GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
     

GOVERNADOR: Alberto Goldman 
SECRETÁRIO: Paulo Renato Costa Souza  SECRETÁRIO ADJUNTO: Guilherme Bueno de Camargo 
CHEFE DE GABINETE: Fernando Padula Novaes  

 

               

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
 
(REVISADA E ATUALIZADA)             

 

         
SÃO PAULO  2010 

                                                                                                         

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
                 

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
(REVISADA E ATUALIZADA)            Grupo de Trabalho:  Aparecida Manharelo Gimenez  Dirce Maran de Carvalho  Gilda Inez Pereira Piorino  Ivone Luzia Coiradas  Júlio César Ribeiro  Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora  Olívia Teresa Bernucci Pires  Sandra Maria Bortoluci Toledo  Silvia Cristina Collpy Favaron  Stella Marques Nunes  Vera Lucia Rocamora Paszko 

 

     
SÃO PAULO  2010 

  Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicadas a fonte, a data da publicação e observada a legislação em vigor, em especial a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

  S241L 

                    SE/SEDE     

  PAULO  (Estado)  Secretaria  da  Educação.  Legislação  de  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Estadual.  Unificação  de  Dispositivos  Legais  e  Normativos  relativos  ao  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Coordenação  de  Leslie Maria José da Silva Rama                São  Paulo, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, 2010    1. Educação – Legislação  2. Ensino Fundamental e Médio – I  Título 
2ª edição 

  SÃO 

CDU 37:34   

Impresso: República Federativa do Brasil  SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO  Praça da República, 53 – Centro  CEP  01045 ‐ 903  Fone/Fax: 3218 2000 

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APRESENTAÇÃO 
      Este  trabalho  de  unificação  de  dispositivos  legais  e  normativos,  realizado  com  determinação  e  competência  por  comissão  designada  em  janeiro  do  ano  em  curso,  objetiva  imprimir maior eficiência à gestão administrativa e pedagógica do sistema educacional.     Após  o  exame  de  centenas  de  atos  legais  e  normativos,  compreendendo  leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  foi  elaborado  este  compêndio  que  reúne,  num  único  corpo,  normas relativas ao ensino fundamental e médio e às  questões afetas  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério que atuam na educação básica.    Seu  principal  objetivo  é  possibilitar  aos  educadores  o  acesso  rápido  e  eficaz  ao  conhecimento e ao fundamento legal dos casos concretos, com que se deparam inúmeras vezes no  desempenho de suas funções.    A  essa  missão,  seguir‐se‐á  a  de  manter  atualizado  o  acervo  ora  compilado  e  organizado,  a  fim  de  facilitar  a  tarefa  de  todos  os  profissionais  de  educação  que  se  valem  da  legislação do ensino, cotidianamente.    Esperamos  que  esta  obra  colabore  com  os  educadores  do  nosso  Estado  e  que  ajustes    e  esclarecimentos  requeridos  sejam  apontados  para  análise  e  encaminhamento  da  comissão.     A  todos  que  tornaram  possível  esta  obra  os  nossos  agradecimentos.  Ao  Dr.  Fernando  Padula  Novaes,  Chefe  de  Gabinete,  a  quem  conferimos  as  decisões  burocráticas  necessárias à viabilização dos trabalhos da comissão, nosso especial reconhecimento.        São Paulo, julho de 2008.  Maria Helena Guimarães de Castro ‐ Secretária da Educação                           

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INTRODUÇÃO 
    Esta obra reúne e integra disposições normativas de leis, decretos, resoluções SE e  deliberações  CEE,  relativas  ao  ensino  fundamental  e  médio  e  aos  profissionais  de  educação  que  atuam nesses níveis da educação básica.    A Secretária da Educação, sensível à necessidade de se ordenar sistematicamente  os  dispersos  e  numerosos  dispositivos  que  disciplinam  e  regulamentam  o  ensino  fundamental  e  médio, com a preocupação de propiciar aos educadores maior facilidade na busca do fundamento  legal  aplicável  aos  casos  concretos  com  os  quais  lidam no  dia‐a‐dia,  determinou  que  se  reunisse  num corpo orgânico e homogêneo a legislação esparsa e desordenada desses níveis de ensino.    Essa preocupação vem somar‐se à de outros secretários de estado e à do governo  de imprimir maior eficiência à gestão pública pela redução  do repertório de leis, decretos e demais  atos normativos do Estado de São Paulo.    O  grupo  de  trabalho,  sob  nossa  coordenação,  integrado  por  representantes  dos  órgãos da estrutura básica da Pasta da Educação, lançou‐se com afinco e determinação à árdua  tarefa de identificar, selecionar e ordenar os diplomas legais e normativos, compreendendo aí leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  cujos  dispositivos  relacionam‐se  e    aplicam‐se  ao  ensino fundamental e médio do nosso estado.    Foi  preocupação  constante  do  grupo  de  trabalho  a  obediência  aos  princípios  e  à  metodologia previstos na Lei Complementar nº 863, de 29.12.99, que “dispõe sobre a elaboração,  a redação, a alteração e a consolidação das leis, conforme determina o item 16 do parágrafo único  do  artigo  23  da  Constituição  do  Estado  e  estabelece  normas  para  a  consolidação  dos  atos  normativos que menciona”.    No  intuito  de  sistematizar  e  unificar  dispositivos  legais  e  normativos  que  disciplinam  e  regulamentam  a  gestão  curricular,  pedagógica,  de  informação,  de  vida  escolar,  de  pessoas, de patrimônio, de resultados, de recursos financeiros, de projetos e programas e outros,  buscaram‐se,  na  esparsa  e  complexa  legislação  de  ensino,  aqueles  dispositivos  conexos  ou  afins,  que têm aplicação no campo educacional, objeto deste trabalho.    Preservando‐se o conteúdo normativo original dos dispositivos unificados, fizeram‐ se alterações, sempre com observância do disposto no § 2º do art. 10 da lei complementar citada:  1. introdução de novas divisões do texto base;  2. adaptação de redação por junção de dispositivos;  3.  alteração  de  redação  de  um  dispositivo,  para  incluir  a  disposição  de  outro,  visando ao melhor posicionamento da matéria no texto;  4.  supressão  de  palavras  ou  expressões  para  evitar  repetições  desnecessárias,  conferindo maior concisão ao texto;  5.  exclusão  de  dispositivos  vetados  e  os  que    tratam  de  cláusulas  de  regulamentação, de dotação orçamentária  e de vigência;  6.  substituição  de  expressões  como    “esta  lei”,  “esta  resolução”,  “este  decreto”,  “esta  deliberação”,    por  “este  capítulo”,    “esta  seção”,  ou  esta  “subseção”,  etc.  para  melhor 
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    O grupo de trabalho.    Procederam‐se  às  atualizações  impostas  pela  legislação  vigente.    Estamos conscientes das limitações e das imperfeições de que o trabalho por certo  se  ressente.  tanto  quanto possível.  alteração  de  verbos  ou  expressões  verbais.    A  par  da  legislação  do  ensino  propriamente  dito.    Nossos agradecimentos a todos que. conforme legislação vigente. etc. Seção ou Subseção.  oportuno  e  útil  indicar  abaixo  de  cada  dispositivo.  adotando‐se  as  usadas  na  Constituição  Estadual  e  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação Nacional. dispositivos regulamentadores das  leis complementares que tratam do estatuto e do plano de carreira do magistério paulista.  alteração  de  denominações  de  algumas  Secretarias  de  Estado  ou  Fundações. da gestão de vida escolar. os títulos. capítulos.  preservando‐se.  para  adequação  à  temporalidade  do texto.  não  aproveitamento  de  dispositivos  legais  temporários. com a finalidade de emprestar à obra maior transparência e  facilidade  na  consulta  entendeu.  Mantiveram‐se. ou conjunto de dispositivos.  9. direta ou indiretamente. seções e subseções originais.  7. sua origem.  conveniente.  contudo.  o  teor  normativo  dos  dispositivos  selecionados.  10.  levaram‐nos  a  distribuí‐los  em  cinco  títulos:  da  gestão  organizacional.  mas  confiantes  na  sua  utilidade  e  na  sua  acolhida  pelos  educadores  que  atuam  na  educação básica estadual. sob a denominação “Da Gestão de Pessoal”.  ainda.   com a finalidade de atualizá‐las. no texto unificado.    Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora do grupo        8 .  8.  com  a  finalidade  de  uniformizar  termos  no  texto  unificado. uma vez que houve transformação em Capítulo..    Fizeram‐se  as  alterações  determinadas  pela  organicidade  que  a  obra  implica.  substituição  de  expressões.posicionamento da matéria.  por exemplo.    A  diversidade  de  assuntos  tratados  e  a  dificuldade  de  ordená‐los  em  poucos  blocos.  transitórios  e  outros  objeto de consolidações. sua fonte.  o  grupo  entendeu  oportuno  inserir nesta obra. da gestão de pessoal e da gestão do prédio escolar.  da  gestão  pedagógica.  sobretudo  pelos  preceitos constitucionais e pelas  diretrizes e bases da educação nacional. nos apoiaram.

...................................... 102 do Regulamento que integra o Decreto nº 12.........................  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores .......................... pela Res.............. CEE nº 2/00)   31   Seção IV  Do Número de Alunos por Classe ..................................................... SE nº 27/08......  (Decreto nº 52.  (Lei nº 9... SE nº 73/07)  38         9 ...  (Del............  Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo ......................................................................................................342/78)  32       CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA   Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação ................  (Res.....TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar .............................................................................. SE nº 25/10)  33 33 33 34   Seção II  Do Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  ....630/08)  (Res............................................  Subseção II  Da Contratação de Serviços ...484/97)  31   Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos .... alt............................................................... da Movimentação e do Remanejamento de Servidores ..................................... SE nº 86/08....... CEE nº 10/97)  31   Seção II  Do Censo Escolar ..............290/95)  (Del..054/07)  34 34 Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares   (Res.............  Subseção I  Dos Critérios de Fixação.....................  (Decreto nº 52..  (Decreto nº 40............................................. 2º e art.................................................................................... art.........

...........  (Res.......  Subseção III  Das Disposições Finais..........................913/83)    Seção III  Do Assédio Moral .........................................................CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas ................. SE nº 98/08 alt...................................................................  Subseção II  Da Organização Curricular ............................................... Res.................. SE nºs 5 e 10/10)  43 43 44 46   10 ............ alt... CEE nº 13/95)  43     TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA      CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular..................................................... SE nº 76/08.................  (Lei nº 3.......  (Res............................................................................................ pelas Res..  (Del.........  Subseção I  Da Proposta Curricular ..................263/93 e  2........ CEE nº 2/98..............250/06)  40     CAPÍTULO IV  DOS  RECURSOS  E  DO  ENCAMINHAMENTO  DE  EXPEDIENTES  E  PROCESSOS  AO  CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE .................................. SE nº 39/93)  42   Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões ..658/08)  39 40   Seção II  Da Cobrança de Contribuições .......................................................................................... pela Del............................................................  (Leis nºs 8...............................................................  (Lei nº 12.... CEE nº 72/08)  42   Seção III  Dos Recursos ............144/79 e Decreto nº 52...............................  (Del..............................................................

................. SE nº 21/02)  56   Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares .................... Decreto nº 46............................................................284/06)  59 60 60 Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais ..... CEE nº 16/01 e Res.......................................  (Lei nº 10.... SE nº 184/02......... Orientação  Sexual........................ SE nº 14/10)  Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo .................................Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física .......................................  (Lei nº 1........247/99)  Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça......................783/01.................................................................990/01)  Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas” ..........................164/95 e 11..................  (Res................ Origem ou Etnia ....................... pela Res.... alt.............. SE/SELT nº 1/08)    Seção III  Do Ensino Religioso .....................508/97)  58 58 58 58 59 59 Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente ................................122/76)  Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil ......................  (Lei nº 12.........................................724/97)            11 ..  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino de Arte ..................................  (Decreto nº 47...........  (Res...  (Lei nº 9.......... SE nº 1/04)  Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas .........  (Lei nº 9...............................................................................687/97)  Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"...............................699/03 e Res......... Del...............  (Leis nºs 9...................939/98)  Subseção IV   Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo ......  (Lei nº 9............................361/03)  50 50 50 51 54 Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I ....................................  (Lei nº 10.......802/02.................... Conj............... Gênero..  (Lei nº 9.................  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA ..  (Lei nº 10.........................................................................................................................

...........................................................................................................................  12 73 74 ..................................................CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO     Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio.............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno..........  Subseção III  Da Matriz Curricular.........................................................................................   Subseção I  Da Concepção e Características .............................................................  Subseção VIII  Das Disposições Gerais ...... SE nº 3/10)  61 61 62 63 63 64 64 65 66   Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos  no Ensino Fundamental e Médio e na  Educação Profissional de Nível Médio ...........................................................  do  Recredenciamento  e  da  Fiscalização  e  Avaliação das Instituições e de Cursos e Programas ....................................................................................................................................................  Subseção VII  Das Competências .............  Subseção II  Da Matrícula .........................................  (Del..........  Subseção IV  Das Disposições Gerais........................................................  (Res.............................  Subseção III  Da Vida Escolar ...........................  Subseção II  Do  Credenciamento..  Subseção I  Das Disposições Preliminares.............................................  (Del.............  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas ..    Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional ...............................................................................................................  Subseção IV  Da Matriz Curricular do CEEJA .........................  da  Autorização..... CEE nº 82/09)  60   Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais...... CEE nº 97/10)  66 66 68 71 72 CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL     Seção   I  Dos Cursos da Educação Profissional ........................................

.......    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica ..........  Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs ....    Seção II  Da Caracterização e Destinação ....................1º a 6º)    74     CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento ........................    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas ................................ arts......................................  Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular .............................................................................................................................................................................. SE nº 31/08)  75 75 76 78 78 78 79 79 80 80 80 81 82           13 ....... SE nº 5/09..................................................................................................................................................    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos ........................................... alt.................................    Seção VIII  Da Formação dos Professores .................... CEE nº 68/07 e Resolução SE nº 11/08...................  (Del....    Seção III  Da Educação Inclusiva ....  Subseção IV  Das Atribuições Gerais .    Seção IV  Do Processo de Avaliação ........    Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado – SAPEs ...................  Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos ...................................................................................................................................................................................... pela Res..............................................................  (Res......................  Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores .................................

........................................................... SE nº 81/09)  92   Seção III  Da Criação.....................................................  (Decreto nº 54................................................. Organização e Funcionamento .......    Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas .............................................    Seção IV  Dos Cursos e Turmas da Alunos ......................................................................................................................................................................................................  (Del........................................................    Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena ...........................................................................................................................  (Deliberação CEE nº 46/05 e Res........ Finalidade e Destinação..... pela Res...........................................758/09  91   Seção II  Da Denominação......................................................  ( Res....................................... Autorização e Reconhecimento .................  alt....    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar .........................................    14 92 93 94 95 96 .......................................CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização... SE nº 21/08)  87 87 88 88 89     CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição.................................    Seção III  Das Competências ................. Regulamentação...........................    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento ....................................    Seção IV  Da Atribuição de Aulas ......................................................... Instalação...    Seção V  Da Matrícula e Frequência  ................................... SE nº 147/03........................................... CEE nº 46/05)  85   Seção II  Dos Objetivos ....

...............................................  (Res...  (Decreto nº 27........... das Ações e Matrizes Curriculares .............................................................    Secção VI  Das Disposições Gerais ..............................    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação..............................................................................................................................................  (Res.................................................... SE nº 93/08.................................................................  (Decreto nº 54.....270/87e Res.......... SE nºs 89/05 e 93/08)  101 101 101 102 102 102   Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI............ SE nº81/09)  96 97 99   Seção XI  Das Competências ....................SE nº 7/10)  104 105           15 ...    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e do Funcionamento da Escola de Tempo Integral .    Seção IX  Do Professor Coordenador ..............................................................    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão .........................................................................................................     Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária ..........Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes ............................................................................................................................................................................. SE nº 81/09)      99   Seção XII  Disposição Final ........................  Subseção I  Do Currículo Básico..........................................758/09)  100     CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I   Da Instituição e Finalidade ...............................  Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária ............. com a alt...............  (Res................................................................................... da Res......................

......................930/85)  110 Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo ..........................................346/68)  (Lei nº 614/74)  (Lei nº 641/75)  (Lei nº 1.  (Lei nº 3.70)  (Lei nº 9...........................857/01)  (Res.. SE nº 135/90)  105   Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos ..............71)  (Lei nº 9............  (Res........114/98)  (Lei nº 10.....151/92)  112 16 ......968/92)  (Lei nº 8.........245/76)  (Lei nº 4.267/68)  (Lei nº 10.......685/04)  (Lei nº 12........  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos ..........902/08)  (Lei nº 4.84)  (Lei nº 9......532/97)  109 Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde .......9...CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar  e da Suspensão do Expediente .....145/05)   (Lei nº 12........434/56)  (Lei nº 9...886/67)   (Lei nº 10...........230/06)  (Lei nº 12...........  (Lei nº 8.839/90)  (Lei nº 8.........896/97)  (Lei nº 10.................086/64)  (Lei  de 18.......028/98)  (Lei nº 12...........529/97)  (Lei nº 10.......................5.......046/05)  (Lei nº 12........  (Decreto nº 31..............142/68)  (Lei nº 10.........................  (Lei nº 3................401/56)  (Lei nº 10.....929/08)  107 107 Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental ........565/85)  (Lei nº 7. SE de 29.944/94)  (Lei nº 9..  (Lei nº 6.509/00)  (Lei nº 11..........067/95)  (Lei nº 10.........875/90 e Res................5........338/96)  (Lei nº 9.............113/68)  (Lei de 11................... SE nº 102/03)  106   Seção III  Das Datas e Comemorações .....

...............294/64)  (Lei nº 9... SE nº 95/86)  (Lei nº 12.......................(Lei nº 9.............  (Res............366/03)  (Lei nº 12......  (Lei nº 10..........985/02)  (Lei nº 1......934/08)  (Decreto nº 46....................................................    Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários .930/08)  (Lei nº 12.878/01)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas ........................................................... CEE nº 87/09 e Res...........................................  (Lei nº 794/50)  (Lei nº 8..................... SE nº 86/07)  123   Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica ..........................................098/98)  (Lei nº 10.................................................  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos ................. alterada pela Lei nº 337/74)  (Lei nº 6.......... SE nº 40/09)  119 122 CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever ..........................................865/08)  (Lei nº 12....... SE nº 139/84)  (Lei nº 10.........................971/79)  (Lei nº 10.........732/01)   (Lei nº 174/48 e Res.............................................................................................497/97)  (Lei nº 9.757/90)  (Lei nº 610/74)  118     CAPÍTULO IX   D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características ......892/08)  (Lei nº 10...501/97)  (Res...927/01)  (Lei nº 11.......  (Del....854/67...............................................  Subseção II  Dos Recursos ...........352/99)  124 124 125   Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente ....   17 125 ....

..................................  Subseção III  Do Professor Orientador .  Subseção I  Da Instituição.....................................................................................................................................................................................................................................................  (Res...................  18 131 131 132 132 133 ..476/96)  130   Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade” ................................................................................................................  Subseção II  Do Desenvolvimento............................................................................. da Destinação e dos Objetivos ......... Expansão e Objetivos ............................  Patriarca  da  Independência do Brasil ...............................................................................................269/05)  127   Seção V  Do  “Programa  Memória  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva”......................................... das Competências e dos Convênios ......................................627/07)  130 130 131   Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização .......  Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos ..........................................................  (Lei nº 9....................  Subseção II  Dos Convênios .......  Subseção III  Das Atribuições e Competências .............................................................................  Subseção IV  Das Atribuições do Aluno ......................856/01)  129   Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores ...............................................................................  (Lei nº 10.....................................  (Lei nº 10.........................  (Decreto nº 50...........Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa ..............................................  (Decreto nº 51...........................................522/00)  125 126 127 127   Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento .............  Subseção I  Da Instituição e Abrangência ..................  Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa ...................781/89 ...................................499/06)  128 128 129 Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação ......................  (Decreto nº 29............. alterado pelo Decreto nº 50...............................................  Subseção I  Da Instituição.......................... SE nº 28/06)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo ...

..............................................  (Lei nº 11...................................   (Lei nº 973/76.............  (Res.................................. SE nº 90/08)  134   Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro" ........ SE nº 61/07)  142 142 142 142   Seção IV  Da Avaliação do Aluno ..................  (Del............ AVALIAÇÃO........... RECUPERAÇÃO.............Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho.........................  (Del............................  Subseção IV  Das Disposições Gerais ....828/05)  141     TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR      CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA..............................................  (Res...........................  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios ........................................402/91)  141   Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro ........................................................ CEE nº 11/96)  143 143 143 144 146   19 .....................................  Subseção II  Do Pedido de Reconsideração ..............................................................  Subseção III  Dos Recursos ...................  Subseção II  Do Registro de Freqüência ......................................................................... REGULA‐RIZAÇÃO DE VIDA  ESCOLAR E DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais ................................................................ alterada pela Lei nº 7............................................................  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho ......................................................................................................................................................  Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final ....................................................................................... CEE nº 16/97)  141   Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais....... RENDIMENTO....................................................

Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior ............................................................ 
(Del. CEE nº 21/01) 

147

  Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar ..................................................................  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares ................................................................ 
(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.2.05) 

148 148

Subseção II  Dos  Procedimentos  para  Tramitação  de  Expedientes/Processos  de  Regularização  de  Vida Escolar ........................................................................................................................ 
(Del. CEE nº 18/86) 

150 150

Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor ...................... 
(Res. SE nº 307/86) 

  Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade ............................................................................ 
(Res. SE nº 310/89) 

150

  Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada ...............................................................................  Subseção I  Da Progressão Continuada ................................................................................................. 
(Del. CEE nº 9/97) 

151 151 153

Subseção II  Da Progressão Parcial ......................................................................................................... 
(Res. SE nº 21/98) 

  Seção IX  Do Processo de Reclassificação .......................................................................................... 
(Res. SE nº 20/98) 

153

  Seção X  Das Classes de Aceleração .................................................................................................. 
(Res. SE nº 77/96) 

154

  Seção XI   Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental .................................... 
(Res. SE nº 92/09) 

155

  Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio..... 
(Res. SE nº 93/09) 

156

  Seção XII  Dos Documentos Escolares .................................................................................................  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar ............................................................................................  Subseção II 
20

160 160

Das Competências e Atribuições ........................................................................................ 
(Res. SE nº 25/81) 

160

  Seção XIII  Da Escrituração Escolar .....................................................................................................  Subseção I  Da  Informatização  do  Sistema  de  Publicação  de  Nomes  de  Alunos  Concluintes  de  Estudos de Nível Fundamental e Médio ............................................................................. 
(Res. SE nº 108/02) 

161

161

Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação ............................................................................ 
(Del. CEE nº 4/95) 

162

    CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE ................................................................  Subseção I  Da Criação e Atribuições ....................................................................................................  Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências .................................................................  Subseção III  Da Composição, do Mandato e das Reuniões ....................................................................   Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar – SIAVE ...................................................... 
(Lei nº 11.264/02) 

162 162 163 163 164

  Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para  Tratamento de Saúde ........................................................................................................  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado ...................................................................................................... 
(Lei nº 10.685/00) 

164 164 164

Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde ....................................................................... 
(Del. CEE nº 59/06) 

  Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção ....................................................................................  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual ........................................................... 
(Decreto nº 38.641/94) 

165 165 166

Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal .............................................................................................. 
(Lei nº 11.257/02) 

  Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve" ................. 
21

166

(Lei nº 12.283/06) 

  Seção V   Da Gravidez na Adolescência .............................................................................................. 
(Lei nº 11.972/05) 

167

  Seção VI   Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras  Drogas .................................................................................................................................  Subseção I  Da Prevenção, do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas ..................... 
(Lei nº 12.258/06) 

168 168

Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes .................................... 
 (Lei nº 9.830/97) 

169

Subseção III  Do  "Programa  de  Educação  Específica  contra  os  Males  do  Fumo,  do  Álcool  e  das  Drogas" ............................................................................................................................... 
(Lei nº 12.297/06) 

169

  Seção VII  Da  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  Exploração  contra  Crianças  e  Adolescentes no Estado de São Paulo ................................................................................ 
(Lei nº 10.429/99 e Res. SE nº 277/86) 

170

  Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação ............................................................................  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual .......................................................................... 
(Lei nº 10.948/01) 

170 170 172

Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial ..........................................................  (Lei nº 10.237/99) 

CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar ............................................................................................................ 
(Lei nº 10.761/01 e Lei nº 2.037/79) 

172

  Seção II  Do Transporte Escolar .........................................................................................................  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município ....................................... 
(Res. SE nºs 33/09 e 34/09) 

173 173

Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal ........................................................................... 
(Lei nº 11.258/02) 

178

 
22

Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................. 
(Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros,  alt.  pelo  Decreto nº 30.945/89)  (Res. SE nº 179/93, alt. pela Res. SE nº 133/03)

179

  Seção III  Do  Direito  ao  Pagamento  de  Meia‐Entrada  em  Espetáculos  Esportivos,  Culturais  e  de  Lazer ................................................................................................................................... 
(Lei nº 7.844/92 e Decreto nº 35.606/92) 

179

    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório ................................................................  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados ........................................ 
(Decreto nº 53.037/08, com alt. do Decr. nº 55.144/09) 

180 180 181

Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público ........................ 
(Decreto nº 52.344/07 e Res. SE nº 66/08) 

  Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente .................................................................. 
(Decreto nº 55.144/09) 

191

  Seção III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério ...........................................................................................................................  Subseção I  Das disposições Preliminares...............................................................................................  Subseção II  Da Inscrição ........................................................................................................................  Subseção III  Da Classificação dos Inscritos .............................................................................................  Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial .......................................................................................  Subseção V  Do Cadastramento .............................................................................................................  Subseção VI  Da Atribuição durante o Ano .............................................................................................  Subseção VII  Das Disposições Finais  ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 98/09,  com a alt. da Res. SE nº 11/10) 

194 194 195 196 200 209 210 213

23

  Seção IV  Da Atribuição de Classes, Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares ....................................................................................................  Subseção II   Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena ... ...........................................  Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de estudos de Línguas ...............................................  Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP ......................................................  Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar .....................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura .................................................  Subseção VII  Das Disposições Gerais ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 13/10) 

215 215 216 217 217 218 218 218

  Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos ...........  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos ...............................................  Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos ...........................................................................................  Subseção III  Das Atribuições dos Adidos ................................................................................................ 
(Decreto nº 42.966/98) 

219 219 220 221

  Seção VI  Do Controle de Frequência dos Docentes ..........................................................................  Subseção I  Da Sede de Controle de Frequência ...................................................................................  Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas ............................................................................................. 
(Decreto nº 39.931/95) 

221 221 222

  Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério ............................................  Subseção I  Das Normas e Requisitos ....................................................................................................  Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes ........................................................................  Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico ....................................................... 
(Decreto 24.948/86, Decreto nº 53.037/08, alt. pelo Decreto nº 53.161/08 e Res. SE nº 57/08) 

223 223 224 225

  Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos .......................................................... 
(Decretos nºs 41.915/97 e 53.037/08) 

229

24

  Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério  ................................. 
(Decreto nº 49.893/05) 

232

  Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade  de Classe ............................................................................................................................. 
(Decreto nº 31.170/90, combinado com o Decreto nº 52.833/08) 

234

  Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola ............................................................. 
(Decretos nºs 43.409/98 e 53.037/08 ) 

235

  Seção XII  Da Coordenação Pedagógica ..............................................................................................  Subseção I  Do Professor Coordenador ................................................................................................. 
(Res. SE nº 88/07, alterada pela Res. SE nº 10/08) 

237 237 240 241

Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental ........................................... 
(Res. SE nº 89/07) 

Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ........... 
(Res. SE nº 90/07) 

Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas ........................................................ 
(Res. SE nº 91/07) 

242

  Seção XIII  Do  Setor  de  Trabalho,  das  Atribuições  e  da  Gratificação  Especial  do  Supervisor  de  Ensino ................................................................................................................................. 
(Res. SE nº 97/09 e 23/10) 

243

    CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada .......................................................................... 
(Lei nº 11.498/03) 

245

  Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores ......................................................................... 
(Res. SE nº 62/05) 

246

  Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica ........................................................... 
(Del. CEE nº 10/99) 

249

   
25

Seção IV  Dos Cursos de Especialização ............................................................................................. 
(Deliberações CEE nºs 40/04 e 53/05) 

250

    CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do  Acréscimo  de  1/3  (um  terço)  ao  Valor  da  Retribuição  Mensal  de  Funcionários  e  Servidores do Estado, quando em Gozo de Férias ............................................................. 
(Decreto nº 29.439/88, alterado pelo Decreto nº 33.152/91) 

252

  Seção II  Do Adicional de Local de Exercício ...................................................................................... 
(Decreto nº 52.674/08) 

253

  Seção III  Do Auxílio‐Alimentação ...................................................................................................... 
(Lei nº 7.524/91, alterada pelas Leis nºs 8.106/92 e 8.320/93)  (Decreto nº 34.064/91, alterado pelo Decreto nº 50.079/05) 

253

  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte ......................................................................................................... 
(Lei nº 6.248/88, alterada pela Lei Compl. nº 755/94)  (Decreto nº 30.595/89, alterado pelo Decreto nº 38.687/94) 

255

  Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante ...................................................................... 
(Lei nº 3.732/83) 

256

    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional ........................................................................................................  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica ........................................................................ 
(Decreto nº 45.348/00, alterado pelo Decreto nº 49.366/05) 

256 256 259

Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica ................................................................ 
(Decreto nº 49.394/05 e Res. SE nº 21/05) 

  Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério ....................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............................................................................................  Subseção II  Da Inscrições .......................................................................................................................   
26

262 262 263

.....................  (Lei nº 10.......................................................................  (Decreto nº 35.......... SE nº 26/97)  279   Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno ....................................................  Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos........................................................  Subseção VII  Da Atribuição de Vagas......... SE nº 289/86...........858/01)  283   Seção IX  Do Adicional de Transporte ................................................................................................................................................................. SE nº 95/09)  267 268 270 273 273 274   Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado .. alterada pela Res...................................................  (Lei nº 11.............................. SE nº 82/86)  281   Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias ..  (Lei nº 12........................................................................  (Decreto nº 55...............................796/92)  283   Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador ....................... Decreto nº 53............................................................... SE nº 64/08)  275   Seção IV  Da Readaptação ..................................................  (Res...................................................................................................................................  Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potencias  ............................................................................................................  Subseção VI  Da União de Cônjuges ........  Subseção VIII  Das Disposições Finais .. nº 706/93 e  alterada pela Res..................  (Res...................  (Decreto nº 48............  (Res......................................................277/08 e Res........................... SE nº 15/90)  282 283   Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes .....048/05)  284   Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado  de São Paulo ...............................875/05)  285   27 ............................ SE nº 306/89)   Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada ..........................143/09 e Res....... alterada pela Res.......................................................... SE nº 145/86....... SE nº 307/91 c/c a Lei Compl....................................  (Res.....298/03..........................................Subseção III  Das Indicações de Unidades ....

.......................762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas....................................  (Lei nº 11.306/99)  286   Seção III  Do Combate a Incêndios ...................  (Leis nºs 2............................ Drogas e Tabaco .........................................760/97 e 13.........877/94)  (Lei nº 6.....  (Lei nº 12......................845/81 e  13.................730/07)  (Decreto nº 52.......................210/88............................................................... alterada pela Res......945/89)  (Res..................  (Lei nº 8...............................................092/81)  287   Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool..........  (Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros......................................................... SE nº 179/93................388/03)  287 287 287 288 288 288 Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos ......740/97)  286   Seção II  Das Lixeiras Seletivas ......... alterada pela Lei nº 9........................  Subseção I  Da Advertência quanto ao prejuízo causado pelas Drogas .......................................................  (Lei nº 11.........................016/08)  Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar ......................016/08)  Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola .......................  (Leis nºs 9.............  (Lei nº 9.........625/08)  289       28 .  alterado  pelo Decreto nº 30......................................... SE nº 133/03) 285 TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR        CAPÍTULO I    DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos ..............................  (Lei nº 10...Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ..............................540/03)  Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas .....  (Lei nº 3.......

....................................  (Lei nº 9....................................... Ensino........... pelo Decreto nº 41.....309/99)  292 292 Subseção II  Da  Cessão  de  Uso  de  Espaços  Livres  de  Próprios  Públicos  para  Campanhas  contra  as  Drogas ..........................................................................................    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA  Seção I  Do Programa de Segurança Escolar ................................................................................ alt................  Subseção I  Da Instituição e Objetivos .....................  (Lei nº 3...........................................................................................166/99)  294   Seção IV  Do Programa Escola da Família ...  (Lei nº 10........................................  (Decreto nº 28.............................    29 295 295 296 297 ...........  (Lei nº 11..465/96)  293   Seção II  Dos Centros de Difusão.....312/99)  (Decreto nº 44..................................643/88)  (Lei nº 10....................................................  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares para Encontros de Caráter  Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas ..............  (Lei nº 10.............. SE nº 229/95)  (Lei nº 10............................................  Subseção II  Das Parcerias ...........................................................853/05)  291     CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos ......875/01)  290   Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia ......................730/83 e Res.....................................................................................................................................  (Decreto nº 28...................................................................642/88.................552/97)  289   Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança ..............  Subseção III  Das Competências e Atribuições .............................................. Aprendizado e Práticas Esportivas ............326/99)  293   Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária ...

.......  Subseção I  Da Locação do Muro de Escolas ...................Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional ..... SE/SGP nº 1/08)  301 301 301 302   Seção VI  Da Propaganda nas Escolas .........................  Subseção III  Das Atividades de Estágio .....................................................................................  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional ................................................................................ SE nº 18/10)   297 298 299 299 300   Seção V  Do Programa Acessa Escola ...  (Lei nº 6......................................................781/04 e Res.....................................  (Lei nº 9.....................  (Res..........................  Subseção II  Da Implementação e das Atribuições dos Órgãos Envolvidos ....  Subseção VII  Da Carga Horária................................................. Frequencia............  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ........................................  Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional ............ SE nº 37/08 e Res............  ( Decreto nº 48.........................................................................298/99)  Subseção III  Da Propaganda de Empresas Privadas nas Reformas de Prédios Escolares .............................. Conj............  (Lei nº 10..................485/97)  30 ......... Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional ..........  Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional ...............................479/89)  303 303 303 303 Subseção II  Da Proibição de Propaganda nas Imediações de Escolas ...............................

  (Lei nº 9.484/97.  em  atendimento  à  Lei  Federal  nº  9.  b)    ao  SENAI  ‐  Serviço  Nacional  de  Aprendizagem  Industrial  e  ao  SESI  ‐  Serviço  Social da Indústria.  também. CEE nº 10/97. a escolas particulares.  Parágrafo  único  ‐  O  Censo  Escolar  previsto  neste  artigo  será  realizado  bienalmente. das Secretarias de Estado e das Autarquias.  arts. art. 1º)    Seção II  Do Censo Escolar    Artigo  2º  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  promover  o  Censo  Escolar  no  Estado de São Paulo.  II ‐ mediante instrumento próprio de adesão. 2º e 3º)    Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos    Artigo 5º ‐ Fica instituído o Cadastramento Geral de Alunos do ensino fundamental  e médio.TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar    Artigo 1º ‐ Os regimentos escolares dos estabelecimentos de ensino fundamental  e  médio. anexo.    Artigo 3º ‐ O Censo Escolar deverá aferir os índices de analfabetismo e sua relação  com a universalização do ensino fundamental.    Artigo 6º ‐ O cadastramento instituído pelo artigo anterior poderá ser estendido:  I  ‐  mediante  celebração  de  Termos  de  Cooperação  Técnica  com  a  Secretaria  da  Educação:  a) à rede municipal de ensino.      (•)  A  indicação  CEE  nº  9/97.    Artigo  4º  ‐  O  Poder  Executivo  poderá  estabelecer  convênios  com  os  municípios  para a realização do Censo Escolar.  CEE  nº  10/97.  31 . regular e supletivo.  encontra‐se  anexada  a  esta  unificação.  Vide  Parecer  CEE  nº  67/98.  integrante  da  Del.  devem  obedecer  às  orientações  constantes da  Indicação  nº  9/97.  a  serem  elaborados  para  vigência  a  partir  de  1998. 1º.  de  20 de dezembro  de 1996. (•)  (Del.394.

 1º.    Artigo  13  ‐  Fica  a  Secretaria  de  Estado  da  Educação  responsável  pela  guarda  e  sigilo dos dados cadastrados.  Artigo  7º  ‐  O  Cadastramento  Geral  de  Alunos  objetiva  conhecer  com  precisão  o  número de alunos matriculados e freqüentes nas escolas. em conformidade com o disposto na Resolução nº 11/2008. será emitido o Registro de  Alunos (RA). que consiste em um número para cada aluno. arts.  Artigo 8º ‐ O Cadastramento Geral de Alunos será coordenado pela Secretaria da  Educação.  deverão  ser  observados  como  critérios  para  organização  e  composição  de  classes/turmas  os  seguintes  referenciais  quanto  à  média de alunos por classe:  I ‐ 30 alunos para as classes das séries/anos iniciais do ensino fundamental. 3º. nos dois níveis de  ensino: fundamental e médio.  IV ‐ 40 alunos para as turmas de educação de jovens e adultos. 2º.    Artigo 10 ‐ O Registro de Alunos (RA) será considerado documento indispensável  para a matrícula ou transferência de cada aluno na rede estadual de ensino. de 31‐8‐95.  32 .  II ‐ 35 alunos para as classes das séries/anos finais do ensino fundamental.  SAPE(s).   V  ‐  15  a  20  alunos  para  as  turmas  do  Projeto  Intensivo  no  Ciclo  ‐  PIC  de  3ª  e 4ª  séries do ensino fundamental. 2º e 3º)     Seção IV  Do Número de Alunos por Classe    Artigo  14  –  Na  organização  do  atendimento  à  demanda  escolar  nas  escolas  estaduais.  e  para  o  atendimento  escolar  de  alunos  com  deficiência.  (Decreto nº 40. evitando‐se a duplicidade de matrículas  e a formação de classes ociosas. que baixará instruções normativas para sua realização. CEE nº 2/00.  III ‐ 40 alunos para as classes do ensino médio.290.    Artigo  9º  ‐  A  partir  do  levantamento  de  documentos  de  todos  os  alunos  e  da  consolidação dos dados obtidos com o Cadastramento Geral de Alunos.  a  partir  dos  princípios  da  educação inclusiva. arts.  sempre  que houver  disponibilidade  de  recursos  físicos. 5º e 6º)    Artigo 11 ‐ Ficam os estabelecimentos de ensino que atuam na educação básica do  sistema de ensino do Estado de São Paulo. desde a educação infantil até o ensino médio. sujeitos  ao cadastramento geral de alunos instituído pelo Decreto nº 40.    Artigo  12  ‐  O  cadastramento  será  coordenado  pela  Secretaria  de  Estado  da  Educação que baixará instruções normativas para sua realização.  (Del. 4º.  VI  ‐  12  a  15  alunos  na  oferta  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado.  VII  ‐  as  turmas  de  recuperação  paralela  serão  constituídas  de  15  a  20  alunos  e  organizadas em conformidade com as diretrizes fixadas na Resolução nº 40/2008. 1º.290/95.  § 1º ‐ Casos excepcionais deverão ser submetidos à análise da Diretoria Ensino e à  homologação anual da respectiva Coordenadoria.

  II ‐ as transferências.  entre outros. arts.  III ‐ o número de servidores em exercício. indicadores de vulnerabilidade.342/78)    CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA    Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação  Subseção I  Dos Critérios de Fixação.  §  2º  ‐  As  situações  abrangidas  por  este  artigo  obedecerão  às  necessidades  de  recursos humanos e à conveniência administrativa.261.  VI ‐ a relação de unidades escolares em processo de contratação de prestação de  serviços das atividades que não são próprias ou exclusivas do Estado.  III ‐ a contratação de prestação de serviços das atividades que não são próprias ou  exclusivas do Estado.20 m . de 28 de outubro  de 1968. quando em carteira individual. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores    Artigo 15 ‐ A fixação do módulo de pessoal das unidades escolares da Secretaria da  Educação. nos termos dos artigos 26 a 29 da Lei nº 10.  2º  e  art. §§ 1º.  SE  nº  86/08.  V ‐ o número de servidores readaptados.  102  do  Regulamento  que  integra  o  Decreto  nº  12.  art.  (Res.  §  1º  ‐  Os  servidores  das  unidades  escolares  em  processo  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  poderão  ser  remanejados para outras unidades escolares. e dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180.  IV ‐ o número de servidores afastados.  VII ‐ outros critérios definidos por estudos da Secretaria da Educação.§  2º  ‐  A  área  das  salas  de  aula  corresponderá  no  mínimo  a  1. de 12 de maio de 1978.    Artigo  16  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  efetuar  a  fixação  e  a  revisão  dos  módulos de pessoal de que trata o artigo anterior para:  I ‐ a organização do concurso de remoção ou de ingresso.  II ‐ as condições físicas e/ou estruturais da escola. Vice‐Diretor de Escola e integrantes do QAE deverá  observar:  I ‐ a quantidade de classes da unidade escolar.    Artigo  17  ‐  A  movimentação  dos  servidores  ocorrerá  por  meio  de  concurso  de  remoção ou por transferência.00  m2  por  aluno  lotado em carteira dupla e de 1. no que se refere a Diretor de Escola. 2º e 3º)    Subseção II  Da Contratação de Serviços    Artigo  18  ‐  A  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  nas  unidades  escolares  será  precedida  de  processo  licitatório  33 .  (Decreto nº 52.630/08. 1º e 2º.

 SE nº 27/08.  §  2º  ‐  A  Secretaria  da  Educação  fará  publicar  a  lista  das  unidades  escolares  passíveis  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas do Estado. quando a unidade escolar comportar diretor de escola.  e  suas  alterações  posteriores.  (**) O arredondamento de cálculo para maior somente poderá se efetuar para frações superiores  a 0. art.  (Res. bem como os estudos da Secretaria  de Educação.  (Res. 1º)    Artigo  20  ‐  Para  cálculo  das  necessidades  das  unidades  escolares  na  revisão  de  módulo  de  pessoal  não  serão  computados  os  quantitativos  referentes  a  servidores  afastados  e  readaptados.  observados  os  termos  da  Lei  nº  8. 19 está com a redação dada pela Res. SE nº 25/10.  (Decreto nº 52. art.630/08.  de  21  de  junho  de  1993.5 (cinco décimos). passam a vigorar.630/08. 3º)    Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo    Artigo 19 ‐ Os parâmetros.  34 .  (Decreto nº 52.  § 1º ‐ No caso da contratação de que trata o caput deste artigo serão utilizados os  parâmetros estabelecidos pela Secretaria de Gestão Pública.específico. 2º)    (• ) ANEXO    Nº de  Nº de  Diretor de  Vice‐Diretor  Secretário  Agente de  Agente de  classes  Turnos  Escola  de Escola  de Escola  Organização  Serviços Escolares Escolar  2 a 3  1 ou +  0  0  0  0  1  4 a 7  1 ou +  0  1  0  1  1  8 a 11  1 ou +  1  0  0  2  1  12 a 44  1 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  2  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  3 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)    Nota:  As  Unidades  Escolares  com    8  a  11  classes  funcionando  em  três  turnos  comportarão  um  Vice‐Diretor além do módulo fixado no referido anexo. 2º)    Artigo  21  ‐  As  classes  das  escolas  vinculadas  integrarão  o  módulo  da  escola  vinculadora.    (• ) O Anexo referido no art. conforme anexo que integra esta subseção. para definição dos módulos das unidades escolares da  rede estadual de ensino. art.666. SE nº 27/08. § 4º do art.

 por  sua natureza.  desde  que  mantida  a  divisão  em  dois  períodos  e  assegurado o intervalo mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  aplicam‐se  aos  servidores  sujeitos à jornada de trabalho de trinta horas semanais as disposições dos §§ 2º.    Artigo  26  ‐  Do  registro  do  ponto.   § 2º ‐ Nas unidades em que houver necessidade de funcionamento ininterrupto.  durante  todo  o  seu  período  de  funcionamento.    Artigo  25  ‐  A  freqüência  diária  dos  servidores  da  Administração  Direta  e  das  Autarquias será apurada pelo registro de ponto.     Artigo  24  ‐  A  jornada  de  trabalho  dos  servidores  sujeitos  à  prestação  de  trinta  horas semanais.  diariamente.  o  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  o  horário  dos  servidores  poderá  ser  prorrogado  ou  antecipado.  observada a escala de horário estabelecida pela chefia imediata.  §  1º  ‐  Para  atender  à  conveniência  do  serviço  ou  à  peculiaridade  da  função.Seção II  Do  Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores    Artigo  22  ‐  As  unidades  administrativas  públicas  estaduais  deverão  manter. afixar em local visível ao público e publicar nos meios de comunicação oficiais o  seu horário de funcionamento.  Parágrafo  único  ‐  Observadas  as  disposições  do  caput. de segunda a sexta‐feira.  manter  ininterruptamente  servidores.  § 4º ‐ Para os fins previstos neste artigo.  servidores  para  a  garantia  da  prestação  dos  serviços que lhe são afetos.  mantida  sempre  a  divisão  em  dois  períodos com intervalo de. o  horário  poderá  ser  estabelecido  para  duas  ou  mais  turmas. no mínimo. 3º e 4º do artigo  23. uma hora para alimentação e descanso.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  dezenove  horas.  no  que  couber.  domingos.  mediante  o  qual  se  verifica.  em  dois  períodos  dentro  da  faixa  horária compreendida entre oito e dezoito horas.  obrigatoriamente. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados.  em  até  três  turmas  distintas.  a  entrada e saída do servidor em serviço.  garantindo  a  prestação  dos  serviços. com intervalo de duas  horas para alimentação e descanso.  pontos  facultativos  e/ou  feriados  é  facultado. assegurado o intervalo mínimo de quinze minutos para  alimentação e descanso. deverão constar:  I ‐ o nome e registro geral do servidor.  deverá ser cumprida dentro da  faixa horária entre sete e dezenove horas.  sempre  que  possível. cabe ao dirigente do órgão determinar o  sistema que melhor atenda à conveniência e às necessidades do serviço.  cabendo  ao  dirigente  do  órgão  disciplinar  o  funcionamento  do  serviço  que  melhor possa atender ao interesse público.  correspondentes  a seis horas diárias de serviço.  Parágrafo  único  ‐  As  unidades  que  prestam  atendimento  direto  ao  cidadão  deverão:  1.  § 3º ‐  Nas  unidades em que.  observados  o  descanso  semanal remunerado e intervalos para alimentação e descanso.  35 .  2.     Artigo 23 ‐ A jornada de trabalho dos servidores sujeitos à prestação de quarenta  horas  semanais  de  serviço  será  cumprida.

  VIII ‐ assinatura do servidor e da Chefia imediata.  Parágrafo único ‐ Aplica‐se o disposto no caput deste artigo quando excedidos os  limites fixados nos artigos 32 e 33 e não efetuadas as compensações neles previstas.    Artigo  27  ‐  O  servidor  que  faltar  ao  serviço  poderá  requerer  o  abono  ou  a  justificação da falta. no primeiro dia em que comparecer à  repartição.  até  o  máximo  de  seis  por  ano.  §  1º  ‐  No  prazo  de  sete  dias  o  chefe  imediato  do  servidor  decidirá  sobre  a  justificação  das  faltas. por escrito à autoridade competente.  § 3º ‐ O servidor perderá a totalidade do vencimento ou salário do dia nos casos  de que trata o caput deste artigo.  sob  pena  de  sujeitar‐se  a  todas  as  conseqüências  resultantes  da  falta  de  comparecimento.  os  sábados.  até  o  máximo  de  doze  por  ano.  sua competência se estenderá até o limite de vinte e quatro faltas. não excedendo a uma por mês.    Artigo 31 ‐ O servidor perderá um terço do vencimento ou salário do dia quando  entrar  em  serviço  dentro  da  hora  seguinte  à  marcada  para  o  início  dos  trabalhos  ou  retirar‐se  dentro da última hora do expediente.  III ‐ o horário de entrada e saída ao serviço.  IV ‐ o horário de intervalo para alimentação e descanso.  domingos.  será  submetida.  V ‐ as ausências temporárias e as faltas ao serviço.   §  2º  ‐  Nos  casos  em  que  o  chefe  imediato  seja  diretamente  subordinado  ao  Governador.  VI ‐ as compensações previstas nos artigos 32 e 33. a Secretário de Estado.  a  justificação  das  que  excederem  a  esse  número. ao Procurador Geral do Estado ou a Dirigente de Autarquia.  desde  que  motivadas  em  fato  que. eletrônicos ou formulário específico. ao seu superior hierárquico.  36 .    Artigo  30  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas. que decidirá em igual prazo.II ‐ o cargo ou função‐atividade do servidor.  VII ‐ os afastamentos e licenças previstos em lei.  §  2º  ‐  A  utilização  do  formulário  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior  dar‐se‐á  a  partir do primeiro dia do mês subseqüente à publicação de Instrução a ser expedida pelo Órgão  Central do Sistema de Administração de Pessoal do Estado. em razão de moléstia ou outro motivo relevante. a critério do  superior imediato do servidor.  justificadas  ou  injustificadas.  os  dias  intercalados.  de  preferência.  §  1º  ‐  Para  o  registro  de  ponto  poderão  ser  utilizados  meios  mecânicos.  feriados  e  aqueles  em  que  não  haja  expediente  serão  computados para efeito de desconto dos vencimentos ou salários.  pela  natureza  e  circunstância.  possa  constituir  escusa  razoável  do  não  comparecimento.  até  o  limite  de  vinte  e  quatro.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas e as consideradas justificadas pela autoridade  competente não serão computadas para efeito de configuração dos ilícitos de abandono do cargo  ou função e de faltas interpoladas.  devidamente  informada  por  essa  autoridade.     Artigo  29  ‐  Poderão  ser  justificadas  até  vinte  e  quatro  faltas  por  ano.    Artigo  28  ‐  Poderão  ser  abonadas  as  faltas  ao  serviço.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas não implicarão desconto da remu‐neração.

 dispensada a compensação. previstos em  lei.  no  mesmo  dia  ou  nos  três  dias  úteis  subseqüentes. tempo igual  ou inferior a noventa minutos.  conforme  se  trate  de  curso  diurno ou noturno.    Artigo 36 ‐ O servidor‐estudante.  sem  qualquer  desconto  em  seus  vencimentos  ou  salários. ressalvadas as hipóteses previstas nos  artigos 31. domingos.  salário  ou  remuneração.  § 1º ‐ A ausência temporária ou definitiva.  for  invocado  motivo justo. se a retirada se prolongar por período superior a trinta minutos. poderá. previstos em lei.  será  concedida  ao  servidor  autorização  para  retirar‐se  temporária  ou  definitivamente.  a  compensação  se  fará  de  uma só vez.  se  a  ausência  for  igual  ou  inferior  a  trinta  minutos.  a  critério  da  chefia  imediata.  compensar mais de um período num só dia.  posto  ou  caixa  de  atendimento  eletrônico. entrar em serviço até uma hora após o  início  do  expediente  ou  deixá‐lo  até  uma  hora  antes  do  término.   §  3º  ‐  Não  serão  computados  no  limite  de  que  trata  o  caput  os  períodos  de  ausências temporárias durante o expediente para consulta ou tratamento de saúde. são computados os dias de sábados. exceto nos casos de consulta ou tratamento de saúde.  § 1º ‐ O benefício previsto no caput deste artigo somente será concedido quando  mediar entre o período de aulas e o expediente da unidade de prestação dos serviços.    Artigo 35 ‐ Para a configuração do ilícito administrativo de abandono de cargo ou  função. nos termos do artigo 121 da Lei nº 10.  desde  que  na  unidade  de  trabalho  não  se  mantenha  agência  bancária.  Artigo  32  ‐  Poderá  o  servidor  até  cinco  vezes  por  mês. de que trata o caput deste artigo. o tempo correspondente à retirada temporária ou definitiva de que trata o caput  deste artigo na seguinte conformidade:  1.  §  2º  ‐  O  servidor  é  obrigado  a  compensar.  entrar  com  atraso  nunca  superior  a  quinze  minutos  na  unidade onde estiver em exercício.  quando. desde que compense o atraso no mesmo dia. 32 e 33 e os casos de consulta ou tratamento de saúde.  podendo  o  servidor.  sem  desconto  em  seu  vencimento. a critério da Administração. respectivamente.261. feriados e pontos facultativos. previstos em  lei. que será pela  fração  necessária  à  compensação  total.  § 4º ‐ Entre as hipóteses de ausência previstas no caput inclui‐se a faculdade de o  servidor retirar‐se do expediente uma vez por mês.  para a finalidade  específica  de  recebimento  de  sua  retribuição  mensal  em  instituição  bancária.    Artigo  34  ‐  O  servidor  perderá  a  totalidade  de  seu  vencimento  ou  salário  do  dia  quando comparecer ou retirar‐se do serviço fora de horário.  durante  o  expediente.      37 .     Artigo  33  ‐  Até  o  máximo  de  três  vezes  por  mês. de 28  de outubro de 1968.  a  critério  da  chefia  imediata.   2. não  poderá exceder a duas horas.  Parágrafo único ‐ A freqüência do servidor será registrada desde que permaneça  no trabalho por mais de dois terços do horário a que estiver sujeito. a compensação  deverá ser dividida por período não inferior a trinta minutos com exceção do último.

    Artigo  38  ‐  As  normas  de  registro  e  controle  de  freqüência  dos  docentes  da  Secretaria da Educação serão estabelecidas em ato específico da Pasta. de que está matriculado  em estabelecimento de ensino oficial ou autorizado.  §  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  aplica‐se  igualmente  ao  integrante  do  Quadro  do  Magistério. civil e penal.  a  critério  do  Gestor  Escolar.   38 . sujeito à Jornada Completa de Trabalho de que trata o artigo 70 da Lei Complementar  nº 180.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  vinte  e  três  horas.  as  disposições dos artigos 620 a 622.  §  3º  ‐  Para  atender  a  conveniência  do  serviço  e/ou  a  peculiaridade  da  função. exceto nos períodos de recesso ou férias escolares.   § 4º ‐ O servidor‐estudante fica obrigado a comprovar o comparecimento às aulas.054/07.  mediante  apresentação  de  documento  hábil  expedido  pelo estabelecimento de ensino em que estiver matriculado.  de  segunda a sexta‐feira.  em  dois  períodos  com  intervalo  mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  §  5º  ‐  O  não  cumprimento  das  disposições  do  parágrafo  anterior  implicará  na  responsabilização disciplinar. respeitado o limite máximo de 8 (oito) horas  diárias de trabalho. 2º a 19)    Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares    Artigo  39  ‐  As  unidades  escolares  deverão  manter  servidores  para  a  garantia  da  prestação dos serviços que lhe são afetos. arts.  §  3º  ‐  O  servidor  abrangido  por  este  artigo  gozará  dos  benefícios  nele  previstos  durante os dias letivos.  (Decreto nº 52.  o  início  do horário  de trabalho  dos servidores  mencionados  no  caput poderá. o  Gestor  Escolar  deverá  elaborar  escala  de  trabalho  dos  servidores  visando ao acompanhamento desse funcionamento.  § 2º ‐ A distribuição da carga horária deverá abranger os turnos de funcionamento  da  unidade  escolar. por  sua natureza.  §  2º  ‐  Para  fazer  jus  ao  benefício  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  o  servidor apresentar comprovante.    Artigo 37 ‐ Os Secretários de Estado. o Procurador Geral do Estado e os Dirigentes  de  Autarquias  fixarão  critérios  para  controle  do  ponto  de  servidores  que.  ser  antecipado para  até 6  (seis) horas da  manhã. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados  e/ou aos  domingos. e aos docentes designados em Postos de Trabalho de Vice Diretor  de Escola ou de Professor Coordenador.  em  virtude  das  atribuições do cargo ou função.    Artigo 40 ‐ A jornada de trabalho dos servidores dos Quadros de Apoio Escolar e  da  Secretaria  da  Educação  será  cumprida. de 13 de maio de 1978.  § 4º ‐  Nas  unidades em que.  junto  à  Chefia  imediata.  ainda. anual ou semestral conforme o caso.  semestralmente.  obrigatoriamente.   Parágrafo  único  –  Para  o  pessoal  docente  deverão  ser  observadas. durante todo o seu período de funcionamento. desde que mantida a divisão da  carga  horária diária em dois períodos e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição e  descanso. realizem trabalhos externos.

  (Lei nº 8. no  ato do recebimento. caso não o faça.  observados. com a Gratificação por Trabalho no Curso Noturno.658/08)  § 2º ‐ Na hipótese de que trata o caput deste artigo. e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  cumulativamente. o descanso semanal remunerado  e o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso. 2º a 5º)      CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas    Artigo  43  ‐  É  vedada.  onde  constarão  os  horários  das  aulas  e  as  Horas  de  Trabalho  Pedagógico.§  5º  ‐  Para  os  fins  previstos  neste  artigo.  com  a  cédula  de  identidade  do  interessado  ou  com  o  respectivo  documento original e.  autárquica  e  fundacional. parágrafo único do art. 2º do Decreto nº 52. exigirá o reconhecimento da firma ou a  autenticação da cópia.  de  28  de  dezembro de 1993.  respectivamente. motivadamente.263/93. art.  a  carga horária correspondente à jornada de trabalho do servidor. ser exigido o original para confrontação. 1º e caput do art.  a  exigência  de  reconhecimento  de  firmas  ou  de  autenticação  de  cópias. 1º c/c o art.    Artigo 42 ‐ O Dirigente Regional de Ensino.  § 4º ‐ Verificada a qualquer tempo a ocorrência de fraude ou falsidade em prova  documental. SE nº 73/07.  (Res. havendo necessidade. que não considerou necessário o atendimento da formalidade. de 27 de dezembro de 1985.  ressalvada  a  decorrente  de  lei  federal  ou  quando  haja  determinação  legal  expressa  em  sentido contrário.  conforme  modelo  definido em Instrução expedida pelo Departamento de Recursos Humanos.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino homologar o horário de trabalho  do servidor mencionado no caput deste artigo.  cumprindo  ao  39 .  §  3º  ‐  O  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  não  poderá  perceber. de que tratam os artigos  83 a 88 da Lei Complementar nº 444.  1º e arts.  sempre.  § 1º Poderá. o servidor deverá proceder ao  cotejo.  reputar‐se‐ão  inexistentes  os  atos  administrativos  dela  resultantes.  para  instruir  processos  e  procedimentos  administrativos  nos  órgãos  do  Estado. poderá autorizar  o  horário  de  trabalho  do  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  dentro  da  faixa  horária  estabelecida no § 2º do artigo 40.  § 1º ‐ A atuação fora do horário de funcionamento da Diretoria de Ensino somente  será  possível  se  o  Supervisor  de  Ensino  for  responsável  pela  supervisão  e  fiscalização  de  cursos  noturnos de unidades escolares incluídas no setor de trabalho que lhe for atribuído. com a  indicação  do  dispositivo  legal  em  que  ela  está  prevista  e  da  razão  específica  da  dúvida.  presumindo‐se.    Artigo 41 ‐ A freqüência dos servidores docentes será registrada em livro próprio. a critério da autoridade. mantida a divisão em dois turnos durante todo seu período de  funcionamento.  § 3º ‐ Eventual exigência do servidor será feita por escrito.  a  Gratificação  Especial  instituída  pela  Lei  Complementar  nº  744. somente se houver dúvida fundada.  cabe  ao  Gestor  Escolar  determinar  o  sistema  que melhor  atenda  a  conveniência  e  as  necessidades  do  serviço.  na  recepção  de  documentos  por  órgãos  e  entidades  da  administração  direta.

  praticada  de  forma  repetitiva  por  agente.  as  autarquias  e  as  fundações  instituídas  ou  mantidas pelo Estado:  I  ‐  manterão  em  local  visível  e  acessível  ao  público  relação  atualizada  das  hipóteses. ao  serviço prestado ao público e ao próprio usuário. toda ação. bem como à evolução. §§ 1º. indireta e fundações públicas.  II ‐ divulgarão o conteúdo desta seção em seus sítios eletrônicos. tenha por objetivo ou efeito  atingir a auto‐estima e a autodeterminação do servidor.658/08)    Seção II  Da Cobrança de Contribuições    Artigo 46 – Aos estabelecimentos oficiais de ensino do Estado fica proibido:  I – cobrar taxa de matrícula. para fins  de  transferência.  IV – cobrar material destinado a provas e exames.658/08. com danos ao ambiente de trabalho. salvo naquelas em que lei federal  ou determinação legal expressamente determine. 1º. submetendo o servidor a procedimentos repetitivos  que impliquem em violação de sua dignidade ou.    Artigo 48 ‐ Considera‐se assédio moral.  II – exigir contribuição pecuniária para a Merenda Escolar.  gesto  ou  palavra.  VI – exigir qualquer outra forma de contribuição em dinheiro. art.144/79.  quando  apresentado  para  fazer  prova  perante  repartições  e  entidades públicas estaduais da administração direta e indireta. 2º)    Artigo  44  ‐  As  Secretarias  de  Estado.658/08.250/06.  empregado.  III – locar dependências do prédio. art. à carreira e à estabilidade  funcionais do servidor.órgão ou entidade a que o documento tenha sido apresentado expedir a comunicação cabível ao  órgão local do Ministério Público. para os fins da Lei nº 12.  (Decreto nº 52. por qualquer forma.  de  certificados  ou  diplomas  de  conclusão  de  cursos  e  de  outros  documentos  relativos à vida escolar. 2º  e 3º do art.  V – instituir o uso obrigatório de uniforme.  (Lei nº 3. especialmente:  40 . abusando da autoridade que lhe conferem suas funções. 3º)    Artigo 45 – Fica dispensada a exigência de reconhecimento de firma em qualquer  documento  produzido  no  País. 1º)    Seção III  Do Assédio Moral    Artigo  47  ‐  Fica  vedado  o  assédio  moral  no  âmbito  da  administração  pública  estadual direta.  em  que  há  determinação  legal  expressa de reconhecimento de firmas ou de autenticação de cópias.913/83.  pertinentes  aos  respectivos  âmbitos  de  atuação. no todo ou em parte.   (Lei nº 2. que o sujeitem a condições  de trabalho humilhantes ou degradantes.  servidor. na Rede Mundial  de Computadores ‐ Internet.  ou  qualquer  pessoa que. 1ª via de documentos.  (Decreto nº 52. c/c o Decreto nº 52. art.

  especializadas.  é  infração  grave  e  sujeitará o infrator às seguintes penalidades:  I ‐ advertência.    Artigo 50 ‐ Todo ato resultante de assédio moral é nulo de pleno direito.  II ‐ suspensão. exijam treinamento e conhecimento  específicos. ignorância ou humilhação ao servidor.  III ‐ demissão. sob pena de nulidade.  2  ‐  sonegação  de  informações  que  sejam  necessárias  ao  desempenho  de  suas  funções ou úteis a sua vida funcional. ficam obrigados a tomar as medidas  necessárias para prevenir o assédio moral. conforme definido na lei.  sujeitando‐o  a  receber  informações.  as  seguintes medidas:  1 ‐ o planejamento e a organização do trabalho:  a) levará  em  consideração  a  autodeterminação de cada servidor e possibilitará o  exercício de sua responsabilidade funcional e profissional.    Artigo 49 ‐ Consideram‐se também assédio moral as ações.  III  ‐  apropriando‐se  do  crédito  de  idéias.  II ‐ designando para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas.  Parágrafo  único  ‐  Para  os  fins  deste  artigo  serão  adotadas.  propostas.  atribuições. ou em condições e prazos inexeqüíveis.    Artigo  54  ‐  Os  órgãos  da  administração  pública  estadual  direta. mediante  sindicância ou processo administrativo.  ou  de  ofício  pela  autoridade  que  tiver conhecimento da prática de assédio moral. tarefas e outras atividades somente através de terceiros.    Artigo  53  ‐  Fica  assegurado  ao  servidor  acusado  da  prática  de  assédio  moral  o  direito  de  ampla  defesa  das  acusações  que  lhe  forem  imputadas.    Artigo  52  ‐  Por  provocação  da  parte  ofendida.  servidor.  4 ‐ exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos.  bem  como  a  prática  de  críticas reiteradas ou a de subestimação de esforços.  3  ‐  divulgação  de  rumores  e  comentários  maliciosos. em prejuízo de seu  desenvolvimento pessoal e profissional. será promovida sua imediata apuração.  indireta  e  fundações públicas. na pessoa de seus representantes legais.  empregado  ou  qualquer  pessoa  que  exerça  função  de  autoridade  nos  termos  desta  lei. ou aquelas para as quais.  41 . que o isolem de contatos com  seus  superiores  hierárquicos  e  com  outros  servidores. que atinjam a dignidade do servidor.  nos  termos  das  normas  específicas de cada órgão da administração ou fundação.  projetos  ou  de  qualquer  trabalho de outrem.  Parágrafo  único  ‐  Nenhum  servidor  poderá  sofrer  qualquer  espécie  de  constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste artigo ou por  tê‐las relatado. gestos e palavras que  impliquem:  1 ‐ desprezo.I  ‐  determinando  o  cumprimento  de  atribuições  estranhas  ou  de  atividades  incompatíveis com o cargo que ocupa.  dentre  outras.    Artigo  51  ‐  O  assédio  moral  praticado  pelo  agente. de qualquer forma.

 os expedientes ao Secretário.  apontando  expressamente  o  erro  de  fato  ou  de  direito  em  que  incidiu  o  Colegiado  ou  o  fato  novo  que  justifique a reconsideração. certificar‐se de que a decisão escapa‐lhe à competência.  3  ‐  as  condições  de  trabalho  garantirão  ao  servidor  oportunidades  de  desenvolvimento funcional e profissional no serviço. arts.b)  dará  a  ele  possibilidade  de  variação  de  atribuições.  c)  assegurará  ao  servidor  oportunidade  de  contatos  com  os  superiores  hierárquicos  e  outros  servidores.  d) garantirá a dignidade do servidor.  atividades  ou  tarefas  funcionais. após  análise exaustiva e abrangente.  (Lei nº 12.  §  1º  ‐  O  pedido  deverá  ser  formulado  no  prazo  de  trinta  (30)  dias. art.  §  2º  ‐  O  prazo  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  contado  da  data  da  publicação  da  decisão  no  Diário  Oficial  do  Estado  ou  da  data  em  que  a  parte  interessada  tiver  ciência da decisão quando se tratar de matéria não sujeita a publicação. nos termos da Deliberação CEE  nº 2/98. os dirigentes dos órgãos centrais encaminharão. 1º)    Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões    Artigo 56 ‐ As decisões do Conselho Estadual de Educação poderão ser objeto de  pedido de reconsideração.  §  1º  ‐  Cada  um  dos  órgãos  a  partir  da  unidade  escolar  somente  encaminhará  os  expedientes aludidos no caput deste artigo ao órgão imediatamente superior quando. esgotados  todos  os  seus  recursos  de  interpretação  das  leis  e  normas  que  porventura  regulamentem  as  respectivas matérias. 1º a 7º)      CAPÍTULO IV  DOS RECURSOS E DO ENCAMINHAMENTO DE EXPEDIENTES E PROCESSOS AO CONSELHO  ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE    Artigo 55 ‐ É vedado o encaminhamento direto ao Conselho Estadual de Educação  de expediente ou processos que cuidem de aspectos técnicos dos estabelecimentos que integram  o Sistema Estadual de Ensino.  (Res. que decidirá sobre a matéria ou a  enviará ao Conselho Estadual de Educação.250/06. a ser formulado pela parte interessada. tanto pelas escolas como por Diretorias de Ensino e demais órgãos  técnicos subordinados às Coordenadorias de Ensino. salvaguardadas as tramitações especificas em  Deliberações CEE.  §  2º  ‐  Ocorrendo  dúvidas  de  interpretação  ou  na  eventualidade  de  se  considerarem incompetentes para decidir.  42 . SE nº 39/93. objeto desta seção. protegendo o servidor  no caso de variação de ritmo de trabalho.  ligando  tarefas  individuais  de  trabalho  e  oferecendo  a  ele  informações sobre exigências do serviço e resultados.  2 ‐ o trabalho pouco diversificado e repetitivo será evitado.

 com base em normas do Conselho  Estadual  da  Educação. este será juntado ao respectivo  processo  e  encaminhado  à  Câmara  ou  Comissão  onde  teve  origem  a  decisão  recorrida. com a redação dada pela Del.  o  Conselheiro  deverá  apresentar justificativa consubstanciando o pedido.  elaborada  por  esta  Pasta.   (Del. art. História.  para  apreciação preliminar. CEE nº 72/08.  as  decisões  do  Conselho  poderão ser revistas quando for argüido erro de fato ou de direito.  43 .  arts. CEE nº 13/95. Geografia.  Filosofia e Sociologia.  (Del. Educação Física.    Artigo 57 ‐ Recebido o pedido de reconsideração. art. Arte. Química. incorpora as propostas didáticas vivenciadas pelos professores  em suas práticas docentes e visa ao efetivo funcionamento das escolas estaduais em uma rede de  ensino. Ciências. CEE nº 2/98. Matemática. 1º.  §  1º  ‐  Ao  propor  a  revisão  de  que  trata  este  artigo.§ 3º ‐  O  Presidente do Conselho  indeferirá de plano o  pedido  de reconsideração  que for protocolado extemporaneamente ou formulado pela segunda vez.  § 2º ‐ A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental e  para  o  Ensino  Médio  contempla  os  componentes  curriculares  a  seguir  relacionados  e  consubstanciados nas propostas curriculares de Língua Portuguesa. cabendo ao Conselho Pleno a decisão final.  passa  a  constituir  o  referencial  básico obrigatório para a formulação da proposta pedagógica das escolas da rede estadual. Língua  Estrangeira Moderna ‐ Inglês.  §  2º  ‐  A  revisão  proposta  será  aprovada  se  contar  com  o  voto  favorável  de  no  mínimo dois terços (2/3) dos membros do Colegiado. 2º e  3º)    Seção III  Dos Recursos    Artigo 59 ‐ De decisão da Diretoria de Ensino.    Artigo  58  ‐  Por  proposta  de  qualquer  Conselheiro. Biologia. 1º)      TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA    CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular  Subseção I  Da Proposta Curricular     Artigo  60  ‐  A  Proposta  Curricular  do  Estado  de  São  Paulo  para  o  Ensino  Fundamental  e  para  o  Ensino  Médio.  caberá  recurso  ao  Órgão  imediatamente  superior  da  Secretaria  da  Educação e da decisão deste caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação. Física.  que  complementa  e  amplia  as  Diretrizes  e  os  Parâmetros Curriculares Nacionais.  §  1º  ‐  A  Proposta  Curricular.

 SE nº 5/10. SE nº 76/08. correspondendo ao ensino do 6º ao 9º ano. de que trata o Anexo I. anos e séries.  iniciando‐se  com  o  atendimento  aos  alunos  da  1ª  série  do  ensino  médio. de acordo com os regulamentos e normas expedidos  oportunamente pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.  no  âmbito  da  Diretoria. 1º. nas unidades escolares. nos termos desta  seção. recursos tecnológicos e com ações de capacitação e monitoramento que.000 aulas anuais.  no  levantamento  da  demanda de alunos da 1ª série do ensino médio interessados no curso de espanhol.  ao  cadastramento  dos  Professores  interessados na docência da língua espanhola. observada a habilitação ou qualificação exigida no  processo de atribuição de classes e aulas. correspondendo ao ensino do 1º ao 5º ano.    Artigo 60 C ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  orientar  as  escolas. deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  I  ‐  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos  deverá  ser  observada  a  carga horária de 25 (vinte e cinco) aulas semanais. arts. arts. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.§  3º  ‐  As  Propostas  Curriculares  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  são  complementadas  por  um  conjunto  de  documentos. 2º e 3º)    Subseção II  Da Organização Curricular    Artigo  61  ‐  A  organização  curricular  das  escolas  estaduais  que  oferecem  ensino  fundamental e ensino médio se desenvolverá em 200 (duzentos) dias letivos. a partir do 2º semestre de 2010.  §  4º  ‐  A  implantação  da  Proposta  Curricular  ocorrerá  com  o  apoio  de  materiais  impressos.  das  respectivas  circunscrições.  (Res. sua organização curricular.  opcional  para  o  aluno.  a  ser  implantada  de  forma  gradativa  e  contínua.  desenvolvida  em  regime  de  progressão  continuada. mediante a  participação  direta  e  contínua  dos  educadores  da  rede  de  ensino.  com  orientações  didáticas  e  expectativas  de  aprendizagem. com a carga horária  anual estabelecida nesta Subseção. estendendo‐se aos das demais séries. 1º.  possibilitarão  seu  aperfeiçoamento.    Artigo  63  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  iniciais  do  ensino fundamental. constituída por dois segmentos  de ensino (ciclos):  I ‐ anos iniciais.    Artigo 62 ‐ O ensino fundamental terá. estruturada em 9 (nove) anos.  (Res.  44 . distribuídas por níveis de ensino.  II  –  proceder.    Artigo  60  B  ‐  O  ensino  de  língua  espanhola  de  que  trata  o  artigo  anterior  será  implantado  gradativamente.  II ‐ anos finais.  totalizando 1. a partir de 2009.  integrará  obrigatoriamente o currículo do ensino médio das escolas públicas estaduais. 2º e 3º)    Artigo  60  A  ‐  O  ensino  da  língua  espanhola.   Parágrafo único – A oferta obrigatória do ensino da língua espanhola pela escola e  de matrícula facultativa para o aluno far‐se‐á.

  inclusive para constituição de jornada de trabalho. totalizando 30 (trinta) aulas semanais e 1. que abre ao jovem efetivas oportunidades de  consolidação  das  competências  e  conteúdos  que  o  preparam  para  prosseguir  seus  estudos  em  nível superior e/ou o inserem no mundo do trabalho.  com  três  turnos  diurnos  e  calendário  específico  de  semana  de  6  (seis)  dias  letivos. quando for o caso.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos cada. sendo que  Educação Física será ministrada.  II ‐ no período diurno. totalizando 27 (vinte e sete) aulas semanais e 1. objeto do Anexo II. com calendário específico. semana  de  6  (seis)  dias  letivos. nos anos/séries iniciais.  2  ‐  no  período  diurno.II  ‐    em  unidades  escolares.  com  calendário  específico  e  semana  de  6(seis)  dias  letivos.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos  cada. objeto do Anexo III. com 5 (cinco) aulas diárias.    Artigo 65 ‐ O ensino médio.  totalizando  1. deverão ser desenvolvidas:  1  ‐  com  duas  aulas  semanais. terá sua matriz  curricular organizada:   I  ‐  no  período  diurno.080 aulas anuais.080  aulas anuais.080 aulas anuais.  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos.  3 ‐ em horário regular de funcionamento da classe. com 27 (vinte e sete) aulas semanais.  45 . conforme Anexo VI.  em  unidades  escolares  com  três  turnos  diurnos. aos sábados.  3 ‐ no período noturno. conforme Anexo II.  27  (vinte  e  sete)  aulas  semanais. totalizando 960 aulas anuais. aos sábados.  com  duração  de  50  minutos cada.  III ‐ no período noturno.  4  ‐  pelo  professor  da  classe.  totalizando  24  (vinte e quatro) aulas semanais e 960 aulas anuais. com duração de 45 (quarenta  e cinco) minutos cada.  4  (quatro)  aulas  diárias  de  50  (cinquenta)  minutos  cada.  §  4º  ‐  As  aulas  da  disciplina  Leitura  e  Produção  de  Textos  serão  atribuídas  a  professores com licenciatura plena em Língua Portuguesa.  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada. com três turnos diurnos.  com  6  (seis)  aulas  diárias.  § 2º ‐ A prioridade dada ao desenvolvimento das competências leitora e escritora  e dos conceitos básicos da matemática. preferencialmente. preferencialmente.  §  1º  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  finais  do  ensino  fundamental deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  1  ‐  no  período  diurno.    Artigo 64 ‐ O ensino médio.  previstas  nas  matrizes  curriculares  das séries/anos iniciais. titulares de cargo. como curso de sólida formação básica. sendo que Educação Física será  ministrada fora do horário regular de aulas.200 aulas anuais. não exime o professor da classe  da abordagem dos conteúdos das demais áreas do conhecimento.  §  3º  ‐  As  aulas  de  Educação  Física  e    de  Arte.  na  conformidade  do  contido no Anexo I.  por  professor  especialista. terá sua organização curricular  estruturada como curso de sólida formação básica. totalizando 1. preferencialmente.  com  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais. em três séries anuais. observado o processo anual de atribuição de  classes e aulas. conforme Anexo IV.  2  ‐  com  acompanhamento  obrigatório  do  professor  regente  da  classe  e  do  Aluno/Pesquisador da Bolsa Alfabetização. com a duração de 45  (quarenta e cinco) minutos cada.  quando  comprovada  a  inexistência  ou  ausência  do  professor especialista. totalizando 960 aulas anuais.

  em  2009.  §  5º  ‐  Dado  o  caráter  de  especificidade  dessas  disciplinas. da área de Ciências Humanas. a professores titulares de cargo.  §  4º  ‐  Por  se  constituírem  oficinas  de  revisão  e  consolidação  das  aprendiza‐gens  das disciplinas desenvolvidas ao longo das séries do ensino médio. à exceção  de Ensino Religioso.  63 e 64 pela Res. 2 (duas) aulas deverão ser destinadas à disciplina Língua Portuguesa.  as  aulas  deverão  ser  atribuídas  pela  direção  da  escola. no caso da área de Ciências Humanas. três turnos.  b) tenham familiaridade com ferramentas de multimídia.    c) disponham de condições para estudos e pesquisas complementares. as aulas de apoio curricular se  diferenciarão  pelo  uso  de  materiais  próprios  que. arts.  ampliarão  as  oportunidades  do  aluno  prosseguir  seus  estudos  em  nível  superior. objeto dos Anexos II e VI. com as alterações introduzidas nos arts.  respectivamente.  assegurando  ao  docente  acesso  a  recursos  tecnológicos  inovadores  e  a  atividades  de  aprimoramento  e  atualização  profissional. a distribuição de que trata  o  parágrafo  anterior. preferencialmente. SE nº 10/10)            46 . 6º. no Anexo II. serão objeto de resolução própria e  ocorrerão na conformidade dos termos de parcerias celebrados entre a Secretaria da Educação e  as instituições especializadas legalmente habilitadas. e 2 (duas) à disciplina Geografia.    Artigo  66  ‐  As  oportunidades  de  estudos  de  qualificação  e/ou  habilitação  profissional a serem oferecidos aos alunos do ensino médio. as matrizes curriculares do período noturno.  as  unidades  escolares  estaduais  poderão.  desde  que  autorizadas  pela  Diretoria  de  Ensino. Anexo V.  respeitada  a  classificação  do  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.  atender  a  alunos  do  1º  ano  da  nova  organização  curricular. as disciplinas História ou Geografia. 8º e 9º.  da área de Linguagens e Códigos. inclusive para constituição de  jornada de trabalho.  a  disciplina  Língua  Portuguesa  e  Literatura e.     Artigo  67  A  ‐  As  matrizes  curriculares  dos  cursos  de  ensino  fundamental  das  unidades  escolares  que  funcionam  em  período  integral  ou  das  classes  em  funcionamento  em  unidades da Fundação CASA/SP serão objeto de normatização específica.§  1º  ‐  As  aulas  das  3ª  séries  que  se  caracterizam  como  disciplinas  de  apoio  curricular  dos  Anexos  IV  e  VI  serão  distribuídas  pela  direção  da  escola.  § 3º ‐ Com relação às disciplinas de apoio curricular da matriz curricular do período  diurno.  em  número  de  2  (duas)  aulas para um dos componentes que integram cada área do conhecimento.    Artigo 67 ‐ Os cursos da modalidade de educação de jovens e adultos dos ensinos  fundamental  e  médio.  obrigatoriamente.  deverá  contemplar. SE nº 98/08.  § 2º ‐ Em se tratando da área de Linguagens e Códigos.  enfocados  inter  e  transdisciplinarmente.  adotarão.  observada  a  organização  semestral  que  os  caracteriza.  com  homologação  da  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.  disponibilizados  ao  professor. que:  a)  demonstrem  interesse  em  atuar  com  temas  transversais.  (Res.  Parágrafo  único  ‐  Em  casos  devidamente  justificados. 1º a 5º.

    (•) O anexo I está com as alterações introduzidas pelo art. no período diurno.  47 . S=Série  Obs. 2 aulas semanais quando Ensino Religioso comportar turma  de alunos e 3 (três) quando esse componente não comportar turma específica.  * Distribuir. distribuir.  ** Educação Física será ministrada. ou 8º série.    ANEXO I   (•)      Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental  CICLO I – 1º ao 5º anos ou 1ª à 4ª séries      Anos/Séries/Aulas (%)  Disciplinas  2º A ou  3º A ou  4º A ou  5º A ou  1º ano  1ª S  2ª S  3ª S  4ª S  Língua Portuguesa   60%  60%  45%  30%  30%  História /Geografia  ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Matemática   25%  25%  40%  35%  35%  Ciências Físicas e Biológicas   ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Educação Física/Arte  15%  15%  15%  15%  15%  100%  100%  100%  100%  100%  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano. preferentemente. no período noturno. em cada ano do período diurno.    Artigo  68  A  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  e  o  Departamento  de  Recursos  Humanos  baixarão  normas  complementares  que  se  fizerem  necessárias ao cumprimento do disposto nos artigos 60 A. dentro do horário regular de aulas. SE nº 10/10.Subseção III  Das Disposições Finais    Artigo 68 ‐ A Secretaria da Educação adotará as medidas necessárias à realização  de concurso público para provimento de cargos de docentes de língua espanhola. no 9º ano. aos  sábados. No período noturno. à exceção de Educação Física  e Ensino Religioso. 2º da Res. e fora desse horário. S=Série    ANEXO II    Matriz Curricular Básico para o Ensino Fundamental  CICLO II  6º ao 9º Anos  ou 5ª a 8ª Séries – Diurno com dois turnos diurnos e Período Noturno*    Anos/Séries/Aulas Disciplinas  6º A e 5º S 7º A e 6ª S 8º A e 7ª S 9º A e 8ª S  9º A e 8 ª S Diurno/  Diurno/  Diurno/  Diurno  Noturno  Noturno  Noturno  Noturno  Língua Portuguesa   5  5  5  5  5  Arte  2  2  2  2  2  Educação Física**  2  2  2  2  2  Base Nacional  História  2  2  2  2  2  Comum  Geografia   2  2  2  2  2  Matemática   5  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas   2  2  2  2  2  Ensino Religioso        1  1  Língua Estrangeira Moderna  2  2  2  2  2  Leitura e Produção de Textos 2  2  2  2  2  Total Geral   24+*3=27  24+*3=27  24+*3=27  25+*3=28  25+*2=27  A = Ano. 60 B e 60 C . as 3 aulas entre as disciplinas constantes da matriz curricular.

   Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área. S=Série      ANEXO IV          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física  Matemática  Biologia   Física  Química  História   Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  5  2  2  5  2  2  2  3  2  2  1  2  ‐‐‐‐  30  Séries/aulas  2ª  5  2  2  5  2  2  2  3  3  1  1  2  ‐‐‐‐‐  30  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular 3ª  4  ‐‐‐‐  2  4 2  2  2  2  2  1  1  2  *6 30 Obs:  *A carga horária ser distribuída. em número de 2 (duas) aulas semanais.    ANEXO III    Matriz Curricular Básica ‐  Ensino Fundamental  CICLO II 6ª ao 9ª Anos ou 5º a 8º Séries ‐ Diurno ‐ Três Turnos Diurnos    Anos/Séries/Aulas  Disciplinas  6º A ou 5ª S  7º A ou 6ª S  8º A ou 7ª S  9º A ou 8ª S  Língua Portuguesa   4  4  4  4  Arte   2  2  2  2  Educação Física  2  2  2  2  História  3  2  3  2  Geografia  2  3  2  3  Matemática  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas  3  3  3  3  Ensino Religioso     1  Língua Estrangeira Moderna   2  2  2  2  Produção e Literatura de Textos   1  1  1  1  24  24  24  25  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano.              48 .  Ciências Humanas: em História ou Geografia. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.

 para as áreas de: :  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.ANEXO V          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno ‐ Três Turnos  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física* Matemática   Biologia   Física  Química  História  Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  3  2  2  3  2  2  2  2  2  1  1  2  ‐‐‐‐  24  Séries/aulas  2ª  3ª  3  4  2  ‐‐‐‐  2  ‐‐‐‐ 3  4  2  2  2  2  2  2  2  2 2  ‐‐‐‐  1  1  1  1  2  2  ‐‐‐‐  **4  24  24  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular  Obs: *As aulas de Educação Física poderão ser realizadas fora do período regular de aulas. em número de  2 (duas) aulas semanais. preferentemente.  Ciências Humanas: em História ou Geografia. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.  ** A carga horária deverá ser distribuída. aos sábados. em número de 2 (duas) aulas semanais.  Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área.     ANEXO VI    Ensino médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Noturno  Áreas  Disciplinas  1ª 4  2  2  4  2  2  2 2  2  2  1  2  ‐‐  27  Séries/aulas  2ª  4  2  2  4  2  2  2  3  2  1  1  2  ‐‐  27  3ª  4   ‐   2   4   2   2   2   1   1   1   1   1   **6   27   Base Nacional Comum  Parte Diversificada  Total de Aulas  Língua Portuguesa e Literatura  Linguagens e Códigos  Arte  Educação Física*  Matemática  Biologia  Ciências  da  Natureza  e  Matemática  Física  Química História  Geografia  Ciências Humanas  Filosofia  Sociologia   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas  de apoio curricular      Obs:‐   *‐As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas.         49 .  **A carga horária deverá ser distribuída.  Ciências Humanas: em Geografia.

164/95.  § 2º  ‐ Somente profissionais devidamente habilitados.361/03.  ministradas  por  professor especialista.  (Lei nº 9.   Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  do  professor  especialista. por  professor  portador  de  licenciatura  plena  específica  na  respectiva  disciplina. em todas as séries.  fotografia.Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino    Artigo  69  ‐  É  obrigatória  a  presença  do  componente  curricular  Arte.    50 .  etc.  Parágrafo único  ‐ A escolha da linguagem ‐ teatro. serão desenvolvidas. podem ministrar a disciplina a que se refere o artigo anterior.  integrada  à  proposta  pedagógica  da  escola.    Artigo 72 ‐ As atividades de Arte e de Educação Física de que trata o artigo anterior  deverão  ser  objeto  de  plano  específico  a  ser  elaborado  em  conformidade  com  a  proposta  pedagógica da escola.  nos  termos  do  caput  deste  artigo. previstas na matriz curricular do  ciclo I do ensino fundamental das escolas estaduais. serão ministradas pelo professor regente da  classe. ouvido o professor. caput e § 2º do art. música.  Parágrafo  único  ‐  Na  organização  e  seleção  das  atividades  de  cada  uma  das  disciplinas  deverão  ser  consideradas  as  modalidades  existentes  em  cada  uma  das  áreas  de  conhecimento e sua adequação às características próprias da faixa etária a que se destinam.  é  componente curricular obrigatório em todas as séries da rede estadual de ensino.   II  ‐  uma  aula  semanal  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  20  horas semanais. arts 1º e 2º)    Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I    Artigo 71 ‐ As aulas de Arte e de Educação Física.  (Lei nº  11. 1º)      Artigo  70  ‐  A  educação  física.  § 1º ‐ A disciplina a que se refere o caput é facultativa nos cursos noturnos.  da  1ª  à  8ª  série do ensino fundamental e 1ª e 2ª séries do ensino médio com carga horária de 2 (duas) aulas  semanais em toda a rede pública de ensino.    Artigo  73  ‐  As  aulas  semanais  de  Arte  e  de  Educação  Física.  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  duas  aulas  semanais  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  25  horas semanais.  Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  de  docentes  devidamente  habilitados. artes plásticas.  ‐  a  ser  adotada  pela  escola  em  cada  série  será  determinada  pelo  Conselho  de  Escola. dança.  as  aulas  de  Arte  e  Educação Física a que se refere o caput deste artigo.  as  aulas  de  Arte  poderão  ser  atribuídas  obedecidas  as  disposições  da  resolução que disciplina o processo regular de atribuição de classes e de aulas. deverão ser acompanhadas pelo professor regente da classe. portadores de licenciatura  plena em educação física.

 no mínimo. quando possível.  modalidade  e  gênero.  arts.  as  aulas  de  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  atribuídas. a direção  da escola deverá proceder à reorganização dos alunos da respectiva turma.  no  mínimo. 2 (duas) e.  3º.  destinadas  à  prática  das  diferentes  modalidades  esportivas.Artigo  74  ‐  As  aulas  atribuídas  ao  professor  especialista  deverão  compor.  (Res.  subsidiada  pelos  docentes  de  Educação  Física.  20  (vinte)  alunos.  a  título  de  carga  suplementar. SE nº 184/02. após preliminar análise e manifestação das Diretorias de  Ensino e das respectivas Coordenadorias de Ensino.  aos  titulares  de  cargo em jornadas referidas nos incisos I e II ou reduzida de trabalho.    Artigo 76 B ‐ As aulas dessas atividades serão desenvolvidas:  I ‐ aos sábados. de diferentes níveis de ensino.    Artigo 77 ‐ As aulas de turmas de Atividades Curriculares Desportivas constituirão  jornada de trabalho docente dos titulares de cargo.  III – 4 (quatro) turmas dentro da jornada integral.    Artigo 75 ‐ Os casos não previstos deverão ser decididos pela Coordena‐doria de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.   §  2º  ‐  Quando  a  frequência  de  50%  dos  alunos  de  cada  turma  de  Atividades  Curriculares Desportivas for bimestralmente inferior a 85% do número de aulas dadas.  a  organização  das  diferentes  turmas  de  atividades  que  poderão  ser  constituídas  com  alunos  de  diversos turnos de funcionamento da escola e.  §  1º  ‐  Caberá  à  equipe  gestora.  podendo  ocorrer  inclusive  no  período  noturno.    Artigo 76 A ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas serão constituídas  de.  constituem‐se  parte  integrante  da  proposta  pedagógica da escola e serão desenvolvidas na conformidade do disposto nesta subseção. com a redação dada ao caput pela Res.  e  suas  atividades  serão  desenvolvidas  em  turno  diverso  ao  do  horário  regular  de  aulas  dos  alunos  envolvidos em. 4º e 5º)    Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas    Artigo  76  ‐  As  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  –  ACD. máximo. SE nº 1/04. 1º com a redação dada pela Res. SE nº 1/04 . 2º.   II – 3 (três) turmas dentro da jornada básica.  as  aulas  dessas  atividades  poderão  ser  atribuídas  a  outro  docente  portador  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física  e  na  conformidade  das  diretrizes  estabelecidas  pela  resolução que trata do processo de atribuição de aulas .    51 . art. art.  obrigatoriamente. o horário regular de funcionamento da classe.  II  ‐  ao  longo  da  semana  em  horário  diverso  do  das  aulas  regulares  dos  alunos  e  sem  comprometimento  da  dinâmica  das  atividades  previstas  pela  proposta  pedagógica  para  aquele  período  de  funcionamento  da  unidade  escolar.  § 2º  ‐ Somente no caso de não aceitação pelos professores de Educação Física da  unidade  escolar. art.  organizados  por  categoria.  §  1º  ‐  Além  de  constituirem  jornada  docente. 3(três) aulas semanais. respeitada a seguinte distribuição:  I –  2 (duas) turmas dentro da jornada inicial.

 Capoeira.  Basquetebol.  desde  que  não  formem  a  maioria  daquelas  turmas  e  o  horário  proposto para as sessões não coincida com o horário regular de aulas.  II – unidades escolares com 7 a 12 classes – até 8 turmas.  52 . 19 anos ou mais). desde que o aluno mais velho complete no  ano. elaborado por professor de Educação Física  da unidade escolar e referendado pelo Conselho de Escola. Handebol. Ginástica Rítmica Desportiva.  IV ‐ Juvenil (de alunos até 18 anos completos no ano).  III ‐  unidades escolares com 13 a 20 classes – até 12 turmas. Ginástica Rítmica Desportiva.  Ginástica  Geral.  poderão  integrar  turmas  das  outras  modalidades  organizadas  para  alunos  do  ciclo  II  do  Ensino  Fundamental. Tênis de Mesa. Judô.  um  plano  articulado  ao  currículo de Educação Física e à proposta pedagógica.  § 8º ‐ O número de turmas de Atividades Curriculares Desportivas mantidas e/ou  organizadas  pela  unidade  escolar. Tênis de Mesa e  Xadrez.  § 7º  ‐ As turmas das modalidades Basquetebol. Tênis de Mesa e Xadrez. Judô e  Voleibol.  III ‐ Infantil (de alunos até 16 anos completos no ano).  IV – unidades escolares com 21 classes ou mais – até 16 turmas.  Ginástica  Artística. Ginástica Rítmica Desportiva.  Ginástica  Artística.  naquela modalidade e categoria não poderá haver turma do gênero masculino e turma do gênero  feminino.  §  4º  –  As  categorias  das  turmas  de  todas  as  modalidades  de  Atividades  Curriculares Desportivas serão:  I ‐ Pré‐mirim (de alunos até 12 anos completos no ano).   Ginástica Artística.   §  1º  ‐  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  propostas  pela  equipe  gestora.  feminino  ou  misto).  desde  que  a  natureza das modalidades e categorias selecionadas se justifique pela pertinência e coesão com o  currículo e com a proposta pedagógica de que é parte integrante.  § 6º  – Os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental.  serão  encaminhadas  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  imediata  pelo  supervisor  de  ensino  responsável pela unidade escolar e devida homologação pelo Dirigente Regional de Ensino. com o seguinte conteúdo:  I ‐  a modalidade. Voleibol e Xadrez.Artigo 78 ‐ As escolas poderão organizar até 1 (uma) turma de Atividade Curricular  Desportiva  por  categoria. deverão ser organizadas por gênero (masculino ou feminino) e as  de Atletismo.  Capoeira.  Ginástica Geral.  § 2º – Caberá à Supervisão de Ensino e à Oficina Pedagógica o acompanhamento  das Atividades Curriculares Desportivas.  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo.  poderão  ser  organizadas  apenas  turmas  da  categoria  pré‐mirim.  Ginástica  Geral.  Futsal.  das  modalidades  Atletismo. de todas as categorias.    Artigo 79 ‐ Para a homologação de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  a  direção  da  unidade  escolar  deverá  apresentar  à  Diretoria  de  Ensino.  II ‐ Mirim (de alunos até 14 anos completos no ano).  deve  ser  na  seguinte  conformidade:  I – unidades escolares com até 6 classes – até 4 turmas.  se  houver  turma  mista.  após  serem  devidamente  analisadas  e  avaliadas  pelo  Conselho  de  Escola. Handebol.  modalidade  e  gênero  (masculino. Futsal.  sendo  que. com idade compatível com   as  demais  categorias.  de  todas  as  categorias  poderão  ser  também  mistas.  §    3º  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  serão  organizadas  nas  seguintes  modalidades:  Atletismo.  V ‐ Livre (de alunos de diversas idades. o gênero e a categoria da turma (a data de nascimento do aluno  mais velho definirá o nome da categoria da turma).  §  5º    –  Para  alunos  do  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental.

 nº do RG.máximo três). nº da turma/classe de origem (código gerado  pelo Sistema de Cadastro de alunos da SEE). nº do RA.  os  objetivos.  não  coincidente  com  o  horário das aulas regulares dos alunos envolvidos. conteúdos.  III  ‐  submetidas  a  avaliações  devidamente  formalizadas  em  relatórios  circunstanciados  a  serem  elaborados  pelo  professor  responsável  pela  turma  de  atividades. nas modalidades e gênero já existentes.     Artigo  80  B  ‐  Os  alunos  das  Atividades  Curriculares  Desportivas  não  poderão  ser  dispensados das aulas regulares de Educação Física. com sua data de nascimento e série de origem.   Parágrafo  único  ‐  As  categorias  das  turmas  atribuídas  serão  definidas  no  planejamento  anual  de  trabalho. atividades e avaliação a serem desenvolvidos. 1º a 12)  53 .  (Res.  que  deverá  conter.II ‐   o número de aulas semanais (mínimo duas. e ser apresentado pelo professor de  Educação Física à direção da unidade escolar. data de nascimento. SE nº 14/10. arts.  com  ciência  da  coordenação  pedagógica.  III  ‐  programação  anual  de  trabalho  especificando. para ratificação ou retificação.  IV  ‐  lista  de.  a  lista  dos  alunos  participantes.    Artigo  80  E  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixará  as  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento desta subseção. juntamente com a ata da reunião do referido Conselho de Escola.  no  mínimo. no prazo de duas semanas a partir do início do ano  letivo.  além  dos  demais  itens.  por  integrarem  a  proposta  pedagógica  das  Unidades  Escolares  e  à  semelhança  dos  procedimentos  aplicados  aos  demais  componentes curriculares.  da  direção  e  do  Conselho  de  Escola  e  encaminhados  à  Diretoria de Ensino. declaração escrita e assinada pelos pais ou responsável.     Artigo  80  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  que  estiverem  funcionando  regularmente  no  final  do  ano  letivo  poderão  ser  atribuídas  no  processo  inicial  de  atribuição de aulas.  além  da  justificativa.  contendo:  nome  completo.  autorizando‐os  a  participar  das  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar  deverá  manter  em  seus  arquivos.    Artigo  80  C  ‐  As  Atividades  Curriculares  Desportivas.    Artigo  80  A  ‐  Novas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  homologadas no decorrer do ano letivo e no máximo até o último dia útil do mês de agosto do ano  em curso.    Artigo  80  D  ‐  A  participação  dos  alunos  e  professores  das  turmas  de  Atividades  Curriculares Desportivas na Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo e nos demais campeonatos  e competições será objeto de regulamentação específica.  II  ‐    rotineiramente  acompanhadas  em  seu  desenvolvimento  pela  coordenação  pedagógica da unidade escolar.  bem  como  de  eventuais  competições  e/ou  apresentações  a  serem  realizadas em outros locais.  20  (vinte)  alunos  candidatos  à  turma.  V  ‐  horário  proposto  para  o  funcionamento  das  aulas. deverão ser:  I ‐  objeto de controle de frequência dos alunos. de todos os alunos  candidatos  a  integrarem  a  turma  proposta.  para  verificação oportuna.

