  de  comprovada  remoção  ou  transferência  ex  officio  que  lhes  acarrete  mudança  de  residência  para  o  município  onde se situe o novo estabelecimento ou para localidade próxima deste. de 12 de maio de 1978.    Artigo 779 ‐ O auxílio‐transporte não será devido:  I ‐ ao funcionário ou servidor afastado para prestar serviços ou para ter exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer  natureza  junto  a  outros  órgãos  da  Administração  Direta  ou  Indireta da União. em qualquer  época  do  ano  e  independentemente  de  vaga.  respectivamente. 5º. será concedida transferência do  estabelecimento de ensino em que esteja matriculado. através do seu enquadramento em nível retribuitório mais  elevado da respectiva faixa salarial.    Artigo 778 ‐ O auxílio‐transporte não será computado para qualquer efeito e não  se incorporará ao patrimônio do funcionário ou servidor. art. para outro congênere.  ou  pelo  ramo  de  atividades  inerentes  ao  trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico.595/89.  II ‐ ao servidor abrangido pela Lei Federal nº 7. para o  Professor  Educação  Básica  I  e  II. assim considerados na forma da lei.619.  Artigo  777  ‐  Sobre  a  importância  do  auxílio‐transporte  não  incidirão  as  contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP e ao Instituto de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público  Estadual  ‐  IAMSPE.  de  30  de  dezembro  de  1997.  possibilitando  a  progressão  do  integrante  do  magistério na Escala de Vencimentos.  de  que  trata  o  Título  XIII  da  Lei  Complementar nº 180.    256 .

  obtido  em  cursos  devidamente  credenciados.    Artigo 785 – Na hipótese de inobservância do prazo fixado no artigo anterior  sem  a  apresentação  de  motivos  devidamente  comprovados  e  esgotadas  todas  as  possibilidades. desde que contenham dados referentes à aprovação da dissertação ou da defesa de  tese.  257 . e 5º)    Artigo  786  ‐  Serão  aceitos.  respectivamente. obtido em cursos devidamente  credenciados. somente serão considerados os  títulos  que  guardem  estreito  vínculo  de  ordem  programática  com  a  natureza  da(s)  disciplina(s).  Parágrafo  único  –  Caberá  a  Grupos  de  Trabalho.  II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou  de doutor.  objeto da área de atuação do docente ou da atividade inerente ao trabalho dos integrantes das  classes de suporte pedagógico. o diploma devidamente registrado no órgão competente. com alteração introduzida no inciso III pelo  Decreto nº 49.  dispensados  quaisquer  interstícios.348/00.366/05. nos níveis IV ou V.  certificados  de  conclusão  de  cursos  de    pós‐graduação    stricto  sensu  devidamente  credenciados. de 27 de dezembro de 1985.    Artigo  784  ‐  Para  efeito  do  enquadramento  imediato. o disposto no inciso II deste artigo. de acordo com o disposto no  caput deste artigo e segundo as diretrizes emitidas pelo órgão setorial de recursos humanos. respectivamente.    Artigo 787 ‐ Para os fins previstos nesta subseção. titular de cargo ou ocupante de função‐ atividade estável. obtido em cursos  devidamente credenciados. revogando‐se seus efeitos à data de sua concessão.  serão  enquadrados. certificados  de conclusão de cursos de graduação correspondente à licenciatura  plena.  será  automático. 1º ao 4º.  preliminarmente. desde que devidamente reconhecidos. nos  níveis IV ou V. devendo o interessado apresentar.  (Decreto nº 45.  instituídos  nas  Diretorias  Regionais de Ensino.  o  benefício concedido será anulado.  serão  aceitos.  na  seguinte conformidade:  I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no  órgão competente. de curso de grau superior de ensino. e mediante apresentação de título de mestre ou doutor. respectivamente.  para  os  efeitos  previstos  nos  incisos  II  e  III  do  artigo  783. a análise preliminar dos títulos apresentados. arts. será  enquadrado no nível IV. mediante a apresentação de título de  mestre  ou  de  doutor.  III ‐ Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. ou  II – os afastados nos termos dos incisos IV e VI do artigo 64 e nos termos do artigo  65 da Lei Complementar nº 444.  Parágrafo único – Aplica‐se ao Professor II. o disposto no inciso I e aos titulares de cargos de Coordenador Pedagógico e de   Assistente de Diretor de Escola.    Artigo  788  ‐  Consideram‐se  impedidos  de  usufruir  dos  benefícios  da  Evolução  Funcional prevista nesta subseção:  I – os integrantes do Quadro do Magistério nomeados em comissão para cargos de  outras Secretarias de Estado. quando se tratar de mestrado ou doutorado. será enquadrado. no nível V.  pela  via  acadêmica. no prazo de 12  (doze) meses. correspondente à licenciatura plena.Artigo 783 ‐ O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe  e  faixa  salarial.

  para  fins  de  Evolução  Funcional. 784.  § 1º ‐ Nos casos em que a certificação. e  III – à Secretária da Educação. e instruir os pedidos acolhidos.    Artigo  789  ‐  Nos  termos  do  artigo  49  da  Lei  Complementar  nº  836.  de  30  de  dezembro  de  1997.  fica  vedada  a  reapresentação  de  documentação  utilizada  para  fins  de  Progressão  Funcional prevista no artigo  49 da Lei  Complementar nº 444.    Artigo 794 – Caberá à Secretária da Educação.  poderá  reapresentar.  Parágrafo  único  –  Os  casos  omissos  e  as  pendências  serão  submetidos  à  apreciação da Comissão de Gestão da Carreira instituída pelo artigo 25 da Lei Complementar nº  836. registro ou titulação de que trata o caput  ocorrerem  anteriormente  à  data  da  retroação  previstas  na  presente  subseção.  § 2º ‐ Quando a data da documentação prevista no caput preceder à da nomeação  ou da admissão.  comprovantes de habilitações acadêmicas obtidas em grau superior previstas no artigo 20 da Lei  Complementar  nº  836.Parágrafo  único  –  Executam‐se  os  afastamentos  previstos  no  Decreto  nº  40. nos termos do artigo 785.    Artigo  793  –  Os  títulos  abrangidos  por  esta  subseção  serão  apostilados  pelas  autoridades competentes.  instituir  Grupo  de  Trabalho.    Artigo  795  –  O  Departamento  de  Recursos  Humanos  –  DRHU  baixará  instruções  complementares para a aplicação das disposições desta subseção.673. de 30 de dezembro de 1997. expedir  ato  de  cessação  do  benefício  concedido.  com  base  no  que  lhe  for  apresentado  pelo  Dirigente  Regional de Ensino.  258 .  analisar o expediente.    Artigo  791  –  Os  efeitos  do  enquadramento  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  em  nível  superior  decorrente  da  evolução  funcional  previstas  nesta  subseção  terão  vigência  a  partir  da  data  do  reconhecimento  dos  certificados.      Artigo 790 – O docente em regime de acumulação de cargo e/ou função‐atividade  poderá  requerer  os  benefícios  da  Evolução  Funcional  para  cada  situação  funcional  mediante  a  apresentação da documentação específica exigida. ratificado pelo órgão competente.  Parágrafo único – O integrante da carreira do magistério.  do  registro  dos  diplomas  ou  das  titulações de que tratam os artigos 783.  II – ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação.  esta  sempre  prevalecerá para todos os efeitos.  de  16  de  fevereiro  de  1996. decidir quanto às petições.  de  30  de  dezembro  de  1997. 785 e 786. os efeitos do enquadramento terão vigência a partir da data de início de exercício  do servidor no cargo ou função‐atividade. quando nomeado para  outro  cargo  da  mesma  carreira.  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 787. de  27 de dezembro de  1985.  desde  que  compatíveis  com  o  campo  de  atuação do novo cargo.  referentes  ao  Programa  de  Ação  de  Parceria  Educacional  Estado‐ Município.    Artigo 792 – Para efeito de concessão do benefício da Evolução Funcional caberá:  I  –  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.

(Decreto nº 45. observados os critérios a serem definidos  em instrução complementar.  II ‐ para as classes de suporte pedagógico.  promovidos  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade e capacidade institucional. arts.  desde  que  credenciadas pela Secretaria da Educação.  4 ‐ instituições públicas estatais. no ensino  médio e nas demais modalidades de ensino.  as  temáticas  de  aprofundamento e enriquecimento curricular que tenham por objeto:  1 ‐ questões da vida cidadã.  resultará  das  ações  realizadas  pelo  profissional. arts.  Parágrafo único ‐ Para fins de delimitação do campo de atuação de que trata este  artigo. pela natureza das atividades inerentes  ao respectivo trabalho de Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.    Artigo 798 ‐ Consideram‐se componentes do Fator Atualização todos os estágios e  cursos  de  formação  complementar  e  continuada.  e  Ciências  Humanas. que rege as classes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. da qualidade e da produtividade do  trabalho.  Ciências  da  Natureza  e  Matemática. estabelecidos nesta subseção. pela  via  não‐acadêmica.  relacionadas  aos  Fatores  de  Atualização.  b)  pela  área  curricular  que  integra  a(s)  disciplina(s)  constituinte(s)  da  formação  acadêmica do professor. os cursos de que trata o caput deste artigo  deverão ser homologados pela Secretaria da Educação.  em  seu  campo  de  atuação.  (Decreto nº 49.  com  suas  respectivas  tecnologias.  § 1º ‐ Constituem‐se entidades promotoras dessas atividades:  1 ‐ instituições de ensino superior devidamente reconhecidas. que ministra aulas nas 5ªs às 8ªs séries do ensino fundamental.  5  ‐  instituições  públicas  não  estatais  e  entidades  particulares. 2º.  3 ‐ entidades representativas das Classes do Magistério. 3º e 4º)    259 . tratadas como temas transversais.  2 ‐ órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. a que se refere o artigo anterior. na seguinte conformidade:  I ‐ para as classes de docentes:  a)  pelas  áreas  curriculares  que  integram  a  formação  acadêmica  do  professor  polivalente.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional. de duração igual ou superior a 30 (trinta) horas. no respectivo campo de atuação.    Artigo 797 ‐ O campo de atuação. delimita‐se por  parâmetros específicos.  2 ‐ aspectos teórico‐metodológicos e de gestão escolar.  na  conformidade dos indicadores do crescimento da capacidade.  § 2º ‐ Para fins de evolução funcional.348/00. realizados  pelos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  com  o  objetivo  de  ampliação.  aprimoramento  e  extensão dos conhecimentos.  considerar‐se‐ão  acrescidas  às  áreas  curriculares  de  Linguagens  e  Códigos. que orientam a prática dos  integrantes do Quadro do Magistério. 6º ao 15)    Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica    Artigo 796 ‐ A Evolução Funcional dos integrantes do Quadro do Magistério.394/05.

 art.  que  visem  ao  aprofundamento  de  conhecimentos  em  determinada disciplina ou área do saber. observado o respectivo campo de atuação.  quadro  efetivo  de  profissionais  e  relação  dos  recursos  físicos  e  tecnológicos  disponibilizados.  complementação  pedagógica  ou  cursos  de  pós‐graduação.    Artigo  801  ‐  Para  os  fins  de  que  tratam  os  artigos  798  e  800  desta  subseção.  com  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. SE nº 21/05.  de  bacharelado  ou  de  licenciatura  plena. arts. 6º e 7º)  260 .    Artigo  802  ‐  Observada  a  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. para fins de pontuação:  I  ‐  as  etapas  de  cursos  estruturados  modularmente. abrangem  respectivamente:  I ‐ curso: o conjunto de estudos. 5º.  7 ‐ outras informações julgadas pertinentes. palestras e outros.  II ‐ estágio: o período de estudos e de aprendizado obtido.  para  fins  de  pontuação. que se constituíram base para provimento do cargo ou preenchimento da função‐ atividade.  (Decreto nº 49.  desde  que  o(s)  módulo(s)  tenha(m) caráter de terminalidade.  6  ‐  nome  do  representante  da  instituição/entidade  responsável  pela  área  de  capacitação.  2 ‐ comprovante de idoneidade.  4 ‐ comprovação completa da capacidade jurídica.  os  componentes curso e estágio que integram os Fatores Atualização e Aperfeiçoamento.  3 ‐ cópia do estatuto da instituição/entidade registrado em cartório. realizados  também no exterior. organicamente estruturado  e devidamente comprovado por uma única instituição promotora.  devidamente  reconhecidas. realizados durante a jornada de trabalho do profissional. 4º)     Artigo  800  ‐  Consideram‐se  componentes  do  Fator  Aperfeiçoamento  todos  os  cursos  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior.  desde  que  não  se  caracterize  como  atividade  inerente  ao  cargo  ocupado.  Parágrafo  único  ‐  Não  serão  considerados.Artigo  799 ‐  O  ato  de  credenciamento. capacidade e experiência na área educacional.  ou  se  constitua  componente  da  estrutura  curricular de um curso. aulas.  contados  a  partir  da  data  do  protocolamento do pedido.  do  § 1º. conferências.  Parágrafo único ‐ As instituições públicas não estatais e as entidades particulares  interessadas  em  obter  o  credenciamento  deverão  encaminhar  à  CENP  expediente  próprio  contendo:   1 ‐ solicitação de credenciamento.  finalidade. através da permanência  assistida  realizada  em  instituições  educacionais.  cursos  superiores.  do  artigo  anterior  será  expedido  pela  CENP  no  prazo  de  90  dias. em atendimento a termo de  convocação oficial.  inclusive  no  exterior. desde que constituinte de um todo.  II  ‐  os  cursos  promovidos  pelos  órgãos  competentes  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  5  ‐  plano  de  trabalho  da  instituição/entidade  especificando:  justificativa. que tratem de determinada unidade temática.  inclusive sob a forma de módulos. programada e desenvolvida.  metas.  ou  à  função‐atividade  preenchida.  (Res.  serão  considerados.  com  o  objetivo  de  aprimoramento  e  prática  profissional.394/05.  de que  trata  o  item  5.

  a  1º  de  fevereiro  de  2000. SE nº 21/05.  indicados  pelos  responsáveis por esses órgãos. constituir Grupo de Trabalho para proceder à  análise  preliminar  dos  títulos  e  documentos  apresentados.  só  poderão  ser  utilizados  uma  única  vez.  em  horário  de  trabalho  do  profissional.  será  constituída  uma  Comissão  Central.    Artigo  806  ‐  Caberá  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  acompanhar  e  controlar o processo de concessão da evolução funcional pela via não acadêmica.  sem  a  titulação  de  Mestre  ou  Doutor.  assim  como  a  validade  dos  respectivos  títulos.  II  ‐  ao  Diretor  da  unidade  escolar. com as seguintes atribuições:   1 ‐ expedir orientações.  IV  ‐  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  analisar  os  expedientes  acolhidos  pelas  Diretorias  de  Ensino  e  encaminhá‐los  à  apreciação  e  decisão  do  Secretário  de  Estado  da  Educação. 2º e 3º)     Artigo 805 ‐ Para efeito de concessão do benefício.  conforme  o  caso.  instruir  e  encaminhar  o  pedido  à  respectiva Diretoria de Ensino. de 30 de dezembro de 1997.  2 ‐ decidir sobre casos omissos ou que apresentem dúvidas para a  concessão do  benefício.  Artigo  803  ‐  A  pontuação  dos  componentes  correspondentes  aos  Fatores  de  Atualização.   §  1º  ‐  A  pontuação  dos  componentes  do  Fator  Atualização  e  do  componente  extensão  universitária/cultural  do  Fator  Aperfeiçoamento.  definida  nos  Quadros  I  e  II.  os  cursos  do  Fator  Atualização e do componente extensão universitária/cultural do Fator Aperfeiçoa‐mento quando  autorizados e homologados nos termos da legislação que rege a matéria. caberá:   I  ‐  ao  interessado.  (Res. arts.  podendo  retroagir.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.  integrada  por  2  profissionais  da  CENP  e  2  do  DRHU.  protocolar.  de  acordo  com  as  orientações  estabelecidas  pelos  Órgãos  Centrais  e  instruir  os  pedidos  acolhidos.  §  2º  ‐  Somente  serão  considerados.    Artigo  804  ‐  Cursos  promovidos  por  órgãos  da  Pasta. assegurar aos concluintes  direito à certificação.  considerados  os  interstícios  de  que trata o artigo 22 da Lei Complementar nº 836. anexos.  juntar  a  documentação que comprove o preenchimento dos requisitos e entregá‐los ao superior imediato.  não  poderão  ser  reconsi‐derados  quando  da  apresentação  do  documento correspondente à titulação obtida. serão considerados para fins de pontuação. previstos no Fator Aperfeiçoamento.  III ‐ ao Dirigente Regional de Ensino. constam do Quadro I. Quadro II e Quadro III.  para  fins  de  pontuação. quando necessárias.  formular  requerimento  de  concessão  do  benefício.  encaminhando‐os  ao  órgão  setorial de recursos humanos.  expedido pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  observando‐se  que  os  créditos  computados.   Parágrafo  único  ‐  Para  subsidiar  a  análise  dos  pedidos.     Artigo  807  ‐  Os  efeitos  da  Evolução  Funcional  pela  via  não  acadêmica  dos  integrantes do  Quadro  do  Magistério  terão  vigência  a  partir  da  data  da  concessão  do  benefício.     261 .   § 3º ‐ Os créditos de cursos pós‐graduação. quando o respectivo ato de autorização.  será  calculada com base na carga horária indicada no certificado do curso realizado pelo profissional.

