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Paul is Tin Ha 2010

Paul is Tin Ha 2010

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
     

GOVERNADOR: Alberto Goldman 
SECRETÁRIO: Paulo Renato Costa Souza  SECRETÁRIO ADJUNTO: Guilherme Bueno de Camargo 
CHEFE DE GABINETE: Fernando Padula Novaes  

 

               

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
 
(REVISADA E ATUALIZADA)             

 

         
SÃO PAULO  2010 

                                                                                                         

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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 
                 

UNIFICAÇÃO DE DISPOSITIVOS LEGAIS E  NORMATIVOS RELATIVOS AO ENSINO  FUNDAMENTAL E MÉDIO 
(REVISADA E ATUALIZADA)            Grupo de Trabalho:  Aparecida Manharelo Gimenez  Dirce Maran de Carvalho  Gilda Inez Pereira Piorino  Ivone Luzia Coiradas  Júlio César Ribeiro  Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora  Olívia Teresa Bernucci Pires  Sandra Maria Bortoluci Toledo  Silvia Cristina Collpy Favaron  Stella Marques Nunes  Vera Lucia Rocamora Paszko 

 

     
SÃO PAULO  2010 

  Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicadas a fonte, a data da publicação e observada a legislação em vigor, em especial a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA

  S241L 

                    SE/SEDE     

  PAULO  (Estado)  Secretaria  da  Educação.  Legislação  de  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Estadual.  Unificação  de  Dispositivos  Legais  e  Normativos  relativos  ao  Ensino  Fundamental  e  Médio.  Coordenação  de  Leslie Maria José da Silva Rama                São  Paulo, SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, 2010    1. Educação – Legislação  2. Ensino Fundamental e Médio – I  Título 
2ª edição 

  SÃO 

CDU 37:34   

Impresso: República Federativa do Brasil  SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO  Praça da República, 53 – Centro  CEP  01045 ‐ 903  Fone/Fax: 3218 2000 

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APRESENTAÇÃO 
      Este  trabalho  de  unificação  de  dispositivos  legais  e  normativos,  realizado  com  determinação  e  competência  por  comissão  designada  em  janeiro  do  ano  em  curso,  objetiva  imprimir maior eficiência à gestão administrativa e pedagógica do sistema educacional.     Após  o  exame  de  centenas  de  atos  legais  e  normativos,  compreendendo  leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  foi  elaborado  este  compêndio  que  reúne,  num  único  corpo,  normas relativas ao ensino fundamental e médio e às  questões afetas  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério que atuam na educação básica.    Seu  principal  objetivo  é  possibilitar  aos  educadores  o  acesso  rápido  e  eficaz  ao  conhecimento e ao fundamento legal dos casos concretos, com que se deparam inúmeras vezes no  desempenho de suas funções.    A  essa  missão,  seguir‐se‐á  a  de  manter  atualizado  o  acervo  ora  compilado  e  organizado,  a  fim  de  facilitar  a  tarefa  de  todos  os  profissionais  de  educação  que  se  valem  da  legislação do ensino, cotidianamente.    Esperamos  que  esta  obra  colabore  com  os  educadores  do  nosso  Estado  e  que  ajustes    e  esclarecimentos  requeridos  sejam  apontados  para  análise  e  encaminhamento  da  comissão.     A  todos  que  tornaram  possível  esta  obra  os  nossos  agradecimentos.  Ao  Dr.  Fernando  Padula  Novaes,  Chefe  de  Gabinete,  a  quem  conferimos  as  decisões  burocráticas  necessárias à viabilização dos trabalhos da comissão, nosso especial reconhecimento.        São Paulo, julho de 2008.  Maria Helena Guimarães de Castro ‐ Secretária da Educação                           

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INTRODUÇÃO 
    Esta obra reúne e integra disposições normativas de leis, decretos, resoluções SE e  deliberações  CEE,  relativas  ao  ensino  fundamental  e  médio  e  aos  profissionais  de  educação  que  atuam nesses níveis da educação básica.    A Secretária da Educação, sensível à necessidade de se ordenar sistematicamente  os  dispersos  e  numerosos  dispositivos  que  disciplinam  e  regulamentam  o  ensino  fundamental  e  médio, com a preocupação de propiciar aos educadores maior facilidade na busca do fundamento  legal  aplicável  aos  casos  concretos  com  os  quais  lidam no  dia‐a‐dia,  determinou  que  se  reunisse  num corpo orgânico e homogêneo a legislação esparsa e desordenada desses níveis de ensino.    Essa preocupação vem somar‐se à de outros secretários de estado e à do governo  de imprimir maior eficiência à gestão pública pela redução  do repertório de leis, decretos e demais  atos normativos do Estado de São Paulo.    O  grupo  de  trabalho,  sob  nossa  coordenação,  integrado  por  representantes  dos  órgãos da estrutura básica da Pasta da Educação, lançou‐se com afinco e determinação à árdua  tarefa de identificar, selecionar e ordenar os diplomas legais e normativos, compreendendo aí leis,  decretos,  resoluções  SE  e  deliberações  CEE,  cujos  dispositivos  relacionam‐se  e    aplicam‐se  ao  ensino fundamental e médio do nosso estado.    Foi  preocupação  constante  do  grupo  de  trabalho  a  obediência  aos  princípios  e  à  metodologia previstos na Lei Complementar nº 863, de 29.12.99, que “dispõe sobre a elaboração,  a redação, a alteração e a consolidação das leis, conforme determina o item 16 do parágrafo único  do  artigo  23  da  Constituição  do  Estado  e  estabelece  normas  para  a  consolidação  dos  atos  normativos que menciona”.    No  intuito  de  sistematizar  e  unificar  dispositivos  legais  e  normativos  que  disciplinam  e  regulamentam  a  gestão  curricular,  pedagógica,  de  informação,  de  vida  escolar,  de  pessoas, de patrimônio, de resultados, de recursos financeiros, de projetos e programas e outros,  buscaram‐se,  na  esparsa  e  complexa  legislação  de  ensino,  aqueles  dispositivos  conexos  ou  afins,  que têm aplicação no campo educacional, objeto deste trabalho.    Preservando‐se o conteúdo normativo original dos dispositivos unificados, fizeram‐ se alterações, sempre com observância do disposto no § 2º do art. 10 da lei complementar citada:  1. introdução de novas divisões do texto base;  2. adaptação de redação por junção de dispositivos;  3.  alteração  de  redação  de  um  dispositivo,  para  incluir  a  disposição  de  outro,  visando ao melhor posicionamento da matéria no texto;  4.  supressão  de  palavras  ou  expressões  para  evitar  repetições  desnecessárias,  conferindo maior concisão ao texto;  5.  exclusão  de  dispositivos  vetados  e  os  que    tratam  de  cláusulas  de  regulamentação, de dotação orçamentária  e de vigência;  6.  substituição  de  expressões  como    “esta  lei”,  “esta  resolução”,  “este  decreto”,  “esta  deliberação”,    por  “este  capítulo”,    “esta  seção”,  ou  esta  “subseção”,  etc.  para  melhor 
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  adotando‐se  as  usadas  na  Constituição  Estadual  e  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação Nacional.    Procederam‐se  às  atualizações  impostas  pela  legislação  vigente.  para  adequação  à  temporalidade  do texto.    Estamos conscientes das limitações e das imperfeições de que o trabalho por certo  se  ressente. ou conjunto de dispositivos.  não  aproveitamento  de  dispositivos  legais  temporários.  o  grupo  entendeu  oportuno  inserir nesta obra.    Nossos agradecimentos a todos que. conforme legislação vigente. etc.    Fizeram‐se  as  alterações  determinadas  pela  organicidade  que  a  obra  implica.  10.  contudo. direta ou indiretamente.  mas  confiantes  na  sua  utilidade  e  na  sua  acolhida  pelos  educadores  que  atuam  na  educação básica estadual. nos apoiaram.    O grupo de trabalho.   com a finalidade de atualizá‐las. sob a denominação “Da Gestão de Pessoal”.  8.  da  gestão  pedagógica.  o  teor  normativo  dos  dispositivos  selecionados.  7. da gestão de vida escolar.  tanto  quanto possível.  preservando‐se.  substituição  de  expressões.. uma vez que houve transformação em Capítulo.  Mantiveram‐se. dispositivos regulamentadores das  leis complementares que tratam do estatuto e do plano de carreira do magistério paulista. com a finalidade de emprestar à obra maior transparência e  facilidade  na  consulta  entendeu.posicionamento da matéria.    A  diversidade  de  assuntos  tratados  e  a  dificuldade  de  ordená‐los  em  poucos  blocos.  oportuno  e  útil  indicar  abaixo  de  cada  dispositivo.  alteração  de  denominações  de  algumas  Secretarias  de  Estado  ou  Fundações. sua fonte.    Leslie Maria José da Silva Rama – coordenadora do grupo        8 .  alteração  de  verbos  ou  expressões  verbais.  com  a  finalidade  de  uniformizar  termos  no  texto  unificado.  ainda. sua origem.  transitórios  e  outros  objeto de consolidações. capítulos.  9. Seção ou Subseção. os títulos. da gestão de pessoal e da gestão do prédio escolar. no texto unificado.  por exemplo. seções e subseções originais.    A  par  da  legislação  do  ensino  propriamente  dito.  sobretudo  pelos  preceitos constitucionais e pelas  diretrizes e bases da educação nacional.  conveniente.  levaram‐nos  a  distribuí‐los  em  cinco  títulos:  da  gestão  organizacional.

................................................................... pela Res................................  (Del............TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar . SE nº 86/08...630/08)  (Res.................  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores ................................................................... CEE nº 2/00)   31   Seção IV  Do Número de Alunos por Classe ..  (Decreto nº 40..................................................... 2º e art................. alt................................  Subseção II  Da Contratação de Serviços ...................................................................................... da Movimentação e do Remanejamento de Servidores ......................................................  (Res......................................  (Decreto nº 52...........  Subseção I  Dos Critérios de Fixação............................ SE nº 73/07)  38         9 .........290/95)  (Del......... 102 do Regulamento que integra o Decreto nº 12...............054/07)  34 34 Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares   (Res..342/78)  32       CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA   Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação ............  (Decreto nº 52............... SE nº 25/10)  33 33 33 34   Seção II  Do Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  ....... art...........................................  Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo ............................484/97)  31   Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos ..... CEE nº 10/97)  31   Seção II  Do Censo Escolar .. SE nº 27/08.  (Lei nº 9..................................................................

...............................  (Res........................................................263/93 e  2................................CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas ......................................................................................................913/83)    Seção III  Do Assédio Moral ................ pelas Res.... alt............. CEE nº 72/08)  42   Seção III  Dos Recursos ....658/08)  39 40   Seção II  Da Cobrança de Contribuições .............. Res..................................................................... pela Del.................................. SE nº 39/93)  42   Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões ........  Subseção II  Da Organização Curricular .......  (Leis nºs 8...  (Lei nº 12..........  Subseção III  Das Disposições Finais..................... SE nº 76/08........250/06)  40     CAPÍTULO IV  DOS  RECURSOS  E  DO  ENCAMINHAMENTO  DE  EXPEDIENTES  E  PROCESSOS  AO  CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE ..................... SE nºs 5 e 10/10)  43 43 44 46   10 ............................144/79 e Decreto nº 52...  Subseção I  Da Proposta Curricular ................................. CEE nº 13/95)  43     TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA      CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular...............  (Del..............................................................................................................................................................................................................................................................  (Del...........  (Res......... CEE nº 2/98..... SE nº 98/08 alt.................  (Lei nº 3...............

....................................................................699/03 e Res........ SE/SELT nº 1/08)    Seção III  Do Ensino Religioso .......... Del.......................802/02..........122/76)  Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil ............... Origem ou Etnia ... SE nº 1/04)  Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas ...............................247/99)  Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça..  (Lei nº 9..  (Decreto nº 47...........................................................................................  (Lei nº 1..284/06)  59 60 60 Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais ..............  (Lei nº 9.................  (Lei nº 10..........................................................................  (Lei nº 9........................ CEE nº 16/01 e Res....... SE nº 14/10)  Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo .  (Res...........................Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física .....................................508/97)  58 58 58 58 59 59 Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente .. SE nº 184/02....................................  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA .......................................... pela Res............................939/98)  Subseção IV   Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo ..... Orientação  Sexual............164/95 e 11.................................. alt...........990/01)  Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas” .. Gênero.....................................................  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino de Arte ..................  (Leis nºs 9. SE nº 21/02)  56   Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares ....... Conj.....  (Res.................783/01................................724/97)            11 ................ Decreto nº 46..................................................................................................  (Lei nº 9...........................................................687/97)  Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas".....361/03)  50 50 50 51 54 Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I ...  (Lei nº 10.............  (Lei nº 10........  (Lei nº 12.................................................................

..................................................................................................................................................................................................  (Del.....................................................  Subseção III  Da Matriz Curricular.............................  (Del.....................................................................................  do  Recredenciamento  e  da  Fiscalização  e  Avaliação das Instituições e de Cursos e Programas ..  12 73 74 .........................CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO     Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio...  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas .......   Subseção I  Da Concepção e Características ........................................................................................................ CEE nº 97/10)  66 66 68 71 72 CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL     Seção   I  Dos Cursos da Educação Profissional ....................................................................................................................................................................................................................................................  (Res.. CEE nº 82/09)  60   Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais....  Subseção I  Das Disposições Preliminares.....................  Subseção II  Do  Credenciamento....................    Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional ...........................  Subseção III  Da Vida Escolar ......................................................................................................................................  Subseção IV  Das Disposições Gerais........................................  Subseção IV  Da Matriz Curricular do CEEJA ..........................................................................................  Subseção VII  Das Competências ...............................................  da  Autorização.....................................  Subseção VIII  Das Disposições Gerais ............................  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno.............................................................  Subseção II  Da Matrícula ................................................................................................................................................................ SE nº 3/10)  61 61 62 63 63 64 64 65 66   Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos  no Ensino Fundamental e Médio e na  Educação Profissional de Nível Médio ...............

..................................................................................................................................  (Res..........................    Seção II  Da Caracterização e Destinação .......... pela Res..........  Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos ............................................................................    Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado – SAPEs ..................................................................... SE nº 31/08)  75 75 76 78 78 78 79 79 80 80 80 81 82           13 ......... CEE nº 68/07 e Resolução SE nº 11/08..............................................................    Seção III  Da Educação Inclusiva ...1º a 6º)    74     CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento ... SE nº 5/09......................    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos .....    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas ................................... alt................................  Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular .....    Seção IV  Do Processo de Avaliação ...........  Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores ........................................................................  (Del................................................................................. arts............................    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica ..............................    Seção VIII  Da Formação dos Professores ...................................................................  Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs ..............................................................................................................  Subseção IV  Das Atribuições Gerais ................

....................................................................  alt................ Finalidade e Destinação..................................... SE nº 21/08)  87 87 88 88 89     CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição...........  (Del......... pela Res........................................................................................  (Decreto nº 54....................................    Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas ............................  (Deliberação CEE nº 46/05 e Res...................CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização...    Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena .......................................... SE nº 147/03.............................................................................................................................................................    Seção V  Da Matrícula e Frequência  .........................    Seção IV  Dos Cursos e Turmas da Alunos ...............................  ( Res.............................................    Seção IV  Da Atribuição de Aulas ............................................................................................................ Regulamentação............................    Seção III  Das Competências ...................................... SE nº 81/09)  92   Seção III  Da Criação..................... Autorização e Reconhecimento ..    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar ......................................................................    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento .........758/09  91   Seção II  Da Denominação...................................... Instalação................................................................. Organização e Funcionamento .........................................................................    14 92 93 94 95 96 .... CEE nº 46/05)  85   Seção II  Dos Objetivos ...........................

............................................................  (Res.................... das Ações e Matrizes Curriculares ..........................................................................SE nº 7/10)  104 105           15 ........................ da Res..................................................................................................................................  (Decreto nº 54...................................    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão ...................................................... SE nº 93/08............................  Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária ................  (Decreto nº 27.......................270/87e Res........................................................................................................................     Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária .......................  (Res..............................Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes .. SE nºs 89/05 e 93/08)  101 101 101 102 102 102   Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI.................    Secção VI  Das Disposições Gerais .............758/09)  100     CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I   Da Instituição e Finalidade ................................................................  Subseção I  Do Currículo Básico................................................................................................  (Res.......................................................... SE nº81/09)  96 97 99   Seção XI  Das Competências ..................... com a alt......................    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação...................... SE nº 81/09)      99   Seção XII  Disposição Final ..........................................................................    Seção IX  Do Professor Coordenador ..............    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e do Funcionamento da Escola de Tempo Integral ..

.........5...968/92)  (Lei nº 8...........113/68)  (Lei de 11.................434/56)  (Lei nº 9.....  (Lei nº 3........84)  (Lei nº 9.......346/68)  (Lei nº 614/74)  (Lei nº 641/75)  (Lei nº 1.......839/90)  (Lei nº 8................  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos .....685/04)  (Lei nº 12.5......151/92)  112 16 ...............338/96)  (Lei nº 9.067/95)  (Lei nº 10............857/01)  (Res...........................944/94)  (Lei nº 9..................142/68)  (Lei nº 10.............086/64)  (Lei  de 18.896/97)  (Lei nº 10.............401/56)  (Lei nº 10..  (Lei nº 8. SE nº 102/03)  106   Seção III  Das Datas e Comemorações ....028/98)  (Lei nº 12..............509/00)  (Lei nº 11.......... SE de 29........ SE nº 135/90)  105   Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos ........................70)  (Lei nº 9..........................  (Res.........  (Lei nº 6......................  (Lei nº 3....................230/06)  (Lei nº 12..929/08)  107 107 Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental .....532/97)  109 Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde ............886/67)   (Lei nº 10..71)  (Lei nº 9......9............  (Decreto nº 31...........145/05)   (Lei nº 12..902/08)  (Lei nº 4......930/85)  110 Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo ................114/98)  (Lei nº 10..........245/76)  (Lei nº 4..875/90 e Res.........046/05)  (Lei nº 12.....529/97)  (Lei nº 10...CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar  e da Suspensão do Expediente .............565/85)  (Lei nº 7.......267/68)  (Lei nº 10........

.... SE nº 95/86)  (Lei nº 12.................................  Subseção II  Dos Recursos ..................294/64)  (Lei nº 9...............985/02)  (Lei nº 1.......................................................................927/01)  (Lei nº 11..................................................................865/08)  (Lei nº 12.............892/08)  (Lei nº 10.... SE nº 139/84)  (Lei nº 10................501/97)  (Res....934/08)  (Decreto nº 46..........................................878/01)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas .  (Del...........497/97)  (Lei nº 9...........352/99)  124 124 125   Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente .930/08)  (Lei nº 12..   17 125 .................................................................  (Res...............732/01)   (Lei nº 174/48 e Res............. alterada pela Lei nº 337/74)  (Lei nº 6.......................... SE nº 86/07)  123   Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica ...............................  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos ..................971/79)  (Lei nº 10...........    Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários .............................................098/98)  (Lei nº 10................854/67.............................(Lei nº 9.  (Lei nº 10.............  (Lei nº 794/50)  (Lei nº 8................757/90)  (Lei nº 610/74)  118     CAPÍTULO IX   D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características ....366/03)  (Lei nº 12........... SE nº 40/09)  119 122 CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever ............ CEE nº 87/09 e Res...........

......  Subseção III  Das Atribuições e Competências ..............  Subseção III  Do Professor Orientador ..................................................................  Subseção IV  Das Atribuições do Aluno ...........Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa .......  Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos ................  (Decreto nº 50........................  Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa ...........522/00)  125 126 127 127   Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento ............................... SE nº 28/06)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo ........................................................................................  (Decreto nº 29..........................................................................................  (Lei nº 10......856/01)  129   Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores .....  (Lei nº 9..............................................................  Patriarca  da  Independência do Brasil .............................................................  Subseção II  Dos Convênios ...................  (Lei nº 10.............................................................. Expansão e Objetivos ................627/07)  130 130 131   Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ................................................................................................. alterado pelo Decreto nº 50.............................................  Subseção I  Da Instituição e Abrangência .......................................781/89 .  (Res....................................................................................................................  18 131 131 132 132 133 ..................................................................................................................................... das Competências e dos Convênios ............................................................................................  Subseção I  Da Instituição..............269/05)  127   Seção V  Do  “Programa  Memória  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva”..........................................  Subseção II  Do Desenvolvimento...................................................499/06)  128 128 129 Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação ...................................................................................  Subseção I  Da Instituição............... da Destinação e dos Objetivos ...476/96)  130   Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade” ..  (Decreto nº 51.

... REGULA‐RIZAÇÃO DE VIDA  ESCOLAR E DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais .............................   (Lei nº 973/76........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  Subseção II  Do Registro de Freqüência ................................................... SE nº 90/08)  134   Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro" ...............................  Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final ........................................... AVALIAÇÃO...................  (Del...............  (Res........................................................  Subseção II  Do Pedido de Reconsideração ................  Subseção IV  Das Disposições Gerais ................ RENDIMENTO................ CEE nº 11/96)  143 143 143 144 146   19 .................................. RECUPERAÇÃO............................  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho ................................... CEE nº 16/97)  141   Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais........828/05)  141     TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR      CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA........................402/91)  141   Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro ..................................................... alterada pela Lei nº 7.  Subseção III  Dos Recursos ....  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios ................................................Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho...................................  (Lei nº 11.....................................................  (Del.................... SE nº 61/07)  142 142 142 142   Seção IV  Da Avaliação do Aluno ............................  (Res.................................

Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior ............................................................ 
(Del. CEE nº 21/01) 

147

  Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar ..................................................................  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares ................................................................ 
(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.2.05) 

148 148

Subseção II  Dos  Procedimentos  para  Tramitação  de  Expedientes/Processos  de  Regularização  de  Vida Escolar ........................................................................................................................ 
(Del. CEE nº 18/86) 

150 150

Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor ...................... 
(Res. SE nº 307/86) 

  Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade ............................................................................ 
(Res. SE nº 310/89) 

150

  Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada ...............................................................................  Subseção I  Da Progressão Continuada ................................................................................................. 
(Del. CEE nº 9/97) 

151 151 153

Subseção II  Da Progressão Parcial ......................................................................................................... 
(Res. SE nº 21/98) 

  Seção IX  Do Processo de Reclassificação .......................................................................................... 
(Res. SE nº 20/98) 

153

  Seção X  Das Classes de Aceleração .................................................................................................. 
(Res. SE nº 77/96) 

154

  Seção XI   Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental .................................... 
(Res. SE nº 92/09) 

155

  Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio..... 
(Res. SE nº 93/09) 

156

  Seção XII  Dos Documentos Escolares .................................................................................................  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar ............................................................................................  Subseção II 
20

160 160

Das Competências e Atribuições ........................................................................................ 
(Res. SE nº 25/81) 

160

  Seção XIII  Da Escrituração Escolar .....................................................................................................  Subseção I  Da  Informatização  do  Sistema  de  Publicação  de  Nomes  de  Alunos  Concluintes  de  Estudos de Nível Fundamental e Médio ............................................................................. 
(Res. SE nº 108/02) 

161

161

Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação ............................................................................ 
(Del. CEE nº 4/95) 

162

    CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE ................................................................  Subseção I  Da Criação e Atribuições ....................................................................................................  Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências .................................................................  Subseção III  Da Composição, do Mandato e das Reuniões ....................................................................   Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar – SIAVE ...................................................... 
(Lei nº 11.264/02) 

162 162 163 163 164

  Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para  Tratamento de Saúde ........................................................................................................  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado ...................................................................................................... 
(Lei nº 10.685/00) 

164 164 164

Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde ....................................................................... 
(Del. CEE nº 59/06) 

  Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção ....................................................................................  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual ........................................................... 
(Decreto nº 38.641/94) 

165 165 166

Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal .............................................................................................. 
(Lei nº 11.257/02) 

  Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve" ................. 
21

166

(Lei nº 12.283/06) 

  Seção V   Da Gravidez na Adolescência .............................................................................................. 
(Lei nº 11.972/05) 

167

  Seção VI   Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras  Drogas .................................................................................................................................  Subseção I  Da Prevenção, do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas ..................... 
(Lei nº 12.258/06) 

168 168

Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes .................................... 
 (Lei nº 9.830/97) 

169

Subseção III  Do  "Programa  de  Educação  Específica  contra  os  Males  do  Fumo,  do  Álcool  e  das  Drogas" ............................................................................................................................... 
(Lei nº 12.297/06) 

169

  Seção VII  Da  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  Exploração  contra  Crianças  e  Adolescentes no Estado de São Paulo ................................................................................ 
(Lei nº 10.429/99 e Res. SE nº 277/86) 

170

  Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação ............................................................................  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual .......................................................................... 
(Lei nº 10.948/01) 

170 170 172

Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial ..........................................................  (Lei nº 10.237/99) 

CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar ............................................................................................................ 
(Lei nº 10.761/01 e Lei nº 2.037/79) 

172

  Seção II  Do Transporte Escolar .........................................................................................................  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município ....................................... 
(Res. SE nºs 33/09 e 34/09) 

173 173

Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal ........................................................................... 
(Lei nº 11.258/02) 

178

 
22

Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ................. 
(Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros,  alt.  pelo  Decreto nº 30.945/89)  (Res. SE nº 179/93, alt. pela Res. SE nº 133/03)

179

  Seção III  Do  Direito  ao  Pagamento  de  Meia‐Entrada  em  Espetáculos  Esportivos,  Culturais  e  de  Lazer ................................................................................................................................... 
(Lei nº 7.844/92 e Decreto nº 35.606/92) 

179

    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL      CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório ................................................................  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados ........................................ 
(Decreto nº 53.037/08, com alt. do Decr. nº 55.144/09) 

180 180 181

Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público ........................ 
(Decreto nº 52.344/07 e Res. SE nº 66/08) 

  Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente .................................................................. 
(Decreto nº 55.144/09) 

191

  Seção III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério ...........................................................................................................................  Subseção I  Das disposições Preliminares...............................................................................................  Subseção II  Da Inscrição ........................................................................................................................  Subseção III  Da Classificação dos Inscritos .............................................................................................  Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial .......................................................................................  Subseção V  Do Cadastramento .............................................................................................................  Subseção VI  Da Atribuição durante o Ano .............................................................................................  Subseção VII  Das Disposições Finais  ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 98/09,  com a alt. da Res. SE nº 11/10) 

194 194 195 196 200 209 210 213

23

  Seção IV  Da Atribuição de Classes, Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares ....................................................................................................  Subseção II   Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena ... ...........................................  Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de estudos de Línguas ...............................................  Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP ......................................................  Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar .....................................................  Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura .................................................  Subseção VII  Das Disposições Gerais ....................................................................................................... 
(Res. SE nº 13/10) 

215 215 216 217 217 218 218 218

  Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos ...........  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos ...............................................  Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos ...........................................................................................  Subseção III  Das Atribuições dos Adidos ................................................................................................ 
(Decreto nº 42.966/98) 

219 219 220 221

  Seção VI  Do Controle de Frequência dos Docentes ..........................................................................  Subseção I  Da Sede de Controle de Frequência ...................................................................................  Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas ............................................................................................. 
(Decreto nº 39.931/95) 

221 221 222

  Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério ............................................  Subseção I  Das Normas e Requisitos ....................................................................................................  Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes ........................................................................  Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico ....................................................... 
(Decreto 24.948/86, Decreto nº 53.037/08, alt. pelo Decreto nº 53.161/08 e Res. SE nº 57/08) 

223 223 224 225

  Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos .......................................................... 
(Decretos nºs 41.915/97 e 53.037/08) 

229

24

  Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério  ................................. 
(Decreto nº 49.893/05) 

232

  Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade  de Classe ............................................................................................................................. 
(Decreto nº 31.170/90, combinado com o Decreto nº 52.833/08) 

234

  Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola ............................................................. 
(Decretos nºs 43.409/98 e 53.037/08 ) 

235

  Seção XII  Da Coordenação Pedagógica ..............................................................................................  Subseção I  Do Professor Coordenador ................................................................................................. 
(Res. SE nº 88/07, alterada pela Res. SE nº 10/08) 

237 237 240 241

Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental ........................................... 
(Res. SE nº 89/07) 

Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ........... 
(Res. SE nº 90/07) 

Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas ........................................................ 
(Res. SE nº 91/07) 

242

  Seção XIII  Do  Setor  de  Trabalho,  das  Atribuições  e  da  Gratificação  Especial  do  Supervisor  de  Ensino ................................................................................................................................. 
(Res. SE nº 97/09 e 23/10) 

243

    CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada .......................................................................... 
(Lei nº 11.498/03) 

245

  Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores ......................................................................... 
(Res. SE nº 62/05) 

246

  Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica ........................................................... 
(Del. CEE nº 10/99) 

249

   
25

Seção IV  Dos Cursos de Especialização ............................................................................................. 
(Deliberações CEE nºs 40/04 e 53/05) 

250

    CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do  Acréscimo  de  1/3  (um  terço)  ao  Valor  da  Retribuição  Mensal  de  Funcionários  e  Servidores do Estado, quando em Gozo de Férias ............................................................. 
(Decreto nº 29.439/88, alterado pelo Decreto nº 33.152/91) 

252

  Seção II  Do Adicional de Local de Exercício ...................................................................................... 
(Decreto nº 52.674/08) 

253

  Seção III  Do Auxílio‐Alimentação ...................................................................................................... 
(Lei nº 7.524/91, alterada pelas Leis nºs 8.106/92 e 8.320/93)  (Decreto nº 34.064/91, alterado pelo Decreto nº 50.079/05) 

253

  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte ......................................................................................................... 
(Lei nº 6.248/88, alterada pela Lei Compl. nº 755/94)  (Decreto nº 30.595/89, alterado pelo Decreto nº 38.687/94) 

255

  Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante ...................................................................... 
(Lei nº 3.732/83) 

256

    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional ........................................................................................................  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica ........................................................................ 
(Decreto nº 45.348/00, alterado pelo Decreto nº 49.366/05) 

256 256 259

Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica ................................................................ 
(Decreto nº 49.394/05 e Res. SE nº 21/05) 

  Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério ....................................................  Subseção I  Das Disposições Preliminares..............................................................................................  Subseção II  Da Inscrições .......................................................................................................................   
26

262 262 263

...........  (Lei nº 12.............  (Lei nº 11.............................................277/08 e Res.....................................875/05)  285   27 . SE nº 145/86.........  Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos..... SE nº 26/97)  279   Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno .............  (Decreto nº 48.......................................................................  (Res................................................................  (Decreto nº 35......143/09 e Res.................  (Res....................... Decreto nº 53....................................048/05)  284   Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado  de São Paulo ...........298/03....................................................... SE nº 15/90)  282 283   Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes ................Subseção III  Das Indicações de Unidades ........................................................................................................................................... SE nº 95/09)  267 268 270 273 273 274   Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado ............................................ SE nº 307/91 c/c a Lei Compl......................................................  Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potencias  ............................858/01)  283   Seção IX  Do Adicional de Transporte ............................. SE nº 306/89)   Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada ... nº 706/93 e  alterada pela Res............................................................................................................................... alterada pela Res.........  (Decreto nº 55.............................  Subseção VIII  Das Disposições Finais ................................................................................................  (Res.. SE nº 64/08)  275   Seção IV  Da Readaptação .......................................................  Subseção VII  Da Atribuição de Vagas...................................................................796/92)  283   Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador ............. SE nº 289/86....................................  (Lei nº 10......................  (Res..............  Subseção VI  Da União de Cônjuges .................................. SE nº 82/86)  281   Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias .... alterada pela Res.........................................................................................................

........... SE nº 179/93.306/99)  286   Seção III  Do Combate a Incêndios ....  alterado  pelo Decreto nº 30.....945/89)  (Res..092/81)  287   Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool...............762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas...........................................  (Lei nº 9............................................................................................................................625/08)  289       28 ...............730/07)  (Decreto nº 52........740/97)  286   Seção II  Das Lixeiras Seletivas ...........  (Lei nº 11.............................................210/88............  (Leis nºs 2..................................Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano ........................760/97 e 13............................................  (Lei nº 10................................................................................................. alterada pela Lei nº 9........  (Lei nº 12....................... Drogas e Tabaco .................................................................  (Lei nº 11......  (Regulamento  dos  Serviços  Rodoviários  Intermunicipais  de  Transporte  Coletivo  de  Passageiros....540/03)  Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas ......................................................016/08)  Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola ..  Subseção I  Da Advertência quanto ao prejuízo causado pelas Drogas ..........................016/08)  Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar ..877/94)  (Lei nº 6................... SE nº 133/03) 285 TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR        CAPÍTULO I    DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos ....................388/03)  287 287 287 288 288 288 Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos ....  (Leis nºs 9...  (Lei nº 3..  (Lei nº 8. alterada pela Res......845/81 e  13....

............................................................  (Lei nº 10..................................  (Lei nº 9........730/83 e Res......  (Decreto nº 28...........................................312/99)  (Decreto nº 44................    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA  Seção I  Do Programa de Segurança Escolar ....875/01)  290   Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia ................166/99)  294   Seção IV  Do Programa Escola da Família .........643/88)  (Lei nº 10....................................... alt...................................  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares para Encontros de Caráter  Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas ..326/99)  293   Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária ...........................................  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ..642/88................................................................ Ensino............................................................................  (Lei nº 11................................................................................  (Decreto nº 28.....................................................................................  Subseção III  Das Competências e Atribuições ............552/97)  289   Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança .......... SE nº 229/95)  (Lei nº 10................................................    29 295 295 296 297 ................................................853/05)  291     CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos ...................................................................... pelo Decreto nº 41...........................309/99)  292 292 Subseção II  Da  Cessão  de  Uso  de  Espaços  Livres  de  Próprios  Públicos  para  Campanhas  contra  as  Drogas ...................................................  Subseção II  Das Parcerias .........465/96)  293   Seção II  Dos Centros de Difusão..............................  (Lei nº 10........................................ Aprendizado e Práticas Esportivas ......................................  (Lei nº 3...........

.... SE nº 18/10)   297 298 299 299 300   Seção V  Do Programa Acessa Escola ......................................  (Res..................................  (Lei nº 6.......................................................................................................................298/99)  Subseção III  Da Propaganda de Empresas Privadas nas Reformas de Prédios Escolares ................................................... SE nº 37/08 e Res.........  Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional ...  Subseção VIII  Dos Direitos e Vantagens do Educador Profissional ............................  (Lei nº 10..............  Subseção VII  Da Carga Horária............................  Subseção II  Da Implementação e das Atribuições dos Órgãos Envolvidos ..485/97)  30 ...................................... Conj.................................................  Subseção III  Das Atividades de Estágio ...................... SE/SGP nº 1/08)  301 301 301 302   Seção VI  Da Propaganda nas Escolas .................... Dispensa e Remanejamento do Educador Profissional ..........  Subseção I  Da Locação do Muro de Escolas .............  (Lei nº 9.............................................................................................. Frequencia.............................Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional ......................................479/89)  303 303 303 303 Subseção II  Da Proibição de Propaganda nas Imediações de Escolas .....................  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional .....  Subseção I  Da Instituição e Objetivos ......  ( Decreto nº 48..........................781/04 e Res....

      (•)  A  indicação  CEE  nº  9/97.  Vide  Parecer  CEE  nº  67/98.  também.    Artigo 6º ‐ O cadastramento instituído pelo artigo anterior poderá ser estendido:  I  ‐  mediante  celebração  de  Termos  de  Cooperação  Técnica  com  a  Secretaria  da  Educação:  a) à rede municipal de ensino.  integrante  da  Del. a escolas particulares.    Artigo 3º ‐ O Censo Escolar deverá aferir os índices de analfabetismo e sua relação  com a universalização do ensino fundamental.    Artigo  4º  ‐  O  Poder  Executivo  poderá  estabelecer  convênios  com  os  municípios  para a realização do Censo Escolar. 1º.  II ‐ mediante instrumento próprio de adesão.  arts. anexo.  Parágrafo  único  ‐  O  Censo  Escolar  previsto  neste  artigo  será  realizado  bienalmente. 2º e 3º)    Seção III  Do Cadastramento Geral de Alunos    Artigo 5º ‐ Fica instituído o Cadastramento Geral de Alunos do ensino fundamental  e médio.  em  atendimento  à  Lei  Federal  nº  9.  devem  obedecer  às  orientações  constantes da  Indicação  nº  9/97.  a  serem  elaborados  para  vigência  a  partir  de  1998. regular e supletivo.  encontra‐se  anexada  a  esta  unificação.  de  20 de dezembro  de 1996.TÍTULO I  DA GESTÃO ORGANIZACIONAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR    Seção I  Do Regimento Escolar    Artigo 1º ‐ Os regimentos escolares dos estabelecimentos de ensino fundamental  e  médio.  b)    ao  SENAI  ‐  Serviço  Nacional  de  Aprendizagem  Industrial  e  ao  SESI  ‐  Serviço  Social da Indústria. 1º)    Seção II  Do Censo Escolar    Artigo  2º  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  promover  o  Censo  Escolar  no  Estado de São Paulo. (•)  (Del. art.  CEE  nº  10/97.  (Lei nº 9.  31 .484/97.394. das Secretarias de Estado e das Autarquias. CEE nº 10/97.

  II ‐ 35 alunos para as classes das séries/anos finais do ensino fundamental.  e  para  o  atendimento  escolar  de  alunos  com  deficiência. de 31‐8‐95. sujeitos  ao cadastramento geral de alunos instituído pelo Decreto nº 40.    Artigo  13  ‐  Fica  a  Secretaria  de  Estado  da  Educação  responsável  pela  guarda  e  sigilo dos dados cadastrados.    Artigo  12  ‐  O  cadastramento  será  coordenado  pela  Secretaria  de  Estado  da  Educação que baixará instruções normativas para sua realização. que consiste em um número para cada aluno.  (Del.  IV ‐ 40 alunos para as turmas de educação de jovens e adultos. 4º.  Artigo 8º ‐ O Cadastramento Geral de Alunos será coordenado pela Secretaria da  Educação.   V  ‐  15  a  20  alunos  para  as  turmas  do  Projeto  Intensivo  no  Ciclo  ‐  PIC  de  3ª  e 4ª  séries do ensino fundamental.  III ‐ 40 alunos para as classes do ensino médio.  a  partir  dos  princípios  da  educação inclusiva.  sempre  que houver  disponibilidade  de  recursos  físicos.  deverão  ser  observados  como  critérios  para  organização  e  composição  de  classes/turmas  os  seguintes  referenciais  quanto  à  média de alunos por classe:  I ‐ 30 alunos para as classes das séries/anos iniciais do ensino fundamental.290. será emitido o Registro de  Alunos (RA). desde a educação infantil até o ensino médio. 1º.  VII  ‐  as  turmas  de  recuperação  paralela  serão  constituídas  de  15  a  20  alunos  e  organizadas em conformidade com as diretrizes fixadas na Resolução nº 40/2008. 2º. que baixará instruções normativas para sua realização. 1º.  Artigo  7º  ‐  O  Cadastramento  Geral  de  Alunos  objetiva  conhecer  com  precisão  o  número de alunos matriculados e freqüentes nas escolas. nos dois níveis de  ensino: fundamental e médio. 2º e 3º)     Seção IV  Do Número de Alunos por Classe    Artigo  14  –  Na  organização  do  atendimento  à  demanda  escolar  nas  escolas  estaduais.  VI  ‐  12  a  15  alunos  na  oferta  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado.  § 1º ‐ Casos excepcionais deverão ser submetidos à análise da Diretoria Ensino e à  homologação anual da respectiva Coordenadoria. em conformidade com o disposto na Resolução nº 11/2008.    Artigo 10 ‐ O Registro de Alunos (RA) será considerado documento indispensável  para a matrícula ou transferência de cada aluno na rede estadual de ensino. arts. 5º e 6º)    Artigo 11 ‐ Ficam os estabelecimentos de ensino que atuam na educação básica do  sistema de ensino do Estado de São Paulo.  (Decreto nº 40. arts. evitando‐se a duplicidade de matrículas  e a formação de classes ociosas.  SAPE(s).290/95.    Artigo  9º  ‐  A  partir  do  levantamento  de  documentos  de  todos  os  alunos  e  da  consolidação dos dados obtidos com o Cadastramento Geral de Alunos. 3º. CEE nº 2/00.  32 .

  2º  e  art.  III ‐ a contratação de prestação de serviços das atividades que não são próprias ou  exclusivas do Estado. no que se refere a Diretor de Escola.  VI ‐ a relação de unidades escolares em processo de contratação de prestação de  serviços das atividades que não são próprias ou exclusivas do Estado. Vice‐Diretor de Escola e integrantes do QAE deverá  observar:  I ‐ a quantidade de classes da unidade escolar.    Artigo  16  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  efetuar  a  fixação  e  a  revisão  dos  módulos de pessoal de que trata o artigo anterior para:  I ‐ a organização do concurso de remoção ou de ingresso.630/08.    Artigo  17  ‐  A  movimentação  dos  servidores  ocorrerá  por  meio  de  concurso  de  remoção ou por transferência.261.  VII ‐ outros critérios definidos por estudos da Secretaria da Educação. 1º e 2º.  II ‐ as condições físicas e/ou estruturais da escola.  IV ‐ o número de servidores afastados. 2º e 3º)    Subseção II  Da Contratação de Serviços    Artigo  18  ‐  A  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  nas  unidades  escolares  será  precedida  de  processo  licitatório  33 . de 28 de outubro  de 1968. nos termos dos artigos 26 a 29 da Lei nº 10.  II ‐ as transferências. indicadores de vulnerabilidade. quando em carteira individual.  V ‐ o número de servidores readaptados.  SE  nº  86/08.  §  1º  ‐  Os  servidores  das  unidades  escolares  em  processo  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas  do  Estado  poderão  ser  remanejados para outras unidades escolares.  §  2º  ‐  As  situações  abrangidas  por  este  artigo  obedecerão  às  necessidades  de  recursos humanos e à conveniência administrativa.  (Res. de 12 de maio de 1978. e dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180. da Movimentação e do Remanejamento de Servidores    Artigo 15 ‐ A fixação do módulo de pessoal das unidades escolares da Secretaria da  Educação.  102  do  Regulamento  que  integra  o  Decreto  nº  12.  (Decreto nº 52.  art.§  2º  ‐  A  área  das  salas  de  aula  corresponderá  no  mínimo  a  1.342/78)    CAPÍTULO II  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL DA ESCOLA    Seção I  Do Módulo de Pessoal das Unidades Escolares da Secretaria de Educação  Subseção I  Dos Critérios de Fixação. arts.20 m .00  m2  por  aluno  lotado em carteira dupla e de 1. §§ 1º.  entre outros.  III ‐ o número de servidores em exercício.

 quando a unidade escolar comportar diretor de escola.  (Decreto nº 52.5 (cinco décimos). SE nº 27/08. conforme anexo que integra esta subseção. 1º)    Artigo  20  ‐  Para  cálculo  das  necessidades  das  unidades  escolares  na  revisão  de  módulo  de  pessoal  não  serão  computados  os  quantitativos  referentes  a  servidores  afastados  e  readaptados. 2º)    (• ) ANEXO    Nº de  Nº de  Diretor de  Vice‐Diretor  Secretário  Agente de  Agente de  classes  Turnos  Escola  de Escola  de Escola  Organização  Serviços Escolares Escolar  2 a 3  1 ou +  0  0  0  0  1  4 a 7  1 ou +  0  1  0  1  1  8 a 11  1 ou +  1  0  0  2  1  12 a 44  1 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  2  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)  45 ou +  3 ou +  1  2  1  1 para cada grupo  1 para cada grupo  de 5 classes (**)  de 8 classes (**)    Nota:  As  Unidades  Escolares  com    8  a  11  classes  funcionando  em  três  turnos  comportarão  um  Vice‐Diretor além do módulo fixado no referido anexo. art. § 4º do art. art.630/08.  (Decreto nº 52.específico.  (Res.  §  2º  ‐  A  Secretaria  da  Educação  fará  publicar  a  lista  das  unidades  escolares  passíveis  de  contratação  de  prestação  de  serviços  das  atividades  que  não  são  próprias  ou  exclusivas do Estado.    (• ) O Anexo referido no art.630/08. passam a vigorar.  de  21  de  junho  de  1993.  observados  os  termos  da  Lei  nº  8.  (**) O arredondamento de cálculo para maior somente poderá se efetuar para frações superiores  a 0.666. 2º)    Artigo  21  ‐  As  classes  das  escolas  vinculadas  integrarão  o  módulo  da  escola  vinculadora. SE nº 25/10. bem como os estudos da Secretaria  de Educação. 3º)    Subseção III  Dos Parâmetros para Fixação do Módulo    Artigo 19 ‐ Os parâmetros.  e  suas  alterações  posteriores.  34 . art. SE nº 27/08.  § 1º ‐ No caso da contratação de que trata o caput deste artigo serão utilizados os  parâmetros estabelecidos pela Secretaria de Gestão Pública. 19 está com a redação dada pela Res. para definição dos módulos das unidades escolares da  rede estadual de ensino.  (Res.

 seja indispensável  o trabalho  aos  sábados.  durante  todo  o  seu  período  de  funcionamento.  desde  que  mantida  a  divisão  em  dois  períodos  e  assegurado o intervalo mínimo de uma hora para alimentação e descanso. 3º e 4º do artigo  23. com intervalo de duas  horas para alimentação e descanso.  35 . de segunda a sexta‐feira.  § 4º ‐ Para os fins previstos neste artigo.  aplicam‐se  aos  servidores  sujeitos à jornada de trabalho de trinta horas semanais as disposições dos §§ 2º.  diariamente.  em  dois  períodos  dentro  da  faixa  horária compreendida entre oito e dezoito horas.  obrigatoriamente.  2. afixar em local visível ao público e publicar nos meios de comunicação oficiais o  seu horário de funcionamento.  o  horário  dos  servidores  poderá  ser  prorrogado  ou  antecipado.  cabendo  ao  dirigente  do  órgão  disciplinar  o  funcionamento  do  serviço  que  melhor possa atender ao interesse público. cabe ao dirigente do órgão determinar o  sistema que melhor atenda à conveniência e às necessidades do serviço.  § 3º ‐  Nas  unidades em que.     Artigo  24  ‐  A  jornada  de  trabalho  dos  servidores  sujeitos  à  prestação  de  trinta  horas semanais.  em  até  três  turmas  distintas.  garantindo  a  prestação  dos  serviços.  deverá ser cumprida dentro da  faixa horária entre sete e dezenove horas.  observados  o  descanso  semanal remunerado e intervalos para alimentação e descanso.    Artigo  26  ‐  Do  registro  do  ponto.  manter  ininterruptamente  servidores.  §  1º  ‐  Para  atender  à  conveniência  do  serviço  ou  à  peculiaridade  da  função. por  sua natureza.  servidores  para  a  garantia  da  prestação  dos  serviços que lhe são afetos.  domingos.  correspondentes  a seis horas diárias de serviço.  Parágrafo  único  ‐  As  unidades  que  prestam  atendimento  direto  ao  cidadão  deverão:  1.   § 2º ‐ Nas unidades em que houver necessidade de funcionamento ininterrupto.  observada a escala de horário estabelecida pela chefia imediata.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  dezenove  horas.    Artigo  25  ‐  A  freqüência  diária  dos  servidores  da  Administração  Direta  e  das  Autarquias será apurada pelo registro de ponto.  o  cumprimento  do  disposto  neste  artigo.  pontos  facultativos  e/ou  feriados  é  facultado.  Parágrafo  único  ‐  Observadas  as  disposições  do  caput.  mantida  sempre  a  divisão  em  dois  períodos com intervalo de.  no  que  couber.  sempre  que  possível. assegurado o intervalo mínimo de quinze minutos para  alimentação e descanso. deverão constar:  I ‐ o nome e registro geral do servidor.  a  entrada e saída do servidor em serviço. o  horário  poderá  ser  estabelecido  para  duas  ou  mais  turmas. uma hora para alimentação e descanso.     Artigo 23 ‐ A jornada de trabalho dos servidores sujeitos à prestação de quarenta  horas  semanais  de  serviço  será  cumprida.Seção II  Do  Horário de Trabalho e do Registro de Ponto  Subseção I  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores    Artigo  22  ‐  As  unidades  administrativas  públicas  estaduais  deverão  manter.  mediante  o  qual  se  verifica. no mínimo.

  será  submetida.  a  justificação  das  que  excederem  a  esse  número.  § 3º ‐ O servidor perderá a totalidade do vencimento ou salário do dia nos casos  de que trata o caput deste artigo.  36 .    Artigo  30  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.    Artigo  27  ‐  O  servidor  que  faltar  ao  serviço  poderá  requerer  o  abono  ou  a  justificação da falta.  os  dias  intercalados. que decidirá em igual prazo.  §  2º  ‐  A  utilização  do  formulário  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior  dar‐se‐á  a  partir do primeiro dia do mês subseqüente à publicação de Instrução a ser expedida pelo Órgão  Central do Sistema de Administração de Pessoal do Estado.  os  sábados.    Artigo  28  ‐  Poderão  ser  abonadas  as  faltas  ao  serviço. ao seu superior hierárquico. em razão de moléstia ou outro motivo relevante.  justificadas  ou  injustificadas.  desde  que  motivadas  em  fato  que.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas não implicarão desconto da remu‐neração.  domingos.  §  1º  ‐  No  prazo  de  sete  dias  o  chefe  imediato  do  servidor  decidirá  sobre  a  justificação  das  faltas.  até  o  limite  de  vinte  e  quatro.  III ‐ o horário de entrada e saída ao serviço. por escrito à autoridade competente.  V ‐ as ausências temporárias e as faltas ao serviço.  feriados  e  aqueles  em  que  não  haja  expediente  serão  computados para efeito de desconto dos vencimentos ou salários.II ‐ o cargo ou função‐atividade do servidor.  até  o  máximo  de  seis  por  ano.   Parágrafo único ‐ As faltas abonadas e as consideradas justificadas pela autoridade  competente não serão computadas para efeito de configuração dos ilícitos de abandono do cargo  ou função e de faltas interpoladas. no primeiro dia em que comparecer à  repartição.  VIII ‐ assinatura do servidor e da Chefia imediata.     Artigo  29  ‐  Poderão  ser  justificadas  até  vinte  e  quatro  faltas  por  ano.  VII ‐ os afastamentos e licenças previstos em lei. ao Procurador Geral do Estado ou a Dirigente de Autarquia. não excedendo a uma por mês.  possa  constituir  escusa  razoável  do  não  comparecimento.  devidamente  informada  por  essa  autoridade.    Artigo 31 ‐ O servidor perderá um terço do vencimento ou salário do dia quando  entrar  em  serviço  dentro  da  hora  seguinte  à  marcada  para  o  início  dos  trabalhos  ou  retirar‐se  dentro da última hora do expediente.  sua competência se estenderá até o limite de vinte e quatro faltas.  sob  pena  de  sujeitar‐se  a  todas  as  conseqüências  resultantes  da  falta  de  comparecimento.  Parágrafo único ‐ Aplica‐se o disposto no caput deste artigo quando excedidos os  limites fixados nos artigos 32 e 33 e não efetuadas as compensações neles previstas.  VI ‐ as compensações previstas nos artigos 32 e 33. a Secretário de Estado.  até  o  máximo  de  doze  por  ano. eletrônicos ou formulário específico.   §  2º  ‐  Nos  casos  em  que  o  chefe  imediato  seja  diretamente  subordinado  ao  Governador.  §  1º  ‐  Para  o  registro  de  ponto  poderão  ser  utilizados  meios  mecânicos.  IV ‐ o horário de intervalo para alimentação e descanso.  pela  natureza  e  circunstância.  de  preferência. a critério do  superior imediato do servidor.

 ressalvadas as hipóteses previstas nos  artigos 31. de 28  de outubro de 1968.  § 1º ‐ A ausência temporária ou definitiva.  a  critério  da  chefia  imediata.  Parágrafo único ‐ A freqüência do servidor será registrada desde que permaneça  no trabalho por mais de dois terços do horário a que estiver sujeito. a compensação  deverá ser dividida por período não inferior a trinta minutos com exceção do último.  Artigo  32  ‐  Poderá  o  servidor  até  cinco  vezes  por  mês.  a  critério  da  chefia  imediata.  posto  ou  caixa  de  atendimento  eletrônico. 32 e 33 e os casos de consulta ou tratamento de saúde. são computados os dias de sábados.  para a finalidade  específica  de  recebimento  de  sua  retribuição  mensal  em  instituição  bancária.  compensar mais de um período num só dia. feriados e pontos facultativos. nos termos do artigo 121 da Lei nº 10.    Artigo  34  ‐  O  servidor  perderá  a  totalidade  de  seu  vencimento  ou  salário  do  dia  quando comparecer ou retirar‐se do serviço fora de horário.  salário  ou  remuneração.261.     Artigo  33  ‐  Até  o  máximo  de  três  vezes  por  mês.  se  a  ausência  for  igual  ou  inferior  a  trinta  minutos. previstos em  lei. entrar em serviço até uma hora após o  início  do  expediente  ou  deixá‐lo  até  uma  hora  antes  do  término. se a retirada se prolongar por período superior a trinta minutos.  podendo  o  servidor. domingos.  §  2º  ‐  O  servidor  é  obrigado  a  compensar. a critério da Administração.      37 . previstos em  lei. que será pela  fração  necessária  à  compensação  total.  no  mesmo  dia  ou  nos  três  dias  úteis  subseqüentes.  será  concedida  ao  servidor  autorização  para  retirar‐se  temporária  ou  definitivamente.    Artigo 36 ‐ O servidor‐estudante.  § 1º ‐ O benefício previsto no caput deste artigo somente será concedido quando  mediar entre o período de aulas e o expediente da unidade de prestação dos serviços.  durante  o  expediente. dispensada a compensação.    Artigo 35 ‐ Para a configuração do ilícito administrativo de abandono de cargo ou  função.  a  compensação  se  fará  de  uma só vez. tempo igual  ou inferior a noventa minutos. previstos em lei.  entrar  com  atraso  nunca  superior  a  quinze  minutos  na  unidade onde estiver em exercício.  for  invocado  motivo justo.  sem  qualquer  desconto  em  seus  vencimentos  ou  salários.  desde  que  na  unidade  de  trabalho  não  se  mantenha  agência  bancária.   2. desde que compense o atraso no mesmo dia. não  poderá exceder a duas horas. respectivamente.   §  3º  ‐  Não  serão  computados  no  limite  de  que  trata  o  caput  os  períodos  de  ausências temporárias durante o expediente para consulta ou tratamento de saúde.  conforme  se  trate  de  curso  diurno ou noturno. exceto nos casos de consulta ou tratamento de saúde.  quando.  sem  desconto  em  seu  vencimento. poderá. o tempo correspondente à retirada temporária ou definitiva de que trata o caput  deste artigo na seguinte conformidade:  1. de que trata o caput deste artigo.  § 4º ‐ Entre as hipóteses de ausência previstas no caput inclui‐se a faculdade de o  servidor retirar‐se do expediente uma vez por mês.

 durante todo o seu período de funcionamento. de que está matriculado  em estabelecimento de ensino oficial ou autorizado.  mediante  apresentação  de  documento  hábil  expedido  pelo estabelecimento de ensino em que estiver matriculado. seja indispensável  o trabalho  aos  sábados  e/ou aos  domingos.   Parágrafo  único  –  Para  o  pessoal  docente  deverão  ser  observadas.  a  critério  do  Gestor  Escolar.   38 .  § 4º ‐  Nas  unidades em que.  § 2º ‐ A distribuição da carga horária deverá abranger os turnos de funcionamento  da  unidade  escolar. por  sua natureza.  §  3º  ‐  O  servidor  abrangido  por  este  artigo  gozará  dos  benefícios  nele  previstos  durante os dias letivos.  dentro  da  faixa  horária  compreendida  entre  sete  e  vinte  e  três  horas.  §  2º  ‐  Para  fazer  jus  ao  benefício  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá  o  servidor apresentar comprovante.  o  início  do horário  de trabalho  dos servidores  mencionados  no  caput poderá. de 13 de maio de 1978.   § 4º ‐ O servidor‐estudante fica obrigado a comprovar o comparecimento às aulas. anual ou semestral conforme o caso.  §  3º  ‐  Para  atender  a  conveniência  do  serviço  e/ou  a  peculiaridade  da  função.  semestralmente.  as  disposições dos artigos 620 a 622. respeitado o limite máximo de 8 (oito) horas  diárias de trabalho.  obrigatoriamente.  ainda.  §  5º  ‐  O  não  cumprimento  das  disposições  do  parágrafo  anterior  implicará  na  responsabilização disciplinar. o Procurador Geral do Estado e os Dirigentes  de  Autarquias  fixarão  critérios  para  controle  do  ponto  de  servidores  que.    Artigo 40 ‐ A jornada de trabalho dos servidores dos Quadros de Apoio Escolar e  da  Secretaria  da  Educação  será  cumprida.  em  dois  períodos  com  intervalo  mínimo de uma hora para alimentação e descanso.  de  segunda a sexta‐feira. realizem trabalhos externos. desde que mantida a divisão da  carga  horária diária em dois períodos e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para refeição e  descanso.  §  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  aplica‐se  igualmente  ao  integrante  do  Quadro  do  Magistério. arts.054/07. e aos docentes designados em Postos de Trabalho de Vice Diretor  de Escola ou de Professor Coordenador.    Artigo 37 ‐ Os Secretários de Estado.  junto  à  Chefia  imediata.  em  virtude  das  atribuições do cargo ou função. sujeito à Jornada Completa de Trabalho de que trata o artigo 70 da Lei Complementar  nº 180. o  Gestor  Escolar  deverá  elaborar  escala  de  trabalho  dos  servidores  visando ao acompanhamento desse funcionamento. 2º a 19)    Subseção II  Do Horário e do Registro de Ponto dos Servidores em Exercício nas Unidades Escolares    Artigo  39  ‐  As  unidades  escolares  deverão  manter  servidores  para  a  garantia  da  prestação dos serviços que lhe são afetos.  ser  antecipado para  até 6  (seis) horas da  manhã.    Artigo  38  ‐  As  normas  de  registro  e  controle  de  freqüência  dos  docentes  da  Secretaria da Educação serão estabelecidas em ato específico da Pasta. exceto nos períodos de recesso ou férias escolares. civil e penal.  (Decreto nº 52.

 e assegurado o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso. parágrafo único do art. 1º c/c o art. havendo necessidade.  § 1º Poderá. exigirá o reconhecimento da firma ou a  autenticação da cópia.    Artigo 42 ‐ O Dirigente Regional de Ensino. somente se houver dúvida fundada.  respectivamente. 1º e caput do art.  presumindo‐se. o servidor deverá proceder ao  cotejo.  na  recepção  de  documentos  por  órgãos  e  entidades  da  administração  direta.263/93.  conforme  modelo  definido em Instrução expedida pelo Departamento de Recursos Humanos.  sempre. de que tratam os artigos  83 a 88 da Lei Complementar nº 444.  com  a  cédula  de  identidade  do  interessado  ou  com  o  respectivo  documento original e.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino homologar o horário de trabalho  do servidor mencionado no caput deste artigo. ser exigido o original para confrontação. SE nº 73/07. poderá autorizar  o  horário  de  trabalho  do  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  dentro  da  faixa  horária  estabelecida no § 2º do artigo 40.    Artigo 41 ‐ A freqüência dos servidores docentes será registrada em livro próprio.658/08)  § 2º ‐ Na hipótese de que trata o caput deste artigo. que não considerou necessário o atendimento da formalidade.  observados.  § 3º ‐ Eventual exigência do servidor será feita por escrito. 2º do Decreto nº 52. motivadamente.  onde  constarão  os  horários  das  aulas  e  as  Horas  de  Trabalho  Pedagógico.  cumulativamente. de 27 de dezembro de 1985. o descanso semanal remunerado  e o intervalo mínimo de 1 (uma) hora para alimentação e descanso.  (Res. com a  indicação  do  dispositivo  legal  em  que  ela  está  prevista  e  da  razão  específica  da  dúvida.  de  28  de  dezembro de 1993.  a  exigência  de  reconhecimento  de  firmas  ou  de  autenticação  de  cópias. mantida a divisão em dois turnos durante todo seu período de  funcionamento.  reputar‐se‐ão  inexistentes  os  atos  administrativos  dela  resultantes. no  ato do recebimento.  § 1º ‐ A atuação fora do horário de funcionamento da Diretoria de Ensino somente  será  possível  se  o  Supervisor  de  Ensino  for  responsável  pela  supervisão  e  fiscalização  de  cursos  noturnos de unidades escolares incluídas no setor de trabalho que lhe for atribuído.  (Lei nº 8. caso não o faça. com a Gratificação por Trabalho no Curso Noturno.§  5º  ‐  Para  os  fins  previstos  neste  artigo.  cabe  ao  Gestor  Escolar  determinar  o  sistema  que melhor  atenda  a  conveniência  e  as  necessidades  do  serviço. art. 2º a 5º)      CAPÍTULO III  DAS VEDAÇÕES NAS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS    Seção I  Da Exigência de Autenticação de Cópias e do Reconhecimento de Firmas    Artigo  43  ‐  É  vedada.  autárquica  e  fundacional. a critério da autoridade.  cumprindo  ao  39 .  ressalvada  a  decorrente  de  lei  federal  ou  quando  haja  determinação  legal  expressa  em  sentido contrário.  §  3º  ‐  O  integrante  da  classe  de  Supervisor  de  Ensino  não  poderá  perceber.  para  instruir  processos  e  procedimentos  administrativos  nos  órgãos  do  Estado.  a  carga horária correspondente à jornada de trabalho do servidor.  § 4º ‐ Verificada a qualquer tempo a ocorrência de fraude ou falsidade em prova  documental.  a  Gratificação  Especial  instituída  pela  Lei  Complementar  nº  744.  1º e arts.

  II ‐ divulgarão o conteúdo desta seção em seus sítios eletrônicos. ao  serviço prestado ao público e ao próprio usuário.  em  que  há  determinação  legal  expressa de reconhecimento de firmas ou de autenticação de cópias.  servidor. 1º)    Seção III  Do Assédio Moral    Artigo  47  ‐  Fica  vedado  o  assédio  moral  no  âmbito  da  administração  pública  estadual direta. toda ação. no todo ou em parte.913/83. 1º.658/08. submetendo o servidor a procedimentos repetitivos  que impliquem em violação de sua dignidade ou.  (Lei nº 3. art.  IV – cobrar material destinado a provas e exames. 2º)    Artigo  44  ‐  As  Secretarias  de  Estado.  praticada  de  forma  repetitiva  por  agente. à carreira e à estabilidade  funcionais do servidor.  II – exigir contribuição pecuniária para a Merenda Escolar. art. art. para fins  de  transferência. 2º  e 3º do art. com danos ao ambiente de trabalho. indireta e fundações públicas.658/08)    Seção II  Da Cobrança de Contribuições    Artigo 46 – Aos estabelecimentos oficiais de ensino do Estado fica proibido:  I – cobrar taxa de matrícula.658/08.  (Decreto nº 52. 1ª via de documentos. especialmente:  40 . que o sujeitem a condições  de trabalho humilhantes ou degradantes.  gesto  ou  palavra.  ou  qualquer  pessoa que. tenha por objetivo ou efeito  atingir a auto‐estima e a autodeterminação do servidor. abusando da autoridade que lhe conferem suas funções.  V – instituir o uso obrigatório de uniforme. bem como à evolução.  (Decreto nº 52.  as  autarquias  e  as  fundações  instituídas  ou  mantidas pelo Estado:  I  ‐  manterão  em  local  visível  e  acessível  ao  público  relação  atualizada  das  hipóteses.  III – locar dependências do prédio.órgão ou entidade a que o documento tenha sido apresentado expedir a comunicação cabível ao  órgão local do Ministério Público. §§ 1º. na Rede Mundial  de Computadores ‐ Internet. 3º)    Artigo 45 – Fica dispensada a exigência de reconhecimento de firma em qualquer  documento  produzido  no  País. c/c o Decreto nº 52. por qualquer forma.  quando  apresentado  para  fazer  prova  perante  repartições  e  entidades públicas estaduais da administração direta e indireta.    Artigo 48 ‐ Considera‐se assédio moral.  de  certificados  ou  diplomas  de  conclusão  de  cursos  e  de  outros  documentos  relativos à vida escolar.144/79.250/06.  pertinentes  aos  respectivos  âmbitos  de  atuação. salvo naquelas em que lei federal  ou determinação legal expressamente determine.  VI – exigir qualquer outra forma de contribuição em dinheiro.  empregado. para os fins da Lei nº 12.   (Lei nº 2.

  III ‐ demissão.  4 ‐ exposição do servidor a efeitos físicos ou mentais adversos. exijam treinamento e conhecimento  específicos.  II ‐ designando para o exercício de funções triviais o exercente de funções técnicas.    Artigo  54  ‐  Os  órgãos  da  administração  pública  estadual  direta.  II ‐ suspensão.  especializadas. ou em condições e prazos inexeqüíveis.  indireta  e  fundações públicas.  servidor. conforme definido na lei.  Parágrafo  único  ‐  Nenhum  servidor  poderá  sofrer  qualquer  espécie  de  constrangimento ou ser sancionado por ter testemunhado atitudes definidas neste artigo ou por  tê‐las relatado. de qualquer forma. ficam obrigados a tomar as medidas  necessárias para prevenir o assédio moral. ignorância ou humilhação ao servidor.  dentre  outras. sob pena de nulidade.  Parágrafo  único  ‐  Para  os  fins  deste  artigo  serão  adotadas.  III  ‐  apropriando‐se  do  crédito  de  idéias. gestos e palavras que  impliquem:  1 ‐ desprezo.  sujeitando‐o  a  receber  informações.  projetos  ou  de  qualquer  trabalho de outrem.    Artigo  53  ‐  Fica  assegurado  ao  servidor  acusado  da  prática  de  assédio  moral  o  direito  de  ampla  defesa  das  acusações  que  lhe  forem  imputadas.I  ‐  determinando  o  cumprimento  de  atribuições  estranhas  ou  de  atividades  incompatíveis com o cargo que ocupa. que o isolem de contatos com  seus  superiores  hierárquicos  e  com  outros  servidores.  as  seguintes medidas:  1 ‐ o planejamento e a organização do trabalho:  a) levará  em  consideração  a  autodeterminação de cada servidor e possibilitará o  exercício de sua responsabilidade funcional e profissional.  empregado  ou  qualquer  pessoa  que  exerça  função  de  autoridade  nos  termos  desta  lei. tarefas e outras atividades somente através de terceiros.    Artigo 49 ‐ Consideram‐se também assédio moral as ações. mediante  sindicância ou processo administrativo.    Artigo 50 ‐ Todo ato resultante de assédio moral é nulo de pleno direito.  bem  como  a  prática  de  críticas reiteradas ou a de subestimação de esforços. será promovida sua imediata apuração.  atribuições.    Artigo  51  ‐  O  assédio  moral  praticado  pelo  agente. que atinjam a dignidade do servidor.  ou  de  ofício  pela  autoridade  que  tiver conhecimento da prática de assédio moral. na pessoa de seus representantes legais. em prejuízo de seu  desenvolvimento pessoal e profissional.  41 . ou aquelas para as quais.  é  infração  grave  e  sujeitará o infrator às seguintes penalidades:  I ‐ advertência.  2  ‐  sonegação  de  informações  que  sejam  necessárias  ao  desempenho  de  suas  funções ou úteis a sua vida funcional.  propostas.  nos  termos  das  normas  específicas de cada órgão da administração ou fundação.  3  ‐  divulgação  de  rumores  e  comentários  maliciosos.    Artigo  52  ‐  Por  provocação  da  parte  ofendida.

  2 ‐ o trabalho pouco diversificado e repetitivo será evitado.  atividades  ou  tarefas  funcionais.  d) garantirá a dignidade do servidor.  §  2º  ‐  O  prazo  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  contado  da  data  da  publicação  da  decisão  no  Diário  Oficial  do  Estado  ou  da  data  em  que  a  parte  interessada  tiver  ciência da decisão quando se tratar de matéria não sujeita a publicação. salvaguardadas as tramitações especificas em  Deliberações CEE. 1º)    Seção II  Dos Pedidos de Reconsideração e da Revisão de Decisões    Artigo 56 ‐ As decisões do Conselho Estadual de Educação poderão ser objeto de  pedido de reconsideração.  (Res.  ligando  tarefas  individuais  de  trabalho  e  oferecendo  a  ele  informações sobre exigências do serviço e resultados.b)  dará  a  ele  possibilidade  de  variação  de  atribuições.  c)  assegurará  ao  servidor  oportunidade  de  contatos  com  os  superiores  hierárquicos  e  outros  servidores. após  análise exaustiva e abrangente.  §  1º  ‐  Cada  um  dos  órgãos  a  partir  da  unidade  escolar  somente  encaminhará  os  expedientes aludidos no caput deste artigo ao órgão imediatamente superior quando. certificar‐se de que a decisão escapa‐lhe à competência. art.  (Lei nº 12. protegendo o servidor  no caso de variação de ritmo de trabalho. nos termos da Deliberação CEE  nº 2/98. os dirigentes dos órgãos centrais encaminharão. que decidirá sobre a matéria ou a  enviará ao Conselho Estadual de Educação. 1º a 7º)      CAPÍTULO IV  DOS RECURSOS E DO ENCAMINHAMENTO DE EXPEDIENTES E PROCESSOS AO CONSELHO  ESTADUAL DE EDUCAÇÃO    Seção I  Do Encaminhamento de Expedientes e Processos ao CEE    Artigo 55 ‐ É vedado o encaminhamento direto ao Conselho Estadual de Educação  de expediente ou processos que cuidem de aspectos técnicos dos estabelecimentos que integram  o Sistema Estadual de Ensino.  §  2º  ‐  Ocorrendo  dúvidas  de  interpretação  ou  na  eventualidade  de  se  considerarem incompetentes para decidir. tanto pelas escolas como por Diretorias de Ensino e demais órgãos  técnicos subordinados às Coordenadorias de Ensino. objeto desta seção. a ser formulado pela parte interessada. esgotados  todos  os  seus  recursos  de  interpretação  das  leis  e  normas  que  porventura  regulamentem  as  respectivas matérias.  3  ‐  as  condições  de  trabalho  garantirão  ao  servidor  oportunidades  de  desenvolvimento funcional e profissional no serviço.250/06. SE nº 39/93. arts.  42 .  apontando  expressamente  o  erro  de  fato  ou  de  direito  em  que  incidiu  o  Colegiado  ou  o  fato  novo  que  justifique a reconsideração. os expedientes ao Secretário.  §  1º  ‐  O  pedido  deverá  ser  formulado  no  prazo  de  trinta  (30)  dias.

 Arte.  as  decisões  do  Conselho  poderão ser revistas quando for argüido erro de fato ou de direito.  o  Conselheiro  deverá  apresentar justificativa consubstanciando o pedido. Ciências.  elaborada  por  esta  Pasta. com a redação dada pela Del. Química.  Filosofia e Sociologia.§ 3º ‐  O  Presidente do Conselho  indeferirá de plano o  pedido  de reconsideração  que for protocolado extemporaneamente ou formulado pela segunda vez. CEE nº 2/98.  §  1º  ‐  A  Proposta  Curricular. Língua  Estrangeira Moderna ‐ Inglês. art.   (Del. 1º.    Artigo  58  ‐  Por  proposta  de  qualquer  Conselheiro. História. incorpora as propostas didáticas vivenciadas pelos professores  em suas práticas docentes e visa ao efetivo funcionamento das escolas estaduais em uma rede de  ensino. CEE nº 72/08.    Artigo 57 ‐ Recebido o pedido de reconsideração.  caberá  recurso  ao  Órgão  imediatamente  superior  da  Secretaria  da  Educação e da decisão deste caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação.  §  2º  ‐  A  revisão  proposta  será  aprovada  se  contar  com  o  voto  favorável  de  no  mínimo dois terços (2/3) dos membros do Colegiado. Física. Biologia. CEE nº 13/95. Matemática. 1º)      TÍTULO II  DA GESTÃO PEDAGÓGICA    CAPÍTULO I  DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO    Seção I  Da Proposta e da Organização Curricular  Subseção I  Da Proposta Curricular     Artigo  60  ‐  A  Proposta  Curricular  do  Estado  de  São  Paulo  para  o  Ensino  Fundamental  e  para  o  Ensino  Médio. art. Geografia. este será juntado ao respectivo  processo  e  encaminhado  à  Câmara  ou  Comissão  onde  teve  origem  a  decisão  recorrida. Educação Física.  (Del. cabendo ao Conselho Pleno a decisão final.  arts.  § 2º ‐ A Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental e  para  o  Ensino  Médio  contempla  os  componentes  curriculares  a  seguir  relacionados  e  consubstanciados nas propostas curriculares de Língua Portuguesa. com base em normas do Conselho  Estadual  da  Educação.  para  apreciação preliminar. 2º e  3º)    Seção III  Dos Recursos    Artigo 59 ‐ De decisão da Diretoria de Ensino.  §  1º  ‐  Ao  propor  a  revisão  de  que  trata  este  artigo.  passa  a  constituir  o  referencial  básico obrigatório para a formulação da proposta pedagógica das escolas da rede estadual.  que  complementa  e  amplia  as  Diretrizes  e  os  Parâmetros Curriculares Nacionais.  43 .

 estendendo‐se aos das demais séries.    Artigo 60 C ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  orientar  as  escolas. correspondendo ao ensino do 6º ao 9º ano.  (Res. SE nº 76/08.  possibilitarão  seu  aperfeiçoamento.  ao  cadastramento  dos  Professores  interessados na docência da língua espanhola.  desenvolvida  em  regime  de  progressão  continuada.000 aulas anuais. constituída por dois segmentos  de ensino (ciclos):  I ‐ anos iniciais. SE nº 5/10.  no  levantamento  da  demanda de alunos da 1ª série do ensino médio interessados no curso de espanhol. nas unidades escolares.    Artigo 62 ‐ O ensino fundamental terá. 2º e 3º)    Artigo  60  A  ‐  O  ensino  da  língua  espanhola. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  das  respectivas  circunscrições. nos termos desta  seção.  integrará  obrigatoriamente o currículo do ensino médio das escolas públicas estaduais. com a carga horária  anual estabelecida nesta Subseção.   Parágrafo único – A oferta obrigatória do ensino da língua espanhola pela escola e  de matrícula facultativa para o aluno far‐se‐á.  com  orientações  didáticas  e  expectativas  de  aprendizagem.  totalizando 1.    Artigo  60  B  ‐  O  ensino  de  língua  espanhola  de  que  trata  o  artigo  anterior  será  implantado  gradativamente. a partir de 2009. de acordo com os regulamentos e normas expedidos  oportunamente pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. correspondendo ao ensino do 1º ao 5º ano. de que trata o Anexo I. estruturada em 9 (nove) anos. a partir do 2º semestre de 2010.  II ‐ anos finais. distribuídas por níveis de ensino.  (Res.  §  4º  ‐  A  implantação  da  Proposta  Curricular  ocorrerá  com  o  apoio  de  materiais  impressos. arts.§  3º  ‐  As  Propostas  Curriculares  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  são  complementadas  por  um  conjunto  de  documentos.  no  âmbito  da  Diretoria.  II  –  proceder. 2º e 3º)    Subseção II  Da Organização Curricular    Artigo  61  ‐  A  organização  curricular  das  escolas  estaduais  que  oferecem  ensino  fundamental e ensino médio se desenvolverá em 200 (duzentos) dias letivos. arts.  a  ser  implantada  de  forma  gradativa  e  contínua. 1º.  44 .  iniciando‐se  com  o  atendimento  aos  alunos  da  1ª  série  do  ensino  médio.    Artigo  63  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  iniciais  do  ensino fundamental. 1º. mediante a  participação  direta  e  contínua  dos  educadores  da  rede  de  ensino. recursos tecnológicos e com ações de capacitação e monitoramento que. observada a habilitação ou qualificação exigida no  processo de atribuição de classes e aulas. anos e séries. sua organização curricular.  opcional  para  o  aluno. deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  I  ‐  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos  deverá  ser  observada  a  carga horária de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.

  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos cada. não exime o professor da classe  da abordagem dos conteúdos das demais áreas do conhecimento. com três turnos diurnos.  §  4º  ‐  As  aulas  da  disciplina  Leitura  e  Produção  de  Textos  serão  atribuídas  a  professores com licenciatura plena em Língua Portuguesa. quando for o caso.  totalizando  24  (vinte e quatro) aulas semanais e 960 aulas anuais. conforme Anexo VI.  4  ‐  pelo  professor  da  classe. totalizando 960 aulas anuais. objeto do Anexo II. preferencialmente.  II ‐ no período diurno.  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada. em três séries anuais.  27  (vinte  e  sete)  aulas  semanais.  §  3º  ‐  As  aulas  de  Educação  Física  e    de  Arte. terá sua matriz  curricular organizada:   I  ‐  no  período  diurno. semana  de  6  (seis)  dias  letivos. com a duração de 45  (quarenta e cinco) minutos cada.  com  três  turnos  diurnos  e  calendário  específico  de  semana  de  6  (seis)  dias  letivos.  com  duração  de  50  minutos cada.  2  ‐  no  período  diurno.080 aulas anuais.  §  1º  ‐  No  segmento  de  ensino  correspondente  aos  anos/séries  finais  do  ensino  fundamental deverá ser assegurada a seguinte carga horária:  1  ‐  no  período  diurno.080 aulas anuais.  3 ‐ no período noturno.  em  unidades  escolares  com  até  dois  turnos  diurnos.  III ‐ no período noturno.  com  6  (seis)  aulas  diárias.  4  (quatro)  aulas  diárias  de  50  (cinquenta)  minutos  cada.080  aulas anuais. preferencialmente.  com  duração  de  50  (cinquenta)  minutos  cada. que abre ao jovem efetivas oportunidades de  consolidação  das  competências  e  conteúdos  que  o  preparam  para  prosseguir  seus  estudos  em  nível superior e/ou o inserem no mundo do trabalho. nos anos/séries iniciais. com 27 (vinte e sete) aulas semanais. observado o processo anual de atribuição de  classes e aulas.  totalizando  1. com calendário específico.  inclusive para constituição de jornada de trabalho.  quando  comprovada  a  inexistência  ou  ausência  do  professor especialista. aos sábados. totalizando 1.II  ‐    em  unidades  escolares. totalizando 960 aulas anuais. sendo que  Educação Física será ministrada.  em  unidades  escolares  com  três  turnos  diurnos. deverão ser desenvolvidas:  1  ‐  com  duas  aulas  semanais.    Artigo 64 ‐ O ensino médio.  previstas  nas  matrizes  curriculares  das séries/anos iniciais. totalizando 27 (vinte e sete) aulas semanais e 1.    Artigo 65 ‐ O ensino médio. preferencialmente. com duração de 45 (quarenta  e cinco) minutos cada. aos sábados.  § 2º ‐ A prioridade dada ao desenvolvimento das competências leitora e escritora  e dos conceitos básicos da matemática.200 aulas anuais. conforme Anexo II.  com  calendário  específico  e  semana  de  6(seis)  dias  letivos.  por  professor  especialista. como curso de sólida formação básica. titulares de cargo. objeto do Anexo III. terá sua organização curricular  estruturada como curso de sólida formação básica. com 5 (cinco) aulas diárias.  2  ‐  com  acompanhamento  obrigatório  do  professor  regente  da  classe  e  do  Aluno/Pesquisador da Bolsa Alfabetização.  45 .  3 ‐ em horário regular de funcionamento da classe.  com  24  (vinte  e  quatro)  aulas  semanais.  na  conformidade  do  contido no Anexo I. conforme Anexo IV. totalizando 30 (trinta) aulas semanais e 1. sendo que Educação Física será  ministrada fora do horário regular de aulas.

  b) tenham familiaridade com ferramentas de multimídia.    Artigo 67 ‐ Os cursos da modalidade de educação de jovens e adultos dos ensinos  fundamental  e  médio. 2 (duas) aulas deverão ser destinadas à disciplina Língua Portuguesa.  a  disciplina  Língua  Portuguesa  e  Literatura e. objeto dos Anexos II e VI. as disciplinas História ou Geografia.  da área de Linguagens e Códigos. no Anexo II. 8º e 9º.  disponibilizados  ao  professor.  § 2º ‐ Em se tratando da área de Linguagens e Códigos. à exceção  de Ensino Religioso.  desde  que  autorizadas  pela  Diretoria  de  Ensino.  obrigatoriamente.  respectivamente. da área de Ciências Humanas.  observada  a  organização  semestral  que  os  caracteriza.  (Res.  ampliarão  as  oportunidades  do  aluno  prosseguir  seus  estudos  em  nível  superior.  § 3º ‐ Com relação às disciplinas de apoio curricular da matriz curricular do período  diurno.    c) disponham de condições para estudos e pesquisas complementares. três turnos. 1º a 5º.  com  homologação  da  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino. 6º. com as alterações introduzidas nos arts.  as  unidades  escolares  estaduais  poderão.  em  número  de  2  (duas)  aulas para um dos componentes que integram cada área do conhecimento.  §  5º  ‐  Dado  o  caráter  de  especificidade  dessas  disciplinas. inclusive para constituição de  jornada de trabalho. que:  a)  demonstrem  interesse  em  atuar  com  temas  transversais. as matrizes curriculares do período noturno.  em  2009. no caso da área de Ciências Humanas. a distribuição de que trata  o  parágrafo  anterior.  Parágrafo  único  ‐  Em  casos  devidamente  justificados. as aulas de apoio curricular se  diferenciarão  pelo  uso  de  materiais  próprios  que. preferencialmente.  §  4º  ‐  Por  se  constituírem  oficinas  de  revisão  e  consolidação  das  aprendiza‐gens  das disciplinas desenvolvidas ao longo das séries do ensino médio. serão objeto de resolução própria e  ocorrerão na conformidade dos termos de parcerias celebrados entre a Secretaria da Educação e  as instituições especializadas legalmente habilitadas. a professores titulares de cargo.  respeitada  a  classificação  do  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas.     Artigo  67  A  ‐  As  matrizes  curriculares  dos  cursos  de  ensino  fundamental  das  unidades  escolares  que  funcionam  em  período  integral  ou  das  classes  em  funcionamento  em  unidades da Fundação CASA/SP serão objeto de normatização específica.§  1º  ‐  As  aulas  das  3ª  séries  que  se  caracterizam  como  disciplinas  de  apoio  curricular  dos  Anexos  IV  e  VI  serão  distribuídas  pela  direção  da  escola. SE nº 98/08.  assegurando  ao  docente  acesso  a  recursos  tecnológicos  inovadores  e  a  atividades  de  aprimoramento  e  atualização  profissional. arts.  atender  a  alunos  do  1º  ano  da  nova  organização  curricular.    Artigo  66  ‐  As  oportunidades  de  estudos  de  qualificação  e/ou  habilitação  profissional a serem oferecidos aos alunos do ensino médio.  as  aulas  deverão  ser  atribuídas  pela  direção  da  escola.  adotarão.  enfocados  inter  e  transdisciplinarmente.  deverá  contemplar. SE nº 10/10)            46 .  63 e 64 pela Res. Anexo V. e 2 (duas) à disciplina Geografia.

 preferentemente. 2º da Res.    (•) O anexo I está com as alterações introduzidas pelo art.    Artigo  68  A  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  e  o  Departamento  de  Recursos  Humanos  baixarão  normas  complementares  que  se  fizerem  necessárias ao cumprimento do disposto nos artigos 60 A. No período noturno. no período noturno. S=Série    ANEXO II    Matriz Curricular Básico para o Ensino Fundamental  CICLO II  6º ao 9º Anos  ou 5ª a 8ª Séries – Diurno com dois turnos diurnos e Período Noturno*    Anos/Séries/Aulas Disciplinas  6º A e 5º S 7º A e 6ª S 8º A e 7ª S 9º A e 8ª S  9º A e 8 ª S Diurno/  Diurno/  Diurno/  Diurno  Noturno  Noturno  Noturno  Noturno  Língua Portuguesa   5  5  5  5  5  Arte  2  2  2  2  2  Educação Física**  2  2  2  2  2  Base Nacional  História  2  2  2  2  2  Comum  Geografia   2  2  2  2  2  Matemática   5  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas   2  2  2  2  2  Ensino Religioso        1  1  Língua Estrangeira Moderna  2  2  2  2  2  Leitura e Produção de Textos 2  2  2  2  2  Total Geral   24+*3=27  24+*3=27  24+*3=27  25+*3=28  25+*2=27  A = Ano. distribuir.Subseção III  Das Disposições Finais    Artigo 68 ‐ A Secretaria da Educação adotará as medidas necessárias à realização  de concurso público para provimento de cargos de docentes de língua espanhola.  ** Educação Física será ministrada. à exceção de Educação Física  e Ensino Religioso. 2 aulas semanais quando Ensino Religioso comportar turma  de alunos e 3 (três) quando esse componente não comportar turma específica. ou 8º série. as 3 aulas entre as disciplinas constantes da matriz curricular. em cada ano do período diurno. aos  sábados. 60 B e 60 C .  47 .    ANEXO I   (•)      Matriz Curricular Básica para o Ensino Fundamental  CICLO I – 1º ao 5º anos ou 1ª à 4ª séries      Anos/Séries/Aulas (%)  Disciplinas  2º A ou  3º A ou  4º A ou  5º A ou  1º ano  1ª S  2ª S  3ª S  4ª S  Língua Portuguesa   60%  60%  45%  30%  30%  História /Geografia  ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Matemática   25%  25%  40%  35%  35%  Ciências Físicas e Biológicas   ‐‐‐‐    ‐‐‐‐  10%  10%  Educação Física/Arte  15%  15%  15%  15%  15%  100%  100%  100%  100%  100%  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano. e fora desse horário. no 9º ano.  * Distribuir. S=Série  Obs. dentro do horário regular de aulas. SE nº 10/10. no período diurno.

 para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.   Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área.  Ciências Humanas: em História ou Geografia.              48 .    ANEXO III    Matriz Curricular Básica ‐  Ensino Fundamental  CICLO II 6ª ao 9ª Anos ou 5º a 8º Séries ‐ Diurno ‐ Três Turnos Diurnos    Anos/Séries/Aulas  Disciplinas  6º A ou 5ª S  7º A ou 6ª S  8º A ou 7ª S  9º A ou 8ª S  Língua Portuguesa   4  4  4  4  Arte   2  2  2  2  Educação Física  2  2  2  2  História  3  2  3  2  Geografia  2  3  2  3  Matemática  5  5  5  5  Ciências Físicas e Biológicas  3  3  3  3  Ensino Religioso     1  Língua Estrangeira Moderna   2  2  2  2  Produção e Literatura de Textos   1  1  1  1  24  24  24  25  Base Nacional Comum  Total Geral  A = Ano. S=Série      ANEXO IV          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física  Matemática  Biologia   Física  Química  História   Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  5  2  2  5  2  2  2  3  2  2  1  2  ‐‐‐‐  30  Séries/aulas  2ª  5  2  2  5  2  2  2  3  3  1  1  2  ‐‐‐‐‐  30  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular 3ª  4  ‐‐‐‐  2  4 2  2  2  2  2  1  1  2  *6 30 Obs:  *A carga horária ser distribuída. em número de 2 (duas) aulas semanais.

     ANEXO VI    Ensino médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Noturno  Áreas  Disciplinas  1ª 4  2  2  4  2  2  2 2  2  2  1  2  ‐‐  27  Séries/aulas  2ª  4  2  2  4  2  2  2  3  2  1  1  2  ‐‐  27  3ª  4   ‐   2   4   2   2   2   1   1   1   1   1   **6   27   Base Nacional Comum  Parte Diversificada  Total de Aulas  Língua Portuguesa e Literatura  Linguagens e Códigos  Arte  Educação Física*  Matemática  Biologia  Ciências  da  Natureza  e  Matemática  Física  Química História  Geografia  Ciências Humanas  Filosofia  Sociologia   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas  de apoio curricular      Obs:‐   *‐As aulas de Educação Física serão ministradas fora do período regular de aulas.  **A carga horária deverá ser distribuída.ANEXO V          Base Nacional Comum  Ensino Médio – Formação Básica  Matriz Curricular – Período Diurno ‐ Três Turnos  Áreas  Disciplinas  Língua Portuguesa e Literatura  Arte  Educação Física* Matemática   Biologia   Física  Química  História  Geografia   Filosofia  Sociologia  1ª  3  2  2  3  2  2  2  2  2  1  1  2  ‐‐‐‐  24  Séries/aulas  2ª  3ª  3  4  2  ‐‐‐‐  2  ‐‐‐‐ 3  4  2  2  2  2  2  2  2  2 2  ‐‐‐‐  1  1  1  1  2  2  ‐‐‐‐  **4  24  24  Linguagens e Códigos  Ciências da Natureza e  Matemática   Ciências Humanas   Parte Diversificada  Total de aulas   Língua Estrangeira Moderna  Disciplinas de apoio curricular  Obs: *As aulas de Educação Física poderão ser realizadas fora do período regular de aulas.  Ciências Humanas: em História ou Geografia. aos sábados. preferentemente. em número de  2 (duas) aulas semanais.  Ciências da Natureza e Matemática: em um dos componentes que integra a área.         49 .  Ciências Humanas: em Geografia. em número de 2 (duas) aulas semanais.  ** A carga horária deverá ser distribuída. para as áreas de: :  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura. para as áreas de:  Linguagens e Códigos: em Língua Portuguesa e Literatura.

  (Lei nº 9.  é  componente curricular obrigatório em todas as séries da rede estadual de ensino.  as  aulas  de  Arte  poderão  ser  atribuídas  obedecidas  as  disposições  da  resolução que disciplina o processo regular de atribuição de classes e de aulas. previstas na matriz curricular do  ciclo I do ensino fundamental das escolas estaduais.  da  1ª  à  8ª  série do ensino fundamental e 1ª e 2ª séries do ensino médio com carga horária de 2 (duas) aulas  semanais em toda a rede pública de ensino. arts 1º e 2º)    Subseção II  Das Aulas de Arte e de Educação Física no Ciclo I    Artigo 71 ‐ As aulas de Arte e de Educação Física. caput e § 2º do art. 1º)      Artigo  70  ‐  A  educação  física.   II  ‐  uma  aula  semanal  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  20  horas semanais. em todas as séries. podem ministrar a disciplina a que se refere o artigo anterior. por  professor  portador  de  licenciatura  plena  específica  na  respectiva  disciplina.  nos  termos  do  caput  deste  artigo.  Parágrafo  único  ‐  Na  organização  e  seleção  das  atividades  de  cada  uma  das  disciplinas  deverão  ser  consideradas  as  modalidades  existentes  em  cada  uma  das  áreas  de  conhecimento e sua adequação às características próprias da faixa etária a que se destinam.    50 .  § 1º ‐ A disciplina a que se refere o caput é facultativa nos cursos noturnos.  etc.  Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  de  docentes  devidamente  habilitados.  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  duas  aulas  semanais  para  cada  disciplina  nas  classes  com  carga  horária  de  25  horas semanais.    Artigo 72 ‐ As atividades de Arte e de Educação Física de que trata o artigo anterior  deverão  ser  objeto  de  plano  específico  a  ser  elaborado  em  conformidade  com  a  proposta  pedagógica da escola.  § 2º  ‐ Somente profissionais devidamente habilitados. serão ministradas pelo professor regente da  classe.   Parágrafo  único  ‐  Na  ausência  do  professor  especialista. deverão ser acompanhadas pelo professor regente da classe.164/95. dança. serão desenvolvidas.  Parágrafo único  ‐ A escolha da linguagem ‐ teatro.  ‐  a  ser  adotada  pela  escola  em  cada  série  será  determinada  pelo  Conselho  de  Escola. portadores de licenciatura  plena em educação física.361/03.  ministradas  por  professor especialista.  as  aulas  de  Arte  e  Educação Física a que se refere o caput deste artigo.  integrada  à  proposta  pedagógica  da  escola.    Artigo  73  ‐  As  aulas  semanais  de  Arte  e  de  Educação  Física.  fotografia.  (Lei nº  11.Seção II  Do Ensino da Arte e da Educação Física  Subseção I  Da Obrigatoriedade do Ensino    Artigo  69  ‐  É  obrigatória  a  presença  do  componente  curricular  Arte. música. artes plásticas. ouvido o professor.

 respeitada a seguinte distribuição:  I –  2 (duas) turmas dentro da jornada inicial.  3º. SE nº 184/02.  a  organização  das  diferentes  turmas  de  atividades  que  poderão  ser  constituídas  com  alunos  de  diversos turnos de funcionamento da escola e. o horário regular de funcionamento da classe.    Artigo 75 ‐ Os casos não previstos deverão ser decididos pela Coordena‐doria de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  constituem‐se  parte  integrante  da  proposta  pedagógica da escola e serão desenvolvidas na conformidade do disposto nesta subseção.  § 2º  ‐ Somente no caso de não aceitação pelos professores de Educação Física da  unidade  escolar. 2º. no mínimo.  20  (vinte)  alunos.   II – 3 (três) turmas dentro da jornada básica. art. 2 (duas) e.  obrigatoriamente. quando possível. art.  arts.  as  aulas  de  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  atribuídas.    Artigo 76 A ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas serão constituídas  de. 1º com a redação dada pela Res. de diferentes níveis de ensino.    Artigo 77 ‐ As aulas de turmas de Atividades Curriculares Desportivas constituirão  jornada de trabalho docente dos titulares de cargo.    51 .  §  1º  ‐  Caberá  à  equipe  gestora.  as  aulas  dessas  atividades  poderão  ser  atribuídas  a  outro  docente  portador  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física  e  na  conformidade  das  diretrizes  estabelecidas  pela  resolução que trata do processo de atribuição de aulas . após preliminar análise e manifestação das Diretorias de  Ensino e das respectivas Coordenadorias de Ensino.  modalidade  e  gênero.  subsidiada  pelos  docentes  de  Educação  Física.  II  ‐  ao  longo  da  semana  em  horário  diverso  do  das  aulas  regulares  dos  alunos  e  sem  comprometimento  da  dinâmica  das  atividades  previstas  pela  proposta  pedagógica  para  aquele  período  de  funcionamento  da  unidade  escolar.  destinadas  à  prática  das  diferentes  modalidades  esportivas.  a  título  de  carga  suplementar.  organizados  por  categoria. máximo. art.  podendo  ocorrer  inclusive  no  período  noturno.  no  mínimo. SE nº 1/04 .Artigo  74  ‐  As  aulas  atribuídas  ao  professor  especialista  deverão  compor. SE nº 1/04.    Artigo 76 B ‐ As aulas dessas atividades serão desenvolvidas:  I ‐ aos sábados.  aos  titulares  de  cargo em jornadas referidas nos incisos I e II ou reduzida de trabalho. 4º e 5º)    Subseção III  Das Atividades Curriculares Desportivas    Artigo  76  ‐  As  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  –  ACD.  e  suas  atividades  serão  desenvolvidas  em  turno  diverso  ao  do  horário  regular  de  aulas  dos  alunos  envolvidos em.  III – 4 (quatro) turmas dentro da jornada integral. a direção  da escola deverá proceder à reorganização dos alunos da respectiva turma.  §  1º  ‐  Além  de  constituirem  jornada  docente.   §  2º  ‐  Quando  a  frequência  de  50%  dos  alunos  de  cada  turma  de  Atividades  Curriculares Desportivas for bimestralmente inferior a 85% do número de aulas dadas. 3(três) aulas semanais.  (Res. com a redação dada ao caput pela Res.

  IV – unidades escolares com 21 classes ou mais – até 16 turmas.  §  4º  –  As  categorias  das  turmas  de  todas  as  modalidades  de  Atividades  Curriculares Desportivas serão:  I ‐ Pré‐mirim (de alunos até 12 anos completos no ano).  II ‐ Mirim (de alunos até 14 anos completos no ano).  III ‐  unidades escolares com 13 a 20 classes – até 12 turmas.  V ‐ Livre (de alunos de diversas idades.   §  1º  ‐  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  propostas  pela  equipe  gestora.  Ginástica  Artística. Tênis de Mesa e  Xadrez.  § 2º – Caberá à Supervisão de Ensino e à Oficina Pedagógica o acompanhamento  das Atividades Curriculares Desportivas.  § 7º  ‐ As turmas das modalidades Basquetebol. de todas as categorias. Handebol. deverão ser organizadas por gênero (masculino ou feminino) e as  de Atletismo.  a  direção  da  unidade  escolar  deverá  apresentar  à  Diretoria  de  Ensino. Ginástica Rítmica Desportiva.  Ginástica  Artística.  Ginástica Geral. Ginástica Rítmica Desportiva.  § 8º ‐ O número de turmas de Atividades Curriculares Desportivas mantidas e/ou  organizadas  pela  unidade  escolar. desde que o aluno mais velho complete no  ano.Artigo 78 ‐ As escolas poderão organizar até 1 (uma) turma de Atividade Curricular  Desportiva  por  categoria.  §    3º  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  serão  organizadas  nas  seguintes  modalidades:  Atletismo.  sendo  que.  IV ‐ Juvenil (de alunos até 18 anos completos no ano).  serão  encaminhadas  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  imediata  pelo  supervisor  de  ensino  responsável pela unidade escolar e devida homologação pelo Dirigente Regional de Ensino.  das  modalidades  Atletismo.  II – unidades escolares com 7 a 12 classes – até 8 turmas. Ginástica Rítmica Desportiva. Handebol.  se  houver  turma  mista. Tênis de Mesa e Xadrez. Judô e  Voleibol.  um  plano  articulado  ao  currículo de Educação Física e à proposta pedagógica.   Ginástica Artística. Tênis de Mesa.  §  5º    –  Para  alunos  do  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental.  Ginástica  Geral. com idade compatível com   as  demais  categorias.  Futsal.  desde  que  não  formem  a  maioria  daquelas  turmas  e  o  horário  proposto para as sessões não coincida com o horário regular de aulas. elaborado por professor de Educação Física  da unidade escolar e referendado pelo Conselho de Escola. Judô. Futsal.  Basquetebol.  52 .  feminino  ou  misto). Voleibol e Xadrez.  naquela modalidade e categoria não poderá haver turma do gênero masculino e turma do gênero  feminino.  deve  ser  na  seguinte  conformidade:  I – unidades escolares com até 6 classes – até 4 turmas.  modalidade  e  gênero  (masculino. Capoeira.  Capoeira.  § 6º  – Os alunos do ciclo I do Ensino Fundamental. com o seguinte conteúdo:  I ‐  a modalidade.  III ‐ Infantil (de alunos até 16 anos completos no ano).  poderão  ser  organizadas  apenas  turmas  da  categoria  pré‐mirim. 19 anos ou mais).  Ginástica  Geral.  desde  que  a  natureza das modalidades e categorias selecionadas se justifique pela pertinência e coesão com o  currículo e com a proposta pedagógica de que é parte integrante.  poderão  integrar  turmas  das  outras  modalidades  organizadas  para  alunos  do  ciclo  II  do  Ensino  Fundamental.    Artigo 79 ‐ Para a homologação de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  após  serem  devidamente  analisadas  e  avaliadas  pelo  Conselho  de  Escola. o gênero e a categoria da turma (a data de nascimento do aluno  mais velho definirá o nome da categoria da turma).  de  todas  as  categorias  poderão  ser  também  mistas.  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo.

 deverão ser:  I ‐  objeto de controle de frequência dos alunos.  V  ‐  horário  proposto  para  o  funcionamento  das  aulas.  II  ‐    rotineiramente  acompanhadas  em  seu  desenvolvimento  pela  coordenação  pedagógica da unidade escolar.  a  lista  dos  alunos  participantes.  além  dos  demais  itens. nº do RG. nas modalidades e gênero já existentes. juntamente com a ata da reunião do referido Conselho de Escola.  com  ciência  da  coordenação  pedagógica.  autorizando‐os  a  participar  das  aulas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. nº do RA.  IV  ‐  lista  de.  da  direção  e  do  Conselho  de  Escola  e  encaminhados  à  Diretoria de Ensino. data de nascimento.máximo três). atividades e avaliação a serem desenvolvidos.  para  verificação oportuna.  os  objetivos.  bem  como  de  eventuais  competições  e/ou  apresentações  a  serem  realizadas em outros locais. nº da turma/classe de origem (código gerado  pelo Sistema de Cadastro de alunos da SEE).II ‐   o número de aulas semanais (mínimo duas. e ser apresentado pelo professor de  Educação Física à direção da unidade escolar. para ratificação ou retificação.  III  ‐  programação  anual  de  trabalho  especificando. SE nº 14/10.  contendo:  nome  completo. arts.     Artigo  80  –  As  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  que  estiverem  funcionando  regularmente  no  final  do  ano  letivo  poderão  ser  atribuídas  no  processo  inicial  de  atribuição de aulas. conteúdos. com sua data de nascimento e série de origem. de todos os alunos  candidatos  a  integrarem  a  turma  proposta.  por  integrarem  a  proposta  pedagógica  das  Unidades  Escolares  e  à  semelhança  dos  procedimentos  aplicados  aos  demais  componentes curriculares.    Artigo  80  D  ‐  A  participação  dos  alunos  e  professores  das  turmas  de  Atividades  Curriculares Desportivas na Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo e nos demais campeonatos  e competições será objeto de regulamentação específica. 1º a 12)  53 .  no  mínimo.    Artigo  80  E  ‐  A  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixará  as  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento desta subseção.   Parágrafo  único  ‐  As  categorias  das  turmas  atribuídas  serão  definidas  no  planejamento  anual  de  trabalho.  que  deverá  conter. no prazo de duas semanas a partir do início do ano  letivo.     Artigo  80  B  ‐  Os  alunos  das  Atividades  Curriculares  Desportivas  não  poderão  ser  dispensados das aulas regulares de Educação Física.    Artigo  80  C  ‐  As  Atividades  Curriculares  Desportivas.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar  deverá  manter  em  seus  arquivos.    Artigo  80  A  ‐  Novas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  ser  homologadas no decorrer do ano letivo e no máximo até o último dia útil do mês de agosto do ano  em curso.  III  ‐  submetidas  a  avaliações  devidamente  formalizadas  em  relatórios  circunstanciados  a  serem  elaborados  pelo  professor  responsável  pela  turma  de  atividades.  não  coincidente  com  o  horário das aulas regulares dos alunos envolvidos.  além  da  justificativa.  (Res.  20  (vinte)  alunos  candidatos  à  turma. declaração escrita e assinada pelos pais ou responsável.

  IV ‐ espaços físicos e instalações esportivas para a realização da Olimpíada Colegial  em todas as fases.  por  meio  da  prática  desportiva.  designados  por  seus  respectivos titulares. os critérios para participação de  professores e alunos e demais orientações necessárias ao desenvolvimento da Olimpíada.  a  serem encaminhados aos Secretários das Pastas envolvidas. execução e acompanhamento das atividades programadas.699/03.  conforme regulamentos. os regulamentos. 2º e 3º)    Artigo  84  ‐  A  Olimpíada  Colegial  da  Rede  Estadual  de  Ensino.  a  ser  desenvolvida  conjuntamente pelas Secretarias de Estado da Educação e de Esporte. sem comprometer a rotina das atividades previstas no calendário escolar. incluindo‐a nos respectivos Plano de Trabalho Anual e Calendário  Desportivo.  II  ‐  a  participação  do  Assistente  Técnico  Pedagógico  de  Educação  Física  das  Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino.    Artigo 82 ‐ Competirá às Secretarias da Educação e do Esporte.  II ‐ a organização.    Artigo  83  ‐  Serão  definidos  por  resolução  conjunta  as  atribuições  da  Comissão  referida no parágrafo único do artigo anterior.    Artigo 86 ‐ Caberá à Secretaria da Educação assegurar:  I  ‐  a  participação  das  Unidades  Escolares  que  integram  sua  rede  de  ensino.  54 .  Parágrafo  único  ‐  A  organização.    Artigo 85 ‐ A Coordenação das Atividades da Olimpíada ficará sob responsabilidade  de  Comissão  constituída  por  3  (três)  representantes  de  cada  Secretaria.  Parágrafo  único  ‐  Os  representantes  da  Secretaria  da  Educação  deverão  ser  professores devidamente habilitados em educação física. ampliando as oportunidades de socialização e aquisição de  hábitos saudáveis. Lazer e Turismo obedecerá  as normas e procedimentos contidos nesta subseção.  II ‐ favorecer o surgimento de novos talentos representativos do Esporte.  (Decreto nº 47. 1º.  III  ‐  a  elaboração  de  relatórios  estatísticos  e  avaliatórios  das  fases  realizadas.  sob  a  responsabilidade dos Assistentes Técnico‐Pedagógicos.  III ‐  a  capacitação dos professores de  Educação  Física  das escolas  inscritas. tendo como objetivos:  I  ‐  promover. incentivando sua colaboração com a Comissão.  designados pelos respectivos Secretários.Subseção IV  Da Olimpíada Colegial do Estado de São Paulo    Artigo  81  ‐  Fica  instituída  a  Olimpíada  Colegial  do  Estado  de  São  Paulo  a  ser  realizada anualmente e disputada por Escolas da Rede Estadual de Ensino Fundamental e Médio. a serem designados para atuar em órgão  da administração centralizada. Lazer e Turismo a  realização da Olimpíada Colegial.  execução  e  avaliação  das  ações  ficarão  sob  a  responsabilidade  de  uma  Comissão  composta  por  representantes  das  Secretarias  envolvidas. que terá como atribuições:  I ‐ a elaboração do Regulamento Geral e Técnico da Olimpíada.  a  integração  e  o  intercâmbio  dos  participantes das Unidades Escolares. arts.