  Parágrafo  único  ‐  Os  representantes  da  Secretaria  da  Educação  deverão  ser  professores devidamente habilitados em educação física.    Artigo 86 ‐ Caberá à Secretaria da Educação assegurar:  I  ‐  a  participação  das  Unidades  Escolares  que  integram  sua  rede  de  ensino.    Artigo 82 ‐ Competirá às Secretarias da Educação e do Esporte.  a  serem encaminhados aos Secretários das Pastas envolvidas.    Artigo 85 ‐ A Coordenação das Atividades da Olimpíada ficará sob responsabilidade  de  Comissão  constituída  por  3  (três)  representantes  de  cada  Secretaria.  III  ‐  a  elaboração  de  relatórios  estatísticos  e  avaliatórios  das  fases  realizadas. arts.699/03. a serem designados para atuar em órgão  da administração centralizada. incentivando sua colaboração com a Comissão.  designados pelos respectivos Secretários. sem comprometer a rotina das atividades previstas no calendário escolar. execução e acompanhamento das atividades programadas. 1º. ampliando as oportunidades de socialização e aquisição de  hábitos saudáveis. os regulamentos.  conforme regulamentos.  II ‐ a organização.  III ‐  a  capacitação dos professores de  Educação  Física  das escolas  inscritas. Lazer e Turismo obedecerá  as normas e procedimentos contidos nesta subseção.  II ‐ favorecer o surgimento de novos talentos representativos do Esporte.  por  meio  da  prática  desportiva. os critérios para participação de  professores e alunos e demais orientações necessárias ao desenvolvimento da Olimpíada.  execução  e  avaliação  das  ações  ficarão  sob  a  responsabilidade  de  uma  Comissão  composta  por  representantes  das  Secretarias  envolvidas.  54 . que terá como atribuições:  I ‐ a elaboração do Regulamento Geral e Técnico da Olimpíada.  IV ‐ espaços físicos e instalações esportivas para a realização da Olimpíada Colegial  em todas as fases.    Artigo  83  ‐  Serão  definidos  por  resolução  conjunta  as  atribuições  da  Comissão  referida no parágrafo único do artigo anterior.  (Decreto nº 47. 2º e 3º)    Artigo  84  ‐  A  Olimpíada  Colegial  da  Rede  Estadual  de  Ensino.  a  ser  desenvolvida  conjuntamente pelas Secretarias de Estado da Educação e de Esporte. incluindo‐a nos respectivos Plano de Trabalho Anual e Calendário  Desportivo. tendo como objetivos:  I  ‐  promover.  a  integração  e  o  intercâmbio  dos  participantes das Unidades Escolares.  designados  por  seus  respectivos titulares.  Parágrafo  único  ‐  A  organização.Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo    Artigo  81  ‐  Fica  instituída  a  Olimpíada  Colegial  do  Estado  de  São  Paulo  a  ser  realizada anualmente e disputada por Escolas da Rede Estadual de Ensino Fundamental e Médio. Lazer e Turismo a  realização da Olimpíada Colegial.  II  ‐  a  participação  do  Assistente  Técnico  Pedagógico  de  Educação  Física  das  Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino.  sob  a  responsabilidade dos Assistentes Técnico‐Pedagógicos.

 por modalidade e sexo.    Artigo  88  ‐  Os  alunos  integrantes  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  somente  ficarão  dispensados  da  freqüência  às  aulas.  II  ‐  assegurar  aos  Assistentes  Técnico  Pedagógicos  de  Educação  Física  das  Diretorias  de  Ensino.  as  orientações  específicas  da  Olimpíada  Colegial.V ‐ o afastamento de professores de Educação Física.  bem  como  cursos  de  atualização  esportiva  com  vistas à sua divulgação entre os professores das turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  c)  transporte  dos  alunos  das  Unidades  Escolares  nas  fases  Diretoria  de  Ensino  (Capital e Interior).  na  fase  Diretoria  de  Ensino.  na modalidade Atletismo de ambos os sexos.  em  conjunto  com  os  órgãos  próprios  da  Secretaria  da  Educação. na fase Final Estadual.  c) garantir arbitragem das categorias mirim e infantil em todas as modalidades e  fases.  b)  aquisição  de  medalhas  por  modalidade  de  esporte.  55 . pelo tempo que se fizer necessário.  Parágrafo único ‐ Caberá à Direção da Unidade Escolar. elaborados pela Comissão.  III ‐ assegurar recursos financeiros para:  a) premiar. as Unidades Escolares.  nos  dias  em  que  estiverem  participando  das  competições  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  b) premiar.  para  atuarem  na  coordenação  da  Olimpíada  Colegial.  mediante  convocação no Diário Oficial. os alunos que fizerem jus à medalhas de 1º.    Artigo 89 ‐ Caberá à Secretaria de Esporte. Inter‐Diretorias de Ensino (Capital).  VI ‐ recursos financeiros para:  a)  aquisição  de  material  permanente  e  de  consumo  para  as  Unidades  Escolares  envolvidas na Olimpíada. junto às Diretorias de Ensino. com troféus e medalhas  de 1º. Sub‐Regional e Regional (Interior):  d)  a  participação  de  docentes  para  atuarem  na  Final  Estadual. Lazer e Turismo:  I ‐ prever a Olimpíada Colegial em seu calendário anual. 2º e 3º  lugares.  categoria  e  sexo  para  os  alunos premiados na fase Diretoria de Ensino. subsidiada pelo Professor  Coordenador.  nos  cerimoniais.  nos  demais  componentes  curriculares.    Artigo 87 ‐ Serão considerados de efetivo exercício os dias em que os professores  de  Educação  Física  estiverem  representando  e/ou  acompanhando  as  suas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  na  Fase  Emparceiramento Regional. nas fases Inter Diretorias de Ensino (Capital) e Sub‐Regional (Interior).  nos  congressos  técnicos.  nos  momentos  definidos  para  a  sua  participação  na  organização. 2º e 3º lugares. em  decorrência de sua ausência às atividades escolares programadas.  Parágrafo  único  ‐  O  estudo.  a  análise  e  a  avaliação  dos  regulamentos  geral  e  técnico. deverão se constituir objeto de estudo nas Horas de Trabalho  Pedagógico  Coletivo  (HTPCs).  d)  garantir  transporte  para  as  equipes  classificadas  na  Capital  e  Interior.  sob  a  orientação  dos  respectivos  Professores  Coordenadores  e  Assistentes Técnicos Pedagógicos das Diretorias de Ensino.  nas  competições  e  na  avaliação  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  das  diversas  categorias. assegurar que não haja prejuízo aos alunos participantes da Olimpíada Colegial.

    Artigo 91 ‐ O Ensino Religioso. art.802/02. 1º.  f)  assegurar  a  participação  dos  funcionários  da  Secretaria  de  Esporte. para a Final Estadual.  devendo  assegurar  o  respeito  a  Deus. art. 1º e 2º e Decreto nº 46. será ministrado nas escolas estaduais de acordo com o disposto  nesta seção. 5º e 6º)    Seção III  Do Ensino Religioso    Artigo  90  ‐  O  ensino  religioso  constitui‐se  disciplina  dos  horários  normais  das  escolas  da  rede  pública  estadual  de  ensino  fundamental. 3º)    Artigo 94 ‐ A matriz curricular do ensino fundamental regular deverá ter acrescida. tolerância e em  valores universais presentes em todas as religiões. por meio de convocação em Diário Oficial.  qualquer  tipo  de  proselitismo  religioso. SE/SELT nº 1/08. 4º)    Artigo 93 ‐ As diretrizes curriculares a serem observadas e os conteúdos a serem  ministrados  nas  aulas  de Ensino Religioso  são  os definidos  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  Lazer  e  Turismo que atuarem na Final Estadual. 2º)    (•) A Indicação CEE nº 7/01. arts. 4º.  preconceito  ou  manifestação  em  desacordo  com  o  direito  individual  dos  alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum. ética.  na  série  final  do  Ciclo  II.  (Res.  (Res.  (Decreto nº 46. 2º.  caput do art. (•)  (Decreto nº 46. Conj. 3º.  vedado o proselitismo ou o estabelecimento de qualquer primazia  entre as diferentes doutrinas religiosas. SE nº 21/02. encontra-se anexada a esta unificação.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  admitido  nas  escolas  públicas. art. 1º)    Artigo  95  ‐  O  Ensino  Religioso  a  ser  ministrado  no  horário  normal  das  aulas  das  escolas  estaduais  terá  caráter  supraconfessional. art.  Parágrafo único ‐ A aula prevista no caput deste artigo deverá constar do horário  regular da classe. arts.783/01.  à  diversidade cultural e religiosa e fundamentar‐se em princípios de cidadania.  (Lei nº 10.  uma  aula  semanal  de  Ensino  Religioso  para  desenvolvimento  dos  conteúdos relativos à História das Religiões.802/02.  (Lei nº 10.e) prover transporte e alimentação para  as equipes  classificadas  do  Interior e  da  Capital. 56 .783/01. 1º)    Artigo 92 ‐ Para o estabelecimento do conteúdo programático do ensino religioso  deverá  ser  ouvido  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades civis representativas das diferentes denominações religiosas. parte integrante da proposta pedagógica da escola  pública de ensino fundamental. integrante da Deliberação CEE nº 16/01.  Parágrafo único ‐ A matrícula nas aulas de ensino religioso é facultativa.  ficando  assegurado  o  respeito  à  diversidade  cultural religiosa.802/02.  constantes desta seção e na Indicação CEE nº 7 de 2001.

 3º e art. 3º e 4º e arts.  b) os portadores de licenciatura em Pedagogia.  (Decreto nº 46. arts. parágrafo único do art.394/96.Artigo 96 – Ao Conselho Estadual de Educação compete avaliar a implementação  do  Ensino  Religioso  nas  escolas  estaduais  de  ensino  fundamental. o ensino religioso deve ser ministrado no  mínimo em uma das séries finais do ensino fundamental. SE nº 21/02)    Artigo 103 ‐ Na rede estadual de ensino.   Parágrafo  único  ‐  Os  conteúdos  serão  trabalhados  transversalmente  sob  a  responsabilidade e organização do professor.    Artigo  97  ‐  A  Secretaria  da  Educação  está  autorizada  a  expedir  as  orientações  necessárias  para  a  atribuição  de  aulas  de  Ensino  Religioso  para  os  professores  pertencentes  ao  quadro do magistério da Secretaria da Educação.    (Del.  Parágrafo único – Para fins do disposto no caput. 4º)    Artigo  98  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso. com habilitação no magistério de  1ª a 4ª séries do ensino fundamental. Ciências  Sociais ou Filosofia.    Artigo  99  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso nas séries finais – 5ª à 8ª ‐ do ensino fundamental.  Parágrafo único – A inclusão do ensino religioso deverá estar prevista na proposta  pedagógica da escola e sua carga horária será acrescida à carga mínima anual existente. CEE nº 16/01.  Parágrafo único ‐ As exigências relativas à habilitação do professor para ministrar  as aulas devem estar em conformidade com o disposto nos artigos 98 e 99. tal como prescrito no § 2º do art. 3º e 4º da Res. arts. ouvindo‐se as entidades civis.  ouvindo‐se  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades  civis  representativas  das  diferentes  denominações  religiosas.    Artigo  101  ‐  As  aulas  de  Ensino  Religioso  poderão  ser  atribuídas  para  carga  suplementar de trabalho do titular de cargo ou carga horária de servidor. CEE nº 16/01.  os  conteúdos  de  ensino  religioso  serão  ministrados  pelos  próprios  professores  responsáveis pela classe. os licenciados em História. 33 da Lei  nº 9.  além  de  representantes  da  Secretaria  da  Educação  e  das  entidades do magistério.     Artigo  104  ‐  Os  conteúdos  do  ensino  religioso  obedecem  aos  definidos  na  Indicação CEE nº 7/2001.  (Del.    Artigo 102 ‐  A atribuição  das aulas de ensino  religioso  obedecerá ao  disposto na  legislação vigente.    Artigo  100  ‐  Nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  das  escolas  da  rede  estadual. 2º.802/02. 5º e 6º)  57 . o Conselho Estadual de Educação  organizará encontro anual no mês de setembro que proporá orientações a serem implementadas  no ano letivo subseqüente. 2º. nas quatro primeiras séries do ensino fundamental:  a) os portadores de diploma de magistério em normal médio.

508/97.  (Lei nº 9. CEE nº 16/01.  §  3º  ‐  A  matrícula  facultativa  dos  alunos  em  turmas  de  ensino  religioso  confessional  somente  será  realizada  mediante  conhecimento  dos  pais  sobre  a  natureza  do  conteúdo e autorização expressa dos mesmos.  poderão  ministrar  noções  básicas  do  "Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente" (Lei Federal nº 8. art. sendo assim instituído o  Dia do Debate sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.  a  partir  de  programação  elaborada pela instituição interessada e aprovada pelo Conselho da Escola.  § 1º ‐ As atividades a serem desenvolvidas ficarão a cargo de representantes das  diferentes instituições. pais. às instituições religiosas  das mais diversas  orientações.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada unidade de ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos. de 13 de julho de 1990).  (Del.  § 2º ‐ Autorização para o uso de espaço do prédio escolar para o ensino religioso  de  natureza  confessional  será  feita  sob  responsabilidade  da  escola. de  caráter facultativo  para os alunos.  ainda. 1º)    Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"    Artigo  108  ‐  Ficam  inseridas  noções  básicas  de  "Prevenção  e  Combate  ao  Uso  Indevido de Drogas". na semana que inclui o dia 12 de outubro Dia da  Criança.  professores e toda a comunidade escolar. 1º)    Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente    Artigo  107  ‐  Fica  instituído  que  no  calendário  escolar  das  escolas  públicas  de  ensino fundamental e médio estarão previstas.939/98. na forma de trabalho voluntário.  (Lei nº 9. no currículo das escolas públicas de educação básica do Estado de São Paulo. 1º)            58 .  respeitando  a  integração  interdisciplinar. atividades que discutam o Estatuto da Criança e do Adolescente.  (Lei nº 9. 8º)    Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA    Artigo  106  ‐  As  escolas  públicas  de  ensino  fundamental  e  médio.069. art.687/97.  horário para oferta de ensino  confessional.  Artigo 105 ‐ As escolas estaduais disponibilizarão. art. art.

990/01. 1º e 2º)    Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”    Artigo  111  ‐  Fica  instituída. crianças e adolescentes. arts.122/76. armas.  § 2º ‐ Os temas previstos no caput devem ser inseridos de forma transversal nos  currículos escolares. tabaco. o tópico "Perigos e Prevenção do Alcoolismo".  (Lei nº 10.  (Lei nº 10.  (Lei nº 1. Origem  ou Etnia    Artigo  112  ‐  Fica  autorizado  o  Poder  Executivo  a  estabelecer  como  conteúdo  obrigatório no ensino fundamental e médio a crítica da violência doméstica e da discriminação de  raça. 1º e 2º)    Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais    Artigo 114 ‐ Ficam proibidas a dissecção e vivissecção de animais em laboratório  de estabelecimentos de ensino fundamental.  dentro  de  sua  proposta  pedagógica. anúncios de bebidas alcoólicas. legendas.    Artigo 110 ‐ Os estabelecimentos escolares. origem ou etnia. arts. responsáveis pelo ensino fundamental  e  médio.247/99.  elaborarão  material  didático  adequado.  não  podendo conter ilustrações. abrangendo todas as disciplinas e áreas do conhecimento.  Parágrafo  único  –  Os  jornais  e  as  revistas  deverão  ser  de  cunho  educativo. art. 1º)          59 . gênero.  no  conteúdo  programático  de  disciplina  da  área  de  Ciências  Físicas  e  Biológicas.  munições e outros que ofereçam riscos à formação da criança e do adolescente.  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  da  rede  estadual de ensino. Orientação Sexual.Subseção IV  Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo    Artigo  109  ‐  Todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado  estão  obrigadas  a  introduzir. 1º)    Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.284/06. orientação sexual.  para  observar o disposto nesta subseção. Gênero.    Artigo 113 ‐ O Poder Público promoverá cursos para capacitar os profissionais da  Educação sobre os temas previstos no artigo anterior. art. a atividade curricular de “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”.  (Lei nº 12.  §  1º ‐  A  abordagem  crítica  da  violência  doméstica  deverá  tratar prioritariamente  da que atinge mulheres. fotografias.

  aos  anos  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  devendo  ser  desenvolvidos por meio de Projetos Pedagógicos específicos.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada Unidade de Ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização  de  estudos. com fundamento nas disposições da  Deliberação  CEE  nº  77/08  e  tendo  em  vista  as  orientações  constantes  do  Exame  Nacional  para  Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA). pais.394/96.724/97.  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.     Artigo  120  ‐  Os  cursos  serão  organizados  em  dois  níveis.  respectivamente.  professores. estarão previstas datas para atividades que discutam  os problemas sociais do Brasil. art. 1º)      CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ‐ EJA    Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio     Artigo 116 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos.   (Lei nº 9.    Artigo 117 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam‐se àqueles que  não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no  ensino  fundamental  e  médio.  serão  organizados  no  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  de  acordo  com as diretrizes contidas nesta seção.    Artigo 119 ‐ O currículo para esta modalidade de ensino poderá ser organizado em  áreas do conhecimento ou por componente curricular com detalhamento no Projeto Pedagógico.     Artigo  121  ‐  Os  cursos  que  correspondem  aos  quatro  anos  finais  do  ensino  fundamental devem ser organizados de forma a atender ao mínimo de 24 (vinte e quatro) meses  60 .  referentes  ao  ensino  fundamental  e  médio.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  correspondentes  aos  anos  iniciais  do  ensino  fundamental  serão  livremente  organizados.  com  características  adequadas  às  suas  necessidades  e  disponibilidades. de ensino fundamental e médio.  instalados  ou  autorizados  pelo  Poder  Público. enfim.    Artigo  118  ‐  Os  currículos  dos  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  serão  estruturados pela equipe pedagógica da instituição de ensino.  § 3º ‐ O calendário escolar das escolas públicas estaduais deverá prever no mínimo  uma data por semestre para as atividades propostas no caput deste artigo.Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil    Artigo  115  ‐  Fica  instituído  que  no  Calendário  Escolar  das  Escolas  Públicas  Estaduais. toda a comunidade escolar. indicados no artigo 37 da  Lei  Federal  nº  9.  correspondentes.

  obrigatoriamente.  de  frequência  obrigatória  às  aulas  (presenciais)  ou  de  presença  flexível  e  atendimento  individualizado.  organizados  e  selecionados  por  esta  Pasta.    Artigo 122 ‐  Os  cursos que  correspondem aos três anos do ensino médio devem  ser  organizados  de  forma  a  atender  ao  mínimo  de  18  (dezoito)  meses  de  integralização  e  1.  (Del.    Artigo 123 ‐ Os alunos com estudos realizados em tempo inferior de integralização  ao  estabelecido  nos  artigos  121  e  122  devem  necessariamente  submeter‐se  aos  exames  organizados e/ou administrados pela Secretaria de Estado da Educação para receber certificação.    Artigo 123 A ‐ Os alunos matriculados em Cursos de Educação de Jovens e Adultos  em data anterior à homologação da Deliberação CEE nº 82/09 terão direito de concluir seu curso  nos termos das Deliberações CEE nºs 9/2000.  a  telessala  deverá.  ao  longo  dos  períodos  referentes  à  61 .  desde  que  preservado  o  espaço pedagógico adequado às características da clientela e dos cursos já em funcionamento na  escola.  no  prazo  máximo  de  30 (trinta) dias  a  contar  da  data  da  referida  homologação.   Parágrafo  único  ‐  Para  dar  início  às  atividades. efetuadas.   Parágrafo  único  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  tomar  as  providências  necessárias  para  assegurar  o  fiel  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.200  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  exigindo‐se  do  aluno  a  idade  mínima  de  18  (dezoito)  anos  completos para seu início. conforme as normas ora revogadas.  o  encerramento do livro de matrículas.  para  os  alunos  ingressantes e em continuidade.de integralização e 1.    Artigo 125 ‐  Caberá  às  equipes escolares proceder às adequações necessárias  ao  desenvolvimento  dos  conhecimentos  previstos  nos  materiais  a  serem  encaminhados  oportunamente  às  escolas.  em  caráter  obrigatório. CEE nº 82/09.  materiais  didáticos  de  apoio.  a  partir  de  2010. 9/1999 e 41/2004.  de  forma  a  contemplar.600 horas de efetivo trabalho escolar exigindo‐se dos alunos a idade mínima  de 16 (dezesseis) anos completos para seu início. e desde que devidamente comprovada a existência de demanda.  Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  desenvolvidos  nas  telessalas. arts.     Artigo  124  A‐  Os  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  EJA.  consolidados  como  Propostas  Curriculares  dos  cursos  regulares  de  Ciclo  II  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  do  Estado  de  São  Paulo.  passarão  a  adotar.  continuarão  a  ser  implementados os materiais didáticos referentes ao Projeto Novo Telecurso. dispor de sala própria e de equipamentos e materiais mínimos necessários ao  desenvolvimento das teleaulas.  especialmente  formalizando. novas classes de cursos  presenciais  poderão  ser  instaladas  em  unidades  escolares  estaduais.  implementados  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs. 1º a 9º)    Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  124  ‐  Mediante  autorização  concedida  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.

 o contido na Del.   §  2º  ‐  Esgotado  o  prazo  de  30  (trinta)  dias  para  efetivação  da  matrícula  de  que  trata o parágrafo anterior.   II ‐ garantir que. observado.  cumpram  ou  venham  a  cumprir.  CEE  nº  82/09.  desde  que  considerado o disposto na Del.  nos  estudos  iniciais  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental. o conteúdo programático previsto para o currículo  do ensino fundamental e médio. deverão. será exigido certificado de conclusão  do ensino fundamental.  deverá  ter  registrado  o  lançamento  de  NC  (Não  Comparecimento)  no  Sistema  de  Cadastro de Alunos da Secretaria da Educação.   III  ‐  assegurar. no início de outro semestre. na inexistência deste.  que  os  alunos  que  constituíram  turmas  de  ingressantes  no  2º  semestre  de  2009. 11. 24 (vinte e quatro) meses de integralização  de  estudos. 1º e 2º)    Subseção II  Da Matrícula    Artigo  126  ‐  A  matrícula  de  aluno  em  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  dispensa.  b) no Ensino Médio. quando for o caso. CEE nº 82/09. os mínimos estabelecidos pelos  artigos 6º e 7º da Del.  ingressante  ou  em  continuidade.  mediante  os  registros  de  matrículas  efetivados  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos.  1. devendo ser efetuada dentro do prazo máximo de 30  (trinta)  dias  a  contar  da  data  do  início  do  ano/semestre  letivo  nas  escolas  estaduais  de  ensino  regular. SE nº 3/10.     Artigo 127 ‐ As unidades escolares dos cursos de que trata o caput do artigo 124‐  A.  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. a partir de 2010:  I  ‐  comprovar. será aplicada pela escola prova de avaliação de  competências. SE nº 3/10. arts.  deverá  ocorrer.  obrigatoriamente. seja efetivamente desenvolvido. quando for o caso. nos 30 (trinta) dias  subsequentes. ou seja. e. 10 e 3º)   62 .600  (mil  e  seiscentas)  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  e  idade  mínima  de  16  (dezesseis) anos completos para seu início. CEE nº 91/2009. independentemente da situação escolar  em  que  se  encontre.   § 3º ‐ A matrícula confirmada pelo aluno no CEEJA deverá ser reconfirmada pela  escola e devidamente lançada no Sistema de Cadastro de Alunos.  a  apresentação  de  documento  comprobatório de escolaridade anterior e. caso pretenda dar  continuidade aos estudos. 18 (dezoito) meses de integralização de estudos.integralização  de estudos  e  de horas de efetivo  trabalho  escolar  exigida  pela  Del. ao longo do período correspondente à integralização dos estudos  e ao total de horas de efetivo trabalho escolar. quais sejam:  a) no Ciclo II do Ensino Fundamental.  que o intervalo existente entre a data da matrícula do aluno e aquela prevista para a certificação  do curso. ou  seja. ou. a cada semestre letivo. CEE nº 82/2009.200 (mil e  duzentas) horas de efetivo trabalho escolar e idade mínima de 18 (dezoito) anos completos para  seu início. o candidato que não comprovar presença no CEEJA. no ensino médio. corresponda ao total dos semestres letivos exigidos para o respectivo nível de ensino.  § 1º ‐ A matrícula do aluno em um CEEJA.  como  inicial e confirmada a cada semestre letivo.   (Res. arts. 1. deverá solicitar renovação de matrícula.  CEE nº 91/09. matrícula não ativa.   (Res.  equivalente  aos  totais  dos  meses  de  integralização  dos  estudos  e  das  horas  de  efetivo  trabalho escolar previstos pela Del.  todos os conteúdos previstos para cada nível de ensino.  ou  vierem  a  compô‐las  a  partir  de  2010.

  em  média.  observada a frequência mínima de 75% do total de horas letivas previstas para cada semestre.  na  parte  diversificada. no bimestre.  ouvidas. 4º)    Subseção IV  Da Matriz Curricular dos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos – CEEJAs    Artigo 129 – Os cursos de ensino fundamental e médio oferecidos pelos Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs. art. SE nº 21. 5º e 6º)            63 . de 2002.   b) das disciplinas de apoio curricular da 3ª série das classes de telessalas. SE nº 3/10. SE nº 3/10.     Artigo  129  A  –  As  aulas  de  Educação  Física  dos  alunos  matriculados  nos  cursos  noturnos  e  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs.    (Res. sendo 5 (cinco) diárias com duração no período diurno de cinquenta minutos cada e. objeto dos anexos II e VI da Res.  caberá  à  equipe  escolar  proceder. for sistematicamente inferior a 50% das aulas previstas.  cabendo  à  Diretoria  de  Ensino.  II‐  haja  controle  sistemático  da  presença  dos  alunos  às  atividades  diárias.  aos  ajustes  necessários  ao  prosseguimento  de  estudos  das  disciplinas  que  compõem  a  área  de  Ciências  da  Natureza e suas Tecnologias. para o ensino fundamental e médio.   Parágrafo  único  –  Para  os  alunos  ingressantes  das  telessalas.  de  uma  língua estrangeira moderna. que deverão ser redimensionadas . de maneira a incluir nos semestres de 2010. quando a frequência dos  alunos.  quarenta  e  cinco.Subseção III  Da Matriz Curricular    Artigo  128  ‐  Na  distribuição  das  aulas  das  disciplinas  dos  cursos  de  frequência  obrigatória ‐ presenciais e desenvolvidos nas telessalas ‐ deve‐se assegurar que:  I – nos cursos presenciais e nas telessalas a carga horária semanal será de 27 (vinte  e sete) aulas. arts. com 2 (duas) aulas semanais. no mínimo. organizando os  respectivos currículos com todas  as  disciplinas  que  integram  a    base  nacional  comum.  poderão  ser  desenvolvidas aos sábados.  no  noturno.  deverão  contemplar  todos  componentes  curriculares estabelecidos na legislação vigente.  de  40  (quarenta)  alunos.  em turmas de.  na  matriz  curricular  do  ensino  médio.2008.  quando  necessário. na conformidade do contido no  Anexo VI da Resolução SE nº 98/2008. em que a  carga horária de 6 aulas semanais ainda que deva ser distribuída. SE nº 98 de  23. os conteúdos a serem trabalhados serão aqueles previstos  no Projeto Novo Telecurso. caso a caso.12. 35 (trinta e  cinco) alunos. analisar.  distribuída    na  conformidade  das  matrizes  curriculares  previstas. ou mesmo suspensas.  (Res. conforme disposto na Res.  as  Coordenadorias  de  Ensino  e  de  Estudos e Normas Pedagógicas.  do  2º  semestre  de  2009. à exceção:   a) da disciplina Ensino Religioso. e decidir pela sua instalação. de acordo com  esta resolução.  III  ‐  as  turmas  deverão  ser  constituídas.  respectivamente. as duas disciplinas não  contempladas em 2009.  acrescidas.

   (Res. em números  inteiros  de  0  (zero)  a  10  (dez).  devidamente  habilitados  no  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas.  à  participação  em  64 . no mínimo.  previamente  programadas  pelo  professor. SE nº 3/10.0  (cinco).  igual  ou  superior  a  5.  com    carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais. precipuamente.  de  que  tratam  os  artigos  6º  e  7º  da  Del.  a  ser  realizada  de  acordo  com  o  ritmo  do  aluno.  será  afastado  nos  termos  do  inciso  III  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444/85. deverão cumprir 8 (oito) horas diárias de trabalho e 40 (quarenta)  semanais.  1(um) professor por componente curricular. a  integralização  dos  estudos.   § 2º ‐ Os docentes titulares de cargo afastados junto aos CEEJAs. inclusive os estáveis.   §  1º  ‐  As  aulas  dos  CEEJAs  serão  atribuídas. por uma  organização  curricular  estruturada  por  disciplina  e  por  presença  flexível  e  um  atendimento  individualizado ao aluno.  não  significa  alteração na organização do trabalho dessas unidades que se caracteriza. observado o módulo de até 26 (vinte e seis) professores e a participação de.   II  ‐  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAS.  que  serão  destinadas  ao  atendimento  individualizado  de  alunos.  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. ou os servidores  contratados temporariamente. e demais candidatos.  serão  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária.  assegurando‐se  que  o  conjunto de disciplinas do curso e respectivas avaliações seja a comprovação do desempenho do  aluno. os  resultados do semestre letivo deverão ser expressos em escala numérica de notas.  CEE  nº  82/09.  é  considerada  satisfatória para a continuidade dos estudos. por bimestre e  por disciplina. na disciplina específica do cargo.  curso  presencial  e  telessala.   II  ‐  as  orientações  e  os  atendimentos  pedagógicos  que  ocorrerão  nos  CEEJAs. arts.  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno    Artigo  130  ‐  Em  se  tratando  da  avaliação  do  desempenho  escolar  dos  alunos.  e  as  aulas  das  disciplinas    dos  cursos  mantidos  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.   2) aos ocupantes de função‐atividade. com vigência a partir do primeiro dia  letivo do ano da atribuição e término em 31 de dezembro do mesmo ano.  de  alunos  ingressantes  e  em  continuidade.  e  uma  avaliação  final  de  cada  disciplina  do  curso.  de  forma a atender:  1) preferencialmente.  em  que  a  nota.  haverá  avaliações  periódicas.     Artigo 130 A ‐ Nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos ‐ CEEJAs. após a atribuição das  aulas  na  unidade  escolar  em  que  é  titular.  observar‐se‐á o seguinte:  I ‐ nos cursos de frequência obrigatória às aulas.  para  efeito  de  registro  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos  e  Concluintes  e  expedição  do  certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio.   serão  realizados  pelo  docente  de  cada  disciplina. 7º. 8º e 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas    Artigo 131 ‐ Na atribuição de aulas. observar‐se‐á  que:  I  ‐  as  aulas  dos  cursos de frequência  obrigatória. ao docente titular de cargo que.

  h)  acompanhar  o  lançamento  da  matrícula  e  de  todos  os  demais  registros  pertinentes aos Sistemas de Cadastro de Alunos.  III ‐ às Diretorias de Ensino:  a)  diagnosticar  as  necessidades  de  instalação  e/ou  ampliação  de  cursos  presenciais.  as  avaliações  finais. analisando o desempenho dos  cursos com vistas a seu aperfeiçoamento e eficácia.  através  da  direção.  o  calendário  escolar  dos  CEEJAs. por meio das Oficinas Pedagógicas.  c) zelar pela manutenção e funcionamento das telessalas.  g)  analisar  e  emitir  parecer  sobre  os  Planos  de  Gestão  apresentados  pelas  unidades escolares.  incluindo  as  avaliações  periódicas  e  finais  presenciais.  IV ‐ à Unidade Escolar:   a) instalar as telessalas.  II ‐ às Coordenadorias de Ensino:  a) autorizar o funcionamento de novos cursos presenciais.  manter  e  repor  o  equipamento  e  o  material  necessários  ao  funcionamento  das  telessalas. os docentes dos cursos. 12)    Subseção VII  Das Competências    Artigo 132 ‐ Para o desenvolvimento dos cursos. art.  c)  organizar  banco  de  questões.  d)  acompanhar. controlar e avaliar os cursos em funcionamento.  respeitadas  as  diretrizes  pedagógicas  emanadas  pela Pasta.  das  diferentes disciplinas. organizando‐as e incorporando‐as à proposta pedagógica  da escola.  b) capacitar.  em  local  de  fácil  acesso  ao  público  e  com  a  devida  antecedência.  (Res. quando necessário. 15)    65 .  d)  elaborar. os resultados obtidos pelos alunos.  conjuntamente  com  as  equipes  escolares  dos  CEEJAs.   (Res. nelas incluídas  as HTPCs e as HTPLs.  f) expedir e arquivar os documentos de vida escolar. controlar e avaliar a implementação dos cursos.  g) efetuar os devidos lançamentos correspondentes à situação final do aluno. SE nº 3/10.   f) acompanhar. Avaliação e Frequência e Concluintes.  bem  como  os  materiais  didático‐pedagógicos  e  de  consumo  destinados ao desenvolvimento das atividades programadas. solicitando a devida autorização ao órgão competente. devendo ser exercidas integralmente  nos Centros. para Educação de Jovens e Adultos.reuniões e à preparação e avaliação dos trabalhos escolares.  b)  suprir.  dos  professores‐ coordenadores e dos docentes.  b) efetuar a matrícula dos alunos no Sistema de Cadastro de Alunos e manter os  registros  comprobatórios  da  respectiva  escolaridade.  controlar  e  avaliar.  e)  divulgar.  e)  assegurar  o  cumprimento das  exigências  relativas  à  avaliação  do  desempenho  escolar e à certificação de conclusão de curso previstas nesta seção. art.  assegurando‐se  sua  legalidade  e  autenticidade. SE nº 3/10.  b) acompanhar. caberá:   I ‐ à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  a) prestar assistência técnico‐pedagógica às Diretorias de Ensino.

 arts. 16.  nos  processos  de  ensino  e  de  aprendizagem.  § 1º ‐ A educação a distância organiza‐se segundo metodologia.  desde  que  observados  os  limites  mínimos  de  integralização  previstos  pelos  artigos  6º  e  7º  da  Del. ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.     Artigo  133  A  ‐  As  situações  não  previstas  nesta  seção  serão  decididas  pelas  Diretorias de Ensino. com  estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.  CEE  nº  82/09. 14.  educação  a  distância  é  uma  modalidade  educacional  na  qual  a  mediação  didático‐pedagógica.     Artigo 130 B – Poderão ser aproveitados.   (Res. as Coordenadorias de Ensino e a de Estudos e  Normas Pedagógicas. para compor o percurso escolar do aluno  do  ensino  fundamental  ou  médio.  § 2º ‐ Os cursos e programas de educação a distância devem ser programados com  base  nos  respectivos  cursos  da  modalidade  presencial. a uma classe de ensino regular.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização. a partir de 2010.  estudos  realizados  com  êxito  em  cursos  regulares  de  ensino  fundamental  e  médio  ou  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  cada  classe  de  telessala corresponderá.  na  proporção  indicada no quadro anexo a esta seção. gestão e avaliação  próprias. ouvidas. quando for o caso. quando necessário.Subseção VIII  Das Disposições Gerais    Artigo  133  ‐  Para  fins  de  composição  do  módulo  de  pessoal.     Artigo  133  C  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixar  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento do disposto nesta seção. 13 e 17)    Anexo    Tempo de estudo no EF Regular  1 ano (1 série)  2 anos (2 séries)  3 anos (3 séries)  Tempo de estudo no EM Regular  2 anos (2 séries)  1 ano (1 série)  Tempo de estudo no EF‐EJA  6 meses  1 ano  18 meses  Tempo de estudo no EM‐EJA  1 ano  1 semestre  Tempo mínimo a integralizar  18 meses  1 ano  6 meses  Tempo mínimo a integralizar  6 meses  12 meses      Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio e na Educação  Profissional de Nível Médio  Subseção I  Da Concepção e Características    Artigo  134  ‐  Nos  termos  do  Decreto  nº  5. SE nº 3/10.622/05.  devendo  ser  prevista  a  obrigatoriedade  de  momentos  presenciais  para  avaliação  dos  estudantes e.    66 . para estágio obrigatório e atividades relacionadas a laboratórios  de ensino.

 não previstos no  ato de credenciamento. certificados e diplomas de conclusão.  II  ‐  utilização  de  recursos  de  tecnologias  de  informação  e  comunicação  e  suas  metodologias.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens  e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio.  nos termos previstos na presente seção.  a  atuar  em  educação  a  distância.  utilizada  para  o  desenvolvimento  descentralizado  de  atividades  pedagógicas  e  administrativas. que cancela o credenciamento da instituição para atuar em educação a distância.  pública  ou  privada.  IV – recredenciamento:  ato administrativo. de competência do Conselho Estadual de  Educação  ‐  CEE.  nos  limites  do  Estado de São Paulo:  I  ‐  credenciar. no ensino  fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível médio.  Parágrafo único ‐ Cabe à Câmara de Educação Básica.    Artigo  134  C  ‐  Compete  ao  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  relativas aos cursos e programas de educação a distância.  apreciar  os  pedidos  de  credenciamento  e  67 . inclusive com a utilização de meios e tecnologias de informação  e comunicação. que renova o credenciamento da instituição. com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou  tempos diversos. por prazo determinado.  com  justificativa  para  atendimento de uma demanda social transitória. nos limites das competências  legais  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE. para o desenvolvimento das atividades educativas.  V ‐ interatividade.  II ‐ autorizar a abertura de cursos e programas de educação a distância.  V – descredenciamento: ato administrativo.  III ‐ acompanhamento sistemático dos processos de ensino e de aprendizagem.  pela  regularidade  de  todos  os  atos  escolares  praticados  pela  instituição.  IV ‐ sistemática de avaliação da aprendizagem.  que  habilita  a  instituição  de  ensino.  III ‐ autorizar a criação de novos pólos por instituição de ensino. podendo ser autorizados em caráter temporário.  para  funcionar  em  locais  cedidos  por  empresas. vinculada à sede da instituição. dentro dos limites do Estado de São Paulo. no  âmbito do sistema de ensino do Estado de São Paulo.  Parágrafo  único  ‐  Os  pólos  devem  ter  funcionamento  autorizado  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação  e  deverão  estar  previstos  no  projeto  pedagógico. por meio de parcerias ou convênios. deve‐se observar os seguintes conceitos:  I – sede: unidade central. de competência do Conselho Estadual  de Educação.  em  escolas  de  outra  mantenedora ou em outras instituições. de competência do Conselho Estadual  de Educação ‐ CEE.  recredenciar  e  descredenciar  instituições  para  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  pela  comunidade.  de  competência  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio. públicas ou privadas. históricos. responsável pela oferta e gestão dos cursos e programas.    Artigo 134 B ‐ Para os fins desta seção.  VI  –  autorização:  ato  administrativo.  pela  documentação  escolar e pela expedição de declarações.Artigo 134 A ‐ São características fundamentais a serem observadas em todo curso  ou programa de educação a distância:  I ‐ organização que flexibilize tempo e espaço na atividade pedagógica.  II – pólo: unidade operacional de apoio presencial.  III – credenciamento: ato administrativo.  que  permite  à  instituição  credenciada  o  oferecimento  de  determinado  curso  e  programa  de  educação  a  distância.

  regularidade  fiscal.  II  ‐  manifestar‐se  de  forma  conclusiva.  bem  como  à  eventual  concessão  de  prazo  para  atendimento  dos  requisitos  especificados. quando for o caso.  econômica.  III ‐ histórico institucional acompanhado de dados de identificação da instituição e  qualificação dos dirigentes da sede e dos pólos.  II  ‐  habilitação  jurídica.  especialmente  quanto  aos  resultados  obtidos  pelos  alunos  em  avaliações  externas.  68 . elaborando relatório circunstanciado  e conclusivo sobre o pedido.  Parágrafo  único  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  será  constituída  por  profissionais  com experiência em educação a distância e na área em que o curso e programa será oferecido. conforme padrões estabelecidos pelo Conselho. conforme dispõe a legislação em vigor. do Recredenciamento e da Fiscalização e Avaliação das  Instituições e de Cursos e Programas     Artigo 135 ‐ O credenciamento se destina a instituições de ensino que comprovem  capacidade  administrativa.  devendo atender os seguintes requisitos:  I ‐ justificativa para o pedido. da Autorização. caberá à Comissão de  Especialistas:  I ‐ proceder à análise comparativa entre o relatório do credenciamento e os dados  aferidos  na  avaliação  de  recredenciamento.  indicada  pela  Câmara  de  Educação  Básica.    Artigo  135  A  ‐  O  credenciamento  da  instituição  será  concomitante  à  autorização  de seu primeiro curso e terá prazo de validade de até cinco anos.  com  aprovação do Conselho Pleno.  bem  como  melhorias  observadas. no prazo máximo de  30 (trinta) dias após a visita de verificação. arts.  a  instituição  poderá  solicitar autorização para implementação de novos cursos e programas.  por  meio  de  requerimento  dirigido  ao  seu  Presidente.  Parágrafo  único.    Artigo 135 B ‐ O pedido de credenciamento da instituição deverá ser formalizado  junto  ao  Conselho  Estadual  de  Educação. deverão atender aos  referenciais de qualidade definidos pelo Ministério da Educação e pelo CEE e serão previamente  analisados  por  Comissão  de  Especialistas.recredenciamento  de  instituições  e  de  autorização  de  cursos  e  programas. No caso de pedido de recredenciamento.  financeira  e  experiência  educacional  de  pelo  menos 2 (dois) anos.  e  sobre  eles  se  manifestar. emitindo parecer que será objeto de deliberação do Conselho Pleno.  capacidade  econômicofinanceira  e  plano de investimento de curto e médio prazo.  indicando  ou  não  restrições  quanto  ao  recredenciamento.    Artigo  134  D  ‐  Os  pedidos  de  credenciamento  e  de  recredenciamento  de  instituições e de autorização de cursos e programas de educação a distância.  Parágrafo único.  Durante  a  vigência  do  credenciamento.  pedagógica.  indicando  possíveis  discrepâncias.  (Deliberação CEE nº 97/10.     Artigo  134  E  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  verificará  in  loco  as  condições  da  instituição  interessada  na  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância  e  procederá  à  análise da proposta pedagógica e da capacidade tecnológica. 1º a 6º)    Subseção II  Do Credenciamento.

  obedecendo  às  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  de  acordo  com o Catálogo Nacional. no caso dos cursos de educação profissional técnica de nível médio.  para  acompanhamento  individualizado.  VII ‐ descrição das parcerias e modo de funcionamento.  II  ‐  prever  atendimento  apropriado  a  estudantes  portadores  de  necessidades  especiais.  b) número de vagas. no mínimo.  VIII  ‐  descrição  detalhada  dos  serviços  de  suporte  e  infraestrutura  adequados  à  realização do projeto pedagógico. quando houver. a instituição  somente poderá requerê‐lo depois de decorridos dois anos.  conceituar  a  concepção  pedagógica  dos  cursos  e  programas. quando for o caso. quando houver.  preferencialmente.  IV  ‐  definir  a  relação  de  alunos.  já  autorizados  e  em  funcionamento. com formação para o trabalho em educação a distância.  VI  ‐  corpo  docente  com  as  qualificações  exigidas  na  legislação  em  vigor  e.IV  ‐  plano  de  desenvolvimento  escolar.  § 1º O prazo de autorização de funcionamento dos pólos será de dois anos. com  possibilidade de renovação pelo Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  III  –  identificar  a  equipe  multidisciplinar.  que  contemple  a  oferta  de  cursos  e  programas de educação a distância.    Artigo 135 E ‐ O Projeto Pedagógico a ser encaminhado ao Conselho Estadual de  Educação ‐ CEE deverá atender. quando for o caso.    Artigo 135 D ‐ Uma vez indeferido o pedido inicial de credenciamento.     Artigo 135 C ‐ A criação de novos pólos está condicionada à prévia autorização do  Conselho Estadual de Educação ‐ CEE. infraestrutura tecnológica.  que  vai  responder  pelo  desenvolvimento  e  acompanhamento  do  curso  e  programa.  e)  relação  de  cursos  e  programas  presenciais  e  a  distância.  § 2º O ato de autorização do pólo será tornado sem efeito.  contemplando  o  seguinte:  a)  matriz  curricular  com  ementas  detalhadas  e  definição  de  competências  e  habilidades a serem alcançadas e avaliadas em cada área e etapa do processo.  avaliação.  d)  descrição  das  atividades  presenciais  obrigatórias. supervisão e acompanhamento dos pólos.  com  as  respectivas  funções.  c)  critérios  de  avaliação  do  estudante.  tais  como  estágios  curriculares. caso não seja  instalado no prazo de um ano. os seguintes requisitos:  I ‐ obedecer às diretrizes nacionais e estadual.  prevendo  preponderância  das  avaliações  presenciais sobre as avaliações periódicas a distância.  quando  for  o  caso.  bem  como  a  forma  de  acompanhamento  da  realização  das  atividades. relativamente às instalações físicas.  V ‐ projeto pedagógico dos cursos e programas que serão ofertados. defesa presencial de trabalho de conclusão de curso e das atividades em laboratórios  de  ensino.  bem  como  pela  coordenação.  V.  reforço  e  recuperação  do  processo  de  aprendizagem. ex officio.  f)  plano  de  curso. apresentando termos de  convênios com outras instituições.  IX ‐ regimento escolar específico para educação a distância.  atendimento remoto aos estudantes e professores e laboratórios de ensino.  atividades  de  orientação.  69 .  professores  ou  tutores.

 por novo período de até cinco anos.    Artigo 135 I ‐ A partir da análise da documentação mencionada no artigo anterior e  dos relatórios da Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.    Artigo  135  H  ‐  O  pedido  de  recredenciamento  deverá  ser  requerido  pela  instituição:  a) com antecedência mínima de seis meses do término do seu prazo de vigência.    Artigo  135  F  ‐  A  instituição  credenciada  para  ministrar  cursos  e  programas  de  educação a distância deverá iniciar a oferta no prazo de um ano.    Artigo  135  J  ‐  As  instituições  de  ensino  deverão  apresentar.  II – a suspensão da autorização de cursos e programas e de novas matrículas.  observado  o  contraditório  e  ampla defesa:  I – a instalação de diligência. documentos e informações ao CEE e aos órgãos de supervisão por ele designados.  II  ‐  recredenciamento  temporário. exceto quanto a  apresentação do Projeto Pedagógico do curso.  § 1º Das determinações de que trata o caput. sindicância ou processo administrativo.  IV – o descredenciamento.  irregularidades ou descumprimento das  condições  originalmente  estabelecidas.  será emitido parecer pela Câmara de Educação Básica do CEE.  sempre  que  solicitadas. – Pedidos de recredenciamento indeferidos somente poderão ser  objeto de novo pedido.    Artigo  135  G  ‐  Os  cursos  e  programas  autorizados.  em  ato  próprio. assim como exercer  as funções de supervisão.  III ‐ indeferimento do pedido de recredenciamento.  o  Conselho  determinará. à qual a instituição  está jurisdicionada. caberá pedido de reconsideração ao  Conselho Estadual de Educação.  adotar  as  providências  necessárias  para  a  suspensão  de  novas  matrículas. enquanto não forem cumpridos os requisitos necessários. no prazo de trinta dias. depois de decorridos dois anos.    Artigo 135 L ‐   Identificadas  deficiências.  70 .  com  suspensão  de  novas matrículas nesse período.  III – a desativação de cursos e programas. a quem compete comunicar ao CEE o início das atividades.  mediante  avaliação  dos  cursos  e  programas  das  instituições  credenciadas.    Artigo 135 K ‐ Caberá ao CEE.  deverão ter o ato prévio de sua instalação publicado pela Diretoria de Ensino.  Parágrafo único.  nos  termos  desta  seção. encarregada da fiscalização.  não  superior  a  um  ano.  mediante  relatório fundamentado da Câmara de Educação Básica.  c) com a apresentação do material didático completo. com proposta para:  I – recredenciamento.g)  apresentação  do  material  didático  para  o  primeiro  semestre  e  módulos  correspondentes e protótipos para a sequência do (s) semestres (s) ou módulos proposto(s). a contar da data da publicação do ato no  Diário Oficial do Estado. a partir da data de publicação do  respectivo ato de autorização. para salvaguarda do interesse público e proteção dos  alunos.  b) instruído com os mesmos requisitos solicitados no artigo 135 B.

 celebrados para fins de oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  emitidos  por  instituições  estrangeiras.  (Deliberação CEE nº 97/10.    Artigo 140 ‐ A certificação parcial ou total em cursos e programas de educação a  distância  de  jovens  e  adultos  habilita  ao  prosseguimento  de  estudos  em  caráter  regular  ou  supletivo. até a decisão final.§ 2º Em qualquer das hipóteses previstas no caput. como medida cautelar.  conhecimentos  e  habilidades  obtidos  em  processos  formativos  escolares  ou  extraescolares.  obedecidas às diretrizes nacionais e estadual.  § 1º A emissão e o registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão  obedecer à legislação educacional pertinente.  deverão ser revalidados de acordo com as disposições legais pertinentes. que ofereçam cursos e  programas devidamente autorizados pelo CEE. Os certificados ou diplomas de cursos e programas de educação a distância.  71 . a quem cabe garantir os registros das avaliações dos alunos.  expedidos  por  instituições  credenciadas  e  registrados  na  forma  da  lei.    Artigo  139  ‐  A  instituição  poderá  aferir  e  reconhecer.  é  responsável  pela  expedição  de  históricos  e  certificados  de  conclusão  de  curso  e  programa.  entre  instituições  estrangeiras  e  instituições  devidamente  credenciadas  e  jurisdicionadas  ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo.    Artigo 142 ‐  A sistemática de avaliação deve ser disciplinada no Regimento Escolar  e compatibilizada com o Projeto Pedagógico da instituição.    Artigo  141  ‐  Os  certificados  e  diplomas  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  conclusão  de  estudos  e  obtenção  de  diplomas  ou  certificados  dar‐se‐á  no  processo.  terão  validade  nacional. arts.    Artigo  137  ‐  Os  diplomas  e  certificados  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.     Artigo  138  ‐  A  sede  da  instituição.  no ensino fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível  médio só poderão ser emitidos por instituições devidamente credenciadas. 7º a 19)    Subseção III  Da Vida Escolar    Artigo  136  ‐  A  avaliação  do  desempenho  do  estudante  para  fins  de  promoção. poderá ser determinada pelo  Conselho.  conforme  disposto no Projeto Pedagógico aprovado pelo CEE. a suspensão de novos ingressos de alunos.  § 2º.  mediante  avaliação.  credenciada  para  oferta  de  educação  a  distância. arts. 20 a 25)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 143 ‐ Os convênios e acordos de cooperação.  para  que  gerem  efeitos  no  território  nacional.  (Deliberação CEE nº 97/10.

    Artigo 149 ‐ No caso de mudança de endereço da sede deverão ser apresentados  documentos que comprovem as mesmas condições da anterior.  II  ‐  sejam  portadores  de  necessidades  especiais  e  requeiram  serviços  especializados de atendimento. de acompanhar o ensino presencial.  V ‐ cadastro de especialistas. disponibilizando essas informações em ambiente virtual.deverão ser previamente submetidos à análise e homologação do Conselho Estadual de Educação. sendo o  ensino  a  distância  utilizado  como  complementação  da  aprendizagem  ou  em  situações  emergenciais. por qualquer motivo.  IV ‐ instituições descredenciadas.  deverão  permanecer arquivados na sede da instituição e disponíveis em ambiente virtual para consulta da  Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.  III ‐ encontram‐se no exterior.    Artigo  146  ‐  As  instituições  deverão  fazer  constar  em  todos  os  seus  documentos  institucionais.  V ‐ foram compulsoriamente transferidos para regiões de difícil acesso.  72 . assegurados o direito dos alunos à continuidade e término dos estudos.  referência  aos  atos  de  credenciamento  e  autorização  e  respectivas  datas  de  validade. por motivos de saúde.    Artigo 144 ‐ O Conselho organizará e manterá um sistema de informações aberto  ao público.  para que os diplomas e certificados tenham validade nacional.  Parágrafo único ‐ A oferta referida no caput contemplará a situação daqueles que:  I ‐ estejam impedidos. com os seguintes dados:  I ‐ instituições credenciadas.    Artigo  150  ‐  A  transferência  de  mantenedora  deve  ser  comunicada  ao  Conselho  Estadual de Educação.  II ‐ cursos e programas autorizados.  recredenciamento  e  autorização  dos  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.    Artigo  148  ‐  O  pedido  de  encerramento  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  III ‐ resultados dos processos de supervisão e avaliação.  anúncios  e  matérias  de  divulgação  nos  veículos  de  comunicação  de  massa. deverá ser previamente comunicado ao Conselho Estadual de Educação e à Diretoria de  Ensino competente.  VI ‐ estejam em situação de privação de liberdade.  IV  ‐  vivam  em  localidades  desprovidas  de  rede  regular  de  atendimento  escolar  presencial. quando  houver. de acordo com as normas em vigor.    Artigo  147  ‐  Os  documentos  que  instruem  o  processo  de  credenciamento.    Artigo 145 ‐ As instituições credenciadas poderão solicitar autorização para oferta  de ensino regular fundamental e médio a distância. incluindo  missões em regiões de fronteira.  de  seus  cursos e programas a distância.

  pelo  Centro  Estadual  de  Educação  Tecnológica  Paula  Souza  e  pela  Fundação  Roberto  Marinho. arts.  § 1º ‐ Será assegurado aos alunos de que trata o caput a conclusão concomitante  dos estudos do ensino médio e a certificação dos seguintes módulos:  1 ‐ Certificado de Qualificação em Assistente de Planejamento: Módulo I .  (Deliberação CEE nº 97/10. 3º)              73 . 1º. e. 26 a 34)      CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Dos Cursos da Educação Profissional    Artigo 152 ‐ As unidades escolares estaduais vinculadas à Coordenadoria de Ensino  da  Grande  São  Paulo  ‐  COGSP.  serão  emitidos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.   II  ‐  carga  horária  de  10  (dez)  aulas  semanais  destinadas  às  atividades  não  presenciais.  (Res. no caso de alunos do diurno. arts.  em  2008. desenvolvidas pelos alunos fora da sala de aula. quando exigida a verificação in loco.  aos  alunos  matriculados  nas  3ªs  séries.    Artigo 154 – A carga horária de 6 (seis) aulas presenciais semanais. quando se tratar  de alunos do período noturno.  desde  que  o  aluno  tenha  concluído  o  ensino  médio  e  os  3  (três)  módulos  que  compõem  o  referido  curso.  3 ‐ Certificado de Técnico de Gestão de Pequenas Empresas: Módulo III.  Parágrafo  único  ‐  As  aulas  de  que  trata  o  caput  poderão  ocorrer no  contraturno  e/ou aos sábados. exclusivamente aos sábados.  assegurarão. destinadas ao conjunto das  disciplinas de cada módulo. a saber:  I ‐ carga horária de 6 (seis) aulas semanais presenciais.  que.  2 ‐ Certificado de Qualificação em Gerente Administrativo: Módulo II. estruturados por semestres.  das  turmas  das  3ª  séries  serão  desenvolvidos  em  2009.  constituíram  turmas  de  educação  profissional  do  curso  “Gestão  de  Pequenas  Empresas”. será constituída por  membros diferentes dos que deram razão ao indeferimento.  em  2009.  na  modalidade  de  curso  semipresencial. SE nº 5/09. a conclusão da habilitação profissional. 2º. a Comissão de Especialistas.  com  320  (trezentas  e  vinte)  horas  cada.Artigo  151  ‐  Nos  casos  de  pedido  de  reconsideração  ou  recursos  de  solicitações  indeferidas.    Artigo  153  –  Os  módulos  de  educação  profissional.  §  2º  ‐  A  certificação  dos  módulos  e  a  expedição  do  diploma  de  Habilitação  Profissional  de  Técnico  de  Nível  Médio  em  Gestão  de  Pequenas  Empresas. previstas para o  conjunto das disciplinas de cada módulo da habilitação será acrescida à carga horária semanal da  3ª série do ensino médio.

  ou  seja.  no  curso  de  formação  básica  e. o docente deverá.   § 2º ‐ O professor de que trata o parágrafo anterior.  Parágrafo  único  –  Na  indicação  de  docente  para  Orientador  de  Aprendizagem  e  Tutor  de  Turma. 4º e  art.  semestralmente.   §  2º  ‐  Somente  após  a  homologação. caput e §§ 1º a 4º  do art.  pela  Diretoria  de  Ensino.    Artigo 157 ‐ A atribuição das aulas destinadas ao desenvolvimento dos módulos de  educação profissional obedecerá à normatização prevista para o processo de atribuição de classes  e aulas de projetos e modalidades de ensino aos docentes do Quadro do Magistério. prioritariamente. 5º )    Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos    Artigo  158  –  As  unidades  escolares  constituirão  as  turmas  de  alunos  da  3ª  série  com um mínimo de 35 (trinta e cinco) e máximo de 43 (quarenta e três) alunos.  da  função  de  tutor  da  respectiva turma e para participar das atividades de formação continuada a serem desenvolvidas  pela instituição parceira para capacitação e/ou preparação das aulas.  das  turmas  dos  módulos de educação profissional de que trata a presente seção.    Artigo 159 ‐ O aluno da 3ª série do ensino médio deverá efetivar sua matrícula em  cada  um  dos  cursos.  no  caso  de  professor  que  já  tenha  exercido  essas  funções.  III ‐ exercer a liderança e ser proativo.  em  horários  diversos. além das seis aulas contará  com  5  (cinco)  aulas  semanais  para  o  exercício.  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  para  cada  turma  de  alunos.  (Res.  V ‐ organizar seu trabalho de modo a auxiliar o aluno a aprender a aprender e a ser  sujeito de sua aprendizagem.  IV ‐ demonstrar habilidade em informática.    Artigo 156 – Para exercer as funções de Orientador de Aprendizagem e de Tutor  de Turma.  inclusive  como  carga  suplementar  para  professor  titular  de  cargo. que exercerá simultaneamente  as funções  de Orientador de Aprendizagem e de Tutor de Turma. ser capaz de:  I  ‐  compreender  que  seu  papel  principal  será  o  de  mediador  e  dinamizador  da  aprendizagem.Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional    Artigo  155  ‐  O  total  das  aulas  das  disciplinas  que  compõem  cada  módulo  de  educação  profissional.  74 .  será  desenvolvido por professor da base nacional comum.   II ‐ reconhecer a necessidade de aperfeiçoar permanentemente sua formação.  será  considerada  a  avaliação do desempenho no desenvolvimento das respectivas atividades. poderão ser atribuídas as aulas  para o exercício das funções de Orientador de Aprendizagem/Tutor de Turmas. SE nº 5/09.  no  curso  da  Habilitação Profissional Técnica de nível médio.  §  1º  ‐  O  levantamento  total  das  turmas  será  enviado  à  Diretoria  de  Ensino.  imediatamente após sua organização.  §1º  –  As  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  deverão  ser  atribuídas  a  um  único  professor  da  base  nacional  comum.

  mental.  devendo  ser  assegurado  atendimento  educacional especializado.  sensorial  e  múltipla.  complementar  e  suplementar  o  ensino  regular. de controle de freqüência e de avaliação de aproveitamento escolar  do aluno pelas respectivas instituições. 5º e 6º)        CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento    Artigo  160  ‐  A  educação.  (Res. é um processo definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos  e  serviços  educacionais  especiais.  (Del.    Artigo 162 ‐ Consideram‐se educandos com necessidades educacionais especiais:  I  ‐  alunos  com  deficiência  física. arts.  II  ‐  alunos  com  altas  habilidades.  organizados  institucionalmente. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de  recursos pedagógicos adicionais.  que  demandem  atendimento educacional especializado.  (Del. CEE nº 68/07.  superdotação  e  grande  facilidade  de  aprendizagem. procedimentos e atitudes. CEE nº 68/07. SE nº 5/09. rapidamente.§  1º  –  A  duplicidade  de  matrículas  em  cursos  distintos  implicará  igualmente  na  duplicidade dos documentos. 1º)                75 . SE nº 11/08. conceitos.  com  o  objetivo  de  garantir  a  educação  escolar  e  promover  o  desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais  especiais. 1º)    Seção II  Da  Caracterização e Destinação    Artigo 161 ‐ A educação inclusiva compreende o atendimento escolar dos alunos  que apresentam necessidades educacionais especiais e tem início na educação infantil ou quando  se  identifiquem  tais  necessidades  em  qualquer  fase.  de  que  trata  o  parágrafo  anterior. art.  para  apoiar. 2º e 3º e Res.  §  2º  ‐  Os  documentos. art.  na  modalidade especial. que os levem a dominar.  público  e  subjetivo  da  pessoa.  deverão  tramitar  separadamente.  obedecidas  as  normas  regimentais  e  os  procedimentos  administrativos  estabelecidos para cada tipo de curso.  direito  fundamental.  III ‐ alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento.   IV  ‐  alunos  com  outras  dificuldades  ou  limitações  acentuadas  no  processo  de  desenvolvimento. artts.

   VI ‐ serviços de apoio pedagógico especializado.   V  ‐  atividades  de  aprofundamento  e  enriquecimento  curriculares  que  favoreçam  aos  alunos  com  altas  habilidades/superdotação  o  desenvolvimento  de  suas  potencialidades  criativas.  por  meio  da  utilização  de  procedimentos.  d) oferta de apoios didático‐pedagógicos alternativos necessários à aprendizagem.  IV ‐ sustentabilidade do processo escolar. com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  76 .  em  consonância com o projeto pedagógico da escola.  complementação  ou  suplementação  das  atividades  curriculares.  em  período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  órgãos  públicos  e  a  colaboração  das  entidades privadas:  I  ‐  distribuição  ponderada  dos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados.  à comunicação.  III  ‐  professores  capacitados  para  o  atendimento  às  necessidades  educacionais  especiais dos alunos.  b) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição  especializada. por meio da atuação de professor especializado na área da necessidade  constatada  para  orientação.  em  atuação  colaborativa com os professores das classes comuns.  poderão  contar.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla.  podendo  contar  com  o  apoio  das  instituições. dentro do princípio de educar para a diversidade. com utilização de linguagens e códigos aplicáveis.  equipamentos  e  materiais  próprios. em período diverso ao da classe comum em que o aluno estiver matriculado.    Artigo 164 ‐ As escolas organizar‐se‐ão de modo a prever e prover em suas classes  comuns.Seção III  Da Educação Inclusiva    Artigo 163 ‐ O atendimento educacional de alunos com necessidades educacionais  especiais deve ocorrer.  recomendando‐se intercâmbio e cooperação entre as escolas. nas classes comuns do ensino regular. buscando a adequação entre idade  e  série/ano.  Parágrafo único ‐ As escolas que integram o sistema de ensino do Estado de São  Paulo  organizar‐se‐ão  para  o  atendimento  aos  educandos  com  necessidades  educacionais  especiais. preferencialmente.  suas  experiências.  c)  atendimento  itinerante  de  professor  especializado  que. assistirá os alunos que não puderem contar.     Artigo  165  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns. com a participação da  família e de outros agentes da comunidade no processo educativo.  em seu processo de escolarização.  para  que  todos  se  beneficiem  das  diferenças  e  ampliem.  II  ‐  flexibilizações  curriculares  que  considerem  metodologias  de  ensino  diversificadas  e  recursos  didáticos  diferenciados  para  o  desenvolvimento  de  cada  aluno.  positivamente.  de  modo  a  propiciar  condições  necessárias  a  uma  educação  de  qualidade  para  todos. mediante aprendizagem cooperativa em  sala de aula.  na  escola  regular. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento. mediante:  a) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição especializada. sempre que possam proporcionar o  aprimoramento dessas condições. trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio. bem como à locomoção.

  77 .    Artigo 166 ‐ As escolas poderão utilizar‐se de instituições especializadas.  desde  que  preservada  a  capacidade  de  aprendizado. sob a supervisão do órgão  competente.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.  em  classes  comuns  do  ensino regular.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular.  por equipe de profissionais  indicados  pela escola e pela família.  atendimento  ambulatorial  ou  permanência  prolongada  em  domicílio.  que  implique  em  internação  hospitalar.   III ‐ o atendimento educacional especializado a crianças e jovens.  ingressantes  na  1ª  série  do  ensino  fundamental  ou  que  venham  transferidos  para  qualquer  série  ou  etapa  do  ensino  fundamental  e  médio.  deverão  ter garantida  a  continuidade do seu processo de  aprendizagem.    Artigo  168  ‐  As  disposições  necessárias  ao  atendimento  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  deverão  constar  de  projetos  pedagógicos  das  unidades  escolares ou das instituições responsáveis.  com  participação  dos  pais  e  do  Conselho  de  Escola  e/ou  estrutura  similar.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163. respeitadas as demais normas do sistema de ensino.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  da  avaliação  multidisciplinar.  §  1º  ‐  O  encaminhamento  dos  alunos  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  para  serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far‐se‐á somente após avaliação  pedagógica realizada em conformidade com o disposto neste capítulo. excetuando‐se os casos.  com  acompanhamento  pedagógico que lhes facilite o retorno à escola regular.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado. com vistas a seu encaminhamento para classe comum.   §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  periódica. e de materiais diferenciados e  específicos.  serão  matriculados.  II  ‐  oferecer  aos  alunos  matriculados  nas  classes  comuns  do  ensino  regular  atividades  de  preparação  e  formação  para  o  trabalho  e  atividades  nas  diferentes  linguagens  artísticas e culturais.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  preferencialmente. cuja gravidade da  deficiência  ou  distúrbio  do  desenvolvimento  imprimam  limitações  severas  às  suas  atividades  de  vida  diária  e  comprometam  seriamente  sua  possibilidade  de  acesso  ao  currículo  da  escola  de  ensino regular. para:  I  ‐  complementar.    Artigo  167  ‐  Alunos  impossibilitados  de  freqüentar  as  aulas  em  razão  de  tratamento  de  saúde.    Artigo  169 ‐  Os  alunos  com  necessidades educacionais  especiais. dotadas  de recursos humanos das áreas de saúde.   §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade. cuja situação específica. educação e assistência. não permita sua inclusão direta  nessas classes.  suplementar  e  apoiar  o  processo  de  escolarização  dos  alunos  com necessidades educacionais especiais matriculados nas classes comuns das escolas de ensino  regular.transitoriedade.

 e Resolução SE nº 11/08.  deverão  ser  encaminhados  às  respectivas  instituições  especializadas  conveniadas com a Secretaria da Educação.  cujas  necessidades  de  recursos  e  apoios  extrapolem. acompanhado de histórico escolar que apresente. com o apoio  de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. com relação aos aspectos físicos. art.  Parágrafo  único  ‐  Esgotadas  todas  as  possibilidades  de  avanço  no  processo  de  escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano. podendo.  elaborado  por  professor  da  área. 7º. em  conformidade com os Anexos I.  ao  final  de  cada  ano  letivo. auditivos e psico‐sociais. art.§  2º  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  da  modalidade  de  educação  especial. 12. CEE nº 68/07. ainda.  os  critérios de avaliação previstos pela proposta pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas  regimentais. arts.    Artigo  171  ‐  O  atendimento  escolar  a  ser  oferecido  ao  aluno  com  necessidades  educacionais  especiais. 4º.  com  severa  deficiência  mental  ou  grave  deficiência  múltipla.  (Del. mediante avaliação realizada pela escola. as competências  desenvolvidas pelo educando.  expedir  declaração  com  terminalidade  específica  de  78 . formada pelo Diretor. 8º e 11 e Resolução SE nº 11/08. visuais. de forma descritiva. CEE nº 68/07. art. 6º. 5º. motores.  as  disponibilidades  da  escola.  (Resolução SE nº 11/08.  comprovadamente.  grau  de  terminalidade  específica  do  ensino  fundamental. 5º)    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica    Artigo 174 ‐  Em  se  tratando de alunos com  significativa defasagem  idade/série e  severa deficiência mental ou grave deficiência  múltipla.  deverá  ser  orientado  por  avaliação  pedagógica  realizada  pela  equipe  da  escola. Professor Coordenador e Professor da sala comum. as escolas poderão. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua.  contar. arts.394/96.  contendo  parecer  conclusivo  sobre  a  situação  escolar  dos  alunos  atendidos  pelos  diferentes  serviços de apoio especializado. II e III deste capítulo.  certificando‐o  com  o  termo  de  conclusão  de  série/ano.    Artigo  172  ‐  Caberá  aos  Conselhos  de  Classe/Ciclo/Série/Termo.  independente de escolarização anterior.  (Del. acrescidos dos procedimentos e das formas alternativas de comunicação e adaptação  dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados aos alunos.  aprovar  relatório  circunstanciado  de  avaliação.  que não puderem  atingir  os parâmetros  exigidos para a conclusão do ensino fundamental. é facultado às escolas  viabilizar  ao  aluno. 2º)    Seção IV  Do Processo de Avaliação    Artigo  170  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais. 3º e 4º)    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas    Artigo  173  ‐  Os  alunos  com  deficiências  que  apresentem  severo  grau  de  comprometimento.  as  mesmas  regras  previstas  no  regimento  da  escola  para  fins  de  classificação  em  qualquer  série  ou  etapa. com fundamento no inciso  II  do  artigo  59  da  Lei  nº  9.

  § 1º ‐ A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em  casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica. 9º e 10)        79 .determinada  série. na  Diretoria Regional de Ensino.  (Del.`  Parágrafo  único  ‐  Os  sistemas  públicos  de  ensino  promoverão  formação  continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico com  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais. com as alterações introduzidas no § 1º pela Res. arts. com parecer do Conselho de Classe e Série aprovado pelo Conselho de Escola  e visado pelo Supervisor de Ensino. com carga horária superior a 360 horas. mobilidade e comunicação.172/01 e 10. na conformidade  do contido nas Leis nºs 10. com a participação e a  anuência da família.  (Del. as competências desenvolvidas pelo educando. regularmente.098/00. que contêm os  recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no merca do de trabalho. responsável pela Unidade Escolar e pela Educação Especial.436/02.  voltados  para  o  trabalho.  para  sua  efetiva  integração na sociedade. que não apresentem condições de se integrar aos cursos de nível técnico. reconhecimento e renovação de  reconhecimento de cursos. 6º. constituindo‐se o pleno atendimento  em requisito para o credenciamento da instituição.  poderá  ser  realizada  em  oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade. SE  nº 31/08)    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos    Artigo  175  ‐  A  preparação  profissional  oferecida  aos  alunos  com  necessidades  educacionais especiais. art.  a  fim  de  fornecer  orientação  às  famílias  no  encaminhamento  dos  alunos  a  programas  especiais.  §  2º  ‐  A  escola  deverá  articular‐se  com  os  órgãos  oficiais  ou  com  as  instituições  que  mantenham  parcerias  com  o  Poder  Público. 10. com alunos com necessidades educacionais especiais. CEE nº 68/07.  acompanhada  de  histórico  escolar  e  da  ficha  de  observação  contendo. CEE nº 68/07.    Artigo  176  ‐  Serão  assegurados  aos  alunos  que  apresentem  necessidades  educacionais especiais os padrões de acessibilidade.  de  forma descritiva. arts. 13 e 14)    Seção VIII  Da Formação dos Professores    Artigo 177 ‐ As Instituições de Ensino Superior devem oferecer obrigatoria‐mente  programas  de  formação  inicial  ou  continuada  aos  professores  das  classes  comuns  que  lhes  garantam  apropriação  dos  conteúdos  e  competências  necessárias  ao  trabalho  pedagógico  que  realizam.  (Resolução SE nº 11/08.     Artigo 178 ‐ Os professores especializados deverão comprovar :  I ‐ formação específica em curso de graduação de nível superior ou  II  ‐  complementação  de  estudos  de  pós‐graduação  na  área  do  atendimento  educacional especializado. autorização.

   (Resolução SE nº 11/08.  (Resolução SE nº 11/08.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla.  em  sala  de  recursos  específicos.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163. 9º)    Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs    Artigo  182  ‐  Na  organização  dos  Serviços  de  Apoio  Especializado  (Sapes)  nas  Unidades Escolares.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  transitoriedade. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e  da respectiva Coordenadoria de Ensino. serão organizados. em período  diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum.  com vistas a sua inclusão em classe comum.  a  ser  realizada  por  equipe  de  profissionais indicados pela escola e pela família. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos. Serviços de Apoio Pedagógico  Especializado (SAPEs). em nível de unidade escolar e por sua solicitação. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.  §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade.Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado ‐ SAPEs    Artigo 179 ‐ Consideradas as especificidades regionais e locais. art. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar. na forma de itinerância.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.  viabilizando‐a  por  uma  reorganização  que.  gradativamente.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  de  uma  avaliação  multidisciplinar. observar‐se‐á que:   80 . e. na rede estadual  de  ensino.  poderão  contar.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado. leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular.  2 ‐ atendimento prestado por professor especializado.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios.   Parágrafo  único  ‐  Os  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs)  serão  implementados por meio de:  1  ‐  atendimento  prestado  por  professor  especializado.  favorecendo  a  adoção  de  novas  metodologias de trabalho. sob a supervisão do órgão  competente.    Artigo  180  ‐  A  implementação  de  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial. da própria escola ou de outra unidade.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular.  §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  regida  por  professor  especializado  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  de  avaliações  periódicas  a  serem  realizadas pela escola. arts. 7º e 8º)    Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular    Artigo  181  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns.  na  escola  regular.

 terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2  (duas) aulas diárias.  III  ‐  o  apoio  oferecido  aos  alunos. observada a prioridade conferida ao docente habilitado.  expedido  pelo  Centro  de  Apoio  Pedagógico  Especializado. somente poderá ocorrer quando houver:  I ‐ comprovação de demanda avaliada pedagogicamente.  com  turmas  constituídas  de  10  (dez)  a  15  (quinze) alunos.  em trabalho articulado com os demais profissionais da escola.  distribuídas  de  acordo  com  a  demanda  do  alunado. sob a forma de sala de  recursos.  e  as  classes  com  professor  especializado.  somente  poderão  atender  alunos  cujo  grau  de  desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I. arts 10.  a  serem  atribuídas  ao  docente  titular  de  cargo  como  carga  suplementar  e  ao  ocupante  de  função‐atividade  na  composição  da  respectiva  carga horária. não segregado.  da  classe  com  professor  especializado  e  da  itinerância  deverá  observar  o  atendimento  a  alunos  de  uma  única  área  de  necessidade educacional especial.I ‐ o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais. no  mínimo. deverão ter formação na área  da necessidade educacional especial.    Artigo  186  ‐  Caberá  ao  professor  de  Educação  Especial. quer  em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s). serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais. quer individualmente.  V  ‐  parecer  favorável  da  CENP. de modo a atender alunos de 2 (dois) ou mais turnos.     Artigo 183 ‐ A organização dos SAPEs na unidade escolar.11 e 14)    Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores    Artigo 185 ‐ Os docentes.  §  2º  ‐  A  constituição  da  turma  da  sala  de  recursos.  além  do  atendimento  prestado ao aluno:  I ‐ participar da elaboração da proposta pedagógica da escola. com.    Artigo 184 ‐ As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs  poderão.  professor  com  Licenciatura  Plena  em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional. para atuarem nos SAPEs.  § 1º ‐ As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas  para  atendimento de alunos de qualquer série.  II  ‐  elaborar  plano  de  trabalho  que  contemple  as  especificidades  da  demanda  existente na unidade e/ou na região.  na  ausência  deste. 360 horas de duração.  81 . atendidas as novas diretrizes da Educação Especial. etapa ou modalidade do ensino  fundamental  ou  médio.  II  ‐  as  aulas  do  atendimento  itinerante.  atendidas  as  exigências  previstas no artigo 584.  III ‐ espaço físico adequado.  contar  com  o  atendimento  itinerante  a  ser  realizado  por  professores  especializados  alocados  em  SAPEs  ou  escolas  da  região.  (Resolução SE nº 11/08.   II  ‐  professor  habilitado  ou.  em  sala  de  recursos  ou  no  atendimento  itinerante.  IV ‐ recursos e materiais didáticos específicos.  definida  a  demanda.

  de  forma  a  agilizar  o  atendimento de alunos.  II  ‐  propor  a  criação  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado  à  respectiva  Coordenadoria de Ensino.  mantendo  contatos  com  as  mesmas.  (Resolução SE nº 11/08.  V ‐ oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns.  remanejando  os  recursos  e  os  equipamentos  para  salas  de  unidades escolares sob sua jurisdição.  COGSP  e/ou  CEI  e  Diretoria(as) de Ensino envolvida(s).    Artigo 188 ‐ As situações não previstas nesta seção serão analisadas e orientadas  por  um  Grupo  de  Trabalho  constituído  por  representantes  da  CENP/CAPE.  (Resolução SE nº 11/08. 15 e 16)    ANEXO I    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO    Ano:  Nome do Aluno:  Data de nascimento:  Série  Endereço residencial:  Telefone de contato da família:  Área de deficiência:  Escola:  Diretoria de Ensino:  Relato do Professor da sala comum:  A – Intervenção e interação afetiva.  VI  ‐  fornecer  orientações  e  prestar  atendimento  aos  responsáveis  pelos  alunos  bem como à comunidade.  IV ‐ orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão  dos alunos nas classes comuns. visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar  ou  transferir  o  serviço  oferecido. Histórico do  Aluno  ‐ Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade)  ‐ Relacionamento com a família e grupos  ‐ Expectativas da família  ‐ Antecedentes de atendimento de outra natureza (clínicos e terapêuticos)  82 . arts. arts.  III  ‐  orientar  e  manter  as  escolas  informadas  sobre  os  serviços  ou  instituições  especializadas  existentes  na  região. 12 e 13)    Subseção IV  Das Atribuições Gerais    Artigo 187 ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  proceder  ao  levantamento  da  demanda  das  salas  de  recursos  e  do  apoio  itinerante.III  ‐  integrar  os  conselhos  de  classes/ciclos/séries/termos  e  participar  das  HTPCs  e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola. social e familiar  1.

: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva      ANEXO II    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais  Nome do aluno:  Área de deficiência  Escola:  Série:  Data do atendimento:  Quantidade de horas de atendimento:  (  ) Aluno   (  ) Professores de sala comum   (  ) Equipe Escolar      (  ) Família  (  ) Comunidade (  )  Obs. Relacionamento do aluno com o professor especialista  4.2. Relacionamento com seu grupo social  B – Avaliação pelo professor especialista – observação descritiva nas diversas situações escolares:  ‐ interesse  ‐ Atenção  ‐ Concentração  ‐ Compreesão e atendimento a ordens  Habilidade sensóriomotora:  ‐ Percepção e memória visual  ‐ Percepção e memória auditiva  ‐ Percepção de diferenças e semelhanças  ‐ Orientação temporal  ‐ Orientação espacial  ‐ Habilidades motoras  ‐ Pensamento lógico  ‐ Expressão criativa  Linguagem e comunicação: oral  Linguagem e comunicaçãao: escrita  Raciocínio lógico‐matemático  C – Observações do Professor e condutas a serem seguidas  D – Avanços do aluno ao longo do ano letivo    ____________________                 ____________________                                 _________________  Nome do Professor/RG                    Professor Coordenador                                     Diretor    _______________________________  Nome do Professor/ RG (Especialista)    Obs. articuladas com o professor da sala comum:  83 . Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas)  3.: Nomear 0(s) professor(es) atendido(s) e classe(s) ou série(s)  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )    Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno.

...........................................................................................................................................................................................................................................................  ......................................................................................................................................................................................................................  Item 4 – Observações:  ........................................................................................................................................  ........................................................................................................................................................................................................................................  ..........................................................................  .............................................................................................................................................................................................................  ..........................................  ..........................................................................................................................................................................................................  Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial?  Qual?  ...................(Objetivos.............................  .........  Iterm 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum:  ...................................................  ...  ..................................................................................................... recurso utilizado e intervenção realizada)  ...................................................................................................................  ..  .....................  .....................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ...........................................................................................................................  ......................................................................... tipo de atividade.......................................................................................................................................................................................................  ...............................  ................................................................................................  ..................................................................................................................................................  ...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  Item 4 – Caracterização do Atendimento:  Nome do Professor:  Carga horária:  84 ....................................................................................................    __________                     ___________________                   ____________________      Professor                      Professor Coordenador                                 Diretor      ANEXO III    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais:  Nome do aluno:  Escola de matrícula:  Escola da Sala de Recursos:  Série:  Diretoria de Ensino:  Forma de atendimento: (   )Sala de Recursos                       (   ) Itinerância  Bimeste:    Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados?  ....................

................................................................... Regulamentação................................................... no prazo de dois anos..............................................................................  ........................... serão reconhecidos como Escola Indígena............................. CEE nº 46/05........................Quantidade de horas bimestrais na orientação de :  (  ) Professores de sala comum    (  ) Equipe escolar    (  ) Família     (  ) Comunidade  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )  Total de horas trabalhadas direto com o aluno: (  )  Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno:    Item 5 – Reavaliação e encaminhamento:  .......................................................................  .............  ouvida a comunidade interessada..................... Autorização e Reconhecimento    Artigo  189  ‐  No  âmbito  da  Educação  Básica...........................................  em  atendimento  à  reivindicação  da  comunidade interessada ou com a anuência da mesma..................  ............................................................................................................    ___________________              ___________________            _________________  Nome do Professor/RG               Professor Coordenador                  Diretor        CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização.......    Artigo  190  ‐  A  criação  das  escolas  indígenas  é  de  responsabilidade  do  poder  público  estadual  e  se  dará  por  ato  próprio  do  executivo....................... desde que disponham de condições técnicas e financeiras adequadas............................................................................................................................................  fundamentados  nas  Diretrizes  Curriculares  Nacionais........  .................   Parágrafo  único  ‐  A  Escola  Indígena  se  constituirá  unidade  própria...................................  proporcionando  a  valorização  das  culturas  dos povos indígenas e a afirmação e manutenção de sua diversidade étnica............   §  2º  ‐  As  escolas  indígenas.................................  autônoma  e  específica  do  Sistema  de  Ensino  Estadual  e  terá  normas  e  ordenamentos  jurídicos  próprios..................  em  regime  de  colaboração com o Estado...........................................................................  funcionando em terras indígenas. arts........  ... passarão à responsabilidade do Estado.  que  não  satisfaçam as exigências anteriores..............  atualmente  mantidas  por  municípios...............................................................   (Del...............  os  estabelecimentos  de  ensino....................  .... 1º e 2º)    Artigo 191 ‐  Os  estabelecimentos da rede estadual  de ensino que  funcionam em  terras habitadas por comunidades indígenas passam a ser reconhecidos como escolas indígenas e  85 ..........................................................    Item 5 – Observações:  ...............   § 1º ‐  Os  Municípios poderão  oferecer educação  escolar indígena.................

  (Res. independentemente do nível e modalidade de  ensino oferecidos. arts.  § 2º ‐ A educação infantil e o ensino médio serão implementados gradati‐vamente.  e  com  ampla  participação  da  comunidade  indígena. 1º.    Artigo  195  ‐  Os  espaços  físicos  das  escolas  indígenas  deverão  ser  planejados.  deverão  ser  consideradas  as  práticas  sócio‐culturais.  de  responsabilidade  do  poder  público.  ouvida  a  comunidade.  §1º  ‐  A  educação  indígena  somente  poderá  ser  oferecida  quando  houver  solicitação específica da respectiva comunidade.     Artigo  197  ‐  Na  organização  das  escolas.  ato  próprio  de  criação.identificados como Escola Estadual Indígena ‐ EEI. 3º. 2º.    Artigo 193 ‐ O reconhecimento legal dos estabelecimentos de ensino como escolas  indígenas  autônomas  e  específicas  pressupõe.     Artigo  194  ‐  O  pedido  de  autorização  de  funcionamento  de  Escola  Estadual  Indígena deverá ser formulado pela direção da unidade escolar proponente.  de  que  trata  este  capítulo.  bem  como  sua  forma  de  produção  do  conhecimento  e  métodos  de  ensino‐ aprendizagem.   Parágrafo  único  ‐  Em  consonância  com  a  flexibilidade  que  a  Lei  permite. aos recursos e materiais didáticos existentes.  concedida  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  para  sua  plena  regularidade  organizacional  e  funcional. dirigido ao Conselho  Estadual  de  Educação.  calendário  escolar e regimento escolar.  contendo  estrutura  curricular.  dimensionados  e  organizados  de  forma  a  atender  às  especificidades  da  proposta  pedagógica  da  escola. SE nº 147/03.  respeitadas  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  as  Diretrizes  Nacionais  para  o  Funcionamento  86 .  especificando  a  condição  do  professor  indígena  e  dados de sua formação específica. visando à valorização plena das culturas dos povos  indígenas e respeitadas as diversidades étnicas.  II  ‐  cópia  da  proposta  pedagógica.  autorização  de  funcionamento. independente do seu número.    Artigo 192 ‐ A educação indígena funcionará com normas e ordenamento jurídico  próprios.  econômicas  e  religiosas  da  comunidade  indígena  específica.  a  organização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo.  econômicas  e  religiosas  que  caracterizam  a  etnia  indígena  atendida.  Coordenadoria de Ensino e do Núcleo de Educação Indígena (NEI) e dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  quando houver demanda da comunidade indígena.  observadas  as  diretrizes  curriculares  do  ensino  intercultural  e  bilingüe  e  as  normas  regimentais específicas para essa modalidade.  que  atenda  às  necessidades  da  comunidade  indígena  e  estará  localizado  em  terras  habitadas por ela.  acompanhado  de  pareceres  conclusivos  da  Diretoria  de  Ensino. às necessidades dos educandos e às práticas  sócio‐culturais.  e  atendimento  às  diretrizes  contidas nesta seção. 4º e 8º)    Artigo  196  ‐  As  escolas  indígenas  funcionarão  em  prédio  que  seguirá  projeto  especial. devendo a clientela atendida ser exclusivamente  constituída por alunos indígenas.  III  ‐  relação  do  corpo  docente.

 4º e 5º)    Seção II  Dos Objetivos    Artigo 199 – Constituem‐se objetivos da Escola Estadual Indígena :  I ‐ garantir a sistematização e a valorização dos conhecimentos. será contemplada no Projeto Pedagógico e Regimento Escolar próprios que  deverão conter:   I ‐ calendário escolar e duração de período escolar diferenciados.   IV ‐ projetos que incluam outras comunidades.  IV ‐ assegurar condições para o acesso e a produção dos conhecimentos universais  e específicos das diferentes áreas dos saberes.   (Del. arts.   II  ‐  relação  do  corpo  docente.   V  ‐  uso  de  materiais  didático‐pedagógicos  produzidos  de  acordo  com  o  contexto  sócio‐cultural de cada etnia indígena.  autorizará o funcionamento de escola indígena após análise dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  V  ‐  dar  oportunidade  aos  educandos  da  vivência  de  atividades  e  valores  que  os  auxiliem no desenvolvimento de uma vida cidadã dentro e fora do universo indígena. utilizando os recursos destinados  ao financiamento público da educação:   I ‐ promover a formação continuada dos professores‐índios.     Artigo  201  ‐  A  Secretaria  da  Educação.   II ‐ prover as escolas indígenas de recursos materiais.  incluindo dados que comprovem sua formação específica.   III ‐ inclusão de atividades que reforcem a cultura própria da comunidade indígena  em que a escola estiver inserida.das Escolas Indígenas. SE nº 147/03.  específico  e  diferenciado.  II ‐ oferecer exclusivamente à respectiva comunidade todas as etapas da educação  básica.   II ‐ conteúdos curriculares específicos. humanos e financeiros para  seu pleno funcionamento. CEE nº 46/05.  por  meio  das  Diretorias  de  Ensino. art. línguas  e tradições indígenas. para uso nas escolas indígenas.   III ‐ níveis e modalidades de ensino pretendidos.  (Res.  III  ‐  proporcionar  um  ensino  intercultural  e  bilingüe  que  valorize  as  línguas  e  as  culturas indígenas e a afirmação da identidade étnica.     Artigo 198 ‐ O ensino será ministrado em Língua Portuguesa e na língua materna  da comunidade indígena específica.   III  ‐  elaborar  e  publicar  sistematicamente  material  didático. promovendo o ensino intercultural.  especificando  sua  condição  de  professor‐índio.  VI ‐ garantir a formação continuada aos professores indígenas. 5º)    Seção III  Das Competências    Artigo 200 ‐ Compete à Secretaria da Educação. costumes. 3º.   87 .

 SE nº 147/03. arts.  (Res. culturais e religiosas e  II  ‐  duração  diversificada  dos  períodos  escolares. e V.  o  Ensino  Fundamental  e  Médio.  7. integrantes deste capítulo. os referenciais curriculares indígenas.  respeitadas  as  normas  específicas  de  funcionamento. os modos próprios de produção e transmissão de saberes de cada etnia.  que  expressem  metodologias que privilegiem processos específicos de aprendizagem.  respeitando‐se  o  fluxo  das  atividades  econômicas. é de responsabilidade das Diretorias Regionais de Ensino da  Secretaria da Educação.   (Del. terá por base:  1.  ajustando‐se  às  condições  e  especificidades próprias de cada etnia ou comunidade indígena. 6º)    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento    Artigo  204  ‐  As  escolas  indígenas.   V ‐ regimento escolar. sociais.IV ‐ projeto pedagógico.  se  desenvolverá  nas  escolas  indígenas  na  conformidade  do  estabelecido  nas matrizes curriculares. CEE nº 46/05. desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto no projeto pedagógico e  regimento escolar com as seguintes prerrogativas:  I  ‐  organização  das  atividades  escolares.  a  produção  e  a  utilização  de  materiais  didático‐pedagógicos. a realidade sócio‐linguística em cada situação. com anuência das Comissões Étnicas Regionais e do Conselho Geral do Núcleo de Educação  Indígena. 6º e  9º.  Parágrafo único ‐ A formulação do projeto pedagógico próprio por escola ou por  etnia.  3. CEE nº 46/05.  as  características  próprias  das  escolas  indígenas  em  respeito  à  especificidade  étnico‐cultural de cada etnia ou comunidade.     Artigo  202  ‐  A  Supervisão  das  escolas  indígenas.  indicados  pela  comunidade  indígena  e  devidamente  formados  ou  capacitados  no  âmbito  das  instituições  formadoras de professores.  2.    Artigo  205  ‐  A  Educação  Básica  que  compreende  a  Educação  Infantil.  a  fim  de  garantir  sua  especificidade e qualidade de ensino. arts. 7º. com conteúdos específicos  do universo sócio‐cultural de cada povo indígena. assim como através do Programa Especial de Formação em Serviço de  Professor  Índio  para  o  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental  da  Secretaria  da  Educação  aprovado  pelo  Parecer CEE nº 419/2000.  6. as diretrizes curriculares nacionais referentes a cada etapa da educação básica. a participação da respectiva comunidade ou etnia indígena. este com a redação dada pela Res. 8º e 9º)    Seção IV  Da Atribuição de Aulas    Artigo  203  ‐  A  atribuição  de  aulas  será  feita  a  professores‐índios. SE nº 21/08)    88 . II.  5. art. III IV.   (Del. objeto dos Anexos I.  4.

  devendo  as  necessidades  específicas  dessas  escolas serem contempladas pelos recursos a que se refere a Lei nº 9.    Artigo  208  ‐  Aplicam‐se  às  escolas  indígenas  os  recursos  destinados  às  demais  escolas  que  integram  a  rede  estadual  de  ensino.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena.desenvolvido  pela  Secretaria da Educação.  com Professor‐Coordenador.  §  1º  ‐  As  funções  de  Vice‐Diretor.    Artigo  207  ‐  Todos  os  profissionais. 7º. SE nº 21/08.   89 .  de  que  trata  o  artigo  anterior  somente  poderão  exercer  as  respectivas  funções  desde  que  tenham  sido  devidamente  capacitados  e  avaliados pela Comissão Étnica Regional e pelo Conselho do NEI. SE nº 147/03.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena.  Professor‐Coordenador  e  de  docentes  serão  exercidas por professores indígenas. num dialogo intercultural com metodologia transdisciplinar.Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena     Artigo  206  ‐  A  escola  indígena  contará  com  um  Vice‐Diretor  de  Escola  Indígena.  em  nível  superior.    Anexo II  Ensino Fundamental  Ciclo I  Duração ‐ 03 Anos  Carga Horária Semanal: 25 aulas  Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Parte Diversificada    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas Semanais  25  08  33  Obs. art.  desenvolvido por Secretarias Estaduais de Educação.  2  ‐  no  ciclo  II  e  III  do  ensino  fundamental  e  no  ensino  médio. Códigos e suas Tecnologias.:   1  ‐  As  áreas  de  Ciências  da  Natureza  e  de  Ciências    Humanas  e  suas  Tecnologias  serão  tratadas  na  área  de   Linguagens.  (Res.424/ 96.  § 2º ‐ As funções administrativas serão objeto de norma específica.  §  3º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  das  escolas  indígenas  serão  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  na  educação  infantil  e  no  ciclo  I  do  ensino  fundamental. docentes e profissionais da área administrativa. 10 e 11)    Anexo I  Educação Infantil  Ciclo Inicial  Duração ‐ 02 Anos  Carga Horária Semanal: a ser definida pela escola  Matriz  Curricular:  a  ser  elaborada  pelas  escolas  que  oferecem  Educação  Infantil  junto com representantes da comunidade indígena atendida. com a redação dada pela Res.