 assegurando‐se a justeza. mediante publicação. 5º.    Artigo 812 ‐ A abertura do concurso de remoção dar‐se‐á com o início do período  de inscrição opcional.  por  títulos.  (Res. no Diário Oficial do Estado. sempre pela Jornada Inicial de Trabalho Docente. deverão observar  a precisão de dados e informações.    Artigo  810  ‐  Os  atos  e  procedimentos  administrativos  das  autoridades  responsáveis pela execução do processo. a impessoalidade e a transparência  do concurso de remoção. em qualquer das jornadas de trabalho docente. e.  b) por união de cônjuges. 803)    COMPONENTES  Ciclo de Palestras   Conferências e/ou ciclo de  conferências  Videoconferências   Congressos  Cursos (com ou sem oficinas)   Encontros  Fóruns   Seminários  Ciclos de Estudos  Simpósios  Quadro I  FATOR ATUALIZAÇÃO  PONTOS  Carga horária de 30 a 59 horas = 3.0 pontos  VALIDADE  a partir de 01/02/1998  Carga horária superior a 180 horas = 9. nas respectivas áreas de competência.  II – se integrante de classe de suporte pedagógico:  a) por títulos. SE nº 21/05. em qualquer modalidade.  por  união  de  cônjuges  e  por  permuta.0 pontos      Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  809  ‐  A  remoção  dos  titulares  de  cargos  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério  será  processada  mediante  concurso  de  nível  estadual. de comunicado do Órgão  262 .    Artigo  811  ‐  O  concurso  de  remoção  será  realizado  simultaneamente  em  duas  modalidades.394/05.0 pontos  Carga horária de 90 a 179 horas = 7.Artigo 808 ‐ A Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento  de Recursos Humanos baixarão instruções complementares à presente subseção. por títulos e por união de cônjuges. 6º. arts. o candidato poderá se remover:  I – se integrante de classe de docentes:  a) por títulos.  que  se  realizará  sob  a  organização e coordenação do Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. e 8º)       ANEXOS ( art.0 pontos    Carga horária de 60 a 89 horas = 5. 7º. c/c o Decreto nº 49. respeitada a classificação geral dos inscritos  no concurso.  b) por união de cônjuges.

  § 1º ‐ Será indeferida.143/09. que faz parte integrante desta seção.  por  essa  mesma  modalidade.143/09.  que  o  cônjuge. o  candidato  deverá  indicar  um  único  município  de  sua  opção. SE nº 95/09. c/c Decreto nº 55.  efetuar  também  as  indicações de que trata o artigo 814. se por união de cônjuges. 5º c/c  o Decreto nº 55.  independente  de  a  unidade contar ou não com vaga inicial. 1º ao 4º e Decreto nº 55.  para  onde  pretenda  se  remover.  (Res. conforme o caso. §§ 3º.  em  documento  próprio.  de  acordo  com  a  tabela  de  Município  constante no Anexo I.  (Res.  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. SE 95/09.  (Res. caput  e §§ 3º.  simultaneamente. arts.  o  candidato  deverá  se  inscrever  pelo  componente  curricular  a  que  o  seu  cargo  é  vinculado  ou  na  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  cargo. a inscrição que não contiver qualquer indicação de  Unidade Escolar ou de Diretoria de Ensino.  portanto. 5º c/c Decreto nº 55.Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. 4º e 5º do art. SE 95/09. § 2º do art.  exceto  se  comprovar.  §  2º  ‐  Efetivada  a  inscrição.  devidamente conferidas à vista dos respectivos originais pelo superior imediato.  4º e 5º do art.  com  as  devidas  indicações. 5º c/c Decreto nº 55. arts. SE 95/09. caput e § 1º do art.  devendo.  nesse  período.  Parágrafo  único  ‐  Na  remoção  de  cargos  de  Professor  Educação  Básica  II. §§ 2º e 8º do art. §§ 6º e 7º do art. SE 95/09. 5º)    Artigo 816 ‐ Não poderá se inscrever para o concurso de remoção o integrante do  Quadro do Magistério que se encontre na condição de readaptado ou.  no  caso  de  Professor  Educação  Básica  II  de  Educação Especial.  tenha  se  removido  para  determinado  município.  contados  retroativamente  à  data  da  atual  inscrição. 5º.  para  fins  de  classificação.  por  ordem  de  preferência. a qualquer título.  Parágrafo  único  ‐  O  candidato  que  se  inscrever  por  união  de  cônjuges  estará  concorrendo. para lhe  263 . 4º)    Artigo 817 ‐ O integrante do Quadro do Magistério que se encontre na condição  de adido deverá necessariamente se inscrever para o concurso de remoção sob reserva. caput do art.143/09.  teve  seu  cargo  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover novo cargo público em município diverso.  à  remoção  por  títulos.  nos  últimos  5  (anos)  anos. 4º)    Artigo 814 ‐ No momento da inscrição para remoção por títulos ou por união de  cônjuges. 1º ao 3º)    Subseção II  Das Inscrições    Artigo  813  ‐  A  inscrição  para  o  concurso  de  remoção  ou  remoção/reserva  será  efetuada  pelo  candidato.  o  candidato  indicará.143/09.  (Res.  apresentando  documentação  comprobatória  de  atendimento  aos  requisitos  do  concurso. § 2º do art. 4º)    Artigo 815 ‐ No requerimento de inscrição para remoção por união de cônjuges.143/09.  em  qualquer  dos  casos.  o  candidato  não  mais  poderá desistir de sua participação no concurso.  bem  como  cópias  reprográficas  de  títulos.  as  unidades  escolares  e/ou  as  Diretorias  de  Ensino.  (Res.  no  qual  se  definirão  o  período  de  inscrições bem como as respectivas condições e requisitos. de plano.

  nesse  período. SE 95/09.  bem  como  verificação  do  número  de  aulas  de  sua  constituição  na  unidade de classificação.  quando a reserva não for possível. por ordem de preferência.  quando  necessária.  pelo  deferimento  ou  indeferimento da inscrição por títulos.  b)  manifestação  do  Dirigente  Regional  de  Ensino.  com  correlação  intrínseca  à  disciplina  ou  à  área  de  necessidade especial do cargo docente de que o candidato é titular ou à disciplina Educação. na  área de Magistério.  pelo  indeferimento. para onde pretenda  a remoção do seu cargo.garantir a possibilidade de descaracterizar a condição de adido. que deverão conter:  a) informação se o candidato se removeu por união de cônjuges ou por permuta  nos últimos 5 (cinco) anos.  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação do cargo/função‐atividade do cônjuge. em uma ou mais unidades escolares. em virtude de condições atípicas da escola ou da Diretoria de  Ensino relativas ao cargo do candidato.  manifestação  pelo  deferimento  ou.  c)  na  remoção  de  docentes.  § 3º ‐ Se no decorrer do concurso.  na  situação  de  adido.  devidamente  conferida.  bem  como  o  que  a  motivou  e. discriminadas por disciplina.  e)  nos  casos  de  reserva.  § 2º ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também ao titular de cargo docente que se  encontre com a jornada de trabalho parcialmente constituída ou o docente inscrito na remoção.  IV  ‐  no  caso  de  união  de  cônjuges.     Artigo 818 ‐ Do requerimento de inscrição.  foi  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover  novo  cargo público em outro município.  confirmação  da  jornada  de  trabalho  em  que  o  candidato  esteja  incluído.  V ‐ demais dados do candidato. no caso de o mesmo não querer  efetivamente se remover.  que  tenha  interesse  em  se  remover.  situações  em  que  a  reserva  deverá  ser  feita com indicação da quantidade de aulas necessária à constituição integral de sua jornada.  com  a  respectiva  via  original  do  diploma  de  Mestrado  ou  de  Doutorado. remoção/reserva ou reserva. o candidato inscrito para remoção/reserva vier  a  ser  removido. do número de aulas a ser reservado. e do Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos nos  casos de candidato que tenha se removido por união de cônjuges ou por permuta.  f) registro do tempo de serviço computado em dias.  voltando a constituir vaga potencial na dinâmica do processo.  §  1º  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. por registro e/ou sob responsabilidade do Diretor  de Escola ou do Dirigente Regional de Ensino.  sua  reserva  na  unidade  de  origem  será  automaticamente  desconsiderada.  tratando‐se de Professor Educação Básica II. bem como dos títulos que o  candidato apresentar.  (Res.  III ‐  tipo de remoção: por títulos e/ou por união de cônjuges.  fazer  indicação  de  unidade(s) escolar(es) ou de Diretoria(s) de Ensino.  d)  indicação  da  reserva.  deverá  se  inscrever  como  remoção/reserva. em ambos os casos. situação em que sua inscrição estará condicionada.  à  comprovação  de  que  o  cônjuge.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. deverão constar:  I ‐  dados pessoais e funcionais do candidato. discriminados na forma prevista no artigo 842. 6º ao 8º)    264 .  pelo  superior  imediato. arts.  II ‐  modalidade da inscrição: remoção.     Artigo 819 ‐ Ao requerimento de inscrição do candidato deverá ser juntada cópia  reprográfica. nos últimos 5  (cinco) anos.

  exceto  nos  casos  de  remoção  por  união  de  cônjuges. e acondicionados em envelope específico pelo próprio candidato.  conforme o caso.  (Res. art. a carga horária a que se refere o item 2 do § 1º deste  artigo. 2º e 3º do art 9º c/c Decreto nº 55. lugar de residência do cônjuge.  § 3º ‐ O candidato inscrito para remoção por união de cônjuges estará. deverá ser por horas aulas e não poderão ser em substituição. § 3º do art. na Diretoria  Regional de Ensino.  (Res.  funcionário  público  efetivo. utilizando modelo padronizado.  cujo  cônjuge.  um  a  um.   2.  concorrendo  à  remoção  por títulos.  (Res.  fica  vedado  ao  candidato  apresentar  ou  substituir  qualquer  documento. na data do encerramento  do período de inscrição. expedida por órgão  de  competência (Cartório/Tabelião de Notas). SE 95/09. caput do art. 11 c/c Decreto nº 55. 6º)  265 . possui:  1.  §  2º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. carga horária de trabalho de. caput e §§ 1º. dentro do prazo de 3  (três) dias. contados da publicação da classificação.  poderá. do respectivo atestado de dados funcionais. após os efeitos  de classificação do candidato no concurso. em que se faça constar o  município de classificação do seu cargo ou função‐atividade. no Estado de São Paulo.  em  via  original.  Parágrafo único ‐ Os documentos e/ou suas cópias reprográficas.143/09.  da  certidão  de  casamento ou da escritura  pública de declaração de  convivência  marital.  em  que  a  administração requisite esclarecimentos. 5º)    Artigo  822  ‐  Os  documentos  que  instruírem  a  inscrição  serão  relacionados.  mediante  requerimento  instruído  com  comprovação  da  mudança.  expedido  por  autoridade competente. o município pretendido. art. considera‐se lugar  de  residência  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. apresentado.143/09. será feito em formulário próprio. SE 95/09.  devidamente  conferida  com  a  via  original. §§ 4º. em novo atestado de dados funcionais. e  § 2º ‐ No caso de docente. SE nº 95/09.   § 1º ‐ No caso de o cônjuge ser ocupante de função‐atividade. art. priorizando as unidades escolares sediadas no município indicado na inscrição por união de  cônjuges.  não  mais  tenha  exercício  no  município  indicado. apresentando na  unidade de classificação. 20 (vinte) horas semanais. 5º)    Artigo 821 ‐ Para fins de remoção de que trata o artigo anterior. no  momento da inscrição.  II  ‐  atestado  de  dados  funcionais  do  cônjuge.143/09.  (Res.Artigo 820 ‐ O candidato que se inscrever por união de cônjuges deverá indicar. haverá também de  constar. declaração de que. pelo candidato e entregue pelo superior imediato. na unidade sede. no mínimo.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união. 5º e 6º do art 9º c/c Decreto nº 55. os seguintes documentos:  I  ‐  cópia  reprográfica. Anexo I. indicar um novo município. Anexos II ou III. no mínimo. que se responsabilizará pela  veracidade deles. ao mesmo  tempo. exercido na administração direta de qualquer alçada pública. 10)    Artigo  823  ‐  Efetuada  a  inscrição. 1 (um) ano de exercício ininterrupto no serviço público. SE nº 95/09.  direcionado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. serão submetidos à microfilmagem e posteriormente  inutilizados. devendo  efetuar as indicações  de que  trata o  artigo  814.  por  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.

143/09.  § 3º ‐ Do indeferimento da inscrição por títulos caberá reconsideração dirigida ao  Dirigente Regional de Ensino. através de documento de confirmação de inscrição. 14 c/c Decreto nº 55. art.  §  1º  ‐  Não  ocorrendo  a  inscrição  a  que  se  referem  as  duas  primeiras  situações  constantes  do  caput  deste  artigo. dos docentes de sua  unidade  escolar. desde que o referido professor esteja inscrito para  remoção/reserva.  Artigo  824  ‐  Todas  as  cópias  reprográficas  de  documentos. art. deverão ser conferidas com as vias originais pelo superior  imediato.  (Decreto nº 55. 6º)    Artigo 825 ‐ O candidato inscrito por títulos não poderá alterar a sua inscrição para  união de cônjuges e o inscrito por união de cônjuges não poderá alterá‐la somente para títulos. previstas no artigo 836.  (Res. SE nº 95/09. a manifestação quanto à reserva de que trata o artigo 817. ao superior imediato  do candidato.143/09. contados da data de publicação do indeferimento. exclusivamente.  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  –  DRHU/SE. único do art. SE nº 95/09.  (Decreto nº 55. 7º)    Artigo 827 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a indicação de deferimento  ou de indeferimento das inscrições para o concurso de remoção por títulos e. 15)          266 . cuja decisão será publicada no Diário Oficial do Estado. no prazo previsto para inscrição.  sob  reserva. arts. na remoção por união de cônjuges.143/09.  à  Diretoria  de  Ensino. SE nº 95/09. 13)    Artigo  826  –  Encerrado  o  período  de  inscrições.  (Res. par.  Parágrafo  único  ‐  O  superior  imediato  dará  ciência  ao  candidato  sobre  os  dados  registrados em seu requerimento.  aos  docentes  que  tenham  a  sua  jornada  parcialmente  constituída  ou  ainda  àqueles  que  constituem a jornada em mais de uma unidade. 8º)    Artigo  828  –  A  reserva  destina‐se  unicamente  aos  titulares  de  cargo  declarados  adidos. que deverá ser apresentado em formulário próprio.   § 1º ‐ As inscrições por união de cônjuges serão apreciadas.  (Res.  para  posterior  remessa  ao  órgão  setorial  de  recursos  humanos. 12.  em especial. no prazo de até  3 (três) dias.  § 2º ‐ O disposto no caput deste artigo não se aplica ao titular de cargo da classe  de Suporte Pedagógico adido oriundo de unidade extinta.  apresentadas  no  momento da inscrição pelo candidato.  o  Diretor  de  Escola  deverá  encaminhar os documentos de inscrição de remoção por união de cônjuges. art. sob pena de responsabilidade.  o  titular  de  cargo  será  inscrito  ex  officio. é de competência do Diretor do Órgão Setorial de  Recursos Humanos – DRHU/SE.  § 2º ‐ A apreciação conclusiva dos deferimentos e indeferimentos das inscrições. pelo  Centro  de  Seleção  e  Movimentação  de  Pessoal. art.  pelo  superior imediato.

