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Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição Rede de Distribuição Aérea

Regulamento de Instalações Consumidoras
Janeiro 2011

AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Rio Grande Energia S/A

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

5ª Edição Versão 1.3 Janeiro/2011

Regulamento de Instalações Consumidoras

2

SUMÁRIO
1. 2. 3. Objetivo .................................................................................................................................................... 5 Normas complementares ......................................................................................................................... 5 Terminologias e definições ...................................................................................................................... 6 3.1. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades ........................................................ 6 3.2. Barra de Proteção .............................................................................................................................. 7 3.3. Caixa de distribuição (CD) ................................................................................................................. 7 3.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) .............................................................................................. 7 3.5. Caixa de passagem ........................................................................................................................... 7 3.6. Caixa de proteção (CP) ...................................................................................................................... 7 3.7. Caixa para medidor ............................................................................................................................ 7 3.8. Carga instalada .................................................................................................................................. 7 3.9. Cavidade de inspeção ........................................................................................................................ 7 3.10. Centro de medição ............................................................................................................................. 7 3.11. Circuito alimentador ........................................................................................................................... 7 3.12. Circuito de distribuição ....................................................................................................................... 7 3.13. Circuito de interligação ....................................................................................................................... 7 3.14. Concessionária................................................................................................................................... 7 3.15. Condomínio horizontal ....................................................................................................................... 7 3.16. Condutor de aterramento ................................................................................................................... 7 3.17. Condutor de proteção ........................................................................................................................ 7 3.18. Consumidor ........................................................................................................................................ 8 3.19. Disjuntor ............................................................................................................................................. 8 3.20. Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) ..................................................................................... 8 3.21. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) ............................................................ 8 3.22. Energia elétrica ativa .......................................................................................................................... 8 3.23. Energia elétrica reativa ...................................................................................................................... 8 3.24. Entrada de energia ............................................................................................................................. 8 3.25. Entrada de serviço ............................................................................................................................. 8 3.26. Limite de propriedade ........................................................................................................................ 8 3.27. Livre e fácil acesso ............................................................................................................................. 8 3.28. Medidor .............................................................................................................................................. 8 3.29. Origem da instalação ......................................................................................................................... 8 3.30. Pontalete ............................................................................................................................................ 8 3.31. Ponto de entrega ................................................................................................................................ 8 3.32. Poste concreto armado com caixa de medição embutida ................................................................. 9 3.33. Poste metálico com caixa de medição acoplada ............................................................................... 9 3.34. Poste particular .................................................................................................................................. 9 3.35. Poste particular compartilhado........................................................................................................... 9 3.36. Prédio de múltiplas unidades consumidoras ..................................................................................... 9 3.37. Quadro ou painel de medidores ......................................................................................................... 9 3.38. Ramal de entrada ............................................................................................................................... 9 3.39. Ramal de ligação................................................................................................................................ 9 3.40. Ramal de profundidade ...................................................................................................................... 9 3.41. Unidade consumidora ........................................................................................................................ 9 4. Condições gerais de fornecimento........................................................................................................... 9 4.1. Campo de aplicação .......................................................................................................................... 9 4.2. Tensão de fornecimento .................................................................................................................... 9 4.3. Identificação da unidade consumidora .............................................................................................. 9 4.4. Consulta prévia ................................................................................................................................10 4.5. Localização do ponto de entrega .....................................................................................................10 4.6. Limites de fornecimento ...................................................................................................................10 4.7. Determinação do tipo de fornecimento ............................................................................................10 5. Critério para ligação ...............................................................................................................................13 5.1. Pedido de ligação .............................................................................................................................13 5.2. Ligação provisória (temporária) .......................................................................................................13 5.3. Ligação definitiva..............................................................................................................................13 5.4. Ramal de profundidade ....................................................................................................................14

..25 10..............................................................................................................................1.........................................................22 9.........................................................................................23 9.................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 3 5.................................................................................................................................................. Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores ...................................................................................................................... Proteção geral ..................2...............5........24 9......................................38 ANEXO J .............................14 6............................................ Medição ...................................................................................................... Prédio de múltiplas unidades consumidoras . Caixa de entrada e distribuição (CED) ..................................3............................................ Cálculo da demanda ......................16 7........................ Proteções adicionais ...........................................................................................................................................34 ANEXO D....................................................................................................................................................................................................26 10...30 ANEXOS ANEXO A ...............................................................................................................................................................................................1.3.............................29 10.......................14 5....... Caixa de proteção (CP) ................................ Caixas e/ou painéis para medição ..........................14 6................................4....................................................................................................... Geração própria ................36 ANEXO E ...................................................................38 ANEXO I ................................................................................................................................2........................ Entrada de serviço da instalação consumidora ............. Localização e instalação da medição ..................................................................................7........................................................................................................... Aspectos construtivos ..................5...................... Apresentação ..........33 ANEXO C............................................................................. Instalação da medição ..............................................................................56 ANEXO W .................................................................................................................. Unidade consumidora .....37 ANEXO F .........................................................................................................................................55 ANEXO V ..........54 ANEXO U............................................................3..................................................................................................................................41 ANEXO M ........ Proteção contra sobretensões transitórias ..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................6.........40 ANEXO L ...............................................................................................................28 10....................................................................14 6.................................................................................................................................4...............57 ANEXO X ..........................29 11.......................................................................................37 ANEXO H.......... Disjuntor geral ..........................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................1..........1....................................................................................................................................................................42 ANEXO N............................................... Localização da medição .............25 9............................32 ANEXO B ................................................. Tipos ...........................................................................................28 10............................................................................................... Sistema de emergência ...........................................................................20 8............................................................................................43 ANEXO P ............8....44 ANEXO Q ................................................................................37 ANEXO G ................................6................................. Aterramento..........................................................................................................................................................................................................18 8..........................................................................................................................................................................................................................................................16 7....................................................................................................................................................................... Proteção contra inversão de fases...........................45 ANEXO S .......................................................................18 8.......................................................................... Com ramal de entrada subterrâneo ..........................................................................................................................................23 9......2.....................................................................................................................................................................................................26 10............... Projeto . Vigência ....................................................26 10.......................................................................23 9........................ Condições não permitidas .................2.............................17 8......39 ANEXO K ........................5...........................................................................................................................................................................................................................59 ANEXO Y ...................................................61 ..................................................................................................................................................................2..........................1............ Com ramal de ligação aéreo ...................................................43 ANEXO O ..............................................................26 10........................44 ANEXO R...........................................................................................15 7..............................46 ANEXO T ...........................................................................................................................29 10......................................................................

..................................................................................................................................................................................................................145 FIGURA 16 – Afastamento Mínimo para Ancoragem do Ramal de Ligação ......140 FIGURA 13 (A) – Medição Fixada no Poste da Concessionária ...........................129 FIGURA 7 (B) – Entrada de Energia com Medição Polifásica Instalada em Poste de Aço ......................................................................................................................................90 FIGURAS FIGURA 1 – Componentes da Entrada de Serviço ............................................................................................................................................................150 FIGURA 21 – Fixação de Caixas para Medidores ............................................................................................................134 FIGURA 9 (B) – Entrade de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal ..................................................................................................................153 FIGURA 24 – Montagem das Caixas para Medidores Polifásicos.........................................................155 ......................................................137 FIGURA 10 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Frontal.......151 FIGURA 22 – Disposição dos Eletrodutos ......................................................131 FIGURA 8 (B) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal com Poste Compartilhado .........130 FIGURA 8 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Lateral com Poste Compartilhado ......................................................................138 FIGURA 11 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Lateral.................................................................143 FIGURA 14 – Disposições dos Isoladores do Ramal de Ligação com Condutor Multiplexado / Singelo ....................139 FIGURA 12 – Entrada de Energia com Medição Instalada na Parede com Pontalete..............122 FIGURA 2 – Alturas Mínimas do Ramal de Ligação ao Solo.....147 FIGURA 18 – Fixação de Caixas para Medidores ........................................................................................................................126 FIGURA 5 (B) – Medição Independente da Área Privada .........................................................146 FIGURA 17 – Ancoragem do Ramal de Ligação ............125 FIGURA 5 (A) – Medição Independente da Área Privada (Vista Superior) ...144 FIGURA 15 – Ramal de Entrada Subterrâneo ......................135 FIGURA 9 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal ..................................................................................................................................................................................................................................................................141 FIGURA 13 (B) – Medição Fixada no Poste da Concessionária ..........................154 FIGURA 25 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com um Centro de Medição .........................................Regulamento de Instalações Consumidoras 4 ANEXO Z ......132 FIGURA 8 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada com Poste Compartilhado ......................................................................................................................................127 FIGURA 6 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Poste Particular ..............................................................136 FIGURA 9 (D) – Entrada de Energia com Medição Frontal Instalada em Grade ......................................................................................128 FIGURA 7 (A) – Entrada de Energia com Medição Monofásica Instalada em Poste de Aço ...................................133 FIGURA 9 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta .........................149 FIGURA 20 – Fixação de Caixas para Medidores ......................................................................................64 ANEXO AA .................. ...152 FIGURA 23 – Montagem das Caixas para Medidores Monofásicos ....................................................................................... Casa no Alinhamento .............142 FIGURA 13 (C) – Medição Fixada no Poste da Concessionária .............................................................................................148 FIGURA 19 – Fixação de Caixas para Medidores ........................123 FIGURA 3 – Disposição da Entrada de Serviço............................................... Prédio no Alinhamento ...........................................................................................................................................................................................................................................................124 FIGURA 4 – Disposição do Ramal de Entrada Subterâneo ............................

..................... c) dar orientação técnica para o projeto e execução de entradas de serviço de unidades consumidoras........................................................ Os dispositivos deste Regulamento aplicam-se às condições normais de fornecimento de energia elétrica..... obedecendo recomendações da ABRADEE ..... motivo pelo qual os interessados devem........... Os materiais fornecidos devem atender às exigências do INMETRO e observar o “Código de Defesa do Consumidor”....................................................................157 FIGURA 28 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Três Paredes............................ Aplica-se tanto para projetos e/ou instalações novas.................................................................................. OBJETIVO Este Regulamento tem por objetivo padronizar e estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição.................163 FIGURA 31 (A) – Caixas para Unidades Consumidoras Individuais ......................Associação Brasileira de Normas Técnicas.........................171 FIGURA 38 – Detalhe de Aterramento.......................................172 FIGURA 39 – Armação Secundária Policarbonato ..................................................................... .................................................. em qualquer tempo................................................ Normas Internacionais e Resoluções da ANEEL............... das normas da ABNT ...... exijam estudos especiais. no Estado do Rio Grande do Sul................... d) orientar os consumidores.................................... poderá ser necessário consultar as Normas da ABNT.. julgados necessários................... periodicamente.. com relação à qualidade e segurança dos materiais fornecidos por terceiros.....................................................................................Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Energia Elétrica.........................................168 FIGURA 35 – Armação Secundária e Suporte........................ A................................... Este Regulamento poderá............. quanto à maneira de obterem ligação........................................... sofrer alterações por razões de ordem técnica ou legal..................160 FIGURA 30 (B) – Poste Particular ................ b) estabelecer as condições gerais de utilização de energia elétrica..................... Os casos omissos ou aqueles que.............156 FIGURA 27 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Duas Paredes ......................................................................... pelas características excepcionais...........................158 FIGURA 29 – Sistema de Emergência...........................165 FIGURA 32 – Caixas de Proteção e Distribuição.............................................................. às unidades consumidoras na área de concessão das empresas AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S.173 1............... Os órgãos técnicos da concessionária encontram-se à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos técnicos..... CEEE ..............................................Companhia Estadual de Energia de Distribuição de Elétrica e RGE . vigentes na época da sua utilização............. como para reformas.. bem como sobre os riscos e danos à propriedade.................................................................................. NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação deste Regulamento............. não implicando em qualquer responsabilidade das concessionárias.......................................................... As disposições desta Norma visam: a) atender as consultas dos interessados no fornecimento de energia elétrica....................... através de rede aérea.....159 FIGURA 30 (A) – Poste Particular ............ bem como da legislação em vigor......................... para o fornecimento de energia elétrica.......169 FIGURA 36 – Isoladores ...161 FIGURA 30 (C) – Poste Particular .Regulamento de Instalações Consumidoras 5 FIGURA 26 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com Mais de um Centro de Medição .Rio Grande Energia S............................167 FIGURA 34 – Haste de Aterramento .......166 FIGURA 33 – Caixas de Passagem de Ramal de Entrada Subterrâneo ............................................. 2.... consultar a concessionária quanto a eventuais modificações........... serão objetos de análise e decisão por parte da concessionária...................170 FIGURA 37 – Tubo de Aterramento ...................A...................................................162 FIGURA 30 (D) – Poste Particular ....................................................................164 FIGURA 31 (B) – Caixas para Agrupamentos .....

dimensões e características – NBR 6249 Padronização NBR 6323 Aço ou ferro fundido . Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) . localizadas em um só ponto e que não disponham de área em condomínio com a utilização de energia elétrica. com costura. dimensões e tolerâncias – Padronização Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8451 Especificação NBR 8456 Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8457 Dimensões Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de NBR 14306 telecomunicações em edificações – Projeto NBR IEC 60050 Instalações elétricas em edificações NR 10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade Outros: Regulamento de Instalações Consumidoras com Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição (RIC MT).1. formatos. Isoladores de porcelana ou vidro tipo roldana. com rosca NBR 6414 – NBR 5598 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono.Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação NBR 6591 Tubos de aço-carbono com estrutura de seção circular – Especificação NBR 6880 Condutores de cobre para cabos isolados – Padronização Cabos de potência com isolação sólida estrutura de polietileno termofixo para tensões NBR 7285 até 0.propileno (EPR) para NBR 7286 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para NBR 7287 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para NBR 7288 tensões de 1 a 20kV – Especificações Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas urbanas e rurais de distribuição de energia NBR 8159 elétrica. .Regulamento de Instalações Consumidoras 6 Normas da ABNT NBR 5361 Disjuntor de baixa tensão – Especificação NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão – Especificação NBR 5419 Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas . com revestimento protetor. com rosca ANSI/ASME – NBR 5597 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono.6/1kV sem cobertura – Especificações Cabos de potência isolação sólida estrutura de borracha etileno . com revestimento protetor e rosca NBR NBR 5624 8133 – Especificação Fios e cabos com isolação sólida estruturada de cloreto de polivinila para tensões até NBR 6148 750V sem cobertura – Especificação NBR 6150 Eletroduto de PVC rígido – Especificação NBR 6231 Poste de madeira – Resistência à flexão NBR 6232 Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo NBR 6248 Isoladores de porcelana tipo castanhas dimensões e características – Padronização. com revestimento protetor. TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES 3.Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência.Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades Conjunto de unidades consumidoras caracterizadas por medições individualizadas. 3.

9. Caixa de passagem Caixa destinada a possibilitar mudanças de direção e facilitar a enfiação dos condutores.5. destinada a garantir a inviolabilidade das ligações aos terminais de cada medidor. Condutor de proteção Condutor que liga as massas e os elementos condutores estranhos à instalação a um terminal de aterramento principal. Caixa de entrada e distribuição (CED) Caixa metálica destinada a receber o ramal de entrada e as proteções. Condomínio horizontal Conjunto de unidades consumidoras. 3.8. com via interna (trânsito de veículo). podendo conter as proteções dos circuitos de interligação. Concessionária Agente titular de concessão federal para a prestação de serviços públicos de energia elétrica. Cavidade de inspeção Caixa ou tubo destinados a possibilitar a inspeção da haste e conexões dos condutores de aterramento e proteção. em condições de entrar em funcionamento. 3. 3.3. Caixa para medidor Caixa destinada à instalação de um ou mais medidores.14.16. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras 7 3. o barramento e os transformadores de corrente para medição. Caixa de proteção (CP) Caixa metálica ou plástica em PVC antichama. 3. 3. Circuito alimentador Circuito que interliga a medição às instalações internas da unidade consumidora. 3. . caracterizadas pela existência de mais de uma unidade consumidora e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica. 3.2. prédios de múltiplas unidades consumidoras ou lotes individualizados. Circuito de interligação Circuito que interliga a Caixa de Entrada e Distribuição (CED) com a Caixa de Distribuição (CD) ou ainda entre Caixas de Distribuição (CD´s). Barra de Proteção Barra de cobre para a interligação do condutor de proteção das unidades consumidoras com o condutor de proteção da haste de aterramento. podendo ainda conter o barramento e os transformadores de corrente para medição. Condutor de aterramento Condutor que interliga a haste de aterramento à primeira conexão com o condutor neutro da medição ou Centro de Medição. 3.13. Caixa de distribuição (CD) Caixa metálica destinada a interligar circuitos.17.10. Centro de medição Local onde está situada a medição de duas ou mais unidades consumidoras.12. 3. 3. expressa em quilowatts (kW).11.7. seus acessórios e dispositivos de proteção.6. ou similares. localizados em áreas fechadas e privativas.4. 3. 3. 3. 3. Circuito de distribuição Circuito que interliga a Caixa de Distribuição ou a Caixa de Entrada de Distribuição com as Caixas de Proteção ou entre Caixas de Proteção.15. Carga instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora.

no alinhamento designado pelo poder público. Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) Dispositivo utilizado para limitar as sobretensões transitórias e escoar os surtos de corrente originários de descargas atmosféricas em redes de energia. Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. desligando imediatamente a alimentação deles. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras 8 3.21. Origem da instalação A origem da instalação de Baixa Tensão está localizada junto à proteção geral. 3. 3. expressa em quilovolt – ampère – reativo – hora (kvarh). equipamentos e acessórios. 3.23. 3.27. 3. 3. leitura e inspeções necessárias.28. 3. legalmente representada. Entrada de serviço Condutores. para fins de ligação. sem produzir trabalho. Pontalete Suporte instalado no muro ou prédio do consumidor. suspensão de fornecimento. ou comunhão de fato ou de direito. caixas. Disjuntor Disjuntor termomagnético destinado a proteger o condutor e interromper o fornecimento de energia.30. 3. 3. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) Dispositivo utilizado para detectar fugas de correntes que possam existir em circuitos elétricos. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica. preparada de forma a permitir a ligação de uma ou mais unidades consumidoras à rede das concessionárias. expressa em quilowatt-hora (kWh). eletrodo de aterramento e ferragens. 3. dispositivos de proteção. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e a medição.18. Energia elétrica reativa Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada. até o qual a concessionária é responsável pelo fornecimento de energia elétrica. Consumidor Pessoa física ou jurídica.24.29.26. servindo para instalar o ramal de entrada.25.20.22.31. observada a conveniência técnica da concessionária. conforme NBR 5361. Medidor Aparelho instalado pela concessionária. de áreas de uso comum no caso de condomínios horizontais e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros. sem qualquer tipo de interferência e/ou impedimento físico. 3. Limite de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública. No caso de prédio de múltiplas unidades. 3. participando .19. Entrada de energia Instalação de responsabilidade do consumidor. que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e demais obrigações regulamentares e/ou contratuais. poste particular ou pontalete. quando o prédio estiver localizado no limite da propriedade com alinhamento da via pública. compreendendo ramal de entrada. a qualquer tempo. Energia elétrica ativa Energia elétrica ativa que pode ser convertida em outra forma de energia. com a finalidade de ancorar e fixar o ramal de ligação. até a proteção geral. Livre e fácil acesso Acesso de empregados e prepostos da concessionária no local da medição.