2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental    Anexo III   Ensino Fundamental   Ciclo II   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular      Base Nacional Comum   Áreas   Linguagens Códigos e   Suas Tecnologias   Ciências da Natureza e   Suas Tecnologias   Ciências Humanas e   Suas Tecnologias   Oficinas   Totais   Nº de Aulas Semanais  05  12  08  08  3    Parte Diversificada     OBS.      Anexo IV   Ensino Fundamental   Ciclo III   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 Horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas  Semanais  12  09  04  08  33    Obs.  as  áreas  de  Ciências  da  Natureza e Ciências Humanas serão trabalhadas de forma manter o equilíbrio e a dimensão intercultural.   2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental.:   1  ‐  Dando  continuidade  ao  processo  de  construção  da  escola  intercultural  e  bilíngüe.  2 ‐ Será dada seqüência aos trabalhos realizados nos Ciclos anteriores.          90 .:  1 ‐ As aulas previstas para a parte diversificada destinam‐se a realização de estudos e oficinas de sustentabilidade  econômica cultural e ambiental.

 na escola vinculadora ou em qualquer outra escola da rede pública estadual.    Artigo  209  A  ‐  O  Centro  de  Estudos  de  Línguas  ‐  CEL  constitui  uma  unidade  de  ensino  vinculada  administrativa  e  pedagogicamente  a  uma  escola  estadual  e  se  destina  ao  atendimento  de  alunos  devidamente  matriculados  no  ensino  fundamental  ou  médio.  como  mecanismo  de  enriquecimento curricular. a partir da 6ª série. nos Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.    91 .  de  livre  escolha  da  clientela  escolar.:   1‐  o  Projeto  Pedagógico  de  cada  escola  indígena  explicitará  as  dinâmicas  das  aulas  ministradas.270.Anexo V   Ensino Médio Sustentável   Ciclo IV   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais Nº de Aulas Semanais  15  10  05  03  33  Obs. o domínio  da  linguagem  oral  ou  o  seu  caráter  instrumental  e  de  acesso  à  cultura  de  outros  povos  e  civilizações.  em  caráter  opcional.  com  frequência regular.  nas  quais  os  professores concebem e praticam o trabalho integrado dos conteúdos tratados em suas aulas. deverá enfatizar.    Artigo 209 B ‐ Os Centros de Estudos de Línguas – CELs.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  língua  estrangeira  moderna  serão  oferecidos  nos  CELs aos alunos do ensino fundamental. Finalidade e Destinação    Artigo 209 ‐ Os Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs. de que trata este Capítulo.    Artigo  209  C  ‐  O  ensino  de  língua  estrangeira  moderna.  de  10  de  agosto  de  1987.  ficam  disciplinados  nos  termos deste capítulo. e aos do ensino médio.   2‐  As  03(três)  aulas  previstas  para  a  parte  diversificada    destinam‐se  a  realização  de  estudos  e  oficinas  de    sustentabilidade econômica cultural e ambiental.  têm  por  finalidade  proporcionar  aos  alunos  das  escolas  públicas  estaduais  a  possibilidade  de  aprendizagem  de  língua  estrangeira  moderna.      CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição. instituídos no âmbito da rede  estadual  de  ensino  pelo  Decreto  nº  27.

  em  todos  os  níveis  e  modalidades. com anuência da escola que  o  sediará. Instalação.  VII ‐ disponibilidade de recursos didático‐pedagógicos.  cabendo  à  direção  da  escola  vinculadora  manter. § 2º do art.  II  ‐  relação  nominal  dos  alunos  da  região  interessados  nos  cursos  a  serem  oferecidos. Organização e Funcionamento    Artigo 211 ‐ A criação e a instalação de um CEL poderão ser autorizadas. arts.  § 2º ‐ As aulas das turmas do CEL deverão acompanhar o calendário da respectiva  escola vinculadora. dado o caráter de enriquecimento curricular de que se reveste o seu ensino nessa unidade.  observado  o  seguinte:  I ‐ condições favoráveis de oferta e de atendimento à demanda escolar do ensino  fundamental  e  médio. 1º)    Seção II  Da Denominação    Artigo  210  ‐  O  CEL  deverá  ter  a  mesma  denominação  da  escola  a  que  estiver  vinculado. SE nº 81/09. respeitado o cumprimento da carga horária prevista para os cursos. arts.  a  identificação do CEL e a relação dos cursos de língua estrangeira que são oferecidos.  III  ‐  disponibilidade  comprovada  de  docentes  habilitados  ou  qualificados  para  ministrar os cursos. no que couber.  V ‐ localização estratégica. 1º)    Seção III  Da Criação.  § 1º ‐ Os objetivos e a organização do CEL deverão constar da proposta pedagógica  da escola vinculadora e de seu regimento.    Artigo 212 ‐ A organização e o funcionamento do CEL deverão atender ao contido  nas Normas Regimentais Básicas estabelecidas para as escolas estaduais.  (Res. 2º.  IV  ‐  espaço  físico  adequado  ao  funcionamento  dos  cursos  e  que  garanta  sua  continuidade. mediante  proposta encaminhada pelo conjunto das escolas a serem atendidas.Artigo  209  D  ‐  A  língua  estrangeira  moderna  que  integra  obrigatoriamente  o  currículo escolar do aluno poderá ser cursada por ele também nos Centros de Estudos de Línguas ‐  CELs.  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino  e  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas.  em  local  visível  e  de  livre  acesso.  (Res.  VI  ‐  existência  de  escola  vinculadora  em  município  com  mais  de  cinquenta  mil  habitantes.  após  análise  e  parecer  fundamentado  pela  Diretoria  de  Ensino. SE nº 81/09.  assim  como  da  escola  indicada  como  vinculadora do CEL. 3º e 4º)              92 . com facilidade de acesso.  (Decreto nº 54. caput e § 1º do art. 1º a 4º e Res.758/09. SE nº 81/09.

 distribuídas em 3 (três)  estágios  semestrais  de  80  aulas  cada. ao longo de um ano letivo. no mínimo.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  3  (três)  aulas  semanais.  poderão  ser  mantidas. que deverão garantir  a cada aluno aprendizagem progressiva no idioma de sua opção.  correspondendo  a  120  (cento  e  vinte)  aulas.  nos termos dos mínimos estabelecidos no artigo 215. com carga horária total de  100  (cem)  horas.  93 .  em  sua  totalidade.  b)  desenvolvimento  do  único  nível/estágio  em  dois  semestres  letivos  de  60  (sessenta)  aulas  cada. ao desenvolvimento da compreensão e da produção oral da língua  inglesa. estabelecido entre elas o período  de recreio.  a  ser  desenvolvido.    Artigo 216 ‐ Na constituição das turmas de alunos do CEL.  § 1º ‐ O horário das aulas será organizado de forma a compatibilizar os interesses  e as possibilidades da escola e dos alunos.  destinados  exclusivamente  a  alunos do ensino médio.Seção IV  Dos Cursos e Turmas de Alunos    Artigo 213 ‐ O CEL deverá oferecer cursos de língua estrangeira moderna em todos  os  turnos  de  funcionamento  da  escola  vinculadora. com 4 (quatro) aulas sequenciais.  os  Centros  observarão  as  seguintes  diretrizes:  I ‐ dos cursos de que tratam os incisos I e II do artigo 214:  a)  organização  em  dois  níveis  (I  e  II)  de  estudos. a que se refere o parágrafo anterior. podendo prever intervalo para recreio de até 20 (vinte)  minutos.  III  ‐  implementação  gradativa  de  cursos  de  inglês.    Artigo  215  ‐  Na  organização  dos  cursos.  que  cursem  o  ensino  fundamental  ou  o  médio  no  período  noturno.  obrigatoriamente.    Artigo 214 ‐ Os cursos a serem oferecidos pelo CEL atenderão à seguinte ordem de  prioridade:  I ‐ ensino da língua espanhola.  II ‐ continuidade aos cursos das línguas estrangeiras modernas em funcionamento. 35 alunos.  a  demanda proveniente dos cursos de ensino fundamental e médio da região.  com  carga  horária  total  de  400  (quatrocentas) horas.  turmas de alunos aos sábados. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  II ‐ nos demais estágios e níveis ‐ turmas de. correspondendo a 480 (quatrocentas e oitenta) aulas. no mínimo.  de  que  trata  o  inciso  III  deste  artigo.  b) constituição de cada um dos níveis I e II por 240 aulas. 20 alunos. no máximo.  de  forma  a  atender. precipuamente. 25 e.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  4  (quatro)  aulas  semanais.  §  2º  ‐  Para  atender  prioritariamente  alunos  trabalhadores.  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  em  caráter  excepcional.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  inglês.  II ‐ dos cursos de que trata o inciso III do artigo 214:  a) organização em um único nível/estágio de estudos . deverão ser observados  os seguintes critérios:  I ‐ no estágio de curso de nível único e no 1º estágio dos demais cursos ‐ turmas  de.  destinam‐se.

 por  até dois cursos de idiomas.  com  justificativa.  mediante  requerimento  dirigido  ao  diretor  da  escola vinculadora. poderá ser constituída. poderá ser concedida pela Diretoria de Ensino de jurisdição da escola  vinculadora. não superiores a 10% da quantidade inicial.  a  fim  de  lhes  garantir  a  continuidade e/ou a conclusão dos estudos. quando se tratar de estágios não  iniciais  ou  únicos.  § 1º ‐ A inscrição e a matrícula do aluno serão efetuadas pelo seu responsável ou  por  ele  próprio. em  caráter de  excepcionalidade.  em  cursos  que  tenham  apresentado  índices  mínimos  de  evasão ou de cancelamento de matrícula.  na  escola  estadual  em  que  o  aluno  esteja  matriculado. a partir da 6ª série. acompanhado de justificativa e proposta  de trabalho que vise à melhoria dos resultados obtidos. após análise do pedido do Diretor de Escola.  § 6º ‐ A desistência ou ausências injustificadas.  implicará  o  imediato  cancelamento de sua matrícula no CEL.  abrir  período  de  inscrições  para  formação  de  novas  turmas  de  alunos. para viabilizar a conclusão dos estudos.  §  5º  ‐  Poderá. turma com alunos de diferentes estágios de estudos.  quando  maior  de  dezoito  anos. estiver matriculado e frequentando regularmente curso de ensino  fundamental.  § 2º ‐ No ato de inscrição.  § 7º ‐ Ficará assegurada a continuidade de estudos aos alunos de escolas estaduais  que vierem a ser municipalizadas. pelo menos. de acordo com a quantidade de vagas de cada curso. da educação de jovens e adultos.  um estágio de estudos no CEL. dentre os oferecidos pelo CEL.  semestralmente.  Parágrafo único ‐ A autorização. observadas  as normas e diretrizes gerais da demanda escolar.  excepcionalmente.  § 4º ‐ O aluno que atingir índice de ausências injustificadas igual ou superior a 25%  do total de aulas dadas. em caráter excepcional.  § 3º ‐ A matrícula será efetuada para um único idioma. no mínimo. ou do ensino médio. desde que já tenham concluído satisfatoriamente. na ordem de sua preferência.    Artigo  217  ‐  O  CEL  poderá. 7º e 8º)    Seção V  Da Matrícula e Frequência    Artigo 218 ‐ Terá direito à matrícula inicial e à continuidade de estudos no CEL o  aluno que. quando se tratar do último estágio do Nível  II. comprovadamente. em número superior a 20% do total  de  aulas  dadas.  § 2º Excepcionalmente.  (Res.  o  diretor  da  escola  deferir  pedidos de alunos que não atendam ao disposto no parágrafo anterior. a fim de ampliar suas possibilidades de  conseguir matrícula. para formação de novas  turmas em cursos que tenham apresentado índices superiores ao estabelecido neste artigo.§ 1º ‐  A Diretoria de  Ensino poderá. 6º. perderá o direito à renovação de sua  matrícula no curso.  que  estejam  com  reduzido  número  de  alunos. desde  que não ultrapassem 20%. na rede  estadual de ensino. ou ainda do ensino médio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula  Souza. SE nº 81/09. autorizar o  funcionamento de turmas com 15 alunos. arts. vedada sua concomitância  em mais de um curso do CEL. o aluno poderá optar. 5º. em qualquer dos estágios do CEL.    94 . mediante autorização da Diretoria  de Ensino.

 pela escola vinculadora. declaração que comprove os estudos realizados.  a  continuidade de estudos no CEL.  nas  sínteses  bimestrais  e  finais  de  avaliação  do  aproveitamento  do  aluno.  §  1º  ‐  O  aluno  que  concluir  o  curso  com  rendimento  satisfatório  terá  direito  à  expedição de certificado de conclusão. para reforço da aprendizagem.  informações  sobre  o  desempenho  escolar  obtido  pelo  aluno  no  CEL. 40% do total de vagas para jovens matriculados no  ensino médio. com números inteiros.  §  4º  ‐  As  informações  referidas  no  parágrafo  anterior  deverão  constar.  (Res.  (Res.  poderá  decidir  pelo  cumprimento  de  mais  um  semestre  de  estudos.  §  2º  ‐  Ao  aluno  que  concluir  estágios.Artigo  219  ‐  No  atendimento  à  demanda. arts. arts. 9º.  §  2º  ‐  Será  permitida  ao  aluno  concluinte  da  3ª  série  do  ensino  médio.    Artigo 222 ‐ A escrituração escolar dos alunos matriculados no CEL obedecerá aos  mesmos  procedimentos  adotados  nos  cursos  regulares. das habilidades alcançadas nos diferentes estágios do curso.  poderá  ser  expedida. SE nº 81/09. 12. como enriquecimento curricular. a escola vinculadora deverá fornecer à  escola  em  que  o  aluno  estiver  regularmente  matriculado.  a  carga  horária  cumprida. com vistas  à sua classificação em estágio adequado ao nível de desenvolvimento atingido. contendo:  1  ‐  informações  que  permitam  acompanhar  o  progresso  do  ensino  e  da  aprendizagem continuada.  Parágrafo único ‐ Na classificação de alunos do Nível I para o Nível II. desde que esses estudos sejam  imediatamente subsequentes ao ano de certificação do ensino médio.  2 ‐ síntese dos conhecimentos e das habilidades a serem atingidos em cada estágio  e os resultados obtidos pelas avaliações propostas nos planos de ensino de cada idioma. será realizada de forma contínua e sistemática. SE nº 81/09.  obrigatoriamente. bem como ao  término do 3º estágio do Nível II. para possibilitar sua conclusão.  de  responsabilidade  do  professor do curso.  as  vagas  do  CEL  serão  distribuídas  prioritária e equitativamente entre os alunos da escola vinculadora e aqueles das outras escolas  estaduais da região. no histórico escolar do aluno.  com  rendimento  satisfatório.  o  estágio  cursado  e/ou  o  nível  concluído.  ser  efetuado  em  escala  numérica de notas.  terão  preferência os alunos do ensino médio que comprovem possuir maior percentual de frequência às  aulas do ensino médio.    Artigo  221  ‐  A  classificação  do  aluno  far‐se‐á  sempre  em  estágio  posterior. variáveis de 0 (zero) a 10 (dez).  devendo  o  registro  dos  resultados.  Parágrafo único ‐ O CEL deverá manter modelo próprio de ficha individual de cada  aluno.  §  1º  ‐  Havendo  demanda  superior  à  oferta  de  vagas  do  curso  de  inglês. 10 e 11)    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar    Artigo  220  ‐  A  avaliação  de  aprendizagem  do  aluno.  devendo as aulas ser planejadas e desenvolvidas a partir do nível de aprendizagem alcançado pela  turma no estágio precedente. reservando‐se.  § 3º ‐ Ao término de cada etapa do curso. o Conselho de Acompanhamento e Avaliação. no mínimo. 13 e 14)  95 . considerando os  resultados  alcançados  pelo  aluno.

003 por dia de efetivo exercício no magistério público do Estado de São Paulo. 15 e 16)    Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes    Artigo 225 ‐ Nos procedimentos de credenciamento e no processo de avaliação de  desempenho  dos  docentes  ao  final  de  cada  estágio  do  curso. arts.  b) 0. com certificado de  conclusão  de  curso  específico  de.  em  termos  de  aproveitamento  e  permanência.    Artigo 224 ‐ O docente que. fluência e entendimento exigidas para a docência desse idioma.  credenciados  e  selecionados  em  processo  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  direção  da  escola  vinculadora.  com  habilitação  na  língua  estrangeira objeto da docência.    Artigo 226 ‐ Os candidatos inscritos e credenciados serão classificados.  conversação. SE nº 81/09.  em  caso  de  experiência anterior.  Parágrafo único ‐ Excepcionalmente. de acordo  com  a  habilitação  ou  qualificação  que  apresentem.  com  habilitação  na  língua estrangeira objeto da docência.  II ‐ a assiduidade do docente e a qualidade do trabalho por ele desenvolvido.  comprovada  por  instituição  de  renomada competência.  II  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  curricular ou de diploma de curso de nível superior.  (Res.  observada  a  seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  preferencialmente  de  último  ano. quando comprovada a inexistência dos profissionais relacionados  nos incisos I e II.  Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas    Artigo 223 ‐ As aulas do CEL.  comprovando  as  competências  e  as  habilidades  básicas  de  leitura. respeitadas as normas referentes ao processo anual  de atribuição de classes e aulas. desistir das aulas que lhe foram  atribuídas no CEL não poderá ter nova atribuição de aulas no mesmo ano da desistência. estabelecidas por resolução do Secretário da Educação.  III  ‐  a  realização  de  exame  de  proficiência. por qualquer motivo.  deverão  ser  considerados  os  seguintes critérios:  I ‐ a participação em cursos de capacitação e/ou de orientação técnica específicos  da língua estrangeira objeto da docência. no  desempenho  escolar  dos  alunos.  pela  ordem  de  prioridade  das  faixas  estabelecidas no artigo 223 e com as pontuações obtidas na seguinte conformidade:  I ‐ quanto ao tempo de serviço  a) 0. poderão ser atribuídas aulas a aluno de curso  de  licenciatura  plena  em  Letras.  escrita. deverão  ser  atribuídas  a  docentes  inscritos.005 por dia de efetivo exercício em CEL da Secretaria da Educação do Estado  de São Paulo. nesta ordem sequencial.  360  (trezentas  e  sessenta)  horas  no  idioma  pretendido.  no campo de atuação referente a aulas do ensino fundamental e/ou médio.  96 .  no  mínimo.

c)  0.0 pontos. na conformidade do disposto no artigo 228. arts. de forma integrada aos da unidade vinculadora.0 pontos.  na  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição.001  por  dia  de  efetivo  exercício  no  ensino  da  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição.    Artigo  228 ‐  A  indicação  de  docente  para  ocupar  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador do CEL. 17 e 18)    Seção IX  Do Professor Coordenador    Artigo 227 ‐ Poderá contar com posto de trabalho de Professor Coordenador o CEL  que mantiver número mínimo de 400 (quatrocentos) alunos por semestre. por instituição de reconhecida competência.002  por  dia  de  efetivo  exercício  no  magistério  do  ensino  fundamental  e/ou  médio de qualquer esfera pública.  b) 1.    Artigo  230  ‐  A  indicação  do  Professor  Coordenador  do  CEL  poderá  recair  em  docente  readaptado.  IV  ‐  apresentar  proposta  de  trabalho  escrita. SE nº 81/09.  mediante  prévia  apresentação  de  manifestação  favorável  da  Comissão  de  Assuntos de Assistência à Saúde ‐ CAAS.    97 . em parceria com instituições de renomada competência. mediante designação.  e)  10. no mínimo. deverá recair em candidato que demonstre possuir:  I ‐ liderança e competência profissional. nos últimos quatro  anos.  III  ‐  criatividade. até o máximo de 3. por diploma de Mestrado.0 ponto para certificado de exame de proficiência.    Artigo 229 ‐  São  requisitos para candidatar‐se ao posto  de trabalho de Professor  Coordenador do CEL:  I ‐ estar vinculado à rede estadual de ensino da Secretaria da Educação.0  ponto  por  participação  em  orientação  técnica  promovida  pela  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria da Educação.  por  diploma  de  Doutorado.  (Res. da Secretaria Estadual da Saúde.0 pontos.0  pontos.  c)  1.  d)  0. desde que de renomada competência.  preferencialmente  com habilitação em uma língua estrangeira moderna. cinco anos de experiência como docente de língua estrangeira  moderna e/ou de língua portuguesa.  V ‐ afinidade com a realização de trabalho cooperativo e em equipe.  II ‐ ter. até o máximo de 5. e desde que demonstre  possuir perfil profissional.  d) 5. com carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. na língua estrangeira objeto da inscrição. último nível ou grau.  comprovadamente  realizado  nos  últimos  quatro  anos.  no  Brasil ou no exterior.  IV ‐ receptividade a mudanças e inovações pedagógicas.  II ‐ capacidade para assessorar a direção da escola vinculadora na gestão das ações  e atividades do CEL.  iniciativa  e  senso  de  organização  para  coordenar  e  articular  os  trabalhos desenvolvidos no CEL. em instituição privada.0 ponto por curso de língua estrangeira e/ou de extensão cultural.  III  ‐  ser  portador  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  para  ser  avaliada  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  II ‐ quanto aos títulos específicos para o idioma pretendido:  a) 1.

Artigo  231  ‐  Ao  docente  designado  para  o  exercício  das  atribuições  de  Professor  Coordenador caberá:  I  ‐  responsabilizar‐se  pelo  cumprimento  da  proposta  pedagógica  e  normas  de  funcionamento e organização do CEL.  agrupamentos  de  alunos. juntamente com seus pares docentes. a qualquer título.  IX ‐ elaborar relatório das atividades semestrais do CEL.    Artigo  232 ‐  O  docente designado  Professor  Coordenador  do  CEL  cumprirá  carga  horária  de  trabalho  de  40  (quarenta)  horas  semanais.  às  matrículas.  utilização  de  recursos  didáticos.  c) perder o vínculo como docente da rede estadual de ensino.  devendo ocorrer designação de outro docente.  que  favoreçam  a  melhoria  do  processo  de  ensino  e  aprendizagem  de  língua  estrangeira.  VII  ‐  buscar  a  colaboração  e  parcerias  com  órgãos  governamentais  e  não  governamentais  para  o  enriquecimento. horário de aulas e calendário escolar.  X ‐ realizar reuniões com professores.  em  decorrência da redução da demanda por vagas.    Artigo  234  ‐  Não  haverá  substituição  para  o  Professor  Coordenador  do  CEL.  III  ‐  assessorar  a  direção  na  coordenação  das  atividades  de  planejamento  e  avaliação dos cursos de língua estrangeira.  II ‐ a critério da administração.    Artigo  233  ‐  A  designação  do  Professor  Coordenador  será  cessada  quando.  VIII ‐ informar e orientar a comunidade escolar e local quanto ao funcionamento  do CEL.  organização  curricular.  em  caso  de  descumprimento de suas obrigações ou falta disciplinar. assim como na elaboração dos respectivos planos de  curso.  II  ‐  assessorar  o  diretor  da  escola  vinculadora  quanto  às  decisões  referentes  ao  CEL.  conforme  avaliação  do  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL. pais e alunos. será de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  b) afastar‐se. o CEL não mantiver o número mínimo de alunos  previsto  no  artigo  227  ou  por  deliberação  fundamentada  do  Conselho.  V ‐ garantir a orientação pedagógica nas diversas etapas do curso. no caso do CEL funcionar  em apenas um turno.  § 2º ‐ O Professor Coordenador do CEL usufruirá férias de acordo com o calendário  escolar. de modo que haja maior colaboração e participação de todos no processo educativo.  VI ‐ estabelecer. os procedimentos de controle e  avaliação do processo de ensino e aprendizagem continuada. por período superior a 30 (trinta) dias. em conjunto com os professores.  tanto  da  capacitação  de  professores  como  da  aprendizagem dos alunos. em decorrência de:  a)  não  corresponder  às  atribuições.    § 1º ‐ A jornada de trabalho do Professor Coordenador.  distribuídas  proporcionalmente  pelos  dias  da semana e turnos de funcionamento. coordenando as  atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores. em conjunto com o professor coordenador da escola  vinculadora. quando o professor designado tiver a designação  cessada em qualquer das seguintes situações:  I ‐ a seu  pedido. mediante solicitação por escrito.  98 . zelando pelo seu cumprimento.  IV ‐ desenvolver atividades.

  decidindo  sobre a pontuação. 2º)    99 .  III  ‐  Professor  Coordenador  do  CEL.  a  supressão  de  cursos  com  pouca  demanda  ou  grande  evasão. 19 a 24)    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação    Artigo  235  ‐  O  CEL  contará  com  um  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação.  (Decreto nº 27.  ordinariamente. os recursos materiais e humanos necessários.  devendo  suas  atribuições estar definidas no regimento da escola vinculadora.  VI  ‐  representantes  dos  alunos  de  cada  curso  do  CEL.    Artigo 236 ‐ Compete ao Conselho de Acompanhamento e Avaliação do CEL:  I  ‐  desenvolver  atividades  que  possibilitem orientar  os  alunos  da  região  sobre  os  cursos oferecidos pelo CEL. arts.  ao  final  de  cada  estágio  dos  cursos.  quando  o  centro  comportar  este  posto  de  trabalho. nas situações previstas no inciso I e na  alínea “a” do inciso II deste artigo.  IV  ‐  analisar  o  relatório  semestral  de  atividades  do  CEL  elaborado  pelo  Professor  Coordenador.Parágrafo único ‐ A cessação da designação. até o máximo de quatro alunos. SE nº 81/09. de 0 (zero) a 10 (dez) pontos. para tanto.  (Res.  assim constituído:  I ‐ Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora.  (Res.  a  correção  de  possíveis  desvios  e/ou  a  adoção  de  medidas  necessárias à otimização de resultados.  em  reunião  da  qual  participarão  apenas  os  Diretores de Escola da unidade vinculadora e das demais escolas da região.270/87.  preferencialmente  os  que  estejam cursando o Nível II.  o  desempenho  do  Professor  Coordenador  e  dos  docentes  em  exercício  no  CEL. com vistas a  garantir sua inserção em turmas e estágios mais adequados ao conhecimento comprovado. 25 e 26)    Seção XI  Das Competências    Artigo  237  ‐  Competirá  à  Secretaria  da  Educação  a  implantação  e  instalação  gradual  dos  Centros  de  Estudos  de  Línguas  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  fornecendo. arts. a que cada candidato faça jus e que irá integrar a  respectiva classificação no processo de seleção.  antecedendo  o  início  e  o  término  de  cada  estágio  dos  cursos.  decidindo  sobre  a  manutenção  de  atividades.  avaliar  as  propostas  de  trabalho  apresentadas.  Parágrafo  único  ‐  O  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação  reunir‐se‐á. art.  III  ‐  realizar  o  processo  de  seleção  e  classificação  dos  candidatos  ao  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador.  V ‐ dois representantes dos docentes de Língua Estrangeira da escola vinculadora.  IV ‐ dois professores representantes do CEL.  V  ‐  avaliar. contados a partir da data da cessação . SE nº 81/09.  II ‐ decidir sobre a realização de avaliação de competência de alunos.  II ‐ Diretores de Escola das unidades escolares atendidas na região. implicará a vedação de nova designação para o mesmo posto  de trabalho pelo prazo de 2 (dois) anos. de forma a evitar escolhas inadequadas e consequentes evasões.

 classificação dos candidatos em função dos resultados das entrevistas  realizadas com os candidatos classificados.  V  ‐  expedir  documentos  escolares  ‐  atestados  e  certificados  de  conclusão  ‐  referentes ao curso do CEL realizado pelo aluno.  a  comprovação  de  matrícula  e  de  frequência  regular  de cada aluno do CEL em sua escola de origem na rede pública estadual. entrevistar os candidatos classificados. juntamente com o  respectivo supervisor de ensino.  (Decreto nº 54.  observadas  as  disposições legais pertinentes. 27 e 28)    Seção XII  Disposição Final    Artigo 240 ‐  Esgotada  a  capacidade  dos  Centros de Estudos de  Línguas  ‐  CELs de  atender à demanda de alunos interessados na aprendizagem de uma língua estrangeira moderna  opcional.  avaliar.  por  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado  e  por  edital  na  escola  vinculadora e na Diretoria de Ensino.  adotando  os  seguintes  procedimentos:  a)  divulgar. art.  b)  após  o  processo  de  seleção  e  classificação  realizado  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL. mediante análise dos  procedimentos de seleção. arts.  assegurando  registros  específicos  para  os  alunos matriculados no CEL. a partir do  início do ano letivo.  IV  ‐  exigir. os critérios e requisitos do processo seletivo.  devidamente  credenciadas  para  esse  fim.758/09. compete:  I  ‐  coordenar. durante um período mínimo de 10 dias corridos.  II ‐ organizar o atendimento à demanda do CEL. responsável pela  gestão do CEL.  organização e funcionamento do CEL.  VI  ‐  coordenar  e  conduzir  o  processo  de  seleção.  classificação  e  indicação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  do  CEL.    Artigo 239 ‐ Caberá à Diretoria de Ensino:  I ‐ referendar a indicação do Professor Coordenador do CEL.  (Res. para avaliar.Artigo 238 ‐ Ao Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. avaliar e orientar a organização e o funcionamento do CEL. indicar e designar o Professor Coordenador do CEL.  semestralmente. conjuntamente com a direção das  demais escolas da região. bem como o prazo para inscrição  dos interessados.  III  ‐  efetuar  o  controle  da  matrícula.  II ‐ acompanhar. 5º)      100 .  integrar  e  articular  todas  as  atividades  de  planejamento. a Secretaria da Educação poderá contar com instituições públicas e privadas que tenham  por  finalidade  o  ensino  de  idiomas. SE nº 81/09.

  cultural. que  estejam  distribuídas  pelas  90  Diretorias  de  Ensino.   (Res. SE nº 89/05.CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I  Da Instituição e Finalidade    Artigo  241  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral.  inseridas. 3º)  101 .  II ‐ intensificar as oportunidades de socialização na escola. 2º)    Artigo  243  ‐  A  Escola  de  Tempo  Integral  funcionará  em  dois  turnos  ‐  manhã  e  tarde. art.  esportivo e tecnológico.  ouvido  o  Conselho de Escola. 4º)    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão    Artigo  244  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral  prevê  o  atendimento  inicial  de  escolas da rede pública estadual de ensino fundamental que atendam aos critérios de adesão.  objeto  deste  capítulo. SE nº 89/05.  IV  ‐  incentivar  a  participação  da  comunidade  por  meio  do  engajamento  no  processo educacional implementando a construção da cidadania.  de modo a ampliar as possibilidades de aprendizagem. com o enriquecimento do currículo básico.  V ‐ adequar as atividades educacionais à realidade de cada região. desenvolvendo  o espírito empreendedor.  (Res. reforçando o aproveitamento escolar.  em  regiões  de  baixo IDH ‐ Índice de Desenvolvimento Humano ‐ e nas periferias urbanas. art.  (Res. assistindo‐o integralmente em  suas necessidades básicas e educacionais. com uma jornada de 9 (nove) horas diárias e carga horária semanal de 45 (quarenta e cinco)  aulas. art.  (Res.  Parágrafo único ‐ São critérios para adesão ao Projeto:  1  ‐  espaço  físico  compatível  com  o  número  de  alunos  e  salas  de  aula  para  funcionamento em período integral e   2  ‐  intenção  expressa  da  comunidade  escolar  em  aderir  ao  Projeto. a auto‐estima e o  sentimento de pertencimento. 1º)    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e  do Funcionamento da Escola de Tempo Integral    Artigo 242 ‐ O Projeto Escola de Tempo Integral tem como objetivos:  I ‐ promover a permanência do educando na escola.  preferencialmente.  a  exploração  de  temas  transversais  e  a  vivência  de  situações  que  favoreçam  o  aprimoramento  pessoal.  III  ‐  proporcionar  aos  alunos  alternativas  de  ação  no  campo  social. SE nº 89/05. SE nº 89/05. art.  tem  por  finalidade prolongar a permanência dos alunos de ensino fundamental na escola pública estadual. social e cultural.

  (Res.  e  até  8  aulas.  II ‐ atividades artísticas e culturais.  a  serem  desenvolvidas  com  metodologias.  Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária  Subseção I  Do Currículo Básico.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. terão suas matrizes curriculares de todas as séries/anos constituídas  da seguinte forma:  I ‐ pelos componentes curriculares e respectivas cargas horárias  que compõem a  matriz curricular do ensino fundamental das escolas que funcionam em tempo parcial. 5º)    Artigo  246  ‐  As  escolas  estaduais  que  aderiram  ao  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral e que continuarão atendendo a alunos dos dois segmentos (ciclos) do Ensino Fundamental  em regime de tempo integral.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. poderá ser adotada uma das seguintes alternativas:  1.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Inglês e Saúde e Qualidade de Vida. art. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais.  IV ‐ atividades de integração social. destinadas ao ensino do currículo básico. art. carga horária máxima de 45 aulas semanais.  ou  mais.  a  serem  destinadas  a  uma. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais. das Ações e Matrizes Curriculares    Artigo 245 ‐ A organização curricular da Escola de Tempo Integral inclui o currículo  básico do ensino fundamental e ações curriculares direcionadas para:  I ‐ orientação de estudos. destinadas ao ensino do currículo básico.  III ‐ atividades esportivas.  trabalhadas  sob  a  forma  de  Oficinas  Curriculares. 1º)    Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária    Artigo  247  ‐  Na  reorganização  das  matrizes  curriculares  do  Ensino  Fundamental.  § 1º ‐ Nas séries/anos iniciais. são oferecidas as seguintes alternativas:  102 .  § 2º ‐ Nas séries/anos finais.  (Res.  Atividades  Artísticas. e  b)  12  aulas  semanais. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. SE nº 93/08. obedecidos  os termos do artigo 248. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares.  estratégias.  II  ‐  pelas  disciplinas  de  natureza  prática. e  b) 20 aulas semanais. conforme  legislação específica. ou  2.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  V ‐ atividades de enriquecimento curricular.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  Experiências  Matemáticas. carga horária mínima de 37 aulas semanais. SE nº 89/05.  são oferecidas alternativas de carga horária a serem decididas pela direção da escola. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior.  recursos  didático  –  pedagógicos  específicos  e  com  as  cargas  horárias  que  se  encontram  estabelecidas  no  presente  capítulo.

 SE nº 93/08. carga horária máxima de 45 aulas semanais. art. contextualizadas e significativas.  b)  espaços  adequados.  §  1º  ‐  A  distribuição  e/ou  a  manutenção  das  Oficinas  Curriculares  consideradas  opcionais. com atividades dinâmicas. ou  2. e  b)  12  aulas  semanais. SE nº 93/08.  conforme  disposto  no  artigo  251. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Espanhol e Saúde e Qualidade de Vida.1. as aulas  poderão ser desenvolvidas em 4 dias da semana.  na  conformidade do interesse e da conveniência resultantes de consulta previamente realizada junto  à comunidade escolar. com  duração de 50 minutos cada. 9 aulas.  para o desenvolvimento das atividades das Oficinas Curriculares pretendidas.  com  horário fixo para todos os dias da semana. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  coordenada  pela  direção  da  escola.   (Res. 3º)          103 . 2º )    Artigo 248 ‐ Caberá à direção da escola.  a  distribuição  das  Oficinas  consideradas opcionais. carga horária mínima de 39 aulas semanais.  podendo o horário de  início  e  término  das  aulas  do  currículo  básico  e  das  Oficinas  Curriculares  ser  alterado.  c)  a  duração  do  intervalo  para  almoço  deverá  ser  previamente  definida.  além  daqueles  considerados  como  sala  comum  de  aula. no máximo. ouvida a respectiva equipe gestora e após  comprovada e documentada anuência da comunidade local:  I ‐ decidir pela alternativa curricular que melhor comprove a existência de:  a) efetiva sintonia com a proposta pedagógica da escola e que melhor atenda às  expectativas e aos interesses educacionais locais. pelas séries/anos do segmento.  b) a carga horária diária de cada classe de alunos será de.  ficando  a  critério  da  equipe  gestora.  aptos  a  trabalhar. destinadas ao ensino do currículo básico.  d)  tratando‐se  das  alternativas  constantes  do  item  1  dos  parágrafos  1º  e  2º  do  artigo anterior.  § 2º ‐  Na distribuição  das Oficinas Curriculares  consideradas obrigatórias.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  e  até  6  aulas.  Experiências  Matemáticas. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais. observados os intervalos de 1 hora entre os turnos e de  20 minutos para cada recreio.  deverá  ser  preservada  sua  inclusão  na  carga  horária  de  todas  as  séries/anos  do  segmento.  c)  docentes  habilitados/qualificados. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. art. destinadas ao ensino do currículo básico.  (Res.  Atividades  Artísticas.  II ‐ elaborar o horário escolar observando que:  a)  a  carga  horária  mínima  de  qualquer  disciplina  desenvolvida  como  Oficina  Curricular será de 2 aulas semanais.  a  serem  destinadas  a  uma.  ou  mais. e  b) 18 aulas semanais.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. deverá ter como base o levantamento dos interesses e  preferências dos alunos e a diversidade das atividades já desenvolvidas em séries/anos anteriores. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. nas Oficinas Curriculares.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias.

  IV  ‐  “Língua  Estrangeira  Moderna  ‐Inglês”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras / Inglês. “Hora da Leitura” ‐ diploma de licenciatura plena em Letras / Língua Portuguesa  ou de licenciatura plena em Pedagogia / curso equivalente (Normal Superior).Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI    Artigo  249  ‐  As  classes  e  as  aulas  da  Escola  de  Tempo  Integral.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas. conhecimento e proficiência na área de Informática. nas séries/anos  iniciais do Ensino Fundamental.  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries  Iniciais  do  Ensino  Fundamental  ou  em  Magistério  das  Matérias Pedagógicas.  com  relação  às  disciplinas  do  currículo  básico  e  às  atividades  desenvolvidas  nas  Oficinas  Curriculares.  ou de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).    Artigo 250 ‐ As aulas das Oficinas Curriculares poderão ser atribuídas ao docente  titular  de  cargo. com habilitação em Magistério das Séries  Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  devidamente  habilitado/qualificado  para  a  respectiva  docência.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia. nas séries/anos  finais do Ensino Fundamental.    “Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso equivalente (Normal Superior).  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte. art.  104 . deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação  temporária. com habilitação em  Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  III  ‐  “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática  ou  de  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Matemática. SE nº 93/08. 4º com a redação dada pela Res. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.  com  habilitação  em  Magistério das Matérias Pedagógicas.  II.  na  conformidade  da  legislação  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes e aulas.  exclusivamente  como carga suplementar de trabalho. comprovando formação.  serão  atribuídas  a  docentes  titulares  de  cargo.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural ou de licenciatura plena em Pedagogia/ curso equivalente (Normal Superior).    Artigo 252 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. SE nº 7/10)    Artigo 251 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral.  (Res. relativamente às oficinas de:  I  ‐  “Orientação  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  das  atuais  matrizes  curriculares  da  Secretaria  da  Educação  ou  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior). relativamente às oficinas de:  I.

  (Decreto nº 31.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  que  comportam  substituição  docente. SE nº 93/08.  (Res.  a unidade escolar deverá ter cumprido os mínimos de dias letivos e de horas de trabalho escolar  efetivo. previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. comprovando formação.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.II  ‐  “Hora  da  Leitura”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras  /  Língua  Portuguesa.  são  assegurados  os  mesmos  benefícios  e  vantagens  a  que  fazem  jus  os  seus  pares  docentes no ensino regular. arts.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural.  (Res.  (Res. observadas as normas legais vigentes.  deverá  ser  considerado  em  dobro  o  número  de  classes  da  Escola  de  Tempo Integral que estejam em funcionamento nos termos deste capítulo.    Artigo 256 ‐ Para fazer jus ao benefício estabelecido no inciso II do artigo anterior. art. SE nº 7/10)    Artigo  254  ‐  Para  fins  de  definição  de  módulo  de  pessoal.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia.  IV ‐  “Língua Estrangeira Moderna ‐ Espanhol” ‐ diploma de licenciatura plena em  Letras. art.  nos  termos  do  regulamento  específico. 1º e 2º)    105 .  por  qualquer  período. 7º)      CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar e da Suspensão do Expediente    Artigo 255 ‐ As unidades escolares da rede Estadual de Ensino não funcionarão:  I – no recesso escolar do mês de julho e  II – no período compreendido entre o Natal e o 1º dia do ano subseqüente. com habilitação em Espanhol.  III  ‐    “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática ou de licenciatura em Ciências com plenificação em Matemática. SE nº 93/08. 5º)    Seção VI  Das Disposições Gerais    Artigo  253  ‐  Para  o  professor  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  de  Oficina  Curricular  da  Escola  de  Tempo  Integral. conhecimento e proficiência na área de Informática.875/90. SE nº 93/08. art. 6º com a redação dada pela Res.

 no mínimo. obedecida a seguinte ordem de precedência:  I ‐ recesso escolar de julho. as datas e horários estabelecidos no plano de reposição.   106 .  IV ‐ encaminhar o plano de reposição à Diretoria de Ensino para homologação.  bem  como  das  aulas  previstas  e  não  ministradas.  II ‐ elaborar. ao final de cada bimestre.  de  um  elemento  da  Secretaria  e  de  pessoal  administrativo. durante o mês de julho.    Artigo 262 ‐ O plano de reposição deverá ser formalizado em documento próprio  que  explicite  a  situação  do  calendário  escolar. na conformidade do contido nesta seção. em local visível. 1º e  2º)    Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos    Artigo  259  ‐  As  escolas  estaduais  somente  poderão  encerrar  o  semestre  ou  ano  letivo após o cumprimento dos dias letivos e das horas de aula. de modo  a  garantir  as  informações  pertinentes e necessárias à  análise e aprovação  das atividades propostas.  a  reposição  de  que  trata  o  caput.  (Res.  II ‐ recesso escolar de dezembro.  acompanhamento  dos  Cursos de Suplência I e II.  Parágrafo  único  ‐  Constatada  a  impossibilidade  de  realizar.  Parágrafo único – A escola deverá ser organizada de forma alternada.  Parágrafo único ‐ Para cumprimento do disposto neste artigo deverá ser planejada  a  reposição  dos  dias  letivos  previstos  e  não  trabalhados.  no  decorrer  dos  bimestres  letivos. afixando. garantindo‐ se  a  presença  de  um  integrante  da  Direção. em horário diverso ao das aulas regulares da classe. assegurando‐se para cada classe:  I ‐ 200 dias de efetivo trabalho escolar para os cursos de organização anual e 100  dias para os de organização semestral.  II ‐ a totalidade da carga horária estabelecida no quadro curricular homologado. o plano de reposição dos dias  letivos e ou da carga horária a serem cumpridos.    Artigo  260  ‐  A  reposição  de  dias  letivos  e  ou  de  aulas  ocorrerá  ao  longo  do  ano  letivo.  a  fim  de  garantir  o  funcionamento  da  Escola  conforme  o  previsto  no  artigo  anterior. SE nº 135/90.  as  escolas  estaduais  deverão  permanecer  abertas  para  atividades  de  rotina  administrativa.Artigo  257  ‐  Durante  o  período  de  recesso  escolar  de  julho.  de  cada  classe  e  dos  respectivos  componentes  curriculares.     Artigo 261 ‐ Caberá à direção da escola:  I  ‐  efetuar  mensalmente  o  levantamento  por  classe  e  ou  por  componente  curricular do total de dias não trabalhados e das aulas não ministradas.  a  escola  deverá  programar  essas  atividades  para os recessos ou férias escolares. quando for o caso.   III ‐ notificar alunos e pais sobre a necessidade de reposição de dias letivos e ou de  aulas. arts. a continuidade dos trabalhos técnico‐administrativos  da escola e de outras atividades previstas no projeto pedagógico da escola.    Artigo  258  ‐  Caberá  ao  Diretor  de  Escola  elaborar  uma  escala  que  permita  aos  funcionários e servidores usufruir a dispensa do ponto por dez dias.  III ‐ férias de janeiro.

 1º e 2º)    Artigo 268 – A "Semana dos Direitos Humanos" será comemorada.     Artigo 263 ‐ Caberá ao Supervisor de Ensino:  I  ‐  acompanhar  o  desenvolvimento  das  atividades  escolares. e se constituirão de  promoções que alertem a consciência pública para o dever de dar extensa e eficiente proteção à  maternidade. 3º. 4º.    Artigo  265  ‐  A  equipe  escolar.    Artigo 264 ‐ Caberá ao Dirigente Regional de Ensino homologar.   (Res. 2º.086/64. mediante parecer  favorável do Supervisor de Ensino.  procederá às adequações do plano de trabalho definido para o bimestre letivo. arts. 1º.71.  Parágrafo único ‐ O Poder Executivo providenciará para que essa comemoração se  realize  obrigatoriamente  em  todas  as  escolas  oficiais  do  estado.  no segundo domingo do mês de outubro.  verificando  a  necessidade de reposição de dias letivos e de carga horária.5. SE nº 102/03.   Parágrafo único ‐  As comemorações a  que se  refere o caput estarão  a cargo  das  Secretarias da Educação.  II  ‐  orientar  as  equipes  escolares  na  elaboração  do  plano  de  reposição  de  dias  letivos e ou de aulas.  por  meio  de  solenidades  e  preleções.   III ‐ analisar o plano de reposição proposto pela escola.   IV  ‐  acompanhar a execução das  atividades de reposição  programadas para cada  classe.  após  a  homologação  do  plano  de  reposição. arts. 5º.   V  ‐  orientar  os  procedimentos  para  os  registros  referentes  às  atividades  de  reposição e à vida escolar dos alunos. emitindo parecer sobre a  sua homologação.   (Lei  de 18.  (Lei nº 8. à infância e à adolescência. da Saúde e da Assistência e Desenvolvimento Social.Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho  de  Escola  analisar  e  aprovar  o  plano  de  reposição quando a reposição de dias letivos implicar alteração do calendário escolar. anualmente. anualmente. o plano de reposição de dias letivos e ou de aulas proposto pela  unidade escolar. nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio  107 . arts. com a realização de uma série de debates sobre Direitos  Humanos e Pena de Morte. 6º e 7º)    Seção III  Das Datas e Comemorações  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos    Artigo  266  –  O  “Dia  da  Declaração  Universal  dos  Diretos  do  Homem”  será  comemorado em 10 de dezembro de cada ano. de modo a garantir  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  o  desenvolvimento  das  atividades  curriculares  previstas  para cada disciplina. na  semana que contenha o dia 21 de abril. 1º e 2º)    Artigo 267 ‐  O “Dia da Criança”  será comemorado em todo o Estado.

 Lazer e Turismo.  especialmente as Secretarias de Educação.  (Lei nº 9. de Cultura.  bem  como  de  desenvolver ações específicas voltadas para o enfrentamento da exploração sexual infanto‐juvenil. da iniciativa privada e de entidades comunitárias. entre  outras. na segunda semana do mês de dezembro.  a  apresentação de trabalhos pelos alunos.  em  30  de  agosto. ainda.  desde  a  concepção  até  a  morte  natural. 2º)    108 .  anualmente.  art.  (Lei nº 12.  Dia  Internacional  dos  Direitos  Humanos. entidades da sociedade  civil. 2º e 3º)    Artigo  270  –  O  Dia  Estadual  da  "Não"  à  Violência  Contra  a  Criança  será  comemorado.  durante  o  mês  de  agosto.  em  16  de  abril. 1º.  Parágrafo  único  ‐  As  escolas  promoverão. anualmente.929/08. art.  (Lei nº 10.028/98.  no  Estado  de  São  Paulo.  será  comemorado. com a participação de seus familiares. de instituições públicas. na semana do dia 16  de  abril.  § 1º ‐ Os debates de que trata o caput deverão contar com a participação. para o feto e a gestante.  § 2º ‐ A programação comemorativa ficará sob a responsabilidade e coordenação  da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social. bem como a realização de palestras e outras atividades  curriculares.  (Lei nº 10. 1º)    Artigo  269  –  A  "Semana  do  Direito  à  Vida  Humana"  será  comemorada.929/08. além de outros órgãos.  obrigatoriamente.  (Lei nº 12.  data  alusiva a todas as vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes.  que  envolverão  toda  a  rede  estadual.  com  ênfase  no  dia  10  de  dezembro.  § 3º ‐  Durante a "Semana do Direito à Vida Humana" serão realizadas atividades  que  valorizem  a  vida. 1º)    Artigo 272 – A "Semana Estadual de Esclarecimento sobre a Exploração. organizações não‐governamentais (ONGs). o Abuso e  a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" realizar‐se‐á. arts.114/98.067/95.  nos  estabelecimentos  estaduais  de  ensino  fundamental e médio. decorrentes  da prática do aborto.  tendo  como  tema  central  o  desenvolvimento da vida intra‐uterina e as conseqüências. de Saúde. arts.  anualmente.  § 2º ‐ Os Conselhos de Escola de cada Unidade de Ensino deverão se encarregar da  garantia  da  programação  citada  no  caput  deste  artigo  destinada  à  participação  da  Comunidade  Escolar. de  Assistência e Desenvolvimento Social. 1º e 2º)    Artigo  271  –  O  "Dia  de  Combate  à  Violência  Sexual  contra  Crianças  e  Adolescentes".  art.  com  promoção  de  debates  sobre  a  exploração  sexual  infanto‐juvenil.  §  2º  ‐  A  Secretaria  Estadual  de  Assistência  e  Desenvolvimento  Social  fica  encarregada  da  programação  e  da  promoção  dos  debates  sobre  o  tema. buscando‐se.  §  1º  ‐  As  comemorações  constarão  de  programas. de Esporte. agências de financiamento e empresas.  anualmente.  contemplar as múltiplas opiniões a respeito do tema em questão e serem realizados intra  e extra‐ classe. com vistas à conscientização do tema. a participação  dos Municípios.§  1º  ‐  Os  debates  de  que  trata  o  caput  deste    artigo  deverão.  e  as  formas  de  combate e prevenção a essas agressões.

  § 1º ‐ Nas comemorações do Dia da Árvore. 1º. 2º e 3º)    Artigo  276  ‐  A  Semana  da  Gincana  de  Coleta  de  Lixo  Reciclável  realizar‐se‐á. 1º e 2º)    Artigo 275 ‐ O Curupira é o símbolo estadual do guardião e protetor das florestas e  dos animais que nelas vivem.  (Lei nº 3.  (Lei nº 9.Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental    Artigo 273 – O Dia da Árvore será comemorado em 21 de setembro.  §  3º  ‐  A  maior  verba  será  destinada  à  Associação  de  Pais  e  Mestres  que  a  distribuirá  para  benefício  da  escola  e  respectivos  alunos. mediante palestras.113/68.  tais  como  aquisição  de  livros  para  biblioteca.9.    Parágrafo  único  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  será  feita  em  todas  as  escolas de ensino fundamental e médio do Estado. 1º. 1º)    Artigo 278 ‐ A “Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental" nas escolas  públicas  de  ensino  fundamental  realizar‐se‐á.  109 .  progressivamente.338/96. as repartições públicas estaduais.  anualmente.529/97.   § 1º ‐ O corpo discente será orientado pela direção e corpo docente da escola para  a promoção da Gincana.  ou outros fins vinculados diretamente à fruição educacional.  a  5  de  setembro.  anualmente.  na  semana  de  5  de  junho. a serem proferidas pelos  professores. nas escolas estaduais de ensino fundamental e médio. arts. art. homenageando ‐ se os  demais.  §  2º  ‐  Uma  parte  do  produto  percebido  com  a  venda  do  lixo  reciclável  será  convertida em prêmios para os alunos que mais se destacarem na coleta. 1º)    Artigo 277 – O dia 23 de setembro será considerado o "Dia da Revegetação". se as  condições de localização o permitirem.  anualmente.  (Lei de 11. equipamentos para laboratório. material escolar e agasalhos para os alunos carentes.  Dia  da  Ecologia e Dia Mundial do Meio Ambiente.  (Lei nº 9. 2º e 3º)    Artigo  274  –  O  “Dia  da  Amazônia”  será  comemorado. farão obrigatoriamente plantar pelo menos uma árvore. que será fixada em data conveniente.  através  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.401/56.  seja  todos  os  anos  comemorado  o  dia  21  de  setembro  com  o  plantio  obrigatório  de  árvores  em  ruas  e  praças  até  que.70. sobre a região amazônica.  §  2º  ‐  As  Secretarias  da  Agricultura  e  da  Educação  adotarão  providências  no  sentido de difundir o Curupira como protetor da flora e da fauna. arts.  § 2º ‐ As Secretárias da  Educação e da Agricultura entrarão em entendimento com  os  prefeitos  municipais  a  fim  de  que  em  todas  as  cidades  e  vilas  do  Estado.  §  1º  ‐Será  difundido  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  o  símbolo  do  Curupira.  fiquem totalmente arborizadas.  (Lei nº 10. art. arts.

84)    Artigo  280  –  A  "Semana  da  Coleta  Seletiva  e  Reciclagem  do  Lixo". art.§ 1º ‐ Nessa semana.  enfatizando  a  necessidade  de preservação  dos  recursos  naturais. do Meio Ambiente e da Saúde.  § 3º ‐ As palestras. 1º)    Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde    Artigo  281  –  A  Semana  de  Prevenção  de  Moléstias  e  Primeiros  Socorros  será  praticada. com associações profissionais e outras entidades afins. em parceria com as Secretarias de  Saneamento e Energia.839/90. arts.  110 . no dia  5  de  junho. nas Escolas Estaduais  de  ensino fundamental e médio.  sintetizada  no  lema:  “Preservar  a  Natureza  é  Preservar a Vida”.5.  § 2º ‐ Para a realização da "Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental"  em  escolas  públicas  os  organismos  estaduais  poderão  efetuar  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  se  comemore  nas  escolas  o  Dia  Internacional  do  Meio  Ambiente.  3 ‐ das doenças sexualmente transmissíveis. ministrará para  as  crianças  das  escolas  públicas  estaduais  de  ensino  fundamental  instruções  sobre  ecologia.  palestras  e  discussões  têm  como  objetivo  primeiro  a  conscientização da importância da seleção do lixo e a busca de soluções possíveis para seu melhor  reaproveitamento. com ênfase para Aids.  preservação.  § 1º ‐ A programação do evento de que trata o caput ficará sob responsabilidade  dos Conselhos de Escola de cada unidade de ensino. nos seguintes casos:  1 ‐ do câncer de mama e do colo uterino.532/97. 1º)    Artigo 282 – A Semana da Saúde será realizada. meio ambiente e qualidade de vida.  §  3º  ‐  Os  debates. 1º e 2º)    Artigo 279 ‐ Recomenda‐se aos professores da rede estadual de ensino que. anualmente. art. através de equipe treinada.  anualmente.  de  cada  ano.  (Lei nº 9.  2 ‐ das doenças cardiovasculares. SE de 29.  (Lei nº 6.  realizar‐se‐á. desenvolvida e ministrada nos estabelecimentos da rede escolar do Estado na segunda  semana  do  mês  de  abril. debates e discussões dos temas relacionados à saúde deverão  ter como objetivo prioritário a prevenção de doenças.  (Lei nº 10.  § 2º ‐ A coordenação técnica do evento ficará a cargo dos professores da área de  Ciências  Biológicas  e  dos  Escritórios  Regionais  de  Saúde  da  localidade  em  que  se  inserem  as  escolas. a Secretaria da Educação. nas escolas de ensino fundamental e médio.  §  2º  ‐  A  programação  do  evento  ficará  sob  a  responsabilidade  dos  conselhos  de  escola de cada unidade de ensino.  §  1º  ‐  Todas  as  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado  deverão  inserir.  visando  a  oferecer  conhecimentos  e  treinamentos  preventivos para resguardo da vida humana.857/01.  no  calendário de atividades.  (Res. uma semana para tratar de temas relacionados à importância da coleta e  reciclagem do lixo.

 3º e 4º)    111 . 1º e 2º)    Artigo  285  –  A  "Semana  de  Prevenção  das  Deficiências  de  Visão"  nas  escolas  públicas estaduais de ensino fundamental realizar‐se‐á. art.  d)  associações e escolas privadas interessadas. psicomotora entre outras. e  3 ‐ gravidez na adolescência.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  dos  eventos.  ainda  devem  ser  abordados:  1 ‐ sexualidade.  (Lei nº 11.  §  2º  ‐  Os  alunos  que  apresentarem  problemas  de  enfermidades  de  visão  serão  encaminhados  para  os  hospitais  da  rede  pública  estadual.  c)  escolas públicas. arts.  da  iniciativa  privada  e  da  comunidade.  § 3º ‐ Quando não houver no hospital público o fornecimento de lentes e óculos  adequados  àquele  aluno  com  problema  de  visão. com o apoio das Secretarias da Educação e da Saúde. arts.  para  exame  mais  detalhado  pelo  médico  oftalmologista.944/94.  deverão  ser  adotadas  todas  as  medidas possíveis para conscientizar a sociedade sobre a maneira mais eficaz de prevenir e tratar  o  alcoolismo. na semana na qual se inclui o  dia 7 de maio.  apontados  no  parágrafo  anterior.  o  Estado  fornecerá.  (Lei nº 8.  (Lei nº 9.685/04. fumo e álcool. anualmente. e  6 ‐ da dependência de drogas.  b)  unidades básicas de saúde. 1º)    Artigo 283 – A "Semana de Prevenção contra a Cegueira" será comemorada toda  terceira semana do mês de agosto.  II ‐ ampla campanha publicitária acerca da necessidade de realização periódica de  exames contra a cegueira.4 ‐ de problemas oftalmológicos.  postos  de  saúde  com  atendimento  oftalmológico  ou  clínicas  conveniadas  especializadas. que prescreverá o tratamento ou óculos corretivos.  §  1º  ‐  Durante  a  semana  a  que  se  refere  caput  deste  artigo  os  alunos  da  rede  pública de ensino fundamental serão submetidos a exame de acuidade visual.  através  de  entidades  familiarizadas  com  o  problema.  Parágrafo único ‐ Na semana de Prevenção à Cegueira o Estado promoverá:  I ‐ exames preventivos contra a cegueira nos seguintes locais:  a)  hospitais públicos e conveniados.  § 5º ‐ Deverá ser garantida a participação dos familiares dos alunos nas atividades  que compõem o evento de que trata o caput. 2º. na última semana do mês de outubro. as necessárias lentes ou óculos corretivos.  2 ‐ métodos contraceptivos.  §  4º  ‐  Além  dos  temas.  através  dos  programas  já  existentes  e  de  novos  a  serem  criados  e  implementados  para  agilizar  a  correção  da  deficiência  visual.509/00. arts. 1º.  (Lei nº 10.  5 ‐ das dificuldades de ordem emocional. 1º e 2º)    Artigo  284  –  A  “Semana  Antialcoólica”  no  Estado  de  São  Paulo  será  realizada  anualmente.896/97.

  (Lei nº 4.  que  se  dediquem  à  promoção. 1º e 2º)    Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo    Artigo 291 ‐  O Dia do Artista Plástico será  comemorado no Estado de São Paulo  em 8 de maio de cada ano.  anualmente.  (Lei nº 12. no dia 1º de  março.  §  2º  ‐  Norma  regulamentar  disporá  a  respeito  do  detalhamento  de  atividades.230/06.902/08. 1º e 2º)    Artigo  289  ‐  O  "Dia  de  Conscientização  do  Combate  às  Drogas  na  Escola"  será  comemorado.  compreendendo  o  dia  18  de  outubro  ‐  Dia  do  Médico.  temática e calendário a serem cumpridos para os seus fins. entorpecentes.046/05. anualmente. de 10 de junho de 1999.  Trabalho  e  Educação  e  com  a  colaboração  das  instituições  públicas  e  privadas. arts. conforme dispõe a Portaria nº 710.  na terceira semana do mês de maio.930/85. art.  sob  o  patrocínio  das  Secretarias  da  Saúde.  §  2º  ‐  O  planejamento  das  comemorações  observará  o  disposto  na  Política  Nacional de Alimentação e Nutrição.434/56.Artigo 286 – O "Dia da Não Droga" será  comemorado.  Parágrafo  único  ‐  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  será  comemorada.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  oficiais  de  ensino  realizarão. na rede pública escolar.  §  1º  ‐  A  Semana  a  que  se  refere  o  caput  constará  do  Calendário  de  Eventos  do  Estado. arts. de campanhas  de esclarecimento dos  males causados pelo uso de drogas.  §  1º  ‐  Por  ocasião  da  comemoração.145/05. 1º. anualmente. arts. 2º e 3º)    Artigo 287 – Realizar‐se‐á a "Semana de Esclarecimento e Incentivo à Doação de  Órgãos"  nas escolas de ensino fundamental e médio. 1º)     Artigo 288 ‐ A "Semana de Educação Alimentar" será  comemorada. 1º e 2º)    Artigo  290  –  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  destinar‐se‐á  à  difusão  de  princípios  fundamentais  de  educação  sanitária  e  de  medidas  de  proteção aos acidentes do trabalho e doença ocupacional. 1º e 2º)  112 . tabaco.  devem  ser  realizadas  atividades  didáticas  a  respeito da problemática das drogas ilícitas. anualmente.  nesse  dia. tais como álcool. enaltecendo o valor cultural do artista plástico.  em  espaços e escolas públicas.  (Lei nº 12. arts.  § 1º ‐ O dia a que se refere o caput constará do Calendário Oficial de Eventos do  Estado. em 26 de junho. entre outras.  do Ministério da Saúde. arts.  (Lei nº 12.  § 2º ‐ Para a comemoração do dia previsto no caput o Poder Executivo envidará  esforços para a realização.  comemorações.  proteção  ou  recuperação  da  saúde  e  à  prevenção de acidentes do trabalho.  (Lei nº 12.  (Lei nº 3.

 bem como nos particulares sujeitos à fiscalização do Governo do Estado.  § 2º ‐ Quando a data mencionada no caput coincidir com domingo ou feriado.    (Lei nº 10.  §  1º  ‐  Constarão  da  comemoração.  e  sua  influencia  na  formação  física  das  gerações de brasileiros contemporâneos da escravatura.  de  1º  a  7  de  agosto.  anualmente.  em  todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado.  mediante  palestras.  anualmente. no dia de 28 de setembro. com o objetivo de estimular a participação na vida política nacional.  (Lei nº 10. arts. através  do exercício do voto.  anualmente.  (Lei nº 614/74. sobre a personalidade.  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. 1º e 2º)    Artigo  297  –  A  “Semana  Eleitoral”  será  comemorada. nas Escolas e Universidades do Estado. 1º)    Artigo  294  –  O  “Dia  do  Escoteiro”  será  comemorado. 2º e 3º)     Artigo  293  –  O  “Dia  Pan‐Americano”  será  comemorado.  atos  cívicos  de  que  constarão  preleções  sobre  o  papel  exercido  pela  mulher  negra  nos  nossos  lares. a critério do diretor do estabelecimento de ensino.  113 . “História Geral” e “História do Brasil”. arts.267/68.  §  1º  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  feita.  conferências a serem realizadas nos estabelecimentos de ensino do Estado divulgando a legislação  eleitoral e partidária. 1º e 2º)    Artigo 296 – A “Semana da Imprensa” nas escolas de ensino fundamental e médio  da rede oficial do Estado realizar‐se‐á na semana em que recair o “Dia da Imprensa”. arts. sem que se dispense  a colaboração das outras disciplinas. as  comemorações  serão  realizadas  no  dia  anterior  ou  posterior.  no  dia  23  de  abril.  em  14  de  abril.  §  1º  ‐  A  comemoração  a  que  se  refere  o  caput  constará  de  palestras  dos  professores sobre o Escoteirismo e sobre os ideais que inspiraram Baden Powell ao fundá‐lo. 2º e 3º)    Artigo 295 – O “Dia da Gratidão à Mãe Preta” será comemorado. arts. em  todo o território do Estado. serão realizados  na  data  referida  no  caput.  Artigo 292 – O “Dia de Monteiro Lobato” será comemorado a 18 de abril de cada  ano. a obra literária e o espírito  patriótico do grande escritor patrício.  obrigatoriamente.  a  critério  do  diretor  do  estabelecimento.  Parágrafo único ‐ Em todos os estabelecimentos estaduais de ensino fundamental  e médio.886/67.  § 2º ‐ Quando a data de 18 de abril cair em dia que não haja aula.  (Lei nº 10. nas escolas de ensino fundamental do Estado. art.  anualmente. em que se  comemora no dia 10 de setembro. a serem proferidas pelos professores.142/68.  (Lei nº 9. 1º.  como  nutriz  a  pagem. a comemoração  será feita um dia antes ou um dia depois.346/68.  Parágrafo  único  ‐  Deverá  a  “Semana  da  Imprensa”  constar  do  planejamento  dos  currículos das cadeiras de “Português”. 1º.

  a  origem  de  seus  povos. 1º. art.  esportivos  ou  de  cerimônias que forem determinadas em regulamentação específica. 1º. 2º e 3º)    Artigo 301 – A Semana dos Povos Indígenas do Brasil será  comemorada. o dia dos respectivos patronos. será solicitada a colaboração do  Tribunal Regional Eleitoral.  na  semana  de  que  trata  este  artigo.  (Lei nº 641/75. art. anualmente.  §  1º  ‐  A  Secretaria  da  Cultura.151/92.  (Lei nº 1.  Parágrafo  único  –  O  Poder  Executivo  fará  realizar. por meio da programação a ser elaborada por representantes dos  povos indígenas do país e por especialistas do Governo.  conflitos.  deverá  ser  divulgada  a  cultura  negra. arts. bem como a rádio e a televisão educativa com divulgação e  cobertura dos eventos e apresentação de documentários. conferências. arts. e a situação atual dos povos  e  seus  descendentes  na  África. 1º)    Artigo  300  –  O  “Dia  da  Consciência  Negra”  será  comemorado. no Estado  de São Paulo.  conflitos.565/85.968/92.  através  de  eventos  a  serem  elaborados pelas entidades e movimentos negros do País e pelo Governo do Estado.  os  efeitos  da  colonização  e  independência  no  Continente  Africano. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.   (Lei nº 7.  §  1º  ‐  No  mês  de  novembro.  (Lei nº 4. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País.  preferencialmente. na semana do dia 19 de abril. previstas no caput que ocorrerem nas  escolas da rede estadual de ensino.  difundindo  entre  outros  aspectos. anualmente.  §  2º  ‐  Do  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas  deverão  participar  as  escolas da rede estadual de ensino. no dia 20 de novembro.  promoverá  a  divulgação  da  cultura  dos  povos  indígenas  que  habitam  e  habitaram  o  Brasil.  (Lei nº 8.  no  Estado de São Paulo. em bibliotecas públicas. bem como nos órgãos da  administração direta e indireta do Estado.  na  semana  do  dia  19  de  abril. palestras. situação atual  dos povos e seus descendentes. na rede oficial de ensino. 1º.  §  2º  ‐  Constarão  as  solenidades  de  programas  culturais. serão realizadas no mês de novembro.§ 2º ‐ Para a execução dessa campanha educativa. arts.245/76. seus Mártires.  §  3º  ‐  No  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas. anualmente. 2º e 3º)    Artigo  298  ‐  Os  estabelecimentos  públicos  do  Estado  que  têm  denominação  patronímica comemorarão.  seus  Mártires. reuniões e outros eventos que invoquem a problemática da mulher  em nossa sociedade.  § 2º ‐ As manifestações culturais e artísticas.  suas  origens.  efeitos  sofridos  pela  colonização  e  ocupação  das  suas  terras. no período de  2 a 8 de março.  no  Brasil  e  no  resto  do  mundo. 1º)    Artigo 299 – A “Semana da Mulher” será comemorada.  na  data  natalícia  do  patrono.  anualmente.  §  1º  ‐  A  comemoração  realizar‐se‐á.  previstas  no  §  1º  deverão  participar  a  rádio  e  a  televisão  educativa  com  divulgação  e  cobertura  dos  eventos  e  apresentação de documentários. 2º e 3º)    114 .

 a quem caberá o voto de desempate. conforme autorizado pelo artigo 1º.497/97. 1º ao 5º)    Artigo  304  ‐  Na  rede  estadual  de  ensino.093. nas cidades e nas rodovias. inciso II. 1º)    Artigo  303  ‐  Em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  pública  de  educação  básica  realizar‐se‐á. art. da Lei federal nº 9. precipuamente.  organização  e  execução  da  Divisão de Educação do Trânsito.  tudo  sob  a  coordenação.  o  dia  13  de  maio  "Dia  da  Abolição  da  Escravatura" será considerado como "Dia de debate e de denúncia contra o racismo". tendo  por fim o desenvolvimento da consciência do educando das regras práticas de trânsito de veículos  e pedestres.Artigo  302  –  O  dia  9  (nove)  de  julho.  será  considerado feriado civil. gráficos e outros trabalhos realizados. bem  como  outras  que  se  fizerem  necessárias. cidadania.  especialmente. do Departamento Estadual de Trânsito ‐ Detran. infância e juventude.  e de modo secundário o recurso à simples memorização de regras ou de noções sobre o trânsito  em geral.  § 9º ‐ A inobservância do disposto neste artigo acarretará ao responsável a prática  de falta grave. de  12 de setembro de 1995.  as  quais  poderão receber incentivos.  § 4º ‐ No curso da Semana deverá ser observada a seguinte orientação:  1  ‐  todo  o  trabalho  escolar  consistirá  na  explanação  de  temas  direcionados  a  campanhas  educativas  de  trânsito. nomeados pelo Diretor. educação. entre os dias 16 e 31 de maio. anualmente. com previsão de punição.  a  qual  procederá  à  classificação  final.  2 ‐ aplicação do método de projetos ou de unidades de trabalho. saúde.  3  ‐  em  todas  as  oportunidades  será  propiciada  a  aquisição  de  conhe‐cimentos  e  experiências sobre o movimento rodoviário nacional e particularmente de São Paulo. as escolas deverão promover. de maneira que  todos os conhecimentos sejam adquiridos tanto quanto possível em situação real.  data  magna  do  Estado  de  São  Paulo.  § 1º ‐ No período de 12 de maio a 6 de junho. em  um  ou  mais  dias.  § 5º ‐ A "Semana Educativa do Trânsito" será encerrada em cada estabelecimento  de ensino com exposição de desenhos.  §  1º  ‐  Aos  alunos  do  ensino  médio  serão  definidas  ações  direcionadas  e  progressivas. nas cidades.  segurança  e  prevenção  de  acidentes  nas  estradas  e.  § 6º ‐ O trabalho que houver obtido a melhor classificação pela comissão julgadora  da  direção  do  estabelecimento  será  enviado. cultura.  §  3º  ‐  Fica  admitida  a  participação  de  entidades  não  governamentais. a "Semana Educativa do Trânsito".  arts. com relevância às peculiaridades locais.  §  8º  ‐  A  comissão  julgadora  será  integrada  por  4  (quatro)  membros  do  quadro  funcional.  (Lei nº 9.  (Lei nº 9.  à  Diretoria  de  Ensino  respectiva.  dentro  de  5  (cinco)  dias. com o objetivo da segurança comum.  § 7º ‐ Nos estabelecimentos de ensino constituídos de diferentes cursos a seleção  dos trabalhos será correspondente a cada um deles.  atividades  letivas  a  respeito  do  papel  do  negro  na  formação  da  sociedade  115 .  §  2º  ‐  Para  execução  da  "Semana  Educativa  do  Trânsito"  integrarão  órgãos  públicos das áreas de segurança.  após  o  encerramento  da  Semana.501/97. publicada no Diário  Oficial e amplamente divulgada nas escolas.  e  o  autor  do  melhor trabalho será distinguido com medalha e diploma de menção honrosa. ressaltando‐ se a importância econômica e social das estradas de rodagem.

 de 11 de julho de 2002. da Saúde. 1º e 2º  e caput do 3º)    Artigo  305  –  No  calendário  de  efemérides  do  Estado.  da  Educação. ficam incumbidos de promover ações.  o  "Dia  da  Família  na  Escola".  Lazer  e  Turismo.  3 ‐ exposições de trabalhos dos alunos.  e  do  papel  da  escola  na  luta  pela  eliminação  do  preconceito  racial  contra  o  negro. de forma  integrada.  professores  e  demais  funcionários  das  escolas.  dos  diretores.  dentro do tema Negro‐Educação‐Constituinte.515. em datas a serem fixadas  pela Secretaria da Educação.930/08. anualmente. no dia 12 de agosto.  3  ‐  contarão  com  a  participação  dos  educandos  e  seus  familiares. 2º e 3º)    Artigo  307  –  No  Estado  de  São  Paulo.  4 ‐ visitas às dependências das escolas. art.  o  "Dia  da  Paternidade  Responsável" será  comemorado. 1º e 2º)    Artigo  308  ‐  Os  órgãos  e  entidades  estaduais. pelas  Unidades  Escolares  ‐  UEs. entre outras:  1 ‐ feiras culturais. art. instituído pela Lei federal nº 10.brasileira. SE nº 95/86.  2 ‐ serão desenvolvidas nas dependências das escolas.985/02.  § 2º ‐ As atividades a que se refere o § 1º compreenderão. com  enfoque especial para a família afro‐brasileira.934/08.  § 1º ‐  As atividades do dia de que trata este artigo:  1 ‐ serão realizadas. deverá ser elaborado.  Parágrafo  único  ‐  O  Estado  incluirá  a  data  no  calendário  oficial  de  festividades  e  promoverá. 1º.  § 2º ‐ Após a discussão do tema mencionado no caput. 1º)    Artigo  306  –  Realizar‐se‐á. arts.  (Lei nº 12.  (Lei nº 12.  que  tem  por  finalidade  subsidiar  a  formulação  de  uma  Política  Educacional  que  contribua para a erradicação do preconceito racial contra o negro. no mínimo. no Estado de São Paulo. arts.  e  ainda  de  outros  integrantes  da  comunidade  escolar.  na  rede  estadual  de  ensino. anualmente.  relatório  que  explicite  as  principais  conclusões  e  atividades  desenvolvidas. uma vez por semestre.   (Res. arts.  2 ‐ palestras e debates.  o  "Dia  da  Família  Afro‐Brasileira"  será  comemorado.  (Decreto nº 46.  do  Emprego  e  Relações  do  Trabalho.1º)  116 . na Rede Estadual de Ensino.  da  Cultura. palestras relativas à  composição étnica do povo brasileiro e a importância da família na constituição da sociedade.  em  especial  as  Secretarias  de  Esporte.865/08. anualmente.  da  Assistência e Desenvolvimento Social. o  Dia Nacional da Juventude. no primeiro domingo de agosto. destinadas a comemorar.  4  ‐  serão  precedidas  de  ampla  divulgação  na  comunidade  escolar  e  através  dos  meios de comunicação. à proximidade do dia comemorado. no segundo domingo de setembro.  (Lei nº 12.  5 ‐ psicodramas. tendo como objetivo estimular e incrementar a participação das famílias dos educandos  nas questões e problemas da comunidade escolar.

 1º)    Artigo 313 – O "Dia do Diretor de Escola" será comemorado.  anualmente. art.  resgatando  a  história  do  movimento estudantil.971/79.  (Lei nº 1.  na semana em que se comemora o Dia do Professor.  “Dia  do  Professor”. com a realização de uma série de debates sobre o sistema  educacional.098/98. anualmente. no  dia 14 de novembro. enquanto participante do sistema de ensino.  será  considerada  “Feriado Escolar”  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão.  (Lei nº 10. anualmente.  117 . 1º)    Artigo  311  –  O  “Dia  da  Escola”  será  comemorado. bem como enaltecendo a importância da participação dos estudantes e do  grêmio na vida da escola e na sociedade. art.  (Lei nº 10. anualmente.  atividades  educacionais. promover atividades voltadas à revalorização  do Professor. art. visando ao pleno desenvolvimento social e humano do  cidadão.  §  2º  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  e  às  direções  das  escolas  divulgar  o  disposto neste artigo e fornecer o apoio logístico aos grêmios e aos estudantes.   (Lei nº 174/48. anualmente. 1º. 1º)    Artigo 310 – A "Semana Paulo Freire da Educação" será comemorada.  §  1º  ‐  A  comemoração  desse  dia  será  organizada  pelo  grêmio  e. nos estabelecimentos oficiais de ensino fundamental e médio.  na semana do dia 1º ao dia 7 de maio.  debates.  no  caso  de  sua  inexistência. art.  no  dia  19  de  março.927/01.  em  28  de  março. art.  (Lei nº 11. 1º)    Artigo 314 – O "Dia do Supervisor de Ensino" será comemorado. 1º)    Artigo  315  –  O  "Dia  Estadual  do  Grêmio  Livre  Estudantil"  será  comemorado. SE nº 139/84. pela comissão representativa dos estudantes da escola. art.  (Lei nº 12. no período  de 9 a 15 de outubro. no dia  18 de outubro.   Parágrafo  único  ‐  Os  Conselhos de  Escola  de  cada  unidade de  ensino deverão  se  encarregar  da  garantia  de  execução  da  programação  determinada  no  caput.  (Lei nº 10. 1º)     Artigo  312  ‐  A  data  de  15  de  outubro.  esportivas  ou  culturais. 1º e Res. arts. 2º e 3º)    Artigo 316 – A "Semana do Patriarca da Independência" destina‐se a homenagear  José Bonifácio de Andrade e Silva.  com  palestras.892/08.732/01.  Artigo 309 – A “Semana da Educação” será comemorada. em conjunto com a comunidade. art.  destinada  à  participação da comunidade escolar.  em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  estadual  de  ensino.  anualmente.366/03.

 ressaltando o dinamismo do seu povo. 1º e 2º)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas    Artigo 317 – O Dia da Liberdade será comemorado anualmente a 21 de abril. 1º.  (Lei nº 10. arts.  sobretudo  por  estabelecimentos  de  ensino.Parágrafo único ‐ As escolas da rede oficial de ensino do Estado deverão inserir no  calendário  escolar  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. arts.  por  via  dos  órgãos  públicos.878/01. arts. bem como concursos de fanfarras e  orfeões.  Parágrafo  único  ‐  O  Dia  da  Liberdade  será  solenemente  comemorado  nos  estabelecimentos estaduais de ensino. arts. sem prejuízo do horário normal das aulas.  118 . 1º e 2º. a apresentação de músicas brasileiras não poderá ser inferior a  70% (setenta por cento) do total das músicas programadas.  § 1º ‐ O tempo reservado para as comemorações não será incluído no período de  200 (duzentos) dias de trabalho escolar efetivo. a pujança  do  seu  progresso  e  a  sua  decidida  vocação  para  a  liberdade.  (Lei nº 9. em dia e horário a serem determinados  pelas respectivas Diretorias de Ensino. literárias e esportivas. 2º e 3º)    Artigo  321  ‐  Nas  festividades  escolares  a  serem  realizadas  em  estabeleci‐mentos  de ensino fundamental e médio. alt.  (Lei nº 6.  §  3º  ‐  Para  os  fins  estabelecidos  nesta  seção. 2º. de 1º a 7  de setembro  de  cada  ano.757/90.  cuja  letra  e  tema  invocarão  os  feitos  históricos dos paulistas.  § 2º ‐  A execução vocal e o  hasteamento seguirão  as  determinações contidas na  Lei nº 5.  da  rede  oficial  e  particular no Estado de São Paulo.  (Lei nº 794/50. do “Hino dos Bandeirantes”.  a  Secretaria  da  Educação  instituirá  prêmios. no Parque do Ibirapuera. arts. 1º e 2º)    Artigo 318 – A “Semana da Pátria”  será comemorada. de 1º de setembro de 1971. além de outras atividades que a Secretaria da Educação estabelecer. de fundo cívico.  (Lei nº 8. o seu amor ao trabalho.  em  todos  os  estabelecimentos  de  ensino  fundamental.  preferencialmente no dia 13 junho.  será  considerado  o  hino  oficial  do  Estado de São Paulo.294/64. na  Capital.  Parágrafo único ‐ A letra.  §  1º  ‐  A  execução  vocal  e  o  hasteamento  serão  realizados  sob  a  orientação  do  corpo docente do estabelecimento de ensino.  nas  escolas  oficiais  de  ensino  médio  e  nas  particulares  que  optarem  pelo  sistema  estadual de ensino. 5º e 7º)    Artigo  319  –  O  “Hino  dos  Bandeirantes”. e gravada em lugar próprio no Túmulo dos Heróis de 1932.  §  2º  ‐    Nos  dias  reservados  às  comemorações  de  que  trata  esta  seção  serão  realizadas preleções. uma vez por semana.854/67. data comemorativa de seu nascimento.700. atividades cívicas. deverá ser  divulgada  por  todo  o  Estado. 1º. pela Lei nº 337/74)    Artigo 320 ‐ É obrigatória a execução vocal do Hino Nacional e o hasteamento da  Bandeira  Nacional.

  IV  ‐  Estágio  sócio‐civil  ‐  assumido  pela  escola  como  ato  educativo  de  interação  comunitária.  II ‐ Estágio profissional não obrigatório ‐ opção da escola definida em seu projeto  ou plano do curso. em termos de princípios e objetivos para a formação do  educando. de jovens e adultos e a distância.  desenvolvido  sob forma de projetos curriculares e ou interdisciplinares.  c)  prestação  de  serviços  voluntários  de  caráter  social  e  educativo. nos termos do projeto pedagógico.  integrados ao currículo. CEE nº 87/09. para conhecimento da Direção da Escola. podendo abranger as seguintes modalidades:  I ‐ Estágio profissional obrigatório ‐ definido em função das exigências decorrentes  da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo.  (Del. de cumprimento obrigatório ou voluntário pelos alunos.788/2008.  a natureza e a intencionalidade educativa. 2º)    119 . no sistema de ensino do Estado  de São Paulo. devendo manter coerência com o  perfil profissional de conclusão previsto para o curso.  Parágrafo  único  ‐  Esta  regulamentação  abrange  os  cursos  oferecidos  nas  modalidades de educação especial. 1º e 2º)      CAPÍTULO IX  D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características    Artigo 322 ‐ O estágio supervisionado de alunos matriculados em cursos de ensino  superior.§  1º  ‐  Não  haverá  obrigatoriedade  de  se  cumprir    esse  percentual  nos  casos  de  apresentações de óperas. a duração.  de  educação  profissional  ou  de  educação  de  jovens  e  adultos.  (Lei nº 610/74.  § 2º ‐  As músicas estrangeiras  a serem apresentadas  deverão ser  acompanhadas  de uma tradução em português. CEE nº 87/09.  como  procedimento  didático‐pedagógico.  a  proposta  pedagógica  ou  plano  de  curso  deve  definir  com  clareza  a  natureza  e  modalidade  do  estágio.  III ‐  Estágio sócio‐cultural ou de iniciação  científica  ‐  definido pela escola  em  seu  projeto  pedagógico  ou  plano  de  curso  como  forma  de  contextualização  do  currículo  e  desenvolvido  sob  a  forma  de  atividades  de  extensão.  (Del.  levando em consideração as condições reais do alunado. planejado. de música clássica e de música sacra. 1º)    Artigo  323  ‐  O  estágio. art.  de  ensino  médio. executado e  avaliado em conformidade ao perfil profissional de conclusão para o curso.   Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  oferecidos  na  modalidade  a  distância. art. reger‐se‐á.  b) projetos de prestação  de serviço civil em  sistemas estaduais ou municipais  de  defesa civil. caracterizando‐se pela participação dos alunos em:  a) empreendimento ou projeto de interesse social ou cultural da comunidade. pelo que dispõe a Indicação CEE nº 30/2003 e a Deliberação 87/09.  obedecido o disposto na Lei Federal nº 11.  monitorias  ou  projetos  curriculares. arts. o que o torna obrigatório para seus alunos.  a  quem  cabe  definir  na  sua  proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento de cada um de seus cursos.  é  atividade  curricular  supervisionada  de  competência  da  instituição  escolar.

 art.  2  ‐  facilitar  o  ajuste  de  condições  do  estágio  a  constar  de  instrumento  jurídico  próprio e específico. normas e orientações complementares.  II ‐ orientação para elaboração e apresentação periódica de relatório de atividades  a ser entregue em prazo não superior a seis meses. art. quando solicitados. CEE nº 87/09.  3 ‐ cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio.  em  sua  proposta  pedagógica. 2º)    Artigo 325 ‐ A escola deverá elaborar proposta de estágio contemplando aspectos  específicos do curso.  IV  ‐  desenvolver  valores.  além  das  obrigações  previstas  na  legislação  vigente poderão responsabilizar‐se pelas seguintes incumbências:  1  ‐  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágios  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. art. SE nº 40/09.  III ‐ instrumentos de avaliação dos seus alunos estagiários.  referente  a  providências  administrativas  para  a  obtenção  e  realização  do  estágio.  120 .  profissional  e  ou  cultural imprescindíveis a uma vida cidadã.  (Del.  (Res.  compõe  obrigatoriamente  a  proposta  pedagógica  da  unidade  escolar  como  um  ato  educativo  que  visa  à  preparação do aluno para o mundo produtivo e sua adaptação às novas formas de organização do  trabalho. 3º)  § 1º ‐ O estágio dos alunos do ensino médio. contar com os serviços auxiliares de agentes de  integração. que tem como objetivos:  I  ‐  assegurar  ao  aluno  a  vivência  no  mundo  empresarial  de  experiências  profissionais  por  meio  da  realização  de  atividades  de  aprendizagem  social.  atentando  para  que  as  atividades  práticas a serem vivenciadas pelos alunos atendam aos objetivos propostos para o ensino médio.  atentando‐se  para que a jornada a ser cumprida pelo aluno estagiário seja compatível com o horário e a jornada  escolar.  sua  duração  e  formas  de  supervisão.  III ‐ refletir sobre a realidade vivenciada no mercado de trabalho.  em  caráter  optativo. art.  (Res.  (Res.  públicos  ou  privados. 1º)  §  2º  ‐  Cabe  à  unidade  escolar  contextualizar. SE 40/09.  postura  ética  e  responsável  e  aptidões  para  uma  vida  produtiva.  § 1º ‐ Não poderá ser cobrada do aluno estagiário taxa adicional ou qualquer outro  tipo  de  pagamento.Artigo  324  ‐  O  estágio  curricular  do  ensino  médio  caracteriza‐se  como  uma  oportunidade  de  complementação  curricular  aberta  ao  aluno  do  ensino  médio. bem como a limitação legal.  4 ‐ adotar providências relativas a execução de bolsa‐estágio. SE 40/09.  a  natureza  do  estágio. abrangendo:  I  ‐  duração  máxima  e  mínima  de  carga  horária  ao  longo  do  curso.  §  2º  ‐  Os  agentes  de  integração. de educação especial e de educação  de  jovens  e  adultos. quando existente.  matriculados  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino.  mediante  condições  acordadas  em  instrumento  jurídico  apropriado. 7º)    Artigo  326  ‐  As  escolas  e  as  organizações  concedentes  de  estágio  e  outros  parceiros envolvidos poderão.  II ‐ valorizar a experiência profissional e o estudo não formal.

 quando for o caso. com  a interveniência obrigatória do estabelecimento de ensino. responsabiliza‐se pelo seguro obrigatório.  públicos  ou  privados.  eventualmente.  de  responsabilidade  civil  por  danos  contra  terceiros. ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a  ser acordada.  adotar  as  providências  relativas  à  execução  de  bolsa  auxílio  e  ao  seguro  obrigatório contra acidentes pessoais.  2.  cuidando que. art.  3. com eventual ajuda da instituição de mediação entre a  empresa e a escola. CEE nº 87/09.  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágio  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. que mediante acordo específico com  a instituição escolar.  o  apoio  e  compromissos  a  serem  assumidos  pelos  respectivos agentes mediadores. em  qualquer  hipótese. para obtenção do estágio.  II ‐ pelo órgão da administração  central ou descentralizada das respectivas redes  de ensino públicas ou privadas.  (Res.  ou  de  qualquer  outra  forma de contraprestação é compulsória para realização do estágio profissional não obrigatório.  será fixada de comum acordo entre o estagiário ou seus responsáveis e a instituição que conceder  o estágio. devendo o estudante‐estagiário. na comunidade local.5 ‐ adotar providências relativas ao seguro obrigatório contra acidentes pessoais e.  no  estágio  ou  dele  decorrentes.  III ‐ pela organização concedente do estágio.  4.  Parágrafo  único  ‐  Nos  casos  de  as  unidades  escolares  contarem  com  serviços  de  agências  de  intermediação  do  estágio. poderá utilizar‐se do Termo de Adesão.  §  2º  ‐  A  concessão  da  bolsa–estágio  e  auxílio  transporte.  § 1º ‐ A estipulação de bolsa‐estágio ou outra contraprestação. ressalvando o que dispuser a legislação vigente. art.  (Del.  por meio de uma das seguintes alternativas:  I ‐ diretamente pela escola. taxa adicional ou outro tipo  de pagamento. art. cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. CEE nº 87/09. SE nº 40/09.   §  3º  ‐  O  estágio  sócio‐cultural  e  civil  realizado  no  próprio  estabelecimento  de  ensino.  quando  este  não  for  providenciado pela própria escola ou administração de redes de ensino. não seja cobrada do aluno.  estar  assegurado  contra  acidentes  pessoais. conforme disposto  na Lei Federal nº 9. facilitar as condições de estágio que irão constar do instrumento jurídico a ser  celebrado.  celebrado entre o estudante ou seus responsáveis. 6º)    Artigo  328  ‐  As  unidades  escolares  poderão  recorrer  aos  serviços  auxiliares  de  agentes  de  integração. em organizações governamentais da área social ou organizações não  governamentais e sem fins lucrativos. serão de:  1.608/98. quando concedida. 5º)    Artigo  327  ‐  O  estágio  não  cria  vínculo  empregatício  de  qualquer  natureza  e  o  estagiário poderá receber bolsa‐estágio.  § 4º ‐ Para a realização dos estágios é necessário que haja Termo de Compromisso. e a parte concedente.  mediante  condições  formalmente  acordadas. 4º e caput do art. 7º)        121 .  (Del.

  II  ‐  acompanhar  a  situação  de  frequência  escolar  dos  estagiários.  (Del. no caso de estágio sócio‐cultural ou civil.  com  16  (dezesseis)  anos  completos de idade. compatível com o número de alunos estagiários.  III  ‐  cuidar  para  que  a  duração  do  estágio  seja  compatível  com  o  horário  e  a  jornada escolar do aluno.  de  imediato.  § 2º ‐ A carga horária da jornada de atividades que compõem o estágio deverá ser  acrescida à carga horária mínima prevista para o ensino médio.  §  1º  ‐  No  caso  de  alunos  da  Educação  Especial  e  do  ensino  fundamental  na  modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos a carga horária não poderá exceder a 4  (quatro) horas diárias e 20 (vinte) semanais. 9º)     Artigo  330  ‐  Caberá  ao  profissional  que  orientará  e  supervisionará  os  alunos  estagiários:  I  ‐  analisar  a  natureza  das  atividades  propostas  pela  instituição  concedente. art. art.  discussão  e  avaliação.  de  forma  a  promover  a  aprendizagem  de  conhecimentos inter e multidisciplinares  nas atividades realizadas pelos  alunos  estagiários. CEE nº 87/09)    Artigo  333 ‐  A  Unidade  Escolar  deverá  registrar  a  modalidade de  estágio  e  carga  horária  efetivamente  realizada  pelo  aluno  no  Histórico  Escolar  e/ou  fornecer  Certificado  de  participação.  responsáveis pela orientação e supervisão  dos  alunos  estagiários. a instituição concedente em caso de irregularidade. quando for o caso.  avaliando‐as  quanto  à  pertinência.  (Del. art.  oportunidade  e  valia  das  experiências  oferecidas  pela  empresa/instituição. a que se refere o caput deste artigo. 3º)    Artigo  334  ‐  Constituem‐se  obrigações  a  serem  assumidas  pelas  unidades  escolares:  I  ‐  celebrar  Termo  de  Compromisso  a  ser  firmado  entre  o  aluno  ou  seus  responsáveis.  122 .  com carga horária  destinada para esse fim. CEE nº 87/09. a  constante  orientação. 4º e 5º. SE n 40/09.   Parágrafo único ‐ Compete aos profissionais. SE nº 40/09. arts. e a parte concedente de estágio.  (Res.  (Res. devendo constar do Termo  de Compromisso e não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) semanais. ou seu representante legal e a parte concedente do estágio. 9º)    Artigo  331  ‐  Considera‐se  apto  à  realização  do  estágio  o  aluno  frequente  e  matriculado  em  curso  do  ensino  médio  e  que  conte.  a  carga  horária  das  atividades  a  serem  realizadas  deve  ser  definida  de  comum  acordo  entre  a  escola  e  o  aluno  estagiário. c/c art.Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários    Artigo 329 ‐ A oferta de estágio implica que a escola deva contar com profissionais  habilitados. na data de início do estágio. 8º da Del.    Artigo  332  ‐  Independentemente  da  natureza  do  estágio.  além  do controle. registro e articulação com as instituições nas quais os estágios se realizarão. sendo a unidade escolar a parte  interveniente.  notificando. CEE nº 87/09.  no  mínimo.