 utilizando os códigos a seguir: DER  01–Norte 1 / 02–Centro / 04–Norte 2 / 05–Leste 5 / 07–Leste 1 / 08–Leste 4 / 10–Leste 2 / 11– Leste 3 / 12–Centro Oeste / 14–Sul 2 / 16‐Centro Sul / 17‐Sul 1 / 18‐Sul 3.  em  ordem  preferencial. por titulares de cargo  de Professor Educação Básica II de Educação Especial. 17)    Artigo 831 – O candidato poderá. por ordem de sua preferência.  encaminhado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos.  o  qual  será  apresentado na unidade‐sede e entregue. em período fixado em Comunicado pelo Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. respeitado o disposto  no artigo 829.  o  tipo  de  classe  pretendida.  deverá  relacionar  no  espaço  próprio  do  formulário. alterar a indicação do município. 4º)    Artigo  830  –  O  docente  inscrito. 16 c/c Decreto nº 55. no  período de inscrição determinado em Comunicado. considerando  vagas potencias que poderão surgir no decorrer do evento.  mesmo que não apresentem vagas na relação publicada no Diário Oficial do Estado. observada a disponibilidade das vagas existentes  nas unidades escolares indicadas. contra recibo.  §  3º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  I  especificará.Subseção III  Das Indicações de Unidades    Artigo  829  –  No  momento  da  inscrição. SE nº 95/09. ao efetuar a indicação. em  local e horário determinados em comunicado.  §  3º  ‐  O  candidato  que  acumular  cargo  da  classe  de  docente  com  o  de  cargo  da  classe de suporte pedagógico não poderá indicar a unidade onde está classificado o outro cargo.  observado  o  prazo  estipulado  no  caput  deste artigo. somente quando se caracterizar falha de cadastramento pela Administração.  na  Diretoria  de  Ensino  a  que  está  vinculada  a  unidade. poderá registrar a jornada de trabalho de  duração diversa daquela em que estiver incluído.  § 2º ‐ O candidato poderá indicar todas as unidades que sejam de seu interesse.143/09. SE nº 95/09.  II – solicitar a retificação de Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino da relação de  indicações.  deverá  identificar a unidade escolar e a jornada de trabalho docente pretendidas.  mediante  manifestação  expressa  em  requerimento:  I – na remoção por união de cônjuges.  comprovando  esta  mudança em novo atestado de dados funcionais. art.  §  1º  ‐  As  indicações  de  unidades  serão  feitas  em  formulário  próprio.  §  4º  ‐  As  inscrições  para  classes  de  Deficientes  Auditivos.  267 . art.  a  indicação  das  Diretorias de Ensino da Capital. devidamente acompanhado de  cópia xerográfica da relação mencionada no caput deste artigo. no caso de  o  cônjuge  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo. diretamente pelo candidato.  o  candidato  deverá  indicar.  § 2º ‐ O docente.  cujo  município  do  cônjuge  pleiteado  é  São  Paulo. para onde pretende remover‐se.  por  títulos  ou  por  união  de  cônjuges. conforme o caso. será entregue. as Unidades Escolares e/ou Diretorias de Ensino.  §  1º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior.  (Res. se comum (de 4 horas) ou reorganizadas (de 5 horas).  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união  de  cônjuges. pelo superior imediato. § 3º do art. exclusivamente.  ainda.  Deficientes  Físicos.   (Res.  Deficientes Mentais e Deficientes Visuais deverão ser feitas.

  § 1º – O Professor Educação Básica I poderá se remover em Jornada de Trabalho  Docente da seguinte forma:  1 – com 1 classe comum (4 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente.  para  Professor  Educação  Básica II de Educação Especial. § 2º do art.  as  existentes  nas  Unidades  Escolares. em decorrência de vacâncias de cargos. sendo:  I  –  vagas  iniciais. 19)    Artigo 834 – Somente serão oferecidas.§ 2º ‐ Não será atendida qualquer solicitação que implique a inclusão. e   II  –  vagas  potenciais. art. SE nº 95/09. bem como de instalação de novas  unidades. vagas de uma única unidade  escolar.19. c/c Res. 14.  conforme  dispõe  o  artigo  35  da  Lei  Complementar  nº  444/85. conforme segue:  1 ‐ com 10 aulas em Jornada Reduzida de Trabalho Docente.  para  Professor  Educação  Básica  I.  bem  como  a  alteração  da  ordem das indicações. art.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas. art. 16)    Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potenciais    Artigo  832  ‐  As  vagas  a  serem  relacionadas  para  o  concurso  de  remoção  compreenderão as iniciais e as potenciais.  (Res. SE nº 95/09.143/09.  2 ‐ com 20 aulas em Jornada Inicial de Trabalho Docente.    268 .  no processo anual de atribuição de aulas.143/09.  § 1º ‐ No caso de docentes.143/09.  para  a  remoção  de  Supervisores de Ensino. e  4 ‐com 33 aulas em Jornada Integral de Trabalho Docente. SE nº 95/09.  identificadas  para  a  remoção  de  Docentes  e  Diretor  de  Escola. as vagas potenciais. c/c Decreto nº 55.  e. 13)    Artigo  833  –  Não  poderão  ser  relacionadas  para  confirmação  de  vagas  iniciais  existentes  em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização.  e  nas  Diretorias  de  Ensino.  em  nível  de  unidade  escolar. por área de excepcionalidade. exclusão e a  substituição  de  unidade  escolar  ou  de  Diretoria  de  Ensino  indicada. a que se refere o inciso II deste  artigo.  a  ciclo  e/ou  a  segmento de ensino objeto de extinção.  3 ‐ com 25 aulas em Jornada Básica de Trabalho Docente.  (Decreto nº 55.   §  2º  ‐  A  quantidade  de  classes  disponíveis  para  atribuição. serão geradas de acordo com a jornada de trabalho pela qual o docente tenha constituído.094/2009.  as  pertencentes  aos  candidatos  inscritos  no  Concurso  de  Remoção. aos docentes.  conforme  o  caso. e  3 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente.   §  2º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  II  poderá  remover‐se  por  qualquer  uma  das  Jornadas  de  Trabalho  Docente.18 c/c Decreto nº 55.   2 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Básica de Trabalho Docente.  alterada pelo artigo 3º da Lei nº 1. caput e §§ 1º e 2º do art.  desde  que  devidamente  publicadas  no  Diário  Oficial  do  Estado  até  a  data‐base  fixada  pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos.  (Res.  será  relacionada  por  tipo. § 3º do art.

 14)    Artigo  838  –  O  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. inscrito no concurso. e   II – Dirigente Regional de Ensino. 23 c/c Decreto nº 55.  §  1º  ‐  Publicada  a  relação  de  vagas  iniciais. art. 22)    Artigo  837  –  As  vagas  iniciais  disponíveis  para  o  concurso  serão  identificadas  e  relacionadas pelo:   I  –  Diretor  de  Escola. devendo o Dirigente Regional de Ensino determinar a  confirmação.  a  Diretoria  de  Ensino  não  poderá  solicitar  alteração  para  inclusões  ou  exclusões. das respectivas disciplinas na unidade escolar.  exceto  para  atender  a  decisões  judiciais. quando se tornar disponível.  (Res. arts. SE nº 95/09. não totalizar. para a remoção de docentes e  suporte pedagógico.  observados  os  respectivos  prazos  de  execução.   (Res.  a  relação das  vagas iniciais confirmadas pelas Diretorias de Ensino. que esteja sendo  removido da unidade.  conforme  o  caso.  em  se  tratando  de  Professor  Educação  Básica  I. em sua área de jurisdição.Artigo 835 – A vaga potencial de Professor Educação Básica II composta em mais  de uma unidade escolar. SE nº 95/09.  antecedendo  à  abertura  do  período  de  inscrições.   Parágrafo único – As vagas excluídas ou reduzidas para o atendimento do disposto  neste artigo. SE nº 95/09.   II ‐ a quantidade remanescente de aulas da disciplina do cargo.   § 3º ‐ Constará da relação de vagas iniciais. art. terá as aulas que a compõem. c/c Res.  a  serem  estabelecidos  pelo  Órgão  Setorial de Recursos Humanos. serão restabelecidas quando o seu destinatário. que se  encontre  na  condição  de  adido  ou  com  jornada  de  trabalho  parcialmente  constituída  ou.   § 2º Não poderão ser relacionadas para confirmação vagas iniciais existentes em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. ratificadas pelo Dirigente Regional de Ensino. da  disciplina e da jornada de trabalho docente que a unidade escolar comporta. por qualquer motivo.  em razão de:   I ‐ a Diretoria de Ensino haver reduzido a lotação relativa à classe de Supervisor de  Ensino.  extinção.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. adicionadas  às já existentes. a carga horária mínima de uma Jornada  Reduzida de Trabalho Docente. das vagas iniciais nas classes de docentes e nas de suporte  pedagógico. for removido.  a  ciclo  e/ou  a  segmento  de  ensino objeto de extinção.  desde  que  o  referido  docente  esteja  inscrito para remoção sob reserva ou apenas para reserva. por exclusão de vaga potencial na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino.143/09. em se tratando de Diretor de Escola e Supervisor  de Ensino. surgidas e/ou detectadas posteriormente à confirmação.  269 . § 2º do art.  § 1º ‐ Cumpre ao Diretor de Escola encaminhar à Diretoria de Ensino a relação das  vagas identificadas em sua unidade escolar.   III ‐ necessidade de atribuir aulas a docente classificado na unidade escolar.  descaracterização  de  adidos  e  situações  de  reorganização.  Professor  Educação Básica II e Coordenador Pedagógico. caput e § 1º do art.  (Decreto nº 55. 20 e 21)    Artigo  836  ‐  A  quantidade  de  vagas  potenciais  será  reduzida  gradativamente  na  dinâmica do evento.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas. 13. a especificação do tipo de classe.  no  Diário  Oficial  do  Estado.  fará  publicar.143/09.  fusão  ou  desativação  de  unidades escolares.  ainda.

002 (dois milésimos) ‐ por dia.  o  candidato poderá  efetuar  quantas  indicações  desejar.143/09.  2  ‐  por  títulos. em determinado município. SE nº 95/09.  a  atribuição  dessas  vagas  será  prioritária  aos  inscritos  para  remoção  por  títulos. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.  nos  termos  da  legislação  pertinente. arts. objeto de inscrição: 0. 17. SE nº 95/09. referente à classe ou  às aulas na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  a – como titular de Cargo.  considerando  que  poderão  vir  a  apresentar  vagas  potenciais no decorrer do evento.143/09.  é  expressamente  vedada  a  inclusão.  até  o  momento  em  que  a  quantidade  de  vagas  restantes  se  iguale  ao  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  ainda  não  atendidos.  quando  então  se  aplicará o disposto no caput deste artigo.  durante  o  evento. até o máximo de 10 (dez) pontos.  da  autoridade que apresentar relação de vagas iniciais em desacordo com a realidade de sua unidade  e/ou jurisdição. § 3º do art. observadas as seguintes pontuações e limites:  I – nas classes de docentes:  1‐ por tempo de serviço no campo de atuação da inscrição.  c  –  como  docente  no  Magistério  Público  Oficial.  referente  às  matérias  pedagógicas:  5  (cinco) pontos.  b – como titular de cargo. art.  270 .  inclusive  de  unidades  escolares  ou  Diretorias  de  Ensino  que  não  se  encontrem  na  publicação  da  relação  de  vagas  iniciais.§  2º  ‐  Será  apurada  a  responsabilidade. 14 e art.  a  quantidade  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  for  maior  ou  igual  à  quantidade  de  vagas existentes no município.  com  a  seguinte  pontuação:  a – diploma de Mestre. § 2º do art. exclusão e a substituição de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.   (Res.001 (um milésimo)  por dia.  anteriormente  ao  ingresso  no  cargo de que é titular: 0. 24 c/c Decreto nº 55.   §  3º  ‐  No  momento  da  inscrição.  Parágrafo único ‐ Se a quantidade de vagas.  (Decreto nº 55. c/c Res. 19 e 20)      Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos    Artigo 842 ‐ Os candidatos inscritos no concurso de remoção serão classificados de  acordo com o disposto no neste artigo.   (Decreto nº 55.  a  vaga  decorrente  estará  excluída  do  concurso. até  no máximo 50 (cinquenta) pontos. for maior  que  o  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges.    Artigo  841  ‐  Na  situação  em  que  a  remoção  de  um  candidato  seja  tornada  sem  efeito  por  força  de  decisão  judicial.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição. estas lhes serão atribuídas com prioridade. em determinado  município. até no máximo 20 (vinte) pontos. art. 18)    Artigo 840 ‐ Durante o processo de atribuição de vagas quando.005 (cinco milésimo) por dia. na atual unidade de classificação: 0. 15)    Artigo  839  ‐  Na  relação  de  indicações  do  candidato.143/09.

  credenciados junto aos órgãos competentes.  serão  avaliados. caput e §§  1º e 2º do art. poderá ser considerado para fins de classificação em qualquer das classes  de docentes.   b ‐ por títulos. caput e §§ 1º ao 4º do art.  §  2º  ‐  A  classificação  dos  inscritos  far‐se‐á  por  classe  de  cargos  e  também  por  disciplina  e  por  área  de  necessidade  especial.  § 3º ‐ Mantendo‐se a Classificação Geral.  considerados  uma  única  vez  e  sempre  na  faixa  de  classificação  de  maior  ponderação.001(um  milésimo)  por dia.1  –  Diploma  de  Mestre.  271 .143/09.  desde  que  revalidados  por  universidades  oficiais  que  mantenham  cursos  congêneres.  e/ou  estiverem  devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação – MEC.3  –  como  designado  em  cargo  objeto  de  inscrição. 9º)    Artigo 843 ‐ Na classificação por tempo de serviço dos integrantes das classes de  suporte pedagógico. referentes à  matérias pedagógicas.  anteriormente  ao  ingresso:  0.  §  2º  ‐  Os  diplomas  de  Mestre  ou  de  Doutor  só  serão  avaliados  se  os  cursos  estiverem devidamente  credenciados pelo  então Conselho  Federal  de  Educação.  no  atual  órgão  de  classificação:  0. é vedada a duplicidade de cômputo de períodos concomitantes.  imediatamente precedente à abertura do período de inscrições para o concurso de remoção.  §  1º  ‐  Nas  contagens  de  tempo  de  serviço  de  que  trata  este  artigo. 25 c/c Decreto nº 55. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial do cargo de que é titular ou à área da Educação.  observando‐se  a  ordem  decrescente dos somatórios dos pontos obtidos por cada candidato. até no máximo 10 (dez) pontos.  §  3º  ‐  Os  cursos  de  mestrado  e  de  doutorado.  observando‐se  que  a  data‐base  das  contagens  será  sempre  o  dia  30  de  junho.  os  referidos  tempos.  a. até o máximo de 20 (vinte) pontos.1 – como titular de cargo.  a. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  c  –  Certificado  de  Especialização  e/ou  Aperfeiçoamento  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação. referente às matérias pedagógicas: 10  (dez) pontos.  realizados  no  exterior.  (Res.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  10  (dez)  pontos.  b. com a seguinte pontuação e limites:  a. SE 95/09.2  –  diploma  de  Doutor.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  5  (cinco)  pontos. devendo ser.002 (dois milésimos) por dia.b – diploma de Doutor. com a seguinte pontuação:  b. até o máximo de 5 (cinco) pontos.005 (cinco milésimos) por dia.3 – Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à  área da Educação: 1(um) ponto por certificado.  até no máximo 50 (cinqüenta) pontos. será publicada uma relação de inscritos  por união de cônjuges e outra por títulos.  II – na classe de suporte pedagógico:   a ‐ por tempo de serviço.  b.  § 4º ‐ Caberá ao candidato comprovar o credenciamento ou o reconhecimento e a  revalidação dos cursos.  conforme  o  caso. objeto de inscrição: 0.  deverão  ser  utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam à concessão de Adicional por Tempo de  Serviço  –  ATS. no ato de inscrição.  § 1º ‐ O título de Mestre ou de Doutor correlato à área da Educação.2  –  como  titular  de  cargo.  referente  às  matérias  pedagógicas:  1(um) ponto por certificado.