3. Ramal de entrada Condutores e acessórios.32. Quadro ou painel de medidores Quadro destinado à instalação dos medidores. Ramal de ligação Condutores e acessórios. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. 3. Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos. Identificação da unidade consumidora Toda unidade consumidora deve ser identificada.39. Poste concreto armado com caixa de medição embutida Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. nas tensões nominais de 220/127V e 380/220V. bem como a instalação de medição individual. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. Ramal de profundidade Caracteriza-se por ramal de profundidade o circuito alimentador. qualquer que seja a carga. e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. 3.37. No caso de prédio de múltiplas unidades. 4. 3.41. localizado em compartimento de prédio de múltiplas unidades e/ou agrupamento. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 4.36. Poste particular compartilhado Poste instalado na divisa entre duas propriedades com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. bem como a instalação de medição individual. na freqüência de 60Hz. 4. . 3.40. caracterizando-se como limite de responsabilidade de fornecimento. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. Poste metálico com caixa de medição acoplada Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. como salas. seus acessórios e dispositivos de proteção. Campo de aplicação Aplica-se nas ligações das unidades consumidoras com carga instalada até 75 kW e nas de prédios de múltiplas unidades consumidoras.35. Prédio de múltiplas unidades consumidoras Prédio que possua mais de uma unidade consumidora.1. até a proteção geral. 3. 3. 3. podendo ainda sustentar a linha telefônica e TV a cabo. lojas. bem como a instalação da medição. caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. que viabilize o fornecimento de energia elétrica para unidade consumidora localizada em área rural. por número fornecido pelo órgão competente do poder público municipal. 3.34. 3. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. 3. mediante a utilização de material apropriado. com extensão superior a 40m.Regulamento de Instalações Consumidoras 9 dos investimentos necessários e responsabilizando-se pela execução dos serviços. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. apartamentos. bem como a instalação de duas medições individuais monofásicas.38.2.33. operação e manutenção. 4. Tensão de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão das concessionárias. e/ou dependências semelhantes. é feito em corrente alternada.

o ponto de entrega poderá situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. b) para os condomínios horizontais. e ANEXO D (fatores de demanda para iluminação. Nota: Por razões de ordem técnica. com entrada subterrânea. estética. de segurança ou a critério da concessionária. Nota: Prédios de múltiplas unidades devem ser atendidos por uma única entrada de energia e ter um só ponto de entrega. os projetistas devem requisitar junto à concessionária. deve ser prevista uma área do condomínio para o(s) posto(s) de transformação de uso exclusivo. Localização do ponto de entrega O ponto de entrega de energia elétrica deverá situar-se na conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada. ressalvados os seguintes casos: a) para unidades consumidoras e prédios de múltiplas unidades consumidoras a serem atendidas diretamente pela rede da via pública em baixa tensão. dependendo de consulta prévia à concessionária com relação às condições técnicas ou de segurança. 4.7. Para prédios de múltiplas unidades. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea. conforme ANEXOS T e U (área e fator de diversidade dos apartamentos) para a parte residencial e conforme item 7. Esta carga será o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação declaradas. Fornecimento tipo A1. B1 e B2 Para determinação destes. deverá ser calculada a carga instalada de cada unidade consumidora. . c) havendo conveniência técnica por parte da concessionária.4. Consulta prévia Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução da entrada de energia.1.Regulamento de Instalações Consumidoras 10 4. previamente.5.6. Tipo C – trifásico – quatro condutores (três fases e o neutro).4. Reforma Em casos de reforma. visando obter informações orientativas a respeito das condições de fornecimento de energia elétrica. Limites de fornecimento O fornecimento deve ser efetuado em tensão secundária nas ligações individuais com carga instalada até 75kW. Tipo B – bifásico – três condutores (duas fases e o neutro). este Regulamento pode ser aplicado em parte ou no seu todo. 4. 4. conforme RIC de MT – Regulamento de Instalações Consumidoras em Média Tensão. A2.1. o interessado deve consultar a concessionária. conforme o número de fases: Tipo A – monofásico – dois condutores (uma fase e o neutro). deverá ser computada as suas respectivas quantidades e potências individuais. Determinação do tipo de fornecimento São três os tipos de fornecimento. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento. 4. Para o atendimento de prédios de múltiplas unidades consumidoras residenciais e/ou mistos com demanda total superior a 115kVA calculada. informações a respeito do tipo de fornecimento de energia à edificação. podem ser estabelecidos valores diferentes aos limites mencionados.7.2. Quando houver cargas de motores. independente das condições acima. tomadas e força motriz) para a parte comercial.1. 4.

500 1. Para determinar a demanda de cada unidade consumidora. devem ser consideradas as suas respectivas quantidades e potências individuais.000 1. estão sujeitos a estudo nos diversos tipos de fornecimento. Notas: 1 Em casos especiais.5.. 2 Mesmo sendo especificado o fornecimento a dois condutores. permite-se a instalação de padrão polifásico. 4. máquinas de solda. por faixa de carga instalada ou de demanda.7.Regulamento de Instalações Consumidoras 11 Exemplo: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Aspirador de pó Ferro de passar roupa (regulável) Máquina de lavar roupa Enceradeira Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W CARGA INSTALADA Potência (W) 5. Sobre a carga total em kVA aplica-se fator de demanda 0. conforme exemplos. Fornecimento tipo A3 O fornecimento do tipo A3. que é o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação. Para a determinação da demanda mínima a ser considerada no fornecimento deve-se observar o maior valor entre a demanda calculada e a maior potência dentre os equipamentos a serem ligados.000 200 200 1. (carga de flutuação brusca de tensão). .500 350 400 1. bem como os limites para a ligação de motores ou aparelhos de solda. refere-se à unidade consumidora localizada em área rural e atendida com transformador monobucha. deve ser calculada a carga instalada desta. etc. raios-X. 3 Os limites para aparelhos de eletrogalvanização. 4 As unidades consumidoras atendidas por duas ou três fases.850 No ANEXO J são representados os limites. Quando houver cargas de motores. devem ter suas cargas distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível. para cada tipo de fornecimento. geradores. caso o consumidor tenha previsão de aumento de carga.300 300 800 300 12. as instalações podem possuir aparelhos que requeiram número de fases superior ao do tipo correspondente a sua carga instalada.2.

14 kVA x 0.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 5520 17020 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 7400 18900 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0. visto que esta é superior a carga total demandada.5) D = 13. . Fornecimento do tipo C1 a C20 Para determinação deste.5 CV = 7. Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda total da instalação.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 150 150 200 240 5520 11260 5000 150 150 200 240 7400 13140 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0.4 kVA (ANEXO G).5 = 6. conforme item 7. visto que esta é superior à demanda do motor de maior potência.90 kVA x 0.4 kVA (ANEXO G). Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda do motor.5) D = 18. 4.Regulamento de Instalações Consumidoras 12 Exemplo 01: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Ferro de passar roupa Máquina de lavar roupa Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7.7. deve ser calculada a demanda de cada unidade consumidora.57 kVA Demanda do motor monofásico de 7.3.5 CV = 7.45 kVA Demanda do motor monofásico de 7. Exemplo 02: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 2 4 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7.2.5 = 9.

devem ser obedecidas. é recomendável que os consumidores instalem dispositivos de proteção contra a falta e inversão de fases.1.1. gerador. informando a carga instalada discriminada. Ligação provisória (temporária) A ligação provisória poderá ser do tipo: a) Obras Caracteriza-se por ser efetuada com medição para o atendimento de obras de construção ou reforma de edificação. conforme a legislação vigente. devidamente quitada. A ligação dependerá de verificação e/ou estudo da rede. os que se destinarem a festividades. conforme a carga solicitada. conforme NBR 5410. às expensas do consumidor. como máquinas de solda.3. Prédio de múltiplas unidades A solicitação do pedido de fornecimento definitivo deve ocorrer num prazo mínimo de noventa (90) dias. Notas: 1 A concessionária deve informar sobre a necessidade de execução de serviços nas redes e/ou instalação de equipamentos de proteção e/ou de transformação. circos. onde se encontra a unidade consumidora. acompanhada da ART referente à execução da entrada de serviço. 2 As condições técnicas. 5. 4 Toda a instalação ou carga suscetível de ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades consumidoras. de segurança e regulamentares. Pedido de ligação O interessado deve entrar em contato com a concessionária. A ligação das unidades consumidoras fica condicionada à prévia inspeção e aceitação da entrada de serviço de acordo com o projeto liberado pela concessionária. CRITÉRIO PARA LIGAÇÃO 5. aparelhos de eletrogalvanização. Instalação consumidora única A ligação da unidade consumidora fica condicionada à prévia vistoria e aprovação da entrada de energia.3.Regulamento de Instalações Consumidoras 13 5. Notas: 1 Todas as despesas tais como: mão-de-obra.2. materiais e transporte são de responsabilidade do consumidor. o endereço onde será efetuada a ligação e os dados de identificação do consumidor. parques de diversões. Ligação definitiva 5. 2 O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica para a concessionária. dispensando-se a apresentação de projeto. . somente será ligada após a prévia concordância da concessionária. a critério da concessionária. b) Eventos Caracteriza-se por ser efetuada com ou sem medição. raios-X e outros aparelhos. c) quando a configuração da rede de distribuição da concessionária não for compatível com o tipo de fornecimento solicitado. Este prazo é necessário para elaboração de estudos e/ou execução de obras na rede de distribuição.3. A concessionária pode considerar como fornecimentos provisórios ou temporários. b) o imóvel. antes da provável data de conclusão da obra do prédio. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. se: a) a carga instalada exigir. 3 Apesar de não ser exigência da concessionária para efetivar a ligação. quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas do prédio. por prazos pré-estabelecidos com os consumidores. proteção a corrente diferencial-residual (DR). que deve providenciar. 5. exposições e similares. estiver afastado a mais de 30 metros da rede de distribuição. 5. alterações no sistema elétrico.2. d) existirem aparelhos com carga de flutuação brusca de tensão.

Localização da medição Devem estar localizadas: a) Individuais . exceto o disposto no item 5. . poste particular ou no prédio. no máximo a 0. Geração própria Na instalação de geradores particulares para atendimento de emergência. juntamente com as especificações técnicas do equipamento.5. de livre e fácil acesso da concessionária (ver figura 5A a 12). sem a prévia autorização da concessionária. desde que a proteção geral fique limitada a 70A.embutido no corpo do muro ou mureta. 5. o mais próximo do limite da propriedade com a via pública. exceto em áreas rurais em que a rede de distribuição da concessionária estiver dentro da propriedade do consumidor.no muro.4. c) aumento da carga instalada. em área de uso comum. em prédios construídos junto ao limite da propriedade com a mesma. não depende de apresentação de projeto. b) construção de um circuito de emergência alimentado por gerador particular. independente e sem interligação com o circuito da concessionária. 6. com a frente voltada para a via pública. .na propriedade do consumidor.6. . Condições não permitidas a) paralelismo de geradores particulares para atendimento de emergência com o sistema da concessionária. com o alinhamento da via pública (ver figuras 9B e 9C).1. Em cada centro deve ser previsto um número mínimo de oito unidades consumidoras. LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO 6. com acesso independente. 5. mureta. .5. . Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades A ligação das unidades consumidoras que atendam as condições previstas no ANEXO Z. sempre que possível tecnicamente. f) utilização de aparelhos de solda a transformador monofásicos. dependem de encaminhamento de projeto para análise e liberação de carga.3.1. com potência nominal superior a 2kVA. b) extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos seus limites ou à propriedade de terceiros.3.1. 6. utilizando caixa de medição (ver figura 10).o quadro ou painel de medição deve estar localizado. d) utilização das tubulações destinadas aos condutores que transportam energia elétrica para quaisquer outras finalidades.embutido no corpo do prédio. e) interferência de pessoas estranhas no equipamento da concessionária. com condutor do ramal de 2 2 entrada de 25mm na tensão de 220/127 V ou 50A e 10 mm na tensão de 380/220 V. 5. O projeto deve conter ainda uma das seguintes soluções: a) instalação de um sistema de intertravamento entre o gerador e o disjuntor geral. Ramal de profundidade Para utilização desta modalidade de fornecimento.Regulamento de Instalações Consumidoras 14 5. consultar a concessionária. além do limite correspondente a sua categoria de fornecimento. deve ser apresentado o projeto elétrico da instalação interna. o mesmo deve prever o atendimento de mais de quinze unidades consumidoras.5m do alinhamento da via pública (ver figura 3). b) Prédios de múltiplas unidades . Todas as demais situações não previstas no ANEXO Z.para a instalação de mais de um centro de medição.

2. trailers fixos.Regulamento de Instalações Consumidoras 15 c) Agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades . .escadarias. mediante autorização do poder público concedente. Casos especiais . . a medição deve ser agregada à entrada de energia eventualmente existente. em área comum. . terminais de ônibus ou de táxi. tomada de espera provida de disjuntor termomagnético e proteção para corrente diferencial residual (DR) (ver figura 13C e Notas 1 e 2 abaixo). usar caixa de medição provida de fechadura ou cadeado padrão (exceção feita a CPO). Instalação da medição a) em cada unidade consumidora.2. localizados em via pública. .para TV a cabo e similares instaladas junto à rede de distribuição.em locais sujeitos a gases corrosivos. no máximo a 0. Não devem estar localizadas: . com má iluminação e sem condições de segurança. Na impossibilidade.3. chaveiros. inundações. . a medição deve ser instalada no poste da rede de distribuição (consultar a concessionária). pode ser aceita entrada de energia individualizada. bombas.5m do limite de propriedade com a via pública. poeira e trepidações excessivas.devem estar localizados no muro. 6. a medição deve estar localizada na estrutura de sustentação deste. quando a medição situar-se no poste da concessionária. fica a cargo do consumidor a mudança para outro que esteja dentro das especificações deste Regulamento. limitada a uma distância máxima de 3 m do poste em que está fixada a medição. utilizando compartimento aberto ou fechado. está condicionada a apresentação prévia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) CREA/RS ou cadastro da empresa na concessionária. 2 No caso de modificação da situação existente. que garanta a distância regulamentar mínima para o acesso de pessoal da concessionária.interiores de vitrinas.1.nas proximidades de máquinas. garagens e depósitos. que torne o local da medição inacessível. Neste caso. a medição deve ser fixada no poste da rede de distribuição da concessionária.para out doors localizados em áreas públicas. devem ser observados os seguintes aspectos: garantia do livre e fácil acesso e a obrigatoriedade do ramal de entrada ser subterrâneo. 2 A unidade consumidora deve estar localizada no mesmo lado da rede de distribuição. . 6. . Notas: 1 A execução das instalações elétricas.em subsolos. a mesma deve prever restrição física. 3 Para todos os casos acima em que a unidade consumidora ficar em uma área delimitada (cerca ou muro) e com acesso independente.em locais de difícil acesso. . Na impossibilidade a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). sujeita a trânsito e/ou manobra de veículos.. Deve conter ainda. 3 É admitido recuo maior por exigência comprovada do poder público.para bancas de revistas. a medição poderá estar localizada junto aos módulos correspondentes ou ainda no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo).pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única. vans).áreas entre prateleiras. a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13A e Nota 1 abaixo). etc. .1. . . . 6. Notas: 1 Quando a medição estiver localizada em área de uso comum.para unidades consumidoras móveis (trailers. tanques e reservatórios. controlador de velocidade. .para out doors localizados em propriedades particulares. mureta ou poste particular.para telefonia e similares instaladas no passeio público.

devem ser reformadas ou substituídas. devidamente credenciados e identificados. ficando a seu critério a instalação daqueles que julgar necessários bem como sua substituição quando considerada conveniente. acompanhado da ART . somente poderá ter seu início após a liberação do mesmo pela concessionária.1. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. Arquitetura e Agronomia.1. Quando consideradas em desacordo ou prejudiciais aos serviços. às instalações elétricas de sua propriedade. Requisitos para análise do projeto de prédio com múltiplas unidades consumidoras O projeto elétrico da entrada de serviço deve ser apresentado independente da carga instalada. Nota: O projeto. conforme padrões vigentes.Conselho Federal de Engenharia. 7. deve ser submetido à concessionária para revalidação. referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação. somente após vistoria e aprovação da entrada de serviço. as especificações e a construção das instalações elétricas internas do prédio devem obedecer às normas da ABNT. 7. Apresentação O projeto deve ser apresentado. Notas: 1 Os profissionais responsáveis pelos projetos e/ou execuções devem estar com sua situação regularizada junto ao CREA . 7. Arquitetura e Agronomia. uma via será devolvida ao interessado. Não sendo executado dentro deste prazo.1. b) prédio de múltiplas unidades consumidoras.Anotação de Responsabilidade Técnica. . pela concessionária. em três vias (padrão ABNT. 3 O projeto deve atender o que estabelece a NR 10 – Segurança em Projetos. Validade O projeto tem validade de 02 (dois) anos a contar da data de liberação. Notas: 1 Os medidores e equipamentos destinados à medição são de propriedade da concessionária. 7. adaptando-se aos padrões da concessionária.Conselho Regional de Engenharia. devidamente quitada e assinada por profissional habilitado e pelo proprietário. Os mesmos serão instalados. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . d) em unidades consumidoras que venham a ser unificadas. neste período. da administração ou do proprietário do prédio. Análise Após a análise e liberação com ou sem ressalvas. pelo interessado.1. c) em unidade consumidora que venha a ser subdividida. e suas atribuições específicas anotadas em carteiras expedidas pelo Conselho. num prazo máximo de 180 dias após o pedido da ligação provisória. o livre acesso dos representantes da concessionária. pelo interessado. as indicações descritas no ANEXO V. As eventuais ressalvas devem ser observadas e conter a anuência do responsável técnico.3. c) agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades não previstas no item 5. 7. a área de uso comum deve ter medição própria e ser de responsabilidade do condomínio. e conter. de forma a permitir uma única medição.2. PROJETO Deve ser apresentado nas seguintes situações: a) unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW (conforme RIC MT).3. 2 Toda e qualquer obra que necessite de projeto elétrico para entrada de serviço e quadro ou painel de medição. 3 O consumidor deve permitir a qualquer tempo.Regulamento de Instalações Consumidoras 16 b) em prédios de múltiplas unidades consumidoras. de forma a permitir uma medição para cada unidade que resultar da subdivisão. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas.1. dobradas em formato A4) com a área acima do selo reservada para utilização da concessionária. no mínimo. sujeitando-se às possíveis alterações sofridas nos padrões.3. 2 As instalações elétricas de cada unidade consumidora devem obedecer às normas da ABNT.