    Artigo 335 ‐ A duração do estágio.  V ‐ comunicar à parte concedente do estágio. reorientando o estagiário  para outro local em caso de descumprimento das normas. pela mesma empresa concedente. arts. que atua no período de matrícula  do aluno requisitante do estágio.  a  ser  gozado.    Artigo 337 ‐ Integram o Programa mencionado no artigo anterior.  do  educando  a  apresentação  de  relatório  das  atividades de estágio realizadas. exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.  (Res. os Projetos:  I – Ler e Escrever na 1ª série do Ciclo I. as datas de realização das avaliações  escolares.  sempre  que  o  estágio  tiver  duração igual ou superior a 1 (um) ano. sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. 6º. a partir do ano de 2008.  III – Projeto Intensivo no Ciclo ‐ 3ª série – PIC 3ª série.  semestralmente. 10 e 11)      CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever    Artigo 336 ‐ Fica instituído.  preferencialmente.  todos  os  alunos  com  idade  de  até  oito  anos  do  Ensino  Fundamental da Rede Estadual de Ensino. o Programa “Ler e Escrever”.  §  1º  ‐  A  organização.   com os seguintes objetivos:  I  –  alfabetizar.II  ‐  contar  com  um  professor  orientador  que  se  incumbirá  pelo  processo  de  acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário.  III  ‐  exigir.  IV ‐ zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso.  exceder a 2 (dois) anos.  acompanhamento  e  avaliação  do  estágio  ficarão  sob  a  responsabilidade do Professor Coordenador do Ensino Médio.  IV – Projeto Intensivo no Ciclo – 4ª série – PIC – 4ª série.  §  2º  ‐  Na  ausência  de  Professor  Coordenador.  Parágrafo  único  –  A  atribuição  das  classes  indicadas  nos  incisos  deste  artigo  obedecerá às normas referentes à atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do  Magistério contidas nos artigos 568 a 598.  II – recuperar a aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do  Ciclo I do Ensino Fundamental.    123 .  II – Ler e Escrever na 2ª série do Ciclo I.  §  1º  ‐  É  assegurado  ao  estagiário  o  direito  ao  período  de  recesso  de  30  (trinta)  dias. SE nº 40/09.  até  2010.  a  supervisão  das  atividades  de  estágio dos alunos de ensino médio ficará sob a responsabilidade do Vice‐Diretor ou do Diretor de  Escola. não poderá.  §  2º  ‐  Aplica‐se  ao  estagiário  a  legislação  relacionada  à  saúde  e  à  segurança  no  trabalho.  durante  as  férias  escolares.

  f)  a concessão de bolsas de estudo para alunos filhos de famílias de baixa renda.  b)  a criação  e a difusão de novas tecnologias que possibilitem a capacitação e a  atualização de todos os profissionais da educação. de pesquisa e de trabalho para professores. mediante:  a)    a  criação. destinados a professores.  g)  a construção e manutenção de prédios escolares. 1º. SE nº 86/07. vinculado à Secretaria da Educação.  124 .  meios  e  fontes  de  informação.  h)  o apoio financeiro a atividades de saúde e alimentação escolar. vídeos.  e)  a concessão de bolsas de estudo.  com  aplicação  prática. farão jus à atribuição de mais 4 (quatro) horas semanais.  d)    premiações  e  bolsas  de  incentivo  para  profissionais  que  contribuam  para  inovações no ensino básico. cursos.  experimentação  e  avaliação  de  processos  e  produtos  educacionais  que proporcionem um trabalho mais participativo e motivante entre professores e alunos.  metodologias.    Artigo 340 ‐ São objetivos do Programa:  I  ‐  incentivar  projetos  que  contribuam  para  inovações  e  melhorias  do  ensino  básico.  não  sendo  estendido em casos de afastamento a qualquer título. nas redes públicas do Estado e dos Municípios.  (Res.Artigo 338 ‐ Os docentes. encontros  de caráter técnico ‐  científico. 2º e 3º)    Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos    Artigo  339  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  criar  o  Programa  Estadual  de  Incentivo à Educação Básica.  destinadas ao trabalho de planejamento e capacitação para os projetos. filmes.  para  o  ensino  dos diferentes componentes curriculares. envolvidos no Programa.  c)   a  realização de exposições. especialistas em educação e pessoal administrativo do  sistema de ensino.  d)    a  realização  de  experiências  científicas.  c)  a elaboração de novas tecnologias de ensino que permitam ao aluno da escola  pública  conhecer  e  interagir  com  diferentes  linguagens. arts.  II ‐ incentivar a produção didático‐pedagógica mediante:  a)  a produção de livros. regentes de classe de 1ª a 4ª série do Ciclo I do Ensino  Fundamental. seminários. como instrumentos de apoio ao trabalho do professor em  sala de aula.  b)    a  edição  de  obras  de  caráter  técnico  e  científico  para  aperfeiçoamento  dos  docentes das redes públicas estadual e municipal.  especialistas em educação e pessoal administrativo do sistema de ensino. bem como o fornecimento de  mobiliário e equipamentos para as salas de aula.  e)  a criação de novas tecnologias de informação para estimular o aprendizado dos  alunos.  para manutenção dos mesmos nas escolas públicas. programas de informática e outras formas  de processos e produtos educacionais.  Parágrafo único – O pagamento referente à carga horária complementar a que se  refere  o  caput  deste  artigo  é  devido  ao  regente  em  exercício  da  respectiva  classe. alunos.

 até o dia 30 de abril de cada ano. 1º.  esportivos  e  de  caráter  recreativo  que  contribuam para o desenvolvimento sócio ‐ cultural dos alunos.  (Lei nº 10.  3 ‐ legados.  III  ‐  incentivar  projetos  culturais. arts.  4  ‐  subvenções  e  auxílios  de  entidades  de  qualquer  natureza  ou  de  organismos  internacionais.  bem  como  aprovados  pelo  Conselho de Escola.  6 ‐ recursos de outras fontes.  (Lei nº 10.  no  mínimo.  (Lei nº 10.  5 ‐ devolução de recursos de projetos não iniciados ou interrompidos com ou sem  justa causa. 2º e 3º)            125 .  IV ‐ dar apoio financeiro a outras atividades educacionais consideradas relevantes  pela Secretaria da Educação. art.  2 ‐ doações.  7  (sete)  alunos.352/99. Diretorias ou Departamentos Municipais de Educação. 1º e 2º)    Subseção II  Dos Recursos    Artigo  341  ‐  O  Programa  contará  com  recursos  provenientes  de  contribuições  financeiras do setor privado. arts. 3º)    Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente  Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa    Artigo 342 – O Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discentes  sobre  Temas  Incorporados  ao  Projeto  Pedagógico  das  Unidades  Escolares  de  Ensino  Médio  será  realizado pela Secretaria da Educação.522/00.    Artigo 343 – Os projetos de pesquisa deverão ser elaborados e desenvolvidos por  grupos  de.  Parágrao único – O Conselho de Escola terá o prazo de 1 (um) mês para apreciá‐ los.  no  máximo.  Parágrafo único ‐ O Programa poderá contar ainda com recursos provenientes de:  1 ‐ dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado. pelos Conselhos de Escolas  e pelas Secretarias.  4  (quatro)  e.f)    o  desenvolvimento  de  sistemas  informatizados  para  o  funcionamento  das  escolas nos seus diferentes aspectos administrativos e pedagógicos. efetuadas por pessoa física ou jurídica.              Artigo  344  ‐  Os  projetos  de  pesquisa  deverão  ser  inscritos  junto  ao  Conselho  de  Escola.352/99. pelos Conselhos Municipais de Educação.

  c) linhas de ônibus. e  h) equipamentos de lazer e cultura.  b) coleta de esgotos.  m) vigilância sanitária. caput e incisos do art.  f) parques.    Artigo 346 ‐ O desenvolvimento da pesquisa e o resultado do trabalho deverão ter  caráter interdisciplinar. tais como:  a) unidade de saúde. servidores.  IV – a realidade do bairro.  j) cortiços. arts. no máximo.   (Lei nº 10. o número de policiais e o índice de desempregados. tais como:  I – a história do bairro.  d) iluminação pública.  III – a relação entre os equipamentos públicos existentes no bairro e a quantidade  de moradores.  as  religiões  e  movimentos  sociais  existentes  na  comunidade  de  entorno da escola.  f) poluição.  l) congestionamento de trânsito.  VI  –  as  igrejas.  b)  a  classificação  sócio‐econômica  e  cultural  dos  diversos  integrantes  da  comunidade escolar.522/00. 6º)  126 .  IX – a realidade da unidade escolar:  a) a participação e a relação entre os diversos integrantes da comunidade escolar. 6  (seis) meses.  V – a violência.  VII – densidade demográfica e classificação por faixa etária. com relação a:  a) abastecimento de água. direção.  VIII – propostas para melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro e para  transformação da realidade no entorno da escola.  b) unidades escolares.Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa    Artigo 345 ‐ O prazo para o desenvolvimento da pesquisa será de. 4º.  c) coleta de lixo.  e) cartórios.  tais como alunos.  k) arquitetura.  i) favelas. após a aprovação do projeto. e deverão se utilizar de temas de interesse direto do cotidiano dos alunos  e da comunidade onde a unidade escolar estiver localizada.  II  –  a  classificação  sócio‐econômica  da  comunidade  que  vive  no  entorno  da  unidade escolar.  e) serviços públicos.  g) enchentes.  g) praças.  d) delegacias de polícia. professores.  h) pavimentação.

  anualmente.  desenvolvidos pelo Governo do Estado em conjunto com as Prefeituras Municipais. indicado pelo grupo de alunos que o desenvolverá e será referendado pelo  Conselho de Escola. de caráter permanente.    Artigo  350  –  Os  resultados  dos  trabalhos  serão  encaminhados  por  meio  do  Conselho  de  Escola  às  autoridades  competentes. de 30 de dezembro de 1997.  § 1º ‐  O professor orientador poderá responsabilizar‐se por.  (Lei nº 10.  127 .  um  professor orientador.  por  via  não  acadêmica.  anualmente. 5º. no máximo.     Artigo  352  ‐  Os  Programas  "Interior  na  Praia"  e  "Redescobrindo  o  Interior".  §  2º  ‐  Caberá  ao  professor  orientador  articular‐se  com  os  professores  das  disciplinas afins para o desenvolvimento dos trabalhos do projeto de pesquisa. único do art. durante os meses de janeiro e julho respectivamente. 2 (dois)  projetos de pesquisa.  Parágrafo  único  –  As  unidades  escolares  promoverão  mostras  públicas  dos  trabalhos  produzidos.  mostras  públicas  dos trabalhos produzidos.  Subseção III  Do Professor Orientador    Artigo  347  ‐  Cada  projeto  de  pesquisa  será  acompanhado  por. destinam‐se às  crianças de faixa etária de 9 a 11 anos. art. par. das escolas da rede estadual de ensino. 9º e 10)    Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento    Artigo  351  –  Os  Programas  Caravanas  do  Conhecimento  ‐  Interior  na  Praia  e  Caravanas do Conhecimento ‐ Redescobrindo o Interior.  § 3º ‐ O professor orientador poderá utilizar parte de suas horas‐atividade para o  desenvolvimento do trabalho de orientação.  Parágrafo único ‐ São finalidades dos programas referidos no caput deste artigo:  1 ‐ despertar nas crianças espírito crítico e científico que enseje ampliação do seu  universo cultural.  no  mínimo. arts.  para  solucionarem  eventuais  problemas  detectados nos bairros. 6º.522/00.  (Lei nº 10. proporcionando‐se a troca de experiências entre as unidades escolares.522/00.  2 ‐ conscientizar os alunos participantes sobre o papel fundamental do homem na  sociedade e sua responsabilidade na preservação do meio ambiente.  proporcionando‐se  a  troca  de  experiências  com  a  comunidade  do  bairro  onde estiverem localizadas. 7º e 8º)    Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos    Artigo  349  ‐  A  Secretaria  da  Educação  promoverá. arts.  como  prevê  o  inciso  II.  do  artigo  19  da  Lei  Complementar nº 836.    Artigo 348 ‐ O trabalho realizado pelo professor orientador será computado para  efeito  de  evolução. serão realizados.

 data de nascimento  de José Bonifácio de Andrada e Silva.    Artigo  353  ‐  Os  programas  serão  coordenados  e  realizados  pelas  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Educação. erguido na Praça do Patriarca.   IV ‐ a abertura e a realização. o "Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva".    Artigo  354  ‐  Ficam  autorizados  os  demais  órgãos  e  entidades  da  administração  Direta  e  Indireta  do  Estado.   II ‐ o provimento das necessidades para republicação das obras de José Bonifácio  de Andrada e Silva pela Imprensa Oficial do Estado S. art.  Lazer  e  Turismo. de concurso objetivando  a  imortalização  da  figura  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva  em  escultura  a  ser  instalada  em  espaço da Fundação Memorial da América Latina. 1º A acrescentado pelo Decreto nº 50. e  4 ‐ propiciar o lazer conjugado à educação informal e alternativa.  seminários  e  colóquios. consubstanciado em ações cívicas. o "Programa Memória de José Bonifácio de Andrada  e Silva":   I  ‐  o incentivo  às  universidades  e demais escolas  paulistas  para  desenvolvimento  de  pesquisa  histórica  e  consecução  de  atividades  cívicas.     Artigo 356 ‐ Integram. da sede do Governo do Estado de São Paulo para a cidade de  Santos.A. pela Secretaria da Cultura.  e  dos  Transportes. na cidade de Santos.781/89 art. sempre que solicitados. compreenderá:   I ‐ a celebração do início dos festejos anuais da Semana da Pátria no "Panteão dos  Andradas".   III  ‐  o  estabelecimento  e  a  implementação  de  atividades  cívicas.  incentivando o intercâmbio e a integração entre elas.  encontros e seminários que tenham por objetivo a pesquisa e o debate da relevância da memória  de José Bonifácio de Andrada e Silva na história nacional.3  ‐  promover  a  aproximação  da  comunidade  infantil  à  administração  pública. ‐ IMESP. na busca da preservação da memória de José Bonifácio de Andrada e Silva.  a  prestarem  colaboração  aos  órgãos  promotores  dos  programas  de  que trata o artigo 351.  a  exemplo  de  encontros.  de  Saneamento  e  Energia.   III ‐ a promoção durante os festejos da Semana da Pátria. Patriarca da Independência do  Brasil  Subseção I  Da Instituição e Abrangência    Artigo 355 – Junto ao Gabinete do Secretário da Cultura.  colóquios.   (Decreto nº 29.   128 . do Gabinete do Governador.  da  Saúde. de cerimônia cívica junto  ao monumento do Patriarca.  arts. 2º e 3º)    Seção V  Do “Programa Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva”.   II ‐ a transferência simbólica no dia 13 de junho de cada ano.  do  Esporte. ainda.   Parágrafo  único  ‐  A  concretização  das  ações  cívicas  previstas  neste  artigo  cabe  à  Casa Militar. no centro histórico da cidade de São  Paulo.269/05. 1º.  da  Segurança  Pública.  com  a  co‐participação  das  Secretarias  da  Cultura.

  de  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. ambientalmente adequado. Patriarca da Independência do Brasil.  dia  13/06.  e  a  introduzir. ao lixo coletado nas escolas públicas estaduais.  incluindo  associações de pais e mestres e grêmios estudantis.V  ‐  a  inserção  no  calendário  escolar.  interpretação  ou  divulgação  de  relatos  históricos.  preferencialmente. arts 1º.  (Lei nº 10. arts.  preferencialmente abrangendo o dia 13 de junho. seminários e trabalhos escolares relativos ao tema. e outros similares. a Secretaria da Educação. 2º e 3º)    129 .  em  sala  de  aula.   II – deverá fazer parcerias com os Poderes Públicos Municipais.  artístico‐culturais e outras.  a  serem  inseridas  pelas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio.    Artigo 359 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas orientar as  autoridades regionais de ensino na organização das atividades específicas.  o  debate  sobre  o  significado  das  datas  comemorativas  e  a  compreensão do papel da memória histórica e dos vínculos de cada geração na vida de um povo.499/06. e na conformidade ao contido nesta seção.856/01.  2  ‐  a  realização  de  produções escolares  individuais  ou  coletivas  virtuais. 2º e 3º)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo    Artigo 360 – O Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas públicas do Estado  de São Paulo será administrado pela Secretaria da Educação.  Parágrafo  único  ‐  O  planejamento  das  atividades  específicas  deverá  privilegiar  a  pesquisa e a prática investigativa e compreenderá:  1 ‐ a organização de debates. arts.    Artigo  361  ‐  O  programa  de  que  trata  esta  seção  tem  por  objetivo  promover  a  educação ambiental da comunidade das escolas públicas estaduais.  (Res.  pelas  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado.  a  data  do  nascimento  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.  encenação  de  peças teatrais. 1º.  3  ‐  a  produção. para cumprir tais deveres:  I  –  poderá  fazer  parcerias  com  organizações  não  governamentais. para garantir um  destino final. às Diretorias de Ensino  subsidiar as respectivas unidades escolares na elaboração de seus projetos e às Coordenadorias de  Ensino acompanhar a execução das ações.   (Decreto nº 50. 1º e 2º)    Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação    Artigo 357 – A participação da rede estadual de ensino no Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva. com duração de uma semana.  no  calendário escolar.    Artigo  358  ‐  As  atividades  deverão  ser  programadas  de  forma  a  abranger.    Artigo  362  ‐  Na  administração  do  programa  em  todas  as  escolas  públicas  estaduais. dar‐se‐á pela realização de  atividades  específicas.  gráficas. SE nº 28/06.

  privilegiará. transferirão  as  árvores. disposto no artigo anterior.  previamente  desenvolvidas  ao  longo  dos  anos  anteriores.  II ‐ na segunda etapa. será executado pelos alunos  das 2ªs e 4ªs séries do ensino fundamental em duas etapas:  I  ‐  na  primeira. tanto quanto possível.  (Lei nº 9. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade”  Subseção I  Da Instituição.  Parágrafo  único  ‐  A  escolha  do  tipo  de  árvore  ficará  a  critério  da  Secretaria  disposta  no  caput  que.Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores    Artigo  363  –  O  Programa  Permanente  de  Plantio  de  Árvores  destina‐se  aos  estudantes  do  ensino  fundamental  da  rede  pública  de  educação  pertencente  ao  Estado  de  São  Paulo.    Artigo 367 ‐ A Secretaria da Educação manterá. a entrega de sementes de plantas nativas do Brasil.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  de  ensino  entregarão. frutíferas e  adaptadas ou comuns no município onde crescerão.  para  o  local  do  plantio. 2º. já cursando a 4ª série.    Artigo  365  ‐  A  Secretaria  da  Educação.  certificado  de  mérito  sobre  a  importância  da  sua  atitude  na  preservação  do  ambiente.    Artigo 364 ‐ O Programa.    Artigo 366 ‐ A Secretaria do Meio Ambiente fornecerá.  por  meio  de  suas  Diretorias  de  Ensino  e  mediante  convênio. bem como  os "kits" dispostos no inciso I do artigo 364. 3º. cadastro de todos os alunos que participaram do programa.  envidará  esforços  para  que  as  prefeituras  dos  municípios  envolvidos  no  programa delimitem áreas com a finalidade de implantar nas mesmas os futuros bosques. mediante requisição escrita  dos estabelecimentos de ensino.    Artigo 369 ‐ O Programa tem os seguintes objetivos gerais:  I  ‐  possibilitar  que  as  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  ensino  constituam‐se  em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros docentes. os alunos das segundas séries  plantarão as sementes das futuras  árvores em "kits" de isopor apropriados a esta finalidade. arts.  aos  estudantes  participantes. as sementes necessárias à viabilização do programa.   130 .  com  anuência  da  prefeitura  local  em  relação  à  escolha  da  mesma.  quando  em  solenidade  será  delimitada  a  área  do  então  formado  bosque  e  identificado  como  realizado por aquela turma pertencente a determinada instituição de ensino. 1º. atuarão nas classes e no horário de aula da rede estadual  de ensino ou em projetos de recuperação e apoio à aprendizagem. da Destinação e dos Objetivos    Artigo  368  –  O  Programa  “Bolsa  Formação  ‐  Escola  Pública  e  Universidade”  ‐  destina‐se  a  alunos  dos  cursos  de  graduação  de  instituições  de  ensino  superior  que. por meio dos estabele‐cimentos de  ensino.  sob  supervisão de professores universitários.476/96. os mesmos estudantes.

  observada  a  minuta‐padrão de termo de convênio.s.  V  ‐  repassar  os  recursos  necessários  ao  atendimento  das  despesas  com  a  concessão de bolsas‐auxílio aos alunos referidos no artigo 368 e com a supervisão didática destes. a partir dos convênios firmados. 4º e 5º)    Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização  Subseção I  Da Instituição.  IV  ‐  planejar.  diretamente  ou  por  intermédio  da  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE.  III ‐ estabelecer procedimentos para viabilizar a efetiva implantação e potencializar  o Programa junto às unidades escolares da rede pública de ensino.  mantido  nas  escolas  da  rede  pública  estadual  da  Capital  e  Grande  São  Paulo  ‐  131 .  mediante a celebração de convênios com instituições de ensino superior que atuem na formação  de  docentes  para  o  ensino  fundamental  e  médio.  consistente em número de salas de aula e/ou de alunos atendidos.  desenvolvam  ações  que  contribuam  para a melhoria da qualidade de ensino. nos termos  de normas complementares a serem editadas pela Secretaria da Educação. art. 1º e 2º)    Subseção II  Do Desenvolvimento.    Artigo  372  –  A  Secretaria  da  Educação    celebrará  convênios  com  Municípios  situados  no  Estado  de  São  Paulo  que  manifestem  interesse  de  aderir  ao  Programa.627/07.  III ‐ permitir que os educadores da rede pública estadual.  (Decreto nº 51. arts. em colaboração com os  alunos/pesquisadores  das  instituições  de  ensino  superior.II  ‐  propiciar  a  integração  entre  os  saberes  desenvolvidos  nas  instituições  de  ensino superior e o perfil profissional necessário ao atendimento qualificado dos alunos da rede  estadual de ensino.  de  acordo  com  a  unidade  de  remuneração  empregada.   Parágrafo  único  ‐  O  valor  a  ser  transferido  à  instituição  de  ensino  superior  será  definido  pela  Secretaria  da  Educação.  por professores universitários.  (Decreto nº 51. das Competências e dos Convênios    Artigo  370  ‐  O  Programa  será  desenvolvido  pela  Secretaria  da  Educação.627/07.  acompanhar  e  avaliar  os  projetos  desenvolvidos. Expansão e Objetivos    Artigo 373 ‐ O Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ‐ Bolsa  Alfabetização.  que  integrarão  o  Programa.  II ‐ coordenar as ações do Programa.  observada  a  minuta‐padrão  de  termo  de  convênio. 3º.   Parágrafo único ‐ Poderão apresentar planos de trabalho as instituições de ensino  superior que mantenham cursos de graduação voltados para a formação de docentes.     Artigo 371 ‐ Incumbe à Secretaria da Educação:  I ‐ estabelecer diretrizes para a execução do Programa de acordo com os projetos  prioritários em desenvolvimento na rede estadual de ensino.

 será expandido para as unidades escolares do Interior do Estado ‐ CEI. SE nº 90/08.  troca  de  experiências.  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir a aprendizagem da leitura e escrita a todos os alunos.  § 1º ‐ Poderão inscrever‐se para o Projeto.  nos  moldes  definidos  no  Anexo II.  seminários  para  divulgação  de  resultados. art.  5.  por  intermédio  da  Fundação para o Desenvolvimento da Educação ‐ FDE:  I ‐ repassar os valores estipulados para custeio das despesas oriundas da execução  do convênio.  § 2º ‐ No ato de inscrição.  §  5º  ‐  As  IES  habilitadas  deverão  abrir  conta  bancária  no  Banco  Nossa  Caixa. com habilitação para magistério de 1ª a 4ª série ou Letras  com habilitação para o magistério.COGSP. certidão de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. será responsável. as Instituições de Ensino Superior ‐ IES  sediadas no Estado de São Paulo.  que  sejam  incumbidas  regimental  ou  estatutariamente das atividades do ensino. por analisar e aprovar os  Planos de Trabalho apresentados pelas Instituições de Ensino Superior.  132 . 2º)    Subseção III  Das Atribuições e Competências    Artigo  375  ‐  Caberá  à  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  instituída  pela  Resolução SE nº 91 de 2008.  4. nos termos estipulados no instrumento respectivo.  II  ‐  orientar.  exclusiva para operações financeiras do Projeto. SE nº 90/08.  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos do 1º ano ‐ ciclo I do Ensino Fundamental. portarias de autorização ou reconhecimento do MEC ou do Conselho Estadual  de Educação dos cursos disponibilizados para o Projeto. desde que os alunos estejam cursando a partir do 2º semestre.  (Res.  II  ‐  apoiar  os  professores  de  1º  ano  do  ciclo  I.  (Res. cópia autenticada do Contrato Social e última alteração ou Estatuto e a última  ata e constituição da diretoria vigente. dentre outras atribuições. a partir  de 2009. para a  proposição e  execução  do  Plano de Trabalho.  acompanhar  e  avaliar  o  desenvolvimento  do  programa  em  conformidade com o Plano de Trabalho aprovado. inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ‐ CNPJ. as IES deverão apresentar a seguinte documentação:  1. art.  3. 1º)    Subseção II  Dos Convênios    Artigo 374 ‐ A Secretaria da Educação firmará convênio com Instituições de Ensino  Superior  ou  com  entidades  a  elas  vinculadas. avaliação entre os parceiros do projeto.  III  ‐  promover  debates. que possuam cursos presenciais devidamente autorizados e/ou  reconhecidos nas áreas de Pedagogia.  2.  devidamente aprovado pela Equipe de Gestão Institucional.  objetivando:  I ‐ possibilitar o desenvolvimento de experiências e conhecimentos necessários aos  futuros  profissionais  de  Educação.  §  3º  ‐  As  IES  deverão  apresentar  Plano  de  Trabalho.  §  4º  ‐  A  Equipe  de  Gestão  Institucional  do  Bolsa  Alfabetização. certidão negativa de débito no INSS.

 SE nº 90/08.  2 ‐ 2 (duas) horas em Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo ‐ HTPC.  VI.  atender  a  todas  as  disposições  do  Regulamento  do  Projeto.  IX.  atividades  didáticas destinadas aos alunos.  sob  a  supervisão  de  seu  professor  orientador:  I  ‐  auxiliar  o  professor  regente  na  elaboração  de  diagnósticos  pedagógicos  de  alunos. de 2ª a 6ª feira.  II  ‐  planejar  e  executar. 3º e 4º)    Subseção IV  Das Atribuições do Aluno    Artigo  377  ‐  Caberá  ao  aluno  pesquisador.IV  ‐  divulgar.  III  ‐  garantir  a  participação  do  orientador e  do  interlocutor  em  reuniões  mensais  ou. respeitadas as diretrizes e normas pedagógicas da Secretaria da Educação.  responsável  por  representar  a  Instituição  perante  a  Secretaria  da  Educação. art.  executar  o  objeto  do  convênio  de  acordo  com  o  Plano  de  Trabalho  anual  aprovado. sempre que solicitados. 5º)    133 . observando o Anexo I desta seção.  IV ‐ cumprir outras atribuições previstas no Regulamento do Projeto e no Anexo I.  X.  (Res.  § 2º ‐ Na impossibilidade da participação em HTPC.  (Res. junto à equipe de gestão institucional.  juntamente  com  as  IES. participar de reuniões junto à Secretaria da Educação. o aluno deverá cumprir as 20  (vinte) horas na classe de 1º ano. quando solicitado. arts. assim como  a orientação da FDE. realizado na  unidade escolar. junto com o professor regente. para acompanhamento da execução do Plano  de Trabalho e orientação dos alunos em suas pesquisas.  em  conjunto  com  o  professor  orientador. individualmente  ou em grupo. sempre com o professor regente.  VII. como segue:  1 ‐ 18 (dezoito) horas em classe de 1º ano do ciclo I do Ensino Fundamental.  conforme  critérios  estabelecidos  no  Regulamento do Projeto.  o  tema  para  o  desenvolvimento da pesquisa de acordo com o Anexo I.   II  ‐  indicar  um  interlocutor  administrativo. SE nº 90/08.  VIII.  em  comum  acordo  com  o  professor  regente.   §  1º  ‐  O  aluno  pesquisador  deverá  realizar  atividades.  na  unidade  escolar  onde  atua.  IV  ‐  selecionar  os  alunos  inscritos.  para  esclarecimentos  e  encaminhamentos  operacionais.  III  ‐  escolher.    Artigo 376  ‐ Caberá às Instituições de Ensino Superior:  I ‐ indicar professores orientadores.  V.  conteúdos  significativos  produzidos  pela  parceria. substituir os alunos que não cumprirem o Regulamento do Projeto. assegurar a freqüência dos alunos pesquisadores.  junto  aos  alunos  pesquisadores. em 20 (vinte) horas semanais.  dando  efetivo  cumprimento ao Plano de Trabalho.  apoiar  e  acompanhar  a  qualidade  do  trabalho  desenvolvido  pelo  professor  orientador. sendo  4 (quatro) horas diárias. conforme Regulamento do Projeto.  subsidiando‐o  no  desenvolvimento  do  Plano  de  Trabalho.

  por meio do coordenador pedagógico. Na recente pesquisa  “Formação inicial de professores para o Ensino Fundamental:  Instituições Formadoras e seus Currículos”. incluindo o mês de julho. 6º. e revisado anualmente.  obedecido o calendário escolar. nas disciplinas de  formação  profissional.  a  Secretaria  de  Educação.  de  acordo com os requisitos estabelecidos no Regulamento do Projeto. A meta é alfabetizar 100% das crianças da rede  estadual  até  2010.  na  grande  maioria dos cursos analisados.  O Programa Bolsa Alfabetização apóia os professores da rede que atuam nas salas  de ciclo I e.  III  ‐  quantidade  de  alunos  aptos  a  participar  do  Projeto  Bolsa  Alfabetização. SE nº 90/08.  produziu  um conjunto de materiais de apoio para o aluno e para o professor do 1º a 5º ano e desenvolve  um  programa de formação continuada que  visa  acompanhar o  trabalho  pedagógico das  escolas.  ‐  Os  conteúdos  das  disciplinas  a  serem  ensinadas  na  educação  básica  (Alfabetização..  ficando  70%  para  outro  tipo  de  matérias  oferecidas  nas  instituições  formadoras. feita pela Fundação Carlos Chagas.  predominam  os  referenciais  teóricos.  de  modo  a  favorecer  o  atendimento do número de classes das Diretorias de Ensino.  O Projeto Bolsa Alfabetização nasceu do mesmo compromisso e tem a missão de  cumprir determinados objetivos estratégicos do Programa Ler e Escrever.  Cabe a ressalva já feita na análise das ementas segundo a qual.    Artigo 380 ‐ O plano de trabalho deverá ser desenvolvido ao longo do ano letivo.     Artigo  379  ‐  Caberá  à  Equipe  de  Gestão  Institucional  definir  o  período  de  encaminhamento dos alunos.  psicológica ou outros.)  comparecem  apenas  esporadicamente  nos  cursos  de  formação.  II  ‐  localização  geográfica  das  unidades  das  IES.  juntamente  com  a  FDE. incide na formação do aluno.  (Res. com associação em poucos casos às práticas educacionais. eles são abordados de forma genérica ou superficial no interior das  134 . do gestor escolar e da equipe de formadores de todas as  diretorias do Estado.  Como  estratégia. os  pesquisadores concluem que:  ‐ A proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional  específica  é  de  30%. futuro professor. arts. ao mesmo tempo. 7º e 8º)    ANEXO I  Projeto Pedagógico do Projeto Bolsa Alfabetização    O Programa Ler e Escrever nasceu com o compromisso de fazer frente aos baixos  índices de alfabetização no estado de São Paulo.Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho    Artigo  378  ‐  As  vagas  em  classes/turmas  da  1º  ano  do  ciclo  I  do  Ensino  Fundamental das escolas da CEI e da COGSP serão distribuídas entre as IES selecionadas de acordo  com os critérios:  I ‐ adequação do Plano de Trabalho em relação às diretrizes propostas pelo Bolsa  Alfabetização. respeitando o calendário escolar da rede pública estadual de ensino.  seja  de  natureza  sociológica.. enfocando as iniciativas  empreendidas no 1º ciclo do Ensino Fundamental ‐ etapa decisiva na vida dos alunos.

 que coloque os alunos diante da necessidade de  tomar  decisões  que  lhes  permitam  escolher  procedimentos  ou  caminhos  diferentes  (Douady.  questões  vivas  e  candentes  da  prática  educativa em sala de aula.  compartilhando  os  marcos  conceituais. Sabe‐se hoje que os alunos pensam sobre a  escrita  e  desenvolvem  complexas  hipóteses  para  explicar  as  regularidades  do  sistema.  Isso  ocorre  porque  tais  métodos  não  consideram o modo próprio como os alunos pensam e se esforçam para construir conhecimentos  sobre  a  escrita. uma situação problemática tem de permitir que os alunos ponham em prática  os esquemas de assimilação que já construíram e interpretam.  Parte‐se de uma concepção de aprendizagem construtivista que considera o aluno  como  sujeito  de  sua  própria  aprendizagem.  O Bolsa Alfabetização está estruturado de modo a levar às instituições formadoras  problemas  relacionados  à  didática  de  alfabetização.  O  acesso  às  práticas  leitoras  e  escritoras  são  condições  para  quaisquer  possibilidades de construção de conhecimentos sobre a língua. porém não deve ser resolúvel só a partir dos conhecimentos que as crianças já possuem.  ele  aprende  nas  mais  diferentes  situações  nas  quais  é  chamado  a  resolver  problemas  significativos  que  lhe  demandem  elaborar  idéias  e  hipóteses próprias. Para o desenvolvimento do programa na IES. é necessário manter uma rotina de leitura e de  escrita na escola e desenvolver projetos e seqüências didáticas que permitam aos alunos refletir  sobre  o  funcionamento  do  sistema  de  escrita. que atuam como instituições parceiras e executoras do programa  localmente. Marco conceitual  Nesse programa. os recursos da  sua própria língua.  135 . sabendo usar.  tanto  quanto  são  determinantes  das  características do texto a ser produzido. é necessário que seja apresentado um  Plano  de  Trabalho  (Anexo  II)  que  explicite  a  metodologia  empregada  na  formação  e  no  acompanhamento  dos  alunos.disciplinas  de  metodologias  e  práticas  de  ensino.  se  reproduz  e  se  recria  nas  diferentes  práticas  sociais  de  leitura  e  de  escrita.  pois. são os responsáveis por inserir os alunos no universo da cultura escrita. Inhelder.  Em outras palavras. a partir dos mesmos.  1986.  sugerindo  frágil  associação  com  as  práticas  docentes 1.  Também  é  conveniente que o problema seja rico e aberto.  sobre  os  usos  e  funções  da  língua  e  sobre  as  especificidades da linguagem que se escreve. compartilhando  suas  diferentes  práticas. como etapas rumo à compreensão da escrita alfabética.  mas  tais  conhecimentos  não  surgem  espontaneamente:  entende‐se  que  a  escola  e  o  professor. Tal como Delia Lerner. Estar alfabetizado significa  saber mais do que decodificar textos simples. para torná‐los conteúdos da formação inicial dos professores.  portanto.  Os  propósitos  são  determinantes  do  modo  de  se  ler. as intenções de quem escreve. 1992) 2”. por meio da leitura e da escrita.  em  especial. Isso significa afirmar que para que  haja  aprendizagens  nesse  campo. porém estes  conhecimentos  prévios  não  devem  ser  suficientes  para  resolvê‐la:  a  situação  deve  exigir  a  construção  de  novos  conhecimentos  ou  de  novas  relações  entre  os  já  elaborados.  compreende‐se que o problema a ser resolvido “deve ter sentido no campo de conhecimento dos  alunos. Para que  tal  projeto  seja  implantado  por  todo  o  Estado.  Não  levam  os  alunos  para  além  da  simples  decodificação  de  palavras  isoladas  e  frases  simples.  é  preciso  que  o  aluno  vivencie  práticas  de  leitura  e  escrita  significativas ao longo do 1º ciclo.  objetivos. compreende‐se a Língua Portuguesa como conhecimento que se  organiza.  Nota‐se que o uso de cartilhas e de métodos prontos não se mostraram eficientes  para  a  conquista  dos  níveis  mais  avançados  de  avaliação. nos diferentes gêneros.  não  cumprem  o  propósito  de  apresentar  a  língua  na  sua  real  complexidade como objeto social de conhecimento.  é  necessário  o  esforço  conjunto  das  Diretorias  Regionais de Ensino e das IES.  Para o sucesso dessa alfabetização.  metas  e  programação anual. de modo autônomo.

  Conteúdos gerais  *  objetivos. por meio da garantia  de algumas condições e orientações didáticas importantes no processo de alfabetização no ciclo I.  * estratégias de apoio ao trabalho de alfabetização na escola. São também  sujeitos da própria aprendizagem e constroem conhecimentos sobre o que é ser professor. ao longo do ano. nos diferentes contextos e nas interações de que participam. não só nas escolas  em que atuam.  apoiar  e  subsidiar  os  professores‐titulares  na  sistematização  de  conteúdos  de  Língua Portuguesa. mediados em maior ou menor grau pela cultura escolar.  envolvendo‐os  com  os  problemas próprios da transposição didática. compreender que o fracasso da aprendizagem não se justifica pelo erro ou falta  do aluno. centrados nas diferentes situações em foco na pesquisa:  rotina  de  leitura  e  de  escrita.  A pesquisa qualitativa permitirá aos  alunos‐pesquisadores conhecer  como as práticas pedagógicas podem ser mediadas por conhecimentos sobre a didática da língua. sempre respeitando o papel distinto do professor regente da sala. na medida em que também vão  atuar junto aos alunos. na comunidade de sua IES.  produção  oral  com  destino  escrito.  enfrentando  assim  os  reais  dilemas  da  alfabetização  no  1º  ano. opiniões.O  marco  conceitual  das  concepções  de  ensino  e  de  aprendizagem  também  deve  embasar  as  estratégias  de  trabalho  na  formação  de  professores:  entende‐se  que  os  alunos‐ pesquisadores  também  são  sujeitos  de  suas  aprendizagens  profissionais  e  que  isso  se  faz  no  enfrentamento de situações homólogas àquelas vivenciadas pelos professores titulares.  A  imersão  na  escola  permitirá  aos  alunos  lidar  com  a  interpretação  de  gestos. da gestão de sala de aula e das relações de ensino e  aprendizagem na alfabetização inicial.  2.  leitura  feita  pelo  professor.  conteúdos  e  metodologias  que  envolvem  a  formação  inicial  de  professores alfabetizadores.  Objetivos específicos  1.  Tais  conteúdos  devem  ser  sistematicamente acompanhados.  3.  em funcionamento em contextos reais de sala de aula. mantendo‐se numa relação mais horizontal. mas. hábitos e crenças sobre alfabetização e as tantas ações do dia a‐dia de uma sala  de  aula.  tomando  para  si  os  princípios  da  metodologia  qualitativa participativa como a mais adequada aos propósitos de apoiar as salas de aula do ciclo I  e seus professores titulares.  atitudes.  Por  meio  de  uma  metodologia  qualitativa  participativa.  As singularidades do sujeito pesquisador e as necessidades práticas do programa  definem  o  escopo  teórico‐prático  do  projeto.  Nesse contexto.  espera‐se  aproximar  os  alunos‐pesquisadores  dos  professores  titulares  das  escolas  públicas.  Conteúdos específicos:  136 . principalmente.  *  apoiar  os  professores  da  1ª  série  do  Ciclo  I  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir aprendizagem da leitura e da escrita a todos os alunos ao final do ano letivo.  construir  conhecimentos  sobre  a  prática  docente  em  relação  ao  processo  de  aprendizagem dos alunos.  Os  alunos‐pesquisadores  são  entendidos  como  sujeitos  históricos  que  carregam  visões de mundo próprias. mas também pelas inadequadas ou insuficientes condições de ensino. conforme plano de trabalho da IES. o trabalho do professor deve apoiar o aluno na sistematização de  conhecimentos didáticos específicos.  Poderão  participar  do  cotidiano da escola.  Objetivos gerais  * possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos e experiências necessários aos  futuros  profissionais  de  educação  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos da 1ª série do Ciclo I.  cópia  e  ditado  (ressignificação  da  cópia). o que e  como se ensina.  fortalecendo  as  relações entre ensino e  aprendizagem.

  segundo plano de execução aprovado pela Secretaria da Educação e FDE.  d)  conceito  de  sondagem  e  análise  dos  mapas  de  acompanhamento  da  alfabetização.  4.  b)  a  construção  da  escrita  pelas  crianças.1.  c) planejamento de estratégias de apoio ao professor regente.  b) usos e funções da Língua Portuguesa segundo as práticas de leitura. pontuação etc. leitura feita pelo professor.  2. a prova e seus desafios.     Ações  Espera‐se que os alunos pesquisadores obtenham orientação adequada de sua IES.  as  hipóteses  de  escrita  e  sua  evolução  segundo a Psicogênese da Língua Escrita  e demais pesquisas correlatas.  c) avaliação como regulação da função social da escola. conhecimentos psicolingüísticos:  a) concepções sobre ensino e aprendizagem.  em  conjunto  com  o  professor  regente  da  sala. cópia  e ditado (ressignificação da cópia).  b) o papel do conhecimento didático no planejamento do professor. ortografia.  colaborar  com  a  gestão  da  sala. Rotina de leitura e de escrita.  desenvolver.  d.  2. Produção oral com destino escrito.  e)  conhecimentos  sobre  as  intervenções  pedagógicas  com  os  alunos  que  não  avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens. escrita.  construir  boas  intervenções  didáticas.  c) aspectos da gramática. conhecimentos sobre o funcionamento da rede pública de ensino  a) a avaliação escolar nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Rede Estadual  de São Paulo.  d) conhecimentos sobre a linguagem que se escreve. para o desenvolvimento  das seguintes ações:  1.. produção oral com destino escrito.  c.  b.  4.  b) concepção de avaliação.  intervenções  pedagógicas com os alunos que não avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens. Leitura feita pelo professor.  dando  ao  professor  regente  a  condição  de  acompanhar  pequenos  grupos  de  alunos que  necessitam de atendimento mais individualizado.  em  conjunto  com  o  professor  regente. os últimos dados e os desafios  que se apresentam.  favorecendo o avanço dos alunos nas diferentes  práticas de leitura e escrita.  f)  condições  e  orientações  didáticas  para  a  organização  e  manutenção  de  uma  rotina de leitura e de escrita.  3.  e)  análise  da  avaliação  em  seu  município  e  na  escola  que  atua  como  aluno‐ pesquisador.  d) planejamento de estratégias de apoio ao aluno. conhecimentos didáticos:  a) conceito de ambiente alfabetizador. Cópia e ditado (ressignificação da cópia).  137 . conhecimentos lingüísticos:  a) conceito de gênero do discurso e seu papel na definição dos objetos de estudo  da leitura e da escrita.  3.  sistematizar  as  condições  e  as  orientações  didáticas  de  algumas  das  situações  didáticas nucleares no ciclo I:  a.  desenvolvendo  plano  de  ação  com  os  alunos  mais  avançados.

 na faculdade e na escola. a apropriação pela IES do conceito de estágio como espaço de investigação das  relações entre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa.  Em  um  primeiro  momento. como segue:  1º semestre  O primeiro semestre de um aluno pesquisador. a participação dos alunos‐pesquisadores nas HTPCs. aprendiz que entra em sala de aula  pela  primeira  vez  e  tem  à  frente  a  tarefa  de  acompanhar  os  processos  de  alfabetização.5.  c.  o  sistema  de  avaliação  e  os  indicadores.  Devem  também  explicitar  a  metodologia  de  pesquisa.  A  seguir.  b.  organizar  ações  capazes  de  promover  e  alimentar  um  ambiente  alfabetizador  para os alunos do 1º ano. Os temas a seguir referem‐se a diferentes situações didáticas que favorecem o processo de  138 . o equilíbrio entre as atividades de leitura e de escrita. A adaptação do aluno‐pesquisador na escola:  A  entrada  dos  alunos  na  escola  é  assunto  dos  mais  delicados  e  exige  um  acompanhamento do professor‐orientador. de sua adaptação à rotina de trabalho e do acolhimento de suas observações e  impressões.  deve‐se  cuidar  da  entrada  do  aluno na escola. as situações diárias de leitura e escrita na escola.  deve  dividir‐  se  entre  os  dois  momentos.  a  identificação  do  aluno  com  o  professor  e  a  construção  de  um  olhar  mais  compreensivo para a complexidade que é a sala de aula.   Programação anual  A  programação  da  orientação  de  pesquisa  é  regulada  pela  participação  do  aluno  no Programa.  f.  os  objetivos. pois são muitos os desafios que precisam ser vencidos  nesse primeiro momento:  a.  d.  2.  conforme  consta  no  regulamento  do  programa.  sempre  respeitando  o  marco  conceitual. os alunos já devem dedicar‐se a um dos temas 3 com mais  afinco.  e.  explicitando  como  pretende  desenvolver  o  programa  e  orientar  os  alunos  em  suas  pesquisas.  a  apropriação  pela  IES  das  definições  dos  papéis  de  aluno‐pesquisador  e  de  professor‐orientador. Rotina de leitura e de escrita  Feita  a  passagem  desses  primeiros  meses  de  adaptação  e  de  construção  de  vínculos.  g. a postura do aluno‐pesquisador nos dois ambientes. o intercâmbio entre a diversidade técnica acadêmica e a prática pedagógica.  c.  deve‐se  apoiar  o  aluno  na  compreensão  da  rotina  pedagógica que dá suporte às aprendizagens no campo da alfabetização.  d.  Em  um  segundo  momento. a construção de uma relação positiva entre alunos‐pesquisadores e professores‐ titulares.   Desenvolvimento  As  IES  devem  apresentar  um  Plano  de  Trabalho.    2º semestre em diante  A partir do 2º semestre. o papel da leitura como atividade permanente na rotina.  elencamos  os  principais  tópicos  a  serem  trabalhados  nesses  dois  momentos. que permita de fato a troca.  conteúdos  e  programação previstas no projeto pedagógico do Bolsa Alfabetização.  b.  1. critérios para a organização do tempo didático. os alunos devem ser orientados a conhecerem e a refletirem sobre a rotina de leitura e  de escrita da escola:  a.

 Mirta. Ana.) Histórias de professores: leitura. Porto Alegre: Artmed. São Paulo: Editora Cortez.1985.  Por  isso. Brasília: MEC/SEF.  Cultura  escrita  e  educação:  conversas  de  Emilia  Ferreiro  com  José  Antonio  Castorina. & SOUZA.  M.  _________ Emília.  A. 2007  LERNER. & TEIXIDÓ.  FERREIRO. Artmed.  2.  CURTO. Porto Alegre: Artmed. Lluís Maruny. S.  1995  OLSON. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). 2001. (org. Escrever e ler ‐ Volume I e II. CASTEDO. O Ensino da Linguagem escrita. Hermine (Ed.N. São Paulo: Editora Cortez. Artmed.  TEBEROSKY. 1992  _________  Profissão  Professor.  Delia  &  PIZANI. Porto Alegre: ARTMED.. Myriam. Porto Alegre: Artmed. Ana Maria.  Alfabetização  de  crianças:  construção  e  intercâmbio. 2002. escrita e pesquisa em educação. Porto Alegre. TERUGGI. Manuel M.  2002. Produção oral com destino escrito.). 2000.  3. Emília & TEBEROSKY. 1992  _________ Vida de professores. Emilia. São Paulo: Editora Cortez. Leitura feita pelo professor.  NEMIROVSKY.  Delia. Com todas as letras. Porto Editora. Alfabetização em processo.  2000. Dom Quixote. Reflexões sobre alfabetização. J.  recomenda‐se  especial atenção à bibliografia empregada.Emília. Lisboa. 1998.  _________  Emília. Os professores e sua formação.  G. mas também prática. Magaly Munhoz&LERNER. 1990. número ritmos e melodias.  _________.  Os  processos  de  leitura  e  escrita:  novas  perspectivas. Delia. Os filhos do analfabetismo.  KAUFMAN. A.  LERNER.  Pode ser tema da pesquisa de um aluno pesquisador:  1.  Porto Alegre.  Cardoso  B. Daniel Goldin e Rosa MariaTorres. 1999.  e  PALÁCIO.  Alicia  Palácios  . 1987  ________. 1989.  _______.  LERNER.  São Paulo. Record.  tarefas  para  profissionais. o possível e o necessário.  Porto  Editora. Lisboa. Lilia &  MOLINARI. 1996. Porto Alegre: Artmed. Alicia de Pizani.  KRAMER. São Paulo: Cortez Editora.  Peres  T. MORILLO.  Rio  de  Janeiro. 1997. A escrita antes das letras in: SINCLAIR.  COLL.Porto Alegre. O construtivismo na sala de aula.  (org). 1990  _______.leitura  e  de  escrita  dos  alunos. S. César (org). São Paulo.  Reflexões  sobre a proposta pedagógica construtivista. Maribel M.  Porto  Alegre:  Artmed  1998. 2ª edição.  Ensinar. 2002. Ática.  David  R.  PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ‐ Introdução. Delia de Zunino. Ler e escrever na escola. Editora Porto.1992.  Claudia. Emília.  NÓVOA. Artmed. PIMENTEL. Emília. I. Ática. Compreensão da  leitura e expressão escrita. São Paulo: Ática. 1995.  A reflexão sobre a prática pressupõe um arcabouço teórico que dê sustentação às  análises  e  argumentações  da  investigação  dos  alunos‐pesquisadores. O real.  A  ênfase  nas  práticas  educativas  exige  do  aluno  uma  reflexão  teórica.  O  mundo  no  papel:  as  implicações conceituais e cognitivas da leitura e da escrita. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão.  139 . A psicogênese da língua escrita.  Nogueira. 1997.  PALACIOS. A experiência pedagógica.    Bibliografia    ALARCÃO.1996.  ___________ Myriam. A aprendizagem da Linguagem escrita. Artmed.  ________ Emília (org.) A produção de notações na  criança: linguagem.  A  aprendizagem  da  língua  escrita  na  escola.

  TEBEROSKY. Artmed. 1996.  Porto Alegre. 1999. Petrópolis. que poderá ser responsável.  as  quais  deverão  comportar. respeitados os  critérios  descritos  no  Regulamento. Além da alfabetização.  Ana. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem.  2003.  e) Proposta com o número de classes de 1ª série do ciclo I do Ensino Fundamental.  Aprendizagem  da  Linguagem  Escrita  ‐  processos  evolutivos  e  implicações  didáticas.  bem  como  os  números  dos  respectivos  registros  das  matrículas e históricos escolares. Telma.  f) Relação nominal dos alunos selecionados para atuar no Projeto. 1998. Porto Alegre.  Educando  o  profissional  reflexivo:  um  novo  design  para  o  ensino  e  a  aprendizagem. 2003.  COLOMER.  2. (org) A profissionalização dos formadores de professores.  PERRENOUD.  PIAGET. J . Explicitação dos temas a serem abordados nos encontros ao longo do ano. 1998. Brasília:MEC/SEF.  Aprender  a  Ler  e  a  Escrever  ‐  uma  proposta  construtivista. Artmed.  d)  Apresentação  da  matriz  curricular.  no  máximo. 1999  ___________ Compreendendo a leitura. Estratégias de leitura.  SOLÉ.  h) Cronograma e plano de desenvolvimento dos encontros semanais de formação.  c) Indicação do interlocutor administrativo da Instituição.S.  REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ‐ Brasília: MEC/SEF. 1997.  contendo:  1.PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Língua Portuguesa. no máximo. 2003  SCHÖN.  ementas  e  bibliografia  dos  cursos  de  Pedagogia e Letras. 2002  TOLCHINSKY. 2001  REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL. Liliana & TEBEROSKY. Ana. Vozes. 2000. Leitura significativa. Datas e horários das reuniões. A Prática Educativa ‐ Como ensinar. Frank.  por Diretoria e Município. 1999.  Porto Alegre Artmed. São Paulo: Ática. Brasília:MEC/SEF. 1997. Antoni. Porto Alegre: Artmed. Porto Alegre: Editora Artmed. contendo:  a) Dados cadastrais da Instituição. por 02 (duas) turmas.  SMITH.  140 .  WEISZ. Brasília:MEC/SEF.  PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES.  40  (quarenta)  alunos  pesquisadores  para  cada professor orientador.  TOLCHINSKY. L. Artmed. Psicopedagogia da Linguagem Escrita.  TEBEROSKY.      ANEXO II  Plano de Trabalho    Os  planos  de  trabalho  deverão  ser  apresentados  pelas  Instituições  de  Ensino  Superior. a serem atendidas pela Instituição. São Paulo: Editora Ática.  Teresa. Ana. 10ª edição. com respectivo(s) currículo(s) anexo(s). Formação social da mente. Isabel. Porto Alegre. P.  b) Relação nominal  do(s) professor(es) orientador(es) destacados pela Instituição  de Ensino Superior. São Paulo: Editora Ática. Porto Alegre: Artmed.  ZABALA. 1995. Forense ‐ 1967.  D. São Paulo. Martins Fontes. 1997.  Liliana.  g)  Descrição  dos  critérios  utilizados  para  formação  das  turmas  de  orientação  na  Instituição. Seis Estudos de Psicologia.  VYGOTSKY.

 adolescentes e jovens.  formação  e  avaliação.    Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro"    Artigo  381  –  O  Prêmio  "Parlamentar  do  Futuro"  destina‐se  a  desenvolver  e  incentivar a consciência política nas crianças.  os  candidatos  que  tenham  sido  alunos  do  mesmo  estabelecimento no ano anterior. 1º e 4º)      TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR    CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA.  exceto  nas  1ªs  séries. AVALIAÇÃO. tendo como base as normas  curriculares gerais.  formas  de  acompanhamento.  Parágrafo  único  –  Para  matrícula  nas  1ªs  séries  e  nas  vagas  remanescentes  das  demais  séries.  (Lei nº 11.    Artigo 385 ‐ A escola poderá reclassificar os alunos.  (Lei nº 973/76. REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR E  DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais    Artigo  383  ‐  Terão  preferência  para  matrícula  em  Escola  Estadual  de  ensino  fundamental  e  médio. RENDIMENTO. inclusive quando se tratar de  transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior.  141 . RECUPERAÇÃO.i)  Orientações  para  a  atuação  dos  alunos  pesquisadores.402/91)    Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro    Artigo 384 ‐ A Direção dos estabelecimentos que ministram o ensino fundamental  e  médio  deverão  proceder  à  matrícula  dos  alunos  estrangeiros  sem  qualquer  discriminação.  conforme  projeto  pedagógico  constante  no  Anexo  I  desta resolução.  terão  preferência  os  candidatos  com  domicílio  escolar  ou  oriundos  de  creches  situadas no setor abrangido pela escola. no que couber.  j) Planilha de custos que demonstre a previsão mensal da aplicação dos recursos a  serem repassados pela Secretaria de Estado da Educação. 1º. na forma regulamentar.828/05. arts. as mesmas normas regimentais que disciplinam a matrícula de alunos  brasileiros nas escolas do sistema estadual de ensino.    Artigo  382  ‐  A  entrega  do  prêmio  de  que  trata  esta  seção  deverá  ser  efetivada  durante a realização da Sessão do Parlamento Jovem da Assembléia Legislativa do Estado de São  Paulo. art. com o par. por meio de pesquisa sobre a  dinâmica de funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.  observando. único alterado pela Lei nº 7.

     Artigo 387 ‐ A partir do 3º bimestre de 2007.  quando  menores.  aos  pais ou responsáveis.  Parágrafo  único  ‐  As  sínteses bimestrais  e  finais  devem  decorrer da  avaliação  do  desempenho  escolar  do  aluno. art.  o  professor  deverá  emitir. ao longo do bimestre e de todo ano letivo. 3º)     Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final    Artigo  389  ‐  Ao  final  do  semestre/ano  letivo. ou  seja. 4º. 8º)    142 . SE nº 61/07. SE nº 61/07. para  viabilizar  o  Boletim  Escolar  que  será  entregue  aos  respectivos  alunos  ou. os registros de avaliação das 1ª e 2ª  séries  do  ensino  fundamental  a  serem  digitados  no  Sistema  de  Avaliação  e  Freqüência  ‐  SAF  se  restringirão aos componentes curriculares de língua portuguesa e matemática. a nota relativa ao último bimestre e a nota que expressará a avaliação final. arts.  o  registro  das  sínteses  bimestrais e finais dos resultados da avaliação do aproveitamento do aluno. em cada componente  curricular. tendo em vista o  processo inicial de alfabetização.  simultaneamente. à exceção das disciplinas de educação física e arte. CEE nº 16/97.     Artigo 391 ‐ A escola deverá assegurar que os resultados bimestrais e finais sejam  sistematicamente documentados.  (Res.  por  componente curricular. 1º e 2º)    Subseção II  Do Registro de Freqüência    Artigo  388  ‐  O  registro  de  freqüência  do  aluno  de  1ª  a  4ª  séries  do  ensino  fundamental será expresso em dias letivos. arts. arts. 1º e 2º)    Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho    Artigo  386  ‐  Nas  escolas  da  rede  estadual  de  ensino.  (Res. registrando no Sistema as notas e freqüência dos alunos.(Del. conforme a escala numérica especificada no artigo 386.  aquela  que  melhor  reflete  o  progresso  alcançado  pelo  aluno  ao  longo  do  ano  letivo.  realizada  por  diferentes  instrumentos  de  avaliação  e  de  forma  contínua e sistemática. SE nº 61/07. 5º. será efetuado em escala numérica de notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez).  (Res.   Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho de  Classe  e  Série  emitir  o  parecer  sobre  a  situação final do aluno que deverá ser informada no Sistema de Cadastro de Alunos da SEE    Artigo  390  ‐  Será  considerado  como  patamar  indicativo  de  desempenho  escolar  satisfatório a nota igual ou superior a cinco. 6º.

 art.  nos  demais casos. caso esta  seja exigida. por  escrito.  II – ao Conselho Tutelar. a fim de que  não seja ultrapassado o limite permitido de 25% (vinte e cinco por cento) de ausências.  ou  entregue  aos  mesmos  mediante  ciência  inequívoca.  no  caso  de  alunos  com  nota  abaixo  da  média  da  classe  ou  com  conceito  insatisfatório  e. SE nº 61/07.  de  conteúdo  equivalente  ao  do  modelo  anexo. art. o professor responsável registrará em ficha  individual.  (Del. 1º)     Subseção II  Do Pedido de Reconsideração    Artigo 395 ‐  No inicío  de cada  ano letivo.  III – à Vara da Infância e da Juventude.   § 3º ‐ É obrigatório o registro das observações mencionadas no parágrafo anterior.  as  dificuldades  observadas  de  aprendizagem bem como as recomendações aos próprios alunos. as fichas  individuais  das  avaliações  periódicas  constituem  documentos  indispensáveis  para  decisão  do  recurso pela autoridade responsável.  a  Escola  comunicará  aos alunos e  seus  responsáveis  legais  o  calendário  escolar  com  informações  sobre  o  direito  de  pedido  de  143 . art.  § 1º ‐ A comunicação a que se refere o caput tem caráter preventivo.  (Lei nº 13.Artigo 392 – As escolas da rede pública estadual ficam obrigadas a comunicar. 9º)    Seção IV  Da Avaliação do Aluno  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios    Artigo  394  ‐  O  resultado  final  da  avaliação  feita  pela  Escola.  com  preponderância  dos  aspectos  qualitativos  sobre  os  quantitativos e dos resultados obtidos durante o período letivo sobre os da prova final.068/08.  § 1º ‐ Nos termos regimentais. ficará a juízo do diretor. 1º)    Artigo  393  ‐  O  Centro  de  Informações  Educacionais  ‐  CIE  será  responsável  pelo  suporte técnico do Sistema de Avaliação e Freqüência. CEE nº 11/96. afixado em data e local previamente  comunicados  aos  alunos  e  seus  responsáveis  legais.   § 4º ‐ No caso de eventual recurso quanto ao resultado final da avaliação. no conjunto dos  componentes  curriculares  cursados.   § 2º ‐ Após cada avaliação periódica. considerando as características individuais do aluno e indicando sua possibilidade de  prosseguimento de estudos . deve refletir o desempenho global do aluno durante o período letivo.  § 2º ‐ A comunicação deverá ser feita quando for atingido o limite de 20% (vinte  por cento) das faltas.  de  acordo  com  seu  regimento. ouvido o órgão próprio. o resultado final da avaliação de que trata o caput  deste artigo será registrado em documento escolar próprio.  (Res.  a  ocorrência  de  excesso  de  faltas  dos  alunos  regularmente  matriculados  no  ensino  fundamental e no ensino médio:  I – aos pais. aos pais e outras providências a  serem tomadas.

 registrando‐os em Termo de Visita. ou seu responsável legal. sendo legitimados como recorrentes o aluno.  mediante  petição  escrita  e  fundamentada que será protocolada na Escola. mediante  termo de ciência assinado pelo responsável.   §  5º  ‐  Na  impossibilidade  de  reunião.     Artigo  398  ‐  Em  caso  de  pedido  de  reconsideração.  deverá  ser  interposto até o 5º dia subseqüente à data de afixação ou ciência inequívoca prevista no § 1º do  artigo 394.  o  Diretor  da  Escola  decidirá  sobre o mesmo. caso em que  indicará à Direção da Escola os procedimentos necessários.   Parágrafo único ‐ Esgotadas todas as possibilidades de solução na própria Escola.  ouvida  a  Diretoria de Ensino.  a  constituição  do  colegiado  será  definida  pela  direção  da  Escola.  em  processo  apropriado a ser instaurado até o 3º dia subseqüente ao recebimento da representação. em conformidade com a ação supervisora pertinente à avaliação realizada durante o ano  letivo.  quando  for  o  caso. competirá ao Supervisor de  Ensino.     Artigo 397 ‐ No caso de não cumprimento dos artigos 394 e 395. dirigido ao Diretor da Escola e posterior recurso.  Ocorrendo a hipótese de estarem afastados mais de 50% (cinqüenta por cento) dos professores do  aluno  requerente. caberá pedido de  reconsideração. ouvido o órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição ou. 4º e 5º)     Subseção III  Dos Recursos    Artigo 399 ‐ Da decisão da Direção da Escola caberá recurso do aluno ou.  ao  órgão  equivalente  de  Supervisão  delegada  por  legislação  específica. do disposto nos artigos 394 e 395.   § 4º ‐ A comunicação da decisão sobre o pedido de reconsideração. total ou parcial.   (Del.  nos  termos  do  disposto  nos  artigos  398  e  399  incluindo  prazos  e  procedimentos.  colegiado nomeado ad hoc pela direção.  o  pedido  de  reconsideração  poderá  ser  entregue até o 5º dia do mês em que se inicia o período letivo subseqüente.   §  3º  ‐  Não  havendo  na  Escola  procedimentos  que  garantam  ao  aluno  o  cumprimento  do  prazo  previsto  no  parágrafo  anterior. dirigido ao Dirigente Regional de  Ensino  ou. do colegiado referido no caput deste artigo.  no  final do período letivo.reconsideração  ou  recurso. na falta  deste.     Artigo 396 ‐ Divulgados os resultados das avaliações. ouvida a  Direção da Escola. CEE nº 11/96. arts.  constituído por todos os  professores do aluno e  integrantes da equipe pedagógica. 2º. verificar a inobservância. deverá ser feita até o 10º dia subseqüente à interposição do pedido. 3º.   §  2º  ‐  O  pedido  de  reconsideração.   § 1º ‐ A ausência de professores do aluno requerente no colegiado de que trata o  caput  deste  artigo  apenas  se  justificará  em  caso  de  afastamento  das  respectivas  funções. ao aluno ou ao  seu responsável.  dirigido  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino. do seu  responsável  legal.   144 .  por  força  de  recesso  escolar  ou  férias.  quanto à inobservância do disposto nos artigos 394 e 395 o Supervisor de Ensino representará ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  que  decidirá  a  respeito  no  prazo  de  15  (quinze)  dias.  dirigido  ao  Diretor  da  Escola. o mesmo deverá reunir‐se até  o 8º dia do ano letivo subseqüente.

   b) atitudes discriminatórias contra o aluno.   § 2º ‐ O expediente será ainda instruído com relatório elaborado pelo Supervisor  de Ensino da Escola.   § 2º ‐ A escola comunicará ao interessado a decisão do recurso.  ‐ projetos de adaptação e de seu processo de realização (quando for o caso).  deverão  ser  enviados  à  Diretoria  de  Ensino  em  sua  forma  original  ou  sob  a  forma  de  cópias  reprográficas  devidamente  autenticadas pela Escola:   1  ‐  Relatório  do  Supervisor  da  Escola  sobre  a  situação  (baseado  nos  termos  de  visita)  quanto  aos  aspectos  administrativos  e  pedagógicos  que  envolvam  a  análise  e  a  avaliação  dos seguintes documentos:   ‐ planos de ensino do componente curricular objeto da retenção.  com  indicação  dos  critérios utilizados.  até  o  5º  dia  subseqüente  ao  seu  recebimento.  especialmente  os  de  reforço  e  recuperação.  no  mínimo.  instruído  nos  termos  dos  parágrafos  1º  e  2º  deste  artigo.     Artigo 400 ‐ O Dirigente Regional de Ensino emitirá sua decisão de mérito sobre o  recurso  interposto.  necessariamente. visando à superação das deficiências de aproveitamento demonstradas pelo aluno.   § 3º ‐ O recurso ao Dirigente Regional de Ensino deverá ser protocolado na Escola  até o 5º dia subseqüente ao conhecimento inequívoco pelo interessado da decisão do Diretor da  Escola.  2 ‐ Análise do expediente que trata de pedido de reconsideração informado pela  Escola.   145 .  contendo  os  fundamentos  da  decisão  adotada  pelo  colegiado  competente.   § 1º ‐ O relatório da Comissão de Supervisores deverá levar em consideração.  os  seguintes  documentos  abaixo  que. à vista dos documentos referidos no artigo 394 e parágrafos.  ‐ ficha individual de avaliação periódica do aluno prevista no parágrafo 2º do artigo  394 .  devolvendo  o  expediente de imediato à Diretoria de Ensino.  após  o  pronunciamento  de  uma  Comissão  de.  um  dos  quais  o  supervisor  da  respectiva Escola.  ‐ diários de classe.  ‐  projetos  de  avaliação  e  descrição  dos  seus  instrumentos. só se justificando a substituição deste último por afastamento de suas funções.  deverá ser encaminhado pela Escola à Diretoria de Ensino.  ‐ projetos de recuperação e relatório de seu processo de realização.  os  aspectos  que  as  fundamentam  e  levar  em  consideração. no  mínimo.   ‐ atas das Reuniões Pedagógicas em que se analisou o desempenho dos alunos ao  longo e ao final do ano letivo.  3  (três)  Supervisores  de  Ensino.§ 1º ‐  O expediente deverá  ser  instruído  com cópia  do processo  de  que trata  do  pedido  de  reconsideração. mediante termo  de  conhecimento  inequívoco. até o 5º dia subseqüente ao protocolo  do recurso. ao menos um dos seguintes aspectos:   a)  evidência  da  falta  de  procedimentos  pedagógicos  previstos  no  Regimento  Escolar  ou  proposta  pedagógica.  ao  longo  do  ano  letivo.  até  o  30º  dia  subsequente  ao  seu  recebimento.  ‐ histórico escolar do aluno.   §  4º  ‐  O  expediente.  se  requisitados  por  ela.     Artigo  401  ‐  As  decisões  da  Escola  e  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverão  apontar  claramente  e  por  escrito.

     Artigo 402 ‐  Da decisão do Dirigente Regional de Ensino. esta o enviará até o 2º  dia subseqüente à Diretoria de Ensino que.  Conceito  do  aluno:__________8. providenciará sua remessa ao Conselho  Estadual de Educação. a apuração de  responsabilidade das autoridades envolvidas. Nota do Aluno: _____________ 6.  Professor:____________________  3.   (Del. CEE nº 11/96. em igual prazo. arts. 6º. CEE nº 11/96. 7º. Recomendações do professor aos pais:______________________________________  146 . 394)  FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO PERIÓDICA    1.  o  recurso  especial  será  apreciado. quanto aos órgãos educacionais. para apreciação e julgamento.  em  caráter  prioritário. de todos os recursos que receba. 12 e 13)    ANEXO (§ 2º do art. para  o interessado. 9º e 10)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 404 ‐ A inobservância dos prazos estabelecidos nesta seção acarretará.  Número  de  alunos  da  classe  em  cada  conceito:_________________________________________________________________  9.c)  inobservância  das  normas  regimentais  da  Escola.     Artigo  403  ‐  Protocolado  no  Conselho  Estadual  de  Educação. Aluno:___________________________ 2.   Parágrafo único ‐ Recebido o recurso especial pela Escola. 8º.  em  especial  as  referentes  a  avaliação. Recomendações do professor ao aluno:______________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  11.  observadas  as  normas  regimentais  para  apreciação  e  julgamento. Disciplina e Série: _________________ 4.   (Del. Período da avaliação:____________  5. 11. Principais dificuldades do aluno:  ________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________  10. recuperação e promoção.     Artigo  405  ‐  A  documentação  do  pedido  de  reconsideração  ficará  arquivada  na  Escola e a do recurso na Diretoria de Ensino. Nota Média da Classe: _________________  7. caberá recurso especial  ao  Conselho  Estadual  de  Educação. instruída com o expediente respectivo.   d) inobservância de outras normas e leis aplicáveis. arts.  que  poderá  ser  interposto  mediante  petição  protocolada  na  Escola ou na Diretoria de Ensino. o indeferimento do seu pedido e.     Artigo 406 ‐ Os recursos previstos nesta seção não têm efeito suspensivo. devendo constar do prontuário do aluno cópias de  todas as decisões exaradas.

  § 1º –  Para os efeitos desta seção consideram‐se alunos do exterior aqueles que  freqüentaram.  deve  classificar  o  aluno  levando  em  conta  seu  grau  de  desenvolvimento.  devem  solicitar  matrículas junto à unidade escolar.    Artigo 408 – Aluno do exterior. comparando‐a com as exigências do sistema brasileiro. que pretende a equivalência de seus  estudos em nível de conclusão do ensino fundamental ou médio. em cuja jurisdição residir.  escolaridade anterior e competências.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar. Outras observações: _____________________________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________    _________________    ______________________     ________________  Data e visto dos pais            Data e visto do Diretor           Data e visto do      ou responsável             Supervisor       Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior    Artigo 407 – A equivalência de estudos realizados no exterior em nível do ensino  fundamental e médio. exclusivamente ou por período superior a dois anos.  (•) A Deliberação CEE nº 10/97 encontra‐se anexada a esta unificação. regula‐se pelo disposto nesta  seção. Providências do professor e da Escola para auxiliar o aluno: ______________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  13.    Artigo 410 – Alunos do sistema brasileiro. deve apresentar sua solicitação  diretamente na Diretoria de Ensino. a  Diretoria de Ensino levará em conta a análise da escolaridade do aluno e os seus direitos no país  de origem. deve requerer matrícula diretamente na unidade escolar de seu  interesse.  § 2º –  São considerados como alunos do sistema brasileiro de ensino aqueles que  freqüentam escola no exterior por período de até dois anos.________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  12. nos termos da Deliberação CEE nº 10/97 (•). no sistema de ensino do Estado de São Paulo.  Parágrafo único – Para declarar a equivalência de estudos em nível de conclusão. escolas sediadas fora do país.  que  pretendam  prosseguir  seus  estudos  no  ensino  fundamental  ou  médio. que pretende prosseguir seus estudos em cursos  de ensino fundamental e médio. tal como definido no § 2º do artigo 407.    Artigo 409 – Aluno proveniente do exterior.  de  acordo  com  sua  proposta  pedagógica  e  seu  regimento.  147 .

  não  podendo  contudo  decidir  de  forma  que  aluno  tenha  seus  estudos  comprimidos. solicitando a competente e eficaz verificação.Parágrafo único – A unidade escolar levará em conta o disposto no parágrafo único  do  artigo  408  .    Artigo  411  –  Na  análise  da  documentação  trazida  pelo  aluno  proveniente  do  exterior.  III  ‐  verificada  irregularidade  na  vida  escolar  do  aluno  passível  de  regularização.  comunica  o  fato  ao  solicitante. 4º.  falha  ou  omissão  nos  registros.  IV  ‐  constatada  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade. 2º. caberá sempre recurso ao Conselho Estadual de  Educação. conforme o caso:  I ‐ comprovada a regularidade dos registros.  observando  as  normas  legais  vigentes e os meios técnicos disponíveis.  para  verificar  a  autenticidade  da  documentação. confirma sua autenticidade e devolve ao solicitante.    Artigo 416 ‐ Nos casos a que se refere o inciso IV do artigo anterior. confirma a autenticidade e devolve o  documento ao solicitante.  II  –  diligenciar. no que tange à conclusão de curso.  adotando  os  seguintes  procedimentos. o Diretor da Escola deverá explicitá‐la.    Artigo 414 ‐ Havendo dúvidas quanto à exatidão.  o  Supervisor  responsável  pela  Unidade  Escolar  efetuará  a  sua  verificação.  imediatamente  após  a  constatação  da  irregularidade  para  tomar  a  termo  suas  declarações. facultando‐lhe ampla defesa e produção de provas.   148 . sempre que entender necessária para sua  compreensão. arts. 3º.    Artigo  415  ‐  Recebida  a  documentação  na  Diretoria  de  Ensino.  Parágrafo  único  –  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá  avocar  qualquer  processo sempre que houver interesse. 1º. se  menor  de  idade.  (Del. 5º e 6º)      Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares    Artigo  413  ‐  O  Diretor  da  Escola  deverá  proceder  à  minuciosa  verificação  da  documentação  escolar  apresentada  para  efetivação  da  matrícula.  determina  à  Escola  a  emissão de novo documento.    Artigo 412 – De qualquer decisão. dando ciência do fato ao solicitante. CEE nº 21/01. a escola que  solicitou a conferência deve convocar o interessado representado por seu pai ou responsável. encaminhando‐o à Diretoria de Ensino da área  de jurisdição da Escola a que ele se refere.  pelo  meios  possíveis.  II  ‐  constatada  incorreção.  providencia encaminhamento ao órgão competente. autenticidade ou legitimidade do  documento. o responsável pela análise poderá:  I – solicitar tradução da documentação. em caso de necessidade.

 caso o  aluno tenha realizado estudos em nível superior.  mediante  portaria  que.    Artigo 421 ‐ Aplicam‐se as disposições desta subseção aos casos de documentação  enviada para conferência por instituições de ensino superior e outros órgãos. a Diretoria de Ensino tomará as seguintes providências:  I ‐ oficiar ao órgão representativo do Ministério da Educação.    Artigo 422 ‐ As instituições com sistema de supervisão próprio. mediante  portaria a ser homologada pelo Supervisor de Ensino e encaminhada para a publicação no Diário  Oficial pelo Dirigente Regional de Ensino. a convocação  do interessado deverá ser procedida pela escola a que se refere o documento escolar.    Artigo  417  ‐  Comprovada  a  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.  no  que  couber. devem ser tomadas as providências previstas nos artigos 416 e 418. a anulação será  feita por meio de portaria do Dirigente Regional de Ensino.  II ‐ oficiar ao Conselho Regional da Categoria para o caso de o aluno ter cursado  habilitação profissional.  III  ‐  concluir  e  encaminhar  o  processo  à  Coordenadoria  de  Ensino  à  qual  está  jurisdicionada.    Artigo  420  ‐  Após  a  anulação  dos  atos  escolares  e  possíveis  documentos  expedidos.    Artigo 418 ‐ Após a publicação de anulação de documentos.  encaminhando os atos anulatórios às Coordenadorias de Ensino.  homologada pelo Supervisor de Ensino. proceder à anulação dos mesmos.  seguirão  as  instruções  contidas  nesta  subseção. por delegação do  Secretário  da  Educação  do  Estado  de  São  Paulo.  149 .  cabe  ao  Diretor da Escola a que os documentos se referem.  mediante  Resolução.  Parágrafo único ‐ Em se tratando de escola extinta ou inexistente.  Parágrafo único ‐ Para as situações previstas no caput deste artigo. nos termos do artigo  417. 418. 419 e 420. expedida por escolas ou instituições de outros Estados da Federação. que tomará as providências pertinentes ao caso.  anular  os  atos  escolares  praticados  pelo  aluno  e  possíveis  documentos  emitidos.  Parágrafo  único  ‐  Confirmada  a  falta  de  autenticidade  ou  idoneidade  da  documentação.  devem ser adotados os procedimentos previstos nos artigos 417. nos termos do artigo 418.  inclusive publicação  em  DOE e  não  tendo  o  interessado  atendido  à  convocação  no  prazo  fixado  pela  autoridade  competente. em São Paulo.   § 2º ‐  Utilizados todos  os meios de  comunicação.    Artigo  419  ‐  Quando  a  matrícula  for  instruída  com  documentação  que  suscite  dúvidas. conforme a área de localização  da escola. será encaminhada pelo Dirigente Regional de Ensino para  publicação no Diário Oficial. o Diretor da Escola  deve  solicitar  a  conferência  diretamente  aos  órgãos  das  respectivas  Secretarias  de  Estado  da  Educação.    Artigo  423  ‐  As  situações  que  não  se  enquadrem  nesta  subseção  deverão  ser  encaminhadas às respectivas Coordenadorias de Ensino.§1º ‐ O resultado do procedimento deve ser comunicado à escola a que se refere o  documento. para publicação em Diário Oficial.  deve  o  Diretor  da  Escola  onde  o  interessado  tenha  usufruído  direitos  indevidos.  Convênios  ou  Termos  de  Cooperação  Técnica.

 em nível de conclusão de uma das  quatro primeiras séries do ensino fundamental. 3º)    Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade    Artigo 429 ‐ A realização da prova de escolaridade para clientela não escolarizada  ou semi‐alfabetizada.2. CEE nº 18/86.  III – designar um ou mais professores para:  a)  elaborar as provas. apurar‐se‐á preliminarmente esta suspeição. SE nº 307/86.  (•) A Indicação CEE nº 8/86. 1º.  150 .  aplicar‐se‐ão  as  disposições  da  subseção  anterior.    Artigo 425 ‐  O  Conselho Estadual de Educação poderá  avocar  ex officio qualquer  protocolado que trate de regularização de vida escolar.05.s.    Artigo 430 ‐ Compete ao Diretor da Escola:  I – atender e entrevistar o candidato. 2º.(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14. integrante da Deliberação CEE nº 18/86. para fins de ingresso no mercado de trabalho ou  prosseguimento de estudos.  considerando‐se a situação específica de cada aluno. encontra‐se anexada a esta unificação.    Artigo  427  ‐  Da  decisão  das  escolas  e  Diretorias  de  Ensino  caberá  recurso  ao  Conselho Estadual de Educação. na forma desta subseção. arts.  Parágrafo  único  –  Somente  após  encerrado  o  processo  apuratório  de  eventuais  irregularidades  no  funcionamento  da  escola.  § 2º ‐ O órgão recorrido terá o prazo de 30 dias para decidir o recurso. deverá fazê‐lo no prazo de 10 dias. 3º e 4º)    Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor    Artigo 428 ‐ Quando a irregularidade na vida escolar do aluno ensejar suspeita de  ação dolosa por parte da Direção de Escola ou de seus Mantenedores ou ainda de funcionários de  órgão da Pasta.  (Del. será regida pelas disposições desta seção. com idade igual ou superior a 14 anos.    Artigo 426 ‐ A análise dos protocolados referentes à regularização de vida escolar  obedecerá às disposições da Indicação CEE nº 8/86 (•).  II – marcar a data para a realização da prova de escolaridade. 1º a 11)    Subseção II  Dos Procedimentos para Tramitação de Expedientes/Processos de Regularização de Vida Escolar    Artigo 424 – A Secretaria da Educação procederá à regularização de vida escolar de  alunos do ensino fundamental e médio do sistema estadual de ensino. através de diligência ou sindicância.  (Res.  § 1º ‐  A parte  interessada em recorrer. art. art.  conforme a legislação em vigor. após  ciência da decisão.

  b) a finalidade do mesmo.   §  3º  ‐  A  avaliação  de  competências  poderá  indicar.    Artigo  432  ‐  Competem  às  Diretorias  de  Ensino  a  orientação. nas diretrizes curriculares nacionais e na base  nacional  comum  do  currículo.    Artigo 434 ‐ A idade referencial para matrícula inicial no ensino fundamental será a  de seis anos.  a  necessidade  de  educação especial.  § 1º ‐ A prova de escolaridade será arquivada na Escola.  IV – Com base no parecer conclusivo do professor. expedir o respectivo atestado.  a  qual  indicará  a  necessidade  de  eventuais  estudos  de  aceleração  ou  de  adaptação.   § 1º ‐ O mesmo referencial será adaptado para matrícula nas etapas subseqüentes  à inicial. arts. a série ou termo a que tem direito a matricular‐se.  ainda.  a  partir  de  resultados periódicos parciais e. em função da idade.   § 2º ‐ A matrícula do aluno transferido ou oriundo de fora do sistema estadual de  ensino  será  feita  tendo  como  referência  a  idade.  via  regular ou estudos equivalentes. tanto para ingresso no mercado de trabalho como para  prosseguimento de estudos e. 3º. na série ou termo definido no competente atestado expedido. devem ser adotadas providências  para que a transição de um ciclo para outro se faça de forma a garantir a progressão continuada. 1º.  o  controle  e  o  acompanhamento do processo previsto nesta seção. SE nº 310/89.b) estabelecer os critérios para avaliação das mesmas.  151 .  (Res. no final de cada período letivo.  o  qual  deve  ser  objeto  de  recuperação  contínua  e  paralela. neste caso.  bem  como  a  avaliação  de  competências.  no  ensino  fundamental  do  Sistema de Ensino do Estado de São Paulo terá duração de oito anos.  com  fundamento nos conteúdos mínimos obrigatórios.   § 2º ‐ No caso de opção por mais de um ciclo.  especificando:  a) o nível de escolaridade atingido. se necessário.  c) corrigir e emitir. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada  Subseção I  Da Progressão Continuada    Artigo  433  –  O  regime  de  progressão  continuada. que deverá ser obrigatoriamente proporcionada pelas redes públicas de ensino  fundamental. na própria prova.   § 1º ‐ O regime de que trata este artigo pode ser organizado em um ou mais ciclos.  mantida  preferencialmente a matrícula no período adequado. que não poderá ultrapassar ao de conclusão de  4ª série do ensino fundamental.  §  2º  ‐  A  Escola  deverá  manter  livro  próprio  para  registro  dos  dados  pessoais  do  candidato bem como dos elementos citados nas alíneas “a” e “b” do inciso IV deste artigo.    Artigo  431  ‐  O  Diretor  da  Escola  envidará  todos  os  esforços  no  sentido  de  incentivar  o  candidato  ao  prosseguimento  de  seus  estudos.  com  a  conseqüente  matrícula. a análise e o parecer conclusivo sobre o nível  de escolaridade atingido pelo candidato.  realizada  por  professor  designado  pela  direção  da  escola. datando‐a e assinado‐a no seu final.   § 3º ‐ O regime de progressão continuada deve garantir a avaliação do processo de  ensino‐aprendizagem.

 de avanço. as escolas de ensino fundamental devem.  verificando  periodicamente os casos especiais previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 434.  para  que  estas  solicitem  a  devida  colaboração  do  Ministério  Público.  devendo os demais  encaminhar  seus projetos  à  apreciação  da  respectiva  Diretoria  de  Ensino  do  Estado.   §  3º ‐  Os  estabelecimentos  de ensino  de  municípios  que  tenham  organizado  seu  sistema de ensino terão seu projeto educacional apreciado pelo respectivo Conselho de Educação.   III  ‐  atividades  de  reforço  e  de  recuperação  paralelas  e  contínuas  ao  longo  do  processo e.   IX ‐ dispositivos regimentais adequados.   §  1º  ‐  Os  projetos  educacionais  da  Secretaria  da  Educação  e  das  instituições  de  ensino  que  contem  com  supervisão  delegada  serão  apreciados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.   II ‐ tomar as providências cabíveis. ao final de ciclo ou nível.   VIII ‐ forma de implantação.   V ‐ indicadores de desempenho.  (Del. de aproveitamento e de aceleração de estudos. entre outros aspectos. de reforço.   VI ‐ controle da freqüência dos alunos.  Artigo  435  ‐  O  projeto  educacional  de  implantação  do  regime  de  progressão  continuada deverá especificar. se necessárias.   III ‐ encaminhar a relação dos alunos que excederem o limite de 25% de faltas às  respectivas  Diretorias  de  Ensino.   X  ‐  articulação  com  as  famílias  no  acompanhamento  do  aluno  ao  longo  do  processo. mecanismos que assegurem:   I ‐ avaliação institucional interna e externa. de  reconhecimento. tomar as seguintes providências:  I  ‐  alertar  e  manter  informados  os  pais  quanto  às  suas  responsabilidades  no  tocante à educação dos filhos. CEE nº 9/97.   VII ‐ contínua melhoria do ensino.  de  modo  a  permitir  a  apreciação  de  seu  desempenho em todo o ciclo. 1º ao 5º)          152 . arts.   § 2º ‐ Os projetos educacionais dos estabelecimentos particulares de ensino serão  apreciados pela respectiva Diretoria de Ensino.     Artigo 436 ‐ Com o fim de garantir a freqüência mínima de 75% por parte de todos  os alunos. conduzindo a uma avaliação  contínua  e  cumulativa  da  aprendizagem  do  aluno.   II ‐ avaliações da aprendizagem ao longo do processo.   IV ‐ meios alternativos de adaptação. de reclassificação. implementação e avaliação do projeto. fornecendo‐lhes informações sistemáticas sobre freqüência e aproveitamento escolar. no âmbito da escola. além daquelas a serem adotadas no âmbito  do próprio estabelecimento de ensino. inclusive no que se refere à freqüência dos mesmos.     Artigo  437  ‐  Cabe  à  supervisão  de  ensino  do  sistema  orientar  e  acompanhar  a  elaboração  e  a  execução  da  proposta  educacional  dos  estabelecimentos  de  ensino. dos Conselhos Tutelares e do CONDECA. junto aos alunos faltosos e  respectivos professores.

  após  estudos  de  reforço  e  recuperação.  § 4º ‐ O parecer conclusivo do Conselho de Classe ou Série será registrado em livro  de ata específico.  II  –  solicitação  do  próprio  aluno  ou  seu  responsável  mediante  requerimento  dirigido ao Diretor da Escola.  até o final do primeiro bimestre letivo e. regular ou  supletivo.  §  1º  ‐  A  avaliação  de  competências  deverá  ser  realizada. com base nos  resultados de avaliação diagnóstica. por meio da progressão parcial.    Artigo 439 ‐ As escolas.  § 2º ‐ Poderá ser reclassificado o aluno que não obteve freqüência mínima de 75%  do total de horas letivas para aprovação no ano anterior. 1º e 2º)        153 . ocorrerá a partir de:  I – proposta apresentada  pelo professor ou professores do aluno.  Parágrafo único – Os alunos serão classificados na série subseqüente. arts.  poderão  dar  continuidade  à  sistemática até então adotada. com ou sem documentação comprobatória de estudos anteriores.  as  disciplinas  em  que  não  obtiveram  êxito  no  período  letivo  anterior. devidamente assinado e homologado pelo Diretor de Escola.  §  3º  ‐  Os  resultados  das  avaliações  serão  analisados  pelo  Conselho  de  Classe  ou  Série.  a  critério  da  escola  e  conforme  sua  disponibilidade. com dependência cursada  mediante  orientação  de  estudos  e  freqüência  optativa  do  aluno.    Artigo  441  ‐  A  reclassificação  definirá  a  série  adequada  ao  prosseguimento  de  estudos  do  aluno.Subseção II  Da Progressão Parcial    Artigo  438  ‐  As  escolas  que  mantêm  ensino  médio  poderão  adotar  a  progressão  parcial  de  estudos  para  alunos  que.  até  15  dias  após  solicitação do interessado.  concomitantemente  ou  não. cuja proposta pedagógica para o ensino médio.  que  indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  classificado.  § 5º ‐ Para o aluno da própria escola a reclassificação deverá ocorrer.  em  série  mais  avançada  do  ensino  fundamental e médio.  tendo  como  referência  a  correspondência  idade/série  e  a  avaliação  de  competências nas matérias da base nacional comum do currículo. SE nº 21/98.  bem  como  a  necessidade  de  eventuais estudos de adaptação. em qualquer  época do período letivo.  não  tiverem  sido  promovidos em até 3 disciplinas. no máximo.  (Res. nos termos desta subseção. 1º e 2º)    Seção IX  Do Processo de Reclassificação    Artigo  440  ‐  A  reclassificação  de  alunos. em regime  de  progressão  parcial  .  podendo  cursar. SE nº 20/98. com cópia anexada  ao prontuário do aluno.  (Res. contemple ou venha a contemplar a flexibilização curricular. por docente(s) da unidade escolar  indicado(s) pelo Diretor de Escola. arts. para o aluno recebido por transferência ou oriundo de  país estrangeiro.

 totalizando 30 horas semanais.  Parágrafo  único  ‐  A  organização  curricular  deverá  pautar‐se  pela  Proposta  Pedagógica  das  Classes  de  Aceleração  no  Ensino  Fundamental  e  ser  flexibilizada  da  maneira  a  explicitar:  1 ‐ formas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos alunos.  § 1º ‐ Será considerado aluno com defasagem idade/série aquele que ultrapassar  em 2 ou mais anos de idade prevista.  154 .    Artigo 446 ‐ A avaliação do aproveitamento escolar deverá resultar da análise do  processo de desenvolvimento do aluno e ter como objetivos:  I ‐ detectar as defasagens e  necessidades do processo de ensino aprendi‐zagem.  II  ‐  Aceleração  II  para  alunos. com as Diretorias de Ensino e os diretores das escolas   quais unidades escolares que poderão implantar Classes de Aceleração.    Artigo 445 ‐ As classes de aceleração serão organizadas em 2 ciclos ‐ Aceleração I e  Aceleração II.  gradualmente. conjuntamente. com 10 anos ou mais  de idade.  com  11  anos  ou  mais de idade.  Parágrafo único ‐ As classes de aceleração serão constituídas de.    Artigo 444 ‐ O critério para implantação das classes de aceleração será o índice de  defasagem idade/série dos alunos matriculados no Ensino Fundamental.  por  meio  da  implantação  de  Classes  de  Aceleração  integradas às séries desse grau de ensino.  no máximo. 20 e.  §  2º  ‐  A  implantação  a  se  efetivar. no mínimo.Seção X  Das Classes de Aceleração    Artigo  442  –  A  rede  estadual  de  ensino  pode  promover    a  Reorganização  da  Trajetória  Escolar  no  Ensino  Fundamental.  3 ‐  alternativas de retomada  dos conteúdos curriculares. para a série.    Artigo  443  ‐  As  Classes  de  Aceleração  visam  a  eliminar  distorção  idade/série  no  Ensino  Fundamental  por  meio  da  implantação  de  uma  estrutura  didático‐pedagógica  própria.  2 ‐ definir.  no  Ensino  Fundamental  contemplará os alunos matriculados de 1ª a 4ª série.  procedentes  da  3ª  e/ou  4ª  série.  I ‐ Aceleração I para alunos.  inserida  na  proposta  educacional  da  escola  e  flexibilizada  em  termos  de  seriação  e  organização  curricular. procedentes da 1ª e/ou 2ª série.  § 3º ‐ Caberá às Coordenadorias de Ensino:  1  ‐  identificar  as  Diretorias  de  Ensino  que  apresentam  os  maiores  índices  de  defesagem idade/série. 25 alunos e funcionarão com carga de 5 horas diárias.  § 4º ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  1 ‐ acompanhar o processo de organização e instalação das classes de aceleração   nas UEs. objeto da respectiva matrícula.  2  ‐  níveis  de  avanços  e  graus  de  dificuldades  encontrados  pelos  alunos  no  desenvolvimento das atividades propostas.  2 ‐ supervisionar a ação pedagógica.

  1º  ao  5º  ano  do  ensino  fundamental. o professor indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  matriculado.  § 1º ‐ O processo de evolução do aluno deverá ser objeto de registro sistemático   por parte do professor.  (Res.  155 .    Artigo  448  ‐  O  trabalho  docente  das  escolas  que  vierem  a  implantar  Classes  de  Aceleração  contará  com  o  apoio  dos  documentos  específicos. 6º e 7º )    Seção XI  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  449  ‐  A  partir  de  2010.  ou  por  qualquer  outra  forma pedagogicamente recomendável.  todos  os  professores  do  ciclo  I.  oportunidades  de  estudos  de  recuperação.  elementos  para  emissão  de  parecer  conclusivo  do  professor.II  ‐  propor  alternativas  para  superação  das  dificuldades  e  aprofundamento  do  conhecimento. síntese do desempenho escolar de cada aluno. ao final do ano.  § 2º ‐ Os alunos do Ciclo de Aceleração I. 2º.  submetendo  seu  parecer  à  homologação  do  Conselho de Ciclo ou Série. deverá ser programado. nas aulas a  esse fim destinadas.  3) à avaliação sistemática e regular do processo de recuperação contínua.  a  ser  homologado  pelo  Conselho de ciclo ou série. 5º. 1º.  §  1º  ‐  A  carga  horária  de  trabalho  pedagógico  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  destina‐se:  1) à atuação direta dos professores em intervenções pedagógicas que superem as  dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos nas aulas regulares.  4)  à  atuação  direta  e  diversificada  dos  professores  no  atendimento  das  necessidades  de  aprendizagem  dos  alunos.  objetivando  superar  as  dificuldades encontradas pelos alunos no processo de escolarização. a unidade escolar deverá  se  reorganizar  continuamente  de  modo  a  assegurar  o  desenvolvimento  de  todos  os  recursos  disponíveis para a recuperação previstos nesta seção.  individualmente  ou  em  grupos  previamente  constituídos. documentado e previamente divulgado aos pais.  de  forma  continua  e  imediata.  indicativo  das  possibilidades  de  continuidade  de  estudos. arts.  para  garantir.    Artigo 450 ‐ Para atendimento à recuperação contínua.  nível  de  conhecimento.  § 1º ‐ Todo trabalho de recuperação desenvolvido pelos professores.  ou  Ciclo  de  Aceleração  II  e  os  alunos  do  Ciclo  de  Aceleração  II  serão  promovidos para a 5ª série.  capacitação  e  acompanhamento  técnico. poderá  ocorrer  com  agrupamento  de  alunos  por  série. conforme Ficha  de Avaliação a ser encaminhada às Diretorias de Ensino e   2  ‐  ao  final  do  ano  letivo.    Artigo 447 ‐ Ocorrendo transferências ao longo do ano letivo. serão promovidos para a  4ª  série. devendo as escolas serem supridas com recursos didáticos e materiais adequados. na forma prevista no item 4 do parágrafo anterior.  propiciando situações didáticas adequadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem.  2)  ao  acesso  a  subsídios  pedagógicos  que  auxiliem  o  professor  em  sala  de  aula.  § 2º ‐ O atendimento. 3º.  ou  5ª  série. de forma a permitir :  1 ‐ por semestre.4º. SE nº 77/96.  farão  jus  a  seis  horas  de  trabalho  pedagógico.

 implementar e acompanhar as propostas aprovadas.  § 1º ‐ A continuidade da presente proposta para os anos seguintes dependerá dos  resultados obtidos na avaliação a que está sujeita a proposta. 1º a 8º )    Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio    Artigo  454  ‐  Os  estudos  de  recuperação.  §  2º  ‐  Os  casos  omissos.  f)  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  g)  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  desenvolvidas  pela  Diretoria  de  Ensino. ao final de cada bimestre.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar. os critérios  de agrupamentos de alunos e ou de formação de grupos.  c) coordenar.  b) definir.  e)  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  aprovação. o resultado  alcançado ao longo dos estudos de recuperação. quando necessárias.    Artigo 452 ‐ As turmas e as matrículas dos alunos encaminhadas para recuperação  paralela serão cadastradas em opção específica no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de  São Paulo.  após  a  devida  análise  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  da  Oficina  Pedagógica  responsável  pelo  Programa  “Ler  e  Escrever”. arts. nos registros de avaliação  dos alunos.  § 3º ‐ Continua vigendo o Projeto Intensivo no Ciclo ‐ PIC.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação. Coordenadorias e Equipe do  Ciclo I da CENP.§ 2º ‐ Deverão ser lançados.  justificando  a  necessidade de sua continuidade. no ano de 2010. juntamente com o professor responsável pela recuperação. quando necessário. os critérios de encaminhamento e a forma de realização.  consultada  previamente a equipe do Ciclo I da CENP. em conjunto com os professores envolvidos.    Artigo 451 ‐ Na  viabilização das atividades de recuperação dos alunos. os resultados alcançados nos estudos de recuperação.  destinados  aos  alunos  dos  cursos  regulares  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e  do  ensino  médio. caberá ao  Diretor e ao Professor Coordenador:  a) elaborar.  das  escolas  da  rede  pública  156 . SE nº 92/09. ao final do semestre.  (Res.    Artigo 453 ‐ O processo de recuperação contínua criado e implantado nos termos  desta seção será acompanhado e avaliado pela Diretoria de Ensino. a definição do local.  quando  devidamente  apresentados  e  justificados  pela  Direção  e  Supervisão  de  Ensino.  serão  decididos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino. providenciando  as reformulações. as respectivas propostas.  d)  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.

  paralela  e  ao  final  do  ciclo. pontuem as intervenções pedagógicas viabilizando a  retomada dos conhecimentos.  Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  Equipe  Gestora. em grupos de alunos do mesmo nível de ensino.  na seguinte conformidade:  I ‐ escolas com até 15 (quinze) classes. que necessitem desse atendimento.  157 .    Artigo  456  ‐  As  unidades  escolares  com  classes  de  ensino  regular  de  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e/ou  de  ensino  médio  passarão  a  contar  com  conjuntos  indivisíveis  de  10  (dez)  aulas  de  Língua  Portuguesa  e  de  10  (dez)  aulas  de  Matemática. 3 (três) conjuntos de cada disciplina. e  III ‐ escolas com 30 (trinta) ou mais classes. devem:  I ‐ constar da proposta pedagógica da escola e ser organizada mediante proposta  do  Conselho  de  Classe/Ano  e  ou  do  Professor  Coordenador  e  implementada  de  acordo  com  o  disposto nesta seção. a título de carga suplementar.  § 2º ‐ A atribuição das aulas de que trata este artigo processar‐se‐á de acordo com  a legislação vigente sobre o assunto. a composição do conjunto de aulas poderá ser reduzida  para 8 (oito) aulas.  como  um  mecanismo  que  busca  desenvolver  e/ou  resgatar  as  competências  e  as  habilidades  necessárias  à  interação  do  aluno com os conteúdos do currículo que vêm sendo trabalhados pelos docentes.    Artigo  455  ‐  Os  estudos  de  recuperação.  II  ‐  ser  assegurados  ao  aluno  de  forma  imediata.  organizar  as  formas  e  o  tempo  de  atendimento  necessários  à  superação das dificuldades dos alunos.  juntamente  com  os  professores  responsáveis  pela  recuperação.  II  ‐  subsidiar  os  demais  professores  das  disciplinas  previstas  nesta  seção  no  desenvolvimento da recuperação contínua.  2  (dois)  conjuntos  de  cada disciplina.  II  ‐  escolas  com  16  (dezesseis)  a  29  (vinte  e  nove)  classes.    Artigo 457 ‐ A atribuição das aulas a que se refere o parágrafo 2º do artigo anterior  deverá recair em docente que se enquadre no perfil requerido ao desenvolvimento do projeto e  que se comprometa a:  I ‐ assistir e apoiar todos os alunos dos turnos de funcionamento do ciclo II e/ou do  ensino médio.  III ‐ participar dos conselhos de classes dos alunos atendidos. saberes e conceitos não compreendidos pelos alunos.  como  recuperação  contínua  ou  paralela.  III  ‐  se  constituir  em  propostas  próprias  que.    Artigo 458 ‐ O apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem  de atendimento específico dar‐se‐á:  I ‐ prioritariamente.  tão  logo  diagnosticadas  as  dificuldades  de  aprendizagem. organizados  por classe/série.  visam  a  garantir  de  forma  contínua.estadual. 1 (um) conjunto de cada disciplina.  como  um  direito  garantido  aos  alunos  desses níveis de ensino.  § 1º ‐ Excepcionalmente. quando se tratar de atribuição.  oportunidades  de  superação das dificuldades encontradas ao longo de seu processo de escolarização.  priorizem  as  ações  resultantes  de  reuniões de trabalho e/ou formação coletiva. a docente efetivo  incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente.  destinadas  ao  desenvolvimento das atividades de recuperação que se fizerem necessárias ao longo do ano letivo. por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios. das HTPCs ‐ Horas de  Trabalho Pedagógico Coletivas e das Orientações Técnicas promovidas pela Diretoria de Ensino.