 na seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do  Estado de São Paulo.  § 5º ‐ A contagem do tempo de serviço indicado no item 1 do parágrafo anterior. em qualquer classe.  2 ‐ por encargos de família (maior número de dependentes). em nível de unidade escolar.  o  desempate deverá se dar.  será  observada  a  ordem  de  prioridade  da  classificação dos docentes. art. em formulário próprio.  (Res. 10)    Artigo  844  –  Para  fins  de  atendimento  à  reserva. 12)    Artigo 846 – Encerrado o prazo de reconsideração da avaliação e do indeferimento  da inscrição da remoção e/ou da reserva.  deverá  considerar  todo  o  tempo  trabalhado  no  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  por  competência  do  Órgão  Setorial de Recursos Humanos – DRHU/SE. que deverá ser protocolado na Diretoria de Ensino.  §  6º  –  Os  pontos  decorrentes  da  avaliação  situar‐se‐ão  na  escala  de  0  a  100  pontos.  será  publicada  no  Diário  Oficial  do  Estado. art. 9º e  art. contados da publicação da classificação.  na  forma  prevista  no  artigo  842.  para fins de desempate. em escola que apresente mais de um adido na mesma classe docente e/ou na  mesma  disciplina  ou  área  de  necessidade  especial. no  prazo de 3 (três) dias. art.  de  que  trata  o  §  1º  deste  artigo.143/09 § 3º do art. o Órgão Setorial de Recursos Humanos fará publicar no  Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos que tiveram a classificação alterada em virtude  de reconsideração e dos que solicitaram alteração do Município pretendido por união. SE 95/09. §§ 5º ao 11 do art.  § 3º ‐ O candidato que não se manifestar no prazo previsto para a reconsideração. por motivo diverso dos previstos  nesta seção não terá efeito suspensivo nem retroativo.  sem  possibilidade  de  qualquer  alteração posterior.  §  1º  –  Da  classificação  dos  inscritos. e.§  4º  ‐  Quando  ocorrer  empate  entre  os  somatórios  de  pontos  dos  candidatos. art. observada a data‐base da inscrição.  caberá  reconsideração  dirigida  ao  Dirigente  Regional de Ensino.  (Res.  § 4º ‐ A reconsideração interposta por candidato.  com  vaga  potencial  surgida  durante o processo. 27 c/c Decreto nº 55.  3 ‐ pela maior idade. SE 95/09.  o  candidato  poderá  solicitar  revisão  de  avaliação  de  títulos ou retificação de contagem de tempo e/ou de quaisquer outros dados que julgue incorretos  na publicação ou no documento de confirmação de inscrição. estabelecida no processo de atribuição de  classes e aulas do ano letivo em curso. observará o campo de atuação.143/09. SE 95/09. para  as  classes  de  suporte  pedagógico. 28)        272 . 26)    Artigo  845  –  A  classificação  dos  inscritos  para  o  concurso  de  remoção.   (Res.  §  2º  ‐  Na  reconsideração. SE 95/09. no caso de remoção de docentes.  (Res.  terá  seus  dados  ratificados.11 e caput do art. devendo ser desprezada a 3ª casa decimal. 25 c/c Decreto nº 55.

 29)    Subseção VII  Da Atribuição de Vagas    Artigo  848  –  A  atribuição  de  vagas  aos  candidatos  inscritos  no  concurso  de  remoção.  se  houver  vaga.  (Res.    Artigo 850 – Efetivadas as publicações de que trata o artigo 846.  (Res. feita por ofício ao Diretor  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e  entregue.  mesmo que não conste de suas indicações.  II – a ordem das indicações em cada inscrição.  respeitando‐se  sempre  e  sequencialmente:  I – a ordem de classificação geral dos inscritos.    Artigo  851  –  Na  atribuição  de  vagas  será  obedecida  a  ordem  de  preferência  das  unidades indicadas pelo candidato. referidas nos incisos I e II do artigo 836. desde que  apresente parecer do órgão competente a respeito da situação funcional do cônjuge. 143/09. art. modificação da vaga potencial e da reserva.  no  Centro  de  Seleção e Movimentação de Pessoal. o superior imediato deverá comunicar  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  qualquer  alteração  na  situação  funcional  do  candidato. 30 c/c Decreto nº 55.Subseção VI  Da União de Cônjuges    Artigo  847  –  A  remoção  por  união  de  cônjuges  será  feita  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.   II – a ordem de classificação geral dos candidatos.  para  o  Município  onde  o  cônjuge. 18)    Artigo 849 – No período de reconsideração.  obedecendo‐se  à  sequência  das  indicações  somente  para o Município do cônjuge. 31 a 33)  273 . art.  que implique vacância do cargo. e   III  ‐  atribuição  compulsória  para  qualquer  vaga  dentro  do  município  do  cônjuge.  situação  que  ocorre  quando  há  o  preterimento  de  candidato melhor classificado por títulos.  será  realizada. ocorrerá a fase de  atribuição de vagas. SE 95/09. obedecendo‐se à sequência das indicações  somente  para  o  Município  do  cônjuge. art. tem o cargo classificado ou exerce função de natureza permanente.  Parágrafo único – A comunicação deverá ser imediata. arts. SE 95/09.  funcionário  público  ou  servidor. SE 95/09.  direta  e  exclusivamente. a união será concedida para o município de opção do candidato.  II ‐ atendimento por união de cônjuges.  por  títulos  e  por  união  de  cônjuges. respeitando‐se:  I – as supressões ou exclusões.  (Res.  Parágrafo  único  ‐  Em  caso  de  acumulação  de  cargos  ou  funções  públicos  em  municípios diversos. e   III – as indicações dos candidatos mais bem classificados. respeitado o disposto no artigo  842. atendida a seguinte  ordem de atribuição:  I  ‐  atendimento  por  títulos.

  após  o  que  não  será  permitida  ao  candidato a desistência ou qualquer tipo de alteração.  bem  como  o  resultado  final do concurso de remoção por títulos e por união de cônjuges. SE 95/09. SE 95/09. 39 a  41. de  acordo com a indicação. 21)    Artigo 857 – Todos os atos pertinentes a este concurso poderão ser efetuados por  procuração.  (Res.    Artigo 855 ‐ O Professor Educação Básica I em Jornada Inicial de Trabalho Docente  que se remover para uma classe reorganizada (5 horas) será.  Subseção VIII  Das Disposições Finais    Artigo  852  –  A  remoção  será  efetivada  mediante  portaria  do  Dirigente  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. arts.    Artigo  858  –  Poderá  haver  atendimento  parcial  da  reserva  de  carga  horária  ao  candidato que se encontrar nas situações especificadas no artigo 836. 38 c/c Decreto nº 55. art.  por  parte  do  candidato.  não  podendo  ser  atribuída a outro candidato. seja qual for o motivo alegado. art 43)  274 . readaptação  ou  vacância  de  cargo.  implicará  o  reconhecimento  e  o  compromisso  de  aceitação  do  disposto  nesta  seção  e  demais  normas  disciplinadoras do concurso.143/09. SE 95/09. art.  (Res.  (Res.    Artigo 854 – O candidato inscrito. por ocasião da assunção.  a  vaga  remanescente  estará  excluída  do  concurso.  terá o ato de nomeação tornado sem efeito.261/68. arts. SE 95/09. 34 a 37)    Artigo  856  –  Compete  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  publicar  os  comunicados  previstos  nesta  seção  e  as  instruções  julgadas  necessárias.143/09. que vier a se readaptar no decorrer do concurso.  (Res. único do art. § 1º do art. na condição de adido. se for o caso.  (Res.143/09 par. incluído. em virtude de decisão judicial.  Parágrafo  único  –  Na  situação  aventada  no  caput  deste  artigo. SE 95/09. c/c Decreto nº 55. 12)    Artigo  861  –  Os  casos  omissos  serão  decididos  pelo  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos. documento de identidade do  procurador e os documentos exigidos para  cada um deles. art. se não houver mais vaga.    Artigo  853  –  Quando  a  remoção  de  titular  de  cargo  da  classe  de  docente  ou  da  classe de suporte pedagógico for tornada sem efeito. em Jornada Inicial ou Básica de Trabalho Docente. 42 c/c Decreto nº 55.  o  funcionário  retornará à unidade de origem. observado o disposto no  inciso IX  do  artigo 243 da Lei nº 10. 4º)    Artigo  860  –  Os  recursos  para  efeito  do  disposto  nesta  seção  não  terão  efeito  suspensivo. devendo ser apresentados os instrumentos de mandato.    Artigo  859  –  O  ato  de  inscrição.

 c/c art.  quando  se  tratar de curso de mestrado.  em  processo  seletivo. instituído pelo Decreto nº 48. SE nº 64/08)    Artigo  863  ‐  O  titular  de  cargo  do  Quadro  do  Magistério  ‐  QM.  (Decreto nº 53. às seguintes condições:  I ‐ esteja em efetivo exercício. 1º da Res.  ministrado  por  instituição  de  ensino  de  nível  superior. via Internet.  V  ‐  não se encontre  percebendo incentivo  decorrente de concessão  de qualquer  tipo de bolsa por outro órgão público.  que  atender  aos  requisitos do artigo anterior e tiver interesse em participar do Projeto Bolsa Mestrado/Doutorado.   275 .  VI  ‐  esteja  distante  da  aposentadoria  por  pelo  menos  5  (cinco)  anos.  f)  declaração  da  instituição  de  ensino  superior  de  que  o  curso  de  Mestrado/Doutorado é recomendado/reconhecido pela CAPES. encaminhando via correio/SEDEX ou pessoalmente à  Diretoria de Ensino na qual se encontra vinculado o seu cargo.  deverá:  I ‐ cadastrar‐se.  VII ‐ não tenha sofrido qualquer penalidade administrativa disciplinar.  d)  declaração  de  tempo  de  efetivo  exercício  no  cargo  e  de  distância  da  aposentadoria expedida pela sede de exercício.277/08.  II ‐ tenha sido considerado estável nos termos da Constituição Federal.  para  ingresso  em  programa  de  pós‐graduação.  da  rede  pública  ou  privada.  c) cópia do último holerite.  II ‐ formalizar sua inscrição. atuando no magistério público estadual. os seguintes documentos:   a) cópia da ficha cadastral preenchida na Internet.  h)  cópia  do  termo  de  ciência/compromisso  disponibilizado  no  sítio  do  Projeto  devidamente assinada.  IX  ‐  apresente  projeto  da  dissertação  ou  tese  conforme  as  linhas  de  pesquisa  e  condições definidas em normas complementares pela Secretaria da Educação.  exclusivamente. arts.  destina‐se.  e) declaração de horário de trabalho do local de exercício.  em  nível  de  mestrado  ou  doutorado. integrante de classe de docentes ou de suporte pedagógico.  VIII ‐ comprove admissão em curso de mestrado ou doutorado reconhecido pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ‐ CAPES. quando se tratar de doutorado. 1º e 2º. no sítio do Projeto.  admitido  em  curso  de  pós‐graduação.  IV  ‐  não  esteja  em  regime  de  acumulação  remunerada  de  cargos  públicos  ou  de  cargo/função/emprego público.  cumulativamente.298. observado o disposto no  artigo 867.    III – seja portador de licenciatura plena.  b) cópia de documentos pessoais: RG e CPF.  e  que  atenda. nos últimos  5 (cinco) anos. de 3 de  dezembro  de  2003. e 9 (nove) anos.  ao  titular  de  cargo  efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  g) declaração da Instituição de Ensino Superior de que o interessado foi aprovado  como  aluno  regular.  Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado    Artigo 862 – O Projeto Bolsa Mestrado.  indicando nome/área do curso e a titulação final.

  d)  processar  a  operacionalização  do  incentivo  em  sua  área  de  jurisdição. SE nº 64/08. art.  em  data  anterior  a  30  de  agosto  de  2008.   § 2º ‐ O interessado que estiver cursando pós‐graduação.  § 2º ‐ As Comissões Regionais serão instaladas nas Diretorias de Ensino integradas  por 3 (três) profissionais designados pelo Dirigente Regional sendo um da área de finanças.  § 1º ‐ A Comissão Central será integrada por 3 (três) profissionais indicados pelo  Gabinete do Secretário da Educação. 2º)    Artigo  864  ‐  Os  trabalhos  serão  coordenados  por  uma  Comissão  Central  e  por  Comissões Regionais com as seguintes competências:  I ‐ Cabe à Comissão Central:  a) responsabilizar‐se pela coordenação geral do Projeto.  que  serão  concedidos pelo prazo previsto para a conclusão do curso.  g) resolver casos omissos desta seção.  b) receber e analisar a documentação dos interessados. aprovação e acompanhamento acadêmico do projeto de pesquisa  será efetuado pela FAPESP em trabalho conjunto com a Secretaria de Educação.  poderá  inscrever‐se  para  participar  do  Projeto obedecido ao que segue:  1 ‐ apresentar declaração da instituição de ensino superior com as datas de início  do curso e de previsão da defesa de tese.  b)  definir. mediante a verificação  do contido no parágrafo 5º do artigo 865.  2 ‐ atender aos demais requisitos e exigências desta seção.  f)  encaminhar  para  análise  da  Comissão  Central  relatórios  semestrais  de  acordo  com diretrizes a serem definidas pelo órgão central de competência.  o  número  de  bolsas  a  ser  disponibilizado  para  concessão e o cronograma das inscrições.  f)  analisar  e  decidir  sobre  os  pedidos  de  reintegração  da  bolsa  mestrado/  doutorado.  d) analisar os relatórios das Comissões Regionais.  c) autorizar o encaminhamento dos projetos de pesquisa à FAPESP dos candidatos  que atenderem aos requisitos contidos nesta resolução.  § 4º ‐ A análise.  276 . observado o contido nos  artigos 862 e 863.  no  início  de  cada  ano.  efetuando os pagamentos dos benefícios até o décimo dia útil de cada mês.  3  ‐  obter  a  proporcionalidade  dos  incentivos.  (Res.  sem  efeito  retroativo.  e) encaminhar à Comissão Central os recursos interpostos em nível regional com  respectivo parecer circunstanciado. em nível de mestrado ou  doutorado.  c) expedir orientações às Comissões Regionais.  e) analisar e decidir sobre recursos interpostos em nível central.§  1º  ‐  As  inscrições  estarão  abertas  nas  Diretorias  de  Ensino  nos  meses  de  maio/junho e novembro/dezembro  de  cada  ano  ou  em  períodos  a  serem  fixados pela  Comissão  Central.  §  3º  ‐  O  profissional  que  for  contemplado  com  a  Bolsa  Mestrado  não  poderá  integrar as Comissões Central ou Regional de que trata esta seção.  II ‐ Compete à Comissão Regional:  a) responsabilizar‐se pela coordenação regional do Projeto.