quando positiva. Cálculo da demanda O cálculo da demanda deve ser feito para a unidade consumidora atendida a quatro condutores. 3 Estas potências se referem à previsão para motores. (d) = demanda das unidades centrais de condicionadores de ar. através da seguinte expressão: D(kVA) = (a+b+1. calculadas a partir das respectivas correntes máximas totais (valores a serem fornecidos pelos fabricantes). considerar como aparelho condicionador de ar central. calculada conforme ANEXO I. etc. d) lojas e semelhantes: 3kW/unidade consumidora com até 30m² de área construída e 5kW/unidade 2 consumidora com área construída superior a 30m (ver Nota 3). considerar 1 HP = 746 Watts e 1 CV = 736 Watts. Serve para determinar a categoria de fornecimento de cada unidade consumidora e do conjunto. fogões. Previsão de carga Nos cálculos de demanda.600W ou 4 kVA (30.2. 1. (c) = demanda dos aparelhos de condicionador de ar.Regulamento de Instalações Consumidoras 17 7. aquecedores. calculada conforme ANEXOS E e F.2. devem ser consideradas.2. Para potências superiores. (e) = demanda dos motores elétricos e máquinas de solda a motor. fornos. além dos valores de carga mínima para iluminação e tomadas. 6 As ampliações de carga previstas.2c+d+e+f). deve ser calculada a partir da carga declarada. com carga instalada superior a 15kW (220/127V) ou 25kW (380/220V). 7. tipo janela. 5 No cálculo de potência para motores. 4 Não deve ser computada a potência de aparelhos de reserva. Notas: 1 Estas potências se referem à previsão para aparelhos de condicionador de ar tipo janela. calculada conforme ANEXO D. conforme ANEXO D. deve ser: a) para 220/127V – 15 kVA. ser considerada como um único motor e convertida em CV. Adota-se a potência em CV mais próxima do valor convertido e sua respectiva carga em kVA. calculada conforme ANEXO H. compatibilizada com as previsões mínimas do ANEXO D e item 7. (unidade em kW). (f) = demanda das máquinas de solda a transformador. conforme ANEXO J. 7. aparelhos de eletrogalvanização e de raio X. considerando o fator de demanda de 100%. b) para 380/220V – 25 kVA. (b) = demanda dos aparelhos para aquecimento (chuveiros.2. Nota: No caso de reforma pode ser usado os dados de placa dos aparelhos existentes para elaboração do cálculo da demanda.1.5kW/unidade consumidora com área entre 40 e 50m² e 2kW/unidade consumidora com área superior a 50m².2. para efeito de utilização da tabela do ANEXO G. sendo: (a) = demanda de iluminação e tomadas.). devendo a diferença entre estes valores e a carga instalada em motores (kW) e/ou condicionadores de ar tipo janela (kW). Método de cálculo A demanda para entrada de serviço individual ou agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades. calculada conforme ANEXO G. . b) unidades consumidoras residenciais de entradas coletivas (ver Nota 2): 1kW/unidade consumidora com até 40m² de área construída. e para o dimensionamento das entradas de serviço. c) salas e escritórios: 1kW/15m² de área construída quando não for prevista refrigeração central (ver Nota 1). com potência até 3. quando calculada. os seguintes limites mínimos de potência para força motriz devem ser considerados: a) residências individuais: 1kW (ver Nota 1).2. considerar como sendo de janela.000 BTU/h). Nota: A demanda mínima a ser considerada por unidade consumidora. 2 No caso de previsão de aparelho condicionador de ar tipo “split”.

Com ramal de ligação aéreo Para atendimento de entrada de energia com demanda até 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. Avaí. Prof. Este produto deve ser multiplicado por 1. Sarmento Leite e Conceição) atendida pela rede de distribuição aérea. admite-se a utilização do fator de diversidade 0. Exemplos de cálculos de demanda Ver ANEXO S. ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA Em zonas de rede de distribuição aérea devem ser: a) com ramal de ligação aéreo (ver figura 1). ou por motivos estéticos. d) ao valor do produto obtido em “c” acrescenta-se a demanda dos serviços de condomínio. utilizar a média aritmética das mesmas.2. o cálculo da demanda da parte comercial deve ser de acordo com item 7.Regulamento de Instalações Consumidoras 18 7. a qual deve ser calculada conforme a metodologia acima. em função do número de apartamentos do edifício.1. comercial e residencial. Notas: 1 Na utilização deste critério. para este atendimento. Notas: 1 A instalação do ramal de ligação é feita exclusivamente pela concessionária. 2 Em área servida por rede aérea. deve ser prevista entrada para a futura rede subterrânea (Net Work). Annes Dias e 1º Perimetral (Loureiro da Silva. 6 Para a ligação em Porto Alegre. obtendo-se a demanda total. . Cálculos de queda de tensão A queda de tensão do circuito alimentador não pode exceder a 2%. conforme ANEXO T.75 sobre o somatório das demandas individuais. 5 Em áreas servida por rede de distribuição subterrânea deve ser consultada a concessionária para obtenção dos padrões de entrada de energia elétrica. 7.4. na área delimitada pelas ruas Duque de Caxias. calculada conforme item 7.2. b) com ramal de entrada subterrâneo (ver figura 1). conforme ANEXO U. e) no dimensionamento do circuito de distribuição. deve ser observada a seletividade da proteção. fica sob sua responsabilidade as eventuais modificações decorrente de alterações na rede de distribuição da concessionária. 2 Em prédios mistos de múltiplas unidades. para dimensionamento da demanda e entrada de serviço.2. 8. Método de cálculo para prédios de múltiplas unidades Em prédios de múltiplas unidades residenciais. 3 Quando o consumidor optar por entrada subterrânea. exclusivamente residencial.20 (fator de crescimento vegetativo).3.2.1 Este valor deve ser somado à demanda da parte residencial. No caso de unidades consumidoras com medidas diferentes. 7. A disposição sobre os padrões de entrada podem ser obtidos junto à Gerência Regional de Porto Alegre. b) toma-se o Fator de Diversidade.2.1. deve-se utilizar a seguinte metodologia: a) toma-se a demanda individual de cada apartamento em função de sua área.5. para aumento de cargas futuras. cabe ao mesmo todo o ônus da instalação inicial e manutenção. observando-se a tabela constante do ANEXO X. havendo necessidade técnica ou interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo. com carga instalada abaixo dos limites de obrigatoriedade constantes no ANEXO J. 4 Em circuito alimentador com eletroduto embutido no piso ou parede os condutores devem ser no mínimo com a mesma seção do ramal de entrada. c) multiplicam-se os valores obtidos em “a” e “b”. conforme NBR 5410. conforme ANEXO J. 8.

consultar ANEXO J. g) devem ser mantidas as seguintes alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo em toda a extensão do ramal (ver figura 2): . classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880. O uso de condutores singelos fica restrito às regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas) e. para condutores singelos.1. sinalização e congêneres.Regulamento de Instalações Consumidoras 19 8.2. Ancoragem Para a ancoragem aérea dos condutores devem ser empregados os seguintes materiais: a) armação secundária de um estribo com isolador tipo roldana 80x76mm. No caso de prédio construído em terreno situado a mais de 30 metros do fim da rede. c) não cruzar ferrovias. Condutor do ramal de entrada Observar as seguintes condições: a) devem ser de cobre. Em caso de identificação por cor.4. c) isolador castanha 60x40mm. a ligação somente pode ser atendida mediante extensão de rede em via pública (ver figura 3).60m dos circuitos de telefonia. Se o terreno for de esquina. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados. rodovias estaduais e federais. .50m em prédios no alinhamento da rua e em locais de circulação exclusiva de pedestres. para tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148. e) entrar pela frente do terreno. consultar figuras 16 e 17.1. considerar a frente do terreno. o neutro deve ser da cor azul-claro. em poste ou parede. 8. também. em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). é permitido entrar com o ramal por qualquer um dos lados. deve ser utilizada outra forma de identificação. terraços ou locais análogos.1. a partir do poste da rede de distribuição da concessionária. Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo. 2 2 Para ramal de ligação com seção superior a 25mm² de cobre e 35mm de alumínio. d) não passar sobre terreno de terceiros.1.5.50m em entradas particulares com acesso de veículos leves a garagens. o lado onde está situada a entrada do prédio. Quando houver acesso por duas ruas. para condutores multiplex. em poste ou parede. caso isso não seja possível. b) armação secundária em liga de alumínio. mantendo um afastamento mínimo como mostra a figura 16. para condutores singelos em postes e pontaletes. Condições gerais Para a ligação do ramal. . b) vão livre não deve ser superior a 30 metros. de dois estribos com isolador tipo roldana 80x76mm. .3. estacionamentos.00m dos circuitos de média tensão. f) ser visível em toda a sua extensão e estar livre de qualquer obstáculo. Notas: 1 Para fixação das armações ou dos isoladores. têmpera mole. dimensionado de acordo com o ANEXO J e observadas as disposições das figuras 2 e 3. para condutores multiplex. verde ou verde-amarelo. O cruzamento deve ser feito através de extensão de rede de distribuição.50m em local acessível a veículos pesados e pista de rolamento (travessia de vias públicas ruas). . com isolamento em PVC 70ºC (tipos BW e BWF).0. deve ser observado o seguinte: a) os condutores devem ser do tipo multiplex. em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). h) manter os seguintes afastamentos verticais mínimos: . Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas. sacadas. opcionalmente em caso de ligações provisórias. desde que não seja a cor azul. 8. Nota: Os condutores devem estar fora do alcance de janelas. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão. saídas de incêndio. é exigido pela concessionária ramal de entrada subterrâneo. quando possível tecnicamente. Para dimensionamento.3. somente em pontaletes e.1.

devem ser fixados no mínimo em três pontos. ou de aço-carbono conforme as NBR 5597 e NBR 5598 (tipo pesado) e NBR 5624 (tipo leve) (ver ANEXO P). o ramal de entrada deve ser trifásico. Para dimensionamento. (ver figuras 6 a 12) para permitir a conexão ao ramal de ligação e aos terminais dos equipamentos de medição (ver figuras 23 e 24). 8. o raio interno de curvatura dos cabos não deve ser inferior ao recomendado pelo fabricante.2. f) as junções entre os eletrodutos e as caixas devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas.5 2 mm . 8. indicado pela concessionária para ligação do ramal.4. os eletrodutos devem ser. ver figuras 6 a 9C. 8. d) na extremidade inicial do eletroduto deve ser empregada curva de raio longo de 90º (duas) ou 180º (uma). h) em entradas coletivas. Com ramal de entrada subterrâneo É obrigatório sua utilização para atendimento de entrada de energia com demanda superior a 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. as caixas de passagem e as linhas de eletrodutos. b) não é permitida a passagem do eletroduto entre o forro e o telhado. preferencialmente do mesmo material do eletroduto. com bucha de proteção (acabamento).2. Condutores Os condutores do ramal de entrada subterrâneo: . após a passagem dos cabos. Este será também o único responsável pela manutenção das características anteriormente encontradas. dentro de um mesmo duto só devem ser instalados cabos de um mesmo circuito. quando o mesmo deve ser bifásico. braçadeiras. quando aparentes. em travessia de via pública deverá ser perpendicular ao meio-fio. classe A. quando de aço. f) em agrupamentos. f) entre caixas de passagem as extremidades dos eletrodutos devem ser vedadas com massa de calafetar. d) os condutores devem correr livremente dentro do eletroduto e não possuir emendas ou o isolamento danificado. e) para fixação das armações ou dos isoladores. h) os eletrodutos não podem estar localizados no interior de vigas e colunas. de acordo com NBR 6150. g) nas deflexões.1. junto à conexão com a rede secundária. obrigatoriamente. Fica facultativo a sua utilização para limites inferiores. consultar ANEXO J. tipo rosqueável. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). Eletrodutos a) devem ser de PVC rígido. devem ser de PVC rígido.30m para inferior. as extremidades dos cabos multipolares. devem ser vedadas com massa de calafetar (ver figura 22). 8. Nota: Fica a cargo do consumidor a obtenção da autorização do Poder Municipal para execução de obras no passeio público.1. c) não é permitido intercalar caixas ao longo do eletroduto. não cortar terreno de terceiros. devem ser construídas obrigatoriamente em locais de uso comum.2. Quando expostas ao tempo. Quando expostos ao tempo.2. preto ou aço zincado a quente. Condições gerais A partir do poste da rede de distribuição. consultar figuras 16 e 17. g) devem ser observadas no máximo três mudanças de direção no eletroduto do ramal de entrada. de no mínimo 1m para a parte superior e 0. especialmente quando atravessar pistas de rolamento. utilizando-se 3 curvas de raio longo de 90º.Regulamento de Instalações Consumidoras 20 c) os condutores devem ter sobra nas extremidades. amarrações com arame liso de aço zincado 14 BWG ou fio de cobre de 2. devem ser dotados de terminais adequados (copo de bloqueio). de PVC rígido. e) os eletrodutos. por meio de fitas metálicas. deve ser observado o seguinte: a) b) c) d) e) respeitar as posturas municipais. exceto no caso de duas medições monofásicas. classe A ou B (ver ANEXO O). exceto nos casos previstos nesta Norma.

Para dimensionamento. esmaltado ou zincado. abraçadeiras ou fita metálica. 2 O eletroduto junto ao poste deve ter na sua extremidade superior bucha rosqueável para acabamento. Em caso de identificação por cor.4.50x0. Podem ser usados dois. c) não devem possuir emendas ou isolamento danificado. XLPE ou PVC. Em qualquer das situações. respectivamente.50x0. a caixa situada na propriedade do consumidor deve possuir dispositivo para lacre e tampa de concreto (ver figura 33). tipo pesado. com isolamento em EPR. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados. verde ou verde-amarelo. d) deve ser prevista a reserva de 01(uma) volta de condutor. e em todos os pontos de mudança de direção dos eletrodutos (ver figura 4). Para dimensionamento. com drenagem (ver figura 33). d) no passeio público por eletroduto de aço zincado. . três ou quatro condutores unipolares.25 m do condutor neutro.30m do poste de derivação da concessionária. dotados de cobertura de PVC de acordo com as NBR 7286. porém quando usado cabo multipolar. conforme NBR 5410. deve ser sempre a quatro condutores. deve ser utilizada outra forma de identificação. PVC flexível. para tensão de 1kV. Para o aterramento deve ser utilizado conector bimetálico e sua fixação com o mesmo material do eletroduto. Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. observando o ângulo de 90º. fixado na extremidade superior do mesmo. consultar ANEXO J. Nos pavimentos em que os eletrodutos forem instalados paralelos as vigas. pode ser utilizado eletroduto de PVC rígido. ou “extra”. os eletrodutos devem ser. 3 No passeio público e nas travessias de pista de rolamento. c) os cabos devem ser protegidos até uma altura de 2. classe “média”. ou eletroduto corrugado.30m acima do eletroduto. quando em instalações aparentes. “pesada”. por meio de eletroduto rígido de aço-carbono. No passeio público a 0. maiores que 30m e para toda a mudança de direção deve ser prevista uma caixa de passagem. em toda a sua extensão. instalados a uma profundidade mínima de 0. 8. por eletroduto de aço zincado. de material aluminizado tipo pesado.15m e nas travessias de pista de rolamento a 0. o neutro deve ser da cor azul-claro. f) os cabos devem ser protegidos ao longo de paredes e postes. revestidas com argamassa ou de concreto. apoiados e protegidos pelas mesmas. desde que não seja a cor azul. c) quando forem usados cabos unipolares. Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas. NBR 7287 ou NBR 7288. devidamente aterrado. consultar ANEXO J. (ver figura 15) b) em regiões com acentuado índice de corrosão (litorâneas ou carboníferas).70m. Eletrodutos Devem ser de diâmetro nominal mínimo de 50mm e proteger os cabos da seguinte forma: a) junto ao poste por eletroduto rígido de aço carbono. com espessura de parede classe "média".3. ou XLPE sem cobertura de acordo com a NBR 7285.2. observando uma distância mínima de 1. rígido rosqueável ou soldável.Regulamento de Instalações Consumidoras 21 a) devem ser de cobre.60m (ver figura 15). a existência dos eletrodutos deve ser sinalizada com uma fita indicativa de "condutor de energia elétrica".60m. com acabamento nas extremidades. observado o raio mínimo de curvatura (especificado pelo fabricante) para a primeira e a última caixa de passagem do ramal. caso isso não seja possível. mediante a utilização de material não corrosivo. obrigatoriamente.30m. com classe de encordoamento 2 conforme tabelas da NBR 6880 (ver ANEXO W). e) nas travessias de pistas de rolamento e entradas de veículos pesados.2. 4 Não deve haver trechos de eletrodutos. b) devem ter as dimensões mínimas conforme o raio permissível dos cabos e pelas necessidades dos trabalhos de enfiação. protegidos por envelope de concreto. galvanizado a fogo. e) para a fixação dos cabos devem ser utilizadas cintas. 8. Podem ser usados eletrodutos de PVC rígido rosqueável ou soldável. deve ser observada a profundidade mínima de 0. Caixas de passagem a) devem ser de alvenaria. "pesada" ou "extra”. porém nunca inferiores a 0. afastadas 0. entre caixas de passagem.