    Artigo  458  A  ‐  Aos  professores  das  disciplinas  de  Língua  Portuguesa  e  de  Matemática da grade curricular do ciclo II e/ou do ensino médio. quando inferior à obtida na recuperação.  III  ‐  elaborar.  explicitando  a  natureza  das  competências. aferindo os avanços conquistados.  a  proposta  de  recuperação a ser aprovada pelo Dirigente Regional de Ensino.    Artigo 458 C ‐ Ao Diretor de Escola e ao Professor Coordenador caberá:  I ‐ elaborar.  no  Conselho  de  Classe  Final. com parecer conclusivo do Supervisor de Ensino.  IV  ‐  definir.  habilidades  e  conteúdos  que  deverão  ser  desenvolvidos  com  os  alunos  que  apresentam  necessidades  educacionais  especiais.  registrando  os  avanços  observados em sala de aula e na recuperação paralela.  IX  ‐  subsidiar  os  professores  da  respectiva  disciplina  na  seleção. em ata. as respectivas propostas.  quais  os  alunos  que  necessitam  de  recuperação desde o início do ano letivo subsequente explicitando quais as dificuldades a serem  sanadas.II  ‐  em  caráter  excepcional.  com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação.  V ‐ incorporar os resultados da avaliação das atividades de recuperação na síntese  do desempenho bimestral do aluno. após a devida apreciação conjunta  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  de  Oficina  Pedagógica  da  respectiva  disciplina. na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina. registrando esses resultados e substituindo a nota do aluno  no bimestre.  VI  ‐  zelar pela  incorporação e registro dos resultados da  avaliação das atividades  de recuperação.    Artigo  458  B  ‐  Aos  docentes  responsáveis  pelas  aulas  de  recuperação  paralela.  II  ‐  desenvolver  atividades  significativas  e  diversificadas  que  levem  o  aluno  a  superar suas dificuldades de aprendizagem.  promovidos para o ciclo II.  juntamente  com  o  Professor  Coordenador.  III  ‐  utilizar  diferentes  materiais  e  ambientes  pedagógicos  que  favoreçam  a  aprendizagem do aluno.  organização  e  desenvolvimento da recuperação contínua. de um trabalho específico.  caberá:  I  ‐  identificar  detalhadamente  as  dificuldades  de  aprendizagem  dos  alunos  apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta seção. caberá:  I ‐ identificar as dificuldades dos alunos.  para  aqueles  alunos  que  necessitam.  e  de  forma  individualizada.  158 . dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos  de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno.  bem  como  com  os  concluintes  do  ciclo  I. temporariamente.  V ‐ avaliar continuamente os alunos atendidos.  II  ‐  avaliar  sistematicamente  o  desempenho  dos  alunos. definir os conteúdos. para superação das dificuldades diagnosticadas.  IV ‐ manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com  o respectivo Professor Coordenador. em conjunto com os professores envolvidos. com vistas a sinalizar o tempo necessário  de permanência deles na recuperação. desde o início do ano letivo. as expectativas de  aprendizagem  e  os  procedimentos  avaliatórios  a  serem  adotados.  VII ‐ cuidar do registro. com indicação de recuperação paralela.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  conjunta  da  Supervisão  de  Ensino  e  da  Oficina Pedagógica e posterior aprovação pelo Dirigente Regional de Ensino.

 os  critérios de agrupamento dos alunos e/ou de formação dos grupos.  quando  devidamente  justificados  pela  Supervisão  de  Ensino.    Artigo  458  E  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  de  Ensino.  providenciando as reformulações.  VI  ‐  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  justificando  sua continuidade.  VII  ‐  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  promovidas  pela  Diretoria  de  Ensino.  II ‐ orientar.  III  ‐  coordenar. os impactos das atividades de recuperação  no desempenho escolar dos alunos.  III ‐ analisar e avaliar.  em  conjunto  com  a  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  I ‐ acompanhar e avaliar a execução das atividades desenvolvidas pelas Diretorias  de Ensino nas diferentes formas de recuperação. juntamente com o professor responsável pela recuperação paralela. semestralmente.  II  ‐  apresentar  estudos  conclusivos  sobre  os  resultados  obtidos  na  recuperação  paralela e de ciclo. quando necessárias.II ‐ definir. o local. quando necessário.  III  ‐  capacitar  os  Professores  Coordenadores  e  os  docentes  responsáveis  pelas  atividades de recuperação paralela no início e no decorrer do ano letivo. aprovando‐as.  serão  decididos  pelo  159 . período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.    Artigo  458  H  ‐  Os  casos  omissos  à  operacionalização  das  diretrizes  estabelecidas  nesta  seção. principalmente nas Oficinas  Curriculares de Hora da Leitura e de Experiências Matemáticas. acompanhar e avaliar a implementação das propostas de recuperação  da aprendizagem.  IV  ‐  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar.    Artigo 458 D ‐ À Equipe de Supervisão de Ensino e à da Oficina Pedagógica caberá:  I ‐ analisar as propostas apresentadas pelas escolas. os critérios de encaminhamento e a forma de realização. quando as ações previstas forem compatíveis com o diagnóstico das  dificuldades apresentadas pelos alunos. os resultados  alcançados ao longo desses estudos.  V  ‐  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos. ao final do semestre.    Artigo  458  G  ‐  Não  se  aplicam  as  disposições  desta  seção  às  escolas  de  tempo  integral que deverão desenvolver atividades de recuperação contínua. observando as expectativas de  aprendizagem.  implementar  e  acompanhar  as  propostas  aprovadas.  IV  ‐  acompanhar  e  avaliar  as  propostas  em  andamento  e  decidir  sobre  sua  continuidade.    Artigo 458 F ‐ No processo de recuperação de estudos de que trata esta seção. os  grupos e as matrículas dos alunos serão cadastrados em opção específica no Sistema de Cadastro  de Alunos do Estado de São Paulo.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação.

  ou  das  próprias escolas. irregularidade que implique  anulação de  atos  escolares.  em  relação  ao  estabelecimento de ensino que dirige. 1º a 14)    Seção XII  Dos Documentos Escolares  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar    Artigo 459 ‐ A verificação da regularidade e autenticidade da vida escolar far‐se‐á  exclusivamente  na  escola  onde  o  aluno  concluiu  o  curso  ou  nível  de  ensino  de  qualquer  modalidade e. mediante análise dos documentos que permitiram a matrícula  nas sucessivas séries. arts.  adaptações.   Artigo  460  ‐  As  transferências  entre  unidades  escolares  vinculadas  ao  sistema  estadual  de  ensino  terão  os  documentos  encaminhados  por  meio  dos  interessados. a fim de prevenir irregularidades. inclusive  no que se refere à nomenclatura das disciplinas e cargas horárias.  160 .    Artigo 463 ‐ Verificada a qualquer tempo.    Artigo  462  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  manter  o  arquivo  das  atas  de  resultados  finais. inclusive a identificação do Diretor e Secretário.  compete  ao  Diretor  da  escola  a  anulação  dos  mesmos. arts.  dependências.  III – desenvolver trabalho de orientação. que efetuará as diligências necessárias.510/76.  referidas  no  artigo  79.  Parágrafo único – Ocorrendo alguma dúvida quanto à legalidade do documento.    Artigo 458 I ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e/ou ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  baixar  instruções  que  se  fizerem  necessárias  ao  cumprimento do disposto nesta seção.  deverão tomar as seguintes providências:  I  –  verificar  prontuários  dos  alunos  das  séries  finais  de  cada  nível  de  ensino  ou  curso.  IV  –  anotar.  V – verificar a correção dos documentos escolares em seus aspectos formal e de  conteúdo. SE nº 93/09.  consultados  previamente  o  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e/ou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. 2º e 4º)    Subseção II  Das Competências e Atribuições    Artigo  461  ‐  Os  Supervisores  de  Ensino.  II – verificar se os currículos cumpridos estão de acordo com a legislação.  no  desempenho  de  suas  atribuições.  componentes  curriculares.  as  providências  julgadas  necessárias. o  Diretor deverá dirigir‐se à respectiva Diretoria de Ensino.  (Res. responsáveis pelos mesmos.  independentemente  das relações de concluintes.  inciso  II.  observando  a  correção  da  carga  horária. não sendo aceitos documentos rasurados.  do  Decreto  7.Dirigente  Regional  de  Ensino. ao final do mesmo. estágios e demais aspectos necessários.  em  termo  de  visita.  (Res.  "i".  relativamente aos casos verificados. SE nº 25/81.

 integrando módulos do sistema GDAE ‐ Gestão Dinâmica de Administração Escolar. 5º.  (Res.  II ‐ confirmação dos nomes dos concluintes. previamente  cadastrados.  um  número único  e  intransferível.Parágrafo  único  –  O  ato  anulatório  do  Diretor  da  escola  deverá  ser  homologado  pelo Supervisor e comunicado ao Dirigente Regional de Ensino que providenciará sua publicação  no Diário Oficial do Estado e informará ao Ministério da Educação. as eventuais retificações encaminhadas pelas unidades  161 . integrarão  a publicação informatizada objeto desta subseção.  §  2º  ‐  O  número  gerado  deverá  ser  transcrito  nos  Certificados  e  Diplomas. sob a responsabilidade do Secretário de Escola.  § 3º ‐ Os alunos concluintes de cursos de Educação Profissional.  IV  ‐  publicação  dos  nomes  dos  alunos  concluintes.  para  cada  curso  concluído. atribuição do Supervisor de Ensino. arts.  §  1º  ‐  O  número  gerado  se  constituirá  número  de  registro  do  Diploma  do  Curso  Normal  de  nível  médio  e  dos  Diplomas  das  Habilitações  Profissionais  cujos  planos  de  curso  integram o Cadastro Nacional de Educação Profissional de Nível Técnico.  observadas  as  competências  e  atribuições  conferidas  pelos  respectivos  atos  normativos.    Artigo  466  ‐  No  ato  da  publicação  o  sistema  gerará  por  aluno. o procedimento de  visto‐confere.  da  responsabilidade  do  Dirigente Regional de Ensino. 6º e 8º)    Seção XIII  Da Escrituração Escolar  Subseção I  Da Informatização do Sistema de Publicação de Nomes de Alunos Concluintes de Estudos de  Nível Fundamental e Médio    Artigo 464 ‐ A publicação dos nomes dos alunos concluintes de nível fundamental  e  médio. bem como dos anos subseqüentes.  a  divulgação  da  publicação  informatizada  deverá  estar disponibilizada no sistema até cento e vinte dias após a data de conclusão dos estudos dos  respectivos alunos.    Artigo  465  ‐  A  publicação  informatizada  de  que  trata  o  artigo  anterior  consistirá  das seguintes etapas básicas:  I ‐ cadastramento de alunos.  passará  a  ser  efetuada  de  maneira  informatizada  e  veiculada  pela  Internet.  enquanto o sistema não disponibilizar a emissão automática destes documentos numerados.  passarão  a  utilizar  suas  senhas  pessoais  e  intransferíveis  para  operar  no  sistema  e  responderão pelas respectivas informações prestadas. competência do Diretor de Escola. substituindo.  Parágrafo único ‐ Os agentes executores envolvidos neste processo.  a  partir  de  2001. estruturados nos  termos de legislações anteriores à atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.  III ‐ validação dos atos praticados pela escola.  que confirmará  a  autenticidade  dos  atos  escolares  dos alunos e dos Certificados e Diplomas expedidos.     Artigo  467  ‐  A  partir  de  2003.  Parágrafo único ‐ Disponibilizados na internet os nomes dos alunos concluintes em  2001. atendidas as normas de segurança previstas  pelo sistema para cada uma das etapas. dessa forma. que  se constitui ferramenta de acompanhamento e controle das atividades escolares e de atualização  das bases de dados gerenciais da Secretaria da Educação. SE nº 25/81.

    Artigo 468 ‐ As escolas vinculadas às redes de ensino com supervisão própria. obedecendo as seguintes diretrizes:  I – despertar o interesse dos alunos para a educação como um todo.  expedidos  por  instituições  estrangeiras. arts.  vacinação.  sobre  tóxicos.  III – participar de campanhas preventivas promovidas pelo Governo do Estado. 1º ao 7º)    Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação    Artigo  471  ‐  Fica  expressamente  vedado  o  registro  de  informações  relativas  à  filiação do aluno. contarão com Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE.  AIDS.  (Lei nº 11.  desde  que  devidamente  revalidados e registrados de acordo com a Resolução CFE nº 4. em diplomas. discussão do curso escolar.  visando  o  respeito  à  saúde  e  ao  corpo.  atendidos  os  procedimentos  contidos  nesta  subseção. 1º e 2º)    162 .264/02. CEE nº 4/95.  II  –  atuar.  (Del. 1º)      CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE  Subseção I  Da Criação e Atribuições    Artigo 472 – As escolas da rede oficial de ensino do Estado. de 7 de julho de 1980.  (Res. SE nº 108/02.  promovendo  cursos.    Artigo  473  ‐  Cabe  à  CIVE  orientar  e  desenvolver  as  atividades  voltadas  para  a  melhoria da vivência escolar. certificados e outros documentos expedidos por estabelecimentos  escolares  vinculados    ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  (educação  básica  e  ensino  superior). segurança nas escolas.    Artigo  470  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  baixar  portaria  contendo  instruções  complementares. bem  como  o  órgão  responsável  pela  coordenação  dos  exames  supletivos  darão  publicidade do  nome  dos  alunos  concluintes  no  sistema. estimulando a  prática de normas sadias de vida. arts.expedidoras somente poderão ser efetuadas pela autoridade responsável pela referida publicação  à vista do termo de confirmação realizado pelo representante do respectivo órgão de supervisão.  palestras  e    campanhas  educacionais. art.  e  aqueles a serem estabelecidos em portaria específica. com mais de 5 (cinco)  salas de aula. eventos esportivos.    Artigo 469 ‐ Os nomes dos portadores de diplomas e certificados de habilitações  profissionais  de  nível  médio. serão objeto  de publicação informatizada nos termos desta subseção.  entre  outros.  de  forma  preventiva.

 cabendo  à Direção do estabelecimento proporcionar condições ideais para as reuniões.  em local da escola.  (Lei nº 11.  VI – solicitar condições para o cumprimento das decisões da CIVE.  § 3º ‐ A CIVE terá suas proposições aprovadas em reunião.  sendo  que  cada  sala  de  aula  terá no máximo 2 (dois) alunos representantes.  das reuniões da CIVE. cabendo aos alunos.  dentre  os  seus  representantes. 4º .  assumindo o membro  seguinte mais  votado.264/02.    Artigo 476 ‐ Compete ao Vice‐Presidente da CIVE substituir o Presidente nos seus  impedimentos eventuais. da Direção da escola e dos  funcionários.    Artigo 477 ‐ Compete ao Secretário a divulgação.  § 2º ‐ Participará da reunião da CIVE qualquer aluno ou autoridade. arts.  eleger o Vice‐Presidente e o Secretário.  II – coordenar as reuniões. 3º.  § 1º ‐ Será abonada a falta escolar do aluno que participar da reunião da CIVE. mediante votação por  maioria simples de votos. e terá tantas reuniões extraordinárias quantas se fizerem necessárias. por meio daqueles eleitos pela maioria. ou aquele indicado pelos  alunos  da mesma sala  de  aula.  § 1º ‐ A eleição dos representantes dos alunos. distribuídos na  seguinte conformidade:  I – 1/3 (um terço) de representantes dos professores.  anualmente. encaminhando à Direção da escola as decisões tomadas.    Artigo 479 ‐ A CIVE reunirá todos os membros. titulares e suplentes. pelo menos 1 (uma) vez por mês.  II  –  2/3  (dois  terços)  de  representantes  dos  alunos.  § 3º ‐ Perderá o mandato o membro que tiver mais de 3 (três) faltas injustificadas.Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências    Artigo  474  ‐  A  Direção  da  escola  designará.  III – presidir as reuniões. 5º e 6º)    Subseção III  Da Composição. far‐se‐á por  escrutínio secreto ou por indicação dos integrantes da mesma sala de aula.  sendo  permitida  1  (uma) reeleição.  163 . do Mandato e das Reuniões    Artigo 478 ‐ Os membros da CIVE serão em número de 20 (vinte).  V ‐ prestigiar e incentivar a participação de todos os alunos nos assuntos da CIVE. por meio de boletins e de murais.  IV – manter o bom relacionamento entre a CIVE e a Direção da escola. o Presidente da CIVE. a critério do  Presidente ou do Vice‐Presidente.  §  2º  ‐  O  mandato  dos  membros  titulares  será  de  1  (um)  ano.    Artigo 475 ‐ Compete ao Presidente da CIVE:  I – convocar os membros para as reuniões.

 caput e §§ 2º. por estagiários do magistério ou de ensino superior.685/00.  § 2º ‐ Sempre que possível. conforme o  caso.    Artigo  483  ‐  O  acompanhamento  educacional  será  realizado  de  acordo  com  as  diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação.§  4º  ‐  As  reuniões  serão  lavradas  em  atas. 2º. na forma a ser estabelecida  pelos profissionais responsáveis pelo tratamento.  com  as  assinaturas  dos  membros  presentes. 3º e 4º)    Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde    Artigo  485  –  Aplicam‐se  as  disposições  desta  subseção  a  quaisquer  casos  de  alterações  de  saúde  que  impeçam  a  atividade  escolar  normal  do  discente. 7º e § 1º do art. 8º)    Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar ‐ SIAVE    Artigo 480 ‐ Uma vez por ano haverá a Semana Interna Anual de Vivência Escolar –  SIAVE. arts. se internadas no mesmo estabelecimento de saúde. das quais os alunos tomarão conhecimento por meio de boletins e murais. 8º.  §  1º  ‐  O  estabelecimento  de  ensino  em  que  a  criança  ou  o  adolescente  estejam  regularmente  matriculados  fornecerão. possibilidades e condições do paciente. 3º. 4º e 5º do art. tal atendimento será feito em grupos de crianças ou  adolescentes.264/02. 9º)    Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para Tratamento de  Saúde  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado    Artigo 481 ‐ É assegurado à criança e ao adolescente internados para tratamento  de  saúde  por  tempo  indeterminado.    Artigo 484 ‐ A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão  realizadas  de  acordo  com  os  critérios  a  serem  fixados  pelo  estabelecimento  de  saúde.    Artigo 482 ‐ O acompanhamento educacional se destina à criança e ao adolescente  em  idade  escolar.  professores  e  autoridades convidadas. podendo ser prestado. 1º.  (Lei nº 10.264/02.  164 .  (Lei nº 11. art.  pelas  limitações  que  impõem ao mesmo ou pelos riscos que podem ocorrer.  consideradas as necessidades.  o  acompanhamento  educacional  durante  o  período  de  internação.  (Lei nº 11. para outros discentes e  para os que têm atribuições em instituição educacional ou que a ela comparecem.  os  programas  básicos  das  matérias ministradas.  quando  serão  discutidos  assuntos  de  grande  importância  pelos  alunos. art. para ele próprio.  sempre  que  necessário. a fim de propiciar o acompanhamento.  de  acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade.  regularmente  matriculado  em  estabelecimento  de  ensino  fundamental.

§  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  se  aplica  a  afecções  perenes. em que todos têm sua parte a cumprir.  para  isso.  verificada  a  existência  de  requisitos  e  de  condições  necessárias  à  continuidade  dos  estudos.  também.  devem  zelar  pela  confidencialidade  do  diagnóstico  e  dos  dados  e  informações  médicas  que  lhe  sejam  inerentes. 2º. sempre  que pertinente.  sendo  incapaz. deverá ser igualmente cumprido o disposto nos artigos 487  e 488. 4º e 5º)    Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual    Artigo  490  ‐  O  Programa  de  Atendimento  ao  Deficiente  Visual  em  idade  escolar  tem as seguintes finalidades:  165 .  incluirá  no  despacho  concedente  a  indicação  dos  procedimentos  pedagógicos  a  serem  adotados  no caso. docentes e funcionários que.  de  modo  a  se  fortalecer.  no  educando.  é  requisito  indispensável  o  cuidadoso  acatamento  das  prescrições  de  seu  médico. notadamente seus responsáveis legais. tenham plena compreensão de  que se trata de colaboração entre a família e a instituição. arts. de modo a não haver  prejuízo de sua qualidade.  venham  a  ter  conhecimento  do  caso  de  exceção. observado o disposto no artigo  anterior  manterá  completa  e  atualizada  a  documentação  comprobatória  de  cada  caso.  à  disposição  das  autoridades  educacionais  competentes. que lhes impeça o exercício das respectivas responsabilidades. habilidades e competências.  àquelas  de  manifestações  descontínuas  e  intermitentes.    Artigo 489 ‐ Em caso de recurso de natureza administrativa ou de procedimentos  no âmbito judicial referentes ao caso. parto e puerpério. aos estados que se relacionem com gravidez.  a  convicção  de  que  deve  ser  o  primeiro  a  zelar  por  sua  saúde  e. 1º. assim como às não repetitivas e às de cunho circunstancial.  a  orientação  dada  pela  instituição  dedicará  especial  atenção  à  adequada formação das respectivas aptidões. CEE nº 59/06.  §  2º  ‐  O  discente  ou. emitido exclusivamente pelo médico responsável pelo tratamento.  Parágrafo único ‐ Nos casos de discentes de ensino superior ou de cursos técnicos  e  profissionalizantes  em  geral.  seus  responsáveis  legais. por  força  de  suas  atribuições.    Artigo 488 ‐ A direção da instituição educacional.  juntará  ao  requerimento  de  condições  especiais  para  as  atividades  escolares  o  atestado  comprobatório  do  motivo da solicitação.    Artigo 486 ‐ A decisão de deferimento do requerimento das condições especiais a  que  se  refere  esta  subseção.    Artigo 487 ‐ A direção da instituição educacional. 3º.  §  3º  ‐  A  instituição  educacional  procederá  de  modo  que  o  discente  e  seus  familiares.  às  de  existência  contínua  e  às  de  longa  duração  e.  é  de  competência  da  direção  da  instituição  educacional  que. estendendo‐se.  (Del.  bem como pela privacidade e respeito ao discente e a seus familiares.  as  quais  estarão  igualmente  vinculadas  à  confidencialidade e à preservação da privacidade. quando incapaz.

 bem como sua  prevenção. constará do seguinte:  I  ‐  promoção  de  aulas  práticas  e  teóricas  sobre  técnicas  de  higiene  bucal.  (Lei nº 11. adulta e infantil. preferencialmente.  de  forma  intersetorial.  para a implementação da política. o combate à obesidade.    Artigo  494  ‐  O  programa  deverá  acontecer  semestralmente. a que se refere o artigo anterior.257/02.  III ‐ informatizar a produção de material específico e agilizar sua distribuição para  deficientes visuais. à leitura. instituído pelo artigo  anterior.  166 . tem a finalidade de implementar ações eficazes para a  redução de peso. 1º e 2º)     Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal    Artigo 492 ‐ O Programa de Saúde Bucal será desenvolvido no âmbito das escolas  públicas de ensino fundamental.  II  ‐  promover  a  melhoria  da  qualidade  do  ensino  por  meio  do  aperfeiçoamento  constante dos professores especializados na área. denominada "São Paulo Mais Leve".     Artigo 493 ‐ O programa. através de materiais informativos e institucionais. escolas e postos de saúde.  II ‐ esclarecimentos sobre risco de doenças bucais e outros agravos. tais como parques.  ministradas por profissionais da área. à pesquisa e à cultura.  coordenado pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social do  Estado de São Paulo. arts.641/94. 2º e 3º)    Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve"    Artigo 495 – A Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado de São  Paulo.  projetos  e  ações.  (Decreto nº 38. principalmente aos alunos da rede estadual de ensino. arts. e à obesidade mórbida da população  paulista.  se  fará  em  consonância  com  as  diretrizes  do  Programa  Estadual  de  Atenção  à  Pessoa  Portadora de Deficiência.  respeitada  na  sua  adoção a conveniência funcional de cada estabelecimento de ensino.    Artigo 491 ‐ O desenvolvimento e a execução do Programa. 1º.    Artigo 496 – Constituem‐se diretrizes da Política "São Paulo Mais Leve":  I  ‐  promoção  e  desenvolvimento  de  programas.  II ‐ o combate à obesidade infantil na rede escolar.  que  efetivem  no  Estado  o  direito  humano  universal  à  alimentação  e  nutrição  adequadas.I  ‐  garantir  aos  alunos  portadores  de  cegueira  e  de  visão  subnormal  os  instrumentos  necessários  para  o  acesso  ao  conteúdo  programático  desenvolvido  na  escola  comum.  IV ‐ a promoção de campanhas:  a)  de  conscientização  que  ofereçam  informações  básicas  sobre  alimentação  adequada.  III ‐ a utilização de locais públicos.

  VIII ‐ o direcionamento especial da política às comunidades que registrem baixos  índices de pobreza e desenvolvimento econômico e social.    Artigo  499  –  Constituem‐se  objetivos  da  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento à Gravidez na Adolescência:  I  ‐  a  promoção  da  prevenção  da  gravidez  precoce. arts.  II ‐ Deverá respeitar e seguir as diretrizes gerais definidas pelo Conselho Estadual  dos Direitos da Criança e do Adolescente.  por  meio  de  ações  desenvolvidas nos serviços de saúde e nas escolas. arts. visando à consecução dos objetivos da Política “São  Paulo Mais Leve”  (Lei nº 12.  III ‐ o atendimento psicológico grupal e individual e a orientação psicossocial. 2º e 4º)    Seção V  Da Gravidez na Adolescência    Artigo  498  –  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência observará as disposições desta seção. 3º e 4º)            167 .  como  forma  de  prevenir  tanto  a  obesidade quanto a desnutrição.  psicólogos.  empresas de comunicação.972/05. 1º.  VI  ‐  a  integração  às  políticas  estadual  e  nacional  de  segurança  alimentar  e  de  saúde.  em  parceria  com  as  entidades  representativas  da  área  de  propaganda.  II ‐ a orientação quanto aos métodos contraceptivos.  tornando‐o  um  agente  multiplicador  da  segurança  alimentar  e  nutricional  em  sua  plenitude. 1º. 2º. para cumprimento dos  objetivos  estabelecidos. enfermeiros e educadores.  V  ‐  a  capacitação  do  servidor  público  estadual  que  trabalha  diretamente  com  a  população.b)  de  estímulo  ao  aleitamento  materno.283/06. assistentes sociais.  VII ‐ a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos  alimentícios  infantis.  (Lei nº 11. entidades da sociedade civil e do setor produtivo.    Artigo 497 ‐ O Estado poderá celebrar convênios e parcerias com a União.  IV ‐ o atendimento ambulatorial e o acompanhamento pré‐natal. municipais e  entidades representativas da sociedade civil de assistência médica e social. Estados  e Municípios e entidades da sociedade civil.  formada  por  médicos.     Artigo 501 ‐ Poderão ser celebrados convênios com órgãos federais.    Artigo  500  ‐  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência atenderá aos seguintes requisitos:  I  ‐  Será  desenvolvida  por  uma  equipe  interdisciplinar.

  jurídico  e  social. em particular aos usuários de drogas.  II  ‐  o  resultado  do  teste  deve  permanecer  estritamente  protegido  pelo  segredo  profissional. juventude. não os estigmatizando ou discriminando  e manter inserido na escola e no trabalho o usuário de drogas e em tratamento quando ele assim  precisar. justiça e  emprego.  a  solidariedade e a inserção social dos usuários de drogas. as mesmas condições previstas para as demais doenças na Lei  10. deverá  estabelecer políticas de prevenção.  incluindo os desconfortos. previdência.  III ‐ prover as condições indispensáveis à garantia do pleno atendimento e acesso  igualitário dos usuários de drogas aos serviços e ações da área de saúde.  centros  esportivos  e  outros  próprios  no  Estado de São Paulo.  que articulem os diferentes campos da saúde.    168 . estimulando e promovendo atividades públicas e privadas de forma a:  I  ‐  promover  esclarecimentos  que  visem  conscientizar  o  conjunto  da  população  sobre as ações de prevenção e programas de tratamento voltados para os usuários de drogas. do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas    Artigo 502 ‐ O Governo do Estado. de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. de todas as formas.  IV  ‐  desenvolver  atividades  permanentes  que  busquem  prevenir  a  infecção  dos  usuários de drogas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). estratégias. durante o tratamento. família. riscos.  Parágrafo único – Se o dependente de drogas for servidor público estadual. sempre que necessário.  III  ‐  as  pessoas  soropositivas  devem  ser  informadas  do  resultado  do  teste.  II  ‐  não  sofrer  discriminação  em  campanhas  contra  o  uso  de  drogas  que  diferenciem os usuários dos dependentes.  psicológico. efeitos colaterais e benefícios do tratamento. cuidados. sem constrangimento ou obrigação. tipos e etapas de tratamentos.  Parágrafo  único  –  Para  os  efeitos  do  disposto  nesta  subseção. psicológicas e sociais.    Artigo 503 ‐ São direitos fundamentais dos usuários de drogas:  I  –  garantia  de  não  exclusão  de  escolas.  III  ‐  o  acesso  a  tratamentos  que  respeitem  sua  dignidade. Hepatite C ou outras patologias  conexas.  permitindo  sua  reinserção social.  amparadas  do  ponto  de  vista  médico.  II  ‐  desenvolver  campanhas  que  visem  informar  e  estimular  o  diálogo.  V ‐ apoio psicológico durante e após o tratamento. serão  garantidas. por meio de seus órgãos competentes. tratamento e de reinserção dos usuários de drogas. pela sua condição de usuário de drogas. educação. sendo  necessárias as seguintes medidas:  I ‐ a testagem sorológica deve ser procedida com aconselhamento pré e pós‐teste.  IV ‐ ser informado.  e  encaminhadas  para  os  serviços públicos especializados.    Artigo  504  ‐  Os  testes  anti‐HIV  e  para  Hepatites  B  e  C  devem  ser  estimulados  a  todas as pessoas.261.  considera‐se  a  dependência  de  droga  uma  situação  provisória  que  expressa  um  sofrimento  que  se  traduz  em  dificuldades físicas.Seção VI  Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras Drogas  Subseção I  Da Prevenção.

  (Lei nº 9.    Artigo 509 ‐ Ficará a critério da direção da escola a marcação das datas e horários  dessas  palestras.  bem  como  seus  familiares. arts.  os  pais  e/ou  outros  familiares. para tanto. 1º. do Álcool e das Drogas"    Artigo  508  ‐  O  "Programa  de  Educação  Específica  Contra  os  Males  do  Fumo.  com  período mínimo de antecedência de dois meses.  do  Álcool  e  das  Drogas"  em  todas  as  Escolas  Públicas  do  Estado. além  do prejuízo social deles decorrentes.1º. 2º. 3º)          169 . sexta.  esclarecendo  sobre  os  riscos  decorrentes  da  dependência química. 1º e  2º)    Subseção III  Do "Programa de Educação Específica contra os Males do Fumo. 3º e 4º)    Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes    Artigo  506  –  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes  desenvolverá  políticas  e  atividades  voltadas  à  criança  e  ao  adolescente.258/06. a  fim de que busquem tratamento nos órgãos e entidades especializadas.  tendo em vista os efeitos deletérios que todos esses vícios têm sobre o organismo humano.Artigo 505 ‐ Todos os usuários de drogas terão acesso à vacina de Hepatite B.   (Lei nº 12.  §  2º  ‐  Poderão  participar.830/97.  para  maior integração da comunidade ao programa ora proposto.  IV  ‐  auxiliar  a  criança  e  o  adolescente. dependentes de drogas e entorpecentes.  ou  até  de  todo  o  corpo  discente da escola.  § 1º ‐ A obrigatoriedade de que trata o caput refere‐se aos jovens matriculados na  quinta.  bem  como  a  possível  unificação  de  algumas  turmas. sétima e oitava série do Ensino Fundamental. arts.  visa  a  prevenir  que  os  pré‐ adolescentes  se  tornem  fumantes.  como  convidados. 2º e art. caput e §§ 1º e 5º do art.  viciados  na  ingestão  de  álcool  e/ou  consumidores de  drogas.  esclarecendo e informando sobre os males decorrentes do uso de entorpecentes e drogas afins.297/06.  III ‐ orientar a criança e o adolescente. locais disponíveis para a sessão dentro  do próprio estabelecimento.  (Lei nº 12.  §  3º  ‐  Os  conferencistas  deverão  ser  convidados  pela  Direção  da  Escola.  na  busca  de  soluções e medidas eficazes para o combate à dependência. na medida em que existam.    Artigo  507  ‐  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes tem por objetivo:  I ‐ alertar sobre os malefícios causados à saúde física e mental do usuário da droga  e do entorpecente. par.  II  ‐  atuar  preventivamente. único do art.

  (Lei nº 10. filosófica ou psicológica. ética. 1º e 2º)    Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual    Artigo  514  ‐  Será  punida.  intimidatória  ou  vexatória. os casos de maus tratos envolvendo  seus alunos.  visando  concretizar o que dispõem os itens anteriores deste parágrafo único. arts.  II ‐ proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento  público ou privado.  III  ‐  praticar  atendimento  selecionado  que  não  esteja  devidamente  determinado  em lei. aberto ao público. de ordem moral. SE nº 277/88. bissexual ou transgênero. de  que tiverem conhecimento.429/99.  durante  uma  semana  de  cada  ano. arts.  III  ‐  inibir  a  cultura  da  violência.    Artigo  515  ‐  Consideram‐se  atos  atentatórios  e  discriminatórios  dos  direitos  individuais  e  coletivos  dos  cidadãos  homossexuais.  170 .  constrangedora.  despertando  nas  crianças  e  adolescentes  do  Estado  a  consciência  da  importância  da  solidariedade  humana  e  do  respeito  aos  direitos  fundamentais da pessoa como pressupostos primordiais da vida em sociedade.  nos  termos  desta  subseção.  (Res.Seção VII  Da Campanha Anual de Combate à Violência e Exploração contra Crianças e Adolescentes no  Estado de São Paulo    Artigo  510  –  A  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  à  Exploração  Contra  Crianças e Adolescentes tem por objetivos:  I ‐ combater toda e qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes. 1º e 4º)    Artigo  512  ‐  As  direções  das  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  São  Paulo  deverão comunicar ao Conselho Tutelar das respectivas áreas. em locais visíveis. funcionários e alunos a denunciar os casos de maus tratos. em relação ao menor. incluindo a afixação  das espécies legais  nas escolas da rede pública e privada do Estado.  toda  manifestação  atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual. no  Estado. principalmente as relacionadas ao trabalho infantil e à exploração sexual.    Artigo  513  ‐  As  direções  das  escolas  deverão  criar  condições  que  estimulem  professores.  nas  escolas  da  rede  pública  e  particular  de  ensino  do  Estado.  para  os  efeitos  desta subseção:  I  ‐  praticar  qualquer  tipo  de  ação  violenta.  II  ‐  planejar  e  adotar  medidas  efetivas  de  esclarecimento  às  crianças  e  adolescentes sobre os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.    Artigo  511  ‐  O  Poder  Executivo  adotará  todas  as  providências  cabíveis  e  necessárias para a publicização do disposto nesta seção.  IV  ‐  promover  atividades  de  caráter  educativo  e  sócio‐culturais.  bissexuais  ou  transgêneros.

  III  ‐  comunicado  de  organizações  não‐governamentais  de  defesa  da  cidadania  e  direitos humanos.  VIII  ‐  proibir  a  livre  expressão  e  manifestação  de  afetividade.  §  2º  ‐  Recebida  a  denúncia. em razão do porte do estabelecimento.  de  caráter  privado  ou  público.  IV ‐ suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias.  V ‐ cassação da licença estadual para funcionamento.  VII  ‐  inibir  ou  proibir  a  admissão  ou  o  acesso  profissional  em  qualquer  estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional.    Artigo 518 ‐ O cidadão homossexual.261.  instaladas  neste  Estado. pensões ou  similares. sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis. resultarão inócuas.  § 2º ‐ Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando  for verificado que. ou seu preposto.  sendo  estas  expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.  VI ‐ praticar o empregador.  que  intentarem  contra  o  que  dispõe  esta  subseção. compra.    Artigo 516 ‐ São passíveis de punição o cidadão. que terá início mediante:  I ‐ reclamação do ofendido. seguida da identificação de quem faz a denúncia. em  caso de reincidência.IV ‐ preterir. aquisição.  II ‐ multa de 1000 (um mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  via  internet  ou  fac‐símile  ao  órgão  estadual  competente  e/ou  a  organizações  não‐ governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos. sobretaxar ou impedir a locação.  em função da orientação sexual do empregado.  telegrama. bissexual ou transgênero que for vítima dos  atos  discriminatórios  poderá  apresentar  sua  denúncia  pessoalmente  ou  por  carta.  telex. inclusive os detentores de função  pública. de 28 de outubro de 1968.  competirá  à  Secretaria  da  Justiça  e  da  Defesa  da  Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição  das penalidades cabíveis.    Artigo 519 ‐ As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou  qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as  seguintes:  I ‐ advertência. arrendamento ou  empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade.  com  ou  sem  fins  lucrativos.  III ‐ multa de 3000 (três mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  V ‐ preterir.  e  toda  organização  social  ou  empresa.  civil  ou  militar.  §  1º  ‐  As  penas  mencionadas  nos  incisos  II  a  V  deste  artigo  não  se  aplicam  aos  órgãos  e  empresas  públicas. na forma da lei.  II ‐ ato ou ofício de autoridade competente. motéis. o  sigilo do denunciante. garantindo‐se.  171 .  § 1º ‐ A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato  discriminatório.  cujos  responsáveis  serão  punidos  na  forma  do  Estatuto  dos  Funcionários Públicos Civis do Estado ‐ Lei nº 10. atos de demissão direta ou indireta.    Artigo 517 ‐ A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta subseção será  apurada em processo administrativo.

 4º.  no  exercício  de  suas  funções  e/ou  em  repartição  pública.  (Lei nº 10.  deverá  ser  comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença.  igual  oportunidade de acesso ao trabalho.  da  lei  serão  aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos. 5º.  (Lei nº 10.     Artigo  524  ‐  A  Merenda  Escolar  será  distribuída  aos  alunos  matriculados  no  período  noturno  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio. 1º.  sem  prejuízo  da  distribuição  que  já  vem  sendo  feita  aos  alunos  das  escolas  de  ensino  fundamental  dos  períodos  diurnos.  igualmente.  comunicando‐se.  V ‐ destacar a participação do negro na formação histórica da sociedade brasileira.  seminários  e  debates  descentralizados objetivando a reflexão crítica de diretores e professores sobre a importância do  negro na formação cultural e histórica do país. 2º.  II  ‐  combater  e  eliminar  as  diferentes  manifestações  de  preconceito  e  discriminação étnica e racial no Estado. à educação.  sem  qualquer  distinção  de  raça.  a  autoridade  municipal  para  eventuais  providências  no  âmbito  de  sua competência. 1º e 2º)      CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar    Artigo  523  –  A  utilização  de  alimentos  transgênicos  na  composição  da  merenda  fornecida aos alunos é proibida nos estabelecimentos de ensino oficiais do Estado de São Paulo. arts. ao lazer e à segurança. 6º e 7º)    Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial    Artigo  521  ‐  A  política  para  a  superação  da  discriminação  racial  no  Estado  será  desenvolvida nos termos desta subseção pelo Poder Público em parceria com a sociedade civil e  terá por objetivos:  I  ‐  assegurar  a  todos.    Artigo  520  ‐  Aos  servidores  públicos  que.  deixarem  de  cumprir  os  dispositivos.  172 . 3º.  III ‐ preservar e valorizar as diferenças culturais e religiosas dos diferentes grupos  étnicos do Estado.  como  parte  integrante  do  planejamento  anual  das  escolas  públicas  do  Estado.  Parágrafo  único  ‐  Essa  distribuição  será  efetuada  com  o  excedente  da  Merenda  Escolar destinada aos alunos do período diurno. arts.  IV  ‐  garantir  aos  diferentes  grupos  étnicos  livre  espaço  para  manifestações  políticas e culturais.    Artigo  522  ‐  Fica  autorizada  a  Secretaria  da  Educação  a  promover.948/01. à moradia. que providenciará a sua cassação.  cor  e  origem.§  3º  ‐  Quando  for  imposta  a  pena  prevista  no  inciso  V  supra.  por  ação  ou  omissão. à saúde.237/99.

 ou quaisquer entraves ou obstáculos.  ribeirões.  §  1º  ‐  Consideram‐se  necessidades  locomotoras  especiais:  autismo. arts. art. rodovias e ferrovias sem passarela ou faixa de travessia sem semáforo. 2º e 3º)    Artigo  527  ‐  A  Prefeitura  Municipal  que  fornece  transporte  aos  alunos  poderá  celebrar convênio com a Secretaria de Estado da Educação. a liberdade de movimento. 1º)    Seção II  Do Transporte Escolar  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município    Artigo 525 ‐ A concessão do transporte na rede pública estadual dar‐se‐á ao aluno:  I ‐ regularmente matriculado e frequente em escolas da rede pública estadual de  ensino.  2. 1º)    Artigo 528 ‐ A Prefeitura Municipal encaminhará à Diretoria de Ensino da Região os  seguintes documentos:  I ‐ para a celebração do Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do convênio ‐ Anexo I.    Artigo 526 ‐ O transporte será garantido aos alunos com necessidades locomotoras  especiais. linhas eletrificadas. a circulação com segurança  e a integridade do aluno.  5. nos  termos  do  Decreto  nº  48.  rios. 1º. SE nº 34/09. que limitem ou impeçam o acesso.  sem  pontes  ou  passarelas.  §  1º  ‐  Além  dos  casos  previstos  no  caput  poderá  ser  concedido.  4.  para  atendimento.  riachos.  lagoas. ou locais desertos. entre outras:  1. conforme registro no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo/SEE‐CIE.631.  III ‐ fornecimento de passes escolares. SE nº 33/09.  (Res. art.  brejos.  pelas  Coordenadorias  de  Ensino. a partir de 1º de julho de 2009.  transporte  aos  alunos  onde  for  constatada  a  existência  de  barreiras  físicas.(Lei nº 10.  de  11  de  maio  de  2004.  III ‐ residente na zona rural. 1º e Lei nº 2.  mobilidade  reduzida e necessidade de acompanhante.  § 2º ‐ Não será concedido transporte ao aluno que optar por matrícula em escola  que não tenha sido indicada pela Diretoria de Ensino. trilhas em matas. vazadouros (lixões).761/01. serras.  II ‐ empresa de transporte contratada ou transporte autônomo fretado. morros. divisórias físicas fixas (muros ou cercas). mediante:  I ‐ frota própria da Prefeitura Municipal.  lagos.037/79.  braços  de  mar.  II ‐ residente no mesmo município da escola.  173 . com as adaptações necessárias.  6.  §  2º  ‐  Os  casos  excepcionais  ou  omissos  deverão  ser  resolvidos  pelas  Coordenadorias de Ensino. art.  (Res.  3.  e  Resolução  SE  nº  33/2009. no caminho entre a residência do aluno e a unidade  escolar.

  c) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município.479.722. art.b) cópia da Lei Municipal autorizando o Prefeito a celebrar o Convênio (1 via). tendo em vista a  174 . 5º)    Artigo 530‐B ‐ As Diretorias de Ensino deverão adotar as seguintes providências:  I  ‐  designar  com  publicação  em  Diário  Oficial  um  servidor  da  Diretoria  de  Ensino  como responsável pelo acompanhamento e gestão dos Convênios de Transporte de Alunos.  excluídos  os  períodos  de  recesso e férias escolares.  obedecendo  ao  cronograma  de  desembolso  anual. art.  §  2º  ‐  A  relação  de  alunos  obtida  nos  termos  do  parágrafo  anterior  será  gerada  pela SEE/CIE e encaminhada às Diretorias de Ensino. 2º)    Artigo  529  ‐  O  valor  referente  ao  auxílio‐transporte  levará  em  conta  o  custo  aluno/dia  e  a  disponibilidade  de  recurso  orçamentário  e  financeiro  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. etapas ou fases de execução.  f) Plano de Trabalho do qual deverá constar identificação do objeto do convênio. art. de 14 de dezembro de 2007. SE nº 34/09. e suas alterações. nos  termos do Decreto nº 52.  d) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC.  (Res.  (Res. de 14 de dezembro de 2007. art.  (Res. nos  termos do Decreto nº 52.  II ‐ conferir os documentos apresentados pelas Prefeituras Municipais.  II ‐ para o Termo de Aditamento ao Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do Termo de Aditamento ‐ Anexo I.  cronograma  de  desembolso  e  previsão  de  início  e  fim  da  execução  do  convênio.  b) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. 4º)    Artigo 530‐A ‐ Caberá à Secretaria da Educação. plano de aplicação do recurso financeiro.  metas a serem atingidas. por meio das Coordenadorias de  Ensino:  I  ‐  solicitar  junto  às  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Fazenda  manifestação prévia quanto aos aspectos orçamentários e financeiros.  iguais  e  sucessivas.  bem  como  da  conclusão das etapas ou fases programadas.479.  III ‐ repassar o recurso de acordo com os artigos 529 e 530.  e) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. SE nº 34/09.  (Res.  c)  publicação  da  Lei  Municipal  em  jornal  da  região  ou  Certidão  de  Registro  em  Cartório (1 via).  d) Plano de Trabalho conforme a alínea “f” do inciso I deste artigo.  II  ‐  elaborar  minutas  dos  termos  de  Convênio  ou  de  Aditamento  e  de  Ciência  e  Notificação. em face da  exigência do Decreto nº 40. e encaminhar às Diretorias de Ensino. SE nº 34/09.  III ‐ orientar as unidades escolares quanto à necessidade de constante atualização  da digitação dos alunos transportados no Sistema de Cadastro de Alunos SEE/CIE. SE nº 34/09.  § 1º ‐ O número de alunos será obtido por meio do banco de dados do Sistema de  Cadastro de Alunos da Secretaria de Educação/database Censo MEC. de 20 de março de 1996. 3º)    Artigo  530  ‐  A  transferência  de  recurso  será  feita  em  10  (dez)  parcelas  mensais.

  d) quadro resumo do Município.  IV  ‐  conferir  as  informações  constantes  no  Anexo  II.  V  ‐  deverá  ser  remetido  por  correio  eletrônico  às  Coordenadorias  de  Ensino  quadro resumo da Diretoria de Ensino conforme Anexo III. 7º)      ANEXO I      _______________________. de 11 de maio de 2004.  encaminhando  cópia  dos  seguintes documentos:  a) relação dos alunos transportados conforme os §§ 1º e 2º do artigo 529.      Ofício nº ________/20___      Excelentíssimo Senhor    Tem  o  presente  a  finalidade  de  solicitar  a  assinatura  de  Convênio  entre  o  Município  de  ______________________ e a Secretaria da Educação para auxílio‐transporte de alunos da rede estadual de ensino nos  termos do Decreto nº 48.631.  IX ‐ verificar as condições da execução do Convênio no atendimento do transporte  escolar.      Prefeito Municipal    Exmº.  (Res. art.    Sendo só para o momento.      Atenciosamente.  para  efeito  deste  Convênio. Secretário de Estado da Educação   São Paulo ‐ SP  175 . caso necessário.  VIII ‐ providenciar a publicação do extrato dos Convênios e Aditamentos no Diário  Oficial.  VII ‐ autuar e protocolar as propostas e remeter os processos às Coordenadorias  de Ensino para posterior encaminhamento à Consultoria Jurídica para manifestação. SE nº 34/09. reitero protesto de estima e consideração. 6º)    Artigo  530‐C  ‐  A  comprovação  da  aplicação  do  recurso  concedido  obedecerá  às  normas do Tribunal de Contas do Estado. pedir à Prefeitura Municipal esclarecimentos sobre os dados e  informações constantes do Plano de Trabalho. SE nº 34/09.  Paulo Renato Costa Souza  DD.  (Res.impossibilidade  de  alteração  da  lista  de  alunos  da  database  Censo  MEC. art. podendo.  b) formulário de rotas percorridas/quilometragem. efetuando a competente reserva. Sr.   VI  ‐  comprovar  a  existência  de  recurso  orçamentário  necessário  à  execução  do  objeto do convênio. _____ de ______________ de 20_____.  c) formulário de passes.

 informar se frota Própria (FP) ou Frete (F)      Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino                    Km RODADO  POR DIA                                176 .ANEXO II    DOCUMENTO "1"    (RELAÇÃO DE ALUNOS IMPRESSA DO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS / data base CENSO MEC)    DOCUMENTO "2"    SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO    COORDENADORIA DE ENSINO _____________    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE ROTAS / QUILOMETRAGEM                                      Ano: ________    Diretoria de Ensino:  Município:  ROTA  ORIGEM  DESTINO  ESCOLAS  Tipo de  Capa‐ Tipo  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  Nº DE  ATENDIDAS  Veículo  cidade  Transp.  VIAGENS  EF  EM  TOTAL  DIA                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Observação: Em TIPO TRANSP.

  dias úteis)                                  Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino        177 .DOCUMENTO "3"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO ______    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE PASSES                 Ano:_____    Diretoria de Ensino:  Município:  UNIDADE  BAIRRO  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  VAOLOR DA TARIFA PARA  CUSTO PASSE  ESCOLAR  ESTUDANTE  DIA      EF  EM  TOTAL                                                              Observação:  1.  transp. Custo passe dia: total de alunos x 2 (ida/volta) x tarifa para estudante     Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino              DOCUMENTO "4"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO_______  Auxílio Transporte de Alunos    QUADRO RESUMO DO MUNICÍPIO                                                                          Ano: ________    Diretoria de  Prefeitura  Frota Própria  Frete  Passe  Total Geral  Ensino  Municipal      Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  Mensal (20  transp.  transp.  transp. Informar o valor da tarifa para estudante. em uma viagem  2.

 a serem  especificados pela Secretaria Estadual competente.. sem abreviações ou acentos..  sendo  vedada  a  circulação  de  passageiros em seu interior.. Não utilizar 2 linhas para cada município..  por  parte  dos  usuários. caput e §§ 1º e 2º do art.  Auxílio Transporte de Aluno     QUADRO RESUMO DA DIRETORIA DE ENSINO                                                                                       Ano: ____________      1.ANEXO III  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO .. caso o nome não caiba no espaço.... providos de tacógrafo.. segurança.  5  ‐  fornecimento..    Diret oria  de  Ensi no  Prefeitur a  Municip al  Nº de  UEs que  utilizam  trnasport e  Nº de  Alun os  Frota Própria  Nº de  KM Custo  Veículo s  Mens s  po al (20  r  dias  dia  úteis)        Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Nº  de  Veí cul os  Frete KM s  po r  dia  Custo  Mens al (20  dias  úteis)  Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Passe  Custo  Mens al (20  dias  úteis)    Custo  Alun o  Dia    Total Geral Nº de  Custo  Alunos  Mens al  Cus to  Alu no  Dia  E F  E M  EF EM E F  E M  E F  E M    Data:  ____/____/______    Data:  ____/____/______      __________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    __________________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino      Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal    Artigo  531  ‐  O  Serviço  Rodoviário  Intermunicipal  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes (serviço regular) será prestado por peruas ou outros veículos sem taxímetro.  §  2º  ‐  O  Serviço  Intermunicipal  Rodoviário  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes  será efetuado por pessoa física ou jurídica.. abrir a coluna o quanto for necessário. Digitar o nome da Diretoria e do Município em letras maiúsculas.  (Lei nº 11..  4 ‐ proibição do transporte de passageiros de pé.  de  atestado  de  matrícula  do  estabelecimento de ensino.  2 ‐  aquisição de passagens com antecedência à realização das viagens.  na  falta  deste.  com  capacidade  de  seis  a  vinte  lugares... higiene e conforto..  em  agências  de  venda  de  passagens... será considerado serviço de fretamento  estudantil aquele que apresente os seguintes requisitos:  1 ‐ utilização de peruas ou outros veículos sem taxímetro.503.  ambos  dotados  de  requisitos  mínimos  de  capacidade. de 23  de setembro de 1997.  6 ‐ veículos e condutores em conformidade com o disposto na Lei nº 9.  2. 1º)    178 .  § 1º ‐ Para efeito do disposto nesta seção. mediante  reserva de lugares.  3 ‐ processamento de origem e do destino das viagens em abrigo de passageiros e.258/02. o qual deve ser mantido com o transportador no interior do veículo.  excluído  o  do  condutor.

 o  pagamento de meia‐entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em casas de diversão. alt. Culturais e de Lazer    Artigo  533  ‐  Fica  assegurado  aos  estudantes  regularmente  matriculados  em  estabelecimentos de ensino fundamental. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora.  em  casas  de  exibição  cinematográfica. 1º. por meio da EMTU/SP.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU.Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  532  ‐  Os  estudantes  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens.  (Lei nº 7.  de  espetáculos  teatrais.  II  –  cadastrar  os  alunos  regularmente  matriculados.  por  meio  dos  seus  respectivos  órgãos  de  cultura. SE nº 179/93.  na  conformidade do disposto nesta seção.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP. existentes no Estado de São Paulo. pela Res.  (Res. SE nº 133/03)  § 3º ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção. fica regulamentado nos termos desta seção.  praças  esportivas  e  similares  das  áreas  de  esporte.  bem  como  ao  Ministério  Público  do  Estado  de  São  Paulo. SE nº 179/93.  poderão  obter  junto  à  direção das unidades escolares a Carteira de Transporte Escolar Metropolitano.  nos  Municípios  aos  mesmos  órgãos  das  referidas  áreas.  (Res. bilhetes magnéticos. com a redação dada pela Res.  §  2º  ‐  A  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano  permitirá  a  aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus. 81.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo. 2º.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência.  utilizando  o  formulário  fornecido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. art.  a  fiscalização e o cumprimento do disposto nesta seção. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano. 1º e art. SE nº 133/03)    Seção III  Do Direito ao Pagamento de Meia‐Entrada em Espetáculos Esportivos. médio e superior. art.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. art. nos dias letivos.  trens  metropolitanos  e  Metrô. 3º)    Artigo  535  ‐  O  pagamento  de  meia‐entrada  para  o  ingresso  de  estudantes  em  casas de diversão pública. cartões ou outros meios de acesso. previsto no artigo 533.  caput do art.  musicais  e  circenses.  turismo  e  defesa  do  consumidor.844/92.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.  mediante  a  utilização  de  passes.  cultura  e  lazer  do  Estado  de  São  Paulo. com a redação dada pelo Decreto nº 30.    179 . instituído por ato  do Secretário dos Transportes Metropolitanos.945/89)  §  1º  ‐  Os  alunos  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.  esporte.  e.    Artigo  534  ‐  Caberão  ao  Governo  do  Estado  de  São  Paulo.

    Artigo 537 ‐ O pagamento de meia‐entrada. turismo e defesa do consumidor prestarão a colaboração necessária à fiscalização  e ao fiel cumprimento do regulamento. esporte.    Artigo  539  ‐  Os  órgãos  estaduais  diretamente  envolvidos  com  as  atividades  de  cultura.  desportivos e de lazer no Estado de São Paulo.  circenses. na forma a que alude o caput deste artigo.    Artigo 538 ‐ O benefício será assegurado aos estudantes de ensino fundamental. de 30 de dezembro de 1997. mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ‐ CIE.  musicais.  médio e superior regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino público e particular  existentes no Estado.  (Decreto nº 35.  § 1º ‐ As provas.606/92. de 27  de dezembro de 1985. em que sejam realizados eventos culturais.  exibição  cinematográfica.  II ‐ os requisitos estabelecidos em conformidade com o Anexo III a que se refere o  artigo 8º da Lei Complementar nº 836. 2º. será obtido tomando por base o valor  efetivamente cobrado pelos estabelecimentos elencados no artigo anterior.  cultural  e  desportiva. com inscrição e escolha de vagas vinculadas a uma mesma  região.   §  2º  ‐  Excepcionalmente  e  havendo  interesse  da  Administração. 1º. poderão ser únicas e  aplicadas concomitantemente.4º e 7º)    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados    Artigo  540  ‐  Os  concursos  públicos  para  provimento  de  cargos  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação  serão  realizados  regionalmente. 3º. observando‐se:  I ‐ as condições previstas nos artigos 13 a 16 da Lei Complementar nº 444.  conforme  delimitação  territorial fixada pelo Titular da Pasta.  § 4º ‐ Não poderá participar de concurso de remoção o integrante do Quadro do  Magistério  que  se  encontre  no  período  de  estágio  probatório  e  tenha  sido  admitido  mediante  certame regionalizado.    180 . quando realizadas em mais de uma região. arts.  a  Secretaria  da  Educação poderá promover concurso público de âmbito estadual para determinada classe. bem como as praças esportivas e similares. por campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação  Especial.  §  3º  ‐  A  região  delimitada  na  forma  do  caput  poderá  englobar  mais  de  uma  Diretoria de Ensino.Artigo  536  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversão  pública  os  estabelecimentos  que  apresentem  espetáculos  teatrais.

  § 4º ‐ As Comissões de Avaliação Especial e Central de Desempenho especificadas. a serem  realizadas por Comissões de Avaliação Especial de Desempenho.  separadamente. mediante concurso público.  será submetido a 3 (três) etapas de avaliações. e que será responsável por avaliar o desempenho dos integrantes do Quadro  do Magistério da Classe de Suporte Pedagógico classificados na mesma Diretoria de Ensino.   § 2º ‐ O integrante do Quadro do Magistério. sendo que pelo menos dois devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento  efetivo  em  exercício  no  mesmo  órgão  de  exercício  do  avaliado.095  (um  mil  e  noventa  e  cinco)  dias  de  efetivo  exercício. em listagens discriminadas por  campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação Especial. de acordo com a classe a qual pertence. vedado o aproveitamento de prazos ou de pontuações decorrentes de períodos de  estágio probatório anteriormente avaliados.   II  ‐  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.Artigo  541  ‐  Os  candidatos  aprovados  em  concurso  público  para  provimento  de  cargos do Quadro do Magistério serão classificados regionalmente.  (Decreto nº 52. de que  tratam os incisos I e II. arts.  inclusive  no  caso  de  acumulação  de  cargos  de  mesma  denominação.144/09 e parágrafo único do art.  de  caráter  permanente. 1º e 2º com as alterações introduzidas pelo Decreto  nº 55. somente será considerado estável após um período de 1.  § 1º ‐ Para fins de definição de nível hierárquico.   § 3º ‐ É vedada a participação de servidores em período de estágio probatório nas  Comissões de que tratam os incisos I e II deste artigo.  composta  por  no  mínimo  3  (três)  membros  da  própria  Diretoria.  o  disposto  no  caput  deste  artigo  será  cumprido  em  relação  a  cada  um  dos  cargos.344/07.  durante  o  qual  estará  condicionado  à  avaliação especial de desempenho.   §  1º  ‐  Nas  hipóteses  de  acumulação  lícita  de  cargos. 2º da Res. definidos pelo Diretor  da unidade.  será considerado o nível de escolaridade exigido para o provimento dos respectivos cargos. e art. no decorrer do estágio probatório. de nível hierárquico não inferior ao do avaliado. cuja constituição  deve ser publicada em Diário Oficial do Estado:   I  ‐  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  em  cada  Unidade  Escolar  jurisdicionada  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino.   § 2º ‐ A Comissão de Avaliação Especial de Desempenho e a Comissão Central de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  terão  entre  seus  membros  obrigato‐riamente  o  superior  imediato do servidor avaliado que presidirá a respectiva Comissão.  previstas  no  inciso  XVI  do  artigo  37  da  Constituição  Federal. 4º)    Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público    Artigo  542  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  nomeado  para  prover  cargo  efetivo.    (Decreto nº 53. SE nº 66/08)    Artigo 543 ‐ O Dirigente Regional de Ensino deverá instituir as seguintes comissões  para fins de implementação do sistema de Avaliação Especial de Desempenho.  definidos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino  sendo  que  pelo  menos  2  (dois)  devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento efetivo.037/08.  que  será  responsável  por  avaliar  o  desempenho  dos integrantes do Quadro do Magistério composta por 3 (três) servidores. art.  bem como todos os servidores envolvidos no processo de avaliação dos integrantes do Quadro do  181 . 1º. bem  como  analisar  todos  os  processos  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  encaminhados  pelas  Unidades Escolares.

  no que couber.  acerca  do  correto desempenho de suas atribuições.  para  compor  a  comissão  da  escola.  moralidade. a qual caberá analisar e decidir os  recursos hierárquicos.  publicidade. na seguinte conformidade:   a) 0 faltas = 10 pontos.  utilizando‐se  dos  elementos  que  compõem  o  processo  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho do servidor avaliado.  impessoalidade.  § 2º ‐ As Comissões de Avaliação e de Recursos devem atuar de forma imparcial e  objetiva. orientando.   III ‐ fornecer subsídios à gestão de política de recursos humanos. excetuando‐se  as faltas abonadas.  b) 1 falta = 9 pontos.  § 5° ‐ Na inexistência de titular para a composição da Comissão a que se refere o  inciso I desse artigo. 3º ao 6º)    Artigo 546 ‐ A avaliação especial de desempenho tem por objetivos:   I  ‐  contribuir  para  a  implementação  do  princípio  da  eficiência  na  Administração  Pública do Poder Executivo Estadual.   II ‐ aferir o desempenho do servidor em sua função.  no  acompanhamento  dos  integrantes do Quadro do Magistério em estágio probatório.  atendidas  as  exigências  de  hierarquia e de escolaridade.  são  responsáveis  pela  veracidade  das  informações  sobre  o  estágio.  contraditório  e  de  ampla defesa e deverá obedecer aos requisitos abaixo relacionados e constantes das fichas anexas  desta subseção. avaliando seu grau de ajustamento ao exercício do cargo  e a possível necessidade de ser submetido a programas de capacitação. bem como esclarecer  eventuais dúvidas quanto à aplicação das disposições da presente resolução.   (Decreto nº 52. avaliados pelos respectivos indicadores:  I ‐ Assiduidade: Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho.  dentre  os  seus  profissionais. excepcionalmente. 2º)    Artigo 547 ‐ A Avaliação Especial de Desempenho processar‐se‐á de acordo com os  princípios  de  legalidade. e será  composta por.  II ‐ Registrar sistematicamente todas as ocorrências relativas à conduta funcional  do servidor. eventualmente interpostos por integrantes do Quadro do Magistério. sob pena de responsabilidade adminis‐trativa.   IV ‐ promover a adequação funcional do servidor. art.  eficiência.  I  ‐  Subsidiar  e  assessorar  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  em  estágio  probatório nos assuntos  atinentes a  sua área de  atuação.   §  1º  ‐  Caberá  à  Comissão  de  Recursos.  subsidiar  as  Comissões  Centrais  das  Diretorias de Ensino nos processos de  Avaliação Especial de Desempenho. no mínimo.    Artigo  545  ‐  O  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos  deverá  instituir  Comissão de Recursos da Avaliação Especial de Desempenho. a Diretoria de Ensino poderá indicar um titular de cargo. civil e criminal.  c) 2 faltas = 8 pontos. 3 (três) membros do próprio Departamento. SE nº 66/08.344/07. para aprimorá‐lo.  e) 4 faltas = 6 pontos.Magistério  em  estágio  probatório. arts.    Artigo 544 ‐ São atribuições das Comissões de Avaliação Especial de Desempenho  e  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  (Res.  d) 3 faltas = 7 pontos.  182 .

  V  ‐  Comprometimento  com  a  Administração  Pública:  Participação  nos  projetos  especiais da Secretaria de Estado da Educação.  k) 10 ou acima de 10 faltas = zero pontos. decorridos 30 (trinta) meses do estágio probatório.   III  ‐  Capacidade  de  Iniciativa:  Apresentação  de  propostas  novas.  j) 9 faltas = 1 ponto.  apresentação  de  bom  nível  de  rendimento  no  exercício de suas atribuições. com o Diretor  de Escola. conseqüentemente exonerado.  conforme  Anexos que integram esta subseção:  1 ‐ Capa com número do sistema de protocolo. adotados pela Unidade Escolar e/ou Diretoria de  Ensino.  comprometimento  com  os  objetivos pactuados nos planos de trabalho da Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino.  3 ‐ Ficha Funcional do Servidor ‐ Anexo I.  IV ‐ Responsabilidade: Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e  demais  responsáveis  pelo  processo  de  ensino  e  gestão  escolar.  4 ‐ Ficha de Freqüência de cada etapa prevista no decorrer do estágio probatório ‐  Anexo II.   2 ‐ Numeração e rubrica em todas as páginas. Supervisor de Ensino e pais de alunos.  na  prática.  VI  ‐  Eficiência:  Apresentação.  i) 8 faltas = 2 pontos.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  183 . nas relações com os alunos. nos prazos estipulados e constantes dos calendários. o servidor que no  somatório dos pontos obtidos nas 3 (três) etapas da Avaliação Especial de Desempenho. no exercício de suas atribuições. abaixo  de 105 pontos.  deverá  ser  formalizado  e  instruído  contendo  os  documentos  abaixo  especificados.  contribuição  para  o  bom  relacionamento entre alunos. a  pontuação máxima que o servidor poderá obter em cada etapa da Avaliação na Ficha de Avaliação  Especial de Desempenho é 70 pontos. de acordo  com as metas da Secretaria da Educação. Professor Coordenador. obtiver  pontuação inferior a cinqüenta por cento do total da pontuação máxima permitida.  de  cumprimento  do  contido  nas  propostas  curriculares.f) 5 faltas = 5 pontos.  uso  adequado  dos  materiais  pedagógicos  e  outros  materiais  disponibilizados  pela  Secretaria  da  Educação. resultante do somatório dos pontos aferidos a cada um dos  quesitos.  § 1º ‐ De acordo com os critérios estabelecidos nos incisos I a VII deste artigo.  II  ‐  Disciplina:  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade Escolar e Diretoria de Ensino. demonstração de  competência na superação de obstáculos não previstos. nome do servidor avaliado.  VII  ‐  Produtividade:  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos.  § 2º ‐ Será considerado inapto e.  não  rotineiras  para as demandas oriundas de atribuições do servidor.  § 3º ‐ O Processo de Avaliação Especial de Desempenho terá como parâmetro as  atribuições do cargo ocupado pelo servidor e. ou seja.  5 ‐ Ficha de Avaliação Especial de Desempenho de cada etapa prevista no decorrer  do Estágio Probatório ‐ Anexo III.  h) 7 faltas = 3 pontos. pais e servidores. Órgão  de lotação e de exercício. participação nos cursos de capacitação oferecidos pela Secretaria da Educação. totalizando o máximo de 210 pontos nas 3 etapas.  g) 6 faltas = 4 pontos.

 da qual tomará ciência e será parte integrante de seu assentamento individual. deverá ser repassada uma cópia de toda a documentação referente às 3 etapas  de sua avaliação. 7º.  § 8º ‐ Após a apresentação da defesa.  § 5º ‐ Na hipótese de recusa. ficando suspensa e prorrogada a contagem de tempo e a avaliação para efeito  de homologação do estágio probatório.  (Resolução SE 66/08. será emitida a manifestação conclusiva (Anexo VI).  a  contar  do  vigésimo  primeiro  ao  trigésimo  mês  de  efetivo  exercício.  observando a seguinte temporalidade:  I ‐ a primeira etapa que irá do primeiro ao décimo mês de efetivo exercício.  9 ‐ Ficha de Encaminhamento ao Departamento de Recursos Humanos ‐DRHU da  Secretaria da Educação – Anexo VII. em assinar qualquer uma das  notificações do processo de Avaliação Especial de Desempenho.   7 ‐ licença especial para atender menor adotado.   4 ‐ afastamento para concorrer a cargo eletivo. por meio da Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  § 4º ‐  Aos  integrantes  do  Quadro do Magistério  submetidos à  Avaliação  Especial  de Desempenho.  8  ‐  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho ‐ Anexo VI.344/07)  Artigo 548 ‐ O registro da Avaliação Especial de Desempenho deverá ser efetuado  por etapas.  será  dada  ciência  ao  interessado.   6 ‐ licença por acidente em serviço. contados da data da ciência do servidor.   8 ‐ readaptação funcional. nos seguintes casos:   1 ‐ licença para tratamento de saúde. do décimo primeiro ao vigésimo mês de efetivo exercício.  imediatamente após a propositura.   184 . do servidor avaliado. arts.  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício  do  servidor no cargo  para  o  qual  foi  nomeado.  §  1º  ‐  O  período  do  estágio  probatório  será  contado  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício no cargo.   3 ‐ licença gestante. 6º do Decreto  nº 52. a unidade subsetorial de recursos  humanos  deverá  registrar  o  fato.  § 6º ‐ No prazo de 40 (quarenta) dias.  deferida  pelo  Dirigente Regional de Ensino.6 ‐ Relatório da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou da Comissão  Central de Avaliação Especial de Desempenho ao final de cada etapa do estágio probatório ‐ Anexo  IV.  7  ‐  Relatório  Final  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  da  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho ‐Anexo V. 9º e 11 ao 13. de que trata o item 8 do  §  3º  deste  artigo.  com  a  assinatura  de  duas  testemunhas  devidamente  identificadas.  II ‐ a segunda etapa.  ratificando ou retificando o relatório anterior. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e à ampla defesa.  no  prazo  de  10  (dez)  dias. a Diretoria de Ensino. elaborar novo relatório conclusivo a ser submetido  ao Secretário da Educação. propondo a exoneração ou confirmação do funcionário no cargo.   III  ‐  a  terceira  etapa. este c/c o § 2º do art.   2 ‐ licença por motivo de doença em pessoa da família.  pela  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  que  poderá  ser  apresentada  pessoalmente  ou  por  procurador  constituído.  §  7º  ‐  No  caso  de  proposta  de  exoneração. para decisão final.  terá  o  prazo  de  20  (vinte)  dias  para  apreciá‐la  e. contados a partir da data de autuação  do  processo de avaliação.   5 ‐ licença para exercer mandato eletivo.

 não acarretará a suspensão ou  prorrogação da contagem de tempo.    Artigo  549  ‐  Os  processos  de  avaliação  do  Estágio  Probatório.  §  3º  ‐  A  aplicação  do  disposto  neste  artigo  não  inibe  a  possibilidade  de  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério. o integrante do  Quadro  do  Magistério  será  formalmente  declarado  estável. a ser publicado em DOE. 5º do Decreto nº 52.  § 1º ‐ O ato de confirmação no cargo ou de exoneração do integrante do Quadro  do Magistério deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado ‐ DOE pela autoridade competente  até o penúltimo dia do Estágio Probatório. 10. acompanhada de Relatório constante no  Anexo IV expedido pelas respectivas Comissões.  deverão  ser  encaminhados  para  manifestação do Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU/SE e.   (Res. constante do Anexo V desta Resolução. 8º. a ser elaborado pela Comissão de Avaliação Especial  de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.   §  2º  ‐  A  atuação  em  atividades  com  as  mesmas  atribuições  do  cargo  de  provimento efetivo.344/07)                      185 .  que  não  corresponder  a  quaisquer  dos  requisitos  estabelecidos pelo artigo 547.  §  4º  ‐  As  avaliações  periódicas  parciais  devem  ser  consideradas  num  Relatório  Final.  no  interesse  do  serviço  público.   § 3º ‐ Os indicadores de avaliação apontados no artigo 547 serão apurados ao final  de  cada  etapa  do  estágio  probatório  pela  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de Avaliação Especial  de Desempenho constante no Anexo III desta subseção.  mediante  processo  administrativo. em local diverso daquele de sua classificação.  6  (seis)  meses  antes  do término  do  Estágio  Probatório.  a  qualquer  momento.9 ‐ designado ou afastado para o exercício de funções com atribuições diversas de  seu cargo. contados da data de apresentação de sua defesa. submetidos  à apreciação do Secretário da Pasta para decisão final.  que  irão  propor  a  exoneração  ou  a  confirmação  do  funcionário  no  cargo. a ser ultimado no prazo  de 30 (trinta) dias. 15 e 17.  sem  prejuízo  da  apuração  dos  fatores  enumerados  nos  incisos  I  a  VII  do  artigo  547  da  presente  subseção. 14. sem prejuízo da aplicação das  penas disciplinares previstas no artigo 251 da Lei nº 10. de 28 de outubro de 1968. no decorrer do prazo de 30 (trinta) meses do Estágio Probatório.  § 2º ‐ No ato de confirmação no cargo.261.  nos  termos  do  artigo  41  da  Constituição  Federal  de  1988. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e ampla defesa. a partir da data imediatamente subseqüente à do término do estágio. posteriormente.  com  redação  dada  pelo  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  19/98. SE nº 66/08. ser  exonerado  do  cargo. e art.  § 4º ‐ Os casos omissos serão decididos pela Chefia de Gabinete da Secretaria da  Educação. arts.

ANEXO I    FICHA FUNCIONAL DO SERVIDOR  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:                                                            DADOS PESSOAIS Nome:                                                                   RG: CPF:                                                                     RS/PV: PIS/PASEP:                                                        Data de Nascimento: Endereço:                                                        DADOS FUNCIONAIS Cargo:  Nomeado por  Decreto de:                                       Publicado  no DOE de: Data da Posse:                                                           Início de Exercício: Data de ingresso no serviço público estadual: Cargo/Função‐Atividade Anterior:  Outras Informações:      Local e data:                            Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:      ANEXO II    FICHA DE FREQÜÊNCIA  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                                  RG: Cargo:  Período de Freqüência: de                                            a NÚMERO FALTAS DESCONTÁVEIS E SUSPENSÃO/PRORROGAÇÃO NO PERÍODO AVALIADO  I – Faltas Justificadas:  II – Faltas Injustificadas:  III – Faltas Médicas: IV – Outras Faltas: V – Licença‐Prêmio: VI – Suspensão/prorrogação da contagem por Licenças: VII ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Afastamentos: VIII‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Readaptação funcional: IX  ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Designação: TOTAL DE DIAS (BRUTO):  TOTAL DE DIAS (LÍQUIDO):  Documentos Anexados:          (   ) sim          (    ) não Local e data:                                                     Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:   Ciência do interessado:        186 .

.. Supervisor de  Ensino e pais de alunos.. 1. SE __/2008  Acima do esperado = 9 e 10 pontos  Atinge parcialmente o esperado =  4.  Total de Pontos                                    187 .... do artigo 7ºda Res.  IV – RESPONSABILIDADE  Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e demais responsáveis pelo processo de  ensino  e  gestão  escolar. 2 e 3  pontos     Pontuação  I ‐ ASSIDUIDADE    Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho. uso adequado dos  materiais pedagógicos e outros materiais disponibilizados pela Secretaria da Educação....  III – CAPACIDADE DE INICIATIVA  Apresentação  de  propostas  novas.  não  rotineiras  para  as  demandas  oriundas  de  atribuições  do  servidor.. nos prazos estipulados e constantes dos calendários... 5 e 6 pontos  Atinge o esperado = 7 e 8  pontos   Abaixo do esperado = 0..ANEXO III    GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO ...  pais  e  servidores. apresentação  de bom nível de rendimento no exercício de suas atribuições. excetuando‐se as faltas abonadas... SE ___/2008      200_  Cargo:  Data da avaliação:           Tabela de pontuação dos requisitos previstos nos incisos II a VII...  contribuição  para  o  bom  relacionamento  entre  alunos..  no  exercício  de  suas  atribuições.  II – DISCIPLINA  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade  Escolar  e  Diretoria  de  Ensino. com o Diretor de Escola.. participação nos  cursos  de capacitação  oferecidos  pela  Secretaria  da Educação.  comprometimento  com  os  objetivos  pactuados  nos  planos  de  trabalho  da  Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino. de acordo com as metas da Secretaria da Educação.. de cumprimento do contido nas propostas curriculares.. do artigo 7º da Res.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino. Professor Coordenador. na prática. nas relações com os alunos.  demonstração  de  competência  na  superação  de  obstáculos não previstos.    FICHA DE AVALIAÇÃO ESPECIAL  DE DESEMPENHO      Anexo III      Nome do Avaliado:  Nº RG:  Nº RS:  Unidade de Exercício:  Tempo no cargo:  Assiduidade – 0 a 10 pontos nos termos do inciso I.  V‐COMPROMETIMENTO COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  Participação  nos  projetos  especiais  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.   VII – PRODUTIVIDADE  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos.  VI – EFICIÊNCIA  Apresentação.  adotados  pela  Unidade  Escolar  e/ou Diretoria de  Ensino...

344 de 09 de novembro de 2007  Total de Pontos Obtidos:  Outras Informações:      Ações para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do servidor ( se for o caso):              Local e data:                  188 .Comentários (opcional)    _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________  Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho   Nome:  Assinatura:  1)    2)    3)        ANEXO IV    RELATÓRIO  DA  COMISSÃO  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL  DE  DESEMPENHO  OU  COMISSÃO  CENTRAL  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL DE DESEMPENHO AO FINAL DE CADA ETAPA DO ESTÁGIO PROBATÓRIO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:  Nome:                                                                 RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      /    Requisitos dos Incisos I a VII do Artigo 3º do Decreto nº 52.

 o servidor completará o período de Estágio Probatório. em   /        /  Parecer Conclusivo:             Local e Data:     Ciência do Avaliado: Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho   Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)    ANEXO VI    MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA DA COMISSÃO CENTRAL DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de exercício:  Nome:                                                                             RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:        /    /              a     /     / Parecer Conclusivo:      189 .  Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO V    RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO OU COMISSÃO CENTRAL DE  AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:    Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                 RG: Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      / Não havendo registro de faltas descontáveis.

 Fichas de Freqüência abrangendo o período de ___/___/___ a ___/___/___(fls     ).  ).  4.  3. encaminhem‐se os autos ao Departamento de  Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação.     ).                            Estando o processo devidamente instruído.                                              À  vista  da  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho (fls. Relatório Final da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação  Especial de Desempenho ( fls   ).  2. Ficha Funcional (fls.   5. Manifestação Conclusiva da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho (fls.     ). Fichas de Avaliação Especial de Desempenho (fls  ).      ).  6. propomos:  (   ) a confirmação do servidor no cargo.  Local e data:  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino: Ciência do interessado:          190 . publicado a ____/____/____ Posse: ____/____/____                                 Exercício: ____/____/____                                             Foram juntados aos autos: 1.  Relatórios  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho (fls.    Outras Informações:      Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO VII    FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS – DRHU DA SECRETARIA  DA EDUCAÇÃO  PROCESSO:  INTERESSADO:                                                                        RG: ASSUNTO: Avaliação de Estágio Probatório INFORMAÇÃO Nº _________/________ Unidade de exercício:  Cargo:  Nomeado por Decreto de _____   .  (   ) a exoneração do servidor do cargo.

    Artigo 552 ‐ De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836.  referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  exercer  carga  suplementar  de trabalho.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  um  campo  de  atuação  poderá  ministrar  aulas  em  campo  de  atuação  diverso  como  carga  suplementar  de  trabalho. dentre as previstas nos incisos  II.  b)  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  exercidas  na  escola. quando em Jornada Básica de Trabalho  Docente.  III  ‐  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  quando  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho Docente. e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente.  desde  que apresente  habilitação ou qualificação docente para as referidas aulas. em atividades coletivas. respeitado o limite máximo de:   I ‐ 8 (oito) horas em atividades com alunos. de 16 de julho de 2009.  das  quais  2  (duas)  horas  exercidas  na  escola.  b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico. Médio e Educação  Especial ‐ campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II. de 40 (quarenta) horas semanais. ministrar  aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental.  II  ‐  13  (treze)  horas  em  atividades  com  alunos. de 30 (trinta) horas semanais. das quais 2 (duas) horas exercidas na  escola.  de  24  (vinte  e  quatro)  horas  semanais. e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente. sendo:  a) 10 (dez) horas em atividades com alunos. sendo:  a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos.  II ‐ Jornada Básica de Trabalho Docente. sendo:   a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos.094.  em  atividades  coletivas.  b)  5  (cinco) horas de  trabalho pedagógico.  III  e  IV  do  artigo  anterior.  das  quais  3  (três)  horas  exercidas  na  escola. quando em Jornada Reduzida  de Trabalho Docente.  de 30 de dezembro de 1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1.  IV ‐ Jornada Reduzida de Trabalho Docente.    Artigo 551 ‐ O Professor Educação Básica I poderá.Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente    Artigo  550  ‐  O  campo  de  atuação  do  pessoal  docente  do  Quadro  do  Magistério.  III ‐ 23 (vinte e três) horas em atividades com alunos. desde que habilitado. e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente.    Artigo 553 ‐ Além da jornada a que estiver sujeito.   II ‐ aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental. em atividades coletivas. em atividades coletivas.  191 .  as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:   I ‐ Jornada Integral de Trabalho Docente. compreendem os seguintes âmbitos  da Educação Básica:  I ‐ classes iniciais do Ensino Fundamental ‐ campo de atuação relativo ao cargo de  Professor Educação Básica I. de 30 de dezembro de 1997.  b)  7  (sete)  horas  de  trabalho  pedagógico. observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar  nº 836.  sendo:  a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos. de 12 (doze) horas semanais.

    Artigo 559 ‐  Na  carência  de  classe.     Artigo 558 ‐ A constituição da jornada de trabalho docente dar‐se‐á:   I ‐ para o Professor Educação Básica I.  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar.  Artigo  554  ‐  As  horas  em  atividades  com  alunos.    Artigo 556 ‐ O docente titular de cargo poderá optar. com aulas  livres da disciplina específica do  seu cargo. para o qual o titular  apresente habilitação ou qualificação docente.  Parágrafo  único  ‐  O  atendimento  da  opção  dependerá  da  disponibilidade  de  classes ou aulas e das diretrizes da Secretaria da Educação previamente fixadas. com classe ou sala  de  recurso  livre.  na  conformidade  da tabela  de  distribuição de cargas horárias. por jornada de trabalho diversa daquela  em que esteja incluído.  da  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  seu  cargo. poderão ser  complementadas  por  aulas  livres  da  disciplina  não  específica  da  mesma  licenciatura  plena. no momento da  inscrição para o processo de atribuição de classes e aulas.  haverá  redução  da  jornada  em  que  o  titular  esteja  incluído. em caso de insuficiência.  III ‐ para o Professor Educação Básica II de Educação Especial.  o  tempo  de  serviço  e  os  títulos  no  respectivo  campo  de  atuação. que se  encontre em qualquer tipo de licença/afastamento.  192 . anualmente. constante do Anexo que integra esta seção.  no  Ensino Fundamental  e/ou Médio.  II ‐ para o Professor Educação Básica II. ou na insuficiência parcial.  poderá  haver  composição  dessa  jornada.  após  atendimento dos respectivos titulares de cargo.  chegando  em  redução  máxima  à  Jornada Inicial  de  Trabalho Docente. ou mediante atribuição de aulas. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  na  forma  estabelecida  pela  Secretaria da Educação em regulamento específico. sendo que.  quando  somadas  às  horas  de  mesma  característica  relativas  à  jornada  em  que  o docente  esteja  incluído.  Parágrafo  único  ‐  Verificada  ainda  a  impossibilidade  de  constituição  da  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente. ou ainda de classe ou aulas de projetos da Pasta e  outras modalidades de ensino.  para  jornada  compatível  com  a  carga  horária  atribuída.  de  acordo  com  a  quantidade  de  vagas  e  correspondentes  cargas  horárias  disponíveis  na unidade escolar do ingresso.  de que trata o artigo 550. serão sempre computados separadamente. os tempos de serviço trabalhados pelo docente em campos de atuação distintos. que observará a situação funcional.  de classeespecial/sala  de recurso  ou de aulas  livres para constituição da jornada de trabalho dos titulares de cargo. com classe livre das séries iniciais do Ensino  Fundamental. livres ou em  substituição. de classe especial/sala de recurso ou de aulas a título de substituição a outro titular. a habilitação ou a qualificação docente.    Artigo 557 ‐ A atribuição de classe e/ou aulas será precedida de classificação dos  inscritos no processo.  mediante  atribuição  de  classe.  poderão  provocar  acréscimo  nas  horas  de  trabalho  pedagógico  na  escola  e  de  trabalho  pedagógico  em  local  de  livre  escolha.  Parágrafo  único  ‐  Para  fins  de  classificação  no  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.  no  caso de  aulas. em outro campo de atuação ou de outro componente curricular.    Artigo  555  ‐  O  provimento  de  cargo  docente  far‐se‐á  em  qualquer  jornada  de  trabalho.

  bem  como  para  carga  suplementar  de  trabalho  em  outro  campo de  atuação  ou  em  outro  componente  curricular. desde que:  193 . no caso  de  carga  horária  ainda  menor.  por  classe  de  alunos  ou  por  número  de  aulas  de  determinada  disciplina. conforme o caso.  III  ‐  avaliação.  adaptação  e/ou  recuperação  de  alunos  de  aproveitamento  insatisfatório. não  haja desistência  das aulas que a excedam. pela Secretaria da Educação.  IV ‐ processo de integração escola‐comunidade.  Artigo  560  ‐  A  requerimento  expresso  do  titular  de  cargo. exercendo atividades inerentes às de  magistério e com:   I ‐ coordenação de atividades pedagógicas.  II ‐ planejamento. na forma  prevista  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  Parágrafo  único  ‐  A  ampliação  da  jornada  de  trabalho  do  Professor  Educação  Básica II somente poderá se dar com aulas livres da disciplina específica do cargo.  observará  as  normas.     Artigo  566  ‐  Quando  o  total  de  horas  atribuídas  ao  docente  consistir  de  blocos  indivisíveis.  desde que. o docente poderá optar por ser remunerado com base nos vencimentos relativos ao  próprio cargo. na sua unidade de classificação.  aplique‐se  o  procedimento  de  composição  de  jornada.  conforme estabelecido  nos  quadros  curriculares. na  forma  estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  cuja  carga  horária  atribuída seja inferior à da Jornada Inicial. na forma estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.  na  quantidade necessária à complementação da Jornada Inicial ou da Jornada Reduzida de Trabalho  Docente. que passarão a se configurar carga suplementar de trabalho. que venha a compor  sua jornada de trabalho com aulas de componente curricular do Ensino Fundamental ou Médio.  o  docente  cumprirá  horas  de  permanência. poderá haver redução maior do que a prevista no artigo  552  para  Jornada Reduzida  de  Trabalho Docente.  da Escala  de  Vencimentos ‐ Classes Docentes (EV‐CD).  na  forma  estabelecida no parágrafo único do artigo anterior.  ordem  de  prioridade e critérios estabelecidos em regulamento específico. execução e avaliação das atividades escolares.     Artigo 562 ‐ O Professor Educação Básica I. ou.  terá  a  retribuição  referente  a  essas  aulas  calculada  com  base  no  valor  do  vencimento  relativo  ao  Nível  I  da  Faixa  2. declarado adido.    Artigo 567 ‐ A acumulação remunerada de dois cargos docentes ou de um cargo de  suporte pedagógico com um cargo docente poderá ser exercida.     Artigo 561 ‐ O docente que tiver redução de jornada a seu expresso pedido não  poderá voltar a ampliá‐la no decorrer do mesmo ano letivo.  as  horas  que  ultrapassarem  a  quantidade  correspondente  à  respectiva  jornada  de  trabalho  deverão  ser  exercidas  a  título  de  carga  suplementar de trabalho.    Artigo 564 ‐ A atribuição de classes ou aulas para composição de jornada.    Artigo  563  ‐  Na  aplicação  do  disposto  no  artigo  anterior.  se  houver  redução  de  remuneração.    Artigo 565 ‐ Na impossibilidade de composição de jornada. se for o caso.

 consideram‐se campos  de atuação referentes às classes ou às aulas a serem atribuídas. I ‐ seja observado o limite de 64 (sessenta e quatro) horas semanais para a carga  horária total do acúmulo.  coordenação.  §  1º  ‐  Respeitada  a  ordem  de  classificação  dos  docentes.  (Decreto nº 55.  §  2º  ‐  Sem  detrimento  ao  disposto  no  parágrafo  anterior.  a  atribuição. arts.  as  classes  e  aulas  da  unidade  escolar  deverão  ser  atribuídas  com  observância  ao  perfil  de  cada  professor  e  considerando experiência e desempenho anteriores.  na  fase  inicial  do  processo. SE nº 98/09.144/09    HORAS EM ATIVIDADES COM ALUNOS  33  28 a 32  23 a 27 18 a 22  13 a 17  10 a 12  HORAS DE TRABALHO PEDAGÓGICO  NA ESCOLA  3  3  2 2  2  2  EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA DO  DOCENTE  4  3  3  2  1  0      SEÇÃO III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  568  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  designar  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  para  execução.  bem  como  os  horários  e  turnos  de  funcionamento  da  escola. em todas as fases e etapas.  (Res.  III ‐ haja prévia publicação de ato decisório favorável à acumulação.  II  ‐  verifique‐se  compatibilidade  de  horários.  deverá  se  efetuar  compatibilizando  as  cargas  horárias  das  classes  e  das  disciplinas. observadas as normas legais.  acompanhamento  e  supervisão  do  processo anual de atribuição que estará sob sua responsabilidade. arts. 1º e 2º)    Artigo 570 ‐ Para efeitos do que dispõe a presente seção. visando a otimizar resultados no processo de ensino e aprendizagem.  Parágrafo único ‐  No âmbito da Secretaria da Educação é  vedada a possibilidade  de situação de acumulação de cargo e função docentes.    Artigo 569 ‐ Compete ao Diretor de Escola.  observada  a  distância  entre  os  órgãos/unidades. os seguintes âmbitos da Educação  Básica:  194 . em especial nas situações de acumulação remunerada de cargos públicos.  com  as  jornadas  de  trabalho dos docentes.  bem  como  atribuir  as  classes  e  as  aulas.144/09. 1º ao 12)      ANEXO  a que se refere o artigo  do Decreto nº 55. na fase inicial e durante o ano. a fim de imprimir maior adequação e eficácia  à atribuição. convocar  e  inscrever  os  docentes  da  unidade  escolar  para  o  processo.

 da mesma ou de outra Diretoria de Ensino.  poderá  se  inscrever  para  este  fim.  3 ‐ docente que pretenda ministrar aulas no ensino regular e também em projeto  da Pasta ou em outras modalidades de ensino.  deverão  ter  sua  inscrição  remetida  à  unidade escolar de destino. apenas para  fins  de  inscrição. para fins de atribuição de classe  e/ou aulas do processo inicial.  III  ‐  aulas  de  disciplinas  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  ‐  campo  de  atuação relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica II. ou da sede de controle de frequência da função‐atividade.   (Res.  em  todo  o  processo.  sediada  em  qualquer  município. turmas e aulas dos  projetos da Pasta e outras modalidades de ensino. distintos dos demais e entre si.  sendo‐lhe  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  de  aulas.  inclusive  dos  estáveis  e  celetistas.  Parágrafo único ‐ Exclusivamente para fins operacionais de atribuição.  momento  em  que  farão  opção  por  alteração  ou  manutenção  de  jornada  e  por  carga  suplementar. pretenda  exercer a docência em unidade diversa.  os  docentes  são  convocados  a  comparecer  à  unidade escolar.  se  ocupantes de função‐atividade. mediante designação.  antes  do  início  do  processo  de  atribuição.  se  titulares  de  cargo. em virtude  de  exigirem  procedimentos  de  seleção  e  credenciamento  específicos.  indicando  qualquer  Diretoria  de  Ensino. a fim de efetuarem suas inscrições para o processo de atribuição de classes e de  aulas  do  ano  subsequente. art.  §  4º  ‐  O  docente  readaptado  deverá  ser  convocado  através  da  unidade  de  classificação de seu cargo.  mediante  designação  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  n°  444/85.  em  especial  os  licenciados.  em  decorrência  de  municipalização  da  unidade  de  origem  ou  por  qualquer  outro  motivo  legal. 3º)    Subseção II  Da Inscrição     Artigo  571  ‐  Ao  final  do  ano  letivo.  também  assumem  característica de campos de atuação. se necessário. as classes.  §  5º  ‐  O  titular  de  cargo  que  pretenda  exercer  a  docência  em  unidade  escolar  diversa.  2 ‐ docente ocupante de função‐atividade que tencione acumular funções. deverão ser remetidas à Diretoria de Ensino de jurisdição  195 .  deverá  se efetuar  na  jurisdição  de  uma  única  Diretoria  de  Ensino.I  ‐  classes  das  séries/anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental  ‐  campo  de  atuação  relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica I.  podendo  haver mais de uma inscrição somente nos casos de:  1 ‐ titular de cargo de uma  unidade escolar que.  deverão  ser  convocados  formalmente  para  efetuar  sua  inscrição  ou  se  fazer  legalmente representar para este fim e também.  §  6º  ‐  As  inscrições  dos  ocupantes  de  função‐atividade.  §  2º  ‐  Os  docentes  que  estejam  afastados  a  qualquer  título. para fins  de classificação no processo. SE nº 98/09. efetuadas na unidade escolar.  para  o  processo  inicial  de  atribuição.  ou  por  carga  horária  de  trabalho.  II ‐ classes ou salas de recurso da Educação Especial ‐ campo de atuação relativo ao  cargo docente de Professor Educação Básica II de Educação Especial.  §  1º  ‐  A  inscrição  do  docente  é  única  por  campo  de  atuação  e.  § 3º ‐ Os titulares de cargo removidos por concurso e os removidos ex officio ou  transferidos. conforme o caso.  enquanto não publicada a cessação da readaptação. no ato de inscrição regular na unidade de origem.

 a fim  de  evitar a atribuição em nível de  Diretoria  de  Ensino.  em  nível  de  Unidade  Escolar  e/ou  de  196 .  antes de concretizar  sua constituição em nível de unidade escolar. retratar‐se definitivamente da opção.  declinando  do  atendimento  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. ficando vedada qualquer alteração durante o processo inicial ou no decorrer do ano. na ocasional perda  de  aulas  durante  o  ano.  mas  já  tendo  aulas  atribuídas. à vista  das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino. na seguinte conformidade:  I ‐ em caráter obrigatório.  constante  do  sistema  de  cadastro  funcional  (PAEC/PAEF).  § 7º ‐ Os candidatos à contratação farão inscrição somente na Diretoria de Ensino  de  sua  opção. ou para acertos.  mas sendo facultadas ao docente titular de cargo. 4º.  que  não  registre  precedente  de  retratação.  § 2º ‐ Faculta‐se também ao titular de cargo a possibilidade de. de modo geral. SE nº 98/09. implicando a manutenção. para possível ampliação no decorrer do ano. mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que  lhes sejam correspondentes.  solicitar  a  redução de sua jornada.   (Res. a título de carga suplementar. desde que permaneça.  sendo  que  os  novos. ou  II ‐ a qualquer tempo. deverão ser previamente inseridos e qualificados no sistema de cadastro funcional (PAEC  /PAEF) da Secretaria da Educação. para registro de novas habilitações.  conforme  o  caso.    Artigo 573 ‐ A opção por alteração de jornada será efetuada apenas no momento  da inscrição. com quantidade correspondente à da  Jornada  Reduzida. antes da abertura do período de inscrições relativo ao  processo informatizado de atribuição de classes e aulas.  retratar‐se  da  opção  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. porém mantendo a totalidade da carga horária atribuída.  nunca  antes  admitidos  ou  contratados  na  rede  pública  estadual.  deverá  ser  revisto  e  atualizado  anualmente.  na  quantidade  correspondente  à  da  jornada  imediatamente  menor  ou  até  à  da  Jornada  Reduzida.  independentemente  de  haver  ou  não  optado  na  inscrição.  caso  atendam  aos  demais  requisitos.  para  evitar  a  constituição de jornada em mais de uma unidade escolar ou para manter o número de unidades  da constituição inicial.da  unidade.  III  ‐  na  opção  por  ampliação  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  ampliação  na  unidade  escolar.  para  fins de participação no processo. no mínimo.  ou  àquela  de  escolha  do servidor que pretenda  mudar  de  Diretoria  de  Ensino.  terá  validade  de atendimento  até a data‐limite de 30  de novembro do ano  letivo  de  referência. as possibilidades de:  I  ‐  na  opção  por  redução  de jornada ‐  retratar‐se da  opção. 5º e 6º)    Subseção III  Da Classificação dos Inscritos    Artigo 574 ‐ Os docentes inscritos para o processo de atribuição de classes e aulas  serão  classificados.  sob pena de responsabilidade. mantendo‐a válida na Unidade Escolar. arts. que o professor tenha  adquirido durante o ano. no processo inicial. verificação de legitimidade e correções. exclusão ou inclusão de disciplinas.    Artigo  572  –  O  cadastro  de  qualificação  de  cada  docente  da  unidade  escolar. para conferência regular das habilitações  e qualificações registradas.  II  ‐  na  opção  por  manutenção  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  constituição  na  própria  escola.  §  1º  ‐  A  opção  por  ampliação  de  jornada.

  na  seguinte  conformidade:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) titulares de cargo nomeados por concurso público.001 por dia. poderá ser considerado em qualquer  campo de atuação docente e mesmo em mais de um.  c) em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos. no próprio campo de atuação. quando em regime de acumulação.  §  2º  ‐  O  docente  que  acumula  cargos  no  mesmo  campo  de  atuação  poderá  ter  considerado o certificado de aprovação em concurso público de um cargo para fins de classificação  no outro.Diretoria de Ensino.  III  ‐  quanto  ao  tempo  de  serviço.002 por dia. com observância ao campo de atuação indicado nas respectivas inscrições.      Artigo  575  ‐  Os  titulares  de  cargo  serão  classificados. até no máximo 50 pontos. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação. no mesmo campo de atuação da inscrição.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.  b) no Cargo: 0.  observado  o campo  de  atuação  referente  às  classes  ou  às  aulas  a  serem  atribuídas. nº 1. na  seguinte ordem de prioridade:  I ‐ titulares de cargo.  III ‐ docentes estáveis. relativo ao provimento do cargo  de que é titular: 10 pontos. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  na  unidade  escolar.  b) titulares de cargo. em campo de atuação diverso. até no máximo 20 pontos.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.  referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura.  com  a  seguinte pontuação para:  a) certificado de aprovação em concurso público.005 por dia. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. nos termos da Constituição Federal/1988.  IV ‐ docentes estáveis. abrangidos pela L.  § 1º – O título de Mestre ou de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação.  IV  ‐  quanto  aos  títulos.  com  a  seguinte pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0. e vice‐versa. até no máximo 10 pontos.  V ‐ docentes ocupantes de função‐atividade.  d) diploma de Doutor. nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho ‐ CLT.  VI  –  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação  temporária.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  prevista  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  essa(s)  outra(s)  disciplina(s):  1  ponto  por  certificado.  b) na(s) disciplina(s) não específica(s) da licenciatura do cargo.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  b)  certificado(s)  de  aprovação  em  outro(s)  concurso(s)  de  provas  e  títulos  da  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  c) diploma de Mestre. ainda  que  de  outra(s)  disciplina(s).  até  no  máximo  5  pontos.  II ‐ titulares de cargo.010/2007.C.  II ‐ quanto à habilitação:  a) na disciplina específica do cargo. para atribuição em outro campo de atuação.  197 .

 em qualquer campo de atuação. no cargo.  quando  trabalhado  com  aulas  de  campo  de  atuação diverso do que lhe é próprio.  § 8º ‐  O  tempo  de  serviço.  o  desempate deverá se efetuar na seguinte ordem de critérios:  1) pela idade.  readaptações  e  outros  afastamentos.  §  5º  ‐  Os  titulares  de  cargo  inscritos  para  atribuição  de  carga  suplementar  em  outro campo de atuação serão classificados apenas com o tempo de serviço e os títulos referentes  unicamente à carga suplementar. prestado até a data da aposentadoria. ou ainda junto aos convênios de municipalização do ensino. compondo a respectiva Jornada de Trabalho Docente. o  tempo de serviço. trabalhado na  condição de  titular de  cargo  do  qual o  docente tenha se exonerado. será  sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar. será computado regularmente para fins de classificação no processo de  atribuição de classes e aulas.  § 11 ‐ O tempo de serviço trabalhado fora da unidade de origem. sendo que a data‐limite da contagem de tempo é sempre 30 de  junho do ano precedente ao de referência. no magistério e mesmo na unidade escolar. exceto o exercido em órgãos centrais da Pasta ou nas Diretorias de  Ensino e Oficinas Pedagógicas. quando maior ou igual a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso.  nomeações.  § 12 ‐ Não será considerado. não poderá ser considerado  como tempo no atual cargo ou na atual função‐atividade.§ 3º ‐ A classificação dos titulares de cargo inscritos para designação nos termos  do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 dar‐se‐á em nível da Diretoria de Ensino indicada na  inscrição.  desde  que  exercidos  no  próprio  campo  de  atuação  do  docente. e também às atribuições do decorrer do ano. sendo computado apenas como tempo  de  magistério  e  como  tempo  de  unidade  escolar.  § 6º ‐ O tempo de serviço do titular de cargo de Professor Educação Básica I ou de  Professor  Educação  Básica  II  ‐  Educação  Especial.  §  7º  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente  que  tenha  sido  indenizado.  desde  que  autorizados  sem  prejuízo  de  vencimentos.  o  campo de atuação.  incluirá  os  períodos  trabalhados  em  funções‐atividade  ou  em  contratações  anteriores  ao  ingresso.  se  houver. devendo ser excluídos o tempo de serviço e os títulos relativos  ao campo de atuação correspondente ao cargo.  destinada  a  qualquer etapa do processo inicial.  §  10  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente.  não  será  considerado  para  pontuação na Unidade Escolar. entre seus pares da mesma classe docente. observados o campo de atuação e sua atual situação. para fins de classificação do docente aposentado.  mediante  programas  de  demissão  voluntária  (PDV).  trabalhado  em  afastamentos  a  qualquer  título. que deverá ser refeita integralmente a  cada  ano.  §  14  ‐  Em  casos  de  empate  de  pontuação  na  classificação  dos  inscritos. quando for o  caso.  inclusive  o  tempo  de  serviço  na  condição de readaptado.  §  9º  ‐  Para  fins  de  classificação  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. na unidade escolar e  também  no  magistério  público  oficial. neste nível.  em  ambos  os  casos.  3) por encargos de família (maior número de dependentes).  198 . não podendo ser considerado  na classificação relativa à carga suplementar em outro campo de atuação.  2)  pelo  maior  tempo  de  serviço  no  Magistério  Público  Oficial  da  Secretaria  da  Educação do Estado de São Paulo.  § 4º ‐ A contagem do tempo de serviço do docente efetivo.  serão  utilizados  os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  para  concessão  de  Adicional por Tempo de Serviço. inclusive em demissão voluntária (PDV).  poderá  ser  regularmente  considerado  para  fins  de  classificação. fica  caracterizado como tempo de serviço no próprio campo de atuação.  observado.  § 13 ‐ Na contagem de tempo de serviço.  a  qualquer  título. em designações.

  para  todos  os  fins  e  efeitos.  com  a  seguinte  pontuação para:  a) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos desta Secretaria  da  Educação. até no máximo 50 pontos. por situação funcional e também por tempo de serviço.  b) docentes estáveis.  dos  docentes  contratados  de  categoria O e dos candidatos à contratação será indiscriminada e conjunta.  II ‐ quanto ao tempo de serviço.  d)  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  (categoria  L)  e  candidatos  à  contratação.  199 .005 por dia.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.    §  1º  ‐  No  Processo  de  avaliação  anual. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos.  abrangidos  pela  L.  III  ‐  quanto  aos  títulos.  por  habilitação  e  qualificação docentes. que não será classificado e ficará  impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.  c)  docentes  ocupantes  de  função‐atividade.  b) na Função: 0. em prova eliminatória.  §  4º  ‐  As  disposições  dos  parágrafos  anteriores  aplicam‐se  igualmente  aos  docentes  estáveis.  IV – quanto ao resultado da participação no processo de avaliação anual – nota da  prova eliminatória: máximo de 80 pontos.010/2007  (categoria F). em campo de atuação diverso do referente à sua situação  funcional.  c)  diploma  de  Doutor.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.  b)  diploma  de  Mestre. até 5 pontos.  referente(s)  ao  mesmo  campo  de  atuação  da  inscrição.001 por dia. com a seguinte  pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0. pela Constituição Federal/1988 (categoria P). conforme o caso: 1 ponto por certificado. para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  independentemente  de  o  docente  pretender  ou  não  trabalhar em regime de acumulação.4) pela maior idade.  bem  como  a  dos  demais  ocupantes  de  função‐atividade  e  dos  candidatos  à  contratação.  dar‐se‐á  por  campo  de  atuação  e/ou  por  áreas  de  disciplinas  e  por  áreas  da  Educação  Especial.  §  3º  ‐  A  classificação  dos  docentes  de  categoria  L.  celetistas  e  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  F. não se considerando a  existência nem o tipo de vínculo empregatício. conforme segue:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) docentes estáveis. pela CLT (categoria N). deverão ser sempre computados  isoladamente.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  exigida  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  o  campo  de  atuação  (séries  iniciais  do  EF)  ou  para  a  área  de  necessidade  especial  (Educação  Especial)  ou  para  a  disciplina  (EF/EM).  quando  inscritos  para atuar em regime de acumulação.  nº  1.  a  obtenção  de  pontos  inferior  a  40  (quarenta) caracterizará a não aprovação do docente/candidato. até no máximo 20 pontos.  no  campo  de  atuação  da  inscrição.    Artigo  576  ‐  A  classificação  dos  docentes  estáveis  e  celetistas. no campo de atuação da inscrição. até no máximo 10 pontos. por títulos e pelo  resultado do processo de avaliação anual.  §  2º  ‐  Os  tempos  de  serviço  trabalhados  pelo  docente  em  campos  de  atuação  distintos.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.C. por corresponderem a situações passíveis de acúmulo.002 por dia.