  (Res. 5º da Res. a critério da Administração.  os  bolsistas  deverão  atender  as  exigências  daquela  fundação  relativas  à  apresentação de quaisquer tipos de relatórios.  §  8º  ‐  O  bolsista  poderá  se  afastar  do  exercício  do  cargo  para  participar  de  congressos e outros eventos com objetivo específico de apresentar/publicar material relativo ao  seu projeto.  §  2º  ‐  O  bolsista  deverá  obter  o  título  de  Mestre  ou  de  Doutor  nos  prazos  estabelecidos nos incisos I e II deste artigo. prorrogáveis pelo prazo máximo  de 6 (seis) meses. a critério da Administração.   §  6º  ‐  A  data  de  apresentação  da  defesa  da  dissertação/tese  determinará  a  cessação imediata do beneficio Bolsa Mestrado/Doutorado.  §  4º  ‐  A  concessão  do  incentivo  da  Bolsa  Mestrado/Doutorado  em  hipótese  alguma terá efeito retroativo não cabendo ressarcimentos a eventuais gastos anteriores. sob pena  de imediato encaminhamento do débito à Procuradoria Geral do Estado. para que seja promovida  a sua cobrança judicial. será notificado para.  no prazo  de 30  (trinta)  dias.  bem  como.  o  valor da ajuda financeira concedida.  inclusive  quitação  das  mensalidades.  repor. para Mestrado.  instituído  pelo  Decreto  nº  48.  o  bolsista  deverá  comprovar  semes‐tralmente.  quando  for  o  caso.  em  qualquer  hipótese.  II  ‐  até  48  (quarenta  e  oito  meses). é que o interessado poderá pleitear a Bolsa Doutorado. SE nº 64/08. arts 3º e 4º)    Artigo  865  ‐  O  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  consiste  em  ajuda  financeira  mensal. conforme estabelecido no § 1º deste artigo. devidamente consolidada na forma desta resolução.  §  7º  ‐  O  educador  participante  do  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  permanecerá.  §  9º  ‐  Somente  após  o  cumprimento  do  período  de  retribuição  do  benefício  recebido pelo curso de mestrado.298.  (Decreto nº 53. desenvolvido no curso de Mestrado/ Doutorado. no mínimo. prevista nos incisos I e II  deste artigo. 3º  c/c o art.  perante à Comissão Regional.  de  3  de  dezembro  de  2003.  para  Doutorado. será concedida mediante a apresentação de declaração do orientador do curso.  a  partir  da  data  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  277 .  que  deixar de cumprir as condições previstas para a sua concessão e manutenção.  em  efetivo  exercício  no  Magistério Publico Estadual. pelo mesmo período durante o qual usufruiu  o benefício da bolsa. SE nº 64/08)    Artigo  866  ‐  O  educador.   §  5º  ‐  Para  efeito  de  pagamento.  contado  do  recebimento  da  notificação.  prorrogáveis  pelo  prazo  máximo de 6 (seis) meses. encaminhar mensalmente a freqüência mínima exigida e aproveitamento.  o  candidato  deverá  assinar  termo  de  compromisso  no  sentido  de  que  permanecerá  em  efetivo  exercício no magistério público estadual.277/08. a ser concedida ao educador pelo período de:  I ‐ até 24 (vinte e quatro) meses.  em  parcela  única. a adimplência das obrigações por ele assumidas junto à Instituição  de  Ensino. em  que conste explicitada a necessidade de dilação do prazo para defesa da dissertação/tese.  §  1º  ‐  Verificado  o  atendimento  dos  requisitos  estabelecidos  no  artigo  862.§  5º  ‐  Para  que  seja  viabilizado  o  acompanhamento  acadêmico  dos  projetos  de  pesquisa  pela  FAPESP.  beneficiário  do  auxílio  financeiro  objeto  do  Programa  Bolsa  Mestrado/Doutorado. nos termos definidos pela Secretaria  da Educação. art.   § 10 ‐  O  servidor que cursar  pós‐graduação em  nível de mestrado ou doutorado  em instituição pública o incentivo será utilizado para aquisição de material de suporte ao curso.  § 3º ‐ A prorrogação pelo prazo máximo de 6 (seis) meses.

  5 ‐ somente poderá ser pleiteado uma vez.  ser  pagos  parceladamente.  por  exoneração  ou  demissão.261/68.  2  ‐  se  deferido. e será convertido em  reais na data do efetivo pagamento.  o  saldo  remanescente  apurado  deverá  ser  liquidado  de  uma  só  vez. ainda que o parcelamento anterior não  tenha sido. para atrasos superiores a 60 (sessenta) dias e iguais ou  inferiores a 90 (noventa) dias.  aplicando‐se  o  artigo 2º. no prazo de  30  (trinta)  dias  contado  do  recebimento  da  notificação.  deduzidos  os  descontos  mensais efetuados.  incidirão os seguintes percentuais de multa moratória:  a) 5% (cinco por cento). será corrigido monetariamente até a final liquidação.  os  valores  relativos  ao  débito  objeto  da  notificação  prevista  no  artigo  anterior  poderão.  § 2º ‐ De acordo com a conveniência do educador.  com  o  encaminhamento  do  valor  do  saldo devido  para a Procuradoria Geral do Estado.  sobre  o  valor  das  parcelas  seguintes  à  primeira. por qualquer motivo. celebrado.  para  atrasos  superiores  a  30  (trinta)  dias  e  iguais  ou  inferiores a 60 (sessenta) dias.298/2003. requerer que as horas reduzidas da jornada de trabalho sejam repostas nos  fins de semana.  278 .    Artigo  866  B  ‐  Sem  prejuízo  da  forma  de  pagamento  prevista  nos  artigos  anteriores. desde que o educador justifique e demonstre de modo inequívoco incapacidade  financeira para saldar o débito de outra forma.  §  3º  ‐  Havendo  quebra  superveniente  do  vínculo  funcional. desde que demonstrada a incapacidade financeira para a quitação à vista do débito.  Artigo  866  A  ‐  Excepcionalmente.  pagas  com  atraso  não  superior  a  90  (noventa)  dias.  § 2º ‐ O parcelamento previsto neste artigo obedecerá ao seguinte procedimento:  1  ‐  o  número  máximo  de  parcelas  será  igual  ao  número  de  meses  em  que  os  valores do auxílio tenham sido repassados ao beneficiário.    Artigo 866 C ‐ Caso o incentivo tenha sido concedido na forma no inciso II do artigo  2º  do  Decreto  nº  48.  c) 15% (quinze por cento).  3 ‐ o valor de cada parcela será expresso em número de UFESP’s. para atrasos não superiores a 30 (trinta) dias.  que  o  débito  consolidado  na  data  da  notificação seja reposto na forma do artigo 111 da Lei nº 10.  a  critério  da  Administração. apurado a partir  do valor do débito consolidado dividido pelo número de parcelas requerido.  o  débito  será  consolidado  nessa  data  e  o  interessado  será  notificado para a celebração. se verificado  atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de qualquer das parcelas.  b)  10%  (dez  por  cento). o integrante do Quadro do Magistério Público Estadual poderá requerer. o percentual do desconto em folha poderá ser superior ao previsto no artigo 111 da Lei nº  10.  4  ‐  será  considerado  celebrado  com  a  assinatura  do  termo  de  acordo  e  o  pagamento da primeira parcela.  §  1º  ‐  O  saldo  do  débito  reposto  na  forma  deste  artigo. promover a cobrança judicial correspondente.  §  1º  ‐  Para  os  educadores  que  já  não  mantêm  vinculo  funcional  com  a  Administração a única possibilidade de parcelamento é a prevista no caput deste artigo.261/68.  7  ‐  sem  prejuízo  da  conversão  em  reais  na  data  do  efetivo  pagamento. manifestada em requerimento  próprio. nas Escolas que mantém o Projeto Escola da Família.  6  ‐  será  considerado  rompido.  em  substituição  às  formas  de  pagamento  previstas nesta seção.  poderá  o  educador.

 arts.277/08.277/08)    Artigo  867  ‐  O  servidor  deverá  cursar  pós‐graduação  na  disciplina  do  cargo  que  exerce  ou  pós‐graduação  em  Educação  e.  podendo. SE nº 29/09. de 21 de junho de 1993.  quando  se  tratar  de  Supervisor  de  Ensino.  a  carga  horária  correspondente  às  horas  de  trabalho reduzidas ou a soma do valor de todas as horas reduzidas da jornada de trabalho.  obedecidas as normas legais e regulamentares incidentes na espécie.  com  estrita  correlação  à  sua  área  de  atuação.  em  se  tratando de integrante da classe de docentes.  área  de  supervisão  escolar.  no  caso  de  Diretor  de  Escola.  ou  desenvolvimento  de  metodologias  de  ensino  e  aprendizagem  referentes  à  disciplina  do  cargo  que  exercer.  §  3º  ‐  O  projeto  Bolsa  Mestrado  atenderá  os  candidatos  cujos  projetos  forem  selecionados segundo normas complementares expedidas pela Secretaria da Educação.  que  venha  a  alterar  sua  capacidade  para  o  trabalho.  neste  caso.    Artigo  869  ‐  A  Secretaria  da  Educação  ficará  incumbida  do  acompanhamento  e  avaliação  do  Projeto  Bolsa  Mestrado.  mediante  a  formalização  de  instrumentos  jurídicos  próprios. 4º ao 7º)    Seção IV  Da Readaptação    Artigo 870 ‐ O integrante do Quadro do Magistério poderá ser readaptado.  para  tanto. 4º do Decreto nº 53. c/c o art.298/2003.  aos  vencimentos  dos  beneficiários  e  não  será  considerado  para  cálculo  de  quaisquer vantagens pecuniárias.666. o projeto deverá estar  voltado  especificamente  para  a  área  de  gestão  escolar. em  nenhuma  hipótese.  comprovada  através  de  inspeção  médica.  §  1º  ‐  Quando  o  curso  de  pós‐graduação  tiver  por  objeto  a  disciplina  do  cargo  exercido pelo servidor.  II ‐ débito consolidado ‐ valor do débito acrescido de correção monetária. se o incentivo foi concedido na forma do  inciso  II  do  artigo  2º  do  Decreto  nº  48. o projeto de dissertação ou tese deverá estar dirigido especificamente para  o desenvolvimento de metodologias de ensino e aprendizagem da respectiva disciplina e incluído  nas linhas de pesquisa definidas pela Secretaria da Educação.    Artigo 868 ‐ O incentivo financeiro de que trata esta seção não se incorpora.  (Decreto nº 53.  contar  com  a  colaboração  de  instituições  especializadas.   (Res.    279 .  Artigo 866 D‐ Para efeito do disposto nesta seção.  § 2º ‐ Quando o curso de pós‐graduação for em Educação. arts. 1º a 5º. contada  a partir da data em que ocorreu o motivo de exclusão do beneficiário do programa até a data da  efetiva liquidação do débito. considera‐se:  I  ‐  débito  ‐  a  soma  de  todas  as  parcelas  do  auxilio  financeiro  concedido.  Parágrafo único ‐ A correção monetária será calculada de acordo com a  variação  do valor da UFESP. bem como incluído nas linhas de pesquisa definidas  pela Secretaria da Educação.  em  relação  a  algumas  tarefas  específicas de suas funções. desde  que  ocorra  modificação  no  seu  estado  físico  e/ou  mental.  efetivamente desembolsado em favor do beneficiário ou. em especial a Lei federal nº  8.

 ficar comprovada a ocorrência das modificações previstas no artigo anterior.  poderá  optar. se for o  caso. na unidade designada para sede de exercício.Artigo 871 ‐ A readaptação de que trata esta seção poderá ser proposta:  I – pelo chefe imediato. o readaptado poderá ter exercício  fora  do  âmbito  da  Pasta. fazendo jus. arts.    Artigo 873 ‐ O docente readaptado poderá ser afastado.  quando.  Parágrafo  único  –  O  afastamento  previsto  neste  artigo  somente  poderá  ocorrer  após pronunciamento favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde.  respeitado  o  limite  de  até  2  readaptados  por  unidade escolar ou Diretoria de Ensino.  readaptado.    Artigo 875 ‐ A sede de exercício do readaptado será fixada da seguinte forma:  I – se docente.  no  entanto.  Parágrafo  único  –  O  docente  readaptado  poderá.    280 .  II – exercer a função de Professor Coordenador.  enquanto  perdurarem  os  motivos  que  deram  origem  à  readaptação. 2º.  por  ocasião  da  publicação  da  Súmula de Readaptação.  por  prazo  certo  e  determinado.  § 1º ‐ O limite estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos readaptados da  própria unidade de classificação do cargo ou da função‐atividade. 3º e 4º. à carga suplementar que prestava no momento da readaptação ou  2 – pela média da carga horária dos últimos 60 meses imediatamente anteriores à  readaptação.  o  disposto  no  artigo 874.     Artigo  877  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. será considerado de afastamento do  cargo para fins de substituição.  o número de horas correspondentes à sua jornada ou carga horária de trabalho semanal.  readaptado.  observado. optar:  1 – pela jornada de trabalho docente em que estiver incluído.    Artigo  872  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ficará  obrigado.  (Res.  na  Diretoria  de  Ensino a que se vincula a unidade de classificação do cargo.  III – ser designado para a função de Vice‐Diretor de Escola ou integrante de classe  de suporte pedagógico.  § 2º ‐ Ouvida a CAAS e devidamente autorizado. 1º. SE nº 307/91. permanecer em exercício na Diretoria de Ensino. na mesma unidade de classificação do cargo ou da função‐ atividade.    Artigo 876 ‐ O período em que o titular de cargo de classes de suporte pedagógico.  através  de  inspeção  de  saúde  para  fins  de  licença  ou  aposentadoria. SE nº 26/97)    Artigo 874 ‐ O readaptado cumprirá. justificando a medida ou  II  –  pelo  DPME. na unidade escolar de classificação do cargo ou da função‐atividade  e   II  –  se  titular  efetivo  de  cargo  de  classes de  suporte  pedagógico. com a redação dada pela Res.  a  cumprir  o  Rol  de  Atribuições  constante da Súmula de Readaptação. no âmbito da Secretaria  da Educação para:  I – integrar o Módulo das Diretorias  de Ensino.  por  mudança  de  sede  de  exercício.  anualmente.

010/07. deverá:  I  –  perceber  salário  correspondente  à  carga  horária  fixada  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 874.  II – se estável ou ocupante de função‐atividade: ampliar a carga horária semanal  de trabalho. união de cônjuges ou títulos.     Artigo  884  –  O  docente  que  tiver  processo  de  readaptação  em  tramitação.  em  relação aos readaptados.  II  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade  declarado  estável  nos  termos  da  Constituição  Federal/88.  inscrever‐se em concurso público de remoção por permuta.    Artigo 883 – O tempo de serviço prestado na condição de readaptado poderá ser   considerado no campo de atuação para efeito de classificação no processo anual de atribuição de  classes e aulas. até seu aproveitamento.  enquanto  permanecer  na  condição de readaptado. até seu aproveitamento.    Artigo  881  –  Cessada  a  readaptação  do  docente.  no  decorrer  do  ano.  os  funcionários  e  servidores  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico. e 15)    Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno    Artigo  885  ‐  Farão  jus  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno.  anualmente.  do  281 .    Artigo  879  –  As  aulas  e/ou  classes  de  Professor  Educação  Básica  I  e  Professor  Educação Básica II serão liberadas após a publicação da Súmula de Readaptação de seus titulares . SE nº 90/05. 13.  e  na  impossibilidade de aproveitamento imediato. e  II  –  inscrever‐se. SE nº 307/91.  será  declarado  adido  e  perceberá  vencimentos  correspondentes à jornada de trabalho na qual está incluído. arts.Artigo  878  ‐  Compete  ao  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos.  enquanto  perdurar  a  readaptação. nº 706/93. 14 c/c o art. deverão ser tomadas as seguintes provi‐dências:  I  –  se  titular  de  cargo. quando se tratar  de docente categoria F. c/c a Lei Compl.    Artigo  882  –  Fica  vetado  ao  titular  de  cargo.  (Res.ou iniciará período de interrupção de exercício. com a redação  dada pela Res.  não  poderá:  I – se titular de cargo:  a) ampliar a jornada de trabalho e  b) substituir outro docente com carga horária superior.  III  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade. 8º da Res. expedir portaria de:  I – classificação de unidade – sede de exercício e  II – mudança de sede de exercício. exclusivamente para efeito de classificação. inciso III.  perceberá  salário  pela  carga  horária  de  10  (dez)  horas  semanais  ou  50  (cinqüenta) horas mensais. abrangido pela Lei Complementar nº 1. 5º ao 12.  quando  do  processo  de  atribuição  de  classes  e/ou  aulas.  será  dispensado  nos  termos  do  artigo 35. da Lei 500/74. SE nº 26/97.    Artigo  880  –  O  docente  ocupante  de  função‐atividade.