Poste particular Quando necessário para as formalidades descritas no item 3.3. .3. Condições não permitidas: a) instalação de luminárias.Regulamento de Instalações Consumidoras 22 d) uma única caixa em via pública pode atender a mais de uma unidade consumidora em tensão secundária de distribuição.4. Neste caso.3.3. devem ser fornecidos e instalados pelo consumidor. antes de serem fechadas. prolongamento. 8. Poste de concreto Os fabricantes de postes de concreto armado devem atender as recomendações conforme ANEXO Y. e) as caixas de passagem. assinado pelo profissional habilitado.2. Aspectos construtivos 8. 8. Somente deve ser utilizado em medições não pertencentes a agrupamentos. conforme padronização contida neste Regulamento e sujeitos à aprovação da concessionária. deve ser encaminhado à concessionária o Termo de Responsabilidade. Poste de aço com caixa acoplada Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção quadrada. 2 As caixas de passagem.1.2. excetuando-se o ramal de ligação e os equipamentos de medição. e o seu dimensionamento conforme ANEXO K. tais como revestimento. conforme figuras 8A a 8C. quando o poste estiver na divisa dos terrenos adjacentes. 8. Poste de aço Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção circular.34.3. Fornecimento dos materiais Os materiais e equipamentos constituintes da entrada de serviço. Poste particular compartilhado Pode ser utilizado para fixação de um mesmo ramal de ligação para atender simultaneamente duas unidades consumidoras monofásicas. com ramais de entrada e eletrodutos independentes. devidamente identificado.2. conforme figura 30C. É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). utilizadas em travessias de pistas de rolamento. letreiros. observando-se o diâmetro mínimo do eletroduto.3.3. conforme figura 30C e ter a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A. conforme especificações da figura 30B. 8. deve ser empregado um dos tipos indicados nas figuras 30A a 30D. com o respectivo projeto e ART para avaliação e cadastro na concessionária.3. conforme NBR 5410.60m. 6231 e 6232. contendo as necessárias especificações técnicas. e a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A. 8. painéis de propaganda e outros similares no poste particular. deve ter como base a figura 12 e seu dimensionamento conforme ANEXO K. 8457.4.1. 8.30. em tamanho reduzido.3.2. devem ser inspecionadas pela concessionária. Todo protótipo deve ser encaminhado.2.3. desde que ofereça condições técnicas e de segurança (ver figura 4).3. conforme modelo do ANEXO B. talas. Notas: 1 A construção da caixa de inspeção junto ao painel de medidores pode ser substituída por curva de raio longo. 8. etc. ter eletrodutos de PVC instalados externamente. Poste de madeira Deve ser de cerne ou eucalipto tratado. É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 8. Nota: Podem também ser confeccionados no local. como parte integrante da obra. para a instalação do eletroduto na travessia. observados os requisitos das NBR’s 8456.5..2. devem ter suas dimensões internas compatíveis com a profundidade mínima de 0.2.3. Pontalete Quando necessário para as finalidades descritas no item 3. b) alteração das características originais. 8.

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Nota: Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), o pontalete deve ser revestido por duto de PVC. 8.3.5. Responsabilidades É de responsabilidade do consumidor, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e de segurança das instalações internas da unidade consumidora. Sendo constatada qualquer deficiência técnica e/ou de segurança, o mesmo será notificado por escrito, devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado. O consumidor também é responsável pelos equipamentos de propriedade da concessionária e responde por eventuais danos ocasionados aos mesmos, bem como o acesso a estes deve ser mantido limpo, de modo a agilizar as leituras do medidor pela concessionária. 9. MEDIÇÃO 9.1. Tipos São determinados pelo fornecimento e pela demanda calculada, podendo ser: a) Medição direta - em unidades consumidoras atendidas a dois ou três condutores. Incluem-se ainda as atendidas a quatro condutores, com demanda igual ou inferior a 38kVA em 220/127V e 66kVA em 380/220V. b) Medição indireta - em unidades consumidoras atendidas a quatro condutores com demanda superior aos limites estabelecidos na medição direta. 9.2. Caixas e/ou painéis para medição Os fabricantes de caixas de medições devem atender as recomendações do ANEXO AA. 9.2.1. Material Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada, alumínio, resinas poliéster reforçadas com fibra de vidro, policarbonato, polietileno, poliéster ou madeira. Notas: 1 As caixas confeccionadas com madeira de cerne aplainada devem ser pintadas, interna e externamente, com tinta a óleo, esmalte sintético ou envernizadas. Quando forem de uso externo, devem ter a face superior revestida com chapa metálica. 2 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), não devem ser utilizadas caixas para medição confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. 3 As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 4 Os fabricantes de caixas modelos CPO, CPOL, CPOMD e CPOM devem encaminhar seus protótipos para avaliação e cadastro na concessionária. 9.2.2. Modelos Os modelos devem ser: a) b) c) d) e) f) g) h) CI – Caixa Interna; CLI – Caixa Lacrável Interna; CE – Caixa Externa; CLE – Caixa Lacrável Externa; CPO – Caixa de Policarbonato ou Poliéster; CPOL – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Lente; CPOMD – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Módulo para Disjuntor independente; CPOM – Caixa de Policarbonato ou Poliéster Modulada.

Notas: 1 Os modelos CI e CLI devem ser usados embutidos em parede, muro ou mureta. 2 Os modelos CE e CLE devem ser usados ao tempo, junto ao poste e parede. 3 Os modelos CLI, CLE, CPO, CPOL, CPOMD e CPOM dispensam o uso de CP. 4 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM podem ser usados embutidos ou ao tempo. Quando frontal, no alinhamento com a via pública, necessariamente embutidos. 5 O modelo CPOL deve ser usado nas situações previstas no item 6.1.3.

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6 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM não devem ser usados quando os condutores do ramal de 2 entrada forem de seção superior a 25mm . 7 A Utilização de Caixas de Policarbonato Moduladas, (CPOM), em situações não previstas nos agrupamentos do anexo Z, dependem de apresentação de projeto especifico, contendo todo detalhamento das caixas bem como dos componentes necessários para a sua montagem. Sendo que esta alternativa poderá ou não ser aceita pela concessionária 9.2.3. Aplicação Devem ter seu uso de acordo com as seguintes indicações: a) medição individual (ver figura 31(A)) - tamanho 1 ou 1A – para unidade consumidora atendida a dois condutores; - tamanho 2 ou 2A – para unidade consumidora atendida a três ou quatro condutores, com medição direta; - tamanho 3 – para duas medições polifásicas; - tamanho 7 – para unidade consumidora atendida a quatro condutores com medição indireta. b) medições agrupadas não pertencentes a prédio de múltiplas unidades - tamanhos 4 e 5 (ver figura 31(B)). - demais tamanhos conforme ANEXO Z. c) quadro ou painel de medidores pertencentes a prédios de múltiplas unidades (ver figuras 25 a 28) 9.2.4. Fixação As caixas devem ser fixadas, conforme figuras 18 a 21. 9.2.5. Instalação Deve ser observado o seguinte: a) as caixas para medições individuais devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. b) as caixas para agrupamentos não pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com as combinações 1 a 5, 10 e 17, constantes do ANEXO Z, devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. As demais combinações constantes do mesmo anexo devem ter altura de 1,80m. c) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, devem ser instalados de maneira que a aresta inferior fique a uma altura mínima de 0,40m e a aresta superior a uma altura máxima de 2,20m, em relação ao piso acabado; d) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com dois níveis de distribuição (alinhamento de CP’s), deve observar uma altura máxima de 1,8m em relação ao piso acabado. 9.2.6. Conservação As caixas e compartimentos destinados à instalação dos medidores, devem ser mantidas em bom estado de conservação e limpeza, sendo proibida a sua utilização para outras finalidades. 9.3. Caixa de proteção (CP) Os modelos encontram-se na figura 32 sendo instaladas de acordo com as seguintes indicações: a) CP1 - medição individual ou em agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades, atendidas a dois condutores; b) CP2 - medição direta individual atendida a três ou quatro condutores; - medição direta em prédio de múltiplas unidades, independente do número de condutores; - medição indireta.

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9.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) Deve ser instalada de acordo com as seguintes indicações: a) medição indireta; b) prédio de múltiplas unidades consumidoras; c) agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com mais de quatro ligações a dois condutores e demais casos previstos no ANEXO Z; Notas: 1 Suas dimensões devem ser compatíveis com a necessidade exigida pelos circuitos de distribuição. 2 Os tamanhos mínimos padronizados encontram-se na figura 32. 9.4.1. Instruções para montagem a) as CED´s devem conter sempre barramentos adequados, exceto aquelas com no máximo 03 circuitos de distribuição com condutores de 10mm²; b) todos os condutores do circuito de distribuição devem ser conectados ao barramento de forma individual, com conectores apropriados; c) para a instalação do disjuntor geral, deve ser observado o item 10; d) deve ser observado um afastamento mínimo de 60mm entre as barras e/ou barras laterais da CED; e) quando não houver necessidade de instalação de barramento, pode ser utilizada uma CED com dimensões mínimas de 300x400x200 mm; 9.5. Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores a) os condutores dos circuitos de distribuição, bem como os destinados a ligação dos medidores, devem ter a classe de encordoamento 2 (cabo) e seção mínima de 10 mm²; b) os condutores destinados a ligação dos medidores devem ser de seção máxima de 35mm², tendo um comprimento mínimo de 30 cm e com as extremidades isoladas. A conexão destes ao circuito de distribuição, deve ser feita mediante a utilização de conector tipo parafuso fendido, de cobre ou cobreado, isolados com fita de autofusão e protegidos por fita isolante. No caso de condutores com seção de 10 mm², estes devem ser espiralados (enrolados) aos condutores de distribuição antes da utilização do conector; c) todos os condutores que compõem o circuito de distribuição, inclusive as derivações para a ligação do medidor, devem estar identificados nas cores correspondentes as utilizadas no ramal de entrada; d) os condutores do circuito alimentador devem estar identificados após a curva de saída da caixa de proteção (CP), antes do disjuntor geral; e) o circuito de distribuição e as derivações para a ligação do medidor devem ser a quatro condutores, independentemente do tipo de fornecimento projetado exceção feita aos agrupamentos do ANEXO Z; f) cada circuito de distribuição deve atender, no máximo, a cinco unidades consumidoras residenciais ou a quatro comerciais e mistos. O diâmetro do eletroduto de PVC não deve ser inferior a 32 mm e superior a 40 mm. A seção dos condutores deve ser no máximo 50 mm²; g) numerar a CP de serviço com o número do prédio. Cada unidade consumidora deve ter identificação na tampa da respectiva caixa de proteção (CP), com número pintado em cor contrastante com a mesma. Aptos, lojas e salas não podem ter o mesmo número. Não será aceita a identificação com letras ou outros tipos de códigos (ver figura 25). Nas galvanizadas a identificação deve ser em chapas rebitadas; h) quando houver mais de um centro de medição, deve ser indicado na tampa da CED, junto ao disjuntor correspondente, a localização (andar, bloco, etc.) dos demais centros; i) deve ser instalado no mínimo um ponto de iluminação no quadro ou painel de medição. Quando superior a 3 m deve ser instalado 2 pontos de iluminação. Em painéis de mais de uma face deve ser adotado no mínimo 1 ponto de iluminação por face. O interruptor deve ser localizado junto ao quadro ou painel, alimentado através da medição do serviço, de forma a facilitar a leitura e serviços internos; j) as portas devem possuir venezianas, sem visores, dotadas de fechadura ou cadeado padrão das concessionárias. Podem ser de correr ou com dobradiças de forma a permitir o livre acesso a todos os componentes (CED, CD’s e CP’s). As folhas das portas com dobradiças não devem ter

2.CED. não pode conter tubulação de qualquer espécie.1.pinos reflorestados. não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do ramal de entrada. a distância mínima na face adjacente deve ser igual a profundidade destas. dos cabos que interligam o transformador ao disjuntor geral. devem ser empregados os seguintes disjuntores: a) unipolar para unidade consumidora tipo A. com avanço frontal mínimo de 10 cm. Conforme a unidade consumidora. para ramal de entrada com cabo de cobre 10mm². quando este poderá estar localizado na parte inferior. o disjuntor geral deve estar intertravado eletricamente com a seccionadora de média tensão. (ver detalhe da figura 22). c) tripolar para unidade consumidora tipo C.painel de tiras orientadas .3. Com um único centro de medição O disjuntor geral deve ser instalado na Caixa de Entrada e Distribuição . PROTEÇÃO GERAL 10. b) em instalação com medição indireta de BT. não devem ser utilizadas portas de correr. 10. .2. . Não deve interromper o fornecimento de energia ao sistema de emergência. constituído dos seguintes materiais: . 10.3.2. Quando forem utilizadas CED’s ou CD’s.compensado resinado. antes do barramento. Prédio de múltiplas unidades consumidoras 10. Deve ser certificado pelo INMETRO.CD . 10. exceto para o caso de prédio com posto de transformação interno.3. de 70x60cm para CP4 e 70x120cm para a CED ou 40x60cm para a CD.3.1. O valor mínimo para este disjuntor é de 3x50 A. sempre do lado direito deste. m) as junções entre os eletrodutos e as caixas (CED . . não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do circuito alimentador da unidade consumidora. a distância mínima entre as dobras e as CP’s deve ser de 20 cm.80m de largura. macho e fêmea. No caso de painéis não abrigados.. lisa. na tensão de 380/220V e 3x70A para 25mm² na tensão de 220/127V. l) o espaço mínimo para montagem de caixas e painéis deve ser de 40x60cm para instalação de CP2.madeira de cerne. portanto.2. conforme figura 24. com capacidade de interrupção mínima de 10 kA em 127/220 V e 5 kA em 220/380 V. Quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. 10. k) o fundo do quadro ou painel deve ter no mínimo 2cm de espessura e ser envernizado ou pintado com tinta a óleo na cor cinza. e ter dispositivo para desligamento à distância.”OSB” . exceto nos seguintes casos: a) em instalação com o uso de caixa de policarbonato. Disjuntor de proteção dos circuitos alimentadores das unidades consumidoras O disjuntor deve ser certificado pelo INMETRO e dimensionado de acordo com o item 7. o) a parede utilizada para a fixação do painel de medidores deve ser de uso exclusivo do mesmo. quando o dimensionamento deve ser efetuado através de cálculo do curto circuito.Regulamento de Instalações Consumidoras 26 mais de 0. com a largura entre 5 e 15cm. b) bipolar para unidade consumidora tipo B. A corrente nominal do disjuntor geral deve ser igual ou superior à demanda calculada conforme item 7.CP) devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas. Disjuntor geral Deve assegurar a proteção do ramal de entrada ou no caso de prédio com posto de transformação interna. p) nos painéis de medidores não abrigados deve-se prever uma pingadeira. n) em painéis com mais de uma face. Unidade consumidora O disjuntor geral deve ser instalado após o medidor. observando–se os códigos de postura dos Municípios.3. observado o que consta na Nota 4 do item 10.

Este pode ser dispensado.3. a montante. Neste caso. Partindo da CED. no final do circuito. Cada circuito pode ter derivações. os condutores das derivações devem ter a mesma seção do circuito principal.20.Regulamento de Instalações Consumidoras 27 10. isoladas com fitas autofusão e isolante plástico.: podem ser efetuadas interligações utilizando-se a combinação dos dois exemplos acima. se o disjuntor a montante estiver instalado na mesma sala (espaço físico) e seja visível ao operador. e ter dispositivo para desligamento à distância. multiplica-se a corrente nominal do disjuntor a jusante pelo fator de ≥1. vários centros de medição.3 CD1 Desligamento à distância Observar Nota 4 CD2 CD3 CED Exemplo 2 – Vários circuitos de interligação a partir da CED Sistema de Emergência CD1(na mesma sala da CED) CD2 CD3 Desligamento à distância Observar Nota 4 CED Obs. ou seja. O valor mínimo deste disjuntor é definido de acordo com o item 10. devem ser instalados.3. a jusante. múltiplas saídas da CED com várias derivações em cada uma. Com dois ou mais centros de medição O disjuntor geral deve ser instalado na CED. b) o segundo. Exemplo 1 – Circuito de interligação com derivações: Sistema de Emergência Conexões conforme 10. com capacidade de condução igual ou inferior a do condutor do referido circuito. da seguinte forma: a) o primeiro. podendo suprir desta forma. c) para o dimensionamento do disjuntor a montante. em série. pode haver um ou mais circuitos de interligação. abertura sob carga (sem fusível). dois disjuntores termomagnéticos. no início do circuito.3. As conexões das derivações devem ser com conector tipo parafuso fendido de cobre ou bimetálico. antes do barramento. Para cada circuito de interligação. Junto a CED deve ser instalada no mínimo uma medição.2.3. Havendo dificuldade de coordenação e seletividade. o disjuntor a jusante pode ser substituído por uma chave seccionadora tripolar. .

uma vez rompido o vidro e acionado o dispositivo. O valor da resistência de aterramento não deve ser superior a 25 ohms. ser contínuo. Para dimensionamento do condutor e do eletroduto. O sistema (CP e disjuntor) deve ser sinalizado com pintura em vermelho e conter os dizeres: “SISTEMA DE EMERGÊNCIA”. Aterramento A haste de aterramento pode ser do tipo cantoneira de aço zincado. 10. No caso de não ser atingido esse limite com uma única haste.1. 10. 10.10 m em relação ao piso acabado. no caso de dificuldades para a cravação (cavidade de inspeção). 3 O eletroduto do condutor de aterramento deve ter sua extremidade superior (dentro da CED. podendo o consumidor instalar a haste em local situado até 5m da medição.50 m com tolerância de + 0. deve ser através de circuito distribuição independente e com medição própria. Podem ser usados outros tipos. Não é permitido o uso de canalização de água. aço zincado ou aço revestido de cobre.5. No entanto. a menos de 5 metros da entrada principal. o fornecimento de energia elétrica a elevadores.2. Caso não seja possível. circuitos de iluminação e de equipamentos destinados à detecção. em qualquer época do ano.3. e interligadas através de condutor do mesmo tipo e seção do aterramento. as seguintes condições: a) b) c) d) estiver localizado fora de cubículo. com ligação individual a dois condutores. em caixa fechada com tampa de vidro. 10. sem emendas ou dispositivos que possam causar sua interrupção.5. com isolamento para as tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148 e NBR 5410. conforme ANEXO A. de comprimento igual a 2000mm ou 2400mm. instalar placa de acrílico com a advertência: “ATENÇÃO! Disjuntor energizado pela parte superior”.5. não pertencente a prédio de múltiplas unidades.4. para aterrar o condutor neutro. 2 Os disjuntores devem ser energizados pela parte inferior. não é permitida.. e aprovados pela concessionária no momento da vistoria da entrada de energia. devem ser usadas tantas quantas forem necessárias. desde que recomendados pela NBR 5410. a uma altura de 1. . prevenção e evacuação de prédios sob sinistro ou combate ao fogo. gás. Notas: 1 O condutor deve estar protegido por eletroduto de PVC rígido. Este dispositivo deve estar localizado próximo à entrada principal do prédio. no mínimo. Condutor neutro O condutor neutro deve ser de seção igual a dos condutores fase. com conector adequado conforme NBR 5410. 2 O ponto de conexão do condutor de aterramento à haste. ligado antes da proteção geral da edificação. A e B). CD ou CP) vedada com massa de calafetar ou produtos similares. 3 Em agrupamento com até 4 consumidores. exceto o sistema de emergência quando houver (ver detalhe nas figuras 25 a 28). no pavimento térreo. consultar ANEXO J. deve ser acessível por ocasião da vistoria da entrada de energia. etc. pode ser dispensada a instalação do disjuntor geral (ver ANEXO Z fig. bombas de recalque. não existir abertura entre a entrada principal do prédio e o centro de medição. simultaneamente.Regulamento de Instalações Consumidoras 28 Notas: 1 Os disjuntores instalados na CED ou CD’s devem ter alavanca de acionamento exposta. não podendo ser instalado nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção. de forma a permitir a utilização do sistema TN-S. este dispositivo pode ser dispensado se o disjuntor geral satisfizer. 4 A instalação do dispositivo de comando de desligamento à distância. 10. Condutor de aterramento Deve ser de cobre. haste de cobre. Sistema de emergência Quando necessário. Esquema de aterramento O condutor neutro e o de proteção devem ser independentes. distanciadas entre si de dois metros.5. quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. No caso de sinistro. o mesmo deve interromper o fornecimento de energia de todo o prédio. com pintura na cor branca (ver figura 29). tão curto e retilíneo quanto possível.