 7º. abrangidos pela L.010/2007. na seguinte conformidade:  a) docentes estáveis.   (Res.  II ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Constituição de Jornada de Trabalho.  a  docentes  parcialmente  atendidos  na  constituição e a docentes adidos. a que se refere a alínea “a” do inciso II deste artigo.  §  1º  –  A  constituição  regular  das  jornadas  de  trabalho  dos  docentes  titulares  de  cargo.  2 ‐ para o Professor Educação Básica II. arts. na seguinte ordem de prioridade:  a.  b)  Composição  de  Jornada  de  Trabalho.  VI ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.  IV ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para Ampliação de Jornada  de Trabalho. 8º e 9º)    Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial     Artigo  577 ‐  A  atribuição de  classes e de  aulas. no Ensino Fundamental e/ou Médio. com atribuição de aulas livres da disciplina  específica do cargo.  VIII ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Ocupantes de função‐atividade e candidatos  à contratação para atribuição de carga horária.§ 5º ‐ Na classificação dos docentes e candidatos à contratação de que trata este  artigo. de Unidade  Escolar e de Diretoria de Ensino. não atendida na Fase 1. não atendida na Fase 1.1 ‐ a docentes não totalmente atendidos na Fase 1.C. SE nº 98/09.  3 ‐ para o Professor Educação Básica II.  b) docentes celetistas. em outro campo de atuação.   a.  b) dos removidos ex officio com opção de retorno. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  VII  ‐  Fase  2  ‐  de  Diretoria  de  Ensino  ‐  Titulares  de  cargo  para  Designação. consideradas as Fases 1 e 2.   b) Carga Suplementar.  nos  termos do artigo 22 da Lei Complementar n° 444/85. exceto o disposto nos §§ 2º ao 6º do artigo anterior.2 ‐ em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes. obedecerá a seguinte ordem sequencial:  I ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para Constituição de Jornada de  Trabalho:  a) dos classificados na unidade escolar.  com  atribuição  de  classe  livre  das  séries/anos iniciais do Ensino Fundamental.  III ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para: Ampliação de Jornada de  Trabalho. nesta ordem e em caráter obrigatório.  aos  docentes  inscritos e classificados nos distintos campos de atuação.  b) Carga Suplementar de Trabalho. caracteriza‐se:  1  ‐  para  o  Professor  Educação  Básica  I.  200 .  no  processo  inicial.  c) docentes ocupantes de função‐atividade. respectivamente. em outro campo de atuação. com atribuição de classe ou sala de recurso  livre da área de necessidade especial relativa ao seu cargo.  aplicam‐se  analogamente  as  mesmas  normas  e  critérios  referentes  à  classificação  dos  titulares de cargo.nº 1. não atendida na Fase 1.  d) demais ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação.  V ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.

 se for o caso.  no  caso  de  se  encontrar  com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial.  de  disciplinas  não  específicas  da  licenciatura do cargo. inclusive aos estáveis e celetistas.  a  título  de  carga  suplementar. Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas. se em escolas vinculadas  ou provisórias.  § 3º – Na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído.  que  se  encontrem com quantidade de aulas inferior à carga horária das respectivas jornadas. no mínimo. em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  com  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  § 7º ‐ A jornada de trabalho do docente somente poderá ser ampliada com classe  ou com aulas do ensino regular. desde que  após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s). turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de  ensino. situações em que a jornada será  ampliada de imediato. deverá se dar. ou mesmo livres. no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo. em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. a seu expresso pedido.§ 2º ‐ Quando esgotadas. nas respectivas jornadas. observada a seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ com classe ou aulas em substituição. sendo que  no caso de adidos. se for o caso.  §  5º  ‐  Os  docentes  incluídos  em  Jornada  Inicial  ou  em  Jornada  Reduzida. pela carga horária  correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho. inclusive os  que estiverem na condição de adido.  aulas  destinadas  ao  desenvolvimento  das  atividades  de  recuperação.  3  ‐  com  aulas. ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua.  4 ‐ com classes. sem descaracterizar a condição de adido. do próprio campo de atuação e/ou da disciplina  específica do cargo. somente podendo se concretizar com a efetiva assunção do  seu  exercício  em  sala  de  aula.  2  ‐  com  aulas.  exceto  quando  ocorrer  no  processo  inicial  para  docentes  que  se  encontrem  em  afastamento  pelos  convênios  de  municipalização  do  ensino  ou  junto  a  órgãos  centrais da Pasta. vedada a ampliação com aulas da Educação de Jovens e Adultos –  EJA.  desde  que  mantenha  a  totalidade  das  aulas  atribuídas. conforme o caso. deverão proceder à composição de jornada. sem descaracterizar esta condição.  sem  descaracterizar a condição de adido.  §  9º  ‐  A  atribuição  de  aulas  aos  candidatos  à  contratação  e  aos  ocupantes  de  função‐atividade. a título de carga suplementar.   §  8º  ‐  As  classes  de  1ª  e  2ª  séries/anos  do  Ensino  Fundamental  deverão  ser  atribuídas preferencialmente a docentes que comprovem participação no Programa de Formação  para Professores Alfabetizadores promovido pela Secretaria da Educação (“Letra e Vida”) ou por  Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo (“PROFA”).  livres  ou  em  substituição. quando a carga  horária atribuída exceder esta jornada.  o  docente  terá  redução  compulsória  de  sua  jornada para a jornada imediatamente inferior e/ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho.  ao  titular  de  cargo  de  PEB  I  ou  de  PEB  II  ‐  Educação  Especial.  o  docente  poderá  completar  a  constituição  de  sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura.  devendo manter a totalidade das aulas atribuídas. ser incluído  em  Jornada  Reduzida.  ao titular de cargo de PEB‐II.  § 6º ‐ A ampliação da jornada de trabalho dos docentes titulares de cargo far‐se‐á  exclusivamente com classes ou com aulas livres. poderá. as  aulas  livres  da  disciplina  específica  do  seu  cargo.  com  classes  ou  aulas  de  projetos  da  Pasta  e  outras  modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias.  §  4º  –  O  docente  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  de  disciplinas  para  as  quais  possua  licenciatura  plena. desde que composta integralmente em uma  201 .  livres  ou  em  substituição. a que se refere a  alínea “b” do inciso II deste artigo.

  ter  aulas  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar  de  trabalho. resultante da atribuição no processo inicial e  mesmo  durante  o  ano. na efetiva assunção de seu exercício.  § 14 ‐ A composição de jornada com classe ou aulas em substituição somente será  efetuada  ao  docente  adido  ou  com  jornada  parcialmente  constituída.  será  concretizada  de  imediato  à  ocorrência.  a  partir  da  etapa  de  composição  de  jornada  de  trabalho.  no  dia  imediato  ao  da  atribuição.  se  este  for  efetivamente  assumi‐la ou ministrá‐las.  § 16 ‐ As aulas das disciplinas de Arte e de Educação Física das séries/anos iniciais  do Ensino Fundamental poderão ser atribuídas a docentes titulares de cargo.  que se encontrem em  afastamento já  concretizado  anteriormente ao início  do  processo.  estarão  disponíveis  para  atribuição. em nível de Diretoria de Ensino (Fase 2). mesmo  com relação à jornada. somente poderão ser atribuídas a docente  que venha efetivamente a assumi‐las e/ou ministrá‐las. ou em mais de uma.    202 . que  também se encontre em afastamento já concretizado. somente será concretizado.  somente podendo ser mudada a sede se o docente. sendo expressamente vedada a atribuição  de substituições sequenciais. por procuração legal.  como  carga  horária  de  trabalho.  ou  se  fazer representar.  bem  como  para  carga  suplementar. com aulas atribuídas em mais de uma unidade  escolar. ou que estarão.  § 12 – O disposto no parágrafo anterior aplica‐se também às aulas em substituição  da carga suplementar do titular de cargo e à classe ou às aulas em substituição do ocupante de  função‐atividade. se houver compatibilidade de horários e de distância entre as  unidades.  que  se  encontrem  em  afastamento  já  concretizado  antes  do  início  do  processo. resultante da atribuição de carga horária menor. no processo inicial. em licença ou afastamento a qualquer título.  desde  que  habilitados ou qualificados para essas aulas. a unidade  em  que  tenha  obtido  a  maior  quantidade  de  aulas  atribuídas.única escola. ou da  perda  de  classe  ou  de  aulas  durante  o  ano.  § 15 ‐ Os titulares de cargo que já se encontrem.  desde  que  esta  quantidade  não  consista  exclusivamente  de  aulas  de  projetos  da  Pasta  e/ou  de  outras  modalidades  de  ensino.  ao  docente  que  se  encontre  ou  venha  a  estar. de acordo com o disposto no artigo 580. para todos os  fins e efeitos. em afastamento  nos  termos  do  convênio  de  municipalização  do  ensino. atribuídas a outro professor. para este fim. não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie.  § 18 ‐ O aumento de carga horária. na sequência. terá como sede de controle de frequência (SCF).   § 17 ‐ O candidato à contratação. vier a perder a totalidade das  aulas anteriormente atribuídas nessa unidade. para atribuição a partir das respectivas etapas. somente se forem efetivamente ministrá‐las.  § 19 ‐ A redução da carga horária do docente. para designações pelo artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 e para carga horária do  ocupante de função‐atividade e do candidato à contratação (Fase 2). durante o ano.  na  rede  pública  estadual.  independentemente  de  o  docente  se  encontrar  em  exercício  ou  em  licença/afastamento  a  qualquer título. fixada por todo o ano letivo.  poderão.  §  10  –  Os  docentes  que  se  encontrem  em  licenças  ou  afastamentos  a  qualquer  título  podem  participar  regularmente  da  atribuição  de  classes  e  aulas  do  processo  inicial. para carga suplementar (Fases  1 e 2). inclusive do titular de cargo.  § 13 ‐ As classes e/ou as aulas em substituição.  § 11 ‐ As classes ou as aulas atribuídas para constituição das jornadas de trabalho  de  titulares  de  cargo.  no  processo  inicial  e  também  durante  o  ano. para constituição e  ampliação  de  jornada. e.  e  também  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  a  candidatos  à  contratação.

 nos termos do caput dos artigos 580 e 584. nas Fases 1 e 2.  §  4º  –  Encerrada  a  Etapa  Complementar.  por  período  fechado. ouvido o Conselho de Escola e assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa. ficarão bloqueadas na unidade escolar de  origem.  decorrentes  de  licenças  e  afastamentos. podendo  203 .  aos  candidatos  inscritos  no  processo.  nos  campos  de  atuação  referentes  a  aulas  dos  Ensinos  Fundamental  e  Médio  e  a  classes/salas  de  recurso  da  Educação  Especial.  mediante  ato  de  designação. na Etapa Preliminar do processo inicial.  sem  vínculo  empregatício. a atribuição far‐se‐á.  que  se  distinguem entre si pelos tipos de atribuição referentes à ordem de prioridade das habilitações e  das qualificações profissionais docentes.  falecimento  ou  exonerações. já caracterizada como atribuição durante o ano. as classes e as classes/salas de recurso que se encontravam  bloqueadas nas unidades escolares de origem.  § 1º ‐ A atribuição de vagas para designação prevista neste artigo realizar‐se‐á uma  única vez ao ano. a qualquer título.  a  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  coordenará  a  atribuição  de  vagas  para  contratações  em  caráter  eventual.Artigo 578 – O processo inicial de atribuição de classes e aulas consiste de 3 (três)  etapas  sequenciais.  em nível de Diretoria de Ensino. na Etapa Preliminar do  processo  inicial.   3  ‐  na  Etapa  Complementar. iniciados neste período. exclusivamente para constituição de jornada dos titulares de cargo da  unidade. de acordo com o disposto no parágrafo anterior. bem como a ordem de classificação e a disponibilidade dos candidatos.  em  virtude  de  readaptações.  a  atribuição  dar‐se‐á  exclusivamente  a  docentes e candidatos habilitados. a todos os inscritos. correspondendo ao momento da atribuição a ocupantes de função‐atividade e candidatos à  contratação na Diretoria de Ensino. somente com as  aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da Etapa Preliminar. por terem surgido durante o desenvolvimento do  processo.  §  2º  ‐  As  classes  e  aulas  livres  que  remanescerem  da  atribuição  prevista  no  parágrafo  anterior.  as  habilitações/qualificações.  § 1º ‐ As classes e as aulas atribuídas a titulares de cargo.  a  Intermediária  e  a  Complementar. até a ocasião da  atribuição que se realizará na Etapa Complementar do processo inicial.  aposentadorias.  Fases  1  e  2.  assim  como  as  que  surgirem  em  substituição.  § 2º ‐ A carga horária da designação.  deverá  ser  observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  na  Etapa  Preliminar. deverá ser sempre  maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem.  a  atribuição  será  realizada  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino (Fase 2).  estarão  disponíveis  para  atribuição  apenas  na  unidade escolar de origem.  §  3º  –  Com  relação  às  habilitações  e  às  qualificações  dos  docentes  e  candidatos  inscritos  para  o  processo  inicial  de  atribuição.  a  fim  de  suprir  as  unidades  escolares  com  carência  de  professores  para  iniciar  o  ano  letivo  e  também no seu decorrer.  observados  os  campos  de  atuação.  com  duração  mínima  de  200  (duzentos) dias e no máximo até a data‐limite de 30 de dezembro do ano da atribuição. aos inscritos qualificados  nos termos do § 1º dos artigos 580 e 584. paralela ao processo  inicial. far‐se‐á exclusivamente no próprio campo de atuação  do  docente. com as aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da  Etapa Intermediária e mais as aulas.   2 ‐ na Etapa Intermediária. devendo ocorrer. inclusive os qualificados nos  termos do § 2º dos citados artigos.    Artigo 579 ‐ A atribuição de classe ou de aulas ao titular de cargo. nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  que  tenham  sido  liberadas  neste  período. de que trata este artigo. somente  podendo  haver  cessação  em  data  anterior  se  a  mesma  ocorrer  por  proposta  do  Diretor  da  unidade.  quais  sejam:  a  Etapa  Preliminar. nos termos dos artigos 580 e 584.

  3 ‐ turmas de Atividades Curriculares Desportivas. por classe ou por aulas.  de  mesmo  fundamento legal. que venha a ocorrer por qualquer motivo. quando constituída  de  aulas  livres. livres  ou em substituição a um único docente. implicará a imediata cessação  da designação. desde que não cause qualquer  prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.  § 8º – A carga horária da designação. nos termos deste artigo.  à  jornada  de  trabalho  em  que  esteja  incluído.  sendo  também  vedado  o  aumento  ou  a  recomposição  da  carga horária fixada na designação. desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem  alteração de carga horária.  § 11 ‐ Na vigência da designação.  nos últimos 3 (três) anos.  204 .  na  unidade  de  exercício  ou  na  Diretoria  de  Ensino.  que  estejam  afastados  em  licença‐saúde.  5 – aulas livres de Disciplinas de Apoio Curricular (DAC).  no  ano  letivo  anterior.  2 – turmas ou aulas de cursos semestrais ou outros de menor duração. de acordo com o campo de atuação do designado. a pedido ou por qualquer motivo.  4 – aulas do Ensino Religioso. o titular de cargo que:  1 – esteja em período de estágio probatório ou vá iniciá‐lo. a carga horária total do titular de cargo  substituído  deverá  ser  assumida  integralmente  pelo  docente  designado.  §  4º  ‐  A  carga  horária  do  docente  que  for  contemplado  com  a  designação  nos  termos  deste  artigo  não  poderá  ser  atribuída  sequencialmente  em  outra  designação.  se  já  publicada a concessão da licença. exceto pela reassunção de exercício  do titular substituído.  não  podendo  ser  desmembrada. a redução da respectiva carga horária. em sua unidade de origem. ou quando ocorrer a vacância do cargo.  deverá  abranger  uma  única  unidade  escolar  e  apenas  na  disciplina  específica  do  cargo  do  titular  designado. no caso de ser docente  ingressante. até a atribuição regular de classes e aulas referente à  Etapa Complementar do processo inicial.  quando  o  docente  substituído  tiver  mudado o motivo da substituição.  § 5º ‐ Não poderão integrar a carga horária da designação:  1 ‐ classes ou aulas de projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  em  que  o  titular  substituído  encontre‐se  com  aulas  atribuídas. em razão  de perda parcial de aulas. vedada a soma  de possíveis prorrogações de licença concedida por período menor.  § 7º – Quando se tratar de substituição.  § 3º ‐ Não poderá participar da atribuição de vagas para designação nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85. nos termos deste artigo.  somente  poderão  compor  a  carga  horária  de  designações  em  substituição.  §  9º  ‐  As  classes  ou  as  aulas  de  titulares  de  cargo. somente consistirá  de  um  único  tipo  de  aulas.  correspondendo.   2  –  apresente.ser constituída.  §  12  ‐  Poderá  ser  mantida  a  designação. por período não inferior a 200 (duzentos) dias.  §  10  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85  não  poderá  participar  de  atribuições  de  classes  ou  aulas  durante  o  ano.  quantidade  de  ausências  superior  a  12  (doze) faltas de qualquer espécie.  devendo  ficar bloqueada.   § 6º ‐ A carga horária da designação. exceto na atribuição de classes das séries/anos iniciais do EF e de classes/salas de  recurso  da  Educação  Especial.  não  podendo  ser  composta  por  aulas  livres  e  em  substituição  ao  mesmo tempo.  3  ‐  conte  com  registro  de  cessação  de  designação.  a  título de carga suplementar em outro campo de atuação.  no  mínimo. enquanto a mesma perdurar.

 no primeiro dia de sua vigência. nos casos de designação em substituição.  seja  como  habilitação  específica  ou  como  não  específica  desta  licenciatura. identificada pelo histórico do curso. deverão constar expressamente:  1 ‐ o período fechado da designação. portadores de diploma de licenciatura plena  na  disciplina  a  ser  atribuída.  50%  (cinquenta  por  cento)  do  curso. poderá haver. devendo também ser anulada a atribuição do docente  que não comparecer à unidade escolar da designação.  para  este  fim.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  para  todos  os  fins  e  efeitos.  205 .  §  16  –  Enquanto  designado.  2 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena. na disciplina  específica  da  licenciatura. somente na disciplina específica desta licenciatura. exclusivamente em nível  de Diretoria de Ensino.  3 ‐ a portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior. ficando  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  aulas. a carga horária total  de  sua  atribuição  na  unidade  de  origem. sem necessidade de cessação da designação. identificada pelo histórico do curso.§  13  ‐  Do  ato  de  designação.  § 14 ‐ A vigência da designação terá início no primeiro dia letivo do ano.  além  dos  dados  funcionais  e  de  identificação  do  docente designado.  § 2º ‐ Se ainda comprovada a necessidade. discriminadas por disciplina.  3 ‐ a carga horária da designação.  no  mínimo.  com  a  carga  horária  da  designação. atribuição de aulas na seguinte conformidade:  1 ‐ a portadores de diploma de licenciatura plena em disciplina diversa.  §  17  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85 não poderá desistir da designação para reassumir o exercício do cargo de origem antes do  término do prazo de 200 (duzentos) dias. no primeiro dia letivo do ano. desde  que na área da disciplina a ser atribuída. de origem e de destino. observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  aos  portadores  de  diploma  de  licenciatura  curta. bem como o motivo e o período de  seu impedimento. identificada pelo  histórico do curso.  em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino.  licença  à  gestante e licença‐prêmio. no mesmo momento.  exceto  para  ampliação  de  jornada. tanto no processo inicial. far‐se‐á aos inscritos devidamente habilitados.     Artigo 580 ‐ A atribuição de aulas de disciplinas do Ensino Fundamental e Médio. concretizará. desde que  da área da disciplina a ser atribuída.  2  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena.  2 ‐ as unidades escolares.  §  15  ‐  O  exercício  do  docente  na  unidade  de  destino. quanto durante o  ano. desde que da área da disciplina a ser atribuída.  3 ‐ a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou  de tecnologia de nível superior. e  4 ‐ os dados funcionais do docente substituído. citados os respectivos municípios  e/ou Diretorias de Ensino.  apenas  nas  disciplinas  decorrentes desta licenciatura e exclusivamente no Ensino Fundamental.  que  já  tenham  cumprido.  ao  titular  de  cargo  que  se  encontre  em  licença ou afastamento a qualquer título. mencionada a classe atribuída ou a quantidade  de aulas.  o  docente  poderá  usufruir  licença‐saúde.  as  aulas  remanescentes  poderão  ser  atribuídas  por  qualificações  docentes.

  exclusivamente.  § 7º ‐ O diploma e o histórico do curso de bacharelado ou de tecnologia de nível  superior.  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  para  as  quais  não  possua  habilitação.  §  2º  ‐  No  processo  inicial.  o  somatório  de  160  (cento  e  sessenta)  horas  de  estudos  de  disciplinas  afins/conteúdos  da  disciplina  a  ser  atribuída. deverá se processar mediante a análise do histórico do curso. será  contratado a título eventual.  bem como a efetiva frequência.  caracterizadas  como  de  disciplina  não  específica  destas  licenciaturas. também se prestarão à identificação de  disciplinas correlatas. ou em História.  devendo  realizar‐se  no  processo  inicial. o primeiro dia letivo do segundo termo. em termos  de  classificação. em observância à Lei  Estadual nº 11. no momento da  inscrição e a cada sessão de atribuição de aulas durante o ano.   § 1º ‐ Para fins de reconhecimento de vínculo junto à unidade escolar.    Artigo 581 ‐ A atribuição de aulas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos ‐ EJA  terá validade semestral e será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular.4 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena.  e  posteriormente.  na  forma  prevista  em  regulamento  específico.  ou  de  bacharelado/tecnologia  de  nível  superior.  que  se  encontrem cursando qualquer semestre.  que  passará  a  ser  identificada  como  disciplina correlata do referido curso. a  fim de concorrer à atribuição de aulas do ensino regular na Diretoria de Ensino. perderá a qualquer tempo as referidas aulas.  §  8º  –  O  docente.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  na  disciplina.  § 6º ‐ A identificação da área da disciplina. no semestre correspondente. para o qual  perderá as referidas aulas.  no  mínimo.  vedada  a  atribuição  nos  termos  dos  parágrafos anteriores. em nível de unidade escolar. até que se apresente candidato habilitado ou qualificado. observados os  mesmos  critérios  de  habilitação  e  de  qualificação  docentes. no cadastro de  qualificação do portador de certificado de licenciatura plena. cuja apresentação é obrigatória para o registro da habilitação específica. na existência de candidato portador de  licenciatura plena correspondente.  para  carga suplementar do titular de cargo e para carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  206 . será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados. mediante documentos atualizados  (atestado/declaração)  expedidos  pela  instituição  de  ensino  superior  que  esteja  regularmente  frequentando.  § 3º ‐ A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física.  para  o  primeiro  termo  do  curso. excetuado desta perda o portador de diploma de licenciatura  curta. a matrícula no  respectivo curso. obtido nos termos da Resolução CNE  nº 2/97 ou da Portaria Ministerial nº 432/71 (Esquema I).    Artigo  582  ‐  As  aulas  do  Ensino  Religioso  serão  atribuídas  exclusivamente  aos  inscritos habilitados. portadores de diploma de licenciatura plena em Filosofia.361/2003.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  declinar da atribuição de aulas da Educação de Jovens e Adultos. conforme dispõe o parágrafo anterior. na disciplina  específica.  em  que  se  registre.  §  5º  ‐  O  candidato  à  contratação  que  não  possua  habilitação  ou  qualquer  qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas. observadas as disposições do artigo 590. com aulas atribuídas de disciplina de sua formação. no ensino fundamental. ao início do segundo termo. a que se condicionam as qualificações  previstas nos §§ 1º e 2º deste artigo.  § 4º ‐ Os alunos de cursos de nível superior deverão comprovar. ou  em  Ciências  Sociais.  assim  como  para  efeitos  de  perda  total  ou  de  redução  da  carga  horária  do  docente  com  aulas  atribuídas  no  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  considera‐se  como  término do primeiro termo do curso.  na  área  da  disciplina.

  aperfeiçoamento  ou  extensão  207 . se essas aulas forem  relativas a turmas já constituídas e devidamente homologadas pela Diretoria de Ensino. mantidas no  final  do  ano  letivo  pelo  Conselho  de  Escola.candidato à contratação. específico na área de necessidade especial das aulas.  2  ‐  3  (três)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Básica  de  Trabalho  Docente. respeitados os seguintes limites máximos:  1  ‐  2  (duas)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu senso (Mestrado/Doutorado) na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas. inclusive como carga suplementar de  trabalho.   3  ‐  4  (quatro)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Integral  de  Trabalho  Docente.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  exceto  a  Jornada  Reduzida  de  Trabalho  Docente.    Artigo 583 ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  §  1º  ‐  As  aulas  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  constituir  a  Jornada  de  Trabalho  dos  titulares  de  cargo. 2 (duas) e no máximo 3 (três) horas de duração por turma.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu  senso  (Mestrado/Doutorado)  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  preferencialmente aos titulares de cargo da unidade escolar.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  ministradas em classes regidas por professores especializados e em salas de recurso. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas. no mínimo.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  § 3º ‐ Fica expressamente vedada a contração de candidatos exclusivamente para  a ministração de aulas disponíveis de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física.  de  no  mínimo  360  (trezentas  e  sessenta) horas. específico na área de necessidade  especial das aulas.  com  certificado  de  curso  de  especialização. com carga horária  semanal de.  deverão  ser  atribuídas  somente  a  docentes  devidamente  habilitados.   §  2º  ‐  A  constituição  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  deverá  ser  revista  pelo  Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis da matriz curricular  de Educação Física das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio. com habilitação específica na área  de necessidade especial das referidas aulas.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  ordem  de  prioridade de qualificações:  1  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  com  certificado  de  curso  de  especialização.    Artigo  584  ‐  As  aulas  do  Serviço  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  ‐  SAPE. o que poderá ocorrer  a partir do processo  inicial.  portadores  de  diploma  de  licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior. deverão ser  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  6  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.

  de  notória  idoneidade. específico na área de necessidade especial das aulas. de notória idoneidade.  fica  expressamente  vedada  a  atribuição  de  aulas  do  SAPE  em  área  de  necessidade  especial  diversa  daquela que caracterize a formação do professor.  específico  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas.  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas  a  serem  atribuídas.  7  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. aperfeiçoamento ou extensão cultural.  específico  na  área  de  necessidade especial das aulas. aperfeiçoamento ou extensão  cultural.  com  no  mínimo  30  (trinta)  horas. para atuação exclusivamente em salas de recurso.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  a  alunos  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso Normal Superior.  com  certificado  de  curso  de  treinamento  ou  de  atualização. com no mínimo 30  (trinta)  horas. pela  análise do histórico do curso. ainda. especialização em uma única área de necessidade especial.  inclusive  nas  situações  de  composição  de  jornada  de  titulares  de  cargo.  208 .  § 2º – Verificada. a ausência de docentes e candidatos com as qualificações  previstas  no  parágrafo  anterior.  para  fins  da  atribuição  de  aulas  do  SAPE. de no mínimo 120 (cento e vinte)  horas.  8  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  de  certificado de curso de especialização. de notória idoneidade.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  §  4º  –  Com  relação  à  habilitação  plena  ou  a  qualquer  dos  níveis  de  qualificação  docente.  de  notória  idoneidade. com no mínimo 30 (trinta) horas.cultural. com atuação  exclusiva na área de necessidade especial das aulas.  fornecido  por  órgão  especializado. 50% (cinquenta por  cento)  do  curso. específico na área de necessidade especial  das aulas.  a  formação  profissional  decorrente  de  cursos  de  qualquer  espécie  e/ou  nível. no mínimo. exceto quando se comprove.  7  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. aperfeiçoamento ou extensão cultural específico na área de  necessidade especial das aulas.  fornecido  por  órgão  especializado.  de  no  mínimo  120  (cento  e  vinte)  horas. específico na área de necessidade especial das aulas. que já tenham cumprido. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas. que comprovem experiência docente  de. específico na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas. específico  na área de necessidade especial das aulas.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  ou de diploma  de  nível  médio  com habilitação em Magistério. 3 (três) anos em instituições especializadas.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior.  §  5º  ‐  Não  poderá  ser  considerada.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. fornecido  por  órgão  especializado.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  certificado de curso de treinamento ou de atualização. no mínimo.  6  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. sem o devido aprofundamento de estudos na habilitação  ou qualificação específica.   § 3º ‐ As aulas das salas de recurso poderão ser atribuídas a docentes titulares de  cargo para constituição da jornada de trabalho.  que  versem  sobre  múltiplas áreas de necessidade especial.  com  certificado de curso de especialização. com certificado de curso de treinamento ou de atualização. nesta ordem de prioridade. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas. ou que se definam como latu senso.  para  atuação  exclusivamente em salas de recurso.  com  certificado  de  curso de especialização.

 somente poderá ocorrer na Etapa Intermediária e na Etapa Complementar. SE nº 11/10)    Subseção V  Do Cadastramento     Artigo  586  –  Ao  encerramento  do  processo  inicial. SE nº 98/09.  realizada.  apenas para atribuição de carga suplementar de trabalho.  §  8º  ‐  Integram  também  o  SAPE  as  horas  de  trabalho  na  condição  de  docente  interlocutor.  observada  a  seguinte  ordem de prioridade:  1  –  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. estável ou não. a serem  fixados por Portaria do órgão setorial de Recursos Humanos.  a  que  se  referem  os  parágrafos  deste  artigo. por campo de atuação. arts.  3 – a portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério.  as  aulas  do  SAPE  deverão  ser  atribuídas  exclusivamente  aos  docentes  e  candidatos devidamente habilitados. em diferentes Diretorias de Ensino. ou para determinado tipo de qualificação docente.  não  se  tratando  de  titulares  de  cargo.  §  2º  ‐  Somente  poderão  se  cadastrar  os  docentes  e  candidatos  que  tenham  se  inscrito  para  o  processo  inicial  e.  §  7º  ‐  Na  Etapa  Preliminar  do  processo  inicial.  somente podem ser fornecidos por instituições de ensino superior. tendo como exigência  única  a  comprovação  de  habilitação  ou  qualificação  na  Linguagem  Brasileira  de  Sinais  –  LIBRAS.  classificados  na  forma  prevista  no  artigo  576. para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva.  4 – a portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior.  período  de  cadastramento  de  docentes  e  candidatos  à  contratação. 11 e  15 pela Res. conforme o estabelecido em  regulamento específico.  Parágrafo  único‐  O  vínculo  do  docente. e o candidato à contratação  poderão se cadastrar.  § 1º ‐ O período de cadastramento será de 3 (três) dias úteis consecutivos. em ambos os casos. a que se referem os  §§ 1º e 2º deste artigo.  em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. que exigem perfil diferenciado e/ou processo seletivo peculiar.  e  cuja  atribuição  dar‐se‐á  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação.  deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico.  (Res.  para atuação nas classes e aulas do Ensino Fundamental e Médio. ou  209 .  tenham  participado  do  processo de avaliação anual.  §  5º  ‐  Com  base  nas  peculiaridades  de  cada  região. 10 a 17 e 22.  para  participar do processo de atribuição de classes e aulas do decorrer do ano.  em  todas  as  Diretorias  de  Ensino.§  6º  –  Os  cursos  de  especialização. exclusivamente em nível de Diretoria de Ensino.    Artigo 585 ‐ Para a atribuição de classes.  poderá  ser  suprimido  o  cadastramento para determinada disciplina.  quando  constituído  exclusivamente  com  classe. obtendo aprovação na prova eliminatória. turmas ou aulas de projetos da Pasta ou  de outras modalidades de ensino.  § 4º ‐ O docente titular de cargo poderá se cadastrar em outra Diretoria de Ensino.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas.  com  turmas  e/ou  com  aulas  de  que  trata  este  artigo. sendo que a atribuição aos qualificados.  será  aberto. acompanhando o professor da  classe  ou  da  série.  2 – a portadores de diploma de licenciatura plena.  § 3º ‐ O ocupante de função‐atividade. com as alterações introduzidas nos arts.

  c) constituição de jornada.  não  poderá  ultrapassar  o  final  do  mês  de  fevereiro do ano letivo de referência. a  classificação  dos  novos  candidatos  cadastrados  será  inserida  na  classificação  do  cadastramento  original.  com  observância  aos  campos  de  atuação  e  à  correspondência das áreas de disciplinas e das faixas de habilitação/qualificação docente.  575  e  576.. previsto na legislação eleitoral.  com  números  de  ordem  e  respectiva  pontuação.  inclusive  dos titulares  de  cargo. que esteja sendo completada em outra U.  no  decorrer  do  ano.    Artigo 589 ‐ A primeira atribuição geral a ocorrer durante o ano será realizada em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  intercalando‐se  as  pontuações.   Parágrafo  único  ‐  A  data  de  realização  da  atribuição  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  de  classe  e/ou  aulas.  também  ser  publicada  no  Diário Oficial do Estado.  a  qualquer  tempo.. ao removido ex officio com opção de retorno.  III – a titulares de cargo da U.  II  –  com  remessa  à  Diretoria  de  Ensino. para constituição ou composição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.  §  6º  ‐  O  período  de  cadastramento  poderá  ser  reaberto. deverá  ser publicada no Diário Oficial do Estado.ainda  para  algum  campo  de  atuação.  d) constituição de jornada.E.  observando‐se  o  período  impeditivo  de  contratações.E. arts.  oferecendo‐se  as  classes  e  as  aulas  remanescentes  do  processo  inicial. assim como as que tenham surgido posteriormente.  a  ser  definida  pela  Diretoria  de  Ensino. para:  a) completar jornada de trabalho parcialmente constituída.    Artigo 587 ‐ Os docentes e os candidatos à contratação regularmente cadastrados  serão  classificados  na  conformidade  do  disposto  nos  artigos  574.  210 . 18 e 19)    Subseção VI  Da Atribuição Durante o Ano     Artigo  590  ‐  A  atribuição  de  classes  e  aulas  durante  o  ano  far‐se‐á. a supressão total do cadastramento. na seguinte conformidade:  I – a titulares de cargo da U.    Artigo  588 ‐  A  classificação  dos  inscritos  e  cadastrados. SE nº 98/09. devendo  esta  classificação. porém.  em  nível  de  Unidade Escolar.E. que  estejam com jornada parcialmente constituída ou na condição de adido e mesmo para ampliação  de jornada aos inscritos que tenham efetuado essa opção.  sendo  que  a  classificação conjunta dos docentes de categorias L e O e dos candidatos à contratação.   (Res. será referência básica em qualquer sessão de atribuição de classes e/ou de aulas durante o  ano.  livres  ou  em  substituição.  exceto  em  ano  estabelecido  como  de  eleições. que  sempre será prevalecente. submetendo‐se apenas à ordem de prioridade das habilitações e qualificações docentes.  Parágrafo único ‐ Quando houver necessidade de reabertura de cadastramento.  ficando vedada.E. por campo  de atuação e/ou por áreas de disciplinas e por faixas de habilitação/qualificação docente.  que  já  se  encontre  com  número  excessivo  de  inscritos.  b) constituição de jornada ao adido da própria U.  e) ampliação de jornada. para carga suplementar de trabalho.  para  atender  a  ocasionais  necessidades  que  se  apresentem  por  Diretoria  de  Ensino.

  b) a docentes celetistas.  para  carga  suplementar de trabalho..E.  VI – a ocupantes de função‐atividade de outra unidade.  decorrente  das  respectivas  licenciaturas  plenas.  para atribuição ou aumento de carga horária.  c) aos docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  a  todos  os  cadastrados  da  Diretoria  de  Ensino.  §  2º  ‐  Na  impossibilidade  de  atribuição  aos  docentes  em  exercício  na  unidade  escolar.  b) a docentes celetistas. a atribuição observará a ordem de classificação da Diretoria de Ensino. desde que  vá efetivamente exercê‐la na escola estadual.  c) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  a  qualquer título. exceto:  1 ‐ a docente em situação de licença‐gestante. de categoria O. em exercício na U.  por  campo  de  atuação  e  por  faixas  de  situação  funcional. em nível de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino..  § 1º ‐ Para os docentes e candidatos cadastrados.  deverá  se  observar  a  ordem  de  classificação  dos  cadastrados.  3  –  o  titular  de  cargo  afastado  junto  ao  convênio  de  municipalização  do  ensino.  a  existência  das  classes  ou  das  aulas  disponíveis.E. conforme o  caso.  c) a docentes celetistas.  a  docentes  contratados de categoria O e a candidatos à contratação.  para  a  sessão  de  atribuição  que  se  realizará  na  unidade.E.  na  seguinte ordem:  a) a docentes estáveis. de categoria O. a classificação incluirá o tempo de serviço prestado anteriormente  na respectiva unidade escolar.  apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho.  b) a docentes estáveis.  e)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L.  d)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados da U..  de  imediato. nos termos do inciso VII deste artigo. na seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  d)  aos  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados em exercício na U. de acordo com o disposto no caput dos artigos 580 e 584. para  aumento de carga horária. não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano.  §  3º  ‐  Os  docentes  que  se  encontrem  em  situação  de  licença  ou  afastamento. na seguinte ordem:  a) a titulares de cargo.  2 ‐ o titular de cargo.  em  todas  as  faixas de situação funcional.  d) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F. para  atribuição ou aumento de carga horária.  a  serem  sequencialmente esgotados.  deverá  ser  divulgada. exclusivamente na carga suplementar.E. a que se refere o inciso VII deste  artigo. e para os docentes  da unidade.  sempre  com  simultânea  aplicação  da  ordem  de  prioridade  dos  níveis  de  habilitação  e  qualificação  docentes.  § 4º – Nas sessões de atribuição que venham a ocorrer durante o ano.  em  exercício  na  U.  V –  a  ocupantes  de função‐atividade da  U.IV  ‐  a  titulares  de  cargo  de  outra  unidade.  211 . nos demais incisos. na seguinte conformidade:  1  ‐  por  habilitação.  VII  –  aos  docentes  de  outra  unidade  e  a  candidatos  à  contratação  cadastrados.E. exclusivamente para constituição obrigatória de jornada.

  3  ‐  por  níveis  de  qualificação.  deverá ser aplicada  em  nível da  unidade escolar de origem e.  sem  detrimento  a  titulares  de  cargo. que venha a surgir e para a qual seja habilitado  ou qualificado.  celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. a retirada de classe ou de aulas livres.  estável  ou  não.  inclusive  no  inciso  anterior.2  ‐  por  níveis  de  qualificação.  II  ‐  verificando‐se  a  impossibilidade  de  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  unidade  escolar  e  constatada  a  inexistência  de  classe  ou  aulas  livres  disponíveis  na  Diretoria  de  Ensino.  das  atribuições  em  nível  de Diretoria de Ensino. na própria unidade escolar ou em nível de Diretoria de Ensino. a ordem inversa à da classificação dos  docentes contratados e dos ocupantes de função‐atividade. deverá ser aplicada. se necessário.  deverá  participar. na constituição da jornada de trabalho. e não havendo classe ou aulas livres na  unidade escolar. em nível da própria unidade escolar e também de Diretoria de Ensino.  conforme  o  caso.  que  esteja  atuando  em  determinado  campo  de  atuação. um a um.    Artigo 592 ‐ Se não for possível o atendimento por qualquer das formas previstas  no  artigo  anterior.  obrigatoriamente.  inclusive  aquele  que  se  encontre  exclusivamente  com  aulas  de  projeto ou de outras  modalidades  de ensino. assumindo  toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual seja habilitado. um a um.  o  docente estável. à carga suplementar  de outro titular de cargo. na sequência contínua das faixas de situação funcional. a fim de compor sua jornada de trabalho.  deverão  ser  aplicados. conforme o caso. para descaracterizar esta condição ou para compor a jornada.  assumir  classe  ou  aulas  livres. para  retirada de classe ou de aulas livres.  total  ou  parcialmente. na sequência contínua das faixas de situação funcional.  poderá concorrer à  atribuição relativa  a campo de  212 .  deverá  ser  aplicada. na própria escola ou  em outra unidade do mesmo município.  na própria unidade.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  1º  dos  referidos  artigos. sempre que houver necessidade de atendimento  ao titular de cargo. aplicando‐se cada nível.  ainda  em  nível  da  própria  unidade  escolar.  para  composição  da  carga  horária  mínima  de  10  (dez)  horas  semanais.  com  relação  a  classes  e  aulas  livres ou em substituição. ou. observada a ordem inversa à da  classificação dos docentes neste nível. observando‐se que:  I  ‐  não  sendo  possível  processar‐se  o  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  jornada.  ou  toda  e  qualquer substituição.  o  titular  de  cargo.  § 1º – Aplica‐se também o  procedimento de retirada de classe ou de  aulas. inclusive de estáveis e celetistas. pela  ordem  inversa  à  da  classificação  dos  docentes  contratados. que implicará a redução ou a perda total da carga horária do  docente contratado ou do ocupante de função‐atividade. se  necessário. relativamente à carga horária de docente designado  nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  na  forma  prevista  neste  artigo. aplicando‐se cada nível.  com anuência do titular de cargo.  deverá.  que  se  encontre  na  condição  de  adido  e/ou  que  esteja  cumprindo  horas  de  permanência.  III  ‐  a  persistir  a  impossibilidade  de  atendimento  com  classes  ou  aulas  livres. celetista ou ocupante de função‐atividade de categoria F. inclusive a título eventual.  também na Diretoria de Ensino.  os  procedimentos  previstos  neste  artigo.  §  3º  ‐  O  ocupante  de  função‐atividade.  §  2º  –  Na  impossibilidade  do  atendimento  previsto  no  parágrafo  anterior.  com  horas  de  permanência.    Artigo 591 – No decorrer do ano.  sempre  que  houver  necessidade  de  atendimento  à  docente  estável. a ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos  ocupantes de função‐atividade. inclusive estáveis e celetistas. em nível de Diretoria de Ensino. que esteja cumprindo a  respectiva  carga  horária. para retirada de classe ou aulas em  substituição. na mesma sequência.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  2º  dos  referidos  artigos.

    Artigo  593  –  O  Diretor  de  Escola. SE nº 98/09. por escrito.  em  uma  das  unidades em que se encontre em exercício. se for o caso.  II  ‐  atribuição. a um docente titular  de  cargo  ou  estável/celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. no primeiro dia útil subsequente  213 . art. oferecidas as classes e aulas que se encontrem atribuídas a docentes  não habilitados ou habilitados em disciplina diversa.  quanto  de  Diretoria  de  Ensino.  §  2º  ‐  O  docente. em situação diversa das previstas nos incisos deste artigo. a fim de se propiciar a aplicação do disposto  no § 8º do artigo 586.  de qualquer alçada.  em  regime de  acumulação. o docente deverá comparecer munido de  declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho. requerer. não sendo  considerado nessa atribuição o vínculo precedente.  com  relação  à  carga  suplementar.atuação diverso. a fim de reduzir o número de escolas. desde que:  I  ‐  não  implique  detrimento  aos  titulares  de  cargo  ou  aos  estáveis/celetistas  e  docentes de categoria F da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.  a  fim  de  viabilizar  a  nova  atribuição.    Artigo 594 – No processo de atribuição durante o ano.  de próprio punho. 20)    Subseção VII  Das Disposições Finais     Artigo 595 – Não poderá haver desistência de aulas anteriormente atribuídas.  ouvido  previamente  o  Conselho  de  Escola.  de  aulas  anteriormente  atribuídas.  §  1º  ‐  O  docente  que  desistir.  §  3º  ‐  Nas  sessões  periódicas  de  atribuição  durante  o  ano.  no  caso  de  este  docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título.  deverão  ser  sempre  divulgadas e.  que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar.  deverão  também  se  observar  as  disposições  relativas  à  atribuição de classes e aulas do processo inicial. datada e assinada.  (Res.  com  observância  à  compatibilidade de horários e distância entre as unidades. na  carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  docente contratado.  § 2º – A toda e qualquer sessão de atribuição de classes ou aulas durante o ano.  total  ou  parcialmente. ficará impedido de concorrer  à nova atribuição durante o ano. por se configurar regime de acumulação. contendo a distribuição das aulas pelos  turnos  diários  e  pelos  dias  da  semana. informando sua decisão e.  poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou  aulas em substituição. em situação de atendimento.  com  aumento  ou  manutenção  da  carga  horária.  II  ‐  o  intervalo  entre  os  afastamentos  seja  inferior  a  15  (quinze)  dias  ou  tenha  ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho. pela ordem inversa da classificação.  inclusive  o  titular  de  cargo. quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe  ou das aulas. a dispensa da função ou a extinção do seu contrato de  trabalho. exceto nas situações de:  I  ‐ o docente  vir  a  prover novo  cargo  público.  em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo.  §  1º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  no  caput  ao  professor  que  venha  a  perder  classe  ou  aulas livres. devendo apresentar ao superior imediato declaração expressa. quando se tratar de classe ou da  totalidade das aulas. tanto em nível de unidade  escolar.

 antes de decorridos 200 (duzentos) dias contados  da data de extinção do último contrato do docente. a titulares de cargo ou a docentes estáveis.  ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  de  suas  aulas  e/ou  pedido dispensa da função ou extinção de sua contratação.  no(s)  dia(s)  estabelecido(s)  em  seu  horário  semanal  de  trabalho.  desde que:  I ‐ o somatório das cargas horárias dos cargos/funções não exceda o limite de 64  (sessenta  e  quatro)  horas.  §  2º  ‐  Observados  os  requisitos  legais  e  as  disposições  deste  artigo. ficando impedido de  concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  exceto  se  em  caráter  eventual  ou  para  constituição  obrigatória  de  jornada  do  titular  de  cargo. como titular de cargo ou em situação de designação. nos últimos cinco anos ou nos últimos dez anos.  somente  será  possível  quando forem distintas as respectivas áreas de atuação funcional. na conformidade da legislação em vigor. com a situação de ocupante de  função‐atividade em outro campo de atuação.  quando  ambos  integrarem  os  Quadros  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  II  ‐  haja  compatibilidade  de  horários.  III ‐ seja previamente publicado Ato Decisório favorável ao acúmulo. durante o ano letivo em curso.    Artigo 596 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas:  I  ‐  a  partir  de  1º  de  dezembro  do  ano  letivo  em  curso. é da autoridade que conceder o exercício do segundo cargo/função. será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas.  no  cargo/função  docente.  III  ‐  para  fins  de  contratação  ou  de  reassunção  de  exercício  em  situação  de  acúmulo.  perderá  as  aulas  correspondentes.  poderá  o  docente contratado atuar em regime de acumulação remunerada.  §  3º  ‐  É  expressamente  vedada.  também as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC).  a  acumulação  de  duas  contratações.  IV  ‐  ao  docente  que  tenha  desistido.  quando a bem do serviço público. integrantes de sua carga horária. ou dispensado pelo titular da Pasta.    Artigo  597  ‐  A  acumulação  remunerada  de  dois  cargos  ou  de  duas  funções  docentes.  V – a título de nova contratação.  § 4º ‐ Ao titular de cargo docente é vedada a atribuição de classe ou de aulas na  situação  de  ocupante  de  função‐atividade  ou  de  docente  contratado.  sob  qualquer  hipótese.  II  ‐  ao  professor  que  tenha  sido  demitido. ou de um cargo de suporte pedagógico com cargo/função docente.  por  3  (três)  semanas  seguidas  ou  por  5  (cinco)  semanas  interpoladas.    Artigo 596 A – O docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem  motivo  justo.  § 1º ‐ A responsabilidade pela legitimidade da situação do docente.ao da atribuição.  mediante  processo  administrativo  disciplinar.  ou  ainda  para  atendimento em jornada ou carga horária. poderá ser exercida. nos termos da  legislação específica.  214 .  consideradas.  total  ou  parcialmente.  em  face  da  ausência  de  amparo legal para este tipo de acumulação no âmbito desta Secretaria da Educação. em regime de  acumulação.  ao  funcionário/servidor  público  estadual  que  se  encontre  em  licença  para  tratar  de  interesses particulares.  § 5º ‐ A acumulação do exercício de cargo ou função docente com o exercício das  atribuições de suporte pedagógico. ou ainda  das  designações  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.

  §  7º  ‐  A  vedação  prevista  no  parágrafo  anterior  não  se  aplica  ao  ocupante  de  função‐atividade  designado  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  Professor  Coordenador. quando for o caso.  III ‐ declaração de próprio punho de que possui ou não antecedentes de processo  administrativo  disciplinar  no  qual  tenha  sofrido  penalidades.  mediante  consulta  ao  sistema  de  cadastro  funcional  da  Secretaria  da  Educação  (PAEC/PAEF). adequados às características que as distinguem.  a  ser  averiguada  pelo  Diretor  de  Escola.  desde  que  as  funções sejam relativas a campos de atuação distintos e tenham exercício em unidades escolares  diversas.  em  situação  de  ingresso. mediante a apresentação de:  I – Atestado Médico que comprove estar apto ao exercício da docência. sem a prévia publicação  de  ato  decisório  favorável  à  acumulação  ou  com  publicação  favorável  equivocada.  são  consideradas  como  de  Projetos  desta  Pasta.    Artigo 598 ‐ Caberá ao Diretor de Escola autorizar o exercício e. de contratação ou de reassunção após período de interrupção. SE nº 98/09.  que  implicam  a  necessidade  de  aplicação  de  critérios e procedimentos específicos.  (Res.  b) ser maior de 18 anos (apresentação de RG em via original).  c)  estar  em  dia  com  as  obrigações  militares  (apresentação  de  certificado  de  reservista).  turmas e aulas que se encontram relacionadas na presente seção. em regime de acumulação  de cargos/funções.    Artigo 598 A ‐ Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas  não  terão  efeito  suspensivo  nem  retroativo  e  deverão  ser  interpostos  no  prazo  de  2  (dois)  dias  úteis  após  a  ocorrência  do  fato  motivador.  durante  o  processo.§  6º  ‐  Ao  docente  titular  de  cargo. em caso positivo.  e) estar cadastrado como pessoa física (apresentação de CPF).  §  8º  ‐  O  superior  imediato  que  permitir  o  exercício  do  docente. deverá ser previamente publicado o ato decisório  de acumulação legal.  II ‐ declaração de próprio punho de que estará.  d) estar em dia com a Justiça Eleitoral (apresentação de título de eleitor e últimos  comprovantes de votação/justificação).  215 .  providenciar  a  contratação  do  candidato  contemplado.  dispondo  a  autoridade  recorrida  de  igual  prazo  para  decisão. Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares    Artigo 599 ‐ Para fins de atribuição aos docentes e aos candidatos à contratação.  é  vedado o exercício de função docente em regime de acumulação.  IV ‐ documentos pessoais comprovando:  a) ser brasileiro nato ou naturalizado. ou não. as classes.  inclusive  a  relativa  ao  pagamento  do  docente  pelo  exercício em situação irregular ou ao ressarcimento aos cofres públicos do pagamento indevido. 21 a 27)    Seção IV  Da Atribuição de Classes. sendo que.  arcará  com  a  responsabilidade  decorrente  deste  ilícito.  com  classe  ou  com  aulas de sua unidade.  designado  para  exercer  função  de  suporte  pedagógico  ou  em  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador. arts. se assim caracterizada.

 promovido pela Secretaria de Estado da Educação. de que trata esta seção.   (Res. desenvolvido pela Secretaria da Educação. em nível médio. sendo que para o Ensino  Médio (Ciclo IV) se dará com 30 (trinta) horas da base comum e 3 (três) horas das oficinas da parte  216 .  em nível superior.  em  reserva. 1º a 4º)    Subseção II  Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena    Artigo 603 ‐ As classes e as aulas da Educação Indígena deverão ser atribuídas.       Artigo  600  ‐  As  classes. acrescidas as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo e em local de livre escolha do  docente (HTPCs e HTPLs).  aos  ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação temporária que.  mantidas  pelas  escolas  das aldeias. de 1º de junho de  2007. classificados conforme disposto no artigo 5º da Resolução SE nº 8.  Parágrafo  único  ‐  Excetua‐se  do  disposto  no  caput  deste  artigo. arts.  observada  a  legislação específica. de 22 de janeiro de 2010.   2 ‐ portadores de diploma de curso regular de licenciatura plena. quando houver. a Diretoria de Ensino.  relação  de  candidatos  previamente  selecionados.  3  –  portadores  de  certificado  de  conclusão  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço de Professor Indígena.  serão  atribuídas  com  base  na  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição  de  classes  e  aulas  do  ensino  regular.  aprovados  no  processo  seletivo  anual  ou  abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1.  não  mencionadas  nesta  seção. apenas  para atribuição referente ao Ensino Fundamental. turmas e aulas de Programas e outras modalidades  de  ensino.  deverá  manter. para os Ciclos I.  de  acordo  com  os  critérios  estabelecidos  para  cada projeto.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe.      Artigo  601  ‐  Para  fins  de  atribuição  de  classes. a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.010. observada a seguinte ordem  de prioridade:  1 – portadores de diploma do Curso Especial de Formação de Professor Indígena. em disciplina(s)  da área de conhecimento objeto da atribuição.Parágrafo único – As classes.  turmas  ou  aulas  de  projetos  que  exijam processo seletivo específico.  o  docente  com  aulas atribuídas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. tendo em vista possíveis substituições  docentes  ou  formação  de  novas  classes  e  turmas  durante  o  ano. dar‐se‐á  por carga horária  semanal  de  25  (vinte  e  cinco)  horas  da  base  comum  e  de  8  (oito)  horas  das  oficinas  da  parte  diversificada.  turmas  e  aulas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  atribuídas  aos  ocupantes  de  função‐atividade.  §1º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  da  matriz  curricular  –  parte  comum. SE nº 13/10.  deverão ser atribuídas a professores  indígenas.  turmas  ou  aulas  de  projetos.  de  que trata  o parágrafo  anterior.  pelo  responsável  pela  direção  da  unidade  escolar. inscritos no processo  regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos para esta modalidade de ensino. que implique afastamento das funções para as quais foi selecionado. II e III do Ensino Fundamental. não poderá exercer nenhuma outra atividade ou prestação de  serviços.    Artigo  602  ‐  O  docente. que poderá ser designado para o posto de  trabalho de Professor Coordenador do próprio CEL. tenham  sido selecionados pela Comissão Étnica Regional.  § 2º ‐  A atribuição.

 6º)    Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de Estudos de Línguas    Artigo  604  ‐  A  atribuição  de  aulas  dos  cursos  de  língua  estrangeira  moderna.  observadas as disposições da legislação específica deste projeto. como carga suplementar de trabalho.  de  um  curso  em  continuidade de língua estrangeira moderna. a partir do processo inicial de atribuição. que vinha afastado com aulas de um curso. com base nos critérios estabelecidos na legislação  específica. pelo Diretor da unidade escolar vinculadora.  pelo  desenvolvimento  do  estágio  anterior. art.   (Res. SE nº 13/10. a  docentes ocupantes de função‐atividade e a candidatos à contratação temporária.  pela  Diretoria de Ensino e pela Fundação CASA/SP.  contemplar a manutenção do docente titular de cargo. a atribuição das aulas do CEL  poderá se dar na seguinte conformidade:  1 ‐ aos titulares de cargo. de que tratam os Anexos II. 7º)    Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP    Artigo  605  ‐  As  classes  e/ou  as  aulas  das  Unidades  da  Fundação  CASA  serão  atribuídas. SE nº 13/10. somando‐se as HTPCs e HTPLs correspondentes.diversificada.  II  –  tenham  sido  devidamente  credenciados  por  processo  específico.  § 1º ‐ A atribuição de que trata este artigo deverá contemplar prioritariamente os  docentes  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras. dar‐se‐á em nível de Diretoria de Ensino aos  docentes que:  I  –  estejam  inscritos  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também inscritos especialmente para este projeto. deverá contemplar prioritariamente o docente que. inscritos para o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também  especialmente  para  este  projeto. art.  com  habilitação  na  língua  estrangeira cujas aulas estejam sendo atribuídas.  §  3º  ‐  A  atribuição  de  aulas  de  estágio  dos  estudos  de  nível  III.  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora  do  CEL. com vigência a partir do primeiro dia letivo do ano da atribuição. relativamente à língua estrangeira que seja disciplina específica ou  não específica da licenciatura do cargo.  2 – aos titulares de cargo.  ministradas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL.  deverá  ser  providenciado  novo  ato  de  afastamento.  observada a seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  habilitados  que  tenham  atuado  nas  unidades  da  Fundação  CASA  e  tenham  sido  avaliados  com  indicação  para  recondução.  prevista  no  parágrafo  anterior. IV e  V referidos no artigo 205.  cuja  continuidade  passe  de  um  ano  para  outro.  tenha  obtido  resultados  satisfatórios  na  avaliação  de  seu desempenho profissional.  217 .  3  –  aos  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação.  § 2º ‐ Atendidos os requisitos previstos neste artigo.  como  carga  horária.  §  4º  ‐  Quando  a  atribuição  de  aulas  de  estágio.  (Res. para afastamento nos termos do inciso III do artigo 64 da  Lei Complementar nº 444/85. III.

 SE nº 15/10)    Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar    Artigo  606  ‐  As  classes  que  funcionam  em  unidades/entidades  de  atendimento  hospitalar  deverão  ser  atribuídas. de que trata  este artigo. turmas e aulas dos projetos da Pasta aplicam‐se.  desde  que  credenciados.  em  conformidade  com  as  disposições  da  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes/aulas do ensino regular. sendo previamente selecionados e credenciados pelas referidas entidades. no que couber. 10)    Subseção VII  Das Disposições Gerais    Artigo  608  ‐  O  vínculo  do  docente. art. art.    Artigo  609  ‐  Com  relação  aos  procedimentos  a  serem  adotados  na  atribuição  de  classes.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe  e/ou  aulas  do  Projeto  Revitalizando  a  Trajetória  Escolar  das  Unidades  de  Internação Provisória ‐ UIP. poderão ser atribuídas a docentes e candidatos à contratação que sejam qualificados.  quando  constituído  exclusivamente  com  classes.  observados  os  demais  critérios  estabelecidos  na  legislação específica. 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura    Artigo  607  –  O  processo  de  atribuição  de  aulas  aos  docentes  que  irão  atuar  nas  Salas de Leitura ou no Programa Escola da Família será objeto de resolução específica.   § 3º ‐ A carga horária.  de  que  trata  esta  seção. art. SE nº 13/10. as classes e/ou as aulas. SE nº 13/10.  (Res. as disposições  que regulamentam o processo anual de atribuição de classes e aulas do ensino regular. 5º)      218 . SE nº 13/10.  §  2º  ‐  O  docente  ou  o  candidato  Professor  Educação  Básica  I.  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora. a que se refere o parágrafo anterior.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação e atribuição de classes e/ou aulas do ensino regular.  (Res. deverá ser cumprida  exclusivamente no período diurno. devidamente habilitados para as  aulas  que  forem  ministrar. cumprirá carga horária de 40 (quarenta) horas semanais.  § 1º ‐ Na ausência de docentes habilitados.  aos  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária  que  estejam  inscritos para o processo regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos especialmente  para este atendimento.  § 4º ‐ Nas Unidades de Internação ‐ UI. c/c a Res.  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  Fundação  CASA/SP.  (Res. 8º.  a  atribuição  das  aulas  poderá  contemplar  docente  com  habilitação  na  área  de  conhecimento  da  disciplina  a  ser  atribuída. além do que preveem as disposições deste  artigo.II ‐ demais docentes e candidatos à contratação.  a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.  turmas  ou  aulas  de  projeto. SE nº 13/10.    (Res. em processo seletivo específico. também. art.

 após  o  aproveitamento  dos  funcionários  conforme  as  vagas  da  nova  unidade.  c) junto à própria Diretoria de Ensino ou junto à Diretoria de Ensino para a qual foi  transferido o cargo de Supervisor de Ensino. como excedente. quando ocorrer a extinção.  quando  se  tratar  de    titular  de  cargo  de  Coordenador Pedagógico.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior.  junto  à  própria  unidade  escolar  de  classificação  do  respectivo cargo de Professor Educação Básica I ou II.    219 . na unidade escolar de classificação  do respectivo cargo do docente. nos termos dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. ocorrerá  verificadas as seguintes hipóteses:  I – classes de docentes:  a) durante o processo anual de atribuição de classes e/ou aulas.    Artigo  611  ‐  Os  cargos  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  serão  transferidos.  os  excedentes  serão  declarados adidos.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior. fusão  ou  incorporação  da  unidade  administrativa  de  origem  e  constatada  a  impossibi‐lidade  de  aproveitamento do funcionário na unidade de destino.    Artigo  612  ‐  A  identificação  do  titular  de  cargo  das  classes  de  docentes  ou  das  classes de suporte pedagógico. em face da extinção.  quando  o  número  de  cargos  providos  destas  categorias  exceder a lotação prevista pelas normas legais para a unidade em que estiverem classificados.  II – as classes de suporte pedagógico:  a)  junto  à  própria  unidade  escolar.  II – classes de suporte pedagógico:  a) quando a unidade administrativa não comportar o cargo.Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos    Artigo 610 ‐ Serão declarados adidos os titulares de cargos das classes de docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico. quando não forem  atribuídas classes e/ou aulas da disciplina. fusão ou incorporação de  Diretorias de Ensino. de 12 de maio de 1978:  I  ‐  para  a  unidade  mais  próxima. em face da extinção. quando se tratar  de titular de cargo de Diretor de Escola.    Artigo 613 ‐ Os integrantes das classes do Quadro do Magistério serão  declarados   adidos nas seguintes unidades:  I  –  as  classes  de  docentes. fusão  ou incorporação da unidade escolar de origem e constatada a impossibilidade de aproveitamento  total ou parcial do docente na unidade de destino.  b) junto à Diretoria de Ensino a que pertence a unidade escolar.  Parágrafo único – Efetuada a transferência de que trata o caput deste artigo. objeto do concurso.  quando  ocorrer  a  extinção  ou  integração  da  unidade em que estiverem classificados.  Parágrafo único ‐ A declaração de adido far‐se‐á por ato do Dirigente da Diretoria  de Ensino à qual pertence a unidade de origem.  II – para a unidade resultante de fusão da unidade de classificação com outra.

 no caso de docentes. na forma a ser disciplinada pela  Secretaria da Educação.  II  –  em  outras  unidades.  § 1º ‐  O retorno  previsto no caput deste artigo dar‐se‐á  quando ocorrer  vaga  na  unidade de origem.  por  intermédio  de  remoção  ex  officio  ou  transferência  opcional.  o  melhor  classificado  poderá  declinar  da  atribuição  de  vagas  obrigatória  para  concorrer  à  atribuição  opcional.  (Decreto nº 42.    Artigo 617 ‐  Fica  assegurado ao integrante do Quadro do Magistério.  § 5º ‐ Quando o número de vagas for igual ou superior ao número de titulares de  cargos adidos. 11 e 5º)    Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos    Artigo  615  ‐  Os  integrantes  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico. arts.  §  3º  ‐  O  aproveitamento  do  excedente  ou  do  adido  obedecerá  à  classificação  utilizada durante o processo de atribuição de classes e/ou aulas. conforme o caso. provocando excedentes.  o  preenchimento  total  das  vagas  da  unidade escolar e/ou administrativa existentes.966/98. contados da data do evento.  desde  que  haja  nesta  fase.    Artigo 616 ‐ Compete ao Departamento de Recursos Humanos  e às Diretorias de  Ensino proceder às atribuições de vagas obrigatórias e opcionais. 6º. serão aproveitados na seguinte conformidade:  I – na própria unidade escolar ou Diretoria de Ensino.  §  6º  ‐  Quando  o  número  de  vagas  for  menor  do  que  o  número  de  titulares  de  cargos  adidos.  § 4º ‐ Os titulares de cargos das classes de suporte pedagógico serão classificados  entre seus pares.  (Decreto nº 42. em caso de reforma desta ordem por decisão judicial  final.  §  2º  ‐  A  transferência  opcional  ocorrerá  sempre  após  o  aproveitamento  obrigatório. arts. a atribuição será obrigatória.966/98. será feito  no decorrer de todo o ano letivo. de acordo com o tempo de serviço no cargo e no magistério público oficial do  Estado de São Paulo. o direito de  optar  pelo  retorno  à  unidade  resultante  da  referida  fusão  ou  incorporação.  no  prazo  de  15  (quinze) dias. 7º e 8º)          220 . em outras unidades.  §  1º  ‐  O  aproveitamento  do  adido  na  própria  unidade  ou  por  intermédio  de  remoção ex officio.Artigo  614  ‐  O  titular  de  cargo  das  classes  de  docente  ou  das  classes  de  suporte  pedagógico  que  tenha  obtido  ordem  judicial  para  classificação  em  determinada  unidade  escolar  ou administrativa. transferido  em  virtude da  fusão ou incorporação da  unidade de origem ou removido ex  officio. 1º ao 4º.  se  na  unidade  de  origem não houver vaga para lhe ser atribuída. declarados adidos.  será  declarado  adido  em  conformidade  com  as  disposições  desta  seção.  § 2º ‐ O direito de opção poderá ser exercitado uma única vez e é válido pelo prazo  de 5 (cinco) anos.

 de 27 de dezembro de 1985. a título de constituição de jornada de trabalho docente e/ou de  carga suplementar de trabalho.  execução  e  avaliação  das  atividades  escolares.  221 .  (Decreto nº 42. inclusive.  d)  participar  do  processo  de  planejamento.  não  puder  exercer  a  docência  de  outra  disciplina. a unidade de exercício.  b)  assumir  as  atribuições  de  Professor  Coordenador.  § 2º ‐ Excetua‐se do previsto neste artigo a situação dos docentes afastados para  fins do disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  desde que tenha:  I – sido declarado adido.  por  não  estar  legalmente  habilitado. observadas as disposições legais vigentes.  II  –  optado  por  componente  curricular  objeto  de  realização  de  concurso  de  ingresso.  será  colocado  em  disponibilidade remunerada.  b) desempenhar atividades técnico‐pedagógicas compatíveis com sua formação e  experiência profissional. os quais  terão.Subseção III  Das Atribuições dos Adidos    Artigo 618 ‐ Compete ao adido:  I – se pertencente à classe de docentes:  a) reger classe ou ministrar aulas a qualquer título. o docente deverá ministrar aula de outra disciplina. ficando o cargo do qual é titular destinado à disciplina que vier a assumir.    Artigo 619 – No caso de alteração do quadro curricular que implique a  supressão  de determinada disciplina.  § 1º ‐ O disposto no caput deste artigo aplica‐se. para a qual esteja  legalmente habilitado. possibilitando a melhoria do processo ensino‐apren‐dizagem.  c)  ministrar  aulas  de  reforço.  e) colaborar no processo de integração escola‐comunidade.  adaptação  e  recuperação  de  alunos  com  aproveitamento insuficiente. à situação do docente  que rege classe ou ministra aula. como sede de controle de freqüência.  Parágrafo  único  –  O  docente  que.966/98. arts.    Artigo  621  ‐  A  sede  de  controle  de  freqüência  do  ocupante  de  função‐atividade  docente será a unidade escolar onde se encontra em exercício.  nos  termos  deste  artigo. 9º e 10)    Seção VI  Do Controle de Freqüência dos Docentes  Subseção I  Da Sede de Controle de Freqüência    Artigo 620 ‐ O titular de cargo docente terá como sede de controle de freqüência a  unidade escolar na qual está classificado seu cargo.  II – se pertencente à classe de suporte pedagógico:  a) assumir as substituições de titulares afastados a qualquer título.  na  ausência  de  docente  devidamente designado. em outras unidades escolares.

  (Decreto nº 39. será considerado “falta‐dia” a ser consignada no último dia de exercício.  de  conselho  de  classe  ou  de  escola. deverão ser  efetuados registros distintos para cada situação.  os feriados e aqueles em que não houver espediente na unidade escolar.    Artigo  627  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.  ao  longo  do  mês  somada  às  demais  para  perfazimento da “falta‐dia”.    Artigo 626 ‐ O desconto financeiro da “falta‐dia” será efetuado à  razão de 1/30 do  valor da retribuição pecuniária mensal.  a  qual  será. observada a tabela anexa.  o  saldo  de  “faltas‐aula”. arts. os domingos.931/95. poderá ser abonada nos  termos da legislação vigente.  para  atender  a  pais.    Artigo  622  ‐  O  docente  que.  justificadas  ou  injustificadas  os  dias  intercalados serão computados como “falta‐dia” somente para efeito de desconto da retribuição  pecuniária.Parágrafo  único  ‐  O  docente  servidor  que  estiver  em  exercício  em  duas  ou  mais  unidades escolares terá a sede de controle de freqüência fixada na escola onde teve atribuído o  maior número de aulas.  além  do  previsto  no  artigo  624.    Artigo 624 ‐ O docente que não cumprir a totalidade da sua carga horária diária de  trabalho terá consignada “falta‐dia”. injustificadamente.  em  unidades  escolares  diversas.  terá  duas  sedes  de  controle  de  freqüência. se estas integrarem a carga suplementar do titular de cargo ou a carga  horária do servidor. 1º.  §  3º  ‐  No  mês  de  dezembro. de que trata o artigo anterior.    Artigo  629  ‐  O  não‐comparecimento  do  docente  nos  dias  de  convocação  para  participar  de  reuniões  pedagógicas.  Paragráfo único ‐ Consideram‐se como dias intercalados os sábados.  §  1º  ‐  O  descumprimento  de  parte  da  carga  horária  diária  de  trabalho  será  caracterizado  como  “falta‐aula”.  Parágrafo único ‐ Quando a acumulação ocorrer na mesma unidade.    Artigo 628 ‐ O docente que faltar.    exercer  dois  cargos  ou  duas  funções‐atividade. observada a tabela no anexo que faz parte integrante desta seção. serão elas somadas às que  vierem a ocorrer no mês seguinte ou subseqüentes. 2º e 4º)    Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas    Artigo  623  ‐  A  carga  horária  diária  de  trabalho  docente  não  poderá  exceder  a  8  (oito)  horas  ou  480  (quatrocentos  e  oitenta)  minutos  computadas  as  unidades  escolares  de  exercício.  perderá  as  aulas da classe ou classes.  222 . determinado dia da semana  durante  15  dias  sucessivos  ou  30  dias  intercalados.    Artigo 625 ‐ A “falta‐dia”.  em  regime  de  acumulação.  § 2º ‐ Ocorrendo saldo de “falta‐aula” no final do mês.  qualquer  que  seja  o  seu  número.

 admitido nos termos do inciso I do artigo 1º  da Lei nº 500.  223 . com observância das seguintes normas:  I ‐ série de classes de docentes:  a)  a  substituição  de  titular  de  cargo  docente  será  exercida  por  outro  titular  de  cargo docente ou por ocupante de função‐atividade. de 27 de dezembro de 1985. respeitados os requisitos de habilitação mínima exigida para cada cargo  e.  b) o titular de cargo docente poderá ser afastado para substituir outro titular de  cargo  da  mesma  classe.  também. 5º ao 12)    ANEXO    A QUE SE REFERE O § 1º DO ARTIGO 6º DO DECRETO Nº 39.  aos  docentes  designados para funções de coordenação nas unidades escolares da rede estadual de ensino. quando o período de afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos) dias  e desde que a carga horária do substituído seja igual ou superior à do substituto.  (Decreto nº 39. de 12 de maio 1978. arts.    Artigo 633 ‐  A substituição de que trata esta seção será exercida por integrantes  do Quadro do Magistério. DE 30 DE JANEIRO DE 1995    CARGA HORÁRIA SEMANAL A SER CUMPRIDA NA UNIDADE  ESCOLAR  2 a 7  8 a 12  13 a 17  18 a 22 23 a 27  28 a 32  33 a 35  Nº DE HORAS NÃO CUMPRIDAS QUE CARACTERIZAM A  “FALTA‐DIA”  1  2  3  4 5  6  7      Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Normas e Requisitos    Artigo  631  ‐  Haverá  substituição  nos  impedimentos  legais  e  temporários  dos  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. observado o total  das horas de duração dos eventos e a tabela anexa. de 13 de novembro de 1974.  da  classe  de  Dirigente  Regional  de  Ensino. conforme o caso.931/95.    Artigo  632  ‐  Para  os  cargos  de  provimento  em  comissão.  aplicar‐se‐á.    Artigo  630  ‐  O  disposto  nesta  seção.  haverá  substituição  nas  situações  previstas  no  §  3º  do  artigo  7º  da  Lei  Complementar nº 180.  classificado  na  mesma  ou  em  outras  unidades  escolares  de  qualquer  Diretoria de Ensino. ainda. observada a ordem de preferência prevista no artigo  45 da Lei Complementar nº 444. acarretará “falta‐aula” ou “falta‐dia”.931.alunos e à comunidade.

 de que tratam os artigos 542  a 549.  alterado pelo Decreto nº 53.   (Decreto  24.  do  Subquadro  de  Cargos  Públicos  (SQC)  Tabela  II. por período superior a 15 (quinze) dias. exceto pela reassunção do titular substituído.  de  Diretor  de  Escola  ou  de  Dirigente  Regional    de  Ensino.948/86.    Artigo  635  ‐  A  substituição  durante  o  impedimento  legal  e  temporário  de  outro  titular de cargo ou o exercício de cargo vago. nos últimos 5 (cinco)  anos.  poderá  substituir  outro  titular  de  cargo  da  mesma  classe. para o  exercício  de  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  de  serviço  público  retribuída  mediante  pro  labore. poderá ser feita a admissão de docente.  atendidas  as  condições  previstas  nesta  seção  e  nas  demais  normas  regulamentares.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico.  nos  termos  do  artigo  1º. através de Portaria Especial de Admissão.  1º  ao  4º.   II  ‐  classes  de  suporte  pedagógico:  a  substituição  de  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico só poderá ser exercida quando o afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos)  dias. ficando impedidos de participar da atribuição de vaga os interessados que:  I ‐ tiverem sofrido penalidades.  de  27  de  dezembro  de  1985. por qualquer tipo de ilícito.  por período de 1 (um) até 15 (quinze) dias.    inciso  I.     Artigo 634 ‐ As normas previstas no artigo anterior aplicar‐se‐ão.037/08.  224 .  IV – encontrem‐se no período de estágio probatório. nos termos do artigo 1º.  III ‐ apresentarem no ano precedente ao da atribuição de vaga mais de 12 (doze)  faltas de qualquer natureza. a substituição poderá ser  exercida  por  outro  titular  de  cargo  ou  pelo  ocupante  de  função‐atividade. inocorrendo a substituição de que trata o artigo 635.c) no caso de afastamento inferior a 200 (duzentos) dias.  até  a  criação  do  cargo  correspondente. nos últimos 3 (três) anos.  da  Lei  nº  500. de 13 de novembro de 1974.  da  mesma  unidade  escolar  ou por um docente admitido para esse fim.  classificado em área de jurisdição de qualquer Diretoria de Ensino.   Parágrafo  único  ‐  O  período  de  afastamento  para  substituição  mediante  designação  deverá  ser  igual  ou  superior  a  200  (duzentos)  dias  e  a  carga  horária  do  substituído  igual ou superior à do substituto.  7º  e  18  do  Decreto  nº  53. exceto para os cargos de Dirigente Regional de Ensino e Diretor de Escola.  poderá  haver  admissão  de  docente. do Quadro do Magistério.  por qualquer motivo.     Artigo 637 ‐ Para a regência de classe ou ministração de aulas nos impedimentos  eventuais de titular de cargo ou de ocupante de função‐atividade da série de classes de docentes. inocorrendo a substituição de  que trata o artigo 635. observada a inscrição e cadastramento de docentes e  candidatos em nível de Diretoria de Ensino.  da Lei nº 500.  arts.  de  13  de  novembro de 1974.    arts. de que trata o artigo 22 da  Lei  Complementar  nº  444.  dar‐se‐ão  mediante  designação  do  servidor  em  exercício. também.  II ‐ tiverem desistido de designação anterior. ou que tiveram cessada a designação. inciso I.161/08)    Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes    Artigo  636  ‐  Durante  o  impedimento  legal  do  titular  de  cargo  ou  ocupante  de  função‐atividade docente.

 o Vice‐Diretor de Escola assume. nos 10 (dez) primeiros dias úteis do mês de agosto de cada ano. e nos termos desta subseção.  e  quando  o  prazo  for  igual  ou  superior a 30 (trinta) dias. em especial quando se tratar de licença‐ saúde.  § 2º ‐ Quando se tratar de substituição.  até  a  criação  do  cargo  correspondente. quando ocorrer a  situação  prevista  no  caput  ou  nos  seus  impedimentos  legais.  § 2º ‐ Na inexistência de Vice‐Diretor de Escola. obrigatoriamente. nem de  impedimentos de mesmo teor.  §  1º  ‐  No  ato  de  inscrição. será considerada a soma do número de horas efetivamente ministradas por dia em  que o docente exerceu a substituição.Parágrafo único ‐ A admissão de docente.  e  de  que  tratam  os  artigos  633  a  635.  225 .  § 3º ‐ Na composição dos 200 (duzentos) dias de afastamento do substituído. assumir a direção da unidade escolar. 10)     Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico    Artigo 640 ‐ As substituições dos integrantes do Quadro do Magistério. 9º. na admissão de que trata o  artigo anterior. deverá o docente. bem como de função de serviço público retribuída mediante pro labore.  inclusive  os  Anexos  I  e/ou  II.    Artigo  639 ‐  No  final  de  cada  ano.  ao  exercício  de  atribuição de cargo vago.  § 1º ‐ Para ocupar o posto de trabalho de Vice‐Diretor de Escola. 2º  e 4º do art. não  poderão ser somados períodos de impedimentos diversos. previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 444. a direção.  §  2º  ‐  A  inscrição  realizada  terá  validade  até  o  período  de  inscrições  do  ano  subseqüente.  expedirá  Atestado  de  Freqüência  do  qual  deverá  constar  de  forma discriminada.    (Decreto 24.    Artigo  642  ‐  Os  interessados  em  exercer  as  atribuições. mesmo que sem interrupção. que atendam aos requisitos estabelecidos no Anexo III da Lei Complementar nº 836.  a  unidade escolar  onde houve  a  prestação  de  serviço.  o  candidato  deverá  apresentar  os  documentos  pertinentes. pela imprevisibilidade de sua concessão e manutenção.  por  período  inferior  a  200  (duzentos) dias.  §  1º  ‐  As  normas  previstas  nesta  subseção  aplicam‐se.  nos  termos  do  artigo  637.  outro  docente. das classes de Suporte Pedagógico.  também.  que  deverão  estar  preenchidos e assinados pelo superior imediato.  integrantes  desta  subseção. classe de  Suporte Pedagógico. indicado na escala de substituição. titular de cargo  efetivo. de que trata o caput deste artigo.  serão  exercidas  por  titulares  de  cargo  do  mesmo  Quadro. nos termos desta subseção deverão inscrever‐se  nas Diretorias de Ensino.948/86.    Artigo  641  ‐  Nos  afastamentos  do  Diretor  de  Escola.  em  substituição.  será  designado. será  feita nos dias em que ocorrer o impedimento do titular de cargo ou ocupante de função‐atividade.     Artigo 638 ‐ Para o cálculo da retribuição pecuniária. os dias em que o servidor trabalhou como docente.  neste  caso  exclusivamente  para  a  classe  de  Diretor  de  Escola. art. mas de prazos distintos. de  30 de dezembro de 1997. durante cada mês.  observadas  as  disposições  dos  artigos  684  a  691. caput e §§ 1º. de 27 de dezembro de  1985.  em  substituição  ou  em  cargo vago. somente haverá atribuição de vaga para  este fim se o impedimento do substituído for por período maior ou igual a 200 (duzentos) dias.

  226 . dentro do prazo de validade do concurso.2) 5 (cinco) pontos por certificado de aprovação em concurso público promovido  por  esta  Secretaria  da  Educação.  excluídos.3) Faixa III ‐ demais docentes titulares de cargo.2)  Faixa  II  ‐  titulares  de  cargo  de  Diretor  de  Escola  –  com  certificado  de  aprovação em concurso público. para  preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  III ‐ realizar a sessão de atribuição das substituições previstas nesta subseção. dentro do prazo de validade do concurso.  b) quanto aos títulos:  b. dentro do prazo de validade do concurso.  com  no  mínimo  2  (dois)  dias  úteis  de  antecedência.  II ‐ classificação para atribuição na classe de Supervisor de Ensino  a) quanto à situação funcional:  a.  a. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  por  meio  do  Diário  Oficial.  b.  termo  de  anuência  expedido  pelo  superior  imediato.  para  preenchimento  de  cargos  de  Supervisor  de  Ensino. para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino. horários e número de vagas das atribuições. promovido por esta Secretaria da Educação.  para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino.  o  certificado  do  cargo  de  que  é  titular  e. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  a. promovido  por esta Pasta.4) Faixa IV ‐ demais Diretores de Escola titulares de cargo. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Supervisor de Ensino. para preenchimento de cargos de  Supervisor de Ensino.  a. promovido  por esta Secretaria da Educação.§ 3º ‐ O inscrito nos termos desta subseção deverá apresentar.    Artigo  644  ‐  A  classificação  dos  candidatos  inscritos  dar‐se‐á  por  situação  funcional. nas Faixas II e III.1)  5  (cinco)  pontos  por  certificado  de  aprovação  em  concurso  público.3)  Faixa  III  ‐  docentes  titulares  de  cargo  ‐  com  certificado  de  aprovação  em  concurso público. o certificado relativo ao cargo de que é titular.  com  data  atualizada e com validade abrangendo apenas o período de vigência da designação. em cada sessão de  atribuição  da  qual  participe.2) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Diretor de Escola.  II  ‐  comunicar.  o  relativo  à  própria  classificação nesta faixa.    Artigo 643 ‐ A Diretoria de Ensino deverá:  I ‐ cientificar os inscritos da forma de convocação para as sessões de atribuição das  substituições. na seguinte conformidade:  I ‐ classificação para atribuição na classe de Diretor de Escola  a) quanto à situação funcional:  a.  até  20  (vinte) pontos.  na  Faixa  I. nas  Faixas II e IV. após a comunicação de que trata o inciso anterior. no  prazo de até 3 (três) dias úteis. as datas.  excluídos.  promovido por esta Secretaria da Educação. títulos e tempo de serviço.  na  Faixa  II. o relativo à própria  classificação nestas faixas. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  b.1) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  a.004  por  dia.  c)  quanto  ao  tempo  de  serviço  como  Diretor  de  Escola:  0. excluído. o certificado do cargo de que é titular e. na Faixa I.2)  Faixa  II  ‐  docentes  portadores  de  certificado  de  aprovação  em  concurso  público de provas e títulos.  a.  b) quanto aos títulos:  b.

c) quanto ao tempo de serviço como Supervisor de Ensino: 0.  IV ‐ ao candidato que se enquadre em qualquer das situações previstas no artigo  635.  nos  termos  desta  subseção.  §  2º  ‐  Quando  ocorrer  empate  na  classificação  dos  inscritos  de  qualquer  das  classes. desde que:  1 ‐ seja observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos para a cessação  da designação em substituição.  § 1º ‐ O tempo de serviço a ser considerado para fins da classificação.  II  ‐  ao  Diretor  de  Escola. na data da atribuição. poderá ser designado em substituição.  será  designado  por  um  deles. afixando‐se a  relação dos candidatos.  em  unidade escolar  que  seja  do  mesmo  município  e  da  mesma Diretoria de Ensino de seu órgão de classificação.  é  apenas  o  exclusivamente  prestado  no  Quadro  do  Magistério  desta  Secretaria  da  Educação. cuja designação  em  cargo  vago tenha  sido  cessada  no evento.  2 ‐ o substituto esteja em classificação inferior.  será  designado  pelo  cargo  de  suporte  pedagógico. contados a partir do encerramento do período de  inscrições.  Parágrafo único – O servidor.  III ‐ por procuração de qualquer espécie.004 por dia. com as respectivas pontuações.  deverão  ser  utilizados  os mesmos  critérios e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por Tempo de Serviço (ATS). até 20  (vinte) pontos.  § 4º ‐ A data‐limite da contagem de tempo de que trata o parágrafo anterior será  sempre o dia 30 de junho do ano da inscrição.  Parágrafo  único  ‐  Em  ambas  as  hipóteses  deverá  haver  publicação  de  novo  ato  decisório.    Artigo 647 ‐ Quando ocorrer ingresso ou remoção de Supervisor de Ensino. em número suficiente para viabilizar o exercício aos ingressantes ou  aos removidos.  3 ‐ o saldo do período dessa substituição seja igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.  §  3º  ‐  Para  fins  da  contagem  de  tempo  de  serviço.     Artigo  646  ‐  Ao  candidato  que  acumular  cargos  deverá  ser  observado  o  que  se  segue:  I  ‐  no  caso  de  acumular  dois  cargos  docentes.    227 . deverá  ser observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos.  § 5º ‐ Após 3 (três) dias úteis. em local visível e de livre acesso. a fim de se proceder à cessação das  designações em cargo vago.  devendo permanecer em efetivo exercício no outro cargo.  devendo  permanecer  em  exercício  no  cargo  docente. o desempate dar‐se‐á pelo maior tempo de serviço no magistério público estadual.    Artigo 645 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de vaga e/ou sua respectiva  designação:  I ‐ ao candidato que. a classificação dos inscritos deverá ser divulgada pela Diretoria de Ensino.  II  ‐  na  hipótese  de  acumular  um  cargo  docente  e  outro  de  suporte  pedagógico. de que trata  este  artigo. se encontre afastado a qualquer título.

O.Artigo 648 ‐ O substituto que se ausentar por mais de 15 (quinze) dias terá cessada  a substituição ao início do afastamento.  mediante  comunicado  a  ser  publicado  em  D. previsto no artigo 642  e devidamente efetuada a classificação dos inscritos.    Artigo 652 ‐ Encerrado o prazo de 10 (dez) dias de inscrição.  Parágrafo único ‐ A cessação na situação especial de que trata este artigo deverá  ser  precedida  de  relatório  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  com  justificativa  que  comprove  o  desempenho incompatível com a função a ser enviado à respectiva Coordenadoria de Ensino. 1º ao 13)      ANEXO I    Inscrição para a classe de Diretor de Escola    Nome: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––‐  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: EE–––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos ? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––––‐  (S.  deverá  ser  feita  de  próprio punho pelo designado.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: DIRETOR DE ESCOLA FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo e o relativo à Faixa II): –‐ pts.  por  qualquer  outro  motivo. (A)  Supervisor de Ensino: –‐ pts.  bem  como  a  sua  cessação. diárias  ou trânsito.  (Res. no mesmo ou em qualquer outro órgão/unidade. SE nº 57/08.   Artigo  650  ‐  O  designado  nos  termos  desta  subseção  não  poderá  desistir  da  designação para concorrer à nova atribuição. (B)  Tempo de Serviço em direção de escola: –‐ pts.  a  data  para  a  primeira  sessão  de  atribuição de vagas.  em  especial  quando  o  mesmo  não  corresponder  às  atribuições  do  cargo  ou  descumprir  normas  legais.    Artigo  649  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério..  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  228 . não fará jus à percepção de ajuda de custo. a se realizar concomitantemente em todas as Diretorias de Ensino.E.  quando exercer  substituição  ou  responder  pelas  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  retribuída  mediante  pro  labore. para  homologação.    Artigo 651 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação do integrante  do  Quadro  do  Magistério. declarando estar ciente do disposto no  caput e inciso II do artigo  635.  em  unidade diversa à de seu órgão de classificação. arts.  ficando  vedada  a  sua  designação para quaisquer outras atribuições nos termos desta subseção. exceto quando se tratar de férias. o órgão setorial de recursos humanos fixará  e  divulgará.  Parágrafo  único  ‐  A  desistência.

  desde  que  haja  compatibilidade  de  horários:  I ‐ a de dois cargos de professor. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐/––/–––     ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––––––––––––       (data)            (carimbo e assinatura do superior imediato)    ANEXO II    Inscrição para a classe de Supervisor de Ensino    Nome: ––––––––––––––––––––––––––––––––––  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: ––––––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––– (S. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração. em –‐/–‐/––‐.Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: ––‐ dias. em –‐/–‐/––‐.  a pedido. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐/––/–––              ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐––––––‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––            (data)                    (carimbo e assinatura do superior imediato)      Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos    Artigo  653  ‐  Nos  termos  das  normas  constitucionais  são  permitidas  as  seguintes  situações  de  acumulações  remuneradas  de  cargos  públicos. empregos ou funções na Administração Direta.  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. em –‐/–‐/––‐. nas Faixa II e IV): –‐ pts.  II ‐ a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. (B)  Tempo de Serviço na Supervisão: –– pts.    Artigo 654 ‐ As disposições desta seção abrangem as acumulações remuneradas de  cargos.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: SUPERVISOR DE ENSINO FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo.  229 . Autarquias.  III ‐ a de dois cargos privativos de médico. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração. inclusive as de regime especial.  a pedido.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: –––‐ dias  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. (A)  Supervisor de Ensino (exceto o do cargo e o das Faixas II e III): –‐ pts. em –‐/–‐/––‐.