 por 240 (duzentas e quarenta) horas.    Artigo  889  ‐  O  funcionário  ou  servidor  do  Quadro  do  Magistério  não  perderá  o  direito  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno.    Artigo 887 ‐ Para fins de pagamento de que trata o artigo 85 da Lei Complementar  nº 444/85. no período noturno.  como  se  em  exercício  do  cargo  ou  função‐atividade  estivessem. SE nº 82/86.    Artigo  891  ‐  Aplicam‐se  as  disposições  desta  seção  aos  readaptados. a Gratificação será  calculada sobre o valor que corresponder às horas de serviço prestadas no período noturno. fará jus ao pagamento relativo ao período de  férias na base de 1/12 (um doze avos) do valor percebido por mês de serviço prestado. gala. arts. que atuam no período noturno.Quadro do Magistério.  (Res.  conforme  estabelece  o  artigo  84  da  Lei  Complementar nº 444/85. faltas abonadas. o  substituto será considerado dispensado em 31  de dezembro do ano anterior. de 27‐12‐85. júri. 1º ao 7º)    Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias    Artigo  892 ‐ O docente ocupante de função‐atividade dispensado nos termos  do  inciso I ou II do artigo 26 da LC nº 444. no período noturno. não serão consideradas as horas fracionadas.  Parágrafo único – Quando o titular reassumir o exercício no 1º dia útil do ano.  § 2º ‐ Para apuração do total de horas mensais de integrante de classe de suporte  pedagógico será aplicada a seguinte fórmula:  1 – total semanal de horas prestadas dividido por 5 (cinco) e multiplicado por 30  (trinta)  2 – do resultado da multiplicação deve ser considerado apenas o número inteiro. por meio de informação mensal à Secretaria da Fazenda.  § 1º ‐ O cálculo do valor de hora será resultado da divisão do valor do padrão em  que estiver enquadrado o funcionário.  integrantes  do Quadro do Magistério.  licença‐ prêmio. serviços obrigatórios  por lei e de outros afastamentos que a legislação considere como de efetivo exercício para todos  os efeitos legais.  quando  se  afastar  em  virtude  de  férias.  §  3º  ‐  O  pagamento  do  Supervisor  de  Ensino  será  efetuado  com  freqüência  vencida.    Artigo  890  –  Entenda‐se  como  outros  afastamentos  que  a  legislação  considere  como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. enquanto atuarem no ensino fundamental e médio das unidades escolares  da Secretaria da Educação.    Artigo 888 ‐ Para o integrante de classe de suporte pedagógico.  desprezadas as frações.    Artigo 886 ‐ Considerar‐se‐á trabalho noturno aquele que for realizado no período  das  19  (dezenove)  horas  às  23  (vinte  e  três)  horas. nojo. consideradas as horas inteiras  efetivamente trabalhadas nas unidades escolares. licença para tratamento de saúde.    282 . aqueles em que o funcionário ou servidor  continuam  a  perceber  o  vencimento.

 será feita por meio da carteira funcional  ou demonstrativo de pagamento do mês em  curso. ainda que sobre o seu preço incidam descontos ou atividades promocionais. art.  Parágrafo  único  ‐  O  cálculo  e  o  pagamento  de  que  tratam  os  artigos  anteriores. SE nº 15/90. será considerado o período compreendido entre  os meses de janeiro a dezembro do ano base.  cinematográficos.  circenses. arts. art.  atividades  sociais  recreativas  e  quaisquer  outros  que  proporcionem  lazer  e  entretenimento. 2º e 3º)    Seção IX  Do Adicional de Transporte    Artigo  898  ‐  O  adicional  de  transporte. do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação.  no  período em  que esteve afastado.858/01.  praças  desportivas  e  similares.  § 1º ‐ Aplica‐se o disposto no caput e inciso I deste artigo a docente em gozo de  licença à gestante.  instituído  pelo  artigo  2º  da  Lei  Complementar nº 679.  Parágrafo  único  –  A  meia‐entrada  corresponderá  sempre  à  metade  do  valor  do  ingresso cobrado. e  II – as férias indeferidas por absoluta necessidade do serviço.  por  ocasião  do  retorno  ao  exercício  das  funções  docentes. 2º e 3º)    Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes    Artigo  894  –  Ao  professor  afastado  para  exercer  outras  atividades. SE nº 306/89)     Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada    Artigo  895  ‐  É  assegurado  o  pagamento  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  realmente  cobrado  para  o  ingresso  em  casas  de  diversões.  (Resolução SE nº 289/86. 1º. e destina‐se a indenizar parte das  283 . alterado pela Res. ao reassumir suas funções. entregar ao superior imediato  os  expedientes que  retratem  a  sua situação funcional.  para  os  efeitos  desta  seção.  fica  assegurado. SE nº 145/86.  serão efetuados automaticamente pela Secretaria da Fazenda.  atendido o interesse do ensino:  I – as férias regulamentares do exercício.  (Lei nº 10.    Artigo  896  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversões.  § 2º Cabe ao docente.  teatrais. 1º. no período de férias estabelecido pelo calendário escolar. de 22 de julho de 1992. com a redação dada pela Res. quanto  ao gozo  de férias. ainda não gozadas.Artigo 893 ‐ Para fins de cálculo. 1º.  aos  professores da rede pública estadual de ensino.  os  estabelecimentos  que  realizaram  espetáculos  musicais.    Artigo  897  ‐  A  prova  da  condição  prevista  no  artigo  895  para  recebimento  do  benefício.  (Res. sendo o pagamento efetuado no mês de fevereiro  do ano subseqüente.  artísticos.  o  direito  de  usufruir. será devido ao Supervisor de Ensino e ao Diretor  de Escola.

  284 .    Artigo  899  ‐  É  condição  essencial  para  a  concessão  do  benefício  a  apresentação  prévia do plano de trabalho mensal.  deverá  ser  justificado  perante  o  superior  imediato.  nojo e júri.  a  quem  caberá  decidir  pela perda parcial ou total da vantagem.    Artigo  905  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  ao  funcionário  que  exerça  substituição nas classes de Supervisor de Ensino e de Diretor de Escola.  II – 10% (dez por cento) do padrão inicial da classe para o Diretor de Escola.    Artigo  904  – Sobre  o  adicional  de transporte não  incidirá  vantagem  de  qualquer  natureza. 1º ao 8º)    Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador    Artigo  906  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" dirige‐se aos professores e outros profissionais da área da educação. arts. o  termo lavrado pelo Supervisor de Ensino quando de visita às escolas. tais como  faringite.  Parágrafo único – Serão considerados instrumentos de avaliação.  no  caso  de  descumprimento parcial do plano de trabalho. bursite. nem se incorporará aos vencimentos para nenhum efeito.796/92. inclusive faltas abonadas. dermatite e outras.  (Decreto nº 35.    Artigo 903 ‐ O benefício de que trata esta seção não será computado no cálculo de  quaisquer vantagens.despesas  de  locomoção  realizadas  no  desempenho  das  atribuições  próprias  dos  cargos.  Parágrafo único – O descumprimento parcial do plano de trabalho de que trata o  inciso  II  deste  artigo. bem como as metas contidas  no Plano de Gestão da escola elaborado pela direção da unidade. dentre outros.    Artigo 901 ‐ O descumprimento do plano de trabalho mensal acarretará:  I – perda total da  vantagem. gala. no caso de seu descumprimento  integral.  correspondendo a:  I – 20% (vinte por cento) do padrão inicial da classe para o Supervisor de Ensino. até o segundo dia útil do mês. férias. referente ao mês.  II  –  redução  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  da  vantagem.    Artigo 902 ‐ O funcionário perderá o direito ao adicional de transporte na hipótese  de afastamento.    Artigo  907  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" tem por objetivos:  I ‐ informar e esclarecer os professores e outros profissionais da área da educação  sobre a possibilidade da manifestação de doenças decorrentes do exercício profissional.  bem como a avaliação do seu cumprimento. licenças e ausências de qualquer natureza.    Artigo 900 ‐ Cabe ao superior imediato a aprovação do plano de trabalho mensal.

  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.  (Lei nº 12.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo. 81.  trens  metropolitanos  e  Metrô.    Artigo  910  ‐  As  atividades  voltadas  à  reflexão  sobre  a  violência  contra  os  educadores serão organizadas conjuntamente pelas entidades representativas dos profissionais da  educação.    Artigo 914 – A Carteira de Transporte Escolar Metropolitano permitirá a aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus. art.875/05.  instituído por ato do Secretário dos Transportes Metropolitanos. voltadas ao combate à violência contra os profissionais da  educação que nela trabalhem. arts.  e  membros das comunidades respectivas. 1º.II ‐ orientar sobre os métodos e formas preventivas de combate a referidos males.  III ‐ encaminhar o profissional enfermo para o adequado tratamento das moléstias  de que seja vítima em virtude da profissão.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência. que possa comprometer sua incolumidade.    Artigo  911  ‐  A  Política  de  que  trata  esta  seção  poderá  contar  com  o  apoio  de  instituições públicas voltadas ao estudo e combate à violência.  que  congreguem  educadores. com a redação dada pelo Decreto nº 30. 1º e 2º)    Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São  Paulo    Artigo  908  –  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo observará as disposições desta seção. nos dias letivos.  III  –  implementar  medidas  preventivas  e    cautelares  em  situações  nas  quais  os  educadores estejam sob risco de violência.  poderão  obter  junto  à  direção  das  unidades  escolares  a  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano. 3º e 5º)    Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  912  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens.  Conselhos de Escola  e entidades da comunidade interessadas em  contribuir  com este  processo.  II  –  desenvolver  atividades  nas  escolas. arts.048/05. seja no ambiente escolar ou em suas imediações.  (Lei nº 11.945/89)    Artigo  913  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.  alunos.  mediante  a  utilização  de  285 . 2º.     Artigo  909  ‐  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo tem os seguintes objetivos:  I – estimular a reflexão nas escolas e respectivas comunidades acerca da violência  que tem atingido os educadores.

 art. 1º. em local de fácil acesso a todos os alunos do estabelecimento de ensino.408/04.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários.  apurado  pelo  referido  Conselho  Deliberativo. arts. de vidros. arts. nas  escolas públicas estaduais.  aos  fins  declinados  no  inciso  III  do  artigo  4º  do  Decreto nº 12. 2º. pela Res.  pelo  maior  preço. cartões ou outros meios de acesso.  de  acordo  com  as  prioridades  da  unidade  escolar. SE nº 179/93. de forma gradativa. bilhetes magnéticos.  Parágrafo  único  –  O  valor  resultante  da  comercialização  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. de metais e de outros materiais recicláveis. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano.740/97.1º e 2º)  (•) O Decreto nº 12.    Artigo  918  ‐  O  Conselho  Deliberativo  da  Associação  de  Pais  e  Mestres  de  cada  estabelecimento  de  ensino  da  rede  estadual  promoverá  a  venda. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  II –  cadastrar  os  professores interessados.983/78 foi alterado pelo Decreto nº 48. lixeiras em número suficiente para receber separadamente os detritos  de plásticos. de papéis. 1º e 2º)    Seção II  Das Lixeiras Seletivas    Artigo 917 ‐ O Governo do Estado de São Paulo instalará. utilizando o formulário  fornecido pela  Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.  será  destinado  obrigatoriamente.  (Res. 286 .983(•).306/99. pela Secretaria da Educação. alt.passes. SE nº 179/93. SE nº 133/03)      TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR    CAPÍTULO I  DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos    Artigo  916  –  A  instalação  de  telefones  públicos  será  obrigatória  em  todas  as  unidades escolares da Rede Estadual de Ensino.  (Lei nº 10.  Parágrafo  único  ‐  O  telefone  público  deve  ser  instalado  no  pátio  da  unidade  escolar. de 15 de dezembro de 1978.  (Res. SE nº 133/03)    Artigo 915 ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção. por meio da EMTU/SP. art.  do  material  reciclável que for recolhido.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU. com a redação dada pela Res.  (Lei nº 9.

 1º.  de  que  trata  este  artigo.  deverão  ser  adquiridos  mediante  a  freqüência  obrigatória  ao  curso  de  Bombeiro  Auxiliar. art. mediante a apresentação de atestado de freqüência  expedido  pelo  Corpo  de  Bombeiros  da  Polícia  Militar  será  considerado  presente  para  todos  os  efeitos  legais  no  estabelecimento  de  ensino  durante  o  período  que  freqüentar  o  curso.  cartazes  ou  placas.092/81. ministrado pela Polícia Militar do Estado. arts. as drogas e o álcool causam à saúde. 1º)    Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool. neles se encontrem tratando de assuntos  de seu interesse.Seção III  Do Combate a Incêndios    Artigo  919  –  Nas  cidades  onde  existam  unidades  do  Corpo  de  Bombeiros.  e  em  especial  as  unidades  escolares.  (Lei nº 11. de quaisquer espécies. art.  §  1º  ‐  A  vedação  de  que  trata  este  artigo  abrange  a  prática  de  fumar  cigarros.  não  sofrendo qualquer prejuízo nos vencimentos e nas demais vantagens de seu cargo. indireta e fundacional do Estado.  § 2º ‐ O disposto nesta subseção aplica‐se igualmente às pessoas que. por intermédio de seu Corpo de Bombeiros.  os  estabelecimentos de ensino fundamental e médio deverão manter entre os seus funcionários pelo  menos um com conhecimento sobre prevenção e combate a incêndios. ou produtos utilizados na respectiva fabricação. à família e à sociedade.  (Lei nº 11. não tendo a  condição de servidores dos órgãos por ela abrangidos. Drogas e Tabaco  Subseção I  Da Advertência quanto ao Prejuízo Causado pelas Drogas    Artigo  920  ‐  Todos  os  órgãos  da  Administração  Pública  Direta  e  Indireta. 3º e 4º)            287 .  (Lei nº 3.  alertando  quanto  aos  prejuízos que o tabaco.  esportivas  e  de  saúde.    Artigo 922 ‐ Os responsáveis pelos recintos e dependências dos órgãos e entidades  abrangidos  por  esta  subseção  providenciarão  a  divulgação  da  proibição  nela  contida.  §  1º  ‐  Os  conhecimentos  sobre  prevenção  e  combate  a  incêndios.  § 3º ‐ O funcionário indicado. 1º)    Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos    Artigo  921  ‐  É  proibido  fumar  nas  dependências  e  recintos  dos  órgãos  da  administração pública direta.388/03.  charutos e cachimbos.  §  2º  ‐  Caberá  ao  Diretor  ou  responsável  pela  unidade  de  ensino  indicar  o  funcionário que deverá freqüentar o curso de que trata o parágrafo anterior.  devem  manter  em  caráter  permanente  faixas. em locais visíveis. nas unidades por ela alcançadas.  mediante  afixação de cartazes.  em  locais  de  maior  circulação  e  destaque.540/03.