1.6.8. 10.usar a metade da seção do condutor utilizado.7.5. com bitola conforme: a) condutor neutro de 6 a 10mm² . 10. quadro ou painel de medidores. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão. c) condutor neutro acima de 35mm² . forem ultrapassados os limites estabelecidos ou quando em condições de partida difícil o tornarem aconselhável (ver ANEXO L). exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras. Dispositivo limitador de corrente de partida Os motores trifásicos devem possuir dispositivos para redução de corrente de partida. perigosas em caso de falta fase-massa. do ponto de vista estritamente material. desde que as conseqüências dessa omissão.6.2. devido a sua potência. Proteções adicionais 10. conforme estabelece a NBR 5410.da caixa de entrada e distribuição (CED) ou caixa de distribuição (CD) (ver figuras 25 a 28). Proteção de sub-tensão e falta de fase Os motores devem possuir dispositivos de proteção para sub-tensão e falta de fase.4.6. 10. constituírem um risco calculado e assumido por parte do responsável pela unidade consumidora. Proteção contra sobretensões transitórias 10.Regulamento de Instalações Consumidoras 29 O condutor neutro da entrada de energia deve ser aterrado num único ponto. partindo: a) nas medições individuais . Os condutores de proteção das unidades consumidoras devem ser conectados adequadamente e individualmente na barra. Barra de proteção Deve ser instalada junto à caixa de medição.usar condutor de igual bitola. 10. A e B e figura 24). Nota: A NBR 5410 estabelece que em nenhuma hipótese a proteção pode ser dispensada. nos quais o mesmo pode estar localizado fora do painel. Proteção contra inversão de fases Recomenda-se a instalação de dispositivos de proteção contra inversão de fases para motores elétricos. desde que indicado no projeto. através de relés apropriados ou qualquer outro dispositivo de proteção para este fim. O dimensionamento conforme NBR 5410.da caixa de proteção (CP) ou compartimento lacrável (ver ANEXO Z fig. cujo objetivo é evitar tensões de contato. 10. Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo. b) condutor neutro de 16 a 35mm² . toda instalação consumidora deve ser provida de dispositivo de proteção contra sobretensões transitórias. Será exigida a instalação de dispositivo limitador de corrente de partida sempre que.7. Conforme estabelece a NBR 5410. 10. Recomenda-se a utilização do condutor de proteção.5.usar condutor de 16mm².1. nos quais a mesma pode estar localizada fora do painel. 10. classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880. . conforme estabelece a NBR 5410. Deve também ser disponibilizado dentro da caixa ou painel de medição.7. Condutor de proteção Deve ser ligado diretamente na haste de aterramento e ser independente do condutor neutro. internas ou externas ao prédio. desde que indicado no projeto.1. devidamente identificado pela cor verde-amarelo ou verde.2. b) nas medições de prédios de múltiplas unidades e agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades . A NBR 5410 admite que a instalação consumidora não disponha da proteção contra sobretensões citada em 10. com a equalização de potencial.7. se essas conseqüências puderem resultar em risco direto ou indireto a segurança e a saúde das pessoas. disponível no mercado. exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras.5.

01 de janeiro de 2011.4 e passa a vigorar a partir desta data.Regulamento de Instalações Consumidoras 30 11.RGE . VIGÊNCIA Este regulamento anula a versão 1. AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A – AES Sul Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica – CEEE Distribuição Rio Grande Energia S/A .

Anexos .

2mm de espessura e 10m de comprimento 100mm² de seção.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.60m.60m. Posição horizontal Profundidade mínima de 0. Posição horizontal Haste de aço zincado Haste de aço revestida de cobre Haste de cobre Fita de cobre Fita de aço galvanizado Cabo de cobre Cabo de aço zincado Cabo de aço cobreado . Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0. 3mm de espessura e 10m de comprimento 25mm² de seção e 10m de comprimento 95mm² de seção e 10m de comprimento 50mm² de seção e 10m de comprimento Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Profundidade mínima de 0. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0.60m.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.40m de comprimento 25mm² de seção.60m.00m ou 2. Posição horizontal Profundidade mínima de 0.00m ou 2.60m.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 32 ANEXO A Eletrodos de Aterramento Convencionais Tipo de Eletrodo Tubo de aço zincado Dimensões Mínimas 2.4m de comprimento e diâmetro nominal de 25mm Observações Enterramento totalmente vertical Perfil de aço zincado Cantoneira de 20mm x 20mm x 3mm com 2.00m ou 2.40m de Enterramento totalmente vertical comprimento Diâmetro de 15mm com 2.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 33 ANEXO B Formulário Modelo Termo de Responsabilidade Nome e Título Profissional Endereço CPF Cidade CREA Endereço da obra Descrição do poste Cidade Comprimento nominal (m) Resistência nominal (daN) Responsável: Assinatura: data: ____/____/____ .

200 300 350 1.000 1.300 150 120 140 1.960 3.000 5.700 5. .500 1. estes devem ser os valores mínimos a considerar.500 2.000 900 450 900 1.700 1.500 200 3.000 350 300 750 1.200 50 400 400 2.550 200 350 1.200 2.500 100 Nota: Na falta das potências nominais de placa dos aparelhos.300 3.200 1.600 5.5 cv/hp Refrigerador Secador de cabelo Secadora de roupa Televisor Torneira elétrica Ventilador Comum Duplex ou freezer Comum Regulável POTÊNCIA (Watt) 200 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 34 ANEXO C Potência média de aparelhos eletrodomésticos e motores APARELHO Aparelho de som Aquecedor de ambiente Aspirador de pó Aquecedor central de água Balcão frigorífico Batedeira Boiler 40 litros Boiler 80 litros Cafeteira Computador Condicionador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Exaustor Ferro elétrico Forno elétrico Forno de microondas Freezer acima de 200 litros Freezer até 200 litros Freezer balcão Fritadeira Grill Impressora jato de tinta Impressora laser Liquidificador Máquina de lavar louça Máquina de lavar roupa Motor 3 cv/hp Motor 4 cv/hp Motor 5 cv/hp Motor 7.500 5.

100 1.500 5.000 18.500 4.000 30.500 W 900 1.900 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 35 Potência média de condicionadores de ar tipo janela (220V) CAPACIDADE BTU/h 7.775 2.400 1.000 Kcal/h 1.5 8.300 1.000 12.5 13 14 18 .080 4.100 2.600 POTÊNCIA VA 1.550 1.250 7.100 8.5 9.860 3.500 10.500 3.125 2.000 3.900 2.000 CORRENTE A 5 7 7.800 3.600 2.650 1.000 21.000 14.600 1.

salões de beleza e semelhantes Garagens. por sua natureza. salões para exposições e semelhantes Barbearias. depósitos. 2 Não estão considerados nesta tabela os letreiros luminosos e a iluminação de vitrinas. nunca deve ser inferior a 2. além de satisfazer a condição 2 mínima de 30W/m de área construída. devem ser consideradas com o fator de demanda de 100%.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 36 ANEXO D Carga mínima e fatores de demanda para iluminação e tomadas CARGA MÍNIMA 2 (W/m ) 50 20 15 30 20 15 30 5 500 30 20 30 50 20 DESCRIÇÃO Bancos Clubes e semelhantes Igrejas e semelhantes Lojas e semelhantes Restaurantes e semelhantes Auditórios. a carga seja utilizada simultaneamente.2kW por unidade. . áreas de serviço e semelhantes Letreiro luminoso Oficinas Posto de abastecimento Escolas e semelhantes Escritórios e salas Hospitais e semelhantes FATOR DE DEMANDA % 86 86 86 86 86 86 86 86 100 100 para os primeiros 35 para o que exceder de 100 para os primeiros 40 para o que exceder de 86 para os primeiros 50 para o que exceder de 86 para os primeiros 70 para o que exceder de 40 para os primeiros 20 para o que exceder de 50 para os primeiros 40 para os seguintes 30 para o que exceder de Potência 0<P≤1 1<P≤2 2<P≤3 3<P≤4 4<P≤5 P (kW) 86 75 66 59 52 5<P≤6 6<P≤7 7<P≤8 8<P≤9 10 < P 20kW 20kW 40kW 40kW 12kW 12kW 20kW 20kW 50kW 50kW 20kW 80kW 100kW 45 40 35 31 24 Hotéis e semelhantes 20 Residências 30 9 < P ≤ 10 27 Notas: 1 Instalações em que. 3 O valor da carga para iluminação e tomadas de unidades residenciais.

00 2 2.40 1 1. deve ser considerado um fator igual a 100% e a demanda em kVA.60 3 3.76 10 9.63 7½ 7.70 3/4 1.24 20 16.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 37 ANEXO E Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em residências/apartamentos POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 Acima de 75 FATOR DE DEMANDA (%) 100 85 80 75 70 65 60 ANEXO F Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em escritórios / salas POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 25 26 a 50 51 a 100 Acima de 100 FATOR DE DEMANDA (%) 100 90 80 70 Nota: Quando se tratar de unidade central.20 1/2 1.45 5 5.60 40 30. ANEXO G Cargas individuais de motores POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) 1/6 0.00 30 24. .40 1/3 0.80 Fatores de demanda NÚMERO TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 2 90 3a5 80 Mais de 5 70 Nota: A demanda de 1 conjunto de motores será o produto do somatório das cargas individuais pelo fator de demanda correspondente ao número total de motores que compõem o conjunto.40 1/4 0.80 50 40.43 25 20.01 15 12. determinada através dos dados fornecidos pelo fabricante.30 1½ 2.

sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: b = chuveiros + aquecedores + torneiras +.. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 38 ANEXO H Fatores de demanda para aparelhos especiais APARELHO Solda a arco e galvanização Solda a resistência Raio X POTÊNCIA 1º Maior 2º Maior 3º Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 40 30 100 60 100 70 Nota: Máquinas de solda tipo motor-gerador devem ser consideradas como motores. separadamente... ANEXO I Fatores de demanda para aparelhos de aquecimento resistivos NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 14 41 2 75 15 40 3 70 16 39 4 66 17 38 5 62 18 37 6 59 19 36 7 56 20 35 8 53 21 34 9 51 22 33 10 49 23 32 11 47 24 31 12 45 13 43 25 ou mais 30 Nota: Para o dimensionamento de ramais de entrada destinados a atender a mais de uma unidade consumidora.. devem ser aplicados fatores de demanda para cada tipo de aparelho...

5 7. a queda de tensão máxima admitida é de 2%. 3 Para determinar o tipo de disjuntor a ser empregado.5   7.5 10 12 15     5 3 5 5 10 12 12      3 5 15 20 25 30 30 30 30      15 20 25 30 40 50    220/127 C ≤ 15 C ≤ 25   D ≤ 19 19<D≤26 26<D≤32 32<D≤46 46<D≤66 66<D≤82 82<D≤99 99<D≤115 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 6 10 6 10 10 25 35 50 70 95 10 380/220 C ≤ 75 IND. ENTRADA SUBTERRÂNEA  D≤11 DIR 10 D-10 Notas: 1 O valor de "D (kVA)" refere-se à demanda calculada conforme o item 7. consta nos itens 8.1.. para fornecimento tipo C7.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 39 ANEXO J Dimensionamento da entrada de serviço FORNECIMENTO PROTEÇÃO TIPO DE MEDIÇÃO CONDUTOR (mm²) Aterramento RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA Proteção ELETRODUTO DN (mm) Aterramento / Proteção RAMAL DE ENTRADA LIMITE DE POTÊNCIA MAIOR MOTOR OU SOLDA A MOTOR (CV) CARGA INSTALADA C (KW) TIPO DEMANDA CALCULADA D (KVA) TENSÃO (V) DISJUNTOR TERMOMAGNETICO (A) COBRE ALUMÍNIO COBRE ISOLADO AÇO PVC FN FF FFF A1 B1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 A2 B2 C13 C14 C15 C16 C17 C18 C19 C20 220 A3 C ≤ 10 C ≤ 15   D ≤ 10 10<D≤15 15<D≤19 19<D≤27 27<D≤38 38<D≤47 47<D≤57 57<D≤66 66<D≤76 76<D≤86 86<D≤95 95<D≤115 DIRETA 50 50 30 40 50 70 100 125 150 175 200 225 250 300 40 50 30 40 50 70 100 125 150 175 50 DIRETA 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 10 10 6 10 10 25 35 50 70 95 120 150 185 240 10 10 6 10 10 10 10 16 25 25 35 50 50 70 6 10 6 10 10 10 10 16 25 35 10 10 10 6 10 10 16 16 25 35 50 70 70 95 120 6 10 6 10 10 16 16 25 35 50 10 20 20 20 25 25 32 32 40 50 50 65 100 100 100 20 20 20 25 25 32 32 40 50 65 20 25 25 25 32 32 40 40 50 60 60 75 100 100 100 25 25 25 32 32 40 40 50 60 75 25 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 40 40 40 50 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 20 1 2 1 1 2 2 3 5 7. 4 Os condutores foram dimensionados para uma temperatura ambiente de 30ºC. 8 No município de Porto Alegre será aceito ramal de ligação aéreo (Q-50mm²). no fornecimento A3. 9 Recomenda-se para o fornecimento tipo A3 a utilização de disjuntor com curva classe “C”. 7 A potência máxima para motor ou solda a motor. desde o transformador até o ponto de entrega.2.3 e 8.5 C ≤ 75 INDIRETA ENTRADA SUBTERRÂNEA  3 2 2 3 5 7. 10 Motores individuais com potência de 5 ou 7.2. 5 A especificação dos condutores para cada finalidade. foi determinada em função da sobrecorrente que o disjuntor pode suportar no tempo requerido para a partida do motor.2. 2 Os disjuntores foram dimensionados com base na sua capacidade nominal definida para a temperatura de operação de 40ºC.5 7. dentro de cada categoria.5 7. consultar o item 10.5    3 3 2 3 3 5 7. .5 7. 6 As dimensões dos eletrodutos de aço referem-se ao tipo leve I (NBR 5624).5 CV. devem ser dotados de dispositivo para partida indireta. 11 Para a ligação de motores no fornecimento tipo A3.

20 7.35 Carga nominal para poste de aço com caixa acoplada Item 1 2 3 Ramal de Ligação Duplex . concretar a base. a fim de que sejam obtidas as alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo. conforme o item 8. .30 7. (mm x mm) 76 x 4.0 / 1.5 12 x 12 15 102 x 5.10 mm2 Triplex – 10 mm2 Quadruplex – 10 mm2 Altura do poste 5 m/7 m 5 m/7 m 5 m/7 m Esforço mínimo 60 daN 80 daN 80 daN Notas: 1 Para carga nominal de 300daN.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 40 ANEXO K Dimensionamento de postes e pontaletes Carga nominal RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR (mm²) MULTIPLEX (alumínio) D-10 T-10 T-16 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 Q-50 ---D – Duplex SINGELO (cobre) 2 x 10 3 x 10 4 x 10 4 x 16 4 x 25 CONCRETO ARMADO CARGA NOMINAL (daN) 80 100 200 300 18 x 18 22  POSTE EUCALIPTO (cerne ou tratado) QUADRADO (cm x cm) CIRCULAR ø (cm) TUBO DE AÇO (zincado) Ø EXT.5 / 1.0 / 1.10 6.1.0 / 1. dependendo da topografia do terreno. 2 Outras alturas e disposições podem ser utilizadas.6 sendo: e = parte engastada L = comprimento total 3 1 daN = 1kgf.0 50  25 PONTALETE ELETRODUTO DE AÇO (zincado pesado) DIÂMETRO NOMINAL (mm) T – Triplex Q – Quadruplex Comprimento e engastamento RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COMPRIMENTO/ENGASTAMENTO (m) Mesmo lado da rede Lado oposto da rede concessionária CONDUTOR MULTIPLEX SINGELO concessionária 5.1g e figura 2. Neste caso a parte engastada deve ser obtida através da seguinte expressão: e = L/10 + 0. x ESPESS.

Podem haver motores com tensões de placa 220/380/440/760V. o motor apresenta cos φ abaixo do nominal minimizando as perdas por reativos.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. sendo a faixa de freqüência de 45 Hz até 66 Hz. A tensão de utilização deverá ser na faixa de 200 V – 15% a 500 V + 10%. (c) .5 < P ≤ 50 INDIRETA AUTOMÁTICA As outras características são idênticas ao das chaves manuais (a) . bastando ligar em estrela paralelo ou triângulo paralelo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 41 ANEXO L Dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos TENSÃO DA REDE (V) 220/127 ≤ 7.5 Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora Resistências ou Reatâncias de Partida Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora 5 < P ≤ 15 7.5 < P ≤ 50 5 < P ≤ 30 7. Chaves estática de partida e parada de motores (soft-starters): Chave estática ajusta à tensão que chega ao estator do motor através de comando microprocessado que controlará os tiristores através da variação do ângulo de disparo dos mesmos.5 < P ≤ 25 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 TENSÃO DE PLACA (V) 380/220 (a) 220 380/220 (b) 380 380/220 (c) 660/380 220/380/440/760 220/380/440/760 380/220 220/380/440/760 ROTOR PARTIDA CHAVE TIPO POTÊNCIA P (cv) NÚMERO DE TERMINAIS  3 Y 6 ∆ 3 Y 6 Y 6 Y 12 ∆s 9 Ys ou 6∆ 3∆  3∆ 6∆ 6∆ 12 ∆// 9 Y// TAP’s TAP’s DE PARTIDA DIRETA ≤5  ou     INDIRETA MANUAL INDUÇÃO GAIOLA 12 Ys 12 Y// 6 Y ou 6 ∆ 12 ∆// ou 12 Y// ou  50. fornecendo a potência ativa necessária. DEVERÁ TER CAPACIDADE DE SOBRECARGA DE 200% POR 3 SEGUNDOS SEGUIDA DE 150% POR 60 SEGUNDOS. A FIM DE MANTER A VELOCIDADE DESEJADA DO MOTOR AO LONGO DE UMA EXTENSA FAIXA DE CONDIÇÕES DE CARGA. alivia os altos conjugados de aceleração de motor e protege a rede das correntes de partida elevadas. podendo ter 9 ou 12 terminais.Idêntica a (b). ADEQUADO PARA CONTROLAR A VELOCIDADE DE MOTORES TRIFÁSICOS.O número sublinhado é a tensão de funcionamento do motor.65 e 80  50 Igual a chave série-paralelo desde que os valores em ohms das resistências ou reatâncias sejam iguais ou maiores que o valor obtido da relação 60  cv (220/127) e 180  cv (380/220) 5 < P ≤ 15 7. OUTROS DISPOSITIVOS INVERSOR DE FREQÜÊNCIA: INVERSOR DE FREQÜÊNCIA COM CAPACIDADE DE CONTROLE SEM SENSOR. O COMANDO VETORIAL SEM SENSOR DEVERÁ PERMITIR AO INVERSOR CALCULAR AS ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS NA CORRENTE DE SAÍDA E NA FREQÜÊNCIA. funcionando nas duas tensões de rede.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 30 7. Desta forma. devendo porém ter somente 12 terminais. (b) .5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. Estando com carga reduzida. .