 Inter‐Diretorias de Ensino (Capital).  bem  como  cursos  de  atualização  esportiva  com  vistas à sua divulgação entre os professores das turmas de Atividades Curriculares Desportivas. 2º e 3º lugares. na fase Final Estadual.  na modalidade Atletismo de ambos os sexos.  categoria  e  sexo  para  os  alunos premiados na fase Diretoria de Ensino.    Artigo 89 ‐ Caberá à Secretaria de Esporte.  Parágrafo único ‐ Caberá à Direção da Unidade Escolar.  c) garantir arbitragem das categorias mirim e infantil em todas as modalidades e  fases.  sob  a  orientação  dos  respectivos  Professores  Coordenadores  e  Assistentes Técnicos Pedagógicos das Diretorias de Ensino. 2º e 3º  lugares. Sub‐Regional e Regional (Interior):  d)  a  participação  de  docentes  para  atuarem  na  Final  Estadual.  mediante  convocação no Diário Oficial. pelo tempo que se fizer necessário.  nas  competições  e  na  avaliação  das  diferentes  fases  da  Olimpíada. assegurar que não haja prejuízo aos alunos participantes da Olimpíada Colegial.  na  fase  Diretoria  de  Ensino.  nos  momentos  definidos  para  a  sua  participação  na  organização.  nos  congressos  técnicos.  em  conjunto  com  os  órgãos  próprios  da  Secretaria  da  Educação.  na  Fase  Emparceiramento Regional.    Artigo 87 ‐ Serão considerados de efetivo exercício os dias em que os professores  de  Educação  Física  estiverem  representando  e/ou  acompanhando  as  suas  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas.  b)  aquisição  de  medalhas  por  modalidade  de  esporte.  para  atuarem  na  coordenação  da  Olimpíada  Colegial. por modalidade e sexo.  Parágrafo  único  ‐  O  estudo. em  decorrência de sua ausência às atividades escolares programadas.  nos  dias  em  que  estiverem  participando  das  competições  das  diferentes  fases  da  Olimpíada.  III ‐ assegurar recursos financeiros para:  a) premiar.  a  análise  e  a  avaliação  dos  regulamentos  geral  e  técnico.  nos  cerimoniais. junto às Diretorias de Ensino. Lazer e Turismo:  I ‐ prever a Olimpíada Colegial em seu calendário anual.  55 .  b) premiar. as Unidades Escolares.  VI ‐ recursos financeiros para:  a)  aquisição  de  material  permanente  e  de  consumo  para  as  Unidades  Escolares  envolvidas na Olimpíada. elaborados pela Comissão. nas fases Inter Diretorias de Ensino (Capital) e Sub‐Regional (Interior). subsidiada pelo Professor  Coordenador. com troféus e medalhas  de 1º.  nos  demais  componentes  curriculares.  d)  garantir  transporte  para  as  equipes  classificadas  na  Capital  e  Interior.V ‐ o afastamento de professores de Educação Física. os alunos que fizerem jus à medalhas de 1º.    Artigo  88  ‐  Os  alunos  integrantes  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  somente  ficarão  dispensados  da  freqüência  às  aulas. deverão se constituir objeto de estudo nas Horas de Trabalho  Pedagógico  Coletivo  (HTPCs).  as  orientações  específicas  da  Olimpíada  Colegial.  II  ‐  assegurar  aos  Assistentes  Técnico  Pedagógicos  de  Educação  Física  das  Diretorias  de  Ensino.  das  diversas  categorias.  c)  transporte  dos  alunos  das  Unidades  Escolares  nas  fases  Diretoria  de  Ensino  (Capital e Interior).

  Parágrafo único ‐ A matrícula nas aulas de ensino religioso é facultativa.783/01. 1º)    Artigo 92 ‐ Para o estabelecimento do conteúdo programático do ensino religioso  deverá  ser  ouvido  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades civis representativas das diferentes denominações religiosas. 2º)    (•) A Indicação CEE nº 7/01. arts.e) prover transporte e alimentação para  as equipes  classificadas  do  Interior e  da  Capital.  na  série  final  do  Ciclo  II.802/02.  à  diversidade cultural e religiosa e fundamentar‐se em princípios de cidadania. arts.  (Res. para a Final Estadual. encontra-se anexada a esta unificação.    Artigo 91 ‐ O Ensino Religioso. 3º)    Artigo 94 ‐ A matriz curricular do ensino fundamental regular deverá ter acrescida.  (Lei nº 10.  qualquer  tipo  de  proselitismo  religioso.  Parágrafo único ‐ A aula prevista no caput deste artigo deverá constar do horário  regular da classe. integrante da Deliberação CEE nº 16/01.  ficando  assegurado  o  respeito  à  diversidade  cultural religiosa. Conj.802/02. art.  vedado o proselitismo ou o estabelecimento de qualquer primazia  entre as diferentes doutrinas religiosas. 2º.  Lazer  e  Turismo que atuarem na Final Estadual. 1º)    Artigo  95  ‐  O  Ensino  Religioso  a  ser  ministrado  no  horário  normal  das  aulas  das  escolas  estaduais  terá  caráter  supraconfessional. SE/SELT nº 1/08.  preconceito  ou  manifestação  em  desacordo  com  o  direito  individual  dos  alunos e de suas famílias de professar um credo religioso ou mesmo o de não professar nenhum. parte integrante da proposta pedagógica da escola  pública de ensino fundamental.  uma  aula  semanal  de  Ensino  Religioso  para  desenvolvimento  dos  conteúdos relativos à História das Religiões. 1º. por meio de convocação em Diário Oficial.  (Res.783/01. (•)  (Decreto nº 46. 4º)    Artigo 93 ‐ As diretrizes curriculares a serem observadas e os conteúdos a serem  ministrados  nas  aulas  de Ensino Religioso  são  os definidos  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. 4º.  (Decreto nº 46. 56 .  Parágrafo  único  ‐  Não  será  admitido  nas  escolas  públicas.  constantes desta seção e na Indicação CEE nº 7 de 2001. será ministrado nas escolas estaduais de acordo com o disposto  nesta seção. tolerância e em  valores universais presentes em todas as religiões. 3º.  (Lei nº 10.  caput do art.802/02. art.  f)  assegurar  a  participação  dos  funcionários  da  Secretaria  de  Esporte. 5º e 6º)    Seção III  Do Ensino Religioso    Artigo  90  ‐  O  ensino  religioso  constitui‐se  disciplina  dos  horários  normais  das  escolas  da  rede  pública  estadual  de  ensino  fundamental. 1º e 2º e Decreto nº 46. ética.  devendo  assegurar  o  respeito  a  Deus. SE nº 21/02. art. art.

 3º e 4º e arts.  os  conteúdos  de  ensino  religioso  serão  ministrados  pelos  próprios  professores  responsáveis pela classe. CEE nº 16/01.  Parágrafo único – Para fins do disposto no caput. com habilitação no magistério de  1ª a 4ª séries do ensino fundamental. 3º e 4º da Res. o Conselho Estadual de Educação  organizará encontro anual no mês de setembro que proporá orientações a serem implementadas  no ano letivo subseqüente. SE nº 21/02)    Artigo 103 ‐ Na rede estadual de ensino.  além  de  representantes  da  Secretaria  da  Educação  e  das  entidades do magistério. arts.    Artigo  100  ‐  Nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  das  escolas  da  rede  estadual.  Parágrafo único – A inclusão do ensino religioso deverá estar prevista na proposta  pedagógica da escola e sua carga horária será acrescida à carga mínima anual existente. o ensino religioso deve ser ministrado no  mínimo em uma das séries finais do ensino fundamental.  (Del. os licenciados em História.  (Decreto nº 46.    Artigo 102 ‐  A atribuição  das aulas de ensino  religioso  obedecerá ao  disposto na  legislação vigente. arts. 4º)    Artigo  98  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso. 3º e art.    Artigo  101  ‐  As  aulas  de  Ensino  Religioso  poderão  ser  atribuídas  para  carga  suplementar de trabalho do titular de cargo ou carga horária de servidor. 2º. parágrafo único do art. ouvindo‐se as entidades civis.394/96.    Artigo  97  ‐  A  Secretaria  da  Educação  está  autorizada  a  expedir  as  orientações  necessárias  para  a  atribuição  de  aulas  de  Ensino  Religioso  para  os  professores  pertencentes  ao  quadro do magistério da Secretaria da Educação.     Artigo  104  ‐  Os  conteúdos  do  ensino  religioso  obedecem  aos  definidos  na  Indicação CEE nº 7/2001.   Parágrafo  único  ‐  Os  conteúdos  serão  trabalhados  transversalmente  sob  a  responsabilidade e organização do professor. CEE nº 16/01. 5º e 6º)  57 . nas quatro primeiras séries do ensino fundamental:  a) os portadores de diploma de magistério em normal médio.    Artigo  99  ‐  Consideram‐se  habilitados  para  o  exercício  do  magistério  de  ensino  religioso nas séries finais – 5ª à 8ª ‐ do ensino fundamental.  ouvindo‐se  o  Conselho  de  Ensino  Religioso  do  Estado  de  São  Paulo  –  CONER  e  outras  entidades  civis  representativas  das  diferentes  denominações  religiosas. tal como prescrito no § 2º do art.  Parágrafo único ‐ As exigências relativas à habilitação do professor para ministrar  as aulas devem estar em conformidade com o disposto nos artigos 98 e 99. Ciências  Sociais ou Filosofia. 2º. 33 da Lei  nº 9.802/02.Artigo 96 – Ao Conselho Estadual de Educação compete avaliar a implementação  do  Ensino  Religioso  nas  escolas  estaduais  de  ensino  fundamental.    (Del.  b) os portadores de licenciatura em Pedagogia.

  ainda. art. art. pais.687/97.  (Lei nº 9.  (Lei nº 9.  Artigo 105 ‐ As escolas estaduais disponibilizarão.  professores e toda a comunidade escolar. CEE nº 16/01.  poderão  ministrar  noções  básicas  do  "Estatuto  da  Criança  e  do  Adolescente" (Lei Federal nº 8. às instituições religiosas  das mais diversas  orientações.069.  (Lei nº 9.  (Del. art.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada unidade de ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos. na forma de trabalho voluntário. de 13 de julho de 1990). de  caráter facultativo  para os alunos. atividades que discutam o Estatuto da Criança e do Adolescente.  horário para oferta de ensino  confessional. 1º)    Subseção III  Das Noções Básicas de "Prevenção e Combate ao Uso Indevido de Drogas"    Artigo  108  ‐  Ficam  inseridas  noções  básicas  de  "Prevenção  e  Combate  ao  Uso  Indevido de Drogas". 8º)    Seção IV  Dos Demais Temas Curriculares  Subseção I  Das Noções Básicas do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA    Artigo  106  ‐  As  escolas  públicas  de  ensino  fundamental  e  médio.508/97. 1º)    Subseção II  Da Discussão do Estatuto da Criança e do Adolescente    Artigo  107  ‐  Fica  instituído  que  no  calendário  escolar  das  escolas  públicas  de  ensino fundamental e médio estarão previstas. sendo assim instituído o  Dia do Debate sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. no currículo das escolas públicas de educação básica do Estado de São Paulo.939/98.  §  3º  ‐  A  matrícula  facultativa  dos  alunos  em  turmas  de  ensino  religioso  confessional  somente  será  realizada  mediante  conhecimento  dos  pais  sobre  a  natureza  do  conteúdo e autorização expressa dos mesmos.  respeitando  a  integração  interdisciplinar. art.  § 2º ‐ Autorização para o uso de espaço do prédio escolar para o ensino religioso  de  natureza  confessional  será  feita  sob  responsabilidade  da  escola. 1º)            58 .  § 1º ‐ As atividades a serem desenvolvidas ficarão a cargo de representantes das  diferentes instituições. na semana que inclui o dia 12 de outubro Dia da  Criança.  a  partir  de  programação  elaborada pela instituição interessada e aprovada pelo Conselho da Escola.

284/06.  para  observar o disposto nesta subseção. gênero. Origem  ou Etnia    Artigo  112  ‐  Fica  autorizado  o  Poder  Executivo  a  estabelecer  como  conteúdo  obrigatório no ensino fundamental e médio a crítica da violência doméstica e da discriminação de  raça.  no  conteúdo  programático  de  disciplina  da  área  de  Ciências  Físicas  e  Biológicas.122/76. legendas. crianças e adolescentes.247/99.  (Lei nº 1.990/01. abrangendo todas as disciplinas e áreas do conhecimento.  §  1º ‐  A  abordagem  crítica  da  violência  doméstica  deverá  tratar prioritariamente  da que atinge mulheres. art.Subseção IV  Dos Perigos e Prevenção do Alcoolismo    Artigo  109  ‐  Todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado  estão  obrigadas  a  introduzir. art. tabaco. 1º e 2º)    Subseção V  Da  “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”    Artigo  111  ‐  Fica  instituída. responsáveis pelo ensino fundamental  e  médio.    Artigo 110 ‐ Os estabelecimentos escolares. orientação sexual.  Parágrafo  único  –  Os  jornais  e  as  revistas  deverão  ser  de  cunho  educativo. 1º)          59 .  munições e outros que ofereçam riscos à formação da criança e do adolescente. 1º e 2º)    Subseção VII  Da Proibição de Dissecção e Vivissecção de Animais    Artigo 114 ‐ Ficam proibidas a dissecção e vivissecção de animais em laboratório  de estabelecimentos de ensino fundamental. o tópico "Perigos e Prevenção do Alcoolismo". Orientação Sexual. a atividade curricular de “Introdução à Leitura de Jornais e Revistas”.  (Lei nº 12.  (Lei nº 10.    Artigo 113 ‐ O Poder Público promoverá cursos para capacitar os profissionais da  Educação sobre os temas previstos no artigo anterior. armas.  não  podendo conter ilustrações.  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  da  rede  estadual de ensino. Gênero.  § 2º ‐ Os temas previstos no caput devem ser inseridos de forma transversal nos  currículos escolares. fotografias. anúncios de bebidas alcoólicas.  (Lei nº 10. origem ou etnia. 1º)    Subseção VI  Da Crítica à Violência Doméstica e da Discriminação de Raça.  dentro  de  sua  proposta  pedagógica. arts.  elaborarão  material  didático  adequado. arts.

    Artigo 117 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos destinam‐se àqueles que  não tiveram acesso à escolarização na idade própria ou cujos estudos não tiveram continuidade no  ensino  fundamental  e  médio. de ensino fundamental e médio.  instalados  ou  autorizados  pelo  Poder  Público. toda a comunidade escolar.  § 1º ‐ O Conselho de Escola de cada Unidade de Ensino se encarregará da garantia  da programação citada no caput deste artigo. indicados no artigo 37 da  Lei  Federal  nº  9.  § 2º ‐ As atividades previstas no caput deste artigo deverão envolver alunos.    Artigo  118  ‐  Os  currículos  dos  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  serão  estruturados pela equipe pedagógica da instituição de ensino. art.  com  características  adequadas  às  suas  necessidades  e  disponibilidades.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  correspondentes  aos  anos  iniciais  do  ensino  fundamental  serão  livremente  organizados.724/97.Subseção VIII  Das Atividades de Discussão dos Problemas Sociais do Brasil    Artigo  115  ‐  Fica  instituído  que  no  Calendário  Escolar  das  Escolas  Públicas  Estaduais.  serão  organizados  no  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  de  acordo  com as diretrizes contidas nesta seção.  § 3º ‐ O calendário escolar das escolas públicas estaduais deverá prever no mínimo  uma data por semestre para as atividades propostas no caput deste artigo.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização  de  estudos. com fundamento nas disposições da  Deliberação  CEE  nº  77/08  e  tendo  em  vista  as  orientações  constantes  do  Exame  Nacional  para  Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCCEJA).     Artigo  120  ‐  Os  cursos  serão  organizados  em  dois  níveis.  respectivamente.  correspondentes.394/96. estarão previstas datas para atividades que discutam  os problemas sociais do Brasil. enfim.  aos  anos  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  devendo  ser  desenvolvidos por meio de Projetos Pedagógicos específicos.    Artigo 119 ‐ O currículo para esta modalidade de ensino poderá ser organizado em  áreas do conhecimento ou por componente curricular com detalhamento no Projeto Pedagógico.     Artigo  121  ‐  Os  cursos  que  correspondem  aos  quatro  anos  finais  do  ensino  fundamental devem ser organizados de forma a atender ao mínimo de 24 (vinte e quatro) meses  60 .  referentes  ao  ensino  fundamental  e  médio. 1º)      CAPÍTULO II  DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS ‐ EJA    Seção I  Dos Cursos da Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio     Artigo 116 ‐ Os Cursos de Educação de Jovens e Adultos.  professores. pais.   (Lei nº 9.

 novas classes de cursos  presenciais  poderão  ser  instaladas  em  unidades  escolares  estaduais.  consolidados  como  Propostas  Curriculares  dos  cursos  regulares  de  Ciclo  II  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  do  Estado  de  São  Paulo.  materiais  didáticos  de  apoio.  de  forma  a  contemplar.   Parágrafo  único  ‐  Para  dar  início  às  atividades. 9/1999 e 41/2004.  implementados  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs.  Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  desenvolvidos  nas  telessalas.  continuarão  a  ser  implementados os materiais didáticos referentes ao Projeto Novo Telecurso.de integralização e 1.  ao  longo  dos  períodos  referentes  à  61 .     Artigo  124  A‐  Os  Cursos  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  EJA.    Artigo 123 ‐ Os alunos com estudos realizados em tempo inferior de integralização  ao  estabelecido  nos  artigos  121  e  122  devem  necessariamente  submeter‐se  aos  exames  organizados e/ou administrados pela Secretaria de Estado da Educação para receber certificação.  especialmente  formalizando.  passarão  a  adotar. e desde que devidamente comprovada a existência de demanda. arts.600 horas de efetivo trabalho escolar exigindo‐se dos alunos a idade mínima  de 16 (dezesseis) anos completos para seu início.  obrigatoriamente.  no  prazo  máximo  de  30 (trinta) dias  a  contar  da  data  da  referida  homologação.  organizados  e  selecionados  por  esta  Pasta. conforme as normas ora revogadas.  (Del. 1º a 9º)    Seção II  Dos Cursos de Educação de Jovens e Adultos mantidos pelas Escolas Estaduais  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  124  ‐  Mediante  autorização  concedida  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino.    Artigo 122 ‐  Os  cursos que  correspondem aos três anos do ensino médio devem  ser  organizados  de  forma  a  atender  ao  mínimo  de  18  (dezoito)  meses  de  integralização  e  1.  o  encerramento do livro de matrículas.  desde  que  preservado  o  espaço pedagógico adequado às características da clientela e dos cursos já em funcionamento na  escola.  para  os  alunos  ingressantes e em continuidade.   Parágrafo  único  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  tomar  as  providências  necessárias  para  assegurar  o  fiel  cumprimento  do  disposto  neste  artigo. efetuadas.200  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  exigindo‐se  do  aluno  a  idade  mínima  de  18  (dezoito)  anos  completos para seu início.  a  telessala  deverá. dispor de sala própria e de equipamentos e materiais mínimos necessários ao  desenvolvimento das teleaulas.  de  frequência  obrigatória  às  aulas  (presenciais)  ou  de  presença  flexível  e  atendimento  individualizado.  a  partir  de  2010. CEE nº 82/09.  em  caráter  obrigatório.    Artigo 123 A ‐ Os alunos matriculados em Cursos de Educação de Jovens e Adultos  em data anterior à homologação da Deliberação CEE nº 82/09 terão direito de concluir seu curso  nos termos das Deliberações CEE nºs 9/2000.    Artigo 125 ‐  Caberá  às  equipes escolares proceder às adequações necessárias  ao  desenvolvimento  dos  conhecimentos  previstos  nos  materiais  a  serem  encaminhados  oportunamente  às  escolas.

 ou seja.integralização  de estudos  e  de horas de efetivo  trabalho  escolar  exigida  pela  Del. a partir de 2010:  I  ‐  comprovar. seja efetivamente desenvolvido. 18 (dezoito) meses de integralização de estudos. arts.  que o intervalo existente entre a data da matrícula do aluno e aquela prevista para a certificação  do curso. arts. os mínimos estabelecidos pelos  artigos 6º e 7º da Del.  ingressante  ou  em  continuidade.  como  inicial e confirmada a cada semestre letivo.   II ‐ garantir que. será exigido certificado de conclusão  do ensino fundamental. SE nº 3/10.  que  os  alunos  que  constituíram  turmas  de  ingressantes  no  2º  semestre  de  2009. o contido na Del. nos 30 (trinta) dias  subsequentes.   §  2º  ‐  Esgotado  o  prazo  de  30  (trinta)  dias  para  efetivação  da  matrícula  de  que  trata o parágrafo anterior. SE nº 3/10. 11.  a  apresentação  de  documento  comprobatório de escolaridade anterior e. observado.   (Res.  ou  vierem  a  compô‐las  a  partir  de  2010.  desde  que  considerado o disposto na Del. matrícula não ativa. no ensino médio.  cumpram  ou  venham  a  cumprir. CEE nº 82/2009. caso pretenda dar  continuidade aos estudos. o candidato que não comprovar presença no CEEJA.     Artigo 127 ‐ As unidades escolares dos cursos de que trata o caput do artigo 124‐  A. quando for o caso. 1º e 2º)    Subseção II  Da Matrícula    Artigo  126  ‐  A  matrícula  de  aluno  em  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  dispensa.200 (mil e  duzentas) horas de efetivo trabalho escolar e idade mínima de 18 (dezoito) anos completos para  seu início. CEE nº 91/2009.   (Res. deverá solicitar renovação de matrícula. CEE nº 82/09. quando for o caso.  CEE  nº  82/09. ao longo do período correspondente à integralização dos estudos  e ao total de horas de efetivo trabalho escolar. na inexistência deste.   § 3º ‐ A matrícula confirmada pelo aluno no CEEJA deverá ser reconfirmada pela  escola e devidamente lançada no Sistema de Cadastro de Alunos. ou  seja. ou.  1.  § 1º ‐ A matrícula do aluno em um CEEJA.  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs. quais sejam:  a) no Ciclo II do Ensino Fundamental.  obrigatoriamente. no início de outro semestre. 1.  equivalente  aos  totais  dos  meses  de  integralização  dos  estudos  e  das  horas  de  efetivo  trabalho escolar previstos pela Del. a cada semestre letivo. deverão. o conteúdo programático previsto para o currículo  do ensino fundamental e médio.  nos  estudos  iniciais  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental.  deverá  ter  registrado  o  lançamento  de  NC  (Não  Comparecimento)  no  Sistema  de  Cadastro de Alunos da Secretaria da Educação.   III  ‐  assegurar.600  (mil  e  seiscentas)  horas  de  efetivo  trabalho  escolar  e  idade  mínima  de  16  (dezesseis) anos completos para seu início. independentemente da situação escolar  em  que  se  encontre. e. corresponda ao total dos semestres letivos exigidos para o respectivo nível de ensino. 24 (vinte e quatro) meses de integralização  de  estudos.  mediante  os  registros  de  matrículas  efetivados  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos.  deverá  ocorrer.  todos os conteúdos previstos para cada nível de ensino. será aplicada pela escola prova de avaliação de  competências. 10 e 3º)   62 .  CEE nº 91/09.  b) no Ensino Médio. devendo ser efetuada dentro do prazo máximo de 30  (trinta)  dias  a  contar  da  data  do  início  do  ano/semestre  letivo  nas  escolas  estaduais  de  ensino  regular.

 35 (trinta e  cinco) alunos.  poderão  ser  desenvolvidas aos sábados.   Parágrafo  único  –  Para  os  alunos  ingressantes  das  telessalas. as duas disciplinas não  contempladas em 2009. na conformidade do contido no  Anexo VI da Resolução SE nº 98/2008.12.  distribuída    na  conformidade  das  matrizes  curriculares  previstas.    (Res.  de  40  (quarenta)  alunos.  em turmas de. os conteúdos a serem trabalhados serão aqueles previstos  no Projeto Novo Telecurso. à exceção:   a) da disciplina Ensino Religioso.  na  parte  diversificada.  deverão  contemplar  todos  componentes  curriculares estabelecidos na legislação vigente.  na  matriz  curricular  do  ensino  médio.  do  2º  semestre  de  2009. art. em que a  carga horária de 6 aulas semanais ainda que deva ser distribuída. no bimestre. SE nº 3/10. quando a frequência dos  alunos.   b) das disciplinas de apoio curricular da 3ª série das classes de telessalas.Subseção III  Da Matriz Curricular    Artigo  128  ‐  Na  distribuição  das  aulas  das  disciplinas  dos  cursos  de  frequência  obrigatória ‐ presenciais e desenvolvidos nas telessalas ‐ deve‐se assegurar que:  I – nos cursos presenciais e nas telessalas a carga horária semanal será de 27 (vinte  e sete) aulas.  as  Coordenadorias  de  Ensino  e  de  Estudos e Normas Pedagógicas. SE nº 3/10.  III  ‐  as  turmas  deverão  ser  constituídas. 5º e 6º)            63 .  quando  necessário. sendo 5 (cinco) diárias com duração no período diurno de cinquenta minutos cada e. for sistematicamente inferior a 50% das aulas previstas.  acrescidas.  caberá  à  equipe  escolar  proceder. objeto dos anexos II e VI da Res.     Artigo  129  A  –  As  aulas  de  Educação  Física  dos  alunos  matriculados  nos  cursos  noturnos  e  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAs.  no  noturno.  cabendo  à  Diretoria  de  Ensino. no mínimo. de 2002.  ouvidas.  II‐  haja  controle  sistemático  da  presença  dos  alunos  às  atividades  diárias. arts. ou mesmo suspensas.  em  média. de acordo com  esta resolução.  de  uma  língua estrangeira moderna. de maneira a incluir nos semestres de 2010. SE nº 21. para o ensino fundamental e médio.  aos  ajustes  necessários  ao  prosseguimento  de  estudos  das  disciplinas  que  compõem  a  área  de  Ciências  da  Natureza e suas Tecnologias. conforme disposto na Res.  quarenta  e  cinco. 4º)    Subseção IV  Da Matriz Curricular dos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos – CEEJAs    Artigo 129 – Os cursos de ensino fundamental e médio oferecidos pelos Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  –  CEEJAs. e decidir pela sua instalação.2008.  observada a frequência mínima de 75% do total de horas letivas previstas para cada semestre. SE nº 98 de  23.  respectivamente. caso a caso. analisar. que deverão ser redimensionadas .  (Res. organizando os  respectivos currículos com todas  as  disciplinas  que  integram  a    base  nacional  comum. com 2 (duas) aulas semanais.

 deverão cumprir 8 (oito) horas diárias de trabalho e 40 (quarenta)  semanais. 8º e 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas    Artigo 131 ‐ Na atribuição de aulas. SE nº 3/10. observado o módulo de até 26 (vinte e seis) professores e a participação de.  devidamente  habilitados  no  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas.  será  afastado  nos  termos  do  inciso  III  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444/85.   serão  realizados  pelo  docente  de  cada  disciplina.  haverá  avaliações  periódicas. 7º.  CEE  nº  82/09.  de  forma a atender:  1) preferencialmente. por bimestre e  por disciplina. no mínimo.  não  significa  alteração na organização do trabalho dessas unidades que se caracteriza.  de  alunos  ingressantes  e  em  continuidade.  e  as  aulas  das  disciplinas    dos  cursos  mantidos  pelos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  1(um) professor por componente curricular. observar‐se‐á  que:  I  ‐  as  aulas  dos  cursos de frequência  obrigatória.   § 2º ‐ Os docentes titulares de cargo afastados junto aos CEEJAs.  serão  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária.   §  1º  ‐  As  aulas  dos  CEEJAs  serão  atribuídas.  observar‐se‐á o seguinte:  I ‐ nos cursos de frequência obrigatória às aulas. inclusive os estáveis.     Artigo 130 A ‐ Nos Centros Estaduais de Educação de Jovens e Adultos ‐ CEEJAs. os  resultados do semestre letivo deverão ser expressos em escala numérica de notas.   II  ‐  as  orientações  e  os  atendimentos  pedagógicos  que  ocorrerão  nos  CEEJAs.0  (cinco).  em  que  a  nota.  igual  ou  superior  a  5.   (Res.  assegurando‐se  que  o  conjunto de disciplinas do curso e respectivas avaliações seja a comprovação do desempenho do  aluno.  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.   II  ‐  nos  Centros  Estaduais  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos  ‐  CEEJAS. ou os servidores  contratados temporariamente.  previamente  programadas  pelo  professor. arts.  a  ser  realizada  de  acordo  com  o  ritmo  do  aluno. e demais candidatos.  é  considerada  satisfatória para a continuidade dos estudos. precipuamente.  curso  presencial  e  telessala. por uma  organização  curricular  estruturada  por  disciplina  e  por  presença  flexível  e  um  atendimento  individualizado ao aluno.  Subseção V  Da Frequência e da Avaliação do Aluno    Artigo  130  ‐  Em  se  tratando  da  avaliação  do  desempenho  escolar  dos  alunos.  à  participação  em  64 .  com    carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais.  que  serão  destinadas  ao  atendimento  individualizado  de  alunos. na disciplina específica do cargo.  de  que  tratam  os  artigos  6º  e  7º  da  Del.  e  uma  avaliação  final  de  cada  disciplina  do  curso. ao docente titular de cargo que.   2) aos ocupantes de função‐atividade.  para  efeito  de  registro  no  Sistema  de  Cadastro  de  Alunos  e  Concluintes  e  expedição  do  certificado de conclusão do ensino fundamental ou médio. com vigência a partir do primeiro dia  letivo do ano da atribuição e término em 31 de dezembro do mesmo ano. a  integralização  dos  estudos. após a atribuição das  aulas  na  unidade  escolar  em  que  é  titular. em números  inteiros  de  0  (zero)  a  10  (dez).

  as  avaliações  finais.  IV ‐ à Unidade Escolar:   a) instalar as telessalas.  dos  professores‐ coordenadores e dos docentes. os resultados obtidos pelos alunos.  e)  divulgar. controlar e avaliar a implementação dos cursos.  assegurando‐se  sua  legalidade  e  autenticidade. devendo ser exercidas integralmente  nos Centros.  respeitadas  as  diretrizes  pedagógicas  emanadas  pela Pasta.  e)  assegurar  o  cumprimento das  exigências  relativas  à  avaliação  do  desempenho  escolar e à certificação de conclusão de curso previstas nesta seção.  b)  suprir. analisando o desempenho dos  cursos com vistas a seu aperfeiçoamento e eficácia.  c) zelar pela manutenção e funcionamento das telessalas. Avaliação e Frequência e Concluintes.  c)  organizar  banco  de  questões.  controlar  e  avaliar.  incluindo  as  avaliações  periódicas  e  finais  presenciais. caberá:   I ‐ à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  a) prestar assistência técnico‐pedagógica às Diretorias de Ensino.  bem  como  os  materiais  didático‐pedagógicos  e  de  consumo  destinados ao desenvolvimento das atividades programadas. organizando‐as e incorporando‐as à proposta pedagógica  da escola.  II ‐ às Coordenadorias de Ensino:  a) autorizar o funcionamento de novos cursos presenciais.   (Res.  b) efetuar a matrícula dos alunos no Sistema de Cadastro de Alunos e manter os  registros  comprobatórios  da  respectiva  escolaridade.reuniões e à preparação e avaliação dos trabalhos escolares.  h)  acompanhar  o  lançamento  da  matrícula  e  de  todos  os  demais  registros  pertinentes aos Sistemas de Cadastro de Alunos. SE nº 3/10.  das  diferentes disciplinas. os docentes dos cursos.  g)  analisar  e  emitir  parecer  sobre  os  Planos  de  Gestão  apresentados  pelas  unidades escolares.   f) acompanhar.  f) expedir e arquivar os documentos de vida escolar.  b) acompanhar.  III ‐ às Diretorias de Ensino:  a)  diagnosticar  as  necessidades  de  instalação  e/ou  ampliação  de  cursos  presenciais. art. art.  manter  e  repor  o  equipamento  e  o  material  necessários  ao  funcionamento  das  telessalas.  o  calendário  escolar  dos  CEEJAs.  b) capacitar. para Educação de Jovens e Adultos.  em  local  de  fácil  acesso  ao  público  e  com  a  devida  antecedência. controlar e avaliar os cursos em funcionamento.  através  da  direção. nelas incluídas  as HTPCs e as HTPLs. 15)    65 . 12)    Subseção VII  Das Competências    Artigo 132 ‐ Para o desenvolvimento dos cursos.  conjuntamente  com  as  equipes  escolares  dos  CEEJAs. SE nº 3/10. solicitando a devida autorização ao órgão competente.  g) efetuar os devidos lançamentos correspondentes à situação final do aluno. quando necessário. por meio das Oficinas Pedagógicas.  (Res.  d)  elaborar.  d)  acompanhar.

  cada  classe  de  telessala corresponderá. gestão e avaliação  próprias.  § 1º ‐ A educação a distância organiza‐se segundo metodologia. ouvidas. a partir de 2010. arts.  devendo  ser  prevista  a  obrigatoriedade  de  momentos  presenciais  para  avaliação  dos  estudantes e. para estágio obrigatório e atividades relacionadas a laboratórios  de ensino. a uma classe de ensino regular. quando necessário.   (Res.Subseção VIII  Das Disposições Gerais    Artigo  133  ‐  Para  fins  de  composição  do  módulo  de  pessoal. 16. quando for o caso.  nos  processos  de  ensino  e  de  aprendizagem.  § 2º ‐ Os cursos e programas de educação a distância devem ser programados com  base  nos  respectivos  cursos  da  modalidade  presencial. SE nº 3/10.  inclusive  quanto  ao  tempo  de  integralização.  estudos  realizados  com  êxito  em  cursos  regulares  de  ensino  fundamental  e  médio  ou  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  na  proporção  indicada no quadro anexo a esta seção.     Artigo  133  A  ‐  As  situações  não  previstas  nesta  seção  serão  decididas  pelas  Diretorias de Ensino. 13 e 17)    Anexo    Tempo de estudo no EF Regular  1 ano (1 série)  2 anos (2 séries)  3 anos (3 séries)  Tempo de estudo no EM Regular  2 anos (2 séries)  1 ano (1 série)  Tempo de estudo no EF‐EJA  6 meses  1 ano  18 meses  Tempo de estudo no EM‐EJA  1 ano  1 semestre  Tempo mínimo a integralizar  18 meses  1 ano  6 meses  Tempo mínimo a integralizar  6 meses  12 meses      Seção III  Da Educação a Distância para Jovens e Adultos no Ensino Fundamental e Médio e na Educação  Profissional de Nível Médio  Subseção I  Da Concepção e Características    Artigo  134  ‐  Nos  termos  do  Decreto  nº  5.     Artigo 130 B – Poderão ser aproveitados.  CEE  nº  82/09. 14. as Coordenadorias de Ensino e a de Estudos e  Normas Pedagógicas. ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.622/05.  educação  a  distância  é  uma  modalidade  educacional  na  qual  a  mediação  didático‐pedagógica. com  estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.    66 .     Artigo  133  C  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  baixar  instruções que se fizerem necessárias ao cumprimento do disposto nesta seção.  desde  que  observados  os  limites  mínimos  de  integralização  previstos  pelos  artigos  6º  e  7º  da  Del. para compor o percurso escolar do aluno  do  ensino  fundamental  ou  médio.

Artigo 134 A ‐ São características fundamentais a serem observadas em todo curso  ou programa de educação a distância:  I ‐ organização que flexibilize tempo e espaço na atividade pedagógica.  III ‐ autorizar a criação de novos pólos por instituição de ensino.  apreciar  os  pedidos  de  credenciamento  e  67 . nos limites das competências  legais  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  pela  regularidade  de  todos  os  atos  escolares  praticados  pela  instituição.  II  ‐  utilização  de  recursos  de  tecnologias  de  informação  e  comunicação  e  suas  metodologias. deve‐se observar os seguintes conceitos:  I – sede: unidade central. podendo ser autorizados em caráter temporário.  de  competência  do  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  nos termos previstos na presente seção. por prazo determinado. no ensino  fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível médio. de competência do Conselho Estadual  de Educação ‐ CEE. no  âmbito do sistema de ensino do Estado de São Paulo. dentro dos limites do Estado de São Paulo.  pela  documentação  escolar e pela expedição de declarações.  V – descredenciamento: ato administrativo. que renova o credenciamento da instituição.  VI  –  autorização:  ato  administrativo.    Artigo 134 B ‐ Para os fins desta seção.  com  justificativa  para  atendimento de uma demanda social transitória.  III ‐ acompanhamento sistemático dos processos de ensino e de aprendizagem. com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou  tempos diversos.  II ‐ autorizar a abertura de cursos e programas de educação a distância.  que  habilita  a  instituição  de  ensino.  relativas aos cursos e programas de educação a distância.  pela  comunidade.  Parágrafo único ‐ Cabe à Câmara de Educação Básica.  V ‐ interatividade. históricos. de competência do Conselho Estadual de  Educação  ‐  CEE. não previstos no  ato de credenciamento.  recredenciar  e  descredenciar  instituições  para  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  IV – recredenciamento:  ato administrativo.  Parágrafo  único  ‐  Os  pólos  devem  ter  funcionamento  autorizado  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação  e  deverão  estar  previstos  no  projeto  pedagógico.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens  e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio.  a  atuar  em  educação  a  distância.  no  ensino  fundamental  e  médio  para  jovens e  adultos  e  na  educação profissional técnica de nível médio.  utilizada  para  o  desenvolvimento  descentralizado  de  atividades  pedagógicas  e  administrativas.  III – credenciamento: ato administrativo. certificados e diplomas de conclusão. de competência do Conselho Estadual  de Educação.  II – pólo: unidade operacional de apoio presencial. por meio de parcerias ou convênios. inclusive com a utilização de meios e tecnologias de informação  e comunicação.  nos  limites  do  Estado de São Paulo:  I  ‐  credenciar.  IV ‐ sistemática de avaliação da aprendizagem. responsável pela oferta e gestão dos cursos e programas. que cancela o credenciamento da instituição para atuar em educação a distância. vinculada à sede da instituição.  para  funcionar  em  locais  cedidos  por  empresas. públicas ou privadas.    Artigo  134  C  ‐  Compete  ao  Conselho  Estadual  de  Educação  ‐  CEE.  que  permite  à  instituição  credenciada  o  oferecimento  de  determinado  curso  e  programa  de  educação  a  distância.  pública  ou  privada.  em  escolas  de  outra  mantenedora ou em outras instituições. para o desenvolvimento das atividades educativas.

  e  sobre  eles  se  manifestar.  68 .  Parágrafo  único.  (Deliberação CEE nº 97/10. conforme dispõe a legislação em vigor. emitindo parecer que será objeto de deliberação do Conselho Pleno.  financeira  e  experiência  educacional  de  pelo  menos 2 (dois) anos.  regularidade  fiscal. deverão atender aos  referenciais de qualidade definidos pelo Ministério da Educação e pelo CEE e serão previamente  analisados  por  Comissão  de  Especialistas.  II  ‐  manifestar‐se  de  forma  conclusiva.    Artigo  135  A  ‐  O  credenciamento  da  instituição  será  concomitante  à  autorização  de seu primeiro curso e terá prazo de validade de até cinco anos. arts.  indicando  ou  não  restrições  quanto  ao  recredenciamento. 1º a 6º)    Subseção II  Do Credenciamento.  bem  como  à  eventual  concessão  de  prazo  para  atendimento  dos  requisitos  especificados. caberá à Comissão de  Especialistas:  I ‐ proceder à análise comparativa entre o relatório do credenciamento e os dados  aferidos  na  avaliação  de  recredenciamento.  especialmente  quanto  aos  resultados  obtidos  pelos  alunos  em  avaliações  externas.  pedagógica. elaborando relatório circunstanciado  e conclusivo sobre o pedido.  devendo atender os seguintes requisitos:  I ‐ justificativa para o pedido. quando for o caso.  III ‐ histórico institucional acompanhado de dados de identificação da instituição e  qualificação dos dirigentes da sede e dos pólos.  capacidade  econômicofinanceira  e  plano de investimento de curto e médio prazo.  Durante  a  vigência  do  credenciamento. conforme padrões estabelecidos pelo Conselho.  com  aprovação do Conselho Pleno.  Parágrafo  único  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  será  constituída  por  profissionais  com experiência em educação a distância e na área em que o curso e programa será oferecido.  indicando  possíveis  discrepâncias.  bem  como  melhorias  observadas.  por  meio  de  requerimento  dirigido  ao  seu  Presidente.     Artigo  134  E  ‐  A  Comissão  de  Especialistas  verificará  in  loco  as  condições  da  instituição  interessada  na  oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância  e  procederá  à  análise da proposta pedagógica e da capacidade tecnológica.    Artigo 135 B ‐ O pedido de credenciamento da instituição deverá ser formalizado  junto  ao  Conselho  Estadual  de  Educação. do Recredenciamento e da Fiscalização e Avaliação das  Instituições e de Cursos e Programas     Artigo 135 ‐ O credenciamento se destina a instituições de ensino que comprovem  capacidade  administrativa.  II  ‐  habilitação  jurídica.    Artigo  134  D  ‐  Os  pedidos  de  credenciamento  e  de  recredenciamento  de  instituições e de autorização de cursos e programas de educação a distância.  indicada  pela  Câmara  de  Educação  Básica.recredenciamento  de  instituições  e  de  autorização  de  cursos  e  programas.  econômica. No caso de pedido de recredenciamento.  a  instituição  poderá  solicitar autorização para implementação de novos cursos e programas. no prazo máximo de  30 (trinta) dias após a visita de verificação.  Parágrafo único. da Autorização.

IV  ‐  plano  de  desenvolvimento  escolar.  VI  ‐  corpo  docente  com  as  qualificações  exigidas  na  legislação  em  vigor  e.    Artigo 135 E ‐ O Projeto Pedagógico a ser encaminhado ao Conselho Estadual de  Educação ‐ CEE deverá atender.  reforço  e  recuperação  do  processo  de  aprendizagem.  contemplando  o  seguinte:  a)  matriz  curricular  com  ementas  detalhadas  e  definição  de  competências  e  habilidades a serem alcançadas e avaliadas em cada área e etapa do processo.  d)  descrição  das  atividades  presenciais  obrigatórias.  quando  for  o  caso. quando for o caso.  bem  como  pela  coordenação. com formação para o trabalho em educação a distância.  que  contemple  a  oferta  de  cursos  e  programas de educação a distância. com  possibilidade de renovação pelo Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  V ‐ projeto pedagógico dos cursos e programas que serão ofertados.  IX ‐ regimento escolar específico para educação a distância.    Artigo 135 D ‐ Uma vez indeferido o pedido inicial de credenciamento. quando houver. infraestrutura tecnológica.  § 1º O prazo de autorização de funcionamento dos pólos será de dois anos.  § 2º O ato de autorização do pólo será tornado sem efeito.  atividades  de  orientação.  III  –  identificar  a  equipe  multidisciplinar.  prevendo  preponderância  das  avaliações  presenciais sobre as avaliações periódicas a distância. os seguintes requisitos:  I ‐ obedecer às diretrizes nacionais e estadual.  V. a instituição  somente poderá requerê‐lo depois de decorridos dois anos.  b) número de vagas.  IV  ‐  definir  a  relação  de  alunos.  obedecendo  às  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  de  acordo  com o Catálogo Nacional.  avaliação. ex officio.  atendimento remoto aos estudantes e professores e laboratórios de ensino. caso não seja  instalado no prazo de um ano. no mínimo.  e)  relação  de  cursos  e  programas  presenciais  e  a  distância. quando houver.  para  acompanhamento  individualizado. defesa presencial de trabalho de conclusão de curso e das atividades em laboratórios  de  ensino.     Artigo 135 C ‐ A criação de novos pólos está condicionada à prévia autorização do  Conselho Estadual de Educação ‐ CEE.  com  as  respectivas  funções.  conceituar  a  concepção  pedagógica  dos  cursos  e  programas. no caso dos cursos de educação profissional técnica de nível médio. apresentando termos de  convênios com outras instituições.  preferencialmente.  VII ‐ descrição das parcerias e modo de funcionamento. supervisão e acompanhamento dos pólos. quando for o caso.  II  ‐  prever  atendimento  apropriado  a  estudantes  portadores  de  necessidades  especiais.  que  vai  responder  pelo  desenvolvimento  e  acompanhamento  do  curso  e  programa.  f)  plano  de  curso.  tais  como  estágios  curriculares.  professores  ou  tutores.  VIII  ‐  descrição  detalhada  dos  serviços  de  suporte  e  infraestrutura  adequados  à  realização do projeto pedagógico.  já  autorizados  e  em  funcionamento.  c)  critérios  de  avaliação  do  estudante.  bem  como  a  forma  de  acompanhamento  da  realização  das  atividades.  69 . relativamente às instalações físicas.

  II  ‐  recredenciamento  temporário.  mediante  avaliação  dos  cursos  e  programas  das  instituições  credenciadas. à qual a instituição  está jurisdicionada.  com  suspensão  de  novas matrículas nesse período.    Artigo  135  G  ‐  Os  cursos  e  programas  autorizados.  deverão ter o ato prévio de sua instalação publicado pela Diretoria de Ensino. caberá pedido de reconsideração ao  Conselho Estadual de Educação.  observado  o  contraditório  e  ampla defesa:  I – a instalação de diligência.    Artigo 135 K ‐ Caberá ao CEE.    Artigo  135  J  ‐  As  instituições  de  ensino  deverão  apresentar.  c) com a apresentação do material didático completo. assim como exercer  as funções de supervisão. a contar da data da publicação do ato no  Diário Oficial do Estado.  II – a suspensão da autorização de cursos e programas e de novas matrículas.    Artigo  135  H  ‐  O  pedido  de  recredenciamento  deverá  ser  requerido  pela  instituição:  a) com antecedência mínima de seis meses do término do seu prazo de vigência.  Parágrafo único. – Pedidos de recredenciamento indeferidos somente poderão ser  objeto de novo pedido.  não  superior  a  um  ano.    Artigo 135 I ‐ A partir da análise da documentação mencionada no artigo anterior e  dos relatórios da Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.  irregularidades ou descumprimento das  condições  originalmente  estabelecidas. enquanto não forem cumpridos os requisitos necessários. no prazo de trinta dias. exceto quanto a  apresentação do Projeto Pedagógico do curso.  sempre  que  solicitadas.  III ‐ indeferimento do pedido de recredenciamento.  § 1º Das determinações de que trata o caput. encarregada da fiscalização. sindicância ou processo administrativo. com proposta para:  I – recredenciamento.  em  ato  próprio. para salvaguarda do interesse público e proteção dos  alunos. por novo período de até cinco anos.    Artigo  135  F  ‐  A  instituição  credenciada  para  ministrar  cursos  e  programas  de  educação a distância deverá iniciar a oferta no prazo de um ano. a partir da data de publicação do  respectivo ato de autorização.    Artigo 135 L ‐   Identificadas  deficiências.  o  Conselho  determinará.  mediante  relatório fundamentado da Câmara de Educação Básica.  nos  termos  desta  seção.  b) instruído com os mesmos requisitos solicitados no artigo 135 B. a quem compete comunicar ao CEE o início das atividades.  III – a desativação de cursos e programas. documentos e informações ao CEE e aos órgãos de supervisão por ele designados.  IV – o descredenciamento.  adotar  as  providências  necessárias  para  a  suspensão  de  novas  matrículas.g)  apresentação  do  material  didático  para  o  primeiro  semestre  e  módulos  correspondentes e protótipos para a sequência do (s) semestres (s) ou módulos proposto(s).  será emitido parecer pela Câmara de Educação Básica do CEE.  70 . depois de decorridos dois anos.

 a suspensão de novos ingressos de alunos.  § 2º.    Artigo 140 ‐ A certificação parcial ou total em cursos e programas de educação a  distância  de  jovens  e  adultos  habilita  ao  prosseguimento  de  estudos  em  caráter  regular  ou  supletivo.  entre  instituições  estrangeiras  e  instituições  devidamente  credenciadas  e  jurisdicionadas  ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo. Os certificados ou diplomas de cursos e programas de educação a distância. arts. que ofereçam cursos e  programas devidamente autorizados pelo CEE.    Artigo 142 ‐  A sistemática de avaliação deve ser disciplinada no Regimento Escolar  e compatibilizada com o Projeto Pedagógico da instituição.  (Deliberação CEE nº 97/10.  deverão ser revalidados de acordo com as disposições legais pertinentes. 20 a 25)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 143 ‐ Os convênios e acordos de cooperação.  conclusão  de  estudos  e  obtenção  de  diplomas  ou  certificados  dar‐se‐á  no  processo.  (Deliberação CEE nº 97/10.    Artigo  141  ‐  Os  certificados  e  diplomas  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.§ 2º Em qualquer das hipóteses previstas no caput. poderá ser determinada pelo  Conselho. arts.  no ensino fundamental e médio para jovens e adultos e na educação profissional técnica de nível  médio só poderão ser emitidos por instituições devidamente credenciadas.    Artigo  139  ‐  A  instituição  poderá  aferir  e  reconhecer.  § 1º A emissão e o registro de diplomas de cursos e programas a distância deverão  obedecer à legislação educacional pertinente. a quem cabe garantir os registros das avaliações dos alunos. celebrados para fins de oferta  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância. até a decisão final.  emitidos  por  instituições  estrangeiras.     Artigo  138  ‐  A  sede  da  instituição. como medida cautelar.  71 .  é  responsável  pela  expedição  de  históricos  e  certificados  de  conclusão  de  curso  e  programa.  obedecidas às diretrizes nacionais e estadual.  conhecimentos  e  habilidades  obtidos  em  processos  formativos  escolares  ou  extraescolares.  expedidos  por  instituições  credenciadas  e  registrados  na  forma  da  lei.  terão  validade  nacional.    Artigo  137  ‐  Os  diplomas  e  certificados  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  mediante  avaliação.  credenciada  para  oferta  de  educação  a  distância.  conforme  disposto no Projeto Pedagógico aprovado pelo CEE.  para  que  gerem  efeitos  no  território  nacional. 7º a 19)    Subseção III  Da Vida Escolar    Artigo  136  ‐  A  avaliação  do  desempenho  do  estudante  para  fins  de  promoção.

deverão ser previamente submetidos à análise e homologação do Conselho Estadual de Educação. quando  houver. com os seguintes dados:  I ‐ instituições credenciadas. incluindo  missões em regiões de fronteira.  IV ‐ instituições descredenciadas.    Artigo  150  ‐  A  transferência  de  mantenedora  deve  ser  comunicada  ao  Conselho  Estadual de Educação.  III ‐ resultados dos processos de supervisão e avaliação.  IV  ‐  vivam  em  localidades  desprovidas  de  rede  regular  de  atendimento  escolar  presencial.  para que os diplomas e certificados tenham validade nacional.  II  ‐  sejam  portadores  de  necessidades  especiais  e  requeiram  serviços  especializados de atendimento.  VI ‐ estejam em situação de privação de liberdade. assegurados o direito dos alunos à continuidade e término dos estudos.    Artigo  146  ‐  As  instituições  deverão  fazer  constar  em  todos  os  seus  documentos  institucionais.  anúncios  e  matérias  de  divulgação  nos  veículos  de  comunicação  de  massa. por motivos de saúde. sendo o  ensino  a  distância  utilizado  como  complementação  da  aprendizagem  ou  em  situações  emergenciais.    Artigo  147  ‐  Os  documentos  que  instruem  o  processo  de  credenciamento.  Parágrafo único ‐ A oferta referida no caput contemplará a situação daqueles que:  I ‐ estejam impedidos.    Artigo 144 ‐ O Conselho organizará e manterá um sistema de informações aberto  ao público.    Artigo 149 ‐ No caso de mudança de endereço da sede deverão ser apresentados  documentos que comprovem as mesmas condições da anterior. deverá ser previamente comunicado ao Conselho Estadual de Educação e à Diretoria de  Ensino competente.  V ‐ cadastro de especialistas.  deverão  permanecer arquivados na sede da instituição e disponíveis em ambiente virtual para consulta da  Comissão de Especialistas e da Supervisão de Ensino.  V ‐ foram compulsoriamente transferidos para regiões de difícil acesso.    Artigo 145 ‐ As instituições credenciadas poderão solicitar autorização para oferta  de ensino regular fundamental e médio a distância. de acordo com as normas em vigor.  III ‐ encontram‐se no exterior.  72 .  referência  aos  atos  de  credenciamento  e  autorização  e  respectivas  datas  de  validade. de acompanhar o ensino presencial.    Artigo  148  ‐  O  pedido  de  encerramento  de  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.  II ‐ cursos e programas autorizados.  de  seus  cursos e programas a distância. disponibilizando essas informações em ambiente virtual. por qualquer motivo.  recredenciamento  e  autorização  dos  cursos  e  programas  de  educação  a  distância.

  (Deliberação CEE nº 97/10. 3º)              73 . a conclusão da habilitação profissional. destinadas ao conjunto das  disciplinas de cada módulo. arts.Artigo  151  ‐  Nos  casos  de  pedido  de  reconsideração  ou  recursos  de  solicitações  indeferidas.  assegurarão.    Artigo 154 – A carga horária de 6 (seis) aulas presenciais semanais. no caso de alunos do diurno. arts.  pelo  Centro  Estadual  de  Educação  Tecnológica  Paula  Souza  e  pela  Fundação  Roberto  Marinho. a Comissão de Especialistas.  3 ‐ Certificado de Técnico de Gestão de Pequenas Empresas: Módulo III. e. estruturados por semestres.  das  turmas  das  3ª  séries  serão  desenvolvidos  em  2009. 1º. será constituída por  membros diferentes dos que deram razão ao indeferimento. exclusivamente aos sábados. 26 a 34)      CAPÍTULO III  DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Dos Cursos da Educação Profissional    Artigo 152 ‐ As unidades escolares estaduais vinculadas à Coordenadoria de Ensino  da  Grande  São  Paulo  ‐  COGSP.  (Res. previstas para o  conjunto das disciplinas de cada módulo da habilitação será acrescida à carga horária semanal da  3ª série do ensino médio. quando se tratar  de alunos do período noturno.  com  320  (trezentas  e  vinte)  horas  cada. SE nº 5/09.   II  ‐  carga  horária  de  10  (dez)  aulas  semanais  destinadas  às  atividades  não  presenciais.  na  modalidade  de  curso  semipresencial.  § 1º ‐ Será assegurado aos alunos de que trata o caput a conclusão concomitante  dos estudos do ensino médio e a certificação dos seguintes módulos:  1 ‐ Certificado de Qualificação em Assistente de Planejamento: Módulo I .  desde  que  o  aluno  tenha  concluído  o  ensino  médio  e  os  3  (três)  módulos  que  compõem  o  referido  curso.  aos  alunos  matriculados  nas  3ªs  séries. desenvolvidas pelos alunos fora da sala de aula.  em  2009. 2º.  2 ‐ Certificado de Qualificação em Gerente Administrativo: Módulo II. a saber:  I ‐ carga horária de 6 (seis) aulas semanais presenciais.  §  2º  ‐  A  certificação  dos  módulos  e  a  expedição  do  diploma  de  Habilitação  Profissional  de  Técnico  de  Nível  Médio  em  Gestão  de  Pequenas  Empresas.  em  2008.  Parágrafo  único  ‐  As  aulas  de  que  trata  o  caput  poderão  ocorrer no  contraturno  e/ou aos sábados.  serão  emitidos pelo Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza.  constituíram  turmas  de  educação  profissional  do  curso  “Gestão  de  Pequenas  Empresas”. quando exigida a verificação in loco.    Artigo  153  –  Os  módulos  de  educação  profissional.  que.

  inclusive  como  carga  suplementar  para  professor  titular  de  cargo. SE nº 5/09.    Artigo 159 ‐ O aluno da 3ª série do ensino médio deverá efetivar sua matrícula em  cada  um  dos  cursos.Seção II  Da Atribuição das Aulas da Educação Profissional    Artigo  155  ‐  O  total  das  aulas  das  disciplinas  que  compõem  cada  módulo  de  educação  profissional.    Artigo 156 – Para exercer as funções de Orientador de Aprendizagem e de Tutor  de Turma.  no  curso  de  formação  básica  e. além das seis aulas contará  com  5  (cinco)  aulas  semanais  para  o  exercício.  semestralmente.  será  considerada  a  avaliação do desempenho no desenvolvimento das respectivas atividades.  imediatamente após sua organização.  no  curso  da  Habilitação Profissional Técnica de nível médio.  74 .   § 2º ‐ O professor de que trata o parágrafo anterior.  (Res. 4º e  art.  Parágrafo  único  –  Na  indicação  de  docente  para  Orientador  de  Aprendizagem  e  Tutor  de  Turma.  no  caso  de  professor  que  já  tenha  exercido  essas  funções. que exercerá simultaneamente  as funções  de Orientador de Aprendizagem e de Tutor de Turma. poderão ser atribuídas as aulas  para o exercício das funções de Orientador de Aprendizagem/Tutor de Turmas.   §  2º  ‐  Somente  após  a  homologação.  da  função  de  tutor  da  respectiva turma e para participar das atividades de formação continuada a serem desenvolvidas  pela instituição parceira para capacitação e/ou preparação das aulas. o docente deverá.  §1º  –  As  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  deverão  ser  atribuídas  a  um  único  professor  da  base  nacional  comum.  IV ‐ demonstrar habilidade em informática.  ou  seja.  será  desenvolvido por professor da base nacional comum.  6  (seis)  aulas  semanais  presenciais  para  cada  turma  de  alunos. ser capaz de:  I  ‐  compreender  que  seu  papel  principal  será  o  de  mediador  e  dinamizador  da  aprendizagem.  pela  Diretoria  de  Ensino.   II ‐ reconhecer a necessidade de aperfeiçoar permanentemente sua formação. prioritariamente. 5º )    Seção III  Da Formação das Turmas e da Matrícula nos Cursos    Artigo  158  –  As  unidades  escolares  constituirão  as  turmas  de  alunos  da  3ª  série  com um mínimo de 35 (trinta e cinco) e máximo de 43 (quarenta e três) alunos.  III ‐ exercer a liderança e ser proativo.  das  turmas  dos  módulos de educação profissional de que trata a presente seção.  §  1º  ‐  O  levantamento  total  das  turmas  será  enviado  à  Diretoria  de  Ensino.  V ‐ organizar seu trabalho de modo a auxiliar o aluno a aprender a aprender e a ser  sujeito de sua aprendizagem.  em  horários  diversos. caput e §§ 1º a 4º  do art.    Artigo 157 ‐ A atribuição das aulas destinadas ao desenvolvimento dos módulos de  educação profissional obedecerá à normatização prevista para o processo de atribuição de classes  e aulas de projetos e modalidades de ensino aos docentes do Quadro do Magistério.

 1º)    Seção II  Da  Caracterização e Destinação    Artigo 161 ‐ A educação inclusiva compreende o atendimento escolar dos alunos  que apresentam necessidades educacionais especiais e tem início na educação infantil ou quando  se  identifiquem  tais  necessidades  em  qualquer  fase.  na  modalidade especial.  que  demandem  atendimento educacional especializado. que dificultam o acompanhamento das atividades curriculares e necessitam de  recursos pedagógicos adicionais.  para  apoiar. arts.    Artigo 162 ‐ Consideram‐se educandos com necessidades educacionais especiais:  I  ‐  alunos  com  deficiência  física. art. CEE nº 68/07. art.  devendo  ser  assegurado  atendimento  educacional especializado.  III ‐ alunos com transtornos invasivos de desenvolvimento. 2º e 3º e Res.  (Del.  organizados  institucionalmente. CEE nº 68/07. 5º e 6º)        CAPÍTULO IV  DA EDUCAÇÃO ESPECIAL    Seção I  Do Direito e da Garantia de Atendimento    Artigo  160  ‐  A  educação.   IV  ‐  alunos  com  outras  dificuldades  ou  limitações  acentuadas  no  processo  de  desenvolvimento. conceitos. procedimentos e atitudes. é um processo definido por uma proposta pedagógica que assegure recursos  e  serviços  educacionais  especiais.  obedecidas  as  normas  regimentais  e  os  procedimentos  administrativos  estabelecidos para cada tipo de curso.  complementar  e  suplementar  o  ensino  regular.  (Res. 1º)                75 .  §  2º  ‐  Os  documentos. rapidamente. de controle de freqüência e de avaliação de aproveitamento escolar  do aluno pelas respectivas instituições. SE nº 5/09.  deverão  tramitar  separadamente.  público  e  subjetivo  da  pessoa. SE nº 11/08.  (Del.  mental.  sensorial  e  múltipla.  II  ‐  alunos  com  altas  habilidades.  superdotação  e  grande  facilidade  de  aprendizagem. que os levem a dominar.  direito  fundamental.  com  o  objetivo  de  garantir  a  educação  escolar  e  promover  o  desenvolvimento das potencialidades dos educandos que apresentam necessidades educacionais  especiais. artts.  de  que  trata  o  parágrafo  anterior.§  1º  –  A  duplicidade  de  matrículas  em  cursos  distintos  implicará  igualmente  na  duplicidade dos documentos.

  equipamentos  e  materiais  próprios. preferencialmente. com utilização de linguagens e códigos aplicáveis.     Artigo  165  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns. por meio da atuação de professor especializado na área da necessidade  constatada  para  orientação.  podendo  contar  com  o  apoio  das  instituições.  para  que  todos  se  beneficiem  das  diferenças  e  ampliem. nas classes comuns do ensino regular. mediante aprendizagem cooperativa em  sala de aula.  positivamente.  em seu processo de escolarização.   VI ‐ serviços de apoio pedagógico especializado.  b) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição  especializada. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.    Artigo 164 ‐ As escolas organizar‐se‐ão de modo a prever e prover em suas classes  comuns.  em  período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  suas  experiências.  poderão  contar.  II  ‐  flexibilizações  curriculares  que  considerem  metodologias  de  ensino  diversificadas  e  recursos  didáticos  diferenciados  para  o  desenvolvimento  de  cada  aluno.  em  atuação  colaborativa com os professores das classes comuns.  III  ‐  professores  capacitados  para  o  atendimento  às  necessidades  educacionais  especiais dos alunos. sempre que possam proporcionar o  aprimoramento dessas condições.  na  escola  regular.Seção III  Da Educação Inclusiva    Artigo 163 ‐ O atendimento educacional de alunos com necessidades educacionais  especiais deve ocorrer. mediante:  a) atendimento educacional especializado a se efetivar em sala de recursos ou em  instituição especializada.  em  consonância com o projeto pedagógico da escola. com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada. com a participação da  família e de outros agentes da comunidade no processo educativo.  d) oferta de apoios didático‐pedagógicos alternativos necessários à aprendizagem.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla.  c)  atendimento  itinerante  de  professor  especializado  que. assistirá os alunos que não puderem contar.  à comunicação.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  76 .  IV ‐ sustentabilidade do processo escolar. buscando a adequação entre idade  e  série/ano.  órgãos  públicos  e  a  colaboração  das  entidades privadas:  I  ‐  distribuição  ponderada  dos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  pelas várias classes do ano escolar em que forem classificados.  por  meio  da  utilização  de  procedimentos. bem como à locomoção.   V  ‐  atividades  de  aprofundamento  e  enriquecimento  curriculares  que  favoreçam  aos  alunos  com  altas  habilidades/superdotação  o  desenvolvimento  de  suas  potencialidades  criativas. trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio. em período diverso ao da classe comum em que o aluno estiver matriculado.  de  modo  a  propiciar  condições  necessárias  a  uma  educação  de  qualidade  para  todos.  complementação  ou  suplementação  das  atividades  curriculares. dentro do princípio de educar para a diversidade.  Parágrafo único ‐ As escolas que integram o sistema de ensino do Estado de São  Paulo  organizar‐se‐ão  para  o  atendimento  aos  educandos  com  necessidades  educacionais  especiais.  recomendando‐se intercâmbio e cooperação entre as escolas.

    Artigo 166 ‐ As escolas poderão utilizar‐se de instituições especializadas.   §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade. para:  I  ‐  complementar.    Artigo  167  ‐  Alunos  impossibilitados  de  freqüentar  as  aulas  em  razão  de  tratamento  de  saúde. educação e assistência. respeitadas as demais normas do sistema de ensino.  ingressantes  na  1ª  série  do  ensino  fundamental  ou  que  venham  transferidos  para  qualquer  série  ou  etapa  do  ensino  fundamental  e  médio. dotadas  de recursos humanos das áreas de saúde.   §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  periódica. cuja situação específica.  §  1º  ‐  O  encaminhamento  dos  alunos  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  para  serviços de apoio pedagógico especializado em salas de recursos far‐se‐á somente após avaliação  pedagógica realizada em conformidade com o disposto neste capítulo. sob a supervisão do órgão  competente. com vistas a seu encaminhamento para classe comum.  com  participação  dos  pais  e  do  Conselho  de  Escola  e/ou  estrutura  similar. e de materiais diferenciados e  específicos.  que  implique  em  internação  hospitalar.transitoriedade.  serão  matriculados.  com  acompanhamento  pedagógico que lhes facilite o retorno à escola regular.  preferencialmente.  suplementar  e  apoiar  o  processo  de  escolarização  dos  alunos  com necessidades educacionais especiais matriculados nas classes comuns das escolas de ensino  regular.  atendimento  ambulatorial  ou  permanência  prolongada  em  domicílio.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163.    Artigo  169 ‐  Os  alunos  com  necessidades educacionais  especiais.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.  77 .  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  da  avaliação  multidisciplinar.  deverão  ter garantida  a  continuidade do seu processo de  aprendizagem. cuja gravidade da  deficiência  ou  distúrbio  do  desenvolvimento  imprimam  limitações  severas  às  suas  atividades  de  vida  diária  e  comprometam  seriamente  sua  possibilidade  de  acesso  ao  currículo  da  escola  de  ensino regular.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios. excetuando‐se os casos. não permita sua inclusão direta  nessas classes.  desde  que  preservada  a  capacidade  de  aprendizado.  II  ‐  oferecer  aos  alunos  matriculados  nas  classes  comuns  do  ensino  regular  atividades  de  preparação  e  formação  para  o  trabalho  e  atividades  nas  diferentes  linguagens  artísticas e culturais.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado.    Artigo  168  ‐  As  disposições  necessárias  ao  atendimento  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais  deverão  constar  de  projetos  pedagógicos  das  unidades  escolares ou das instituições responsáveis.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular.  em  classes  comuns  do  ensino regular.  por equipe de profissionais  indicados  pela escola e pela família.   III ‐ o atendimento educacional especializado a crianças e jovens.

  contendo  parecer  conclusivo  sobre  a  situação  escolar  dos  alunos  atendidos  pelos  diferentes  serviços de apoio especializado.  aprovar  relatório  circunstanciado  de  avaliação.  (Del. acompanhado das fichas de observação periódica e contínua. 12. art. arts. 2º)    Seção IV  Do Processo de Avaliação    Artigo  170  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  com  necessidades  educacionais  especiais. 5º)    Seção VI  Da Expedição de Declaração de Terminalidade Específica    Artigo 174 ‐  Em  se  tratando de alunos com  significativa defasagem  idade/série e  severa deficiência mental ou grave deficiência  múltipla.  os  critérios de avaliação previstos pela proposta pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas  regimentais. 6º. auditivos e psico‐sociais.394/96. 3º e 4º)    Seção V  Do Encaminhamento de Alunos a Instituições Especializadas    Artigo  173  ‐  Os  alunos  com  deficiências  que  apresentem  severo  grau  de  comprometimento.  independente de escolarização anterior. arts. ainda. II e III deste capítulo. 8º e 11 e Resolução SE nº 11/08. com fundamento no inciso  II  do  artigo  59  da  Lei  nº  9.  as  disponibilidades  da  escola.  (Del.  Parágrafo  único  ‐  Esgotadas  todas  as  possibilidades  de  avanço  no  processo  de  escolarização e constatada significativa defasagem entre idade e série/ano. e Resolução SE nº 11/08.  certificando‐o  com  o  termo  de  conclusão  de  série/ano.  elaborado  por  professor  da  área. 5º.    Artigo  171  ‐  O  atendimento  escolar  a  ser  oferecido  ao  aluno  com  necessidades  educacionais  especiais.  deverá  ser  orientado  por  avaliação  pedagógica  realizada  pela  equipe  da  escola. motores.  as  mesmas  regras  previstas  no  regimento  da  escola  para  fins  de  classificação  em  qualquer  série  ou  etapa.  com  severa  deficiência  mental  ou  grave  deficiência  múltipla. 7º. mediante avaliação realizada pela escola.    Artigo  172  ‐  Caberá  aos  Conselhos  de  Classe/Ciclo/Série/Termo. em  conformidade com os Anexos I.  ao  final  de  cada  ano  letivo.  (Resolução SE nº 11/08. 4º. Professor Coordenador e Professor da sala comum. art.  deverão  ser  encaminhados  às  respectivas  instituições  especializadas  conveniadas com a Secretaria da Educação. visuais. CEE nº 68/07. com o apoio  de professor especializado da Diretoria de Ensino e de profissionais da área da saúde. as escolas poderão. acrescidos dos procedimentos e das formas alternativas de comunicação e adaptação  dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados aos alunos. formada pelo Diretor. é facultado às escolas  viabilizar  ao  aluno.  comprovadamente. com relação aos aspectos físicos. art.  expedir  declaração  com  terminalidade  específica  de  78 . CEE nº 68/07.§  2º  ‐  Aplicam‐se  aos  alunos  da  modalidade  de  educação  especial. de forma descritiva. as competências  desenvolvidas pelo educando.  contar.  grau  de  terminalidade  específica  do  ensino  fundamental. acompanhado de histórico escolar que apresente.  que não puderem  atingir  os parâmetros  exigidos para a conclusão do ensino fundamental. podendo.  cujas  necessidades  de  recursos  e  apoios  extrapolem.

098/00. que contêm os  recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no merca do de trabalho. com as alterações introduzidas no § 1º pela Res.436/02. as competências desenvolvidas pelo educando.     Artigo 178 ‐ Os professores especializados deverão comprovar :  I ‐ formação específica em curso de graduação de nível superior ou  II  ‐  complementação  de  estudos  de  pós‐graduação  na  área  do  atendimento  educacional especializado. 13 e 14)    Seção VIII  Da Formação dos Professores    Artigo 177 ‐ As Instituições de Ensino Superior devem oferecer obrigatoria‐mente  programas  de  formação  inicial  ou  continuada  aos  professores  das  classes  comuns  que  lhes  garantam  apropriação  dos  conteúdos  e  competências  necessárias  ao  trabalho  pedagógico  que  realizam.    Artigo  176  ‐  Serão  assegurados  aos  alunos  que  apresentem  necessidades  educacionais especiais os padrões de acessibilidade.  poderá  ser  realizada  em  oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade. constituindo‐se o pleno atendimento  em requisito para o credenciamento da instituição. 10.  (Del. CEE nº 68/07.determinada  série.`  Parágrafo  único  ‐  Os  sistemas  públicos  de  ensino  promoverão  formação  continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico com  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais. com alunos com necessidades educacionais especiais. autorização. regularmente.  § 1º ‐ A terminalidade prevista no caput deste artigo somente poderá ocorrer em  casos plenamente justificados mediante relatório de avaliação pedagógica. SE  nº 31/08)    Seção VII  Da Preparação Profissional dos Alunos    Artigo  175  ‐  A  preparação  profissional  oferecida  aos  alunos  com  necessidades  educacionais especiais. com a participação e a  anuência da família.  §  2º  ‐  A  escola  deverá  articular‐se  com  os  órgãos  oficiais  ou  com  as  instituições  que  mantenham  parcerias  com  o  Poder  Público. mobilidade e comunicação.172/01 e 10. com parecer do Conselho de Classe e Série aprovado pelo Conselho de Escola  e visado pelo Supervisor de Ensino.  de  forma descritiva. que não apresentem condições de se integrar aos cursos de nível técnico. na  Diretoria Regional de Ensino.  voltados  para  o  trabalho. com carga horária superior a 360 horas. CEE nº 68/07. responsável pela Unidade Escolar e pela Educação Especial. 9º e 10)        79 . na conformidade  do contido nas Leis nºs 10. reconhecimento e renovação de  reconhecimento de cursos.  (Resolução SE nº 11/08. art.  acompanhada  de  histórico  escolar  e  da  ficha  de  observação  contendo. arts.  a  fim  de  fornecer  orientação  às  famílias  no  encaminhamento  dos  alunos  a  programas  especiais. arts. 6º.  para  sua  efetiva  integração na sociedade.  (Del.

   (Resolução SE nº 11/08.  com  o  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado. com participação dos pais e do Conselho de Escola e/ou estrutura similar.  a  ser  realizada  por  equipe  de  profissionais indicados pela escola e pela família. 9º)    Subseção II  Da Organização dos Serviços de Apoio Especializado – SAPEs    Artigo  182  ‐  Na  organização  dos  Serviços  de  Apoio  Especializado  (Sapes)  nas  Unidades Escolares. e. na rede estadual  de  ensino.  gradativamente. da própria escola ou de outra unidade.  na  escola  regular.  poderão  contar.  em  sala  de  recursos  específicos. Serviços de Apoio Pedagógico  Especializado (SAPEs).    Artigo  180  ‐  A  implementação  de  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs) tem por objetivo melhorar a qualidade da oferta da educação especial. desde que acompanhados dos termos de anuência da Diretoria de Ensino e  da respectiva Coordenadoria de Ensino.   Parágrafo  único  ‐  Os  Serviços  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  (SAPEs)  serão  implementados por meio de:  1  ‐  atendimento  prestado  por  professor  especializado. ou mesmo apresentarem  comprometimento  do  aproveitamento  escolar  em  razão  de  transtorno  invasivo  do  desenvolvimento.  com vistas a sua inclusão em classe comum.  observado  o  disposto no parágrafo único do artigo 163.  favorecendo  a  adoção  de  novas  metodologias de trabalho. serão organizados. em nível de unidade escolar e por sua solicitação.   § 1º ‐ Esgotados os recursos pedagógicos necessários para manutenção do aluno  em  classe  regular. em horários programados de acordo com as necessidades dos alunos.Seção IX  Dos Serviços de Apoio Pedagógico Especializado ‐ SAPEs    Artigo 179 ‐ Consideradas as especificidades regionais e locais.  §  3º  ‐  O  caráter  de  excepcionalidade. leve à inclusão do aluno em classes comuns do ensino regular.  a  indicação  da  necessidade  de  atendimento  em  classe  regida  por  professor  especializado  deverá  resultar  de  uma  avaliação  multidisciplinar.  de  que  se  revestem  a  indicação  do  encaminhamento  dos  alunos  e  o  tempo  de  sua  permanência  em  classe  regida  por  professor  especializado.  em  decorrência de severa deficiência mental ou grave deficiência múltipla. arts. na forma de itinerância. em período  diverso daquele que o aluno freqüenta na classe comum.  (Resolução SE nº 11/08.  viabilizando‐a  por  uma  reorganização  que. art.  2 ‐ atendimento prestado por professor especializado.  §  2º  ‐  O  tempo  de  permanência  do  aluno  na  classe  regida  por  professor  especializado  dependerá  da  avaliação  multidisciplinar  e  de  avaliações  periódicas  a  serem  realizadas pela escola.  será assegurado por  instrumentos e registros próprios. sob a supervisão do órgão  competente.  em  caráter  de  excepcionalidade  e  transitoriedade. observar‐se‐á que:   80 . 7º e 8º)    Subseção I  Do Atendimento de Alunos por Professor Especializado em Escola Regular    Artigo  181  ‐  Os  alunos  que  não  puderem  ser  incluídos  em  classes  comuns.

  atendidas  as  exigências  previstas no artigo 584. observada a prioridade conferida ao docente habilitado.  II  ‐  elaborar  plano  de  trabalho  que  contemple  as  especificidades  da  demanda  existente na unidade e/ou na região.  §  2º  ‐  A  constituição  da  turma  da  sala  de  recursos. terá como parâmetro o desenvolvimento de atividades que não deverão ultrapassar a 2  (duas) aulas diárias. com.  definida  a  demanda.     Artigo 183 ‐ A organização dos SAPEs na unidade escolar. serão desenvolvidas em atividades de apoio ao aluno com necessidades especiais. quer individualmente.  III  ‐  o  apoio  oferecido  aos  alunos.  professor  com  Licenciatura  Plena  em Pedagogia e curso de especialização na respectiva área da necessidade educacional.  somente  poderão  atender  alunos  cujo  grau  de  desenvolvimento seja equivalente ao previsto para o Ciclo I.  II  ‐  as  aulas  do  atendimento  itinerante. para atuarem nos SAPEs.  81 . etapa ou modalidade do ensino  fundamental  ou  médio.  da  classe  com  professor  especializado  e  da  itinerância  deverá  observar  o  atendimento  a  alunos  de  uma  única  área  de  necessidade educacional especial. somente poderá ocorrer quando houver:  I ‐ comprovação de demanda avaliada pedagogicamente.I ‐ o funcionamento da sala de recursos será de 25 (vinte e cinco) aulas semanais.  V  ‐  parecer  favorável  da  CENP. 360 horas de duração. sob a forma de sala de  recursos.  além  do  atendimento  prestado ao aluno:  I ‐ participar da elaboração da proposta pedagógica da escola.   II  ‐  professor  habilitado  ou.  expedido  pelo  Centro  de  Apoio  Pedagógico  Especializado. arts 10.    Artigo 184 ‐ As unidades escolares que não comportarem a existência dos SAPEs  poderão.  § 1º ‐ As turmas a serem atendidas pelas salas de recursos poderão ser instaladas  para  atendimento de alunos de qualquer série.  (Resolução SE nº 11/08.  com  turmas  constituídas  de  10  (dez)  a  15  (quinze) alunos. de modo a atender alunos de 2 (dois) ou mais turnos. não segregado.  a  serem  atribuídas  ao  docente  titular  de  cargo  como  carga  suplementar  e  ao  ocupante  de  função‐atividade  na  composição  da  respectiva  carga horária.11 e 14)    Subseção III  Da Formação e das Atribuições dos Professores    Artigo 185 ‐ Os docentes. deverão ter formação na área  da necessidade educacional especial. no  mínimo. quer  em pequenos grupos na conformidade das necessidades do(s) aluno(s).  III ‐ espaço físico adequado.  e  as  classes  com  professor  especializado.  em trabalho articulado com os demais profissionais da escola.  distribuídas  de  acordo  com  a  demanda  do  alunado.  em  sala  de  recursos  ou  no  atendimento  itinerante. atendidas as novas diretrizes da Educação Especial.  IV ‐ recursos e materiais didáticos específicos.    Artigo  186  ‐  Caberá  ao  professor  de  Educação  Especial.  na  ausência  deste.  contar  com  o  atendimento  itinerante  a  ser  realizado  por  professores  especializados  alocados  em  SAPEs  ou  escolas  da  região.

  II  ‐  propor  a  criação  de  serviços  de  apoio  pedagógico  especializado  à  respectiva  Coordenadoria de Ensino.  III  ‐  orientar  e  manter  as  escolas  informadas  sobre  os  serviços  ou  instituições  especializadas  existentes  na  região.  de  forma  a  agilizar  o  atendimento de alunos. arts. 12 e 13)    Subseção IV  Das Atribuições Gerais    Artigo 187 ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  I  ‐  proceder  ao  levantamento  da  demanda  das  salas  de  recursos  e  do  apoio  itinerante.  (Resolução SE nº 11/08. 15 e 16)    ANEXO I    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  ROTEIRO DESCRITIVO INICIAL/ANUAL DE OBSERVAÇÃO DO ALUNO    Ano:  Nome do Aluno:  Data de nascimento:  Série  Endereço residencial:  Telefone de contato da família:  Área de deficiência:  Escola:  Diretoria de Ensino:  Relato do Professor da sala comum:  A – Intervenção e interação afetiva. visando à otimização e à racionalização do atendimento com o objetivo de transformar  ou  transferir  o  serviço  oferecido.  VI  ‐  fornecer  orientações  e  prestar  atendimento  aos  responsáveis  pelos  alunos  bem como à comunidade.  mantendo  contatos  com  as  mesmas. arts.  COGSP  e/ou  CEI  e  Diretoria(as) de Ensino envolvida(s).    Artigo 188 ‐ As situações não previstas nesta seção serão analisadas e orientadas  por  um  Grupo  de  Trabalho  constituído  por  representantes  da  CENP/CAPE.  remanejando  os  recursos  e  os  equipamentos  para  salas  de  unidades escolares sob sua jurisdição.  IV ‐ orientar a equipe escolar quanto aos procedimentos e estratégias de inclusão  dos alunos nas classes comuns. social e familiar  1.  V ‐ oferecer apoio técnico pedagógico aos professores das classes comuns. Histórico do  Aluno  ‐ Descrição das características do aluno (sociabilidade e afetividade)  ‐ Relacionamento com a família e grupos  ‐ Expectativas da família  ‐ Antecedentes de atendimento de outra natureza (clínicos e terapêuticos)  82 .  (Resolução SE nº 11/08.III  ‐  integrar  os  conselhos  de  classes/ciclos/séries/termos  e  participar  das  HTPCs  e/ou outras atividades coletivas programadas pela escola.

: Este documento é roteiro para elaboração da Avaliação Descritiva      ANEXO II    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais  Nome do aluno:  Área de deficiência  Escola:  Série:  Data do atendimento:  Quantidade de horas de atendimento:  (  ) Aluno   (  ) Professores de sala comum   (  ) Equipe Escolar      (  ) Família  (  ) Comunidade (  )  Obs. articuladas com o professor da sala comum:  83 . Relacionamento com seu grupo social  B – Avaliação pelo professor especialista – observação descritiva nas diversas situações escolares:  ‐ interesse  ‐ Atenção  ‐ Concentração  ‐ Compreesão e atendimento a ordens  Habilidade sensóriomotora:  ‐ Percepção e memória visual  ‐ Percepção e memória auditiva  ‐ Percepção de diferenças e semelhanças  ‐ Orientação temporal  ‐ Orientação espacial  ‐ Habilidades motoras  ‐ Pensamento lógico  ‐ Expressão criativa  Linguagem e comunicação: oral  Linguagem e comunicaçãao: escrita  Raciocínio lógico‐matemático  C – Observações do Professor e condutas a serem seguidas  D – Avanços do aluno ao longo do ano letivo    ____________________                 ____________________                                 _________________  Nome do Professor/RG                    Professor Coordenador                                     Diretor    _______________________________  Nome do Professor/ RG (Especialista)    Obs.: Nomear 0(s) professor(es) atendido(s) e classe(s) ou série(s)  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )    Item 2 – Ações desenvolvidas com o aluno. Relacionamento do aluno com o professor especialista  4.2. Relacionamento do aluno na escola onde está matriculado (com os professores e colegas)  3.

...........................................................  .........................  ....................................................................................................................................................................................................................................................................................  ........... recurso utilizado e intervenção realizada)  ..........................................  Item 4 – Caracterização do Atendimento:  Nome do Professor:  Carga horária:  84 ......................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ..........................................................................................................................................................  .......................................................(Objetivos...............................................................................................................................................................................................................  ..........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................  ..........  .......................  ..................  ..................................................................................................................................................................................................................  Item 4 – Observações:  .........  ...............................................  .......  Iterm 3 – Materiais preparados para o aluno e/ou professor da sala comum:  ................  Item 3 – Foi necessária alguma intervenção especial?  Qual?  .........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................    __________                     ___________________                   ____________________      Professor                      Professor Coordenador                                 Diretor      ANEXO III    SALA DE RECURSOS/ITINERÂNCIA – PORTIFÓLIO DE ATENDIMENTO  FICHA DE ACOMPANHAMENTO BIMESTRAL E INDIVIDUAL DO ALUNO    Item 1 – Informações Gerais:  Nome do aluno:  Escola de matrícula:  Escola da Sala de Recursos:  Série:  Diretoria de Ensino:  Forma de atendimento: (   )Sala de Recursos                       (   ) Itinerância  Bimeste:    Item 2 – Quais os objetivos dos atendimentos no bimestre? Foram alcançados?  ...............................................  ....................  .........................................................................  .. tipo de atividade...................................................................................................................................................................................................................  ...............................................................  ....................................................................  ....

.......................................    Item 5 – Observações:  .. serão reconhecidos como Escola Indígena.......................................   (Del.............  ..............................................  ...   §  2º  ‐  As  escolas  indígenas...................................  ................... arts.......................  em  atendimento  à  reivindicação  da  comunidade interessada ou com a anuência da mesma..................  em  regime  de  colaboração com o Estado.........  os  estabelecimentos  de  ensino..  atualmente  mantidas  por  municípios.............................  que  não  satisfaçam as exigências anteriores...................  funcionando em terras indígenas......................... no prazo de dois anos.................................................................... CEE nº 46/05.............Quantidade de horas bimestrais na orientação de :  (  ) Professores de sala comum    (  ) Equipe escolar    (  ) Família     (  ) Comunidade  Quantidade de horas na produção de material pedagógico: (  )  Total de horas trabalhadas direto com o aluno: (  )  Total de horas bimestrais trabalhadas em função deste aluno:    Item 5 – Reavaliação e encaminhamento:  ..................................... passarão à responsabilidade do Estado.............................  ouvida a comunidade interessada..................................................................................................................................  autônoma  e  específica  do  Sistema  de  Ensino  Estadual  e  terá  normas  e  ordenamentos  jurídicos  próprios.. 1º e 2º)    Artigo 191 ‐  Os  estabelecimentos da rede estadual  de ensino que  funcionam em  terras habitadas por comunidades indígenas passam a ser reconhecidos como escolas indígenas e  85 .........................  .........................................................................  ..................................... desde que disponham de condições técnicas e financeiras adequadas........................................................................................................................................................  ................................ Regulamentação..........................................    ___________________              ___________________            _________________  Nome do Professor/RG               Professor Coordenador                  Diretor        CAPÍTULO V  DAS ESCOLAS INDÍGENAS    Seção I  Da Caracterização......................................  proporcionando  a  valorização  das  culturas  dos povos indígenas e a afirmação e manutenção de sua diversidade étnica....................................   § 1º ‐  Os  Municípios poderão  oferecer educação  escolar indígena..... Autorização e Reconhecimento    Artigo  189  ‐  No  âmbito  da  Educação  Básica..........................................................   Parágrafo  único  ‐  A  Escola  Indígena  se  constituirá  unidade  própria..........    Artigo  190  ‐  A  criação  das  escolas  indígenas  é  de  responsabilidade  do  poder  público  estadual  e  se  dará  por  ato  próprio  do  executivo..........  fundamentados  nas  Diretrizes  Curriculares  Nacionais...................

  especificando  a  condição  do  professor  indígena  e  dados de sua formação específica.  econômicas  e  religiosas  da  comunidade  indígena  específica.  de  que  trata  este  capítulo. 4º e 8º)    Artigo  196  ‐  As  escolas  indígenas  funcionarão  em  prédio  que  seguirá  projeto  especial. aos recursos e materiais didáticos existentes. 3º.    Artigo  195  ‐  Os  espaços  físicos  das  escolas  indígenas  deverão  ser  planejados.identificados como Escola Estadual Indígena ‐ EEI.  deverão  ser  consideradas  as  práticas  sócio‐culturais. às necessidades dos educandos e às práticas  sócio‐culturais. arts.  dimensionados  e  organizados  de  forma  a  atender  às  especificidades  da  proposta  pedagógica  da  escola.  ato  próprio  de  criação.  a  organização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo.  de  responsabilidade  do  poder  público.  quando houver demanda da comunidade indígena.    Artigo 192 ‐ A educação indígena funcionará com normas e ordenamento jurídico  próprios. visando à valorização plena das culturas dos povos  indígenas e respeitadas as diversidades étnicas.  respeitadas  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  e  as  Diretrizes  Nacionais  para  o  Funcionamento  86 . dirigido ao Conselho  Estadual  de  Educação.  e  com  ampla  participação  da  comunidade  indígena. devendo a clientela atendida ser exclusivamente  constituída por alunos indígenas. independente do seu número.  observadas  as  diretrizes  curriculares  do  ensino  intercultural  e  bilingüe  e  as  normas  regimentais específicas para essa modalidade.    Artigo 193 ‐ O reconhecimento legal dos estabelecimentos de ensino como escolas  indígenas  autônomas  e  específicas  pressupõe.  concedida  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. 1º. independentemente do nível e modalidade de  ensino oferecidos.  bem  como  sua  forma  de  produção  do  conhecimento  e  métodos  de  ensino‐ aprendizagem.  autorização  de  funcionamento.  e  atendimento  às  diretrizes  contidas nesta seção. 2º.  que  atenda  às  necessidades  da  comunidade  indígena  e  estará  localizado  em  terras  habitadas por ela.     Artigo  197  ‐  Na  organização  das  escolas.  acompanhado  de  pareceres  conclusivos  da  Diretoria  de  Ensino.     Artigo  194  ‐  O  pedido  de  autorização  de  funcionamento  de  Escola  Estadual  Indígena deverá ser formulado pela direção da unidade escolar proponente.  ouvida  a  comunidade.  para  sua  plena  regularidade  organizacional  e  funcional. SE nº 147/03.  §1º  ‐  A  educação  indígena  somente  poderá  ser  oferecida  quando  houver  solicitação específica da respectiva comunidade.  § 2º ‐ A educação infantil e o ensino médio serão implementados gradati‐vamente.   Parágrafo  único  ‐  Em  consonância  com  a  flexibilidade  que  a  Lei  permite.  (Res.  Coordenadoria de Ensino e do Núcleo de Educação Indígena (NEI) e dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola.  calendário  escolar e regimento escolar.  contendo  estrutura  curricular.  econômicas  e  religiosas  que  caracterizam  a  etnia  indígena  atendida.  II  ‐  cópia  da  proposta  pedagógica.  III  ‐  relação  do  corpo  docente.

     Artigo  201  ‐  A  Secretaria  da  Educação.  V  ‐  dar  oportunidade  aos  educandos  da  vivência  de  atividades  e  valores  que  os  auxiliem no desenvolvimento de uma vida cidadã dentro e fora do universo indígena. SE nº 147/03.   (Del.   IV ‐ projetos que incluam outras comunidades. humanos e financeiros para  seu pleno funcionamento.     Artigo 198 ‐ O ensino será ministrado em Língua Portuguesa e na língua materna  da comunidade indígena específica.   II  ‐  relação  do  corpo  docente.   II ‐ prover as escolas indígenas de recursos materiais. costumes. línguas  e tradições indígenas. CEE nº 46/05.   II ‐ conteúdos curriculares específicos. 3º.  (Res. para uso nas escolas indígenas.   III ‐ níveis e modalidades de ensino pretendidos. promovendo o ensino intercultural. 5º)    Seção III  Das Competências    Artigo 200 ‐ Compete à Secretaria da Educação. art.  incluindo dados que comprovem sua formação específica.  autorizará o funcionamento de escola indígena após análise dos seguintes documentos:   I ‐ ato de criação da escola. utilizando os recursos destinados  ao financiamento público da educação:   I ‐ promover a formação continuada dos professores‐índios.  por  meio  das  Diretorias  de  Ensino.  II ‐ oferecer exclusivamente à respectiva comunidade todas as etapas da educação  básica.  especificando  sua  condição  de  professor‐índio.   V  ‐  uso  de  materiais  didático‐pedagógicos  produzidos  de  acordo  com  o  contexto  sócio‐cultural de cada etnia indígena.   III  ‐  elaborar  e  publicar  sistematicamente  material  didático. arts.  específico  e  diferenciado.  VI ‐ garantir a formação continuada aos professores indígenas.  III  ‐  proporcionar  um  ensino  intercultural  e  bilingüe  que  valorize  as  línguas  e  as  culturas indígenas e a afirmação da identidade étnica.das Escolas Indígenas. será contemplada no Projeto Pedagógico e Regimento Escolar próprios que  deverão conter:   I ‐ calendário escolar e duração de período escolar diferenciados.   87 .   III ‐ inclusão de atividades que reforcem a cultura própria da comunidade indígena  em que a escola estiver inserida.  IV ‐ assegurar condições para o acesso e a produção dos conhecimentos universais  e específicos das diferentes áreas dos saberes. 4º e 5º)    Seção II  Dos Objetivos    Artigo 199 – Constituem‐se objetivos da Escola Estadual Indígena :  I ‐ garantir a sistematização e a valorização dos conhecimentos.

  ajustando‐se  às  condições  e  especificidades próprias de cada etnia ou comunidade indígena. terá por base:  1. 6º)    Seção V  Do Projeto Pedagógico e do Regimento    Artigo  204  ‐  As  escolas  indígenas.   (Del. integrantes deste capítulo.  as  características  próprias  das  escolas  indígenas  em  respeito  à  especificidade  étnico‐cultural de cada etnia ou comunidade. 8º e 9º)    Seção IV  Da Atribuição de Aulas    Artigo  203  ‐  A  atribuição  de  aulas  será  feita  a  professores‐índios.    Artigo  205  ‐  A  Educação  Básica  que  compreende  a  Educação  Infantil. 7º. é de responsabilidade das Diretorias Regionais de Ensino da  Secretaria da Educação. as diretrizes curriculares nacionais referentes a cada etapa da educação básica. a realidade sócio‐linguística em cada situação. arts. os referenciais curriculares indígenas.  a  produção  e  a  utilização  de  materiais  didático‐pedagógicos.  6.  2. III IV.  indicados  pela  comunidade  indígena  e  devidamente  formados  ou  capacitados  no  âmbito  das  instituições  formadoras de professores. CEE nº 46/05.  Parágrafo único ‐ A formulação do projeto pedagógico próprio por escola ou por  etnia.  respeitando‐se  o  fluxo  das  atividades  econômicas. SE nº 21/08)    88 .  respeitadas  as  normas  específicas  de  funcionamento. 6º e  9º. a participação da respectiva comunidade ou etnia indígena. desenvolverão suas atividades de acordo com o proposto no projeto pedagógico e  regimento escolar com as seguintes prerrogativas:  I  ‐  organização  das  atividades  escolares. os modos próprios de produção e transmissão de saberes de cada etnia. objeto dos Anexos I.   V ‐ regimento escolar.  a  fim  de  garantir  sua  especificidade e qualidade de ensino. CEE nº 46/05. culturais e religiosas e  II  ‐  duração  diversificada  dos  períodos  escolares. e V.  3. art.  o  Ensino  Fundamental  e  Médio. este com a redação dada pela Res.  7.  se  desenvolverá  nas  escolas  indígenas  na  conformidade  do  estabelecido  nas matrizes curriculares.     Artigo  202  ‐  A  Supervisão  das  escolas  indígenas. sociais. arts.  5. II.  4. assim como através do Programa Especial de Formação em Serviço de  Professor  Índio  para  o  Ciclo  I  do  Ensino  Fundamental  da  Secretaria  da  Educação  aprovado  pelo  Parecer CEE nº 419/2000.  que  expressem  metodologias que privilegiem processos específicos de aprendizagem. com anuência das Comissões Étnicas Regionais e do Conselho Geral do Núcleo de Educação  Indígena.IV ‐ projeto pedagógico. SE nº 147/03.   (Del.  (Res. com conteúdos específicos  do universo sócio‐cultural de cada povo indígena.

  §  1º  ‐  As  funções  de  Vice‐Diretor. 10 e 11)    Anexo I  Educação Infantil  Ciclo Inicial  Duração ‐ 02 Anos  Carga Horária Semanal: a ser definida pela escola  Matriz  Curricular:  a  ser  elaborada  pelas  escolas  que  oferecem  Educação  Infantil  junto com representantes da comunidade indígena atendida.desenvolvido  pela  Secretaria da Educação.  (Res.  2  ‐  no  ciclo  II  e  III  do  ensino  fundamental  e  no  ensino  médio. Códigos e suas Tecnologias. art.    Artigo  207  ‐  Todos  os  profissionais.Seção VI  Dos Profissionais da Escola Indígena     Artigo  206  ‐  A  escola  indígena  contará  com  um  Vice‐Diretor  de  Escola  Indígena.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena.  em  nível  superior.  de  que  trata  o  artigo  anterior  somente  poderão  exercer  as  respectivas  funções  desde  que  tenham  sido  devidamente  capacitados  e  avaliados pela Comissão Étnica Regional e pelo Conselho do NEI.:   1  ‐  As  áreas  de  Ciências  da  Natureza  e  de  Ciências    Humanas  e  suas  Tecnologias  serão  tratadas  na  área  de   Linguagens.  com Professor‐Coordenador. docentes e profissionais da área administrativa. num dialogo intercultural com metodologia transdisciplinar.  Professor‐Coordenador  e  de  docentes  serão  exercidas por professores indígenas.424/ 96.    Anexo II  Ensino Fundamental  Ciclo I  Duração ‐ 03 Anos  Carga Horária Semanal: 25 aulas  Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Parte Diversificada    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas Semanais  25  08  33  Obs.  a  portadores  de  diploma  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço  de  Professor  Indígena. 7º. SE nº 147/03.  devendo  as  necessidades  específicas  dessas  escolas serem contempladas pelos recursos a que se refere a Lei nº 9.   89 . com a redação dada pela Res.  §  3º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  das  escolas  indígenas  serão  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  na  educação  infantil  e  no  ciclo  I  do  ensino  fundamental. SE nº 21/08.    Artigo  208  ‐  Aplicam‐se  às  escolas  indígenas  os  recursos  destinados  às  demais  escolas  que  integram  a  rede  estadual  de  ensino.  desenvolvido por Secretarias Estaduais de Educação.  § 2º ‐ As funções administrativas serão objeto de norma específica.

:  1 ‐ As aulas previstas para a parte diversificada destinam‐se a realização de estudos e oficinas de sustentabilidade  econômica cultural e ambiental.  2 ‐ Será dada seqüência aos trabalhos realizados nos Ciclos anteriores.      Anexo IV   Ensino Fundamental   Ciclo III   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 Horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais  Nº de Aulas  Semanais  12  09  04  08  33    Obs.:   1  ‐  Dando  continuidade  ao  processo  de  construção  da  escola  intercultural  e  bilíngüe.2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental    Anexo III   Ensino Fundamental   Ciclo II   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular      Base Nacional Comum   Áreas   Linguagens Códigos e   Suas Tecnologias   Ciências da Natureza e   Suas Tecnologias   Ciências Humanas e   Suas Tecnologias   Oficinas   Totais   Nº de Aulas Semanais  05  12  08  08  3    Parte Diversificada     OBS.          90 .  as  áreas  de  Ciências  da  Natureza e Ciências Humanas serão trabalhadas de forma manter o equilíbrio e a dimensão intercultural.   2 ‐ As aulas previstas para as Oficinas destinam‐se a estudos e pesquisas de sustentabilidade econômica cultural e  ambiental.

 a partir da 6ª série.  de  livre  escolha  da  clientela  escolar. o domínio  da  linguagem  oral  ou  o  seu  caráter  instrumental  e  de  acesso  à  cultura  de  outros  povos  e  civilizações. de que trata este Capítulo. Finalidade e Destinação    Artigo 209 ‐ Os Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.  têm  por  finalidade  proporcionar  aos  alunos  das  escolas  públicas  estaduais  a  possibilidade  de  aprendizagem  de  língua  estrangeira  moderna.    Artigo 209 B ‐ Os Centros de Estudos de Línguas – CELs. na escola vinculadora ou em qualquer outra escola da rede pública estadual.  de  10  de  agosto  de  1987. e aos do ensino médio.    91 .270.  como  mecanismo  de  enriquecimento curricular.    Artigo  209  A  ‐  O  Centro  de  Estudos  de  Línguas  ‐  CEL  constitui  uma  unidade  de  ensino  vinculada  administrativa  e  pedagogicamente  a  uma  escola  estadual  e  se  destina  ao  atendimento  de  alunos  devidamente  matriculados  no  ensino  fundamental  ou  médio.  com  frequência regular.  em  caráter  opcional.      CAPÍTULO VI  DOS CENTROS DE ESTUDOS DE LÍNGUAS ‐ CELs    Seção I  Da Instituição.Anexo V   Ensino Médio Sustentável   Ciclo IV   Duração ‐ 03 Anos   Carga Horária Semanal: 25 horas   Matriz Curricular    Base Nacional Comum    Áreas  Linguagens Códigos e  Suas Tecnologias  Ciências da Natureza e  Suas Tecnologias    Parte Diversificada    Ciências Humanas e  Suas Tecnologias  Oficinas  Totais Nº de Aulas Semanais  15  10  05  03  33  Obs.   2‐  As  03(três)  aulas  previstas  para  a  parte  diversificada    destinam‐se  a  realização  de  estudos  e  oficinas  de    sustentabilidade econômica cultural e ambiental.:   1‐  o  Projeto  Pedagógico  de  cada  escola  indígena  explicitará  as  dinâmicas  das  aulas  ministradas. instituídos no âmbito da rede  estadual  de  ensino  pelo  Decreto  nº  27. nos Centros de Estudos de Línguas ‐ CELs.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  língua  estrangeira  moderna  serão  oferecidos  nos  CELs aos alunos do ensino fundamental.  nas  quais  os  professores concebem e praticam o trabalho integrado dos conteúdos tratados em suas aulas.    Artigo  209  C  ‐  O  ensino  de  língua  estrangeira  moderna. deverá enfatizar.  ficam  disciplinados  nos  termos deste capítulo.

  observado  o  seguinte:  I ‐ condições favoráveis de oferta e de atendimento à demanda escolar do ensino  fundamental  e  médio.  cabendo  à  direção  da  escola  vinculadora  manter.  (Res. respeitado o cumprimento da carga horária prevista para os cursos.  a  identificação do CEL e a relação dos cursos de língua estrangeira que são oferecidos. 1º)    Seção III  Da Criação.  V ‐ localização estratégica.  II  ‐  relação  nominal  dos  alunos  da  região  interessados  nos  cursos  a  serem  oferecidos.  assim  como  da  escola  indicada  como  vinculadora do CEL.  pela  respectiva  Coordenadoria  de  Ensino  e  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas. Instalação. § 2º do art. 2º. dado o caráter de enriquecimento curricular de que se reveste o seu ensino nessa unidade. Organização e Funcionamento    Artigo 211 ‐ A criação e a instalação de um CEL poderão ser autorizadas. SE nº 81/09.758/09.  § 2º ‐ As aulas das turmas do CEL deverão acompanhar o calendário da respectiva  escola vinculadora. no que couber.  (Res.    Artigo 212 ‐ A organização e o funcionamento do CEL deverão atender ao contido  nas Normas Regimentais Básicas estabelecidas para as escolas estaduais. arts. SE nº 81/09. 1º a 4º e Res.  VII ‐ disponibilidade de recursos didático‐pedagógicos.  VI  ‐  existência  de  escola  vinculadora  em  município  com  mais  de  cinquenta  mil  habitantes. com anuência da escola que  o  sediará.  § 1º ‐ Os objetivos e a organização do CEL deverão constar da proposta pedagógica  da escola vinculadora e de seu regimento. 1º)    Seção II  Da Denominação    Artigo  210  ‐  O  CEL  deverá  ter  a  mesma  denominação  da  escola  a  que  estiver  vinculado. arts.Artigo  209  D  ‐  A  língua  estrangeira  moderna  que  integra  obrigatoriamente  o  currículo escolar do aluno poderá ser cursada por ele também nos Centros de Estudos de Línguas ‐  CELs.  em  local  visível  e  de  livre  acesso.  IV  ‐  espaço  físico  adequado  ao  funcionamento  dos  cursos  e  que  garanta  sua  continuidade.  em  todos  os  níveis  e  modalidades.  após  análise  e  parecer  fundamentado  pela  Diretoria  de  Ensino. 3º e 4º)              92 . SE nº 81/09.  (Decreto nº 54.  III  ‐  disponibilidade  comprovada  de  docentes  habilitados  ou  qualificados  para  ministrar os cursos. caput e § 1º do art. mediante  proposta encaminhada pelo conjunto das escolas a serem atendidas. com facilidade de acesso.