 1º. corredores e áreas de esporte e deverão ter medida não inferior  a 40 cm por 30 cm.  descumprimento  do  disposto  no  artigo  241.   II ‐ piscinas. de 19 de maio de 2008.    Artigo 925 ‐ A inobservância da lei configurará.  banheiros.  Parágrafo  único  ‐  O  Poder  Executivo  providenciará  a  colocação  de  cartazes  alertando para estas proibições.016/08)    Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar    Artigo  926  ‐  Os  alunos  do  ensino  fundamental  e  médio  das  escolas  públicas  ou  privadas ficam proibidos de fumar cigarros de qualquer espécie nos recintos das escolas. 4º e 5º c/c a Lei nº 13.261.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  permitida  a  venda  desses  produtos  nas  escolas  de  ensino fundamental e médio.016/08)    Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola    Artigo  928  –  A  comercialização  de  isqueiros  que  utilizem  gás  combustível.760/97.  288 . áreas de lazer.  o  termo  de  anuência  deverá ser assinado pelo próprio aluno. 2º.845/81.  bem  como suas recargas é proibida. arts. 2º e 3º c/c a Lei nº 13. para menores de 18 (dezoito) anos.  da  Lei  nº  10. sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal e  das definidas em normas específicas:  I ‐ multa. pátios.  II ‐ apreensão do produto. 1º.    Artigo  924  ‐  É  vedado  fumar  nas  praças  esportivas  pertencentes  ao  seguintes  locais:    I ‐ pistas de atletismo.  (Lei nº 2.  (Lei nº 9.    Artigo  929  ‐  O  estabelecimento  infrator  das  disposições  desta  subseção. para os que forem funcionários ou  servidores. mesmo  nos pátios e áreas de lazer.  §  2º  ‐  No  caso  de  alunos  com  mais  de  18  (dezoito)  anos.  inciso  II.  de  28  de  outubro de 1968 e Lei nº 13.  ficará  sujeito às seguintes sanções administrativas.  III ‐ quadras.016. arts.  § 1º ‐ As escolas deverão afixar em local visível os avisos indicativos de proibição e  os responsáveis pelos alunos menores deverão assinar o termo de anuência.    Artigo 927 ‐ Os avisos indicativos deverão ser afixados em todas as salas de aula.Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas    Artigo  923  ‐  E  vedado  ao  professor  fumar  no  recinto  do  estabelecimento  de  ensino.

 alt.  professores  e  servidores  públicos. 3º e 4º. arts. 3º e 4º)    Artigo 931 ‐  A comercialização de cola que contenha solvente à base de tolueno é  proibida. art.   (Decreto nº 52.  Parágrafo  único  ‐  As  sanções  previstas  serão  aplicadas  pela  autoridade  administrativa.  (Lei nº 6. parágrafo único do art.  289 .    Artigo  930  ‐  Em  toda  propaganda  do  referido  produto. do estabelecimento ou da atividade. e  IV ‐ intervenção administrativa. arts. 1º e Decreto nº 52.   II ‐ disciplinar o uso do telefone celular fora do horário das aulas.877/94. prejudicando seu aprendizado e sua socialização. bem como a  indicação de seu consumo.     Artigo 935 ‐ Caberá à direção da unidade escolar:   I  ‐  adotar  medidas  que  visem  à  conscientização  dos  alunos  sobre  a  interferência  do telefone celular nas práticas educativas.  deverá  ser  colocada  a  seguinte inscrição: “A deliberada inalação deste produto pode causar a morte”. 2º)    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA    Seção I  Do Programa de Segurança Escolar    Artigo  936  ‐  O  Programa  de  Segurança  Escolar  será  desenvolvido  de  forma  integrada  pela  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  pela  Secretaria  da  Educação. 2º. total ou parcial.III ‐ interdição. 1º.   III ‐ garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição. 1º.    Artigo 932 ‐ A fixação de cartazes ou propagandas de cola que contenha solvente  à base de tolueno é proibida nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio. 1º e art.  nas  áreas  contíguas  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.    Artigo  933  ‐  Nas  embalagens  de  cola  à  base  de  solvente  de  tolueno  deverá  constar. podendo ser ministradas cumulativamente. de forma visível a seguinte inscrição: “a inalação deste produto pode causar a morte”. para menores de 18 (dezoito) anos.625/08.762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas    Artigo  934  –  Os  alunos  estão  proibidos  de  utilizar  telefone  celular  nos  estabelecimentos de ensino do Estado.  assim  como  à  travessia  de  escolares. durante o horário das aulas.  (Lei nº 12. caput do art.  objetivando  a  adoção de toda medida de prevenção geral ao uso e tráfico de drogas. pela Lei nº 9. de proteção a estudantes.625/08. 1º)  Parágrafo único ‐ A desobediência ao contido no caput deste artigo acarretará a  adoção de medidas previstas em regimento escolar ou normas de convivência da escola.730/07.  (Lei nº 8.210/88.

 manterá entendimento com as Prefeituras Municipais respectivas.  b) gasolina.642/88.Parágrafo  único  ‐  Compete  à  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  à  Secretaria  da  Educação.  objetivando  a  tranqüilidade  de  professores.  290 . arts.  art.    Artigo  942  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública. de acordo com planos e ordens do escalão superior:  I ‐ na Capital.  e) animais vivos ou embalsamados.  pais  e  alunos  de  modo a evitar o mau uso das cercanias das escolas por parte de:  I ‐  vendedor ambulante. 2º e 3º)    Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança    Artigo  940  –  O  perímetro  escolar  de  segurança  refere‐se  à  área  contígua  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual. querosene ou qualquer substância inflamável ou explosiva. quaisquer produtos farmacêuticos e ervas medicinais. 3º e Decreto nº 41.  d) bebidas com qualquer teor alcoólico.  1º.552/97.  III ‐  exercer o comércio sem a competente credencial. determinará  quais as áreas prioritárias para a execução do Programa.  c) fogos de artifício.    Artigo 941 ‐  O perímetro escolar de segurança tem prioridade especial nas ações  de  prevenção  e  repressão  policial.  com  a  alteração  introduzida  pelo  Decreto  nº  41. e art. onde não houver regra estabelecida. mediante resolução.  II ‐ pessoa estranha à comunidade escolar.    Artigo 938 ‐ Compete às organizações policiais militares de policiamento feminino  a  execução  do  Programa  de  Segurança  Escolar  nos  estabelecimentos  de  ensino  da  rede  pública  estadual.  d)  instalar telefones nas unidades escolares.  II ‐ prever recursos para:  a)  iluminar e murar adequadamente as unidades escolares.  aos  respectivos  Comandantes de Policiamento de Área. a proibição de:  I  ‐  fixação  a  menos  de  100  (cem)  metros  de  qualquer  portão  de  acesso  a  estabelecimento de ensino.  c)  dotar as unidades escolares de sistema de alarme.    Artigo 937 ‐ Compete à Secretaria da Educação:  I ‐ apresentar a relação das unidades escolares a serem atendidas.    Artigo 939 ‐ O Secretário da Segurança Pública. visando a  disciplinar.  b)  imprimir e distribuir material didático relativo à segurança escolar.  II  ‐  no  Interior  e  demais  Municípios  da  Grande  São  Paulo.552/97.  (Decreto  nº  28. ao Comando de Policiamento Feminino.  II ‐ pessoa física capaz de estabelecer‐se com “ponto fixo” de comércio. adotarem as providências necessárias à execução do programa.  IV ‐ comércio com:  a) medicamentos. conectado à Polícia Militar.  em  relação  a  toda  e  qualquer  atividade ambulante.

  II  ‐  distribuição  ou  exposição  pública  de  escrito. em todo o Estado.    Artigo  943  ‐    A  Secretaria  da  Segurança  Pública  adotará  providências  junto  aos  órgãos  competentes  para  o  fiel  cumprimento  do  Decreto  nº  62. 3º.  inclusive  de  fitas  de  vídeo.688.  pintura. 1º. possibilitando sua visualização a  distância.  g) embutidos e laticínios.  possibilitando sua visualização a distância.  escrita  com  letras  garrafais.  com  especial atenção aos seguintes dispositivos penais:  I ‐ prática de ato obsceno (artigo 233 do Código Penal Brasileiro). 2º.  desenho.  (Decreto nº 28.  de  16  de  janeiro  de  1968  (Regulamento  do  Código  Nacional  de  Trânsito). jóias e óculos.  situadas  até  100  (cem)  metros  de  prédios  escolares  não  poderão  expor  e  nem  comercializar material de cunho erótico.  II  ‐ estabelecer limites de velocidade.  § 1º ‐ A divulgação de que trata o caput deverá ser exposta em lugares visíveis ao  público.f) pastéis. art.  embarque  ou  desembarque  de  passageiros.  III ‐ desobediência a ordem legal (artigo 330 do Código Penal Brasileiro).  de  12  de  outubro  de  1976).  j) relógios. objetivando:  I ‐ instituir sentido único de trânsito.  IV  ‐  tráfico  de  entorpecentes  (artigo  12  da  Lei  nº  6.  revistas  e  de  outras  publicações. arts.  291 . churrasquinhos.  i) frutas retalhadas. impróprio a crianças e adolescentes.643/88. lingüiças e carnes de quaisquer espécies. de 3 de outubro de 1941).368. escrita com letras garrafais.    Artigo  944  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública  determinará  quais  as  escolas  abrangidas  pelas  disposições desta  seção.  h)  doces  e  guloseimas  que  não  estejam  devidamente  embalados. quando possível.  (Lei nº 10.  § 2º ‐ Junto ao número do Disque Denúncia deverá constar a seguinte frase: "Sigilo  absoluto para quem faz a denúncia".  com  indicação  visível de sua origem na embalagem.875/01.  bem  como  disporá  sobre  a  forma  de  atuação  de  seus  órgãos  visando  ao  indiciamento  dos  infratores  da  legislação  referida  no  artigo  anterior. salvo se protegido  com embalagem opaca. 1º)    Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia    Artigo 946 ‐ É obrigatória a divulgação do número do Disque Denúncia em escolas  e hospitais públicos.  notadamente  nas  entradas  principais  de  circulação.  mediante  fixação  de  locais. 4º e 5º)    Artigo  945  ‐  As  bancas  de  jornais. e   III  ‐  determinar  restrições  de  uso  das  vias  ou  parte  delas.127.  V  ‐  exercício  ilegal  de  profissão  ou  atividade  (artigo  47  da  Lei  Contravenções  Penais ‐ Decreto‐lei nº 3.  estampa  de  qualquer objeto obsceno (artigo 234 do Código Penal Brasileiro).  especialmente  quanto  à  regulamentação  do  uso  de vias públicas (inciso I do artigo 37).  horários  e  períodos  destinados  ao  estacionamento.

    Artigo 948 ‐ As Prefeituras Municipais que desejarem utilizar as dependências das  escolas estaduais para as finalidades previstas no artigo anterior deverão requerer a autorização  da Secretaria da Educação. 2º e 3º)    Artigo  949  ‐  Para  obtenção  da  autorização. quando não estiverem previstas atividades escolares.    Artigo  950  ‐  O  Diretor  da  Escola  e  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  adotarão  as  medidas necessárias.  informando as  dependências que serão utilizadas. inclusive  pelo ressarcimento de eventuais danos. arts.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  das  atividades  previstas  no  inciso  III  deste  artigo. deverão ser prestadas as seguintes informações:  1 ‐ indicação detalhada da atividade a ser desenvolvida. arts. 2º e 3º)      CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares  para Encontros de Caráter Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas     Artigo 947 ‐ As dependências das unidades escolares da rede estadual de ensino  poderão  ser  cedidas  para  a  realização  de  eventos  de  caráter  cultural. 1º.  (Res.  §  1º  ‐  A  cessão  de  uso  das  dependências  das  unidades  escolares  será  regulamentada por convênio a ser estabelecido entre as partes. SE nº 229/95. arts. 1º.  III ‐ programação das atividades de natureza cultural. 4º e 7º c/c a Lei nº 10.  as  entidades  mencionadas  no  artigo  anterior deverão entregar ao Diretor da unidade escolar os seguintes documentos:  I  ‐  requerimento  endereçado  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  da  área  onde  se  localiza a escola. SE nº 229/95. 1º.  (Lei nº 3.  acompanhado  do  ato  próprio  que  o  capacitou.853/05.  do  qual  conste  compromisso  de  devolução  do  prédio no estado anterior à cessão e de ressarcimento por eventuais danos.(Lei nº 11. recreativa ou desportiva e   IV  ‐  termo  de  responsabilidade  assinado  pelo  representante  legal  da  entidade. bem como  à conservação dos próprios estaduais.  §  3º  ‐  Poderá  ser  concedida  a  cessão  de  uso  de  dependências  escolares  às  Associações de Pais e Mestres ou a outras entidades legalmente constituídas.309/99)  292 .  §  2º  ‐  Entre  as  cláusulas  do  convênio  deverá  constar  a  que  atribua  à  cessionária  total responsabilidade pela devolução do local cedido nas condições em que o recebeu.  II ‐ prova de sua constituição legal. arts. especificando os objetivos  que se pretende alcançar e   2  ‐  dia  e horário do início e término da cessão do prédio escolar. 2º e 3º e Res.730/83.  bem  como  para  práticas  recreativas ou desportivas. visando à fiscalização das atividades de que trata esta resolução.

  e  na  sua  impossibilidade.  (Lei nº 9.  será  responsável  diretamente  pela  expedição  de  autorização  para uso de prédio escolar.326/99.  gratuitamente. arts.  centros  de  difusão. políticos. SE nº 229/95. par.309/99. não cabe ao Conselho nortear a cessão em  função de critérios discriminatórios. 2º)    Artigo 954 – As atividades lucrativas só serão autorizadas se forem realizadas por  entidades públicas de caráter social ou filantrópico com destinação social comprovada. art. educacional e recreativo.  Parágrafo  único  ‐  As  atividades  a  serem  desenvolvidas  para  o  cumprimento  do  disposto nesta seção deverão ter  caráter de aprendizado esportivo.  quando desvirtuada a finalidade da cessão. arts. nas Escolas Públicas e  outras  dependências  públicas  estaduais.  objetivando a divulgação. desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade sobre o  patrimônio escolar. econômicos ou culturais. art.    Artigo  956  ‐  O  Estado. e 2º)    Seção II  Dos Centros de Difusão.  por  meio  de  seus  órgãos  competentes.309/99. 1º e 2º)              293 .  (Res.  aprendizado  e  práticas  esportivas.  ensino.  (Lei nº 10. Ensino.  para  entidades  filantrópicas  e  privadas.  (Lei nº 10.465/96. Aprendizado e Práticas Esportivas    Artigo 957 – O Governo do Estado está autorizado a criar. único do 2º)     Subseção II  Da Cessão de Uso de Espaços Livres de Próprios Públicos para Campanhas contra as Drogas    Artigo  955  –  O  Poder  Executivo  está  autorizado  a  ceder.    espaços  livres  existentes  em  seus  próprios  estaduais. de campanhas  acerca dos perigos das drogas  para nossa sociedade.  objetivando  o  fiel  cumprimento do disposto nesta subseção.  Artigo  951  –  O  Conselho  de  Escola  de  cada  unidade  escolar.  poderá  celebrar  convênios  com  entidades  públicas  e  privadas.  nacionais  e  internacionais. em caráter permanente.309/99. 8º)    Artigo  953  ‐  Desde  que  a  atividade  não  prejudique  o  funcionamento  normal  da  escola no período de aula ou de atividades curriculares.  (Lei nº 10. 1º.  (Lei nº 10.  caput do art. 1º)    Artigo 952 ‐ A autorização de utilização das dependências escolares será cassada.  a  direção  escolar. quer sejam eles religiosos.

 2º)    Artigo 961 ‐ Para a consecução dos objetivos do Programa a que se refere o artigo  anterior  serão  implantados  espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede  pública  de  ensino  para  desenvolvimento  de  atividades  que  atendam  aos  interesses  de  crianças.  esportivas  e  de  arte‐educação. art.166/99. alunos  e representantes da comunidade ligada a cada escola.  Parágrafo  único  –  Os  espaços  de  convivência  de  que  trata  este  artigo  devem  estimular  o  desenvolvimento  de  uma  cultura  voltada  à  organização  da  população  local  e  ao  trabalho  coletivo  em  ações  de  prevenção  à  violência.  bem  como  dos  membros  da  comunidade.  (Lei nº 10.  dirigidas  às  crianças. aí incluídos  o  corpo  docente  e  os  servidores  operacionais  da  rede  de  ensino.  aos adolescentes e à comunidade.  Parágrafo  único  –  Os  Grupos  de  Trabalho  tratados  no  inciso  I  deste  artigo  serão  abertos e formados por professores.  II  –  desenvolver  ações  educativas  e  de  valorização  da  vida.  V – garantir a formação de todos os integrantes do Grupo de Trabalho.312/99. pais.    Artigo  963  ‐  As  ações  implementadas  nos espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede pública de ensino assegurarão oportunidades para:  294 .  Parágrafo  único  –  Será  priorizada  a  implantação  nas  escolas  que  apresentem  maiores índices de violência.  moradores do bairro e líderes das comunidades.    Artigo  962  –  Nos  espaços  de  convivência  de  que  trata  o  artigo  anterior  serão  implementadas  atividades  culturais.  pais. 1º)    Artigo 960 ‐ São objetivos do Programa:  I – formar Grupos de Trabalho vinculados aos Conselhos de Escola para atuar na  prevenção da violência nas escolas.  socializando  informações  e  experiências de diferentes naturezas e ampliando ações de apoio ao exercício da cidadania.  em  perfeita  sintonia  com  a  proposta  de  trabalho da unidade escolar.312/99.  adolescentes. art. preparando‐os para a prevenção da violência na escola.  IV – desenvolver ações que fortaleçam o vínculo entre a comunidade e a escola.  (Lei nº 10. especialistas da área de educação.  com  vista  a  garantir o exercício pleno da cidadania e o reconhecimento dos direitos humanos.  III  –  implementar  ações  voltadas  ao  combate  à  violência  na  escola.  entidades  da  sociedade  e  comunidades locais. analisar suas causas e apontar possíveis soluções. funcionários.  (Decreto nº 44. art.Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária    Artigo  958  –  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas será implantado na rede pública de ensino no Estado  de São Paulo. 1º)    Artigo  959  ‐  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas da rede pública de ensino no Estado de São Paulo  será  desenvolvido  com  a  participação  das  Secretarias  de  Estado.