1880 0.8843 0.0553 0.2 x 12.6 x 12.1880 0.59 12.7 x 3.1450 0.0276 0.2210 0.18 19.0553 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 42 ANEXO M Capacidade de condução de corrente para barramentos de cobre sem pintura Dimensões Polegadas 1/2 x 1/16 3/4 x 1/16 1 x 1/16 1/2 x 1/8 3/4 x 1/8 1 x 1/8 1 1/2 x 1/8 1 x 3/16 1 1/2 x 3/16 2 x 3/16 1 x 1/4 1 1/2 x 1/4 2 x 1/4 2 1/2 x 1/4 2 3/4 x 1/4 3 1/2 x 1/4 4 x 1/4 1 x 1/2 2 x 1/2 3 x 1/2 4 x 1/2 Milímetro 12.4 x 3.1870 0.1450 0.1 x 3.35 88.0 x 3.77 25.8 x 12.35 50.77 38.2330 0.4 x 6.2300 0.4 x 1.8591 0.0982 0.1870 0.2280 0.7 x 1.0 x 1.9 x 6.1670 0.0736 0.18 25.2100 0.1474 0.59 19.8 x 4.8 x 6.77 Corrente A 96 128 176 144 208 250 370 340 460 595 400 544 700 850 1000 1130 1250 600 1010 1425 1810 Resistência m /m 0.59 25.4421 0.4 x 12.0184 0.0738 0.77 50.0316 0.1 x 4.35 38.0400 0.18 25.18 38.1630 0.1320 0.4421 0.35 70.1300 Nota: 1 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.35 25.1550 0.70 50. .70 76.5 x 6.2100 0.35 101.0276 0.0442 0.35 63.1474 0.1510 0.1 x 6.70 101.2955 0.6 x 6.4 x 4.2430 0.2430 0.0138 Reatância m /m 0.2070 0.1110 0.2 x 6.1700 0.

0 41.3 21.2 3.6/1kV.5 12 17.6 50.4 3.0 12.6 35. EPR – XLPE 90º C – Enterrado no solo. alvenaria.8 3.8 13.5 15.2 47. Isolação 0.7 27. de forma bem visível e indelével: marca do fabricante.0 3.0 1.1 53.0 4.2 42.3 + 0. 2 Os eletrodutos devem trazer.4 75. TEMPERATURA AMBIENTE: 30º C para linhas não subterrâneas e 20º C (temperatura do solo) para linhas subterrâneas.5 16.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 PVC 70º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 13.6 CLASSE B Espessura Diâmetro Da Parede Interno 1.2 26.0 CLASSE A Espessura Diâmetro da Parede Interno 2.6 Notas: 1 Medidas em milímetros.4 ±0.8 2.4 + 0. ANEXO O Eletroduto de PVC rígido tipo rosqueável (NBR 6150) Diâmetro Nominal 16 20 25 32 40 50 60 75 85 Referência de Rosca 3/8” ½“ 3/4” 1” 1 1/4” 1 ½“ 2” 2 ½“ 3” Diâmetro Externo 16.0 80.2 75.8 3.5 ± 0. . 3 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.8 17.6 2.2 5.0 39.5 26 22 34 29 44 37 56 46 73 61 95 79 121 101 146 122 173 144 213 178 252 211 287 240 324 271 363 304 419 351 474 396 Maneira de Instalar: PVC 70º C – Montagens aparentes.1 1. Para outras formas de instalações consultar NBR 5410.0 TOLERÂNCIA Diâmetro Espessura Externo da Parede +0.7 21.1 2.8 4. diâmetro nominal ou referência de rosca.5 4. parede de cimento) ou em canaletas (abertas ou ventiladas).5 64.9 36.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 43 ANEXO N Capacidade de condução de corrente para condutores de cobre isolados instalados em eletrodutos Seção Nominal (mm²) 1.5 2.5 2.8 67.5 24 21 32 28 41 36 57 50 76 68 101 89 125 111 151 134 192 171 232 207 269 239 307 275 353 314 415 370 477 426 EPR – XLPE 90º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 21 17. classe.7 2.6 21. embutidos (gesso. os dizeres: “eletroduto de PVC rígido”.8 59.1 6.2 33.1 26.1 88.

4 93.3 26.18 -0.3 157.8 131.41 -0.37 -0.00 5.40 ±0.28 -0.3 53.1 36.7 ±0.25 5.8 22.25 2.00 3.3 50 2” 60.20 22.68 Medidas em milímetros.62 -0.41 -0.46 -0.7 154.6 100 4“ 114.76 ±0.3 53.70 74.00 2.75 46.5 81.40 17.3 76.38 42.1 T (mm) 2.5 1.25 2.3 125 5“ 141.41 -0.40 ±0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 44 ANEXO P Eletroduto rígido de aço-carbono TIPO PESADO Referência de Rosca Diâmetro Nominal Diâmetro Interno Diâmetro Interno Diâmetro Externo Ø T NBR 5597 Espessura da Parede (mm) 2.8 22.2 32 1 …“ 40 1 ½“ 48.28 -0.65   -0.30 T -0.28 -0.3 60.1 15 ½“ 21.6 65.39 ±1.28 -0.25 4.20 ±0.3 20 3/4“ 26.0 80 3’ 88.65 13.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 16 16 16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 50 50 60 3 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 50 60 75 75 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 16 16 16 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 25 25 32 32 32 32 32 40 40 40 40 40 50 40 50 50 50 50 50 60 60 50 60 60 75 60 75 75 75 75 75 75 85 75 85 85  85 85       9 20 25 25 32 40 40 50 50 60 75 85 85    10 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85     16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 60 75 75 85 Diâmetro Interno TIPO LEVE – LI NBR 5624 Espessura Diâmetro da Externo Parede .64 90 3 ½“ 101. ANEXO Q Ocupação máxima dos eletrodutos de PVC por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.66 NBR 5598 Espessura Diâmetro da Externo Parede Ø 17.4 48.65 3.25 -0.75 3.7 42.55   (mm) T 10 3/8” 17.2 42.20 ±0.4 42.5 2.66 Ø 16.20 ±0.7 25 1“ 33.75 42.9 101.65 3.01 ±1.75 4.28 -0.10 ±0.53 -0.3 ±1.33 -0.40 31.20 81.1 105.75 4.25 4.62 -0.70 36.37 -0.25 ±0.2 21.50 87.46 -0.20 25.37 -0.9 ±0.00 5.4 93.50 2.30 T -0.25 2.25 -0.25 2.00 2.25 2.50 112.00 3.3 65 2 ½“ 73.1 88.25 -0.4 36.9 33.28 -0.4 ±0.8 129.3 139.00 3.75 3.20 69.42 ±0.48 ±0.14 ±1.33   13.25 2.40 20.2 16.35 3.1 16.53 -0.4 28.53 -0.25 ±0.70 40.85 58.35 3.6 69.7 165.85   Nota: As dimensões em polegadas são para referências comerciais.20 99.20 106.37 -0.25 5.1 105.53 -0.41 150 6“ 168.35 54.40 28.00 2.30 ±0.2 28.40 ±0.90 94.00 3.4 81. T = Tolerância 13.6 114.15   T ±0.88 ±1.50 ±0.33 -0.46 -0.3 ±1.60 ±0.

5 2.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 10 10 10 10 15 15 20 20 25 32 32 32 40 50 50 3 10 10 10 15 15 20 25 25 32 32 40 50 50 65 65 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 10 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 10 15 15 20 25 25 32 32 50 50 65 65 80 80 90 10 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 100 15 15 20 20 25 32 40 50 50 65 65 80 90 90 100 15 20 20 25 25 32 40 50 65 65 80 80 90 100  15 20 20 25 32 32 40 50 65 65 80 80 90 100  9 10 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 45 ANEXO R Ocupação máxima dos eletrodutos de aço por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.

000W de iluminação e tomadas. Adotada = 10.7kVA a = 2.000W 1 motor de 1/2cv Total = = = = 10.37kW > 15kW. a demanda deve ser calculada.000W Adotada = 10. adotar 10.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 10 x 0.Nota 3. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.000W = 10.4 Motores: carga instalada = 1/2cv Adotada = 1/2cv 3 Cálculo da demanda 3.368W 2 ANEXO S Como 20.27 = 2.2 (Previsão de Carga) = 1kW Adotada = 1kW 2.000W 368W 20.000W.3 Condicionador de ar tipo janela: mínimo previsto no item 7.2 Aparelhos de aquecimento: carga instalada = 2 x 5. mínimo 2.400W < 10.000W 2.1 Iluminações e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 180m = 5. 2 2 .000W 10.7kVA Conforme ANEXO D . 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.400W Como 5.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 46 Exemplos de Cálculos de Demanda Para Consumidores Atendidos na Tensão de 220/127V ENTRADAS INDIVIDUAIS EXEMPLO 1: residência com 180m de área construída.2kW por unidade.2.000W 2.

1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 1000m = 30.5 = 21.000W Como 30.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1.000W < 35.41kVA D = 12.680W 2 Como 62.68 > 15kW.01kVA e = 1.2. a demanda deve ser calculada.75 = 7. no item 7. 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.680W 62.2x1) + 1.5kVA 3.32 + 23 x 0. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 4 chuveiros de 5.2c + e D(kVA) = 2.000W.01kVA 4 Demanda total da residência D(kVA) = a + b + 1.000W Para as demais cargas.0 = 1. não é feita nenhuma exigência.5kVA b = 7.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 12 x 0. adotar o de maior valor Adotada = 35.50 + (1.82kVA a = 21.01 x 1.000W 3.01 = 12.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 47 3.000W 4 aparelhos de condicionador de ar 1 kW 2 bombas de 5cv (sendo 1 reserva) Total = = = = = 35.5 a = 10.3 Aparelho condicionador de ar tipo janela: Conforme ANEXO E c = 1 x 1.000W 20.2 (Previsão de Carga).70 + 7.2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 10 x 0.86 + (35-12) x 0.41kVA EXEMPLO 2: escola com 1000m de área construída. 3 Cálculo da demanda 3.000W 4.82kVA 2 2 .0 = 1 kW c = 1 kW 3.

2c + e D(kVA) = 21.000W 14.1 Carga instalada por apartamento: Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.720W 3.2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 4 x 5 x 0. considerar 15kVA.4 = 45. não é necessário calcular a demanda. 1 1 Cargas instaladas 1.40 < 15kW.82 + 13.66 = 13.0 = 4kW c = 4kW 3. deverá ser calculada a demanda.2kVA 3.400W 2 Como 14.400W 14.3 Aparelhos de condicionadores de ar tipo janela: Conforme ANEXO F c = 4 x 1 x 1.000W 1.4 e = 5.2x4) + 5.22kVA ENTRADAS COLETIVAS EXEMPLO 3: prédio com 24 apartamentos. Nota: Caso a carga instalada seja superior a 15kW.680W 21.2 letra “a”) 1. . Atendidos na tensão de 220/127V.000W 1 condicionador de ar 1kW Total = = = = 3. Quando o valor resultante for inferior a 15kVA.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 48 3.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1x5.80 > 15kW.2kVA b = 13.22kVA D = 45.400W 10. Área construída por apartamento 74m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 140m Um único agrupamento de medidores.2 Carga instalada de serviço (condomínio): Iluminação e tomadas 2 elevadores 10cv 2 bombas de 5cv (1 de reserva) Total = = = = 3. deve ser calculada a demanda.2 + (1. (conforme item 7.4 kVA Demanda total da escola D(kVA) = a + b + 1.800W Como 21.

400W 2 Compatibilização das cargas instaladas com as previsões mínimas 2.400W 2 2 .3 ) Iluminação e tomadas: 24 Apto.400W Adotada = 3.2.3 Carga instalada total do prédio: 24 Apto.400 W 24 Apto. x 1 kW serviço 3.2) x 0.720W 3.92kVA a = 2.400 W + 18.2 Motores do serviço (condomínio): 2 elevadores de 10cv (2x10x736) 1 bomba de 5cv (1x5x736) Total Adotada = 18.77kVA 3.2 Demanda do serviço .000W 24.4 + 2x9.680W 18.4) x 0.400W 3 Cálculo das demandas 3.400 x 0.000 W) 24 Apto.92kVA .8 = 19.600W 240.400W 2.65kVA Conforme ANEXO T d = 1.800W 367.1 Demanda dos apartamentos (conforme item 7.1 Iluminação e tomadas do serviço (condomínio): Conforme ANEXO D 5W/m x 140m = 700W instalada = 3.400 W Total = = = = = 81.86 = 32.000W 21.77kVA d = 32. x 3. x (2 x 5. fator de diversidade 19.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 49 1.Motores: Conforme ANEXO G e = (1x5.Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 3.4 +18.04kVA = = = 14.04kVA e = 19.65 x 19.86 = 2.86 Conforme ANEXO U Área de 74m² demanda 1.8 e = (5.

1 Cargas instaladas 1.000W compatibilização conforme ANEXO D 50W/m x 40m = 2.3) D(kVA) = 61. Área construída por sala 40m 2 Área construída por loja 100m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 600m Dois agrupamentos de medidores (um para cada 70 salas e 6 lojas).000W 2 .000W Adotada = 2.000W Adotada = 8.2.77x1.000W 1.28kVA EXEMPLO 4: prédio com 140 salas de escritório e 12 lojas.2 + demanda do Serviço) D(kVA) = (32.000W compatibilização conforme ANEXO D 30W/m² x 100m² = 3.d (previsão de carga = 5kW) 2 2 2 Adotada = 5kW 1.000W Adotada = 4.2.96 = 61.000W compatibilização conforme ANEXO D 5W/m x 600m² = 3.2.3 Carga instalada de serviço (condomínio): iluminação e tomadas 8.28 (conforme item7.000W Motores das lojas: Conforme previsto em 7.92 + 19.96kVA D = 21. x 1.1 Carga instalada por sala: iluminação e tomadas 1.04 = 21.2) + 21.2 Carga instalada por loja: iluminação e tomadas 4.96kVA 4 Demanda total do prédio D(kVA) = (demanda dos Aptos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 50 Demanda total do serviço D(kVA) = a + e D(kVA) = 2.

018 W 82.672 VA = = 2.000 x 0.92 (FP) = 42.000W 24.360W 22.672 VA 45.384W ar condicionado central: 1 unidade de condicionador de ar central 120A (conforme nota do ANEXO F) 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 51 - motores: 3 elevadores 10cv 3 x 10cv x 736 = 4 bombas de 5cv (sendo 2 de reserva) 2 x 5cv x 736 2 bombas de 2cv 2 x 2cv x 736 Total Adotada = 32.000W 2.2 Carga instalada do serviço (condomínio): Iluminação e tomadas Motores Ar cond.018 W Adotada = 45.000W 6 lojas x 4.20 + 20.944W 32.86) + (120.40 kW 3 Cálculo das demandas 3.000W 30.000 + 82.384W = 7.402 W Carga total = 2x194.384 W 42.080W - 2 Carga instalada total do prédio C(total) = Carga instalada dos agrupamentos + carga instalada de serviço (condomínio) 2.64 = 121.000 x 0.000W 194.7) salas: 17.200 + 84.1 Carga instalada de cada agrupamento: 70 salas x 2.20kVA lojas: (24.84kVA a = 121.000 W 32.84kVA .000W 6 lojas x 5000W Total = = = = 140.1 Demanda de cada agrupamento: Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D salas: (20.64kVA a = 101.402 = 470.000 = 101.000 x 0.73 x 220 x 120 = 45.86) = 20.672 x 0. central Total = = = = 8.402 W C(total) = 470.

000 x 0.2.40 kVA e = 44.60 x 0.80kVA e = (2 x 2.88kVA a = 6.000 = 280.84 + 31.000W (0.86 = 6.92 kVA 4 Demanda do serviço Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 8.7 = 30.5 cv 7.2 “d” 5 / 0.000W (0.92 kVA D(kVA) = 152.000) + (0.000) = 199.20kVA .88kVA Salas: 140 x 2.40 x 0.67kVA d = 45.60) = 5.08 = 152.52kVA e = 30.88+45.5 cv (adotada) 7.20kVA e = 27.20) = 27.86x8.70x260.07kVA D(kVA) = 83.67 x 1.40) = 44.79 cv 7.07kVA 5 Demanda total do prédio Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D Serviço: 8.40) = 10.88kVA Condicionador de ar central: Demanda conforme a nota do ANEXO F d = 45.52 = 83.52kVA Demanda total do serviço D(kVA) = a + d + e D(kVA) = 6.08 kVA Demanda do agrupamento D(kVA) = a + e D(kVA) = 121.79 cv 6.7 = 31.60kVA e = (2 x 5.20 = 43.80 + 5.67+30.000) = 6.86x20.4 kVA conforme ANEXO G e = (6 x 7.60kVA e = 43.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 52 - Motores das Lojas: Conforme item 7.0 = 45.736 = 6.67kVA Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.08 kVA e = 31.60 + 10.

28 = 247.60 + 10.20) = 27.40 kVA e = 132.36kVA a = 247.60) = 5.67kVA d = 45.000W (0.20 + 88.000) = 41.40) = 88.68 kVA e = 92.36 + 45.80 + 5.71 kVA Nota: Como a demanda de calculada foi de 385.86x48.71kVA .40) = 10.71 kVA D(kVA) = 385.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 53 - Lojas: 12 x 4. e tomadas + demanda ar cond.20 + 41.000 = 48. central + demanda de motores) D(kVA) = 247.7 = 92.40 x 0.67kVA - Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.36kVA - Condicionador de ar central: Conforme ANEXO F d = 45.80 kVA e = 27.80 kVA e = (2 x 2. aplicar o que estabelece o RIC/MT. .80 = 132.67 + 92.67 x 1.28kVA a = 6.68 = 385.20 kVA e = (12 x 7.88 + 199.0 = 45.68 kVA D(kVA) = (demanda ilum. superior ao limite estabelecido para o fornecimento em BT.60 kVA e = (2 x 5.