  II ‐ dos cursos de que trata o inciso III do artigo 214:  a) organização em um único nível/estágio de estudos .  a  demanda proveniente dos cursos de ensino fundamental e médio da região.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  4  (quatro)  aulas  semanais.  de  que  trata  o  inciso  III  deste  artigo.  em  sua  totalidade. correspondendo a 480 (quatrocentas e oitenta) aulas.    Artigo 216 ‐ Na constituição das turmas de alunos do CEL. 35 alunos. no mínimo. podendo prever intervalo para recreio de até 20 (vinte)  minutos. no mínimo. precipuamente.    Artigo 214 ‐ Os cursos a serem oferecidos pelo CEL atenderão à seguinte ordem de  prioridade:  I ‐ ensino da língua espanhola. ao desenvolvimento da compreensão e da produção oral da língua  inglesa.  que  cursem  o  ensino  fundamental  ou  o  médio  no  período  noturno.  93 .  poderão  ser  mantidas.    Artigo  215  ‐  Na  organização  dos  cursos.  os  Centros  observarão  as  seguintes  diretrizes:  I ‐ dos cursos de que tratam os incisos I e II do artigo 214:  a)  organização  em  dois  níveis  (I  e  II)  de  estudos. com carga horária total de  100  (cem)  horas. a que se refere o parágrafo anterior.  destinados  exclusivamente  a  alunos do ensino médio.  § 1º ‐ O horário das aulas será organizado de forma a compatibilizar os interesses  e as possibilidades da escola e dos alunos. deverão ser observados  os seguintes critérios:  I ‐ no estágio de curso de nível único e no 1º estágio dos demais cursos ‐ turmas  de.  b) constituição de cada um dos níveis I e II por 240 aulas.  turmas de alunos aos sábados.  obrigatoriamente. que deverão garantir  a cada aluno aprendizagem progressiva no idioma de sua opção. 25 e.  b)  desenvolvimento  do  único  nível/estágio  em  dois  semestres  letivos  de  60  (sessenta)  aulas  cada.  II ‐ continuidade aos cursos das línguas estrangeiras modernas em funcionamento.  a  ser  desenvolvido. no máximo.  Parágrafo  único  ‐  Os  cursos  de  inglês. estabelecido entre elas o período  de recreio.  nos termos dos mínimos estabelecidos no artigo 215. 20 alunos. com 4 (quatro) aulas sequenciais.Seção IV  Dos Cursos e Turmas de Alunos    Artigo 213 ‐ O CEL deverá oferecer cursos de língua estrangeira moderna em todos  os  turnos  de  funcionamento  da  escola  vinculadora. com duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  correspondendo  a  120  (cento  e  vinte)  aulas.  de  forma  a  atender. ao longo de um ano letivo.  com  duração de 50 (cinquenta) minutos cada.  cujas  atividades  serão  desenvolvidas  em  3  (três)  aulas  semanais.  com  carga  horária  total  de  400  (quatrocentas) horas.  II ‐ nos demais estágios e níveis ‐ turmas de.  §  2º  ‐  Para  atender  prioritariamente  alunos  trabalhadores.  destinam‐se.  III  ‐  implementação  gradativa  de  cursos  de  inglês. distribuídas em 3 (três)  estágios  semestrais  de  80  aulas  cada.  em  caráter  excepcional.

  §  5º  ‐  Poderá.  § 2º Excepcionalmente.  que  estejam  com  reduzido  número  de  alunos.  em  cursos  que  tenham  apresentado  índices  mínimos  de  evasão ou de cancelamento de matrícula.  Parágrafo único ‐ A autorização. não superiores a 10% da quantidade inicial.  § 2º ‐ No ato de inscrição. 5º. 7º e 8º)    Seção V  Da Matrícula e Frequência    Artigo 218 ‐ Terá direito à matrícula inicial e à continuidade de estudos no CEL o  aluno que. após análise do pedido do Diretor de Escola. em caráter excepcional. turma com alunos de diferentes estágios de estudos. poderá ser constituída.    Artigo  217  ‐  O  CEL  poderá.  § 7º ‐ Ficará assegurada a continuidade de estudos aos alunos de escolas estaduais  que vierem a ser municipalizadas.    94 .  § 6º ‐ A desistência ou ausências injustificadas. a partir da 6ª série. ou do ensino médio. observadas  as normas e diretrizes gerais da demanda escolar.  o  diretor  da  escola  deferir  pedidos de alunos que não atendam ao disposto no parágrafo anterior.  na  escola  estadual  em  que  o  aluno  esteja  matriculado. ou ainda do ensino médio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula  Souza.  § 4º ‐ O aluno que atingir índice de ausências injustificadas igual ou superior a 25%  do total de aulas dadas.  a  fim  de  lhes  garantir  a  continuidade e/ou a conclusão dos estudos. em número superior a 20% do total  de  aulas  dadas.  implicará  o  imediato  cancelamento de sua matrícula no CEL. desde que já tenham concluído satisfatoriamente.§ 1º ‐  A Diretoria de  Ensino poderá.  quando  maior  de  dezoito  anos. SE nº 81/09.  abrir  período  de  inscrições  para  formação  de  novas  turmas  de  alunos. 6º. desde  que não ultrapassem 20%. estiver matriculado e frequentando regularmente curso de ensino  fundamental. pelo menos. da educação de jovens e adultos. de acordo com a quantidade de vagas de cada curso. mediante autorização da Diretoria  de Ensino. vedada sua concomitância  em mais de um curso do CEL.  mediante  requerimento  dirigido  ao  diretor  da  escola vinculadora. para viabilizar a conclusão dos estudos. no mínimo. quando se tratar do último estágio do Nível  II.  § 1º ‐ A inscrição e a matrícula do aluno serão efetuadas pelo seu responsável ou  por  ele  próprio. o aluno poderá optar.  excepcionalmente.  semestralmente. para formação de novas  turmas em cursos que tenham apresentado índices superiores ao estabelecido neste artigo. comprovadamente. quando se tratar de estágios não  iniciais  ou  únicos. na ordem de sua preferência.  com  justificativa. acompanhado de justificativa e proposta  de trabalho que vise à melhoria dos resultados obtidos.  (Res. a fim de ampliar suas possibilidades de  conseguir matrícula. por  até dois cursos de idiomas. em qualquer dos estágios do CEL. em  caráter de  excepcionalidade.  § 3º ‐ A matrícula será efetuada para um único idioma.  um estágio de estudos no CEL. poderá ser concedida pela Diretoria de Ensino de jurisdição da escola  vinculadora. dentre os oferecidos pelo CEL. autorizar o  funcionamento de turmas com 15 alunos. na rede  estadual de ensino. perderá o direito à renovação de sua  matrícula no curso. arts.

  §  2º  ‐  Será  permitida  ao  aluno  concluinte  da  3ª  série  do  ensino  médio. das habilidades alcançadas nos diferentes estágios do curso.  as  vagas  do  CEL  serão  distribuídas  prioritária e equitativamente entre os alunos da escola vinculadora e aqueles das outras escolas  estaduais da região.  ser  efetuado  em  escala  numérica de notas. 40% do total de vagas para jovens matriculados no  ensino médio. considerando os  resultados  alcançados  pelo  aluno.  (Res.  terão  preferência os alunos do ensino médio que comprovem possuir maior percentual de frequência às  aulas do ensino médio.  devendo as aulas ser planejadas e desenvolvidas a partir do nível de aprendizagem alcançado pela  turma no estágio precedente. 12. 13 e 14)  95 . para reforço da aprendizagem.  nas  sínteses  bimestrais  e  finais  de  avaliação  do  aproveitamento  do  aluno.  (Res. contendo:  1  ‐  informações  que  permitam  acompanhar  o  progresso  do  ensino  e  da  aprendizagem continuada.  devendo  o  registro  dos  resultados. o Conselho de Acompanhamento e Avaliação. para possibilitar sua conclusão.  §  1º  ‐  Havendo  demanda  superior  à  oferta  de  vagas  do  curso  de  inglês.  poderá  ser  expedida.Artigo  219  ‐  No  atendimento  à  demanda. pela escola vinculadora.  a  carga  horária  cumprida.  poderá  decidir  pelo  cumprimento  de  mais  um  semestre  de  estudos.  Parágrafo único ‐ O CEL deverá manter modelo próprio de ficha individual de cada  aluno. SE nº 81/09. variáveis de 0 (zero) a 10 (dez). declaração que comprove os estudos realizados. desde que esses estudos sejam  imediatamente subsequentes ao ano de certificação do ensino médio.  2 ‐ síntese dos conhecimentos e das habilidades a serem atingidos em cada estágio  e os resultados obtidos pelas avaliações propostas nos planos de ensino de cada idioma. bem como ao  término do 3º estágio do Nível II.  com  rendimento  satisfatório.  o  estágio  cursado  e/ou  o  nível  concluído. a escola vinculadora deverá fornecer à  escola  em  que  o  aluno  estiver  regularmente  matriculado. reservando‐se. SE nº 81/09.  Parágrafo único ‐ Na classificação de alunos do Nível I para o Nível II.  informações  sobre  o  desempenho  escolar  obtido  pelo  aluno  no  CEL. no histórico escolar do aluno.  obrigatoriamente. com vistas  à sua classificação em estágio adequado ao nível de desenvolvimento atingido.    Artigo 222 ‐ A escrituração escolar dos alunos matriculados no CEL obedecerá aos  mesmos  procedimentos  adotados  nos  cursos  regulares.  §  4º  ‐  As  informações  referidas  no  parágrafo  anterior  deverão  constar.  a  continuidade de estudos no CEL. 10 e 11)    Seção VI  Da Avaliação e Classificação do Aluno e Escrituração Escolar    Artigo  220  ‐  A  avaliação  de  aprendizagem  do  aluno. 9º. no mínimo.    Artigo  221  ‐  A  classificação  do  aluno  far‐se‐á  sempre  em  estágio  posterior. arts.  §  1º  ‐  O  aluno  que  concluir  o  curso  com  rendimento  satisfatório  terá  direito  à  expedição de certificado de conclusão.  de  responsabilidade  do  professor do curso.  §  2º  ‐  Ao  aluno  que  concluir  estágios. será realizada de forma contínua e sistemática. como enriquecimento curricular.  § 3º ‐ Ao término de cada etapa do curso. arts. com números inteiros.

  escrita. desistir das aulas que lhe foram  atribuídas no CEL não poderá ter nova atribuição de aulas no mesmo ano da desistência.003 por dia de efetivo exercício no magistério público do Estado de São Paulo.  em  caso  de  experiência anterior. respeitadas as normas referentes ao processo anual  de atribuição de classes e aulas.  comprovando  as  competências  e  as  habilidades  básicas  de  leitura.  preferencialmente  de  último  ano.    Artigo 224 ‐ O docente que.  (Res. 15 e 16)    Seção VIII  Do Credenciamento e Avaliação dos Docentes    Artigo 225 ‐ Nos procedimentos de credenciamento e no processo de avaliação de  desempenho  dos  docentes  ao  final  de  cada  estágio  do  curso. poderão ser atribuídas aulas a aluno de curso  de  licenciatura  plena  em  Letras.    Artigo 226 ‐ Os candidatos inscritos e credenciados serão classificados.  no campo de atuação referente a aulas do ensino fundamental e/ou médio. nesta ordem sequencial.  b) 0. com certificado de  conclusão  de  curso  específico  de.  com  habilitação  na  língua  estrangeira objeto da docência.  II  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  curricular ou de diploma de curso de nível superior.  pela  ordem  de  prioridade  das  faixas  estabelecidas no artigo 223 e com as pontuações obtidas na seguinte conformidade:  I ‐ quanto ao tempo de serviço  a) 0.  com  habilitação  na  língua estrangeira objeto da docência.  deverão  ser  considerados  os  seguintes critérios:  I ‐ a participação em cursos de capacitação e/ou de orientação técnica específicos  da língua estrangeira objeto da docência.  observada  a  seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  comprovada  por  instituição  de  renomada competência.  credenciados  e  selecionados  em  processo  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  direção  da  escola  vinculadora. SE nº 81/09. no  desempenho  escolar  dos  alunos. quando comprovada a inexistência dos profissionais relacionados  nos incisos I e II.005 por dia de efetivo exercício em CEL da Secretaria da Educação do Estado  de São Paulo.  360  (trezentas  e  sessenta)  horas  no  idioma  pretendido.  conversação. por qualquer motivo.  96 . de acordo  com  a  habilitação  ou  qualificação  que  apresentem.  em  termos  de  aproveitamento  e  permanência. estabelecidas por resolução do Secretário da Educação. fluência e entendimento exigidas para a docência desse idioma.  II ‐ a assiduidade do docente e a qualidade do trabalho por ele desenvolvido.  no  mínimo. arts.  Seção VII  Da Atribuição de Classes e Aulas    Artigo 223 ‐ As aulas do CEL. deverão  ser  atribuídas  a  docentes  inscritos.  Parágrafo único ‐ Excepcionalmente.  III  ‐  a  realização  de  exame  de  proficiência.

 com carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas.  na  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição. na língua estrangeira objeto da inscrição.    Artigo  230  ‐  A  indicação  do  Professor  Coordenador  do  CEL  poderá  recair  em  docente  readaptado.  V ‐ afinidade com a realização de trabalho cooperativo e em equipe.    Artigo 229 ‐  São  requisitos para candidatar‐se ao posto  de trabalho de Professor  Coordenador do CEL:  I ‐ estar vinculado à rede estadual de ensino da Secretaria da Educação. em instituição privada.  preferencialmente  com habilitação em uma língua estrangeira moderna. por diploma de Mestrado.0 pontos.  c)  1. mediante designação. por instituição de reconhecida competência.    Artigo  228 ‐  A  indicação  de  docente  para  ocupar  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador do CEL. no mínimo.  II ‐ ter.  iniciativa  e  senso  de  organização  para  coordenar  e  articular  os  trabalhos desenvolvidos no CEL.  IV ‐ receptividade a mudanças e inovações pedagógicas. até o máximo de 5.    97 . deverá recair em candidato que demonstre possuir:  I ‐ liderança e competência profissional. e desde que demonstre  possuir perfil profissional.  d) 5.0 ponto por curso de língua estrangeira e/ou de extensão cultural.  e)  10.  II ‐ capacidade para assessorar a direção da escola vinculadora na gestão das ações  e atividades do CEL.  para  ser  avaliada  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL. SE nº 81/09.0 ponto para certificado de exame de proficiência.  III  ‐  ser  portador  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras.  b) 1. último nível ou grau. nos últimos quatro  anos.  II ‐ quanto aos títulos específicos para o idioma pretendido:  a) 1.  mediante  prévia  apresentação  de  manifestação  favorável  da  Comissão  de  Assuntos de Assistência à Saúde ‐ CAAS.  (Res.0  pontos.  no  Brasil ou no exterior.0  ponto  por  participação  em  orientação  técnica  promovida  pela  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas da Secretaria da Educação. desde que de renomada competência.  d)  0.c)  0.  comprovadamente  realizado  nos  últimos  quatro  anos.0 pontos. de forma integrada aos da unidade vinculadora.  por  diploma  de  Doutorado.002  por  dia  de  efetivo  exercício  no  magistério  do  ensino  fundamental  e/ou  médio de qualquer esfera pública.  IV  ‐  apresentar  proposta  de  trabalho  escrita. 17 e 18)    Seção IX  Do Professor Coordenador    Artigo 227 ‐ Poderá contar com posto de trabalho de Professor Coordenador o CEL  que mantiver número mínimo de 400 (quatrocentos) alunos por semestre. na conformidade do disposto no artigo 228. arts. cinco anos de experiência como docente de língua estrangeira  moderna e/ou de língua portuguesa.0 pontos.  III  ‐  criatividade. até o máximo de 3. da Secretaria Estadual da Saúde.001  por  dia  de  efetivo  exercício  no  ensino  da  língua  estrangeira  objeto  da  inscrição. em parceria com instituições de renomada competência.

 o CEL não mantiver o número mínimo de alunos  previsto  no  artigo  227  ou  por  deliberação  fundamentada  do  Conselho.  que  favoreçam  a  melhoria  do  processo  de  ensino  e  aprendizagem  de  língua  estrangeira.  X ‐ realizar reuniões com professores.  organização  curricular. assim como na elaboração dos respectivos planos de  curso.  III  ‐  assessorar  a  direção  na  coordenação  das  atividades  de  planejamento  e  avaliação dos cursos de língua estrangeira. a qualquer título. quando o professor designado tiver a designação  cessada em qualquer das seguintes situações:  I ‐ a seu  pedido. no caso do CEL funcionar  em apenas um turno.Artigo  231  ‐  Ao  docente  designado  para  o  exercício  das  atribuições  de  Professor  Coordenador caberá:  I  ‐  responsabilizar‐se  pelo  cumprimento  da  proposta  pedagógica  e  normas  de  funcionamento e organização do CEL.    Artigo  234  ‐  Não  haverá  substituição  para  o  Professor  Coordenador  do  CEL.  em  decorrência da redução da demanda por vagas. horário de aulas e calendário escolar.  IV ‐ desenvolver atividades.  VIII ‐ informar e orientar a comunidade escolar e local quanto ao funcionamento  do CEL. será de 24 (vinte e quatro) horas semanais.  em  caso  de  descumprimento de suas obrigações ou falta disciplinar.  às  matrículas. por período superior a 30 (trinta) dias.  II  ‐  assessorar  o  diretor  da  escola  vinculadora  quanto  às  decisões  referentes  ao  CEL.  § 2º ‐ O Professor Coordenador do CEL usufruirá férias de acordo com o calendário  escolar. juntamente com seus pares docentes.    Artigo  233  ‐  A  designação  do  Professor  Coordenador  será  cessada  quando.  VII  ‐  buscar  a  colaboração  e  parcerias  com  órgãos  governamentais  e  não  governamentais  para  o  enriquecimento. em conjunto com o professor coordenador da escola  vinculadora.  V ‐ garantir a orientação pedagógica nas diversas etapas do curso. mediante solicitação por escrito.    Artigo  232 ‐  O  docente designado  Professor  Coordenador  do  CEL  cumprirá  carga  horária  de  trabalho  de  40  (quarenta)  horas  semanais.  98 .    § 1º ‐ A jornada de trabalho do Professor Coordenador. de modo que haja maior colaboração e participação de todos no processo educativo.  c) perder o vínculo como docente da rede estadual de ensino. zelando pelo seu cumprimento. os procedimentos de controle e  avaliação do processo de ensino e aprendizagem continuada. pais e alunos.  conforme  avaliação  do  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.  distribuídas  proporcionalmente  pelos  dias  da semana e turnos de funcionamento.  II ‐ a critério da administração.  utilização  de  recursos  didáticos. em decorrência de:  a)  não  corresponder  às  atribuições.  b) afastar‐se.  VI ‐ estabelecer.  tanto  da  capacitação  de  professores  como  da  aprendizagem dos alunos. em conjunto com os professores. coordenando as  atividades de aperfeiçoamento e atualização dos professores.  agrupamentos  de  alunos.  IX ‐ elaborar relatório das atividades semestrais do CEL.  devendo ocorrer designação de outro docente.

  (Decreto nº 27.  assim constituído:  I ‐ Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. nas situações previstas no inciso I e na  alínea “a” do inciso II deste artigo.  IV  ‐  analisar  o  relatório  semestral  de  atividades  do  CEL  elaborado  pelo  Professor  Coordenador.  o  desempenho  do  Professor  Coordenador  e  dos  docentes  em  exercício  no  CEL. SE nº 81/09.  devendo  suas  atribuições estar definidas no regimento da escola vinculadora.  preferencialmente  os  que  estejam cursando o Nível II.  (Res.  II ‐ Diretores de Escola das unidades escolares atendidas na região.  decidindo  sobre  a  manutenção  de  atividades.  III  ‐  Professor  Coordenador  do  CEL.  (Res.  em  reunião  da  qual  participarão  apenas  os  Diretores de Escola da unidade vinculadora e das demais escolas da região.  II ‐ decidir sobre a realização de avaliação de competência de alunos. de forma a evitar escolhas inadequadas e consequentes evasões. os recursos materiais e humanos necessários.  Parágrafo  único  ‐  O  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação  reunir‐se‐á.  V  ‐  avaliar. de 0 (zero) a 10 (dez) pontos.270/87. art.Parágrafo único ‐ A cessação da designação. 19 a 24)    Seção X  Do Conselho de Acompanhamento e Avaliação    Artigo  235  ‐  O  CEL  contará  com  um  Conselho  de  Acompanhamento  e  Avaliação.  III  ‐  realizar  o  processo  de  seleção  e  classificação  dos  candidatos  ao  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador.  antecedendo  o  início  e  o  término  de  cada  estágio  dos  cursos.  VI  ‐  representantes  dos  alunos  de  cada  curso  do  CEL. 25 e 26)    Seção XI  Das Competências    Artigo  237  ‐  Competirá  à  Secretaria  da  Educação  a  implantação  e  instalação  gradual  dos  Centros  de  Estudos  de  Línguas  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  fornecendo.  a  correção  de  possíveis  desvios  e/ou  a  adoção  de  medidas  necessárias à otimização de resultados. arts.  a  supressão  de  cursos  com  pouca  demanda  ou  grande  evasão.  ao  final  de  cada  estágio  dos  cursos.    Artigo 236 ‐ Compete ao Conselho de Acompanhamento e Avaliação do CEL:  I  ‐  desenvolver  atividades  que  possibilitem orientar  os  alunos  da  região  sobre  os  cursos oferecidos pelo CEL. 2º)    99 .  decidindo  sobre a pontuação. implicará a vedação de nova designação para o mesmo posto  de trabalho pelo prazo de 2 (dois) anos. contados a partir da data da cessação . até o máximo de quatro alunos. com vistas a  garantir sua inserção em turmas e estágios mais adequados ao conhecimento comprovado.  ordinariamente. a que cada candidato faça jus e que irá integrar a  respectiva classificação no processo de seleção. para tanto. SE nº 81/09.  quando  o  centro  comportar  este  posto  de  trabalho.  avaliar  as  propostas  de  trabalho  apresentadas. arts.  IV ‐ dois professores representantes do CEL.  V ‐ dois representantes dos docentes de Língua Estrangeira da escola vinculadora.

 juntamente com o  respectivo supervisor de ensino.  a  comprovação  de  matrícula  e  de  frequência  regular  de cada aluno do CEL em sua escola de origem na rede pública estadual.  avaliar.  organização e funcionamento do CEL.  adotando  os  seguintes  procedimentos:  a)  divulgar. para avaliar.  II ‐ organizar o atendimento à demanda do CEL.  (Res. arts. art. a Secretaria da Educação poderá contar com instituições públicas e privadas que tenham  por  finalidade  o  ensino  de  idiomas.  IV  ‐  exigir. responsável pela  gestão do CEL. avaliar e orientar a organização e o funcionamento do CEL. os critérios e requisitos do processo seletivo. compete:  I  ‐  coordenar.  II ‐ acompanhar.  semestralmente.    Artigo 239 ‐ Caberá à Diretoria de Ensino:  I ‐ referendar a indicação do Professor Coordenador do CEL.758/09. 27 e 28)    Seção XII  Disposição Final    Artigo 240 ‐  Esgotada  a  capacidade  dos  Centros de Estudos de  Línguas  ‐  CELs de  atender à demanda de alunos interessados na aprendizagem de uma língua estrangeira moderna  opcional.  integrar  e  articular  todas  as  atividades  de  planejamento. conjuntamente com a direção das  demais escolas da região. classificação dos candidatos em função dos resultados das entrevistas  realizadas com os candidatos classificados.  por  publicação  no  Diário  Oficial  do  Estado  e  por  edital  na  escola  vinculadora e na Diretoria de Ensino.  classificação  e  indicação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  do  CEL. durante um período mínimo de 10 dias corridos.  III  ‐  efetuar  o  controle  da  matrícula. entrevistar os candidatos classificados.  observadas  as  disposições legais pertinentes. mediante análise dos  procedimentos de seleção.Artigo 238 ‐ Ao Diretor de Escola da unidade escolar vinculadora. 5º)      100 .  devidamente  credenciadas  para  esse  fim. a partir do  início do ano letivo. indicar e designar o Professor Coordenador do CEL.  (Decreto nº 54. SE nº 81/09. bem como o prazo para inscrição  dos interessados.  VI  ‐  coordenar  e  conduzir  o  processo  de  seleção.  V  ‐  expedir  documentos  escolares  ‐  atestados  e  certificados  de  conclusão  ‐  referentes ao curso do CEL realizado pelo aluno.  assegurando  registros  específicos  para  os  alunos matriculados no CEL.  b)  após  o  processo  de  seleção  e  classificação  realizado  pelo  Conselho  de  Acompanhamento e Avaliação do CEL.

 assistindo‐o integralmente em  suas necessidades básicas e educacionais.  a  exploração  de  temas  transversais  e  a  vivência  de  situações  que  favoreçam  o  aprimoramento  pessoal. SE nº 89/05. 1º)    Seção II  Dos Objetivos do Projeto e  do Funcionamento da Escola de Tempo Integral    Artigo 242 ‐ O Projeto Escola de Tempo Integral tem como objetivos:  I ‐ promover a permanência do educando na escola. art.  (Res. que  estejam  distribuídas  pelas  90  Diretorias  de  Ensino.  esportivo e tecnológico.  tem  por  finalidade prolongar a permanência dos alunos de ensino fundamental na escola pública estadual.  em  regiões  de  baixo IDH ‐ Índice de Desenvolvimento Humano ‐ e nas periferias urbanas.  IV  ‐  incentivar  a  participação  da  comunidade  por  meio  do  engajamento  no  processo educacional implementando a construção da cidadania. social e cultural.  (Res.  III  ‐  proporcionar  aos  alunos  alternativas  de  ação  no  campo  social.   (Res. a auto‐estima e o  sentimento de pertencimento. art. SE nº 89/05. 4º)    Seção III  Da Abrangência e dos Critérios de Adesão    Artigo  244  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral  prevê  o  atendimento  inicial  de  escolas da rede pública estadual de ensino fundamental que atendam aos critérios de adesão. SE nº 89/05. 2º)    Artigo  243  ‐  A  Escola  de  Tempo  Integral  funcionará  em  dois  turnos  ‐  manhã  e  tarde. desenvolvendo  o espírito empreendedor.  II ‐ intensificar as oportunidades de socialização na escola.  de modo a ampliar as possibilidades de aprendizagem. art. com o enriquecimento do currículo básico.CAPÍTULO VII  DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL ‐ ETI    Seção I  Da Instituição e Finalidade    Artigo  241  ‐  O  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral.  cultural. 3º)  101 .  (Res.  V ‐ adequar as atividades educacionais à realidade de cada região.  ouvido  o  Conselho de Escola.  objeto  deste  capítulo.  inseridas.  preferencialmente. art.  Parágrafo único ‐ São critérios para adesão ao Projeto:  1  ‐  espaço  físico  compatível  com  o  número  de  alunos  e  salas  de  aula  para  funcionamento em período integral e   2  ‐  intenção  expressa  da  comunidade  escolar  em  aderir  ao  Projeto. com uma jornada de 9 (nove) horas diárias e carga horária semanal de 45 (quarenta e cinco)  aulas. reforçando o aproveitamento escolar. SE nº 89/05.

  V ‐ atividades de enriquecimento curricular.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Inglês e Saúde e Qualidade de Vida. são oferecidas as seguintes alternativas:  102 . conforme  legislação específica.  (Res.  Experiências  Matemáticas.  (Res. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. terão suas matrizes curriculares de todas as séries/anos constituídas  da seguinte forma:  I ‐ pelos componentes curriculares e respectivas cargas horárias  que compõem a  matriz curricular do ensino fundamental das escolas que funcionam em tempo parcial.  IV ‐ atividades de integração social.  II  ‐  pelas  disciplinas  de  natureza  prática. carga horária mínima de 37 aulas semanais. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias. 1º)    Subseção II  Das Alternativas de Carga Horária    Artigo  247  ‐  Na  reorganização  das  matrizes  curriculares  do  Ensino  Fundamental.  § 1º ‐ Nas séries/anos iniciais.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares.  ou  mais.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura.  trabalhadas  sob  a  forma  de  Oficinas  Curriculares.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. art.  são oferecidas alternativas de carga horária a serem decididas pela direção da escola. das Ações e Matrizes Curriculares    Artigo 245 ‐ A organização curricular da Escola de Tempo Integral inclui o currículo  básico do ensino fundamental e ações curriculares direcionadas para:  I ‐ orientação de estudos.  estratégias.  II ‐ atividades artísticas e culturais. SE nº 93/08.  a  serem  destinadas  a  uma. SE nº 89/05.  recursos  didático  –  pedagógicos  específicos  e  com  as  cargas  horárias  que  se  encontram  estabelecidas  no  presente  capítulo.  § 2º ‐ Nas séries/anos finais.  III ‐ atividades esportivas.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa.  Atividades  Artísticas. destinadas ao ensino do currículo básico.  e  até  8  aulas. destinadas ao ensino do currículo básico. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares. art. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais. 5º)    Artigo  246  ‐  As  escolas  estaduais  que  aderiram  ao  Projeto  Escola  de  Tempo  Integral e que continuarão atendendo a alunos dos dois segmentos (ciclos) do Ensino Fundamental  em regime de tempo integral. assim distribuídas:  a) 25 aulas semanais. carga horária máxima de 45 aulas semanais. e  b) 20 aulas semanais. obedecidos  os termos do artigo 248.  Seção IV  Da Organização Curricular e da Carga Horária  Subseção I  Do Currículo Básico.  a  serem  desenvolvidas  com  metodologias. ou  2. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior. e  b)  12  aulas  semanais. poderá ser adotada uma das seguintes alternativas:  1.

 destinadas ao ensino do currículo básico. no máximo.  a  serem  destinadas  a  uma. carga horária máxima de 45 aulas semanais. art.  e  até  6  aulas. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  ou  mais.  com  horário fixo para todos os dias da semana. na conformidade do disposto na alínea  “b”  do  item  anterior. assim distribuídas:  a) 27 aulas semanais.  podendo o horário de  início  e  término  das  aulas  do  currículo  básico  e  das  Oficinas  Curriculares  ser  alterado.   (Res.  c)  a  duração  do  intervalo  para  almoço  deverá  ser  previamente  definida.  para o desenvolvimento das atividades das Oficinas Curriculares pretendidas.  consideradas  obrigatórias:  Hora  da  Leitura. e  b) 18 aulas semanais. para o desenvolvimento das Oficinas Curriculares.  §  1º  ‐  A  distribuição  e/ou  a  manutenção  das  Oficinas  Curriculares  consideradas  opcionais.  ficando  a  critério  da  equipe  gestora.  aptos  a  trabalhar.  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. 2º )    Artigo 248 ‐ Caberá à direção da escola. contextualizadas e significativas. ouvida a respectiva equipe gestora e após  comprovada e documentada anuência da comunidade local:  I ‐ decidir pela alternativa curricular que melhor comprove a existência de:  a) efetiva sintonia com a proposta pedagógica da escola e que melhor atenda às  expectativas e aos interesses educacionais locais. deverá ter como base o levantamento dos interesses e  preferências dos alunos e a diversidade das atividades já desenvolvidas em séries/anos anteriores. pelas séries/anos do segmento.1.  II ‐ elaborar o horário escolar observando que:  a)  a  carga  horária  mínima  de  qualquer  disciplina  desenvolvida  como  Oficina  Curricular será de 2 aulas semanais. 9 aulas.  destinadas  ao  desenvolvimento  das  seguintes  Oficinas  Curriculares. art.  § 2º ‐  Na distribuição  das Oficinas Curriculares  consideradas obrigatórias.  na  conformidade do interesse e da conveniência resultantes de consulta previamente realizada junto  à comunidade escolar.  (Res. com  duração de 50 minutos cada.  c)  docentes  habilitados/qualificados. observados os intervalos de 1 hora entre os turnos e de  20 minutos para cada recreio. destinadas ao ensino do currículo básico. Atividades Esportivas e Motoras e Informática Educacional. ou  2.  a  distribuição  das  Oficinas  consideradas opcionais. SE nº 93/08.  b) a carga horária diária de cada classe de alunos será de.  coordenada  pela  direção  da  escola.  Experiências  Matemáticas.  b)  espaços  adequados.  d)  tratando‐se  das  alternativas  constantes  do  item  1  dos  parágrafos  1º  e  2º  do  artigo anterior. as aulas  poderão ser desenvolvidas em 4 dias da semana.  consideradas  opcionais:  Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa. e  b)  12  aulas  semanais.  Atividades  Artísticas.  deverá  ser  preservada  sua  inclusão  na  carga  horária  de  todas  as  séries/anos  do  segmento. das quais  12 aulas destinadas às Oficinas consideradas obrigatórias.  além  daqueles  considerados  como  sala  comum  de  aula. 3º)          103 . com atividades dinâmicas. SE nº 93/08.  Língua  Estrangeira  Moderna ‐ Espanhol e Saúde e Qualidade de Vida.  conforme  disposto  no  artigo  251. nas Oficinas Curriculares. carga horária mínima de 39 aulas semanais.

    Artigo 250 ‐ As aulas das Oficinas Curriculares poderão ser atribuídas ao docente  titular  de  cargo.  com  habilitação  em  Magistério das Matérias Pedagógicas.  III  ‐  “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática  ou  de  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Matemática.  exclusivamente  como carga suplementar de trabalho. conhecimento e proficiência na área de Informática. nas séries/anos  finais do Ensino Fundamental. SE nº 7/10)    Artigo 251 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. 4º com a redação dada pela Res. comprovando formação.  na  conformidade  da  legislação  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes e aulas. relativamente às oficinas de:  I  ‐  “Orientação  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  componente  das  atuais  matrizes  curriculares  da  Secretaria  da  Educação  ou  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia.  serão  atribuídas  a  docentes  titulares  de  cargo.  IV  ‐  “Língua  Estrangeira  Moderna  ‐Inglês”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras / Inglês.    “Orientações  para  Estudo  e  Pesquisa”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso equivalente (Normal Superior).  ou de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  /  curso  equivalente  (Normal  Superior).  com  habilitação  em  Magistério  das  Séries  Iniciais  do  Ensino  Fundamental  ou  em  Magistério  das  Matérias Pedagógicas. deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física.  104 .  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural ou de licenciatura plena em Pedagogia/ curso equivalente (Normal Superior). deverão ser observadas as seguintes habilitações/ qualificações docentes. relativamente às oficinas de:  I.  (Res.  II.  com  relação  às  disciplinas  do  currículo  básico  e  às  atividades  desenvolvidas  nas  Oficinas  Curriculares. “Hora da Leitura” ‐ diploma de licenciatura plena em Letras / Língua Portuguesa  ou de licenciatura plena em Pedagogia / curso equivalente (Normal Superior). com habilitação em  Magistério das Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.    Artigo 252 ‐ Na atribuição de aulas das Oficinas Curriculares da Escola de Tempo  Integral. com habilitação em Magistério das Séries  Iniciais do Ensino Fundamental ou em Magistério das Matérias Pedagógicas.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  devidamente  habilitado/qualificado  para  a  respectiva  docência. SE nº 93/08.Seção V  Da Atribuição de Classes e Aulas da ETI    Artigo  249  ‐  As  classes  e  as  aulas  da  Escola  de  Tempo  Integral. nas séries/anos  iniciais do Ensino Fundamental. art.  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação  temporária.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte.

  IV ‐  “Língua Estrangeira Moderna ‐ Espanhol” ‐ diploma de licenciatura plena em  Letras.  (Res.  VII  ‐  “Atividades  Esportivas  e  Motoras”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação Física. SE nº 93/08. previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. arts. comprovando formação.  VI ‐ “Atividades Artísticas” ‐ diploma de licenciatura plena em Educação Artística /  Arte. 6º com a redação dada pela Res.II  ‐  “Hora  da  Leitura”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras  /  Língua  Portuguesa.875/90.  nos  termos  do  regulamento  específico. art. art.  deverá  ser  considerado  em  dobro  o  número  de  classes  da  Escola  de  Tempo Integral que estejam em funcionamento nos termos deste capítulo.  que  comportam  substituição  docente. SE nº 93/08. observadas as normas legais vigentes.  V  ‐  “Informática  Educacional”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  qualquer  disciplina.  III  ‐    “Experiências  Matemáticas”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  específica  em  Matemática ou de licenciatura em Ciências com plenificação em Matemática.  (Res. SE nº 93/08. 7º)      CAPÍTULO VIII  DO CALENDÁRIO ESCOLAR    Seção I  Do Recesso Escolar e da Suspensão do Expediente    Artigo 255 ‐ As unidades escolares da rede Estadual de Ensino não funcionarão:  I – no recesso escolar do mês de julho e  II – no período compreendido entre o Natal e o 1º dia do ano subseqüente. SE nº 7/10)    Artigo  254  ‐  Para  fins  de  definição  de  módulo  de  pessoal. art.    Artigo 256 ‐ Para fazer jus ao benefício estabelecido no inciso II do artigo anterior.  (Res. conhecimento e proficiência na área de Informática. com habilitação em Espanhol. 5º)    Seção VI  Das Disposições Gerais    Artigo  253  ‐  Para  o  professor  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  de  Oficina  Curricular  da  Escola  de  Tempo  Integral.  (Decreto nº 31.  ou  ainda  licenciatura  plena  em História Natural.  a unidade escolar deverá ter cumprido os mínimos de dias letivos e de horas de trabalho escolar  efetivo.  por  qualquer  período.  são  assegurados  os  mesmos  benefícios  e  vantagens  a  que  fazem  jus  os  seus  pares  docentes no ensino regular.  VIII  ‐  “Saúde  e  Qualidade  de  Vida”  ‐  diploma  de  licenciatura  plena  em  Ciências  Biológicas  ou  licenciatura  em  Ciências  com  plenificação  em  Biologia. 1º e 2º)    105 .

  a  fim  de  garantir  o  funcionamento  da  Escola  conforme  o  previsto  no  artigo  anterior.   III ‐ notificar alunos e pais sobre a necessidade de reposição de dias letivos e ou de  aulas. durante o mês de julho.  II ‐ recesso escolar de dezembro. ao final de cada bimestre. na conformidade do contido nesta seção.  Parágrafo único – A escola deverá ser organizada de forma alternada.  (Res. em horário diverso ao das aulas regulares da classe.  III ‐ férias de janeiro. de modo  a  garantir  as  informações  pertinentes e necessárias à  análise e aprovação  das atividades propostas.  Parágrafo único ‐ Para cumprimento do disposto neste artigo deverá ser planejada  a  reposição  dos  dias  letivos  previstos  e  não  trabalhados.Artigo  257  ‐  Durante  o  período  de  recesso  escolar  de  julho. SE nº 135/90.  II ‐ a totalidade da carga horária estabelecida no quadro curricular homologado.  as  escolas  estaduais  deverão  permanecer  abertas  para  atividades  de  rotina  administrativa. no mínimo.  IV ‐ encaminhar o plano de reposição à Diretoria de Ensino para homologação. em local visível.  II ‐ elaborar. arts.    Artigo 262 ‐ O plano de reposição deverá ser formalizado em documento próprio  que  explicite  a  situação  do  calendário  escolar.  de  um  elemento  da  Secretaria  e  de  pessoal  administrativo. obedecida a seguinte ordem de precedência:  I ‐ recesso escolar de julho.  a  escola  deverá  programar  essas  atividades  para os recessos ou férias escolares. garantindo‐ se  a  presença  de  um  integrante  da  Direção.    Artigo  258  ‐  Caberá  ao  Diretor  de  Escola  elaborar  uma  escala  que  permita  aos  funcionários e servidores usufruir a dispensa do ponto por dez dias.  de  cada  classe  e  dos  respectivos  componentes  curriculares. afixando. a continuidade dos trabalhos técnico‐administrativos  da escola e de outras atividades previstas no projeto pedagógico da escola.    Artigo  260  ‐  A  reposição  de  dias  letivos  e  ou  de  aulas  ocorrerá  ao  longo  do  ano  letivo.   106 . 1º e  2º)    Seção II  Da Reposição de Aulas e Dias Letivos    Artigo  259  ‐  As  escolas  estaduais  somente  poderão  encerrar  o  semestre  ou  ano  letivo após o cumprimento dos dias letivos e das horas de aula.  no  decorrer  dos  bimestres  letivos. o plano de reposição dos dias  letivos e ou da carga horária a serem cumpridos.     Artigo 261 ‐ Caberá à direção da escola:  I  ‐  efetuar  mensalmente  o  levantamento  por  classe  e  ou  por  componente  curricular do total de dias não trabalhados e das aulas não ministradas.  acompanhamento  dos  Cursos de Suplência I e II. assegurando‐se para cada classe:  I ‐ 200 dias de efetivo trabalho escolar para os cursos de organização anual e 100  dias para os de organização semestral.  a  reposição  de  que  trata  o  caput.  Parágrafo  único  ‐  Constatada  a  impossibilidade  de  realizar. as datas e horários estabelecidos no plano de reposição.  bem  como  das  aulas  previstas  e  não  ministradas. quando for o caso.

   IV  ‐  acompanhar a execução das  atividades de reposição  programadas para cada  classe. SE nº 102/03.   (Lei  de 18.086/64.     Artigo 263 ‐ Caberá ao Supervisor de Ensino:  I  ‐  acompanhar  o  desenvolvimento  das  atividades  escolares. 4º. 1º e 2º)    Artigo 267 ‐  O “Dia da Criança”  será comemorado em todo o Estado.5. emitindo parecer sobre a  sua homologação.   (Res. arts. 1º e 2º)    Artigo 268 – A "Semana dos Direitos Humanos" será comemorada. na  semana que contenha o dia 21 de abril.  após  a  homologação  do  plano  de  reposição. arts. 1º. à infância e à adolescência. da Saúde e da Assistência e Desenvolvimento Social.   Parágrafo único ‐  As comemorações a  que se  refere o caput estarão  a cargo  das  Secretarias da Educação.    Artigo 264 ‐ Caberá ao Dirigente Regional de Ensino homologar. o plano de reposição de dias letivos e ou de aulas proposto pela  unidade escolar. 2º.  procederá às adequações do plano de trabalho definido para o bimestre letivo. e se constituirão de  promoções que alertem a consciência pública para o dever de dar extensa e eficiente proteção à  maternidade.  por  meio  de  solenidades  e  preleções.   V  ‐  orientar  os  procedimentos  para  os  registros  referentes  às  atividades  de  reposição e à vida escolar dos alunos. 3º.  Parágrafo único ‐ O Poder Executivo providenciará para que essa comemoração se  realize  obrigatoriamente  em  todas  as  escolas  oficiais  do  estado. anualmente.Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho  de  Escola  analisar  e  aprovar  o  plano  de  reposição quando a reposição de dias letivos implicar alteração do calendário escolar. arts.  II  ‐  orientar  as  equipes  escolares  na  elaboração  do  plano  de  reposição  de  dias  letivos e ou de aulas. 6º e 7º)    Seção III  Das Datas e Comemorações  Subseção I  Das Datas e Comemorações relativas aos Direitos Humanos    Artigo  266  –  O  “Dia  da  Declaração  Universal  dos  Diretos  do  Homem”  será  comemorado em 10 de dezembro de cada ano.  verificando  a  necessidade de reposição de dias letivos e de carga horária.71. 5º.  (Lei nº 8. mediante parecer  favorável do Supervisor de Ensino.   III ‐ analisar o plano de reposição proposto pela escola. de modo a garantir  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  o  desenvolvimento  das  atividades  curriculares  previstas  para cada disciplina. anualmente.    Artigo  265  ‐  A  equipe  escolar. com a realização de uma série de debates sobre Direitos  Humanos e Pena de Morte.  no segundo domingo do mês de outubro. nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio  107 .

  será  comemorado.028/98. bem como a realização de palestras e outras atividades  curriculares.  nos  estabelecimentos  estaduais  de  ensino  fundamental e médio. buscando‐se. organizações não‐governamentais (ONGs). entre  outras. 2º)    108 . de Cultura.  a  apresentação de trabalhos pelos alunos.  (Lei nº 9.  (Lei nº 10.  § 1º ‐ Os debates de que trata o caput deverão contar com a participação. ainda. de Saúde. arts. anualmente.  com  promoção  de  debates  sobre  a  exploração  sexual  infanto‐juvenil.  Dia  Internacional  dos  Direitos  Humanos. 1º)    Artigo 272 – A "Semana Estadual de Esclarecimento sobre a Exploração. 1º e 2º)    Artigo  271  –  O  "Dia  de  Combate  à  Violência  Sexual  contra  Crianças  e  Adolescentes". na segunda semana do mês de dezembro.  §  2º  ‐  A  Secretaria  Estadual  de  Assistência  e  Desenvolvimento  Social  fica  encarregada  da  programação  e  da  promoção  dos  debates  sobre  o  tema.  desde  a  concepção  até  a  morte  natural.929/08.  contemplar as múltiplas opiniões a respeito do tema em questão e serem realizados intra  e extra‐ classe.  anualmente.§  1º  ‐  Os  debates  de  que  trata  o  caput  deste    artigo  deverão.  § 3º ‐  Durante a "Semana do Direito à Vida Humana" serão realizadas atividades  que  valorizem  a  vida. 1º.  anualmente.067/95.  no  Estado  de  São  Paulo. a participação  dos Municípios. com vistas à conscientização do tema. entidades da sociedade  civil.114/98. além de outros órgãos. de Esporte. da iniciativa privada e de entidades comunitárias. 1º)    Artigo  269  –  A  "Semana  do  Direito  à  Vida  Humana"  será  comemorada.  com  ênfase  no  dia  10  de  dezembro.  § 2º ‐ Os Conselhos de Escola de cada Unidade de Ensino deverão se encarregar da  garantia  da  programação  citada  no  caput  deste  artigo  destinada  à  participação  da  Comunidade  Escolar. com a participação de seus familiares.929/08.  especialmente as Secretarias de Educação.  e  as  formas  de  combate e prevenção a essas agressões. de instituições públicas.  (Lei nº 12.  obrigatoriamente. para o feto e a gestante. arts.  bem  como  de  desenvolver ações específicas voltadas para o enfrentamento da exploração sexual infanto‐juvenil. agências de financiamento e empresas.  art.  Parágrafo  único  ‐  As  escolas  promoverão.  durante  o  mês  de  agosto. 2º e 3º)    Artigo  270  –  O  Dia  Estadual  da  "Não"  à  Violência  Contra  a  Criança  será  comemorado.  em  16  de  abril. o Abuso e  a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" realizar‐se‐á.  tendo  como  tema  central  o  desenvolvimento da vida intra‐uterina e as conseqüências. de  Assistência e Desenvolvimento Social.  (Lei nº 12. decorrentes  da prática do aborto.  §  1º  ‐  As  comemorações  constarão  de  programas. Lazer e Turismo. art.  em  30  de  agosto.  (Lei nº 10.  anualmente.  data  alusiva a todas as vítimas de violência sexual contra crianças e adolescentes.  que  envolverão  toda  a  rede  estadual.  art. na semana do dia 16  de  abril.  § 2º ‐ A programação comemorativa ficará sob a responsabilidade e coordenação  da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.

  §  2º  ‐  Uma  parte  do  produto  percebido  com  a  venda  do  lixo  reciclável  será  convertida em prêmios para os alunos que mais se destacarem na coleta.  (Lei nº 3. as repartições públicas estaduais.  tais  como  aquisição  de  livros  para  biblioteca.  § 2º ‐ As Secretárias da  Educação e da Agricultura entrarão em entendimento com  os  prefeitos  municipais  a  fim  de  que  em  todas  as  cidades  e  vilas  do  Estado.  (Lei nº 9.  § 1º ‐ Nas comemorações do Dia da Árvore. equipamentos para laboratório. homenageando ‐ se os  demais. arts.  a  5  de  setembro. que será fixada em data conveniente.  anualmente. arts.  (Lei de 11. material escolar e agasalhos para os alunos carentes.  seja  todos  os  anos  comemorado  o  dia  21  de  setembro  com  o  plantio  obrigatório  de  árvores  em  ruas  e  praças  até  que. 2º e 3º)    Artigo  274  –  O  “Dia  da  Amazônia”  será  comemorado. mediante palestras. 1º e 2º)    Artigo 275 ‐ O Curupira é o símbolo estadual do guardião e protetor das florestas e  dos animais que nelas vivem.  na  semana  de  5  de  junho.401/56. nas escolas estaduais de ensino fundamental e médio.  (Lei nº 9.  §  1º  ‐Será  difundido  nas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  o  símbolo  do  Curupira.  fiquem totalmente arborizadas. farão obrigatoriamente plantar pelo menos uma árvore. sobre a região amazônica.  (Lei nº 10. 1º)    Artigo 277 – O dia 23 de setembro será considerado o "Dia da Revegetação". 1º.  §  2º  ‐  As  Secretarias  da  Agricultura  e  da  Educação  adotarão  providências  no  sentido de difundir o Curupira como protetor da flora e da fauna.113/68. 1º. a serem proferidas pelos  professores.  §  3º  ‐  A  maior  verba  será  destinada  à  Associação  de  Pais  e  Mestres  que  a  distribuirá  para  benefício  da  escola  e  respectivos  alunos. arts.  através  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio.529/97.70.  Dia  da  Ecologia e Dia Mundial do Meio Ambiente.9.  ou outros fins vinculados diretamente à fruição educacional.Subseção II  Das Datas e Comemorações relativas à Educação Ambiental    Artigo 273 – O Dia da Árvore será comemorado em 21 de setembro. 2º e 3º)    Artigo  276  ‐  A  Semana  da  Gincana  de  Coleta  de  Lixo  Reciclável  realizar‐se‐á.338/96.  109 .  anualmente.  progressivamente.    Parágrafo  único  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  será  feita  em  todas  as  escolas de ensino fundamental e médio do Estado.  anualmente. art. se as  condições de localização o permitirem.   § 1º ‐ O corpo discente será orientado pela direção e corpo docente da escola para  a promoção da Gincana. art. 1º)    Artigo 278 ‐ A “Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental" nas escolas  públicas  de  ensino  fundamental  realizar‐se‐á.

  § 1º ‐ A programação do evento de que trata o caput ficará sob responsabilidade  dos Conselhos de Escola de cada unidade de ensino.  enfatizando  a  necessidade  de preservação  dos  recursos  naturais. do Meio Ambiente e da Saúde.857/01. anualmente.  §  3º  ‐  Os  debates.  2 ‐ das doenças cardiovasculares. 1º)    Artigo 282 – A Semana da Saúde será realizada. nas Escolas Estaduais  de  ensino fundamental e médio.532/97.§ 1º ‐ Nessa semana.  realizar‐se‐á. com associações profissionais e outras entidades afins.  (Res.  §  2º  ‐  A  programação  do  evento  ficará  sob  a  responsabilidade  dos  conselhos  de  escola de cada unidade de ensino. 1º)    Subseção III  Das Datas e Comemorações relativas à Área da Saúde    Artigo  281  –  A  Semana  de  Prevenção  de  Moléstias  e  Primeiros  Socorros  será  praticada. arts.839/90.84)    Artigo  280  –  A  "Semana  da  Coleta  Seletiva  e  Reciclagem  do  Lixo". uma semana para tratar de temas relacionados à importância da coleta e  reciclagem do lixo.  se  comemore  nas  escolas  o  Dia  Internacional  do  Meio  Ambiente. em parceria com as Secretarias de  Saneamento e Energia.  palestras  e  discussões  têm  como  objetivo  primeiro  a  conscientização da importância da seleção do lixo e a busca de soluções possíveis para seu melhor  reaproveitamento.  § 2º ‐ Para a realização da "Semana de Alfabetização e Conscientização Ambiental"  em  escolas  públicas  os  organismos  estaduais  poderão  efetuar  parcerias  com  organizações  não  governamentais.  visando  a  oferecer  conhecimentos  e  treinamentos  preventivos para resguardo da vida humana.  3 ‐ das doenças sexualmente transmissíveis. debates e discussões dos temas relacionados à saúde deverão  ter como objetivo prioritário a prevenção de doenças. nas escolas de ensino fundamental e médio. meio ambiente e qualidade de vida.  no  calendário de atividades. 1º e 2º)    Artigo 279 ‐ Recomenda‐se aos professores da rede estadual de ensino que.  (Lei nº 9.  sintetizada  no  lema:  “Preservar  a  Natureza  é  Preservar a Vida”. nos seguintes casos:  1 ‐ do câncer de mama e do colo uterino. no dia  5  de  junho.  preservação. desenvolvida e ministrada nos estabelecimentos da rede escolar do Estado na segunda  semana  do  mês  de  abril.  § 3º ‐ As palestras.  de  cada  ano.  §  1º  ‐  Todas  as  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado  deverão  inserir. art. através de equipe treinada.  § 2º ‐ A coordenação técnica do evento ficará a cargo dos professores da área de  Ciências  Biológicas  e  dos  Escritórios  Regionais  de  Saúde  da  localidade  em  que  se  inserem  as  escolas. a Secretaria da Educação.  anualmente.  (Lei nº 10. ministrará para  as  crianças  das  escolas  públicas  estaduais  de  ensino  fundamental  instruções  sobre  ecologia. SE de 29.  (Lei nº 6.5.  110 . com ênfase para Aids. art.

 arts.  da  iniciativa  privada  e  da  comunidade. 2º.4 ‐ de problemas oftalmológicos.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  dos  eventos. art.  §  4º  ‐  Além  dos  temas.  § 3º ‐ Quando não houver no hospital público o fornecimento de lentes e óculos  adequados  àquele  aluno  com  problema  de  visão.  c)  escolas públicas.  (Lei nº 10. psicomotora entre outras.  5 ‐ das dificuldades de ordem emocional. as necessárias lentes ou óculos corretivos.  b)  unidades básicas de saúde.509/00.  através  de  entidades  familiarizadas  com  o  problema. 1º)    Artigo 283 – A "Semana de Prevenção contra a Cegueira" será comemorada toda  terceira semana do mês de agosto.  (Lei nº 8.  Parágrafo único ‐ Na semana de Prevenção à Cegueira o Estado promoverá:  I ‐ exames preventivos contra a cegueira nos seguintes locais:  a)  hospitais públicos e conveniados.944/94.  II ‐ ampla campanha publicitária acerca da necessidade de realização periódica de  exames contra a cegueira.  para  exame  mais  detalhado  pelo  médico  oftalmologista. arts. com o apoio das Secretarias da Educação e da Saúde. arts. 1º e 2º)    Artigo  284  –  A  “Semana  Antialcoólica”  no  Estado  de  São  Paulo  será  realizada  anualmente. na última semana do mês de outubro.  o  Estado  fornecerá.  ainda  devem  ser  abordados:  1 ‐ sexualidade.896/97. anualmente.  §  1º  ‐  Durante  a  semana  a  que  se  refere  caput  deste  artigo  os  alunos  da  rede  pública de ensino fundamental serão submetidos a exame de acuidade visual.  (Lei nº 9. 1º. 1º e 2º)    Artigo  285  –  A  "Semana  de  Prevenção  das  Deficiências  de  Visão"  nas  escolas  públicas estaduais de ensino fundamental realizar‐se‐á.685/04. 3º e 4º)    111 . e  3 ‐ gravidez na adolescência.  §  2º  ‐  Os  alunos  que  apresentarem  problemas  de  enfermidades  de  visão  serão  encaminhados  para  os  hospitais  da  rede  pública  estadual. fumo e álcool.  (Lei nº 11. na semana na qual se inclui o  dia 7 de maio. que prescreverá o tratamento ou óculos corretivos. e  6 ‐ da dependência de drogas.  apontados  no  parágrafo  anterior.  através  dos  programas  já  existentes  e  de  novos  a  serem  criados  e  implementados  para  agilizar  a  correção  da  deficiência  visual.  postos  de  saúde  com  atendimento  oftalmológico  ou  clínicas  conveniadas  especializadas.  2 ‐ métodos contraceptivos.  d)  associações e escolas privadas interessadas.  deverão  ser  adotadas  todas  as  medidas possíveis para conscientizar a sociedade sobre a maneira mais eficaz de prevenir e tratar  o  alcoolismo.  § 5º ‐ Deverá ser garantida a participação dos familiares dos alunos nas atividades  que compõem o evento de que trata o caput.

  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  oficiais  de  ensino  realizarão.Artigo 286 – O "Dia da Não Droga" será  comemorado.  §  1º  ‐  A  Semana  a  que  se  refere  o  caput  constará  do  Calendário  de  Eventos  do  Estado. 1º e 2º)    Subseção IV  Das Datas e Comemorações de Caráter Social e Educativo    Artigo 291 ‐  O Dia do Artista Plástico será  comemorado no Estado de São Paulo  em 8 de maio de cada ano. anualmente.  sob  o  patrocínio  das  Secretarias  da  Saúde. 1º.  § 2º ‐ Para a comemoração do dia previsto no caput o Poder Executivo envidará  esforços para a realização.  §  1º  ‐  Por  ocasião  da  comemoração. arts.  em  espaços e escolas públicas. arts. em 26 de junho.  § 1º ‐ O dia a que se refere o caput constará do Calendário Oficial de Eventos do  Estado.  que  se  dediquem  à  promoção.  Parágrafo  único  ‐  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  será  comemorada.145/05.  temática e calendário a serem cumpridos para os seus fins.930/85.  (Lei nº 12.  proteção  ou  recuperação  da  saúde  e  à  prevenção de acidentes do trabalho.  (Lei nº 12.  (Lei nº 3.  devem  ser  realizadas  atividades  didáticas  a  respeito da problemática das drogas ilícitas.  anualmente. art. arts.  do Ministério da Saúde.  na terceira semana do mês de maio.230/06.  compreendendo  o  dia  18  de  outubro  ‐  Dia  do  Médico. conforme dispõe a Portaria nº 710. 1º e 2º)    Artigo  289  ‐  O  "Dia  de  Conscientização  do  Combate  às  Drogas  na  Escola"  será  comemorado. arts.  §  2º  ‐  Norma  regulamentar  disporá  a  respeito  do  detalhamento  de  atividades.  §  2º  ‐  O  planejamento  das  comemorações  observará  o  disposto  na  Política  Nacional de Alimentação e Nutrição. no dia 1º de  março. enaltecendo o valor cultural do artista plástico.  (Lei nº 12. de 10 de junho de 1999.046/05.434/56.  nesse  dia. anualmente. de campanhas  de esclarecimento dos  males causados pelo uso de drogas. entorpecentes. na rede pública escolar.  (Lei nº 12.  Trabalho  e  Educação  e  com  a  colaboração  das  instituições  públicas  e  privadas. tais como álcool.  comemorações. 2º e 3º)    Artigo 287 – Realizar‐se‐á a "Semana de Esclarecimento e Incentivo à Doação de  Órgãos"  nas escolas de ensino fundamental e médio. entre outras. arts.  (Lei nº 4.902/08. 1º e 2º)  112 . 1º e 2º)    Artigo  290  –  A  Semana  Estadual  de  Higiene  e  Saúde  Pública  e  Ocupacional  destinar‐se‐á  à  difusão  de  princípios  fundamentais  de  educação  sanitária  e  de  medidas  de  proteção aos acidentes do trabalho e doença ocupacional. anualmente. tabaco. 1º)     Artigo 288 ‐ A "Semana de Educação Alimentar" será  comemorada.

267/68.  conferências a serem realizadas nos estabelecimentos de ensino do Estado divulgando a legislação  eleitoral e partidária. bem como nos particulares sujeitos à fiscalização do Governo do Estado. arts. nas Escolas e Universidades do Estado.  como  nutriz  a  pagem.  a  critério  do  diretor  do  estabelecimento.  § 2º ‐ Quando a data mencionada no caput coincidir com domingo ou feriado. através  do exercício do voto.  no  dia  23  de  abril.  113 .  anualmente.142/68.  anualmente. sem que se dispense  a colaboração das outras disciplinas.  atos  cívicos  de  que  constarão  preleções  sobre  o  papel  exercido  pela  mulher  negra  nos  nossos  lares.  (Lei nº 10.886/67. art.  obrigatoriamente. as  comemorações  serão  realizadas  no  dia  anterior  ou  posterior. 1º e 2º)    Artigo 296 – A “Semana da Imprensa” nas escolas de ensino fundamental e médio  da rede oficial do Estado realizar‐se‐á na semana em que recair o “Dia da Imprensa”.  (Lei nº 10.    (Lei nº 10.346/68. a serem proferidas pelos professores.  Parágrafo  único  ‐  Deverá  a  “Semana  da  Imprensa”  constar  do  planejamento  dos  currículos das cadeiras de “Português”.  §  1º  ‐  A  comemoração  a  que  se  refere  o  caput  constará  de  palestras  dos  professores sobre o Escoteirismo e sobre os ideais que inspiraram Baden Powell ao fundá‐lo. 1º e 2º)    Artigo  297  –  A  “Semana  Eleitoral”  será  comemorada.  em  todas  as  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio  do  Estado. arts.  anualmente. “História Geral” e “História do Brasil”. serão realizados  na  data  referida  no  caput. nas escolas de ensino fundamental do Estado. 1º. 1º)    Artigo  294  –  O  “Dia  do  Escoteiro”  será  comemorado. em  todo o território do Estado.  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. com o objetivo de estimular a participação na vida política nacional.  § 2º ‐ Quando a data de 18 de abril cair em dia que não haja aula.  e  sua  influencia  na  formação  física  das  gerações de brasileiros contemporâneos da escravatura.  (Lei nº 614/74. a comemoração  será feita um dia antes ou um dia depois. arts. a critério do diretor do estabelecimento de ensino. a obra literária e o espírito  patriótico do grande escritor patrício.  Parágrafo único ‐ Em todos os estabelecimentos estaduais de ensino fundamental  e médio. sobre a personalidade.  em  14  de  abril.  de  1º  a  7  de  agosto.  §  1º  ‐  A  comemoração  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  feita. 2º e 3º)     Artigo  293  –  O  “Dia  Pan‐Americano”  será  comemorado. no dia de 28 de setembro. 2º e 3º)    Artigo 295 – O “Dia da Gratidão à Mãe Preta” será comemorado.  anualmente. 1º. arts.  mediante  palestras.  Artigo 292 – O “Dia de Monteiro Lobato” será comemorado a 18 de abril de cada  ano.  §  1º  ‐  Constarão  da  comemoração.  (Lei nº 9. em que se  comemora no dia 10 de setembro.

  seus  Mártires.  §  2º  ‐  Do  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas  deverão  participar  as  escolas da rede estadual de ensino.  §  1º  ‐  A  comemoração  realizar‐se‐á. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País. situação atual  dos povos e seus descendentes.§ 2º ‐ Para a execução dessa campanha educativa.  §  1º  ‐  No  mês  de  novembro.  (Lei nº 641/75.  (Lei nº 4.  suas  origens.  previstas  no  §  1º  deverão  participar  a  rádio  e  a  televisão  educativa  com  divulgação  e  cobertura  dos  eventos  e  apresentação de documentários. na rede oficial de ensino. o dia dos respectivos patronos.  §  2º  ‐  Constarão  as  solenidades  de  programas  culturais. no Estado  de São Paulo.  na  semana  de  que  trata  este  artigo. arts.151/92.968/92. por meio da programação a ser elaborada por representantes dos  povos indígenas do país e por especialistas do Governo.245/76.   (Lei nº 7. anualmente.  a  origem  de  seus  povos.565/85.  efeitos  sofridos  pela  colonização  e  ocupação  das  suas  terras. 1º)    Artigo 299 – A “Semana da Mulher” será comemorada. conferências.  no  Estado de São Paulo.  promoverá  a  divulgação  da  cultura  dos  povos  indígenas  que  habitam  e  habitaram  o  Brasil.  os  efeitos  da  colonização  e  independência  no  Continente  Africano.  esportivos  ou  de  cerimônias que forem determinadas em regulamentação específica.  anualmente. em bibliotecas públicas. 2º e 3º)    Artigo  298  ‐  Os  estabelecimentos  públicos  do  Estado  que  têm  denominação  patronímica comemorarão. 1º. art. no dia 20 de novembro.  §  1º  ‐  A  Secretaria  da  Cultura.  Parágrafo  único  –  O  Poder  Executivo  fará  realizar. e a situação atual dos povos  e  seus  descendentes  na  África. contribuição na formação e desenvolvimento de nosso País. 1º. na semana do dia 19 de abril. reuniões e outros eventos que invoquem a problemática da mulher  em nossa sociedade. 2º e 3º)    Artigo 301 – A Semana dos Povos Indígenas do Brasil será  comemorada. bem como a rádio e a televisão educativa com divulgação e  cobertura dos eventos e apresentação de documentários. no período de  2 a 8 de março. arts.  difundindo  entre  outros  aspectos. serão realizadas no mês de novembro. previstas no caput que ocorrerem nas  escolas da rede estadual de ensino.  através  de  eventos  a  serem  elaborados pelas entidades e movimentos negros do País e pelo Governo do Estado. será solicitada a colaboração do  Tribunal Regional Eleitoral. seus Mártires. anualmente. anualmente.  conflitos.  no  Brasil  e  no  resto  do  mundo. art.  §  3º  ‐  No  conjunto  de  manifestações  culturais  e  artísticas.  preferencialmente.  conflitos. 2º e 3º)    114 .  § 2º ‐ As manifestações culturais e artísticas. 1º)    Artigo  300  –  O  “Dia  da  Consciência  Negra”  será  comemorado. arts. 1º.  na  data  natalícia  do  patrono.  deverá  ser  divulgada  a  cultura  negra.  (Lei nº 8. palestras.  (Lei nº 1. bem como nos órgãos da  administração direta e indireta do Estado.  na  semana  do  dia  19  de  abril.

501/97. art. a "Semana Educativa do Trânsito". em  um  ou  mais  dias. com relevância às peculiaridades locais. tendo  por fim o desenvolvimento da consciência do educando das regras práticas de trânsito de veículos  e pedestres. inciso II. saúde.093.  organização  e  execução  da  Divisão de Educação do Trânsito.497/97.  § 6º ‐ O trabalho que houver obtido a melhor classificação pela comissão julgadora  da  direção  do  estabelecimento  será  enviado. de  12 de setembro de 1995. de maneira que  todos os conhecimentos sejam adquiridos tanto quanto possível em situação real. nas cidades e nas rodovias. anualmente. ressaltando‐ se a importância econômica e social das estradas de rodagem. nomeados pelo Diretor.  e  o  autor  do  melhor trabalho será distinguido com medalha e diploma de menção honrosa.  após  o  encerramento  da  Semana. entre os dias 16 e 31 de maio.  § 5º ‐ A "Semana Educativa do Trânsito" será encerrada em cada estabelecimento  de ensino com exposição de desenhos. bem  como  outras  que  se  fizerem  necessárias. as escolas deverão promover.  § 7º ‐ Nos estabelecimentos de ensino constituídos de diferentes cursos a seleção  dos trabalhos será correspondente a cada um deles.  § 9º ‐ A inobservância do disposto neste artigo acarretará ao responsável a prática  de falta grave.  dentro  de  5  (cinco)  dias. 1º)    Artigo  303  ‐  Em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  pública  de  educação  básica  realizar‐se‐á.  a  qual  procederá  à  classificação  final. a quem caberá o voto de desempate. gráficos e outros trabalhos realizados. educação.  as  quais  poderão receber incentivos.  3  ‐  em  todas  as  oportunidades  será  propiciada  a  aquisição  de  conhe‐cimentos  e  experiências sobre o movimento rodoviário nacional e particularmente de São Paulo. do Departamento Estadual de Trânsito ‐ Detran.  data  magna  do  Estado  de  São  Paulo. publicada no Diário  Oficial e amplamente divulgada nas escolas. precipuamente. conforme autorizado pelo artigo 1º. 1º ao 5º)    Artigo  304  ‐  Na  rede  estadual  de  ensino.Artigo  302  –  O  dia  9  (nove)  de  julho.  §  3º  ‐  Fica  admitida  a  participação  de  entidades  não  governamentais. infância e juventude.  arts.  o  dia  13  de  maio  "Dia  da  Abolição  da  Escravatura" será considerado como "Dia de debate e de denúncia contra o racismo".  § 1º ‐ No período de 12 de maio a 6 de junho. da Lei federal nº 9. cidadania.  será  considerado feriado civil.  atividades  letivas  a  respeito  do  papel  do  negro  na  formação  da  sociedade  115 .  2 ‐ aplicação do método de projetos ou de unidades de trabalho.  segurança  e  prevenção  de  acidentes  nas  estradas  e.  especialmente.  tudo  sob  a  coordenação.  §  8º  ‐  A  comissão  julgadora  será  integrada  por  4  (quatro)  membros  do  quadro  funcional. com o objetivo da segurança comum.  §  1º  ‐  Aos  alunos  do  ensino  médio  serão  definidas  ações  direcionadas  e  progressivas. nas cidades.  § 4º ‐ No curso da Semana deverá ser observada a seguinte orientação:  1  ‐  todo  o  trabalho  escolar  consistirá  na  explanação  de  temas  direcionados  a  campanhas  educativas  de  trânsito.  à  Diretoria  de  Ensino  respectiva.  (Lei nº 9. cultura.  e de modo secundário o recurso à simples memorização de regras ou de noções sobre o trânsito  em geral.  (Lei nº 9.  §  2º  ‐  Para  execução  da  "Semana  Educativa  do  Trânsito"  integrarão  órgãos  públicos das áreas de segurança. com previsão de punição.

  do  Emprego  e  Relações  do  Trabalho.  2 ‐ serão desenvolvidas nas dependências das escolas. no dia 12 de agosto.  (Lei nº 12. tendo como objetivo estimular e incrementar a participação das famílias dos educandos  nas questões e problemas da comunidade escolar.  e  do  papel  da  escola  na  luta  pela  eliminação  do  preconceito  racial  contra  o  negro.  (Lei nº 12.  da  Assistência e Desenvolvimento Social.985/02. pelas  Unidades  Escolares  ‐  UEs. destinadas a comemorar.  dos  diretores. 1º)    Artigo  306  –  Realizar‐se‐á. anualmente.  § 1º ‐  As atividades do dia de que trata este artigo:  1 ‐ serão realizadas. deverá ser elaborado. uma vez por semestre.   (Res.  Parágrafo  único  ‐  O  Estado  incluirá  a  data  no  calendário  oficial  de  festividades  e  promoverá. na Rede Estadual de Ensino. à proximidade do dia comemorado. anualmente.  relatório  que  explicite  as  principais  conclusões  e  atividades  desenvolvidas.  em  especial  as  Secretarias  de  Esporte.  o  "Dia  da  Paternidade  Responsável" será  comemorado. no Estado de São Paulo. no primeiro domingo de agosto. 2º e 3º)    Artigo  307  –  No  Estado  de  São  Paulo.  na  rede  estadual  de  ensino. da Saúde.  5 ‐ psicodramas. 1º e 2º  e caput do 3º)    Artigo  305  –  No  calendário  de  efemérides  do  Estado.865/08. palestras relativas à  composição étnica do povo brasileiro e a importância da família na constituição da sociedade. art.  dentro do tema Negro‐Educação‐Constituinte.  3  ‐  contarão  com  a  participação  dos  educandos  e  seus  familiares. de forma  integrada.  (Lei nº 12. entre outras:  1 ‐ feiras culturais.  que  tem  por  finalidade  subsidiar  a  formulação  de  uma  Política  Educacional  que  contribua para a erradicação do preconceito racial contra o negro.  4 ‐ visitas às dependências das escolas. ficam incumbidos de promover ações. instituído pela Lei federal nº 10. no segundo domingo de setembro.  (Decreto nº 46. de 11 de julho de 2002.  o  "Dia  da  Família  Afro‐Brasileira"  será  comemorado.  Lazer  e  Turismo. arts. 1º.1º)  116 . art.  o  "Dia  da  Família  na  Escola".  § 2º ‐ Após a discussão do tema mencionado no caput.  3 ‐ exposições de trabalhos dos alunos. o  Dia Nacional da Juventude. em datas a serem fixadas  pela Secretaria da Educação.  professores  e  demais  funcionários  das  escolas.  e  ainda  de  outros  integrantes  da  comunidade  escolar.  2 ‐ palestras e debates.  4  ‐  serão  precedidas  de  ampla  divulgação  na  comunidade  escolar  e  através  dos  meios de comunicação. 1º e 2º)    Artigo  308  ‐  Os  órgãos  e  entidades  estaduais.brasileira. arts.930/08.  § 2º ‐ As atividades a que se refere o § 1º compreenderão. arts.  da  Educação.934/08. anualmente. com  enfoque especial para a família afro‐brasileira.515. no mínimo. SE nº 95/86.  da  Cultura.

  com  palestras.  em  28  de  março.  no  dia  19  de  março. pela comissão representativa dos estudantes da escola. promover atividades voltadas à revalorização  do Professor.  em  todos  os  estabelecimentos  da  rede  estadual  de  ensino. visando ao pleno desenvolvimento social e humano do  cidadão.  §  2º  ‐  Caberá  à  Secretaria  da  Educação  e  às  direções  das  escolas  divulgar  o  disposto neste artigo e fornecer o apoio logístico aos grêmios e aos estudantes.  na semana do dia 1º ao dia 7 de maio.098/98. art. anualmente.  §  1º  ‐  A  comemoração  desse  dia  será  organizada  pelo  grêmio  e. SE nº 139/84. 1º e Res.  esportivas  ou  culturais.  (Lei nº 10.  117 . art.927/01.  anualmente.  Artigo 309 – A “Semana da Educação” será comemorada.  anualmente. no período  de 9 a 15 de outubro. com a realização de uma série de debates sobre o sistema  educacional.  será  considerada  “Feriado Escolar”  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão.  destinada  à  participação da comunidade escolar.366/03.732/01.971/79.892/08.   Parágrafo  único  ‐  Os  Conselhos de  Escola  de  cada  unidade de  ensino deverão  se  encarregar  da  garantia  de  execução  da  programação  determinada  no  caput. no dia  18 de outubro. anualmente.  (Lei nº 1.  “Dia  do  Professor”. 1º)    Artigo 314 – O "Dia do Supervisor de Ensino" será comemorado. 1º)    Artigo  315  –  O  "Dia  Estadual  do  Grêmio  Livre  Estudantil"  será  comemorado. art. art. nos estabelecimentos oficiais de ensino fundamental e médio. bem como enaltecendo a importância da participação dos estudantes e do  grêmio na vida da escola e na sociedade.  debates. 1º)    Artigo 310 – A "Semana Paulo Freire da Educação" será comemorada.   (Lei nº 174/48.  (Lei nº 11. 1º)     Artigo  312  ‐  A  data  de  15  de  outubro.  no  caso  de  sua  inexistência. 1º. anualmente.  (Lei nº 10. arts. em conjunto com a comunidade. 2º e 3º)    Artigo 316 – A "Semana do Patriarca da Independência" destina‐se a homenagear  José Bonifácio de Andrade e Silva. 1º)    Artigo 313 – O "Dia do Diretor de Escola" será comemorado. anualmente.  (Lei nº 10. enquanto participante do sistema de ensino. 1º)    Artigo  311  –  O  “Dia  da  Escola”  será  comemorado. no  dia 14 de novembro.  resgatando  a  história  do  movimento estudantil. art. art. art.  atividades  educacionais.  (Lei nº 12.  na semana em que se comemora o Dia do Professor.

 além de outras atividades que a Secretaria da Educação estabelecer.  (Lei nº 10.  da  rede  oficial  e  particular no Estado de São Paulo. 1º e 2º)    Artigo 318 – A “Semana da Pátria”  será comemorada.  a  Secretaria  da  Educação  instituirá  prêmios.  cuja  letra  e  tema  invocarão  os  feitos  históricos dos paulistas. literárias e esportivas.878/01. arts.  preferencialmente no dia 13 junho.757/90. arts. data comemorativa de seu nascimento. de 1º de setembro de 1971.  será  considerado  o  hino  oficial  do  Estado de São Paulo. arts. em dia e horário a serem determinados  pelas respectivas Diretorias de Ensino. 2º e 3º)    Artigo  321  ‐  Nas  festividades  escolares  a  serem  realizadas  em  estabeleci‐mentos  de ensino fundamental e médio. ressaltando o dinamismo do seu povo. 1º. alt. bem como concursos de fanfarras e  orfeões. de fundo cívico.  §  1º  ‐  A  execução  vocal  e  o  hasteamento  serão  realizados  sob  a  orientação  do  corpo docente do estabelecimento de ensino. arts.294/64. o seu amor ao trabalho. 1º e 2º.  (Lei nº 9.  Parágrafo  único  ‐  O  Dia  da  Liberdade  será  solenemente  comemorado  nos  estabelecimentos estaduais de ensino.  em  todos  os  estabelecimentos  de  ensino  fundamental.854/67.  sobretudo  por  estabelecimentos  de  ensino. do “Hino dos Bandeirantes”.700. deverá ser  divulgada  por  todo  o  Estado.  § 2º ‐  A execução vocal e o  hasteamento seguirão  as  determinações contidas na  Lei nº 5.  §  2º  ‐    Nos  dias  reservados  às  comemorações  de  que  trata  esta  seção  serão  realizadas preleções.  118 . sem prejuízo do horário normal das aulas.  Parágrafo único ‐ A letra. atividades cívicas.Parágrafo único ‐ As escolas da rede oficial de ensino do Estado deverão inserir no  calendário  escolar  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva.  §  3º  ‐  Para  os  fins  estabelecidos  nesta  seção. e gravada em lugar próprio no Túmulo dos Heróis de 1932. arts. de 1º a 7  de setembro  de  cada  ano. na  Capital.  (Lei nº 6. no Parque do Ibirapuera. a apresentação de músicas brasileiras não poderá ser inferior a  70% (setenta por cento) do total das músicas programadas.  (Lei nº 8. pela Lei nº 337/74)    Artigo 320 ‐ É obrigatória a execução vocal do Hino Nacional e o hasteamento da  Bandeira  Nacional. 5º e 7º)    Artigo  319  –  O  “Hino  dos  Bandeirantes”.  (Lei nº 794/50.  nas  escolas  oficiais  de  ensino  médio  e  nas  particulares  que  optarem  pelo  sistema  estadual de ensino.  por  via  dos  órgãos  públicos. 2º.  § 1º ‐ O tempo reservado para as comemorações não será incluído no período de  200 (duzentos) dias de trabalho escolar efetivo. a pujança  do  seu  progresso  e  a  sua  decidida  vocação  para  a  liberdade. 1º. 1º e 2º)    Seção IV  Dos Símbolos e Comemorações Cívicas    Artigo 317 – O Dia da Liberdade será comemorado anualmente a 21 de abril. uma vez por semana.

  monitorias  ou  projetos  curriculares. devendo manter coerência com o  perfil profissional de conclusão previsto para o curso.  (Lei nº 610/74. de música clássica e de música sacra.  a natureza e a intencionalidade educativa.  a  quem  cabe  definir  na  sua  proposta pedagógica e nos instrumentos de planejamento de cada um de seus cursos.788/2008.  integrados ao currículo.  a  proposta  pedagógica  ou  plano  de  curso  deve  definir  com  clareza  a  natureza  e  modalidade  do  estágio.  (Del. planejado. 2º)    119 .  III ‐  Estágio sócio‐cultural ou de iniciação  científica  ‐  definido pela escola  em  seu  projeto  pedagógico  ou  plano  de  curso  como  forma  de  contextualização  do  currículo  e  desenvolvido  sob  a  forma  de  atividades  de  extensão. em termos de princípios e objetivos para a formação do  educando.  desenvolvido  sob forma de projetos curriculares e ou interdisciplinares.  como  procedimento  didático‐pedagógico.  levando em consideração as condições reais do alunado.  § 2º ‐  As músicas estrangeiras  a serem apresentadas  deverão ser  acompanhadas  de uma tradução em português.  c)  prestação  de  serviços  voluntários  de  caráter  social  e  educativo.  de  educação  profissional  ou  de  educação  de  jovens  e  adultos.  II ‐ Estágio profissional não obrigatório ‐ opção da escola definida em seu projeto  ou plano do curso. CEE nº 87/09. executado e  avaliado em conformidade ao perfil profissional de conclusão para o curso.§  1º  ‐  Não  haverá  obrigatoriedade  de  se  cumprir    esse  percentual  nos  casos  de  apresentações de óperas.  é  atividade  curricular  supervisionada  de  competência  da  instituição  escolar. de cumprimento obrigatório ou voluntário pelos alunos. 1º e 2º)      CAPÍTULO IX  D0 ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO E NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL    Seção I  Das Modalidades e Características    Artigo 322 ‐ O estágio supervisionado de alunos matriculados em cursos de ensino  superior. CEE nº 87/09. 1º)    Artigo  323  ‐  O  estágio.  Parágrafo  único  ‐  Esta  regulamentação  abrange  os  cursos  oferecidos  nas  modalidades de educação especial.  obedecido o disposto na Lei Federal nº 11. podendo abranger as seguintes modalidades:  I ‐ Estágio profissional obrigatório ‐ definido em função das exigências decorrentes  da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo. de jovens e adultos e a distância. pelo que dispõe a Indicação CEE nº 30/2003 e a Deliberação 87/09.  (Del. nos termos do projeto pedagógico. o que o torna obrigatório para seus alunos.  IV  ‐  Estágio  sócio‐civil  ‐  assumido  pela  escola  como  ato  educativo  de  interação  comunitária.  de  ensino  médio. reger‐se‐á. art. caracterizando‐se pela participação dos alunos em:  a) empreendimento ou projeto de interesse social ou cultural da comunidade. arts. no sistema de ensino do Estado  de São Paulo.   Parágrafo  único  ‐  Nos  cursos  oferecidos  na  modalidade  a  distância. art. a duração.  b) projetos de prestação  de serviço civil em  sistemas estaduais ou municipais  de  defesa civil. para conhecimento da Direção da Escola.

 normas e orientações complementares.  postura  ética  e  responsável  e  aptidões  para  uma  vida  produtiva.  matriculados  nas  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino.  atentando‐se  para que a jornada a ser cumprida pelo aluno estagiário seja compatível com o horário e a jornada  escolar. bem como a limitação legal. quando existente. art.  sua  duração  e  formas  de  supervisão.  II ‐ valorizar a experiência profissional e o estudo não formal.  III ‐ instrumentos de avaliação dos seus alunos estagiários.Artigo  324  ‐  O  estágio  curricular  do  ensino  médio  caracteriza‐se  como  uma  oportunidade  de  complementação  curricular  aberta  ao  aluno  do  ensino  médio.  120 .  (Res.  IV  ‐  desenvolver  valores.  referente  a  providências  administrativas  para  a  obtenção  e  realização  do  estágio.  (Res. SE 40/09.  em  sua  proposta  pedagógica.  em  caráter  optativo. 2º)    Artigo 325 ‐ A escola deverá elaborar proposta de estágio contemplando aspectos  específicos do curso.  (Del.  4 ‐ adotar providências relativas a execução de bolsa‐estágio.  2  ‐  facilitar  o  ajuste  de  condições  do  estágio  a  constar  de  instrumento  jurídico  próprio e específico. CEE nº 87/09.  3 ‐ cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio. art. 3º)  § 1º ‐ O estágio dos alunos do ensino médio. SE 40/09. art.  compõe  obrigatoriamente  a  proposta  pedagógica  da  unidade  escolar  como  um  ato  educativo  que  visa  à  preparação do aluno para o mundo produtivo e sua adaptação às novas formas de organização do  trabalho.  mediante  condições  acordadas  em  instrumento  jurídico  apropriado.  a  natureza  do  estágio. 7º)    Artigo  326  ‐  As  escolas  e  as  organizações  concedentes  de  estágio  e  outros  parceiros envolvidos poderão.  profissional  e  ou  cultural imprescindíveis a uma vida cidadã.  públicos  ou  privados.  atentando  para  que  as  atividades  práticas a serem vivenciadas pelos alunos atendam aos objetivos propostos para o ensino médio. 1º)  §  2º  ‐  Cabe  à  unidade  escolar  contextualizar. abrangendo:  I  ‐  duração  máxima  e  mínima  de  carga  horária  ao  longo  do  curso. art. de educação especial e de educação  de  jovens  e  adultos.  III ‐ refletir sobre a realidade vivenciada no mercado de trabalho.  além  das  obrigações  previstas  na  legislação  vigente poderão responsabilizar‐se pelas seguintes incumbências:  1  ‐  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágios  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. SE nº 40/09.  II ‐ orientação para elaboração e apresentação periódica de relatório de atividades  a ser entregue em prazo não superior a seis meses.  §  2º  ‐  Os  agentes  de  integração. contar com os serviços auxiliares de agentes de  integração. que tem como objetivos:  I  ‐  assegurar  ao  aluno  a  vivência  no  mundo  empresarial  de  experiências  profissionais  por  meio  da  realização  de  atividades  de  aprendizagem  social.  (Res. quando solicitados.  § 1º ‐ Não poderá ser cobrada do aluno estagiário taxa adicional ou qualquer outro  tipo  de  pagamento.

 SE nº 40/09. quando concedida.  adotar  as  providências  relativas  à  execução  de  bolsa  auxílio  e  ao  seguro  obrigatório contra acidentes pessoais.  4. CEE nº 87/09. na comunidade local. CEE nº 87/09.  2.  (Res.  § 1º ‐ A estipulação de bolsa‐estágio ou outra contraprestação.  (Del. 5º)    Artigo  327  ‐  O  estágio  não  cria  vínculo  empregatício  de  qualquer  natureza  e  o  estagiário poderá receber bolsa‐estágio. art. quando for o caso. em  qualquer  hipótese.608/98.  estar  assegurado  contra  acidentes  pessoais.  eventualmente.  será fixada de comum acordo entre o estagiário ou seus responsáveis e a instituição que conceder  o estágio. poderá utilizar‐se do Termo de Adesão. 7º)        121 . com  a interveniência obrigatória do estabelecimento de ensino.  Parágrafo  único  ‐  Nos  casos  de  as  unidades  escolares  contarem  com  serviços  de  agências  de  intermediação  do  estágio.  quando  este  não  for  providenciado pela própria escola ou administração de redes de ensino.  cuidando que. art.  § 4º ‐ Para a realização dos estágios é necessário que haja Termo de Compromisso. cadastrar os estudantes por campos específicos de estágio.  de  responsabilidade  civil  por  danos  contra  terceiros.  §  2º  ‐  A  concessão  da  bolsa–estágio  e  auxílio  transporte. art. devendo o estudante‐estagiário.  mediante  condições  formalmente  acordadas. serão de:  1.  o  apoio  e  compromissos  a  serem  assumidos  pelos  respectivos agentes mediadores. e a parte concedente. ressalvando o que dispuser a legislação vigente. com eventual ajuda da instituição de mediação entre a  empresa e a escola.  II ‐ pelo órgão da administração  central ou descentralizada das respectivas redes  de ensino públicas ou privadas.  ou  de  qualquer  outra  forma de contraprestação é compulsória para realização do estágio profissional não obrigatório.  (Del.  3. não seja cobrada do aluno.  por meio de uma das seguintes alternativas:  I ‐ diretamente pela escola. facilitar as condições de estágio que irão constar do instrumento jurídico a ser  celebrado. ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a  ser acordada. em organizações governamentais da área social ou organizações não  governamentais e sem fins lucrativos.  III ‐ pela organização concedente do estágio.  no  estágio  ou  dele  decorrentes.  identificar  e  apresentar  à  escola  oportunidades  de  estágio  em  empresas  e  organizações públicas ou privadas. 6º)    Artigo  328  ‐  As  unidades  escolares  poderão  recorrer  aos  serviços  auxiliares  de  agentes  de  integração.  celebrado entre o estudante ou seus responsáveis. responsabiliza‐se pelo seguro obrigatório. que mediante acordo específico com  a instituição escolar.   §  3º  ‐  O  estágio  sócio‐cultural  e  civil  realizado  no  próprio  estabelecimento  de  ensino. taxa adicional ou outro tipo  de pagamento. 4º e caput do art. conforme disposto  na Lei Federal nº 9.  públicos  ou  privados.5 ‐ adotar providências relativas ao seguro obrigatório contra acidentes pessoais e. para obtenção do estágio.

 a  constante  orientação.  (Del.  III  ‐  cuidar  para  que  a  duração  do  estágio  seja  compatível  com  o  horário  e  a  jornada escolar do aluno.  § 2º ‐ A carga horária da jornada de atividades que compõem o estágio deverá ser  acrescida à carga horária mínima prevista para o ensino médio.Seção II  Da Orientação e Supervisão dos Estagiários    Artigo 329 ‐ A oferta de estágio implica que a escola deva contar com profissionais  habilitados.  de  imediato.  além  do controle.  122 .  (Del. art. a instituição concedente em caso de irregularidade.  com  16  (dezesseis)  anos  completos de idade.  oportunidade  e  valia  das  experiências  oferecidas  pela  empresa/instituição. 8º da Del. CEE nº 87/09)    Artigo  333 ‐  A  Unidade  Escolar  deverá  registrar  a  modalidade de  estágio  e  carga  horária  efetivamente  realizada  pelo  aluno  no  Histórico  Escolar  e/ou  fornecer  Certificado  de  participação.  com carga horária  destinada para esse fim. c/c art. na data de início do estágio. 3º)    Artigo  334  ‐  Constituem‐se  obrigações  a  serem  assumidas  pelas  unidades  escolares:  I  ‐  celebrar  Termo  de  Compromisso  a  ser  firmado  entre  o  aluno  ou  seus  responsáveis. SE nº 40/09. no caso de estágio sócio‐cultural ou civil. e a parte concedente de estágio. art. sendo a unidade escolar a parte  interveniente. compatível com o número de alunos estagiários. ou seu representante legal e a parte concedente do estágio. quando for o caso.  notificando. 4º e 5º.  (Res.  no  mínimo. devendo constar do Termo  de Compromisso e não poderá exceder a 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) semanais.  de  forma  a  promover  a  aprendizagem  de  conhecimentos inter e multidisciplinares  nas atividades realizadas pelos  alunos  estagiários. registro e articulação com as instituições nas quais os estágios se realizarão.  a  carga  horária  das  atividades  a  serem  realizadas  deve  ser  definida  de  comum  acordo  entre  a  escola  e  o  aluno  estagiário.    Artigo  332  ‐  Independentemente  da  natureza  do  estágio.  §  1º  ‐  No  caso  de  alunos  da  Educação  Especial  e  do  ensino  fundamental  na  modalidade profissional da Educação de Jovens e Adultos a carga horária não poderá exceder a 4  (quatro) horas diárias e 20 (vinte) semanais.  II  ‐  acompanhar  a  situação  de  frequência  escolar  dos  estagiários. SE n 40/09. CEE nº 87/09.  (Res.  responsáveis pela orientação e supervisão  dos  alunos  estagiários. arts. art. 9º)    Artigo  331  ‐  Considera‐se  apto  à  realização  do  estágio  o  aluno  frequente  e  matriculado  em  curso  do  ensino  médio  e  que  conte. 9º)     Artigo  330  ‐  Caberá  ao  profissional  que  orientará  e  supervisionará  os  alunos  estagiários:  I  ‐  analisar  a  natureza  das  atividades  propostas  pela  instituição  concedente.   Parágrafo único ‐ Compete aos profissionais.  discussão  e  avaliação. a que se refere o caput deste artigo.  avaliando‐as  quanto  à  pertinência. CEE nº 87/09.

 6º. sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio.  sempre  que  o  estágio  tiver  duração igual ou superior a 1 (um) ano.  do  educando  a  apresentação  de  relatório  das  atividades de estágio realizadas.  durante  as  férias  escolares. exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.  Parágrafo  único  –  A  atribuição  das  classes  indicadas  nos  incisos  deste  artigo  obedecerá às normas referentes à atribuição de classes e aulas ao pessoal docente do Quadro do  Magistério contidas nos artigos 568 a 598. SE nº 40/09.  §  1º  ‐  É  assegurado  ao  estagiário  o  direito  ao  período  de  recesso  de  30  (trinta)  dias. arts.  semestralmente.  preferencialmente.  II – recuperar a aprendizagem de leitura e escrita dos alunos de todas as séries do  Ciclo I do Ensino Fundamental.  IV ‐ zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso.   com os seguintes objetivos:  I  –  alfabetizar. que atua no período de matrícula  do aluno requisitante do estágio. pela mesma empresa concedente. não poderá.  §  1º  ‐  A  organização.  V ‐ comunicar à parte concedente do estágio.  todos  os  alunos  com  idade  de  até  oito  anos  do  Ensino  Fundamental da Rede Estadual de Ensino.  III – Projeto Intensivo no Ciclo ‐ 3ª série – PIC 3ª série. os Projetos:  I – Ler e Escrever na 1ª série do Ciclo I.  III  ‐  exigir.  exceder a 2 (dois) anos. reorientando o estagiário  para outro local em caso de descumprimento das normas. 10 e 11)      CAPÍTULO X  DOS PROGRAMAS E PROJETOS EDUCACIONAIS    Seção I  Do Programa Ler e Escrever    Artigo 336 ‐ Fica instituído.  a  ser  gozado.  IV – Projeto Intensivo no Ciclo – 4ª série – PIC – 4ª série.    Artigo 335 ‐ A duração do estágio.  a  supervisão  das  atividades  de  estágio dos alunos de ensino médio ficará sob a responsabilidade do Vice‐Diretor ou do Diretor de  Escola.  §  2º  ‐  Aplica‐se  ao  estagiário  a  legislação  relacionada  à  saúde  e  à  segurança  no  trabalho.  até  2010.II  ‐  contar  com  um  professor  orientador  que  se  incumbirá  pelo  processo  de  acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário. a partir do ano de 2008.    123 .  (Res. o Programa “Ler e Escrever”.  II – Ler e Escrever na 2ª série do Ciclo I.  acompanhamento  e  avaliação  do  estágio  ficarão  sob  a  responsabilidade do Professor Coordenador do Ensino Médio.  §  2º  ‐  Na  ausência  de  Professor  Coordenador.    Artigo 337 ‐ Integram o Programa mencionado no artigo anterior. as datas de realização das avaliações  escolares.

 SE nº 86/07.  c)  a elaboração de novas tecnologias de ensino que permitam ao aluno da escola  pública  conhecer  e  interagir  com  diferentes  linguagens. como instrumentos de apoio ao trabalho do professor em  sala de aula.  para manutenção dos mesmos nas escolas públicas.  c)   a  realização de exposições. alunos. de pesquisa e de trabalho para professores. regentes de classe de 1ª a 4ª série do Ciclo I do Ensino  Fundamental.  124 .  b)    a  edição  de  obras  de  caráter  técnico  e  científico  para  aperfeiçoamento  dos  docentes das redes públicas estadual e municipal.  d)    a  realização  de  experiências  científicas. vinculado à Secretaria da Educação.  g)  a construção e manutenção de prédios escolares. encontros  de caráter técnico ‐  científico.  meios  e  fontes  de  informação.  para  o  ensino  dos diferentes componentes curriculares.  (Res.Artigo 338 ‐ Os docentes.  com  aplicação  prática.  II ‐ incentivar a produção didático‐pedagógica mediante:  a)  a produção de livros. destinados a professores. filmes.  destinadas ao trabalho de planejamento e capacitação para os projetos.  d)    premiações  e  bolsas  de  incentivo  para  profissionais  que  contribuam  para  inovações no ensino básico. mediante:  a)    a  criação. 2º e 3º)    Seção II  Do Programa Estadual de Incentivo à Educação Básica  Subseção I  Da Criação e dos Objetivos    Artigo  339  ‐  Fica  o  Poder  Executivo  autorizado  a  criar  o  Programa  Estadual  de  Incentivo à Educação Básica.  b)  a criação  e a difusão de novas tecnologias que possibilitem a capacitação e a  atualização de todos os profissionais da educação. arts. vídeos.  f)  a concessão de bolsas de estudo para alunos filhos de famílias de baixa renda. programas de informática e outras formas  de processos e produtos educacionais. seminários.    Artigo 340 ‐ São objetivos do Programa:  I  ‐  incentivar  projetos  que  contribuam  para  inovações  e  melhorias  do  ensino  básico.  h)  o apoio financeiro a atividades de saúde e alimentação escolar. nas redes públicas do Estado e dos Municípios. especialistas em educação e pessoal administrativo do  sistema de ensino.  especialistas em educação e pessoal administrativo do sistema de ensino. 1º.  e)  a criação de novas tecnologias de informação para estimular o aprendizado dos  alunos. cursos.  experimentação  e  avaliação  de  processos  e  produtos  educacionais  que proporcionem um trabalho mais participativo e motivante entre professores e alunos.  metodologias.  Parágrafo único – O pagamento referente à carga horária complementar a que se  refere  o  caput  deste  artigo  é  devido  ao  regente  em  exercício  da  respectiva  classe. farão jus à atribuição de mais 4 (quatro) horas semanais.  e)  a concessão de bolsas de estudo. envolvidos no Programa.  não  sendo  estendido em casos de afastamento a qualquer título. bem como o fornecimento de  mobiliário e equipamentos para as salas de aula.

    Artigo 343 – Os projetos de pesquisa deverão ser elaborados e desenvolvidos por  grupos  de. 1º.  (Lei nº 10.  esportivos  e  de  caráter  recreativo  que  contribuam para o desenvolvimento sócio ‐ cultural dos alunos.  no  mínimo. 1º e 2º)    Subseção II  Dos Recursos    Artigo  341  ‐  O  Programa  contará  com  recursos  provenientes  de  contribuições  financeiras do setor privado.352/99.  no  máximo.  IV ‐ dar apoio financeiro a outras atividades educacionais consideradas relevantes  pela Secretaria da Educação. art.  6 ‐ recursos de outras fontes. Diretorias ou Departamentos Municipais de Educação.522/00.f)    o  desenvolvimento  de  sistemas  informatizados  para  o  funcionamento  das  escolas nos seus diferentes aspectos administrativos e pedagógicos. pelos Conselhos Municipais de Educação.  (Lei nº 10. 2º e 3º)            125 .  4  (quatro)  e.352/99.  bem  como  aprovados  pelo  Conselho de Escola.  Parágrao único – O Conselho de Escola terá o prazo de 1 (um) mês para apreciá‐ los. pelos Conselhos de Escolas  e pelas Secretarias. efetuadas por pessoa física ou jurídica.              Artigo  344  ‐  Os  projetos  de  pesquisa  deverão  ser  inscritos  junto  ao  Conselho  de  Escola. 3º)    Seção III  Do Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discente  Subseção I  Da Instituição do Programa e dos Projetos de Pesquisa    Artigo 342 – O Programa de Desenvolvimento de Atividades de Pesquisa Discentes  sobre  Temas  Incorporados  ao  Projeto  Pedagógico  das  Unidades  Escolares  de  Ensino  Médio  será  realizado pela Secretaria da Educação.  7  (sete)  alunos. até o dia 30 de abril de cada ano.  III  ‐  incentivar  projetos  culturais. arts. arts.  5 ‐ devolução de recursos de projetos não iniciados ou interrompidos com ou sem  justa causa.  (Lei nº 10.  2 ‐ doações.  Parágrafo único ‐ O Programa poderá contar ainda com recursos provenientes de:  1 ‐ dotações ou créditos específicos consignados no orçamento do Estado.  4  ‐  subvenções  e  auxílios  de  entidades  de  qualquer  natureza  ou  de  organismos  internacionais.  3 ‐ legados.

 4º.  b) unidades escolares.  j) cortiços. e  h) equipamentos de lazer e cultura.  g) praças. arts.  k) arquitetura. direção.  III – a relação entre os equipamentos públicos existentes no bairro e a quantidade  de moradores.  II  –  a  classificação  sócio‐econômica  da  comunidade  que  vive  no  entorno  da  unidade escolar.  b)  a  classificação  sócio‐econômica  e  cultural  dos  diversos  integrantes  da  comunidade escolar. após a aprovação do projeto.  tais como alunos. tais como:  a) unidade de saúde.   (Lei nº 10. caput e incisos do art.522/00.  g) enchentes.  d) delegacias de polícia.  l) congestionamento de trânsito.  IV – a realidade do bairro.  f) parques.  VIII – propostas para melhorar a qualidade de vida dos moradores do bairro e para  transformação da realidade no entorno da escola.  IX – a realidade da unidade escolar:  a) a participação e a relação entre os diversos integrantes da comunidade escolar.    Artigo 346 ‐ O desenvolvimento da pesquisa e o resultado do trabalho deverão ter  caráter interdisciplinar.  VII – densidade demográfica e classificação por faixa etária.  c) linhas de ônibus.  f) poluição.  V – a violência.  e) cartórios.  c) coleta de lixo.  d) iluminação pública. no máximo. tais como:  I – a história do bairro.  e) serviços públicos.  m) vigilância sanitária. servidores. 6º)  126 .Subseção II  Do Desenvolvimento da Pesquisa    Artigo 345 ‐ O prazo para o desenvolvimento da pesquisa será de.  h) pavimentação. 6  (seis) meses. e deverão se utilizar de temas de interesse direto do cotidiano dos alunos  e da comunidade onde a unidade escolar estiver localizada. com relação a:  a) abastecimento de água.  b) coleta de esgotos.  as  religiões  e  movimentos  sociais  existentes  na  comunidade  de  entorno da escola. professores.  i) favelas. o número de policiais e o índice de desempregados.  VI  –  as  igrejas.