  II ‐ publicar a decisão dos casos examinados. sociedades de economia mista e empresas  públicas.  emprego  ou  função  na  Administração Pública Direta. indicando  qual o cargo. que será responsável pela  verificação do cumprimento regular dos respectivos horários de trabalho.  os intervalos exigidos no inciso II deste artigo poderão ser reduzidos até o mínimo de 15 (quinze)  minutos.  salvo  se  no  mesmo  estabelecimento e de 2 (duas) horas.  admitido  ou  contratado  no  serviço  público  deverá  declarar. Estados ou Municípios. se em municípios diversos.    Artigo 658 ‐ Deverá ser verificada pela autoridade competente a que se refere o  artigo  659. sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalho de cada um.fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público. de outro cargo. da Secretaria de Gestão Pública. Reflexos e Encargos Sociais  do Estado".  230 . conhecimentos específicos de nível superior ou  profissionalizante correspondente ao ensino médio.  por  ocasião  do  ingresso  do  servidor. entre o término do horário de um cargo.  § 2º ‐ Se as unidades de exercício do servidor situarem‐se próximas uma da outra.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também às entidades referidas  no artigo 654 .  pelo  menos  1  (uma)  hora  de  intervalo.  se  no  mesmo  município. local e o horário de trabalho.  § 1º ‐ A autoridade competente para expedir declaração sobre horário de trabalho  do servidor em acumulação remunerada é o dirigente de sua unidade de exercício.  aplicando‐se‐lhe as sanções cabíveis.    Artigo  657  ‐  O  nomeado.  § 1º ‐ O exercício do servidor será precedido de publicação de que trata o inciso II  deste artigo.    Artigo  655  ‐  Para  fins  de  acumulação  remunerada  considera‐se  cargo  técnico  ou  científico aquele que exige.    Artigo 659 ‐ À autoridade que der posse ao funcionário ou exercício ao servidor em  regime de acumulação remunerada compete:  I ‐ verificar a regularidade da acumulação pretendida. emprego ou função.  §  3º  ‐  Será  responsabilizada  a  autoridade  que  permitir  a  acumulação  ilícita.  Parágrafo  único  ‐  A  simples  denominação  de  "técnico"  ou  "científico"  não  caracterizará como tal o cargo que não satisfizer as exigências deste artigo.  mediante consulta ao "Sistema de Informações referentes a pessoal.  III  ‐  comprovada  a  viabilidade  de  acesso  aos  locais  de  trabalho  pelos  meios  normais de transporte.  a  existência  de  acumulação  remunerada. a critério da autoridade competente de que trata o artigo 659. para o seu exercício.  II ‐ mediar.  sob  pena  de  responsabilidade. Indireta ou fundacional da União.    Artigo 656 ‐ Haverá compatibilidade de horários quando:  I ‐ comprovada a possibilidade de exercício dos dois cargos. emprego ou função e o início  do  outro. empregos ou funções.  se  exerce  outro  cargo. ou na alteração de horário ou  do seu local de trabalho. mesmo temporário.  em horários diversos.  §  2º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  neste  artigo  quando  ocorrer  qualquer  mudança  da  situação  funcional  do  servidor  ou  empregado  em  acumulação  remunerada  que  implique  no  exercício.

 poderá demonstrar que.722.  não  poderá  exercer  cargo. poderá vir a ser autorizado a celebrar convênios com a União e  com os municípios do Estado para intercâmbio de informações cadastrais referentes a servidores e  empregados da Administração Direta. em decorrência dos trâmites administrativos relativos à decisão de  recursos interpostos sobre a acumulação pretendida.  231 . de 28 de outubro de 1968 não configura acumulação remunerada.    Artigo 668 ‐ O Secretário de Gestão Pública.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos  ou  salários.261. uma vez desprovidos caberá à autoridade a que  se refere o artigo 659:  I  ‐  convidar  o  servidor  ou  empregado  a  optar. empregos ou funções.  para exercício de função retribuída mediante pro labore. nos termos desta seção. de 20 de março de 1996.  nos  termos  do  artigo  239 da Lei nº 10.  Artigo 660 ‐ O servidor em regime de acumulação remunerada. ficando condicionada à prévia autorização do Secretário de Gestão Pública.  emprego  ou  função  na  Administração  Pública Direta.  empregos  ou  funções  deverá  ser  devidamente  justificada  pelo  órgão  interessado. por um dos cargos.    Artigo 666 ‐ Na hipótese de o servidor ou empregado não optar no prazo previsto  no artigo anterior.    Artigo 667 ‐ Se. considerada a  nova  situação.  II  ‐  exigir. na forma  prevista na Constituição Federal. Indireta ou fundacional do Estado.    Artigo  662  ‐  No  âmbito  das  Secretarias  de  Estado  e  da  Procuradoria  Geral  do  Estado.    Artigo  664  ‐  O  servidor  em  licença  para  tratar  de  interesses  particulares  nos  termos  da  legislação  em  vigor.  Parágrafo  único  ‐  As  providências  de  que  trata  este  artigo  deverão  ocorrer  no  prazo improrrogável de 30 (trinta) dias.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos ou salários. deverá ser proposta a instauração de processo administrativo pela autoridade  competente.    Artigo 663 ‐ A percepção das vantagens pecuniárias de que trata o artigo 124 da  Lei nº 10.  pelo  menos  em  relação  a  um  dos  cargos  acumulados. empregos ou funções acumuláveis na atividade.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo não se aplica às nomeações para cargos  de Secretário de Estado e Secretário Adjunto.261.    Artigo  661  ‐  A  acumulação  de  proventos  e  vencimentos  ou  salários  somente  é  permitida quando se tratar de cargos. Indireta e fundacional do Estado. quando nomeado  para  cargo  em  comissão. observados os termos do Decreto nº  40.  prova  de  que  foi  exonerado do outro cargo ou dispensado do outro emprego ou função.  ainda. for ultrapassado o prazo legal para posse e  exercício será expedido novo ato de nomeação ou admissão. visando a identificação de  situações de acumulação remunerada.    Artigo  665  ‐  Expirados  os  prazos  dos  recursos  interpostos. de 28 de outubro de 1968.  a  nomeação  para  cargos  em  comissão  de  aposentados  que  percebam  proventos  decorrentes  de  cargos.  preenche  os  requisitos  de  regularidade da acumulação pretendida.  designado  como  substituto  ou  responsável  por  cargo  vago  ou.

  de  27  de  dezembro de 1985.  de  27  de  dezembro  de  1985.  Artigo  669  ‐  Caberá  aos  órgãos  setoriais  e  subsetoriais  de  recursos  humanos  o  acompanhamento  e  controle  das  situações  de  acumulação  de  cargos. 2º ao 18.  em  cargos  ou  funções previstos nas unidades ou nos órgãos da Secretaria da Educação e no Conselho Estadual  de  Educação.   (Decreto nº 41.  f)  desempenhar  atividades  junto  a  unidade  escolar  da  Rede  Municipal  de  Ensino  conveniada com a Secretaria da Educação.  com  fundamento  no  inciso  IV  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444. desde que o afastamento esteja previsto no  convênio.  c) exercer. nos termos do inciso X acrescentado ao artigo 64 da Lei  Complementar nº 444.  empregos  e  funções  na  Administração Estadual. junto a  entidades conveniadas com a Secretaria da Educação. por tempo determinado. por tempo determinado. arts.037/08)      Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério    Artigo 670 ‐ Os afastamentos dos titulares de cargos do Quadro do Magistério da  Secretaria da Educação somente poderão ser autorizados nas seguintes condições:  I ‐ sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens dos respectivos cargos. em órgãos ou entidades da União.  com  fundamento  no  inciso  VIII  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  de 30 de dezembro de 1997 (Diário Oficial do Estado ‐ Poder Legislativo de 29 de junho de 2000). para:  a) exercer atividades em outras Secretarias de Estado ou em Autarquias do Estado  de São Paulo. 19 do  Decreto nº 53. de 27 de dezembro de 1985.  b) exercer a docência em outras modalidades do Ensino Fundamental e do Ensino  Médio. nos termos do inciso VII do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. atividades docentes no Sistema Carcerário do  Estado. 8º está  combinado com o art. atividades inerentes às do Magistério. de outros Estados ou Municípios ou em outros  Poderes  Públicos. pelo artigo 46 da Lei Complementar nº 836.915/97.  de  27  de  dezembro de 1985. de 27 de dezembro de 1985. O art.  com  fundamento  no  inciso  V  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  para:  a)  exercer  atividades  inerentes  ou  correlatas  às  do  Magistério. com fundamento no inciso III do artigo 64 da Lei Complementar  nº  444. de 27 de  dezembro de 1985.  II  ‐  com  prejuízo  dos  vencimentos  mas  sem  prejuízo  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos.  e) exercer.  com  fundamento  no  inciso  II  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  Parágrafo  único  ‐  Qualquer  cidadão  poderá  comunicar  aos  órgãos  públicos  a  existência de acumulação irregular.  de  27  de  dezembro de 1985.  observado  o  limite  de  um  servidor  para  cada  Estado  da  União  e  para  cada  Município  do  Estado  de  São  Paulo.  232 . por tempo determinado.  d)  desenvolver  atividades  junto  às  Entidades  de  Classe  do  Magistério  Oficial  do  Estado de São Paulo.  observadas  as  normas  específicas  estabelecidas  pela  Secretaria da Educação.

 arts.  sem  prejuízo  dos  vencimentos  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos  cargos. prorrogáveis. para.  nessas  mesmas  condições  e  fundamentação. 1º ao 4º)      233 . no máximo 3 (três) vezes.  sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo:  I ‐ para exercer assessoria parlamentar. de 27 de  dezembro  de  1985. no mínimo.  (Decreto nº 49.  aperfeiçoamento  ou  atualização.893/05.  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ser  afastado.  a  cessação  do  afastamento  do  servidor.  por  tempo  determinado. de 28  de  outubro de  1968.  § 2º ‐ A autorização de afastamento de que trata este artigo dar‐se‐á pelo período  correspondente ao mandato a que se refere. naquela cidade.  de  27  de  dezembro  de  1985. na sua área de atuação. 69 e 75 da  Lei nº  10.  formaliza‐se  mediante  ato  de  designação  pela  autoridade  competente.  poderão  ser  concedidos  aos  servidores  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  especialização.  b) junto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal. de 27 de  dezembro de 1985. sem prejuízo dos salários e das demais vantagens da  função‐atividade de que é ocupante. prestar serviços junto à Prefeitura respectiva.    Artigo 672 ‐ Os integrantes do Quadro do Magistério que em 12 de abril de 2005  estivessem  regularmente  afastados.  §  4º  ‐  Deverá  ser  providenciada.  §  3º  ‐  O  afastamento  poderá  ser  cessado  a  qualquer  tempo. com fundamento no inciso IV do artigo 64 da Lei Complementar nº 444.  a  pedido  da  autoridade que o tenha solicitado.  para  exercer  atividades  junto  ao  Governo  do  Distrito  Federal  ou  a  órgãos  e  entidades da União ou dos Estados. por igual período. alíneas "c" e "e". com fundamento no inciso VI do artigo  64 da Lei Complementar nº 444. de 13 de novembro de 1974.  §  3º  ‐  O  afastamento  previsto  no  inciso  IX  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  II  ‐  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  cargo  de  Prefeito  de  Município  do  Estado de São Paulo.  ainda. no País ou no Exterior.    Artigo  671  ‐  Poderá. quando o cônjuge estiver  no exercício de mandato de Deputado Federal ou de Senador.  com  ou  sem  prejuízo  dos  vencimentos  ou  salários  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos ou funções‐atividade.261. ou no artigo 15 da Lei nº  500.  §  2º  ‐  Os  afastamentos  a  que  se  refere  o  inciso  II  deste  artigo  poderão  ser  autorizados por até 1 (um) ano.    Artigo 673 ‐  Os afastamentos com  fundamento nos  artigos 68.  § 1º ‐ Os afastamentos de que tratam os incisos I. 3 (três)  anos de efetivo exercício nos respectivos cargos. com fundamento no artigo 65 da Lei Complementar nº 444.b)  freqüentar  cursos  de  pós‐graduação.  § 1º ‐ Os afastamentos previstos neste artigo poderão ser autorizados também a  servidor integrante do Quadro do Magistério.  poderão  ter  novos  afastamentos  autorizados. na área de atuação relativa a seu cargo:  a)  junto  à  Assembléia  Legislativa.  a  critério  da  Administração. e II deste artigo  somente poderão ser autorizados quando os servidores interessados tenham.  de  imediato.  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  mandato de Deputado Estadual.  para  exercer  atividades  de  assessoramento  em  Brasília‐DF. de 27 de dezembro de 1985. no caso de exoneração do cargo que ocupa ou dispensa da função‐atividade que exerce.

  da  Secretaria  da  Educação.  quando forem eleitos para os cargos de Presidente.    Artigo 676 ‐ São requisitos para a autorização do afastamento:  I ‐ quanto à entidade:  a) estar registrada no Registro Público competente.Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade de Classe    Artigo 674 ‐ Poderão afastar‐se:  I ‐ nos termos da Lei Complementar nº 343.  de  27  de  dezembro  de  1985.  quando  forem  eleitos  para  cargos  da  Diretoria.  §  2º  ‐  As  autarquias  farão  o  encaminhamento  por  intermédio  da  Secretaria  de  Estado a que estejam vinculadas. subscritos pelo Presidente da entidade.  da  Lei  Complementar  nº  444.  para  exercício  de  mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  d) contar com o número de associados previstos no artigo 674. funcionários e  servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado.  previstos  nos  seus  estatutos.  § 2º ‐ Caberá ao funcionário ou servidor interessado declarar que se encontra no  efetivo exercício do cargo ou função‐atividade.  mais  1  (um)  funcionário  ou  servidor em relação a cada grupo de 3.  II  ‐  além  da  hipótese  prevista  no  inciso  anterior.  III  ‐  nos  termos  do  artigo  64.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo anterior.  § 1º ‐ Os pedidos deverão ser entregues na Secretaria de Estado ou na entidade  autárquica  em  que  tenham  exercício  os  funcionários  ou  servidores  e. para exercício de mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.  b)  ter  como  objeto  a  representação  de  servidores  integrantes  do  serviço  público  estadual. de 6 de janeiro de 1984.  II ‐ quanto ao funcionário ou servidor:  a) estar no exercício de seu cargo ou função‐atividade.    Artigo 675 ‐  Os  pedidos de afastamento. a Secretaria da Educação  deverá instruir os pedidos com manifestação acerca da conveniência da medida. Secretário Geral ou Tesoureiro.  § 1º ‐ O número de associados será atestado pelo Presidente da entidade.   c) congregar servidores públicos estaduais.  b) ter sido eleito e empossado no cargo de direção da entidade.000 (três mil) associados.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo 674 a entidade deverá ter como  objeto a representação do magistério do ensino fundamental e médio do Estado. para o qual tenha sido eleito.  Parágrafo  único  ‐  Na  hipótese  prevista  no  inciso  III.  234 .  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  dirigidos ao Secretário‐Chefe da Casa Civil deverão ser instruídos com prova do atendimento dos  requisitos  indicados  no  artigo  676  e  relação  dos  demais  dirigentes  da  entidade  afastados  no  mesmo período de mandato. para decisão em igual prazo.  inciso  VII.  no  prazo  máximo  de  15  (quinze) dias.  e) ter base de atuação em todo o território do Estado. até o máximo de 3 (três) visando  o exercício de outro cargo na Diretoria da entidade.  a  autorização  poderá  ser  concedida até o limite máximo de 10 (dez) dirigentes por entidade. instruídos e encaminhados à Casa Civil.

(Decreto nº 31.170/90, art. 3º, com a redação dada às alíneas “b” e “c” do inciso I  pelo Decreto nº 54.878/09)    Artigo 677 ‐ A competência para decisão dos pedidos de afastamento, de que trata  esta seção, é do Secretário‐Chefe da Casa Civil.      Artigo 678 ‐ O período do afastamento corresponderá ao do mandato.  Parágrafo único ‐ Será causa de cessação automática do afastamento a perda ou a  interrupção  no  exercício  do  mandato,  devendo  a  entidade  comunicar  o  fato  ao  Gabinete  do  Secretário‐Chefe da Casa Civil, no prazo de 5 (cinco) dias.    Artigo  679  ‐  Durante  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  perceberá  o  vencimento ou salário e as demais vantagens do cargo ou da função‐atividade.    Artigo  680  ‐  Enquanto  perdurar  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  não  poderá ser exonerado, dispensado ou despedido, salvo a pedido ou por justa causa.    Artigo  681  ‐  O  período  de  afastamento  será  considerado  como  de  efetivo  exercício, para todos os efeitos legais.     Artigo  682  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  também  a  funcionário  ou  servidor  eleito dirigente de entidade de classe, do tipo federativo ou central de entidades, que congregue,  no mínimo, 10 (dez) entidades de classe representativas de funcionários e servidores do Estado,  com mais de 500 (quinhentos) associados.    Artigo 683 ‐ A Casa Civil manterá registro cadastral dos afastamentos concedidos  na forma desta seção, com referência às entidades e a cada funcionário ou servidor.  (Decreto  nº  31.170/90,  arts.  1º  ao  10,  combinado  com  o  art.  26  do  Decreto  nº  52.833/08)    Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola    Artigo  684  ‐  As  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  contarão  com  postos de trabalho destinados às funções de Vice‐Diretor de Escola, na forma estabelecida nesta  seção.    Artigo  685  ‐  A  designação  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  recairá  em  docente  vinculado  à  rede  estadual  de  ensino,  que  preencha  os  seguintes  requisitos  mínimos:  I  ‐  ter  Licenciatura  Plena  em  Pedagogia  ou  Pós‐Graduação  (mestrado  ou  doutorado) na área de Educação;  II ‐ ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Magistério;  III ‐ pertencer, de preferência, à unidade escolar.    Artigo 686 ‐ A fixação do módulo das unidades escolares, para fins de designação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  será  definida  por  normas  estabelecidas em regulamento. 

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Parágrafo único – O Assistente de Diretor de Escola integrará o módulo fixado para  a unidade escolar.    Artigo  687  ‐  O  exercício  das  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  corresponderá  ao  cumprimento  da  carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais,  pela  qual  o  docente  será  remunerado  a  título  de  carga  horária  docente  na  faixa  e  nível  correspondente  ao  seu  cargo  ou  função.    Artigo  688  ‐  As  indicações  para  designação  e  cessação  para  as  funções  de  Vice‐ Diretor de Escola são de competência do Diretor de Escola.  § 1º ‐ Na hipótese de indicação de docente classificado em outra unidade escolar  para as funções de Vice‐Diretor, o Diretor de Escola deverá submetê‐la à aprovação do Conselho  de Escola.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação para as funções de  Vice‐Diretor de Escola, inclusive das unidades escolares que não contarem com Diretor de Escola.    Artigo  689  ‐  Compete  ao  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  ao  Assistente  de  Diretor  de  Escola substituir o Diretor de Escola em todos os seus impedimentos legais e temporários, exceto  faltas.  §  1º  ‐  A  substituição  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  exercida  pelo  Vice‐ Diretor apenas por período inferior a 200 (duzentos) dias.  §  2º  ‐  Na  hipótese  de  a  unidade  escolar  contar  com  2  (dois)  Vice‐Diretores  de  Escola  ou  um  Assistente  de  Diretor  de  Escola  e  um  Vice‐Diretor,  o  exercício  da  substituição  obedecerá à escala de substituição definida na unidade escolar, observada a restrição temporal do  parágrafo anterior.    Artigo  690  ‐  Poderá  haver  designação  de  outro  docente  para  desempenhar  as  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  nos  impedimentos  iguais  ou  superiores  a  30  (trinta)  dias  quando:  I – o Vice‐Diretor de Escola, designado, afastar‐se por motivo de Licença‐Gestante,  Licença‐Prêmio, Licença‐Saúde, campanha eleitoral, férias ou, ainda, quando o Vice‐Diretor estiver  substituindo o Diretor de Escola;  II  –  o  Assistente  de  Diretor  de  Escola  afastar‐se  nas  hipóteses  acima  e  demais  impedimentos legais.    Artigo 691 ‐ Haverá dispensa do Vice‐Diretor de Escola se a unidade escolar deixar  de comportar o referido posto de trabalho ou se o professor designado:  I – pedir dispensa das funções;  II  –  afastar‐se  por  período  superior  a  30  (trinta)  dias,  exceto  nas  situações  apontadas no artigo anterior;  III – não corresponder às atribuições específicas do posto de trabalho;  IV  –  quando  ocorrer  a  cessação  do  vínculo  funcional,  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 692 ‐ Na vacância do cargo de Diretor de Escola ou substituição por período  igual ou superior a 200 (duzentos) dias, a designação para o exercício das funções do cargo vago  deverá ser feita de conformidade com o disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444, de 27  de dezembro de 1985, e normas complementares. 

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§  1º  ‐  Quando  a  unidade  escolar  criada  passar  a  comportar  cargo  de  Diretor  de  Escola,  até  que  o  mesmo  seja  classificado  e  atribuído  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo,  deverá  ser  indicado  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  na  ausência  de  Assistente  de  Diretor  de  Escola,  o  titular  de  cargo  docente  para  assumir  a  direção  de  escola,  desde  que  preencha  as  condições previstas no Anexo III a que se refere o artigo 8º da Lei Complementar nº 836, de 30 de  dezembro de 1997.  §  2º  ‐  Na  hipótese  do  parágrafo  anterior,  será  classificada  função  de  serviço  público de Diretor de Escola, nos termos do artigo 28 da Lei nº 10.168, de 10 de julho de 1968,  combinado com o artigo 90 da Lei Complementar nº 444, de 27 de dezembro de 1985.    Artigo 693 – Os cargos providos de  Assistente de Diretor de Escola  – SQC‐II‐QM,  que tenham efetividade assegurada por lei, e os cargos providos de Assistente de Administração  Escolar do QAE, poderão ser transferidos, por opção, para a Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 43.409/98, art. 1º ao 9º e 11, c/c o Decreto nº 53.037/08)    Seção XII  Da Coordenação Pedagógica  Subseção I  Do Professor Coordenador    Artigo  694  ‐  A  coordenação  pedagógica,  nas  unidades  escolares  e  oficinas  pedagógicas,  a  partir  de  2008,  será  exercida  por  Professores  Coordenadores,  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  1ª  a  4ª  série  do  ensino  fundamental;  II  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental;  III ‐ Professor Coordenador para o ensino médio.  § 1º ‐ Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com  o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino.  §  2º  ‐  Serão  organizadas  Oficinas  Pedagógicas  em  órgãos  que  atuam  especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação.    Artigo  695  ‐  O  docente  indicado  para  o  exercício  das  funções  de  Professor  Coordenador terá como atribuições:  I  ‐  acompanhar  e  avaliar  o  ensino  e  o  processo  de  aprendizagem,  bem  como  os  resultados do desempenho dos alunos;  II  ‐  atuar  no  sentido  de  tornar  as  ações  de  coordenação  pedagógica  espaço  coletivo de construção permanente da prática docente;  III  ‐  assumir  o  trabalho  de  formação  continuada,  a  partir  do  diagnóstico  dos  saberes  dos  professores  para  garantir  situações  de  estudo  e  de  reflexão  sobre  a  prática  pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional;  IV  ‐  assegurar  a  participação  ativa  de  todos  os  professores  do  segmento/nível  objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;  V ‐ organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e  de aprendizagem;  VI ‐ conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e  aprendizagem, para orientar os professores; 

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VII  ‐  divulgar  práticas  inovadoras,  incentivando  o  uso  dos  recursos  tecnológicos  disponíveis.    Artigo  696  ‐  A  carga  horária  a  ser  cumprida  pelo  docente  para  o  exercício  das  funções de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais.     Artigo 697 ‐ São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de  Professor Coordenador:   I ‐ ser portador de diploma de licenciatura plena;   II  ‐  contar,  no  mínimo,  com  3  (três)  anos  de  experiência  como  docente  da  rede  estadual de ensino;   III  ‐  ser  docente  efetivo  classificado  na  unidade  escolar  em  que  pretende  ser  Professor  Coordenador  ou  ser  docente  com  vínculo  garantido  em  lei,  com,  no  mínimo  10  (dez)  aulas atribuídas na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador.   § 1º – A experiência como docente, a que se refere o inciso II deste artigo, deverá  incluir, preferencialmente, docência nas séries do segmento/nível de Educação Básica referente à  função de Professor‐Coordenador pretendida.   §  2º – Na inexistência de docente classificado na unidade escolar, as funções de  Professor  Coordenador  poderá  ser  exercida  por  professor  efetivo  classificado  em  outra  unidade  escolar ou ser docente com vínculo garantido em lei, com, no mínimo, 10 (dez) aulas atribuídas em  outra unidade escolar.   § 3º – Concluídas todas as etapas do processo de credenciamento, o docente que  se enquadre no § 2º deste artigo e já tiver exercido as funções de Professor Coordenador poderá  ter  essa  condição  valorizada  mediante  comprovação  de  nível  de  competência,  por  meio  de  parecer,  contendo  indicadores  qualitativos  demonstrados  no  desempenho  das  atribuições  inerentes àquela função, emitido pela supervisão e direção da(s) unidade(s) escolar(es) em que a  exerceu.    Artigo  698  ‐  Constituem‐se  componentes  do  processo  de designação  do docente  para as funções de Professor Coordenador:  I – credenciamento obtido em processo seletivo a ser organizado pela Diretoria de  Ensino, consistindo de uma prova escrita;  II ‐ realização de entrevista individual;  III  –  apresentação  de  projeto  que  vise  à  melhoria  do  processo  ensino  e  aprendizagem de uma unidade escolar;  IV  ‐  ato  de  designação  para  as  funções  de  Professor  Coordenador,  editado  pelo  Diretor da Escola ou, no caso das Oficinas Pedagógicas, pela autoridade responsável pelo órgão, a  ser publicado em Diário Oficial do Estado ‐ DOE.  §  1º  ‐  O  projeto  a  ser  apresentado  deverá  explicitar  os  referenciais  teóricos  que  fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:  1  ‐  identificação  completa  do  proponente  incluindo  descrição  sucinta  de  sua  trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;  2 ‐ justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por  meio  dos  resultados  do  SARESP  ou  outras  avaliações  externas,  do  segmento  /nível  no  qual  pretende atuar;  3 ‐ objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;  4 ‐ proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas  para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia. 

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§ 2º ‐ Na realização da entrevista serão analisados:  1 ‐ o projeto apresentado;  2 ‐ o perfil profissional do candidato;  3  ‐  a  capacidade  de  inovar  e  promover  mudanças,  com  vistas  à  otimização  dos  planos de trabalho no ensino e no processo de aprendizagem.  §  3º  ‐  Nas  unidades  escolares  e  nos  órgãos  que  contarem  com  Oficinas  Pedagógicas  serão  constituídas  comissões  integradas  por  especialistas  para,  em  relação  aos  projetos apresentados pelos professores credenciados:  1 ‐ definirem os critérios e os procedimentos para análise e avaliação;  2  ‐  orientarem  os  docentes  credenciados  na  elaboração,  disponibilizando  informações e dados necessários;  3 ‐ procederem à análise e realizarem as entrevistas;  4 ‐ emitirem decisão final fundamentada na qualidade do projeto apresentado.    Artigo  699  ‐  O  credenciamento  de  docentes  dar‐se‐á  mediante  processo  a  ser  organizado,  executado  e  avaliado  por  comissão  designada  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  composta por Supervisores de Ensino e Diretores de Escola.  §  1º  ‐  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  publicação,  no  Diário  Oficial  do  Estado – DOE, dos resultados do processo de credenciamento.  §  2º  ‐  Cada  credenciamento  terá  validade  de  3  (três)  anos,  contados  a  partir  da  data de publicação dos resultados do processo correspondente.  § 3º ‐ A realização de novo processo de credenciamento poderá ocorrer quando o  número de docentes credenciados e disponíveis for insuficiente para o preenchimento de postos  de trabalho vagos.    Artigo 700 ‐ O processo de credenciamento deverá ser realizado pela Diretoria de  Ensino, por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado, com ampla divulgação em todas  as escolas de sua jurisdição.  Parágrafo único ‐ Deverão constar do edital:  1 ‐ as condições para inscrição;  2  ‐  o  período,  o  local  e  os  horários  de  inscrição,  bem  como  os  de  realização  da  prova de credenciamento;  3 ‐ os referenciais bibliográficos;  4 ‐ a composição da prova;  5 ‐ o índice de acertos necessários para o credenciamento;  6 ‐ o prazo para publicação de resultados.    Artigo  701  ‐  O  Professor  Coordenador  não  poderá  ser  substituído  e  terá  a  designação cessada, em qualquer das seguintes situações:  I ‐ mediante solicitação por escrito;  II ‐ remoção para outra unidade escolar;  III ‐ a critério da administração, em decorrência de :  a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;  b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 dias;  c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho;  d) não tiver o mínimo de aulas atribuídas na unidade escolar.  §  1º  ‐  Na  hipótese  do  Professor  Coordenador  não  corresponder  às  atribuições  relativas  à  função,  a  cessação  da  designação  dar‐se‐á  por  decisão  conjunta  entre  direção  da 

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unidade escolar e do Supervisor de Ensino, no caso de unidade escolar,  e do dirigente do órgão no  caso das oficinas pedagógicas, devidamente justificada e registrada em ata.  §  2º  ‐  O  docente  que  tiver  sua  designação  cessada,  nas  situações  previstas  nos  inciso  I  e  alíneas  “a”  e  “b”  do  inciso  III  deste  artigo,  somente  poderá  ser  novamente  designado  Professor Coordenador, após submeter‐se a novo processo de creden‐ciamento.    Artigo  702 ‐ A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar‐se‐ á  após  a  avaliação  de  seu  desempenho,  a  ser  realizado  no  mês  de  dezembro,  pela  Direção  da  unidade  escolar  e  Supervisor de  Ensino  da escola,  no  caso  de  unidade escolar  e  do dirigente  do  órgão, no caso de oficinas pedagógicas.  Parágrafo único ‐ A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada  em  ata,  justificada  pela  comprovação  do  pleno  cumprimento  das  atribuições  de  Professor  Coordenador.     Artigo  703  ‐  O  exercício  das  atribuições  de  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  por  docente  que  se  encontre  na  condição  de  readaptado,  dependerá  de  manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria da Saúde.    Artigo  704  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  orientar  as  Diretorias  de  Ensino  no  processo  de  credenciamento,  indicando  os  critérios  para  organização  e  avaliação  da  prova,  os  referenciais  bibliográficos  e  os  procedimentos  e  instruções  complementares que garantam unidade ao processo seletivo.    Artigo 705 ‐ O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em  unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias.   (Res. SE nº 88/07, arts. 1º ao 12, alt. pela Res. SE nº 10/08)    Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  706  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  quatro  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador designado especificamente para exercer a função de coordenação pedagógica nesse  segmento de ensino, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 1ª a 4ª  série;  II  ‐  2  (dois)  postos  de  trabalho  para  a  escola  que  mantém  número  de  classes  superior a 30 classes de 1ª a 4 ª série;  Parágrafo  único  ‐  No  caso  de  unidades  que  mantêm  número  inferior  a  6  (seis)  classes  caberá  ao  Diretor  de  Escola  e  ao  Supervisor  de  Ensino  garantirem  as  condições  para  melhorar o desempenho escolar.    Artigo 707 ‐ São atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª  série do ensino fundamental, além das fixadas na subseção anterior:  I ‐ auxiliar o professor na organização de sua rotina de trabalho, subsidiando‐o no  planejamento das atividades semanais e mensais;  II ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; 

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III  ‐  orientar  os  professores  com  fundamento  nos  atuais  referenciais  teóricos,  relativos  aos  processos  iniciais  de  ensino  e  aprendizagem  da  leitura  e  escrita,  da  matemática  e  outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização;  IV ‐ conhecer as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das  demais áreas de conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica;  V  ‐  estimular  os  docentes  na  busca  e  na  utilização  de  recursos  tecnológicos  específicos  ao  processo  de  ensino  da  leitura  e  da  escrita,  da  matemática  e  de  outras  áreas  do  conhecimento.    Artigo  708  ‐  O  Professor  Coordenador  que  atuar  na  unidade  escolar  nas  séries  iniciais do ensino fundamental cumprirá 8 (oito) horas das 40 semanais obrigatórias, na Diretoria  de Ensino para participação em reuniões, grupos de estudos e orientações técnicas.    Artigo 709 ‐ No projeto a ser apresentado para seleção do Professor Coordenador,  além  das  exigências  definidas  na  subseção  anterior  deverão  estar  relatadas  as  experiências  profissionais  em  alfabetização  e  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental,  demonstrando  conhecimento adquirido por práticas em sala de aula ou propostas didáticas apoiadas na leitura e  na escrita de textos, com bons resultados de aprendizagem.    Artigo  710  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como: Letra e Vida/Ler e Escrever.  (Res. SE nº 89/07, arts. 1º ao 5º)    Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio    Artigo  711  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  séries  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  designado  especificamente  para  exercer  a  função  de  coordenação  pedagógica, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 5ª a 8ª  série do ensino fundamental;  II ‐ 2 (dois) postos de trabalho para a escola que mantém classes de 5ª a 8ª série  do ensino fundamental, em quantidade superior a 30 (trinta).  §  1º  ‐  Idêntico  critério  será  utilizado  para  definição  da  quantidade  de  postos  de  trabalho destinados ao exercício da coordenação pedagógica no ensino médio.  § 2º ‐  No Centro Estadual de Educação Supletiva – CEES a função de coordenação  será exercida por 1 (um) Professor Coordenador.    Artigo  712  ‐  Nas  unidades  escolares  com  classes  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental e com classes do ensino médio, em que a quantidade de classes dos dois níveis de  ensino totalizarem número inferior a 6 (seis) classes, caberá ao Diretor da unidade escolar, com a  participação  do  Supervisor  de  Ensino  da  escola,  garantir  as  condições  para  a  melhoria  de  desempenho escolar.  § 1º ‐ Quando a quantidade de classes, de cada nível, computadas isoladamente,  não comportar um Professor Coordenador, haverá um posto de trabalho destinado à coordenação 

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pedagógica dos dois níveis de ensino, desde que, a soma de todas as classes da escola supere o  número mínimo estabelecido no inciso I do artigo anterior.   §  2º  ‐  Quando  apenas  um  dos  níveis,  na  unidade  escolar,  apresentar  número  de  classes  maior  ou  igual  a  6  (seis),  a  coordenação  pedagógica  ficará  a  cargo  de  um  Professor  Coordenador.    Artigo 713 ‐ São atribuições do Professor Coordenador, além das fixadas no artigo  695:   I ‐ orientar e auxiliar os docentes:  a)  no  acompanhamento  das  propostas  curriculares  organizadas  pelos  órgãos  próprios da Secretaria da Educação;  b) no planejamento das atividades de ensino das diferentes áreas e disciplinas em  cada bimestre;  c)  na  compreensão  da  proposta  de  organização  dos  conceitos  curriculares  correspondentes a cada ano/semestre/bimestre;  d)  na  seleção  de  estratégias  que  favoreçam  as  situações  de  aprendizagem,  mediante a adoção de práticas docentes significativas e contextualizadas;  e) no monitoramento das avaliações bimestrais;   f) no monitoramento dos projetos de recuperação bimestral;  g)  na  identificação  de  atitudes  e  valores  que  permeiem  os  conteúdos  e  os  procedimentos selecionados, imprescindíveis à formação de cidadãos afirmativos.  II – apoiar as ações de capacitação dos professores;  III – participar das alternativas de oferta do ensino médio com vistas a assegurar  sua  integração  ao  desenvolvimento  social  e  regional  e/ou  a  seu  enriquecimento  curricular  diversificado;  IV  ‐  articular  o  planejamento  das  séries  finais  do  Ensino  Fundamental  com  o  planejamento das séries iniciais, e com o das séries do Ensino Médio;  V ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos;  VI ‐ estimular abordagens multidisciplinares, por meio de projetos e/ou temáticas  transversais  que  atendam  demandas  e  interesses  dos  adolescentes  e/ou  que  se  afigurem  significativos para a comunidade;  VII  –  apoiar  organizações  estudantis  que  fortaleçam  o  exercício  da  cidadania  e  ações/organizações  que  estimulem  o  intercâmbio  cultural,  de  integração  participativa  e  de  socialização.    Artigo  714  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como Ensino Médio em Rede.  (Res. SE nº 90/07, arts. 1º ao 4º)    Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas    Artigo 715 ‐ As Oficinas Pedagógicas, a partir de 2008, no âmbito da Secretaria da  Educação, serão constituídas por Professores Coordenadores, com o objetivo de:  I  ‐  definirem  procedimentos  organizacionais  e  de  funcionamento  dos  diferentes  níveis e modalidades de ensino da educação básica; 

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II – implementarem as propostas curriculares dos ensinos fundamental e médio;  III – avaliarem o desenvolvimento de ações de apoio educacional.  Parágrafo único ‐ Cada Diretoria de Ensino contará com uma Oficina Pedagógica.    Artigo  716  ‐  Os  Professores  Coordenadores  nas  Oficinas  Pedagógicas  atuarão  como:  I ‐ Especialistas das seguintes áreas/disciplinas:  a)  Linguagens  e  Códigos,  compreendendo  as  disciplinas  de  Língua  Portuguesa,  Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;  b) Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciências  Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática;  c)  Ciências  Humanas,  compreendendo  as  disciplinas  de  História,  Geografia  e  Filosofia.  II ‐ Implementadores de ações de apoio pedagógico e educacional que orientarão  as  equipes  escolares  na  condução  de  procedimentos  que  dizem  respeito  à  organização  e  funcionamento dos diferentes níveis e modalidades de ensino.    Artigo 717 ‐ A Oficina Pedagógica será composta por até 16 (dezesseis) Professores  Coordenadores, podendo o módulo, no caso das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, ser  acrescido na proporção do quadro anexo.   Parágrafo  único  ‐  No  preenchimento  do  módulo  de  Professores  Coordena‐dores  das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, respeitadas as necessidades e especificidades  locais  e  regionais,  somente  os  componentes  Língua  Portuguesa,  Alfabetização  e  Matemática  poderão contar com mais de um Professor Coordenador.  (Res. SE nº 91/07, arts 1º, 2º,  3º e quadro anexo)   
Módulo  I  II  III  IV  V  VI  Nº  Escolas  Até 29 escolas  De 30 a 42 escolas   2  De 43 a 55 escolas   3  De 56 a 68 escolas   4  De 69 a 81 escolas   5  82 ou mais escolas  6 Nº  PC   1 

  Seção XIII  Do Setor de Trabalho, das Atribuições e da Gratificação Especial do Supervisor de Ensino    Artigo  718  ‐  Ao  Supervisor  de  Ensino  compete  exercer,  por  meio  de  visita  aos  estabelecimentos de ensino, a supervisão e a fiscalização das unidades escolares incluídas no setor  de trabalho que  lhe  for atribuído, prestando a  necessária  orientação técnica  e providenciando a  correção de falhas administrativas e pedagógicas, sob pena de responsabilidade.  (Res. SE nº 97/09, art. 1º)   

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Artigo  719  –  O  setor  de  trabalho  do  Supervisor  de  Ensino,  de  que  trata  o  artigo  anterior, será composto por escolas, com diferentes níveis de complexidade, distribuídas de forma  equitativa pelos integrantes da classe.  (Res. SE nº 97/09, art. 2º)    Artigo  720  ‐  Na  composição  do  setor  de  trabalho  de  cada  Supervisor  de  Ensino  deverão ser observados os seguintes fatores:  I ‐ resultado de avaliação da qualidade da escola, identificado pelo IDESP;  II  ‐  complexidade  da  unidade  escolar,  relativamente  à  diversidade  de  cursos  e  à  quantidade de níveis e modalidades de ensino;  III ‐ quantidade de escolas públicas e particulares;  IV  ‐  as  especificidades  da  região  geográfica,  tais  como  proximidade  entre  as  escolas, quantidade de municípios, distância em relação à sede da DE e condições de acesso.  Parágrafo  único  –  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  organização  dos  setores, ouvidos os interessados e assegurada a necessária transparência, em todo o processo.  (Res. SE nº 97/09, art.3º)    Artigo  721  ‐  Para  fins  de  atribuição  dos  setores  de  trabalho,  os  Supervisores  de  Ensino serão classificados, observado o somatório dos pontos, conforme segue:  I ‐ titulares de cargo:  a) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino, exercido na  mesma Diretoria de Ensino: 0,005 pontos por dia;  b) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino ou Dirigente  Regional de Ensino: 0,003 por dia;  c) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino: 0,002 pontos por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  II ‐ demais titulares de cargo do Quadro do Magistério em exercício na função de  Supervisor de Ensino:  a) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino ou Dirigente Regional de  Ensino: 0,003 pontos por dia;  b) tempo de exercício no cargo de Diretor de Escola: 0,002 pontos por dia;  c) tempo de exercício na função de Diretor de Escola ou nos postos de trabalho de  Vice‐Diretor e de Professor Coordenador: 0,001 ponto por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  § 1º ‐ o tempo de exercício para fins da classificação, de que trata este artigo, será  exclusivamente o trabalhado no Quadro do Magistério desta Secretaria de Estado da Educação.  § 2º ‐ em caso de empate, prevalecerá o maior tempo de serviço na Supervisão de  Ensino (em cargo e/ou função): 0,001 ponto por dia.  (Res. SE nº 97/09, caput e §§ 1º e 2º do art.4º)    Artigo  722  ‐  A  database  para  contagem  de  tempo  de  serviço,  de  que  trata  esta  seção, será sempre o dia 15 de dezembro.  Parágrafo único ‐ Na contagem de tempo de exercício deverão ser observados os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por  Tempo  de  Serviço  –  ATS.  (Res. SE nº 97/09, §§ 3º e 4º do art.4º) 

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  sempre que possível.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  redistribuirá  as  escolas  a  outros  Supervisores de Ensino para que a ação supervisora não sofra solução de continuidade. ainda  junto aos convênios de Parceria Educacional  Estado/Município para a  municipalização  do  ensino.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  considerar  o  grau  de  complexidade  do  setor  de  trabalho  já  atribuído  a  cada  Supervisor de Ensino.  inclusive  na  unidade  de  classificação.  objetivando a melhoria da qualidade de ensino. de 27 de  dezembro de 1985. art.  (Res. exceto   se em designação para  exercício  de  cargo ou função da mesma classe.  Parágrafo  único  –  Para  melhor  organização  da  redistribuição  de  setores. do artigo 721 não são excludentes e as  concomitâncias devem ser consideradas nas duas alíneas. dois anos.  §  1º  ‐  Será  considerado  como  de  efetivo  exercício.  assegurando‐se  a  continuidade  das  ações  supervisoras. às Diretorias de Ensino ou. para fins de classificação de que  tratam os artigos 721 e 722. nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444. devendo perdurar por. art. cabendo ao Dirigente Regional de Ensino rever ou não a atribuição do Setor  de Trabalho se já efetuada.  (Res. art. SE nº 97/09. SE nº 23/10. 2º)    Artigo  724  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  atribuir  os  setores  de  trabalho  aos Supervisores de  Ensino. junto  aos órgãos  centrais da Pasta.  cujo  período  não  comporte  substituição.    Artigo  726  ‐  Na  redistribuição  prevista  no  artigo  725.  (Res. as alíneas “a” e “b” do inciso I.  respeitando  a  classificação  e. 6º)      CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada    Artigo 727 ‐ Fica o Poder Executivo autorizado a instituir Programas de Formação  Continuada  destinados  aos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  escalonar  criteriosamente  a  concessão  de  férias  e  licença‐ prêmio.  § 1º ‐ a atribuição de que trata o caput será efetuada no mês de janeiro de cada  ano. 5º)    Artigo  725  ‐  Quando  ocorrer  afastamento  do  Supervisor  de  Ensino.  o perfil  profissional.  §  2º  ‐  A  contagem  de  pontos  efetuada  em  descordo  com  o  previsto  no  caput  deverá ser corrigida. o tempo de afastamento do Supervisor de Ensino. pelo menos. considerando ainda a quantidade e complexidade das demais atribuições.    245 .  Artigo 723 ‐ Na contagem do tempo de serviço.  § 2º ‐ Qualquer alteração na organização dos setores de trabalho somente poderá  ocorrer  em  situação  de  comprovada  necessidade. SE nº 97/09. pela competência estabelecida no artigo 724. titular de cargo.

    Artigo 731 ‐ Os Cursos.  II  ‐  Orientação  Técnica:  ação  articulada  ou  reunião. bem como de estudantes universitários.  para  a  realização  de  cursos  de  pós‐graduação. de que trata o inciso I do artigo anterior. nos termos dos Programas Bolsa‐Mestrado. por meio da  integração de crianças e adolescentes na comunidade escolar. 2º e 3º)    Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores    Artigo  730  ‐  As  ações  de  formação  continuada.  devidamente  autorizadas  ou  reconhecidas. constituinte de  um todo.  realizados  também  no  exterior.  que  visa  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  de  trabalho  compatíveis  com  as  novas  tecnologias  existentes.  para  implementar  as  ações  dos  Programas  de  Formação Continuada.  mediante  ajuda  de  custo  mensal  ou  designação  para prestar serviços em órgãos ou unidade da Secretaria da Educação.  de  caráter  sistemático  ou  circunstancial. previamente definido e estruturado.  IV  ‐  concessão  de  ajuda  financeira  para  participação  em  cursos  de  formação  continuada. com subsídio para a compra de computadores pessoais.  III ‐ aquisição de livros de caráter educacional e material de ensino. que tratem de determinada unidade temática.  em  especial  os egressos do ensino  médio da  rede  estadual  de ensino.  aulas.  seminários. caracterizam‐se  como de atualização. com diminuição de até 16  (dezesseis) horas na jornada de trabalho e sem redução de vencimentos.  II ‐ concessão de bolsas de estudo.  videoconferências. 1º.  que  objetiva  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  destinados  à  pesquisa.  palestras  ou  outros.  mediante  a  concessão  de  bolsas de estudo a esses estudantes.  oficinas. na seguinte conformidade:  246 . públicas ou privadas. nos termos do Projeto de Capacitação de Profissionais  da  Educação  para  Utilização  de  Novas  Tecnologias  de  Comunicação.  (Lei nº 11.  ao  suporte técnico e à produção didático‐pedagógica.  que  visem  ao  aperfeiçoamento  profissional  na  área  de  atuação  ou  na  área  de  educação.  com  vistas  ao  aperfeiçoamento profissional  de integrantes do Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. presenciais ou à distância.  Parágrafo  único  ‐  As  ações  de  que  trata  este  artigo  poderão  contar  com  a  participação de organizações nacionais e internacionais. arts.498/03. objetivando o aprimoramento dos profissionais de educação. desenvolvidas por órgãos da Secretaria da Educação e ou com sua aprovação. aos  ocupantes de cargo de provimento efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da  Educação.  que  subsidie  a  atuação  profissional  na  implementação  de  diretrizes  e  procedimentos técnico‐administrativo e técnico‐pedagógicos e curriculares da educação básica.  são definidas como:  I  ‐  Curso:  conjunto  de  estudos.    Artigo 729 ‐ Poderão ser desenvolvidos programas com o objetivo de implementar  ações de natureza preventiva destinadas a reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil. aperfeiçoamento ou especialização.  V ‐ contratação de instituições e organizações educacionais.  workshops.  conferências. nos termos do  Projeto de Capacitação de Profissionais da Educação para Utilização de Instrumental de Pesquisa.Artigo 728 ‐ Os Programas de que trata esta seção poderão prever:  I  ‐  aquisição  de  equipamentos  imprescindíveis  à  inclusão  digital  e  ao  desenvolvimento das funções educacionais.  nas  modalidades  Curso  e  Orientação Técnica.  encontros.  vivências.  fóruns.

  III ‐ Curso de Especialização.    Artigo 734 ‐ Somente será autorizada. na seguinte conformidade:  I ‐ Cursos centralizados:  os  atos  de  autorização  e  homologação  serão  expedidos  pela  Coordenadoria  de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  deverão  ser  autorizados e homologados.  Os  Cursos  somente  poderão  ter  início  após  concessão  da  autorização  pelo  órgão competente.  com  duração  mínima  de  180  horas. desenvolvido. instituições públicas não estatais e entidades particulares. exclusivamente.  desde que atendam às exigências estabelecidas em instrução complementar.  II  ‐  Curso  de  Aperfeiçoamento.  quando  o  aproveitamento  for  considerado  satisfatório  e a  freqüência  atender  ao  mínimo  estabelecido  no  projeto  básico.  §  2º. a participação em  Cursos promovidos pela Secretaria da Educação ou por entidades de classe. por instituições de  ensino superior. exclusivamente.    Artigo  733  ‐  Os  Cursos  de  Atualização  (extensão  cultural  e  universitária)  promovidos pelas instituições de ensino superior. quando constantes do  calendário de eventos autorizado por esta Pasta.  desde  que  não  inferior  a  80%  do  total  da  carga  horária  prevista  para o Curso. conforme legislação vigente. desenvolvido.  §  1º  ‐  Os  pedidos  de  autorização  de  Curso  deverão  ser  acompanhados  do  respectivo projeto básico.  §  4º  ‐  Caberá  à  instituição  executora  expedir  ao  participante  a  certificação  do  Curso.  aquele  que  tem  como  objetivo  a  ampliação  de  conhecimentos em determinada(s) disciplina(s) ou área de estudos.  por  instituições  de  ensino  superior. em horário de trabalho.  cabendo  a  homologação:  a)  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino. aquele que tem como objetivo complementar a formação  do profissional no respectivo campo de atuação. ampliando e aprimorando conhecimentos.I ‐ Curso de Atualização. quando solicitados pela instituição interessada.  quando  se  tratar  de  seus  próprios  Cursos  e  daqueles objetos de contratos ou parcerias por ela estabelecidos.  conforme  legislação  vigente. instituições públicas estatais.  §  3º  ‐  A  homologação  do  Curso  dar‐se‐á  mediante  parecer  favorável  emitido  pelo(s) responsável(eis) por seu acompanhamento e avaliação. aquele que tem como objetivo o aprofundamento de  conhecimentos em determinada área do saber. promovido por instituições de ensino superior devidamente  reconhecidas. de  acordo com a área de atuação. com  duração igual ou superior a 30 horas.  serão autorizados e homologados pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP. exclusivamente. entidades representativas de  classe.  II ‐ Cursos descentralizados:  o  termo  de  autorização  será  expedido  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  ou  pelo  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU.    Artigo 732 ‐ Os Cursos de Atualização desenvolvidos. órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. pelos órgãos  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação  ou  mediante  parceria  com  outras  instituições.  247 .  b) à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou ao Departamento  de Recursos Humanos ‐ DRHU nos demais casos. com duração mínima de 360 horas.

    Artigo 736 ‐  Os  cursos que  compreendem  atividades de treinamento.    Artigo  738  ‐  Quando  as  atividades  propostas  pelos  Cursos  ou  pelas  Orientações  Técnicas  ocorrerem  em  horário  de  trabalho  do  educador. expedição de certificados.  as  autoridades  responsáveis  pela  sua  realização  deverão  atentar  pelo  não  comprometimento  da  rotina  do  local  de  trabalho  do  profissional convocado. objeto da convocação.  II  ‐  caberá  à  autoridade  responsável  pelas  atividades  da  Orientação  Técnica  expedir o ato de convocação e a respectiva declaração de efetivo exercício.  publicar  os  atos  de  convocação  dos  participantes com a especificação do curso autorizado em horário de trabalho. arts. SE nº 62/05. capacitação. extensão e difusão cultural.  quando  lhes  for  delegada  essa  competência.  (Res.  desde  que  autorizados e homologados pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU. 1º ao 11)            248 . destinados aos integrantes  das classes do Quadro de Apoio Escolar ‐ QAE.  § 2º ‐ Farão jus aos certificados dos cursos os servidores que tiverem freqüência  mínima de 90% e aproveitamento comprovado.  bem como  os de integração.  se  este  tiver  caráter  de  terminalidade  e  tiver  sido  previsto  no  respectivo  ato  de  autorização.    Artigo 740 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ Cenp e ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU  baixarem  instruções  complementares  à  presente  seção. poderão ter a duração mínima de 20 horas.    Artigo 737 ‐ Em se tratando da Orientação Técnica. a que se refere o inciso II do  artigo 730.  §  1º  ‐  Os  cursos  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo  serão  promovidos  pelos  diferentes  níveis  hierárquicos  da  Pasta  ou  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade.    Artigo 739 ‐ O participante poderá ficar dispensado das atividades/aulas do turno  diferente daquele em que foi convocado. atualização. sua  realização. quando:  I  ‐  o  local  e/ou  horário  do  Curso  ou  da  Orientação  Técnica  inviabilizarem  seu  deslocamento em tempo hábil.  II  ‐  a  carga  horária  das  atividades  desenvolvidas  e  o  tempo  necessário  para  o  deslocamento totalizarem a carga horária de trabalho diária a ser cumprida pelo participante em  seu cargo/função. observar‐se‐á que:  I  ‐  as  atividades  de  cada  Orientação  Técnica  poderão  ser  realizadas  em  horário  regular de trabalho e ter a duração de quatro a oito horas diárias.Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  autoridade  do  órgão  proponente  ou  às  Diretorias  de  Ensino. não comportando.    Artigo  735  ‐  Os  Cursos  modulares  somente  poderão  gerar  certificação  específica  de  módulo.

  deverão conter.  Parágrafo único ‐ A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de  verificar  e  registrar  a  compatibilidade  entre  a  formação  do  candidato  e  a  disciplina  para  a  qual  pretende habilitar‐se.Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica    Artigo  741  ‐  Os  Programas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  oferecidos  por  universidades  ou  por  instituições  de  ensino  superior  que  ministrem  cursos  reconhecidos  de  graduação que incluam a área de conhecimento em que se pretende a habilitação para a docência.  2 ‐ indicação dos professores e respectivas qualificações. com antecedência de noventa dias da data prevista para o início do curso.  que  pretenderem  oferecer  o  Programa  de  que  trata  esta  Deliberação.  3 ‐ projeto de prática de ensino com duração mínima de 300 horas distribuídas ao  longo do curso.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  instituição.  §  2º  ‐  Os  certificados. no verso. nos termos do caput deste artigo. o respectivo histórico escolar. a nota  de aproveitamento e o nome do docente responsável.  com  indicação  das  disciplinas  e  respectivas  ementas  e  cargas  horárias.    Artigo  744  ‐  As  instituições  de  educação  superior  não  universitárias.    Artigo  743  ‐  Poderão  matricular‐se  nos  Programas  os  portadores  de  diploma  de  nível superior obtido em cursos relacionados à habilitação pretendida. do qual constarão obrigatoriamente:  1 ‐disciplinas do curso. a carga horária.  decidirão  sobre  a  equivalência  para  fins  de  inscrição  nos  respectivos  concursos  de  ingresso  à  carreira docente. relacionados.  deverão  solicitar  autorização  prévia a este Conselho.    Artigo  745  ‐  Os  concluintes  dos  Programas  Especiais  de  Formação  Pedagógica  receberão certificado equivalente à licenciatura plena.  estadual  e  municipais.    Artigo  742  –  No  caso  da  educação  profissional  de  nível  técnico  poderão  ser  utilizados como referência os quadros das áreas profissionais anexos à Resolução CNE/CEB nº 4/99  e as orientações do Parecer CNE/CEB nº 16/99. exclusivamente para fins de docência. para cada disciplina.  4  ‐  indicação  das  instituições  de  educação  básica  e  educação  profissional  conveniadas para o desenvolvimento da prática de ensino. e  5 ‐ projeto integrando as disciplinas pedagógicas. que ofereçam um mínimo  de 160 horas de estudos na área de estudos ligada à habilitação. metodologia de trabalho e formas de avaliação. bibliografia básica.    249 .  §  1º ‐  As  administrações dos  sistemas  públicos  de  ensino.  Parágrafo  único  –  O  pedido  de  autorização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá vir acompanhado de:  1  ‐  projeto  pedagógico  do  curso.  3 ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  distribuídas  pelo  menos  por  um  ano  letivo.  2  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência.  totalizando  no  mínimo  540  horas.

 nos termos da legislação anterior à  vigência da Lei Federal nº 9.Artigo  746  ‐  Cada  Programa  terá  sua  própria  especificidade  e  conduzirá  a  uma  única habilitação a ser definida pela escola no projeto referido no item 1 do parágrafo único do  artigo 744.    Artigo  747  ‐  As  instituições  de  ensino  superior  deverão  manter  permanente  acompanhamento  e  avaliação  dos  Programas  Especiais  oferecidos  por  elas. CEE nº 53/05. CEE nº 40/04. art.  III ‐ mestres e doutores em educação.  integrados  ao  seu  projeto pedagógico.  nos  incisos  deste  artigo. observados os seguintes critérios:   I ‐ apresentação do projeto pedagógico do curso.  Centros  Universitários  e  Institutos  Isolados  de  Educação  Superior.  §  3º  ‐  Os  certificados  de  cursos  de  especialização  referidos  no  inciso  IV  só  terão  validade  quando  trouxerem. 1º ao 8º)    Seção IV  Dos Cursos de Especialização    Artigo 749 ‐ Para fins de atendimento às exigências do Artigo 64 da Lei Federal nº  9. art. CEE nº 10/99. relativa ao cargo ou função a ser exercido.  II ‐ licenciados ou graduados em Curso de Pedagogia na respectiva área ou áreas  do cargo ou função a ser exercido.   (Del. 1º e Del.  na  forma  estabelecida nesta seção.   (Del.  no  verso.  do  ensino  médio  e  da  educação  profissional de nível técnico. que deverá contemplar:  a) justificativa do curso e seus objetivos.  terão  direito  ao  exercício das funções previstas. desde que destinados à  formação  do  profissional  de  educação  e  aprovados  previamente  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  IV ‐ portadores de certificados de cursos de especialização.394/96. são considerados habilitados:  I ‐ portadores de Registro expedido pelo MEC.  Parágrafo  único  –  A  autorização  inicial  e  as  subseqüentes  levarão  em  conta  informações  oficiais  sobre  a  carência  de  licenciados  nas  disciplinas  que  compõem  o  quadro  curricular  da  parte  complementar  do  ensino  fundamental. no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.  §  2º  ‐  Os  Cursos  de  Especialização  oferecidos  por  Universidades. além de outras exigências previstas no artigo 5º da Deliberação CEE nº 26/02. 1º)    Artigo 750 ‐ A instituição interessada poderá organizar e ministrar os seus Cursos.394/96. em  área específica.  a  indicação  do  ato  do  CEE  que  aprovou  a  realização  do  Curso.  deverão  ser  previamente  aprovados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  requerendo a aprovação do Conselho Estadual de Educação. nos termos da Deliberação CEE nº 26/02. arts.    Artigo  748  ‐  A  autorização  de  desenvolvimento  dos  Programas  especiais  será  concedida por um prazo máximo de 3 anos e somente será renovada após avaliação nos termos  estabelecidos pelo CEE.  §  1º  ‐  Os  profissionais  relacionados. bem como à prestação de concursos públicos para provimento de  cargos.  dos  Sistemas  Estadual  e  Federal  de  Ensino. formados por programas recomendados.   250 .

   2 ‐ 600 horas de formação específica.     251 .  sua  organização.  c)  estrutura  curricular  com  indicação  da  carga  horária  de  cada  componente  curricular e respectivas ementas. sendo 200 horas destinadas a conteúdos de  gestão  da  organização  escolar  nas  dimensões  humana  e  gerencial. se sua experiência e qualificação forem julgadas  suficientes para o referido curso e desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) dos docentes  indicados pela Instituição. com a titulação mínima de Mestre obtida em curso credenciado.  §  1º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá.  com  titulação mínima de Mestre. que apresentará relatório  recomendando ou não a sua aprovação.  II  ‐  Indicação  dos  professores  responsáveis  com  as  respectivas  titulações  e  qualificações.  de  acordo  com  o  perfil  de  competências  pretendido.  numa  perspectiva  histórico‐político‐ social.  qualificação  dos  professores.  III  ‐  Indicação  do  coordenador  responsável  pelo  curso  e  sua  qualificação. o candidato deverá  ser portador de licenciatura.  da  função  social  e  das  políticas  públicas  para  a  educação. contados da data do protocolo.   e)  normas  de  avaliação  dos  alunos  e  exigências  para  obtenção  do  certificado  de  conclusão.    Artigo 753 ‐ Para matrícula no curso de que trata esta seção.    Artigo 751 ‐ Os Cursos de Especialização de que trata a Deliberação CEE nº 53/05.  200  horas  destinadas  a  conteúdos  de  currículo  e  avaliação.b)  organização  curricular  do  curso.  excepcionalmente.   §  4º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  deverá  manifestar‐se  no  prazo  improrrogável de até cento e oitenta dias.  § 3º ‐ A divulgação.  aprovar  docente portador de Certificado de Especialista.    Artigo  752  ‐  Para  aprovação  do  curso.  § 2º ‐ O estágio supervisionado será realizado de acordo com projeto próprio que  deverá integrar o projeto pedagógico do curso.  §  2º  ‐  A  realização  do  curso.  §  1º  ‐  As  atividades  acadêmicas  deverão  abranger  todas  as  áreas  de  atuação  de  profissionais da educação e as horas serão distribuídas como segue:  1 ‐ 200 horas de formação básica compreendendo conteúdos de gestão da escola.  qualquer que seja a denominação. a inscrição e a matrícula só podem ocorrer após a publicação  do ato autorizatório. terão carga horária mínima de mil horas. das quais duzentas se  destinam  ao  estágio  supervisionado  e  oitocentas  horas  se  destinam  a  atividades  acadêmicas  presenciais.  incluindo  gestão  das  tecnologias  da  informação  e  da  comunicação.  a  Câmara  de  Educação  Superior  poderá  submeter o projeto à análise de Especialista especialmente designado. critérios de distribuição de vagas e planejamento de  distribuição de carga horária. recursos disponíveis e critérios de avaliação devem ser informados e divulgados após  aprovação do Conselho Estadual de Educação. tendo em vista a elaboração e a implementação do projeto pedagógico da escola e 200  horas destinadas a orientação escolar dos alunos e orientação para o trabalho.  d) exigências para matrícula.  sua  duração.

    Artigo  760  ‐  Caso  o  funcionário  ou  servidor  tenha  recebido  indevidamente  o  benefício. relacionadas.  o  respectivo  histórico  escolar. a  carga horária prevista e a nota de aproveitamento. 2º ao 8º)      CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do Acréscimo de 1/3 (um terço) ao Valor da Retribuição Mensal de Funcionários e Servidores do  Estado. pelo menos. 75% (setenta e cinco por cento) da carga  horária prevista e atingido o mínimo de aproveitamento global estabelecido no projeto do curso e  nas normas da Instituição. de cada curso oferecido.  III ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  Instituição.     Artigo  759  ‐  O  pagamento  será  proporcional  quando  o  período  de  férias  for  inferior a 30 (trinta) dias. CEE nº 53/05.Artigo 754 ‐ Farão jus ao Certificado de Conclusão correspondente.  deverão  conter. os alunos que  tenham. com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do  início das férias.  do  qual  constarão  obrigatoriamente:   I ‐ estrutura curricular do curso.  no  verso. independentemente de requerimento. conclusivo e completo. a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez.  Artigo  756  ‐  Os  cursos  de  que  trata  esta  seção  ficam  sujeitos  à  supervisão  e  à  avaliação periódica deste Conselho.  quando  em  gozo  de  férias. freqüentado.  Parágrafo  único  ‐  Entende‐se  como  retribuição  mensal  o  valor  dos  vencimentos.    Artigo 758 ‐ O benefício de que trata esta seção será concedido mediante inclusão  na folha de pagamento.  as  Instituições  deverão  elaborar relatório final. para cada componente curricular.    252 .  IV ‐ ato do Conselho Estadual de Educação que aprovou a realização do curso. quando em Gozo de Férias    Artigo  757  ‐  A  retribuição  mensal  a  ser  paga  aos  funcionários  e  servidores  da  Administração  Centralizada.  II  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor. arts.  remuneração  ou  salários.  das  Autarquias  e  das  Universidades  Estaduais.  Parágrafo único ‐ Não se considera indevido o recebimento do benefício. comprovadamente.  acrescidos  das  demais  vantagens  que  tenham  sido  incorporadas  para  todos  os  efeitos  legais  e  aquelas  cuja  percepção  por  ocasião  das  férias  esteja  legalmente  assegurada.  Parágrafo  único  ‐  Para  efeito  do  disposto  no  caput.   (Del.    Artigo  755  ‐  Os  certificados. nos casos  de superveniente aposentadoria ou falecimento.

    Artigo 765 ‐ Serão identificadas por ato do Secretário da Educação.    Artigo  764  ‐  Para  identificação  das  condições  previstas  no  inciso  II  do  artigo  anterior serão observados:  I  ‐  quanto  à  população.  as  escolas  localizadas  em  zona  rural  e  em  regiões  de  maior  índice  de  vulnerabilidade social. 1º ao 3º. arts. considerada a  disponibilidade  financeira. 2º e 3º)    Seção III  Do Auxílio‐Alimentação    Artigo  766  ‐  Fica  instituído.  dados  divulgados  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia e Estatística ‐ IBGE ou pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.  em  estabelecimentos comerciais. 4º.  aquela  com  condições  ambientais  precárias. caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social.  sob  a  forma  de  distribuição  de  documentos  para  aquisição  de  gêneros  alimentícios.439/88.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  do  Estado.  2  ‐  zona  periférica  de  grande  centro  urbano.  dados  resultantes  de  estudos  realizados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.  in  natura  ou  preparados  para  consumo  imediato. com a redação dada ao parágrafo único  pelo Decreto nº 33. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº  180.000 (trezentos mil) habitantes e que se constituem em área de risco ou de difícil  acesso.  que  apresente  condições  ambientais precárias.  (Decreto nº 52.    Artigo  762  ‐  Sobre  o  benefício  previsto  nesta  seção  incidirão  as  contribuições  devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP ‐ e ao Instituto de Assistência  Médica ao Servidor Público Estadual ‐ IAMSPE.  auxílio‐alimentação  para  funcionários  e  servidores. integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e de municípios com população igual  ou superior a 300.  II  ‐  quanto  ao  grau  de  vulnerabilidade  social.674/08.   (Decreto nº 29. de 12 de maio de 1978.Artigo  761  ‐  O  funcionário  ou  servidor  fará  jus  ao  pagamento  de  que  trata  esta  seção  quando  em  gozo  de  férias  adquiridas  em  outros  exercícios  e  indeferidas  por  absoluta  necessidade de serviço.  II  ‐  em  zona  periférica  dos  grandes  centros  urbanos.   Parágrafo único ‐ Para efeito do disposto neste artigo considera‐se:  1 ‐ zona rural. 6º e 8º)    Seção II  Do Adicional de Local de Exercício    Artigo  763  ‐  O  adicional  de  local  de  exercício  será  devido  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério e do Quadro de Apoio Escolar que estejam desempenhando suas atividades  em unidade escolar localizada:  I ‐ em zona rural.    253 .152/91. arts. 1º. aquela definida pela lei municipal de zoneamento.

 de 13 de novembro de 1974.064/91.064/91.  (Decreto nº 34.    Artigo 770 ‐ Caberá à Secretaria de Gestão Pública gerenciar a aquisição.  feriados  e  pontos  facultativos  não  serão  considerados dias efetivamente trabalhados.  para  a  aquisição  de  gêneros.  (Decreto nº 34. de 28 de outubro  de 1968. de  6 de janeiro de 1984.321. em estabelecimentos comerciais. 8º.064/91. arts.  §  3º  ‐    Os  sábados. dos incisos VI e VII do artigo 64 e do artigo 65 da Lei Complementar nº 444.  §  2º  ‐  Será  contemplado  uma  única  vez  o  funcionário  ou  servidor.  II ‐ Licenciado ou afastado do exercício do cargo ou função com prejuízo total ou  parcial da remuneração.  domingos.    Artigo 771 ‐ O benefício de que trata esta seção não se incorporará ao patrimônio  do  funcionário  ou  servidor  e  sobre  ele  não  incidirão  as  contribuições  devidas  ao  Instituto  de  Previdência  do  Estado  de  São  Paulo  ‐  IPESP  e  ao  Instituto  de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público Estadual ‐ IAMSPE.  administrar  e  controlar  sua  distribuição  e  expedir  instruções  relativas  ao  auxílio‐alimentação.  (Decreto nº 34. 1º e  2º)    Artigo 768 ‐ O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias  efetivamente trabalhados. de outros Estados ou dos Municípios.  §  1º  ‐  No  caso  dos  docentes. bem como as empresas estatais ou privadas envolvidas no processo de  concessão do benefício. conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência.  a  determinação  do  número  de  dias  efetivamente  trabalhados será feita mediante a conversão de horas. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180.524/91.  §  4º  ‐  O  valor    do  benefício  a  que  se  refere  este  artigo  será  fixado  e  revisto  por  decreto.  IV  ‐  afastado  para  prestar  serviços  ou  ter  exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer natureza junto a órgãos ou entidades da administração centralizada ou descentralizada  da União. do artigo 16 da Lei nº 500. alt. art.  que  acumule  regularmente cargos. consideradas as necessidades básicas de alimentação e as disponibilidade do erário e seu  valor poderá ser fixado de acordo com a jornada  de trabalho a que estiver sujeito o funcionário ou  servidor. empregos ou funções públicas da Administração Centralizada do Estado. mediante  licitação. pelo Decreto nº 50. salvo quando houver regular convocação. arts.  dos  documentos  a  que  se  refere  o  artigo  767  desta  seção. par.079/05)  254 .  considerado  o  seu  valor  no  primeiro  dia  útil  do  mês  de  referência  do  pagamento.  V ‐ beneficiado com base em Programa de Alimentação do Trabalhador. da Lei Complementar nº 343.  de 27 de dezembro de 1985. de 12 de maio  de 1978. na forma  da Lei Federal nº 6.Artigo  767  ‐  A  concessão  do  benefício  de  que  trata  o  artigo  anterior  far‐se‐á  mediante  a  distribuição  de  documentos. de 14 de abril de 1976.  in  natura  ou  preparados  para consumo imediato. 4º e Lei nº 7. 6º e 7º. 4º)    Artigo 769 ‐ Não fará jus ao auxílio‐alimentação o funcionário ou servidor:  I  ‐  cuja  retribuição  global  no  mês  anterior  ao  do  recebimento  do  benefício  ultrapasse o valor correspondente a 141 (cento e quarenta e uma) Unidades Fiscais do Estado de  São  Paulo  ‐  UFESPs.261.  para  orientar  os  órgãos  e  unidades administrativas.  III ‐ afastado nas hipóteses dos artigos 78 e 79 da Lei nº 10. único do art.

595/89)    Artigo 775 ‐ Cabe à Secretaria da Fazenda proceder.248/88. será estabelecido em decreto e revisto mensalmente.248/88.  (Decreto  nº30. destinado a custear parte das despesas de locomoção  do funcionário ou servidor de sua residência para o trabalho e vice‐versa.  a  que  se  refere  o  artigo  anterior.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  e  das  Autarquias do Estado. art. 4º e parte do caput do art. a gratificação por serviço extraordinário.  §  2º  ‐  O  pagamento  do  benefício  corresponderá  ao  mês  subseqüente  ao  do  respectivo boletim ou atestado de freqüência e será feito em código distinto.  II ‐ o tipo de transporte coletivo disponível no local. 1º)    Artigo  773  ‐  O  valor  do  auxílio‐transporte  corresponderá  à  diferença  entre  o  montante estimado das despesas de condução do servidor e a parcela equivalente a 6% (seis por  cento) de sua retribuição global.687/94)    Artigo  774  ‐  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução.  art. 3º do Decreto nº 30. mensal.  com  a  redação  dada  ao  parágrafo  único  pelo  Decreto nº 38. este com a redação dada pela Lei Compl.595/89. a ajuda de custo  para alimentação e o reembolso do regime de quilometragem.  a  gratificação  por  trabalho  noturno. §§ 1º e 2º. art.  (Lei nº 6. com a redação dada pelo Decreto nº 38.  para  a  Região  Metropolitana de São Paulo. art. observando‐se na sua fixação:  I ‐ a região e/ou local das unidades administrativas do Governo. o auxílio‐transporte. o adicional  de  insalubridade.  Parágrafo  único  –  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução  será  apurado  multiplicando‐se  o  valor  da  despesa  diária  de  condução  pelo  número  de  dias  efetivamente  trabalhados pelo funcionário ou servidor.  Parágrafo único ‐ Os valores decorrentes da revisão de que trata este artigo serão  fixados por resolução do Secretário da Fazenda. art.  (Decreto nº 30.687/94)    Artigo 776 ‐ O auxílio ‐ transporte será devido por dia efetivamente trabalhado. nº  755/94)  255 .595/89. 1º.  2  ‐  3  (três)  passagens  de  transporte  coletivo.  4º.  para  o  interior do Estado. mensalmente.  § 1º ‐ A apuração dos dias efetivamente trabalhados será feita à vista do boletim  ou atestado de freqüência.  vigente  em  cada  região.  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte    Artigo  772  ‐  Fica  instituído.248/88.   Parágrafo único ‐ Se da aplicação do disposto neste artigo resultar que o valor do  auxílio‐transporte  seja  maior  ou  igual  a  0  (zero)  e  menor  que  o  valor  da  despesa  diária  de  condução referido no parágrafo único do artigo 774 desta seção será atribuído.  (Lei nº 6. o  valor correspondente a:  1  ‐  2  (duas)  passagens  de  ônibus  urbano  e  2  (duas)  de  METRÔ. excluídos o salário‐família. 3º. mensalmente. à revisão dos  valores da despesa diária de condução. a que alude o artigo anterior. o salário‐esposa.  (Lei nº 6. a diária alimentação. as diárias.  a  gratificação  por  trabalho  no  curso  noturno.

 art.  quando  requerida  em  razão  de  comprovada  remoção  ou  transferência  ex  officio  que  lhes  acarrete  mudança  de  residência  para  o  município  onde se situe o novo estabelecimento ou para localidade próxima deste.  possibilitando  a  progressão  do  integrante  do  magistério na Escala de Vencimentos. para outro congênere.  ou  pelo  ramo  de  atividades  inerentes  ao  trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico. de outros Estados e Municípios.    Artigo 782 ‐ O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar nº  836. arts. de 12 de maio de 1978. através do seu enquadramento em nível retribuitório mais  elevado da respectiva faixa salarial.  delimita‐se  na  área  específica  onde  opera  o  profissional  do  magistério. 1º)    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS  DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica    Artigo  781  ‐  A  Evolução  Funcional  pela  via  acadêmica  ocorrerá  em  função  de  titulação  obtida  em    grau  superior  de  ensino.  de  30  de  dezembro  de  1997.  que  seja  funcionário  público  ou  servidor. será concedida transferência do  estabelecimento de ensino em que esteja matriculado.  II ‐ ao servidor abrangido pela Lei Federal nº 7. oficial.  (Lei nº 3. 6º e 7º)    Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante    Artigo  780  –  Ao  estudante. abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares.  (Decreto nº30.595/89. para o  Professor  Educação  Básica  I  e  II.    256 .418.    Artigo 778 ‐ O auxílio‐transporte não será computado para qualquer efeito e não  se incorporará ao patrimônio do funcionário ou servidor.  Artigo  777  ‐  Sobre  a  importância  do  auxílio‐transporte  não  incidirão  as  contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP e ao Instituto de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público  Estadual  ‐  IAMSPE.732/83.  respectivamente. de 30 de setembro de 1987.  de  que  trata  o  Título  XIII  da  Lei  Complementar nº 180.619.  alterada pela Lei Federal nº 7. 5º. assim considerados na forma da lei. de 16 de dezembro de 1985.    Artigo 779 ‐ O auxílio‐transporte não será devido:  I ‐ ao funcionário ou servidor afastado para prestar serviços ou para ter exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer  natureza  junto  a  outros  órgãos  da  Administração  Direta  ou  Indireta da União.  bem  como  aos respectivos dependentes. em qualquer  época  do  ano  e  independentemente  de  vaga.

  será  automático. somente serão considerados os  títulos  que  guardem  estreito  vínculo  de  ordem  programática  com  a  natureza  da(s)  disciplina(s). com alteração introduzida no inciso III pelo  Decreto nº 49.  preliminarmente.  II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou  de doutor.  instituídos  nas  Diretorias  Regionais de Ensino.    Artigo 785 – Na hipótese de inobservância do prazo fixado no artigo anterior  sem  a  apresentação  de  motivos  devidamente  comprovados  e  esgotadas  todas  as  possibilidades. nos níveis IV ou V.  serão  aceitos. titular de cargo ou ocupante de função‐ atividade estável. arts. no nível V.  na  seguinte conformidade:  I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no  órgão competente.Artigo 783 ‐ O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe  e  faixa  salarial. nos  níveis IV ou V. a análise preliminar dos títulos apresentados.  para  os  efeitos  previstos  nos  incisos  II  e  III  do  artigo  783. o disposto no inciso I e aos titulares de cargos de Coordenador Pedagógico e de   Assistente de Diretor de Escola. obtido em cursos devidamente  credenciados.  certificados  de  conclusão  de  cursos  de    pós‐graduação    stricto  sensu  devidamente  credenciados. o diploma devidamente registrado no órgão competente. revogando‐se seus efeitos à data de sua concessão. devendo o interessado apresentar.  Parágrafo  único  –  Caberá  a  Grupos  de  Trabalho. e mediante apresentação de título de mestre ou doutor.    Artigo  784  ‐  Para  efeito  do  enquadramento  imediato.366/05. 1º ao 4º.    Artigo 787 ‐ Para os fins previstos nesta subseção.  objeto da área de atuação do docente ou da atividade inerente ao trabalho dos integrantes das  classes de suporte pedagógico. o disposto no inciso II deste artigo. respectivamente. no prazo de 12  (doze) meses. de 27 de dezembro de 1985. será  enquadrado no nível IV.  Parágrafo único – Aplica‐se ao Professor II.  respectivamente. desde que devidamente reconhecidos. correspondente à licenciatura plena.    Artigo  788  ‐  Consideram‐se  impedidos  de  usufruir  dos  benefícios  da  Evolução  Funcional prevista nesta subseção:  I – os integrantes do Quadro do Magistério nomeados em comissão para cargos de  outras Secretarias de Estado.  obtido  em  cursos  devidamente  credenciados.  III ‐ Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. de curso de grau superior de ensino.  257 . mediante a apresentação de título de  mestre  ou  de  doutor. respectivamente. e 5º)    Artigo  786  ‐  Serão  aceitos.  (Decreto nº 45. desde que contenham dados referentes à aprovação da dissertação ou da defesa de  tese.  pela  via  acadêmica. de acordo com o disposto no  caput deste artigo e segundo as diretrizes emitidas pelo órgão setorial de recursos humanos.348/00.  o  benefício concedido será anulado. será enquadrado.  serão  enquadrados. obtido em cursos  devidamente credenciados.  dispensados  quaisquer  interstícios. ou  II – os afastados nos termos dos incisos IV e VI do artigo 64 e nos termos do artigo  65 da Lei Complementar nº 444. quando se tratar de mestrado ou doutorado. certificados  de conclusão de cursos de graduação correspondente à licenciatura  plena.

 de 30 de dezembro de 1997.  esta  sempre  prevalecerá para todos os efeitos. e instruir os pedidos acolhidos. 785 e 786.  de  30  de  dezembro  de  1997.  Parágrafo único – O integrante da carreira do magistério.  Parágrafo  único  –  Os  casos  omissos  e  as  pendências  serão  submetidos  à  apreciação da Comissão de Gestão da Carreira instituída pelo artigo 25 da Lei Complementar nº  836.    Artigo  795  –  O  Departamento  de  Recursos  Humanos  –  DRHU  baixará  instruções  complementares para a aplicação das disposições desta subseção.    Artigo 794 – Caberá à Secretária da Educação.  comprovantes de habilitações acadêmicas obtidas em grau superior previstas no artigo 20 da Lei  Complementar  nº  836.673.  II – ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação.    Artigo 792 – Para efeito de concessão do benefício da Evolução Funcional caberá:  I  –  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.  com  base  no  que  lhe  for  apresentado  pelo  Dirigente  Regional de Ensino.  fica  vedada  a  reapresentação  de  documentação  utilizada  para  fins  de  Progressão  Funcional prevista no artigo  49 da Lei  Complementar nº 444. decidir quanto às petições. expedir  ato  de  cessação  do  benefício  concedido.    Artigo  789  ‐  Nos  termos  do  artigo  49  da  Lei  Complementar  nº  836.  para  fins  de  Evolução  Funcional.    Artigo  791  –  Os  efeitos  do  enquadramento  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  em  nível  superior  decorrente  da  evolução  funcional  previstas  nesta  subseção  terão  vigência  a  partir  da  data  do  reconhecimento  dos  certificados. de  27 de dezembro de  1985.  258 .  referentes  ao  Programa  de  Ação  de  Parceria  Educacional  Estado‐ Município. nos termos do artigo 785.  analisar o expediente.  instituir  Grupo  de  Trabalho. ratificado pelo órgão competente. os efeitos do enquadramento terão vigência a partir da data de início de exercício  do servidor no cargo ou função‐atividade.  § 2º ‐ Quando a data da documentação prevista no caput preceder à da nomeação  ou da admissão. registro ou titulação de que trata o caput  ocorrerem  anteriormente  à  data  da  retroação  previstas  na  presente  subseção.  de  16  de  fevereiro  de  1996.    Artigo  793  –  Os  títulos  abrangidos  por  esta  subseção  serão  apostilados  pelas  autoridades competentes.  do  registro  dos  diplomas  ou  das  titulações de que tratam os artigos 783.  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 787.      Artigo 790 – O docente em regime de acumulação de cargo e/ou função‐atividade  poderá  requerer  os  benefícios  da  Evolução  Funcional  para  cada  situação  funcional  mediante  a  apresentação da documentação específica exigida. e  III – à Secretária da Educação.  de  30  de  dezembro  de  1997.  desde  que  compatíveis  com  o  campo  de  atuação do novo cargo.  poderá  reapresentar. 784.Parágrafo  único  –  Executam‐se  os  afastamentos  previstos  no  Decreto  nº  40. quando nomeado para  outro  cargo  da  mesma  carreira.  § 1º ‐ Nos casos em que a certificação.

 3º e 4º)    259 . delimita‐se por  parâmetros específicos.  (Decreto nº 49. no ensino  médio e nas demais modalidades de ensino.    Artigo 797 ‐ O campo de atuação.  em  seu  campo  de  atuação.  aprimoramento  e  extensão dos conhecimentos. que ministra aulas nas 5ªs às 8ªs séries do ensino fundamental. 2º.  § 2º ‐ Para fins de evolução funcional. observados os critérios a serem definidos  em instrução complementar.  2 ‐ aspectos teórico‐metodológicos e de gestão escolar. os cursos de que trata o caput deste artigo  deverão ser homologados pela Secretaria da Educação.  4 ‐ instituições públicas estatais. realizados  pelos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  com  o  objetivo  de  ampliação. a que se refere o artigo anterior. arts.(Decreto nº 45.  desde  que  credenciadas pela Secretaria da Educação.  resultará  das  ações  realizadas  pelo  profissional.  na  conformidade dos indicadores do crescimento da capacidade.  Parágrafo único ‐ Para fins de delimitação do campo de atuação de que trata este  artigo.  § 1º ‐ Constituem‐se entidades promotoras dessas atividades:  1 ‐ instituições de ensino superior devidamente reconhecidas.  relacionadas  aos  Fatores  de  Atualização.348/00.  e  Ciências  Humanas.  II ‐ para as classes de suporte pedagógico.394/05.  b)  pela  área  curricular  que  integra  a(s)  disciplina(s)  constituinte(s)  da  formação  acadêmica do professor. de duração igual ou superior a 30 (trinta) horas.  3 ‐ entidades representativas das Classes do Magistério. que rege as classes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental.  Ciências  da  Natureza  e  Matemática. pela natureza das atividades inerentes  ao respectivo trabalho de Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.    Artigo 798 ‐ Consideram‐se componentes do Fator Atualização todos os estágios e  cursos  de  formação  complementar  e  continuada. na seguinte conformidade:  I ‐ para as classes de docentes:  a)  pelas  áreas  curriculares  que  integram  a  formação  acadêmica  do  professor  polivalente. no respectivo campo de atuação. arts.  2 ‐ órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. 6º ao 15)    Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica    Artigo 796 ‐ A Evolução Funcional dos integrantes do Quadro do Magistério. pela  via  não‐acadêmica. tratadas como temas transversais.  promovidos  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade e capacidade institucional.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.  5  ‐  instituições  públicas  não  estatais  e  entidades  particulares. da qualidade e da produtividade do  trabalho. estabelecidos nesta subseção.  considerar‐se‐ão  acrescidas  às  áreas  curriculares  de  Linguagens  e  Códigos.  as  temáticas  de  aprofundamento e enriquecimento curricular que tenham por objeto:  1 ‐ questões da vida cidadã. que orientam a prática dos  integrantes do Quadro do Magistério.  com  suas  respectivas  tecnologias.

 observado o respectivo campo de atuação. aulas. 5º.  que  visem  ao  aprofundamento  de  conhecimentos  em  determinada disciplina ou área do saber.  Parágrafo  único  ‐  Não  serão  considerados.  devidamente  reconhecidas.  (Res.  com  o  objetivo  de  aprimoramento  e  prática  profissional.  5  ‐  plano  de  trabalho  da  instituição/entidade  especificando:  justificativa. art. 4º)     Artigo  800  ‐  Consideram‐se  componentes  do  Fator  Aperfeiçoamento  todos  os  cursos  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior.  do  artigo  anterior  será  expedido  pela  CENP  no  prazo  de  90  dias.  2 ‐ comprovante de idoneidade.  desde  que  não  se  caracterize  como  atividade  inerente  ao  cargo  ocupado.  para  fins  de  pontuação.  do  § 1º.  II  ‐  os  cursos  promovidos  pelos  órgãos  competentes  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. desde que constituinte de um todo.  quadro  efetivo  de  profissionais  e  relação  dos  recursos  físicos  e  tecnológicos  disponibilizados.    Artigo  801  ‐  Para  os  fins  de  que  tratam  os  artigos  798  e  800  desta  subseção.  contados  a  partir  da  data  do  protocolamento do pedido.Artigo  799 ‐  O  ato  de  credenciamento.  os  componentes curso e estágio que integram os Fatores Atualização e Aperfeiçoamento.  Parágrafo único ‐ As instituições públicas não estatais e as entidades particulares  interessadas  em  obter  o  credenciamento  deverão  encaminhar  à  CENP  expediente  próprio  contendo:   1 ‐ solicitação de credenciamento.  3 ‐ cópia do estatuto da instituição/entidade registrado em cartório.    Artigo  802  ‐  Observada  a  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. palestras e outros. para fins de pontuação:  I  ‐  as  etapas  de  cursos  estruturados  modularmente. através da permanência  assistida  realizada  em  instituições  educacionais.  de  bacharelado  ou  de  licenciatura  plena. programada e desenvolvida.  4 ‐ comprovação completa da capacidade jurídica.  7 ‐ outras informações julgadas pertinentes.  metas.  cursos  superiores. que se constituíram base para provimento do cargo ou preenchimento da função‐ atividade. 6º e 7º)  260 .  inclusive sob a forma de módulos.  com  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas.  de que  trata  o  item  5. que tratem de determinada unidade temática. realizados durante a jornada de trabalho do profissional. realizados  também no exterior.  complementação  pedagógica  ou  cursos  de  pós‐graduação.  6  ‐  nome  do  representante  da  instituição/entidade  responsável  pela  área  de  capacitação.  serão  considerados. abrangem  respectivamente:  I ‐ curso: o conjunto de estudos.  ou  à  função‐atividade  preenchida.  (Decreto nº 49.  desde  que  o(s)  módulo(s)  tenha(m) caráter de terminalidade. conferências.  II ‐ estágio: o período de estudos e de aprendizado obtido.394/05.  ou  se  constitua  componente  da  estrutura  curricular de um curso. capacidade e experiência na área educacional. arts.  inclusive  no  exterior. em atendimento a termo de  convocação oficial.  finalidade. organicamente estruturado  e devidamente comprovado por uma única instituição promotora. SE nº 21/05.

 quando o respectivo ato de autorização.  formular  requerimento  de  concessão  do  benefício.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional. SE nº 21/05. de 30 de dezembro de 1997.   §  1º  ‐  A  pontuação  dos  componentes  do  Fator  Atualização  e  do  componente  extensão  universitária/cultural  do  Fator  Aperfeiçoamento.  (Res.  protocolar.  não  poderão  ser  reconsi‐derados  quando  da  apresentação  do  documento correspondente à titulação obtida. assegurar aos concluintes  direito à certificação.     Artigo  807  ‐  Os  efeitos  da  Evolução  Funcional  pela  via  não  acadêmica  dos  integrantes do  Quadro  do  Magistério  terão  vigência  a  partir  da  data  da  concessão  do  benefício. constam do Quadro I. previstos no Fator Aperfeiçoamento.  expedido pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.    Artigo  804  ‐  Cursos  promovidos  por  órgãos  da  Pasta.  III ‐ ao Dirigente Regional de Ensino.  IV  ‐  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  analisar  os  expedientes  acolhidos  pelas  Diretorias  de  Ensino  e  encaminhá‐los  à  apreciação  e  decisão  do  Secretário  de  Estado  da  Educação.    Artigo  806  ‐  Caberá  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  acompanhar  e  controlar o processo de concessão da evolução funcional pela via não acadêmica.  os  cursos  do  Fator  Atualização e do componente extensão universitária/cultural do Fator Aperfeiçoa‐mento quando  autorizados e homologados nos termos da legislação que rege a matéria.   Parágrafo  único  ‐  Para  subsidiar  a  análise  dos  pedidos.  observando‐se  que  os  créditos  computados.  será  constituída  uma  Comissão  Central.  instruir  e  encaminhar  o  pedido  à  respectiva Diretoria de Ensino.  §  2º  ‐  Somente  serão  considerados.  considerados  os  interstícios  de  que trata o artigo 22 da Lei Complementar nº 836. caberá:   I  ‐  ao  interessado.  assim  como  a  validade  dos  respectivos  títulos.     261 .  em  horário  de  trabalho  do  profissional.  será  calculada com base na carga horária indicada no certificado do curso realizado pelo profissional.  conforme  o  caso.  integrada  por  2  profissionais  da  CENP  e  2  do  DRHU.  2 ‐ decidir sobre casos omissos ou que apresentem dúvidas para a  concessão do  benefício.  encaminhando‐os  ao  órgão  setorial de recursos humanos.  para  fins  de  pontuação. quando necessárias.  indicados  pelos  responsáveis por esses órgãos.  de  acordo  com  as  orientações  estabelecidas  pelos  Órgãos  Centrais  e  instruir  os  pedidos  acolhidos. Quadro II e Quadro III. com as seguintes atribuições:   1 ‐ expedir orientações. constituir Grupo de Trabalho para proceder à  análise  preliminar  dos  títulos  e  documentos  apresentados. anexos.  sem  a  titulação  de  Mestre  ou  Doutor.  podendo  retroagir.   § 3º ‐ Os créditos de cursos pós‐graduação. 2º e 3º)     Artigo 805 ‐ Para efeito de concessão do benefício.  só  poderão  ser  utilizados  uma  única  vez.  juntar  a  documentação que comprove o preenchimento dos requisitos e entregá‐los ao superior imediato. serão considerados para fins de pontuação.  Artigo  803  ‐  A  pontuação  dos  componentes  correspondentes  aos  Fatores  de  Atualização.  definida  nos  Quadros  I  e  II.  II  ‐  ao  Diretor  da  unidade  escolar.  a  1º  de  fevereiro  de  2000. arts.

 SE nº 21/05. em qualquer das jornadas de trabalho docente.0 pontos  VALIDADE  a partir de 01/02/1998  Carga horária superior a 180 horas = 9.  b) por união de cônjuges.0 pontos    Carga horária de 60 a 89 horas = 5. 7º.0 pontos  Carga horária de 90 a 179 horas = 7. 6º.    Artigo 812 ‐ A abertura do concurso de remoção dar‐se‐á com o início do período  de inscrição opcional. de comunicado do Órgão  262 .  que  se  realizará  sob  a  organização e coordenação do Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. mediante publicação. a impessoalidade e a transparência  do concurso de remoção.394/05. 5º. 803)    COMPONENTES  Ciclo de Palestras   Conferências e/ou ciclo de  conferências  Videoconferências   Congressos  Cursos (com ou sem oficinas)   Encontros  Fóruns   Seminários  Ciclos de Estudos  Simpósios  Quadro I  FATOR ATUALIZAÇÃO  PONTOS  Carga horária de 30 a 59 horas = 3. respeitada a classificação geral dos inscritos  no concurso. assegurando‐se a justeza.    Artigo  811  ‐  O  concurso  de  remoção  será  realizado  simultaneamente  em  duas  modalidades. no Diário Oficial do Estado.    Artigo  810  ‐  Os  atos  e  procedimentos  administrativos  das  autoridades  responsáveis pela execução do processo.  por  títulos.0 pontos      Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  809  ‐  A  remoção  dos  titulares  de  cargos  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério  será  processada  mediante  concurso  de  nível  estadual.  II – se integrante de classe de suporte pedagógico:  a) por títulos. e. e 8º)       ANEXOS ( art. em qualquer modalidade.Artigo 808 ‐ A Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento  de Recursos Humanos baixarão instruções complementares à presente subseção. arts. c/c o Decreto nº 49. nas respectivas áreas de competência.  por  união  de  cônjuges  e  por  permuta. por títulos e por união de cônjuges. o candidato poderá se remover:  I – se integrante de classe de docentes:  a) por títulos. deverão observar  a precisão de dados e informações.  b) por união de cônjuges. sempre pela Jornada Inicial de Trabalho Docente.  (Res.

  § 1º ‐ Será indeferida. §§ 6º e 7º do art. c/c Decreto nº 55.  (Res. § 2º do art.  (Res.  (Res.  de  acordo  com  a  tabela  de  Município  constante no Anexo I.  exceto  se  comprovar. a inscrição que não contiver qualquer indicação de  Unidade Escolar ou de Diretoria de Ensino. 5º)    Artigo 816 ‐ Não poderá se inscrever para o concurso de remoção o integrante do  Quadro do Magistério que se encontre na condição de readaptado ou. 5º c/c Decreto nº 55. 5º.  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge.  por  essa  mesma  modalidade.  o  candidato  deverá  se  inscrever  pelo  componente  curricular  a  que  o  seu  cargo  é  vinculado  ou  na  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  cargo.Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  no  qual  se  definirão  o  período  de  inscrições bem como as respectivas condições e requisitos. arts. 4º e 5º do art.  no  caso  de  Professor  Educação  Básica  II  de  Educação Especial. §§ 3º.  nesse  período. para lhe  263 .  efetuar  também  as  indicações de que trata o artigo 814.143/09.  o  candidato  não  mais  poderá desistir de sua participação no concurso.  por  ordem  de  preferência.  Parágrafo  único  ‐  Na  remoção  de  cargos  de  Professor  Educação  Básica  II.  teve  seu  cargo  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover novo cargo público em município diverso. 1º ao 3º)    Subseção II  Das Inscrições    Artigo  813  ‐  A  inscrição  para  o  concurso  de  remoção  ou  remoção/reserva  será  efetuada  pelo  candidato.  bem  como  cópias  reprográficas  de  títulos.  portanto.  em  qualquer  dos  casos.  nos  últimos  5  (anos)  anos. SE nº 95/09.  para  onde  pretenda  se  remover.  contados  retroativamente  à  data  da  atual  inscrição.  Parágrafo  único  ‐  O  candidato  que  se  inscrever  por  união  de  cônjuges  estará  concorrendo.143/09.  (Res. SE 95/09. 5º c/c Decreto nº 55. 1º ao 4º e Decreto nº 55. 4º)    Artigo 815 ‐ No requerimento de inscrição para remoção por união de cônjuges. se por união de cônjuges. a qualquer título. caput  e §§ 3º. caput e § 1º do art.  o  candidato  indicará. conforme o caso.143/09. de plano.  apresentando  documentação  comprobatória  de  atendimento  aos  requisitos  do  concurso. 4º)    Artigo 817 ‐ O integrante do Quadro do Magistério que se encontre na condição  de adido deverá necessariamente se inscrever para o concurso de remoção sob reserva.  4º e 5º do art. arts. SE 95/09.  que  o  cônjuge. 5º c/c  o Decreto nº 55.  à  remoção  por  títulos.  simultaneamente.143/09. § 2º do art.  para  fins  de  classificação. 4º)    Artigo 814 ‐ No momento da inscrição para remoção por títulos ou por união de  cônjuges.  as  unidades  escolares  e/ou  as  Diretorias  de  Ensino.143/09. caput do art.  tenha  se  removido  para  determinado  município.  devidamente conferidas à vista dos respectivos originais pelo superior imediato.  em  documento  próprio. SE 95/09. que faz parte integrante desta seção. §§ 2º e 8º do art.  (Res. SE 95/09.  com  as  devidas  indicações.  §  2º  ‐  Efetivada  a  inscrição.  devendo. o  candidato  deverá  indicar  um  único  município  de  sua  opção.  independente  de  a  unidade contar ou não com vaga inicial.

  devidamente  conferida.  com  correlação  intrínseca  à  disciplina  ou  à  área  de  necessidade especial do cargo docente de que o candidato é titular ou à disciplina Educação.  f) registro do tempo de serviço computado em dias. situação em que sua inscrição estará condicionada. deverão constar:  I ‐  dados pessoais e funcionais do candidato.  pelo  deferimento  ou  indeferimento da inscrição por títulos.  c)  na  remoção  de  docentes. discriminadas por disciplina. arts. em ambos os casos.  fazer  indicação  de  unidade(s) escolar(es) ou de Diretoria(s) de Ensino.  § 3º ‐ Se no decorrer do concurso. do número de aulas a ser reservado.garantir a possibilidade de descaracterizar a condição de adido. o candidato inscrito para remoção/reserva vier  a  ser  removido.  e)  nos  casos  de  reserva.  pelo  indeferimento. na  área de Magistério.  tratando‐se de Professor Educação Básica II. SE 95/09.  quando a reserva não for possível. remoção/reserva ou reserva.  pelo  superior  imediato.  confirmação  da  jornada  de  trabalho  em  que  o  candidato  esteja  incluído.  que  tenha  interesse  em  se  remover.  manifestação  pelo  deferimento  ou. nos últimos 5  (cinco) anos.  bem  como  verificação  do  número  de  aulas  de  sua  constituição  na  unidade de classificação.  nesse  período. por ordem de preferência.  na  situação  de  adido.  à  comprovação  de  que  o  cônjuge.  §  1º  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  d)  indicação  da  reserva. e do Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos nos  casos de candidato que tenha se removido por união de cônjuges ou por permuta.  sua  reserva  na  unidade  de  origem  será  automaticamente  desconsiderada.  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação do cargo/função‐atividade do cônjuge. discriminados na forma prevista no artigo 842.  II ‐  modalidade da inscrição: remoção.     Artigo 819 ‐ Ao requerimento de inscrição do candidato deverá ser juntada cópia  reprográfica. no caso de o mesmo não querer  efetivamente se remover.  com  a  respectiva  via  original  do  diploma  de  Mestrado  ou  de  Doutorado. por registro e/ou sob responsabilidade do Diretor  de Escola ou do Dirigente Regional de Ensino.  situações  em  que  a  reserva  deverá  ser  feita com indicação da quantidade de aulas necessária à constituição integral de sua jornada. que deverão conter:  a) informação se o candidato se removeu por união de cônjuges ou por permuta  nos últimos 5 (cinco) anos.  III ‐  tipo de remoção: por títulos e/ou por união de cônjuges.  b)  manifestação  do  Dirigente  Regional  de  Ensino.  (Res.  IV  ‐  no  caso  de  união  de  cônjuges. em virtude de condições atípicas da escola ou da Diretoria de  Ensino relativas ao cargo do candidato. em uma ou mais unidades escolares.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. para onde pretenda  a remoção do seu cargo.     Artigo 818 ‐ Do requerimento de inscrição.  voltando a constituir vaga potencial na dinâmica do processo. 6º ao 8º)    264 .  bem  como  o  que  a  motivou  e.  § 2º ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também ao titular de cargo docente que se  encontre com a jornada de trabalho parcialmente constituída ou o docente inscrito na remoção.  V ‐ demais dados do candidato. bem como dos títulos que o  candidato apresentar.  deverá  se  inscrever  como  remoção/reserva.  foi  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover  novo  cargo público em outro município.  quando  necessária.

  não  mais  tenha  exercício  no  município  indicado.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união. 6º)  265 .  por  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.  Parágrafo único ‐ Os documentos e/ou suas cópias reprográficas. Anexos II ou III. no  momento da inscrição.   § 1º ‐ No caso de o cônjuge ser ocupante de função‐atividade. devendo  efetuar as indicações  de que  trata o  artigo  814.  conforme o caso.  II  ‐  atestado  de  dados  funcionais  do  cônjuge.Artigo 820 ‐ O candidato que se inscrever por união de cônjuges deverá indicar. em novo atestado de dados funcionais. na Diretoria  Regional de Ensino.  mediante  requerimento  instruído  com  comprovação  da  mudança.   2.  §  2º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. SE nº 95/09.  funcionário  público  efetivo.143/09. declaração de que.  expedido  por  autoridade competente.  devidamente  conferida  com  a  via  original. e  § 2º ‐ No caso de docente. que se responsabilizará pela  veracidade deles. lugar de residência do cônjuge.143/09. art. exercido na administração direta de qualquer alçada pública. indicar um novo município.  em  que  a  administração requisite esclarecimentos. 20 (vinte) horas semanais. no mínimo.  concorrendo  à  remoção  por títulos.  poderá. após os efeitos  de classificação do candidato no concurso. do respectivo atestado de dados funcionais. pelo candidato e entregue pelo superior imediato. no Estado de São Paulo. será feito em formulário próprio. §§ 4º. os seguintes documentos:  I  ‐  cópia  reprográfica. art. SE 95/09.  da  certidão  de  casamento ou da escritura  pública de declaração de  convivência  marital. art. no mínimo. a carga horária a que se refere o item 2 do § 1º deste  artigo. na unidade sede. 2º e 3º do art 9º c/c Decreto nº 55.  (Res.  fica  vedado  ao  candidato  apresentar  ou  substituir  qualquer  documento.  (Res. § 3º do art.  § 3º ‐ O candidato inscrito para remoção por união de cônjuges estará. 5º e 6º do art 9º c/c Decreto nº 55.  cujo  cônjuge. dentro do prazo de 3  (três) dias. e acondicionados em envelope específico pelo próprio candidato. SE nº 95/09. 5º)    Artigo  822  ‐  Os  documentos  que  instruírem  a  inscrição  serão  relacionados. em que se faça constar o  município de classificação do seu cargo ou função‐atividade.  exceto  nos  casos  de  remoção  por  união  de  cônjuges. serão submetidos à microfilmagem e posteriormente  inutilizados. na data do encerramento  do período de inscrição.  (Res. apresentando na  unidade de classificação. carga horária de trabalho de. contados da publicação da classificação. o município pretendido. apresentado. deverá ser por horas aulas e não poderão ser em substituição.  direcionado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. 11 c/c Decreto nº 55. considera‐se lugar  de  residência  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. Anexo I. caput e §§ 1º. haverá também de  constar. SE 95/09.  um  a  um.  em  via  original.143/09. caput do art. 10)    Artigo  823  ‐  Efetuada  a  inscrição. 1 (um) ano de exercício ininterrupto no serviço público. utilizando modelo padronizado. priorizando as unidades escolares sediadas no município indicado na inscrição por união de  cônjuges. 5º)    Artigo 821 ‐ Para fins de remoção de que trata o artigo anterior.  (Res. expedida por órgão  de  competência (Cartório/Tabelião de Notas). ao mesmo  tempo. possui:  1.

 na remoção por união de cônjuges.143/09.  Artigo  824  ‐  Todas  as  cópias  reprográficas  de  documentos. a manifestação quanto à reserva de que trata o artigo 817.  § 2º ‐ O disposto no caput deste artigo não se aplica ao titular de cargo da classe  de Suporte Pedagógico adido oriundo de unidade extinta.143/09. através de documento de confirmação de inscrição. par. SE nº 95/09. exclusivamente. ao superior imediato  do candidato. 7º)    Artigo 827 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a indicação de deferimento  ou de indeferimento das inscrições para o concurso de remoção por títulos e. art. art.  sob  reserva. contados da data de publicação do indeferimento.  Parágrafo  único  ‐  O  superior  imediato  dará  ciência  ao  candidato  sobre  os  dados  registrados em seu requerimento. arts.  § 3º ‐ Do indeferimento da inscrição por títulos caberá reconsideração dirigida ao  Dirigente Regional de Ensino.  aos  docentes  que  tenham  a  sua  jornada  parcialmente  constituída  ou  ainda  àqueles  que  constituem a jornada em mais de uma unidade.  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  –  DRHU/SE.  (Decreto nº 55. no prazo de até  3 (três) dias.  § 2º ‐ A apreciação conclusiva dos deferimentos e indeferimentos das inscrições. único do art. cuja decisão será publicada no Diário Oficial do Estado. pelo  Centro  de  Seleção  e  Movimentação  de  Pessoal. deverão ser conferidas com as vias originais pelo superior  imediato.  pelo  superior imediato. 6º)    Artigo 825 ‐ O candidato inscrito por títulos não poderá alterar a sua inscrição para  união de cônjuges e o inscrito por união de cônjuges não poderá alterá‐la somente para títulos. art. 13)    Artigo  826  –  Encerrado  o  período  de  inscrições.   § 1º ‐ As inscrições por união de cônjuges serão apreciadas.  apresentadas  no  momento da inscrição pelo candidato. sob pena de responsabilidade. 14 c/c Decreto nº 55. dos docentes de sua  unidade  escolar.  à  Diretoria  de  Ensino.143/09. previstas no artigo 836.  (Decreto nº 55. que deverá ser apresentado em formulário próprio.  o  Diretor  de  Escola  deverá  encaminhar os documentos de inscrição de remoção por união de cônjuges. é de competência do Diretor do Órgão Setorial de  Recursos Humanos – DRHU/SE.  §  1º  ‐  Não  ocorrendo  a  inscrição  a  que  se  referem  as  duas  primeiras  situações  constantes  do  caput  deste  artigo. 12.  (Res.  o  titular  de  cargo  será  inscrito  ex  officio. desde que o referido professor esteja inscrito para  remoção/reserva.  para  posterior  remessa  ao  órgão  setorial  de  recursos  humanos.  em especial. SE nº 95/09. art.  (Res. SE nº 95/09. 8º)    Artigo  828  –  A  reserva  destina‐se  unicamente  aos  titulares  de  cargo  declarados  adidos. no prazo previsto para inscrição. 15)          266 .  (Res.

  mesmo que não apresentem vagas na relação publicada no Diário Oficial do Estado.  §  1º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. considerando  vagas potencias que poderão surgir no decorrer do evento. por ordem de sua preferência.   (Res.  deverá  identificar a unidade escolar e a jornada de trabalho docente pretendidas.  § 2º ‐ O docente. conforme o caso. SE nº 95/09. devidamente acompanhado de  cópia xerográfica da relação mencionada no caput deste artigo.  por  títulos  ou  por  união  de  cônjuges.  mediante  manifestação  expressa  em  requerimento:  I – na remoção por união de cônjuges.  § 2º ‐ O candidato poderá indicar todas as unidades que sejam de seu interesse. em período fixado em Comunicado pelo Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.143/09. diretamente pelo candidato.  na  Diretoria  de  Ensino  a  que  está  vinculada  a  unidade.  o  tipo  de  classe  pretendida. em  local e horário determinados em comunicado.  §  3º  ‐  O  candidato  que  acumular  cargo  da  classe  de  docente  com  o  de  cargo  da  classe de suporte pedagógico não poderá indicar a unidade onde está classificado o outro cargo. poderá registrar a jornada de trabalho de  duração diversa daquela em que estiver incluído. utilizando os códigos a seguir: DER  01–Norte 1 / 02–Centro / 04–Norte 2 / 05–Leste 5 / 07–Leste 1 / 08–Leste 4 / 10–Leste 2 / 11– Leste 3 / 12–Centro Oeste / 14–Sul 2 / 16‐Centro Sul / 17‐Sul 1 / 18‐Sul 3. 17)    Artigo 831 – O candidato poderá.  (Res. as Unidades Escolares e/ou Diretorias de Ensino.  a  indicação  das  Diretorias de Ensino da Capital. exclusivamente.  observado  o  prazo  estipulado  no  caput  deste artigo.  cujo  município  do  cônjuge  pleiteado  é  São  Paulo. § 3º do art. será entregue. no caso de  o  cônjuge  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo.  §  1º  ‐  As  indicações  de  unidades  serão  feitas  em  formulário  próprio. ao efetuar a indicação.  267 .  §  3º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  I  especificará. alterar a indicação do município.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união  de  cônjuges. 16 c/c Decreto nº 55.  deverá  relacionar  no  espaço  próprio  do  formulário. art. SE nº 95/09.  Deficientes  Físicos. no  período de inscrição determinado em Comunicado. respeitado o disposto  no artigo 829. somente quando se caracterizar falha de cadastramento pela Administração. se comum (de 4 horas) ou reorganizadas (de 5 horas).Subseção III  Das Indicações de Unidades    Artigo  829  –  No  momento  da  inscrição. art. contra recibo. por titulares de cargo  de Professor Educação Básica II de Educação Especial. para onde pretende remover‐se.  encaminhado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos.  ainda. 4º)    Artigo  830  –  O  docente  inscrito.  II – solicitar a retificação de Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino da relação de  indicações.  em  ordem  preferencial.  o  candidato  deverá  indicar.  o  qual  será  apresentado na unidade‐sede e entregue.  comprovando  esta  mudança em novo atestado de dados funcionais.  §  4º  ‐  As  inscrições  para  classes  de  Deficientes  Auditivos. pelo superior imediato.  Deficientes Mentais e Deficientes Visuais deverão ser feitas. observada a disponibilidade das vagas existentes  nas unidades escolares indicadas.