45 3.96 4.97 5.47 1.52 5.61 7.30 3.21 3.10 2.68 5.00 2.78 5.60 6.59 3.88 2.26 5.33 4.93 5.31 6.43 1.90 3.02 2.81 4.08 3.59 2.14 5.78 2.28 4.65 4. .91 10.36 5.93 2.63 1.24 6.57 3.88 3.31 2.01 1.08 1.95 5.03 5.97 2.71 2.10 5.15 4.82 1.45 8.05 5.96 1.56 2.81 5.66 5.91 4.00 6.90 1.04 6.95 3.85 3.20 1.10 4.00 5.73 1.12 5.19 4.64 5.10 6.63 4.40 1.61 4.00 1.80 5.09 2.34 1.74 5.50 5.41 6.14 2.27 2.03 1.33 6.86 5.46 2.86 4.70 Área Útil m² 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 kVA 4.05 6.01 3.34 3.53 6.86 1.43 3.43 5.61 2.29 4.82 4.35 5.36 4.67 2.38 5.39 6.4 16.65 1. 3 A tabela acima se destina a prédio de múltiplas unidades consumidoras.68 3.23 2.63 2.38 1.69 1.58 4.92 5.42 5.52 4.81 3.36 3.23 5.31 4.13 3.80 1.80 2.45 5.56 6.63 3.30 1.94 3.95 2.26 6.74 2.76 1.17 2.46 6.57 1.34 6.14 6.54 3.17 3.94 1.85 5.02 6.84 2.98 5.03 4.50 2.48 2.16 5.37 3.92 3.89 2.86 15.38 6.54 4.48 6.28 1.36 6.61 1.86 2.43 6.70 3.97 3.99 Área Útil m² 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 kVA 4.19 3.71 12.67 3.00 1.67 1.49 4.69 2.22 6.14 1.24 4.06 2.93 4.16 1.78 1.73 5.28 9.16 6.20 4.19 5.56 3.82 2.44 4.21 2.17 4.02 3.19 2.86 3.61 3.93 Notas: 1 Para apartamentos com área intermediária entre as faixas da tabela pode ser aplicado o incremento de 0.26 1.02 5.40 4.10 3.95 4.75 4.47 5.49 1.85 4.39 2.35 4.84 4.59 4.40 2.09 Área Útil m² 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 400 450 500 550 600 700 800 900 1000 kVA 6.84 1.01 4.04 3.47 4.38 4.99 3.42 2.3 13.21 6.28 3.06 3.56 4.54 2.77 3.10 1.98 2.33 5.72 4.45 1.91 2.25 2.50 6.41 3.54 5.06 4.59 5.79 3.98 6.57 5.50 3.12 3.12 1.62 5.67 4.00 1.76 2.02kVA/m² sobre a demanda da faixa anterior.37 2.55 1.14 9.71 5.35 2.65 2.39 3.76 3.51 4.61 5.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 54 ANEXO T Cálculo da Demanda dos Apartamentos em Função da Área Área Útil m² 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 KVA 1.29 2.13 4.44 6.07 6.88 5.23 3.47 3.04 2.25 3.52 3.26 4.05 1.83 5.58 6.15 3.76 5.51 6.55 6.75 Área Útil m² 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 kVA 1.04 4.79 4.24 5.17 5.36 1.15 2.51 1.08 4.74 4.44 2.69 5.22 1. 2 2 Para apartamentos com área inferior a 40m a demanda a ser considerada é 1kVA.59 1.32 1.31 5.52 Área Útil m² 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 KVA 2.55 5.09 5.89 4.21 5.24 1.71 1.12 4.65 3.07 5.73 2.12 2.74 3.90 5.19 6.45 4.42 4.49 5.92 1.29 5.28 5.83 3.12 6.88 1.53 1.18 1.68 4.32 3.29 6.72 3.22 4.77 4.57 2.27 6.33 2.48 3.40 Área Útil m² 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 kVA 5.17 6.26 Área Útil m² 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 kVA 3.

80 6.19 70.90 26.85 82.79 70.96 82.64 10.19 74.98 60.59 63.99 74.59 72.06 No Apto.26 39.44 78.77 82.73 82.22 48.24 82. 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 Fator 81.74 82.69 No Apto.34 80.74 58. 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 Fator 79.74 81.92 82.34 79.19 78.33 31.09 81.04 81.67 22.10 33.10 47.88 4.09 66.84 65.19 71.02 51.99 81.18 43.91 82.00 83.87 82.00 .24 80.46 51.74 80.54 80.54 76.89 78.17 82.34 81.64 80.14 80.69 25.71 28.78 35.09 68.88 16.49 81.98 46.34 67.19 82. 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 280 300 Fator 82.12 30.34 63.49 82.09 76.52 82.59 66.99 72.34 No Apto.19 73.10 27.99 73.47 82.59 68.18 57.65 19.62 43.32 82.74 74.04 82.39 73.79 69.93 82.52 30.74 44.46 21.84 69.84 68.00 1.50 27.64 81.62 57.24 81.39 71.22 62.08 No Apto.20 11.54 33.99 77.29 77.31 28.42 No Apto.86 59.98 12.54 14.06 21.59 77.90 50.88 23.70 53.04 78.02 37.82 40.34 No Apto.59 64. 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 Fator 69.04 75. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fator 1.09 64.25 19.64 79.84 78.94 32.39 81.94 80.44 77.72 8.44 82.34 78.94 76.50 56.39 76.54 78.79 72.66 17.34 35.74 78.58 52.06 56.84 66.39 82.14 79.64 75.96 2.24 79.14 81.32 15.38 54.76 7.99 82.81 82.92 29.59 69.34 82.83 82.09 65.66 34.66 62.00 83.86 82.89 75.50 42.57 82.94 82.38 40.79 73.64 78.78 82.34 49.90 82.79 82.84 82.79 71.69 76.42 11.44 80.22 82.86 20.68 9.10 15.39 72.80 82.59 73.27 22.34 68.59 81.19 75.84 5.09 69.54 47.22 34.04 79.86 45.79 75.1 61.79 81.26 53.29 82.59 70.84 80.27 82.59 71.94 41.04 18.34 65.72 82.84 81.29 25.74 77.84 64.49 75.34 64.30 44.75 82.09 67.74 79.62 82.54 61.99 70.76 13.54 79.84 67. 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Fator 24.09 82.04 80.24 76. 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 Fator 42.88 82.46 37.12 82.42 82.94 81.59 67.42 45.44 No Apto.78 49.84 76.39 70.00 83.30 58.78 63.76 82.94 80.94 79.37 82.19 72.29 81.70 39.99 71.48 24.89 80.14 77.73 31.58 38.97 83.44 81.59 65.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 55 ANEXO U Fatores de Diversidade de Carga em Função do Número de Apartamentos no Prédio de Múltiplas Unidades No Apto. 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 Fator 75.95 82.92 3.39 74.89 81.66 48. 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 Fator 59.59 74.14 38.69 82.82 54.14 82.64 82.67 No Apto.89 82.34 66.44 18.59 82.54 82.90 36.54 81.82 82.14 52.19 81.94 55.84 79.

h) Em caso de reforma ou ampliação. contendo: . . c) Nome. d) Planta de situação da edificação e do lote. 2 .Cálculo das correntes de curto-circuito no ponto de instalação de proteção geral (método simplificado). etc. também deverá ser apresentada uma cópia da respectiva ART. 20 (projeto e execução) ou 53 (execução). ou visto do CREA-RS e assinatura do responsável técnico pelo projeto da instalação elétrica. devidamente credenciada pelo CREA. . bitolas dos condutores. B0302 e/ou B0303 para projeto de rede de distribuição e ramal subterrâneo. detalhe dos condutores e eletrodutos. g) Desenho dos painéis deverá conter todos os detalhes para sua instalação.Descrição da entrada de serviço de energia elétrica.se houver – painel de medidores. lojas. com todas as cotas. demanda de cada unidade consumidora. em todas as pranchas que compõem o projeto elétrico. . com indicação da área de construção. área construída. referente à cabina de subestação e/ou medição. em escala 1:100 ou 1:50.Especificação da malha de aterramento. e. tipos CP’s e CED. principais características dos materiais e equipamentos.Descrição sumária da obra (nome do proprietário e/ou condomínio.Especificação da proteção geral ( tensão. espaços destinados para instalação dos TC’s. corrente nominal e capacidade de interrupção ). tipo de medição. detalhe completo dentro da CED. etc.Especificação de materiais e equipamentos utilizados na entrada de serviço. . na escala 1:20. . A concessionária poderá solicitar outros detalhes específicos que julgar necessário. . indicação das dimensões do painel. B0304 para projeto de subestação transformadora. número de registro. devem constar os detalhes das instalações existentes até os medidores (ramal de entrada.Códigos de atividade técnica: 12 (projeto). indicação do norte geográfico. Nota: Em caso que tenha obra civil. conforme anexo 1 – tabela de códigos do CREA (mais usuais): A0142 instalações elétricas em baixa tensão para fins residenciais e comercias. no que segue: .O projeto deve atender o estabelecido na NR 10. dimensões e detalhes necessários. intertravamento.Cálculo de queda de tensão total no trecho desde o ponto de entrega até o painel. B0801 e/ou B0803 para projeto de painel de medidores. bem como diagrama unifilar). do local da instalação da medição de energia elétrica e da subestação quando houver. eletrodutos e barramentos. da “Anotação de Responsabilidade Técnica – ART” do profissional que assina o projeto elétrico. i) Em caso de projeto de prédio de múltiplas unidades. sem escala. nº de apartamentos. deverá ser apresentada uma cópia do projeto das instalações elétricas de todo o prédio. nº de pavimentos. e) Planta de localização com detalhe completo da entrada de energia pretendida. seção dos condutores (mm ). . .Códigos de descrição de trabalho. caixas de passagem. . localização. f) Planta com todos os detalhes das instalações desde o ponto de entrega até as medições. subestação . identificação por número das unidades consumidoras.). em relação aos quarteirões e ruas adjacentes. ramo de atividade. . e memorial descritivo. em escala 1:1000. . bem como assinatura do proprietário da edificação.Especificação do quadro geral para medidores. . condições de acesso de equipamento e pessoal.Cálculo de demanda provável e previsão de futuros aumentos de carga (conforme item 7. b) Apresentação do “Memorial Descritivo”.Especificação da carga instalada total e por unidade consumidora.2 RIC/BT).Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 56 ANEXO V Requisitos Mínimos para Análise de Projeto a) Apresentação de uma das vias (original).Especificação da tensão de fornecimento.

00 50.080 3.610 4.00 150.75 1.150 1.268 (A) 0.410 7.50 2.84 1.16 0.193 (A) 0. .20 12.00 35.00 120.100 12.00 Resistência máxima do condutor à 20ºC Condutores circulares Fios nus Fios revestidos /Km /Km 36.70 3.50 4.50 0.56 4.387 (A) 0.727 (A) 0.20 7.00 95.00 6.00 25.100 18.11 1.70 24.500 24.153 (A) 0.00 10.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 57 ANEXO W Classe de Encordoamento TABELA 1 – Classe 1 – Condutores sólidos para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal mm² 0.00 70.00 16.830 1.000 36.124 (A) 2 (A) Condutores sólidos de seção acima de 16mm são para tipos de cabos especiais.00 1.80 18.524 (A) 0.

5240 0.0101 0.1950 0.1240 0.0991 0.5 7 6 2.0090 Fios revestidos /Km 36.0369 0.1000 12.0129 0.0754 0.1600 0.75 7 1 7 1.0000 24.2700 0.1100 1.7270 0.8400 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 58 TABELA 2 – Classe 2 – Condutores encordoados para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal Número mínimo de fios nos condutores Condutor compactado não circular 6 6 6 12 15 18 18 30 34 34 53 53 53 - Resistência máxima do condutor a 20ºC Fios nus /Km 36.4100 4.6100 3.1930 0.1500 0.0601 0.0283 0.0286 0.5 7 0.0113 0.0762 0.5000 18.0607 0.0510 0. (B) Seções não recomendadas.0221 0.0224 0.0113 0.7340 0.5 7 6 4 7 6 6 7 6 10 7 6 16 7 6 25 7 6 35 7 6 50 19 6 70 19 12 95 19 15 120 37 18 150 37 18 185 37 30 240 61 34 300 61 34 400 61 53 500 61 53 630 91 53 800 91 53 1000 91 53 1200 (A) (A) 1400(B) (A) (A) 1600 (A) (A) 1800(B) (A) (A) 2000 (A) (A) (A) Número mínimo de fios não especificados.7000 24.8000 1.0090 Condutor não Condutor compactado compactado mm² circular circular 0.0475 0.5290 0.7000 3.1260 0.0366 0.1540 0.1000 0.1000 7.0470 0.2000 7.8300 1.0176 0.0101 0.2680 0.0129 0.3910 0.5600 4.0177 0.8000 18.2000 12.0151 0.3870 0.1530 0. .

utilizando-se a seguinte fórmula: Z= R cos φ + jX sen φ Nota: No caso de utilização de cabos em paralelo nos circuitos de interligação. Dv(%) = Onde: 3 × I × L × (R cosϕ + Xsen ) ϕ ×100 Vn DV é a queda de tensão. L é o comprimento do circuito.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 59 ANEXO X Cálculos de Queda de Tensão Para aprovação de Painel de Medidores é necessário apresentar o cálculo de queda de tensão desde o ponto de derivação até o disjuntor geral do painel. que estabelece: c) 2% para painel de medidores alimentado diretamente por um ramal de baixa tensão. R é a resistência do condutor. em km. neste caso adotar corrente nominal do disjuntor. em Ω/km. . em Volts. em %. Os valores de resistências elétricas e reatâncias indutivas indicados na tabela a seguir são valores médios e destinam-se a cálculos aproximados de circuitos elétricos. a impedância deve ser dividida pelo números de circuitos. em Ampéres. Nota: Quando houver mais de um painel de medidores. Pode-se adotar o seguinte critério para cálculo de queda de um circuito trifásico com carga concentrada no painel de medidores. (ver tabela) X é a reatância do condutor. até o disjuntor geral do painel de medidor. desde a rede de distribuição secundária da concessionária até o disjuntor geral. (ver tabela) cos φ é o fator de potência da carga. conforme o limite acima citado. d) 2% para painel de medidores alimentado por subestação de transformação ou transformador. O limite de queda de tensão deve obedecer ao critério estabelecido pela norma NBR 5410. em Ω/km. desde a derivação secundária destes. quando a distância for superior a 20 (vinte) metros. I é corrente da carga. Z é a impedância do condutor. a queda de tensão para todos os painéis deverá ser desde a derivação da rede de distribuição até o disjuntor geral de cada painel de medidores. Vn é a tensão trifásica nominal do circuito.

14 3.063 0.19 0.19 0.19 0.15 0.095 0.61 3.87 0.15 0.69 0.033 0.099 0.018 (A) Resistência elétrica em corrente contínua calculada a 70 ºC no condutor.23 0.52 0.052 0. (B) Válido para condutores isolados.47 0.047 0. .037 0.87 0.5 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 60 Resistência Elétrica e Reatância Indutiva de Fios e Cabos Isolados em PVC.08 1.1 7.12 0.83 1.13 2.10 0.094 0.089 0.098 0.27 0.10 0. EPR e XLPE em Condutos Fechados (Valores em Ω/km) Seção (mm²) 1.022 0.16 8.39 0.13 1.097 0.32 0.10 0.38 0.63 0.41 4.12 0.12 0.028 0.11 0.078 0.15 0.093 0.075 0.15 5.037 0.060 0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 630 800 1000 Condutos não-magnéticos (B) Circuitos FN / FF / 3F Rca XL 14.12 0.73 0.043 0. cabos unipolares e multipolares instalados em condutos fechados não magnéticos.096 0.48 0.094 0.088 Rcc (A) 12.52 0.10 0.11 0.

6. em uma das faces como mostra a figura 30A.2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 61 ANEXO Y POSTE DE CONCRETO ARMADO Padronização 1. 3. A fixação da placa no poste deve ser feita pelo fabricante no local indicado na figura 30A. comprimento nominal (m). a título de verificação. ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. data de fabricação. quando embutidos no próprio poste. Disposições gerais 3. 3. com os seguintes dados: nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. 3.6. 3. 3. Marca para engastamento Os postes devem possuir um traço de referência gravado em baixo relevo com profundidade de 2 a 5 mm.1. Objetivo Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a construção de poste de concreto armado para a utilização em entradas de serviço de consumidores.3. os postes devem ser conforme figura 30A e dimensionados conforme tabela Y1. 3. Seção Os postes podem ser de seção circular. Norma complementar Na aplicação desta norma é necessário consultar: NBR 8451 – Poste de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Especificação. Eletrodutos e Curvas Os eletrodutos e curvas. pela rede de distribuição aérea da concessionária. 3.5. 3. resistência nominal (daN). de forma que impeça sua remoção no transporte ou manuseio do mesmo. 3.7. devem ser de PVC rígido rosqueável. Identificação Os postes devem ser identificados em baixo relevo ou através de placa não ferruginosas (ANEXO YA). atendidas em tensão secundária. 2.8. desde que previamente aprovados pela concessionária. tirada de sua produção normal. Ensaios A concessionária.2. poderá solicitar ao fabricante amostra de poste. bem como a fornecer o resultado dos mesmos.1. . Podem ser aceitos postes com dimensões diferentes das estabelecidas neste regulamento. de forma visível e indelével no concreto antes da cura total. 3. Resistência nominal Os postes devem apresentar uma resistência nominal para um esforço aplicado continuamente a 200mm do topo. Tipos de postes De acordo com o tipo de atendimento e o padrão de entrada. seção conforme tabela Y1. O fabricante deverá fornecer o poste. retangular ou duplo T. quadrada. destinada aos ensaios de rotina.4. Dimensões Os postes devem ser construídos obedecendo às dimensões mínimas indicadas na tabela Y1.6. conforme tabela Y1.

0 1.5 1.20 230 140 195 100 15 16 7.10 6.0 mm Seção Circular Seção Quadrada Base Topo Base Topo 215 140 180 100 mm/m 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 62 TABELA Y1 Poste de concreto armado Seção quadrada.0 1. circular e duplo T Comprimento Nominal daN Nominal Ruptura 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 m 5.35 282.5 140 220 100 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 Furo para Ancoragem (quantidade) 1 1 1 1 2 3 4 4 2 3 4 4 2 3 4 4 Resistência Dimensões Conicidade Eletroduto Embutido (PVC) Ø Nominal (mm) Engastamento .30 245 140 212 100 7.