  §  2º  ‐  Caberá  ao  professor  orientador  articular‐se  com  os  professores  das  disciplinas afins para o desenvolvimento dos trabalhos do projeto de pesquisa.  § 1º ‐  O professor orientador poderá responsabilizar‐se por.  como  prevê  o  inciso  II. arts. destinam‐se às  crianças de faixa etária de 9 a 11 anos.  anualmente. 5º.  Parágrafo  único  –  As  unidades  escolares  promoverão  mostras  públicas  dos  trabalhos  produzidos.522/00.  Parágrafo único ‐ São finalidades dos programas referidos no caput deste artigo:  1 ‐ despertar nas crianças espírito crítico e científico que enseje ampliação do seu  universo cultural.  desenvolvidos pelo Governo do Estado em conjunto com as Prefeituras Municipais.  do  artigo  19  da  Lei  Complementar nº 836. de caráter permanente.  § 3º ‐ O professor orientador poderá utilizar parte de suas horas‐atividade para o  desenvolvimento do trabalho de orientação. arts.  (Lei nº 10.  mostras  públicas  dos trabalhos produzidos. 7º e 8º)    Subseção IV  Da Exposição dos Trabalhos    Artigo  349  ‐  A  Secretaria  da  Educação  promoverá.    Artigo 348 ‐ O trabalho realizado pelo professor orientador será computado para  efeito  de  evolução. das escolas da rede estadual de ensino.  (Lei nº 10. único do art. no máximo.    Artigo  350  –  Os  resultados  dos  trabalhos  serão  encaminhados  por  meio  do  Conselho  de  Escola  às  autoridades  competentes. proporcionando‐se a troca de experiências entre as unidades escolares.     Artigo  352  ‐  Os  Programas  "Interior  na  Praia"  e  "Redescobrindo  o  Interior".  Subseção III  Do Professor Orientador    Artigo  347  ‐  Cada  projeto  de  pesquisa  será  acompanhado  por. 2 (dois)  projetos de pesquisa.  proporcionando‐se  a  troca  de  experiências  com  a  comunidade  do  bairro  onde estiverem localizadas. 9º e 10)    Seção IV  Dos Programas Caravanas do Conhecimento    Artigo  351  –  Os  Programas  Caravanas  do  Conhecimento  ‐  Interior  na  Praia  e  Caravanas do Conhecimento ‐ Redescobrindo o Interior. art. indicado pelo grupo de alunos que o desenvolverá e será referendado pelo  Conselho de Escola. de 30 de dezembro de 1997. 6º.522/00.  por  via  não  acadêmica.  para  solucionarem  eventuais  problemas  detectados nos bairros.  anualmente. durante os meses de janeiro e julho respectivamente.  127 .  um  professor orientador. serão realizados. par.  2 ‐ conscientizar os alunos participantes sobre o papel fundamental do homem na  sociedade e sua responsabilidade na preservação do meio ambiente.  no  mínimo.

 consubstanciado em ações cívicas.  a  prestarem  colaboração  aos  órgãos  promotores  dos  programas  de  que trata o artigo 351.  encontros e seminários que tenham por objetivo a pesquisa e o debate da relevância da memória  de José Bonifácio de Andrada e Silva na história nacional. do Gabinete do Governador. compreenderá:   I ‐ a celebração do início dos festejos anuais da Semana da Pátria no "Panteão dos  Andradas".   IV ‐ a abertura e a realização.   128 . e  4 ‐ propiciar o lazer conjugado à educação informal e alternativa.  Lazer  e  Turismo. na cidade de Santos. da sede do Governo do Estado de São Paulo para a cidade de  Santos.    Artigo  353  ‐  Os  programas  serão  coordenados  e  realizados  pelas  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Educação.   III  ‐  o  estabelecimento  e  a  implementação  de  atividades  cívicas. o "Programa Memória de José Bonifácio de Andrada  e Silva":   I  ‐  o incentivo  às  universidades  e demais escolas  paulistas  para  desenvolvimento  de  pesquisa  histórica  e  consecução  de  atividades  cívicas.  com  a  co‐participação  das  Secretarias  da  Cultura.269/05.  arts. no centro histórico da cidade de São  Paulo.  do  Esporte. 1º.   II ‐ a transferência simbólica no dia 13 de junho de cada ano.     Artigo 356 ‐ Integram. art. o "Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva". de concurso objetivando  a  imortalização  da  figura  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva  em  escultura  a  ser  instalada  em  espaço da Fundação Memorial da América Latina.    Artigo  354  ‐  Ficam  autorizados  os  demais  órgãos  e  entidades  da  administração  Direta  e  Indireta  do  Estado. ‐ IMESP. 1º A acrescentado pelo Decreto nº 50. data de nascimento  de José Bonifácio de Andrada e Silva. erguido na Praça do Patriarca.  seminários  e  colóquios.  a  exemplo  de  encontros.   III ‐ a promoção durante os festejos da Semana da Pátria. na busca da preservação da memória de José Bonifácio de Andrada e Silva.781/89 art. 2º e 3º)    Seção V  Do “Programa Memória de José Bonifácio de Andrada e Silva”.A.  incentivando o intercâmbio e a integração entre elas. pela Secretaria da Cultura.  e  dos  Transportes. Patriarca da Independência do  Brasil  Subseção I  Da Instituição e Abrangência    Artigo 355 – Junto ao Gabinete do Secretário da Cultura.  de  Saneamento  e  Energia.  colóquios. de cerimônia cívica junto  ao monumento do Patriarca.3  ‐  promover  a  aproximação  da  comunidade  infantil  à  administração  pública. ainda.  da  Segurança  Pública.   (Decreto nº 29.   II ‐ o provimento das necessidades para republicação das obras de José Bonifácio  de Andrada e Silva pela Imprensa Oficial do Estado S. sempre que solicitados.   Parágrafo  único  ‐  A  concretização  das  ações  cívicas  previstas  neste  artigo  cabe  à  Casa Militar.  da  Saúde.

 arts.  (Res.   II – deverá fazer parcerias com os Poderes Públicos Municipais.  de  uma  semana  de  atividades  relacionadas  a  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. para cumprir tais deveres:  I  –  poderá  fazer  parcerias  com  organizações  não  governamentais. arts. SE nº 28/06. 1º e 2º)    Subseção II  Da Participação da Secretaria da Educação    Artigo 357 – A participação da rede estadual de ensino no Programa Memória de  José Bonifácio de Andrada e Silva. com duração de uma semana. dar‐se‐á pela realização de  atividades  específicas.  incluindo  associações de pais e mestres e grêmios estudantis. e na conformidade ao contido nesta seção.    Artigo  358  ‐  As  atividades  deverão  ser  programadas  de  forma  a  abranger. ambientalmente adequado. seminários e trabalhos escolares relativos ao tema.  o  debate  sobre  o  significado  das  datas  comemorativas  e  a  compreensão do papel da memória histórica e dos vínculos de cada geração na vida de um povo.  interpretação  ou  divulgação  de  relatos  históricos.  pelas  escolas  da  rede  oficial  de  ensino  do  Estado.  artístico‐culturais e outras.  gráficas.  preferencialmente.    Artigo  362  ‐  Na  administração  do  programa  em  todas  as  escolas  públicas  estaduais.   (Decreto nº 50.  2  ‐  a  realização  de  produções escolares  individuais  ou  coletivas  virtuais.  a  data  do  nascimento  de  José  Bonifácio  de  Andrada  e  Silva. para garantir um  destino final.  no  calendário escolar.  Parágrafo  único  ‐  O  planejamento  das  atividades  específicas  deverá  privilegiar  a  pesquisa e a prática investigativa e compreenderá:  1 ‐ a organização de debates.    Artigo  361  ‐  O  programa  de  que  trata  esta  seção  tem  por  objetivo  promover  a  educação ambiental da comunidade das escolas públicas estaduais.  preferencialmente abrangendo o dia 13 de junho.  em  sala  de  aula. 1º. 2º e 3º)    Seção VI  Do Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas Escolas Públicas do Estado de São Paulo    Artigo 360 – O Programa de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas públicas do Estado  de São Paulo será administrado pela Secretaria da Educação. a Secretaria da Educação.  a  serem  inseridas  pelas  escolas  de  ensino  fundamental  e  médio.856/01.V  ‐  a  inserção  no  calendário  escolar. às Diretorias de Ensino  subsidiar as respectivas unidades escolares na elaboração de seus projetos e às Coordenadorias de  Ensino acompanhar a execução das ações. Patriarca da Independência do Brasil.  3  ‐  a  produção.  dia  13/06. arts 1º. e outros similares. 2º e 3º)    129 .  e  a  introduzir.  encenação  de  peças teatrais.499/06.    Artigo 359 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas orientar as  autoridades regionais de ensino na organização das atividades específicas.  (Lei nº 10. ao lixo coletado nas escolas públicas estaduais.

    Artigo 366 ‐ A Secretaria do Meio Ambiente fornecerá.  sob  supervisão de professores universitários.  quando  em  solenidade  será  delimitada  a  área  do  então  formado  bosque  e  identificado  como  realizado por aquela turma pertencente a determinada instituição de ensino. cadastro de todos os alunos que participaram do programa.  Parágrafo  único  ‐  Os  estabelecimentos  de  ensino  entregarão.  privilegiará. disposto no artigo anterior.    Artigo 364 ‐ O Programa. bem como  os "kits" dispostos no inciso I do artigo 364. 2º. da Destinação e dos Objetivos    Artigo  368  –  O  Programa  “Bolsa  Formação  ‐  Escola  Pública  e  Universidade”  ‐  destina‐se  a  alunos  dos  cursos  de  graduação  de  instituições  de  ensino  superior  que.  por  meio  de  suas  Diretorias  de  Ensino  e  mediante  convênio.  envidará  esforços  para  que  as  prefeituras  dos  municípios  envolvidos  no  programa delimitem áreas com a finalidade de implantar nas mesmas os futuros bosques.  com  anuência  da  prefeitura  local  em  relação  à  escolha  da  mesma.  aos  estudantes  participantes. mediante requisição escrita  dos estabelecimentos de ensino.    Artigo  365  ‐  A  Secretaria  da  Educação. será executado pelos alunos  das 2ªs e 4ªs séries do ensino fundamental em duas etapas:  I  ‐  na  primeira.    Artigo 369 ‐ O Programa tem os seguintes objetivos gerais:  I  ‐  possibilitar  que  as  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  ensino  constituam‐se  em campi de pesquisa e desenvolvimento profissional para futuros docentes.Seção VII  Do Programa Permanente de Plantio de Árvores    Artigo  363  –  O  Programa  Permanente  de  Plantio  de  Árvores  destina‐se  aos  estudantes  do  ensino  fundamental  da  rede  pública  de  educação  pertencente  ao  Estado  de  São  Paulo. frutíferas e  adaptadas ou comuns no município onde crescerão.  II ‐ na segunda etapa.  (Lei nº 9. as sementes necessárias à viabilização do programa. 3º.    Artigo 367 ‐ A Secretaria da Educação manterá.  certificado  de  mérito  sobre  a  importância  da  sua  atitude  na  preservação  do  ambiente. a entrega de sementes de plantas nativas do Brasil. os mesmos estudantes. já cursando a 4ª série.  previamente  desenvolvidas  ao  longo  dos  anos  anteriores. por meio dos estabele‐cimentos de  ensino. atuarão nas classes e no horário de aula da rede estadual  de ensino ou em projetos de recuperação e apoio à aprendizagem. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Programa “Bolsa Formação ‐ Escola Pública e Universidade”  Subseção I  Da Instituição.  para  o  local  do  plantio.476/96. arts. 1º. tanto quanto possível. os alunos das segundas séries  plantarão as sementes das futuras  árvores em "kits" de isopor apropriados a esta finalidade.   130 .  Parágrafo  único  ‐  A  escolha  do  tipo  de  árvore  ficará  a  critério  da  Secretaria  disposta  no  caput  que. transferirão  as  árvores.

  V  ‐  repassar  os  recursos  necessários  ao  atendimento  das  despesas  com  a  concessão de bolsas‐auxílio aos alunos referidos no artigo 368 e com a supervisão didática destes. arts.  acompanhar  e  avaliar  os  projetos  desenvolvidos.    Artigo  372  –  A  Secretaria  da  Educação    celebrará  convênios  com  Municípios  situados  no  Estado  de  São  Paulo  que  manifestem  interesse  de  aderir  ao  Programa.  por professores universitários.  de  acordo  com  a  unidade  de  remuneração  empregada.627/07. 4º e 5º)    Seção IX  Do Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização  Subseção I  Da Instituição.  consistente em número de salas de aula e/ou de alunos atendidos.  III ‐ estabelecer procedimentos para viabilizar a efetiva implantação e potencializar  o Programa junto às unidades escolares da rede pública de ensino.s.  que  integrarão  o  Programa.   Parágrafo único ‐ Poderão apresentar planos de trabalho as instituições de ensino  superior que mantenham cursos de graduação voltados para a formação de docentes.  observada  a  minuta‐padrão de termo de convênio. a partir dos convênios firmados.627/07.  II ‐ coordenar as ações do Programa.  desenvolvam  ações  que  contribuam  para a melhoria da qualidade de ensino. art. em colaboração com os  alunos/pesquisadores  das  instituições  de  ensino  superior.  (Decreto nº 51.  observada  a  minuta‐padrão  de  termo  de  convênio.  mediante a celebração de convênios com instituições de ensino superior que atuem na formação  de  docentes  para  o  ensino  fundamental  e  médio. nos termos  de normas complementares a serem editadas pela Secretaria da Educação.   Parágrafo  único  ‐  O  valor  a  ser  transferido  à  instituição  de  ensino  superior  será  definido  pela  Secretaria  da  Educação. das Competências e dos Convênios    Artigo  370  ‐  O  Programa  será  desenvolvido  pela  Secretaria  da  Educação. 1º e 2º)    Subseção II  Do Desenvolvimento.  (Decreto nº 51.II  ‐  propiciar  a  integração  entre  os  saberes  desenvolvidos  nas  instituições  de  ensino superior e o perfil profissional necessário ao atendimento qualificado dos alunos da rede  estadual de ensino.  diretamente  ou  por  intermédio  da  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE.  IV  ‐  planejar. 3º.     Artigo 371 ‐ Incumbe à Secretaria da Educação:  I ‐ estabelecer diretrizes para a execução do Programa de acordo com os projetos  prioritários em desenvolvimento na rede estadual de ensino. Expansão e Objetivos    Artigo 373 ‐ O Projeto Bolsa Escola Pública e Universidade na Alfabetização ‐ Bolsa  Alfabetização.  mantido  nas  escolas  da  rede  pública  estadual  da  Capital  e  Grande  São  Paulo  ‐  131 .  III ‐ permitir que os educadores da rede pública estadual.

 2º)    Subseção III  Das Atribuições e Competências    Artigo  375  ‐  Caberá  à  Secretaria  de  Estado  da  Educação. será responsável.  nos  moldes  definidos  no  Anexo II.  troca  de  experiências. inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas ‐ CNPJ.  exclusiva para operações financeiras do Projeto.  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir a aprendizagem da leitura e escrita a todos os alunos.  que  sejam  incumbidas  regimental  ou  estatutariamente das atividades do ensino.  4.  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos do 1º ano ‐ ciclo I do Ensino Fundamental.  por  intermédio  da  Fundação para o Desenvolvimento da Educação ‐ FDE:  I ‐ repassar os valores estipulados para custeio das despesas oriundas da execução  do convênio.  acompanhar  e  avaliar  o  desenvolvimento  do  programa  em  conformidade com o Plano de Trabalho aprovado. que possuam cursos presenciais devidamente autorizados e/ou  reconhecidos nas áreas de Pedagogia. será expandido para as unidades escolares do Interior do Estado ‐ CEI.  §  5º  ‐  As  IES  habilitadas  deverão  abrir  conta  bancária  no  Banco  Nossa  Caixa.  devidamente aprovado pela Equipe de Gestão Institucional.  § 2º ‐ No ato de inscrição. as Instituições de Ensino Superior ‐ IES  sediadas no Estado de São Paulo. a partir  de 2009.  2.  III  ‐  promover  debates. art.  II  ‐  orientar. cópia autenticada do Contrato Social e última alteração ou Estatuto e a última  ata e constituição da diretoria vigente.COGSP.  5. certidão de regularidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.  §  3º  ‐  As  IES  deverão  apresentar  Plano  de  Trabalho. avaliação entre os parceiros do projeto. portarias de autorização ou reconhecimento do MEC ou do Conselho Estadual  de Educação dos cursos disponibilizados para o Projeto. SE nº 90/08. art. por analisar e aprovar os  Planos de Trabalho apresentados pelas Instituições de Ensino Superior.  II  ‐  apoiar  os  professores  de  1º  ano  do  ciclo  I. dentre outras atribuições.  § 1º ‐ Poderão inscrever‐se para o Projeto. desde que os alunos estejam cursando a partir do 2º semestre. as IES deverão apresentar a seguinte documentação:  1. com habilitação para magistério de 1ª a 4ª série ou Letras  com habilitação para o magistério. nos termos estipulados no instrumento respectivo.  (Res.  objetivando:  I ‐ possibilitar o desenvolvimento de experiências e conhecimentos necessários aos  futuros  profissionais  de  Educação.  132 .  seminários  para  divulgação  de  resultados.  §  4º  ‐  A  Equipe  de  Gestão  Institucional  do  Bolsa  Alfabetização. SE nº 90/08. certidão negativa de débito no INSS.  instituída  pela  Resolução SE nº 91 de 2008. 1º)    Subseção II  Dos Convênios    Artigo 374 ‐ A Secretaria da Educação firmará convênio com Instituições de Ensino  Superior  ou  com  entidades  a  elas  vinculadas. para a  proposição e  execução  do  Plano de Trabalho.  (Res.  3.

 respeitadas as diretrizes e normas pedagógicas da Secretaria da Educação.IV  ‐  divulgar. participar de reuniões junto à Secretaria da Educação. o aluno deverá cumprir as 20  (vinte) horas na classe de 1º ano. SE nº 90/08. 3º e 4º)    Subseção IV  Das Atribuições do Aluno    Artigo  377  ‐  Caberá  ao  aluno  pesquisador.  o  tema  para  o  desenvolvimento da pesquisa de acordo com o Anexo I.  atividades  didáticas destinadas aos alunos.    Artigo 376  ‐ Caberá às Instituições de Ensino Superior:  I ‐ indicar professores orientadores.  III  ‐  escolher. observando o Anexo I desta seção.  em  conjunto  com  o  professor  orientador.  conteúdos  significativos  produzidos  pela  parceria.  V.   II  ‐  indicar  um  interlocutor  administrativo.  na  unidade  escolar  onde  atua.  X.  conforme  critérios  estabelecidos  no  Regulamento do Projeto. arts.  juntamente  com  as  IES. conforme Regulamento do Projeto.  II  ‐  planejar  e  executar. junto com o professor regente.  IX.  em  comum  acordo  com  o  professor  regente.  junto  aos  alunos  pesquisadores. individualmente  ou em grupo.  IV  ‐  selecionar  os  alunos  inscritos. 5º)    133 . assegurar a freqüência dos alunos pesquisadores.  III  ‐  garantir  a  participação  do  orientador e  do  interlocutor  em  reuniões  mensais  ou.  § 2º ‐ Na impossibilidade da participação em HTPC.  IV ‐ cumprir outras atribuições previstas no Regulamento do Projeto e no Anexo I. para acompanhamento da execução do Plano  de Trabalho e orientação dos alunos em suas pesquisas.  para  esclarecimentos  e  encaminhamentos  operacionais. sendo  4 (quatro) horas diárias. junto à equipe de gestão institucional.  atender  a  todas  as  disposições  do  Regulamento  do  Projeto.  apoiar  e  acompanhar  a  qualidade  do  trabalho  desenvolvido  pelo  professor  orientador. assim como  a orientação da FDE.   §  1º  ‐  O  aluno  pesquisador  deverá  realizar  atividades. de 2ª a 6ª feira.  VII.  (Res. SE nº 90/08. como segue:  1 ‐ 18 (dezoito) horas em classe de 1º ano do ciclo I do Ensino Fundamental.  VI. substituir os alunos que não cumprirem o Regulamento do Projeto. realizado na  unidade escolar. em 20 (vinte) horas semanais.  responsável  por  representar  a  Instituição  perante  a  Secretaria  da  Educação.  sob  a  supervisão  de  seu  professor  orientador:  I  ‐  auxiliar  o  professor  regente  na  elaboração  de  diagnósticos  pedagógicos  de  alunos.  VIII. sempre com o professor regente.  subsidiando‐o  no  desenvolvimento  do  Plano  de  Trabalho. quando solicitado.  2 ‐ 2 (duas) horas em Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo ‐ HTPC.  dando  efetivo  cumprimento ao Plano de Trabalho.  executar  o  objeto  do  convênio  de  acordo  com  o  Plano  de  Trabalho  anual  aprovado. sempre que solicitados.  (Res. art.

  produziu  um conjunto de materiais de apoio para o aluno e para o professor do 1º a 5º ano e desenvolve  um  programa de formação continuada que  visa  acompanhar o  trabalho  pedagógico das  escolas.  a  Secretaria  de  Educação. futuro professor. Na recente pesquisa  “Formação inicial de professores para o Ensino Fundamental:  Instituições Formadoras e seus Currículos”.Subseção V  Da Distribuição das Vagas e do Desenvolvimento do Plano de Trabalho    Artigo  378  ‐  As  vagas  em  classes/turmas  da  1º  ano  do  ciclo  I  do  Ensino  Fundamental das escolas da CEI e da COGSP serão distribuídas entre as IES selecionadas de acordo  com os critérios:  I ‐ adequação do Plano de Trabalho em relação às diretrizes propostas pelo Bolsa  Alfabetização.  (Res.  na  grande  maioria dos cursos analisados. A meta é alfabetizar 100% das crianças da rede  estadual  até  2010.  Como  estratégia. eles são abordados de forma genérica ou superficial no interior das  134 .  seja  de  natureza  sociológica.  juntamente  com  a  FDE.  O Projeto Bolsa Alfabetização nasceu do mesmo compromisso e tem a missão de  cumprir determinados objetivos estratégicos do Programa Ler e Escrever.  obedecido o calendário escolar.     Artigo  379  ‐  Caberá  à  Equipe  de  Gestão  Institucional  definir  o  período  de  encaminhamento dos alunos.  por meio do coordenador pedagógico. com associação em poucos casos às práticas educacionais.. e revisado anualmente. os  pesquisadores concluem que:  ‐ A proporção de horas dedicadas às disciplinas referentes à formação profissional  específica  é  de  30%. enfocando as iniciativas  empreendidas no 1º ciclo do Ensino Fundamental ‐ etapa decisiva na vida dos alunos. do gestor escolar e da equipe de formadores de todas as  diretorias do Estado. incide na formação do aluno.  II  ‐  localização  geográfica  das  unidades  das  IES. 6º. feita pela Fundação Carlos Chagas. ao mesmo tempo. 7º e 8º)    ANEXO I  Projeto Pedagógico do Projeto Bolsa Alfabetização    O Programa Ler e Escrever nasceu com o compromisso de fazer frente aos baixos  índices de alfabetização no estado de São Paulo.  ficando  70%  para  outro  tipo  de  matérias  oferecidas  nas  instituições  formadoras.  O Programa Bolsa Alfabetização apóia os professores da rede que atuam nas salas  de ciclo I e.  Cabe a ressalva já feita na análise das ementas segundo a qual.  de  modo  a  favorecer  o  atendimento do número de classes das Diretorias de Ensino.  predominam  os  referenciais  teóricos. respeitando o calendário escolar da rede pública estadual de ensino..  psicológica ou outros. incluindo o mês de julho.)  comparecem  apenas  esporadicamente  nos  cursos  de  formação.  de  acordo com os requisitos estabelecidos no Regulamento do Projeto.    Artigo 380 ‐ O plano de trabalho deverá ser desenvolvido ao longo do ano letivo. nas disciplinas de  formação  profissional. SE nº 90/08. arts.  III  ‐  quantidade  de  alunos  aptos  a  participar  do  Projeto  Bolsa  Alfabetização.  ‐  Os  conteúdos  das  disciplinas  a  serem  ensinadas  na  educação  básica  (Alfabetização.

 Marco conceitual  Nesse programa. 1992) 2”.  Os  propósitos  são  determinantes  do  modo  de  se  ler. Estar alfabetizado significa  saber mais do que decodificar textos simples.  tanto  quanto  são  determinantes  das  características do texto a ser produzido. a partir dos mesmos. compreende‐se a Língua Portuguesa como conhecimento que se  organiza. Para o desenvolvimento do programa na IES.disciplinas  de  metodologias  e  práticas  de  ensino.  pois.  Isso  ocorre  porque  tais  métodos  não  consideram o modo próprio como os alunos pensam e se esforçam para construir conhecimentos  sobre  a  escrita.  O  acesso  às  práticas  leitoras  e  escritoras  são  condições  para  quaisquer  possibilidades de construção de conhecimentos sobre a língua. porém não deve ser resolúvel só a partir dos conhecimentos que as crianças já possuem. Sabe‐se hoje que os alunos pensam sobre a  escrita  e  desenvolvem  complexas  hipóteses  para  explicar  as  regularidades  do  sistema.  Parte‐se de uma concepção de aprendizagem construtivista que considera o aluno  como  sujeito  de  sua  própria  aprendizagem.  mas  tais  conhecimentos  não  surgem  espontaneamente:  entende‐se  que  a  escola  e  o  professor.  objetivos. sabendo usar.  1986.  sobre  os  usos  e  funções  da  língua  e  sobre  as  especificidades da linguagem que se escreve. Isso significa afirmar que para que  haja  aprendizagens  nesse  campo. as intenções de quem escreve.  portanto.  é  preciso  que  o  aluno  vivencie  práticas  de  leitura  e  escrita  significativas ao longo do 1º ciclo. por meio da leitura e da escrita. para torná‐los conteúdos da formação inicial dos professores. que coloque os alunos diante da necessidade de  tomar  decisões  que  lhes  permitam  escolher  procedimentos  ou  caminhos  diferentes  (Douady. compartilhando  suas  diferentes  práticas. nos diferentes gêneros. é necessário manter uma rotina de leitura e de  escrita na escola e desenvolver projetos e seqüências didáticas que permitam aos alunos refletir  sobre  o  funcionamento  do  sistema  de  escrita.  Nota‐se que o uso de cartilhas e de métodos prontos não se mostraram eficientes  para  a  conquista  dos  níveis  mais  avançados  de  avaliação. são os responsáveis por inserir os alunos no universo da cultura escrita.  Também  é  conveniente que o problema seja rico e aberto.  O Bolsa Alfabetização está estruturado de modo a levar às instituições formadoras  problemas  relacionados  à  didática  de  alfabetização.  ele  aprende  nas  mais  diferentes  situações  nas  quais  é  chamado  a  resolver  problemas  significativos  que  lhe  demandem  elaborar  idéias  e  hipóteses próprias. Inhelder. Para que  tal  projeto  seja  implantado  por  todo  o  Estado. é necessário que seja apresentado um  Plano  de  Trabalho  (Anexo  II)  que  explicite  a  metodologia  empregada  na  formação  e  no  acompanhamento  dos  alunos.  compartilhando  os  marcos  conceituais.  em  especial.  compreende‐se que o problema a ser resolvido “deve ter sentido no campo de conhecimento dos  alunos.  Não  levam  os  alunos  para  além  da  simples  decodificação  de  palavras  isoladas  e  frases  simples.  questões  vivas  e  candentes  da  prática  educativa em sala de aula.  135 .  é  necessário  o  esforço  conjunto  das  Diretorias  Regionais de Ensino e das IES. Tal como Delia Lerner.  sugerindo  frágil  associação  com  as  práticas  docentes 1. porém estes  conhecimentos  prévios  não  devem  ser  suficientes  para  resolvê‐la:  a  situação  deve  exigir  a  construção  de  novos  conhecimentos  ou  de  novas  relações  entre  os  já  elaborados. como etapas rumo à compreensão da escrita alfabética.  não  cumprem  o  propósito  de  apresentar  a  língua  na  sua  real  complexidade como objeto social de conhecimento.  metas  e  programação anual.  se  reproduz  e  se  recria  nas  diferentes  práticas  sociais  de  leitura  e  de  escrita. uma situação problemática tem de permitir que os alunos ponham em prática  os esquemas de assimilação que já construíram e interpretam. os recursos da  sua própria língua.  Para o sucesso dessa alfabetização. de modo autônomo. que atuam como instituições parceiras e executoras do programa  localmente.  Em outras palavras.

 mediados em maior ou menor grau pela cultura escolar.  envolvendo‐os  com  os  problemas próprios da transposição didática.  construir  conhecimentos  sobre  a  prática  docente  em  relação  ao  processo  de  aprendizagem dos alunos.  * estratégias de apoio ao trabalho de alfabetização na escola. o trabalho do professor deve apoiar o aluno na sistematização de  conhecimentos didáticos específicos.  A  imersão  na  escola  permitirá  aos  alunos  lidar  com  a  interpretação  de  gestos.  *  apoiar  os  professores  da  1ª  série  do  Ciclo  I  na  complexa  ação  pedagógica  de  garantir aprendizagem da leitura e da escrita a todos os alunos ao final do ano letivo. da gestão de sala de aula e das relações de ensino e  aprendizagem na alfabetização inicial. São também  sujeitos da própria aprendizagem e constroem conhecimentos sobre o que é ser professor. não só nas escolas  em que atuam. nos diferentes contextos e nas interações de que participam.  em funcionamento em contextos reais de sala de aula.  conteúdos  e  metodologias  que  envolvem  a  formação  inicial  de  professores alfabetizadores.  Nesse contexto. na comunidade de sua IES. opiniões. sempre respeitando o papel distinto do professor regente da sala.  enfrentando  assim  os  reais  dilemas  da  alfabetização  no  1º  ano.  leitura  feita  pelo  professor.  espera‐se  aproximar  os  alunos‐pesquisadores  dos  professores  titulares  das  escolas  públicas. hábitos e crenças sobre alfabetização e as tantas ações do dia a‐dia de uma sala  de  aula.  As singularidades do sujeito pesquisador e as necessidades práticas do programa  definem  o  escopo  teórico‐prático  do  projeto.  Conteúdos gerais  *  objetivos.  cópia  e  ditado  (ressignificação  da  cópia).O  marco  conceitual  das  concepções  de  ensino  e  de  aprendizagem  também  deve  embasar  as  estratégias  de  trabalho  na  formação  de  professores:  entende‐se  que  os  alunos‐ pesquisadores  também  são  sujeitos  de  suas  aprendizagens  profissionais  e  que  isso  se  faz  no  enfrentamento de situações homólogas àquelas vivenciadas pelos professores titulares.  Poderão  participar  do  cotidiano da escola.  Tais  conteúdos  devem  ser  sistematicamente acompanhados.  Objetivos gerais  * possibilitar o desenvolvimento de conhecimentos e experiências necessários aos  futuros  profissionais  de  educação  sobre  a  natureza  da  função  docente  no  processo  de  alfabetização dos alunos da 1ª série do Ciclo I. ao longo do ano.  2.  fortalecendo  as  relações entre ensino e  aprendizagem. o que e  como se ensina. mas também pelas inadequadas ou insuficientes condições de ensino. mantendo‐se numa relação mais horizontal. conforme plano de trabalho da IES. na medida em que também vão  atuar junto aos alunos.  Conteúdos específicos:  136 .  3.  apoiar  e  subsidiar  os  professores‐titulares  na  sistematização  de  conteúdos  de  Língua Portuguesa.  tomando  para  si  os  princípios  da  metodologia  qualitativa participativa como a mais adequada aos propósitos de apoiar as salas de aula do ciclo I  e seus professores titulares.  atitudes.  Objetivos específicos  1. centrados nas diferentes situações em foco na pesquisa:  rotina  de  leitura  e  de  escrita.  Por  meio  de  uma  metodologia  qualitativa  participativa.  Os  alunos‐pesquisadores  são  entendidos  como  sujeitos  históricos  que  carregam  visões de mundo próprias.  produção  oral  com  destino  escrito.  A pesquisa qualitativa permitirá aos  alunos‐pesquisadores conhecer  como as práticas pedagógicas podem ser mediadas por conhecimentos sobre a didática da língua. compreender que o fracasso da aprendizagem não se justifica pelo erro ou falta  do aluno. principalmente. mas. por meio da garantia  de algumas condições e orientações didáticas importantes no processo de alfabetização no ciclo I.

  f)  condições  e  orientações  didáticas  para  a  organização  e  manutenção  de  uma  rotina de leitura e de escrita.  c.  favorecendo o avanço dos alunos nas diferentes  práticas de leitura e escrita.  b)  a  construção  da  escrita  pelas  crianças. conhecimentos psicolingüísticos:  a) concepções sobre ensino e aprendizagem.  3. cópia  e ditado (ressignificação da cópia). Produção oral com destino escrito.  137 . escrita. pontuação etc. ortografia.  intervenções  pedagógicas com os alunos que não avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  b) usos e funções da Língua Portuguesa segundo as práticas de leitura.  segundo plano de execução aprovado pela Secretaria da Educação e FDE.  b) o papel do conhecimento didático no planejamento do professor.  2. Leitura feita pelo professor.  colaborar  com  a  gestão  da  sala.  em  conjunto  com  o  professor  regente. Cópia e ditado (ressignificação da cópia). leitura feita pelo professor.  as  hipóteses  de  escrita  e  sua  evolução  segundo a Psicogênese da Língua Escrita  e demais pesquisas correlatas.  2.  desenvolvendo  plano  de  ação  com  os  alunos  mais  avançados.  dando  ao  professor  regente  a  condição  de  acompanhar  pequenos  grupos  de  alunos que  necessitam de atendimento mais individualizado. Rotina de leitura e de escrita. produção oral com destino escrito.  c) aspectos da gramática.  4.  c) planejamento de estratégias de apoio ao professor regente.  c) avaliação como regulação da função social da escola.     Ações  Espera‐se que os alunos pesquisadores obtenham orientação adequada de sua IES.  d.  d)  conceito  de  sondagem  e  análise  dos  mapas  de  acompanhamento  da  alfabetização. conhecimentos sobre o funcionamento da rede pública de ensino  a) a avaliação escolar nas séries iniciais do Ensino Fundamental da Rede Estadual  de São Paulo. a prova e seus desafios.  sistematizar  as  condições  e  as  orientações  didáticas  de  algumas  das  situações  didáticas nucleares no ciclo I:  a. os últimos dados e os desafios  que se apresentam.  d) conhecimentos sobre a linguagem que se escreve.  b) concepção de avaliação.  em  conjunto  com  o  professor  regente  da  sala.  3. conhecimentos didáticos:  a) conceito de ambiente alfabetizador.1.  construir  boas  intervenções  didáticas.  e)  análise  da  avaliação  em  seu  município  e  na  escola  que  atua  como  aluno‐ pesquisador.  desenvolver..  e)  conhecimentos  sobre  as  intervenções  pedagógicas  com  os  alunos  que  não  avançam ou que avançam pouco em suas aprendizagens.  d) planejamento de estratégias de apoio ao aluno. conhecimentos lingüísticos:  a) conceito de gênero do discurso e seu papel na definição dos objetos de estudo  da leitura e da escrita.  b.  4. para o desenvolvimento  das seguintes ações:  1.

  Em  um  primeiro  momento.  explicitando  como  pretende  desenvolver  o  programa  e  orientar  os  alunos  em  suas  pesquisas.   Programação anual  A  programação  da  orientação  de  pesquisa  é  regulada  pela  participação  do  aluno  no Programa.    2º semestre em diante  A partir do 2º semestre. critérios para a organização do tempo didático.  A  seguir. a apropriação pela IES do conceito de estágio como espaço de investigação das  relações entre o ensino e a aprendizagem da língua portuguesa.  e.  conforme  consta  no  regulamento  do  programa.  deve‐se  cuidar  da  entrada  do  aluno na escola. de sua adaptação à rotina de trabalho e do acolhimento de suas observações e  impressões. a construção de uma relação positiva entre alunos‐pesquisadores e professores‐ titulares.   Desenvolvimento  As  IES  devem  apresentar  um  Plano  de  Trabalho.  f.  o  sistema  de  avaliação  e  os  indicadores. o intercâmbio entre a diversidade técnica acadêmica e a prática pedagógica.  a  apropriação  pela  IES  das  definições  dos  papéis  de  aluno‐pesquisador  e  de  professor‐orientador.  b. o equilíbrio entre as atividades de leitura e de escrita.  Em  um  segundo  momento.  os  objetivos.  Devem  também  explicitar  a  metodologia  de  pesquisa.  c. A adaptação do aluno‐pesquisador na escola:  A  entrada  dos  alunos  na  escola  é  assunto  dos  mais  delicados  e  exige  um  acompanhamento do professor‐orientador.  1. a participação dos alunos‐pesquisadores nas HTPCs. como segue:  1º semestre  O primeiro semestre de um aluno pesquisador. os alunos já devem dedicar‐se a um dos temas 3 com mais  afinco.  b.  sempre  respeitando  o  marco  conceitual. na faculdade e na escola.  c. a postura do aluno‐pesquisador nos dois ambientes.  d. Os temas a seguir referem‐se a diferentes situações didáticas que favorecem o processo de  138 .  deve‐se  apoiar  o  aluno  na  compreensão  da  rotina  pedagógica que dá suporte às aprendizagens no campo da alfabetização.5.  deve  dividir‐  se  entre  os  dois  momentos. que permita de fato a troca.  a  identificação  do  aluno  com  o  professor  e  a  construção  de  um  olhar  mais  compreensivo para a complexidade que é a sala de aula.  2.  elencamos  os  principais  tópicos  a  serem  trabalhados  nesses  dois  momentos. as situações diárias de leitura e escrita na escola.  conteúdos  e  programação previstas no projeto pedagógico do Bolsa Alfabetização.  g. pois são muitos os desafios que precisam ser vencidos  nesse primeiro momento:  a.  d.  organizar  ações  capazes  de  promover  e  alimentar  um  ambiente  alfabetizador  para os alunos do 1º ano. o papel da leitura como atividade permanente na rotina. aprendiz que entra em sala de aula  pela  primeira  vez  e  tem  à  frente  a  tarefa  de  acompanhar  os  processos  de  alfabetização. Rotina de leitura e de escrita  Feita  a  passagem  desses  primeiros  meses  de  adaptação  e  de  construção  de  vínculos. os alunos devem ser orientados a conhecerem e a refletirem sobre a rotina de leitura e  de escrita da escola:  a.

 1998. 1990  _______.  PALACIOS. A.  2002.  tarefas  para  profissionais. TERUGGI.) Histórias de professores: leitura. Delia de Zunino. A psicogênese da língua escrita.  Alicia  Palácios  .Porto Alegre.  Reflexões  sobre a proposta pedagógica construtivista.  Rio  de  Janeiro. Compreensão da  leitura e expressão escrita. Leitura feita pelo professor. Myriam. 2000. 1996. Lluís Maruny. Artmed.  LERNER. César (org). (org. escrita e pesquisa em educação.  COLL.  PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS ‐ Introdução. Os professores e sua formação. Editora Porto.    Bibliografia    ALARCÃO.  A  aprendizagem  da  língua  escrita  na  escola.  _________ Emília.  ___________ Myriam. Artmed.  e  PALÁCIO. São Paulo: Editora Cortez. São Paulo: Editora Cortez.  _______. Ática.  A reflexão sobre a prática pressupõe um arcabouço teórico que dê sustentação às  análises  e  argumentações  da  investigação  dos  alunos‐pesquisadores. Ana Maria. 1997.  O  mundo  no  papel:  as  implicações conceituais e cognitivas da leitura e da escrita.  2. Mirta. 2ª edição.  Peres  T. & SOUZA.1985. São Paulo: Cortez Editora.. 2002.  Cultura  escrita  e  educação:  conversas  de  Emilia  Ferreiro  com  José  Antonio  Castorina.  _________.  Porto Alegre. Lisboa.  Alfabetização  de  crianças:  construção  e  intercâmbio.  CURTO.  LERNER.  recomenda‐se  especial atenção à bibliografia empregada. São Paulo: Ática. O Ensino da Linguagem escrita.  Nogueira.  Porto  Alegre:  Artmed  1998. Produção oral com destino escrito.  _________  Emília. Magaly Munhoz&LERNER. J. Emilia. Porto Alegre: Artmed.  NEMIROVSKY. A escrita antes das letras in: SINCLAIR.Emília. Lilia &  MOLINARI. Emília. 2007  LERNER. Reflexões sobre alfabetização. Emília. Artmed. Brasília: MEC/SEF. Formação reflexiva de professores – estratégias de supervisão. mas também prática. O real.  Porto  Editora.  3. S.  2000. Ana. São Paulo. Daniel Goldin e Rosa MariaTorres.  TEBEROSKY.  Delia  &  PIZANI. Escrever e ler ‐ Volume I e II. 1990. Lisboa. Alicia de Pizani.  KRAMER. 1999. 1992  _________  Profissão  Professor. CASTEDO. 1989. 1992  _________ Vida de professores.  Por  isso.  FERREIRO. 2002. Porto Editora.  A. Dom Quixote.  G. Os filhos do analfabetismo.  Claudia.  M. & TEIXIDÓ. Porto Alegre: Artmed.  São Paulo.N. 2001.  David  R.1992.  ________ Emília (org. A experiência pedagógica.  139 . Cópia e ditado (ressignificação da cópia).  Ensinar. I. 1995. Delia. Alfabetização em processo.leitura  e  de  escrita  dos  alunos. Manuel M.  Pode ser tema da pesquisa de um aluno pesquisador:  1.  1995  OLSON. Artmed.  NÓVOA.  Delia. A aprendizagem da Linguagem escrita.  KAUFMAN. Record. PIMENTEL. Hermine (Ed. O construtivismo na sala de aula. número ritmos e melodias. o possível e o necessário. São Paulo: Editora Cortez. Porto Alegre: ARTMED.). 1997. Porto Alegre: Artmed. Maribel M. Porto Alegre: Artmed. Emília & TEBEROSKY. 1987  ________.1996. Porto Alegre.  A  ênfase  nas  práticas  educativas  exige  do  aluno  uma  reflexão  teórica. Com todas as letras.) A produção de notações na  criança: linguagem. S. Ática.  Cardoso  B.  Os  processos  de  leitura  e  escrita:  novas  perspectivas.  (org). MORILLO. Ler e escrever na escola.

  SMITH.  no  máximo.S. Brasília:MEC/SEF.PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS – Língua Portuguesa. Antoni.  Aprender  a  Ler  e  a  Escrever  ‐  uma  proposta  construtivista. 2000. no máximo. Porto Alegre.  WEISZ.  d)  Apresentação  da  matriz  curricular. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. São Paulo: Editora Ática.  PIAGET. Liliana & TEBEROSKY.  40  (quarenta)  alunos  pesquisadores  para  cada professor orientador. Forense ‐ 1967. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo. 1997.  SOLÉ. São Paulo: Ática. 1997.  h) Cronograma e plano de desenvolvimento dos encontros semanais de formação. Porto Alegre: Editora Artmed. 1999.  140 .  b) Relação nominal  do(s) professor(es) orientador(es) destacados pela Instituição  de Ensino Superior. Artmed.  bem  como  os  números  dos  respectivos  registros  das  matrículas e históricos escolares.  D.  c) Indicação do interlocutor administrativo da Instituição. Formação social da mente. L. 1997. 10ª edição. Seis Estudos de Psicologia.  TOLCHINSKY.  g)  Descrição  dos  critérios  utilizados  para  formação  das  turmas  de  orientação  na  Instituição. Brasília:MEC/SEF. Vozes.  Liliana. A Prática Educativa ‐ Como ensinar. São Paulo: Editora Ática. 1998. respeitados os  critérios  descritos  no  Regulamento. contendo:  a) Dados cadastrais da Instituição. 2003  SCHÖN. 2002  TOLCHINSKY. a serem atendidas pela Instituição. Leitura significativa. Telma.  2.  PERRENOUD. Petrópolis. 1998. Martins Fontes. 1996. Ana.  TEBEROSKY.  COLOMER. com respectivo(s) currículo(s) anexo(s). Brasília:MEC/SEF.  ZABALA.  Teresa.  f) Relação nominal dos alunos selecionados para atuar no Projeto. 1995.  ementas  e  bibliografia  dos  cursos  de  Pedagogia e Letras. 2003. Datas e horários das reuniões.  2003.  e) Proposta com o número de classes de 1ª série do ciclo I do Ensino Fundamental. 1999  ___________ Compreendendo a leitura. Estratégias de leitura. P.  Aprendizagem  da  Linguagem  Escrita  ‐  processos  evolutivos  e  implicações  didáticas. 2001  REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL. que poderá ser responsável.  contendo:  1. por 02 (duas) turmas.  REFERENCIAIS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ‐ Brasília: MEC/SEF. Artmed. Explicitação dos temas a serem abordados nos encontros ao longo do ano. Porto Alegre: Artmed.  TEBEROSKY. (org) A profissionalização dos formadores de professores.  Educando  o  profissional  reflexivo:  um  novo  design  para  o  ensino  e  a  aprendizagem.  Porto Alegre. Isabel. Porto Alegre: Artmed.  Porto Alegre Artmed.      ANEXO II  Plano de Trabalho    Os  planos  de  trabalho  deverão  ser  apresentados  pelas  Instituições  de  Ensino  Superior.  VYGOTSKY. Artmed. Além da alfabetização. J . Ana. Porto Alegre. Frank.  as  quais  deverão  comportar.  por Diretoria e Município.  Ana. 1999.  PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZADORES.

 na forma regulamentar. arts.    Artigo  382  ‐  A  entrega  do  prêmio  de  que  trata  esta  seção  deverá  ser  efetivada  durante a realização da Sessão do Parlamento Jovem da Assembléia Legislativa do Estado de São  Paulo.  formação  e  avaliação.828/05. no que couber.    Artigo 385 ‐ A escola poderá reclassificar os alunos. AVALIAÇÃO.  Parágrafo  único  –  Para  matrícula  nas  1ªs  séries  e  nas  vagas  remanescentes  das  demais  séries.  observando. RENDIMENTO.  (Lei nº 11. único alterado pela Lei nº 7. inclusive quando se tratar de  transferências entre estabelecimentos situados no País e no exterior. adolescentes e jovens.    Seção X  Do Prêmio "Parlamentar do Futuro"    Artigo  381  –  O  Prêmio  "Parlamentar  do  Futuro"  destina‐se  a  desenvolver  e  incentivar a consciência política nas crianças. as mesmas normas regimentais que disciplinam a matrícula de alunos  brasileiros nas escolas do sistema estadual de ensino. art.  conforme  projeto  pedagógico  constante  no  Anexo  I  desta resolução.402/91)    Seção II  Da Matrícula de Aluno Estrangeiro    Artigo 384 ‐ A Direção dos estabelecimentos que ministram o ensino fundamental  e  médio  deverão  proceder  à  matrícula  dos  alunos  estrangeiros  sem  qualquer  discriminação.  formas  de  acompanhamento. 1º. REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR E  DOCUMENTOS ESCOLARES    Seção I  Da Preferência para Matrícula nas Escolas Estaduais    Artigo  383  ‐  Terão  preferência  para  matrícula  em  Escola  Estadual  de  ensino  fundamental  e  médio. por meio de pesquisa sobre a  dinâmica de funcionamento da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.i)  Orientações  para  a  atuação  dos  alunos  pesquisadores. com o par. tendo como base as normas  curriculares gerais.  exceto  nas  1ªs  séries.  os  candidatos  que  tenham  sido  alunos  do  mesmo  estabelecimento no ano anterior.  (Lei nº 973/76.  141 .  terão  preferência  os  candidatos  com  domicílio  escolar  ou  oriundos  de  creches  situadas no setor abrangido pela escola.  j) Planilha de custos que demonstre a previsão mensal da aplicação dos recursos a  serem repassados pela Secretaria de Estado da Educação. 1º e 4º)      TÍTULO III  DA GESTÃO DA VIDA ESCOLAR    CAPÍTULO I  DA MATRÍCULA. RECUPERAÇÃO.

 8º)    142 . 1º e 2º)    Seção III  Do Registro do Rendimento Escolar dos Alunos das Escolas Estaduais  Subseção I  Da Avaliação de Desempenho    Artigo  386  ‐  Nas  escolas  da  rede  estadual  de  ensino.  quando  menores. registrando no Sistema as notas e freqüência dos alunos. em cada componente  curricular.  o  professor  deverá  emitir. art. à exceção das disciplinas de educação física e arte.(Del. será efetuado em escala numérica de notas em números inteiros de 0 (zero) a 10 (dez).  aquela  que  melhor  reflete  o  progresso  alcançado  pelo  aluno  ao  longo  do  ano  letivo. arts. arts. 4º. 3º)     Subseção III  Das Atribuições e da Avaliação Final    Artigo  389  ‐  Ao  final  do  semestre/ano  letivo.  aos  pais ou responsáveis.  o  registro  das  sínteses  bimestrais e finais dos resultados da avaliação do aproveitamento do aluno. SE nº 61/07. para  viabilizar  o  Boletim  Escolar  que  será  entregue  aos  respectivos  alunos  ou. 6º.     Artigo 391 ‐ A escola deverá assegurar que os resultados bimestrais e finais sejam  sistematicamente documentados. arts.   Parágrafo  único  ‐  Caberá  ao  Conselho de  Classe  e  Série  emitir  o  parecer  sobre  a  situação final do aluno que deverá ser informada no Sistema de Cadastro de Alunos da SEE    Artigo  390  ‐  Será  considerado  como  patamar  indicativo  de  desempenho  escolar  satisfatório a nota igual ou superior a cinco.  (Res.  simultaneamente. SE nº 61/07. tendo em vista o  processo inicial de alfabetização.  (Res. 5º. a nota relativa ao último bimestre e a nota que expressará a avaliação final.  realizada  por  diferentes  instrumentos  de  avaliação  e  de  forma  contínua e sistemática.  Parágrafo  único  ‐  As  sínteses bimestrais  e  finais  devem  decorrer da  avaliação  do  desempenho  escolar  do  aluno. CEE nº 16/97. 1º e 2º)    Subseção II  Do Registro de Freqüência    Artigo  388  ‐  O  registro  de  freqüência  do  aluno  de  1ª  a  4ª  séries  do  ensino  fundamental será expresso em dias letivos. ou  seja.  por  componente curricular. ao longo do bimestre e de todo ano letivo. os registros de avaliação das 1ª e 2ª  séries  do  ensino  fundamental  a  serem  digitados  no  Sistema  de  Avaliação  e  Freqüência  ‐  SAF  se  restringirão aos componentes curriculares de língua portuguesa e matemática.     Artigo 387 ‐ A partir do 3º bimestre de 2007. SE nº 61/07.  (Res. conforme a escala numérica especificada no artigo 386.

 considerando as características individuais do aluno e indicando sua possibilidade de  prosseguimento de estudos . art. as fichas  individuais  das  avaliações  periódicas  constituem  documentos  indispensáveis  para  decisão  do  recurso pela autoridade responsável.  (Lei nº 13. caso esta  seja exigida.Artigo 392 – As escolas da rede pública estadual ficam obrigadas a comunicar.  a  ocorrência  de  excesso  de  faltas  dos  alunos  regularmente  matriculados  no  ensino  fundamental e no ensino médio:  I – aos pais. 1º)    Artigo  393  ‐  O  Centro  de  Informações  Educacionais  ‐  CIE  será  responsável  pelo  suporte técnico do Sistema de Avaliação e Freqüência.   § 2º ‐ Após cada avaliação periódica. ficará a juízo do diretor.  as  dificuldades  observadas  de  aprendizagem bem como as recomendações aos próprios alunos.  nos  demais casos.  de  conteúdo  equivalente  ao  do  modelo  anexo.  § 1º ‐ Nos termos regimentais.  de  acordo  com  seu  regimento.  III – à Vara da Infância e da Juventude.  a  Escola  comunicará  aos alunos e  seus  responsáveis  legais  o  calendário  escolar  com  informações  sobre  o  direito  de  pedido  de  143 . aos pais e outras providências a  serem tomadas. ouvido o órgão próprio. 9º)    Seção IV  Da Avaliação do Aluno  Subseção I  Do Resultado Final da Avaliação e dos Registros Obrigatórios    Artigo  394  ‐  O  resultado  final  da  avaliação  feita  pela  Escola. deve refletir o desempenho global do aluno durante o período letivo. afixado em data e local previamente  comunicados  aos  alunos  e  seus  responsáveis  legais.  (Del.  § 1º ‐ A comunicação a que se refere o caput tem caráter preventivo. 1º)     Subseção II  Do Pedido de Reconsideração    Artigo 395 ‐  No inicío  de cada  ano letivo.068/08.   § 4º ‐ No caso de eventual recurso quanto ao resultado final da avaliação. art. o resultado final da avaliação de que trata o caput  deste artigo será registrado em documento escolar próprio.  no  caso  de  alunos  com  nota  abaixo  da  média  da  classe  ou  com  conceito  insatisfatório  e. CEE nº 11/96.  II – ao Conselho Tutelar.  com  preponderância  dos  aspectos  qualitativos  sobre  os  quantitativos e dos resultados obtidos durante o período letivo sobre os da prova final. o professor responsável registrará em ficha  individual. a fim de que  não seja ultrapassado o limite permitido de 25% (vinte e cinco por cento) de ausências. no conjunto dos  componentes  curriculares  cursados.  ou  entregue  aos  mesmos  mediante  ciência  inequívoca.  § 2º ‐ A comunicação deverá ser feita quando for atingido o limite de 20% (vinte  por cento) das faltas.   § 3º ‐ É obrigatório o registro das observações mencionadas no parágrafo anterior. art.  (Res. SE nº 61/07. por  escrito.

 3º.  o  Diretor  da  Escola  decidirá  sobre o mesmo. caberá pedido de  reconsideração. arts. ou seu responsável legal.  no  final do período letivo.   §  2º  ‐  O  pedido  de  reconsideração. 2º.  nos  termos  do  disposto  nos  artigos  398  e  399  incluindo  prazos  e  procedimentos.  mediante  petição  escrita  e  fundamentada que será protocolada na Escola. sendo legitimados como recorrentes o aluno. dirigido ao Dirigente Regional de  Ensino  ou.  Ocorrendo a hipótese de estarem afastados mais de 50% (cinqüenta por cento) dos professores do  aluno  requerente.  dirigido  ao  Diretor  da  Escola. do seu  responsável  legal.  colegiado nomeado ad hoc pela direção. total ou parcial.reconsideração  ou  recurso. caso em que  indicará à Direção da Escola os procedimentos necessários.     Artigo  398  ‐  Em  caso  de  pedido  de  reconsideração.  quanto à inobservância do disposto nos artigos 394 e 395 o Supervisor de Ensino representará ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  que  decidirá  a  respeito  no  prazo  de  15  (quinze)  dias. na falta  deste. verificar a inobservância.  deverá  ser  interposto até o 5º dia subseqüente à data de afixação ou ciência inequívoca prevista no § 1º do  artigo 394.  ao  órgão  equivalente  de  Supervisão  delegada  por  legislação  específica. o mesmo deverá reunir‐se até  o 8º dia do ano letivo subseqüente. deverá ser feita até o 10º dia subseqüente à interposição do pedido. ouvido o órgão colegiado que tenha regimentalmente essa atribuição ou.  constituído por todos os  professores do aluno e  integrantes da equipe pedagógica.   § 1º ‐ A ausência de professores do aluno requerente no colegiado de que trata o  caput  deste  artigo  apenas  se  justificará  em  caso  de  afastamento  das  respectivas  funções.   §  5º  ‐  Na  impossibilidade  de  reunião.  em  processo  apropriado a ser instaurado até o 3º dia subseqüente ao recebimento da representação.  dirigido  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino. competirá ao Supervisor de  Ensino.   §  3º  ‐  Não  havendo  na  Escola  procedimentos  que  garantam  ao  aluno  o  cumprimento  do  prazo  previsto  no  parágrafo  anterior. do disposto nos artigos 394 e 395.     Artigo 396 ‐ Divulgados os resultados das avaliações. dirigido ao Diretor da Escola e posterior recurso.  a  constituição  do  colegiado  será  definida  pela  direção  da  Escola. CEE nº 11/96. em conformidade com a ação supervisora pertinente à avaliação realizada durante o ano  letivo.  por  força  de  recesso  escolar  ou  férias.   (Del. ouvida a  Direção da Escola.  ouvida  a  Diretoria de Ensino. registrando‐os em Termo de Visita.     Artigo 397 ‐ No caso de não cumprimento dos artigos 394 e 395.  quando  for  o  caso. do colegiado referido no caput deste artigo. ao aluno ou ao  seu responsável.   § 4º ‐ A comunicação da decisão sobre o pedido de reconsideração.   Parágrafo único ‐ Esgotadas todas as possibilidades de solução na própria Escola.   144 . 4º e 5º)     Subseção III  Dos Recursos    Artigo 399 ‐ Da decisão da Direção da Escola caberá recurso do aluno ou.  o  pedido  de  reconsideração  poderá  ser  entregue até o 5º dia do mês em que se inicia o período letivo subseqüente. mediante  termo de ciência assinado pelo responsável.

  após  o  pronunciamento  de  uma  Comissão  de.   §  4º  ‐  O  expediente.  ‐  projetos  de  avaliação  e  descrição  dos  seus  instrumentos.  ‐ projetos de adaptação e de seu processo de realização (quando for o caso).  3  (três)  Supervisores  de  Ensino. visando à superação das deficiências de aproveitamento demonstradas pelo aluno.  deverá ser encaminhado pela Escola à Diretoria de Ensino. à vista dos documentos referidos no artigo 394 e parágrafos.  necessariamente.  2 ‐ Análise do expediente que trata de pedido de reconsideração informado pela  Escola. até o 5º dia subseqüente ao protocolo  do recurso.  ‐ diários de classe.  ‐ histórico escolar do aluno.  com  indicação  dos  critérios utilizados.   145 .  ao  longo  do  ano  letivo.  os  seguintes  documentos  abaixo  que.   b) atitudes discriminatórias contra o aluno.  instruído  nos  termos  dos  parágrafos  1º  e  2º  deste  artigo.  ‐ projetos de recuperação e relatório de seu processo de realização. mediante termo  de  conhecimento  inequívoco.   ‐ atas das Reuniões Pedagógicas em que se analisou o desempenho dos alunos ao  longo e ao final do ano letivo.   § 2º ‐ O expediente será ainda instruído com relatório elaborado pelo Supervisor  de Ensino da Escola.  ‐ ficha individual de avaliação periódica do aluno prevista no parágrafo 2º do artigo  394 .§ 1º ‐  O expediente deverá  ser  instruído  com cópia  do processo  de  que trata  do  pedido  de  reconsideração.     Artigo  401  ‐  As  decisões  da  Escola  e  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverão  apontar  claramente  e  por  escrito.  deverão  ser  enviados  à  Diretoria  de  Ensino  em  sua  forma  original  ou  sob  a  forma  de  cópias  reprográficas  devidamente  autenticadas pela Escola:   1  ‐  Relatório  do  Supervisor  da  Escola  sobre  a  situação  (baseado  nos  termos  de  visita)  quanto  aos  aspectos  administrativos  e  pedagógicos  que  envolvam  a  análise  e  a  avaliação  dos seguintes documentos:   ‐ planos de ensino do componente curricular objeto da retenção.     Artigo 400 ‐ O Dirigente Regional de Ensino emitirá sua decisão de mérito sobre o  recurso  interposto.  se  requisitados  por  ela.  especialmente  os  de  reforço  e  recuperação.   § 1º ‐ O relatório da Comissão de Supervisores deverá levar em consideração.  contendo  os  fundamentos  da  decisão  adotada  pelo  colegiado  competente.  até  o  5º  dia  subseqüente  ao  seu  recebimento.  até  o  30º  dia  subsequente  ao  seu  recebimento.  devolvendo  o  expediente de imediato à Diretoria de Ensino.  os  aspectos  que  as  fundamentam  e  levar  em  consideração.  no  mínimo. ao menos um dos seguintes aspectos:   a)  evidência  da  falta  de  procedimentos  pedagógicos  previstos  no  Regimento  Escolar  ou  proposta  pedagógica. só se justificando a substituição deste último por afastamento de suas funções. no  mínimo.   § 3º ‐ O recurso ao Dirigente Regional de Ensino deverá ser protocolado na Escola  até o 5º dia subseqüente ao conhecimento inequívoco pelo interessado da decisão do Diretor da  Escola.  um  dos  quais  o  supervisor  da  respectiva Escola.   § 2º ‐ A escola comunicará ao interessado a decisão do recurso.

 quanto aos órgãos educacionais. Nota do Aluno: _____________ 6. 8º. 9º e 10)    Subseção IV  Das Disposições Gerais    Artigo 404 ‐ A inobservância dos prazos estabelecidos nesta seção acarretará. instruída com o expediente respectivo.  Conceito  do  aluno:__________8. arts. caberá recurso especial  ao  Conselho  Estadual  de  Educação. a apuração de  responsabilidade das autoridades envolvidas.  que  poderá  ser  interposto  mediante  petição  protocolada  na  Escola ou na Diretoria de Ensino. Nota Média da Classe: _________________  7. Recomendações do professor ao aluno:______________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  11.     Artigo  405  ‐  A  documentação  do  pedido  de  reconsideração  ficará  arquivada  na  Escola e a do recurso na Diretoria de Ensino.c)  inobservância  das  normas  regimentais  da  Escola. Aluno:___________________________ 2. devendo constar do prontuário do aluno cópias de  todas as decisões exaradas. providenciará sua remessa ao Conselho  Estadual de Educação. esta o enviará até o 2º  dia subseqüente à Diretoria de Ensino que. em igual prazo. para  o interessado. 6º. Período da avaliação:____________  5.  o  recurso  especial  será  apreciado.  em  caráter  prioritário.  Número  de  alunos  da  classe  em  cada  conceito:_________________________________________________________________  9. para apreciação e julgamento. o indeferimento do seu pedido e. de todos os recursos que receba.     Artigo 402 ‐  Da decisão do Dirigente Regional de Ensino.  Professor:____________________  3.   d) inobservância de outras normas e leis aplicáveis.   (Del. CEE nº 11/96.     Artigo 406 ‐ Os recursos previstos nesta seção não têm efeito suspensivo.   Parágrafo único ‐ Recebido o recurso especial pela Escola. Principais dificuldades do aluno:  ________________________________________________________________________  ________________________________________________________________________  10. 12 e 13)    ANEXO (§ 2º do art.   (Del. CEE nº 11/96.  em  especial  as  referentes  a  avaliação. Recomendações do professor aos pais:______________________________________  146 . arts.     Artigo  403  ‐  Protocolado  no  Conselho  Estadual  de  Educação.  observadas  as  normas  regimentais  para  apreciação  e  julgamento. 394)  FICHA INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO PERIÓDICA    1. recuperação e promoção. 11. 7º. Disciplina e Série: _________________ 4.

  de  acordo  com  sua  proposta  pedagógica  e  seu  regimento. que pretende prosseguir seus estudos em cursos  de ensino fundamental e médio. Providências do professor e da Escola para auxiliar o aluno: ______________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  13. a  Diretoria de Ensino levará em conta a análise da escolaridade do aluno e os seus direitos no país  de origem.    Artigo 410 – Alunos do sistema brasileiro. exclusivamente ou por período superior a dois anos. no sistema de ensino do Estado de São Paulo.  § 2º –  São considerados como alunos do sistema brasileiro de ensino aqueles que  freqüentam escola no exterior por período de até dois anos.  147 .  (•) A Deliberação CEE nº 10/97 encontra‐se anexada a esta unificação.    Artigo 408 – Aluno do exterior. Outras observações: _____________________________________________________  ________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________    _________________    ______________________     ________________  Data e visto dos pais            Data e visto do Diretor           Data e visto do      ou responsável             Supervisor       Seção V  Da Equivalência de Estudos Realizados no Exterior    Artigo 407 – A equivalência de estudos realizados no exterior em nível do ensino  fundamental e médio. em cuja jurisdição residir. que pretende a equivalência de seus  estudos em nível de conclusão do ensino fundamental ou médio. tal como definido no § 2º do artigo 407. nos termos da Deliberação CEE nº 10/97 (•).  escolaridade anterior e competências.  deve  classificar  o  aluno  levando  em  conta  seu  grau  de  desenvolvimento.  § 1º –  Para os efeitos desta seção consideram‐se alunos do exterior aqueles que  freqüentaram.________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________  12.  que  pretendam  prosseguir  seus  estudos  no  ensino  fundamental  ou  médio. deve apresentar sua solicitação  diretamente na Diretoria de Ensino.    Artigo 409 – Aluno proveniente do exterior. deve requerer matrícula diretamente na unidade escolar de seu  interesse.  Parágrafo  único  –  A  unidade  escolar.  devem  solicitar  matrículas junto à unidade escolar. escolas sediadas fora do país.  Parágrafo único – Para declarar a equivalência de estudos em nível de conclusão. regula‐se pelo disposto nesta  seção. comparando‐a com as exigências do sistema brasileiro.

  Parágrafo  único  –  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá  avocar  qualquer  processo sempre que houver interesse. 4º. caberá sempre recurso ao Conselho Estadual de  Educação. em caso de necessidade. conforme o caso:  I ‐ comprovada a regularidade dos registros. 3º. arts.Parágrafo único – A unidade escolar levará em conta o disposto no parágrafo único  do  artigo  408  . encaminhando‐o à Diretoria de Ensino da área  de jurisdição da Escola a que ele se refere.  III  ‐  verificada  irregularidade  na  vida  escolar  do  aluno  passível  de  regularização. facultando‐lhe ampla defesa e produção de provas.  não  podendo  contudo  decidir  de  forma  que  aluno  tenha  seus  estudos  comprimidos.  (Del. CEE nº 21/01. o responsável pela análise poderá:  I – solicitar tradução da documentação. a escola que  solicitou a conferência deve convocar o interessado representado por seu pai ou responsável. 2º.  o  Supervisor  responsável  pela  Unidade  Escolar  efetuará  a  sua  verificação.  falha  ou  omissão  nos  registros. 1º. confirma a autenticidade e devolve o  documento ao solicitante. 5º e 6º)      Seção VI  Da Verificação e Regularização de Vida Escolar  Subseção I  Da Verificação de Documentos e Atos Escolares    Artigo  413  ‐  O  Diretor  da  Escola  deverá  proceder  à  minuciosa  verificação  da  documentação  escolar  apresentada  para  efetivação  da  matrícula.  determina  à  Escola  a  emissão de novo documento.    Artigo  415  ‐  Recebida  a  documentação  na  Diretoria  de  Ensino.  IV  ‐  constatada  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.  providencia encaminhamento ao órgão competente. autenticidade ou legitimidade do  documento. confirma sua autenticidade e devolve ao solicitante.    Artigo 412 – De qualquer decisão. sempre que entender necessária para sua  compreensão. no que tange à conclusão de curso.  comunica  o  fato  ao  solicitante.  II  –  diligenciar.  II  ‐  constatada  incorreção.    Artigo  411  –  Na  análise  da  documentação  trazida  pelo  aluno  proveniente  do  exterior. dando ciência do fato ao solicitante.  adotando  os  seguintes  procedimentos.  imediatamente  após  a  constatação  da  irregularidade  para  tomar  a  termo  suas  declarações. solicitando a competente e eficaz verificação.    Artigo 414 ‐ Havendo dúvidas quanto à exatidão. se  menor  de  idade. o Diretor da Escola deverá explicitá‐la.  observando  as  normas  legais  vigentes e os meios técnicos disponíveis.  pelo  meios  possíveis.    Artigo 416 ‐ Nos casos a que se refere o inciso IV do artigo anterior.   148 .  para  verificar  a  autenticidade  da  documentação.

  149 .    Artigo  417  ‐  Comprovada  a  falta  de  autenticidade  ou  de  idoneidade.  deve  o  Diretor  da  Escola  onde  o  interessado  tenha  usufruído  direitos  indevidos. proceder à anulação dos mesmos.  mediante  portaria  que. para publicação em Diário Oficial.  no  que  couber. por delegação do  Secretário  da  Educação  do  Estado  de  São  Paulo.  cabe  ao  Diretor da Escola a que os documentos se referem.  Parágrafo único ‐ Em se tratando de escola extinta ou inexistente. expedida por escolas ou instituições de outros Estados da Federação.    Artigo  423  ‐  As  situações  que  não  se  enquadrem  nesta  subseção  deverão  ser  encaminhadas às respectivas Coordenadorias de Ensino. 419 e 420.  seguirão  as  instruções  contidas  nesta  subseção. nos termos do artigo  417.§1º ‐ O resultado do procedimento deve ser comunicado à escola a que se refere o  documento.  mediante  Resolução. a anulação será  feita por meio de portaria do Dirigente Regional de Ensino.    Artigo 421 ‐ Aplicam‐se as disposições desta subseção aos casos de documentação  enviada para conferência por instituições de ensino superior e outros órgãos.    Artigo 422 ‐ As instituições com sistema de supervisão próprio. nos termos do artigo 418.  II ‐ oficiar ao Conselho Regional da Categoria para o caso de o aluno ter cursado  habilitação profissional. a convocação  do interessado deverá ser procedida pela escola a que se refere o documento escolar.   § 2º ‐  Utilizados todos  os meios de  comunicação.  anular  os  atos  escolares  praticados  pelo  aluno  e  possíveis  documentos  emitidos. será encaminhada pelo Dirigente Regional de Ensino para  publicação no Diário Oficial. caso o  aluno tenha realizado estudos em nível superior.  encaminhando os atos anulatórios às Coordenadorias de Ensino.    Artigo  419  ‐  Quando  a  matrícula  for  instruída  com  documentação  que  suscite  dúvidas.  Convênios  ou  Termos  de  Cooperação  Técnica. conforme a área de localização  da escola.  Parágrafo único ‐ Para as situações previstas no caput deste artigo.    Artigo  420  ‐  Após  a  anulação  dos  atos  escolares  e  possíveis  documentos  expedidos. o Diretor da Escola  deve  solicitar  a  conferência  diretamente  aos  órgãos  das  respectivas  Secretarias  de  Estado  da  Educação.  Parágrafo  único  ‐  Confirmada  a  falta  de  autenticidade  ou  idoneidade  da  documentação. em São Paulo.    Artigo 418 ‐ Após a publicação de anulação de documentos.  III  ‐  concluir  e  encaminhar  o  processo  à  Coordenadoria  de  Ensino  à  qual  está  jurisdicionada. mediante  portaria a ser homologada pelo Supervisor de Ensino e encaminhada para a publicação no Diário  Oficial pelo Dirigente Regional de Ensino. devem ser tomadas as providências previstas nos artigos 416 e 418.  devem ser adotados os procedimentos previstos nos artigos 417.  homologada pelo Supervisor de Ensino. a Diretoria de Ensino tomará as seguintes providências:  I ‐ oficiar ao órgão representativo do Ministério da Educação. 418.  inclusive publicação  em  DOE e  não  tendo  o  interessado  atendido  à  convocação  no  prazo  fixado  pela  autoridade  competente. que tomará as providências pertinentes ao caso.

    Artigo 430 ‐ Compete ao Diretor da Escola:  I – atender e entrevistar o candidato.05. para fins de ingresso no mercado de trabalho ou  prosseguimento de estudos. art.  III – designar um ou mais professores para:  a)  elaborar as provas.  II – marcar a data para a realização da prova de escolaridade.  (Del.  § 1º ‐  A parte  interessada em recorrer. arts. após  ciência da decisão. 3º e 4º)    Subseção III  Da Regularização por Irregularidade Atribuída à Escola ou ao Mantenedor    Artigo 428 ‐ Quando a irregularidade na vida escolar do aluno ensejar suspeita de  ação dolosa por parte da Direção de Escola ou de seus Mantenedores ou ainda de funcionários de  órgão da Pasta. apurar‐se‐á preliminarmente esta suspeição. na forma desta subseção. encontra‐se anexada a esta unificação. com idade igual ou superior a 14 anos.    Artigo 425 ‐  O  Conselho Estadual de Educação poderá  avocar  ex officio qualquer  protocolado que trate de regularização de vida escolar.2. através de diligência ou sindicância.  conforme a legislação em vigor. 1º. 3º)    Seção VII  Da Realização de Prova de Escolaridade    Artigo 429 ‐ A realização da prova de escolaridade para clientela não escolarizada  ou semi‐alfabetizada. será regida pelas disposições desta seção. 2º.  aplicar‐se‐ão  as  disposições  da  subseção  anterior.  § 2º ‐ O órgão recorrido terá o prazo de 30 dias para decidir o recurso. art. 1º a 11)    Subseção II  Dos Procedimentos para Tramitação de Expedientes/Processos de Regularização de Vida Escolar    Artigo 424 – A Secretaria da Educação procederá à regularização de vida escolar de  alunos do ensino fundamental e médio do sistema estadual de ensino. em nível de conclusão de uma das  quatro primeiras séries do ensino fundamental.s.(Portaria Conjunta Cogsp/Cei de 14.    Artigo 426 ‐ A análise dos protocolados referentes à regularização de vida escolar  obedecerá às disposições da Indicação CEE nº 8/86 (•).  (•) A Indicação CEE nº 8/86.  150 . CEE nº 18/86.  Parágrafo  único  –  Somente  após  encerrado  o  processo  apuratório  de  eventuais  irregularidades  no  funcionamento  da  escola.  (Res.    Artigo  427  ‐  Da  decisão  das  escolas  e  Diretorias  de  Ensino  caberá  recurso  ao  Conselho Estadual de Educação.  considerando‐se a situação específica de cada aluno. SE nº 307/86. integrante da Deliberação CEE nº 18/86. deverá fazê‐lo no prazo de 10 dias.

    Artigo  431  ‐  O  Diretor  da  Escola  envidará  todos  os  esforços  no  sentido  de  incentivar  o  candidato  ao  prosseguimento  de  seus  estudos.  a  necessidade  de  educação especial.  § 1º ‐ A prova de escolaridade será arquivada na Escola. 1º. nas diretrizes curriculares nacionais e na base  nacional  comum  do  currículo.  especificando:  a) o nível de escolaridade atingido. neste caso.  o  controle  e  o  acompanhamento do processo previsto nesta seção.  b) a finalidade do mesmo. se necessário.  ainda.  via  regular ou estudos equivalentes.  com  fundamento nos conteúdos mínimos obrigatórios.   § 1º ‐ O regime de que trata este artigo pode ser organizado em um ou mais ciclos.   § 2º ‐ A matrícula do aluno transferido ou oriundo de fora do sistema estadual de  ensino  será  feita  tendo  como  referência  a  idade.  §  2º  ‐  A  Escola  deverá  manter  livro  próprio  para  registro  dos  dados  pessoais  do  candidato bem como dos elementos citados nas alíneas “a” e “b” do inciso IV deste artigo.  151 . arts. em função da idade. devem ser adotadas providências  para que a transição de um ciclo para outro se faça de forma a garantir a progressão continuada.  com  a  conseqüente  matrícula. no final de cada período letivo.  c) corrigir e emitir.  o  qual  deve  ser  objeto  de  recuperação  contínua  e  paralela. 3º. que deverá ser obrigatoriamente proporcionada pelas redes públicas de ensino  fundamental.    Artigo 434 ‐ A idade referencial para matrícula inicial no ensino fundamental será a  de seis anos.  (Res.   § 3º ‐ O regime de progressão continuada deve garantir a avaliação do processo de  ensino‐aprendizagem.  bem  como  a  avaliação  de  competências.    Artigo  432  ‐  Competem  às  Diretorias  de  Ensino  a  orientação. na própria prova.  no  ensino  fundamental  do  Sistema de Ensino do Estado de São Paulo terá duração de oito anos.  realizada  por  professor  designado  pela  direção  da  escola. que não poderá ultrapassar ao de conclusão de  4ª série do ensino fundamental.  IV – Com base no parecer conclusivo do professor. SE nº 310/89.   § 1º ‐ O mesmo referencial será adaptado para matrícula nas etapas subseqüentes  à inicial. a análise e o parecer conclusivo sobre o nível  de escolaridade atingido pelo candidato.   § 2º ‐ No caso de opção por mais de um ciclo. na série ou termo definido no competente atestado expedido. datando‐a e assinado‐a no seu final.  a  qual  indicará  a  necessidade  de  eventuais  estudos  de  aceleração  ou  de  adaptação.b) estabelecer os critérios para avaliação das mesmas. tanto para ingresso no mercado de trabalho como para  prosseguimento de estudos e.  mantida  preferencialmente a matrícula no período adequado. 4º e 5º)    Seção VIII  Do Regime de Progressão Continuada  Subseção I  Da Progressão Continuada    Artigo  433  –  O  regime  de  progressão  continuada.  a  partir  de  resultados periódicos parciais e. expedir o respectivo atestado. a série ou termo a que tem direito a matricular‐se.   §  3º  ‐  A  avaliação  de  competências  poderá  indicar.

   §  1º  ‐  Os  projetos  educacionais  da  Secretaria  da  Educação  e  das  instituições  de  ensino  que  contem  com  supervisão  delegada  serão  apreciados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  verificando  periodicamente os casos especiais previstos nos §§ 2º e 3º do artigo 434.     Artigo  437  ‐  Cabe  à  supervisão  de  ensino  do  sistema  orientar  e  acompanhar  a  elaboração  e  a  execução  da  proposta  educacional  dos  estabelecimentos  de  ensino.   III ‐ encaminhar a relação dos alunos que excederem o limite de 25% de faltas às  respectivas  Diretorias  de  Ensino.  (Del.   III  ‐  atividades  de  reforço  e  de  recuperação  paralelas  e  contínuas  ao  longo  do  processo e. de reforço. mecanismos que assegurem:   I ‐ avaliação institucional interna e externa. junto aos alunos faltosos e  respectivos professores. de reclassificação.   VIII ‐ forma de implantação.   IX ‐ dispositivos regimentais adequados. conduzindo a uma avaliação  contínua  e  cumulativa  da  aprendizagem  do  aluno.  devendo os demais  encaminhar  seus projetos  à  apreciação  da  respectiva  Diretoria  de  Ensino  do  Estado. de aproveitamento e de aceleração de estudos. CEE nº 9/97.   VI ‐ controle da freqüência dos alunos.   §  3º ‐  Os  estabelecimentos  de ensino  de  municípios  que  tenham  organizado  seu  sistema de ensino terão seu projeto educacional apreciado pelo respectivo Conselho de Educação.  Artigo  435  ‐  O  projeto  educacional  de  implantação  do  regime  de  progressão  continuada deverá especificar.   V ‐ indicadores de desempenho. além daquelas a serem adotadas no âmbito  do próprio estabelecimento de ensino.   § 2º ‐ Os projetos educacionais dos estabelecimentos particulares de ensino serão  apreciados pela respectiva Diretoria de Ensino.   II ‐ avaliações da aprendizagem ao longo do processo. dos Conselhos Tutelares e do CONDECA.   II ‐ tomar as providências cabíveis. fornecendo‐lhes informações sistemáticas sobre freqüência e aproveitamento escolar.     Artigo 436 ‐ Com o fim de garantir a freqüência mínima de 75% por parte de todos  os alunos. 1º ao 5º)          152 . ao final de ciclo ou nível. implementação e avaliação do projeto. entre outros aspectos. inclusive no que se refere à freqüência dos mesmos. de  reconhecimento. arts. de avanço. as escolas de ensino fundamental devem.   VII ‐ contínua melhoria do ensino. no âmbito da escola.  para  que  estas  solicitem  a  devida  colaboração  do  Ministério  Público.   X  ‐  articulação  com  as  famílias  no  acompanhamento  do  aluno  ao  longo  do  processo. tomar as seguintes providências:  I  ‐  alertar  e  manter  informados  os  pais  quanto  às  suas  responsabilidades  no  tocante à educação dos filhos. se necessárias.   IV ‐ meios alternativos de adaptação.  de  modo  a  permitir  a  apreciação  de  seu  desempenho em todo o ciclo.

    Artigo 439 ‐ As escolas. arts.  a  critério  da  escola  e  conforme  sua  disponibilidade. em regime  de  progressão  parcial  .  até  15  dias  após  solicitação do interessado. contemple ou venha a contemplar a flexibilização curricular.  concomitantemente  ou  não.  § 2º ‐ Poderá ser reclassificado o aluno que não obteve freqüência mínima de 75%  do total de horas letivas para aprovação no ano anterior.  §  1º  ‐  A  avaliação  de  competências  deverá  ser  realizada.  Parágrafo único – Os alunos serão classificados na série subseqüente.  bem  como  a  necessidade  de  eventuais estudos de adaptação. regular ou  supletivo.    Artigo  441  ‐  A  reclassificação  definirá  a  série  adequada  ao  prosseguimento  de  estudos  do  aluno. ocorrerá a partir de:  I – proposta apresentada  pelo professor ou professores do aluno. em qualquer  época do período letivo.  as  disciplinas  em  que  não  obtiveram  êxito  no  período  letivo  anterior. cuja proposta pedagógica para o ensino médio.  (Res. com base nos  resultados de avaliação diagnóstica. 1º e 2º)    Seção IX  Do Processo de Reclassificação    Artigo  440  ‐  A  reclassificação  de  alunos.  que  indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  classificado.  em  série  mais  avançada  do  ensino  fundamental e médio.  até o final do primeiro bimestre letivo e.  § 5º ‐ Para o aluno da própria escola a reclassificação deverá ocorrer. para o aluno recebido por transferência ou oriundo de  país estrangeiro.  tendo  como  referência  a  correspondência  idade/série  e  a  avaliação  de  competências nas matérias da base nacional comum do currículo. SE nº 21/98.  não  tiverem  sido  promovidos em até 3 disciplinas. por docente(s) da unidade escolar  indicado(s) pelo Diretor de Escola. com ou sem documentação comprobatória de estudos anteriores. nos termos desta subseção.  § 4º ‐ O parecer conclusivo do Conselho de Classe ou Série será registrado em livro  de ata específico.  §  3º  ‐  Os  resultados  das  avaliações  serão  analisados  pelo  Conselho  de  Classe  ou  Série. SE nº 20/98. arts.  (Res.  II  –  solicitação  do  próprio  aluno  ou  seu  responsável  mediante  requerimento  dirigido ao Diretor da Escola.  após  estudos  de  reforço  e  recuperação. devidamente assinado e homologado pelo Diretor de Escola.Subseção II  Da Progressão Parcial    Artigo  438  ‐  As  escolas  que  mantêm  ensino  médio  poderão  adotar  a  progressão  parcial  de  estudos  para  alunos  que. por meio da progressão parcial.  poderão  dar  continuidade  à  sistemática até então adotada. 1º e 2º)        153 . com cópia anexada  ao prontuário do aluno.  podendo  cursar. no máximo. com dependência cursada  mediante  orientação  de  estudos  e  freqüência  optativa  do  aluno.

  § 4º ‐ Caberá às Diretorias de Ensino:  1 ‐ acompanhar o processo de organização e instalação das classes de aceleração   nas UEs.  no máximo.Seção X  Das Classes de Aceleração    Artigo  442  –  A  rede  estadual  de  ensino  pode  promover    a  Reorganização  da  Trajetória  Escolar  no  Ensino  Fundamental. objeto da respectiva matrícula.  Parágrafo único ‐ As classes de aceleração serão constituídas de.  2 ‐ supervisionar a ação pedagógica.  gradualmente. com 10 anos ou mais  de idade.  §  2º  ‐  A  implantação  a  se  efetivar. 20 e.    Artigo 445 ‐ As classes de aceleração serão organizadas em 2 ciclos ‐ Aceleração I e  Aceleração II.  2 ‐ definir.  procedentes  da  3ª  e/ou  4ª  série.  II  ‐  Aceleração  II  para  alunos.    Artigo  443  ‐  As  Classes  de  Aceleração  visam  a  eliminar  distorção  idade/série  no  Ensino  Fundamental  por  meio  da  implantação  de  uma  estrutura  didático‐pedagógica  própria.  Parágrafo  único  ‐  A  organização  curricular  deverá  pautar‐se  pela  Proposta  Pedagógica  das  Classes  de  Aceleração  no  Ensino  Fundamental  e  ser  flexibilizada  da  maneira  a  explicitar:  1 ‐ formas de acompanhamento e de avaliação do desempenho dos alunos.    Artigo 444 ‐ O critério para implantação das classes de aceleração será o índice de  defasagem idade/série dos alunos matriculados no Ensino Fundamental.  § 3º ‐ Caberá às Coordenadorias de Ensino:  1  ‐  identificar  as  Diretorias  de  Ensino  que  apresentam  os  maiores  índices  de  defesagem idade/série. 25 alunos e funcionarão com carga de 5 horas diárias.  3 ‐  alternativas de retomada  dos conteúdos curriculares. totalizando 30 horas semanais. conjuntamente.  no  Ensino  Fundamental  contemplará os alunos matriculados de 1ª a 4ª série. no mínimo. procedentes da 1ª e/ou 2ª série.  inserida  na  proposta  educacional  da  escola  e  flexibilizada  em  termos  de  seriação  e  organização  curricular.  2  ‐  níveis  de  avanços  e  graus  de  dificuldades  encontrados  pelos  alunos  no  desenvolvimento das atividades propostas.    Artigo 446 ‐ A avaliação do aproveitamento escolar deverá resultar da análise do  processo de desenvolvimento do aluno e ter como objetivos:  I ‐ detectar as defasagens e  necessidades do processo de ensino aprendi‐zagem. para a série.  com  11  anos  ou  mais de idade.  § 1º ‐ Será considerado aluno com defasagem idade/série aquele que ultrapassar  em 2 ou mais anos de idade prevista. com as Diretorias de Ensino e os diretores das escolas   quais unidades escolares que poderão implantar Classes de Aceleração.  I ‐ Aceleração I para alunos.  154 .  por  meio  da  implantação  de  Classes  de  Aceleração  integradas às séries desse grau de ensino.

  § 1º ‐ O processo de evolução do aluno deverá ser objeto de registro sistemático   por parte do professor.  §  1º  ‐  A  carga  horária  de  trabalho  pedagógico  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  destina‐se:  1) à atuação direta dos professores em intervenções pedagógicas que superem as  dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos nas aulas regulares. de forma a permitir :  1 ‐ por semestre.  3) à avaliação sistemática e regular do processo de recuperação contínua.  § 2º ‐ Os alunos do Ciclo de Aceleração I.  4)  à  atuação  direta  e  diversificada  dos  professores  no  atendimento  das  necessidades  de  aprendizagem  dos  alunos.4º.  de  forma  continua  e  imediata. 5º.  elementos  para  emissão  de  parecer  conclusivo  do  professor.  propiciando situações didáticas adequadas aos alunos com dificuldades de aprendizagem.  2)  ao  acesso  a  subsídios  pedagógicos  que  auxiliem  o  professor  em  sala  de  aula.  ou  Ciclo  de  Aceleração  II  e  os  alunos  do  Ciclo  de  Aceleração  II  serão  promovidos para a 5ª série. documentado e previamente divulgado aos pais. o professor indicará  a  série  em  que  o  aluno  deverá  ser  matriculado.  farão  jus  a  seis  horas  de  trabalho  pedagógico.  1º  ao  5º  ano  do  ensino  fundamental.  155 .  todos  os  professores  do  ciclo  I.    Artigo  448  ‐  O  trabalho  docente  das  escolas  que  vierem  a  implantar  Classes  de  Aceleração  contará  com  o  apoio  dos  documentos  específicos. deverá ser programado. na forma prevista no item 4 do parágrafo anterior. síntese do desempenho escolar de cada aluno. a unidade escolar deverá  se  reorganizar  continuamente  de  modo  a  assegurar  o  desenvolvimento  de  todos  os  recursos  disponíveis para a recuperação previstos nesta seção.  ou  por  qualquer  outra  forma pedagogicamente recomendável.II  ‐  propor  alternativas  para  superação  das  dificuldades  e  aprofundamento  do  conhecimento.    Artigo 450 ‐ Para atendimento à recuperação contínua. SE nº 77/96. conforme Ficha  de Avaliação a ser encaminhada às Diretorias de Ensino e   2  ‐  ao  final  do  ano  letivo. arts.  § 2º ‐ O atendimento.  objetivando  superar  as  dificuldades encontradas pelos alunos no processo de escolarização. devendo as escolas serem supridas com recursos didáticos e materiais adequados. 3º. 2º.  submetendo  seu  parecer  à  homologação  do  Conselho de Ciclo ou Série.  para  garantir. nas aulas a  esse fim destinadas.  ou  5ª  série.  oportunidades  de  estudos  de  recuperação.  nível  de  conhecimento.  § 1º ‐ Todo trabalho de recuperação desenvolvido pelos professores. ao final do ano.  indicativo  das  possibilidades  de  continuidade  de  estudos. poderá  ocorrer  com  agrupamento  de  alunos  por  série. serão promovidos para a  4ª  série. 6º e 7º )    Seção XI  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  449  ‐  A  partir  de  2010.    Artigo 447 ‐ Ocorrendo transferências ao longo do ano letivo.  (Res.  a  ser  homologado  pelo  Conselho de ciclo ou série. 1º.  capacitação  e  acompanhamento  técnico.  individualmente  ou  em  grupos  previamente  constituídos.

 juntamente com o professor responsável pela recuperação. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar. arts. ao final do semestre.  §  2º  ‐  Os  casos  omissos.    Artigo 453 ‐ O processo de recuperação contínua criado e implantado nos termos  desta seção será acompanhado e avaliado pela Diretoria de Ensino. ao final de cada bimestre. nos registros de avaliação  dos alunos. a definição do local.  g)  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  desenvolvidas  pela  Diretoria  de  Ensino.    Artigo 452 ‐ As turmas e as matrículas dos alunos encaminhadas para recuperação  paralela serão cadastradas em opção específica no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de  São Paulo.  § 1º ‐ A continuidade da presente proposta para os anos seguintes dependerá dos  resultados obtidos na avaliação a que está sujeita a proposta.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  aprovação. caberá ao  Diretor e ao Professor Coordenador:  a) elaborar. implementar e acompanhar as propostas aprovadas. em conjunto com os professores envolvidos. quando necessárias.  f)  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  serão  decididos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino. 1º a 8º )    Seção XI A  Dos Estudos de Recuperação no Ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio    Artigo  454  ‐  Os  estudos  de  recuperação.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação. o resultado  alcançado ao longo dos estudos de recuperação. no ano de 2010.  d)  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas.    Artigo 451 ‐ Na  viabilização das atividades de recuperação dos alunos.§ 2º ‐ Deverão ser lançados.  b) definir.  c) coordenar.  (Res. providenciando  as reformulações. SE nº 92/09.  justificando  a  necessidade de sua continuidade. os resultados alcançados nos estudos de recuperação. as respectivas propostas.  e)  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos.  das  escolas  da  rede  pública  156 . os critérios de encaminhamento e a forma de realização. Coordenadorias e Equipe do  Ciclo I da CENP.  quando  devidamente  apresentados  e  justificados  pela  Direção  e  Supervisão  de  Ensino. os critérios  de agrupamentos de alunos e ou de formação de grupos.  destinados  aos  alunos  dos  cursos  regulares  do  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e  do  ensino  médio. quando necessário.  § 3º ‐ Continua vigendo o Projeto Intensivo no Ciclo ‐ PIC.  consultada  previamente a equipe do Ciclo I da CENP.  após  a  devida  análise  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  da  Oficina  Pedagógica  responsável  pelo  Programa  “Ler  e  Escrever”.

  visam  a  garantir  de  forma  contínua.  juntamente  com  os  professores  responsáveis  pela  recuperação.  priorizem  as  ações  resultantes  de  reuniões de trabalho e/ou formação coletiva. pontuem as intervenções pedagógicas viabilizando a  retomada dos conhecimentos. quando se tratar de atribuição.  destinadas  ao  desenvolvimento das atividades de recuperação que se fizerem necessárias ao longo do ano letivo. a composição do conjunto de aulas poderá ser reduzida  para 8 (oito) aulas. e  III ‐ escolas com 30 (trinta) ou mais classes. organizados  por classe/série.  como  um  mecanismo  que  busca  desenvolver  e/ou  resgatar  as  competências  e  as  habilidades  necessárias  à  interação  do  aluno com os conteúdos do currículo que vêm sendo trabalhados pelos docentes.  na seguinte conformidade:  I ‐ escolas com até 15 (quinze) classes.  Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  Equipe  Gestora. devem:  I ‐ constar da proposta pedagógica da escola e ser organizada mediante proposta  do  Conselho  de  Classe/Ano  e  ou  do  Professor  Coordenador  e  implementada  de  acordo  com  o  disposto nesta seção. que necessitem desse atendimento.  como  recuperação  contínua  ou  paralela.  III ‐ participar dos conselhos de classes dos alunos atendidos.  II  ‐  subsidiar  os  demais  professores  das  disciplinas  previstas  nesta  seção  no  desenvolvimento da recuperação contínua. 1 (um) conjunto de cada disciplina.  § 1º ‐ Excepcionalmente.  paralela  e  ao  final  do  ciclo.    Artigo 457 ‐ A atribuição das aulas a que se refere o parágrafo 2º do artigo anterior  deverá recair em docente que se enquadre no perfil requerido ao desenvolvimento do projeto e  que se comprometa a:  I ‐ assistir e apoiar todos os alunos dos turnos de funcionamento do ciclo II e/ou do  ensino médio.  § 2º ‐ A atribuição das aulas de que trata este artigo processar‐se‐á de acordo com  a legislação vigente sobre o assunto. em grupos de alunos do mesmo nível de ensino.estadual. por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios. 3 (três) conjuntos de cada disciplina. a título de carga suplementar.  157 . a docente efetivo  incluído em Jornada Básica de Trabalho Docente. das HTPCs ‐ Horas de  Trabalho Pedagógico Coletivas e das Orientações Técnicas promovidas pela Diretoria de Ensino.  como  um  direito  garantido  aos  alunos  desses níveis de ensino.  III  ‐  se  constituir  em  propostas  próprias  que.  tão  logo  diagnosticadas  as  dificuldades  de  aprendizagem.    Artigo  456  ‐  As  unidades  escolares  com  classes  de  ensino  regular  de  ciclo  II  do  ensino  fundamental  e/ou  de  ensino  médio  passarão  a  contar  com  conjuntos  indivisíveis  de  10  (dez)  aulas  de  Língua  Portuguesa  e  de  10  (dez)  aulas  de  Matemática.  2  (dois)  conjuntos  de  cada disciplina.    Artigo  455  ‐  Os  estudos  de  recuperação.    Artigo 458 ‐ O apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem  de atendimento específico dar‐se‐á:  I ‐ prioritariamente.  II  ‐  ser  assegurados  ao  aluno  de  forma  imediata.  II  ‐  escolas  com  16  (dezesseis)  a  29  (vinte  e  nove)  classes.  organizar  as  formas  e  o  tempo  de  atendimento  necessários  à  superação das dificuldades dos alunos. saberes e conceitos não compreendidos pelos alunos.  oportunidades  de  superação das dificuldades encontradas ao longo de seu processo de escolarização.

  com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação. com indicação de recuperação paralela. em conjunto com os professores envolvidos. com parecer conclusivo do Supervisor de Ensino.  juntamente  com  o  Professor  Coordenador. aferindo os avanços conquistados.  IV ‐ manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com  o respectivo Professor Coordenador.  IV  ‐  definir.  quais  os  alunos  que  necessitam  de  recuperação desde o início do ano letivo subsequente explicitando quais as dificuldades a serem  sanadas.  promovidos para o ciclo II.    Artigo 458 C ‐ Ao Diretor de Escola e ao Professor Coordenador caberá:  I ‐ elaborar.  II  ‐  avaliar  sistematicamente  o  desempenho  dos  alunos. temporariamente. após a devida apreciação conjunta  do  Supervisor  de  Ensino  e  do  Professor  Coordenador  de  Oficina  Pedagógica  da  respectiva  disciplina.  bem  como  com  os  concluintes  do  ciclo  I.  VII ‐ cuidar do registro. dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos  de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno.  encaminhando‐as  à  Diretoria  de  Ensino  para  apreciação  conjunta  da  Supervisão  de  Ensino  e  da  Oficina Pedagógica e posterior aprovação pelo Dirigente Regional de Ensino.  II  ‐  desenvolver  atividades  significativas  e  diversificadas  que  levem  o  aluno  a  superar suas dificuldades de aprendizagem.  VI  ‐  zelar pela  incorporação e registro dos resultados da  avaliação das atividades  de recuperação. caberá:  I ‐ identificar as dificuldades dos alunos.  V ‐ incorporar os resultados da avaliação das atividades de recuperação na síntese  do desempenho bimestral do aluno. para superação das dificuldades diagnosticadas. quando inferior à obtida na recuperação.  V ‐ avaliar continuamente os alunos atendidos.    Artigo  458  A  ‐  Aos  professores  das  disciplinas  de  Língua  Portuguesa  e  de  Matemática da grade curricular do ciclo II e/ou do ensino médio.  III  ‐  elaborar. de um trabalho específico.  registrando  os  avanços  observados em sala de aula e na recuperação paralela. em ata.  no  Conselho  de  Classe  Final. na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina.  organização  e  desenvolvimento da recuperação contínua.  para  aqueles  alunos  que  necessitam. as respectivas propostas. definir os conteúdos.II  ‐  em  caráter  excepcional. desde o início do ano letivo.    Artigo  458  B  ‐  Aos  docentes  responsáveis  pelas  aulas  de  recuperação  paralela.  habilidades  e  conteúdos  que  deverão  ser  desenvolvidos  com  os  alunos  que  apresentam  necessidades  educacionais  especiais. as expectativas de  aprendizagem  e  os  procedimentos  avaliatórios  a  serem  adotados.  a  proposta  de  recuperação a ser aprovada pelo Dirigente Regional de Ensino.  III  ‐  utilizar  diferentes  materiais  e  ambientes  pedagógicos  que  favoreçam  a  aprendizagem do aluno.  158 . registrando esses resultados e substituindo a nota do aluno  no bimestre.  explicitando  a  natureza  das  competências.  e  de  forma  individualizada.  caberá:  I  ‐  identificar  detalhadamente  as  dificuldades  de  aprendizagem  dos  alunos  apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta seção. com vistas a sinalizar o tempo necessário  de permanência deles na recuperação.  IX  ‐  subsidiar  os  professores  da  respectiva  disciplina  na  seleção.

 juntamente com o professor responsável pela recuperação paralela.  III  ‐  capacitar  os  Professores  Coordenadores  e  os  docentes  responsáveis  pelas  atividades de recuperação paralela no início e no decorrer do ano letivo.    Artigo 458 F ‐ No processo de recuperação de estudos de que trata esta seção. quando necessário. os impactos das atividades de recuperação  no desempenho escolar dos alunos. os critérios de encaminhamento e a forma de realização.  em  conjunto  com  a  Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas:  I ‐ acompanhar e avaliar a execução das atividades desenvolvidas pelas Diretorias  de Ensino nas diferentes formas de recuperação.  IV  ‐  acompanhar  e  avaliar  as  propostas  em  andamento  e  decidir  sobre  sua  continuidade.  II ‐ orientar.  II  ‐  apresentar  estudos  conclusivos  sobre  os  resultados  obtidos  na  recuperação  paralela e de ciclo. o local. ao final do semestre.II ‐ definir.    Artigo  458  E  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  de  Ensino. quando as ações previstas forem compatíveis com o diagnóstico das  dificuldades apresentadas pelos alunos.  VI  ‐  avaliar  os  resultados  alcançados  nas  propostas  implementadas.  bem  como  a  necessidade e objetivo da recuperação. semestralmente.  serão  decididos  pelo  159 .  IV  ‐  disponibilizar  ambientes  pedagógicos  e  materiais  didáticos  que  favoreçam  o  desenvolvimento das atividades propostas. os resultados  alcançados ao longo desses estudos.    Artigo  458  H  ‐  Os  casos  omissos  à  operacionalização  das  diretrizes  estabelecidas  nesta  seção.  providenciando as reformulações. os  critérios de agrupamento dos alunos e/ou de formação dos grupos.  implementar  e  acompanhar  as  propostas  aprovadas.    Artigo  458  G  ‐  Não  se  aplicam  as  disposições  desta  seção  às  escolas  de  tempo  integral que deverão desenvolver atividades de recuperação contínua.  V  ‐  informar  aos  pais  as  dificuldades  apresentadas  pelos  alunos.  VII  ‐  promover  condições  que  assegurem  a  participação  dos  professores  responsáveis  pela  recuperação  em  ações  de  orientação  técnica  promovidas  pela  Diretoria  de  Ensino. observando as expectativas de  aprendizagem. aprovando‐as. os  grupos e as matrículas dos alunos serão cadastrados em opção específica no Sistema de Cadastro  de Alunos do Estado de São Paulo. período e horário de  realização e o encaminhamento de informações aos pais ou responsáveis. acompanhar e avaliar a implementação das propostas de recuperação  da aprendizagem.  quando  devidamente  justificados  pela  Supervisão  de  Ensino. principalmente nas Oficinas  Curriculares de Hora da Leitura e de Experiências Matemáticas.  Parágrafo único ‐ As unidades escolares deverão realizar a manutenção sistemática  dos registros dos alunos encaminhados à recuperação e lançar.  III ‐ analisar e avaliar. quando necessárias.  justificando  sua continuidade.    Artigo 458 D ‐ À Equipe de Supervisão de Ensino e à da Oficina Pedagógica caberá:  I ‐ analisar as propostas apresentadas pelas escolas.  III  ‐  coordenar.

  no  desempenho  de  suas  atribuições. responsáveis pelos mesmos. SE nº 25/81.  adaptações. estágios e demais aspectos necessários.510/76.  em  termo  de  visita.  V – verificar a correção dos documentos escolares em seus aspectos formal e de  conteúdo. arts. 1º a 14)    Seção XII  Dos Documentos Escolares  Subseção I  Da Verificação da Vida Escolar    Artigo 459 ‐ A verificação da regularidade e autenticidade da vida escolar far‐se‐á  exclusivamente  na  escola  onde  o  aluno  concluiu  o  curso  ou  nível  de  ensino  de  qualquer  modalidade e.  deverão tomar as seguintes providências:  I  –  verificar  prontuários  dos  alunos  das  séries  finais  de  cada  nível  de  ensino  ou  curso.  ou  das  próprias escolas.Dirigente  Regional  de  Ensino.    Artigo 463 ‐ Verificada a qualquer tempo. não sendo aceitos documentos rasurados.  compete  ao  Diretor  da  escola  a  anulação  dos  mesmos.  componentes  curriculares. o  Diretor deverá dirigir‐se à respectiva Diretoria de Ensino. SE nº 93/09. mediante análise dos documentos que permitiram a matrícula  nas sucessivas séries. irregularidade que implique  anulação de  atos  escolares. inclusive  no que se refere à nomenclatura das disciplinas e cargas horárias. a fim de prevenir irregularidades.  as  providências  julgadas  necessárias.  160 . que efetuará as diligências necessárias.  "i".  observando  a  correção  da  carga  horária.    Artigo 458 I ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e/ou ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  baixar  instruções  que  se  fizerem  necessárias  ao  cumprimento do disposto nesta seção.   Artigo  460  ‐  As  transferências  entre  unidades  escolares  vinculadas  ao  sistema  estadual  de  ensino  terão  os  documentos  encaminhados  por  meio  dos  interessados.  do  Decreto  7. ao final do mesmo.  referidas  no  artigo  79.  em  relação  ao  estabelecimento de ensino que dirige.  Parágrafo único – Ocorrendo alguma dúvida quanto à legalidade do documento.  III – desenvolver trabalho de orientação.    Artigo  462  ‐  As  Diretorias  de  Ensino  deverão  manter  o  arquivo  das  atas  de  resultados  finais.  dependências.  consultados  previamente  o  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e/ou a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas.  inciso  II.  relativamente aos casos verificados.  (Res.  IV  –  anotar.  independentemente  das relações de concluintes.  II – verificar se os currículos cumpridos estão de acordo com a legislação. inclusive a identificação do Diretor e Secretário.  (Res. arts. 2º e 4º)    Subseção II  Das Competências e Atribuições    Artigo  461  ‐  Os  Supervisores  de  Ensino.