 4º e 5º)    Seção IV  Do Programa Escola da Família  Subseção I  Da Instituição e Objetivos    Artigo 965 – O Programa Escola da Família – desenvolvimento de uma cultura de  paz  no  Estado  de  São  Paulo. arts. que lhes assegurem.  em  relação  ao  Programa  Interdisciplinar e de Participação Comunitária para Prevenção e Combate à Violência nas escolas  da rede pública de ensino no Estado de São Paulo:  I – coordenar as ações do Programa.  II  ‐  assegurar  nas  escolas  públicas  estaduais.   (Decreto nº 44.781/04. 1º)  Parágrafo  único  ‐  A  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família. pela reformulação  e ampliação dos objetivos anteriormente propostos e pela adequação às novas normas de gestão  que fundamentam os procedimentos ora vigentes.  instituído  pelo  Decreto nº 48.  como  organizações  não  governamentais.  empresas  públicas  ou  privadas.I – reflexão e discussão de valores e questões comuns a jovens e adolescentes e de  problemas enfrentados pela comunidade.  espaços  abertos  aos  diferentes  segmentos da comunidade.  (Decreto nº 48. SE nº 18/10.  com  o  objetivo  de  desenvolver  e  implementar  ações  de  natureza  preventiva  destinadas  a  reduzir  a  vulnerabilidade  infantil  e  juvenil. se viabilizará. art. bem como demais Secretarias de Estado e Municípios do Estado de São Paulo.  esporte  e  trabalho  ‐  ampliando‐lhes seu horizonte cultural.  295 . oportunidades de vivência  de  ações  construídas  a  partir  de  quatro  eixos  norteadores  ‐  cultura.  sindicatos. lúdico.  instituições  de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. a partir do ano de 2010. nos finais de semana. 3º.  será  implantado  em  escolas  da  rede  pública  estadual. poderá contar com:  I  ‐  o  apoio  e  o  estabelecimento  de  convênios  e  parcerias  com  diferentes  segmentos  sociais.  saúde.  III  ‐  construir  e  apoiar  ações  de  voluntariado  e  solidariedade. esportivo e de qualificação profissional.  II  –  estabelecer  as  diretrizes  e  os  procedimentos  que  viabilizarão  a  efetiva  implantação dos espaços de convivência nas escolas da rede pública de ensino.166/99. 2º.    Artigo  967  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos.  associações.  (Res.  cooperativas.  por  meio  da  integração  de  crianças  e  adolescentes.    Artigo  964  ‐  Cabe  à  Secretaria  da  Educação.  II  –  apresentação  de  alternativas  de  solução  e  de  formas  de  mobilização  e  organização para a ação. responsabilidade e participação na comunidade. o Programa Escola da Família.  afora  o  aporte  dos  recursos humanos dos órgãos da Pasta.  com  vistas  ao  desenvolvimento de senso de consciência.781 de 7 de julho de 2004. 1º)    Artigo 966 ‐ Constituem objetivos do Programa:  I  ‐  fundamentar  políticas  públicas  voltadas  para  o  fortalecimento  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  à  construção  de  uma  atitude  cidadã  voltada  para  a  harmonia  e  a  convivência social. art.  a  fim  de  colaborar  para  a  construção  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  com  uma  trajetória  saudável  de  vida.

  mediante  a  concessão  de  bolsas  de  estudos integrantes do Projeto Bolsa Universidade para atuar como Educadores Universitários.  III – estabelecer.  V  ‐  buscar  parcerias  que  visem  ao  enriquecimento  das  atividades  desenvolvidas  junto à comunidade. SE nº 18/10.  (Res.  (Res.  como  organizações não governamentais.  que  venham a se integrar ao Programa Escola da Família. SE nº 18/10.  em  especial  os  egressos do ensino médio da rede estadual paulista de ensino.  296 . exercerá a  Coordenação Geral do Programa. no tocante a :  I  ‐  firmar  convênios  junto  a  instituições  de  Ensino  Superior  visando  a  operacionalização do Projeto Bolsa‐Universidade.  metas e ações em  conformidade com  a  política educacional  vigente na Secretaria da Educação. 4º)    Artigo 970 ‐  A Fundação  para o  Desenvolvimento da Educação – FDE. sindicatos.  II ‐ formalizar a cooperação de Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo. sempre que necessário.  III  ‐  a  participação  de  voluntários  devidamente  cadastrados  e  credenciados  nos  termos da Lei Federal nº 9. com o apoio  e  o  estabelecimento  de  parcerias  e  convênios  com  os  diversos  segmentos  sociais.781/04. mediante a concessão de bolsas de  estudo. o Programa Escola  da Família poderá contar. 4º)    Artigo  969  ‐  Caberá  à  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE. em documento específico.  e  a  participação  de  demais  Secretarias  de  Estado.  III ‐ promover ações conjuntas com outras Secretarias de Estado.  II – planejar. arts.  os trabalhos desenvolvidos. 2º e 3º)     Subseção II  Das Parcerias    Artigo  968  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  para  a  construção  de  uma cultura de paz e o desenvolvimento social no conjunto das comunidades. na  conformidade  das  atribuições  compatíveis  com  a  natureza  de  seu  curso  de  graduação  ou  de  acordo com suas habilidades pessoais. empresas. cooperativas. caput e § 1º do art.  órgãos  e  pessoal  voluntário.608 de 18 de fevereiro de 1998. coordenar. acompanhar. instituições de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. associações.  Parágrafo único ‐ Poderão ser estabelecidas ações de cooperação com organismos  nacionais  e  internacionais.  bem  como  adesão  de  estudantes  universitários. avaliar e reformular.   (Decreto nº 48.  IV  ‐  estreitar  a  comunicação  com  entidades. que  tenham  interesse  na  inserção  e/ou  ampliação  do  Programa  Escola  da  Família  nos  respectivos  Municípios. os procedimentos que regulamentam  a atuação de todos os participantes.  a  gerência  da  operacionalização  das  ações  necessárias  à  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família.II  ‐  a  adesão  de  estudantes  universitários. observadas as normas legais e regulamentares pertinentes. art. com as seguintes atribuições:   I ‐  definir objetivos.

  estaduais  ou  nacionais.  reuniões  e  atividades  afins. SE nº 18/10.  § 2º ‐ Constituem atribuições do PCOP.  integrante  da  Coordenação  Regional  do  Programa.  no  acompanhamento  das  atividades  desenvolvidas  nas  unidades  escolares. atendendo  à comunidade intra e extra escolar.  (Res.  como  Professor  Educação  Básica  I  ‐  PEB  I. art.  3  ‐  auxiliar  o  Supervisor  de  Ensino.  VI  –  auditorar  e  supervisionar  o  uso  de  recursos  e  verbas  destinados  às  Coordenações Regionais do Programa.  promovidas  pela  Coordenação Geral. quando ocorrerem aos finais de semana.  bem  como  em  feriados  municipais. 6º e 7º)    Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional    Artigo 974 ‐ A unidade escolar contará com um docente. das 9 às 17 horas.  que  se  constituem  em  matéria  de  competência  da  Coordenação  Geral. de modo a conciliar as ações desencadeadas na Diretoria de  Ensino e aquelas desenvolvidas nas escolas. com vistas à consecução dos objetivos estabelecidos. portador de diploma de  licenciatura  plena. ficando sob a responsabilidade da autoridade  escolar o acompanhamento e o gerenciamento das referidas atividades. deverão ser efetivadas através da Associação de Pais  e Mestres ‐ APM da unidade escolar. SE nº 18/10.IV  –  promover  o  envolvimento  e  o  comprometimento  das  autoridades  escolares  locais e regionais na implementação do Programa.  Faixa  1  e  Nível  I. 14)     Subseção III  Das Competências e Atribuições    Artigo 972 ‐ A Diretoria de Ensino exercerá a Coordenação Regional do Programa  Escola da Família.  propondo  reformulações e adaptações das ações do Programa.  2  ‐  participar  das  capacitações.  V  –  organizar  e  executar  ações  de  capacitação  dos  educadores  que  atuarão  no  Programa. inclusive durante  os  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares.  em  qualquer  componente  curricular.  de 5 de abril de 2005. de conformidade com as disposições da Resolução SE nº 24. disponibilizado no respectivo site.    Artigo 973 ‐ As escolas da rede estadual de ensino deverão disponibilizar espaço  físico e equipamentos para a realização das atividades do Programa Escola da Família.  compõem  o  Manual Operativo do Programa. 5º)    Artigo 971 ‐ As parcerias que venham a ser estabelecidas pelas unidades escolares  pertencentes ao Programa Escola da Família.  (Res.  nos  termos  da  legislação  vigente.  § 1º ‐ As definições básicas e as principais atribuições da Coordenação Regional do  Programa.  no  campo  de  atuação  relativo  a  aulas  dos  297 . de que trata o caput do artigo:  1 ‐ manter. juntamente com o Supervisor de Ensino. aos sábados e domingos. art.  (Res. SE nº 18/10. quando necessárias. permanente interlocução com  a Coordenação Geral do Programa. por meio de um Supervisor de Ensino designado pelo Dirigente Regional da DE e  pelo Professor Coordenador da Oficina Pedagógica‐ PCOP‐ de Projetos Especiais. arts.

 pela Coordenação Regional do Programa. SE nº 18/10.Ensinos Fundamental e Médio.  que  trate  temas  concernentes  à  experiência/formação/habilitação do candidato.  §  2º  ‐  A  seleção  dos  inscritos  será  realizada  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.  III  ‐  participação  em  entrevista  individual.  ou  no  parágrafo  único  do  artigo  25  da  Lei  Complementar  nº  1. na estrutura do Programa. §§ 5º e 6º do art.  em continuidade. a fim de  exercer.  (Res.010.  II ‐ comprovação das habilidades necessárias ao desempenho da função. SE nº 18/10. 8º)    Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional    Artigo 976 ‐ O Educador profissional será selecionado dentre os docentes que se  encontram  na  situação  prevista  no  inciso  V  do  artigo  1º  das  Disposições  Transitórias  da  Lei  Complementar nº 1.  §  1º  ‐  As  atribuições  do  Educador  Profissional  integram  o  Manual  Operativo  do  Programa. de 16 de julho de 2009. 9º)   298 .  deverá  estar  duplamente  inscrito.    Artigo  975  ‐  A  formação  acadêmica  do  candidato  deverá  ser  compatível  com  a  natureza das atividades sócioeducativas desenvolvidas pelo Programa.    Artigo 977 ‐ Excepcionalmente poderão ser reconduzidos para o exercício de 2010. os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar  nº  1.  na  unidade  escolar.  quer  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas.  as  atividades  definidas  e  orientadas  pela  Coordenação  Regional  do Programa  e  acompanhadas  pelo  gestor  da  unidade escolar. que regulamenta os processos  anuais de atribuição de classes e aulas. as aulas poderão ser atribuídas a candidatos que apresentem as qualificações previstas no §  1º do artigo 12 da Resolução SE nº 98.  quer para o processo especialmente aberto para este Programa. a fim de ser selecionado pela Coordenação Regional da  Diretoria de Ensino. que já se encontram no exercício  da função. caput e §§ 1º a 4º do art.  IV ‐ comprovação de disponibilidade para o exercício das atividades programadas  para os finais de semana e para participar das reuniões de avaliação e planejamento agendadas. 8º e caput e §§ 1º e 2º do art.   (Res.  observado  o  cronograma  estabelecido  pelo  Departamento de Recursos Humanos para o processo anual de atribuição de classes e aulas.  ao longo da semana. desde que avaliados positivamente pela sua atuação no Programa. aprovados no processo seletivo.093. no campo de atuação relativo a  aulas dos Ensinos Fundamental e Médio. a  fim de se proceder à atribuição aos candidatos selecionados.  de  1º  de  junho  de  2007.    Artigo 978 ‐ O candidato que irá exercer as atribuições de Educador Profissional. com base nos seguintes critérios e procedimentos:  I ‐ apresentação de currículo.093.  § 1º ‐  Os  prazos  da inscrição específica e da  seleção  previstas neste artigo  serão  definidos  pela  Coordenação  Regional  do  Programa. pela carga horária de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  §  2º  ‐  O  Educador  Profissional  desenvolverá. de 29 de dezembro de 2009. as atribuições de Educador Profissional.  Parágrafo único ‐ Na ausência de docentes portadores de diploma de licenciatura  plena. de 16 de julho de 2009. acompanhada pela Comissão de Atribuição de classes e aulas da Diretoria de Ensino.

  ouvida  previamente  a  Coordenação Regional do Programa e respeitado o cronograma de escalonamento de férias de todos  os Educadores Profissionais.  conforme  o  caso.  ouvida  previamente  a  Coordenação  Regional  do  Programa.  nos  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares. será distribuída na  seguinte conformidade:  I ‐ 8 (oito) horas para desenvolvimento das atividades programadas para os sábados e  8 (oito) horas para os domingos. desde que:  299 .  em  período  diverso  às  férias  escolares.    Artigo 981 ‐ Períodos de inscrição e de nova seleção de Educadores Profissionais  poderão ser abertos a qualquer  tempo.  ao  longo  do  ano  letivo.  II  ‐  4  (quatro)  horas  a  serem  cumpridas  em  reuniões  de  planejamento  e  avaliação  agendadas pela Coordenação Regional do Programa. atribuídas em  conjunto com a carga horária do Programa Escola da Família. em nível de Diretoria de Ensino.  devendo  desenvolver  as  atividades  do  Programa. Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional    Artigo 983 ‐ A carga horária de trabalho.  desde  que  estabelecidas  e  homologadas  pelo  Diretor  de  Escola.    Artigo 984 ‐ O Educador Profissional poderá ter aulas dos Ensinos Fundamental e/ou  Médio.  a  mesma  ser  alterada.  quando  necessário.  nos  termos  da  legislação  vigente.  III  ‐  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  coletivo  (HTPCs).  devendo. desde que os  candidatos  já se encontrem  inscritos e/ou  cadastrados no processo regular de atribuição de classes e aulas do ano em curso.  § 3º ‐ As férias do Educador Profissional deverão ser usufruídas em parcela única de 30  (trinta)  ou  20  (vinte)  dias. observada a forma estabelecida no artigo 974. §§ 3º a 6º do art.  sendo‐lhe  assegurados a ampla defesa e contraditório.  no  decorrer  do  ano.  juntamente com seus pares. Frequência.  § 2º ‐ O descanso semanal remunerado será assegurado em um dia útil da semana. 9º)    Subseção VII  Da Carga Horária. ou de outros projetos e modalidades de ensino.  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional    Artigo  979  ‐  O  Educador  Profissional  ficará  vinculado  ao  Programa  Escola  da  Família  e  poderá  ser  remanejado. a fim de atender aos interesses do Programa.  em  caso  de  remanejamento. de que trata o artigo 974. por apostilamento.  §  1º  ‐  O  docente  em  exercício  nas  atribuições  de  Educador  Profissional  cumprirá  calendário  anual  diferenciado  daquele  que  cumprem  seus  pares  docentes  nas  unidades  escolares.  (Res.  IV ‐ 2 (duas) horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha (HTPLs). no mesmo campo de atuação.  inclusive.  realizado  na  escola.    Artigo  980  ‐  O  Educador  Profissional  terá  sede  de  controle  de  frequência  na  unidade  escolar  indicada  para  sua  atuação.    Artigo 982 ‐ O Educador Profissional que deixar de corresponder às exigências do  Programa  terá  suas  atribuições  interrompidas. SE nº 18/10.  por  decisão  do  Diretor  de  Escola.  para  outra  unidade  escolar.

  (Res. a qualquer  tempo. compatível com o horário total de  trabalho do docente. os mesmos benefícios e  vantagens a que façam jus os demais professores de acordo com a legislação vigente. 10 e 11)    Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional    Artigo 986 ‐ Ficam assegurados ao Educador Profissional. no caso de deixar de corresponder às  atribuições do Programa. as disposições da Resolução SE nº 13.  V  ‐  submeta‐se  às  atividades  previstas  em  cada  um  dos  calendários  anuais  ‐  o  da  unidade escolar e o calendário do Prog