  3 ‐ com 25 aulas em Jornada Básica de Trabalho Docente.  conforme  dispõe  o  artigo  35  da  Lei  Complementar  nº  444/85. art.  conforme  o  caso. 14. SE nº 95/09.  no processo anual de atribuição de aulas. sendo:  I  –  vagas  iniciais. bem como de instalação de novas  unidades.  a  ciclo  e/ou  a  segmento de ensino objeto de extinção. art.  § 1º ‐ No caso de docentes.  bem  como  a  alteração  da  ordem das indicações.143/09. as vagas potenciais. conforme segue:  1 ‐ com 10 aulas em Jornada Reduzida de Trabalho Docente. 13)    Artigo  833  –  Não  poderão  ser  relacionadas  para  confirmação  de  vagas  iniciais  existentes  em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. aos docentes.    268 . SE nº 95/09.   §  2º  ‐  A  quantidade  de  classes  disponíveis  para  atribuição. c/c Res.  § 1º – O Professor Educação Básica I poderá se remover em Jornada de Trabalho  Docente da seguinte forma:  1 – com 1 classe comum (4 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente.  para  a  remoção  de  Supervisores de Ensino. § 2º do art.19.§ 2º ‐ Não será atendida qualquer solicitação que implique a inclusão. art.094/2009.  identificadas  para  a  remoção  de  Docentes  e  Diretor  de  Escola.  será  relacionada  por  tipo.  para  Professor  Educação  Básica  I. a que se refere o inciso II deste  artigo.  2 ‐ com 20 aulas em Jornada Inicial de Trabalho Docente.143/09.   2 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Básica de Trabalho Docente. caput e §§ 1º e 2º do art. SE nº 95/09.  as  existentes  nas  Unidades  Escolares. e   II  –  vagas  potenciais. e  3 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente. exclusão e a  substituição  de  unidade  escolar  ou  de  Diretoria  de  Ensino  indicada.  para  Professor  Educação  Básica II de Educação Especial.  e. § 3º do art.  (Decreto nº 55.  em  nível  de  unidade  escolar. 19)    Artigo 834 – Somente serão oferecidas. por área de excepcionalidade.  as  pertencentes  aos  candidatos  inscritos  no  Concurso  de  Remoção.  (Res.  e  nas  Diretorias  de  Ensino. serão geradas de acordo com a jornada de trabalho pela qual o docente tenha constituído. em decorrência de vacâncias de cargos.143/09. vagas de uma única unidade  escolar.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.   §  2º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  II  poderá  remover‐se  por  qualquer  uma  das  Jornadas  de  Trabalho  Docente. 16)    Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potenciais    Artigo  832  ‐  As  vagas  a  serem  relacionadas  para  o  concurso  de  remoção  compreenderão as iniciais e as potenciais.18 c/c Decreto nº 55.  alterada pelo artigo 3º da Lei nº 1.  (Res. c/c Decreto nº 55.  desde  que  devidamente  publicadas  no  Diário  Oficial  do  Estado  até  a  data‐base  fixada  pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos. e  4 ‐com 33 aulas em Jornada Integral de Trabalho Docente.

 20 e 21)    Artigo  836  ‐  A  quantidade  de  vagas  potenciais  será  reduzida  gradativamente  na  dinâmica do evento.  em  se  tratando  de  Professor  Educação  Básica  I.  conforme  o  caso. para a remoção de docentes e  suporte pedagógico. das vagas iniciais nas classes de docentes e nas de suporte  pedagógico. em sua área de jurisdição.  desde  que  o  referido  docente  esteja  inscrito para remoção sob reserva ou apenas para reserva.  a  relação das  vagas iniciais confirmadas pelas Diretorias de Ensino.  § 1º ‐ Cumpre ao Diretor de Escola encaminhar à Diretoria de Ensino a relação das  vagas identificadas em sua unidade escolar.   § 2º Não poderão ser relacionadas para confirmação vagas iniciais existentes em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização.  antecedendo  à  abertura  do  período  de  inscrições. c/c Res.  fusão  ou  desativação  de  unidades escolares. das respectivas disciplinas na unidade escolar. arts. art.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. art. SE nº 95/09. SE nº 95/09.  Professor  Educação Básica II e Coordenador Pedagógico. surgidas e/ou detectadas posteriormente à confirmação.  a  Diretoria  de  Ensino  não  poderá  solicitar  alteração  para  inclusões  ou  exclusões. devendo o Dirigente Regional de Ensino determinar a  confirmação. por exclusão de vaga potencial na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino. em se tratando de Diretor de Escola e Supervisor  de Ensino.  ainda.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas. que se  encontre  na  condição  de  adido  ou  com  jornada  de  trabalho  parcialmente  constituída  ou.  em razão de:   I ‐ a Diretoria de Ensino haver reduzido a lotação relativa à classe de Supervisor de  Ensino.   Parágrafo único – As vagas excluídas ou reduzidas para o atendimento do disposto  neste artigo. § 2º do art.  a  ciclo  e/ou  a  segmento  de  ensino objeto de extinção. que esteja sendo  removido da unidade.   (Res. e   II – Dirigente Regional de Ensino.   III ‐ necessidade de atribuir aulas a docente classificado na unidade escolar.  269 .  observados  os  respectivos  prazos  de  execução. for removido. 23 c/c Decreto nº 55.  no  Diário  Oficial  do  Estado.   § 3º ‐ Constará da relação de vagas iniciais. terá as aulas que a compõem. quando se tornar disponível.  a  serem  estabelecidos  pelo  Órgão  Setorial de Recursos Humanos.  (Res. SE nº 95/09. da  disciplina e da jornada de trabalho docente que a unidade escolar comporta.  §  1º  ‐  Publicada  a  relação  de  vagas  iniciais. ratificadas pelo Dirigente Regional de Ensino. a carga horária mínima de uma Jornada  Reduzida de Trabalho Docente. 14)    Artigo  838  –  O  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. 13.  descaracterização  de  adidos  e  situações  de  reorganização. inscrito no concurso. serão restabelecidas quando o seu destinatário.   II ‐ a quantidade remanescente de aulas da disciplina do cargo.  (Decreto nº 55. por qualquer motivo. adicionadas  às já existentes. 22)    Artigo  837  –  As  vagas  iniciais  disponíveis  para  o  concurso  serão  identificadas  e  relacionadas pelo:   I  –  Diretor  de  Escola.  fará  publicar. caput e § 1º do art. a especificação do tipo de classe. não totalizar.Artigo 835 – A vaga potencial de Professor Educação Básica II composta em mais  de uma unidade escolar.  extinção.143/09.  exceto  para  atender  a  decisões  judiciais.143/09.

 em determinado município.143/09. observadas as seguintes pontuações e limites:  I – nas classes de docentes:  1‐ por tempo de serviço no campo de atuação da inscrição.  a  quantidade  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  for  maior  ou  igual  à  quantidade  de  vagas existentes no município. § 3º do art. c/c Res.  referente  às  matérias  pedagógicas:  5  (cinco) pontos.  c  –  como  docente  no  Magistério  Público  Oficial. 19 e 20)      Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos    Artigo 842 ‐ Os candidatos inscritos no concurso de remoção serão classificados de  acordo com o disposto no neste artigo.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição. § 2º do art. art. 14 e art.  a  atribuição  dessas  vagas  será  prioritária  aos  inscritos  para  remoção  por  títulos.   §  3º  ‐  No  momento  da  inscrição. até o máximo de 10 (dez) pontos.  com  a  seguinte  pontuação:  a – diploma de Mestre.  270 .  até  o  momento  em  que  a  quantidade  de  vagas  restantes  se  iguale  ao  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  ainda  não  atendidos. SE nº 95/09.    Artigo  841  ‐  Na  situação  em  que  a  remoção  de  um  candidato  seja  tornada  sem  efeito  por  força  de  decisão  judicial.  inclusive  de  unidades  escolares  ou  Diretorias  de  Ensino  que  não  se  encontrem  na  publicação  da  relação  de  vagas  iniciais. referente à classe ou  às aulas na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  a – como titular de Cargo.  (Decreto nº 55.002 (dois milésimos) ‐ por dia.  é  expressamente  vedada  a  inclusão. objeto de inscrição: 0.   (Res.001 (um milésimo)  por dia. até  no máximo 50 (cinquenta) pontos. for maior  que  o  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges. art. exclusão e a substituição de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  considerando  que  poderão  vir  a  apresentar  vagas  potenciais no decorrer do evento. 15)    Artigo  839  ‐  Na  relação  de  indicações  do  candidato.  2  ‐  por  títulos.  nos  termos  da  legislação  pertinente.  Parágrafo único ‐ Se a quantidade de vagas.005 (cinco milésimo) por dia.  a  vaga  decorrente  estará  excluída  do  concurso. na atual unidade de classificação: 0.143/09. 24 c/c Decreto nº 55.   (Decreto nº 55.  b – como titular de cargo.  quando  então  se  aplicará o disposto no caput deste artigo.  o  candidato poderá  efetuar  quantas  indicações  desejar.  anteriormente  ao  ingresso  no  cargo de que é titular: 0. em determinado  município.  durante  o  evento. 18)    Artigo 840 ‐ Durante o processo de atribuição de vagas quando. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.§  2º  ‐  Será  apurada  a  responsabilidade.143/09.  da  autoridade que apresentar relação de vagas iniciais em desacordo com a realidade de sua unidade  e/ou jurisdição. 17. estas lhes serão atribuídas com prioridade. arts. até no máximo 20 (vinte) pontos. SE nº 95/09.

  deverão  ser  utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam à concessão de Adicional por Tempo de  Serviço  –  ATS. será publicada uma relação de inscritos  por união de cônjuges e outra por títulos. 9º)    Artigo 843 ‐ Na classificação por tempo de serviço dos integrantes das classes de  suporte pedagógico. até no máximo 10 (dez) pontos.2  –  como  titular  de  cargo.  271 .1 – como titular de cargo.  a.  §  3º  ‐  Os  cursos  de  mestrado  e  de  doutorado. no ato de inscrição.  § 1º ‐ O título de Mestre ou de Doutor correlato à área da Educação.  c  –  Certificado  de  Especialização  e/ou  Aperfeiçoamento  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.  anteriormente  ao  ingresso:  0. 25 c/c Decreto nº 55.  conforme  o  caso.  imediatamente precedente à abertura do período de inscrições para o concurso de remoção.  §  2º  ‐  A  classificação  dos  inscritos  far‐se‐á  por  classe  de  cargos  e  também  por  disciplina  e  por  área  de  necessidade  especial.005 (cinco milésimos) por dia.  a.  (Res.  referente  às  matérias  pedagógicas:  1(um) ponto por certificado.2  –  diploma  de  Doutor.  observando‐se  a  ordem  decrescente dos somatórios dos pontos obtidos por cada candidato.  realizados  no  exterior. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  §  2º  ‐  Os  diplomas  de  Mestre  ou  de  Doutor  só  serão  avaliados  se  os  cursos  estiverem devidamente  credenciados pelo  então Conselho  Federal  de  Educação.  os  referidos  tempos.  considerados  uma  única  vez  e  sempre  na  faixa  de  classificação  de  maior  ponderação.  até no máximo 50 (cinqüenta) pontos. até o máximo de 5 (cinco) pontos.002 (dois milésimos) por dia.  b.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  10  (dez)  pontos.  §  1º  ‐  Nas  contagens  de  tempo  de  serviço  de  que  trata  este  artigo.3  –  como  designado  em  cargo  objeto  de  inscrição.   b ‐ por títulos.b – diploma de Doutor.  II – na classe de suporte pedagógico:   a ‐ por tempo de serviço.001(um  milésimo)  por dia. SE 95/09.  e/ou  estiverem  devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação – MEC. caput e §§  1º e 2º do art.143/09. com a seguinte pontuação:  b.  observando‐se  que  a  data‐base  das  contagens  será  sempre  o  dia  30  de  junho. devendo ser.  serão  avaliados. referente às matérias pedagógicas: 10  (dez) pontos.1  –  Diploma  de  Mestre.  § 4º ‐ Caberá ao candidato comprovar o credenciamento ou o reconhecimento e a  revalidação dos cursos. poderá ser considerado para fins de classificação em qualquer das classes  de docentes. até o máximo de 20 (vinte) pontos.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  5  (cinco)  pontos.3 – Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à  área da Educação: 1(um) ponto por certificado. é vedada a duplicidade de cômputo de períodos concomitantes.  credenciados junto aos órgãos competentes. referentes à  matérias pedagógicas.  b.  § 3º ‐ Mantendo‐se a Classificação Geral. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial do cargo de que é titular ou à área da Educação.  desde  que  revalidados  por  universidades  oficiais  que  mantenham  cursos  congêneres.  no  atual  órgão  de  classificação:  0. caput e §§ 1º ao 4º do art. com a seguinte pontuação e limites:  a. objeto de inscrição: 0.

 art.  (Res. 26)    Artigo  845  –  A  classificação  dos  inscritos  para  o  concurso  de  remoção.  § 5º ‐ A contagem do tempo de serviço indicado no item 1 do parágrafo anterior.11 e caput do art.  § 4º ‐ A reconsideração interposta por candidato. art.  o  desempate deverá se dar.  será  publicada  no  Diário  Oficial  do  Estado.  §  6º  –  Os  pontos  decorrentes  da  avaliação  situar‐se‐ão  na  escala  de  0  a  100  pontos.  §  2º  ‐  Na  reconsideração. que deverá ser protocolado na Diretoria de Ensino. 25 c/c Decreto nº 55. §§ 5º ao 11 do art. estabelecida no processo de atribuição de  classes e aulas do ano letivo em curso.  2 ‐ por encargos de família (maior número de dependentes).  sem  possibilidade  de  qualquer  alteração posterior. art. art. 10)    Artigo  844  –  Para  fins  de  atendimento  à  reserva.  de  que  trata  o  §  1º  deste  artigo.  §  1º  –  Da  classificação  dos  inscritos. observada a data‐base da inscrição. devendo ser desprezada a 3ª casa decimal.  na  forma  prevista  no  artigo  842.  para fins de desempate.  deverá  considerar  todo  o  tempo  trabalhado  no  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. 27 c/c Decreto nº 55.  caberá  reconsideração  dirigida  ao  Dirigente  Regional de Ensino. em qualquer classe.143/09 § 3º do art.  com  vaga  potencial  surgida  durante o processo.  terá  seus  dados  ratificados.§  4º  ‐  Quando  ocorrer  empate  entre  os  somatórios  de  pontos  dos  candidatos.  3 ‐ pela maior idade.  por  competência  do  Órgão  Setorial de Recursos Humanos – DRHU/SE. por motivo diverso dos previstos  nesta seção não terá efeito suspensivo nem retroativo. SE 95/09. observará o campo de atuação. para  as  classes  de  suporte  pedagógico.143/09.  (Res. e. 28)        272 . SE 95/09. contados da publicação da classificação.  o  candidato  poderá  solicitar  revisão  de  avaliação  de  títulos ou retificação de contagem de tempo e/ou de quaisquer outros dados que julgue incorretos  na publicação ou no documento de confirmação de inscrição. no caso de remoção de docentes. 12)    Artigo 846 – Encerrado o prazo de reconsideração da avaliação e do indeferimento  da inscrição da remoção e/ou da reserva. na seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do  Estado de São Paulo. em formulário próprio.  será  observada  a  ordem  de  prioridade  da  classificação dos docentes. SE 95/09.   (Res. 9º e  art. em nível de unidade escolar. o Órgão Setorial de Recursos Humanos fará publicar no  Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos que tiveram a classificação alterada em virtude  de reconsideração e dos que solicitaram alteração do Município pretendido por união.  (Res. SE 95/09. em escola que apresente mais de um adido na mesma classe docente e/ou na  mesma  disciplina  ou  área  de  necessidade  especial.  § 3º ‐ O candidato que não se manifestar no prazo previsto para a reconsideração. no  prazo de 3 (três) dias.

 atendida a seguinte  ordem de atribuição:  I  ‐  atendimento  por  títulos. respeitado o disposto no artigo  842. SE 95/09.  (Res. arts. a união será concedida para o município de opção do candidato.  II ‐ atendimento por união de cônjuges.  funcionário  público  ou  servidor. 29)    Subseção VII  Da Atribuição de Vagas    Artigo  848  –  A  atribuição  de  vagas  aos  candidatos  inscritos  no  concurso  de  remoção. modificação da vaga potencial e da reserva. ocorrerá a fase de  atribuição de vagas.   II – a ordem de classificação geral dos candidatos. referidas nos incisos I e II do artigo 836.  direta  e  exclusivamente. obedecendo‐se à sequência das indicações  somente  para  o  Município  do  cônjuge.  se  houver  vaga.  situação  que  ocorre  quando  há  o  preterimento  de  candidato melhor classificado por títulos. feita por ofício ao Diretor  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e  entregue.  por  títulos  e  por  união  de  cônjuges.  para  o  Município  onde  o  cônjuge.Subseção VI  Da União de Cônjuges    Artigo  847  –  A  remoção  por  união  de  cônjuges  será  feita  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente. respeitando‐se:  I – as supressões ou exclusões. SE 95/09. 143/09.  obedecendo‐se  à  sequência  das  indicações  somente  para o Município do cônjuge.  que implique vacância do cargo. tem o cargo classificado ou exerce função de natureza permanente.  Parágrafo único – A comunicação deverá ser imediata. e   III – as indicações dos candidatos mais bem classificados. o superior imediato deverá comunicar  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  qualquer  alteração  na  situação  funcional  do  candidato. 31 a 33)  273 .  II – a ordem das indicações em cada inscrição.    Artigo  851  –  Na  atribuição  de  vagas  será  obedecida  a  ordem  de  preferência  das  unidades indicadas pelo candidato. art.  mesmo que não conste de suas indicações. e   III  ‐  atribuição  compulsória  para  qualquer  vaga  dentro  do  município  do  cônjuge.  (Res.  no  Centro  de  Seleção e Movimentação de Pessoal.  será  realizada. SE 95/09. 18)    Artigo 849 – No período de reconsideração.  Parágrafo  único  ‐  Em  caso  de  acumulação  de  cargos  ou  funções  públicos  em  municípios diversos.    Artigo 850 – Efetivadas as publicações de que trata o artigo 846. 30 c/c Decreto nº 55. art. desde que  apresente parecer do órgão competente a respeito da situação funcional do cônjuge.  (Res. art.  respeitando‐se  sempre  e  sequencialmente:  I – a ordem de classificação geral dos inscritos.

 art. devendo ser apresentados os instrumentos de mandato.  Subseção VIII  Das Disposições Finais    Artigo  852  –  A  remoção  será  efetivada  mediante  portaria  do  Dirigente  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  bem  como  o  resultado  final do concurso de remoção por títulos e por união de cônjuges. que vier a se readaptar no decorrer do concurso.    Artigo 854 – O candidato inscrito. c/c Decreto nº 55. se for o caso.  após  o  que  não  será  permitida  ao  candidato a desistência ou qualquer tipo de alteração. SE 95/09. em Jornada Inicial ou Básica de Trabalho Docente. de  acordo com a indicação.143/09.  (Res. SE 95/09.  implicará  o  reconhecimento  e  o  compromisso  de  aceitação  do  disposto  nesta  seção  e  demais  normas  disciplinadoras do concurso. 34 a 37)    Artigo  856  –  Compete  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  publicar  os  comunicados  previstos  nesta  seção  e  as  instruções  julgadas  necessárias.  terá o ato de nomeação tornado sem efeito. em virtude de decisão judicial.  o  funcionário  retornará à unidade de origem.  (Res.  por  parte  do  candidato.    Artigo  859  –  O  ato  de  inscrição.  (Res. seja qual for o motivo alegado. art 43)  274 .  (Res.  a  vaga  remanescente  estará  excluída  do  concurso. arts.    Artigo 855 ‐ O Professor Educação Básica I em Jornada Inicial de Trabalho Docente  que se remover para uma classe reorganizada (5 horas) será. 4º)    Artigo  860  –  Os  recursos  para  efeito  do  disposto  nesta  seção  não  terão  efeito  suspensivo. único do art. § 1º do art.  Parágrafo  único  –  Na  situação  aventada  no  caput  deste  artigo.    Artigo  858  –  Poderá  haver  atendimento  parcial  da  reserva  de  carga  horária  ao  candidato que se encontrar nas situações especificadas no artigo 836. 39 a  41.143/09 par. art.  não  podendo  ser  atribuída a outro candidato. na condição de adido. por ocasião da assunção. SE 95/09.261/68. readaptação  ou  vacância  de  cargo. observado o disposto no  inciso IX  do  artigo 243 da Lei nº 10.  (Res. SE 95/09. documento de identidade do  procurador e os documentos exigidos para  cada um deles. SE 95/09.    Artigo  853  –  Quando  a  remoção  de  titular  de  cargo  da  classe  de  docente  ou  da  classe de suporte pedagógico for tornada sem efeito. 42 c/c Decreto nº 55. 12)    Artigo  861  –  Os  casos  omissos  serão  decididos  pelo  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos. arts. art. 38 c/c Decreto nº 55. 21)    Artigo 857 – Todos os atos pertinentes a este concurso poderão ser efetuados por  procuração. se não houver mais vaga. incluído.143/09.

 1º da Res. SE nº 64/08)    Artigo  863  ‐  O  titular  de  cargo  do  Quadro  do  Magistério  ‐  QM.  IX  ‐  apresente  projeto  da  dissertação  ou  tese  conforme  as  linhas  de  pesquisa  e  condições definidas em normas complementares pela Secretaria da Educação.  d)  declaração  de  tempo  de  efetivo  exercício  no  cargo  e  de  distância  da  aposentadoria expedida pela sede de exercício.  quando  se  tratar de curso de mestrado.  h)  cópia  do  termo  de  ciência/compromisso  disponibilizado  no  sítio  do  Projeto  devidamente assinada.  deverá:  I ‐ cadastrar‐se. encaminhando via correio/SEDEX ou pessoalmente à  Diretoria de Ensino na qual se encontra vinculado o seu cargo. no sítio do Projeto. os seguintes documentos:   a) cópia da ficha cadastral preenchida na Internet.  II ‐ tenha sido considerado estável nos termos da Constituição Federal. 1º e 2º.  e) declaração de horário de trabalho do local de exercício.  VII ‐ não tenha sofrido qualquer penalidade administrativa disciplinar. integrante de classe de docentes ou de suporte pedagógico.  g) declaração da Instituição de Ensino Superior de que o interessado foi aprovado  como  aluno  regular.  V  ‐  não se encontre  percebendo incentivo  decorrente de concessão  de qualquer  tipo de bolsa por outro órgão público.  admitido  em  curso  de  pós‐graduação.  II ‐ formalizar sua inscrição. instituído pelo Decreto nº 48.  exclusivamente.277/08.  ministrado  por  instituição  de  ensino  de  nível  superior.  Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado    Artigo 862 – O Projeto Bolsa Mestrado.  indicando nome/área do curso e a titulação final.  que  atender  aos  requisitos do artigo anterior e tiver interesse em participar do Projeto Bolsa Mestrado/Doutorado. às seguintes condições:  I ‐ esteja em efetivo exercício. arts.  (Decreto nº 53. via Internet. nos últimos  5 (cinco) anos.  e  que  atenda.298. quando se tratar de doutorado.  b) cópia de documentos pessoais: RG e CPF.  c) cópia do último holerite.  em  processo  seletivo.  VI  ‐  esteja  distante  da  aposentadoria  por  pelo  menos  5  (cinco)  anos. c/c art.  f)  declaração  da  instituição  de  ensino  superior  de  que  o  curso  de  Mestrado/Doutorado é recomendado/reconhecido pela CAPES.  em  nível  de  mestrado  ou  doutorado.  ao  titular  de  cargo  efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  destina‐se. observado o disposto no  artigo 867. atuando no magistério público estadual.  para  ingresso  em  programa  de  pós‐graduação.  da  rede  pública  ou  privada.   275 . e 9 (nove) anos.    III – seja portador de licenciatura plena.  VIII ‐ comprove admissão em curso de mestrado ou doutorado reconhecido pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ‐ CAPES.  cumulativamente. de 3 de  dezembro  de  2003.  IV  ‐  não  esteja  em  regime  de  acumulação  remunerada  de  cargos  públicos  ou  de  cargo/função/emprego público.

  efetuando os pagamentos dos benefícios até o décimo dia útil de cada mês.  2 ‐ atender aos demais requisitos e exigências desta seção.  § 2º ‐ As Comissões Regionais serão instaladas nas Diretorias de Ensino integradas  por 3 (três) profissionais designados pelo Dirigente Regional sendo um da área de finanças.  no  início  de  cada  ano.  d) analisar os relatórios das Comissões Regionais.  (Res.  e) analisar e decidir sobre recursos interpostos em nível central.  o  número  de  bolsas  a  ser  disponibilizado  para  concessão e o cronograma das inscrições.  f)  encaminhar  para  análise  da  Comissão  Central  relatórios  semestrais  de  acordo  com diretrizes a serem definidas pelo órgão central de competência. 2º)    Artigo  864  ‐  Os  trabalhos  serão  coordenados  por  uma  Comissão  Central  e  por  Comissões Regionais com as seguintes competências:  I ‐ Cabe à Comissão Central:  a) responsabilizar‐se pela coordenação geral do Projeto.   § 2º ‐ O interessado que estiver cursando pós‐graduação. em nível de mestrado ou  doutorado.§  1º  ‐  As  inscrições  estarão  abertas  nas  Diretorias  de  Ensino  nos  meses  de  maio/junho e novembro/dezembro  de  cada  ano  ou  em  períodos  a  serem  fixados pela  Comissão  Central.  g) resolver casos omissos desta seção.  § 4º ‐ A análise.  276 .  poderá  inscrever‐se  para  participar  do  Projeto obedecido ao que segue:  1 ‐ apresentar declaração da instituição de ensino superior com as datas de início  do curso e de previsão da defesa de tese. SE nº 64/08.  d)  processar  a  operacionalização  do  incentivo  em  sua  área  de  jurisdição.  c) expedir orientações às Comissões Regionais.  f)  analisar  e  decidir  sobre  os  pedidos  de  reintegração  da  bolsa  mestrado/  doutorado.  c) autorizar o encaminhamento dos projetos de pesquisa à FAPESP dos candidatos  que atenderem aos requisitos contidos nesta resolução.  §  3º  ‐  O  profissional  que  for  contemplado  com  a  Bolsa  Mestrado  não  poderá  integrar as Comissões Central ou Regional de que trata esta seção.  e) encaminhar à Comissão Central os recursos interpostos em nível regional com  respectivo parecer circunstanciado. observado o contido nos  artigos 862 e 863. art.  b)  definir. mediante a verificação  do contido no parágrafo 5º do artigo 865.  b) receber e analisar a documentação dos interessados.  em  data  anterior  a  30  de  agosto  de  2008.  que  serão  concedidos pelo prazo previsto para a conclusão do curso.  3  ‐  obter  a  proporcionalidade  dos  incentivos.  II ‐ Compete à Comissão Regional:  a) responsabilizar‐se pela coordenação regional do Projeto.  sem  efeito  retroativo. aprovação e acompanhamento acadêmico do projeto de pesquisa  será efetuado pela FAPESP em trabalho conjunto com a Secretaria de Educação.  § 1º ‐ A Comissão Central será integrada por 3 (três) profissionais indicados pelo  Gabinete do Secretário da Educação.

  §  9º  ‐  Somente  após  o  cumprimento  do  período  de  retribuição  do  benefício  recebido pelo curso de mestrado.  quando  for  o  caso.  277 . art. a adimplência das obrigações por ele assumidas junto à Instituição  de  Ensino.  instituído  pelo  Decreto  nº  48. conforme estabelecido no § 1º deste artigo.  em  qualquer  hipótese. SE nº 64/08)    Artigo  866  ‐  O  educador. em  que conste explicitada a necessidade de dilação do prazo para defesa da dissertação/tese.  § 3º ‐ A prorrogação pelo prazo máximo de 6 (seis) meses.  o  bolsista  deverá  comprovar  semes‐tralmente. será notificado para. arts 3º e 4º)    Artigo  865  ‐  O  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  consiste  em  ajuda  financeira  mensal. desenvolvido no curso de Mestrado/ Doutorado.  inclusive  quitação  das  mensalidades.  em  efetivo  exercício  no  Magistério Publico Estadual. nos termos definidos pela Secretaria  da Educação. será concedida mediante a apresentação de declaração do orientador do curso.  §  8º  ‐  O  bolsista  poderá  se  afastar  do  exercício  do  cargo  para  participar  de  congressos e outros eventos com objetivo específico de apresentar/publicar material relativo ao  seu projeto. a critério da Administração.  o  candidato  deverá  assinar  termo  de  compromisso  no  sentido  de  que  permanecerá  em  efetivo  exercício no magistério público estadual.  beneficiário  do  auxílio  financeiro  objeto  do  Programa  Bolsa  Mestrado/Doutorado.  que  deixar de cumprir as condições previstas para a sua concessão e manutenção.  repor. 3º  c/c o art.  perante à Comissão Regional.   § 10 ‐  O  servidor que cursar  pós‐graduação em  nível de mestrado ou doutorado  em instituição pública o incentivo será utilizado para aquisição de material de suporte ao curso.  o  valor da ajuda financeira concedida.   §  5º  ‐  Para  efeito  de  pagamento.  em  parcela  única.  prorrogáveis  pelo  prazo  máximo de 6 (seis) meses.  os  bolsistas  deverão  atender  as  exigências  daquela  fundação  relativas  à  apresentação de quaisquer tipos de relatórios.  a  partir  da  data  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior.  II  ‐  até  48  (quarenta  e  oito  meses).  no prazo  de 30  (trinta)  dias.§  5º  ‐  Para  que  seja  viabilizado  o  acompanhamento  acadêmico  dos  projetos  de  pesquisa  pela  FAPESP. devidamente consolidada na forma desta resolução.   §  6º  ‐  A  data  de  apresentação  da  defesa  da  dissertação/tese  determinará  a  cessação imediata do beneficio Bolsa Mestrado/Doutorado. pelo mesmo período durante o qual usufruiu  o benefício da bolsa.  (Res.277/08. a critério da Administração.298.  de  3  de  dezembro  de  2003.  (Decreto nº 53. sob pena  de imediato encaminhamento do débito à Procuradoria Geral do Estado. a ser concedida ao educador pelo período de:  I ‐ até 24 (vinte e quatro) meses. no mínimo. prorrogáveis pelo prazo máximo  de 6 (seis) meses. para que seja promovida  a sua cobrança judicial. 5º da Res.  para  Doutorado.  §  2º  ‐  O  bolsista  deverá  obter  o  título  de  Mestre  ou  de  Doutor  nos  prazos  estabelecidos nos incisos I e II deste artigo.  bem  como. encaminhar mensalmente a freqüência mínima exigida e aproveitamento.  §  4º  ‐  A  concessão  do  incentivo  da  Bolsa  Mestrado/Doutorado  em  hipótese  alguma terá efeito retroativo não cabendo ressarcimentos a eventuais gastos anteriores.  §  7º  ‐  O  educador  participante  do  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  permanecerá.  contado  do  recebimento  da  notificação.  §  1º  ‐  Verificado  o  atendimento  dos  requisitos  estabelecidos  no  artigo  862. SE nº 64/08. é que o interessado poderá pleitear a Bolsa Doutorado. para Mestrado. prevista nos incisos I e II  deste artigo.

  poderá  o  educador. apurado a partir  do valor do débito consolidado dividido pelo número de parcelas requerido. o integrante do Quadro do Magistério Público Estadual poderá requerer.  aplicando‐se  o  artigo 2º.  incidirão os seguintes percentuais de multa moratória:  a) 5% (cinco por cento).  §  1º  ‐  Para  os  educadores  que  já  não  mantêm  vinculo  funcional  com  a  Administração a única possibilidade de parcelamento é a prevista no caput deste artigo.  sobre  o  valor  das  parcelas  seguintes  à  primeira.  que  o  débito  consolidado  na  data  da  notificação seja reposto na forma do artigo 111 da Lei nº 10. celebrado.  4  ‐  será  considerado  celebrado  com  a  assinatura  do  termo  de  acordo  e  o  pagamento da primeira parcela.  deduzidos  os  descontos  mensais efetuados.  em  substituição  às  formas  de  pagamento  previstas nesta seção.  2  ‐  se  deferido.261/68. ainda que o parcelamento anterior não  tenha sido.  7  ‐  sem  prejuízo  da  conversão  em  reais  na  data  do  efetivo  pagamento.  Artigo  866  A  ‐  Excepcionalmente.  §  1º  ‐  O  saldo  do  débito  reposto  na  forma  deste  artigo.  a  critério  da  Administração.  § 2º ‐ De acordo com a conveniência do educador.  ser  pagos  parceladamente.  § 2º ‐ O parcelamento previsto neste artigo obedecerá ao seguinte procedimento:  1  ‐  o  número  máximo  de  parcelas  será  igual  ao  número  de  meses  em  que  os  valores do auxílio tenham sido repassados ao beneficiário.  6  ‐  será  considerado  rompido.  5 ‐ somente poderá ser pleiteado uma vez.  com  o  encaminhamento  do  valor  do  saldo devido  para a Procuradoria Geral do Estado.  pagas  com  atraso  não  superior  a  90  (noventa)  dias.261/68.  278 . por qualquer motivo.  c) 15% (quinze por cento). promover a cobrança judicial correspondente.  b)  10%  (dez  por  cento). no prazo de  30  (trinta)  dias  contado  do  recebimento  da  notificação.  §  3º  ‐  Havendo  quebra  superveniente  do  vínculo  funcional. se verificado  atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de qualquer das parcelas. nas Escolas que mantém o Projeto Escola da Família. para atrasos superiores a 60 (sessenta) dias e iguais ou  inferiores a 90 (noventa) dias.  o  débito  será  consolidado  nessa  data  e  o  interessado  será  notificado para a celebração. requerer que as horas reduzidas da jornada de trabalho sejam repostas nos  fins de semana. o percentual do desconto em folha poderá ser superior ao previsto no artigo 111 da Lei nº  10.  para  atrasos  superiores  a  30  (trinta)  dias  e  iguais  ou  inferiores a 60 (sessenta) dias. manifestada em requerimento  próprio.    Artigo  866  B  ‐  Sem  prejuízo  da  forma  de  pagamento  prevista  nos  artigos  anteriores. será corrigido monetariamente até a final liquidação.    Artigo 866 C ‐ Caso o incentivo tenha sido concedido na forma no inciso II do artigo  2º  do  Decreto  nº  48.  por  exoneração  ou  demissão. desde que o educador justifique e demonstre de modo inequívoco incapacidade  financeira para saldar o débito de outra forma. desde que demonstrada a incapacidade financeira para a quitação à vista do débito.298/2003.  3 ‐ o valor de cada parcela será expresso em número de UFESP’s. e será convertido em  reais na data do efetivo pagamento.  os  valores  relativos  ao  débito  objeto  da  notificação  prevista  no  artigo  anterior  poderão.  o  saldo  remanescente  apurado  deverá  ser  liquidado  de  uma  só  vez. para atrasos não superiores a 30 (trinta) dias.

 bem como incluído nas linhas de pesquisa definidas  pela Secretaria da Educação.  § 2º ‐ Quando o curso de pós‐graduação for em Educação.  área  de  supervisão  escolar. de 21 de junho de 1993.  em  relação  a  algumas  tarefas  específicas de suas funções.    279 . SE nº 29/09.  para  tanto.   (Res. 1º a 5º.  podendo.    Artigo 868 ‐ O incentivo financeiro de que trata esta seção não se incorpora.  contar  com  a  colaboração  de  instituições  especializadas.  no  caso  de  Diretor  de  Escola.  com  estrita  correlação  à  sua  área  de  atuação.  comprovada  através  de  inspeção  médica.  Artigo 866 D‐ Para efeito do disposto nesta seção. o projeto deverá estar  voltado  especificamente  para  a  área  de  gestão  escolar.    Artigo  869  ‐  A  Secretaria  da  Educação  ficará  incumbida  do  acompanhamento  e  avaliação  do  Projeto  Bolsa  Mestrado.  efetivamente desembolsado em favor do beneficiário ou. o projeto de dissertação ou tese deverá estar dirigido especificamente para  o desenvolvimento de metodologias de ensino e aprendizagem da respectiva disciplina e incluído  nas linhas de pesquisa definidas pela Secretaria da Educação.  Parágrafo único ‐ A correção monetária será calculada de acordo com a  variação  do valor da UFESP.  mediante  a  formalização  de  instrumentos  jurídicos  próprios.277/08.  obedecidas as normas legais e regulamentares incidentes na espécie.  em  se  tratando de integrante da classe de docentes. arts.  ou  desenvolvimento  de  metodologias  de  ensino  e  aprendizagem  referentes  à  disciplina  do  cargo  que  exercer.298/2003. 4º ao 7º)    Seção IV  Da Readaptação    Artigo 870 ‐ O integrante do Quadro do Magistério poderá ser readaptado.  que  venha  a  alterar  sua  capacidade  para  o  trabalho. contada  a partir da data em que ocorreu o motivo de exclusão do beneficiário do programa até a data da  efetiva liquidação do débito. c/c o art. se o incentivo foi concedido na forma do  inciso  II  do  artigo  2º  do  Decreto  nº  48.  §  1º  ‐  Quando  o  curso  de  pós‐graduação  tiver  por  objeto  a  disciplina  do  cargo  exercido pelo servidor.  a  carga  horária  correspondente  às  horas  de  trabalho reduzidas ou a soma do valor de todas as horas reduzidas da jornada de trabalho. em especial a Lei federal nº  8. em  nenhuma  hipótese.  aos  vencimentos  dos  beneficiários  e  não  será  considerado  para  cálculo  de  quaisquer vantagens pecuniárias.666.  §  3º  ‐  O  projeto  Bolsa  Mestrado  atenderá  os  candidatos  cujos  projetos  forem  selecionados segundo normas complementares expedidas pela Secretaria da Educação. arts. considera‐se:  I  ‐  débito  ‐  a  soma  de  todas  as  parcelas  do  auxilio  financeiro  concedido.  II ‐ débito consolidado ‐ valor do débito acrescido de correção monetária. 4º do Decreto nº 53.  quando  se  tratar  de  Supervisor  de  Ensino.  neste  caso. desde  que  ocorra  modificação  no  seu  estado  físico  e/ou  mental.  (Decreto nº 53.277/08)    Artigo  867  ‐  O  servidor  deverá  cursar  pós‐graduação  na  disciplina  do  cargo  que  exerce  ou  pós‐graduação  em  Educação  e.

 fazendo jus. na unidade escolar de classificação do cargo ou da função‐atividade  e   II  –  se  titular  efetivo  de  cargo  de  classes de  suporte  pedagógico.  na  Diretoria  de  Ensino a que se vincula a unidade de classificação do cargo. permanecer em exercício na Diretoria de Ensino. na unidade designada para sede de exercício. optar:  1 – pela jornada de trabalho docente em que estiver incluído. ficar comprovada a ocorrência das modificações previstas no artigo anterior. 1º. SE nº 307/91.  Parágrafo  único  –  O  docente  readaptado  poderá.  através  de  inspeção  de  saúde  para  fins  de  licença  ou  aposentadoria.  II – exercer a função de Professor Coordenador.  respeitado  o  limite  de  até  2  readaptados  por  unidade escolar ou Diretoria de Ensino. se for o  caso.  a  cumprir  o  Rol  de  Atribuições  constante da Súmula de Readaptação.  poderá  optar.  no  entanto.  observado. no âmbito da Secretaria  da Educação para:  I – integrar o Módulo das Diretorias  de Ensino. à carga suplementar que prestava no momento da readaptação ou  2 – pela média da carga horária dos últimos 60 meses imediatamente anteriores à  readaptação.    Artigo 876 ‐ O período em que o titular de cargo de classes de suporte pedagógico.  § 2º ‐ Ouvida a CAAS e devidamente autorizado.    Artigo 873 ‐ O docente readaptado poderá ser afastado.  o  disposto  no  artigo 874. justificando a medida ou  II  –  pelo  DPME.     Artigo  877  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. o readaptado poderá ter exercício  fora  do  âmbito  da  Pasta.  § 1º ‐ O limite estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos readaptados da  própria unidade de classificação do cargo ou da função‐atividade.  Parágrafo  único  –  O  afastamento  previsto  neste  artigo  somente  poderá  ocorrer  após pronunciamento favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde. 2º.  por  ocasião  da  publicação  da  Súmula de Readaptação.  por  mudança  de  sede  de  exercício.  enquanto  perdurarem  os  motivos  que  deram  origem  à  readaptação.    280 .  readaptado. SE nº 26/97)    Artigo 874 ‐ O readaptado cumprirá.  (Res.  quando. 3º e 4º.  readaptado.  anualmente. arts. na mesma unidade de classificação do cargo ou da função‐ atividade. será considerado de afastamento do  cargo para fins de substituição.    Artigo  872  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ficará  obrigado.  o número de horas correspondentes à sua jornada ou carga horária de trabalho semanal.  III – ser designado para a função de Vice‐Diretor de Escola ou integrante de classe  de suporte pedagógico.    Artigo 875 ‐ A sede de exercício do readaptado será fixada da seguinte forma:  I – se docente.  por  prazo  certo  e  determinado. com a redação dada pela Res.Artigo 871 ‐ A readaptação de que trata esta seção poderá ser proposta:  I – pelo chefe imediato.

 arts. até seu aproveitamento. 5º ao 12.  não  poderá:  I – se titular de cargo:  a) ampliar a jornada de trabalho e  b) substituir outro docente com carga horária superior. nº 706/93. abrangido pela Lei Complementar nº 1. deverão ser tomadas as seguintes provi‐dências:  I  –  se  titular  de  cargo.  quando  do  processo  de  atribuição  de  classes  e/ou  aulas.  II – se estável ou ocupante de função‐atividade: ampliar a carga horária semanal  de trabalho.    Artigo  881  –  Cessada  a  readaptação  do  docente.  enquanto  perdurar  a  readaptação.  III  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.     Artigo  884  –  O  docente  que  tiver  processo  de  readaptação  em  tramitação. inciso III.    Artigo  879  –  As  aulas  e/ou  classes  de  Professor  Educação  Básica  I  e  Professor  Educação Básica II serão liberadas após a publicação da Súmula de Readaptação de seus titulares . da Lei 500/74.  II  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade  declarado  estável  nos  termos  da  Constituição  Federal/88. SE nº 26/97.ou iniciará período de interrupção de exercício. com a redação  dada pela Res. expedir portaria de:  I – classificação de unidade – sede de exercício e  II – mudança de sede de exercício. união de cônjuges ou títulos. quando se tratar  de docente categoria F.  e  na  impossibilidade de aproveitamento imediato.  anualmente.  será  declarado  adido  e  perceberá  vencimentos  correspondentes à jornada de trabalho na qual está incluído. 14 c/c o art. até seu aproveitamento.  no  decorrer  do  ano. SE nº 307/91.  (Res.    Artigo 883 – O tempo de serviço prestado na condição de readaptado poderá ser   considerado no campo de atuação para efeito de classificação no processo anual de atribuição de  classes e aulas. exclusivamente para efeito de classificação. 8º da Res.  será  dispensado  nos  termos  do  artigo 35.  perceberá  salário  pela  carga  horária  de  10  (dez)  horas  semanais  ou  50  (cinqüenta) horas mensais. 13.  em  relação aos readaptados. deverá:  I  –  perceber  salário  correspondente  à  carga  horária  fixada  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 874.    Artigo  880  –  O  docente  ocupante  de  função‐atividade.010/07. SE nº 90/05. e 15)    Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno    Artigo  885  ‐  Farão  jus  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno.  inscrever‐se em concurso público de remoção por permuta.  enquanto  permanecer  na  condição de readaptado.  os  funcionários  e  servidores  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.    Artigo  882  –  Fica  vetado  ao  titular  de  cargo. c/c a Lei Compl.  do  281 . e  II  –  inscrever‐se.Artigo  878  ‐  Compete  ao  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos.

 nojo. no período noturno. faltas abonadas. júri.Quadro do Magistério.  licença‐ prêmio. consideradas as horas inteiras  efetivamente trabalhadas nas unidades escolares. gala.  desprezadas as frações. o  substituto será considerado dispensado em 31  de dezembro do ano anterior.  Parágrafo único – Quando o titular reassumir o exercício no 1º dia útil do ano.  §  3º  ‐  O  pagamento  do  Supervisor  de  Ensino  será  efetuado  com  freqüência  vencida. de 27‐12‐85. 1º ao 7º)    Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias    Artigo  892 ‐ O docente ocupante de função‐atividade dispensado nos termos  do  inciso I ou II do artigo 26 da LC nº 444. arts. no período noturno. enquanto atuarem no ensino fundamental e médio das unidades escolares  da Secretaria da Educação.    282 . por 240 (duzentas e quarenta) horas. serviços obrigatórios  por lei e de outros afastamentos que a legislação considere como de efetivo exercício para todos  os efeitos legais. que atuam no período noturno. não serão consideradas as horas fracionadas. SE nº 82/86.  § 1º ‐ O cálculo do valor de hora será resultado da divisão do valor do padrão em  que estiver enquadrado o funcionário. licença para tratamento de saúde.    Artigo  890  –  Entenda‐se  como  outros  afastamentos  que  a  legislação  considere  como de efetivo exercício para todos os efeitos legais. aqueles em que o funcionário ou servidor  continuam  a  perceber  o  vencimento.    Artigo  889  ‐  O  funcionário  ou  servidor  do  Quadro  do  Magistério  não  perderá  o  direito  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno. por meio de informação mensal à Secretaria da Fazenda.    Artigo  891  ‐  Aplicam‐se  as  disposições  desta  seção  aos  readaptados.  como  se  em  exercício  do  cargo  ou  função‐atividade  estivessem.    Artigo 886 ‐ Considerar‐se‐á trabalho noturno aquele que for realizado no período  das  19  (dezenove)  horas  às  23  (vinte  e  três)  horas. a Gratificação será  calculada sobre o valor que corresponder às horas de serviço prestadas no período noturno.  § 2º ‐ Para apuração do total de horas mensais de integrante de classe de suporte  pedagógico será aplicada a seguinte fórmula:  1 – total semanal de horas prestadas dividido por 5 (cinco) e multiplicado por 30  (trinta)  2 – do resultado da multiplicação deve ser considerado apenas o número inteiro.  conforme  estabelece  o  artigo  84  da  Lei  Complementar nº 444/85.  quando  se  afastar  em  virtude  de  férias.    Artigo 887 ‐ Para fins de pagamento de que trata o artigo 85 da Lei Complementar  nº 444/85.  (Res. fará jus ao pagamento relativo ao período de  férias na base de 1/12 (um doze avos) do valor percebido por mês de serviço prestado.    Artigo 888 ‐ Para o integrante de classe de suporte pedagógico.  integrantes  do Quadro do Magistério.

  atendido o interesse do ensino:  I – as férias regulamentares do exercício. com a redação dada pela Res. será devido ao Supervisor de Ensino e ao Diretor  de Escola.    Artigo  897  ‐  A  prova  da  condição  prevista  no  artigo  895  para  recebimento  do  benefício.  teatrais.858/01. 2º e 3º)    Seção IX  Do Adicional de Transporte    Artigo  898  ‐  O  adicional  de  transporte.  Parágrafo  único  ‐  O  cálculo  e  o  pagamento  de  que  tratam  os  artigos  anteriores.  circenses. 1º. e  II – as férias indeferidas por absoluta necessidade do serviço.  serão efetuados automaticamente pela Secretaria da Fazenda. ainda não gozadas. ao reassumir suas funções.  os  estabelecimentos  que  realizaram  espetáculos  musicais. SE nº 145/86. sendo o pagamento efetuado no mês de fevereiro  do ano subseqüente.  (Res.  (Resolução SE nº 289/86.  no  período em  que esteve afastado.  artísticos. e destina‐se a indenizar parte das  283 . arts. será feita por meio da carteira funcional  ou demonstrativo de pagamento do mês em  curso.  fica  assegurado.  cinematográficos.  por  ocasião  do  retorno  ao  exercício  das  funções  docentes.  praças  desportivas  e  similares. SE nº 306/89)     Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada    Artigo  895  ‐  É  assegurado  o  pagamento  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  realmente  cobrado  para  o  ingresso  em  casas  de  diversões. art.  Parágrafo  único  –  A  meia‐entrada  corresponderá  sempre  à  metade  do  valor  do  ingresso cobrado. será considerado o período compreendido entre  os meses de janeiro a dezembro do ano base. no período de férias estabelecido pelo calendário escolar. quanto  ao gozo  de férias.  instituído  pelo  artigo  2º  da  Lei  Complementar nº 679. do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação.  § 1º ‐ Aplica‐se o disposto no caput e inciso I deste artigo a docente em gozo de  licença à gestante. alterado pela Res. 1º.  para  os  efeitos  desta  seção. entregar ao superior imediato  os  expedientes que  retratem  a  sua situação funcional. de 22 de julho de 1992.Artigo 893 ‐ Para fins de cálculo.  aos  professores da rede pública estadual de ensino. SE nº 15/90.    Artigo  896  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversões.  o  direito  de  usufruir. 2º e 3º)    Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes    Artigo  894  –  Ao  professor  afastado  para  exercer  outras  atividades. ainda que sobre o seu preço incidam descontos ou atividades promocionais.  § 2º Cabe ao docente.  atividades  sociais  recreativas  e  quaisquer  outros  que  proporcionem  lazer  e  entretenimento. art. 1º.  (Lei nº 10.

    Artigo 901 ‐ O descumprimento do plano de trabalho mensal acarretará:  I – perda total da  vantagem. inclusive faltas abonadas.    Artigo  905  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  ao  funcionário  que  exerça  substituição nas classes de Supervisor de Ensino e de Diretor de Escola. gala.  a  quem  caberá  decidir  pela perda parcial ou total da vantagem. até o segundo dia útil do mês.    Artigo  899  ‐  É  condição  essencial  para  a  concessão  do  benefício  a  apresentação  prévia do plano de trabalho mensal.  Parágrafo único – O descumprimento parcial do plano de trabalho de que trata o  inciso  II  deste  artigo. referente ao mês. arts.    Artigo 902 ‐ O funcionário perderá o direito ao adicional de transporte na hipótese  de afastamento. no caso de seu descumprimento  integral.  correspondendo a:  I – 20% (vinte por cento) do padrão inicial da classe para o Supervisor de Ensino.    Artigo  904  – Sobre  o  adicional  de transporte não  incidirá  vantagem  de  qualquer  natureza. férias. bursite. nem se incorporará aos vencimentos para nenhum efeito.    Artigo 903 ‐ O benefício de que trata esta seção não será computado no cálculo de  quaisquer vantagens.  Parágrafo único – Serão considerados instrumentos de avaliação. dentre outros.despesas  de  locomoção  realizadas  no  desempenho  das  atribuições  próprias  dos  cargos.  (Decreto nº 35.  II  –  redução  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  da  vantagem. tais como  faringite. 1º ao 8º)    Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador    Artigo  906  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" dirige‐se aos professores e outros profissionais da área da educação.796/92. bem como as metas contidas  no Plano de Gestão da escola elaborado pela direção da unidade.  II – 10% (dez por cento) do padrão inicial da classe para o Diretor de Escola. o  termo lavrado pelo Supervisor de Ensino quando de visita às escolas. dermatite e outras.  nojo e júri.  deverá  ser  justificado  perante  o  superior  imediato.    Artigo 900 ‐ Cabe ao superior imediato a aprovação do plano de trabalho mensal.  284 .  bem como a avaliação do seu cumprimento. licenças e ausências de qualquer natureza.    Artigo  907  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" tem por objetivos:  I ‐ informar e esclarecer os professores e outros profissionais da área da educação  sobre a possibilidade da manifestação de doenças decorrentes do exercício profissional.  no  caso  de  descumprimento parcial do plano de trabalho.

  trens  metropolitanos  e  Metrô.  (Lei nº 12.945/89)    Artigo  913  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.  III  –  implementar  medidas  preventivas  e    cautelares  em  situações  nas  quais  os  educadores estejam sob risco de violência.  e  membros das comunidades respectivas.     Artigo  909  ‐  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo tem os seguintes objetivos:  I – estimular a reflexão nas escolas e respectivas comunidades acerca da violência  que tem atingido os educadores.  poderão  obter  junto  à  direção  das  unidades  escolares  a  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano. seja no ambiente escolar ou em suas imediações. 1º e 2º)    Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São  Paulo    Artigo  908  –  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo observará as disposições desta seção. arts. nos dias letivos.    Artigo  910  ‐  As  atividades  voltadas  à  reflexão  sobre  a  violência  contra  os  educadores serão organizadas conjuntamente pelas entidades representativas dos profissionais da  educação. art.  II  –  desenvolver  atividades  nas  escolas. 1º.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.  (Lei nº 11.II ‐ orientar sobre os métodos e formas preventivas de combate a referidos males.875/05. que possa comprometer sua incolumidade.  instituído por ato do Secretário dos Transportes Metropolitanos. com a redação dada pelo Decreto nº 30. 81.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros.  mediante  a  utilização  de  285 . 3º e 5º)    Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  912  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens. 2º.  que  congreguem  educadores. voltadas ao combate à violência contra os profissionais da  educação que nela trabalhem.    Artigo 914 – A Carteira de Transporte Escolar Metropolitano permitirá a aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus.    Artigo  911  ‐  A  Política  de  que  trata  esta  seção  poderá  contar  com  o  apoio  de  instituições públicas voltadas ao estudo e combate à violência.  III ‐ encaminhar o profissional enfermo para o adequado tratamento das moléstias  de que seja vítima em virtude da profissão.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência.  Conselhos de Escola  e entidades da comunidade interessadas em  contribuir  com este  processo. arts.  alunos.048/05.

 de forma gradativa. utilizando o formulário  fornecido pela  Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. nas  escolas públicas estaduais. de metais e de outros materiais recicláveis.  (Lei nº 10. SE nº 179/93. art.306/99.  pelo  maior  preço.passes.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários.  Parágrafo  único  –  O  valor  resultante  da  comercialização  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. com a redação dada pela Res. 2º. 1º. cartões ou outros meios de acesso.  (Res. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora. SE nº 133/03)    Artigo 915 ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.408/04.983(•). de vidros.  (Res. arts.  (Lei nº 9. SE nº 133/03)      TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR    CAPÍTULO I  DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos    Artigo  916  –  A  instalação  de  telefones  públicos  será  obrigatória  em  todas  as  unidades escolares da Rede Estadual de Ensino. arts. em local de fácil acesso a todos os alunos do estabelecimento de ensino.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU. lixeiras em número suficiente para receber separadamente os detritos  de plásticos. de 15 de dezembro de 1978. 1º e 2º)    Seção II  Das Lixeiras Seletivas    Artigo 917 ‐ O Governo do Estado de São Paulo instalará.1º e 2º)  (•) O Decreto nº 12.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  apurado  pelo  referido  Conselho  Deliberativo. art.  II –  cadastrar  os  professores interessados. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano.  Parágrafo  único  ‐  O  telefone  público  deve  ser  instalado  no  pátio  da  unidade  escolar.  será  destinado  obrigatoriamente.  de  acordo  com  as  prioridades  da  unidade  escolar.    Artigo  918  ‐  O  Conselho  Deliberativo  da  Associação  de  Pais  e  Mestres  de  cada  estabelecimento  de  ensino  da  rede  estadual  promoverá  a  venda. pela Res.  aos  fins  declinados  no  inciso  III  do  artigo  4º  do  Decreto nº 12.983/78 foi alterado pelo Decreto nº 48. pela Secretaria da Educação. alt.  do  material  reciclável que for recolhido. por meio da EMTU/SP. de papéis. SE nº 179/93. 286 . bilhetes magnéticos.740/97.

 art. arts.  os  estabelecimentos de ensino fundamental e médio deverão manter entre os seus funcionários pelo  menos um com conhecimento sobre prevenção e combate a incêndios.  § 3º ‐ O funcionário indicado.  alertando  quanto  aos  prejuízos que o tabaco. 1º.    Artigo 922 ‐ Os responsáveis pelos recintos e dependências dos órgãos e entidades  abrangidos  por  esta  subseção  providenciarão  a  divulgação  da  proibição  nela  contida.  e  em  especial  as  unidades  escolares.  (Lei nº 11. neles se encontrem tratando de assuntos  de seu interesse.  charutos e cachimbos. de quaisquer espécies.  em  locais  de  maior  circulação  e  destaque.  devem  manter  em  caráter  permanente  faixas.  não  sofrendo qualquer prejuízo nos vencimentos e nas demais vantagens de seu cargo.  cartazes  ou  placas.  (Lei nº 3. 1º)    Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool. ministrado pela Polícia Militar do Estado.  esportivas  e  de  saúde. art.  § 2º ‐ O disposto nesta subseção aplica‐se igualmente às pessoas que. as drogas e o álcool causam à saúde. não tendo a  condição de servidores dos órgãos por ela abrangidos.540/03.Seção III  Do Combate a Incêndios    Artigo  919  –  Nas  cidades  onde  existam  unidades  do  Corpo  de  Bombeiros. Drogas e Tabaco  Subseção I  Da Advertência quanto ao Prejuízo Causado pelas Drogas    Artigo  920  ‐  Todos  os  órgãos  da  Administração  Pública  Direta  e  Indireta. ou produtos utilizados na respectiva fabricação. indireta e fundacional do Estado. à família e à sociedade.  §  2º  ‐  Caberá  ao  Diretor  ou  responsável  pela  unidade  de  ensino  indicar  o  funcionário que deverá freqüentar o curso de que trata o parágrafo anterior. por intermédio de seu Corpo de Bombeiros.  §  1º  ‐  Os  conhecimentos  sobre  prevenção  e  combate  a  incêndios.  mediante  afixação de cartazes.  deverão  ser  adquiridos  mediante  a  freqüência  obrigatória  ao  curso  de  Bombeiro  Auxiliar.  §  1º  ‐  A  vedação  de  que  trata  este  artigo  abrange  a  prática  de  fumar  cigarros.  (Lei nº 11.  de  que  trata  este  artigo. em locais visíveis.092/81. 1º)    Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos    Artigo  921  ‐  É  proibido  fumar  nas  dependências  e  recintos  dos  órgãos  da  administração pública direta.388/03. nas unidades por ela alcançadas. 3º e 4º)            287 . mediante a apresentação de atestado de freqüência  expedido  pelo  Corpo  de  Bombeiros  da  Polícia  Militar  será  considerado  presente  para  todos  os  efeitos  legais  no  estabelecimento  de  ensino  durante  o  período  que  freqüentar  o  curso.

 de 19 de maio de 2008.  o  termo  de  anuência  deverá ser assinado pelo próprio aluno.Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas    Artigo  923  ‐  E  vedado  ao  professor  fumar  no  recinto  do  estabelecimento  de  ensino.  III ‐ quadras.  II ‐ apreensão do produto.   II ‐ piscinas. arts. áreas de lazer. 4º e 5º c/c a Lei nº 13.016/08)    Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola    Artigo  928  –  A  comercialização  de  isqueiros  que  utilizem  gás  combustível.  bem  como suas recargas é proibida. sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal e  das definidas em normas específicas:  I ‐ multa.016. 1º.  (Lei nº 9. 2º e 3º c/c a Lei nº 13.    Artigo  929  ‐  O  estabelecimento  infrator  das  disposições  desta  subseção.261.760/97.  Parágrafo  único  ‐  O  Poder  Executivo  providenciará  a  colocação  de  cartazes  alertando para estas proibições. para os que forem funcionários ou  servidores.016/08)    Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar    Artigo  926  ‐  Os  alunos  do  ensino  fundamental  e  médio  das  escolas  públicas  ou  privadas ficam proibidos de fumar cigarros de qualquer espécie nos recintos das escolas. mesmo  nos pátios e áreas de lazer.  § 1º ‐ As escolas deverão afixar em local visível os avisos indicativos de proibição e  os responsáveis pelos alunos menores deverão assinar o termo de anuência. arts.    Artigo  924  ‐  É  vedado  fumar  nas  praças  esportivas  pertencentes  ao  seguintes  locais:    I ‐ pistas de atletismo. 1º. pátios.  banheiros. 2º.  §  2º  ‐  No  caso  de  alunos  com  mais  de  18  (dezoito)  anos.  da  Lei  nº  10. para menores de 18 (dezoito) anos.  descumprimento  do  disposto  no  artigo  241.  de  28  de  outubro de 1968 e Lei nº 13. corredores e áreas de esporte e deverão ter medida não inferior  a 40 cm por 30 cm.  288 .  ficará  sujeito às seguintes sanções administrativas.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  permitida  a  venda  desses  produtos  nas  escolas  de  ensino fundamental e médio.  (Lei nº 2.    Artigo 925 ‐ A inobservância da lei configurará.845/81.  inciso  II.    Artigo 927 ‐ Os avisos indicativos deverão ser afixados em todas as salas de aula.

 do estabelecimento ou da atividade.877/94. e  IV ‐ intervenção administrativa. 1º.  professores  e  servidores  públicos.    Artigo  933  ‐  Nas  embalagens  de  cola  à  base  de  solvente  de  tolueno  deverá  constar. 2º. para menores de 18 (dezoito) anos.   (Decreto nº 52. 1º e Decreto nº 52.625/08.    Artigo 932 ‐ A fixação de cartazes ou propagandas de cola que contenha solvente  à base de tolueno é proibida nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio. parágrafo único do art. 1º e art.  nas  áreas  contíguas  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual. arts.  deverá  ser  colocada  a  seguinte inscrição: “A deliberada inalação deste produto pode causar a morte”. arts. 2º)    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA    Seção I  Do Programa de Segurança Escolar    Artigo  936  ‐  O  Programa  de  Segurança  Escolar  será  desenvolvido  de  forma  integrada  pela  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  pela  Secretaria  da  Educação. pela Lei nº 9.  (Lei nº 12. de proteção a estudantes.  objetivando  a  adoção de toda medida de prevenção geral ao uso e tráfico de drogas. caput do art.   III ‐ garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição. art.210/88.  (Lei nº 8.730/07.  assim  como  à  travessia  de  escolares.  Parágrafo  único  ‐  As  sanções  previstas  serão  aplicadas  pela  autoridade  administrativa. de forma visível a seguinte inscrição: “a inalação deste produto pode causar a morte”.762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas    Artigo  934  –  Os  alunos  estão  proibidos  de  utilizar  telefone  celular  nos  estabelecimentos de ensino do Estado. podendo ser ministradas cumulativamente.    Artigo  930  ‐  Em  toda  propaganda  do  referido  produto.III ‐ interdição. durante o horário das aulas. alt. total ou parcial.     Artigo 935 ‐ Caberá à direção da unidade escolar:   I  ‐  adotar  medidas  que  visem  à  conscientização  dos  alunos  sobre  a  interferência  do telefone celular nas práticas educativas.   II ‐ disciplinar o uso do telefone celular fora do horário das aulas. bem como a  indicação de seu consumo.  289 . 1º.625/08. prejudicando seu aprendizado e sua socialização. 3º e 4º)    Artigo 931 ‐  A comercialização de cola que contenha solvente à base de tolueno é  proibida. 1º)  Parágrafo único ‐ A desobediência ao contido no caput deste artigo acarretará a  adoção de medidas previstas em regimento escolar ou normas de convivência da escola. 3º e 4º.  (Lei nº 6.

  pais  e  alunos  de  modo a evitar o mau uso das cercanias das escolas por parte de:  I ‐  vendedor ambulante. 3º e Decreto nº 41. de acordo com planos e ordens do escalão superior:  I ‐ na Capital.  com  a  alteração  introduzida  pelo  Decreto  nº  41.  em  relação  a  toda  e  qualquer  atividade ambulante. adotarem as providências necessárias à execução do programa.  b) gasolina.  IV ‐ comércio com:  a) medicamentos.552/97.  aos  respectivos  Comandantes de Policiamento de Área.  III ‐  exercer o comércio sem a competente credencial.  II ‐ pessoa física capaz de estabelecer‐se com “ponto fixo” de comércio. visando a  disciplinar.  II ‐ prever recursos para:  a)  iluminar e murar adequadamente as unidades escolares.  b)  imprimir e distribuir material didático relativo à segurança escolar.552/97. 2º e 3º)    Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança    Artigo  940  –  O  perímetro  escolar  de  segurança  refere‐se  à  área  contígua  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual. mediante resolução.  objetivando  a  tranqüilidade  de  professores.  d) bebidas com qualquer teor alcoólico.  II  ‐  no  Interior  e  demais  Municípios  da  Grande  São  Paulo.  c) fogos de artifício. determinará  quais as áreas prioritárias para a execução do Programa.    Artigo 937 ‐ Compete à Secretaria da Educação:  I ‐ apresentar a relação das unidades escolares a serem atendidas. e art.  290 .642/88. ao Comando de Policiamento Feminino.  c)  dotar as unidades escolares de sistema de alarme.    Artigo 939 ‐ O Secretário da Segurança Pública. conectado à Polícia Militar. quaisquer produtos farmacêuticos e ervas medicinais.  e) animais vivos ou embalsamados.    Artigo  942  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública. querosene ou qualquer substância inflamável ou explosiva.Parágrafo  único  ‐  Compete  à  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  à  Secretaria  da  Educação. manterá entendimento com as Prefeituras Municipais respectivas.  art.    Artigo 938 ‐ Compete às organizações policiais militares de policiamento feminino  a  execução  do  Programa  de  Segurança  Escolar  nos  estabelecimentos  de  ensino  da  rede  pública  estadual.    Artigo 941 ‐  O perímetro escolar de segurança tem prioridade especial nas ações  de  prevenção  e  repressão  policial. onde não houver regra estabelecida. arts.  (Decreto  nº  28. a proibição de:  I  ‐  fixação  a  menos  de  100  (cem)  metros  de  qualquer  portão  de  acesso  a  estabelecimento de ensino.  1º.  II ‐ pessoa estranha à comunidade escolar.  d)  instalar telefones nas unidades escolares.

 e   III  ‐  determinar  restrições  de  uso  das  vias  ou  parte  delas.  h)  doces  e  guloseimas  que  não  estejam  devidamente  embalados.  notadamente  nas  entradas  principais  de  circulação.  escrita  com  letras  garrafais.  II  ‐  distribuição  ou  exposição  pública  de  escrito.  i) frutas retalhadas.  (Decreto nº 28.127.  com  indicação  visível de sua origem na embalagem.  inclusive  de  fitas  de  vídeo.  § 1º ‐ A divulgação de que trata o caput deverá ser exposta em lugares visíveis ao  público.688.  pintura.  291 .  situadas  até  100  (cem)  metros  de  prédios  escolares  não  poderão  expor  e  nem  comercializar material de cunho erótico. impróprio a crianças e adolescentes. salvo se protegido  com embalagem opaca.  V  ‐  exercício  ilegal  de  profissão  ou  atividade  (artigo  47  da  Lei  Contravenções  Penais ‐ Decreto‐lei nº 3.  § 2º ‐ Junto ao número do Disque Denúncia deverá constar a seguinte frase: "Sigilo  absoluto para quem faz a denúncia".  IV  ‐  tráfico  de  entorpecentes  (artigo  12  da  Lei  nº  6. 3º.  desenho.  revistas  e  de  outras  publicações.  (Lei nº 10. art. arts.  III ‐ desobediência a ordem legal (artigo 330 do Código Penal Brasileiro). objetivando:  I ‐ instituir sentido único de trânsito.368.  horários  e  períodos  destinados  ao  estacionamento.  de  16  de  janeiro  de  1968  (Regulamento  do  Código  Nacional  de  Trânsito).f) pastéis. 4º e 5º)    Artigo  945  ‐  As  bancas  de  jornais.  possibilitando sua visualização a distância. jóias e óculos. de 3 de outubro de 1941). em todo o Estado. churrasquinhos.    Artigo  944  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública  determinará  quais  as  escolas  abrangidas  pelas  disposições desta  seção.  g) embutidos e laticínios.  de  12  de  outubro  de  1976).  estampa  de  qualquer objeto obsceno (artigo 234 do Código Penal Brasileiro). possibilitando sua visualização a  distância.  embarque  ou  desembarque  de  passageiros. 1º.  II  ‐ estabelecer limites de velocidade.  mediante  fixação  de  locais.875/01.  bem  como  disporá  sobre  a  forma  de  atuação  de  seus  órgãos  visando  ao  indiciamento  dos  infratores  da  legislação  referida  no  artigo  anterior. quando possível.643/88. 2º.    Artigo  943  ‐    A  Secretaria  da  Segurança  Pública  adotará  providências  junto  aos  órgãos  competentes  para  o  fiel  cumprimento  do  Decreto  nº  62.  especialmente  quanto  à  regulamentação  do  uso  de vias públicas (inciso I do artigo 37). escrita com letras garrafais.  j) relógios.  com  especial atenção aos seguintes dispositivos penais:  I ‐ prática de ato obsceno (artigo 233 do Código Penal Brasileiro). lingüiças e carnes de quaisquer espécies. 1º)    Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia    Artigo 946 ‐ É obrigatória a divulgação do número do Disque Denúncia em escolas  e hospitais públicos.

 quando não estiverem previstas atividades escolares. 4º e 7º c/c a Lei nº 10. recreativa ou desportiva e   IV  ‐  termo  de  responsabilidade  assinado  pelo  representante  legal  da  entidade.  (Res. visando à fiscalização das atividades de que trata esta resolução. inclusive  pelo ressarcimento de eventuais danos.730/83.  acompanhado  do  ato  próprio  que  o  capacitou. SE nº 229/95. 1º. deverão ser prestadas as seguintes informações:  1 ‐ indicação detalhada da atividade a ser desenvolvida. bem como  à conservação dos próprios estaduais.  (Lei nº 3.    Artigo  950  ‐  O  Diretor  da  Escola  e  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  adotarão  as  medidas necessárias.  §  1º  ‐  A  cessão  de  uso  das  dependências  das  unidades  escolares  será  regulamentada por convênio a ser estabelecido entre as partes.  §  3º  ‐  Poderá  ser  concedida  a  cessão  de  uso  de  dependências  escolares  às  Associações de Pais e Mestres ou a outras entidades legalmente constituídas. 2º e 3º)    Artigo  949  ‐  Para  obtenção  da  autorização.  III ‐ programação das atividades de natureza cultural. 2º e 3º e Res.(Lei nº 11.309/99)  292 .  as  entidades  mencionadas  no  artigo  anterior deverão entregar ao Diretor da unidade escolar os seguintes documentos:  I  ‐  requerimento  endereçado  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  da  área  onde  se  localiza a escola.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  das  atividades  previstas  no  inciso  III  deste  artigo. arts.  do  qual  conste  compromisso  de  devolução  do  prédio no estado anterior à cessão e de ressarcimento por eventuais danos.  informando as  dependências que serão utilizadas. 2º e 3º)      CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares  para Encontros de Caráter Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas     Artigo 947 ‐ As dependências das unidades escolares da rede estadual de ensino  poderão  ser  cedidas  para  a  realização  de  eventos  de  caráter  cultural. especificando os objetivos  que se pretende alcançar e   2  ‐  dia  e horário do início e término da cessão do prédio escolar. arts.    Artigo 948 ‐ As Prefeituras Municipais que desejarem utilizar as dependências das  escolas estaduais para as finalidades previstas no artigo anterior deverão requerer a autorização  da Secretaria da Educação. SE nº 229/95. arts.  §  2º  ‐  Entre  as  cláusulas  do  convênio  deverá  constar  a  que  atribua  à  cessionária  total responsabilidade pela devolução do local cedido nas condições em que o recebeu. arts.853/05.  bem  como  para  práticas  recreativas ou desportivas.  II ‐ prova de sua constituição legal. 1º. 1º.

 Ensino. arts.  ensino. quer sejam eles religiosos.  será  responsável  diretamente  pela  expedição  de  autorização  para uso de prédio escolar. 1º)    Artigo 952 ‐ A autorização de utilização das dependências escolares será cassada.  Artigo  951  –  O  Conselho  de  Escola  de  cada  unidade  escolar.326/99.  nacionais  e  internacionais.  (Lei nº 9.    espaços  livres  existentes  em  seus  próprios  estaduais.  objetivando  o  fiel  cumprimento do disposto nesta subseção. de campanhas  acerca dos perigos das drogas  para nossa sociedade.  para  entidades  filantrópicas  e  privadas.  Parágrafo  único  ‐  As  atividades  a  serem  desenvolvidas  para  o  cumprimento  do  disposto nesta seção deverão ter  caráter de aprendizado esportivo.  (Lei nº 10.  (Lei nº 10.  quando desvirtuada a finalidade da cessão. arts. nas Escolas Públicas e  outras  dependências  públicas  estaduais. par. políticos.  aprendizado  e  práticas  esportivas. não cabe ao Conselho nortear a cessão em  função de critérios discriminatórios. em caráter permanente. e 2º)    Seção II  Dos Centros de Difusão. art. Aprendizado e Práticas Esportivas    Artigo 957 – O Governo do Estado está autorizado a criar.  gratuitamente.  a  direção  escolar. desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade sobre o  patrimônio escolar. art. SE nº 229/95.  e  na  sua  impossibilidade. único do 2º)     Subseção II  Da Cessão de Uso de Espaços Livres de Próprios Públicos para Campanhas contra as Drogas    Artigo  955  –  O  Poder  Executivo  está  autorizado  a  ceder.  poderá  celebrar  convênios  com  entidades  públicas  e  privadas.  centros  de  difusão.  (Lei nº 10. 1º e 2º)              293 . 1º.    Artigo  956  ‐  O  Estado. 2º)    Artigo 954 – As atividades lucrativas só serão autorizadas se forem realizadas por  entidades públicas de caráter social ou filantrópico com destinação social comprovada.465/96.  por  meio  de  seus  órgãos  competentes.  caput do art.  objetivando a divulgação. econômicos ou culturais. 8º)    Artigo  953  ‐  Desde  que  a  atividade  não  prejudique  o  funcionamento  normal  da  escola no período de aula ou de atividades curriculares.309/99. educacional e recreativo.  (Lei nº 10.309/99.309/99.  (Res.

  com  vista  a  garantir o exercício pleno da cidadania e o reconhecimento dos direitos humanos. especialistas da área de educação.312/99.  III  –  implementar  ações  voltadas  ao  combate  à  violência  na  escola.  IV – desenvolver ações que fortaleçam o vínculo entre a comunidade e a escola. pais.  (Decreto nº 44.  V – garantir a formação de todos os integrantes do Grupo de Trabalho.  Parágrafo  único  –  Os  espaços  de  convivência  de  que  trata  este  artigo  devem  estimular  o  desenvolvimento  de  uma  cultura  voltada  à  organização  da  população  local  e  ao  trabalho  coletivo  em  ações  de  prevenção  à  violência. analisar suas causas e apontar possíveis soluções.  II  –  desenvolver  ações  educativas  e  de  valorização  da  vida.  (Lei nº 10.  esportivas  e  de  arte‐educação.  bem  como  dos  membros  da  comunidade.    Artigo  962  –  Nos  espaços  de  convivência  de  que  trata  o  artigo  anterior  serão  implementadas  atividades  culturais.  Parágrafo  único  –  Será  priorizada  a  implantação  nas  escolas  que  apresentem  maiores índices de violência.166/99. art.  dirigidas  às  crianças.  moradores do bairro e líderes das comunidades.Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária    Artigo  958  –  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas será implantado na rede pública de ensino no Estado  de São Paulo. art.  pais.  adolescentes.    Artigo  963  ‐  As  ações  implementadas  nos espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede pública de ensino assegurarão oportunidades para:  294 .  Parágrafo  único  –  Os  Grupos  de  Trabalho  tratados  no  inciso  I  deste  artigo  serão  abertos e formados por professores. aí incluídos  o  corpo  docente  e  os  servidores  operacionais  da  rede  de  ensino. art.  socializando  informações  e  experiências de diferentes naturezas e ampliando ações de apoio ao exercício da cidadania.  aos adolescentes e à comunidade. 1º)    Artigo  959  ‐  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas da rede pública de ensino no Estado de São Paulo  será  desenvolvido  com  a  participação  das  Secretarias  de  Estado.312/99. funcionários. alunos  e representantes da comunidade ligada a cada escola.  em  perfeita  sintonia  com  a  proposta  de  trabalho da unidade escolar. preparando‐os para a prevenção da violência na escola.  (Lei nº 10. 1º)    Artigo 960 ‐ São objetivos do Programa:  I – formar Grupos de Trabalho vinculados aos Conselhos de Escola para atuar na  prevenção da violência nas escolas. 2º)    Artigo 961 ‐ Para a consecução dos objetivos do Programa a que se refere o artigo  anterior  serão  implantados  espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede  pública  de  ensino  para  desenvolvimento  de  atividades  que  atendam  aos  interesses  de  crianças.  entidades  da  sociedade  e  comunidades locais.

 art. se viabilizará. que lhes assegurem. esportivo e de qualificação profissional. responsabilidade e participação na comunidade. o Programa Escola da Família. SE nº 18/10.  espaços  abertos  aos  diferentes  segmentos da comunidade.  II  ‐  assegurar  nas  escolas  públicas  estaduais.  instituído  pelo  Decreto nº 48. 2º.  associações.  a  fim  de  colaborar  para  a  construção  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  com  uma  trajetória  saudável  de  vida. art.  empresas  públicas  ou  privadas. lúdico. a partir do ano de 2010. 3º.    Artigo  967  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos. nos finais de semana.  afora  o  aporte  dos  recursos humanos dos órgãos da Pasta. poderá contar com:  I  ‐  o  apoio  e  o  estabelecimento  de  convênios  e  parcerias  com  diferentes  segmentos  sociais. 4º e 5º)    Seção IV  Do Programa Escola da Família  Subseção I  Da Instituição e Objetivos    Artigo 965 – O Programa Escola da Família – desenvolvimento de uma cultura de  paz  no  Estado  de  São  Paulo. 1º)  Parágrafo  único  ‐  A  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família. bem como demais Secretarias de Estado e Municípios do Estado de São Paulo.  (Decreto nº 48.  (Res.  295 .  cooperativas.  II  –  apresentação  de  alternativas  de  solução  e  de  formas  de  mobilização  e  organização para a ação. arts.  será  implantado  em  escolas  da  rede  pública  estadual.  como  organizações  não  governamentais.781/04.    Artigo  964  ‐  Cabe  à  Secretaria  da  Educação.  III  ‐  construir  e  apoiar  ações  de  voluntariado  e  solidariedade.166/99.  instituições  de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. oportunidades de vivência  de  ações  construídas  a  partir  de  quatro  eixos  norteadores  ‐  cultura.  em  relação  ao  Programa  Interdisciplinar e de Participação Comunitária para Prevenção e Combate à Violência nas escolas  da rede pública de ensino no Estado de São Paulo:  I – coordenar as ações do Programa.  esporte  e  trabalho  ‐  ampliando‐lhes seu horizonte cultural.  sindicatos.  II  –  estabelecer  as  diretrizes  e  os  procedimentos  que  viabilizarão  a  efetiva  implantação dos espaços de convivência nas escolas da rede pública de ensino.  com  vistas  ao  desenvolvimento de senso de consciência. pela reformulação  e ampliação dos objetivos anteriormente propostos e pela adequação às novas normas de gestão  que fundamentam os procedimentos ora vigentes.I – reflexão e discussão de valores e questões comuns a jovens e adolescentes e de  problemas enfrentados pela comunidade.  com  o  objetivo  de  desenvolver  e  implementar  ações  de  natureza  preventiva  destinadas  a  reduzir  a  vulnerabilidade  infantil  e  juvenil.   (Decreto nº 44.  saúde. 1º)    Artigo 966 ‐ Constituem objetivos do Programa:  I  ‐  fundamentar  políticas  públicas  voltadas  para  o  fortalecimento  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  à  construção  de  uma  atitude  cidadã  voltada  para  a  harmonia  e  a  convivência social.781 de 7 de julho de 2004.  por  meio  da  integração  de  crianças  e  adolescentes.

 observadas as normas legais e regulamentares pertinentes. coordenar. instituições de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais.  Parágrafo único ‐ Poderão ser estabelecidas ações de cooperação com organismos  nacionais  e  internacionais.608 de 18 de fevereiro de 1998.  os trabalhos desenvolvidos.  296 . na  conformidade  das  atribuições  compatíveis  com  a  natureza  de  seu  curso  de  graduação  ou  de  acordo com suas habilidades pessoais. arts.  e  a  participação  de  demais  Secretarias  de  Estado. 2º e 3º)     Subseção II  Das Parcerias    Artigo  968  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  para  a  construção  de  uma cultura de paz e o desenvolvimento social no conjunto das comunidades.  que  venham a se integrar ao Programa Escola da Família.  como  organizações não governamentais.  em  especial  os  egressos do ensino médio da rede estadual paulista de ensino.  metas e ações em  conformidade com  a  política educacional  vigente na Secretaria da Educação. 4º)    Artigo  969  ‐  Caberá  à  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE. em documento específico. empresas.  III – estabelecer. que  tenham  interesse  na  inserção  e/ou  ampliação  do  Programa  Escola  da  Família  nos  respectivos  Municípios. os procedimentos que regulamentam  a atuação de todos os participantes.  IV  ‐  estreitar  a  comunicação  com  entidades. com o apoio  e  o  estabelecimento  de  parcerias  e  convênios  com  os  diversos  segmentos  sociais. acompanhar. no tocante a :  I  ‐  firmar  convênios  junto  a  instituições  de  Ensino  Superior  visando  a  operacionalização do Projeto Bolsa‐Universidade. cooperativas. mediante a concessão de bolsas de  estudo. o Programa Escola  da Família poderá contar. sempre que necessário. art.  (Res.  II – planejar.   (Decreto nº 48.  III ‐ promover ações conjuntas com outras Secretarias de Estado.  II ‐ formalizar a cooperação de Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo. SE nº 18/10. SE nº 18/10. 4º)    Artigo 970 ‐  A Fundação  para o  Desenvolvimento da Educação – FDE. exercerá a  Coordenação Geral do Programa.  bem  como  adesão  de  estudantes  universitários.  V  ‐  buscar  parcerias  que  visem  ao  enriquecimento  das  atividades  desenvolvidas  junto à comunidade. associações. avaliar e reformular.  (Res. com as seguintes atribuições:   I ‐  definir objetivos.II  ‐  a  adesão  de  estudantes  universitários.  III  ‐  a  participação  de  voluntários  devidamente  cadastrados  e  credenciados  nos  termos da Lei Federal nº 9.781/04.  mediante  a  concessão  de  bolsas  de  estudos integrantes do Projeto Bolsa Universidade para atuar como Educadores Universitários.  a  gerência  da  operacionalização  das  ações  necessárias  à  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família. sindicatos. caput e § 1º do art.  órgãos  e  pessoal  voluntário.

  no  acompanhamento  das  atividades  desenvolvidas  nas  unidades  escolares. 14)     Subseção III  Das Competências e Atribuições    Artigo 972 ‐ A Diretoria de Ensino exercerá a Coordenação Regional do Programa  Escola da Família. de modo a conciliar as ações desencadeadas na Diretoria de  Ensino e aquelas desenvolvidas nas escolas. juntamente com o Supervisor de Ensino. com vistas à consecução dos objetivos estabelecidos. ficando sob a responsabilidade da autoridade  escolar o acompanhamento e o gerenciamento das referidas atividades.    Artigo 973 ‐ As escolas da rede estadual de ensino deverão disponibilizar espaço  físico e equipamentos para a realização das atividades do Programa Escola da Família.  § 2º ‐ Constituem atribuições do PCOP. arts.  promovidas  pela  Coordenação Geral.IV  –  promover  o  envolvimento  e  o  comprometimento  das  autoridades  escolares  locais e regionais na implementação do Programa. SE nº 18/10.  (Res. aos sábados e domingos.  em  qualquer  componente  curricular. inclusive durante  os  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares. quando necessárias.  como  Professor  Educação  Básica  I  ‐  PEB  I.  integrante  da  Coordenação  Regional  do  Programa. 6º e 7º)    Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional    Artigo 974 ‐ A unidade escolar contará com um docente. de conformidade com as disposições da Resolução SE nº 24.  § 1º ‐ As definições básicas e as principais atribuições da Coordenação Regional do  Programa. 5º)    Artigo 971 ‐ As parcerias que venham a ser estabelecidas pelas unidades escolares  pertencentes ao Programa Escola da Família.  VI  –  auditorar  e  supervisionar  o  uso  de  recursos  e  verbas  destinados  às  Coordenações Regionais do Programa. SE nº 18/10. art.  estaduais  ou  nacionais. art.  propondo  reformulações e adaptações das ações do Programa.  (Res. disponibilizado no respectivo site. das 9 às 17 horas. atendendo  à comunidade intra e extra escolar. de que trata o caput do artigo:  1 ‐ manter.  Faixa  1  e  Nível  I.  bem  como  em  feriados  municipais.  2  ‐  participar  das  capacitações. permanente interlocução com  a Coordenação Geral do Programa.  que  se  constituem  em  matéria  de  competência  da  Coordenação  Geral. SE nº 18/10. portador de diploma de  licenciatura  plena.  3  ‐  auxiliar  o  Supervisor  de  Ensino.  nos  termos  da  legislação  vigente.  de 5 de abril de 2005. deverão ser efetivadas através da Associação de Pais  e Mestres ‐ APM da unidade escolar.  no  campo  de  atuação  relativo  a  aulas  dos  297 .  reuniões  e  atividades  afins.  V  –  organizar  e  executar  ações  de  capacitação  dos  educadores  que  atuarão  no  Programa.  compõem  o  Manual Operativo do Programa. quando ocorrerem aos finais de semana. por meio de um Supervisor de Ensino designado pelo Dirigente Regional da DE e  pelo Professor Coordenador da Oficina Pedagógica‐ PCOP‐ de Projetos Especiais.  (Res.

Ensinos Fundamental e Médio.    Artigo 978 ‐ O candidato que irá exercer as atribuições de Educador Profissional. caput e §§ 1º a 4º do art. aprovados no processo seletivo.010. a  fim de se proceder à atribuição aos candidatos selecionados. pela Coordenação Regional do Programa.  deverá  estar  duplamente  inscrito. SE nº 18/10.   (Res.  §  2º  ‐  A  seleção  dos  inscritos  será  realizada  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.  em continuidade. de 16 de julho de 2009.  §  1º  ‐  As  atribuições  do  Educador  Profissional  integram  o  Manual  Operativo  do  Programa.  §  2º  ‐  O  Educador  Profissional  desenvolverá. no campo de atuação relativo a  aulas dos Ensinos Fundamental e Médio. de 16 de julho de 2009. 8º)    Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional    Artigo 976 ‐ O Educador profissional será selecionado dentre os docentes que se  encontram  na  situação  prevista  no  inciso  V  do  artigo  1º  das  Disposições  Transitórias  da  Lei  Complementar nº 1. as atribuições de Educador Profissional. na estrutura do Programa. que regulamenta os processos  anuais de atribuição de classes e aulas. 8º e caput e §§ 1º e 2º do art. 9º)   298 . §§ 5º e 6º do art. com base nos seguintes critérios e procedimentos:  I ‐ apresentação de currículo.  III  ‐  participação  em  entrevista  individual.  ao longo da semana. SE nº 18/10.  que  trate  temas  concernentes  à  experiência/formação/habilitação do candidato. pela carga horária de 24 (vinte e quatro) horas semanais. as aulas poderão ser atribuídas a candidatos que apresentem as qualificações previstas no §  1º do artigo 12 da Resolução SE nº 98.  observado  o  cronograma  estabelecido  pelo  Departamento de Recursos Humanos para o processo anual de atribuição de classes e aulas.  § 1º ‐  Os  prazos  da inscrição específica e da  seleção  previstas neste artigo  serão  definidos  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.    Artigo 977 ‐ Excepcionalmente poderão ser reconduzidos para o exercício de 2010. acompanhada pela Comissão de Atribuição de classes e aulas da Diretoria de Ensino.  IV ‐ comprovação de disponibilidade para o exercício das atividades programadas  para os finais de semana e para participar das reuniões de avaliação e planejamento agendadas.  de  1º  de  junho  de  2007. a fim de ser selecionado pela Coordenação Regional da  Diretoria de Ensino.  na  unidade  escolar.  quer  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas. os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar  nº  1.    Artigo  975  ‐  A  formação  acadêmica  do  candidato  deverá  ser  compatível  com  a  natureza das atividades sócioeducativas desenvolvidas pelo Programa. que já se encontram no exercício  da função.  (Res.  Parágrafo único ‐ Na ausência de docentes portadores de diploma de licenciatura  plena. a fim de  exercer. de 29 de dezembro de 2009. desde que avaliados positivamente pela sua atuação no Programa.  ou  no  parágrafo  único  do  artigo  25  da  Lei  Complementar  nº  1.  as  atividades  definidas  e  orientadas  pela  Coordenação  Regional  do Programa  e  acompanhadas  pelo  gestor  da  unidade escolar.  II ‐ comprovação das habilidades necessárias ao desempenho da função.  quer para o processo especialmente aberto para este Programa.093.093.

  inclusive.  ouvida  previamente  a  Coordenação  Regional  do  Programa. por apostilamento. Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional    Artigo 983 ‐ A carga horária de trabalho.    Artigo 981 ‐ Períodos de inscrição e de nova seleção de Educadores Profissionais  poderão ser abertos a qualquer  tempo.  nos  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares.  (Res. desde que os  candidatos  já se encontrem  inscritos e/ou  cadastrados no processo regular de atribuição de classes e aulas do ano em curso.  quando  necessário. §§ 3º a 6º do art.  em  caso  de  remanejamento. SE nº 18/10.  § 2º ‐ O descanso semanal remunerado será assegurado em um dia útil da semana.    Artigo  980  ‐  O  Educador  Profissional  terá  sede  de  controle  de  frequência  na  unidade  escolar  indicada  para  sua  atuação.    Artigo 984 ‐ O Educador Profissional poderá ter aulas dos Ensinos Fundamental e/ou  Médio.  em  período  diverso  às  férias  escolares. no mesmo campo de atuação. Frequência.  § 3º ‐ As férias do Educador Profissional deverão ser usufruídas em parcela única de 30  (trinta)  ou  20  (vinte)  dias.  ouvida  previamente  a  Coordenação Regional do Programa e respeitado o cronograma de escalonamento de férias de todos  os Educadores Profissionais.  nos  termos  da  legislação  vigente.  II  ‐  4  (quatro)  horas  a  serem  cumpridas  em  reuniões  de  planejamento  e  avaliação  agendadas pela Coordenação Regional do Programa. atribuídas em  conjunto com a carga horária do Programa Escola da Família.  IV ‐ 2 (duas) horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha (HTPLs).  realizado  na  escola.  no  decorrer  do  ano.  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional    Artigo  979  ‐  O  Educador  Profissional  ficará  vinculado  ao  Programa  Escola  da  Família  e  poderá  ser  remanejado.  devendo  desenvolver  as  atividades  do  Programa. 9º)    Subseção VII  Da Carga Horária.  §  1º  ‐  O  docente  em  exercício  nas  atribuições  de  Educador  Profissional  cumprirá  calendário  anual  diferenciado  daquele  que  cumprem  seus  pares  docentes  nas  unidades  escolares.  conforme  o  caso.  para  outra  unidade  escolar.  III  ‐  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  coletivo  (HTPCs).  ao  longo  do  ano  letivo.  devendo. ou de outros projetos e modalidades de ensino.  desde  que  estabelecidas  e  homologadas  pelo  Diretor  de  Escola. de que trata o artigo 974. em nível de Diretoria de Ensino.    Artigo 982 ‐ O Educador Profissional que deixar de corresponder às exigências do  Programa  terá  suas  atribuições  interrompidas. desde que:  299 .  sendo‐lhe  assegurados a ampla defesa e contraditório.  por  decisão  do  Diretor  de  Escola.  juntamente com seus pares. a fim de atender aos interesses do Programa. será distribuída na  seguinte conformidade:  I ‐ 8 (oito) horas para desenvolvimento das atividades programadas para os sábados e  8 (oito) horas para os domingos. observada a forma estabelecida no artigo 974.  a  mesma  ser  alterada.

 de 29 de dezembro de 2009.  (Res. podendo  continuar ministrando as aulas remanescentes. juntamente com seus pares docentes.  desde que por prazo superior a 15 (quinze) dias. perderá as respectivas horas e terá redução de sua carga horária. se  for o caso. à exceção de  afastamento para exercer qualquer outro tipo de atividade ou prestação de serviços. compatível com o horário total de  trabalho do docente. arts.  admitido  com  atribuição