  III ‐ validação dos atos praticados pela escola. SE nº 25/81.  II ‐ confirmação dos nomes dos concluintes.    Artigo  466  ‐  No  ato  da  publicação  o  sistema  gerará  por  aluno.    Artigo  465  ‐  A  publicação  informatizada  de  que  trata  o  artigo  anterior  consistirá  das seguintes etapas básicas:  I ‐ cadastramento de alunos.  que confirmará  a  autenticidade  dos  atos  escolares  dos alunos e dos Certificados e Diplomas expedidos. 6º e 8º)    Seção XIII  Da Escrituração Escolar  Subseção I  Da Informatização do Sistema de Publicação de Nomes de Alunos Concluintes de Estudos de  Nível Fundamental e Médio    Artigo 464 ‐ A publicação dos nomes dos alunos concluintes de nível fundamental  e  médio. estruturados nos  termos de legislações anteriores à atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.  enquanto o sistema não disponibilizar a emissão automática destes documentos numerados.  a  partir  de  2001. atendidas as normas de segurança previstas  pelo sistema para cada uma das etapas.  a  divulgação  da  publicação  informatizada  deverá  estar disponibilizada no sistema até cento e vinte dias após a data de conclusão dos estudos dos  respectivos alunos.Parágrafo  único  –  O  ato  anulatório  do  Diretor  da  escola  deverá  ser  homologado  pelo Supervisor e comunicado ao Dirigente Regional de Ensino que providenciará sua publicação  no Diário Oficial do Estado e informará ao Ministério da Educação. o procedimento de  visto‐confere.  Parágrafo único ‐ Os agentes executores envolvidos neste processo.     Artigo  467  ‐  A  partir  de  2003. competência do Diretor de Escola. bem como dos anos subseqüentes.  para  cada  curso  concluído.  um  número único  e  intransferível. substituindo.  (Res.  § 3º ‐ Os alunos concluintes de cursos de Educação Profissional. que  se constitui ferramenta de acompanhamento e controle das atividades escolares e de atualização  das bases de dados gerenciais da Secretaria da Educação. 5º. integrando módulos do sistema GDAE ‐ Gestão Dinâmica de Administração Escolar.  passarão  a  utilizar  suas  senhas  pessoais  e  intransferíveis  para  operar  no  sistema  e  responderão pelas respectivas informações prestadas.  §  1º  ‐  O  número  gerado  se  constituirá  número  de  registro  do  Diploma  do  Curso  Normal  de  nível  médio  e  dos  Diplomas  das  Habilitações  Profissionais  cujos  planos  de  curso  integram o Cadastro Nacional de Educação Profissional de Nível Técnico. arts. sob a responsabilidade do Secretário de Escola. integrarão  a publicação informatizada objeto desta subseção. previamente  cadastrados.  §  2º  ‐  O  número  gerado  deverá  ser  transcrito  nos  Certificados  e  Diplomas.  passará  a  ser  efetuada  de  maneira  informatizada  e  veiculada  pela  Internet.  da  responsabilidade  do  Dirigente Regional de Ensino.  observadas  as  competências  e  atribuições  conferidas  pelos  respectivos  atos  normativos. atribuição do Supervisor de Ensino.  Parágrafo único ‐ Disponibilizados na internet os nomes dos alunos concluintes em  2001.  IV  ‐  publicação  dos  nomes  dos  alunos  concluintes. as eventuais retificações encaminhadas pelas unidades  161 . dessa forma.

 arts.  (Lei nº 11. certificados e outros documentos expedidos por estabelecimentos  escolares  vinculados    ao  sistema  de  ensino  do  Estado  de  São  Paulo  (educação  básica  e  ensino  superior).    Artigo  473  ‐  Cabe  à  CIVE  orientar  e  desenvolver  as  atividades  voltadas  para  a  melhoria da vivência escolar.  atendidos  os  procedimentos  contidos  nesta  subseção.expedidoras somente poderão ser efetuadas pela autoridade responsável pela referida publicação  à vista do termo de confirmação realizado pelo representante do respectivo órgão de supervisão. art.    Artigo 469 ‐ Os nomes dos portadores de diplomas e certificados de habilitações  profissionais  de  nível  médio. contarão com Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE.  AIDS.  (Del. arts. segurança nas escolas.  sobre  tóxicos.  e  aqueles a serem estabelecidos em portaria específica. em diplomas.264/02.  III – participar de campanhas preventivas promovidas pelo Governo do Estado. eventos esportivos.  desde  que  devidamente  revalidados e registrados de acordo com a Resolução CFE nº 4. estimulando a  prática de normas sadias de vida.  expedidos  por  instituições  estrangeiras.  (Res. bem  como  o  órgão  responsável  pela  coordenação  dos  exames  supletivos  darão  publicidade do  nome  dos  alunos  concluintes  no  sistema.  promovendo  cursos.    Artigo 468 ‐ As escolas vinculadas às redes de ensino com supervisão própria.    Artigo  470  ‐  Caberá  às  Coordenadorias  baixar  portaria  contendo  instruções  complementares.  visando  o  respeito  à  saúde  e  ao  corpo. SE nº 108/02. obedecendo as seguintes diretrizes:  I – despertar o interesse dos alunos para a educação como um todo.  de  forma  preventiva.  palestras  e    campanhas  educacionais. 1º e 2º)    162 .  II  –  atuar. com mais de 5 (cinco)  salas de aula. 1º ao 7º)    Subseção II  Da Vedação de Registros de Informação    Artigo  471  ‐  Fica  expressamente  vedado  o  registro  de  informações  relativas  à  filiação do aluno. de 7 de julho de 1980.  vacinação. 1º)      CAPÍTULO II  DA ASSISTÊNCIA AO ALUNO    Seção I  Da Comissão Interna de Vivência Escolar – CIVE  Subseção I  Da Criação e Atribuições    Artigo 472 – As escolas da rede oficial de ensino do Estado. CEE nº 4/95.  entre  outros. discussão do curso escolar. serão objeto  de publicação informatizada nos termos desta subseção.

  § 1º ‐ Será abonada a falta escolar do aluno que participar da reunião da CIVE.Subseção II  Da Escolha dos Dirigentes e das Competências    Artigo  474  ‐  A  Direção  da  escola  designará.  IV – manter o bom relacionamento entre a CIVE e a Direção da escola. cabendo  à Direção do estabelecimento proporcionar condições ideais para as reuniões. encaminhando à Direção da escola as decisões tomadas.  § 1º ‐ A eleição dos representantes dos alunos.  (Lei nº 11.264/02.  § 3º ‐ A CIVE terá suas proposições aprovadas em reunião. 4º . a critério do  Presidente ou do Vice‐Presidente. distribuídos na  seguinte conformidade:  I – 1/3 (um terço) de representantes dos professores.  assumindo o membro  seguinte mais  votado. o Presidente da CIVE. 3º. 5º e 6º)    Subseção III  Da Composição. arts. cabendo aos alunos.  anualmente. por meio daqueles eleitos pela maioria.  § 2º ‐ Participará da reunião da CIVE qualquer aluno ou autoridade. pelo menos 1 (uma) vez por mês. mediante votação por  maioria simples de votos.  sendo  que  cada  sala  de  aula  terá no máximo 2 (dois) alunos representantes.  V ‐ prestigiar e incentivar a participação de todos os alunos nos assuntos da CIVE.  em local da escola.    Artigo 476 ‐ Compete ao Vice‐Presidente da CIVE substituir o Presidente nos seus  impedimentos eventuais.  III – presidir as reuniões.  eleger o Vice‐Presidente e o Secretário.  dentre  os  seus  representantes.  II  –  2/3  (dois  terços)  de  representantes  dos  alunos. por meio de boletins e de murais.  II – coordenar as reuniões. ou aquele indicado pelos  alunos  da mesma sala  de  aula. e terá tantas reuniões extraordinárias quantas se fizerem necessárias. do Mandato e das Reuniões    Artigo 478 ‐ Os membros da CIVE serão em número de 20 (vinte).  das reuniões da CIVE.    Artigo 477 ‐ Compete ao Secretário a divulgação.    Artigo 475 ‐ Compete ao Presidente da CIVE:  I – convocar os membros para as reuniões. titulares e suplentes.  sendo  permitida  1  (uma) reeleição. da Direção da escola e dos  funcionários.  §  2º  ‐  O  mandato  dos  membros  titulares  será  de  1  (um)  ano.  VI – solicitar condições para o cumprimento das decisões da CIVE.  163 .  § 3º ‐ Perderá o mandato o membro que tiver mais de 3 (três) faltas injustificadas.    Artigo 479 ‐ A CIVE reunirá todos os membros. far‐se‐á por  escrutínio secreto ou por indicação dos integrantes da mesma sala de aula.

 a fim de propiciar o acompanhamento. 1º. das quais os alunos tomarão conhecimento por meio de boletins e murais.  §  1º  ‐  O  estabelecimento  de  ensino  em  que  a  criança  ou  o  adolescente  estejam  regularmente  matriculados  fornecerão.  (Lei nº 10. conforme o  caso. para outros discentes e  para os que têm atribuições em instituição educacional ou que a ela comparecem. 3º.  pelas  limitações  que  impõem ao mesmo ou pelos riscos que podem ocorrer. caput e §§ 2º. 3º e 4º)    Subseção II  Do Aluno em Condições Especiais de Saúde    Artigo  485  –  Aplicam‐se  as  disposições  desta  subseção  a  quaisquer  casos  de  alterações  de  saúde  que  impeçam  a  atividade  escolar  normal  do  discente.  164 .264/02.  consideradas as necessidades.  regularmente  matriculado  em  estabelecimento  de  ensino  fundamental. art.  com  as  assinaturas  dos  membros  presentes.§  4º  ‐  As  reuniões  serão  lavradas  em  atas. 2º. na forma a ser estabelecida  pelos profissionais responsáveis pelo tratamento.  sempre  que  necessário.  (Lei nº 11. se internadas no mesmo estabelecimento de saúde. 9º)    Seção II  Do Acompanhamento Educacional da Criança e do Adolescente Internados para Tratamento de  Saúde  Subseção I  Do Aluno Hospitalizado    Artigo 481 ‐ É assegurado à criança e ao adolescente internados para tratamento  de  saúde  por  tempo  indeterminado.  os  programas  básicos  das  matérias ministradas.  (Lei nº 11. possibilidades e condições do paciente.264/02.    Artigo 482 ‐ O acompanhamento educacional se destina à criança e ao adolescente  em  idade  escolar. 7º e § 1º do art. tal atendimento será feito em grupos de crianças ou  adolescentes. para ele próprio.    Artigo 484 ‐ A periodicidade e a duração do acompanhamento educacional serão  realizadas  de  acordo  com  os  critérios  a  serem  fixados  pelo  estabelecimento  de  saúde.  § 2º ‐ Sempre que possível. arts.    Artigo  483  ‐  O  acompanhamento  educacional  será  realizado  de  acordo  com  as  diretrizes estabelecidas pelo Conselho Estadual de Educação. 8º)    Subseção IV  Da Semana Interna Anual de Vivência Escolar ‐ SIAVE    Artigo 480 ‐ Uma vez por ano haverá a Semana Interna Anual de Vivência Escolar –  SIAVE.  de  acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade.  quando  serão  discutidos  assuntos  de  grande  importância  pelos  alunos. podendo ser prestado. 8º. por estagiários do magistério ou de ensino superior.685/00.  o  acompanhamento  educacional  durante  o  período  de  internação. art. 4º e 5º do art.  professores  e  autoridades convidadas.

 docentes e funcionários que.  às  de  existência  contínua  e  às  de  longa  duração  e.  a  convicção  de  que  deve  ser  o  primeiro  a  zelar  por  sua  saúde  e.  àquelas  de  manifestações  descontínuas  e  intermitentes.    Artigo 486 ‐ A decisão de deferimento do requerimento das condições especiais a  que  se  refere  esta  subseção.  §  2º  ‐  O  discente  ou. arts.  também. de modo a não haver  prejuízo de sua qualidade.  §  3º  ‐  A  instituição  educacional  procederá  de  modo  que  o  discente  e  seus  familiares.  incluirá  no  despacho  concedente  a  indicação  dos  procedimentos  pedagógicos  a  serem  adotados  no caso. estendendo‐se.  venham  a  ter  conhecimento  do  caso  de  exceção.  bem como pela privacidade e respeito ao discente e a seus familiares.    Artigo 487 ‐ A direção da instituição educacional.  juntará  ao  requerimento  de  condições  especiais  para  as  atividades  escolares  o  atestado  comprobatório  do  motivo da solicitação. deverá ser igualmente cumprido o disposto nos artigos 487  e 488.  (Del.  seus  responsáveis  legais.    Artigo 489 ‐ Em caso de recurso de natureza administrativa ou de procedimentos  no âmbito judicial referentes ao caso.§  1º  ‐  O  disposto  neste  artigo  se  aplica  a  afecções  perenes. emitido exclusivamente pelo médico responsável pelo tratamento. em que todos têm sua parte a cumprir. por  força  de  suas  atribuições.  as  quais  estarão  igualmente  vinculadas  à  confidencialidade e à preservação da privacidade. quando incapaz.  de  modo  a  se  fortalecer. assim como às não repetitivas e às de cunho circunstancial.  Parágrafo único ‐ Nos casos de discentes de ensino superior ou de cursos técnicos  e  profissionalizantes  em  geral.  é  requisito  indispensável  o  cuidadoso  acatamento  das  prescrições  de  seu  médico.  para  isso.    Artigo 488 ‐ A direção da instituição educacional. sempre  que pertinente. 1º. notadamente seus responsáveis legais.  no  educando.  à  disposição  das  autoridades  educacionais  competentes. aos estados que se relacionem com gravidez.  devem  zelar  pela  confidencialidade  do  diagnóstico  e  dos  dados  e  informações  médicas  que  lhe  sejam  inerentes.  a  orientação  dada  pela  instituição  dedicará  especial  atenção  à  adequada formação das respectivas aptidões. observado o disposto no artigo  anterior  manterá  completa  e  atualizada  a  documentação  comprobatória  de  cada  caso.  verificada  a  existência  de  requisitos  e  de  condições  necessárias  à  continuidade  dos  estudos. que lhes impeça o exercício das respectivas responsabilidades.  é  de  competência  da  direção  da  instituição  educacional  que. tenham plena compreensão de  que se trata de colaboração entre a família e a instituição. 3º. habilidades e competências. parto e puerpério. 2º. CEE nº 59/06.  sendo  incapaz. 4º e 5º)    Seção III  Dos Exames de Rotina e Prevenção  Subseção I  Do Programa de Atendimento ao Deficiente Visual    Artigo  490  ‐  O  Programa  de  Atendimento  ao  Deficiente  Visual  em  idade  escolar  tem as seguintes finalidades:  165 .

 arts. e à obesidade mórbida da população  paulista.  III ‐ informatizar a produção de material específico e agilizar sua distribuição para  deficientes visuais. tais como parques.257/02.    Artigo 496 – Constituem‐se diretrizes da Política "São Paulo Mais Leve":  I  ‐  promoção  e  desenvolvimento  de  programas. através de materiais informativos e institucionais.  IV ‐ a promoção de campanhas:  a)  de  conscientização  que  ofereçam  informações  básicas  sobre  alimentação  adequada.  III ‐ a utilização de locais públicos. instituído pelo artigo  anterior.  ministradas por profissionais da área. arts. à pesquisa e à cultura.  que  efetivem  no  Estado  o  direito  humano  universal  à  alimentação  e  nutrição  adequadas. bem como sua  prevenção.  de  forma  intersetorial.  II  ‐  promover  a  melhoria  da  qualidade  do  ensino  por  meio  do  aperfeiçoamento  constante dos professores especializados na área.  coordenado pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social do  Estado de São Paulo. 1º e 2º)     Subseção II  Do Programa de Saúde Bucal    Artigo 492 ‐ O Programa de Saúde Bucal será desenvolvido no âmbito das escolas  públicas de ensino fundamental. denominada "São Paulo Mais Leve".  se  fará  em  consonância  com  as  diretrizes  do  Programa  Estadual  de  Atenção  à  Pessoa  Portadora de Deficiência. o combate à obesidade.  II ‐ o combate à obesidade infantil na rede escolar. adulta e infantil.I  ‐  garantir  aos  alunos  portadores  de  cegueira  e  de  visão  subnormal  os  instrumentos  necessários  para  o  acesso  ao  conteúdo  programático  desenvolvido  na  escola  comum. a que se refere o artigo anterior.     Artigo 493 ‐ O programa. preferencialmente.    Artigo 491 ‐ O desenvolvimento e a execução do Programa.  para a implementação da política. 2º e 3º)    Seção IV  Da Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso ‐ "São Paulo Mais Leve"    Artigo 495 – A Política de Combate à Obesidade e ao Sobrepeso no Estado de São  Paulo. 1º.    Artigo  494  ‐  O  programa  deverá  acontecer  semestralmente.  (Lei nº 11.  (Decreto nº 38.  166 . tem a finalidade de implementar ações eficazes para a  redução de peso.  respeitada  na  sua  adoção a conveniência funcional de cada estabelecimento de ensino. escolas e postos de saúde. constará do seguinte:  I  ‐  promoção  de  aulas  práticas  e  teóricas  sobre  técnicas  de  higiene  bucal. à leitura.  II ‐ esclarecimentos sobre risco de doenças bucais e outros agravos. principalmente aos alunos da rede estadual de ensino.  projetos  e  ações.641/94.

 3º e 4º)            167 .    Artigo  500  ‐  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência atenderá aos seguintes requisitos:  I  ‐  Será  desenvolvida  por  uma  equipe  interdisciplinar.  II ‐ Deverá respeitar e seguir as diretrizes gerais definidas pelo Conselho Estadual  dos Direitos da Criança e do Adolescente.b)  de  estímulo  ao  aleitamento  materno.  VIII ‐ o direcionamento especial da política às comunidades que registrem baixos  índices de pobreza e desenvolvimento econômico e social.     Artigo 501 ‐ Poderão ser celebrados convênios com órgãos federais. visando à consecução dos objetivos da Política “São  Paulo Mais Leve”  (Lei nº 12.  por  meio  de  ações  desenvolvidas nos serviços de saúde e nas escolas.  formada  por  médicos. arts.    Artigo  499  –  Constituem‐se  objetivos  da  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento à Gravidez na Adolescência:  I  ‐  a  promoção  da  prevenção  da  gravidez  precoce.  II ‐ a orientação quanto aos métodos contraceptivos. 2º.  (Lei nº 11.  III ‐ o atendimento psicológico grupal e individual e a orientação psicossocial. arts.    Artigo 497 ‐ O Estado poderá celebrar convênios e parcerias com a União.  como  forma  de  prevenir  tanto  a  obesidade quanto a desnutrição. assistentes sociais.972/05. entidades da sociedade civil e do setor produtivo. 1º. municipais e  entidades representativas da sociedade civil de assistência médica e social.  VI  ‐  a  integração  às  políticas  estadual  e  nacional  de  segurança  alimentar  e  de  saúde.  psicólogos. para cumprimento dos  objetivos  estabelecidos. 1º. 2º e 4º)    Seção V  Da Gravidez na Adolescência    Artigo  498  –  A  Política  Estadual  de  Prevenção  e  Atendimento  à  Gravidez  na  Adolescência observará as disposições desta seção.283/06. Estados  e Municípios e entidades da sociedade civil.  VII ‐ a adoção de medidas voltadas ao disciplinamento da publicidade de produtos  alimentícios  infantis.  V  ‐  a  capacitação  do  servidor  público  estadual  que  trabalha  diretamente  com  a  população.  em  parceria  com  as  entidades  representativas  da  área  de  propaganda.  empresas de comunicação.  tornando‐o  um  agente  multiplicador  da  segurança  alimentar  e  nutricional  em  sua  plenitude. enfermeiros e educadores.  IV ‐ o atendimento ambulatorial e o acompanhamento pré‐natal.

 tratamento e de reinserção dos usuários de drogas.  jurídico  e  social.  considera‐se  a  dependência  de  droga  uma  situação  provisória  que  expressa  um  sofrimento  que  se  traduz  em  dificuldades físicas. psicológicas e sociais. estratégias.  a  solidariedade e a inserção social dos usuários de drogas. do Tratamento e dos Direitos do Escolar Usuário de Drogas    Artigo 502 ‐ O Governo do Estado.  permitindo  sua  reinserção social.Seção VI  Da Política e dos Programas de Atendimento ao Escolar Dependente de Álcool e outras Drogas  Subseção I  Da Prevenção. efeitos colaterais e benefícios do tratamento.  III  ‐  o  acesso  a  tratamentos  que  respeitem  sua  dignidade. justiça e  emprego.  Parágrafo único – Se o dependente de drogas for servidor público estadual. sempre que necessário.  incluindo os desconfortos.  centros  esportivos  e  outros  próprios  no  Estado de São Paulo.  Parágrafo  único  –  Para  os  efeitos  do  disposto  nesta  subseção.  que articulem os diferentes campos da saúde. tipos e etapas de tratamentos.261.  II  ‐  o  resultado  do  teste  deve  permanecer  estritamente  protegido  pelo  segredo  profissional. riscos.  II  ‐  desenvolver  campanhas  que  visem  informar  e  estimular  o  diálogo.    168 .  II  ‐  não  sofrer  discriminação  em  campanhas  contra  o  uso  de  drogas  que  diferenciem os usuários dos dependentes. deverá  estabelecer políticas de prevenção.  psicológico.  e  encaminhadas  para  os  serviços públicos especializados.    Artigo 503 ‐ São direitos fundamentais dos usuários de drogas:  I  –  garantia  de  não  exclusão  de  escolas. sendo  necessárias as seguintes medidas:  I ‐ a testagem sorológica deve ser procedida com aconselhamento pré e pós‐teste.    Artigo  504  ‐  Os  testes  anti‐HIV  e  para  Hepatites  B  e  C  devem  ser  estimulados  a  todas as pessoas. por meio de seus órgãos competentes. de 28 de outubro de 1968 – Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado. sem constrangimento ou obrigação.  IV ‐ ser informado.  amparadas  do  ponto  de  vista  médico.  III  ‐  as  pessoas  soropositivas  devem  ser  informadas  do  resultado  do  teste. cuidados. de todas as formas. não os estigmatizando ou discriminando  e manter inserido na escola e no trabalho o usuário de drogas e em tratamento quando ele assim  precisar. pela sua condição de usuário de drogas. as mesmas condições previstas para as demais doenças na Lei  10. família. previdência. estimulando e promovendo atividades públicas e privadas de forma a:  I  ‐  promover  esclarecimentos  que  visem  conscientizar  o  conjunto  da  população  sobre as ações de prevenção e programas de tratamento voltados para os usuários de drogas.  IV  ‐  desenvolver  atividades  permanentes  que  busquem  prevenir  a  infecção  dos  usuários de drogas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV). educação. serão  garantidas. durante o tratamento. em particular aos usuários de drogas. Hepatite C ou outras patologias  conexas.  V ‐ apoio psicológico durante e após o tratamento. juventude.  III ‐ prover as condições indispensáveis à garantia do pleno atendimento e acesso  igualitário dos usuários de drogas aos serviços e ações da área de saúde.

  na  busca  de  soluções e medidas eficazes para o combate à dependência.  §  2º  ‐  Poderão  participar.  viciados  na  ingestão  de  álcool  e/ou  consumidores de  drogas.  §  3º  ‐  Os  conferencistas  deverão  ser  convidados  pela  Direção  da  Escola.Artigo 505 ‐ Todos os usuários de drogas terão acesso à vacina de Hepatite B.  IV  ‐  auxiliar  a  criança  e  o  adolescente.  esclarecendo e informando sobre os males decorrentes do uso de entorpecentes e drogas afins. sexta.  visa  a  prevenir  que  os  pré‐ adolescentes  se  tornem  fumantes.  para  maior integração da comunidade ao programa ora proposto. na medida em que existam.  bem  como  a  possível  unificação  de  algumas  turmas. 3º e 4º)    Subseção II  Do Programa de Prevenção e Combate ao Uso de Entorpecentes    Artigo  506  –  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes  desenvolverá  políticas  e  atividades  voltadas  à  criança  e  ao  adolescente. locais disponíveis para a sessão dentro  do próprio estabelecimento.   (Lei nº 12.  tendo em vista os efeitos deletérios que todos esses vícios têm sobre o organismo humano. caput e §§ 1º e 5º do art. 1º. sétima e oitava série do Ensino Fundamental. único do art.  (Lei nº 12. além  do prejuízo social deles decorrentes. 3º)          169 .258/06. 2º e art. arts.  bem  como  seus  familiares.830/97.    Artigo  507  ‐  O  Programa  Estadual  de  Prevenção  e  Combate  ao  Uso  de  Entorpecentes tem por objetivo:  I ‐ alertar sobre os malefícios causados à saúde física e mental do usuário da droga  e do entorpecente. do Álcool e das Drogas"    Artigo  508  ‐  O  "Programa  de  Educação  Específica  Contra  os  Males  do  Fumo.  § 1º ‐ A obrigatoriedade de que trata o caput refere‐se aos jovens matriculados na  quinta.  esclarecendo  sobre  os  riscos  decorrentes  da  dependência química.    Artigo 509 ‐ Ficará a critério da direção da escola a marcação das datas e horários  dessas  palestras.  os  pais  e/ou  outros  familiares.  com  período mínimo de antecedência de dois meses. par.1º. dependentes de drogas e entorpecentes. a  fim de que busquem tratamento nos órgãos e entidades especializadas. arts.  III ‐ orientar a criança e o adolescente. para tanto.  do  Álcool  e  das  Drogas"  em  todas  as  Escolas  Públicas  do  Estado. 1º e  2º)    Subseção III  Do "Programa de Educação Específica contra os Males do Fumo.297/06.  ou  até  de  todo  o  corpo  discente da escola.  II  ‐  atuar  preventivamente. 2º.  (Lei nº 9.  como  convidados.

  intimidatória  ou  vexatória.  II ‐ proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento  público ou privado. em relação ao menor.  constrangedora.    Artigo  513  ‐  As  direções  das  escolas  deverão  criar  condições  que  estimulem  professores. arts. SE nº 277/88.    Artigo  511  ‐  O  Poder  Executivo  adotará  todas  as  providências  cabíveis  e  necessárias para a publicização do disposto nesta seção.  nos  termos  desta  subseção.  (Res. filosófica ou psicológica.  IV  ‐  promover  atividades  de  caráter  educativo  e  sócio‐culturais.  II  ‐  planejar  e  adotar  medidas  efetivas  de  esclarecimento  às  crianças  e  adolescentes sobre os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.    Artigo  515  ‐  Consideram‐se  atos  atentatórios  e  discriminatórios  dos  direitos  individuais  e  coletivos  dos  cidadãos  homossexuais.  toda  manifestação  atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual. principalmente as relacionadas ao trabalho infantil e à exploração sexual. os casos de maus tratos envolvendo  seus alunos.  170 .Seção VII  Da Campanha Anual de Combate à Violência e Exploração contra Crianças e Adolescentes no  Estado de São Paulo    Artigo  510  –  A  Campanha  Anual  de  Combate  à  Violência  e  à  Exploração  Contra  Crianças e Adolescentes tem por objetivos:  I ‐ combater toda e qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes.  (Lei nº 10. funcionários e alunos a denunciar os casos de maus tratos.  nas  escolas  da  rede  pública  e  particular  de  ensino  do  Estado. em locais visíveis. no  Estado. aberto ao público.  para  os  efeitos  desta subseção:  I  ‐  praticar  qualquer  tipo  de  ação  violenta.  visando  concretizar o que dispõem os itens anteriores deste parágrafo único.  bissexuais  ou  transgêneros.  durante  uma  semana  de  cada  ano.  despertando  nas  crianças  e  adolescentes  do  Estado  a  consciência  da  importância  da  solidariedade  humana  e  do  respeito  aos  direitos  fundamentais da pessoa como pressupostos primordiais da vida em sociedade.  III  ‐  inibir  a  cultura  da  violência.  III  ‐  praticar  atendimento  selecionado  que  não  esteja  devidamente  determinado  em lei. bissexual ou transgênero. 1º e 2º)    Seção VIII  Das Ações de Combate à Discriminação  Subseção I  Das Penalidades de Discriminação Sexual    Artigo  514  ‐  Será  punida. incluindo a afixação  das espécies legais  nas escolas da rede pública e privada do Estado.429/99. ética. arts. de ordem moral. de  que tiverem conhecimento. 1º e 4º)    Artigo  512  ‐  As  direções  das  escolas  públicas  da  rede  estadual  de  São  Paulo  deverão comunicar ao Conselho Tutelar das respectivas áreas.

  competirá  à  Secretaria  da  Justiça  e  da  Defesa  da  Cidadania promover a instauração do processo administrativo devido para apuração e imposição  das penalidades cabíveis.  171 .  cujos  responsáveis  serão  punidos  na  forma  do  Estatuto  dos  Funcionários Públicos Civis do Estado ‐ Lei nº 10.  telex. sobretaxar ou impedir a locação. que terá início mediante:  I ‐ reclamação do ofendido.  sendo  estas  expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.  § 1º ‐ A denúncia deverá ser fundamentada por meio da descrição do fato ou ato  discriminatório. aquisição.    Artigo 518 ‐ O cidadão homossexual. pensões ou  similares. motéis.  III ‐ multa de 3000 (três mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.  e  toda  organização  social  ou  empresa.  II ‐ ato ou ofício de autoridade competente.  §  2º  ‐  Recebida  a  denúncia. atos de demissão direta ou indireta.    Artigo 517 ‐ A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta subseção será  apurada em processo administrativo.    Artigo 516 ‐ São passíveis de punição o cidadão.  VI ‐ praticar o empregador.  via  internet  ou  fac‐símile  ao  órgão  estadual  competente  e/ou  a  organizações  não‐ governamentais de defesa da cidadania e direitos humanos.  V ‐ preterir.  com  ou  sem  fins  lucrativos. em razão do porte do estabelecimento. garantindo‐se. na forma da lei.  de  caráter  privado  ou  público.  §  1º  ‐  As  penas  mencionadas  nos  incisos  II  a  V  deste  artigo  não  se  aplicam  aos  órgãos  e  empresas  públicas. seguida da identificação de quem faz a denúncia. de 28 de outubro de 1968. ou seu preposto.  instaladas  neste  Estado. inclusive os detentores de função  pública.  V ‐ cassação da licença estadual para funcionamento.  III  ‐  comunicado  de  organizações  não‐governamentais  de  defesa  da  cidadania  e  direitos humanos.  telegrama. em  caso de reincidência.  IV ‐ suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 (trinta) dias.  § 2º ‐ Os valores das multas poderão ser elevados em até 10 (dez) vezes quando  for verificado que.  civil  ou  militar. bissexual ou transgênero que for vítima dos  atos  discriminatórios  poderá  apresentar  sua  denúncia  pessoalmente  ou  por  carta. arrendamento ou  empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade.    Artigo 519 ‐ As penalidades aplicáveis aos que praticarem atos de discriminação ou  qualquer outro ato atentatório aos direitos e garantias fundamentais da pessoa humana serão as  seguintes:  I ‐ advertência.  em função da orientação sexual do empregado. resultarão inócuas. o  sigilo do denunciante. sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis.  II ‐ multa de 1000 (um mil) UFESPs ‐ Unidades Fiscais do Estado de São Paulo.261.  VIII  ‐  proibir  a  livre  expressão  e  manifestação  de  afetividade.  VII  ‐  inibir  ou  proibir  a  admissão  ou  o  acesso  profissional  em  qualquer  estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional.IV ‐ preterir.  que  intentarem  contra  o  que  dispõe  esta  subseção. compra.

237/99.  sem  qualquer  distinção  de  raça.  a  autoridade  municipal  para  eventuais  providências  no  âmbito  de  sua competência.  (Lei nº 10.     Artigo  524  ‐  A  Merenda  Escolar  será  distribuída  aos  alunos  matriculados  no  período  noturno  dos  estabelecimentos  de  ensino  fundamental  e  médio. 6º e 7º)    Subseção II  Da Política para Superação da Discriminação Racial    Artigo  521  ‐  A  política  para  a  superação  da  discriminação  racial  no  Estado  será  desenvolvida nos termos desta subseção pelo Poder Público em parceria com a sociedade civil e  terá por objetivos:  I  ‐  assegurar  a  todos.    Artigo  520  ‐  Aos  servidores  públicos  que.  IV  ‐  garantir  aos  diferentes  grupos  étnicos  livre  espaço  para  manifestações  políticas e culturais. à educação.  (Lei nº 10. 5º.  por  ação  ou  omissão. à moradia.  cor  e  origem. 3º.  III ‐ preservar e valorizar as diferenças culturais e religiosas dos diferentes grupos  étnicos do Estado. 4º.948/01. arts.  no  exercício  de  suas  funções  e/ou  em  repartição  pública. arts.  seminários  e  debates  descentralizados objetivando a reflexão crítica de diretores e professores sobre a importância do  negro na formação cultural e histórica do país.  V ‐ destacar a participação do negro na formação histórica da sociedade brasileira. 1º e 2º)      CAPÍTULO III  DOS BENEFÍCIOS DOS ALUNOS    Seção I  Da Merenda Escolar    Artigo  523  –  A  utilização  de  alimentos  transgênicos  na  composição  da  merenda  fornecida aos alunos é proibida nos estabelecimentos de ensino oficiais do Estado de São Paulo.  deverá  ser  comunicada a autoridade responsável pela emissão da licença.  igual  oportunidade de acesso ao trabalho.  II  ‐  combater  e  eliminar  as  diferentes  manifestações  de  preconceito  e  discriminação étnica e racial no Estado.  igualmente.  comunicando‐se. 2º. ao lazer e à segurança.  sem  prejuízo  da  distribuição  que  já  vem  sendo  feita  aos  alunos  das  escolas  de  ensino  fundamental  dos  períodos  diurnos. 1º.  da  lei  serão  aplicadas as penalidades cabíveis nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos.  como  parte  integrante  do  planejamento  anual  das  escolas  públicas  do  Estado.§  3º  ‐  Quando  for  imposta  a  pena  prevista  no  inciso  V  supra.  deixarem  de  cumprir  os  dispositivos.    Artigo  522  ‐  Fica  autorizada  a  Secretaria  da  Educação  a  promover. que providenciará a sua cassação.  Parágrafo  único  ‐  Essa  distribuição  será  efetuada  com  o  excedente  da  Merenda  Escolar destinada aos alunos do período diurno.  172 . à saúde.

 arts.  § 2º ‐ Não será concedido transporte ao aluno que optar por matrícula em escola  que não tenha sido indicada pela Diretoria de Ensino.  lagos. SE nº 34/09.  173 .  III ‐ residente na zona rural.  III ‐ fornecimento de passes escolares. linhas eletrificadas. que limitem ou impeçam o acesso.  §  2º  ‐  Os  casos  excepcionais  ou  omissos  deverão  ser  resolvidos  pelas  Coordenadorias de Ensino.  rios.037/79.  e  Resolução  SE  nº  33/2009.    Artigo 526 ‐ O transporte será garantido aos alunos com necessidades locomotoras  especiais. entre outras:  1. 1º e Lei nº 2. 1º)    Artigo 528 ‐ A Prefeitura Municipal encaminhará à Diretoria de Ensino da Região os  seguintes documentos:  I ‐ para a celebração do Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do convênio ‐ Anexo I.  4.  brejos. SE nº 33/09.  6. trilhas em matas. 1º)    Seção II  Do Transporte Escolar  Subseção I  Do Serviço de Transporte mediante Convênio com o Município    Artigo 525 ‐ A concessão do transporte na rede pública estadual dar‐se‐á ao aluno:  I ‐ regularmente matriculado e frequente em escolas da rede pública estadual de  ensino.  mobilidade  reduzida e necessidade de acompanhante.(Lei nº 10.  3.  (Res. a liberdade de movimento.  5.  sem  pontes  ou  passarelas.  braços  de  mar.  II ‐ empresa de transporte contratada ou transporte autônomo fretado.  pelas  Coordenadorias  de  Ensino. art.  de  11  de  maio  de  2004.  transporte  aos  alunos  onde  for  constatada  a  existência  de  barreiras  físicas. com as adaptações necessárias.  II ‐ residente no mesmo município da escola. divisórias físicas fixas (muros ou cercas). conforme registro no Sistema de Cadastro de Alunos do Estado de São Paulo/SEE‐CIE.  (Res.631.  ribeirões.  riachos. a partir de 1º de julho de 2009. 1º. serras. art. nos  termos  do  Decreto  nº  48.  lagoas.  2. ou quaisquer entraves ou obstáculos. a circulação com segurança  e a integridade do aluno.  §  1º  ‐  Além  dos  casos  previstos  no  caput  poderá  ser  concedido.  §  1º  ‐  Consideram‐se  necessidades  locomotoras  especiais:  autismo. rodovias e ferrovias sem passarela ou faixa de travessia sem semáforo.761/01. ou locais desertos. mediante:  I ‐ frota própria da Prefeitura Municipal. 2º e 3º)    Artigo  527  ‐  A  Prefeitura  Municipal  que  fornece  transporte  aos  alunos  poderá  celebrar convênio com a Secretaria de Estado da Educação.  para  atendimento. morros. no caminho entre a residência do aluno e a unidade  escolar. art. vazadouros (lixões).

 art. nos  termos do Decreto nº 52.  (Res.  II ‐ conferir os documentos apresentados pelas Prefeituras Municipais.  II  ‐  elaborar  minutas  dos  termos  de  Convênio  ou  de  Aditamento  e  de  Ciência  e  Notificação.  § 1º ‐ O número de alunos será obtido por meio do banco de dados do Sistema de  Cadastro de Alunos da Secretaria de Educação/database Censo MEC.  d) Plano de Trabalho conforme a alínea “f” do inciso I deste artigo.  III ‐ repassar o recurso de acordo com os artigos 529 e 530.  e) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município. SE nº 34/09.  (Res. e suas alterações.  iguais  e  sucessivas. por meio das Coordenadorias de  Ensino:  I  ‐  solicitar  junto  às  Secretarias  de  Economia  e  Planejamento  e  da  Fazenda  manifestação prévia quanto aos aspectos orçamentários e financeiros. 4º)    Artigo 530‐A ‐ Caberá à Secretaria da Educação. SE nº 34/09.  §  2º  ‐  A  relação  de  alunos  obtida  nos  termos  do  parágrafo  anterior  será  gerada  pela SEE/CIE e encaminhada às Diretorias de Ensino.  b) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC.  c) comprovação do montante e item do orçamento da contrapartida do Município.722. 2º)    Artigo  529  ‐  O  valor  referente  ao  auxílio‐transporte  levará  em  conta  o  custo  aluno/dia  e  a  disponibilidade  de  recurso  orçamentário  e  financeiro  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação. art. e encaminhar às Diretorias de Ensino.479. em face da  exigência do Decreto nº 40.  cronograma  de  desembolso  e  previsão  de  início  e  fim  da  execução  do  convênio.479. etapas ou fases de execução.  metas a serem atingidas. tendo em vista a  174 .  III ‐ orientar as unidades escolares quanto à necessidade de constante atualização  da digitação dos alunos transportados no Sistema de Cadastro de Alunos SEE/CIE. 3º)    Artigo  530  ‐  A  transferência  de  recurso  será  feita  em  10  (dez)  parcelas  mensais.  (Res. de 20 de março de 1996. art. plano de aplicação do recurso financeiro.  d) Certificado de Regularidade do Município para Celebrar Convênios ‐ CRMC. nos  termos do Decreto nº 52.  f) Plano de Trabalho do qual deverá constar identificação do objeto do convênio. SE nº 34/09. de 14 de dezembro de 2007.  (Res.  II ‐ para o Termo de Aditamento ao Convênio:  a) ofício do Prefeito solicitando a assinatura do Termo de Aditamento ‐ Anexo I. de 14 de dezembro de 2007. 5º)    Artigo 530‐B ‐ As Diretorias de Ensino deverão adotar as seguintes providências:  I  ‐  designar  com  publicação  em  Diário  Oficial  um  servidor  da  Diretoria  de  Ensino  como responsável pelo acompanhamento e gestão dos Convênios de Transporte de Alunos. SE nº 34/09. art.  bem  como  da  conclusão das etapas ou fases programadas.  excluídos  os  períodos  de  recesso e férias escolares.b) cópia da Lei Municipal autorizando o Prefeito a celebrar o Convênio (1 via).  obedecendo  ao  cronograma  de  desembolso  anual.  c)  publicação  da  Lei  Municipal  em  jornal  da  região  ou  Certidão  de  Registro  em  Cartório (1 via).

  encaminhando  cópia  dos  seguintes documentos:  a) relação dos alunos transportados conforme os §§ 1º e 2º do artigo 529.  V  ‐  deverá  ser  remetido  por  correio  eletrônico  às  Coordenadorias  de  Ensino  quadro resumo da Diretoria de Ensino conforme Anexo III. efetuando a competente reserva.  (Res. SE nº 34/09.  para  efeito  deste  Convênio. _____ de ______________ de 20_____.  VIII ‐ providenciar a publicação do extrato dos Convênios e Aditamentos no Diário  Oficial.impossibilidade  de  alteração  da  lista  de  alunos  da  database  Censo  MEC. 7º)      ANEXO I      _______________________.  IX ‐ verificar as condições da execução do Convênio no atendimento do transporte  escolar.      Prefeito Municipal    Exmº.  Paulo Renato Costa Souza  DD.  b) formulário de rotas percorridas/quilometragem.  IV  ‐  conferir  as  informações  constantes  no  Anexo  II. de 11 de maio de 2004.   VI  ‐  comprovar  a  existência  de  recurso  orçamentário  necessário  à  execução  do  objeto do convênio.      Ofício nº ________/20___      Excelentíssimo Senhor    Tem  o  presente  a  finalidade  de  solicitar  a  assinatura  de  Convênio  entre  o  Município  de  ______________________ e a Secretaria da Educação para auxílio‐transporte de alunos da rede estadual de ensino nos  termos do Decreto nº 48. art.  (Res. SE nº 34/09.  c) formulário de passes. caso necessário. Sr. Secretário de Estado da Educação   São Paulo ‐ SP  175 . art.      Atenciosamente.  d) quadro resumo do Município.    Sendo só para o momento. 6º)    Artigo  530‐C  ‐  A  comprovação  da  aplicação  do  recurso  concedido  obedecerá  às  normas do Tribunal de Contas do Estado.631.  VII ‐ autuar e protocolar as propostas e remeter os processos às Coordenadorias  de Ensino para posterior encaminhamento à Consultoria Jurídica para manifestação. reitero protesto de estima e consideração. podendo. pedir à Prefeitura Municipal esclarecimentos sobre os dados e  informações constantes do Plano de Trabalho.

ANEXO II    DOCUMENTO "1"    (RELAÇÃO DE ALUNOS IMPRESSA DO SISTEMA DE CADASTRO DE ALUNOS / data base CENSO MEC)    DOCUMENTO "2"    SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO    COORDENADORIA DE ENSINO _____________    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE ROTAS / QUILOMETRAGEM                                      Ano: ________    Diretoria de Ensino:  Município:  ROTA  ORIGEM  DESTINO  ESCOLAS  Tipo de  Capa‐ Tipo  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  Nº DE  ATENDIDAS  Veículo  cidade  Transp.  VIAGENS  EF  EM  TOTAL  DIA                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    Observação: Em TIPO TRANSP. informar se frota Própria (FP) ou Frete (F)      Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino                    Km RODADO  POR DIA                                176 .

 em uma viagem  2.  transp.DOCUMENTO "3"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO ______    Auxílio Transporte de Alunos    FORMULÁRIO DE PASSES                 Ano:_____    Diretoria de Ensino:  Município:  UNIDADE  BAIRRO  TOTAL DE ALUNOS POR DIA  VAOLOR DA TARIFA PARA  CUSTO PASSE  ESCOLAR  ESTUDANTE  DIA      EF  EM  TOTAL                                                              Observação:  1.  transp.  dias úteis)                                  Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino        177 .  transp. Informar o valor da tarifa para estudante. Custo passe dia: total de alunos x 2 (ida/volta) x tarifa para estudante     Data: ___/___/_____  ______________________________  Assinatura do Prefeito    Data: ___/___/_____  ________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    Data: ___/___/_____  __________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino              DOCUMENTO "4"  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO_______  Auxílio Transporte de Alunos    QUADRO RESUMO DO MUNICÍPIO                                                                          Ano: ________    Diretoria de  Prefeitura  Frota Própria  Frete  Passe  Total Geral  Ensino  Municipal      Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo Mensal  Nº de  Custo  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  (20 dias úteis)  alunos  Mensal (20  transp.

..    Diret oria  de  Ensi no  Prefeitur a  Municip al  Nº de  UEs que  utilizam  trnasport e  Nº de  Alun os  Frota Própria  Nº de  KM Custo  Veículo s  Mens s  po al (20  r  dias  dia  úteis)        Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Nº  de  Veí cul os  Frete KM s  po r  dia  Custo  Mens al (20  dias  úteis)  Custo Alun o  Dia  Nº de  Alunos  Passe  Custo  Mens al (20  dias  úteis)    Custo  Alun o  Dia    Total Geral Nº de  Custo  Alunos  Mens al  Cus to  Alu no  Dia  E F  E M  EF EM E F  E M  E F  E M    Data:  ____/____/______    Data:  ____/____/______      __________________________________________  Assinatura do Responsável pelo Transporte na DE    __________________________________________  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino      Subseção II  Do Serviço de Transporte Intermunicipal    Artigo  531  ‐  O  Serviço  Rodoviário  Intermunicipal  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes (serviço regular) será prestado por peruas ou outros veículos sem taxímetro.258/02. 1º)    178 .. providos de tacógrafo.  §  2º  ‐  O  Serviço  Intermunicipal  Rodoviário  de  Transporte  Coletivo  de  Estudantes  será efetuado por pessoa física ou jurídica.  excluído  o  do  condutor. a serem  especificados pela Secretaria Estadual competente...  3 ‐ processamento de origem e do destino das viagens em abrigo de passageiros e..  sendo  vedada  a  circulação  de  passageiros em seu interior.. o qual deve ser mantido com o transportador no interior do veículo.  ambos  dotados  de  requisitos  mínimos  de  capacidade.  na  falta  deste.  (Lei nº 11. mediante  reserva de lugares. sem abreviações ou acentos.  § 1º ‐ Para efeito do disposto nesta seção..  Auxílio Transporte de Aluno     QUADRO RESUMO DA DIRETORIA DE ENSINO                                                                                       Ano: ____________      1. Não utilizar 2 linhas para cada município.. caso o nome não caiba no espaço..ANEXO III  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  COORDENADORIA DE ENSINO .  2 ‐  aquisição de passagens com antecedência à realização das viagens.  de  atestado  de  matrícula  do  estabelecimento de ensino..  por  parte  dos  usuários.  6 ‐ veículos e condutores em conformidade com o disposto na Lei nº 9.503... higiene e conforto.. caput e §§ 1º e 2º do art. segurança.  4 ‐ proibição do transporte de passageiros de pé. Digitar o nome da Diretoria e do Município em letras maiúsculas.  com  capacidade  de  seis  a  vinte  lugares. de 23  de setembro de 1997.  em  agências  de  venda  de  passagens.  2.. será considerado serviço de fretamento  estudantil aquele que apresente os seguintes requisitos:  1 ‐ utilização de peruas ou outros veículos sem taxímetro.. abrir a coluna o quanto for necessário.  5  ‐  fornecimento..

 SE nº 133/03)    Seção III  Do Direito ao Pagamento de Meia‐Entrada em Espetáculos Esportivos.  (Lei nº 7. 1º e art.Subseção III  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  532  ‐  Os  estudantes  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens. art. alt.  esporte.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros. previsto no artigo 533. Culturais e de Lazer    Artigo  533  ‐  Fica  assegurado  aos  estudantes  regularmente  matriculados  em  estabelecimentos de ensino fundamental.  e.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. art.  turismo  e  defesa  do  consumidor.  utilizando  o  formulário  fornecido pela Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.  trens  metropolitanos  e  Metrô.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU. por meio da EMTU/SP.  nos  Municípios  aos  mesmos  órgãos  das  referidas  áreas.  II  –  cadastrar  os  alunos  regularmente  matriculados. cartões ou outros meios de acesso. 81.  bem  como  ao  Ministério  Público  do  Estado  de  São  Paulo.  em  casas  de  exibição  cinematográfica. SE nº 179/93. pela Res. bilhetes magnéticos. com a redação dada pelo Decreto nº 30. SE nº 179/93. art.  caput do art. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano. nos dias letivos.844/92.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência. existentes no Estado de São Paulo. médio e superior.  poderão  obter  junto  à  direção das unidades escolares a Carteira de Transporte Escolar Metropolitano. 3º)    Artigo  535  ‐  O  pagamento  de  meia‐entrada  para  o  ingresso  de  estudantes  em  casas de diversão pública.    Artigo  534  ‐  Caberão  ao  Governo  do  Estado  de  São  Paulo.  musicais  e  circenses. instituído por ato  do Secretário dos Transportes Metropolitanos.  (Res. SE nº 133/03)  § 3º ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  mediante  a  utilização  de  passes.  praças  esportivas  e  similares  das  áreas  de  esporte.  cultura  e  lazer  do  Estado  de  São  Paulo.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo. 2º. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora. fica regulamentado nos termos desta seção. com a redação dada pela Res.  na  conformidade do disposto nesta seção.945/89)  §  1º  ‐  Os  alunos  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.  a  fiscalização e o cumprimento do disposto nesta seção. 1º. o  pagamento de meia‐entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em casas de diversão.  por  meio  dos  seus  respectivos  órgãos  de  cultura.  (Res.  de  espetáculos  teatrais.    179 .  §  2º  ‐  A  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano  permitirá  a  aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus.

 poderão ser únicas e  aplicadas concomitantemente. quando realizadas em mais de uma região.    Artigo 538 ‐ O benefício será assegurado aos estudantes de ensino fundamental.4º e 7º)    TÍTULO IV  DA GESTÃO DE PESSOAL    CAPÍTULO I  DA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL    Seção I  Dos Concursos Públicos e do Estágio Probatório  Subseção I  Da Realização dos Concursos e da Classificação dos Aprovados    Artigo  540  ‐  Os  concursos  públicos  para  provimento  de  cargos  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação  serão  realizados  regionalmente. com inscrição e escolha de vagas vinculadas a uma mesma  região.  musicais.  § 1º ‐ As provas. 3º. na forma a que alude o caput deste artigo.    Artigo  539  ‐  Os  órgãos  estaduais  diretamente  envolvidos  com  as  atividades  de  cultura. 2º. de 27  de dezembro de 1985. de 30 de dezembro de 1997.  desportivos e de lazer no Estado de São Paulo.  §  3º  ‐  A  região  delimitada  na  forma  do  caput  poderá  englobar  mais  de  uma  Diretoria de Ensino.  cultural  e  desportiva.    Artigo 537 ‐ O pagamento de meia‐entrada. bem como as praças esportivas e similares.  médio e superior regularmente matriculados em estabelecimentos de ensino público e particular  existentes no Estado. observando‐se:  I ‐ as condições previstas nos artigos 13 a 16 da Lei Complementar nº 444.  § 4º ‐ Não poderá participar de concurso de remoção o integrante do Quadro do  Magistério  que  se  encontre  no  período  de  estágio  probatório  e  tenha  sido  admitido  mediante  certame regionalizado. por campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação  Especial.  exibição  cinematográfica.  conforme  delimitação  territorial fixada pelo Titular da Pasta.  circenses.  II ‐ os requisitos estabelecidos em conformidade com o Anexo III a que se refere o  artigo 8º da Lei Complementar nº 836.  a  Secretaria  da  Educação poderá promover concurso público de âmbito estadual para determinada classe. turismo e defesa do consumidor prestarão a colaboração necessária à fiscalização  e ao fiel cumprimento do regulamento.Artigo  536  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversão  pública  os  estabelecimentos  que  apresentem  espetáculos  teatrais. esporte. arts.   §  2º  ‐  Excepcionalmente  e  havendo  interesse  da  Administração.  (Decreto nº 35.606/92. em que sejam realizados eventos culturais. será obtido tomando por base o valor  efetivamente cobrado pelos estabelecimentos elencados no artigo anterior. mediante a apresentação da Carteira de Identificação Estudantil ‐ CIE. 1º.    180 .

  bem como todos os servidores envolvidos no processo de avaliação dos integrantes do Quadro do  181 . a serem  realizadas por Comissões de Avaliação Especial de Desempenho. bem  como  analisar  todos  os  processos  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  encaminhados  pelas  Unidades Escolares. de que  tratam os incisos I e II.  nomeado  para  prover  cargo  efetivo.   §  1º  ‐  Nas  hipóteses  de  acumulação  lícita  de  cargos. 1º.   § 2º ‐ A Comissão de Avaliação Especial de Desempenho e a Comissão Central de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  terão  entre  seus  membros  obrigato‐riamente  o  superior  imediato do servidor avaliado que presidirá a respectiva Comissão. art.  de  caráter  permanente.  durante  o  qual  estará  condicionado  à  avaliação especial de desempenho. cuja constituição  deve ser publicada em Diário Oficial do Estado:   I  ‐  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  em  cada  Unidade  Escolar  jurisdicionada  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino. e que será responsável por avaliar o desempenho dos integrantes do Quadro  do Magistério da Classe de Suporte Pedagógico classificados na mesma Diretoria de Ensino. mediante concurso público.  composta  por  no  mínimo  3  (três)  membros  da  própria  Diretoria. em listagens discriminadas por  campo de atuação e/ou componente curricular ou área de necessidade da Educação Especial.  definidos  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino  sendo  que  pelo  menos  2  (dois)  devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento efetivo. 1º e 2º com as alterações introduzidas pelo Decreto  nº 55. somente será considerado estável após um período de 1. arts. no decorrer do estágio probatório.Artigo  541  ‐  Os  candidatos  aprovados  em  concurso  público  para  provimento  de  cargos do Quadro do Magistério serão classificados regionalmente. 2º da Res. de acordo com a classe a qual pertence.   § 3º ‐ É vedada a participação de servidores em período de estágio probatório nas  Comissões de que tratam os incisos I e II deste artigo.  será considerado o nível de escolaridade exigido para o provimento dos respectivos cargos.  previstas  no  inciso  XVI  do  artigo  37  da  Constituição  Federal.037/08. vedado o aproveitamento de prazos ou de pontuações decorrentes de períodos de  estágio probatório anteriormente avaliados.  § 4º ‐ As Comissões de Avaliação Especial e Central de Desempenho especificadas.    (Decreto nº 53. 4º)    Subseção II  Do Estágio Probatório dos Ingressantes Nomeados por Concurso Público    Artigo  542  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.  o  disposto  no  caput  deste  artigo  será  cumprido  em  relação  a  cada  um  dos  cargos.095  (um  mil  e  noventa  e  cinco)  dias  de  efetivo  exercício.  que  será  responsável  por  avaliar  o  desempenho  dos integrantes do Quadro do Magistério composta por 3 (três) servidores. de nível hierárquico não inferior ao do avaliado. e art.  separadamente.  inclusive  no  caso  de  acumulação  de  cargos  de  mesma  denominação. sendo que pelo menos dois devem  ser  titulares  de  cargo  de  provimento  efetivo  em  exercício  no  mesmo  órgão  de  exercício  do  avaliado.344/07. definidos pelo Diretor  da unidade.  (Decreto nº 52.  § 1º ‐ Para fins de definição de nível hierárquico.   II  ‐  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.144/09 e parágrafo único do art.  será submetido a 3 (três) etapas de avaliações. SE nº 66/08)    Artigo 543 ‐ O Dirigente Regional de Ensino deverá instituir as seguintes comissões  para fins de implementação do sistema de Avaliação Especial de Desempenho.   § 2º ‐ O integrante do Quadro do Magistério.

  eficiência. art.344/07. e será  composta por.  II ‐ Registrar sistematicamente todas as ocorrências relativas à conduta funcional  do servidor. no mínimo. eventualmente interpostos por integrantes do Quadro do Magistério.  contraditório  e  de  ampla defesa e deverá obedecer aos requisitos abaixo relacionados e constantes das fichas anexas  desta subseção. na seguinte conformidade:   a) 0 faltas = 10 pontos. avaliando seu grau de ajustamento ao exercício do cargo  e a possível necessidade de ser submetido a programas de capacitação. civil e criminal.  § 5° ‐ Na inexistência de titular para a composição da Comissão a que se refere o  inciso I desse artigo. sob pena de responsabilidade adminis‐trativa.  para  compor  a  comissão  da  escola. excetuando‐se  as faltas abonadas.  (Res.   §  1º  ‐  Caberá  à  Comissão  de  Recursos.  moralidade.  c) 2 faltas = 8 pontos. bem como esclarecer  eventuais dúvidas quanto à aplicação das disposições da presente resolução.  são  responsáveis  pela  veracidade  das  informações  sobre  o  estágio.  e) 4 faltas = 6 pontos.  atendidas  as  exigências  de  hierarquia e de escolaridade.    Artigo 544 ‐ São atribuições das Comissões de Avaliação Especial de Desempenho  e  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  I  ‐  Subsidiar  e  assessorar  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  em  estágio  probatório nos assuntos  atinentes a  sua área de  atuação.  dentre  os  seus  profissionais.  182 .  impessoalidade. SE nº 66/08. 3 (três) membros do próprio Departamento. 3º ao 6º)    Artigo 546 ‐ A avaliação especial de desempenho tem por objetivos:   I  ‐  contribuir  para  a  implementação  do  princípio  da  eficiência  na  Administração  Pública do Poder Executivo Estadual.  utilizando‐se  dos  elementos  que  compõem  o  processo  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho do servidor avaliado.   IV ‐ promover a adequação funcional do servidor.   III ‐ fornecer subsídios à gestão de política de recursos humanos. orientando. a Diretoria de Ensino poderá indicar um titular de cargo.  § 2º ‐ As Comissões de Avaliação e de Recursos devem atuar de forma imparcial e  objetiva.  no que couber.   II ‐ aferir o desempenho do servidor em sua função.   (Decreto nº 52.  b) 1 falta = 9 pontos. excepcionalmente.Magistério  em  estágio  probatório. a qual caberá analisar e decidir os  recursos hierárquicos. 2º)    Artigo 547 ‐ A Avaliação Especial de Desempenho processar‐se‐á de acordo com os  princípios  de  legalidade.  acerca  do  correto desempenho de suas atribuições.  publicidade.  subsidiar  as  Comissões  Centrais  das  Diretorias de Ensino nos processos de  Avaliação Especial de Desempenho. para aprimorá‐lo.  d) 3 faltas = 7 pontos.    Artigo  545  ‐  O  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos  deverá  instituir  Comissão de Recursos da Avaliação Especial de Desempenho. avaliados pelos respectivos indicadores:  I ‐ Assiduidade: Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho.  no  acompanhamento  dos  integrantes do Quadro do Magistério em estágio probatório. arts.

 a  pontuação máxima que o servidor poderá obter em cada etapa da Avaliação na Ficha de Avaliação  Especial de Desempenho é 70 pontos.   III  ‐  Capacidade  de  Iniciativa:  Apresentação  de  propostas  novas.  § 3º ‐ O Processo de Avaliação Especial de Desempenho terá como parâmetro as  atribuições do cargo ocupado pelo servidor e.  4 ‐ Ficha de Freqüência de cada etapa prevista no decorrer do estágio probatório ‐  Anexo II.  apresentação  de  bom  nível  de  rendimento  no  exercício de suas atribuições.  h) 7 faltas = 3 pontos. Supervisor de Ensino e pais de alunos.  IV ‐ Responsabilidade: Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e  demais  responsáveis  pelo  processo  de  ensino  e  gestão  escolar.  VI  ‐  Eficiência:  Apresentação.  g) 6 faltas = 4 pontos.  contribuição  para  o  bom  relacionamento entre alunos.  na  prática.  i) 8 faltas = 2 pontos. adotados pela Unidade Escolar e/ou Diretoria de  Ensino. o servidor que no  somatório dos pontos obtidos nas 3 (três) etapas da Avaliação Especial de Desempenho. de acordo  com as metas da Secretaria da Educação.  comprometimento  com  os  objetivos pactuados nos planos de trabalho da Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino.  V  ‐  Comprometimento  com  a  Administração  Pública:  Participação  nos  projetos  especiais da Secretaria de Estado da Educação. no exercício de suas atribuições. totalizando o máximo de 210 pontos nas 3 etapas.  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino.  deverá  ser  formalizado  e  instruído  contendo  os  documentos  abaixo  especificados. Órgão  de lotação e de exercício.  conforme  Anexos que integram esta subseção:  1 ‐ Capa com número do sistema de protocolo. participação nos cursos de capacitação oferecidos pela Secretaria da Educação. abaixo  de 105 pontos.f) 5 faltas = 5 pontos.  II  ‐  Disciplina:  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade Escolar e Diretoria de Ensino. demonstração de  competência na superação de obstáculos não previstos. conseqüentemente exonerado. nos prazos estipulados e constantes dos calendários.  não  rotineiras  para as demandas oriundas de atribuições do servidor.  j) 9 faltas = 1 ponto. ou seja. com o Diretor  de Escola.  5 ‐ Ficha de Avaliação Especial de Desempenho de cada etapa prevista no decorrer  do Estágio Probatório ‐ Anexo III.  3 ‐ Ficha Funcional do Servidor ‐ Anexo I.  de  cumprimento  do  contido  nas  propostas  curriculares. nas relações com os alunos.  § 2º ‐ Será considerado inapto e.  § 1º ‐ De acordo com os critérios estabelecidos nos incisos I a VII deste artigo. resultante do somatório dos pontos aferidos a cada um dos  quesitos. Professor Coordenador. nome do servidor avaliado.  k) 10 ou acima de 10 faltas = zero pontos.  183 . obtiver  pontuação inferior a cinqüenta por cento do total da pontuação máxima permitida. decorridos 30 (trinta) meses do estágio probatório.   2 ‐ Numeração e rubrica em todas as páginas. pais e servidores.  uso  adequado  dos  materiais  pedagógicos  e  outros  materiais  disponibilizados  pela  Secretaria  da  Educação.  VII  ‐  Produtividade:  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos.

   5 ‐ licença para exercer mandato eletivo.  § 5º ‐ Na hipótese de recusa.  com  a  assinatura  de  duas  testemunhas  devidamente  identificadas. de que trata o item 8 do  §  3º  deste  artigo.  imediatamente após a propositura. arts.  será  dada  ciência  ao  interessado.   3 ‐ licença gestante.   III  ‐  a  terceira  etapa.   184 . elaborar novo relatório conclusivo a ser submetido  ao Secretário da Educação. em assinar qualquer uma das  notificações do processo de Avaliação Especial de Desempenho.  observando a seguinte temporalidade:  I ‐ a primeira etapa que irá do primeiro ao décimo mês de efetivo exercício.  8  ‐  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho ‐ Anexo VI.   6 ‐ licença por acidente em serviço.  § 8º ‐ Após a apresentação da defesa. propondo a exoneração ou confirmação do funcionário no cargo.  a  contar  do  vigésimo  primeiro  ao  trigésimo  mês  de  efetivo  exercício.  pela  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  ratificando ou retificando o relatório anterior.344/07)  Artigo 548 ‐ O registro da Avaliação Especial de Desempenho deverá ser efetuado  por etapas.  terá  o  prazo  de  20  (vinte)  dias  para  apreciá‐la  e. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e à ampla defesa. a Diretoria de Ensino.6 ‐ Relatório da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou da Comissão  Central de Avaliação Especial de Desempenho ao final de cada etapa do estágio probatório ‐ Anexo  IV.  no  prazo  de  10  (dez)  dias.  §  1º  ‐  O  período  do  estágio  probatório  será  contado  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício no cargo. 9º e 11 ao 13.   4 ‐ afastamento para concorrer a cargo eletivo. a unidade subsetorial de recursos  humanos  deverá  registrar  o  fato.   2 ‐ licença por motivo de doença em pessoa da família.  a  partir  do  primeiro  dia  de  exercício  do  servidor no cargo  para  o  qual  foi  nomeado.  (Resolução SE 66/08. será emitida a manifestação conclusiva (Anexo VI).  §  7º  ‐  No  caso  de  proposta  de  exoneração. 6º do Decreto  nº 52. da qual tomará ciência e será parte integrante de seu assentamento individual.   8 ‐ readaptação funcional.  II ‐ a segunda etapa.  9 ‐ Ficha de Encaminhamento ao Departamento de Recursos Humanos ‐DRHU da  Secretaria da Educação – Anexo VII. por meio da Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho. 7º. do décimo primeiro ao vigésimo mês de efetivo exercício.  que  poderá  ser  apresentada  pessoalmente  ou  por  procurador  constituído.  § 4º ‐  Aos  integrantes  do  Quadro do Magistério  submetidos à  Avaliação  Especial  de Desempenho. este c/c o § 2º do art. para decisão final. nos seguintes casos:   1 ‐ licença para tratamento de saúde.   7 ‐ licença especial para atender menor adotado.  7  ‐  Relatório  Final  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  da  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho ‐Anexo V.  § 6º ‐ No prazo de 40 (quarenta) dias. contados da data da ciência do servidor. ficando suspensa e prorrogada a contagem de tempo e a avaliação para efeito  de homologação do estágio probatório. deverá ser repassada uma cópia de toda a documentação referente às 3 etapas  de sua avaliação.  deferida  pelo  Dirigente Regional de Ensino. do servidor avaliado. contados a partir da data de autuação  do  processo de avaliação.

  nos  termos  do  artigo  41  da  Constituição  Federal  de  1988.  § 4º ‐ Os casos omissos serão decididos pela Chefia de Gabinete da Secretaria da  Educação.    Artigo  549  ‐  Os  processos  de  avaliação  do  Estágio  Probatório. a partir da data imediatamente subseqüente à do término do estágio.  sem  prejuízo  da  apuração  dos  fatores  enumerados  nos  incisos  I  a  VII  do  artigo  547  da  presente  subseção.  §  4º  ‐  As  avaliações  periódicas  parciais  devem  ser  consideradas  num  Relatório  Final. a ser elaborado pela Comissão de Avaliação Especial  de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de  Avaliação  Especial  de  Desempenho.  §  3º  ‐  A  aplicação  do  disposto  neste  artigo  não  inibe  a  possibilidade  de  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério.   §  2º  ‐  A  atuação  em  atividades  com  as  mesmas  atribuições  do  cargo  de  provimento efetivo.  mediante  processo  administrativo. SE nº 66/08.  com  redação  dada  pelo  artigo  6º  da  Emenda  Constitucional  nº  19/98.  6  (seis)  meses  antes  do término  do  Estágio  Probatório. no decorrer do prazo de 30 (trinta) meses do Estágio Probatório. ser  exonerado  do  cargo.344/07)                      185 . a ser ultimado no prazo  de 30 (trinta) dias.  no  interesse  do  serviço  público. 10. submetidos  à apreciação do Secretário da Pasta para decisão final.   (Res. em local diverso daquele de sua classificação. e art.261. acompanhada de Relatório constante no  Anexo IV expedido pelas respectivas Comissões. assegurando‐lhe o direito ao contraditório e ampla defesa.  a  qualquer  momento. arts. 5º do Decreto nº 52. o integrante do  Quadro  do  Magistério  será  formalmente  declarado  estável. constante do Anexo V desta Resolução.  que  não  corresponder  a  quaisquer  dos  requisitos  estabelecidos pelo artigo 547. sem prejuízo da aplicação das  penas disciplinares previstas no artigo 251 da Lei nº 10.   § 3º ‐ Os indicadores de avaliação apontados no artigo 547 serão apurados ao final  de  cada  etapa  do  estágio  probatório  pela  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho por meio da Ficha de Avaliação Especial  de Desempenho constante no Anexo III desta subseção. a ser publicado em DOE. 15 e 17. 8º.9 ‐ designado ou afastado para o exercício de funções com atribuições diversas de  seu cargo. 14. não acarretará a suspensão ou  prorrogação da contagem de tempo.  deverão  ser  encaminhados  para  manifestação do Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU/SE e.  § 1º ‐ O ato de confirmação no cargo ou de exoneração do integrante do Quadro  do Magistério deverá ser publicado no Diário Oficial do Estado ‐ DOE pela autoridade competente  até o penúltimo dia do Estágio Probatório.  que  irão  propor  a  exoneração  ou  a  confirmação  do  funcionário  no  cargo. de 28 de outubro de 1968.  § 2º ‐ No ato de confirmação no cargo. contados da data de apresentação de sua defesa. posteriormente.

ANEXO I    FICHA FUNCIONAL DO SERVIDOR  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:                                                            DADOS PESSOAIS Nome:                                                                   RG: CPF:                                                                     RS/PV: PIS/PASEP:                                                        Data de Nascimento: Endereço:                                                        DADOS FUNCIONAIS Cargo:  Nomeado por  Decreto de:                                       Publicado  no DOE de: Data da Posse:                                                           Início de Exercício: Data de ingresso no serviço público estadual: Cargo/Função‐Atividade Anterior:  Outras Informações:      Local e data:                            Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:      ANEXO II    FICHA DE FREQÜÊNCIA  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                                  RG: Cargo:  Período de Freqüência: de                                            a NÚMERO FALTAS DESCONTÁVEIS E SUSPENSÃO/PRORROGAÇÃO NO PERÍODO AVALIADO  I – Faltas Justificadas:  II – Faltas Injustificadas:  III – Faltas Médicas: IV – Outras Faltas: V – Licença‐Prêmio: VI – Suspensão/prorrogação da contagem por Licenças: VII ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Afastamentos: VIII‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Readaptação funcional: IX  ‐ Suspensão/prorrogação da contagem por Designação: TOTAL DE DIAS (BRUTO):  TOTAL DE DIAS (LÍQUIDO):  Documentos Anexados:          (   ) sim          (    ) não Local e data:                                                     Carimbo e Assinatura do Superior Imediato:   Ciência do interessado:        186 .

 na prática.. 5 e 6 pontos  Atinge o esperado = 7 e 8  pontos   Abaixo do esperado = 0. nas relações com os alunos.  VI – EFICIÊNCIA  Apresentação.. participação nos  cursos  de capacitação  oferecidos  pela  Secretaria  da Educação.  adotados  pela  Unidade  Escolar  e/ou Diretoria de  Ensino.    FICHA DE AVALIAÇÃO ESPECIAL  DE DESEMPENHO      Anexo III      Nome do Avaliado:  Nº RG:  Nº RS:  Unidade de Exercício:  Tempo no cargo:  Assiduidade – 0 a 10 pontos nos termos do inciso I. uso adequado dos  materiais pedagógicos e outros materiais disponibilizados pela Secretaria da Educação. excetuando‐se as faltas abonadas.....  da  Unidade  Escolar  e  da  Diretoria  de  Ensino. 2 e 3  pontos     Pontuação  I ‐ ASSIDUIDADE    Índice de freqüência anual do servidor ao trabalho.  pais  e  servidores.  III – CAPACIDADE DE INICIATIVA  Apresentação  de  propostas  novas. SE ___/2008      200_  Cargo:  Data da avaliação:           Tabela de pontuação dos requisitos previstos nos incisos II a VII. Professor Coordenador.  contribuição  para  o  bom  relacionamento  entre  alunos.  comprometimento  com  os  objetivos  pactuados  nos  planos  de  trabalho  da  Unidade Escolar e da Diretoria de Ensino..  demonstração  de  competência  na  superação  de  obstáculos não previstos.ANEXO III    GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO  SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO  DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO .... 1. com o Diretor de Escola...  no  exercício  de  suas  atribuições. SE __/2008  Acima do esperado = 9 e 10 pontos  Atinge parcialmente o esperado =  4.. de cumprimento do contido nas propostas curriculares...  IV – RESPONSABILIDADE  Criação de condições para o bom desempenho dos alunos e demais responsáveis pelo processo de  ensino  e  gestão  escolar. do artigo 7ºda Res. do artigo 7º da Res..  não  rotineiras  para  as  demandas  oriundas  de  atribuições  do  servidor......   VII – PRODUTIVIDADE  Apresentação  de  contribuições  para  a  melhoria  do  nível  de  desempenho  dos  alunos. apresentação  de bom nível de rendimento no exercício de suas atribuições.. Supervisor de  Ensino e pais de alunos..  II – DISCIPLINA  Cumprimento  dos  horários  e  entrega  das  solicitações  feitas  pela  Unidade  Escolar  e  Diretoria  de  Ensino. de acordo com as metas da Secretaria da Educação.  Total de Pontos                                    187 .. nos prazos estipulados e constantes dos calendários..  V‐COMPROMETIMENTO COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  Participação  nos  projetos  especiais  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.

Comentários (opcional)    _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________  Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho   Nome:  Assinatura:  1)    2)    3)        ANEXO IV    RELATÓRIO  DA  COMISSÃO  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL  DE  DESEMPENHO  OU  COMISSÃO  CENTRAL  DE  AVALIAÇÃO  ESPECIAL DE DESEMPENHO AO FINAL DE CADA ETAPA DO ESTÁGIO PROBATÓRIO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de Exercício:  Nome:                                                                 RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      /    Requisitos dos Incisos I a VII do Artigo 3º do Decreto nº 52.344 de 09 de novembro de 2007  Total de Pontos Obtidos:  Outras Informações:      Ações para o aperfeiçoamento do desempenho profissional do servidor ( se for o caso):              Local e data:                  188 .

 o servidor completará o período de Estágio Probatório. em   /        /  Parecer Conclusivo:             Local e Data:     Ciência do Avaliado: Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho   Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)    ANEXO VI    MANIFESTAÇÃO CONCLUSIVA DA COMISSÃO CENTRAL DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:  Diretoria de Ensino:  Unidade de exercício:  Nome:                                                                             RG:  Cargo:  Período de Avaliação de:        /    /              a     /     / Parecer Conclusivo:      189 .  Ciência do Avaliado:  Membros  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO V    RELATÓRIO FINAL DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO OU COMISSÃO CENTRAL DE  AVALIAÇÃO ESPECIAL DE DESEMPENHO  Coordenadoria:    Diretoria de Ensino: Unidade de Exercício:  Nome:                                                                                 RG: Cargo:  Período de Avaliação de:      /     /                a        /      / Não havendo registro de faltas descontáveis.

  2.                                              À  vista  da  Manifestação  Conclusiva  da  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho (fls.  ).     ). Fichas de Avaliação Especial de Desempenho (fls  ).  4. Ficha Funcional (fls. publicado a ____/____/____ Posse: ____/____/____                                 Exercício: ____/____/____                                             Foram juntados aos autos: 1. propomos:  (   ) a confirmação do servidor no cargo.  6.      ).     ). Relatório Final da Comissão de Avaliação Especial de Desempenho ou Comissão Central de Avaliação  Especial de Desempenho ( fls   ).  3. Manifestação Conclusiva da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho (fls.  Relatórios  da  Comissão  de  Avaliação  Especial  de  Desempenho  ou  Comissão  Central  de  Avaliação  Especial de Desempenho (fls.  (   ) a exoneração do servidor do cargo. encaminhem‐se os autos ao Departamento de  Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação. Fichas de Freqüência abrangendo o período de ___/___/___ a ___/___/___(fls     ).    Outras Informações:      Local e Data:    Ciência do Avaliado:  Membros da Comissão Central de Avaliação Especial de Desempenho  Nome:  Assinatura: 1)  2)  3)      ANEXO VII    FICHA DE ENCAMINHAMENTO AO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS – DRHU DA SECRETARIA  DA EDUCAÇÃO  PROCESSO:  INTERESSADO:                                                                        RG: ASSUNTO: Avaliação de Estágio Probatório INFORMAÇÃO Nº _________/________ Unidade de exercício:  Cargo:  Nomeado por Decreto de _____   .   5.                            Estando o processo devidamente instruído.  Local e data:  Assinatura do Dirigente Regional de Ensino: Ciência do interessado:          190 .

 quando em Jornada Reduzida  de Trabalho Docente. de 16 de julho de 2009. compreendem os seguintes âmbitos  da Educação Básica:  I ‐ classes iniciais do Ensino Fundamental ‐ campo de atuação relativo ao cargo de  Professor Educação Básica I.094.  III  e  IV  do  artigo  anterior. observado o disposto no artigo 37 da Lei Complementar  nº 836.  de  24  (vinte  e  quatro)  horas  semanais.  II  ‐  13  (treze)  horas  em  atividades  com  alunos.  quando  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho Docente. Médio e Educação  Especial ‐ campo de atuação relativo ao cargo de Professor Educação Básica II.  b)  2  (duas)  horas  de  trabalho  pedagógico  exercidas  na  escola. das quais 2 (duas) horas exercidas na  escola.   II ‐ aulas dos componentes curriculares do Ensino Fundamental.  b)  5  (cinco) horas de  trabalho pedagógico. sendo:   a) 33 (trinta e três) horas em atividades com alunos.  referente às classes de alunos ou às aulas a serem atribuídas. ministrar  aulas no Ciclo II do Ensino Fundamental. em atividades coletivas.Seção II  Das Jornadas de Trabalho do Pessoal Docente    Artigo  550  ‐  O  campo  de  atuação  do  pessoal  docente  do  Quadro  do  Magistério. e 2 (duas) horas em local de livre escolha do docente. quando em Jornada Básica de Trabalho  Docente.    Artigo 552 ‐ De acordo com o disposto no artigo 10 da Lei Complementar nº 836. de 12 (doze) horas semanais. em atividades coletivas.  das  quais  2  (duas)  horas  exercidas  na  escola. em atividades coletivas.  III ‐ 23 (vinte e três) horas em atividades com alunos. e 4 (quatro) horas em local de livre escolha do docente.  III  ‐  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  das  quais  3  (três)  horas  exercidas  na  escola.    Artigo 551 ‐ O Professor Educação Básica I poderá.  sendo:  a) 20 (vinte) horas em atividades com alunos.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  um  campo  de  atuação  poderá  ministrar  aulas  em  campo  de  atuação  diverso  como  carga  suplementar  de  trabalho. sendo:  a) 10 (dez) horas em atividades com alunos.  de 30 de dezembro de 1997 e no artigo 1º da Lei Complementar nº 1. e 3 (três) horas em local de livre escolha do docente. de 30 de dezembro de 1997.  b)  7  (sete)  horas  de  trabalho  pedagógico.  desde  que apresente  habilitação ou qualificação docente para as referidas aulas. desde que habilitado.    Artigo 553 ‐ Além da jornada a que estiver sujeito.  191 .  o  docente  titular  de  cargo  poderá  exercer  carga  suplementar  de trabalho.  IV ‐ Jornada Reduzida de Trabalho Docente. de 30 (trinta) horas semanais.  II ‐ Jornada Básica de Trabalho Docente.  as jornadas semanais de trabalho do docente titular de cargo são:   I ‐ Jornada Integral de Trabalho Docente.  b) 4 (quatro) horas de trabalho pedagógico.  em  atividades  coletivas. sendo:  a) 25 (vinte e cinco) horas em atividades com alunos. dentre as previstas nos incisos  II. de 40 (quarenta) horas semanais. respeitado o limite máximo de:   I ‐ 8 (oito) horas em atividades com alunos.

  Artigo  554  ‐  As  horas  em  atividades  com  alunos.  Parágrafo  único  ‐  Verificada  ainda  a  impossibilidade  de  constituição  da  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  Parágrafo  único  ‐  Para  fins  de  classificação  no  processo  anual  de  atribuição  de  classes e aulas. com aulas  livres da disciplina específica do  seu cargo. sendo que. serão sempre computados separadamente. constante do Anexo que integra esta seção.  no  caso de  aulas. para o qual o titular  apresente habilitação ou qualificação docente. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  192 .  o  tempo  de  serviço  e  os  títulos  no  respectivo  campo  de  atuação. a habilitação ou a qualificação docente.    Artigo 559 ‐  Na  carência  de  classe.  na  conformidade  da tabela  de  distribuição de cargas horárias.    Artigo 556 ‐ O docente titular de cargo poderá optar.  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar.  para  jornada  compatível  com  a  carga  horária  atribuída. os tempos de serviço trabalhados pelo docente em campos de atuação distintos.  III ‐ para o Professor Educação Básica II de Educação Especial. livres ou em  substituição. de classe especial/sala de recurso ou de aulas a título de substituição a outro titular. ou na insuficiência parcial.  poderão  provocar  acréscimo  nas  horas  de  trabalho  pedagógico  na  escola  e  de  trabalho  pedagógico  em  local  de  livre  escolha. ou ainda de classe ou aulas de projetos da Pasta e  outras modalidades de ensino.  de classeespecial/sala  de recurso  ou de aulas  livres para constituição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.    Artigo 557 ‐ A atribuição de classe e/ou aulas será precedida de classificação dos  inscritos no processo. por jornada de trabalho diversa daquela  em que esteja incluído.  mediante  atribuição  de  classe. que se  encontre em qualquer tipo de licença/afastamento. poderão ser  complementadas  por  aulas  livres  da  disciplina  não  específica  da  mesma  licenciatura  plena. em outro campo de atuação ou de outro componente curricular.  quando  somadas  às  horas  de  mesma  característica  relativas  à  jornada  em  que  o docente  esteja  incluído.  após  atendimento dos respectivos titulares de cargo.  Parágrafo  único  ‐  O  atendimento  da  opção  dependerá  da  disponibilidade  de  classes ou aulas e das diretrizes da Secretaria da Educação previamente fixadas.  II ‐ para o Professor Educação Básica II. com classe ou sala  de  recurso  livre.  poderá  haver  composição  dessa  jornada.  haverá  redução  da  jornada  em  que  o  titular  esteja  incluído. no momento da  inscrição para o processo de atribuição de classes e aulas.    Artigo  555  ‐  O  provimento  de  cargo  docente  far‐se‐á  em  qualquer  jornada  de  trabalho.  de que trata o artigo 550. que observará a situação funcional.  na  forma  estabelecida  pela  Secretaria da Educação em regulamento específico.  da  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  seu  cargo.  de  acordo  com  a  quantidade  de  vagas  e  correspondentes  cargas  horárias  disponíveis  na unidade escolar do ingresso.     Artigo 558 ‐ A constituição da jornada de trabalho docente dar‐se‐á:   I ‐ para o Professor Educação Básica I. em caso de insuficiência. com classe livre das séries iniciais do Ensino  Fundamental. anualmente.  no  Ensino Fundamental  e/ou Médio.  chegando  em  redução  máxima  à  Jornada Inicial  de  Trabalho Docente. ou mediante atribuição de aulas.

 ou.  observará  as  normas.  na  quantidade necessária à complementação da Jornada Inicial ou da Jornada Reduzida de Trabalho  Docente.    Artigo 565 ‐ Na impossibilidade de composição de jornada.  IV ‐ processo de integração escola‐comunidade. se for o caso.  terá  a  retribuição  referente  a  essas  aulas  calculada  com  base  no  valor  do  vencimento  relativo  ao  Nível  I  da  Faixa  2.  III  ‐  avaliação. no caso  de  carga  horária  ainda  menor.  da Escala  de  Vencimentos ‐ Classes Docentes (EV‐CD).  desde que.     Artigo 561 ‐ O docente que tiver redução de jornada a seu expresso pedido não  poderá voltar a ampliá‐la no decorrer do mesmo ano letivo. na sua unidade de classificação.  Parágrafo  único  ‐  A  ampliação  da  jornada  de  trabalho  do  Professor  Educação  Básica II somente poderá se dar com aulas livres da disciplina específica do cargo.  por  classe  de  alunos  ou  por  número  de  aulas  de  determinada  disciplina.  adaptação  e/ou  recuperação  de  alunos  de  aproveitamento  insatisfatório.  as  horas  que  ultrapassarem  a  quantidade  correspondente  à  respectiva  jornada  de  trabalho  deverão  ser  exercidas  a  título  de  carga  suplementar de trabalho.  bem  como  para  carga  suplementar  de  trabalho  em  outro  campo de  atuação  ou  em  outro  componente  curricular. que passarão a se configurar carga suplementar de trabalho. na  forma  estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559.     Artigo 562 ‐ O Professor Educação Básica I.  ordem  de  prioridade e critérios estabelecidos em regulamento específico.    Artigo 567 ‐ A acumulação remunerada de dois cargos docentes ou de um cargo de  suporte pedagógico com um cargo docente poderá ser exercida. não  haja desistência  das aulas que a excedam. pela Secretaria da Educação. o docente poderá optar por ser remunerado com base nos vencimentos relativos ao  próprio cargo.  na  forma  estabelecida no parágrafo único do artigo anterior.  conforme estabelecido  nos  quadros  curriculares.    Artigo 564 ‐ A atribuição de classes ou aulas para composição de jornada. na forma estabelecida  no  parágrafo  único  do  artigo  559. execução e avaliação das atividades escolares.  cuja  carga  horária  atribuída seja inferior à da Jornada Inicial.  II ‐ planejamento. declarado adido. conforme o caso. na forma  prevista  no  parágrafo  único  do  artigo  559. exercendo atividades inerentes às de  magistério e com:   I ‐ coordenação de atividades pedagógicas. desde que:  193 .  Artigo  560  ‐  A  requerimento  expresso  do  titular  de  cargo.    Artigo  563  ‐  Na  aplicação  do  disposto  no  artigo  anterior.  aplique‐se  o  procedimento  de  composição  de  jornada.  o  docente  cumprirá  horas  de  permanência. poderá haver redução maior do que a prevista no artigo  552  para  Jornada Reduzida  de  Trabalho Docente.  se  houver  redução  de  remuneração. que venha a compor  sua jornada de trabalho com aulas de componente curricular do Ensino Fundamental ou Médio.     Artigo  566  ‐  Quando  o  total  de  horas  atribuídas  ao  docente  consistir  de  blocos  indivisíveis.

 na fase inicial e durante o ano.  II  ‐  verifique‐se  compatibilidade  de  horários. consideram‐se campos  de atuação referentes às classes ou às aulas a serem atribuídas. 1º e 2º)    Artigo 570 ‐ Para efeitos do que dispõe a presente seção.  §  1º  ‐  Respeitada  a  ordem  de  classificação  dos  docentes.  deverá  se  efetuar  compatibilizando  as  cargas  horárias  das  classes  e  das  disciplinas.  bem  como  os  horários  e  turnos  de  funcionamento  da  escola.  a  atribuição. a fim de imprimir maior adequação e eficácia  à atribuição. os seguintes âmbitos da Educação  Básica:  194 . convocar  e  inscrever  os  docentes  da  unidade  escolar  para  o  processo.  bem  como  atribuir  as  classes  e  as  aulas. arts.  com  as  jornadas  de  trabalho dos docentes.  Parágrafo único ‐  No âmbito da Secretaria da Educação é  vedada a possibilidade  de situação de acumulação de cargo e função docentes.    Artigo 569 ‐ Compete ao Diretor de Escola.  observada  a  distância  entre  os  órgãos/unidades. I ‐ seja observado o limite de 64 (sessenta e quatro) horas semanais para a carga  horária total do acúmulo.  (Res.144/09    HORAS EM ATIVIDADES COM ALUNOS  33  28 a 32  23 a 27 18 a 22  13 a 17  10 a 12  HORAS DE TRABALHO PEDAGÓGICO  NA ESCOLA  3  3  2 2  2  2  EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA DO  DOCENTE  4  3  3  2  1  0      SEÇÃO III  Do Processo Anual de Atribuição de Classes e Aulas ao Pessoal Docente do Quadro do  Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  568  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  designar  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  para  execução.  coordenação. em todas as fases e etapas. observadas as normas legais. em especial nas situações de acumulação remunerada de cargos públicos. visando a otimizar resultados no processo de ensino e aprendizagem.  §  2º  ‐  Sem  detrimento  ao  disposto  no  parágrafo  anterior.  III ‐ haja prévia publicação de ato decisório favorável à acumulação. 1º ao 12)      ANEXO  a que se refere o artigo  do Decreto nº 55.  na  fase  inicial  do  processo.144/09. SE nº 98/09. arts.  (Decreto nº 55.  acompanhamento  e  supervisão  do  processo anual de atribuição que estará sob sua responsabilidade.  as  classes  e  aulas  da  unidade  escolar  deverão  ser  atribuídas  com  observância  ao  perfil  de  cada  professor  e  considerando experiência e desempenho anteriores.

 pretenda  exercer a docência em unidade diversa.  sediada  em  qualquer  município.  para  o  processo  inicial  de  atribuição. a fim de efetuarem suas inscrições para o processo de atribuição de classes e de  aulas  do  ano  subsequente. efetuadas na unidade escolar.  em  todo  o  processo.  III  ‐  aulas  de  disciplinas  do  Ensino  Fundamental  e  do  Ensino  Médio  ‐  campo  de  atuação relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica II.  inclusive  dos  estáveis  e  celetistas. deverão ser remetidas à Diretoria de Ensino de jurisdição  195 . apenas para  fins  de  inscrição.  §  5º  ‐  O  titular  de  cargo  que  pretenda  exercer  a  docência  em  unidade  escolar  diversa.  antes  do  início  do  processo  de  atribuição.  §  1º  ‐  A  inscrição  do  docente  é  única  por  campo  de  atuação  e. turmas e aulas dos  projetos da Pasta e outras modalidades de ensino.  §  2º  ‐  Os  docentes  que  estejam  afastados  a  qualquer  título.  §  6º  ‐  As  inscrições  dos  ocupantes  de  função‐atividade. distintos dos demais e entre si.  §  4º  ‐  O  docente  readaptado  deverá  ser  convocado  através  da  unidade  de  classificação de seu cargo. se necessário. da mesma ou de outra Diretoria de Ensino. conforme o caso.  se  titulares  de  cargo. para fins  de classificação no processo.  § 3º ‐ Os titulares de cargo removidos por concurso e os removidos ex officio ou  transferidos.  II ‐ classes ou salas de recurso da Educação Especial ‐ campo de atuação relativo ao  cargo docente de Professor Educação Básica II de Educação Especial.  deverão  ter  sua  inscrição  remetida  à  unidade escolar de destino.I  ‐  classes  das  séries/anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental  ‐  campo  de  atuação  relativo ao cargo docente de Professor Educação Básica I.  Parágrafo único ‐ Exclusivamente para fins operacionais de atribuição. em virtude  de  exigirem  procedimentos  de  seleção  e  credenciamento  específicos.  poderá  se  inscrever  para  este  fim.   (Res.  se  ocupantes de função‐atividade.  deverão  ser  convocados  formalmente  para  efetuar  sua  inscrição  ou  se  fazer  legalmente representar para este fim e também.  enquanto não publicada a cessação da readaptação.  ou  por  carga  horária  de  trabalho.  em  decorrência  de  municipalização  da  unidade  de  origem  ou  por  qualquer  outro  motivo  legal.  também  assumem  característica de campos de atuação.  sendo‐lhe  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  de  aulas.  deverá  se efetuar  na  jurisdição  de  uma  única  Diretoria  de  Ensino.  em  especial  os  licenciados. para fins de atribuição de classe  e/ou aulas do processo inicial. no ato de inscrição regular na unidade de origem. ou da sede de controle de frequência da função‐atividade. SE nº 98/09.  momento  em  que  farão  opção  por  alteração  ou  manutenção  de  jornada  e  por  carga  suplementar. mediante designação.  indicando  qualquer  Diretoria  de  Ensino.  os  docentes  são  convocados  a  comparecer  à  unidade escolar. 3º)    Subseção II  Da Inscrição     Artigo  571  ‐  Ao  final  do  ano  letivo.  2 ‐ docente ocupante de função‐atividade que tencione acumular funções. art. as classes.  mediante  designação  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  n°  444/85.  podendo  haver mais de uma inscrição somente nos casos de:  1 ‐ titular de cargo de uma  unidade escolar que.  3 ‐ docente que pretenda ministrar aulas no ensino regular e também em projeto  da Pasta ou em outras modalidades de ensino.

 mediante análise criteriosa dos títulos e dos históricos dos cursos que  lhes sejam correspondentes. exclusão ou inclusão de disciplinas.  antes de concretizar  sua constituição em nível de unidade escolar.  § 7º ‐ Os candidatos à contratação farão inscrição somente na Diretoria de Ensino  de  sua  opção.  deverá  ser  revisto  e  atualizado  anualmente.  independentemente  de  haver  ou  não  optado  na  inscrição.  na  quantidade  correspondente  à  da  jornada  imediatamente  menor  ou  até  à  da  Jornada  Reduzida. SE nº 98/09.   (Res.  solicitar  a  redução de sua jornada. deverão ser previamente inseridos e qualificados no sistema de cadastro funcional (PAEC  /PAEF) da Secretaria da Educação. arts.  para  fins de participação no processo. para conferência regular das habilitações  e qualificações registradas. de modo geral. no processo inicial. implicando a manutenção. ou para acertos.  ou  àquela  de  escolha  do servidor que pretenda  mudar  de  Diretoria  de  Ensino.  caso  atendam  aos  demais  requisitos.  retratar‐se  da  opção  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino.  terá  validade  de atendimento  até a data‐limite de 30  de novembro do ano  letivo  de  referência. a título de carga suplementar.  conforme  o  caso. desde que permaneça. para possível ampliação no decorrer do ano. verificação de legitimidade e correções.  em  nível  de  Unidade  Escolar  e/ou  de  196 . que o professor tenha  adquirido durante o ano.    Artigo 573 ‐ A opção por alteração de jornada será efetuada apenas no momento  da inscrição. à vista  das matrizes curriculares em vigor na rede estadual de ensino. ou  II ‐ a qualquer tempo. para registro de novas habilitações. retratar‐se definitivamente da opção. 5º e 6º)    Subseção III  Da Classificação dos Inscritos    Artigo 574 ‐ Os docentes inscritos para o processo de atribuição de classes e aulas  serão  classificados.  II  ‐  na  opção  por  manutenção  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  constituição  na  própria  escola.da  unidade.  III  ‐  na  opção  por  ampliação  da  jornada  em  que  esteja  incluído  ‐  não  havendo  condições  para  ampliação  na  unidade  escolar. porém mantendo a totalidade da carga horária atribuída.  que  não  registre  precedente  de  retratação. antes da abertura do período de inscrições relativo ao  processo informatizado de atribuição de classes e aulas.  mas  já  tendo  aulas  atribuídas.  mas sendo facultadas ao docente titular de cargo. ficando vedada qualquer alteração durante o processo inicial ou no decorrer do ano.  sendo  que  os  novos. 4º.  nunca  antes  admitidos  ou  contratados  na  rede  pública  estadual.  §  1º  ‐  A  opção  por  ampliação  de  jornada. na ocasional perda  de  aulas  durante  o  ano. com quantidade correspondente à da  Jornada  Reduzida.  para  evitar  a  constituição de jornada em mais de uma unidade escolar ou para manter o número de unidades  da constituição inicial.  sob pena de responsabilidade. a fim  de  evitar a atribuição em nível de  Diretoria  de  Ensino. na seguinte conformidade:  I ‐ em caráter obrigatório.    Artigo  572  –  O  cadastro  de  qualificação  de  cada  docente  da  unidade  escolar.  § 2º ‐ Faculta‐se também ao titular de cargo a possibilidade de. no mínimo.  declinando  do  atendimento  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. as possibilidades de:  I  ‐  na  opção  por  redução  de jornada ‐  retratar‐se da  opção.  constante  do  sistema  de  cadastro  funcional  (PAEC/PAEF). mantendo‐a válida na Unidade Escolar.

  VI  –  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação  temporária. até no máximo 10 pontos.      Artigo  575  ‐  Os  titulares  de  cargo  serão  classificados. relativo ao provimento do cargo  de que é titular: 10 pontos.  § 1º – O título de Mestre ou de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação.  referente às matérias pedagógicas dos cursos de licenciatura.  na  unidade  escolar. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  III ‐ docentes estáveis. nos termos da Constituição Federal/1988. para atribuição em outro campo de atuação.  b) no Cargo: 0.C. com observância ao campo de atuação indicado nas respectivas inscrições. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos. nº 1. e vice‐versa. abrangidos pela L.001 por dia.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  prevista  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  essa(s)  outra(s)  disciplina(s):  1  ponto  por  certificado.  c) em disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua. no mesmo campo de atuação da inscrição. poderá ser considerado em qualquer  campo de atuação docente e mesmo em mais de um.  c) diploma de Mestre. na  seguinte ordem de prioridade:  I ‐ titulares de cargo.  §  2º  ‐  O  docente  que  acumula  cargos  no  mesmo  campo  de  atuação  poderá  ter  considerado o certificado de aprovação em concurso público de um cargo para fins de classificação  no outro.  no  campo  de  atuação  da  inscrição. até no máximo 50 pontos.  III  ‐  quanto  ao  tempo  de  serviço.  b)  certificado(s)  de  aprovação  em  outro(s)  concurso(s)  de  provas  e  títulos  da  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  com  a  seguinte pontuação para:  a) certificado de aprovação em concurso público. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos. quando em regime de acumulação. nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho ‐ CLT.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  IV  ‐  quanto  aos  títulos. até no máximo 20 pontos.  197 .005 por dia. em campo de atuação diverso.  b) titulares de cargo.010/2007.  V ‐ docentes ocupantes de função‐atividade.002 por dia.  b) na(s) disciplina(s) não específica(s) da licenciatura do cargo. correlato e intrínseco à disciplina do cargo de que é titular  ou à área da Educação.  d) diploma de Doutor.  observado  o campo  de  atuação  referente  às  classes  ou  às  aulas  a  serem  atribuídas.  II ‐ titulares de cargo.  até  no  máximo  5  pontos. ainda  que  de  outra(s)  disciplina(s).  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0. no próprio campo de atuação.  na  seguinte  conformidade:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) titulares de cargo nomeados por concurso público.Diretoria de Ensino.  II ‐ quanto à habilitação:  a) na disciplina específica do cargo.  com  a  seguinte pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0.  IV ‐ docentes estáveis.

  § 8º ‐  O  tempo  de  serviço. fica  caracterizado como tempo de serviço no próprio campo de atuação.§ 3º ‐ A classificação dos titulares de cargo inscritos para designação nos termos  do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 dar‐se‐á em nível da Diretoria de Ensino indicada na  inscrição.  mediante  programas  de  demissão  voluntária  (PDV). inclusive em demissão voluntária (PDV). o  tempo de serviço.  §  14  ‐  Em  casos  de  empate  de  pontuação  na  classificação  dos  inscritos. será  sempre desconsiderada a pontuação referente ao tempo de serviço prestado na unidade escolar.  nomeações.  § 12 ‐ Não será considerado.  readaptações  e  outros  afastamentos.  § 11 ‐ O tempo de serviço trabalhado fora da unidade de origem.  § 13 ‐ Na contagem de tempo de serviço.  se  houver. e também às atribuições do decorrer do ano. que deverá ser refeita integralmente a  cada  ano. trabalhado na  condição de  titular de  cargo  do  qual o  docente tenha se exonerado. no cargo.  o  desempate deverá se efetuar na seguinte ordem de critérios:  1) pela idade.  §  5º  ‐  Os  titulares  de  cargo  inscritos  para  atribuição  de  carga  suplementar  em  outro campo de atuação serão classificados apenas com o tempo de serviço e os títulos referentes  unicamente à carga suplementar.  § 4º ‐ A contagem do tempo de serviço do docente efetivo. quando for o  caso. na unidade escolar e  também  no  magistério  público  oficial.  poderá  ser  regularmente  considerado  para  fins  de  classificação.  inclusive  o  tempo  de  serviço  na  condição de readaptado. para fins de classificação do docente aposentado.  § 6º ‐ O tempo de serviço do titular de cargo de Professor Educação Básica I ou de  Professor  Educação  Básica  II  ‐  Educação  Especial. não podendo ser considerado  na classificação relativa à carga suplementar em outro campo de atuação.  a  qualquer  título.  198 .  observado. exceto o exercido em órgãos centrais da Pasta ou nas Diretorias de  Ensino e Oficinas Pedagógicas. será computado regularmente para fins de classificação no processo de  atribuição de classes e aulas.  §  10  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente. sendo computado apenas como tempo  de  magistério  e  como  tempo  de  unidade  escolar. entre seus pares da mesma classe docente. ou ainda junto aos convênios de municipalização do ensino.  3) por encargos de família (maior número de dependentes). no magistério e mesmo na unidade escolar.  não  será  considerado  para  pontuação na Unidade Escolar. devendo ser excluídos o tempo de serviço e os títulos relativos  ao campo de atuação correspondente ao cargo. não poderá ser considerado  como tempo no atual cargo ou na atual função‐atividade. quando maior ou igual a 60 (sessenta) anos – Estatuto do Idoso.  incluirá  os  períodos  trabalhados  em  funções‐atividade  ou  em  contratações  anteriores  ao  ingresso.  desde  que  exercidos  no  próprio  campo  de  atuação  do  docente. compondo a respectiva Jornada de Trabalho Docente. prestado até a data da aposentadoria.  destinada  a  qualquer etapa do processo inicial. neste nível. em designações.  serão  utilizados  os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  para  concessão  de  Adicional por Tempo de Serviço.  trabalhado  em  afastamentos  a  qualquer  título.  2)  pelo  maior  tempo  de  serviço  no  Magistério  Público  Oficial  da  Secretaria  da  Educação do Estado de São Paulo.  §  7º  ‐  O  tempo  de  serviço  do  docente  que  tenha  sido  indenizado.  o  campo de atuação.  em  ambos  os  casos. observados o campo de atuação e sua atual situação.  §  9º  ‐  Para  fins  de  classificação  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. em qualquer campo de atuação. sendo que a data‐limite da contagem de tempo é sempre 30 de  junho do ano precedente ao de referência.  desde  que  autorizados  sem  prejuízo  de  vencimentos.  quando  trabalhado  com  aulas  de  campo  de  atuação diverso do que lhe é próprio.

  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.  quando  inscritos  para atuar em regime de acumulação. não se considerando a  existência nem o tipo de vínculo empregatício. por situação funcional e também por tempo de serviço. referente às matérias pedagógicas: 5 pontos.005 por dia.  nº  1.  a  obtenção  de  pontos  inferior  a  40  (quarenta) caracterizará a não aprovação do docente/candidato.  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  para  a  qual  é  habilitado/qualificado ou à área da Educação.  II ‐ quanto ao tempo de serviço.  desde  que  comprove  atendimento  à  habilitação  exigida  no  Edital  do(s)  concurso(s)  para  o  campo  de  atuação  (séries  iniciais  do  EF)  ou  para  a  área  de  necessidade  especial  (Educação  Especial)  ou  para  a  disciplina  (EF/EM).  IV – quanto ao resultado da participação no processo de avaliação anual – nota da  prova eliminatória: máximo de 80 pontos. deverão ser sempre computados  isoladamente. no campo de atuação da inscrição.    §  1º  ‐  No  Processo  de  avaliação  anual.  celetistas  e  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  F.  abrangidos  pela  L.  §  2º  ‐  Os  tempos  de  serviço  trabalhados  pelo  docente  em  campos  de  atuação  distintos.  independentemente  de  o  docente  pretender  ou  não  trabalhar em regime de acumulação.  b)  diploma  de  Mestre.4) pela maior idade.  c)  diploma  de  Doutor.002 por dia. pela Constituição Federal/1988 (categoria P).  no  campo  de  atuação  da  inscrição.  b) na Função: 0. até no máximo 10 pontos. até no máximo 20 pontos.  com  a  seguinte  pontuação para:  a) certificado(s) de aprovação em concurso(s) de provas e títulos desta Secretaria  da  Educação. até 5 pontos. referente às matérias pedagógicas: 10 pontos.  §  4º  ‐  As  disposições  dos  parágrafos  anteriores  aplicam‐se  igualmente  aos  docentes  estáveis. por títulos e pelo  resultado do processo de avaliação anual.  dos  docentes  contratados  de  categoria O e dos candidatos à contratação será indiscriminada e conjunta.C. em campo de atuação diverso do referente à sua situação  funcional.    Artigo  576  ‐  A  classificação  dos  docentes  estáveis  e  celetistas.  c)  docentes  ocupantes  de  função‐atividade. conforme o caso: 1 ponto por certificado.  III  ‐  quanto  aos  títulos.001 por dia. pela CLT (categoria N).  d)  demais  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  (categoria  L)  e  candidatos  à  contratação. por corresponderem a situações passíveis de acúmulo.  para  todos  os  fins  e  efeitos. para os inscritos com idade inferior a 60 (sessenta) anos.  por  habilitação  e  qualificação docentes.010/2007  (categoria F).  dar‐se‐á  por  campo  de  atuação  e/ou  por  áreas  de  disciplinas  e  por  áreas  da  Educação  Especial.  bem  como  a  dos  demais  ocupantes  de  função‐atividade  e  dos  candidatos  à  contratação. conforme segue:  I ‐ quanto à situação funcional:  a) docentes estáveis. em prova eliminatória. com a seguinte  pontuação e limites:  a) na Unidade Escolar: 0.  referente(s)  ao  mesmo  campo  de  atuação  da  inscrição.  b) docentes estáveis.  c) no Magistério Público Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  0.  §  3º  ‐  A  classificação  dos  docentes  de  categoria  L. até no máximo 50 pontos.  199 . que não será classificado e ficará  impedido de participar do processo de atribuição de classes e aulas do ano de referência.

 em outro campo de atuação. caracteriza‐se:  1  ‐  para  o  Professor  Educação  Básica  I.  III ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para: Ampliação de Jornada de  Trabalho.  com  atribuição  de  classe  livre  das  séries/anos iniciais do Ensino Fundamental. com atribuição de classe ou sala de recurso  livre da área de necessidade especial relativa ao seu cargo.  b) docentes celetistas. abrangidos pela L.   (Res. 8º e 9º)    Subseção IV  Da Atribuição no Processo Inicial     Artigo  577 ‐  A  atribuição de  classes e de  aulas. consideradas as Fases 1 e 2. não atendida na Fase 1.  VII  ‐  Fase  2  ‐  de  Diretoria  de  Ensino  ‐  Titulares  de  cargo  para  Designação.  VI ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.  b) dos removidos ex officio com opção de retorno. na seguinte conformidade:  a) docentes estáveis. respectivamente.  d) demais ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação. não atendida na Fase 1.  aos  docentes  inscritos e classificados nos distintos campos de atuação. exceto o disposto nos §§ 2º ao 6º do artigo anterior.  200 .  nos  termos do artigo 22 da Lei Complementar n° 444/85.1 ‐ a docentes não totalmente atendidos na Fase 1. 7º. de Unidade  Escolar e de Diretoria de Ensino.2 ‐ em caráter obrigatório a docentes adidos e excedentes. a que se refere a alínea “a” do inciso II deste artigo.  b)  Composição  de  Jornada  de  Trabalho.  b) Carga Suplementar de Trabalho. não atendida na Fase 1. no Ensino Fundamental e/ou Médio.   b) Carga Suplementar.nº 1.  V ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para:  a) Carga Suplementar de Trabalho.  c) docentes ocupantes de função‐atividade.010/2007. obedecerá a seguinte ordem sequencial:  I ‐ Fase 1 ‐ de Unidade Escolar ‐ Titulares de cargo para Constituição de Jornada de  Trabalho:  a) dos classificados na unidade escolar. nesta ordem e em caráter obrigatório.  II ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para:  a) Constituição de Jornada de Trabalho.  2 ‐ para o Professor Educação Básica II. no Ensino Fundamental e/ou Médio.  no  processo  inicial.  VIII ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Ocupantes de função‐atividade e candidatos  à contratação para atribuição de carga horária.§ 5º ‐ Na classificação dos docentes e candidatos à contratação de que trata este  artigo.  §  1º  –  A  constituição  regular  das  jornadas  de  trabalho  dos  docentes  titulares  de  cargo.C. arts. com atribuição de aulas livres da disciplina  específica do cargo.  IV ‐ Fase 2 ‐ de Diretoria de Ensino ‐ Titulares de cargo para Ampliação de Jornada  de Trabalho.  aplicam‐se  analogamente  as  mesmas  normas  e  critérios  referentes  à  classificação  dos  titulares de cargo.   a. em outro campo de atuação. na seguinte ordem de prioridade:  a. SE nº 98/09.  a  docentes  parcialmente  atendidos  na  constituição e a docentes adidos.  3 ‐ para o Professor Educação Básica II.

 a que se refere a  alínea “b” do inciso II deste artigo.  § 7º ‐ A jornada de trabalho do docente somente poderá ser ampliada com classe  ou com aulas do ensino regular.  §  4º  –  O  docente  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. a seu expresso pedido. quando a carga  horária atribuída exceder esta jornada. turmas ou aulas de Projetos da Pasta e de outras modalidades de  ensino. em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino.  aulas  destinadas  ao  desenvolvimento  das  atividades  de  recuperação.  § 3º – Na impossibilidade de constituição da jornada em que esteja incluído.  de  disciplinas  para  as  quais  possua  licenciatura  plena.  §  9º  ‐  A  atribuição  de  aulas  aos  candidatos  à  contratação  e  aos  ocupantes  de  função‐atividade. nas respectivas jornadas. se em escolas vinculadas  ou provisórias.  que  se  encontrem com quantidade de aulas inferior à carga horária das respectivas jornadas. do próprio campo de atuação e/ou da disciplina  específica do cargo.  sem  descaracterizar a condição de adido.  no  caso  de  se  encontrar  com quantidade de aulas inferior à da Jornada Inicial. conforme o caso.  3  ‐  com  aulas. se for o caso.  com  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas. pela carga horária  correspondente à da Jornada Reduzida de Trabalho.  devendo manter a totalidade das aulas atribuídas. deverá se dar.  livres  ou  em  substituição. ser incluído  em  Jornada  Reduzida. ou de disciplinas decorrentes de outra(s) licenciatura(s) plena(s) que possua. se for o caso. somente podendo se concretizar com a efetiva assunção do  seu  exercício  em  sala  de  aula.  ao  titular  de  cargo  de  PEB  I  ou  de  PEB  II  ‐  Educação  Especial.  de  disciplinas  não  específicas  da  licenciatura do cargo.  desde  que  mantenha  a  totalidade  das  aulas  atribuídas. as  aulas  livres  da  disciplina  específica  do  seu  cargo. sem descaracterizar esta condição.  o  docente  poderá  completar  a  constituição  de  sua jornada com aulas livres da(s) disciplina(s) não específica(s) da mesma licenciatura. sem descaracterizar a condição de adido. a título de carga suplementar.  4 ‐ com classes. vedada a ampliação com aulas da Educação de Jovens e Adultos –  EJA.  com  classes  ou  aulas  de  projetos  da  Pasta  e  outras  modalidades de ensino ou com classes ou aulas de escolas vinculadas ou provisórias. inclusive aos estáveis e celetistas.  o  docente  terá  redução  compulsória  de  sua  jornada para a jornada imediatamente inferior e/ou no mínimo para a Jornada Inicial de Trabalho. desde que  após a atribuição aos titulares de cargo dessa(s) disciplina(s). situações em que a jornada será  ampliada de imediato. em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  2  ‐  com  aulas. poderá. no respectivo campo de atuação e/ou na disciplina específica do cargo.  ao titular de cargo de PEB‐II.   §  8º  ‐  As  classes  de  1ª  e  2ª  séries/anos  do  Ensino  Fundamental  deverão  ser  atribuídas preferencialmente a docentes que comprovem participação no Programa de Formação  para Professores Alfabetizadores promovido pela Secretaria da Educação (“Letra e Vida”) ou por  Secretarias Municipais de Educação do Estado de São Paulo (“PROFA”). inclusive os  que estiverem na condição de adido. desde que composta integralmente em uma  201 . deverão proceder à composição de jornada.  livres  ou  em  substituição. sendo que  no caso de adidos. observada a seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ com classe ou aulas em substituição.  §  5º  ‐  Os  docentes  incluídos  em  Jornada  Inicial  ou  em  Jornada  Reduzida.§ 2º ‐ Quando esgotadas. no mínimo. ou mesmo livres.  a  título  de  carga  suplementar.  exceto  quando  ocorrer  no  processo  inicial  para  docentes  que  se  encontrem  em  afastamento  pelos  convênios  de  municipalização  do  ensino  ou  junto  a  órgãos  centrais da Pasta.  § 6º ‐ A ampliação da jornada de trabalho dos docentes titulares de cargo far‐se‐á  exclusivamente com classes ou com aulas livres. Diretorias de Ensino ou Oficinas Pedagógicas.

  no  dia  imediato  ao  da  atribuição. na sequência. de acordo com o disposto no artigo 580. para constituição e  ampliação  de  jornada. atribuídas a outro professor. para atribuição a partir das respectivas etapas. e.  a  partir  da  etapa  de  composição  de  jornada  de  trabalho.  § 19 ‐ A redução da carga horária do docente. por procuração legal. na efetiva assunção de seu exercício.  § 15 ‐ Os titulares de cargo que já se encontrem. vier a perder a totalidade das  aulas anteriormente atribuídas nessa unidade.  no  processo  inicial  e  também  durante  o  ano.  §  10  –  Os  docentes  que  se  encontrem  em  licenças  ou  afastamentos  a  qualquer  título  podem  participar  regularmente  da  atribuição  de  classes  e  aulas  do  processo  inicial. ou da  perda  de  classe  ou  de  aulas  durante  o  ano. resultante da atribuição de carga horária menor.  ou  se  fazer representar. terá como sede de controle de frequência (SCF). em licença ou afastamento a qualquer título. ou que estarão.  § 13 ‐ As classes e/ou as aulas em substituição. em afastamento  nos  termos  do  convênio  de  municipalização  do  ensino.  § 12 – O disposto no parágrafo anterior aplica‐se também às aulas em substituição  da carga suplementar do titular de cargo e à classe ou às aulas em substituição do ocupante de  função‐atividade.  que se encontrem em  afastamento já  concretizado  anteriormente ao início  do  processo. não podendo se encontrar em afastamento de qualquer espécie.  estarão  disponíveis  para  atribuição. que  também se encontre em afastamento já concretizado.    202 .  § 18 ‐ O aumento de carga horária. somente poderão ser atribuídas a docente  que venha efetivamente a assumi‐las e/ou ministrá‐las.  desde  que  esta  quantidade  não  consista  exclusivamente  de  aulas  de  projetos  da  Pasta  e/ou  de  outras  modalidades  de  ensino.  e  também  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  e  a  candidatos  à  contratação.  na  rede  pública  estadual.  § 16 ‐ As aulas das disciplinas de Arte e de Educação Física das séries/anos iniciais  do Ensino Fundamental poderão ser atribuídas a docentes titulares de cargo.  como  carga  horária  de  trabalho. fixada por todo o ano letivo. mesmo  com relação à jornada.  independentemente  de  o  docente  se  encontrar  em  exercício  ou  em  licença/afastamento  a  qualquer título. no processo inicial. somente se forem efetivamente ministrá‐las.  será  concretizada  de  imediato  à  ocorrência. com aulas atribuídas em mais de uma unidade  escolar. para designações pelo artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85 e para carga horária do  ocupante de função‐atividade e do candidato à contratação (Fase 2).  se  este  for  efetivamente  assumi‐la ou ministrá‐las.  ao  docente  que  se  encontre  ou  venha  a  estar.  § 14 ‐ A composição de jornada com classe ou aulas em substituição somente será  efetuada  ao  docente  adido  ou  com  jornada  parcialmente  constituída. durante o ano. em nível de Diretoria de Ensino (Fase 2).  que  se  encontrem  em  afastamento  já  concretizado  antes  do  início  do  processo.  bem  como  para  carga  suplementar. inclusive do titular de cargo. para este fim.  poderão. para todos os  fins e efeitos. se houver compatibilidade de horários e de distância entre as  unidades.  somente podendo ser mudada a sede se o docente. somente será concretizado. sendo expressamente vedada a atribuição  de substituições sequenciais. ou em mais de uma.   § 17 ‐ O candidato à contratação. para carga suplementar (Fases  1 e 2).  § 11 ‐ As classes ou as aulas atribuídas para constituição das jornadas de trabalho  de  titulares  de  cargo. resultante da atribuição no processo inicial e  mesmo  durante  o  ano.  ter  aulas  atribuídas  a  título  de  carga  suplementar  de  trabalho.única escola. a unidade  em  que  tenha  obtido  a  maior  quantidade  de  aulas  atribuídas.  desde  que  habilitados ou qualificados para essas aulas.

 somente  podendo  haver  cessação  em  data  anterior  se  a  mesma  ocorrer  por  proposta  do  Diretor  da  unidade.  em  virtude  de  readaptações.   3  ‐  na  Etapa  Complementar. devendo ocorrer. nas Fases 1 e 2.  observados  os  campos  de  atuação. já caracterizada como atribuição durante o ano. nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85. deverá ser sempre  maior ou igual à carga horária total atribuída ao titular de cargo em seu órgão de origem.  Fases  1  e  2. a todos os inscritos.  por  período  fechado.  decorrentes  de  licenças  e  afastamentos.  § 1º ‐ A atribuição de vagas para designação prevista neste artigo realizar‐se‐á uma  única vez ao ano. as classes e as classes/salas de recurso que se encontravam  bloqueadas nas unidades escolares de origem. podendo  203 . inclusive os qualificados nos  termos do § 2º dos citados artigos. somente com as  aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da Etapa Preliminar.  aos  candidatos  inscritos  no  processo. aos inscritos qualificados  nos termos do § 1º dos artigos 580 e 584.  a  Comissão  de  Atribuição  de  Classes  e  Aulas  coordenará  a  atribuição  de  vagas  para  contratações  em  caráter  eventual.  falecimento  ou  exonerações.  a  atribuição  dar‐se‐á  exclusivamente  a  docentes e candidatos habilitados.  estarão  disponíveis  para  atribuição  apenas  na  unidade escolar de origem. até a ocasião da  atribuição que se realizará na Etapa Complementar do processo inicial.  a  Intermediária  e  a  Complementar.  § 2º ‐ A carga horária da designação.  que  se  distinguem entre si pelos tipos de atribuição referentes à ordem de prioridade das habilitações e  das qualificações profissionais docentes. ficarão bloqueadas na unidade escolar de  origem. a atribuição far‐se‐á.  assim  como  as  que  surgirem  em  substituição.  §  3º  –  Com  relação  às  habilitações  e  às  qualificações  dos  docentes  e  candidatos  inscritos  para  o  processo  inicial  de  atribuição. ouvido o Conselho de Escola e assegurada ao docente a oportunidade de ampla defesa.  as  habilitações/qualificações.  quais  sejam:  a  Etapa  Preliminar.  mediante  ato  de  designação. paralela ao processo  inicial. a qualquer título.    Artigo 579 ‐ A atribuição de classe ou de aulas ao titular de cargo.Artigo 578 – O processo inicial de atribuição de classes e aulas consiste de 3 (três)  etapas  sequenciais.  §  4º  –  Encerrada  a  Etapa  Complementar. bem como a ordem de classificação e a disponibilidade dos candidatos. na Etapa Preliminar do processo inicial. far‐se‐á exclusivamente no próprio campo de atuação  do  docente. nos termos dos artigos 580 e 584. iniciados neste período.  a  fim  de  suprir  as  unidades  escolares  com  carência  de  professores  para  iniciar  o  ano  letivo  e  também no seu decorrer.  com  duração  mínima  de  200  (duzentos) dias e no máximo até a data‐limite de 30 de dezembro do ano da atribuição. nos termos do caput dos artigos 580 e 584. com as aulas e as classes/salas de recurso remanescentes da  Etapa Intermediária e mais as aulas.  em nível de Diretoria de Ensino. exclusivamente para constituição de jornada dos titulares de cargo da  unidade.  a  atribuição  será  realizada  em  nível  de  Diretoria  de  Ensino (Fase 2).  § 1º ‐ As classes e as aulas atribuídas a titulares de cargo. por terem surgido durante o desenvolvimento do  processo. de acordo com o disposto no parágrafo anterior. de que trata este artigo.   2 ‐ na Etapa Intermediária.  aposentadorias.  nos  campos  de  atuação  referentes  a  aulas  dos  Ensinos  Fundamental  e  Médio  e  a  classes/salas  de  recurso  da  Educação  Especial. correspondendo ao momento da atribuição a ocupantes de função‐atividade e candidatos à  contratação na Diretoria de Ensino.  §  2º  ‐  As  classes  e  aulas  livres  que  remanescerem  da  atribuição  prevista  no  parágrafo  anterior.  sem  vínculo  empregatício.  que  tenham  sido  liberadas  neste  período.  deverá  ser  observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  na  Etapa  Preliminar. na Etapa Preliminar do  processo  inicial.

 livres  ou em substituição a um único docente.  §  4º  ‐  A  carga  horária  do  docente  que  for  contemplado  com  a  designação  nos  termos  deste  artigo  não  poderá  ser  atribuída  sequencialmente  em  outra  designação. somente consistirá  de  um  único  tipo  de  aulas.  não  podendo  ser  desmembrada. que venha a ocorrer por qualquer motivo.  § 11 ‐ Na vigência da designação.  §  12  ‐  Poderá  ser  mantida  a  designação.   2  –  apresente. por classe ou por aulas.  a  título de carga suplementar em outro campo de atuação. nos termos deste artigo.  à  jornada  de  trabalho  em  que  esteja  incluído.  §  9º  ‐  As  classes  ou  as  aulas  de  titulares  de  cargo.  sendo  também  vedado  o  aumento  ou  a  recomposição  da  carga horária fixada na designação. desde que não cause qualquer  prejuízo aos demais titulares de cargo da unidade escolar e da Diretoria de Ensino. de acordo com o campo de atuação do designado. implicará a imediata cessação  da designação.  § 5º ‐ Não poderão integrar a carga horária da designação:  1 ‐ classes ou aulas de projetos da Pasta e outras modalidades de ensino. desde que não haja interrupção entre seus afastamentos nem  alteração de carga horária. por período não inferior a 200 (duzentos) dias.  §  10  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85  não  poderá  participar  de  atribuições  de  classes  ou  aulas  durante  o  ano.  quando  o  docente  substituído  tiver  mudado o motivo da substituição.  3 ‐ turmas de Atividades Curriculares Desportivas. a redução da respectiva carga horária.  se  já  publicada a concessão da licença. em razão  de perda parcial de aulas. exceto na atribuição de classes das séries/anos iniciais do EF e de classes/salas de  recurso  da  Educação  Especial. enquanto a mesma perdurar.  5 – aulas livres de Disciplinas de Apoio Curricular (DAC).   § 6º ‐ A carga horária da designação.  204 .  2 – turmas ou aulas de cursos semestrais ou outros de menor duração.  § 3º ‐ Não poderá participar da atribuição de vagas para designação nos termos do  artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  na  unidade  de  exercício  ou  na  Diretoria  de  Ensino.ser constituída.  somente  poderão  compor  a  carga  horária  de  designações  em  substituição.  em  que  o  titular  substituído  encontre‐se  com  aulas  atribuídas. ou quando ocorrer a vacância do cargo.  deverá  abranger  uma  única  unidade  escolar  e  apenas  na  disciplina  específica  do  cargo  do  titular  designado. nos termos deste artigo.  correspondendo.  no  ano  letivo  anterior.  nos últimos 3 (três) anos. quando constituída  de  aulas  livres.  no  mínimo.  4 – aulas do Ensino Religioso.  § 7º – Quando se tratar de substituição. exceto pela reassunção de exercício  do titular substituído.  3  ‐  conte  com  registro  de  cessação  de  designação.  de  mesmo  fundamento legal.  que  estejam  afastados  em  licença‐saúde. a pedido ou por qualquer motivo.  devendo  ficar bloqueada. no caso de ser docente  ingressante. a carga horária total do titular de cargo  substituído  deverá  ser  assumida  integralmente  pelo  docente  designado.  quantidade  de  ausências  superior  a  12  (doze) faltas de qualquer espécie. em sua unidade de origem.  § 8º – A carga horária da designação. vedada a soma  de possíveis prorrogações de licença concedida por período menor.  não  podendo  ser  composta  por  aulas  livres  e  em  substituição  ao  mesmo tempo. até a atribuição regular de classes e aulas referente à  Etapa Complementar do processo inicial. o titular de cargo que:  1 – esteja em período de estágio probatório ou vá iniciá‐lo.

 desde  que na área da disciplina a ser atribuída. deverão constar expressamente:  1 ‐ o período fechado da designação.  2 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena.  § 14 ‐ A vigência da designação terá início no primeiro dia letivo do ano. desde que  da área da disciplina a ser atribuída.  seja  como  habilitação  específica  ou  como  não  específica  desta  licenciatura.  o  docente  poderá  usufruir  licença‐saúde.  além  dos  dados  funcionais  e  de  identificação  do  docente designado. sem necessidade de cessação da designação.  2  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena. no primeiro dia de sua vigência. identificada pelo histórico do curso.  ao  titular  de  cargo  que  se  encontre  em  licença ou afastamento a qualquer título. desde que da área da disciplina a ser atribuída. atribuição de aulas na seguinte conformidade:  1 ‐ a portadores de diploma de licenciatura plena em disciplina diversa. exclusivamente em nível  de Diretoria de Ensino.  as  aulas  remanescentes  poderão  ser  atribuídas  por  qualificações  docentes.  licença  à  gestante e licença‐prêmio. poderá haver.  3 ‐ a portadores de diploma de bacharel ou de tecnólogo de nível superior. far‐se‐á aos inscritos devidamente habilitados. na disciplina  específica  da  licenciatura. discriminadas por disciplina.  exceto  para  ampliação  de  jornada.  que  já  tenham  cumprido.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  3 ‐ a carga horária da designação.  § 2º ‐ Se ainda comprovada a necessidade.  para  todos  os  fins  e  efeitos. no primeiro dia letivo do ano.§  13  ‐  Do  ato  de  designação.  §  15  ‐  O  exercício  do  docente  na  unidade  de  destino.  3 ‐ a alunos do último ano de curso devidamente reconhecido de bacharelado ou  de tecnologia de nível superior. identificada pelo  histórico do curso.  205 . de origem e de destino. ficando  vedada  a  atribuição  de  classe  ou  aulas. tanto no processo inicial. devendo também ser anulada a atribuição do docente  que não comparecer à unidade escolar da designação.  apenas  nas  disciplinas  decorrentes desta licenciatura e exclusivamente no Ensino Fundamental. concretizará.  2 ‐ as unidades escolares.  50%  (cinquenta  por  cento)  do  curso. quanto durante o  ano. bem como o motivo e o período de  seu impedimento. identificada pelo histórico do curso. a carga horária total  de  sua  atribuição  na  unidade  de  origem. mencionada a classe atribuída ou a quantidade  de aulas.  com  a  carga  horária  da  designação. e  4 ‐ os dados funcionais do docente substituído.  §  16  –  Enquanto  designado.  no  mínimo.  em nível de Unidade Escolar e de Diretoria de Ensino. portadores de diploma de licenciatura plena  na  disciplina  a  ser  atribuída. citados os respectivos municípios  e/ou Diretorias de Ensino.     Artigo 580 ‐ A atribuição de aulas de disciplinas do Ensino Fundamental e Médio. somente na disciplina específica desta licenciatura. observada a seguinte ordem de prioridade:  1  ‐  aos  portadores  de  diploma  de  licenciatura  curta. no mesmo momento.  para  este  fim. nos casos de designação em substituição.  §  17  ‐  O  docente  designado  nos  termos  do  artigo  22  da  Lei  Complementar  nº  444/85 não poderá desistir da designação para reassumir o exercício do cargo de origem antes do  término do prazo de 200 (duzentos) dias.

   § 1º ‐ Para fins de reconhecimento de vínculo junto à unidade escolar. o primeiro dia letivo do segundo termo. conforme dispõe o parágrafo anterior. a que se condicionam as qualificações  previstas nos §§ 1º e 2º deste artigo.  § 3º ‐ A atribuição de aulas da disciplina de Educação Física.  para  carga suplementar do titular de cargo e para carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  206 . para o qual  perderá as referidas aulas.4 ‐ a alunos de curso devidamente reconhecido de licenciatura plena. no momento da  inscrição e a cada sessão de atribuição de aulas durante o ano.  devendo  realizar‐se  no  processo  inicial.  e  posteriormente.  § 4º ‐ Os alunos de cursos de nível superior deverão comprovar.  que  passará  a  ser  identificada  como  disciplina correlata do referido curso. em observância à Lei  Estadual nº 11.  assim  como  para  efeitos  de  perda  total  ou  de  redução  da  carga  horária  do  docente  com  aulas  atribuídas  no  curso  de  Educação  de  Jovens  e  Adultos.  §  5º  ‐  O  candidato  à  contratação  que  não  possua  habilitação  ou  qualquer  qualificação para a disciplina ou área de necessidade especial cujas aulas lhe sejam atribuídas. excetuado desta perda o portador de diploma de licenciatura  curta. observados os  mesmos  critérios  de  habilitação  e  de  qualificação  docentes. perderá a qualquer tempo as referidas aulas. a matrícula no  respectivo curso.  ao  qual  se  tenham  atribuído  aulas  para  as  quais  não  possua  habilitação. a  fim de concorrer à atribuição de aulas do ensino regular na Diretoria de Ensino. ou em História.  §  2º  ‐  No  processo  inicial.    Artigo  582  ‐  As  aulas  do  Ensino  Religioso  serão  atribuídas  exclusivamente  aos  inscritos habilitados.  §  8º  –  O  docente. será  contratado a título eventual. cuja apresentação é obrigatória para o registro da habilitação específica.  bem como a efetiva frequência.  no  mínimo. em termos  de  classificação.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  na  disciplina. na disciplina  específica. portadores de diploma de licenciatura plena em Filosofia.  caracterizadas  como  de  disciplina  não  específica  destas  licenciaturas.  na  área  da  disciplina. será efetuada apenas a docentes e candidatos devidamente habilitados.  § 7º ‐ O diploma e o histórico do curso de bacharelado ou de tecnologia de nível  superior. ao início do segundo termo.  exclusivamente. mediante documentos atualizados  (atestado/declaração)  expedidos  pela  instituição  de  ensino  superior  que  esteja  regularmente  frequentando.    Artigo 581 ‐ A atribuição de aulas dos cursos de Educação de Jovens e Adultos ‐ EJA  terá validade semestral e será efetuada juntamente com as aulas do ensino regular. no cadastro de  qualificação do portador de certificado de licenciatura plena.  o  docente  titular  de  cargo  poderá  declinar da atribuição de aulas da Educação de Jovens e Adultos.  em  que  se  registre. até que se apresente candidato habilitado ou qualificado. no ensino fundamental. observadas as disposições do artigo 590. na existência de candidato portador de  licenciatura plena correspondente.  para  o  primeiro  termo  do  curso. em nível de unidade escolar. deverá se processar mediante a análise do histórico do curso.  vedada  a  atribuição  nos  termos  dos  parágrafos anteriores.  § 6º ‐ A identificação da área da disciplina. ou  em  Ciências  Sociais. no semestre correspondente.  ou  de  bacharelado/tecnologia  de  nível  superior.  considera‐se  como  término do primeiro termo do curso.  na  forma  prevista  em  regulamento  específico.  que  se  encontrem cursando qualquer semestre.361/2003. com aulas atribuídas de disciplina de sua formação. também se prestarão à identificação de  disciplinas correlatas.  o  somatório  de  160  (cento  e  sessenta)  horas  de  estudos  de  disciplinas  afins/conteúdos  da  disciplina  a  ser  atribuída. obtido nos termos da Resolução CNE  nº 2/97 ou da Portaria Ministerial nº 432/71 (Esquema I).

  com  certificado  de  curso  de  especialização.  ministradas em classes regidas por professores especializados e em salas de recurso.  2  ‐  3  (três)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Básica  de  Trabalho  Docente.candidato à contratação.  §  1º  ‐  Esgotadas  as  possibilidades  de  atribuição  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  com  certificado  de  curso  de  especialização. 2 (duas) e no máximo 3 (três) horas de duração por turma.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. respeitados os seguintes limites máximos:  1  ‐  2  (duas)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  exceto  a  Jornada  Reduzida  de  Trabalho  Docente. com habilitação específica na área  de necessidade especial das referidas aulas.  de  no  mínimo  360  (trezentas  e  sessenta) horas.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior. específico na área de necessidade  especial das aulas.   §  2º  ‐  A  constituição  de  que  trata  o  parágrafo  anterior  deverá  ser  revista  pelo  Diretor de Escola sempre que a unidade escolar apresentar aulas disponíveis da matriz curricular  de Educação Física das séries finais do ensino fundamental e do ensino médio. deverão ser  atribuídas  a  docentes  e  candidatos  devidamente  habilitados.    Artigo 583 ‐ As turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  aperfeiçoamento  ou  extensão  207 . específico na área de necessidade especial das aulas. no mínimo.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  ordem  de  prioridade de qualificações:  1  ‐  a  alunos  de  último  ano  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu  senso  (Mestrado/Doutorado)  na  área  de  necessidade especial das aulas a serem atribuídas. com carga horária  semanal de.  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Educação  Física. inclusive como carga suplementar de  trabalho. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.  6  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal  Superior.  §  1º  ‐  As  aulas  das  turmas  de  Atividades  Curriculares  Desportivas  poderão  constituir  a  Jornada  de  Trabalho  dos  titulares  de  cargo. se essas aulas forem  relativas a turmas já constituídas e devidamente homologadas pela Diretoria de Ensino.  § 3º ‐ Fica expressamente vedada a contração de candidatos exclusivamente para  a ministração de aulas disponíveis de turmas de Atividades Curriculares Desportivas.  portadores  de  diploma  de  licenciatura plena em Pedagogia ou de curso Normal Superior.  com  curso  de  pós‐graduação  strictu senso (Mestrado/Doutorado) na área de necessidade especial das aulas a serem atribuídas.    Artigo  584  ‐  As  aulas  do  Serviço  de  Apoio  Pedagógico  Especializado  ‐  SAPE. mantidas no  final  do  ano  letivo  pelo  Conselho  de  Escola.  preferencialmente aos titulares de cargo da unidade escolar.  deverão  ser  atribuídas  somente  a  docentes  devidamente  habilitados.   3  ‐  4  (quatro)  turmas  para  o  docente  incluído  em  Jornada  Integral  de  Trabalho  Docente. o que poderá ocorrer  a partir do processo  inicial.

  7  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. especialização em uma única área de necessidade especial.  §  5º  ‐  Não  poderá  ser  considerada. no mínimo. exceto quando se comprove.  a  formação  profissional  decorrente  de  cursos  de  qualquer  espécie  e/ou  nível.  que  versem  sobre  múltiplas áreas de necessidade especial. aperfeiçoamento ou extensão cultural específico na área de  necessidade especial das aulas. ainda. com no mínimo 30  (trinta)  horas. específico  na área de necessidade especial das aulas. aperfeiçoamento ou extensão  cultural.  com  certificado  de  curso de especialização.  com  certificado  de  curso  de  especialização.  fornecido  por  órgão  especializado.  específico  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas. com certificado de curso de treinamento ou de atualização.   § 3º ‐ As aulas das salas de recurso poderão ser atribuídas a docentes titulares de  cargo para constituição da jornada de trabalho.  específico  na  área  de  necessidade especial das aulas.  com  certificado de curso de especialização. nesta ordem de prioridade.  fornecido  por  órgão  especializado. específico na área de necessidade especial das aulas.  para  fins  da  atribuição  de  aulas  do  SAPE. que já tenham cumprido. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas. de no mínimo 120 (cento e vinte)  horas.  de  notória  idoneidade. para atuação exclusivamente em salas de recurso. sem o devido aprofundamento de estudos na habilitação  ou qualificação específica. de no mínimo 120 (cento e vinte) horas. específico na área de necessidade especial das aulas. de no mínimo 360 (trezentas e sessenta) horas.  5  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  ou de diploma  de  nível  médio  com habilitação em Magistério.  com  no  mínimo  30  (trinta)  horas.  § 2º – Verificada. no mínimo.  3  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena.cultural.  para  atuação  exclusivamente em salas de recurso.  de  notória  idoneidade. que comprovem experiência docente  de.  2  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior. 50% (cinquenta por  cento)  do  curso. específico na área de necessidade especial  das aulas. ou que se definam como latu senso.  inclusive  nas  situações  de  composição  de  jornada  de  titulares  de  cargo.  4  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  certificado de curso de treinamento ou de atualização. pela  análise do histórico do curso.  de  no  mínimo  120  (cento  e  vinte)  horas.  as  aulas  do  SAPE  poderão  ser  atribuídas  na  seguinte  conformidade:  1  ‐  a  alunos  de  curso  devidamente  reconhecido  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia ou de curso Normal Superior.  208 .  fica  expressamente  vedada  a  atribuição  de  aulas  do  SAPE  em  área  de  necessidade  especial  diversa  daquela que caracterize a formação do professor. com no mínimo 30 (trinta) horas. aperfeiçoamento ou extensão cultural.  §  4º  –  Com  relação  à  habilitação  plena  ou  a  qualquer  dos  níveis  de  qualificação  docente. de notória idoneidade. a ausência de docentes e candidatos com as qualificações  previstas  no  parágrafo  anterior.  com  habilitação  específica  na  área  de  necessidade  especial  das  aulas  a  serem  atribuídas.  7  ‐  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena. 3 (três) anos em instituições especializadas. com atuação  exclusiva na área de necessidade especial das aulas.  8  ‐  a  portadores  de  diploma  de  nível  médio  com  habilitação  em  Magistério  e  de  certificado de curso de especialização. fornecido  por  órgão  especializado.  com  certificado  de  curso  de  treinamento  ou  de  atualização. de notória idoneidade.  6  –  a  portadores  de  diploma  de  bacharel  ou  tecnólogo  de  nível  superior. específico na  área  de  necessidade  especial  das  aulas.

  §  2º  ‐  Somente  poderão  se  cadastrar  os  docentes  e  candidatos  que  tenham  se  inscrito  para  o  processo  inicial  e.  3 – a portadores de diploma de nível médio com habilitação em Magistério. ou  209 . arts.  classificados  na  forma  prevista  no  artigo  576.§  6º  –  Os  cursos  de  especialização. por campo de atuação. sendo que a atribuição aos qualificados.    Artigo 585 ‐ Para a atribuição de classes.  observada  a  seguinte  ordem de prioridade:  1  –  a  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Pedagogia  ou  de  curso  Normal Superior.  apenas para atribuição de carga suplementar de trabalho.  para atuação nas classes e aulas do Ensino Fundamental e Médio. 11 e  15 pela Res.  § 4º ‐ O docente titular de cargo poderá se cadastrar em outra Diretoria de Ensino.  §  5º  ‐  Com  base  nas  peculiaridades  de  cada  região.  em  nível  de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino.  2 – a portadores de diploma de licenciatura plena.  com  turmas  e/ou  com  aulas  de  que  trata  este  artigo.  será  aberto.  §  7º  ‐  Na  Etapa  Preliminar  do  processo  inicial.  em  todas  as  Diretorias  de  Ensino.  para  participar do processo de atribuição de classes e aulas do decorrer do ano.  tenham  participado  do  processo de avaliação anual. SE nº 98/09. 10 a 17 e 22.  deverão ser observadas as disposições contidas em regulamento específico. que exigem perfil diferenciado e/ou processo seletivo peculiar.  poderá  ser  suprimido  o  cadastramento para determinada disciplina.  realizada.  § 3º ‐ O ocupante de função‐atividade.  e  cuja  atribuição  dar‐se‐á  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  ou  a  candidatos  à  contratação. em ambos os casos.  (Res.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação no processo regular de atribuição de classes e aulas. ou para determinado tipo de qualificação docente.  as  aulas  do  SAPE  deverão  ser  atribuídas  exclusivamente  aos  docentes  e  candidatos devidamente habilitados.  Parágrafo  único‐  O  vínculo  do  docente. tendo como exigência  única  a  comprovação  de  habilitação  ou  qualificação  na  Linguagem  Brasileira  de  Sinais  –  LIBRAS. para atendimento a alunos surdos ou com deficiência auditiva. acompanhando o professor da  classe  ou  da  série. conforme o estabelecido em  regulamento específico.  quando  constituído  exclusivamente  com  classe.  somente podem ser fornecidos por instituições de ensino superior. e o candidato à contratação  poderão se cadastrar.  §  8º  ‐  Integram  também  o  SAPE  as  horas  de  trabalho  na  condição  de  docente  interlocutor. somente poderá ocorrer na Etapa Intermediária e na Etapa Complementar.  não  se  tratando  de  titulares  de  cargo.  § 1º ‐ O período de cadastramento será de 3 (três) dias úteis consecutivos. turmas ou aulas de projetos da Pasta ou  de outras modalidades de ensino. obtendo aprovação na prova eliminatória. estável ou não. SE nº 11/10)    Subseção V  Do Cadastramento     Artigo  586  –  Ao  encerramento  do  processo  inicial.  4 – a portadores de diploma de bacharel ou tecnólogo de nível superior. em diferentes Diretorias de Ensino.  a  que  se  referem  os  parágrafos  deste  artigo. com as alterações introduzidas nos arts. a serem  fixados por Portaria do órgão setorial de Recursos Humanos. exclusivamente em nível de Diretoria de Ensino. a que se referem os  §§ 1º e 2º deste artigo.  período  de  cadastramento  de  docentes  e  candidatos  à  contratação.

    Artigo 587 ‐ Os docentes e os candidatos à contratação regularmente cadastrados  serão  classificados  na  conformidade  do  disposto  nos  artigos  574.  e) ampliação de jornada.  livres  ou  em  substituição. que  estejam com jornada parcialmente constituída ou na condição de adido e mesmo para ampliação  de jornada aos inscritos que tenham efetuado essa opção.    Artigo  588 ‐  A  classificação  dos  inscritos  e  cadastrados.  Parágrafo único ‐ Quando houver necessidade de reabertura de cadastramento. arts.  §  6º  ‐  O  período  de  cadastramento  poderá  ser  reaberto.  inclusive  dos titulares  de  cargo.  no  decorrer  do  ano. deverá  ser publicada no Diário Oficial do Estado.E. para carga suplementar de trabalho.   Parágrafo  único  ‐  A  data  de  realização  da  atribuição  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior..  para  atender  a  ocasionais  necessidades  que  se  apresentem  por  Diretoria  de  Ensino. assim como as que tenham surgido posteriormente. SE nº 98/09. submetendo‐se apenas à ordem de prioridade das habilitações e qualificações docentes.  de  classe  e/ou  aulas.  b) constituição de jornada ao adido da própria U.    Artigo 589 ‐ A primeira atribuição geral a ocorrer durante o ano será realizada em  nível  de  Diretoria  de  Ensino. a supressão total do cadastramento. ao removido ex officio com opção de retorno.  210 . para constituição ou composição da jornada de trabalho dos titulares de cargo.E. que  sempre será prevalecente.  a  qualquer  tempo. a  classificação  dos  novos  candidatos  cadastrados  será  inserida  na  classificação  do  cadastramento  original. na seguinte conformidade:  I – a titulares de cargo da U.E.  575  e  576.  com  números  de  ordem  e  respectiva  pontuação..ainda  para  algum  campo  de  atuação.  observando‐se  o  período  impeditivo  de  contratações. devendo  esta  classificação.  que  já  se  encontre  com  número  excessivo  de  inscritos.   (Res.  d) constituição de jornada. 18 e 19)    Subseção VI  Da Atribuição Durante o Ano     Artigo  590  ‐  A  atribuição  de  classes  e  aulas  durante  o  ano  far‐se‐á. será referência básica em qualquer sessão de atribuição de classes e/ou de aulas durante o  ano.  a  ser  definida  pela  Diretoria  de  Ensino.  em  nível  de  Unidade Escolar.  c) constituição de jornada. por campo  de atuação e/ou por áreas de disciplinas e por faixas de habilitação/qualificação docente.E.  III – a titulares de cargo da U.  ficando vedada.  também  ser  publicada  no  Diário Oficial do Estado.  com  observância  aos  campos  de  atuação  e  à  correspondência das áreas de disciplinas e das faixas de habilitação/qualificação docente.  intercalando‐se  as  pontuações. porém. previsto na legislação eleitoral.  sendo  que  a  classificação conjunta dos docentes de categorias L e O e dos candidatos à contratação.  não  poderá  ultrapassar  o  final  do  mês  de  fevereiro do ano letivo de referência. que esteja sendo completada em outra U.  exceto  em  ano  estabelecido  como  de  eleições.  oferecendo‐se  as  classes  e  as  aulas  remanescentes  do  processo  inicial. para:  a) completar jornada de trabalho parcialmente constituída.  II  –  com  remessa  à  Diretoria  de  Ensino.

  a  qualquer título. a classificação incluirá o tempo de serviço prestado anteriormente  na respectiva unidade escolar.E.E.  c) aos docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  em  todas  as  faixas de situação funcional.  por  campo  de  atuação  e  por  faixas  de  situação  funcional. a que se refere o inciso VII deste  artigo.  e)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L.  VI – a ocupantes de função‐atividade de outra unidade.  b) a docentes estáveis. na seguinte conformidade:  1  ‐  por  habilitação.  decorrente  das  respectivas  licenciaturas  plenas.  a  todos  os  cadastrados  da  Diretoria  de  Ensino. em nível de  unidade  escolar  e  de  Diretoria  de  Ensino. nos termos do inciso VII deste artigo.  a  serem  sequencialmente esgotados.  VII  –  aos  docentes  de  outra  unidade  e  a  candidatos  à  contratação  cadastrados.  na  seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  2 ‐ o titular de cargo.  para  carga  suplementar de trabalho. desde que  vá efetivamente exercê‐la na escola estadual.  d)  a  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados da U.  V –  a  ocupantes  de função‐atividade da  U. a atribuição observará a ordem de classificação da Diretoria de Ensino.  em  exercício  na  U..  deverá  ser  divulgada.  b) a docentes celetistas.  a  docentes  contratados de categoria O e a candidatos à contratação. exclusivamente para constituição obrigatória de jornada.E.  §  2º  ‐  Na  impossibilidade  de  atribuição  aos  docentes  em  exercício  na  unidade  escolar.  apenas para constituição obrigatória de jornada e para carga suplementar de trabalho. nos demais incisos. e para os docentes  da unidade.  §  3º  ‐  Os  docentes  que  se  encontrem  em  situação  de  licença  ou  afastamento.  para  a  sessão  de  atribuição  que  se  realizará  na  unidade. na seguinte ordem:  a) a titulares de cargo.  c) a docentes celetistas.  sempre  com  simultânea  aplicação  da  ordem  de  prioridade  dos  níveis  de  habilitação  e  qualificação  docentes. de categoria O.  § 1º ‐ Para os docentes e candidatos cadastrados. para  atribuição ou aumento de carga horária.  a  existência  das  classes  ou  das  aulas  disponíveis. de categoria O.  211 . exceto:  1 ‐ a docente em situação de licença‐gestante.  § 4º – Nas sessões de atribuição que venham a ocorrer durante o ano..E. para  aumento de carga horária. de acordo com o disposto no caput dos artigos 580 e 584. na seguinte ordem:  a) a docentes estáveis.  para atribuição ou aumento de carga horária..IV  ‐  a  titulares  de  cargo  de  outra  unidade.  d) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  de  imediato. em exercício na U.  d)  aos  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  de  categoria  L  e  a  docentes  contratados em exercício na U.  b) a docentes celetistas. não poderão concorrer à atribuição de classes e/ou aulas durante o ano. conforme o  caso. exclusivamente na carga suplementar.  3  –  o  titular  de  cargo  afastado  junto  ao  convênio  de  municipalização  do  ensino.  c) a docentes ocupantes de função‐atividade de categoria F.  deverá  se  observar  a  ordem  de  classificação  dos  cadastrados.E.

 ou.  que  se  encontre  na  condição  de  adido  e/ou  que  esteja  cumprindo  horas  de  permanência.  deverá  participar. observada a ordem inversa à da  classificação dos docentes neste nível. à carga suplementar  de outro titular de cargo.  com anuência do titular de cargo.  o  docente estável.  o  titular  de  cargo. na sequência contínua das faixas de situação funcional.  estável  ou  não.  ou  toda  e  qualquer substituição. na sequência contínua das faixas de situação funcional. se necessário. para descaracterizar esta condição ou para compor a jornada. a ordem inversa à da classificação dos docentes contratados e dos  ocupantes de função‐atividade.  3  ‐  por  níveis  de  qualificação. na própria escola ou  em outra unidade do mesmo município.  os  procedimentos  previstos  neste  artigo. na mesma sequência. aplicando‐se cada nível.  poderá concorrer à  atribuição relativa  a campo de  212 . para retirada de classe ou aulas em  substituição. conforme o caso. e não havendo classe ou aulas livres na  unidade escolar. um a um.  deverá.  total  ou  parcialmente. deverá ser aplicada.    Artigo 592 ‐ Se não for possível o atendimento por qualquer das formas previstas  no  artigo  anterior.  também na Diretoria de Ensino. a ordem inversa à da classificação dos  docentes contratados e dos ocupantes de função‐atividade. aplicando‐se cada nível.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  2º  dos  referidos  artigos.  III  ‐  a  persistir  a  impossibilidade  de  atendimento  com  classes  ou  aulas  livres.  conforme  o  caso.  §  2º  –  Na  impossibilidade  do  atendimento  previsto  no  parágrafo  anterior. na própria unidade escolar ou em nível de Diretoria de Ensino. para  retirada de classe ou de aulas livres.  ainda  em  nível  da  própria  unidade  escolar. na constituição da jornada de trabalho. que esteja cumprindo a  respectiva  carga  horária.    Artigo 591 – No decorrer do ano.2  ‐  por  níveis  de  qualificação. relativamente à carga horária de docente designado  nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85.  II  ‐  verificando‐se  a  impossibilidade  de  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  unidade  escolar  e  constatada  a  inexistência  de  classe  ou  aulas  livres  disponíveis  na  Diretoria  de  Ensino.  obrigatoriamente.  na  forma  prevista  neste  artigo.  na  ordem  estabelecida  pelo  §  1º  dos  referidos  artigos. assumindo  toda e qualquer substituição que venha a surgir e para a qual seja habilitado. sempre que houver necessidade de atendimento  ao titular de cargo. que venha a surgir e para a qual seja habilitado  ou qualificado. inclusive de estáveis e celetistas.  §  3º  ‐  O  ocupante  de  função‐atividade. que implicará a redução ou a perda total da carga horária do  docente contratado ou do ocupante de função‐atividade.  inclusive  aquele  que  se  encontre  exclusivamente  com  aulas  de  projeto ou de outras  modalidades  de ensino.  sem  detrimento  a  titulares  de  cargo.  na própria unidade.  assumir  classe  ou  aulas  livres. a fim de compor sua jornada de trabalho. pela  ordem  inversa  à  da  classificação  dos  docentes  contratados. se  necessário.  deverá  ser  aplicada. em nível da própria unidade escolar e também de Diretoria de Ensino. inclusive a título eventual.  inclusive  no  inciso  anterior.  § 1º – Aplica‐se também o  procedimento de retirada de classe ou de  aulas.  deverá ser aplicada  em  nível da  unidade escolar de origem e.  com  horas  de  permanência.  das  atribuições  em  nível  de Diretoria de Ensino. a retirada de classe ou de aulas livres. em nível de Diretoria de Ensino.  com  relação  a  classes  e  aulas  livres ou em substituição.  deverão  ser  aplicados. observando‐se que:  I  ‐  não  sendo  possível  processar‐se  o  atendimento  ao  titular  de  cargo  em  sua  jornada. um a um.  celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F. celetista ou ocupante de função‐atividade de categoria F.  para  composição  da  carga  horária  mínima  de  10  (dez)  horas  semanais.  que  esteja  atuando  em  determinado  campo  de  atuação.  sempre  que  houver  necessidade  de  atendimento  à  docente  estável. inclusive estáveis e celetistas.

  quanto  de  Diretoria  de  Ensino.  que não comparecer ou não se comunicar com a unidade escolar.  II  ‐  atribuição.  §  3º  ‐  Nas  sessões  periódicas  de  atribuição  durante  o  ano. a um docente titular  de  cargo  ou  estável/celetista  ou  ocupante  de  função‐atividade  de  categoria  F.  com  aumento  ou  manutenção  da  carga  horária.  em  regime de  acumulação. datada e assinada.  a  fim  de  viabilizar  a  nova  atribuição. desde que:  I  ‐  não  implique  detrimento  aos  titulares  de  cargo  ou  aos  estáveis/celetistas  e  docentes de categoria F da unidade escolar e da Diretoria de Ensino.  total  ou  parcialmente.  deverão  ser  sempre  divulgadas e. requerer. em situação de atendimento.  de  aulas  anteriormente  atribuídas.  inclusive  o  titular  de  cargo.  ouvido  previamente  o  Conselho  de  Escola. por escrito.  no  caso  de  este  docente se encontrar em licença ou afastamento a qualquer título.  (Res.  §  1º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  no  caput  ao  professor  que  venha  a  perder  classe  ou  aulas livres.  com  observância  à  compatibilidade de horários e distância entre as unidades. no primeiro dia útil subsequente  213 . SE nº 98/09. 20)    Subseção VII  Das Disposições Finais     Artigo 595 – Não poderá haver desistência de aulas anteriormente atribuídas. ficará impedido de concorrer  à nova atribuição durante o ano. oferecidas as classes e aulas que se encontrem atribuídas a docentes  não habilitados ou habilitados em disciplina diversa.  §  1º  ‐  O  docente  que  desistir.  de qualquer alçada. na  carga suplementar do titular de cargo ou na carga horária do ocupante de função‐atividade ou do  docente contratado. desde que esteja inscrito/cadastrado e classificado neste outro campo.  poderá decidir pela permanência do docente de qualquer categoria que se encontre com classe ou  aulas em substituição. em situação diversa das previstas nos incisos deste artigo. informando sua decisão e.  § 2º – A toda e qualquer sessão de atribuição de classes ou aulas durante o ano. a dispensa da função ou a extinção do seu contrato de  trabalho. pela ordem inversa da classificação.  §  2º  ‐  O  docente. não sendo  considerado nessa atribuição o vínculo precedente.  com  relação  à  carga  suplementar. o docente deverá comparecer munido de  declaração oficial e atualizada de seu horário de trabalho.    Artigo  593  –  O  Diretor  de  Escola.    Artigo 594 – No processo de atribuição durante o ano.  II  ‐  o  intervalo  entre  os  afastamentos  seja  inferior  a  15  (quinze)  dias  ou  tenha  ocorrido no período de recesso escolar do mês de julho.  em nível de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. quando ocorrer novo afastamento do substituído ou na liberação da classe  ou das aulas. a fim de se propiciar a aplicação do disposto  no § 8º do artigo 586.  de próprio punho. art. se for o caso. devendo apresentar ao superior imediato declaração expressa. tanto em nível de unidade  escolar. a fim de reduzir o número de escolas. quando se tratar de classe ou da  totalidade das aulas.  deverão  também  se  observar  as  disposições  relativas  à  atribuição de classes e aulas do processo inicial. por se configurar regime de acumulação.  em  uma  das  unidades em que se encontre em exercício.atuação diverso. exceto nas situações de:  I  ‐ o docente  vir  a  prover novo  cargo  público. contendo a distribuição das aulas pelos  turnos  diários  e  pelos  dias  da  semana.

 em regime de  acumulação. integrantes de sua carga horária.    Artigo 596 A – O docente que faltar às aulas de uma determinada classe/série sem  motivo  justo. antes de decorridos 200 (duzentos) dias contados  da data de extinção do último contrato do docente.  total  ou  parcialmente.  § 4º ‐ Ao titular de cargo docente é vedada a atribuição de classe ou de aulas na  situação  de  ocupante  de  função‐atividade  ou  de  docente  contratado.  quando a bem do serviço público.  ao  funcionário/servidor  público  estadual  que  se  encontre  em  licença  para  tratar  de  interesses particulares.  ou  ainda  para  atendimento em jornada ou carga horária.  no(s)  dia(s)  estabelecido(s)  em  seu  horário  semanal  de  trabalho.  mediante  processo  administrativo  disciplinar.  poderá  o  docente contratado atuar em regime de acumulação remunerada.    Artigo  597  ‐  A  acumulação  remunerada  de  dois  cargos  ou  de  duas  funções  docentes.  III  ‐  para  fins  de  contratação  ou  de  reassunção  de  exercício  em  situação  de  acúmulo.    Artigo 596 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de classe ou aulas:  I  ‐  a  partir  de  1º  de  dezembro  do  ano  letivo  em  curso.  no  cargo/função  docente.  por  3  (três)  semanas  seguidas  ou  por  5  (cinco)  semanas  interpoladas.  ficando impedido de concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  §  3º  ‐  É  expressamente  vedada.  consideradas.  perderá  as  aulas  correspondentes. nos últimos cinco anos ou nos últimos dez anos. como titular de cargo ou em situação de designação.  IV  ‐  ao  docente  que  tenha  desistido. ou de um cargo de suporte pedagógico com cargo/função docente.  sob  qualquer  hipótese.  § 1º ‐ A responsabilidade pela legitimidade da situação do docente. é da autoridade que conceder o exercício do segundo cargo/função.  §  2º  ‐  Observados  os  requisitos  legais  e  as  disposições  deste  artigo.  também as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC). na conformidade da legislação em vigor.  desde que:  I ‐ o somatório das cargas horárias dos cargos/funções não exceda o limite de 64  (sessenta  e  quatro)  horas. poderá ser exercida. nos termos da  legislação específica.  214 .  somente  será  possível  quando forem distintas as respectivas áreas de atuação funcional.  V – a título de nova contratação.  exceto  se  em  caráter  eventual  ou  para  constituição  obrigatória  de  jornada  do  titular  de  cargo.  a  acumulação  de  duas  contratações. durante o ano letivo em curso.  de  suas  aulas  e/ou  pedido dispensa da função ou extinção de sua contratação.  § 5º ‐ A acumulação do exercício de cargo ou função docente com o exercício das  atribuições de suporte pedagógico.ao da atribuição. com a situação de ocupante de  função‐atividade em outro campo de atuação.  quando  ambos  integrarem  os  Quadros  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  em  face  da  ausência  de  amparo legal para este tipo de acumulação no âmbito desta Secretaria da Educação. ou ainda  das  designações  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  II  ‐  ao  professor  que  tenha  sido  demitido. ou dispensado pelo titular da Pasta.  III ‐ seja previamente publicado Ato Decisório favorável ao acúmulo. a titulares de cargo ou a docentes estáveis. ficando impedido de  concorrer à nova atribuição no decorrer do ano.  II  ‐  haja  compatibilidade  de  horários. será considerado desistente e perderá a classe ou as aulas.

  mediante  consulta  ao  sistema  de  cadastro  funcional  da  Secretaria  da  Educação  (PAEC/PAEF).  turmas e aulas que se encontram relacionadas na presente seção. adequados às características que as distinguem.  dispondo  a  autoridade  recorrida  de  igual  prazo  para  decisão. deverá ser previamente publicado o ato decisório  de acumulação legal.  e) estar cadastrado como pessoa física (apresentação de CPF).    Artigo 598 ‐ Caberá ao Diretor de Escola autorizar o exercício e.  arcará  com  a  responsabilidade  decorrente  deste  ilícito. em caso positivo. 21 a 27)    Seção IV  Da Atribuição de Classes.  designado  para  exercer  função  de  suporte  pedagógico  ou  em  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  de  Professor  Coordenador.  a  ser  averiguada  pelo  Diretor  de  Escola. ou não.  III ‐ declaração de próprio punho de que possui ou não antecedentes de processo  administrativo  disciplinar  no  qual  tenha  sofrido  penalidades. Turmas e Aulas de Projetos e outras Modalidades de Ensino  Subseção I  Disposições Preliminares    Artigo 599 ‐ Para fins de atribuição aos docentes e aos candidatos à contratação.  215 . mediante a apresentação de:  I – Atestado Médico que comprove estar apto ao exercício da docência.  II ‐ declaração de próprio punho de que estará. quando for o caso.  c)  estar  em  dia  com  as  obrigações  militares  (apresentação  de  certificado  de  reservista).  são  consideradas  como  de  Projetos  desta  Pasta.  inclusive  a  relativa  ao  pagamento  do  docente  pelo  exercício em situação irregular ou ao ressarcimento aos cofres públicos do pagamento indevido.    Artigo 598 A ‐ Os recursos referentes ao processo de atribuição de classes e aulas  não  terão  efeito  suspensivo  nem  retroativo  e  deverão  ser  interpostos  no  prazo  de  2  (dois)  dias  úteis  após  a  ocorrência  do  fato  motivador.  §  7º  ‐  A  vedação  prevista  no  parágrafo  anterior  não  se  aplica  ao  ocupante  de  função‐atividade  designado  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  Professor  Coordenador.§  6º  ‐  Ao  docente  titular  de  cargo.  d) estar em dia com a Justiça Eleitoral (apresentação de título de eleitor e últimos  comprovantes de votação/justificação). as classes. arts. em regime de acumulação  de cargos/funções. se assim caracterizada. SE nº 98/09.  desde  que  as  funções sejam relativas a campos de atuação distintos e tenham exercício em unidades escolares  diversas.  durante  o  processo.  §  8º  ‐  O  superior  imediato  que  permitir  o  exercício  do  docente.  com  classe  ou  com  aulas de sua unidade.  b) ser maior de 18 anos (apresentação de RG em via original).  que  implicam  a  necessidade  de  aplicação  de  critérios e procedimentos específicos.  providenciar  a  contratação  do  candidato  contemplado. sem a prévia publicação  de  ato  decisório  favorável  à  acumulação  ou  com  publicação  favorável  equivocada.  IV ‐ documentos pessoais comprovando:  a) ser brasileiro nato ou naturalizado. sendo que.  (Res.  em  situação  de  ingresso. de contratação ou de reassunção após período de interrupção.  é  vedado o exercício de função docente em regime de acumulação.

  3  –  portadores  de  certificado  de  conclusão  do  Curso  Especial  de  Formação  em  Serviço de Professor Indígena. que implique afastamento das funções para as quais foi selecionado.  turmas  ou  aulas  de  projetos. a Diretoria de Ensino. em nível médio. inscritos no processo  regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos para esta modalidade de ensino.   (Res.  turmas  e  aulas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  atribuídas  aos  ocupantes  de  função‐atividade.  relação  de  candidatos  previamente  selecionados.  o  docente  com  aulas atribuídas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. de 22 de janeiro de 2010. sendo que para o Ensino  Médio (Ciclo IV) se dará com 30 (trinta) horas da base comum e 3 (três) horas das oficinas da parte  216 .  deverá  manter.  deverão ser atribuídas a professores  indígenas.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe. promovido pela Secretaria de Estado da Educação. arts. turmas e aulas de Programas e outras modalidades  de  ensino.  turmas  ou  aulas  de  projetos  que  exijam processo seletivo específico.  serão  atribuídas  com  base  na  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição  de  classes  e  aulas  do  ensino  regular. que poderá ser designado para o posto de  trabalho de Professor Coordenador do próprio CEL.010.  §1º  ‐  As  classes  e/ou  aulas  da  matriz  curricular  –  parte  comum. dar‐se‐á  por carga horária  semanal  de  25  (vinte  e  cinco)  horas  da  base  comum  e  de  8  (oito)  horas  das  oficinas  da  parte  diversificada.  não  mencionadas  nesta  seção. em disciplina(s)  da área de conhecimento objeto da atribuição. não poderá exercer nenhuma outra atividade ou prestação de  serviços.  aos  ocupantes de função‐atividade e candidatos à contratação temporária que.  de  acordo  com  os  critérios  estabelecidos  para  cada projeto.  § 2º ‐  A atribuição.  em nível superior.Parágrafo único – As classes.  de  que trata  o parágrafo  anterior. para os Ciclos I. apenas  para atribuição referente ao Ensino Fundamental.  aprovados  no  processo  seletivo  anual  ou  abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar nº 1. classificados conforme disposto no artigo 5º da Resolução SE nº 8.    Artigo  602  ‐  O  docente. de que trata esta seção. acrescidas as Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo e em local de livre escolha do  docente (HTPCs e HTPLs).  Parágrafo  único  ‐  Excetua‐se  do  disposto  no  caput  deste  artigo. a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição. desenvolvido pela Secretaria da Educação.   2 ‐ portadores de diploma de curso regular de licenciatura plena. tenham  sido selecionados pela Comissão Étnica Regional. 1º a 4º)    Subseção II  Da Atribuição de Classes e/ou Aulas da Educação Indígena    Artigo 603 ‐ As classes e as aulas da Educação Indígena deverão ser atribuídas. de 1º de junho de  2007.  mantidas  pelas  escolas  das aldeias.  em  reserva.      Artigo  601  ‐  Para  fins  de  atribuição  de  classes. SE nº 13/10. quando houver. tendo em vista possíveis substituições  docentes  ou  formação  de  novas  classes  e  turmas  durante  o  ano.  observada  a  legislação específica. observada a seguinte ordem  de prioridade:  1 – portadores de diploma do Curso Especial de Formação de Professor Indígena.  pelo  responsável  pela  direção  da  unidade  escolar.       Artigo  600  ‐  As  classes. II e III do Ensino Fundamental.

  §  3º  ‐  A  atribuição  de  aulas  de  estágio  dos  estudos  de  nível  III. SE nº 13/10.  pelo  desenvolvimento  do  estágio  anterior.  2 – aos titulares de cargo. para afastamento nos termos do inciso III do artigo 64 da  Lei Complementar nº 444/85. III.  pela  Diretoria de Ensino e pela Fundação CASA/SP.  § 2º ‐ Atendidos os requisitos previstos neste artigo.  observada a seguinte ordem de prioridade:  I  ‐  docentes  ocupantes  de  função‐atividade  habilitados  que  tenham  atuado  nas  unidades  da  Fundação  CASA  e  tenham  sido  avaliados  com  indicação  para  recondução. pelo Diretor da unidade escolar vinculadora. deverá contemplar prioritariamente o docente que.  3  –  aos  ocupantes  de  função‐atividade  e  candidatos  à  contratação.  217 .  tenha  obtido  resultados  satisfatórios  na  avaliação  de  seu desempenho profissional.  realizado  conjuntamente  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora  do  CEL. inscritos para o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também  especialmente  para  este  projeto. a partir do processo inicial de atribuição. com base nos critérios estabelecidos na legislação  específica. que vinha afastado com aulas de um curso.  §  4º  ‐  Quando  a  atribuição  de  aulas  de  estágio.  prevista  no  parágrafo  anterior. a  docentes ocupantes de função‐atividade e a candidatos à contratação temporária. dar‐se‐á em nível de Diretoria de Ensino aos  docentes que:  I  –  estejam  inscritos  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas  e  também inscritos especialmente para este projeto. somando‐se as HTPCs e HTPLs correspondentes.  com  habilitação  na  língua  estrangeira cujas aulas estejam sendo atribuídas.  contemplar a manutenção do docente titular de cargo.diversificada. 6º)    Subseção III  Da Atribuição de Aulas dos Centros de Estudos de Línguas    Artigo  604  ‐  A  atribuição  de  aulas  dos  cursos  de  língua  estrangeira  moderna.   (Res. como carga suplementar de trabalho. SE nº 13/10.  (Res. a atribuição das aulas do CEL  poderá se dar na seguinte conformidade:  1 ‐ aos titulares de cargo.  observadas as disposições da legislação específica deste projeto.  ministradas no Centro de Estudos de Línguas ‐ CEL. 7º)    Subseção IV  Da Atribuição de Classes/Aulas da Fundação CASA/SP    Artigo  605  ‐  As  classes  e/ou  as  aulas  das  Unidades  da  Fundação  CASA  serão  atribuídas. com vigência a partir do primeiro dia letivo do ano da atribuição.  cuja  continuidade  passe  de  um  ano  para  outro. relativamente à língua estrangeira que seja disciplina específica ou  não específica da licenciatura do cargo.  como  carga  horária.  § 1º ‐ A atribuição de que trata este artigo deverá contemplar prioritariamente os  docentes  portadores  de  diploma  de  licenciatura  plena  em  Letras. art.  II  –  tenham  sido  devidamente  credenciados  por  processo  específico.  de  um  curso  em  continuidade de língua estrangeira moderna.  deverá  ser  providenciado  novo  ato  de  afastamento. de que tratam os Anexos II. art. IV e  V referidos no artigo 205.

  (Res.  a  atribuição  das  aulas  poderá  contemplar  docente  com  habilitação  na  área  de  conhecimento  da  disciplina  a  ser  atribuída. de que trata  este artigo. cumprirá carga horária de 40 (quarenta) horas semanais.  §  2º  ‐  O  docente  ou  o  candidato  Professor  Educação  Básica  I. SE nº 15/10)    Subseção V  Da Atribuição de Classes para Atendimento Hospitalar    Artigo  606  ‐  As  classes  que  funcionam  em  unidades/entidades  de  atendimento  hospitalar  deverão  ser  atribuídas. 10)    Subseção VII  Das Disposições Gerais    Artigo  608  ‐  O  vínculo  do  docente. SE nº 13/10.   § 3º ‐ A carga horária. art. além do que preveem as disposições deste  artigo.  turmas  ou  aulas  de  projeto. deverá ser cumprida  exclusivamente no período diurno. a que se refere o parágrafo anterior. SE nº 13/10. turmas e aulas dos projetos da Pasta aplicam‐se.  desde  que  credenciados. art.    Artigo  609  ‐  Com  relação  aos  procedimentos  a  serem  adotados  na  atribuição  de  classes. 9º)    Subseção VI  Da Atribuição de Aulas para atuação nas Salas de Leitura    Artigo  607  –  O  processo  de  atribuição  de  aulas  aos  docentes  que  irão  atuar  nas  Salas de Leitura ou no Programa Escola da Família será objeto de resolução específica. as disposições  que regulamentam o processo anual de atribuição de classes e aulas do ensino regular. as classes e/ou as aulas.  aos  docentes  e  candidatos  à  contratação  temporária  que  estejam  inscritos para o processo regular de atribuição de classes/aulas e também inscritos especialmente  para este atendimento. SE nº 13/10. c/c a Res.  quando  constituído  exclusivamente  com  classes.  ao  qual  se  tenha  atribuído  classe  e/ou  aulas  do  Projeto  Revitalizando  a  Trajetória  Escolar  das  Unidades  de  Internação Provisória ‐ UIP. 8º.  não  será  considerado  para  fins  de  classificação e atribuição de classes e/ou aulas do ensino regular. art.  a  partir  do  processo  inicial  de  atribuição.  (Res.  pela  Diretoria  de  Ensino  e  pela  Fundação  CASA/SP. devidamente habilitados para as  aulas  que  forem  ministrar.  de  que  trata  esta  seção. 5º)      218 . poderão ser atribuídas a docentes e candidatos à contratação que sejam qualificados.II ‐ demais docentes e candidatos à contratação.  (Res. em processo seletivo específico.  § 1º ‐ Na ausência de docentes habilitados. SE nº 13/10.  § 4º ‐ Nas Unidades de Internação ‐ UI. também. art. no que couber.    (Res. sendo previamente selecionados e credenciados pelas referidas entidades.  pelo  Diretor  da  unidade  escolar  vinculadora.  observados  os  demais  critérios  estabelecidos  na  legislação específica.  em  conformidade  com  as  disposições  da  resolução  que  regulamenta  o  processo  anual  de  atribuição de classes/aulas do ensino regular.

  b) após a transferência de que trata o artigo anterior. em face da extinção.    Artigo  611  ‐  Os  cargos  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  serão  transferidos.  quando  o  número  de  cargos  providos  destas  categorias  exceder a lotação prevista pelas normas legais para a unidade em que estiverem classificados.  c) junto à própria Diretoria de Ensino ou junto à Diretoria de Ensino para a qual foi  transferido o cargo de Supervisor de Ensino. na unidade escolar de classificação  do respectivo cargo do docente. como excedente.    Artigo 613 ‐ Os integrantes das classes do Quadro do Magistério serão  declarados   adidos nas seguintes unidades:  I  –  as  classes  de  docentes. após  o  aproveitamento  dos  funcionários  conforme  as  vagas  da  nova  unidade.  II – para a unidade resultante de fusão da unidade de classificação com outra.    219 . quando se tratar  de titular de cargo de Diretor de Escola. em face da extinção.  Parágrafo único ‐ A declaração de adido far‐se‐á por ato do Dirigente da Diretoria  de Ensino à qual pertence a unidade de origem. de 12 de maio de 1978:  I  ‐  para  a  unidade  mais  próxima.  II – classes de suporte pedagógico:  a) quando a unidade administrativa não comportar o cargo.  junto  à  própria  unidade  escolar  de  classificação  do  respectivo cargo de Professor Educação Básica I ou II.  b) junto à Diretoria de Ensino a que pertence a unidade escolar.  Parágrafo único – Efetuada a transferência de que trata o caput deste artigo. objeto do concurso. quando não forem  atribuídas classes e/ou aulas da disciplina.  quando  ocorrer  a  extinção  ou  integração  da  unidade em que estiverem classificados.Seção V  Do Aproveitamento de Integrantes do Quadro do Magistério Declarados Adidos  Subseção I  Da Identificação de Excedentes e da Declaração de Adidos    Artigo 610 ‐ Serão declarados adidos os titulares de cargos das classes de docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.    Artigo  612  ‐  A  identificação  do  titular  de  cargo  das  classes  de  docentes  ou  das  classes de suporte pedagógico. fusão  ou  incorporação  da  unidade  administrativa  de  origem  e  constatada  a  impossibi‐lidade  de  aproveitamento do funcionário na unidade de destino.  II – as classes de suporte pedagógico:  a)  junto  à  própria  unidade  escolar. fusão  ou incorporação da unidade escolar de origem e constatada a impossibilidade de aproveitamento  total ou parcial do docente na unidade de destino.  b) após a transferência de que trata o artigo anterior. fusão ou incorporação de  Diretorias de Ensino.  quando  se  tratar  de    titular  de  cargo  de  Coordenador Pedagógico. ocorrerá  verificadas as seguintes hipóteses:  I – classes de docentes:  a) durante o processo anual de atribuição de classes e/ou aulas. quando ocorrer a extinção. nos termos dos artigos 54 e 55 da Lei Complementar nº 180.  os  excedentes  serão  declarados adidos.

 declarados adidos. serão aproveitados na seguinte conformidade:  I – na própria unidade escolar ou Diretoria de Ensino.  §  6º  ‐  Quando  o  número  de  vagas  for  menor  do  que  o  número  de  titulares  de  cargos  adidos. em outras unidades.966/98. arts.  se  na  unidade  de  origem não houver vaga para lhe ser atribuída.  § 5º ‐ Quando o número de vagas for igual ou superior ao número de titulares de  cargos adidos. o direito de  optar  pelo  retorno  à  unidade  resultante  da  referida  fusão  ou  incorporação.  por  intermédio  de  remoção  ex  officio  ou  transferência  opcional. 6º. arts. no caso de docentes.  §  3º  ‐  O  aproveitamento  do  excedente  ou  do  adido  obedecerá  à  classificação  utilizada durante o processo de atribuição de classes e/ou aulas.Artigo  614  ‐  O  titular  de  cargo  das  classes  de  docente  ou  das  classes  de  suporte  pedagógico  que  tenha  obtido  ordem  judicial  para  classificação  em  determinada  unidade  escolar  ou administrativa.  no  prazo  de  15  (quinze) dias. de acordo com o tempo de serviço no cargo e no magistério público oficial do  Estado de São Paulo. na forma a ser disciplinada pela  Secretaria da Educação.  (Decreto nº 42.  § 1º ‐  O retorno  previsto no caput deste artigo dar‐se‐á  quando ocorrer  vaga  na  unidade de origem. contados da data do evento. será feito  no decorrer de todo o ano letivo. provocando excedentes.  §  2º  ‐  A  transferência  opcional  ocorrerá  sempre  após  o  aproveitamento  obrigatório.  será  declarado  adido  em  conformidade  com  as  disposições  desta  seção. 1º ao 4º.  §  1º  ‐  O  aproveitamento  do  adido  na  própria  unidade  ou  por  intermédio  de  remoção ex officio. conforme o caso. transferido  em  virtude da  fusão ou incorporação da  unidade de origem ou removido ex  officio.  desde  que  haja  nesta  fase. 11 e 5º)    Subseção II  Do Aproveitamento de Adidos    Artigo  615  ‐  Os  integrantes  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.  § 4º ‐ Os titulares de cargos das classes de suporte pedagógico serão classificados  entre seus pares.966/98.  II  –  em  outras  unidades. 7º e 8º)          220 .  (Decreto nº 42.  o  melhor  classificado  poderá  declinar  da  atribuição  de  vagas  obrigatória  para  concorrer  à  atribuição  opcional.  o  preenchimento  total  das  vagas  da  unidade escolar e/ou administrativa existentes.  § 2º ‐ O direito de opção poderá ser exercitado uma única vez e é válido pelo prazo  de 5 (cinco) anos.    Artigo 617 ‐  Fica  assegurado ao integrante do Quadro do Magistério.    Artigo 616 ‐ Compete ao Departamento de Recursos Humanos  e às Diretorias de  Ensino proceder às atribuições de vagas obrigatórias e opcionais. a atribuição será obrigatória. em caso de reforma desta ordem por decisão judicial  final.

  nos  termos  deste  artigo. em outras unidades escolares.  II – se pertencente à classe de suporte pedagógico:  a) assumir as substituições de titulares afastados a qualquer título. 9º e 10)    Seção VI  Do Controle de Freqüência dos Docentes  Subseção I  Da Sede de Controle de Freqüência    Artigo 620 ‐ O titular de cargo docente terá como sede de controle de freqüência a  unidade escolar na qual está classificado seu cargo.  execução  e  avaliação  das  atividades  escolares. para a qual esteja  legalmente habilitado.  na  ausência  de  docente  devidamente designado.  adaptação  e  recuperação  de  alunos  com  aproveitamento insuficiente. a unidade de exercício.  e) colaborar no processo de integração escola‐comunidade.Subseção III  Das Atribuições dos Adidos    Artigo 618 ‐ Compete ao adido:  I – se pertencente à classe de docentes:  a) reger classe ou ministrar aulas a qualquer título. a título de constituição de jornada de trabalho docente e/ou de  carga suplementar de trabalho.    Artigo  621  ‐  A  sede  de  controle  de  freqüência  do  ocupante  de  função‐atividade  docente será a unidade escolar onde se encontra em exercício. os quais  terão.  221 .  § 2º ‐ Excetua‐se do previsto neste artigo a situação dos docentes afastados para  fins do disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444.  b) desempenhar atividades técnico‐pedagógicas compatíveis com sua formação e  experiência profissional.  (Decreto nº 42.  § 1º ‐ O disposto no caput deste artigo aplica‐se.  será  colocado  em  disponibilidade remunerada. observadas as disposições legais vigentes.  por  não  estar  legalmente  habilitado.  desde que tenha:  I – sido declarado adido. arts.  não  puder  exercer  a  docência  de  outra  disciplina.  II  –  optado  por  componente  curricular  objeto  de  realização  de  concurso  de  ingresso. inclusive.  d)  participar  do  processo  de  planejamento. como sede de controle de freqüência. de 27 de dezembro de 1985.966/98. à situação do docente  que rege classe ou ministra aula. o docente deverá ministrar aula de outra disciplina.  Parágrafo  único  –  O  docente  que.  c)  ministrar  aulas  de  reforço.  b)  assumir  as  atribuições  de  Professor  Coordenador.    Artigo 619 – No caso de alteração do quadro curricular que implique a  supressão  de determinada disciplina. possibilitando a melhoria do processo ensino‐apren‐dizagem. ficando o cargo do qual é titular destinado à disciplina que vier a assumir.

  Paragráfo único ‐ Consideram‐se como dias intercalados os sábados.  §  1º  ‐  O  descumprimento  de  parte  da  carga  horária  diária  de  trabalho  será  caracterizado  como  “falta‐aula”.  justificadas  ou  injustificadas  os  dias  intercalados serão computados como “falta‐dia” somente para efeito de desconto da retribuição  pecuniária.  ao  longo  do  mês  somada  às  demais  para  perfazimento da “falta‐dia”.    Artigo 624 ‐ O docente que não cumprir a totalidade da sua carga horária diária de  trabalho terá consignada “falta‐dia”.    Artigo 625 ‐ A “falta‐dia”.  o  saldo  de  “faltas‐aula”.  (Decreto nº 39. se estas integrarem a carga suplementar do titular de cargo ou a carga  horária do servidor. 1º.    exercer  dois  cargos  ou  duas  funções‐atividade.  222 . observada a tabela no anexo que faz parte integrante desta seção.  terá  duas  sedes  de  controle  de  freqüência.    Artigo 628 ‐ O docente que faltar. os domingos.  a  qual  será. poderá ser abonada nos  termos da legislação vigente. serão elas somadas às que  vierem a ocorrer no mês seguinte ou subseqüentes.    Artigo 626 ‐ O desconto financeiro da “falta‐dia” será efetuado à  razão de 1/30 do  valor da retribuição pecuniária mensal. observada a tabela anexa.  § 2º ‐ Ocorrendo saldo de “falta‐aula” no final do mês. injustificadamente.    Artigo  629  ‐  O  não‐comparecimento  do  docente  nos  dias  de  convocação  para  participar  de  reuniões  pedagógicas.  de  conselho  de  classe  ou  de  escola. 2º e 4º)    Subseção II  Da Carga Horária e das Faltas    Artigo  623  ‐  A  carga  horária  diária  de  trabalho  docente  não  poderá  exceder  a  8  (oito)  horas  ou  480  (quatrocentos  e  oitenta)  minutos  computadas  as  unidades  escolares  de  exercício. será considerado “falta‐dia” a ser consignada no último dia de exercício.  além  do  previsto  no  artigo  624. arts.    Artigo  622  ‐  O  docente  que.  os feriados e aqueles em que não houver espediente na unidade escolar. deverão ser  efetuados registros distintos para cada situação.  em  unidades  escolares  diversas.Parágrafo  único  ‐  O  docente  servidor  que  estiver  em  exercício  em  duas  ou  mais  unidades escolares terá a sede de controle de freqüência fixada na escola onde teve atribuído o  maior número de aulas. de que trata o artigo anterior.  §  3º  ‐  No  mês  de  dezembro.  em  regime  de  acumulação. determinado dia da semana  durante  15  dias  sucessivos  ou  30  dias  intercalados.  perderá  as  aulas da classe ou classes.931/95.  qualquer  que  seja  o  seu  número.  para  atender  a  pais.  Parágrafo único ‐ Quando a acumulação ocorrer na mesma unidade.    Artigo  627  ‐  No  caso  de  faltas  sucessivas.

 arts.  223 . admitido nos termos do inciso I do artigo 1º  da Lei nº 500.  aplicar‐se‐á.931/95.alunos e à comunidade. acarretará “falta‐aula” ou “falta‐dia”. de 13 de novembro de 1974. 5º ao 12)    ANEXO    A QUE SE REFERE O § 1º DO ARTIGO 6º DO DECRETO Nº 39.  classificado  na  mesma  ou  em  outras  unidades  escolares  de  qualquer  Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 39. quando o período de afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos) dias  e desde que a carga horária do substituído seja igual ou superior à do substituto. de 12 de maio 1978. de 27 de dezembro de 1985.931.    Artigo 633 ‐  A substituição de que trata esta seção será exercida por integrantes  do Quadro do Magistério. DE 30 DE JANEIRO DE 1995    CARGA HORÁRIA SEMANAL A SER CUMPRIDA NA UNIDADE  ESCOLAR  2 a 7  8 a 12  13 a 17  18 a 22 23 a 27  28 a 32  33 a 35  Nº DE HORAS NÃO CUMPRIDAS QUE CARACTERIZAM A  “FALTA‐DIA”  1  2  3  4 5  6  7      Seção VII  Das Substituições dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Normas e Requisitos    Artigo  631  ‐  Haverá  substituição  nos  impedimentos  legais  e  temporários  dos  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  da  classe  de  Dirigente  Regional  de  Ensino. conforme o caso. observado o total  das horas de duração dos eventos e a tabela anexa.  também. observada a ordem de preferência prevista no artigo  45 da Lei Complementar nº 444.  b) o titular de cargo docente poderá ser afastado para substituir outro titular de  cargo  da  mesma  classe. respeitados os requisitos de habilitação mínima exigida para cada cargo  e.    Artigo  630  ‐  O  disposto  nesta  seção.  aos  docentes  designados para funções de coordenação nas unidades escolares da rede estadual de ensino. com observância das seguintes normas:  I ‐ série de classes de docentes:  a)  a  substituição  de  titular  de  cargo  docente  será  exercida  por  outro  titular  de  cargo docente ou por ocupante de função‐atividade.    Artigo  632  ‐  Para  os  cargos  de  provimento  em  comissão. ainda.  haverá  substituição  nas  situações  previstas  no  §  3º  do  artigo  7º  da  Lei  Complementar nº 180.

 do Quadro do Magistério. inciso I.  do  Subquadro  de  Cargos  Públicos  (SQC)  Tabela  II.  da  mesma  unidade  escolar  ou por um docente admitido para esse fim. nos termos do artigo 1º.  poderá  haver  admissão  de  docente. inocorrendo a substituição de  que trata o artigo 635. por período superior a 15 (quinze) dias. de 13 de novembro de 1974.  de  Diretor  de  Escola  ou  de  Dirigente  Regional    de  Ensino.161/08)    Subseção II  Das Substituições nas Classes de Docentes    Artigo  636  ‐  Durante  o  impedimento  legal  do  titular  de  cargo  ou  ocupante  de  função‐atividade docente. a substituição poderá ser  exercida  por  outro  titular  de  cargo  ou  pelo  ocupante  de  função‐atividade. exceto para os cargos de Dirigente Regional de Ensino e Diretor de Escola.  arts.   Parágrafo  único  ‐  O  período  de  afastamento  para  substituição  mediante  designação  deverá  ser  igual  ou  superior  a  200  (duzentos)  dias  e  a  carga  horária  do  substituído  igual ou superior à do substituto.  Parágrafo  único  ‐  O  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico.     Artigo 634 ‐ As normas previstas no artigo anterior aplicar‐se‐ão.  de  27  de  dezembro  de  1985.  nos  termos  do  artigo  1º.   II  ‐  classes  de  suporte  pedagógico:  a  substituição  de  titular  de  cargo  de  suporte  pedagógico só poderá ser exercida quando o afastamento for igual ou superior a 200 (duzentos)  dias. nos últimos 5 (cinco)  anos. exceto pela reassunção do titular substituído.  da  Lei  nº  500.  II ‐ tiverem desistido de designação anterior.  até  a  criação  do  cargo  correspondente.948/86. ou que tiveram cessada a designação.  224 . inocorrendo a substituição de que trata o artigo 635. de que trata o artigo 22 da  Lei  Complementar  nº  444.    Artigo  635  ‐  A  substituição  durante  o  impedimento  legal  e  temporário  de  outro  titular de cargo ou o exercício de cargo vago.  por qualquer motivo.  poderá  substituir  outro  titular  de  cargo  da  mesma  classe.  da Lei nº 500.  por período de 1 (um) até 15 (quinze) dias. ficando impedidos de participar da atribuição de vaga os interessados que:  I ‐ tiverem sofrido penalidades. para o  exercício  de  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  de  serviço  público  retribuída  mediante  pro  labore. observada a inscrição e cadastramento de docentes e  candidatos em nível de Diretoria de Ensino.   (Decreto  24.  alterado pelo Decreto nº 53.  de  13  de  novembro de 1974.037/08.c) no caso de afastamento inferior a 200 (duzentos) dias. poderá ser feita a admissão de docente.  IV – encontrem‐se no período de estágio probatório.  classificado em área de jurisdição de qualquer Diretoria de Ensino.  7º  e  18  do  Decreto  nº  53. através de Portaria Especial de Admissão.  III ‐ apresentarem no ano precedente ao da atribuição de vaga mais de 12 (doze)  faltas de qualquer natureza. por qualquer tipo de ilícito.  1º  ao  4º.    inciso  I. de que tratam os artigos 542  a 549. nos últimos 3 (três) anos. também.  dar‐se‐ão  mediante  designação  do  servidor  em  exercício.     Artigo 637 ‐ Para a regência de classe ou ministração de aulas nos impedimentos  eventuais de titular de cargo ou de ocupante de função‐atividade da série de classes de docentes.  atendidas  as  condições  previstas  nesta  seção  e  nas  demais  normas  regulamentares.    arts.

  e  quando  o  prazo  for  igual  ou  superior a 30 (trinta) dias.  em  substituição. a direção. nos 10 (dez) primeiros dias úteis do mês de agosto de cada ano.  § 2º ‐ Na inexistência de Vice‐Diretor de Escola. deverá o docente. não  poderão ser somados períodos de impedimentos diversos. das classes de Suporte Pedagógico. de que trata o caput deste artigo. em especial quando se tratar de licença‐ saúde.948/86. obrigatoriamente.    Artigo  639 ‐  No  final  de  cada  ano.  ao  exercício  de  atribuição de cargo vago.    Artigo  641  ‐  Nos  afastamentos  do  Diretor  de  Escola. durante cada mês. o Vice‐Diretor de Escola assume.  a  unidade escolar  onde houve  a  prestação  de  serviço. será  feita nos dias em que ocorrer o impedimento do titular de cargo ou ocupante de função‐atividade.  225 .  será  designado.  §  1º  ‐  As  normas  previstas  nesta  subseção  aplicam‐se. na admissão de que trata o  artigo anterior.  neste  caso  exclusivamente  para  a  classe  de  Diretor  de  Escola.    (Decreto 24. os dias em que o servidor trabalhou como docente.  integrantes  desta  subseção.  § 2º ‐ Quando se tratar de substituição.  serão  exercidas  por  titulares  de  cargo  do  mesmo  Quadro. e nos termos desta subseção.  também. que atendam aos requisitos estabelecidos no Anexo III da Lei Complementar nº 836.  §  2º  ‐  A  inscrição  realizada  terá  validade  até  o  período  de  inscrições  do  ano  subseqüente. quando ocorrer a  situação  prevista  no  caput  ou  nos  seus  impedimentos  legais.  e  de  que  tratam  os  artigos  633  a  635. 2º  e 4º do art. somente haverá atribuição de vaga para  este fim se o impedimento do substituído for por período maior ou igual a 200 (duzentos) dias.  § 3º ‐ Na composição dos 200 (duzentos) dias de afastamento do substituído. titular de cargo  efetivo.     Artigo 638 ‐ Para o cálculo da retribuição pecuniária.  outro  docente.  até  a  criação  do  cargo  correspondente. mesmo que sem interrupção. de 27 de dezembro de  1985.  expedirá  Atestado  de  Freqüência  do  qual  deverá  constar  de  forma discriminada. de  30 de dezembro de 1997. mas de prazos distintos.  observadas  as  disposições  dos  artigos  684  a  691.  §  1º  ‐  No  ato  de  inscrição. nem de  impedimentos de mesmo teor. indicado na escala de substituição. previstas no artigo 22 da Lei Complementar nº 444. 10)     Subseção III  Das Substituições nas Classes de Suporte Pedagógico    Artigo 640 ‐ As substituições dos integrantes do Quadro do Magistério. será considerada a soma do número de horas efetivamente ministradas por dia em  que o docente exerceu a substituição.  por  período  inferior  a  200  (duzentos) dias. pela imprevisibilidade de sua concessão e manutenção.Parágrafo único ‐ A admissão de docente.    Artigo  642  ‐  Os  interessados  em  exercer  as  atribuições.  nos  termos  do  artigo  637.  em  substituição  ou  em  cargo vago. bem como de função de serviço público retribuída mediante pro labore.  § 1º ‐ Para ocupar o posto de trabalho de Vice‐Diretor de Escola. nos termos desta subseção deverão inscrever‐se  nas Diretorias de Ensino. assumir a direção da unidade escolar. 9º. art. classe de  Suporte Pedagógico.  inclusive  os  Anexos  I  e/ou  II.  que  deverão  estar  preenchidos e assinados pelo superior imediato. caput e §§ 1º.  o  candidato  deverá  apresentar  os  documentos  pertinentes.

3)  Faixa  III  ‐  docentes  titulares  de  cargo  ‐  com  certificado  de  aprovação  em  concurso público. para preenchimento de cargos de  Supervisor de Ensino.2)  Faixa  II  ‐  titulares  de  cargo  de  Diretor  de  Escola  –  com  certificado  de  aprovação em concurso público.  para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino.2) 5 (cinco) pontos por certificado de aprovação em concurso público promovido  por  esta  Secretaria  da  Educação.  na  Faixa  II. na Faixa I. dentro do prazo de validade do concurso.    Artigo  644  ‐  A  classificação  dos  candidatos  inscritos  dar‐se‐á  por  situação  funcional. títulos e tempo de serviço. as datas. horários e número de vagas das atribuições.  a.1)  5  (cinco)  pontos  por  certificado  de  aprovação  em  concurso  público.  a.2) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público. nas  Faixas II e IV.  a.3) Faixa III ‐ demais docentes titulares de cargo.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Diretor de Escola.  II ‐ classificação para atribuição na classe de Supervisor de Ensino  a) quanto à situação funcional:  a.  o  relativo  à  própria  classificação nesta faixa.2)  Faixa  II  ‐  docentes  portadores  de  certificado  de  aprovação  em  concurso  público de provas e títulos. promovido  por esta Secretaria da Educação. após a comunicação de que trata o inciso anterior.  226 . na seguinte conformidade:  I ‐ classificação para atribuição na classe de Diretor de Escola  a) quanto à situação funcional:  a. em cada sessão de  atribuição  da  qual  participe. promovido  por esta Pasta. para  preenchimento de cargos de Diretor de Escola.4) Faixa IV ‐ demais Diretores de Escola titulares de cargo.  o  certificado  do  cargo  de  que  é  titular  e.  excluídos. nas Faixas II e III.  b) quanto aos títulos:  b.§ 3º ‐ O inscrito nos termos desta subseção deverá apresentar.  para  preenchimento  de  cargos  de  Supervisor  de  Ensino.  até  20  (vinte) pontos.1) Faixa I ‐ titulares de cargo de Supervisor de Ensino. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. o certificado do cargo de que é titular e. promovido por esta Secretaria da Educação. o relativo à própria  classificação nestas faixas.  na  Faixa  I.  c)  quanto  ao  tempo  de  serviço  como  Diretor  de  Escola:  0.  a. dentro do prazo de validade do concurso. promovido pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.  III ‐ realizar a sessão de atribuição das substituições previstas nesta subseção.  b.  b. o certificado relativo ao cargo de que é titular.  termo  de  anuência  expedido  pelo  superior  imediato.  II  ‐  comunicar. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola. para preenchimento de cargos de Diretor de Escola.  b) quanto aos títulos:  b.  promovido por esta Secretaria da Educação.004  por  dia.  com  data  atualizada e com validade abrangendo apenas o período de vigência da designação. dentro do prazo de validade do concurso.  a.  com  no  mínimo  2  (dois)  dias  úteis  de  antecedência.  por  meio  do  Diário  Oficial. excluído.    Artigo 643 ‐ A Diretoria de Ensino deverá:  I ‐ cientificar os inscritos da forma de convocação para as sessões de atribuição das  substituições. no  prazo de até 3 (três) dias úteis.1) 3 (três) pontos por certificado de aprovação em concurso público.  excluídos. para preenchimento de cargos de Supervisor de Ensino.

  deverão  ser  utilizados  os mesmos  critérios e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por Tempo de Serviço (ATS).    Artigo 647 ‐ Quando ocorrer ingresso ou remoção de Supervisor de Ensino.  em  unidade escolar  que  seja  do  mesmo  município  e  da  mesma Diretoria de Ensino de seu órgão de classificação.  II  ‐  ao  Diretor  de  Escola.    Artigo 645 ‐ Fica expressamente vedada a atribuição de vaga e/ou sua respectiva  designação:  I ‐ ao candidato que.  II  ‐  na  hipótese  de  acumular  um  cargo  docente  e  outro  de  suporte  pedagógico. contados a partir do encerramento do período de  inscrições.  Parágrafo único – O servidor. poderá ser designado em substituição. afixando‐se a  relação dos candidatos. o desempate dar‐se‐á pelo maior tempo de serviço no magistério público estadual. a classificação dos inscritos deverá ser divulgada pela Diretoria de Ensino. em local visível e de livre acesso.  será  designado  por  um  deles.  devendo permanecer em efetivo exercício no outro cargo. deverá  ser observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos.  devendo  permanecer  em  exercício  no  cargo  docente.  § 5º ‐ Após 3 (três) dias úteis.  2 ‐ o substituto esteja em classificação inferior. a fim de se proceder à cessação das  designações em cargo vago. se encontre afastado a qualquer título.  §  3º  ‐  Para  fins  da  contagem  de  tempo  de  serviço. até 20  (vinte) pontos.  3 ‐ o saldo do período dessa substituição seja igual ou superior a 200 (duzentos)  dias.  será  designado  pelo  cargo  de  suporte  pedagógico.004 por dia.  IV ‐ ao candidato que se enquadre em qualquer das situações previstas no artigo  635. em número suficiente para viabilizar o exercício aos ingressantes ou  aos removidos.  nos  termos  desta  subseção.  §  2º  ‐  Quando  ocorrer  empate  na  classificação  dos  inscritos  de  qualquer  das  classes. com as respectivas pontuações. de que trata  este  artigo. desde que:  1 ‐ seja observada a ordem inversa à da classificação dos inscritos para a cessação  da designação em substituição.  é  apenas  o  exclusivamente  prestado  no  Quadro  do  Magistério  desta  Secretaria  da  Educação. cuja designação  em  cargo  vago tenha  sido  cessada  no evento.  III ‐ por procuração de qualquer espécie.    227 .  Parágrafo  único  ‐  Em  ambas  as  hipóteses  deverá  haver  publicação  de  novo  ato  decisório.     Artigo  646  ‐  Ao  candidato  que  acumular  cargos  deverá  ser  observado  o  que  se  segue:  I  ‐  no  caso  de  acumular  dois  cargos  docentes.c) quanto ao tempo de serviço como Supervisor de Ensino: 0.  § 1º ‐ O tempo de serviço a ser considerado para fins da classificação. na data da atribuição.  § 4º ‐ A data‐limite da contagem de tempo de que trata o parágrafo anterior será  sempre o dia 30 de junho do ano da inscrição.

  Parágrafo  único  ‐  A  desistência.   Artigo  650  ‐  O  designado  nos  termos  desta  subseção  não  poderá  desistir  da  designação para concorrer à nova atribuição.  por  qualquer  outro  motivo. não fará jus à percepção de ajuda de custo.    Artigo 651 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação do integrante  do  Quadro  do  Magistério. diárias  ou trânsito.. para  homologação. no mesmo ou em qualquer outro órgão/unidade.  em  unidade diversa à de seu órgão de classificação. 1º ao 13)      ANEXO I    Inscrição para a classe de Diretor de Escola    Nome: –––––––––––––––––––––––––––––––––––––‐  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: EE–––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos ? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––––‐  (S. a se realizar concomitantemente em todas as Diretorias de Ensino.  quando exercer  substituição  ou  responder  pelas  atribuições  de  cargo  vago  ou  de  função  retribuída  mediante  pro  labore. previsto no artigo 642  e devidamente efetuada a classificação dos inscritos.Artigo 648 ‐ O substituto que se ausentar por mais de 15 (quinze) dias terá cessada  a substituição ao início do afastamento. declarando estar ciente do disposto no  caput e inciso II do artigo  635.  (Res. o órgão setorial de recursos humanos fixará  e  divulgará.  Parágrafo único ‐ A cessação na situação especial de que trata este artigo deverá  ser  precedida  de  relatório  do  Dirigente  Regional  de  Ensino  com  justificativa  que  comprove  o  desempenho incompatível com a função a ser enviado à respectiva Coordenadoria de Ensino.  deverá  ser  feita  de  próprio punho pelo designado.  mediante  comunicado  a  ser  publicado  em  D.EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: DIRETOR DE ESCOLA FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo e o relativo à Faixa II): –‐ pts.E. (A)  Supervisor de Ensino: –‐ pts.  ficando  vedada  a  sua  designação para quaisquer outras atribuições nos termos desta subseção. SE nº 57/08.  a  data  para  a  primeira  sessão  de  atribuição de vagas.O. arts.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  228 . exceto quando se tratar de férias.    Artigo  649  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.    Artigo 652 ‐ Encerrado o prazo de 10 (dez) dias de inscrição. (B)  Tempo de Serviço em direção de escola: –‐ pts.  em  especial  quando  o  mesmo  não  corresponder  às  atribuições  do  cargo  ou  descumprir  normas  legais.  bem  como  a  sua  cessação.

EE/Estadual/Municipal/Federal)  Classe: SUPERVISOR DE ENSINO FAIXA: ––––––‐  Títulos: Certificados de aprovação em concurso público da SEE Pontos:  Diretor de Escola (exceto o do cargo.  III ‐ a de dois cargos privativos de médico. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐/––/–––     ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––––––––––––       (data)            (carimbo e assinatura do superior imediato)    ANEXO II    Inscrição para a classe de Supervisor de Ensino    Nome: ––––––––––––––––––––––––––––––––––  RG: –––––––––– DI: –‐ Cargo: –––––––––––––––––––––  RS: –––––––––––––– PV: ––‐  Órgão de Classificação: ––––––––––––––––––––––––––‐  Diretoria de Ensino ‐ Região–––––––––––––––––––––––‐  Acumula cargos? –– (S/N) Outro cargo/função: ––––––––––––––––  Órgão  de  vinculação  do  outro  cargo/função:  ––––––––––––––––– (S. na classe de: ––––––––––––    ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐/––/–––              ‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐––––––‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐‐–––––––            (data)                    (carimbo e assinatura do superior imediato)      Seção VIII  Das Acumulações Remuneradas de Cargos Públicos    Artigo  653  ‐  Nos  termos  das  normas  constitucionais  são  permitidas  as  seguintes  situações  de  acumulações  remuneradas  de  cargos  públicos. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração.  II ‐ a de um cargo de professor com outro técnico ou científico. Autarquias. empregos ou funções na Administração Direta.  a pedido.  Total de Pontos: ––‐  DESEMPATE:  Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: –––‐ dias  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição.    Artigo 654 ‐ As disposições desta seção abrangem as acumulações remuneradas de  cargos. inclusive as de regime especial. em –‐/–‐/––‐.Tempo de serviço no Magistério Público Estadual: ––‐ dias.  a pedido. em –‐/–‐/––‐.  229 . (B)  Tempo de Serviço na Supervisão: –– pts.  desde  que  haja  compatibilidade  de  horários:  I ‐ a de dois cargos de professor. em –‐/–‐/––‐. em –‐/–‐/––‐. (A)  Supervisor de Ensino (exceto o do cargo e o das Faixas II e III): –‐ pts. na classe de: –––––––––––––‐  a critério da Administração.  Observações: Ocorrência(s) de cessação de designação na vigência desta inscrição. nas Faixa II e IV): –‐ pts.

 emprego ou função.  sob  pena  de  responsabilidade. Indireta ou fundacional da União.  se  no  mesmo  município.    Artigo  655  ‐  Para  fins  de  acumulação  remunerada  considera‐se  cargo  técnico  ou  científico aquele que exige. mesmo temporário. se em municípios diversos.  230 .  por  ocasião  do  ingresso  do  servidor.  III  ‐  comprovada  a  viabilidade  de  acesso  aos  locais  de  trabalho  pelos  meios  normais de transporte. ou na alteração de horário ou  do seu local de trabalho.  pelo  menos  1  (uma)  hora  de  intervalo.    Artigo 658 ‐ Deverá ser verificada pela autoridade competente a que se refere o  artigo  659. da Secretaria de Gestão Pública.  § 1º ‐ A autoridade competente para expedir declaração sobre horário de trabalho  do servidor em acumulação remunerada é o dirigente de sua unidade de exercício. conhecimentos específicos de nível superior ou  profissionalizante correspondente ao ensino médio.  §  3º  ‐  Será  responsabilizada  a  autoridade  que  permitir  a  acumulação  ilícita.  admitido  ou  contratado  no  serviço  público  deverá  declarar. Reflexos e Encargos Sociais  do Estado". sem prejuízo do número regulamentar de horas de trabalho de cada um. a critério da autoridade competente de que trata o artigo 659.fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público.  emprego  ou  função  na  Administração Pública Direta.  § 2º ‐ Se as unidades de exercício do servidor situarem‐se próximas uma da outra.  II ‐ publicar a decisão dos casos examinados. indicando  qual o cargo. Estados ou Municípios.  Parágrafo  único  ‐  A  simples  denominação  de  "técnico"  ou  "científico"  não  caracterizará como tal o cargo que não satisfizer as exigências deste artigo.  mediante consulta ao "Sistema de Informações referentes a pessoal.  § 1º ‐ O exercício do servidor será precedido de publicação de que trata o inciso II  deste artigo. empregos ou funções.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também às entidades referidas  no artigo 654 . entre o término do horário de um cargo.    Artigo  657  ‐  O  nomeado.  em horários diversos.  a  existência  de  acumulação  remunerada. que será responsável pela  verificação do cumprimento regular dos respectivos horários de trabalho. local e o horário de trabalho. para o seu exercício.  aplicando‐se‐lhe as sanções cabíveis.  §  2º  ‐  Aplica‐se  o  disposto  neste  artigo  quando  ocorrer  qualquer  mudança  da  situação  funcional  do  servidor  ou  empregado  em  acumulação  remunerada  que  implique  no  exercício.    Artigo 656 ‐ Haverá compatibilidade de horários quando:  I ‐ comprovada a possibilidade de exercício dos dois cargos.  se  exerce  outro  cargo.  salvo  se  no  mesmo  estabelecimento e de 2 (duas) horas. emprego ou função e o início  do  outro. de outro cargo.  os intervalos exigidos no inciso II deste artigo poderão ser reduzidos até o mínimo de 15 (quinze)  minutos.    Artigo 659 ‐ À autoridade que der posse ao funcionário ou exercício ao servidor em  regime de acumulação remunerada compete:  I ‐ verificar a regularidade da acumulação pretendida. sociedades de economia mista e empresas  públicas.  II ‐ mediar.

261.261.  Parágrafo único ‐ O disposto neste artigo não se aplica às nomeações para cargos  de Secretário de Estado e Secretário Adjunto.  designado  como  substituto  ou  responsável  por  cargo  vago  ou. de 28 de outubro de 1968 não configura acumulação remunerada. empregos ou funções acumuláveis na atividade.  II  ‐  exigir. na forma  prevista na Constituição Federal. em decorrência dos trâmites administrativos relativos à decisão de  recursos interpostos sobre a acumulação pretendida. uma vez desprovidos caberá à autoridade a que  se refere o artigo 659:  I  ‐  convidar  o  servidor  ou  empregado  a  optar. ficando condicionada à prévia autorização do Secretário de Gestão Pública.  a  nomeação  para  cargos  em  comissão  de  aposentados  que  percebam  proventos  decorrentes  de  cargos. empregos ou funções.  Artigo 660 ‐ O servidor em regime de acumulação remunerada.  231 .    Artigo 666 ‐ Na hipótese de o servidor ou empregado não optar no prazo previsto  no artigo anterior.  empregos  ou  funções  deverá  ser  devidamente  justificada  pelo  órgão  interessado. for ultrapassado o prazo legal para posse e  exercício será expedido novo ato de nomeação ou admissão. observados os termos do Decreto nº  40.    Artigo  661  ‐  A  acumulação  de  proventos  e  vencimentos  ou  salários  somente  é  permitida quando se tratar de cargos.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos  ou  salários. de 28 de outubro de 1968.    Artigo 663 ‐ A percepção das vantagens pecuniárias de que trata o artigo 124 da  Lei nº 10.    Artigo  664  ‐  O  servidor  em  licença  para  tratar  de  interesses  particulares  nos  termos  da  legislação  em  vigor. visando a identificação de  situações de acumulação remunerada.  pelo  menos  em  relação  a  um  dos  cargos  acumulados.  preenche  os  requisitos  de  regularidade da acumulação pretendida.  ainda.722.  não  poderá  exercer  cargo. quando nomeado  para  cargo  em  comissão. por um dos cargos.  Parágrafo  único  ‐  As  providências  de  que  trata  este  artigo  deverão  ocorrer  no  prazo improrrogável de 30 (trinta) dias.    Artigo  662  ‐  No  âmbito  das  Secretarias  de  Estado  e  da  Procuradoria  Geral  do  Estado.  prova  de  que  foi  exonerado do outro cargo ou dispensado do outro emprego ou função.  para exercício de função retribuída mediante pro labore.  sob  pena  de  suspensão  dos  vencimentos ou salários. poderá demonstrar que. poderá vir a ser autorizado a celebrar convênios com a União e  com os municípios do Estado para intercâmbio de informações cadastrais referentes a servidores e  empregados da Administração Direta.    Artigo 668 ‐ O Secretário de Gestão Pública.    Artigo 667 ‐ Se. Indireta e fundacional do Estado. de 20 de março de 1996.  nos  termos  do  artigo  239 da Lei nº 10. considerada a  nova  situação. deverá ser proposta a instauração de processo administrativo pela autoridade  competente.    Artigo  665  ‐  Expirados  os  prazos  dos  recursos  interpostos. nos termos desta seção. Indireta ou fundacional do Estado.  emprego  ou  função  na  Administração  Pública Direta.

 por tempo determinado.  empregos  e  funções  na  Administração Estadual. por tempo determinado. nos termos do inciso VII do artigo 64 da Lei Complementar nº 444.  232 .   (Decreto nº 41. nos termos do inciso X acrescentado ao artigo 64 da Lei  Complementar nº 444.  observadas  as  normas  específicas  estabelecidas  pela  Secretaria da Educação. arts. de 27 de dezembro de 1985.  de  27  de  dezembro de 1985.  de  27  de  dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  IV  do  artigo  64  da  Lei  Complementar nº 444. desde que o afastamento esteja previsto no  convênio.  de  27  de  dezembro de 1985.037/08)      Seção IX  Do Afastamento dos Titulares de Cargos do Quadro do Magistério    Artigo 670 ‐ Os afastamentos dos titulares de cargos do Quadro do Magistério da  Secretaria da Educação somente poderão ser autorizados nas seguintes condições:  I ‐ sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens dos respectivos cargos.  b) exercer a docência em outras modalidades do Ensino Fundamental e do Ensino  Médio. para:  a) exercer atividades em outras Secretarias de Estado ou em Autarquias do Estado  de São Paulo. de 27 de dezembro de 1985. junto a  entidades conveniadas com a Secretaria da Educação. 2º ao 18.915/97. 19 do  Decreto nº 53. de 27 de  dezembro de 1985.  com  fundamento  no  inciso  II  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444. atividades docentes no Sistema Carcerário do  Estado. 8º está  combinado com o art.  II  ‐  com  prejuízo  dos  vencimentos  mas  sem  prejuízo  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos.  de  27  de  dezembro  de  1985. O art. em órgãos ou entidades da União.  para:  a)  exercer  atividades  inerentes  ou  correlatas  às  do  Magistério.  c) exercer.  Artigo  669  ‐  Caberá  aos  órgãos  setoriais  e  subsetoriais  de  recursos  humanos  o  acompanhamento  e  controle  das  situações  de  acumulação  de  cargos.  f)  desempenhar  atividades  junto  a  unidade  escolar  da  Rede  Municipal  de  Ensino  conveniada com a Secretaria da Educação.  Parágrafo  único  ‐  Qualquer  cidadão  poderá  comunicar  aos  órgãos  públicos  a  existência de acumulação irregular.  com  fundamento  no  inciso  VIII  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  de 30 de dezembro de 1997 (Diário Oficial do Estado ‐ Poder Legislativo de 29 de junho de 2000).  em  cargos  ou  funções previstos nas unidades ou nos órgãos da Secretaria da Educação e no Conselho Estadual  de  Educação.  d)  desenvolver  atividades  junto  às  Entidades  de  Classe  do  Magistério  Oficial  do  Estado de São Paulo.  com  fundamento  no  inciso  V  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  e) exercer. com fundamento no inciso III do artigo 64 da Lei Complementar  nº  444. por tempo determinado. de outros Estados ou Municípios ou em outros  Poderes  Públicos. pelo artigo 46 da Lei Complementar nº 836.  observado  o  limite  de  um  servidor  para  cada  Estado  da  União  e  para  cada  Município  do  Estado  de  São  Paulo. atividades inerentes às do Magistério.

 no máximo 3 (três) vezes.  §  2º  ‐  Os  afastamentos  a  que  se  refere  o  inciso  II  deste  artigo  poderão  ser  autorizados por até 1 (um) ano.  § 2º ‐ A autorização de afastamento de que trata este artigo dar‐se‐á pelo período  correspondente ao mandato a que se refere.  aperfeiçoamento  ou  atualização. ou no artigo 15 da Lei nº  500. no mínimo. prestar serviços junto à Prefeitura respectiva.  poderão  ser  concedidos  aos  servidores  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.  de  imediato.  de  27  de  dezembro  de  1985.  o  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ser  afastado.  para  exercer  atividades  de  assessoramento  em  Brasília‐DF. na sua área de atuação.  nessas  mesmas  condições  e  fundamentação.  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  mandato de Deputado Estadual. arts. quando o cônjuge estiver  no exercício de mandato de Deputado Federal ou de Senador. sem prejuízo dos salários e das demais vantagens da  função‐atividade de que é ocupante. alíneas "c" e "e".b)  freqüentar  cursos  de  pós‐graduação.  ainda. para. com fundamento no inciso IV do artigo 64 da Lei Complementar nº 444. na área de atuação relativa a seu cargo:  a)  junto  à  Assembléia  Legislativa. por igual período.    Artigo 672 ‐ Os integrantes do Quadro do Magistério que em 12 de abril de 2005  estivessem  regularmente  afastados.  a  cessação  do  afastamento  do  servidor. de 27 de  dezembro de 1985. com fundamento no inciso VI do artigo  64 da Lei Complementar nº 444. e II deste artigo  somente poderão ser autorizados quando os servidores interessados tenham. com fundamento no artigo 65 da Lei Complementar nº 444. de 27 de  dezembro  de  1985. no País ou no Exterior. naquela cidade. prorrogáveis.  §  3º  ‐  O  afastamento  poderá  ser  cessado  a  qualquer  tempo. 69 e 75 da  Lei nº  10.  (Decreto nº 49.    Artigo 673 ‐  Os afastamentos com  fundamento nos  artigos 68.  especialização. 3 (três)  anos de efetivo exercício nos respectivos cargos. 1º ao 4º)      233 . de 27 de dezembro de 1985.  poderão  ter  novos  afastamentos  autorizados.261.    Artigo  671  ‐  Poderá.  §  3º  ‐  O  afastamento  previsto  no  inciso  IX  do  artigo  64  da  Lei  Complementar  nº  444.  § 1º ‐ Os afastamentos previstos neste artigo poderão ser autorizados também a  servidor integrante do Quadro do Magistério.  sem  prejuízo  dos  vencimentos  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos  cargos. de 13 de novembro de 1974.  formaliza‐se  mediante  ato  de  designação  pela  autoridade  competente.  a  pedido  da  autoridade que o tenha solicitado.  sem prejuízo dos vencimentos e das demais vantagens do cargo:  I ‐ para exercer assessoria parlamentar.  a  critério  da  Administração.  II  ‐  quando  o  cônjuge  estiver  no  exercício  de  cargo  de  Prefeito  de  Município  do  Estado de São Paulo.  § 1º ‐ Os afastamentos de que tratam os incisos I.  §  4º  ‐  Deverá  ser  providenciada.  b) junto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal.893/05.  para  exercer  atividades  junto  ao  Governo  do  Distrito  Federal  ou  a  órgãos  e  entidades da União ou dos Estados.  por  tempo  determinado.  com  ou  sem  prejuízo  dos  vencimentos  ou  salários  e  das  demais  vantagens  dos  respectivos cargos ou funções‐atividade. no caso de exoneração do cargo que ocupa ou dispensa da função‐atividade que exerce. de 28  de  outubro de  1968.

  III  ‐  nos  termos  do  artigo  64. funcionários e  servidores da Administração Centralizada e das Autarquias do Estado.    Artigo 676 ‐ São requisitos para a autorização do afastamento:  I ‐ quanto à entidade:  a) estar registrada no Registro Público competente. a Secretaria da Educação  deverá instruir os pedidos com manifestação acerca da conveniência da medida.  de  27  de  dezembro  de  1985.  previstos  nos  seus  estatutos. até o máximo de 3 (três) visando  o exercício de outro cargo na Diretoria da entidade.  e) ter base de atuação em todo o território do Estado.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo anterior. Secretário Geral ou Tesoureiro.  § 1º ‐ O número de associados será atestado pelo Presidente da entidade.  no  prazo  máximo  de  15  (quinze) dias.  234 . para decisão em igual prazo.  para  exercício  de  mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados. subscritos pelo Presidente da entidade.  II ‐ quanto ao funcionário ou servidor:  a) estar no exercício de seu cargo ou função‐atividade.  inciso  VII.  da  Lei  Complementar  nº  444.  d) contar com o número de associados previstos no artigo 674.  mais  1  (um)  funcionário  ou  servidor em relação a cada grupo de 3.  § 1º ‐ Os pedidos deverão ser entregues na Secretaria de Estado ou na entidade  autárquica  em  que  tenham  exercício  os  funcionários  ou  servidores  e.000 (três mil) associados.  da  Secretaria  da  Educação.  § 3º ‐ Na hipótese prevista no inciso III do artigo 674 a entidade deverá ter como  objeto a representação do magistério do ensino fundamental e médio do Estado.  dirigidos ao Secretário‐Chefe da Casa Civil deverão ser instruídos com prova do atendimento dos  requisitos  indicados  no  artigo  676  e  relação  dos  demais  dirigentes  da  entidade  afastados  no  mesmo período de mandato.  quando  forem  eleitos  para  cargos  da  Diretoria.  a  autorização  poderá  ser  concedida até o limite máximo de 10 (dez) dirigentes por entidade.  §  2º  ‐  As  autarquias  farão  o  encaminhamento  por  intermédio  da  Secretaria  de  Estado a que estejam vinculadas.Seção X  Do Afastamento de Funcionários e Servidores para Mandato de Dirigente de Entidade de Classe    Artigo 674 ‐ Poderão afastar‐se:  I ‐ nos termos da Lei Complementar nº 343. para exercício de mandato  como  dirigente  de  entidade  de  classe  que  congregue  no  mínimo  500  (quinhentos)  associados.   c) congregar servidores públicos estaduais. instruídos e encaminhados à Casa Civil.  b) ter sido eleito e empossado no cargo de direção da entidade.  Parágrafo  único  ‐  Na  hipótese  prevista  no  inciso  III.  § 2º ‐ Caberá ao funcionário ou servidor interessado declarar que se encontra no  efetivo exercício do cargo ou função‐atividade.  b)  ter  como  objeto  a  representação  de  servidores  integrantes  do  serviço  público  estadual. para o qual tenha sido eleito. de 6 de janeiro de 1984.  quando forem eleitos para os cargos de Presidente.  II  ‐  além  da  hipótese  prevista  no  inciso  anterior.  integrantes  do  Quadro  do  Magistério.    Artigo 675 ‐  Os  pedidos de afastamento.

(Decreto nº 31.170/90, art. 3º, com a redação dada às alíneas “b” e “c” do inciso I  pelo Decreto nº 54.878/09)    Artigo 677 ‐ A competência para decisão dos pedidos de afastamento, de que trata  esta seção, é do Secretário‐Chefe da Casa Civil.      Artigo 678 ‐ O período do afastamento corresponderá ao do mandato.  Parágrafo único ‐ Será causa de cessação automática do afastamento a perda ou a  interrupção  no  exercício  do  mandato,  devendo  a  entidade  comunicar  o  fato  ao  Gabinete  do  Secretário‐Chefe da Casa Civil, no prazo de 5 (cinco) dias.    Artigo  679  ‐  Durante  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  perceberá  o  vencimento ou salário e as demais vantagens do cargo ou da função‐atividade.    Artigo  680  ‐  Enquanto  perdurar  o  afastamento,  o  funcionário  ou  servidor  não  poderá ser exonerado, dispensado ou despedido, salvo a pedido ou por justa causa.    Artigo  681  ‐  O  período  de  afastamento  será  considerado  como  de  efetivo  exercício, para todos os efeitos legais.     Artigo  682  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  também  a  funcionário  ou  servidor  eleito dirigente de entidade de classe, do tipo federativo ou central de entidades, que congregue,  no mínimo, 10 (dez) entidades de classe representativas de funcionários e servidores do Estado,  com mais de 500 (quinhentos) associados.    Artigo 683 ‐ A Casa Civil manterá registro cadastral dos afastamentos concedidos  na forma desta seção, com referência às entidades e a cada funcionário ou servidor.  (Decreto  nº  31.170/90,  arts.  1º  ao  10,  combinado  com  o  art.  26  do  Decreto  nº  52.833/08)    Seção XI  Dos Postos de Trabalho de Vice‐Diretor de Escola    Artigo  684  ‐  As  unidades  escolares  da  rede  estadual  de  ensino  contarão  com  postos de trabalho destinados às funções de Vice‐Diretor de Escola, na forma estabelecida nesta  seção.    Artigo  685  ‐  A  designação  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  recairá  em  docente  vinculado  à  rede  estadual  de  ensino,  que  preencha  os  seguintes  requisitos  mínimos:  I  ‐  ter  Licenciatura  Plena  em  Pedagogia  ou  Pós‐Graduação  (mestrado  ou  doutorado) na área de Educação;  II ‐ ter, no mínimo, 5 (cinco) anos de efetivo exercício no Magistério;  III ‐ pertencer, de preferência, à unidade escolar.    Artigo 686 ‐ A fixação do módulo das unidades escolares, para fins de designação  de  docente  para  o  posto  de  trabalho  de  Vice‐Diretor  de  Escola  será  definida  por  normas  estabelecidas em regulamento. 

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Parágrafo único – O Assistente de Diretor de Escola integrará o módulo fixado para  a unidade escolar.    Artigo  687  ‐  O  exercício  das  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  corresponderá  ao  cumprimento  da  carga  horária  de  40  (quarenta)  horas  semanais,  pela  qual  o  docente  será  remunerado  a  título  de  carga  horária  docente  na  faixa  e  nível  correspondente  ao  seu  cargo  ou  função.    Artigo  688  ‐  As  indicações  para  designação  e  cessação  para  as  funções  de  Vice‐ Diretor de Escola são de competência do Diretor de Escola.  § 1º ‐ Na hipótese de indicação de docente classificado em outra unidade escolar  para as funções de Vice‐Diretor, o Diretor de Escola deverá submetê‐la à aprovação do Conselho  de Escola.  § 2º ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a designação para as funções de  Vice‐Diretor de Escola, inclusive das unidades escolares que não contarem com Diretor de Escola.    Artigo  689  ‐  Compete  ao  Vice‐Diretor  de  Escola  ou  ao  Assistente  de  Diretor  de  Escola substituir o Diretor de Escola em todos os seus impedimentos legais e temporários, exceto  faltas.  §  1º  ‐  A  substituição  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  será  exercida  pelo  Vice‐ Diretor apenas por período inferior a 200 (duzentos) dias.  §  2º  ‐  Na  hipótese  de  a  unidade  escolar  contar  com  2  (dois)  Vice‐Diretores  de  Escola  ou  um  Assistente  de  Diretor  de  Escola  e  um  Vice‐Diretor,  o  exercício  da  substituição  obedecerá à escala de substituição definida na unidade escolar, observada a restrição temporal do  parágrafo anterior.    Artigo  690  ‐  Poderá  haver  designação  de  outro  docente  para  desempenhar  as  funções  de  Vice‐Diretor  de  Escola  nos  impedimentos  iguais  ou  superiores  a  30  (trinta)  dias  quando:  I – o Vice‐Diretor de Escola, designado, afastar‐se por motivo de Licença‐Gestante,  Licença‐Prêmio, Licença‐Saúde, campanha eleitoral, férias ou, ainda, quando o Vice‐Diretor estiver  substituindo o Diretor de Escola;  II  –  o  Assistente  de  Diretor  de  Escola  afastar‐se  nas  hipóteses  acima  e  demais  impedimentos legais.    Artigo 691 ‐ Haverá dispensa do Vice‐Diretor de Escola se a unidade escolar deixar  de comportar o referido posto de trabalho ou se o professor designado:  I – pedir dispensa das funções;  II  –  afastar‐se  por  período  superior  a  30  (trinta)  dias,  exceto  nas  situações  apontadas no artigo anterior;  III – não corresponder às atribuições específicas do posto de trabalho;  IV  –  quando  ocorrer  a  cessação  do  vínculo  funcional,  se  docente  ocupante  de  função‐atividade.    Artigo 692 ‐ Na vacância do cargo de Diretor de Escola ou substituição por período  igual ou superior a 200 (duzentos) dias, a designação para o exercício das funções do cargo vago  deverá ser feita de conformidade com o disposto no artigo 22 da Lei Complementar nº 444, de 27  de dezembro de 1985, e normas complementares. 

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§  1º  ‐  Quando  a  unidade  escolar  criada  passar  a  comportar  cargo  de  Diretor  de  Escola,  até  que  o  mesmo  seja  classificado  e  atribuído  conforme  dispõe  o  caput  deste  artigo,  deverá  ser  indicado  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  na  ausência  de  Assistente  de  Diretor  de  Escola,  o  titular  de  cargo  docente  para  assumir  a  direção  de  escola,  desde  que  preencha  as  condições previstas no Anexo III a que se refere o artigo 8º da Lei Complementar nº 836, de 30 de  dezembro de 1997.  §  2º  ‐  Na  hipótese  do  parágrafo  anterior,  será  classificada  função  de  serviço  público de Diretor de Escola, nos termos do artigo 28 da Lei nº 10.168, de 10 de julho de 1968,  combinado com o artigo 90 da Lei Complementar nº 444, de 27 de dezembro de 1985.    Artigo 693 – Os cargos providos de  Assistente de Diretor de Escola  – SQC‐II‐QM,  que tenham efetividade assegurada por lei, e os cargos providos de Assistente de Administração  Escolar do QAE, poderão ser transferidos, por opção, para a Diretoria de Ensino.  (Decreto nº 43.409/98, art. 1º ao 9º e 11, c/c o Decreto nº 53.037/08)    Seção XII  Da Coordenação Pedagógica  Subseção I  Do Professor Coordenador    Artigo  694  ‐  A  coordenação  pedagógica,  nas  unidades  escolares  e  oficinas  pedagógicas,  a  partir  de  2008,  será  exercida  por  Professores  Coordenadores,  na  seguinte  conformidade:  I  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  1ª  a  4ª  série  do  ensino  fundamental;  II  ‐  Professor  Coordenador  para  o  segmento  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental;  III ‐ Professor Coordenador para o ensino médio.  § 1º ‐ Nas unidades escolares a coordenação pedagógica será compartilhada com  o Diretor da Escola e com o Supervisor de Ensino.  §  2º  ‐  Serão  organizadas  Oficinas  Pedagógicas  em  órgãos  que  atuam  especificamente na área de coordenação pedagógica da Secretaria da Educação.    Artigo  695  ‐  O  docente  indicado  para  o  exercício  das  funções  de  Professor  Coordenador terá como atribuições:  I  ‐  acompanhar  e  avaliar  o  ensino  e  o  processo  de  aprendizagem,  bem  como  os  resultados do desempenho dos alunos;  II  ‐  atuar  no  sentido  de  tornar  as  ações  de  coordenação  pedagógica  espaço  coletivo de construção permanente da prática docente;  III  ‐  assumir  o  trabalho  de  formação  continuada,  a  partir  do  diagnóstico  dos  saberes  dos  professores  para  garantir  situações  de  estudo  e  de  reflexão  sobre  a  prática  pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional;  IV  ‐  assegurar  a  participação  ativa  de  todos  os  professores  do  segmento/nível  objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;  V ‐ organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e  de aprendizagem;  VI ‐ conhecer os recentes referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e  aprendizagem, para orientar os professores; 

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VII  ‐  divulgar  práticas  inovadoras,  incentivando  o  uso  dos  recursos  tecnológicos  disponíveis.    Artigo  696  ‐  A  carga  horária  a  ser  cumprida  pelo  docente  para  o  exercício  das  funções de Professor Coordenador será de 40 (quarenta) horas semanais.     Artigo 697 ‐ São requisitos de habilitação para o docente exercer as atribuições de  Professor Coordenador:   I ‐ ser portador de diploma de licenciatura plena;   II  ‐  contar,  no  mínimo,  com  3  (três)  anos  de  experiência  como  docente  da  rede  estadual de ensino;   III  ‐  ser  docente  efetivo  classificado  na  unidade  escolar  em  que  pretende  ser  Professor  Coordenador  ou  ser  docente  com  vínculo  garantido  em  lei,  com,  no  mínimo  10  (dez)  aulas atribuídas na unidade escolar em que pretende ser Professor Coordenador.   § 1º – A experiência como docente, a que se refere o inciso II deste artigo, deverá  incluir, preferencialmente, docência nas séries do segmento/nível de Educação Básica referente à  função de Professor‐Coordenador pretendida.   §  2º – Na inexistência de docente classificado na unidade escolar, as funções de  Professor  Coordenador  poderá  ser  exercida  por  professor  efetivo  classificado  em  outra  unidade  escolar ou ser docente com vínculo garantido em lei, com, no mínimo, 10 (dez) aulas atribuídas em  outra unidade escolar.   § 3º – Concluídas todas as etapas do processo de credenciamento, o docente que  se enquadre no § 2º deste artigo e já tiver exercido as funções de Professor Coordenador poderá  ter  essa  condição  valorizada  mediante  comprovação  de  nível  de  competência,  por  meio  de  parecer,  contendo  indicadores  qualitativos  demonstrados  no  desempenho  das  atribuições  inerentes àquela função, emitido pela supervisão e direção da(s) unidade(s) escolar(es) em que a  exerceu.    Artigo  698  ‐  Constituem‐se  componentes  do  processo  de designação  do docente  para as funções de Professor Coordenador:  I – credenciamento obtido em processo seletivo a ser organizado pela Diretoria de  Ensino, consistindo de uma prova escrita;  II ‐ realização de entrevista individual;  III  –  apresentação  de  projeto  que  vise  à  melhoria  do  processo  ensino  e  aprendizagem de uma unidade escolar;  IV  ‐  ato  de  designação  para  as  funções  de  Professor  Coordenador,  editado  pelo  Diretor da Escola ou, no caso das Oficinas Pedagógicas, pela autoridade responsável pelo órgão, a  ser publicado em Diário Oficial do Estado ‐ DOE.  §  1º  ‐  O  projeto  a  ser  apresentado  deverá  explicitar  os  referenciais  teóricos  que  fundamentam o exercício da função de Professor Coordenador e conter:  1  ‐  identificação  completa  do  proponente  incluindo  descrição  sucinta  de  sua  trajetória escolar e de formação, bem como suas experiências profissionais;  2 ‐ justificativas e resultados esperados, incluindo diagnóstico fundamentado por  meio  dos  resultados  do  SARESP  ou  outras  avaliações  externas,  do  segmento  /nível  no  qual  pretende atuar;  3 ‐ objetivos e descrição sintética das ações que pretende desenvolver;  4 ‐ proposta de avaliação e acompanhamento do projeto e as estratégias previstas  para garantir o seu monitoramento e execução com eficácia. 

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§ 2º ‐ Na realização da entrevista serão analisados:  1 ‐ o projeto apresentado;  2 ‐ o perfil profissional do candidato;  3  ‐  a  capacidade  de  inovar  e  promover  mudanças,  com  vistas  à  otimização  dos  planos de trabalho no ensino e no processo de aprendizagem.  §  3º  ‐  Nas  unidades  escolares  e  nos  órgãos  que  contarem  com  Oficinas  Pedagógicas  serão  constituídas  comissões  integradas  por  especialistas  para,  em  relação  aos  projetos apresentados pelos professores credenciados:  1 ‐ definirem os critérios e os procedimentos para análise e avaliação;  2  ‐  orientarem  os  docentes  credenciados  na  elaboração,  disponibilizando  informações e dados necessários;  3 ‐ procederem à análise e realizarem as entrevistas;  4 ‐ emitirem decisão final fundamentada na qualidade do projeto apresentado.    Artigo  699  ‐  O  credenciamento  de  docentes  dar‐se‐á  mediante  processo  a  ser  organizado,  executado  e  avaliado  por  comissão  designada  pelo  Dirigente  Regional  de  Ensino,  composta por Supervisores de Ensino e Diretores de Escola.  §  1º  ‐  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  publicação,  no  Diário  Oficial  do  Estado – DOE, dos resultados do processo de credenciamento.  §  2º  ‐  Cada  credenciamento  terá  validade  de  3  (três)  anos,  contados  a  partir  da  data de publicação dos resultados do processo correspondente.  § 3º ‐ A realização de novo processo de credenciamento poderá ocorrer quando o  número de docentes credenciados e disponíveis for insuficiente para o preenchimento de postos  de trabalho vagos.    Artigo 700 ‐ O processo de credenciamento deverá ser realizado pela Diretoria de  Ensino, por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado, com ampla divulgação em todas  as escolas de sua jurisdição.  Parágrafo único ‐ Deverão constar do edital:  1 ‐ as condições para inscrição;  2  ‐  o  período,  o  local  e  os  horários  de  inscrição,  bem  como  os  de  realização  da  prova de credenciamento;  3 ‐ os referenciais bibliográficos;  4 ‐ a composição da prova;  5 ‐ o índice de acertos necessários para o credenciamento;  6 ‐ o prazo para publicação de resultados.    Artigo  701  ‐  O  Professor  Coordenador  não  poderá  ser  substituído  e  terá  a  designação cessada, em qualquer das seguintes situações:  I ‐ mediante solicitação por escrito;  II ‐ remoção para outra unidade escolar;  III ‐ a critério da administração, em decorrência de :  a) não corresponder às atribuições do posto de trabalho;  b) entrar em afastamento, a qualquer título, por período superior a 45 dias;  c) a unidade escolar deixar de comportar o posto de trabalho;  d) não tiver o mínimo de aulas atribuídas na unidade escolar.  §  1º  ‐  Na  hipótese  do  Professor  Coordenador  não  corresponder  às  atribuições  relativas  à  função,  a  cessação  da  designação  dar‐se‐á  por  decisão  conjunta  entre  direção  da 

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unidade escolar e do Supervisor de Ensino, no caso de unidade escolar,  e do dirigente do órgão no  caso das oficinas pedagógicas, devidamente justificada e registrada em ata.  §  2º  ‐  O  docente  que  tiver  sua  designação  cessada,  nas  situações  previstas  nos  inciso  I  e  alíneas  “a”  e  “b”  do  inciso  III  deste  artigo,  somente  poderá  ser  novamente  designado  Professor Coordenador, após submeter‐se a novo processo de creden‐ciamento.    Artigo  702 ‐ A recondução do Professor Coordenador, para o ano seguinte, dar‐se‐ á  após  a  avaliação  de  seu  desempenho,  a  ser  realizado  no  mês  de  dezembro,  pela  Direção  da  unidade  escolar  e  Supervisor de  Ensino  da escola,  no  caso  de  unidade escolar  e  do dirigente  do  órgão, no caso de oficinas pedagógicas.  Parágrafo único ‐ A recondução de que trata o caput deste artigo será registrada  em  ata,  justificada  pela  comprovação  do  pleno  cumprimento  das  atribuições  de  Professor  Coordenador.     Artigo  703  ‐  O  exercício  das  atribuições  de  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  por  docente  que  se  encontre  na  condição  de  readaptado,  dependerá  de  manifestação prévia da C.A.A.S. da Secretaria da Saúde.    Artigo  704  ‐  Caberá  à  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  orientar  as  Diretorias  de  Ensino  no  processo  de  credenciamento,  indicando  os  critérios  para  organização  e  avaliação  da  prova,  os  referenciais  bibliográficos  e  os  procedimentos  e  instruções  complementares que garantam unidade ao processo seletivo.    Artigo 705 ‐ O critério para definir a quantidade de Professores Coordenadores em  unidades escolares e oficinas pedagógicas será objeto de resoluções próprias.   (Res. SE nº 88/07, arts. 1º ao 12, alt. pela Res. SE nº 10/08)    Subseção II  Do Professor Coordenador do Ciclo I do Ensino Fundamental    Artigo  706  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  quatro  séries  iniciais  do  ensino  fundamental  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador designado especificamente para exercer a função de coordenação pedagógica nesse  segmento de ensino, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 1ª a 4ª  série;  II  ‐  2  (dois)  postos  de  trabalho  para  a  escola  que  mantém  número  de  classes  superior a 30 classes de 1ª a 4 ª série;  Parágrafo  único  ‐  No  caso  de  unidades  que  mantêm  número  inferior  a  6  (seis)  classes  caberá  ao  Diretor  de  Escola  e  ao  Supervisor  de  Ensino  garantirem  as  condições  para  melhorar o desempenho escolar.    Artigo 707 ‐ São atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª  série do ensino fundamental, além das fixadas na subseção anterior:  I ‐ auxiliar o professor na organização de sua rotina de trabalho, subsidiando‐o no  planejamento das atividades semanais e mensais;  II ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; 

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III  ‐  orientar  os  professores  com  fundamento  nos  atuais  referenciais  teóricos,  relativos  aos  processos  iniciais  de  ensino  e  aprendizagem  da  leitura  e  escrita,  da  matemática  e  outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização;  IV ‐ conhecer as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das  demais áreas de conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica;  V  ‐  estimular  os  docentes  na  busca  e  na  utilização  de  recursos  tecnológicos  específicos  ao  processo  de  ensino  da  leitura  e  da  escrita,  da  matemática  e  de  outras  áreas  do  conhecimento.    Artigo  708  ‐  O  Professor  Coordenador  que  atuar  na  unidade  escolar  nas  séries  iniciais do ensino fundamental cumprirá 8 (oito) horas das 40 semanais obrigatórias, na Diretoria  de Ensino para participação em reuniões, grupos de estudos e orientações técnicas.    Artigo 709 ‐ No projeto a ser apresentado para seleção do Professor Coordenador,  além  das  exigências  definidas  na  subseção  anterior  deverão  estar  relatadas  as  experiências  profissionais  em  alfabetização  e  nas  séries  iniciais  do  ensino  fundamental,  demonstrando  conhecimento adquirido por práticas em sala de aula ou propostas didáticas apoiadas na leitura e  na escrita de textos, com bons resultados de aprendizagem.    Artigo  710  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como: Letra e Vida/Ler e Escrever.  (Res. SE nº 89/07, arts. 1º ao 5º)    Subseção III  Do Professor Coordenador do Ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio    Artigo  711  ‐  As  escolas  estaduais  que  oferecem  atendimento  às  séries  finais  do  ensino  fundamental  e  ao  ensino  médio  contarão,  a  partir  de  2008,  com  posto  de  trabalho  de  Professor  Coordenador  designado  especificamente  para  exercer  a  função  de  coordenação  pedagógica, na seguinte conformidade:  I ‐ 1 (um) posto de trabalho para a escola que mantém de 6 a 30 classes de 5ª a 8ª  série do ensino fundamental;  II ‐ 2 (dois) postos de trabalho para a escola que mantém classes de 5ª a 8ª série  do ensino fundamental, em quantidade superior a 30 (trinta).  §  1º  ‐  Idêntico  critério  será  utilizado  para  definição  da  quantidade  de  postos  de  trabalho destinados ao exercício da coordenação pedagógica no ensino médio.  § 2º ‐  No Centro Estadual de Educação Supletiva – CEES a função de coordenação  será exercida por 1 (um) Professor Coordenador.    Artigo  712  ‐  Nas  unidades  escolares  com  classes  de  5ª  a  8ª  série  do  ensino  fundamental e com classes do ensino médio, em que a quantidade de classes dos dois níveis de  ensino totalizarem número inferior a 6 (seis) classes, caberá ao Diretor da unidade escolar, com a  participação  do  Supervisor  de  Ensino  da  escola,  garantir  as  condições  para  a  melhoria  de  desempenho escolar.  § 1º ‐ Quando a quantidade de classes, de cada nível, computadas isoladamente,  não comportar um Professor Coordenador, haverá um posto de trabalho destinado à coordenação 

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pedagógica dos dois níveis de ensino, desde que, a soma de todas as classes da escola supere o  número mínimo estabelecido no inciso I do artigo anterior.   §  2º  ‐  Quando  apenas  um  dos  níveis,  na  unidade  escolar,  apresentar  número  de  classes  maior  ou  igual  a  6  (seis),  a  coordenação  pedagógica  ficará  a  cargo  de  um  Professor  Coordenador.    Artigo 713 ‐ São atribuições do Professor Coordenador, além das fixadas no artigo  695:   I ‐ orientar e auxiliar os docentes:  a)  no  acompanhamento  das  propostas  curriculares  organizadas  pelos  órgãos  próprios da Secretaria da Educação;  b) no planejamento das atividades de ensino das diferentes áreas e disciplinas em  cada bimestre;  c)  na  compreensão  da  proposta  de  organização  dos  conceitos  curriculares  correspondentes a cada ano/semestre/bimestre;  d)  na  seleção  de  estratégias  que  favoreçam  as  situações  de  aprendizagem,  mediante a adoção de práticas docentes significativas e contextualizadas;  e) no monitoramento das avaliações bimestrais;   f) no monitoramento dos projetos de recuperação bimestral;  g)  na  identificação  de  atitudes  e  valores  que  permeiem  os  conteúdos  e  os  procedimentos selecionados, imprescindíveis à formação de cidadãos afirmativos.  II – apoiar as ações de capacitação dos professores;  III – participar das alternativas de oferta do ensino médio com vistas a assegurar  sua  integração  ao  desenvolvimento  social  e  regional  e/ou  a  seu  enriquecimento  curricular  diversificado;  IV  ‐  articular  o  planejamento  das  séries  finais  do  Ensino  Fundamental  com  o  planejamento das séries iniciais, e com o das séries do Ensino Médio;  V ‐ observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher  subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos;  VI ‐ estimular abordagens multidisciplinares, por meio de projetos e/ou temáticas  transversais  que  atendam  demandas  e  interesses  dos  adolescentes  e/ou  que  se  afigurem  significativos para a comunidade;  VII  –  apoiar  organizações  estudantis  que  fortaleçam  o  exercício  da  cidadania  e  ações/organizações  que  estimulem  o  intercâmbio  cultural,  de  integração  participativa  e  de  socialização.    Artigo  714  ‐  Caberá  ao  Diretor  da  unidade  escolar  valorizar  os  certificados  de  participação  em  cursos  promovidos  pela  Secretaria  da  Educação,  em  especial,  aqueles  que  se  referem diretamente ao objeto da coordenação, tais como Ensino Médio em Rede.  (Res. SE nº 90/07, arts. 1º ao 4º)    Subseção IV  Do Professor Coordenador nas Oficinas Pedagógicas    Artigo 715 ‐ As Oficinas Pedagógicas, a partir de 2008, no âmbito da Secretaria da  Educação, serão constituídas por Professores Coordenadores, com o objetivo de:  I  ‐  definirem  procedimentos  organizacionais  e  de  funcionamento  dos  diferentes  níveis e modalidades de ensino da educação básica; 

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II – implementarem as propostas curriculares dos ensinos fundamental e médio;  III – avaliarem o desenvolvimento de ações de apoio educacional.  Parágrafo único ‐ Cada Diretoria de Ensino contará com uma Oficina Pedagógica.    Artigo  716  ‐  Os  Professores  Coordenadores  nas  Oficinas  Pedagógicas  atuarão  como:  I ‐ Especialistas das seguintes áreas/disciplinas:  a)  Linguagens  e  Códigos,  compreendendo  as  disciplinas  de  Língua  Portuguesa,  Língua Estrangeira Moderna, Arte e Educação Física;  b) Ciências da Natureza e Matemática, compreendendo as disciplinas de Ciências  Físicas e Biológicas, Física, Química, Biologia e Matemática;  c)  Ciências  Humanas,  compreendendo  as  disciplinas  de  História,  Geografia  e  Filosofia.  II ‐ Implementadores de ações de apoio pedagógico e educacional que orientarão  as  equipes  escolares  na  condução  de  procedimentos  que  dizem  respeito  à  organização  e  funcionamento dos diferentes níveis e modalidades de ensino.    Artigo 717 ‐ A Oficina Pedagógica será composta por até 16 (dezesseis) Professores  Coordenadores, podendo o módulo, no caso das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, ser  acrescido na proporção do quadro anexo.   Parágrafo  único  ‐  No  preenchimento  do  módulo  de  Professores  Coordena‐dores  das Oficinas Pedagógicas das Diretorias de Ensino, respeitadas as necessidades e especificidades  locais  e  regionais,  somente  os  componentes  Língua  Portuguesa,  Alfabetização  e  Matemática  poderão contar com mais de um Professor Coordenador.  (Res. SE nº 91/07, arts 1º, 2º,  3º e quadro anexo)   
Módulo  I  II  III  IV  V  VI  Nº  Escolas  Até 29 escolas  De 30 a 42 escolas   2  De 43 a 55 escolas   3  De 56 a 68 escolas   4  De 69 a 81 escolas   5  82 ou mais escolas  6 Nº  PC   1 

  Seção XIII  Do Setor de Trabalho, das Atribuições e da Gratificação Especial do Supervisor de Ensino    Artigo  718  ‐  Ao  Supervisor  de  Ensino  compete  exercer,  por  meio  de  visita  aos  estabelecimentos de ensino, a supervisão e a fiscalização das unidades escolares incluídas no setor  de trabalho que  lhe  for atribuído, prestando a  necessária  orientação técnica  e providenciando a  correção de falhas administrativas e pedagógicas, sob pena de responsabilidade.  (Res. SE nº 97/09, art. 1º)   

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Artigo  719  –  O  setor  de  trabalho  do  Supervisor  de  Ensino,  de  que  trata  o  artigo  anterior, será composto por escolas, com diferentes níveis de complexidade, distribuídas de forma  equitativa pelos integrantes da classe.  (Res. SE nº 97/09, art. 2º)    Artigo  720  ‐  Na  composição  do  setor  de  trabalho  de  cada  Supervisor  de  Ensino  deverão ser observados os seguintes fatores:  I ‐ resultado de avaliação da qualidade da escola, identificado pelo IDESP;  II  ‐  complexidade  da  unidade  escolar,  relativamente  à  diversidade  de  cursos  e  à  quantidade de níveis e modalidades de ensino;  III ‐ quantidade de escolas públicas e particulares;  IV  ‐  as  especificidades  da  região  geográfica,  tais  como  proximidade  entre  as  escolas, quantidade de municípios, distância em relação à sede da DE e condições de acesso.  Parágrafo  único  –  Caberá  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  a  organização  dos  setores, ouvidos os interessados e assegurada a necessária transparência, em todo o processo.  (Res. SE nº 97/09, art.3º)    Artigo  721  ‐  Para  fins  de  atribuição  dos  setores  de  trabalho,  os  Supervisores  de  Ensino serão classificados, observado o somatório dos pontos, conforme segue:  I ‐ titulares de cargo:  a) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino, exercido na  mesma Diretoria de Ensino: 0,005 pontos por dia;  b) tempo de exercício como titular de cargo de Supervisor de Ensino ou Dirigente  Regional de Ensino: 0,003 por dia;  c) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino: 0,002 pontos por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  II ‐ demais titulares de cargo do Quadro do Magistério em exercício na função de  Supervisor de Ensino:  a) tempo de exercício na função de Supervisor de Ensino ou Dirigente Regional de  Ensino: 0,003 pontos por dia;  b) tempo de exercício no cargo de Diretor de Escola: 0,002 pontos por dia;  c) tempo de exercício na função de Diretor de Escola ou nos postos de trabalho de  Vice‐Diretor e de Professor Coordenador: 0,001 ponto por dia;  d) diploma de Mestre na área de Educação: 01 ponto;  e) diploma de Doutor na área de Educação: 02 pontos.  § 1º ‐ o tempo de exercício para fins da classificação, de que trata este artigo, será  exclusivamente o trabalhado no Quadro do Magistério desta Secretaria de Estado da Educação.  § 2º ‐ em caso de empate, prevalecerá o maior tempo de serviço na Supervisão de  Ensino (em cargo e/ou função): 0,001 ponto por dia.  (Res. SE nº 97/09, caput e §§ 1º e 2º do art.4º)    Artigo  722  ‐  A  database  para  contagem  de  tempo  de  serviço,  de  que  trata  esta  seção, será sempre o dia 15 de dezembro.  Parágrafo único ‐ Na contagem de tempo de exercício deverão ser observados os  mesmos  critérios  e  deduções  que  se  aplicam  à  concessão  de  Adicional  por  Tempo  de  Serviço  –  ATS.  (Res. SE nº 97/09, §§ 3º e 4º do art.4º) 

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  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  escalonar  criteriosamente  a  concessão  de  férias  e  licença‐ prêmio. 6º)      CAPÍTULO II  DA FORMAÇÃO DE DOCENTES E DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO    Seção I  Dos Programas de Formação Continuada    Artigo 727 ‐ Fica o Poder Executivo autorizado a instituir Programas de Formação  Continuada  destinados  aos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  da  Secretaria  da  Educação.    245 .  sempre que possível.  (Res.  § 2º ‐ Qualquer alteração na organização dos setores de trabalho somente poderá  ocorrer  em  situação  de  comprovada  necessidade.  §  2º  ‐  A  contagem  de  pontos  efetuada  em  descordo  com  o  previsto  no  caput  deverá ser corrigida. considerando ainda a quantidade e complexidade das demais atribuições. as alíneas “a” e “b” do inciso I. para fins de classificação de que  tratam os artigos 721 e 722. SE nº 97/09. junto  aos órgãos  centrais da Pasta.  cujo  período  não  comporte  substituição. ainda  junto aos convênios de Parceria Educacional  Estado/Município para a  municipalização  do  ensino. às Diretorias de Ensino ou.  (Res.  (Res.    Artigo  726  ‐  Na  redistribuição  prevista  no  artigo  725.  Artigo 723 ‐ Na contagem do tempo de serviço.  § 1º ‐ a atribuição de que trata o caput será efetuada no mês de janeiro de cada  ano. art. 5º)    Artigo  725  ‐  Quando  ocorrer  afastamento  do  Supervisor  de  Ensino.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  deverá  considerar  o  grau  de  complexidade  do  setor  de  trabalho  já  atribuído  a  cada  Supervisor de Ensino. exceto   se em designação para  exercício  de  cargo ou função da mesma classe.  respeitando  a  classificação  e.  §  1º  ‐  Será  considerado  como  de  efetivo  exercício.  Parágrafo  único  –  Para  melhor  organização  da  redistribuição  de  setores.  o perfil  profissional.  inclusive  na  unidade  de  classificação. SE nº 23/10. dois anos. pelo menos. pela competência estabelecida no artigo 724.  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  redistribuirá  as  escolas  a  outros  Supervisores de Ensino para que a ação supervisora não sofra solução de continuidade. de 27 de  dezembro de 1985. devendo perdurar por. art. do artigo 721 não são excludentes e as  concomitâncias devem ser consideradas nas duas alíneas. 2º)    Artigo  724  ‐  Compete  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  atribuir  os  setores  de  trabalho  aos Supervisores de  Ensino.  assegurando‐se  a  continuidade  das  ações  supervisoras.  objetivando a melhoria da qualidade de ensino. titular de cargo. art. nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444. cabendo ao Dirigente Regional de Ensino rever ou não a atribuição do Setor  de Trabalho se já efetuada. o tempo de afastamento do Supervisor de Ensino. SE nº 97/09.

 desenvolvidas por órgãos da Secretaria da Educação e ou com sua aprovação. 1º.  mediante  a  concessão  de  bolsas de estudo a esses estudantes. previamente definido e estruturado.  realizados  também  no  exterior.  em  especial  os egressos do ensino  médio da  rede  estadual  de ensino. objetivando o aprimoramento dos profissionais de educação.  Parágrafo  único  ‐  As  ações  de  que  trata  este  artigo  poderão  contar  com  a  participação de organizações nacionais e internacionais. por meio da  integração de crianças e adolescentes na comunidade escolar.  oficinas.  (Lei nº 11.  IV  ‐  concessão  de  ajuda  financeira  para  participação  em  cursos  de  formação  continuada.  III ‐ aquisição de livros de caráter educacional e material de ensino. nos termos dos Programas Bolsa‐Mestrado. constituinte de  um todo. 2º e 3º)    Seção II  Da Formação Continuada dos Educadores    Artigo  730  ‐  As  ações  de  formação  continuada. presenciais ou à distância.  que  subsidie  a  atuação  profissional  na  implementação  de  diretrizes  e  procedimentos técnico‐administrativo e técnico‐pedagógicos e curriculares da educação básica.  palestras  ou  outros. que tratem de determinada unidade temática. com diminuição de até 16  (dezesseis) horas na jornada de trabalho e sem redução de vencimentos.  que  visem  ao  aperfeiçoamento  profissional  na  área  de  atuação  ou  na  área  de  educação.  de  caráter  sistemático  ou  circunstancial. com subsídio para a compra de computadores pessoais.  workshops. públicas ou privadas. arts.  que  objetiva  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  destinados  à  pesquisa.Artigo 728 ‐ Os Programas de que trata esta seção poderão prever:  I  ‐  aquisição  de  equipamentos  imprescindíveis  à  inclusão  digital  e  ao  desenvolvimento das funções educacionais.  II ‐ concessão de bolsas de estudo.  conferências. de que trata o inciso I do artigo anterior.  videoconferências. aos  ocupantes de cargo de provimento efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da  Educação. aperfeiçoamento ou especialização.  encontros. nos termos do Projeto de Capacitação de Profissionais  da  Educação  para  Utilização  de  Novas  Tecnologias  de  Comunicação.  fóruns.  mediante  ajuda  de  custo  mensal  ou  designação  para prestar serviços em órgãos ou unidade da Secretaria da Educação.  vivências.  com  vistas  ao  aperfeiçoamento profissional  de integrantes do Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação.  aulas.498/03.    Artigo 731 ‐ Os Cursos.  seminários.  II  ‐  Orientação  Técnica:  ação  articulada  ou  reunião.  que  visa  prover  os  profissionais  da  educação  de  instrumentos  de  trabalho  compatíveis  com  as  novas  tecnologias  existentes.  ao  suporte técnico e à produção didático‐pedagógica.  para  implementar  as  ações  dos  Programas  de  Formação Continuada. bem como de estudantes universitários.  são definidas como:  I  ‐  Curso:  conjunto  de  estudos. caracterizam‐se  como de atualização.    Artigo 729 ‐ Poderão ser desenvolvidos programas com o objetivo de implementar  ações de natureza preventiva destinadas a reduzir a vulnerabilidade infantil e juvenil. nos termos do  Projeto de Capacitação de Profissionais da Educação para Utilização de Instrumental de Pesquisa.  para  a  realização  de  cursos  de  pós‐graduação. na seguinte conformidade:  246 .  devidamente  autorizadas  ou  reconhecidas.  V ‐ contratação de instituições e organizações educacionais.  nas  modalidades  Curso  e  Orientação Técnica.

  desde  que  não  inferior  a  80%  do  total  da  carga  horária  prevista  para o Curso.  serão autorizados e homologados pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP. exclusivamente.  por  instituições  de  ensino  superior. aquele que tem como objetivo complementar a formação  do profissional no respectivo campo de atuação. pelos órgãos  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação  ou  mediante  parceria  com  outras  instituições.  II ‐ Cursos descentralizados:  o  termo  de  autorização  será  expedido  pela  Coordenadoria  de  Estudos  e  Normas  Pedagógicas  ‐  CENP  ou  pelo  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU.  com  duração  mínima  de  180  horas. ampliando e aprimorando conhecimentos. na seguinte conformidade:  I ‐ Cursos centralizados:  os  atos  de  autorização  e  homologação  serão  expedidos  pela  Coordenadoria  de  Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU.  quando  se  tratar  de  seus  próprios  Cursos  e  daqueles objetos de contratos ou parcerias por ela estabelecidos.  aquele  que  tem  como  objetivo  a  ampliação  de  conhecimentos em determinada(s) disciplina(s) ou área de estudos. exclusivamente. entidades representativas de  classe. desenvolvido. com duração mínima de 360 horas. de  acordo com a área de atuação. aquele que tem como objetivo o aprofundamento de  conhecimentos em determinada área do saber.  II  ‐  Curso  de  Aperfeiçoamento.I ‐ Curso de Atualização.  quando  o  aproveitamento  for  considerado  satisfatório  e a  freqüência  atender  ao  mínimo  estabelecido  no  projeto  básico. promovido por instituições de ensino superior devidamente  reconhecidas.  247 . por instituições de  ensino superior.  §  4º  ‐  Caberá  à  instituição  executora  expedir  ao  participante  a  certificação  do  Curso.    Artigo 732 ‐ Os Cursos de Atualização desenvolvidos.  §  3º  ‐  A  homologação  do  Curso  dar‐se‐á  mediante  parecer  favorável  emitido  pelo(s) responsável(eis) por seu acompanhamento e avaliação.  §  1º  ‐  Os  pedidos  de  autorização  de  Curso  deverão  ser  acompanhados  do  respectivo projeto básico. quando solicitados pela instituição interessada. quando constantes do  calendário de eventos autorizado por esta Pasta.  desde que atendam às exigências estabelecidas em instrução complementar. instituições públicas não estatais e entidades particulares.  §  2º.  cabendo  a  homologação:  a)  à  respectiva  Diretoria  de  Ensino.  Os  Cursos  somente  poderão  ter  início  após  concessão  da  autorização  pelo  órgão competente. órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. instituições públicas estatais.  conforme  legislação  vigente.  b) à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP ou ao Departamento  de Recursos Humanos ‐ DRHU nos demais casos. conforme legislação vigente.    Artigo  733  ‐  Os  Cursos  de  Atualização  (extensão  cultural  e  universitária)  promovidos pelas instituições de ensino superior.  deverão  ser  autorizados e homologados. a participação em  Cursos promovidos pela Secretaria da Educação ou por entidades de classe.  III ‐ Curso de Especialização. com  duração igual ou superior a 30 horas. em horário de trabalho.    Artigo 734 ‐ Somente será autorizada. desenvolvido. exclusivamente.

  bem como  os de integração.    Artigo  735  ‐  Os  Cursos  modulares  somente  poderão  gerar  certificação  específica  de  módulo. atualização. capacitação. destinados aos integrantes  das classes do Quadro de Apoio Escolar ‐ QAE.    Artigo 739 ‐ O participante poderá ficar dispensado das atividades/aulas do turno  diferente daquele em que foi convocado. quando:  I  ‐  o  local  e/ou  horário  do  Curso  ou  da  Orientação  Técnica  inviabilizarem  seu  deslocamento em tempo hábil.  se  este  tiver  caráter  de  terminalidade  e  tiver  sido  previsto  no  respectivo  ato  de  autorização. expedição de certificados.  §  1º  ‐  Os  cursos  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo  serão  promovidos  pelos  diferentes  níveis  hierárquicos  da  Pasta  ou  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade. 1º ao 11)            248 . extensão e difusão cultural.  publicar  os  atos  de  convocação  dos  participantes com a especificação do curso autorizado em horário de trabalho. objeto da convocação. observar‐se‐á que:  I  ‐  as  atividades  de  cada  Orientação  Técnica  poderão  ser  realizadas  em  horário  regular de trabalho e ter a duração de quatro a oito horas diárias. não comportando.  (Res. sua  realização.Parágrafo  único  ‐  Caberá  à  autoridade  do  órgão  proponente  ou  às  Diretorias  de  Ensino.  quando  lhes  for  delegada  essa  competência.    Artigo 740 ‐ Caberá à Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ Cenp e ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  ‐  DRHU  baixarem  instruções  complementares  à  presente  seção.    Artigo 736 ‐  Os  cursos que  compreendem  atividades de treinamento. poderão ter a duração mínima de 20 horas.  § 2º ‐ Farão jus aos certificados dos cursos os servidores que tiverem freqüência  mínima de 90% e aproveitamento comprovado.    Artigo 737 ‐ Em se tratando da Orientação Técnica. arts. a que se refere o inciso II do  artigo 730.  as  autoridades  responsáveis  pela  sua  realização  deverão  atentar  pelo  não  comprometimento  da  rotina  do  local  de  trabalho  do  profissional convocado.  desde  que  autorizados e homologados pelo Departamento de Recursos Humanos ‐ DRHU. SE nº 62/05.  II  ‐  caberá  à  autoridade  responsável  pelas  atividades  da  Orientação  Técnica  expedir o ato de convocação e a respectiva declaração de efetivo exercício.    Artigo  738  ‐  Quando  as  atividades  propostas  pelos  Cursos  ou  pelas  Orientações  Técnicas  ocorrerem  em  horário  de  trabalho  do  educador.  II  ‐  a  carga  horária  das  atividades  desenvolvidas  e  o  tempo  necessário  para  o  deslocamento totalizarem a carga horária de trabalho diária a ser cumprida pelo participante em  seu cargo/função.

Seção III  Dos Programas Especiais de Formação Pedagógica    Artigo  741  ‐  Os  Programas  de  que  trata  esta  seção  poderão  ser  oferecidos  por  universidades  ou  por  instituições  de  ensino  superior  que  ministrem  cursos  reconhecidos  de  graduação que incluam a área de conhecimento em que se pretende a habilitação para a docência. o respectivo histórico escolar. relacionados. nos termos do caput deste artigo.  3 ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total.  totalizando  no  mínimo  540  horas.  3 ‐ projeto de prática de ensino com duração mínima de 300 horas distribuídas ao  longo do curso. do qual constarão obrigatoriamente:  1 ‐disciplinas do curso.  decidirão  sobre  a  equivalência  para  fins  de  inscrição  nos  respectivos  concursos  de  ingresso  à  carreira docente.  deverão  solicitar  autorização  prévia a este Conselho.  com  indicação  das  disciplinas  e  respectivas  ementas  e  cargas  horárias. a nota  de aproveitamento e o nome do docente responsável.  §  2º  ‐  Os  certificados.  deverão conter. bibliografia básica. e  5 ‐ projeto integrando as disciplinas pedagógicas. para cada disciplina.  2  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência.  2 ‐ indicação dos professores e respectivas qualificações.  Parágrafo  único  –  O  pedido  de  autorização  de  que  trata  o  caput  deste  artigo  deverá vir acompanhado de:  1  ‐  projeto  pedagógico  do  curso. metodologia de trabalho e formas de avaliação. a carga horária.  §  1º ‐  As  administrações dos  sistemas  públicos  de  ensino.    Artigo  742  –  No  caso  da  educação  profissional  de  nível  técnico  poderão  ser  utilizados como referência os quadros das áreas profissionais anexos à Resolução CNE/CEB nº 4/99  e as orientações do Parecer CNE/CEB nº 16/99.  distribuídas  pelo  menos  por  um  ano  letivo.    Artigo  745  ‐  Os  concluintes  dos  Programas  Especiais  de  Formação  Pedagógica  receberão certificado equivalente à licenciatura plena. com antecedência de noventa dias da data prevista para o início do curso. no verso. que ofereçam um mínimo  de 160 horas de estudos na área de estudos ligada à habilitação. exclusivamente para fins de docência.    249 .    Artigo  744  ‐  As  instituições  de  educação  superior  não  universitárias.  estadual  e  municipais.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  instituição.  Parágrafo único ‐ A instituição que oferecer o programa especial se encarregará de  verificar  e  registrar  a  compatibilidade  entre  a  formação  do  candidato  e  a  disciplina  para  a  qual  pretende habilitar‐se.  4  ‐  indicação  das  instituições  de  educação  básica  e  educação  profissional  conveniadas para o desenvolvimento da prática de ensino.  que  pretenderem  oferecer  o  Programa  de  que  trata  esta  Deliberação.    Artigo  743  ‐  Poderão  matricular‐se  nos  Programas  os  portadores  de  diploma  de  nível superior obtido em cursos relacionados à habilitação pretendida.

 que deverá contemplar:  a) justificativa do curso e seus objetivos. CEE nº 53/05. observados os seguintes critérios:   I ‐ apresentação do projeto pedagógico do curso.  nos  incisos  deste  artigo. 1º e Del.Artigo  746  ‐  Cada  Programa  terá  sua  própria  especificidade  e  conduzirá  a  uma  única habilitação a ser definida pela escola no projeto referido no item 1 do parágrafo único do  artigo 744. desde que destinados à  formação  do  profissional  de  educação  e  aprovados  previamente  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação. formados por programas recomendados. 1º ao 8º)    Seção IV  Dos Cursos de Especialização    Artigo 749 ‐ Para fins de atendimento às exigências do Artigo 64 da Lei Federal nº  9.   (Del.  Centros  Universitários  e  Institutos  Isolados  de  Educação  Superior.  Parágrafo  único  –  A  autorização  inicial  e  as  subseqüentes  levarão  em  conta  informações  oficiais  sobre  a  carência  de  licenciados  nas  disciplinas  que  compõem  o  quadro  curricular  da  parte  complementar  do  ensino  fundamental. 1º)    Artigo 750 ‐ A instituição interessada poderá organizar e ministrar os seus Cursos. no Sistema de Ensino do Estado de São Paulo.  no  verso. bem como à prestação de concursos públicos para provimento de  cargos.394/96. além de outras exigências previstas no artigo 5º da Deliberação CEE nº 26/02.  deverão  ser  previamente  aprovados  pelo  Conselho  Estadual  de  Educação.  II ‐ licenciados ou graduados em Curso de Pedagogia na respectiva área ou áreas  do cargo ou função a ser exercido.394/96.  §  3º  ‐  Os  certificados  de  cursos  de  especialização  referidos  no  inciso  IV  só  terão  validade  quando  trouxerem.  na  forma  estabelecida nesta seção. nos termos da legislação anterior à  vigência da Lei Federal nº 9. art. CEE nº 40/04.  terão  direito  ao  exercício das funções previstas. relativa ao cargo ou função a ser exercido.  III ‐ mestres e doutores em educação.  requerendo a aprovação do Conselho Estadual de Educação. CEE nº 10/99.  a  indicação  do  ato  do  CEE  que  aprovou  a  realização  do  Curso.  IV ‐ portadores de certificados de cursos de especialização.  dos  Sistemas  Estadual  e  Federal  de  Ensino. são considerados habilitados:  I ‐ portadores de Registro expedido pelo MEC.    Artigo  747  ‐  As  instituições  de  ensino  superior  deverão  manter  permanente  acompanhamento  e  avaliação  dos  Programas  Especiais  oferecidos  por  elas. arts.  integrados  ao  seu  projeto pedagógico.   250 . nos termos da Deliberação CEE nº 26/02.   (Del.  §  2º  ‐  Os  Cursos  de  Especialização  oferecidos  por  Universidades.  §  1º  ‐  Os  profissionais  relacionados.    Artigo  748  ‐  A  autorização  de  desenvolvimento  dos  Programas  especiais  será  concedida por um prazo máximo de 3 anos e somente será renovada após avaliação nos termos  estabelecidos pelo CEE. em  área específica. art.  do  ensino  médio  e  da  educação  profissional de nível técnico.

  III  ‐  Indicação  do  coordenador  responsável  pelo  curso  e  sua  qualificação.  § 3º ‐ A divulgação.  §  1º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  poderá.    Artigo 753 ‐ Para matrícula no curso de que trata esta seção. tendo em vista a elaboração e a implementação do projeto pedagógico da escola e 200  horas destinadas a orientação escolar dos alunos e orientação para o trabalho. contados da data do protocolo. recursos disponíveis e critérios de avaliação devem ser informados e divulgados após  aprovação do Conselho Estadual de Educação.   2 ‐ 600 horas de formação específica. com a titulação mínima de Mestre obtida em curso credenciado.  §  2º  ‐  A  realização  do  curso.   §  4º  ‐  O  Conselho  Estadual  de  Educação  deverá  manifestar‐se  no  prazo  improrrogável de até cento e oitenta dias.  qualificação  dos  professores.b)  organização  curricular  do  curso.  sua  duração.  da  função  social  e  das  políticas  públicas  para  a  educação. sendo 200 horas destinadas a conteúdos de  gestão  da  organização  escolar  nas  dimensões  humana  e  gerencial. das quais duzentas se  destinam  ao  estágio  supervisionado  e  oitocentas  horas  se  destinam  a  atividades  acadêmicas  presenciais.  § 2º ‐ O estágio supervisionado será realizado de acordo com projeto próprio que  deverá integrar o projeto pedagógico do curso.  excepcionalmente. se sua experiência e qualificação forem julgadas  suficientes para o referido curso e desde que não ultrapassem 10% (dez por cento) dos docentes  indicados pela Instituição.  numa  perspectiva  histórico‐político‐ social. a inscrição e a matrícula só podem ocorrer após a publicação  do ato autorizatório.  200  horas  destinadas  a  conteúdos  de  currículo  e  avaliação.  qualquer que seja a denominação. o candidato deverá  ser portador de licenciatura.     251 . terão carga horária mínima de mil horas.  II  ‐  Indicação  dos  professores  responsáveis  com  as  respectivas  titulações  e  qualificações.  §  1º  ‐  As  atividades  acadêmicas  deverão  abranger  todas  as  áreas  de  atuação  de  profissionais da educação e as horas serão distribuídas como segue:  1 ‐ 200 horas de formação básica compreendendo conteúdos de gestão da escola.  d) exigências para matrícula.  de  acordo  com  o  perfil  de  competências  pretendido.  a  Câmara  de  Educação  Superior  poderá  submeter o projeto à análise de Especialista especialmente designado.    Artigo  752  ‐  Para  aprovação  do  curso.  incluindo  gestão  das  tecnologias  da  informação  e  da  comunicação. que apresentará relatório  recomendando ou não a sua aprovação.    Artigo 751 ‐ Os Cursos de Especialização de que trata a Deliberação CEE nº 53/05.  c)  estrutura  curricular  com  indicação  da  carga  horária  de  cada  componente  curricular e respectivas ementas.   e)  normas  de  avaliação  dos  alunos  e  exigências  para  obtenção  do  certificado  de  conclusão.  aprovar  docente portador de Certificado de Especialista.  sua  organização.  com  titulação mínima de Mestre. critérios de distribuição de vagas e planejamento de  distribuição de carga horária.

  Artigo  756  ‐  Os  cursos  de  que  trata  esta  seção  ficam  sujeitos  à  supervisão  e  à  avaliação periódica deste Conselho. os alunos que  tenham. 2º ao 8º)      CAPÍTULO III  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS GERAIS    Seção I  Do Acréscimo de 1/3 (um terço) ao Valor da Retribuição Mensal de Funcionários e Servidores do  Estado. pelo menos.  expedidos  e  registrados  em  livro  próprio  da  Instituição. CEE nº 53/05. será acrescida de 1/3 (um terço) do seu valor. conclusivo e completo.    Artigo  755  ‐  Os  certificados.  III ‐ período em que foi ministrado o curso e sua carga horária total. independentemente de requerimento.  quando  em  gozo  de  férias. de cada curso oferecido. quando em Gozo de Férias    Artigo  757  ‐  A  retribuição  mensal  a  ser  paga  aos  funcionários  e  servidores  da  Administração  Centralizada. freqüentado. para cada componente curricular.  Parágrafo  único  ‐  Entende‐se  como  retribuição  mensal  o  valor  dos  vencimentos.    Artigo  760  ‐  Caso  o  funcionário  ou  servidor  tenha  recebido  indevidamente  o  benefício.  Parágrafo  único  ‐  Para  efeito  do  disposto  no  caput.  as  Instituições  deverão  elaborar relatório final. relacionadas.  do  qual  constarão  obrigatoriamente:   I ‐ estrutura curricular do curso. nos casos  de superveniente aposentadoria ou falecimento.  das  Autarquias  e  das  Universidades  Estaduais.  II  ‐  conceito  ou  média  final  global  de  aproveitamento  e  percentual  global  de  freqüência. a  carga horária prevista e a nota de aproveitamento.  deverão  conter.     Artigo  759  ‐  O  pagamento  será  proporcional  quando  o  período  de  férias  for  inferior a 30 (trinta) dias. arts.    252 . a reposição deverá ser procedida de imediato e de uma só vez.  acrescidos  das  demais  vantagens  que  tenham  sido  incorporadas  para  todos  os  efeitos  legais  e  aquelas  cuja  percepção  por  ocasião  das  férias  esteja  legalmente  assegurada. com base na retribuição a que faz jus o funcionário ou servidor no dia do  início das férias. 75% (setenta e cinco por cento) da carga  horária prevista e atingido o mínimo de aproveitamento global estabelecido no projeto do curso e  nas normas da Instituição.Artigo 754 ‐ Farão jus ao Certificado de Conclusão correspondente. comprovadamente.    Artigo 758 ‐ O benefício de que trata esta seção será concedido mediante inclusão  na folha de pagamento.  o  respectivo  histórico  escolar.  Parágrafo único ‐ Não se considera indevido o recebimento do benefício.  IV ‐ ato do Conselho Estadual de Educação que aprovou a realização do curso.  no  verso.   (Del.  remuneração  ou  salários.

 considerada a  disponibilidade  financeira. com a redação dada ao parágrafo único  pelo Decreto nº 33. 2º e 3º)    Seção III  Do Auxílio‐Alimentação    Artigo  766  ‐  Fica  instituído.  auxílio‐alimentação  para  funcionários  e  servidores.  as  escolas  localizadas  em  zona  rural  e  em  regiões  de  maior  índice  de  vulnerabilidade social.  II  ‐  em  zona  periférica  dos  grandes  centros  urbanos.  em  estabelecimentos comerciais.  sob  a  forma  de  distribuição  de  documentos  para  aquisição  de  gêneros  alimentícios.674/08.   (Decreto nº 29. caracterizadas pelo grau de vulnerabilidade social. 4º.  II  ‐  quanto  ao  grau  de  vulnerabilidade  social.000 (trezentos mil) habitantes e que se constituem em área de risco ou de difícil  acesso.   Parágrafo único ‐ Para efeito do disposto neste artigo considera‐se:  1 ‐ zona rural.    Artigo  762  ‐  Sobre  o  benefício  previsto  nesta  seção  incidirão  as  contribuições  devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP ‐ e ao Instituto de Assistência  Médica ao Servidor Público Estadual ‐ IAMSPE.  aquela  com  condições  ambientais  precárias. 1º ao 3º. arts. de 12 de maio de 1978.  (Decreto nº 52.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  do  Estado.    Artigo  764  ‐  Para  identificação  das  condições  previstas  no  inciso  II  do  artigo  anterior serão observados:  I  ‐  quanto  à  população. 1º.    253 . aquela definida pela lei municipal de zoneamento.  in  natura  ou  preparados  para  consumo  imediato.  dados  divulgados  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia e Estatística ‐ IBGE ou pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.152/91. arts. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº  180. 6º e 8º)    Seção II  Do Adicional de Local de Exercício    Artigo  763  ‐  O  adicional  de  local  de  exercício  será  devido  aos  integrantes  do  Quadro do Magistério e do Quadro de Apoio Escolar que estejam desempenhando suas atividades  em unidade escolar localizada:  I ‐ em zona rural.439/88.  2  ‐  zona  periférica  de  grande  centro  urbano.  dados  resultantes  de  estudos  realizados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados ‐ SEADE.Artigo  761  ‐  O  funcionário  ou  servidor  fará  jus  ao  pagamento  de  que  trata  esta  seção  quando  em  gozo  de  férias  adquiridas  em  outros  exercícios  e  indeferidas  por  absoluta  necessidade de serviço.    Artigo 765 ‐ Serão identificadas por ato do Secretário da Educação.  que  apresente  condições  ambientais precárias. integrantes da Região Metropolitana de São Paulo e de municípios com população igual  ou superior a 300.

064/91. arts.  V ‐ beneficiado com base em Programa de Alimentação do Trabalhador. de  6 de janeiro de 1984.    Artigo 770 ‐ Caberá à Secretaria de Gestão Pública gerenciar a aquisição. na forma  da Lei Federal nº 6.524/91.  III ‐ afastado nas hipóteses dos artigos 78 e 79 da Lei nº 10.  in  natura  ou  preparados  para consumo imediato. bem como as empresas estatais ou privadas envolvidas no processo de  concessão do benefício. de 28 de outubro  de 1968.  (Decreto nº 34.  §  1º  ‐  No  caso  dos  docentes.  (Decreto nº 34.Artigo  767  ‐  A  concessão  do  benefício  de  que  trata  o  artigo  anterior  far‐se‐á  mediante  a  distribuição  de  documentos.  administrar  e  controlar  sua  distribuição  e  expedir  instruções  relativas  ao  auxílio‐alimentação. 6º e 7º. da Lei Complementar nº 343.  para  orientar  os  órgãos  e  unidades administrativas.  domingos.  para  a  aquisição  de  gêneros. 4º)    Artigo 769 ‐ Não fará jus ao auxílio‐alimentação o funcionário ou servidor:  I  ‐  cuja  retribuição  global  no  mês  anterior  ao  do  recebimento  do  benefício  ultrapasse o valor correspondente a 141 (cento e quarenta e uma) Unidades Fiscais do Estado de  São  Paulo  ‐  UFESPs. de 13 de novembro de 1974. 1º e  2º)    Artigo 768 ‐ O benefício será devido ao funcionário ou servidor em função dos dias  efetivamente trabalhados. de 14 de abril de 1976. pelo Decreto nº 50.  (Decreto nº 34. 4º e Lei nº 7. em estabelecimentos comerciais. dos incisos VI e VII do artigo 64 e do artigo 65 da Lei Complementar nº 444. empregos ou funções públicas da Administração Centralizada do Estado. mediante  licitação. 8º.  que  acumule  regularmente cargos.  de 27 de dezembro de 1985. consideradas as necessidades básicas de alimentação e as disponibilidade do erário e seu  valor poderá ser fixado de acordo com a jornada  de trabalho a que estiver sujeito o funcionário ou  servidor. de outros Estados ou dos Municípios.  §  3º  ‐    Os  sábados. do artigo 16 da Lei nº 500. de que trata o Título XIII da Lei Complementar nº 180.064/91.  II ‐ Licenciado ou afastado do exercício do cargo ou função com prejuízo total ou  parcial da remuneração. art. salvo quando houver regular convocação.321.  a  determinação  do  número  de  dias  efetivamente  trabalhados será feita mediante a conversão de horas. par.  §  4º  ‐  O  valor    do  benefício  a  que  se  refere  este  artigo  será  fixado  e  revisto  por  decreto.261.079/05)  254 .  considerado  o  seu  valor  no  primeiro  dia  útil  do  mês  de  referência  do  pagamento.  feriados  e  pontos  facultativos  não  serão  considerados dias efetivamente trabalhados. conforme apurado em boletim ou atestado de freqüência.  IV  ‐  afastado  para  prestar  serviços  ou  ter  exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer natureza junto a órgãos ou entidades da administração centralizada ou descentralizada  da União. arts.    Artigo 771 ‐ O benefício de que trata esta seção não se incorporará ao patrimônio  do  funcionário  ou  servidor  e  sobre  ele  não  incidirão  as  contribuições  devidas  ao  Instituto  de  Previdência  do  Estado  de  São  Paulo  ‐  IPESP  e  ao  Instituto  de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público Estadual ‐ IAMSPE. único do art.064/91. alt. de 12 de maio  de 1978.  §  2º  ‐  Será  contemplado  uma  única  vez  o  funcionário  ou  servidor.  dos  documentos  a  que  se  refere  o  artigo  767  desta  seção.

 art.  Parágrafo  único  –  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução  será  apurado  multiplicando‐se  o  valor  da  despesa  diária  de  condução  pelo  número  de  dias  efetivamente  trabalhados pelo funcionário ou servidor. a que alude o artigo anterior. art. mensalmente. a ajuda de custo  para alimentação e o reembolso do regime de quilometragem.687/94)    Artigo 776 ‐ O auxílio ‐ transporte será devido por dia efetivamente trabalhado. à revisão dos  valores da despesa diária de condução. art. excluídos o salário‐família. o adicional  de  insalubridade.  Parágrafo único ‐ Os valores decorrentes da revisão de que trata este artigo serão  fixados por resolução do Secretário da Fazenda. destinado a custear parte das despesas de locomoção  do funcionário ou servidor de sua residência para o trabalho e vice‐versa.  (Lei nº 6. o  valor correspondente a:  1  ‐  2  (duas)  passagens  de  ônibus  urbano  e  2  (duas)  de  METRÔ. mensal.  2  ‐  3  (três)  passagens  de  transporte  coletivo. este com a redação dada pela Lei Compl. o auxílio‐transporte.  (Lei nº 6. a diária alimentação.  4º.595/89.  §  2º  ‐  O  pagamento  do  benefício  corresponderá  ao  mês  subseqüente  ao  do  respectivo boletim ou atestado de freqüência e será feito em código distinto. 3º do Decreto nº 30. observando‐se na sua fixação:  I ‐ a região e/ou local das unidades administrativas do Governo.  art. o salário‐esposa.  com  a  redação  dada  ao  parágrafo  único  pelo  Decreto nº 38.  (Decreto nº 30.  no  âmbito  da  Administração  Centralizada  e  das  Autarquias do Estado.248/88.  § 1º ‐ A apuração dos dias efetivamente trabalhados será feita à vista do boletim  ou atestado de freqüência.  Seção IV  Do Auxílio‐Transporte    Artigo  772  ‐  Fica  instituído.  II ‐ o tipo de transporte coletivo disponível no local.  (Lei nº 6. 4º e parte do caput do art.  a  que  se  refere  o  artigo  anterior. com a redação dada pelo Decreto nº 38.  vigente  em  cada  região. as diárias.  a  gratificação  por  trabalho  noturno. §§ 1º e 2º.595/89)    Artigo 775 ‐ Cabe à Secretaria da Fazenda proceder. 3º.  para  o  interior do Estado.248/88. art.  para  a  Região  Metropolitana de São Paulo.687/94)    Artigo  774  ‐  O  valor  estimado  da  despesa  de  condução. nº  755/94)  255 . mensalmente.595/89.  (Decreto  nº30.   Parágrafo único ‐ Se da aplicação do disposto neste artigo resultar que o valor do  auxílio‐transporte  seja  maior  ou  igual  a  0  (zero)  e  menor  que  o  valor  da  despesa  diária  de  condução referido no parágrafo único do artigo 774 desta seção será atribuído. será estabelecido em decreto e revisto mensalmente. a gratificação por serviço extraordinário.  a  gratificação  por  trabalho  no  curso  noturno. 1º)    Artigo  773  ‐  O  valor  do  auxílio‐transporte  corresponderá  à  diferença  entre  o  montante estimado das despesas de condução do servidor e a parcela equivalente a 6% (seis por  cento) de sua retribuição global. 1º.248/88.

  ou  pelo  ramo  de  atividades  inerentes  ao  trabalho dos integrantes da classe de suporte pedagógico. arts. 6º e 7º)    Seção V  Da Transferência de Funcionário Estudante    Artigo  780  –  Ao  estudante. assim considerados na forma da lei.  quando  requerida  em  razão  de  comprovada  remoção  ou  transferência  ex  officio  que  lhes  acarrete  mudança  de  residência  para  o  município  onde se situe o novo estabelecimento ou para localidade próxima deste. abrangida pela docência polivalente ou exclusiva de componentes curriculares. oficial.619.    Artigo 782 ‐ O campo de atuação de que trata o artigo 20 da Lei Complementar nº  836.732/83. de outros Estados e Municípios. 5º.    256 . para outro congênere.418.  (Decreto nº30.    Artigo 778 ‐ O auxílio‐transporte não será computado para qualquer efeito e não  se incorporará ao patrimônio do funcionário ou servidor.  possibilitando  a  progressão  do  integrante  do  magistério na Escala de Vencimentos. em qualquer  época  do  ano  e  independentemente  de  vaga.  II ‐ ao servidor abrangido pela Lei Federal nº 7. para o  Professor  Educação  Básica  I  e  II.  (Lei nº 3.  respectivamente.  Artigo  777  ‐  Sobre  a  importância  do  auxílio‐transporte  não  incidirão  as  contribuições devidas ao Instituto de Previdência do Estado de São Paulo ‐ IPESP e ao Instituto de  Assistência  Médica  ao  Servidor  Público  Estadual  ‐  IAMSPE. de 12 de maio de 1978.    Artigo 779 ‐ O auxílio‐transporte não será devido:  I ‐ ao funcionário ou servidor afastado para prestar serviços ou para ter exercício  em  cargo  ou  função  de  qualquer  natureza  junto  a  outros  órgãos  da  Administração  Direta  ou  Indireta da União.  de  que  trata  o  Título  XIII  da  Lei  Complementar nº 180.  bem  como  aos respectivos dependentes.  que  seja  funcionário  público  ou  servidor. será concedida transferência do  estabelecimento de ensino em que esteja matriculado.  delimita‐se  na  área  específica  onde  opera  o  profissional  do  magistério.  alterada pela Lei Federal nº 7.  de  30  de  dezembro  de  1997. através do seu enquadramento em nível retribuitório mais  elevado da respectiva faixa salarial. 1º)    CAPÍTULO IV  DAS VANTAGENS E BENEFÍCIOS  DOS INTEGRANTES DO QUADRO DO MAGISTÉRIO    Seção I  Da Evolução Funcional  Subseção I  Da Evolução Funcional pela Via Acadêmica    Artigo  781  ‐  A  Evolução  Funcional  pela  via  acadêmica  ocorrerá  em  função  de  titulação  obtida  em    grau  superior  de  ensino. de 16 de dezembro de 1985. art. de 30 de setembro de 1987.595/89.

 de curso de grau superior de ensino.Artigo 783 ‐ O enquadramento em nível retribuitório superior na respectiva classe  e  faixa  salarial. será enquadrado.    Artigo  784  ‐  Para  efeito  do  enquadramento  imediato.  o  benefício concedido será anulado. nos  níveis IV ou V. de 27 de dezembro de 1985.  obtido  em  cursos  devidamente  credenciados. arts.  instituídos  nas  Diretorias  Regionais de Ensino. titular de cargo ou ocupante de função‐ atividade estável. com alteração introduzida no inciso III pelo  Decreto nº 49.  III ‐ Diretor de Escola e Supervisor de Ensino. devendo o interessado apresentar.  certificados  de  conclusão  de  cursos  de    pós‐graduação    stricto  sensu  devidamente  credenciados.  será  automático. o disposto no inciso II deste artigo.  na  seguinte conformidade:  I – Professor Educação Básica I: mediante a apresentação de diploma registrado no  órgão competente. ou  II – os afastados nos termos dos incisos IV e VI do artigo 64 e nos termos do artigo  65 da Lei Complementar nº 444. respectivamente. respectivamente.  serão  aceitos.    Artigo 787 ‐ Para os fins previstos nesta subseção.  respectivamente. correspondente à licenciatura plena. o diploma devidamente registrado no órgão competente. e mediante apresentação de título de mestre ou doutor. somente serão considerados os  títulos  que  guardem  estreito  vínculo  de  ordem  programática  com  a  natureza  da(s)  disciplina(s).  dispensados  quaisquer  interstícios.366/05. desde que contenham dados referentes à aprovação da dissertação ou da defesa de  tese.  Parágrafo único – Aplica‐se ao Professor II. 1º ao 4º.  preliminarmente.  pela  via  acadêmica.    Artigo  788  ‐  Consideram‐se  impedidos  de  usufruir  dos  benefícios  da  Evolução  Funcional prevista nesta subseção:  I – os integrantes do Quadro do Magistério nomeados em comissão para cargos de  outras Secretarias de Estado. revogando‐se seus efeitos à data de sua concessão. mediante a apresentação de título de  mestre  ou  de  doutor. e 5º)    Artigo  786  ‐  Serão  aceitos. de acordo com o disposto no  caput deste artigo e segundo as diretrizes emitidas pelo órgão setorial de recursos humanos.    Artigo 785 – Na hipótese de inobservância do prazo fixado no artigo anterior  sem  a  apresentação  de  motivos  devidamente  comprovados  e  esgotadas  todas  as  possibilidades. quando se tratar de mestrado ou doutorado. obtido em cursos devidamente  credenciados. a análise preliminar dos títulos apresentados. certificados  de conclusão de cursos de graduação correspondente à licenciatura  plena.348/00. nos níveis IV ou V.  para  os  efeitos  previstos  nos  incisos  II  e  III  do  artigo  783. obtido em cursos  devidamente credenciados. desde que devidamente reconhecidos.  serão  enquadrados.  objeto da área de atuação do docente ou da atividade inerente ao trabalho dos integrantes das  classes de suporte pedagógico. o disposto no inciso I e aos titulares de cargos de Coordenador Pedagógico e de   Assistente de Diretor de Escola. no nível V.  II – Professor Educação Básica II: mediante a apresentação de título de mestre ou  de doutor.  Parágrafo  único  –  Caberá  a  Grupos  de  Trabalho. no prazo de 12  (doze) meses.  257 .  (Decreto nº 45. será  enquadrado no nível IV.

  258 .  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 787. ratificado pelo órgão competente. quando nomeado para  outro  cargo  da  mesma  carreira.  § 1º ‐ Nos casos em que a certificação. os efeitos do enquadramento terão vigência a partir da data de início de exercício  do servidor no cargo ou função‐atividade. expedir  ato  de  cessação  do  benefício  concedido.  esta  sempre  prevalecerá para todos os efeitos.  Parágrafo único – O integrante da carreira do magistério. registro ou titulação de que trata o caput  ocorrerem  anteriormente  à  data  da  retroação  previstas  na  presente  subseção.  de  16  de  fevereiro  de  1996.  desde  que  compatíveis  com  o  campo  de  atuação do novo cargo.    Artigo  789  ‐  Nos  termos  do  artigo  49  da  Lei  Complementar  nº  836. de  27 de dezembro de  1985. e instruir os pedidos acolhidos.673.  Parágrafo  único  –  Os  casos  omissos  e  as  pendências  serão  submetidos  à  apreciação da Comissão de Gestão da Carreira instituída pelo artigo 25 da Lei Complementar nº  836.  instituir  Grupo  de  Trabalho.    Artigo 794 – Caberá à Secretária da Educação.    Artigo  795  –  O  Departamento  de  Recursos  Humanos  –  DRHU  baixará  instruções  complementares para a aplicação das disposições desta subseção.  § 2º ‐ Quando a data da documentação prevista no caput preceder à da nomeação  ou da admissão.  comprovantes de habilitações acadêmicas obtidas em grau superior previstas no artigo 20 da Lei  Complementar  nº  836. decidir quanto às petições.    Artigo  791  –  Os  efeitos  do  enquadramento  dos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  em  nível  superior  decorrente  da  evolução  funcional  previstas  nesta  subseção  terão  vigência  a  partir  da  data  do  reconhecimento  dos  certificados.  fica  vedada  a  reapresentação  de  documentação  utilizada  para  fins  de  Progressão  Funcional prevista no artigo  49 da Lei  Complementar nº 444.    Artigo 792 – Para efeito de concessão do benefício da Evolução Funcional caberá:  I  –  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino.    Artigo  793  –  Os  títulos  abrangidos  por  esta  subseção  serão  apostilados  pelas  autoridades competentes. de 30 de dezembro de 1997.  poderá  reapresentar.  de  30  de  dezembro  de  1997.  do  registro  dos  diplomas  ou  das  titulações de que tratam os artigos 783.  para  fins  de  Evolução  Funcional.  referentes  ao  Programa  de  Ação  de  Parceria  Educacional  Estado‐ Município.  II – ao Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria da Educação.Parágrafo  único  –  Executam‐se  os  afastamentos  previstos  no  Decreto  nº  40. e  III – à Secretária da Educação. 784.  de  30  de  dezembro  de  1997. 785 e 786. nos termos do artigo 785.  analisar o expediente.  com  base  no  que  lhe  for  apresentado  pelo  Dirigente  Regional de Ensino.      Artigo 790 – O docente em regime de acumulação de cargo e/ou função‐atividade  poderá  requerer  os  benefícios  da  Evolução  Funcional  para  cada  situação  funcional  mediante  a  apresentação da documentação específica exigida.

 arts.  4 ‐ instituições públicas estatais.  (Decreto nº 49. realizados  pelos  integrantes  do  Quadro  do  Magistério  com  o  objetivo  de  ampliação.  desde  que  credenciadas pela Secretaria da Educação.  2 ‐ aspectos teórico‐metodológicos e de gestão escolar. 6º ao 15)    Subseção II  Da Evolução Funcional Pela Via Não Acadêmica    Artigo 796 ‐ A Evolução Funcional dos integrantes do Quadro do Magistério.  § 2º ‐ Para fins de evolução funcional. os cursos de que trata o caput deste artigo  deverão ser homologados pela Secretaria da Educação. da qualidade e da produtividade do  trabalho. no respectivo campo de atuação.  2 ‐ órgãos da estrutura básica da Secretaria da Educação. no ensino  médio e nas demais modalidades de ensino.  promovidos  por  entidades  de  reconhecida  idoneidade e capacidade institucional. pela  via  não‐acadêmica. 2º. que rege as classes de 1ª a 4ª séries do ensino fundamental. na seguinte conformidade:  I ‐ para as classes de docentes:  a)  pelas  áreas  curriculares  que  integram  a  formação  acadêmica  do  professor  polivalente. 3º e 4º)    259 .  aprimoramento  e  extensão dos conhecimentos.    Artigo 797 ‐ O campo de atuação.  as  temáticas  de  aprofundamento e enriquecimento curricular que tenham por objeto:  1 ‐ questões da vida cidadã. que ministra aulas nas 5ªs às 8ªs séries do ensino fundamental.  3 ‐ entidades representativas das Classes do Magistério.  considerar‐se‐ão  acrescidas  às  áreas  curriculares  de  Linguagens  e  Códigos. a que se refere o artigo anterior.  relacionadas  aos  Fatores  de  Atualização.(Decreto nº 45.  em  seu  campo  de  atuação.  na  conformidade dos indicadores do crescimento da capacidade. estabelecidos nesta subseção. delimita‐se por  parâmetros específicos.  com  suas  respectivas  tecnologias. observados os critérios a serem definidos  em instrução complementar. que orientam a prática dos  integrantes do Quadro do Magistério.394/05. de duração igual ou superior a 30 (trinta) horas.  § 1º ‐ Constituem‐se entidades promotoras dessas atividades:  1 ‐ instituições de ensino superior devidamente reconhecidas. arts.  5  ‐  instituições  públicas  não  estatais  e  entidades  particulares.  b)  pela  área  curricular  que  integra  a(s)  disciplina(s)  constituinte(s)  da  formação  acadêmica do professor.  Ciências  da  Natureza  e  Matemática.  resultará  das  ações  realizadas  pelo  profissional.  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional.348/00.  Parágrafo único ‐ Para fins de delimitação do campo de atuação de que trata este  artigo.  II ‐ para as classes de suporte pedagógico. pela natureza das atividades inerentes  ao respectivo trabalho de Diretor de Escola e Supervisor de Ensino.    Artigo 798 ‐ Consideram‐se componentes do Fator Atualização todos os estágios e  cursos  de  formação  complementar  e  continuada. tratadas como temas transversais.  e  Ciências  Humanas.

  os  componentes curso e estágio que integram os Fatores Atualização e Aperfeiçoamento. aulas.  6  ‐  nome  do  representante  da  instituição/entidade  responsável  pela  área  de  capacitação. através da permanência  assistida  realizada  em  instituições  educacionais.  quadro  efetivo  de  profissionais  e  relação  dos  recursos  físicos  e  tecnológicos  disponibilizados.  II  ‐  os  cursos  promovidos  pelos  órgãos  competentes  da  Secretaria  de  Estado  da  Educação.  cursos  superiores.  3 ‐ cópia do estatuto da instituição/entidade registrado em cartório.  (Res. arts.  Parágrafo único ‐ As instituições públicas não estatais e as entidades particulares  interessadas  em  obter  o  credenciamento  deverão  encaminhar  à  CENP  expediente  próprio  contendo:   1 ‐ solicitação de credenciamento.  de que  trata  o  item  5.  ou  à  função‐atividade  preenchida.  II ‐ estágio: o período de estudos e de aprendizado obtido.    Artigo  802  ‐  Observada  a  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas. palestras e outros.  devidamente  reconhecidas.  2 ‐ comprovante de idoneidade. SE nº 21/05. 6º e 7º)  260 .  4 ‐ comprovação completa da capacidade jurídica. 4º)     Artigo  800  ‐  Consideram‐se  componentes  do  Fator  Aperfeiçoamento  todos  os  cursos  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior.  complementação  pedagógica  ou  cursos  de  pós‐graduação. observado o respectivo campo de atuação. para fins de pontuação:  I  ‐  as  etapas  de  cursos  estruturados  modularmente.  metas.  finalidade.  que  visem  ao  aprofundamento  de  conhecimentos  em  determinada disciplina ou área do saber.  de  bacharelado  ou  de  licenciatura  plena.  inclusive sob a forma de módulos. conferências. 5º.Artigo  799 ‐  O  ato  de  credenciamento.  para  fins  de  pontuação.  7 ‐ outras informações julgadas pertinentes.  desde  que  não  se  caracterize  como  atividade  inerente  ao  cargo  ocupado.    Artigo  801  ‐  Para  os  fins  de  que  tratam  os  artigos  798  e  800  desta  subseção. abrangem  respectivamente:  I ‐ curso: o conjunto de estudos. desde que constituinte de um todo.  (Decreto nº 49. art.  com  o  objetivo  de  aprimoramento  e  prática  profissional. programada e desenvolvida.  do  § 1º.  contados  a  partir  da  data  do  protocolamento do pedido.  inclusive  no  exterior. realizados durante a jornada de trabalho do profissional.  Parágrafo  único  ‐  Não  serão  considerados. capacidade e experiência na área educacional. que tratem de determinada unidade temática. organicamente estruturado  e devidamente comprovado por uma única instituição promotora.  do  artigo  anterior  será  expedido  pela  CENP  no  prazo  de  90  dias.394/05.  serão  considerados.  com  carga  horária  mínima  de  30  (trinta)  horas.  desde  que  o(s)  módulo(s)  tenha(m) caráter de terminalidade.  ou  se  constitua  componente  da  estrutura  curricular de um curso. realizados  também no exterior. em atendimento a termo de  convocação oficial.  5  ‐  plano  de  trabalho  da  instituição/entidade  especificando:  justificativa. que se constituíram base para provimento do cargo ou preenchimento da função‐ atividade.

  Aperfeiçoamento  e  Produção  Profissional. de 30 de dezembro de 1997.  não  poderão  ser  reconsi‐derados  quando  da  apresentação  do  documento correspondente à titulação obtida. com as seguintes atribuições:   1 ‐ expedir orientações.  considerados  os  interstícios  de  que trata o artigo 22 da Lei Complementar nº 836.  integrada  por  2  profissionais  da  CENP  e  2  do  DRHU.  III ‐ ao Dirigente Regional de Ensino.  protocolar.  assim  como  a  validade  dos  respectivos  títulos.  será  calculada com base na carga horária indicada no certificado do curso realizado pelo profissional.  definida  nos  Quadros  I  e  II.  instruir  e  encaminhar  o  pedido  à  respectiva Diretoria de Ensino.    Artigo  804  ‐  Cursos  promovidos  por  órgãos  da  Pasta. anexos.  (Res.  em  horário  de  trabalho  do  profissional.  expedido pela Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas ‐ CENP.  será  constituída  uma  Comissão  Central.  indicados  pelos  responsáveis por esses órgãos.  a  1º  de  fevereiro  de  2000. constam do Quadro I.  podendo  retroagir. SE nº 21/05. assegurar aos concluintes  direito à certificação. constituir Grupo de Trabalho para proceder à  análise  preliminar  dos  títulos  e  documentos  apresentados.     261 .  juntar  a  documentação que comprove o preenchimento dos requisitos e entregá‐los ao superior imediato. serão considerados para fins de pontuação.  §  2º  ‐  Somente  serão  considerados.   Parágrafo  único  ‐  Para  subsidiar  a  análise  dos  pedidos. quando o respectivo ato de autorização. previstos no Fator Aperfeiçoamento.  IV  ‐  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  analisar  os  expedientes  acolhidos  pelas  Diretorias  de  Ensino  e  encaminhá‐los  à  apreciação  e  decisão  do  Secretário  de  Estado  da  Educação. arts.  Artigo  803  ‐  A  pontuação  dos  componentes  correspondentes  aos  Fatores  de  Atualização.   §  1º  ‐  A  pontuação  dos  componentes  do  Fator  Atualização  e  do  componente  extensão  universitária/cultural  do  Fator  Aperfeiçoamento.  encaminhando‐os  ao  órgão  setorial de recursos humanos.  observando‐se  que  os  créditos  computados. caberá:   I  ‐  ao  interessado.  para  fins  de  pontuação.  os  cursos  do  Fator  Atualização e do componente extensão universitária/cultural do Fator Aperfeiçoa‐mento quando  autorizados e homologados nos termos da legislação que rege a matéria.  de  acordo  com  as  orientações  estabelecidas  pelos  Órgãos  Centrais  e  instruir  os  pedidos  acolhidos. Quadro II e Quadro III.  sem  a  titulação  de  Mestre  ou  Doutor.   § 3º ‐ Os créditos de cursos pós‐graduação.  conforme  o  caso. 2º e 3º)     Artigo 805 ‐ Para efeito de concessão do benefício.  só  poderão  ser  utilizados  uma  única  vez. quando necessárias.  II  ‐  ao  Diretor  da  unidade  escolar.  formular  requerimento  de  concessão  do  benefício.    Artigo  806  ‐  Caberá  ao  Departamento  de  Recursos  Humanos  acompanhar  e  controlar o processo de concessão da evolução funcional pela via não acadêmica.     Artigo  807  ‐  Os  efeitos  da  Evolução  Funcional  pela  via  não  acadêmica  dos  integrantes do  Quadro  do  Magistério  terão  vigência  a  partir  da  data  da  concessão  do  benefício.  2 ‐ decidir sobre casos omissos ou que apresentem dúvidas para a  concessão do  benefício.

 em qualquer modalidade. SE nº 21/05.  b) por união de cônjuges.0 pontos    Carga horária de 60 a 89 horas = 5. de comunicado do Órgão  262 . 6º. arts.  b) por união de cônjuges.Artigo 808 ‐ A Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas e o Departamento  de Recursos Humanos baixarão instruções complementares à presente subseção.394/05. 5º. por títulos e por união de cônjuges. nas respectivas áreas de competência.    Artigo 812 ‐ A abertura do concurso de remoção dar‐se‐á com o início do período  de inscrição opcional. deverão observar  a precisão de dados e informações.0 pontos      Seção II  Da Remoção dos Integrantes do Quadro do Magistério  Subseção I  Das Disposições Preliminares    Artigo  809  ‐  A  remoção  dos  titulares  de  cargos  das  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico  do  Quadro  do  Magistério  será  processada  mediante  concurso  de  nível  estadual.  por  união  de  cônjuges  e  por  permuta.0 pontos  Carga horária de 90 a 179 horas = 7.  por  títulos.  que  se  realizará  sob  a  organização e coordenação do Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria da Educação. sempre pela Jornada Inicial de Trabalho Docente. o candidato poderá se remover:  I – se integrante de classe de docentes:  a) por títulos.0 pontos  VALIDADE  a partir de 01/02/1998  Carga horária superior a 180 horas = 9.    Artigo  811  ‐  O  concurso  de  remoção  será  realizado  simultaneamente  em  duas  modalidades. e 8º)       ANEXOS ( art. em qualquer das jornadas de trabalho docente. 803)    COMPONENTES  Ciclo de Palestras   Conferências e/ou ciclo de  conferências  Videoconferências   Congressos  Cursos (com ou sem oficinas)   Encontros  Fóruns   Seminários  Ciclos de Estudos  Simpósios  Quadro I  FATOR ATUALIZAÇÃO  PONTOS  Carga horária de 30 a 59 horas = 3. 7º. assegurando‐se a justeza. c/c o Decreto nº 49.  (Res.    Artigo  810  ‐  Os  atos  e  procedimentos  administrativos  das  autoridades  responsáveis pela execução do processo. no Diário Oficial do Estado. a impessoalidade e a transparência  do concurso de remoção.  II – se integrante de classe de suporte pedagógico:  a) por títulos. respeitada a classificação geral dos inscritos  no concurso. e. mediante publicação.

  §  2º  ‐  Efetivada  a  inscrição.  para  onde  pretenda  se  remover.  em  qualquer  dos  casos. arts.  nos  últimos  5  (anos)  anos. que faz parte integrante desta seção.  simultaneamente. §§ 6º e 7º do art.  o  candidato  indicará. SE nº 95/09.  nesse  período.  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. § 2º do art.  tenha  se  removido  para  determinado  município.  devendo. a inscrição que não contiver qualquer indicação de  Unidade Escolar ou de Diretoria de Ensino. SE 95/09. de plano.  por  ordem  de  preferência. caput e § 1º do art. o  candidato  deverá  indicar  um  único  município  de  sua  opção. conforme o caso.  contados  retroativamente  à  data  da  atual  inscrição.  no  qual  se  definirão  o  período  de  inscrições bem como as respectivas condições e requisitos. 4º)    Artigo 815 ‐ No requerimento de inscrição para remoção por união de cônjuges. se por união de cônjuges. para lhe  263 . 1º ao 4º e Decreto nº 55. 4º)    Artigo 817 ‐ O integrante do Quadro do Magistério que se encontre na condição  de adido deverá necessariamente se inscrever para o concurso de remoção sob reserva.  efetuar  também  as  indicações de que trata o artigo 814.  de  acordo  com  a  tabela  de  Município  constante no Anexo I.  as  unidades  escolares  e/ou  as  Diretorias  de  Ensino.  portanto. § 2º do art. §§ 2º e 8º do art.  em  documento  próprio. SE 95/09. 5º c/c Decreto nº 55.  Parágrafo  único  ‐  Na  remoção  de  cargos  de  Professor  Educação  Básica  II.143/09.  o  candidato  não  mais  poderá desistir de sua participação no concurso. caput  e §§ 3º.  4º e 5º do art. 5º c/c  o Decreto nº 55.  no  caso  de  Professor  Educação  Básica  II  de  Educação Especial.Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. 1º ao 3º)    Subseção II  Das Inscrições    Artigo  813  ‐  A  inscrição  para  o  concurso  de  remoção  ou  remoção/reserva  será  efetuada  pelo  candidato.  por  essa  mesma  modalidade.  Parágrafo  único  ‐  O  candidato  que  se  inscrever  por  união  de  cônjuges  estará  concorrendo. 5º. a qualquer título.  (Res. §§ 3º.  para  fins  de  classificação.143/09. caput do art.  à  remoção  por  títulos.143/09. 5º c/c Decreto nº 55.  § 1º ‐ Será indeferida. arts.  que  o  cônjuge.143/09. SE 95/09.  independente  de  a  unidade contar ou não com vaga inicial. 4º)    Artigo 814 ‐ No momento da inscrição para remoção por títulos ou por união de  cônjuges.  o  candidato  deverá  se  inscrever  pelo  componente  curricular  a  que  o  seu  cargo  é  vinculado  ou  na  área  de  necessidade  especial  relativa  ao  cargo.  exceto  se  comprovar.  (Res. SE 95/09. 4º e 5º do art.  devidamente conferidas à vista dos respectivos originais pelo superior imediato.  com  as  devidas  indicações.  teve  seu  cargo  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover novo cargo público em município diverso.  apresentando  documentação  comprobatória  de  atendimento  aos  requisitos  do  concurso.  (Res. c/c Decreto nº 55. 5º)    Artigo 816 ‐ Não poderá se inscrever para o concurso de remoção o integrante do  Quadro do Magistério que se encontre na condição de readaptado ou.143/09.  bem  como  cópias  reprográficas  de  títulos.  (Res.  (Res.

  deverá  se  inscrever  como  remoção/reserva. remoção/reserva ou reserva. arts. em uma ou mais unidades escolares. nos últimos 5  (cinco) anos.  à  comprovação  de  que  o  cônjuge. e do Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos nos  casos de candidato que tenha se removido por união de cônjuges ou por permuta.  com  a  respectiva  via  original  do  diploma  de  Mestrado  ou  de  Doutorado.  II ‐  modalidade da inscrição: remoção.     Artigo 818 ‐ Do requerimento de inscrição.  pelo  deferimento  ou  indeferimento da inscrição por títulos.  confirmação  da  jornada  de  trabalho  em  que  o  candidato  esteja  incluído.  quando  necessária. em ambos os casos.  tratando‐se de Professor Educação Básica II. no caso de o mesmo não querer  efetivamente se remover.  devidamente  conferida. para onde pretenda  a remoção do seu cargo.  que  tenha  interesse  em  se  remover.  § 2º ‐ O disposto neste artigo aplica‐se também ao titular de cargo docente que se  encontre com a jornada de trabalho parcialmente constituída ou o docente inscrito na remoção.  quando a reserva não for possível. situação em que sua inscrição estará condicionada.  c)  na  remoção  de  docentes. que deverão conter:  a) informação se o candidato se removeu por união de cônjuges ou por permuta  nos últimos 5 (cinco) anos.  § 3º ‐ Se no decorrer do concurso.  (Res.  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação do cargo/função‐atividade do cônjuge.  bem  como  verificação  do  número  de  aulas  de  sua  constituição  na  unidade de classificação.  manifestação  pelo  deferimento  ou.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. em virtude de condições atípicas da escola ou da Diretoria de  Ensino relativas ao cargo do candidato.  bem  como  o  que  a  motivou  e. discriminados na forma prevista no artigo 842.  voltando a constituir vaga potencial na dinâmica do processo.  na  situação  de  adido.  IV  ‐  no  caso  de  união  de  cônjuges.     Artigo 819 ‐ Ao requerimento de inscrição do candidato deverá ser juntada cópia  reprográfica.  V ‐ demais dados do candidato.  e)  nos  casos  de  reserva.  pelo  indeferimento.  d)  indicação  da  reserva.  situações  em  que  a  reserva  deverá  ser  feita com indicação da quantidade de aulas necessária à constituição integral de sua jornada. na  área de Magistério. por registro e/ou sob responsabilidade do Diretor  de Escola ou do Dirigente Regional de Ensino.  foi  removido  ex  officio  ou  veio  a  prover  novo  cargo público em outro município.garantir a possibilidade de descaracterizar a condição de adido.  pelo  superior  imediato. SE 95/09.  b)  manifestação  do  Dirigente  Regional  de  Ensino.  sua  reserva  na  unidade  de  origem  será  automaticamente  desconsiderada.  fazer  indicação  de  unidade(s) escolar(es) ou de Diretoria(s) de Ensino.  nesse  período. por ordem de preferência. o candidato inscrito para remoção/reserva vier  a  ser  removido.  f) registro do tempo de serviço computado em dias. bem como dos títulos que o  candidato apresentar.  com  correlação  intrínseca  à  disciplina  ou  à  área  de  necessidade especial do cargo docente de que o candidato é titular ou à disciplina Educação. deverão constar:  I ‐  dados pessoais e funcionais do candidato.  III ‐  tipo de remoção: por títulos e/ou por união de cônjuges. do número de aulas a ser reservado.  §  1º  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério. discriminadas por disciplina. 6º ao 8º)    264 .

 haverá também de  constar. serão submetidos à microfilmagem e posteriormente  inutilizados.  funcionário  público  efetivo. na Diretoria  Regional de Ensino. 5º)    Artigo  822  ‐  Os  documentos  que  instruírem  a  inscrição  serão  relacionados. 20 (vinte) horas semanais. art.  por  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo. SE nº 95/09. §§ 4º.  cujo  cônjuge.  II  ‐  atestado  de  dados  funcionais  do  cônjuge. caput do art. no mínimo.   2. exercido na administração direta de qualquer alçada pública.  devidamente  conferida  com  a  via  original. apresentado.  mediante  requerimento  instruído  com  comprovação  da  mudança. 5º e 6º do art 9º c/c Decreto nº 55. e  § 2º ‐ No caso de docente. o município pretendido. indicar um novo município.  § 3º ‐ O candidato inscrito para remoção por união de cônjuges estará. Anexos II ou III. e acondicionados em envelope específico pelo próprio candidato. considera‐se lugar  de  residência  o  município  sede  da  unidade/órgão  de  classificação  do  cargo/função‐atividade  do  cônjuge. art.  em  via  original. contados da publicação da classificação. após os efeitos  de classificação do candidato no concurso. pelo candidato e entregue pelo superior imediato.  um  a  um. declaração de que. SE 95/09. possui:  1.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união. ao mesmo  tempo.  exceto  nos  casos  de  remoção  por  união  de  cônjuges. na unidade sede. 5º)    Artigo 821 ‐ Para fins de remoção de que trata o artigo anterior. em novo atestado de dados funcionais. carga horária de trabalho de. utilizando modelo padronizado.   § 1º ‐ No caso de o cônjuge ser ocupante de função‐atividade.  poderá.143/09.  (Res. no  momento da inscrição. expedida por órgão  de  competência (Cartório/Tabelião de Notas). SE nº 95/09. devendo  efetuar as indicações  de que  trata o  artigo  814.143/09. priorizando as unidades escolares sediadas no município indicado na inscrição por união de  cônjuges. SE 95/09.  não  mais  tenha  exercício  no  município  indicado.143/09. no Estado de São Paulo. a carga horária a que se refere o item 2 do § 1º deste  artigo. no mínimo. 2º e 3º do art 9º c/c Decreto nº 55.  concorrendo  à  remoção  por títulos. apresentando na  unidade de classificação. 6º)  265 . dentro do prazo de 3  (três) dias. do respectivo atestado de dados funcionais. 11 c/c Decreto nº 55. § 3º do art.  em  que  a  administração requisite esclarecimentos.  fica  vedado  ao  candidato  apresentar  ou  substituir  qualquer  documento. 1 (um) ano de exercício ininterrupto no serviço público.  conforme o caso.  (Res. será feito em formulário próprio. os seguintes documentos:  I  ‐  cópia  reprográfica.  direcionado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos. que se responsabilizará pela  veracidade deles. na data do encerramento  do período de inscrição.  expedido  por  autoridade competente.  da  certidão  de  casamento ou da escritura  pública de declaração de  convivência  marital. lugar de residência do cônjuge. em que se faça constar o  município de classificação do seu cargo ou função‐atividade.  §  2º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. caput e §§ 1º. 10)    Artigo  823  ‐  Efetuada  a  inscrição. deverá ser por horas aulas e não poderão ser em substituição.  Parágrafo único ‐ Os documentos e/ou suas cópias reprográficas.  (Res.  (Res. art. Anexo I.Artigo 820 ‐ O candidato que se inscrever por união de cônjuges deverá indicar.

 previstas no artigo 836. é de competência do Diretor do Órgão Setorial de  Recursos Humanos – DRHU/SE. SE nº 95/09.  § 2º ‐ A apreciação conclusiva dos deferimentos e indeferimentos das inscrições. único do art.  (Res. na remoção por união de cônjuges.143/09.  § 3º ‐ Do indeferimento da inscrição por títulos caberá reconsideração dirigida ao  Dirigente Regional de Ensino.143/09.  §  1º  ‐  Não  ocorrendo  a  inscrição  a  que  se  referem  as  duas  primeiras  situações  constantes  do  caput  deste  artigo. dos docentes de sua  unidade  escolar. art. sob pena de responsabilidade. 8º)    Artigo  828  –  A  reserva  destina‐se  unicamente  aos  titulares  de  cargo  declarados  adidos.  Artigo  824  ‐  Todas  as  cópias  reprográficas  de  documentos. 6º)    Artigo 825 ‐ O candidato inscrito por títulos não poderá alterar a sua inscrição para  união de cônjuges e o inscrito por união de cônjuges não poderá alterá‐la somente para títulos. SE nº 95/09. contados da data de publicação do indeferimento. no prazo previsto para inscrição. que deverá ser apresentado em formulário próprio.  o  Diretor  de  Escola  deverá  encaminhar os documentos de inscrição de remoção por união de cônjuges.  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  –  DRHU/SE.  aos  docentes  que  tenham  a  sua  jornada  parcialmente  constituída  ou  ainda  àqueles  que  constituem a jornada em mais de uma unidade. art. par.  pelo  superior imediato. 15)          266 .  em especial. exclusivamente. a manifestação quanto à reserva de que trata o artigo 817.  (Res.  (Decreto nº 55. 13)    Artigo  826  –  Encerrado  o  período  de  inscrições. art.  Parágrafo  único  ‐  O  superior  imediato  dará  ciência  ao  candidato  sobre  os  dados  registrados em seu requerimento.  (Decreto nº 55.   § 1º ‐ As inscrições por união de cônjuges serão apreciadas. cuja decisão será publicada no Diário Oficial do Estado.  sob  reserva. 12. ao superior imediato  do candidato. SE nº 95/09.143/09. pelo  Centro  de  Seleção  e  Movimentação  de  Pessoal. através de documento de confirmação de inscrição. 7º)    Artigo 827 ‐ Compete ao Dirigente Regional de Ensino a indicação de deferimento  ou de indeferimento das inscrições para o concurso de remoção por títulos e. deverão ser conferidas com as vias originais pelo superior  imediato.  o  titular  de  cargo  será  inscrito  ex  officio.  § 2º ‐ O disposto no caput deste artigo não se aplica ao titular de cargo da classe  de Suporte Pedagógico adido oriundo de unidade extinta. art.  apresentadas  no  momento da inscrição pelo candidato. arts.  (Res. no prazo de até  3 (três) dias. desde que o referido professor esteja inscrito para  remoção/reserva.  à  Diretoria  de  Ensino. 14 c/c Decreto nº 55.  para  posterior  remessa  ao  órgão  setorial  de  recursos  humanos.

 conforme o caso.  deverá  relacionar  no  espaço  próprio  do  formulário. SE nº 95/09. observada a disponibilidade das vagas existentes  nas unidades escolares indicadas. considerando  vagas potencias que poderão surgir no decorrer do evento.  mediante  manifestação  expressa  em  requerimento:  I – na remoção por união de cônjuges.  § 2º ‐ O docente. contra recibo.   (Res.Subseção III  Das Indicações de Unidades    Artigo  829  –  No  momento  da  inscrição.  §  1º  ‐  O  candidato  inscrito  por  união  de  cônjuges. devidamente acompanhado de  cópia xerográfica da relação mencionada no caput deste artigo. será entregue.  267 .  §  3º  ‐  O  candidato  que  acumular  cargo  da  classe  de  docente  com  o  de  cargo  da  classe de suporte pedagógico não poderá indicar a unidade onde está classificado o outro cargo. em  local e horário determinados em comunicado.  mesmo que não apresentem vagas na relação publicada no Diário Oficial do Estado. por titulares de cargo  de Professor Educação Básica II de Educação Especial. respeitado o disposto  no artigo 829. art. somente quando se caracterizar falha de cadastramento pela Administração. 17)    Artigo 831 – O candidato poderá.  §  3º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  I  especificará. exclusivamente. no  período de inscrição determinado em Comunicado.  cujo  município  do  cônjuge  pleiteado  é  São  Paulo. se comum (de 4 horas) ou reorganizadas (de 5 horas). para onde pretende remover‐se.143/09. diretamente pelo candidato.  (Res.  em  ordem  preferencial.  o  qual  será  apresentado na unidade‐sede e entregue.  a  indicação  das  Diretorias de Ensino da Capital. SE nº 95/09. art. pelo superior imediato. no caso de  o  cônjuge  haver  mudado  o  local  do  órgão  de  classificação  do  seu  cargo. 4º)    Artigo  830  –  O  docente  inscrito. poderá registrar a jornada de trabalho de  duração diversa daquela em que estiver incluído. por ordem de sua preferência.  na  Diretoria  de  Ensino  a  que  está  vinculada  a  unidade. ao efetuar a indicação.  Deficientes Mentais e Deficientes Visuais deverão ser feitas.  o  candidato  deverá  indicar.  o  tipo  de  classe  pretendida. utilizando os códigos a seguir: DER  01–Norte 1 / 02–Centro / 04–Norte 2 / 05–Leste 5 / 07–Leste 1 / 08–Leste 4 / 10–Leste 2 / 11– Leste 3 / 12–Centro Oeste / 14–Sul 2 / 16‐Centro Sul / 17‐Sul 1 / 18‐Sul 3. as Unidades Escolares e/ou Diretorias de Ensino.  §  1º  ‐  O  requerimento  mencionado  no  parágrafo  anterior. § 3º do art. 16 c/c Decreto nº 55. em período fixado em Comunicado pelo Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.  § 2º ‐ O candidato poderá indicar todas as unidades que sejam de seu interesse. alterar a indicação do município.  encaminhado  ao  Dirigente do Órgão Setorial de Recursos Humanos.  Deficientes  Físicos.  comprovando  esta  mudança em novo atestado de dados funcionais.  §  1º  ‐  As  indicações  de  unidades  serão  feitas  em  formulário  próprio.  deverá  identificar a unidade escolar e a jornada de trabalho docente pretendidas.  observado  o  prazo  estipulado  no  caput  deste artigo.  por  títulos  ou  por  união  de  cônjuges.  ainda.  II – solicitar a retificação de Unidade Escolar ou Diretoria de Ensino da relação de  indicações.  §  4º  ‐  As  inscrições  para  classes  de  Deficientes  Auditivos.

  § 1º ‐ No caso de docentes.  para  Professor  Educação  Básica II de Educação Especial. 19)    Artigo 834 – Somente serão oferecidas. § 2º do art. por área de excepcionalidade.  a  ciclo  e/ou  a  segmento de ensino objeto de extinção. e  4 ‐com 33 aulas em Jornada Integral de Trabalho Docente. art.    268 .  § 1º – O Professor Educação Básica I poderá se remover em Jornada de Trabalho  Docente da seguinte forma:  1 – com 1 classe comum (4 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente.  (Decreto nº 55.  será  relacionada  por  tipo. c/c Res.  bem  como  a  alteração  da  ordem das indicações.143/09.  conforme  o  caso.  as  existentes  nas  Unidades  Escolares. c/c Decreto nº 55.  e  nas  Diretorias  de  Ensino. as vagas potenciais. art.143/09. art.  (Res. em decorrência de vacâncias de cargos.094/2009.   2 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Básica de Trabalho Docente. e  3 – com 1 classe reorganizada (5 horas) em Jornada Inicial de Trabalho Docente. serão geradas de acordo com a jornada de trabalho pela qual o docente tenha constituído.  as  pertencentes  aos  candidatos  inscritos  no  Concurso  de  Remoção. sendo:  I  –  vagas  iniciais.   §  2º  ‐  O  Professor  Educação  Básica  II  poderá  remover‐se  por  qualquer  uma  das  Jornadas  de  Trabalho  Docente. a que se refere o inciso II deste  artigo. 16)    Subseção IV  Das Vagas Iniciais e Potenciais    Artigo  832  ‐  As  vagas  a  serem  relacionadas  para  o  concurso  de  remoção  compreenderão as iniciais e as potenciais.   §  2º  ‐  A  quantidade  de  classes  disponíveis  para  atribuição.  em  nível  de  unidade  escolar. exclusão e a  substituição  de  unidade  escolar  ou  de  Diretoria  de  Ensino  indicada.  desde  que  devidamente  publicadas  no  Diário  Oficial  do  Estado  até  a  data‐base  fixada  pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos.  3 ‐ com 25 aulas em Jornada Básica de Trabalho Docente. SE nº 95/09.  conforme  dispõe  o  artigo  35  da  Lei  Complementar  nº  444/85. aos docentes.  para  Professor  Educação  Básica  I.  e.  alterada pelo artigo 3º da Lei nº 1.  para  a  remoção  de  Supervisores de Ensino.§ 2º ‐ Não será atendida qualquer solicitação que implique a inclusão. SE nº 95/09.  2 ‐ com 20 aulas em Jornada Inicial de Trabalho Docente. § 3º do art. bem como de instalação de novas  unidades. e   II  –  vagas  potenciais. conforme segue:  1 ‐ com 10 aulas em Jornada Reduzida de Trabalho Docente.  (Res.18 c/c Decreto nº 55. vagas de uma única unidade  escolar.19. SE nº 95/09. 13)    Artigo  833  –  Não  poderão  ser  relacionadas  para  confirmação  de  vagas  iniciais  existentes  em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização. caput e §§ 1º e 2º do art.143/09.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.  identificadas  para  a  remoção  de  Docentes  e  Diretor  de  Escola. 14.  no processo anual de atribuição de aulas.

 22)    Artigo  837  –  As  vagas  iniciais  disponíveis  para  o  concurso  serão  identificadas  e  relacionadas pelo:   I  –  Diretor  de  Escola. devendo o Dirigente Regional de Ensino determinar a  confirmação.  observados  os  respectivos  prazos  de  execução. 14)    Artigo  838  –  O  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação. que esteja sendo  removido da unidade. § 2º do art.  devendo  ser  desconsideradas  as  vagas  relativas.143/09.  a  Diretoria  de  Ensino  não  poderá  solicitar  alteração  para  inclusões  ou  exclusões.  no  Diário  Oficial  do  Estado. que se  encontre  na  condição  de  adido  ou  com  jornada  de  trabalho  parcialmente  constituída  ou.  fusão  ou  desativação  de  unidades escolares.  269 .  §  1º  ‐  Publicada  a  relação  de  vagas  iniciais.  em razão de:   I ‐ a Diretoria de Ensino haver reduzido a lotação relativa à classe de Supervisor de  Ensino.  (Res. e   II – Dirigente Regional de Ensino. em se tratando de Diretor de Escola e Supervisor  de Ensino.  exceto  para  atender  a  decisões  judiciais.  extinção. por qualquer motivo.  a  relação das  vagas iniciais confirmadas pelas Diretorias de Ensino. ratificadas pelo Dirigente Regional de Ensino. da  disciplina e da jornada de trabalho docente que a unidade escolar comporta.   II ‐ a quantidade remanescente de aulas da disciplina do cargo. SE nº 95/09. SE nº 95/09. inscrito no concurso.  fará  publicar.   (Res.Artigo 835 – A vaga potencial de Professor Educação Básica II composta em mais  de uma unidade escolar.  desde  que  o  referido  docente  esteja  inscrito para remoção sob reserva ou apenas para reserva.   § 3º ‐ Constará da relação de vagas iniciais. for removido.  Professor  Educação Básica II e Coordenador Pedagógico.   § 2º Não poderão ser relacionadas para confirmação vagas iniciais existentes em  unidade  escolar  que  esteja  em  processo  de  municipalização  ou  com  previsão  de  reorganização.  antecedendo  à  abertura  do  período  de  inscrições. serão restabelecidas quando o seu destinatário. caput e § 1º do art. c/c Res. surgidas e/ou detectadas posteriormente à confirmação. art. não totalizar. 13.  (Decreto nº 55. a carga horária mínima de uma Jornada  Reduzida de Trabalho Docente. adicionadas  às já existentes.  descaracterização  de  adidos  e  situações  de  reorganização. das vagas iniciais nas classes de docentes e nas de suporte  pedagógico.  a  serem  estabelecidos  pelo  Órgão  Setorial de Recursos Humanos.143/09.   III ‐ necessidade de atribuir aulas a docente classificado na unidade escolar. por exclusão de vaga potencial na unidade escolar ou na Diretoria de Ensino. arts. para a remoção de docentes e  suporte pedagógico. quando se tornar disponível. em sua área de jurisdição.  em  se  tratando  de  Professor  Educação  Básica  I. terá as aulas que a compõem.   Parágrafo único – As vagas excluídas ou reduzidas para o atendimento do disposto  neste artigo. SE nº 95/09. das respectivas disciplinas na unidade escolar. 23 c/c Decreto nº 55. art. 20 e 21)    Artigo  836  ‐  A  quantidade  de  vagas  potenciais  será  reduzida  gradativamente  na  dinâmica do evento.  § 1º ‐ Cumpre ao Diretor de Escola encaminhar à Diretoria de Ensino a relação das  vagas identificadas em sua unidade escolar.  com  constituição  configurada  em  mais  de  uma  unidade. a especificação do tipo de classe.  ainda.  conforme  o  caso.  a  ciclo  e/ou  a  segmento  de  ensino objeto de extinção.

   (Decreto nº 55. 18)    Artigo 840 ‐ Durante o processo de atribuição de vagas quando.  até  o  momento  em  que  a  quantidade  de  vagas  restantes  se  iguale  ao  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  ainda  não  atendidos.  (Decreto nº 55. observadas as seguintes pontuações e limites:  I – nas classes de docentes:  1‐ por tempo de serviço no campo de atuação da inscrição. 14 e art. até  no máximo 50 (cinquenta) pontos. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação.§  2º  ‐  Será  apurada  a  responsabilidade.143/09. SE nº 95/09. referente à classe ou  às aulas na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo:  a – como titular de Cargo. até no máximo 20 (vinte) pontos. c/c Res.143/09.  é  expressamente  vedada  a  inclusão. 15)    Artigo  839  ‐  Na  relação  de  indicações  do  candidato. objeto de inscrição: 0.  a  quantidade  de  inscritos  por  união  de  cônjuges  for  maior  ou  igual  à  quantidade  de  vagas existentes no município.  da  autoridade que apresentar relação de vagas iniciais em desacordo com a realidade de sua unidade  e/ou jurisdição.  durante  o  evento. até o máximo de 10 (dez) pontos. 19 e 20)      Subseção V  Da Avaliação de Títulos e da Classificação dos Inscritos    Artigo 842 ‐ Os candidatos inscritos no concurso de remoção serão classificados de  acordo com o disposto no neste artigo.005 (cinco milésimo) por dia.  referente  às  matérias  pedagógicas:  5  (cinco) pontos. 17. art. for maior  que  o  número  de  inscritos  por  união  de  cônjuges. em determinado  município.  o  candidato poderá  efetuar  quantas  indicações  desejar.  270 .001 (um milésimo)  por dia. 24 c/c Decreto nº 55.  a  atribuição  dessas  vagas  será  prioritária  aos  inscritos  para  remoção  por  títulos.  inclusive  de  unidades  escolares  ou  Diretorias  de  Ensino  que  não  se  encontrem  na  publicação  da  relação  de  vagas  iniciais.  Parágrafo único ‐ Se a quantidade de vagas.  considerando  que  poderão  vir  a  apresentar  vagas  potenciais no decorrer do evento.    Artigo  841  ‐  Na  situação  em  que  a  remoção  de  um  candidato  seja  tornada  sem  efeito  por  força  de  decisão  judicial.143/09.  2  ‐  por  títulos.  com  a  seguinte  pontuação:  a – diploma de Mestre.  c  –  como  docente  no  Magistério  Público  Oficial. estas lhes serão atribuídas com prioridade. § 2º do art. arts.   (Res.  quando  então  se  aplicará o disposto no caput deste artigo. exclusão e a substituição de unidade escolar ou de Diretoria de Ensino. em determinado município.  observado  o  campo  de  atuação  da  inscrição.  anteriormente  ao  ingresso  no  cargo de que é titular: 0.  nos  termos  da  legislação  pertinente. art. SE nº 95/09. § 3º do art. na atual unidade de classificação: 0.  a  vaga  decorrente  estará  excluída  do  concurso.   §  3º  ‐  No  momento  da  inscrição.002 (dois milésimos) ‐ por dia.  b – como titular de cargo.

 é vedada a duplicidade de cômputo de períodos concomitantes.  §  1º  ‐  Nas  contagens  de  tempo  de  serviço  de  que  trata  este  artigo. devendo ser.  § 3º ‐ Mantendo‐se a Classificação Geral.2  –  como  titular  de  cargo.001(um  milésimo)  por dia. correlato e intrínseco à disciplina ou à área de necessidade  especial do cargo de que é titular ou à área da Educação.1  –  Diploma  de  Mestre.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  10  (dez)  pontos. referentes à  matérias pedagógicas. referente às matérias pedagógicas: 10  (dez) pontos.b – diploma de Doutor.  conforme  o  caso. objeto de inscrição: 0.002 (dois milésimos) por dia.  imediatamente precedente à abertura do período de inscrições para o concurso de remoção. com a seguinte pontuação:  b. no ato de inscrição.  correlato  e  intrínseco  à  área  da  Educação:  5  (cinco)  pontos.005 (cinco milésimos) por dia.143/09.  271 .  considerados  uma  única  vez  e  sempre  na  faixa  de  classificação  de  maior  ponderação.  no  atual  órgão  de  classificação:  0.1 – como titular de cargo.  §  2º  ‐  A  classificação  dos  inscritos  far‐se‐á  por  classe  de  cargos  e  também  por  disciplina  e  por  área  de  necessidade  especial.3  –  como  designado  em  cargo  objeto  de  inscrição. até no máximo 10 (dez) pontos. com a seguinte pontuação e limites:  a.  até no máximo 50 (cinqüenta) pontos.  anteriormente  ao  ingresso:  0.  observando‐se  a  ordem  decrescente dos somatórios dos pontos obtidos por cada candidato.  deverão  ser  utilizados os mesmos critérios e deduções que se aplicam à concessão de Adicional por Tempo de  Serviço  –  ATS. até o máximo de 5 (cinco) pontos. SE 95/09.  referente  às  matérias  pedagógicas:  1(um) ponto por certificado.  c  –  Certificado  de  Especialização  e/ou  Aperfeiçoamento  correlato  e  intrínseco  à  disciplina  do  cargo  de  que  é  titular  ou  à  área  da  Educação. poderá ser considerado para fins de classificação em qualquer das classes  de docentes.  b.3 – Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à  área da Educação: 1(um) ponto por certificado.  § 4º ‐ Caberá ao candidato comprovar o credenciamento ou o reconhecimento e a  revalidação dos cursos. até o máximo de 5 (cinco) pontos.  observando‐se  que  a  data‐base  das  contagens  será  sempre  o  dia  30  de  junho.  realizados  no  exterior.2  –  diploma  de  Doutor.  §  3º  ‐  Os  cursos  de  mestrado  e  de  doutorado.  credenciados junto aos órgãos competentes.  b. 25 c/c Decreto nº 55.  § 1º ‐ O título de Mestre ou de Doutor correlato à área da Educação.  desde  que  revalidados  por  universidades  oficiais  que  mantenham  cursos  congêneres. caput e §§  1º e 2º do art.  a.  §  2º  ‐  Os  diplomas  de  Mestre  ou  de  Doutor  só  serão  avaliados  se  os  cursos  estiverem devidamente  credenciados pelo  então Conselho  Federal  de  Educação.  II – na classe de suporte pedagógico:   a ‐ por tempo de serviço.  a. 9º)    Artigo 843 ‐ Na classificação por tempo de serviço dos integrantes das classes de  suporte pedagógico. será publicada uma relação de inscritos  por união de cônjuges e outra por títulos. caput e §§ 1º ao 4º do art.  (Res.  e/ou  estiverem  devidamente reconhecidos pelo Ministério da Educação – MEC.   b ‐ por títulos.  serão  avaliados.  os  referidos  tempos. até o máximo de 20 (vinte) pontos.

  (Res. SE 95/09. observada a data‐base da inscrição. devendo ser desprezada a 3ª casa decimal.11 e caput do art. contados da publicação da classificação. 26)    Artigo  845  –  A  classificação  dos  inscritos  para  o  concurso  de  remoção. art. 28)        272 . SE 95/09.  de  que  trata  o  §  1º  deste  artigo.  § 5º ‐ A contagem do tempo de serviço indicado no item 1 do parágrafo anterior. art.  terá  seus  dados  ratificados. observará o campo de atuação.  (Res.  o  desempate deverá se dar. o Órgão Setorial de Recursos Humanos fará publicar no  Diário Oficial do Estado a relação dos candidatos que tiveram a classificação alterada em virtude  de reconsideração e dos que solicitaram alteração do Município pretendido por união.  com  vaga  potencial  surgida  durante o processo. 25 c/c Decreto nº 55.143/09 § 3º do art. no caso de remoção de docentes. SE 95/09.  sem  possibilidade  de  qualquer  alteração posterior.143/09.  §  2º  ‐  Na  reconsideração. por motivo diverso dos previstos  nesta seção não terá efeito suspensivo nem retroativo. que deverá ser protocolado na Diretoria de Ensino. estabelecida no processo de atribuição de  classes e aulas do ano letivo em curso.  (Res. e.   (Res. art.  §  6º  –  Os  pontos  decorrentes  da  avaliação  situar‐se‐ão  na  escala  de  0  a  100  pontos. 12)    Artigo 846 – Encerrado o prazo de reconsideração da avaliação e do indeferimento  da inscrição da remoção e/ou da reserva.  será  publicada  no  Diário  Oficial  do  Estado.  caberá  reconsideração  dirigida  ao  Dirigente  Regional de Ensino.  será  observada  a  ordem  de  prioridade  da  classificação dos docentes.  para fins de desempate.  deverá  considerar  todo  o  tempo  trabalhado  no  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. no  prazo de 3 (três) dias. 27 c/c Decreto nº 55. na seguinte ordem de prioridade:  1 ‐ pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do  Estado de São Paulo.  na  forma  prevista  no  artigo  842.  § 4º ‐ A reconsideração interposta por candidato. SE 95/09. em nível de unidade escolar. para  as  classes  de  suporte  pedagógico.§  4º  ‐  Quando  ocorrer  empate  entre  os  somatórios  de  pontos  dos  candidatos. em escola que apresente mais de um adido na mesma classe docente e/ou na  mesma  disciplina  ou  área  de  necessidade  especial. 9º e  art.  3 ‐ pela maior idade. §§ 5º ao 11 do art.  § 3º ‐ O candidato que não se manifestar no prazo previsto para a reconsideração.  por  competência  do  Órgão  Setorial de Recursos Humanos – DRHU/SE. art. em formulário próprio. 10)    Artigo  844  –  Para  fins  de  atendimento  à  reserva.  2 ‐ por encargos de família (maior número de dependentes). em qualquer classe.  o  candidato  poderá  solicitar  revisão  de  avaliação  de  títulos ou retificação de contagem de tempo e/ou de quaisquer outros dados que julgue incorretos  na publicação ou no documento de confirmação de inscrição.  §  1º  –  Da  classificação  dos  inscritos.

  obedecendo‐se  à  sequência  das  indicações  somente  para o Município do cônjuge.  II ‐ atendimento por união de cônjuges.  direta  e  exclusivamente. SE 95/09. 31 a 33)  273 .  será  realizada. SE 95/09.  para  o  Município  onde  o  cônjuge.  respeitando‐se  sempre  e  sequencialmente:  I – a ordem de classificação geral dos inscritos. 30 c/c Decreto nº 55.  se  houver  vaga. feita por ofício ao Diretor  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  e  entregue.   II – a ordem de classificação geral dos candidatos. art. atendida a seguinte  ordem de atribuição:  I  ‐  atendimento  por  títulos.  no  Centro  de  Seleção e Movimentação de Pessoal.    Artigo 850 – Efetivadas as publicações de que trata o artigo 846.  (Res. e   III  ‐  atribuição  compulsória  para  qualquer  vaga  dentro  do  município  do  cônjuge. ocorrerá a fase de  atribuição de vagas. respeitando‐se:  I – as supressões ou exclusões. obedecendo‐se à sequência das indicações  somente  para  o  Município  do  cônjuge. o superior imediato deverá comunicar  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  qualquer  alteração  na  situação  funcional  do  candidato.  situação  que  ocorre  quando  há  o  preterimento  de  candidato melhor classificado por títulos. respeitado o disposto no artigo  842. tem o cargo classificado ou exerce função de natureza permanente. a união será concedida para o município de opção do candidato.  (Res. 29)    Subseção VII  Da Atribuição de Vagas    Artigo  848  –  A  atribuição  de  vagas  aos  candidatos  inscritos  no  concurso  de  remoção.  que implique vacância do cargo. arts.Subseção VI  Da União de Cônjuges    Artigo  847  –  A  remoção  por  união  de  cônjuges  será  feita  em  Jornada  Inicial  de  Trabalho  Docente.  mesmo que não conste de suas indicações. art. SE 95/09. 143/09.  funcionário  público  ou  servidor.  Parágrafo único – A comunicação deverá ser imediata.    Artigo  851  –  Na  atribuição  de  vagas  será  obedecida  a  ordem  de  preferência  das  unidades indicadas pelo candidato.  II – a ordem das indicações em cada inscrição.  Parágrafo  único  ‐  Em  caso  de  acumulação  de  cargos  ou  funções  públicos  em  municípios diversos.  por  títulos  e  por  união  de  cônjuges. modificação da vaga potencial e da reserva.  (Res. art. referidas nos incisos I e II do artigo 836. e   III – as indicações dos candidatos mais bem classificados. 18)    Artigo 849 – No período de reconsideração. desde que  apresente parecer do órgão competente a respeito da situação funcional do cônjuge.

    Artigo 855 ‐ O Professor Educação Básica I em Jornada Inicial de Trabalho Docente  que se remover para uma classe reorganizada (5 horas) será. documento de identidade do  procurador e os documentos exigidos para  cada um deles.143/09. SE 95/09. SE 95/09. c/c Decreto nº 55. por ocasião da assunção. § 1º do art. arts.    Artigo 854 – O candidato inscrito. 39 a  41. 38 c/c Decreto nº 55.  após  o  que  não  será  permitida  ao  candidato a desistência ou qualquer tipo de alteração.    Artigo  859  –  O  ato  de  inscrição.  Subseção VIII  Das Disposições Finais    Artigo  852  –  A  remoção  será  efetivada  mediante  portaria  do  Dirigente  do  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  da  Secretaria  da  Educação.    Artigo  853  –  Quando  a  remoção  de  titular  de  cargo  da  classe  de  docente  ou  da  classe de suporte pedagógico for tornada sem efeito. 34 a 37)    Artigo  856  –  Compete  ao  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos  publicar  os  comunicados  previstos  nesta  seção  e  as  instruções  julgadas  necessárias. art 43)  274 .  (Res. arts.  bem  como  o  resultado  final do concurso de remoção por títulos e por união de cônjuges.261/68.143/09 par. se for o caso. incluído.  a  vaga  remanescente  estará  excluída  do  concurso. seja qual for o motivo alegado. único do art.  terá o ato de nomeação tornado sem efeito. de  acordo com a indicação. SE 95/09.    Artigo  858  –  Poderá  haver  atendimento  parcial  da  reserva  de  carga  horária  ao  candidato que se encontrar nas situações especificadas no artigo 836. SE 95/09.  por  parte  do  candidato. art.  implicará  o  reconhecimento  e  o  compromisso  de  aceitação  do  disposto  nesta  seção  e  demais  normas  disciplinadoras do concurso.  não  podendo  ser  atribuída a outro candidato. observado o disposto no  inciso IX  do  artigo 243 da Lei nº 10.  o  funcionário  retornará à unidade de origem. devendo ser apresentados os instrumentos de mandato. na condição de adido. art. que vier a se readaptar no decorrer do concurso.  Parágrafo  único  –  Na  situação  aventada  no  caput  deste  artigo. se não houver mais vaga. SE 95/09.  (Res. em Jornada Inicial ou Básica de Trabalho Docente. 4º)    Artigo  860  –  Os  recursos  para  efeito  do  disposto  nesta  seção  não  terão  efeito  suspensivo. readaptação  ou  vacância  de  cargo.  (Res. em virtude de decisão judicial.143/09. 42 c/c Decreto nº 55.  (Res. 12)    Artigo  861  –  Os  casos  omissos  serão  decididos  pelo  Órgão  Setorial  de  Recursos  Humanos.  (Res. 21)    Artigo 857 – Todos os atos pertinentes a este concurso poderão ser efetuados por  procuração. art.

  e  que  atenda.  h)  cópia  do  termo  de  ciência/compromisso  disponibilizado  no  sítio  do  Projeto  devidamente assinada.  g) declaração da Instituição de Ensino Superior de que o interessado foi aprovado  como  aluno  regular.277/08.  destina‐se. arts.   275 .  Seção III  Do Projeto Bolsa Mestrado    Artigo 862 – O Projeto Bolsa Mestrado.  cumulativamente.  c) cópia do último holerite. atuando no magistério público estadual. c/c art.  em  nível  de  mestrado  ou  doutorado.  IX  ‐  apresente  projeto  da  dissertação  ou  tese  conforme  as  linhas  de  pesquisa  e  condições definidas em normas complementares pela Secretaria da Educação.  que  atender  aos  requisitos do artigo anterior e tiver interesse em participar do Projeto Bolsa Mestrado/Doutorado. e 9 (nove) anos. 1º da Res.  (Decreto nº 53. no sítio do Projeto.  quando  se  tratar de curso de mestrado.    III – seja portador de licenciatura plena. integrante de classe de docentes ou de suporte pedagógico.  f)  declaração  da  instituição  de  ensino  superior  de  que  o  curso  de  Mestrado/Doutorado é recomendado/reconhecido pela CAPES.  indicando nome/área do curso e a titulação final. quando se tratar de doutorado.  deverá:  I ‐ cadastrar‐se.  para  ingresso  em  programa  de  pós‐graduação. 1º e 2º. nos últimos  5 (cinco) anos.  e) declaração de horário de trabalho do local de exercício.  exclusivamente. os seguintes documentos:   a) cópia da ficha cadastral preenchida na Internet. às seguintes condições:  I ‐ esteja em efetivo exercício. de 3 de  dezembro  de  2003.  VIII ‐ comprove admissão em curso de mestrado ou doutorado reconhecido pela  Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior ‐ CAPES.  ao  titular  de  cargo  efetivo  do  Quadro  do  Magistério da Secretaria da Educação. observado o disposto no  artigo 867.  II ‐ formalizar sua inscrição.  d)  declaração  de  tempo  de  efetivo  exercício  no  cargo  e  de  distância  da  aposentadoria expedida pela sede de exercício.  IV  ‐  não  esteja  em  regime  de  acumulação  remunerada  de  cargos  públicos  ou  de  cargo/função/emprego público.  admitido  em  curso  de  pós‐graduação.  ministrado  por  instituição  de  ensino  de  nível  superior.  VI  ‐  esteja  distante  da  aposentadoria  por  pelo  menos  5  (cinco)  anos.  da  rede  pública  ou  privada. via Internet.  VII ‐ não tenha sofrido qualquer penalidade administrativa disciplinar. SE nº 64/08)    Artigo  863  ‐  O  titular  de  cargo  do  Quadro  do  Magistério  ‐  QM.298.  V  ‐  não se encontre  percebendo incentivo  decorrente de concessão  de qualquer  tipo de bolsa por outro órgão público.  em  processo  seletivo. encaminhando via correio/SEDEX ou pessoalmente à  Diretoria de Ensino na qual se encontra vinculado o seu cargo. instituído pelo Decreto nº 48.  II ‐ tenha sido considerado estável nos termos da Constituição Federal.  b) cópia de documentos pessoais: RG e CPF.

  g) resolver casos omissos desta seção.  § 4º ‐ A análise. aprovação e acompanhamento acadêmico do projeto de pesquisa  será efetuado pela FAPESP em trabalho conjunto com a Secretaria de Educação.  § 1º ‐ A Comissão Central será integrada por 3 (três) profissionais indicados pelo  Gabinete do Secretário da Educação.  e) analisar e decidir sobre recursos interpostos em nível central.  II ‐ Compete à Comissão Regional:  a) responsabilizar‐se pela coordenação regional do Projeto. observado o contido nos  artigos 862 e 863.  d)  processar  a  operacionalização  do  incentivo  em  sua  área  de  jurisdição.  c) expedir orientações às Comissões Regionais.  3  ‐  obter  a  proporcionalidade  dos  incentivos.§  1º  ‐  As  inscrições  estarão  abertas  nas  Diretorias  de  Ensino  nos  meses  de  maio/junho e novembro/dezembro  de  cada  ano  ou  em  períodos  a  serem  fixados pela  Comissão  Central.  b)  definir.  sem  efeito  retroativo.  poderá  inscrever‐se  para  participar  do  Projeto obedecido ao que segue:  1 ‐ apresentar declaração da instituição de ensino superior com as datas de início  do curso e de previsão da defesa de tese.  §  3º  ‐  O  profissional  que  for  contemplado  com  a  Bolsa  Mestrado  não  poderá  integrar as Comissões Central ou Regional de que trata esta seção.  2 ‐ atender aos demais requisitos e exigências desta seção.  (Res.  no  início  de  cada  ano. em nível de mestrado ou  doutorado.  que  serão  concedidos pelo prazo previsto para a conclusão do curso. mediante a verificação  do contido no parágrafo 5º do artigo 865.  e) encaminhar à Comissão Central os recursos interpostos em nível regional com  respectivo parecer circunstanciado.  o  número  de  bolsas  a  ser  disponibilizado  para  concessão e o cronograma das inscrições.  c) autorizar o encaminhamento dos projetos de pesquisa à FAPESP dos candidatos  que atenderem aos requisitos contidos nesta resolução. art.   § 2º ‐ O interessado que estiver cursando pós‐graduação.  § 2º ‐ As Comissões Regionais serão instaladas nas Diretorias de Ensino integradas  por 3 (três) profissionais designados pelo Dirigente Regional sendo um da área de finanças. 2º)    Artigo  864  ‐  Os  trabalhos  serão  coordenados  por  uma  Comissão  Central  e  por  Comissões Regionais com as seguintes competências:  I ‐ Cabe à Comissão Central:  a) responsabilizar‐se pela coordenação geral do Projeto. SE nº 64/08.  276 .  f)  encaminhar  para  análise  da  Comissão  Central  relatórios  semestrais  de  acordo  com diretrizes a serem definidas pelo órgão central de competência.  efetuando os pagamentos dos benefícios até o décimo dia útil de cada mês.  d) analisar os relatórios das Comissões Regionais.  f)  analisar  e  decidir  sobre  os  pedidos  de  reintegração  da  bolsa  mestrado/  doutorado.  em  data  anterior  a  30  de  agosto  de  2008.  b) receber e analisar a documentação dos interessados.

  §  4º  ‐  A  concessão  do  incentivo  da  Bolsa  Mestrado/Doutorado  em  hipótese  alguma terá efeito retroativo não cabendo ressarcimentos a eventuais gastos anteriores.  o  candidato  deverá  assinar  termo  de  compromisso  no  sentido  de  que  permanecerá  em  efetivo  exercício no magistério público estadual. a critério da Administração.  inclusive  quitação  das  mensalidades. encaminhar mensalmente a freqüência mínima exigida e aproveitamento.  (Decreto nº 53.  a  partir  da  data  a  que  se  refere  o  parágrafo  anterior. no mínimo.  §  8º  ‐  O  bolsista  poderá  se  afastar  do  exercício  do  cargo  para  participar  de  congressos e outros eventos com objetivo específico de apresentar/publicar material relativo ao  seu projeto.  em  efetivo  exercício  no  Magistério Publico Estadual.  prorrogáveis  pelo  prazo  máximo de 6 (seis) meses. prorrogáveis pelo prazo máximo  de 6 (seis) meses.  §  1º  ‐  Verificado  o  atendimento  dos  requisitos  estabelecidos  no  artigo  862.   §  6º  ‐  A  data  de  apresentação  da  defesa  da  dissertação/tese  determinará  a  cessação imediata do beneficio Bolsa Mestrado/Doutorado.  §  9º  ‐  Somente  após  o  cumprimento  do  período  de  retribuição  do  benefício  recebido pelo curso de mestrado. prevista nos incisos I e II  deste artigo. pelo mesmo período durante o qual usufruiu  o benefício da bolsa.  277 .  no prazo  de 30  (trinta)  dias. a adimplência das obrigações por ele assumidas junto à Instituição  de  Ensino.298.  os  bolsistas  deverão  atender  as  exigências  daquela  fundação  relativas  à  apresentação de quaisquer tipos de relatórios.§  5º  ‐  Para  que  seja  viabilizado  o  acompanhamento  acadêmico  dos  projetos  de  pesquisa  pela  FAPESP.  contado  do  recebimento  da  notificação.  (Res. devidamente consolidada na forma desta resolução.  em  qualquer  hipótese. sob pena  de imediato encaminhamento do débito à Procuradoria Geral do Estado. a ser concedida ao educador pelo período de:  I ‐ até 24 (vinte e quatro) meses.  § 3º ‐ A prorrogação pelo prazo máximo de 6 (seis) meses.  em  parcela  única.  para  Doutorado. desenvolvido no curso de Mestrado/ Doutorado. art.  instituído  pelo  Decreto  nº  48. 3º  c/c o art. arts 3º e 4º)    Artigo  865  ‐  O  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  consiste  em  ajuda  financeira  mensal.  de  3  de  dezembro  de  2003.  que  deixar de cumprir as condições previstas para a sua concessão e manutenção. nos termos definidos pela Secretaria  da Educação.  perante à Comissão Regional. SE nº 64/08.   § 10 ‐  O  servidor que cursar  pós‐graduação em  nível de mestrado ou doutorado  em instituição pública o incentivo será utilizado para aquisição de material de suporte ao curso.  §  7º  ‐  O  educador  participante  do  Projeto  Bolsa  Mestrado/Doutorado  permanecerá.  repor.  o  valor da ajuda financeira concedida. a critério da Administração. é que o interessado poderá pleitear a Bolsa Doutorado.  bem  como.  beneficiário  do  auxílio  financeiro  objeto  do  Programa  Bolsa  Mestrado/Doutorado. para Mestrado. conforme estabelecido no § 1º deste artigo.  o  bolsista  deverá  comprovar  semes‐tralmente. para que seja promovida  a sua cobrança judicial. SE nº 64/08)    Artigo  866  ‐  O  educador. 5º da Res.   §  5º  ‐  Para  efeito  de  pagamento. em  que conste explicitada a necessidade de dilação do prazo para defesa da dissertação/tese. será notificado para. será concedida mediante a apresentação de declaração do orientador do curso.  quando  for  o  caso.  II  ‐  até  48  (quarenta  e  oito  meses).277/08.  §  2º  ‐  O  bolsista  deverá  obter  o  título  de  Mestre  ou  de  Doutor  nos  prazos  estabelecidos nos incisos I e II deste artigo.

  5 ‐ somente poderá ser pleiteado uma vez. desde que demonstrada a incapacidade financeira para a quitação à vista do débito.  por  exoneração  ou  demissão.  ser  pagos  parceladamente. apurado a partir  do valor do débito consolidado dividido pelo número de parcelas requerido. será corrigido monetariamente até a final liquidação.  278 .  Artigo  866  A  ‐  Excepcionalmente.261/68. e será convertido em  reais na data do efetivo pagamento.298/2003.  §  1º  ‐  Para  os  educadores  que  já  não  mantêm  vinculo  funcional  com  a  Administração a única possibilidade de parcelamento é a prevista no caput deste artigo.  sobre  o  valor  das  parcelas  seguintes  à  primeira.  §  1º  ‐  O  saldo  do  débito  reposto  na  forma  deste  artigo.261/68.  §  3º  ‐  Havendo  quebra  superveniente  do  vínculo  funcional.  a  critério  da  Administração.  deduzidos  os  descontos  mensais efetuados.  poderá  o  educador. desde que o educador justifique e demonstre de modo inequívoco incapacidade  financeira para saldar o débito de outra forma. ainda que o parcelamento anterior não  tenha sido. por qualquer motivo.  4  ‐  será  considerado  celebrado  com  a  assinatura  do  termo  de  acordo  e  o  pagamento da primeira parcela.  § 2º ‐ De acordo com a conveniência do educador.  § 2º ‐ O parcelamento previsto neste artigo obedecerá ao seguinte procedimento:  1  ‐  o  número  máximo  de  parcelas  será  igual  ao  número  de  meses  em  que  os  valores do auxílio tenham sido repassados ao beneficiário. o percentual do desconto em folha poderá ser superior ao previsto no artigo 111 da Lei nº  10.  para  atrasos  superiores  a  30  (trinta)  dias  e  iguais  ou  inferiores a 60 (sessenta) dias. promover a cobrança judicial correspondente.  c) 15% (quinze por cento). celebrado.  os  valores  relativos  ao  débito  objeto  da  notificação  prevista  no  artigo  anterior  poderão.  pagas  com  atraso  não  superior  a  90  (noventa)  dias. manifestada em requerimento  próprio.  o  saldo  remanescente  apurado  deverá  ser  liquidado  de  uma  só  vez.  o  débito  será  consolidado  nessa  data  e  o  interessado  será  notificado para a celebração.  incidirão os seguintes percentuais de multa moratória:  a) 5% (cinco por cento). se verificado  atraso superior a 90 (noventa) dias no pagamento de qualquer das parcelas.  b)  10%  (dez  por  cento).  2  ‐  se  deferido. o integrante do Quadro do Magistério Público Estadual poderá requerer.  com  o  encaminhamento  do  valor  do  saldo devido  para a Procuradoria Geral do Estado. para atrasos não superiores a 30 (trinta) dias.  que  o  débito  consolidado  na  data  da  notificação seja reposto na forma do artigo 111 da Lei nº 10. requerer que as horas reduzidas da jornada de trabalho sejam repostas nos  fins de semana.  em  substituição  às  formas  de  pagamento  previstas nesta seção.    Artigo 866 C ‐ Caso o incentivo tenha sido concedido na forma no inciso II do artigo  2º  do  Decreto  nº  48. nas Escolas que mantém o Projeto Escola da Família. no prazo de  30  (trinta)  dias  contado  do  recebimento  da  notificação.  aplicando‐se  o  artigo 2º.  6  ‐  será  considerado  rompido.  7  ‐  sem  prejuízo  da  conversão  em  reais  na  data  do  efetivo  pagamento. para atrasos superiores a 60 (sessenta) dias e iguais ou  inferiores a 90 (noventa) dias.    Artigo  866  B  ‐  Sem  prejuízo  da  forma  de  pagamento  prevista  nos  artigos  anteriores.  3 ‐ o valor de cada parcela será expresso em número de UFESP’s.

 contada  a partir da data em que ocorreu o motivo de exclusão do beneficiário do programa até a data da  efetiva liquidação do débito.    Artigo  869  ‐  A  Secretaria  da  Educação  ficará  incumbida  do  acompanhamento  e  avaliação  do  Projeto  Bolsa  Mestrado.  II ‐ débito consolidado ‐ valor do débito acrescido de correção monetária. em  nenhuma  hipótese. considera‐se:  I  ‐  débito  ‐  a  soma  de  todas  as  parcelas  do  auxilio  financeiro  concedido. bem como incluído nas linhas de pesquisa definidas  pela Secretaria da Educação.  comprovada  através  de  inspeção  médica. arts.  §  3º  ‐  O  projeto  Bolsa  Mestrado  atenderá  os  candidatos  cujos  projetos  forem  selecionados segundo normas complementares expedidas pela Secretaria da Educação.  para  tanto. o projeto de dissertação ou tese deverá estar dirigido especificamente para  o desenvolvimento de metodologias de ensino e aprendizagem da respectiva disciplina e incluído  nas linhas de pesquisa definidas pela Secretaria da Educação.277/08. 4º do Decreto nº 53.  a  carga  horária  correspondente  às  horas  de  trabalho reduzidas ou a soma do valor de todas as horas reduzidas da jornada de trabalho.  ou  desenvolvimento  de  metodologias  de  ensino  e  aprendizagem  referentes  à  disciplina  do  cargo  que  exercer.  podendo.  com  estrita  correlação  à  sua  área  de  atuação.  quando  se  tratar  de  Supervisor  de  Ensino.  no  caso  de  Diretor  de  Escola. SE nº 29/09.666. em especial a Lei federal nº  8. de 21 de junho de 1993.277/08)    Artigo  867  ‐  O  servidor  deverá  cursar  pós‐graduação  na  disciplina  do  cargo  que  exerce  ou  pós‐graduação  em  Educação  e.  (Decreto nº 53. c/c o art.  aos  vencimentos  dos  beneficiários  e  não  será  considerado  para  cálculo  de  quaisquer vantagens pecuniárias.  Parágrafo único ‐ A correção monetária será calculada de acordo com a  variação  do valor da UFESP.    279 . arts.  área  de  supervisão  escolar. se o incentivo foi concedido na forma do  inciso  II  do  artigo  2º  do  Decreto  nº  48.  § 2º ‐ Quando o curso de pós‐graduação for em Educação.  neste  caso.  Artigo 866 D‐ Para efeito do disposto nesta seção.  em  relação  a  algumas  tarefas  específicas de suas funções.  em  se  tratando de integrante da classe de docentes.  que  venha  a  alterar  sua  capacidade  para  o  trabalho. 4º ao 7º)    Seção IV  Da Readaptação    Artigo 870 ‐ O integrante do Quadro do Magistério poderá ser readaptado.  §  1º  ‐  Quando  o  curso  de  pós‐graduação  tiver  por  objeto  a  disciplina  do  cargo  exercido pelo servidor.   (Res.  contar  com  a  colaboração  de  instituições  especializadas. o projeto deverá estar  voltado  especificamente  para  a  área  de  gestão  escolar.  efetivamente desembolsado em favor do beneficiário ou.298/2003.  mediante  a  formalização  de  instrumentos  jurídicos  próprios. desde  que  ocorra  modificação  no  seu  estado  físico  e/ou  mental.    Artigo 868 ‐ O incentivo financeiro de que trata esta seção não se incorpora.  obedecidas as normas legais e regulamentares incidentes na espécie. 1º a 5º.

  o número de horas correspondentes à sua jornada ou carga horária de trabalho semanal. se for o  caso. na unidade designada para sede de exercício.  quando.  por  mudança  de  sede  de  exercício. será considerado de afastamento do  cargo para fins de substituição. arts.    Artigo 873 ‐ O docente readaptado poderá ser afastado.  a  cumprir  o  Rol  de  Atribuições  constante da Súmula de Readaptação. no âmbito da Secretaria  da Educação para:  I – integrar o Módulo das Diretorias  de Ensino.  readaptado.  Parágrafo  único  –  O  afastamento  previsto  neste  artigo  somente  poderá  ocorrer  após pronunciamento favorável da Comissão de Assuntos de Assistência à Saúde.  III – ser designado para a função de Vice‐Diretor de Escola ou integrante de classe  de suporte pedagógico. SE nº 26/97)    Artigo 874 ‐ O readaptado cumprirá.  no  entanto.     Artigo  877  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério.    Artigo 875 ‐ A sede de exercício do readaptado será fixada da seguinte forma:  I – se docente.  respeitado  o  limite  de  até  2  readaptados  por  unidade escolar ou Diretoria de Ensino.  observado.  através  de  inspeção  de  saúde  para  fins  de  licença  ou  aposentadoria.  por  ocasião  da  publicação  da  Súmula de Readaptação. 1º. fazendo jus.Artigo 871 ‐ A readaptação de que trata esta seção poderá ser proposta:  I – pelo chefe imediato. optar:  1 – pela jornada de trabalho docente em que estiver incluído.  anualmente.  na  Diretoria  de  Ensino a que se vincula a unidade de classificação do cargo.    Artigo  872  ‐  O  integrante  do  Quadro  do  Magistério  ficará  obrigado. na mesma unidade de classificação do cargo ou da função‐ atividade.  § 1º ‐ O limite estabelecido no caput deste artigo não se aplica aos readaptados da  própria unidade de classificação do cargo ou da função‐atividade.  poderá  optar.  Parágrafo  único  –  O  docente  readaptado  poderá.    280 .  por  prazo  certo  e  determinado. permanecer em exercício na Diretoria de Ensino. com a redação dada pela Res.  o  disposto  no  artigo 874. SE nº 307/91. 3º e 4º.  (Res. o readaptado poderá ter exercício  fora  do  âmbito  da  Pasta.  II – exercer a função de Professor Coordenador. justificando a medida ou  II  –  pelo  DPME. 2º. à carga suplementar que prestava no momento da readaptação ou  2 – pela média da carga horária dos últimos 60 meses imediatamente anteriores à  readaptação.  § 2º ‐ Ouvida a CAAS e devidamente autorizado.  enquanto  perdurarem  os  motivos  que  deram  origem  à  readaptação.  readaptado.    Artigo 876 ‐ O período em que o titular de cargo de classes de suporte pedagógico. ficar comprovada a ocorrência das modificações previstas no artigo anterior. na unidade escolar de classificação do cargo ou da função‐atividade  e   II  –  se  titular  efetivo  de  cargo  de  classes de  suporte  pedagógico.

 nº 706/93.  no  decorrer  do  ano. 8º da Res. deverá:  I  –  perceber  salário  correspondente  à  carga  horária  fixada  nos  termos  do  parágrafo único do artigo 874.  enquanto  perdurar  a  readaptação.  (Res. com a redação  dada pela Res.  em  relação aos readaptados. arts.  inscrever‐se em concurso público de remoção por permuta.  não  poderá:  I – se titular de cargo:  a) ampliar a jornada de trabalho e  b) substituir outro docente com carga horária superior. expedir portaria de:  I – classificação de unidade – sede de exercício e  II – mudança de sede de exercício. SE nº 26/97. inciso III. e  II  –  inscrever‐se. SE nº 307/91.  enquanto  permanecer  na  condição de readaptado. abrangido pela Lei Complementar nº 1. deverão ser tomadas as seguintes provi‐dências:  I  –  se  titular  de  cargo.010/07. até seu aproveitamento.  os  funcionários  e  servidores  integrantes  da  série  de  classes  de  docentes  e  das  classes  de  suporte  pedagógico.  será  declarado  adido  e  perceberá  vencimentos  correspondentes à jornada de trabalho na qual está incluído.    Artigo 883 – O tempo de serviço prestado na condição de readaptado poderá ser   considerado no campo de atuação para efeito de classificação no processo anual de atribuição de  classes e aulas. c/c a Lei Compl.ou iniciará período de interrupção de exercício.  II  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade  declarado  estável  nos  termos  da  Constituição  Federal/88.  será  dispensado  nos  termos  do  artigo 35.Artigo  878  ‐  Compete  ao  Diretor  do  Departamento  de  Recursos  Humanos.  anualmente. 14 c/c o art.     Artigo  884  –  O  docente  que  tiver  processo  de  readaptação  em  tramitação.    Artigo  880  –  O  docente  ocupante  de  função‐atividade.  II – se estável ou ocupante de função‐atividade: ampliar a carga horária semanal  de trabalho.    Artigo  882  –  Fica  vetado  ao  titular  de  cargo. e 15)    Seção V  Da Gratificação de Trabalho Noturno    Artigo  885  ‐  Farão  jus  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno. até seu aproveitamento. SE nº 90/05. união de cônjuges ou títulos.    Artigo  881  –  Cessada  a  readaptação  do  docente.  perceberá  salário  pela  carga  horária  de  10  (dez)  horas  semanais  ou  50  (cinqüenta) horas mensais. exclusivamente para efeito de classificação. quando se tratar  de docente categoria F.  III  –  se  docente  ocupante  de  função‐atividade. da Lei 500/74.  do  281 .    Artigo  879  –  As  aulas  e/ou  classes  de  Professor  Educação  Básica  I  e  Professor  Educação Básica II serão liberadas após a publicação da Súmula de Readaptação de seus titulares .  quando  do  processo  de  atribuição  de  classes  e/ou  aulas. 13.  e  na  impossibilidade de aproveitamento imediato. 5º ao 12.

 que atuam no período noturno. enquanto atuarem no ensino fundamental e médio das unidades escolares  da Secretaria da Educação. consideradas as horas inteiras  efetivamente trabalhadas nas unidades escolares. SE nº 82/86.    Artigo 886 ‐ Considerar‐se‐á trabalho noturno aquele que for realizado no período  das  19  (dezenove)  horas  às  23  (vinte  e  três)  horas.    Artigo  889  ‐  O  funcionário  ou  servidor  do  Quadro  do  Magistério  não  perderá  o  direito  à  Gratificação  pelo  Trabalho  Noturno. gala. arts.  desprezadas as frações.  § 2º ‐ Para apuração do total de horas mensais de integrante de classe de suporte  pedagógico será aplicada a seguinte fórmula:  1 – total semanal de horas prestadas dividido por 5 (cinco) e multiplicado por 30  (trinta)  2 – do resultado da multiplicação deve ser considerado apenas o número inteiro.    Artigo 887 ‐ Para fins de pagamento de que trata o artigo 85 da Lei Complementar  nº 444/85. fará jus ao pagamento relativo ao período de  férias na base de 1/12 (um doze avos) do valor percebido por mês de serviço prestado.  (Res. faltas abonadas.    282 . de 27‐12‐85. serviços obrigatórios  por lei e de outros afastamentos que a legislação considere como de efetivo exercício para todos  os efeitos legais.  §  3º  ‐  O  pagamento  do  Supervisor  de  Ensino  será  efetuado  com  freqüência  vencida. júri. nojo.  conforme  estabelece  o  artigo  84  da  Lei  Complementar nº 444/85.    Artigo  891  ‐  Aplicam‐se  as  disposições  desta  seção  aos  readaptados. licença para tratamento de saúde. por meio de informação mensal à Secretaria da Fazenda. por 240 (duzentas e quarenta) horas. no período noturno.Quadro do Magistério.  Parágrafo único – Quando o titular reassumir o exercício no 1º dia útil do ano.  licença‐ prêmio. 1º ao 7º)    Seção VI  Do Pagamento Proporcional de Férias    Artigo  892 ‐ O docente ocupante de função‐atividade dispensado nos termos  do  inciso I ou II do artigo 26 da LC nº 444. aqueles em que o funcionário ou servidor  continuam  a  perceber  o  vencimento.  § 1º ‐ O cálculo do valor de hora será resultado da divisão do valor do padrão em  que estiver enquadrado o funcionário. não serão consideradas as horas fracionadas. a Gratificação será  calculada sobre o valor que corresponder às horas de serviço prestadas no período noturno.  quando  se  afastar  em  virtude  de  férias.  como  se  em  exercício  do  cargo  ou  função‐atividade  estivessem.    Artigo 888 ‐ Para o integrante de classe de suporte pedagógico.  integrantes  do Quadro do Magistério. o  substituto será considerado dispensado em 31  de dezembro do ano anterior. no período noturno.    Artigo  890  –  Entenda‐se  como  outros  afastamentos  que  a  legislação  considere  como de efetivo exercício para todos os efeitos legais.

 SE nº 15/90.  (Res.  para  os  efeitos  desta  seção. sendo o pagamento efetuado no mês de fevereiro  do ano subseqüente. art. será devido ao Supervisor de Ensino e ao Diretor  de Escola.  cinematográficos.  atividades  sociais  recreativas  e  quaisquer  outros  que  proporcionem  lazer  e  entretenimento.  § 2º Cabe ao docente.  fica  assegurado.Artigo 893 ‐ Para fins de cálculo. 1º. ao reassumir suas funções. 2º e 3º)    Seção VII  Da Fruição Extemporânea de Férias Docentes    Artigo  894  –  Ao  professor  afastado  para  exercer  outras  atividades. entregar ao superior imediato  os  expedientes que  retratem  a  sua situação funcional. e destina‐se a indenizar parte das  283 . quanto  ao gozo  de férias.  § 1º ‐ Aplica‐se o disposto no caput e inciso I deste artigo a docente em gozo de  licença à gestante.    Artigo  897  ‐  A  prova  da  condição  prevista  no  artigo  895  para  recebimento  do  benefício.  teatrais. e  II – as férias indeferidas por absoluta necessidade do serviço. SE nº 306/89)     Seção VIII  Do Direito à Meia‐Entrada    Artigo  895  ‐  É  assegurado  o  pagamento  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  realmente  cobrado  para  o  ingresso  em  casas  de  diversões.  (Resolução SE nº 289/86.  por  ocasião  do  retorno  ao  exercício  das  funções  docentes. do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação.  instituído  pelo  artigo  2º  da  Lei  Complementar nº 679. 2º e 3º)    Seção IX  Do Adicional de Transporte    Artigo  898  ‐  O  adicional  de  transporte. ainda não gozadas.  Parágrafo  único  –  A  meia‐entrada  corresponderá  sempre  à  metade  do  valor  do  ingresso cobrado. de 22 de julho de 1992.  no  período em  que esteve afastado.  o  direito  de  usufruir.  praças  desportivas  e  similares. com a redação dada pela Res.  Parágrafo  único  ‐  O  cálculo  e  o  pagamento  de  que  tratam  os  artigos  anteriores.  serão efetuados automaticamente pela Secretaria da Fazenda. arts.  (Lei nº 10. será considerado o período compreendido entre  os meses de janeiro a dezembro do ano base. 1º.  circenses.  os  estabelecimentos  que  realizaram  espetáculos  musicais. será feita por meio da carteira funcional  ou demonstrativo de pagamento do mês em  curso. art. 1º. alterado pela Res. no período de férias estabelecido pelo calendário escolar. SE nº 145/86.    Artigo  896  ‐  Consideram‐se  casas  de  diversões. ainda que sobre o seu preço incidam descontos ou atividades promocionais.  artísticos.858/01.  aos  professores da rede pública estadual de ensino.  atendido o interesse do ensino:  I – as férias regulamentares do exercício.

  deverá  ser  justificado  perante  o  superior  imediato. bursite.    Artigo  907  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" tem por objetivos:  I ‐ informar e esclarecer os professores e outros profissionais da área da educação  sobre a possibilidade da manifestação de doenças decorrentes do exercício profissional.  284 . nem se incorporará aos vencimentos para nenhum efeito.  Parágrafo único – Serão considerados instrumentos de avaliação. bem como as metas contidas  no Plano de Gestão da escola elaborado pela direção da unidade.  bem como a avaliação do seu cumprimento.  II – 10% (dez por cento) do padrão inicial da classe para o Diretor de Escola. até o segundo dia útil do mês. licenças e ausências de qualquer natureza.    Artigo 903 ‐ O benefício de que trata esta seção não será computado no cálculo de  quaisquer vantagens. dentre outros. gala. inclusive faltas abonadas.  no  caso  de  descumprimento parcial do plano de trabalho.    Artigo  904  – Sobre  o  adicional  de transporte não  incidirá  vantagem  de  qualquer  natureza.despesas  de  locomoção  realizadas  no  desempenho  das  atribuições  próprias  dos  cargos.    Artigo 900 ‐ Cabe ao superior imediato a aprovação do plano de trabalho mensal. referente ao mês. o  termo lavrado pelo Supervisor de Ensino quando de visita às escolas. tais como  faringite.  Parágrafo único – O descumprimento parcial do plano de trabalho de que trata o  inciso  II  deste  artigo.  II  –  redução  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  do  valor  da  vantagem.796/92. 1º ao 8º)    Seção X  Da Política Estadual de Prevenção às Doenças Ocupacionais do Educador    Artigo  906  ‐  A  "Política  Estadual  de  Prevenção  às  Doenças  Ocupacionais  do  Educador" dirige‐se aos professores e outros profissionais da área da educação.    Artigo 901 ‐ O descumprimento do plano de trabalho mensal acarretará:  I – perda total da  vantagem.  a  quem  caberá  decidir  pela perda parcial ou total da vantagem.    Artigo  899  ‐  É  condição  essencial  para  a  concessão  do  benefício  a  apresentação  prévia do plano de trabalho mensal. arts. no caso de seu descumprimento  integral. dermatite e outras.    Artigo 902 ‐ O funcionário perderá o direito ao adicional de transporte na hipótese  de afastamento.  correspondendo a:  I – 20% (vinte por cento) do padrão inicial da classe para o Supervisor de Ensino.  (Decreto nº 35.    Artigo  905  ‐  O  disposto  nesta  seção  aplica‐se  ao  funcionário  que  exerça  substituição nas classes de Supervisor de Ensino e de Diretor de Escola. férias.  nojo e júri.

  alunos.  II  –  desenvolver  atividades  nas  escolas.  III ‐ encaminhar o profissional enfermo para o adequado tratamento das moléstias  de que seja vítima em virtude da profissão.  trens  metropolitanos  e  Metrô. 81.875/05. 1º. seja no ambiente escolar ou em suas imediações.    Artigo  910  ‐  As  atividades  voltadas  à  reflexão  sobre  a  violência  contra  os  educadores serão organizadas conjuntamente pelas entidades representativas dos profissionais da  educação.  que  congreguem  educadores. que possa comprometer sua incolumidade. nos dias letivos.048/05.945/89)    Artigo  913  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  particulares  regularmente  autorizadas  a  funcionar.    Artigo  911  ‐  A  Política  de  que  trata  esta  seção  poderá  contar  com  o  apoio  de  instituições públicas voltadas ao estudo e combate à violência.  III  –  implementar  medidas  preventivas  e    cautelares  em  situações  nas  quais  os  educadores estejam sob risco de violência.    Artigo 914 – A Carteira de Transporte Escolar Metropolitano permitirá a aquisição  de  passes  escolares  nos  serviços  do  sistema  metropolitano  de  transporte  coletivo  regular  de  passageiros  por  ônibus  ou  trólebus. 1º e 2º)    Seção XI  Da Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São  Paulo    Artigo  908  –  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo observará as disposições desta seção.     Artigo  909  ‐  A  Política  de  Prevenção  à  Violência  Contra  Educadores  da  Rede  de  Ensino do Estado de São Paulo tem os seguintes objetivos:  I – estimular a reflexão nas escolas e respectivas comunidades acerca da violência  que tem atingido os educadores.  Conselhos de Escola  e entidades da comunidade interessadas em  contribuir  com este  processo.  (Regulamento dos Serviços Rodoviários Intermunicipais de Transporte Coletivo de  Passageiros. arts. com a redação dada pelo Decreto nº 30.  mediante  a  utilização  de  285 . 3º e 5º)    Seção XII  Do Passe Escolar e da Carteira de Transporte Escolar Metropolitano    Artigo  912  ‐  Os  professores  das  escolas  oficiais  e  oficializadas  terão  direito  ao  desconto  de  50%  (cinqüenta  por  cento)  nos  preços  das  passagens.  poderão  obter  junto  à  direção  das  unidades  escolares  a  Carteira  de  Transporte  Escolar  Metropolitano.  instituído por ato do Secretário dos Transportes Metropolitanos.  e  membros das comunidades respectivas.  nos  deslocamentos  entre  a  escola e sua residência. 2º. arts.  (Lei nº 12.  situadas  nas  regiões  metropolitanas  do  Estado  de  São  Paulo.II ‐ orientar sobre os métodos e formas preventivas de combate a referidos males. art.  (Lei nº 11. voltadas ao combate à violência contra os profissionais da  educação que nela trabalhem.

  (Lei nº 9. 2º. de metais e de outros materiais recicláveis. para emissão das Carteiras de  Passe Escolar Metropolitano. de 15 de dezembro de 1978. cartões ou outros meios de acesso. de vidros.  apurado  pelo  referido  Conselho  Deliberativo. 1º e 2º)    Seção II  Das Lixeiras Seletivas    Artigo 917 ‐ O Governo do Estado de São Paulo instalará.  (Res. alt. por meio da EMTU/SP. SE nº 179/93. bilhetes magnéticos. pela Res.1º e 2º)  (•) O Decreto nº 12.  (Lei nº 10. lixeiras em número suficiente para receber separadamente os detritos  de plásticos. art.  Parágrafo  único  ‐  O  telefone  público  deve  ser  instalado  no  pátio  da  unidade  escolar.408/04.  III – garantir a veracidade das informações registradas nesses formulários. de forma gradativa.  (Res.  pelo  maior  preço. nas  escolas públicas estaduais. em local de fácil acesso a todos os alunos do estabelecimento de ensino. SE nº 133/03)      TÍTULO V  DA GESTÃO DO PRÉDIO ESCOLAR    CAPÍTULO I  DAS INSTALAÇÕES OBRIGATÓRIAS E DOS SERVIÇOS PREVENTIVOS    Seção I  Dos Telefones Públicos    Artigo  916  –  A  instalação  de  telefones  públicos  será  obrigatória  em  todas  as  unidades escolares da Rede Estadual de Ensino.983(•). art. SE nº 133/03)    Artigo 915 ‐ Caberá ao diretor da unidade escolar a responsabilidade de:  I – divulgar o benefício e forma de obtenção.  Parágrafo  único  –  O  valor  resultante  da  comercialização  a  que  se  refere  o  caput  deste  artigo. 286 .  do  material  reciclável que for recolhido.  II –  cadastrar  os  professores interessados.  IV – enviar os formulários preenchidos à EMTU/SP.  de  acordo  com  as  prioridades  da  unidade  escolar. com desconto de 50% em relação  à tarifa oficial de cada operadora. arts. utilizando o formulário  fornecido pela  Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos.  aos  fins  declinados  no  inciso  III  do  artigo  4º  do  Decreto nº 12. pela Secretaria da Educação. com a redação dada pela Res.    Artigo  918  ‐  O  Conselho  Deliberativo  da  Associação  de  Pais  e  Mestres  de  cada  estabelecimento  de  ensino  da  rede  estadual  promoverá  a  venda. SE nº 179/93. arts.  V – receber e distribuir aos respectivos beneficiários as Carteiras de Passe Escolar  recebidas da EMTU.983/78 foi alterado pelo Decreto nº 48.740/97.passes.  será  destinado  obrigatoriamente. de papéis.306/99. 1º.

 não tendo a  condição de servidores dos órgãos por ela abrangidos.388/03. 1º. nas unidades por ela alcançadas. 3º e 4º)            287 .  §  1º  ‐  Os  conhecimentos  sobre  prevenção  e  combate  a  incêndios.  alertando  quanto  aos  prejuízos que o tabaco.  § 2º ‐ O disposto nesta subseção aplica‐se igualmente às pessoas que.  de  que  trata  este  artigo. Drogas e Tabaco  Subseção I  Da Advertência quanto ao Prejuízo Causado pelas Drogas    Artigo  920  ‐  Todos  os  órgãos  da  Administração  Pública  Direta  e  Indireta.Seção III  Do Combate a Incêndios    Artigo  919  –  Nas  cidades  onde  existam  unidades  do  Corpo  de  Bombeiros.  (Lei nº 3. as drogas e o álcool causam à saúde.  §  1º  ‐  A  vedação  de  que  trata  este  artigo  abrange  a  prática  de  fumar  cigarros.  § 3º ‐ O funcionário indicado.  charutos e cachimbos.  em  locais  de  maior  circulação  e  destaque. art. art.  mediante  afixação de cartazes. à família e à sociedade. em locais visíveis.  (Lei nº 11. por intermédio de seu Corpo de Bombeiros.  deverão  ser  adquiridos  mediante  a  freqüência  obrigatória  ao  curso  de  Bombeiro  Auxiliar. 1º)    Seção IV  Das Proibições e da Advertência contra o Uso de Álcool. neles se encontrem tratando de assuntos  de seu interesse.  (Lei nº 11.    Artigo 922 ‐ Os responsáveis pelos recintos e dependências dos órgãos e entidades  abrangidos  por  esta  subseção  providenciarão  a  divulgação  da  proibição  nela  contida.092/81.  devem  manter  em  caráter  permanente  faixas. de quaisquer espécies.540/03. mediante a apresentação de atestado de freqüência  expedido  pelo  Corpo  de  Bombeiros  da  Polícia  Militar  será  considerado  presente  para  todos  os  efeitos  legais  no  estabelecimento  de  ensino  durante  o  período  que  freqüentar  o  curso.  e  em  especial  as  unidades  escolares. indireta e fundacional do Estado. 1º)    Subseção II  Da Proibição de Fumar nos Órgãos Públicos    Artigo  921  ‐  É  proibido  fumar  nas  dependências  e  recintos  dos  órgãos  da  administração pública direta.  §  2º  ‐  Caberá  ao  Diretor  ou  responsável  pela  unidade  de  ensino  indicar  o  funcionário que deverá freqüentar o curso de que trata o parágrafo anterior. ou produtos utilizados na respectiva fabricação.  esportivas  e  de  saúde.  cartazes  ou  placas.  não  sofrendo qualquer prejuízo nos vencimentos e nas demais vantagens de seu cargo. arts. ministrado pela Polícia Militar do Estado.  os  estabelecimentos de ensino fundamental e médio deverão manter entre os seus funcionários pelo  menos um com conhecimento sobre prevenção e combate a incêndios.

  banheiros.   II ‐ piscinas.  (Lei nº 2. pátios.    Artigo 925 ‐ A inobservância da lei configurará. sem prejuízo das sanções de natureza civil e penal e  das definidas em normas específicas:  I ‐ multa.  288 .845/81.016/08)    Subseção V  Da Proibição de Comercializar Isqueiros e Cola    Artigo  928  –  A  comercialização  de  isqueiros  que  utilizem  gás  combustível. arts. 2º.    Artigo  924  ‐  É  vedado  fumar  nas  praças  esportivas  pertencentes  ao  seguintes  locais:    I ‐ pistas de atletismo. áreas de lazer.  ficará  sujeito às seguintes sanções administrativas. 4º e 5º c/c a Lei nº 13.261.Subseção III  Da Proibição de Fumar em Escolas e em Praças Desportivas    Artigo  923  ‐  E  vedado  ao  professor  fumar  no  recinto  do  estabelecimento  de  ensino. 1º.016.    Artigo 927 ‐ Os avisos indicativos deverão ser afixados em todas as salas de aula.  de  28  de  outubro de 1968 e Lei nº 13.  Parágrafo  único  ‐  Não  será  permitida  a  venda  desses  produtos  nas  escolas  de  ensino fundamental e médio.  §  2º  ‐  No  caso  de  alunos  com  mais  de  18  (dezoito)  anos.  bem  como suas recargas é proibida.  § 1º ‐ As escolas deverão afixar em local visível os avisos indicativos de proibição e  os responsáveis pelos alunos menores deverão assinar o termo de anuência.  (Lei nº 9. para os que forem funcionários ou  servidores.  da  Lei  nº  10.  inciso  II.  descumprimento  do  disposto  no  artigo  241.  III ‐ quadras. 2º e 3º c/c a Lei nº 13. 1º.  o  termo  de  anuência  deverá ser assinado pelo próprio aluno.    Artigo  929  ‐  O  estabelecimento  infrator  das  disposições  desta  subseção.  II ‐ apreensão do produto. de 19 de maio de 2008.  Parágrafo  único  ‐  O  Poder  Executivo  providenciará  a  colocação  de  cartazes  alertando para estas proibições.016/08)    Subseção IV  Da Proibição ao Aluno de Fumar    Artigo  926  ‐  Os  alunos  do  ensino  fundamental  e  médio  das  escolas  públicas  ou  privadas ficam proibidos de fumar cigarros de qualquer espécie nos recintos das escolas. para menores de 18 (dezoito) anos. mesmo  nos pátios e áreas de lazer. corredores e áreas de esporte e deverão ter medida não inferior  a 40 cm por 30 cm. arts.760/97.

 do estabelecimento ou da atividade. de proteção a estudantes. alt. 1º e art. durante o horário das aulas.625/08. 1º e Decreto nº 52.   II ‐ disciplinar o uso do telefone celular fora do horário das aulas.625/08.210/88.  Parágrafo  único  ‐  As  sanções  previstas  serão  aplicadas  pela  autoridade  administrativa.730/07. 1º.  assim  como  à  travessia  de  escolares. 3º e 4º.  deverá  ser  colocada  a  seguinte inscrição: “A deliberada inalação deste produto pode causar a morte”. 1º)  Parágrafo único ‐ A desobediência ao contido no caput deste artigo acarretará a  adoção de medidas previstas em regimento escolar ou normas de convivência da escola.  professores  e  servidores  públicos.  (Lei nº 8.877/94.    Artigo  930  ‐  Em  toda  propaganda  do  referido  produto. podendo ser ministradas cumulativamente.  objetivando  a  adoção de toda medida de prevenção geral ao uso e tráfico de drogas. para menores de 18 (dezoito) anos. total ou parcial.762/97)    Seção V  Da Proibição do Uso de Telefone Celular no Horário das Aulas    Artigo  934  –  Os  alunos  estão  proibidos  de  utilizar  telefone  celular  nos  estabelecimentos de ensino do Estado. de forma visível a seguinte inscrição: “a inalação deste produto pode causar a morte”.  nas  áreas  contíguas  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.     Artigo 935 ‐ Caberá à direção da unidade escolar:   I  ‐  adotar  medidas  que  visem  à  conscientização  dos  alunos  sobre  a  interferência  do telefone celular nas práticas educativas.  289 . 1º. bem como a  indicação de seu consumo.    Artigo 932 ‐ A fixação de cartazes ou propagandas de cola que contenha solvente  à base de tolueno é proibida nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio. prejudicando seu aprendizado e sua socialização.   III ‐ garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição. 2º)    CAPÍTULO II  DA SEGURANÇA NA ESCOLA    Seção I  Do Programa de Segurança Escolar    Artigo  936  ‐  O  Programa  de  Segurança  Escolar  será  desenvolvido  de  forma  integrada  pela  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  pela  Secretaria  da  Educação. e  IV ‐ intervenção administrativa. arts. parágrafo único do art.   (Decreto nº 52. art. 2º. pela Lei nº 9. 3º e 4º)    Artigo 931 ‐  A comercialização de cola que contenha solvente à base de tolueno é  proibida.III ‐ interdição.  (Lei nº 6.    Artigo  933  ‐  Nas  embalagens  de  cola  à  base  de  solvente  de  tolueno  deverá  constar. arts.  (Lei nº 12. caput do art.

    Artigo 938 ‐ Compete às organizações policiais militares de policiamento feminino  a  execução  do  Programa  de  Segurança  Escolar  nos  estabelecimentos  de  ensino  da  rede  pública  estadual. onde não houver regra estabelecida.  com  a  alteração  introduzida  pelo  Decreto  nº  41.    Artigo 937 ‐ Compete à Secretaria da Educação:  I ‐ apresentar a relação das unidades escolares a serem atendidas.  art.  (Decreto  nº  28. visando a  disciplinar. querosene ou qualquer substância inflamável ou explosiva.  b)  imprimir e distribuir material didático relativo à segurança escolar. mediante resolução.  e) animais vivos ou embalsamados.552/97.  aos  respectivos  Comandantes de Policiamento de Área.  c)  dotar as unidades escolares de sistema de alarme. e art.  pais  e  alunos  de  modo a evitar o mau uso das cercanias das escolas por parte de:  I ‐  vendedor ambulante.552/97. 2º e 3º)    Seção II  Do Perímetro Escolar de Segurança    Artigo  940  –  O  perímetro  escolar  de  segurança  refere‐se  à  área  contígua  aos  estabelecimentos de ensino da rede pública estadual.642/88.    Artigo 941 ‐  O perímetro escolar de segurança tem prioridade especial nas ações  de  prevenção  e  repressão  policial. 3º e Decreto nº 41.Parágrafo  único  ‐  Compete  à  Secretaria  da  Segurança  Pública  e  à  Secretaria  da  Educação.  II  ‐  no  Interior  e  demais  Municípios  da  Grande  São  Paulo.  em  relação  a  toda  e  qualquer  atividade ambulante.  c) fogos de artifício.    Artigo 939 ‐ O Secretário da Segurança Pública. de acordo com planos e ordens do escalão superior:  I ‐ na Capital.  b) gasolina. conectado à Polícia Militar.  II ‐ prever recursos para:  a)  iluminar e murar adequadamente as unidades escolares.  1º.  d)  instalar telefones nas unidades escolares. adotarem as providências necessárias à execução do programa. quaisquer produtos farmacêuticos e ervas medicinais.  III ‐  exercer o comércio sem a competente credencial. manterá entendimento com as Prefeituras Municipais respectivas. a proibição de:  I  ‐  fixação  a  menos  de  100  (cem)  metros  de  qualquer  portão  de  acesso  a  estabelecimento de ensino.  IV ‐ comércio com:  a) medicamentos. ao Comando de Policiamento Feminino.    Artigo  942  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública.  II ‐ pessoa estranha à comunidade escolar.  290 .  objetivando  a  tranqüilidade  de  professores.  d) bebidas com qualquer teor alcoólico. arts. determinará  quais as áreas prioritárias para a execução do Programa.  II ‐ pessoa física capaz de estabelecer‐se com “ponto fixo” de comércio.

  291 .  escrita  com  letras  garrafais.  IV  ‐  tráfico  de  entorpecentes  (artigo  12  da  Lei  nº  6.  g) embutidos e laticínios.  horários  e  períodos  destinados  ao  estacionamento.  pintura.f) pastéis.127. jóias e óculos.  possibilitando sua visualização a distância. impróprio a crianças e adolescentes. quando possível.  desenho.  (Decreto nº 28. em todo o Estado. 1º)    Seção III  Da Divulgação do Disque Denúncia    Artigo 946 ‐ É obrigatória a divulgação do número do Disque Denúncia em escolas  e hospitais públicos. possibilitando sua visualização a  distância.  de  12  de  outubro  de  1976).  embarque  ou  desembarque  de  passageiros.875/01. e   III  ‐  determinar  restrições  de  uso  das  vias  ou  parte  delas. 4º e 5º)    Artigo  945  ‐  As  bancas  de  jornais.  situadas  até  100  (cem)  metros  de  prédios  escolares  não  poderão  expor  e  nem  comercializar material de cunho erótico.  II  ‐  distribuição  ou  exposição  pública  de  escrito.  com  especial atenção aos seguintes dispositivos penais:  I ‐ prática de ato obsceno (artigo 233 do Código Penal Brasileiro).  estampa  de  qualquer objeto obsceno (artigo 234 do Código Penal Brasileiro). salvo se protegido  com embalagem opaca.  revistas  e  de  outras  publicações.  de  16  de  janeiro  de  1968  (Regulamento  do  Código  Nacional  de  Trânsito).  inclusive  de  fitas  de  vídeo.  notadamente  nas  entradas  principais  de  circulação.    Artigo  943  ‐    A  Secretaria  da  Segurança  Pública  adotará  providências  junto  aos  órgãos  competentes  para  o  fiel  cumprimento  do  Decreto  nº  62. 1º. objetivando:  I ‐ instituir sentido único de trânsito.  § 2º ‐ Junto ao número do Disque Denúncia deverá constar a seguinte frase: "Sigilo  absoluto para quem faz a denúncia".  h)  doces  e  guloseimas  que  não  estejam  devidamente  embalados. churrasquinhos.  mediante  fixação  de  locais. de 3 de outubro de 1941).368. art. lingüiças e carnes de quaisquer espécies.  i) frutas retalhadas. arts.  II  ‐ estabelecer limites de velocidade.  (Lei nº 10. escrita com letras garrafais.  j) relógios.  III ‐ desobediência a ordem legal (artigo 330 do Código Penal Brasileiro).  § 1º ‐ A divulgação de que trata o caput deverá ser exposta em lugares visíveis ao  público. 3º. 2º.  especialmente  quanto  à  regulamentação  do  uso  de vias públicas (inciso I do artigo 37).643/88.  bem  como  disporá  sobre  a  forma  de  atuação  de  seus  órgãos  visando  ao  indiciamento  dos  infratores  da  legislação  referida  no  artigo  anterior.688.    Artigo  944  ‐  A  Secretaria  da  Segurança  Pública  determinará  quais  as  escolas  abrangidas  pelas  disposições desta  seção.  com  indicação  visível de sua origem na embalagem.  V  ‐  exercício  ilegal  de  profissão  ou  atividade  (artigo  47  da  Lei  Contravenções  Penais ‐ Decreto‐lei nº 3.

  §  2º  ‐  Entre  as  cláusulas  do  convênio  deverá  constar  a  que  atribua  à  cessionária  total responsabilidade pela devolução do local cedido nas condições em que o recebeu.  bem  como  para  práticas  recreativas ou desportivas.  §  3º  ‐  Poderá  ser  concedida  a  cessão  de  uso  de  dependências  escolares  às  Associações de Pais e Mestres ou a outras entidades legalmente constituídas. 1º. 1º. deverão ser prestadas as seguintes informações:  1 ‐ indicação detalhada da atividade a ser desenvolvida. SE nº 229/95. inclusive  pelo ressarcimento de eventuais danos. 2º e 3º e Res.  II ‐ prova de sua constituição legal.  (Res. 1º. visando à fiscalização das atividades de que trata esta resolução. 2º e 3º)    Artigo  949  ‐  Para  obtenção  da  autorização.  §  1º  ‐  A  cessão  de  uso  das  dependências  das  unidades  escolares  será  regulamentada por convênio a ser estabelecido entre as partes. SE nº 229/95. especificando os objetivos  que se pretende alcançar e   2  ‐  dia  e horário do início e término da cessão do prédio escolar. arts. arts.  do  qual  conste  compromisso  de  devolução  do  prédio no estado anterior à cessão e de ressarcimento por eventuais danos.853/05.  as  entidades  mencionadas  no  artigo  anterior deverão entregar ao Diretor da unidade escolar os seguintes documentos:  I  ‐  requerimento  endereçado  ao  Dirigente  Regional  de  Ensino  da  área  onde  se  localiza a escola.(Lei nº 11.    Artigo  950  ‐  O  Diretor  da  Escola  e  o  Dirigente  Regional  de  Ensino  adotarão  as  medidas necessárias.309/99)  292 .  III ‐ programação das atividades de natureza cultural. quando não estiverem previstas atividades escolares. 2º e 3º)      CAPÍTULO III  DA PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE E DA PROPAGANDA NAS ESCOLAS    Seção I  Da Cessão de Uso de Próprios Públicos  Subseção I  Da Cessão de Uso de Dependências de Unidades Escolares  para Encontros de Caráter Cultural e Práticas Recreativas ou Desportivas     Artigo 947 ‐ As dependências das unidades escolares da rede estadual de ensino  poderão  ser  cedidas  para  a  realização  de  eventos  de  caráter  cultural. 4º e 7º c/c a Lei nº 10.    Artigo 948 ‐ As Prefeituras Municipais que desejarem utilizar as dependências das  escolas estaduais para as finalidades previstas no artigo anterior deverão requerer a autorização  da Secretaria da Educação. bem como  à conservação dos próprios estaduais. recreativa ou desportiva e   IV  ‐  termo  de  responsabilidade  assinado  pelo  representante  legal  da  entidade.  informando as  dependências que serão utilizadas.  Parágrafo  único  ‐  Na  programação  das  atividades  previstas  no  inciso  III  deste  artigo. arts.  acompanhado  do  ato  próprio  que  o  capacitou.  (Lei nº 3. arts.730/83.

465/96.  Artigo  951  –  O  Conselho  de  Escola  de  cada  unidade  escolar.  quando desvirtuada a finalidade da cessão. art. educacional e recreativo. arts. par.  por  meio  de  seus  órgãos  competentes.  centros  de  difusão. nas Escolas Públicas e  outras  dependências  públicas  estaduais. quer sejam eles religiosos.  (Res.  objetivando  o  fiel  cumprimento do disposto nesta subseção.326/99.    espaços  livres  existentes  em  seus  próprios  estaduais. art. Ensino. econômicos ou culturais. 1º. políticos.  objetivando a divulgação.    Artigo  956  ‐  O  Estado.  caput do art.  ensino.  nacionais  e  internacionais.  para  entidades  filantrópicas  e  privadas.309/99. SE nº 229/95.  poderá  celebrar  convênios  com  entidades  públicas  e  privadas. arts.  (Lei nº 10.  (Lei nº 10. desde que o solicitante assine um termo de responsabilidade sobre o  patrimônio escolar.  (Lei nº 9. em caráter permanente. Aprendizado e Práticas Esportivas    Artigo 957 – O Governo do Estado está autorizado a criar. não cabe ao Conselho nortear a cessão em  função de critérios discriminatórios. 1º e 2º)              293 .  e  na  sua  impossibilidade. 1º)    Artigo 952 ‐ A autorização de utilização das dependências escolares será cassada.309/99.  será  responsável  diretamente  pela  expedição  de  autorização  para uso de prédio escolar. de campanhas  acerca dos perigos das drogas  para nossa sociedade.  gratuitamente. e 2º)    Seção II  Dos Centros de Difusão. único do 2º)     Subseção II  Da Cessão de Uso de Espaços Livres de Próprios Públicos para Campanhas contra as Drogas    Artigo  955  –  O  Poder  Executivo  está  autorizado  a  ceder.  (Lei nº 10.  aprendizado  e  práticas  esportivas. 2º)    Artigo 954 – As atividades lucrativas só serão autorizadas se forem realizadas por  entidades públicas de caráter social ou filantrópico com destinação social comprovada. 8º)    Artigo  953  ‐  Desde  que  a  atividade  não  prejudique  o  funcionamento  normal  da  escola no período de aula ou de atividades curriculares.  a  direção  escolar.  Parágrafo  único  ‐  As  atividades  a  serem  desenvolvidas  para  o  cumprimento  do  disposto nesta seção deverão ter  caráter de aprendizado esportivo.309/99.  (Lei nº 10.

 analisar suas causas e apontar possíveis soluções. art.  (Lei nº 10. especialistas da área de educação.  Parágrafo  único  –  Os  espaços  de  convivência  de  que  trata  este  artigo  devem  estimular  o  desenvolvimento  de  uma  cultura  voltada  à  organização  da  população  local  e  ao  trabalho  coletivo  em  ações  de  prevenção  à  violência.  Parágrafo  único  –  Será  priorizada  a  implantação  nas  escolas  que  apresentem  maiores índices de violência.166/99.  socializando  informações  e  experiências de diferentes naturezas e ampliando ações de apoio ao exercício da cidadania.  II  –  desenvolver  ações  educativas  e  de  valorização  da  vida.  bem  como  dos  membros  da  comunidade.  em  perfeita  sintonia  com  a  proposta  de  trabalho da unidade escolar. aí incluídos  o  corpo  docente  e  os  servidores  operacionais  da  rede  de  ensino. art. 1º)    Artigo 960 ‐ São objetivos do Programa:  I – formar Grupos de Trabalho vinculados aos Conselhos de Escola para atuar na  prevenção da violência nas escolas. art.    Artigo  963  ‐  As  ações  implementadas  nos espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede pública de ensino assegurarão oportunidades para:  294 . alunos  e representantes da comunidade ligada a cada escola.  esportivas  e  de  arte‐educação.  entidades  da  sociedade  e  comunidades locais.  moradores do bairro e líderes das comunidades. 1º)    Artigo  959  ‐  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas da rede pública de ensino no Estado de São Paulo  será  desenvolvido  com  a  participação  das  Secretarias  de  Estado.  aos adolescentes e à comunidade. pais.312/99.  (Decreto nº 44.  pais.  (Lei nº 10.Seção III  Do Programa Interdisciplinar e de Participação Comunitária    Artigo  958  –  O  Programa  Interdisciplinar  e  de  Participação  Comunitária  para  Prevenção e Combate à Violência nas Escolas será implantado na rede pública de ensino no Estado  de São Paulo.  III  –  implementar  ações  voltadas  ao  combate  à  violência  na  escola.  Parágrafo  único  –  Os  Grupos  de  Trabalho  tratados  no  inciso  I  deste  artigo  serão  abertos e formados por professores. funcionários.312/99.  adolescentes. 2º)    Artigo 961 ‐ Para a consecução dos objetivos do Programa a que se refere o artigo  anterior  serão  implantados  espaços  de  convivência  nas  escolas  da  rede  pública  de  ensino  para  desenvolvimento  de  atividades  que  atendam  aos  interesses  de  crianças.  IV – desenvolver ações que fortaleçam o vínculo entre a comunidade e a escola.  com  vista  a  garantir o exercício pleno da cidadania e o reconhecimento dos direitos humanos. preparando‐os para a prevenção da violência na escola.  dirigidas  às  crianças.    Artigo  962  –  Nos  espaços  de  convivência  de  que  trata  o  artigo  anterior  serão  implementadas  atividades  culturais.  V – garantir a formação de todos os integrantes do Grupo de Trabalho.

  com  vistas  ao  desenvolvimento de senso de consciência. nos finais de semana.  afora  o  aporte  dos  recursos humanos dos órgãos da Pasta. bem como demais Secretarias de Estado e Municípios do Estado de São Paulo.166/99.  (Res.    Artigo  964  ‐  Cabe  à  Secretaria  da  Educação. esportivo e de qualificação profissional. se viabilizará. 3º. 1º)    Artigo 966 ‐ Constituem objetivos do Programa:  I  ‐  fundamentar  políticas  públicas  voltadas  para  o  fortalecimento  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  à  construção  de  uma  atitude  cidadã  voltada  para  a  harmonia  e  a  convivência social.   (Decreto nº 44. o Programa Escola da Família.  instituições  de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. art.I – reflexão e discussão de valores e questões comuns a jovens e adolescentes e de  problemas enfrentados pela comunidade. lúdico. art. que lhes assegurem.  II  –  estabelecer  as  diretrizes  e  os  procedimentos  que  viabilizarão  a  efetiva  implantação dos espaços de convivência nas escolas da rede pública de ensino.  esporte  e  trabalho  ‐  ampliando‐lhes seu horizonte cultural.  em  relação  ao  Programa  Interdisciplinar e de Participação Comunitária para Prevenção e Combate à Violência nas escolas  da rede pública de ensino no Estado de São Paulo:  I – coordenar as ações do Programa.  empresas  públicas  ou  privadas.  com  o  objetivo  de  desenvolver  e  implementar  ações  de  natureza  preventiva  destinadas  a  reduzir  a  vulnerabilidade  infantil  e  juvenil. 4º e 5º)    Seção IV  Do Programa Escola da Família  Subseção I  Da Instituição e Objetivos    Artigo 965 – O Programa Escola da Família – desenvolvimento de uma cultura de  paz  no  Estado  de  São  Paulo.781/04. responsabilidade e participação na comunidade.781 de 7 de julho de 2004.  II  –  apresentação  de  alternativas  de  solução  e  de  formas  de  mobilização  e  organização para a ação.  II  ‐  assegurar  nas  escolas  públicas  estaduais.  cooperativas.    Artigo  967  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos. poderá contar com:  I  ‐  o  apoio  e  o  estabelecimento  de  convênios  e  parcerias  com  diferentes  segmentos  sociais.  (Decreto nº 48.  espaços  abertos  aos  diferentes  segmentos da comunidade.  instituído  pelo  Decreto nº 48.  será  implantado  em  escolas  da  rede  pública  estadual.  como  organizações  não  governamentais.  por  meio  da  integração  de  crianças  e  adolescentes.  saúde. 2º.  sindicatos. SE nº 18/10. pela reformulação  e ampliação dos objetivos anteriormente propostos e pela adequação às novas normas de gestão  que fundamentam os procedimentos ora vigentes. arts. 1º)  Parágrafo  único  ‐  A  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família.  295 .  associações. a partir do ano de 2010.  a  fim  de  colaborar  para  a  construção  de  atitudes  e  comportamentos  compatíveis  com  uma  trajetória  saudável  de  vida.  III  ‐  construir  e  apoiar  ações  de  voluntariado  e  solidariedade. oportunidades de vivência  de  ações  construídas  a  partir  de  quatro  eixos  norteadores  ‐  cultura.

  III  ‐  a  participação  de  voluntários  devidamente  cadastrados  e  credenciados  nos  termos da Lei Federal nº 9.  em  especial  os  egressos do ensino médio da rede estadual paulista de ensino. exercerá a  Coordenação Geral do Programa.  órgãos  e  pessoal  voluntário. art. acompanhar.  Parágrafo único ‐ Poderão ser estabelecidas ações de cooperação com organismos  nacionais  e  internacionais. na  conformidade  das  atribuições  compatíveis  com  a  natureza  de  seu  curso  de  graduação  ou  de  acordo com suas habilidades pessoais. avaliar e reformular.  II ‐ formalizar a cooperação de Prefeituras Municipais do Estado de São Paulo. SE nº 18/10. SE nº 18/10.  os trabalhos desenvolvidos. instituições de  ensino  superior  e  outras  instituições  educacionais. arts.  metas e ações em  conformidade com  a  política educacional  vigente na Secretaria da Educação. sindicatos.II  ‐  a  adesão  de  estudantes  universitários.  296 .  III – estabelecer.781/04. em documento específico. com as seguintes atribuições:   I ‐  definir objetivos. associações.   (Decreto nº 48.  a  gerência  da  operacionalização  das  ações  necessárias  à  consolidação  do  Programa  Escola  da  Família. coordenar.  mediante  a  concessão  de  bolsas  de  estudos integrantes do Projeto Bolsa Universidade para atuar como Educadores Universitários. 2º e 3º)     Subseção II  Das Parcerias    Artigo  968  ‐  Para  a  consecução  dos  objetivos  propostos  e  para  a  construção  de  uma cultura de paz e o desenvolvimento social no conjunto das comunidades. os procedimentos que regulamentam  a atuação de todos os participantes. empresas.  V  ‐  buscar  parcerias  que  visem  ao  enriquecimento  das  atividades  desenvolvidas  junto à comunidade.  bem  como  adesão  de  estudantes  universitários.  (Res.  (Res.  que  venham a se integrar ao Programa Escola da Família. no tocante a :  I  ‐  firmar  convênios  junto  a  instituições  de  Ensino  Superior  visando  a  operacionalização do Projeto Bolsa‐Universidade. que  tenham  interesse  na  inserção  e/ou  ampliação  do  Programa  Escola  da  Família  nos  respectivos  Municípios.  como  organizações não governamentais. observadas as normas legais e regulamentares pertinentes.  IV  ‐  estreitar  a  comunicação  com  entidades. 4º)    Artigo  969  ‐  Caberá  à  Fundação  para  o  Desenvolvimento  da  Educação  ‐  FDE. cooperativas. sempre que necessário. 4º)    Artigo 970 ‐  A Fundação  para o  Desenvolvimento da Educação – FDE.608 de 18 de fevereiro de 1998.  III ‐ promover ações conjuntas com outras Secretarias de Estado. mediante a concessão de bolsas de  estudo.  e  a  participação  de  demais  Secretarias  de  Estado. com o apoio  e  o  estabelecimento  de  parcerias  e  convênios  com  os  diversos  segmentos  sociais. o Programa Escola  da Família poderá contar.  II – planejar. caput e § 1º do art.

  no  campo  de  atuação  relativo  a  aulas  dos  297 . deverão ser efetivadas através da Associação de Pais  e Mestres ‐ APM da unidade escolar.  Faixa  1  e  Nível  I. por meio de um Supervisor de Ensino designado pelo Dirigente Regional da DE e  pelo Professor Coordenador da Oficina Pedagógica‐ PCOP‐ de Projetos Especiais.  (Res.  VI  –  auditorar  e  supervisionar  o  uso  de  recursos  e  verbas  destinados  às  Coordenações Regionais do Programa.  nos  termos  da  legislação  vigente. ficando sob a responsabilidade da autoridade  escolar o acompanhamento e o gerenciamento das referidas atividades.  2  ‐  participar  das  capacitações.  em  qualquer  componente  curricular.  promovidas  pela  Coordenação Geral.  bem  como  em  feriados  municipais. juntamente com o Supervisor de Ensino. com vistas à consecução dos objetivos estabelecidos.  no  acompanhamento  das  atividades  desenvolvidas  nas  unidades  escolares. arts.  reuniões  e  atividades  afins.IV  –  promover  o  envolvimento  e  o  comprometimento  das  autoridades  escolares  locais e regionais na implementação do Programa. SE nº 18/10.  § 1º ‐ As definições básicas e as principais atribuições da Coordenação Regional do  Programa. quando necessárias.  como  Professor  Educação  Básica  I  ‐  PEB  I. de que trata o caput do artigo:  1 ‐ manter. 14)     Subseção III  Das Competências e Atribuições    Artigo 972 ‐ A Diretoria de Ensino exercerá a Coordenação Regional do Programa  Escola da Família.  de 5 de abril de 2005.  compõem  o  Manual Operativo do Programa.    Artigo 973 ‐ As escolas da rede estadual de ensino deverão disponibilizar espaço  físico e equipamentos para a realização das atividades do Programa Escola da Família. SE nº 18/10. permanente interlocução com  a Coordenação Geral do Programa. portador de diploma de  licenciatura  plena. aos sábados e domingos. de modo a conciliar as ações desencadeadas na Diretoria de  Ensino e aquelas desenvolvidas nas escolas.  integrante  da  Coordenação  Regional  do  Programa.  estaduais  ou  nacionais. das 9 às 17 horas.  V  –  organizar  e  executar  ações  de  capacitação  dos  educadores  que  atuarão  no  Programa.  que  se  constituem  em  matéria  de  competência  da  Coordenação  Geral. quando ocorrerem aos finais de semana. disponibilizado no respectivo site.  3  ‐  auxiliar  o  Supervisor  de  Ensino.  (Res. atendendo  à comunidade intra e extra escolar. 6º e 7º)    Subseção IV  Da Qualificação e das Atribuições do Educador Profissional    Artigo 974 ‐ A unidade escolar contará com um docente. art.  propondo  reformulações e adaptações das ações do Programa. SE nº 18/10. de conformidade com as disposições da Resolução SE nº 24. inclusive durante  os  períodos  de  recesso  e  de  férias  escolares. 5º)    Artigo 971 ‐ As parcerias que venham a ser estabelecidas pelas unidades escolares  pertencentes ao Programa Escola da Família. art.  § 2º ‐ Constituem atribuições do PCOP.  (Res.

 com base nos seguintes critérios e procedimentos:  I ‐ apresentação de currículo. que regulamenta os processos  anuais de atribuição de classes e aulas.  ou  no  parágrafo  único  do  artigo  25  da  Lei  Complementar  nº  1.   (Res.  as  atividades  definidas  e  orientadas  pela  Coordenação  Regional  do Programa  e  acompanhadas  pelo  gestor  da  unidade escolar. que já se encontram no exercício  da função. no campo de atuação relativo a  aulas dos Ensinos Fundamental e Médio. a fim de ser selecionado pela Coordenação Regional da  Diretoria de Ensino. pela carga horária de 24 (vinte e quatro) horas semanais.010.  observado  o  cronograma  estabelecido  pelo  Departamento de Recursos Humanos para o processo anual de atribuição de classes e aulas. os docentes abrangidos pelo disposto no § 2º do artigo 2º da Lei Complementar  nº  1. acompanhada pela Comissão de Atribuição de classes e aulas da Diretoria de Ensino.  IV ‐ comprovação de disponibilidade para o exercício das atividades programadas  para os finais de semana e para participar das reuniões de avaliação e planejamento agendadas.  em continuidade.  deverá  estar  duplamente  inscrito. 8º)    Subseção V  Da Inscrição e Seleção do Educador Profissional    Artigo 976 ‐ O Educador profissional será selecionado dentre os docentes que se  encontram  na  situação  prevista  no  inciso  V  do  artigo  1º  das  Disposições  Transitórias  da  Lei  Complementar nº 1. aprovados no processo seletivo.  §  2º  ‐  A  seleção  dos  inscritos  será  realizada  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.    Artigo 978 ‐ O candidato que irá exercer as atribuições de Educador Profissional.  quer para o processo especialmente aberto para este Programa.  §  1º  ‐  As  atribuições  do  Educador  Profissional  integram  o  Manual  Operativo  do  Programa. de 16 de julho de 2009. caput e §§ 1º a 4º do art. §§ 5º e 6º do art.  (Res. as aulas poderão ser atribuídas a candidatos que apresentem as qualificações previstas no §  1º do artigo 12 da Resolução SE nº 98.093.  Parágrafo único ‐ Na ausência de docentes portadores de diploma de licenciatura  plena.093.    Artigo  975  ‐  A  formação  acadêmica  do  candidato  deverá  ser  compatível  com  a  natureza das atividades sócioeducativas desenvolvidas pelo Programa. de 29 de dezembro de 2009. a fim de  exercer. SE nº 18/10.  ao longo da semana. de 16 de julho de 2009. 8º e caput e §§ 1º e 2º do art.Ensinos Fundamental e Médio. a  fim de se proceder à atribuição aos candidatos selecionados. SE nº 18/10.  de  1º  de  junho  de  2007.  § 1º ‐  Os  prazos  da inscrição específica e da  seleção  previstas neste artigo  serão  definidos  pela  Coordenação  Regional  do  Programa.  na  unidade  escolar. na estrutura do Programa. pela Coordenação Regional do Programa.  que  trate  temas  concernentes  à  experiência/formação/habilitação do candidato.  §  2º  ‐  O  Educador  Profissional  desenvolverá. 9º)   298 .    Artigo 977 ‐ Excepcionalmente poderão ser reconduzidos para o exercício de 2010.  III  ‐  participação  em  entrevista  individual. as atribuições de Educador Profissional.  quer  para  o  processo  regular  de  atribuição  de  classes/aulas. desde que avaliados positivamente pela sua atuação no Programa.  II ‐ comprovação das habilidades necessárias ao desempenho da função.

    Artigo  980  ‐  O  Educador  Profissional  terá  sede  de  controle  de  frequência  na  unidade  escolar  indicada  para  sua  atuação. desde que os  candidatos  já se encontrem  inscritos e/ou  cadastrados no processo regular de atribuição de classes e aulas do ano em curso.  nos  termos  da  legislação  vigente.  sendo‐lhe  assegurados a ampla defesa e contraditório.    Artigo 982 ‐ O Educador Profissional que deixar de corresponder às exigências do  Programa  terá  suas  atribuições  interrompidas. 9º)    Subseção VII  Da Carga Horária.  Subseção VI  Da Sede de Controle de Frequência do Educador Profissional    Artigo  979  ‐  O  Educador  Profissional  ficará  vinculado  ao