4mm de altura por 3mm de largura. 7 e 7. mês e ano) de fabricação dos postes. f) Dimensões em milímetros. c) Espaço 3: para colocação do número representativo do comprimento do poste (5. gravados de forma legível e indelével. 6.5). 100. b) Espaço 2: para colocação dos números representativos da data (dia. d) Espaço 4: para colocação do número representativo da resistência nominal do poste (80.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 63 ANEXO YA Placa de identificação 1 NOME OU MARCA CREA: DATA DE FABRICAÇÃO COMPRIMENTO NOMINAL (m) RESISTÊNCIA NOMINAL (daN) 2 3 4 (mín) a) Espaço 1: para colocação do nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. 150. 200 daN). . e) As letras e/ou número devem ter no mínimo.

As características de montagem constam nas figuras deste anexo. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Tipo 2 MONOF 3 MONOF 4 MONOF 5 MONOF 5 MONOF 6 MONOF 7 MONOF 8 MONOF 8 MONOF 2 BIF 3 BIF 3 BIF 4 BIF 4 BIF 5 BIF 5 BIF 2 TRIF 3 TRIF 3 TRIF 4 TRIF 5 TRIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 TRIF 3 MONOF + 3 TRIF Entrada esquerda direita esquerda direita esquerda direita esquerda direita direita esquerda direita esquerda FIGURAS CP Moduladas FIGURA A FIGURA A1 FIGURA B FIGURA B1 FIGURA B FIGURA C1 FIGURA C FIGURA C1 FIGURA D FIGURA D1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA F FIGURA F1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 Nota: 1 2 3 4 5 6 7 8 Estas figuras podem ser utilizadas para maiores combinações. desde que mantidas as características e condições previstas na tabela 2. Não é permitido a utilização de quadros ou painéis de medição mistos. As CP’s e CED podem ser substituídas por caixas de policarbonato modulada. . não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 64 Agrupamentos Tabela 1 ANEXO Z Combinações Possíveis Nº Comb. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição modelo CPOM devem ser transparentes. entre CP’s e CPOM’s. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).

16mm² .750V / φ 20mm – PVC 3#10mm² .750V / φ 32mm . deve ser empregado condutor isolado para 1kV.750V / φ 32mm – PVC PARA RAMAL DE ENTRADA COM TRECHO SUBTERRÂNEO VIDE NOTA 380/220 V Tripolar 50A .750V / φ 20mm . ao invés de 750V. eletroduto de no mínimo φ 50mm.750V / φ 25mm – PVC 1#10mm² .AL 2#10mm² .750V / φ 20mm . conforme item 8.10mm² .10kA Q . .750V / φ 40mm .AL T .PVC 4#10mm² .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 65 LEGENDA Tabela 2 Classe de Tensão Disjuntor Geral Ramal de Ligação A B C D E Ramal de Entrada F H I Circuito de Distribuição J K L M N O P Q R 220/127 V Tripolar 70A .COBRE 4 x (12 x 2) mm .COBRE Circuito Alimentador Aterramento Condutor de Proteção Barra para o Condutor de Proteção Barramento Principal (CED) Nota: Ramal de entrada.PVC 4#10mm² .PVC 2#6mm² .750V / φ 25mm – PVC 4#10mm² .2.10mm² .PVC 4#10mm² .750V / φ 20mm – PVC 1#10mm² . total ou parcialmente subterrâneo.750V / φ 32mm – PVC 3#10mm² .AL 4#25mm² .10kA Q .750V (usar mesmo eletroduto do aterramento) 1 x (12 x 2) mm .10mm² .AL Q .750V / φ 32mm – PVC 2#10mm² .750V / φ 25mm – PVC 8#10mm² .

Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Medidas em centímetros. 3. As demais devem conter a numeração 1. etc. anilhas e/ou fita identificação colorida. na sequência lógica. Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 66 ANEXO Z – FIGURA A PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS TAMANHO 4 CE Ramal de ligação D Ramal de entrada H Saída M CP-1 Nº CP-1 M 40 5 I+P 5 1 P 10 Q 60 Condutor de proteção P Aterramento O Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 2.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. ..

2. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 3..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 67 ANEXO Z – FIGURA A1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. conforme figura. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.. As demais devem conter a numeração 1. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Medidas em centímetros. . na sequência lógica. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. anilhas e/ou fita identificação colorida. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Ramal de ligação Ramal de entrada Condutor de proteção Aterramento Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. etc. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.

podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. 80 . Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. anilhas e/ou fita identificação colorida.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 68 ANEXO Z – FIGURA B PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 4 MEDIDORES MONOFÁSICOS Ramal de ligação C Ramal de entrada F TAMANHO 5 CE saída CP-1 Nº M I CP-1 1 M J CP-1 2 10 28 M I+P CP-1 3 5 M P 10 Q Condutor de proteção P Aterramento O 60 Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. na sequência lógica.. As demais devem conter a numeração 1. 3. Medidas em centímetros. 2. etc.

. 3. etc. Ramal de ligação Ramal de entrada Ponto para conexão do condutor de proteção Disj. anilhas e/ou fita identificação colorida. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 69 ANEXO Z – FIGURA B1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. conforme figura. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. 2. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. . podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Medidas em centímetros. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. na sequência lógica.

3. .. geral A DPS J J K 1 I 2 M CP-1 CP-1 M 3 I 4 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. na poste particular sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 70 ANEXO Z – FIGURA C PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. anilhas e/ou fita identificação colorida. As demais devem conter a numeração 1.. Medidas em centímetros. etc. 2. ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº CED 40x30x20 P disj. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.

Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Medidas em centímetros.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. na sequência lógica. conforme figura. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 71 ANEXO Z – FIGURA C1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As demais devem conter a numeração 1. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.. . etc. anilhas e/ou fita identificação colorida. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). 3.

Ramal de entrada E Poste particular Barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I 1 J 2 K CED 30x40x20 DPS J P M CP-1 CP-1 M Disj.. anilhas e/ou fita identificação colorida. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Medidas em centímetros. etc. 3. . na sequência lógica. geral A 3 I 4 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 72 ANEXO Z – FIGURA D PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 73 ANEXO Z – FIGURA D1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. anilhas e/ou fita identificação colorida. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. etc. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. .. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. conforme figura. na sequência lógica. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 2. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). As demais devem conter a numeração 1. 3. Medidas em centímetros. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 74 ANEXO Z – FIGURA E PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA poste particular ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.. CP-1 M CP-1 M CP-1 M Nº J K CP-1 P M 1 I M CP-1 2 M CP-1 3 J K 4 I 5 CED 40x30x20 disj. geral A DPS J M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc. Medidas em centímetros. anilhas e/ou fita identificação colorida. 2. As demais devem conter a numeração 1. na sequência lógica. 3.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.

não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Medidas em centímetros. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). anilhas e/ou fita identificação colorida. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As demais devem conter a numeração 1. 3. conforme figura. etc. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 75 ANEXO Z – FIGURA E1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor.. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. 2. .. na sequência lógica. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.

As demais devem conter a numeração 1. . etc. anilhas e/ou fita identificação colorida. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. geral A DPS J 3 I 4 J 5 M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 76 ANEXO Z – FIGURA F PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. na sequência lógica. 2. 3. ramal de entrada E poste particular barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I M CP-1 1 J M CP-1 2 K M CP-1 P K CED 30x40x20 disj. Medidas em centímetros..

. 2. conforme figura. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 77 ANEXO Z – FIGURA F1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. etc. na sequência lógica. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Medidas em centímetros. ..

Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. Medidas em centímetros. . BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3. O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. na sequência lógica. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 78 ANEXO Z – FIGURA G PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. Ramal de ligação B Ramal de entrada Ver Nota 3 Poste particular Circuito Alimentador Ver nota 6 Disjuntor ver Nota 4 CP-2 N CP-2 N Q Nº 1 P Condutor de proteção P Aterramento O Ver Nota 5 PISO Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2.. conforme ANEXO J. etc. As demais devem conter a numeração 1.

conforme ANEXO J. Medidas em centímetros. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. anilhas e/ou fita identificação colorida.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 79 ANEXO Z – FIGURA G1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. As demais devem conter a numeração 1. conforme figura. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Legenda conforme TABELA 2. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. 3. etc. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Legenda conforme TABELA 2. O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. 2. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade... Ramal de ligação Ramal de entrada Ver Nota 2 Disjuntor ver Nota 3 Circuito Alimentador Ver nota 5 Condutor de proteção Aterramento Ver Nota 4 Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. . O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. na sequência lógica. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.

etc. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N Nº K K P K 1 N CED 30x40x20 Barramento R Principal Disj. As demais devem conter a numeração 1.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 80 ANEXO Z – FIGURA H PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CP-2 R DPS K 2 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. . Medidas em centímetros. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3. 2.. na sequência lógica. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

As demais devem conter a numeração 1. conforme figura. . A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. etc. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Medidas em centímetros. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. na sequência lógica. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 81 ANEXO Z – FIGURA H1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. 2... não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. anilhas e/ou fita identificação colorida. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 3. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.

na sequência lógica. geral A 2 K DPS CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 82 ANEXO Z – FIGURA I PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. etc. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. anilhas e/ou fita identificação colorida. Ramal de ligação B Ramal de entrada E Poste particular Q N N CP-2 CP-2 Nº P K 1 K K Barramento Principal R CP-2 N R Disj. 3. Medidas em centímetros.. As demais devem conter a numeração 1. . 2.

não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. . O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. As demais devem conter a numeração 1. 3. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. na sequência lógica. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.. conforme figura. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). etc.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 83 ANEXO Z – FIGURA I1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros.

. etc. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 K N CP-2 K N Nº Barramento Principal R P CP-2 1 K L 2 N CP-2 R K DPS K N 3 4 Disj. 3. anilhas e/ou fita identificação colorida. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CED 30x40x20 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 84 ANEXO Z – FIGURA J PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. na sequência lógica. As demais devem conter a numeração 1..

2. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Medidas em centímetros. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. As demais devem conter a numeração 1. etc. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. 3. na sequência lógica. conforme figura. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). anilhas e/ou fita identificação colorida. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 85 ANEXO Z – FIGURA J1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. . geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.

Medidas em centímetros. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc. 2. na sequência lógica. Geral A CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1. 3. anilhas e/ou fita identificação colorida.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 86 ANEXO Z – FIGURA K PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. . Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N CP-2 N Nº Barramento Principal R K P 1 L K 2 M CP-1 CP-1 I M R J DPS I M CP-1 3 4 5 Disj.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade..

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

87

ANEXO Z – FIGURA K1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS

Ramal de ligação Ramal de entrada

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor

Disj. geral

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Condutor de proteção Aterramento

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

88

ANEXO Z – FIGURA L
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA

Ramal de ligação B Ramal de entrada E

Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica. Poste particular

Barra de proteção Q

N CP-2 CP-2

N CP-2

N


Barramento Principal R CED 30x40x20 M CP-1 R I DPS P K L

1
K

2

M CP-1 CP-1

M

3

4
J I

5

condutor de proteção P aterramento O Disj. geral A

Notas:
1 2 3
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

89

ANEXO Z – FIGURA L1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral Condutor de proteção Aterramento

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

3.3cm As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. CLI. 20USG para a moldura da porta. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 3. 19USG para divisórias.2.1. pela rede de distribuição da concessionária. 19USG para contorno e divisórias. polietileno ou madeira. com espessura mínima de 2cm. . as partes metálicas (dobradiças.2. Caixas de resina de poliéster reforçada com fibra de vidro Os modelos CI. Caixas com chapa de aço oleada ou zincada Os modelos CI. etc. face superior. fecho.2. 4. 3. trinco.1. 3. fecho. CLI. CLI 1A e 2A 18USG para tampa e porta. aplainado em ambos os lados. Objetivo Este anexo tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a fabricação de caixas de medição com utilização em entrada de energia de unidade consumidora.2. etc. CE. atendida em tensão secundária. 3. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 5. CE. Disposições gerais 3. trinco. as partes metálicas (dobradiças. Tipos de caixas Conforme o tipo de fornecimento e entrada de energia. 19USG para o contorno e fundo. as caixas de medição devem ser de acordo com as figuras e tabela deste anexo. sem fendas ou rachaduras. O modelo CI deve possuir moldura. 3.4. CE 1. O modelo CE deve ter a face superior revestida com chapa metálica. Devem ser pintadas interna e externamente com tinta a óleo. 9. trinco.15cm. 2. Materiais Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 9. alumínio. CI 1. 4.2cm CLE e CLI 1A e 2A 0. 10 e 11 18USG para o fundo. 9. 20USG para moldura da porta. contorno. CLE devem possuir chapa com espessura mínima de: CE e CI 1 e 2 0. Caixas com chapa de alumínio Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. 5. 7. 2. 8. 8. 7.) devem ser de material não ferroso. Características 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 90 ANEXO AA Caixas de Medição Especificações 1. etc.) devem ser de material não ferroso. fecho. as partes metálicas (dobradiças. Não devem ser utilizadas em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas).) devem ser de material não ferroso. 7. 10 e 11 18USG para a porta. porta e face superior. 8. CLE devem possuir chapas com espessura mínima de: CLE 1A e 2A 18USG para contorno. 10 e 11 0. esmalte sintético ou envernizada. 2.2cm CE e CI 3. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas).2. Caixas de madeira Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. 3. Devem ser pintadas com tinta antiferruginosa na cor cinza. com espessura mínima de 0. 5. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro. policarbonato. 4.2. de cerne ou pinho. 3. tampa e porta.

ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. para avaliação e cadastro.2. mês e ano de fabricação. 3. Estanqueidade A caixa montada deve ser estanque a penetração de água. tirada de sua produção normal. A concessionária. a título de verificação.2. bem como a fornecer o resultado dos mesmos. . painel de tiras orientadas (OSB) ou madeira de pinho macho e fêmea lisa (largura entre 5 e 15cm). − mês e ano em local a critério do fabricante.2. com os respectivos desenhos e especificações técnicas.5.7. O fabricante deverá fornecer a caixa.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 91 3. Identificação As caixas devem ser identificadas com o nome do fabricante.9. da seguinte forma: − nome do fabricante na parte frontal da porta.8. internamente. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro deve ser revestido. Visor O visor deve ser de vidro transparente com 0. poderá solicitar ao fabricante amostra de caixa. 3. abaixo do visor. de compensado resinado.4cm de espessura e fixado de forma a garantir sua inviolabilidade e de fácil substituição.2. 3.2. alumínio.6. Revestimento interno O fundo das caixas em chapa de aço oleada ou zincada. 3. atendendo as dimensões mínimas estabelecidas nas figuras deste anexo. destinada aos ensaios de rotina. Caixas de policarbonato e polietileno Os fabricantes devem encaminhar seus protótipos para a concessionária.4cm. com espessura mínima de 1. de forma visível e indelével.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 92 Dimensionamento TABELA TAMANH O 1 1A 2 2A 3 4 5 7 8 9 10 11 MODELO CI CLI CI CLI CI CI CI CI CI CI CI CI CE CLE CE CLE CE CE CE CE CE CE CE CE A 30 30 60 50 80 60 60 150 120 90 120 130 MEDIDAS (cm) B 40 30 60 50 60 40 80 130 90 120 130 120 C 15 15 24 18 24 15 15 24 26 26 26 26 .

0 7.2 3.4 7.5 I J K L M N P Monofásica 3.2 4.4 2.5 Polifásica 8 8 28. . Medidas em centímetro.1 7.3 6.0 5.3 12.5 4.1 Nota: 1 2 Material de Policarbonato.4 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 93 FIGURAS CAIXAS DE POLICARBONATO Dimensões A B C D E F G H Monofásica 33.0 2.3 15.2 10.5 7.3 8.5 4.7 20.1 5.5 Polifásica 53.3 3.7 3.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 94 CAIXAS DE POLICARBONATO COM LENTE Nota: 1 Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 95 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA MONOFÁSICA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 96 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA POLIFÁSICA VISTA LATERAL VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 97 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 CAIXA INTERNA .CE -1 32 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 6 18 6 38 30 Nota: 1 Medidas em centímetros. 20 15 .CI -1 3 3 12 8 12 8 Vidro 40 6 18 6 40 3 20 3 30 3 15 CAIXA EXTERNA .

2 .CI -1 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 40 2 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .CE -1 36 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 98 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 – MADEIRA CAIXA INTERNA .

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Marca para a furação: Duas estampas. Para o fio terra somente uma com 2. .2cm de diâmetro. uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 99 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Medidas em centímetros.6cm circundada por outra de 4.

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Marca para a furação: Duas estampas. Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.2cm de diâmetro. uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 100 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. . Medidas em centímetros.

Medidas em centímetros. Marca para a furação: Duas estampas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 101 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI FURAÇÃO DA CAIXA DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 2 30x30x1.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2.2cm de diâmetro.6cm circundada por outra de 4.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. .

Medidas em centímetros.4 20x50x1.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.2cm de diâmetro.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 102 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1. Marca para a furação: Duas estampas.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2. . Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. . Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 103 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. uma com 2. Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.2cm de diâmetro. Marca para a furação: Duas estampas.

.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2. Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 104 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas.

.CE -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 105 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 CAIXA INTERNA .

CE -2 66 23 Proteção de metal não ferroso 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros. 2 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 106 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI -2 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .

2cm de diâmetro.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 107 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. . uma com 2.

.6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 108 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Medidas em centímetros. Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro.

2cm de diâmetro. Medidas em centímetros.4 20x50x1. .6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 109 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 1 30x50x1.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. uma com 2.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Marca para a furação: Duas estampas. Para o fio terra somente uma com 2.

Medidas em centímetros.4 20x50x1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 110 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1. Marca para a furação: Duas estampas. Para o fio terra somente uma com 2.2cm de diâmetro. uma com 2.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. .

2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 111 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas. . Para o fio terra somente uma com 2. uma com 2. Medidas em centímetros.

Marca para a furação: Duas estampas. uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. .2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 112 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm circundada por outra de 4. Medidas em centímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 113 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 CAIXA INTERNA .CE -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA .

CI -3 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .CE -3 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros. 2 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 114 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 – MADEIRA CAIXA INTERNA .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 115 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 CAIXA INTERNA . 20 15 .CI -4 3 8 8 3 Vidro 12 40 8 44 8 40 3 20 12 3 60 3 15 CAIXA EXTERNA .CE -4 62 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 8 44 8 38 60 Nota: 1 Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 116 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI -4 8 2 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 40 8 44 8 40 2 20 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .CE -4 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 40 20 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros. 2 .

CI -5 3 8 12 12 8 3 Vidro 8 44 8 30 80 80 30 Vidro 12 18 3 18 12 3 60 3 17 CAIXA EXTERNA .CE -5 62 20 6 2 8 8 3 Vidro 12 8 44 8 30 80 78 12 78 12 30 12 Vidro 18 60 17 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 117 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 CAIXA INTERNA . 18 .

CE -5 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 30 80 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 18 18 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -5 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 8 80 80 30 8 44 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 2 18 18 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA . 2 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 118 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 – MADEIRA CAIXA INTERNA .

CI -7 3 3 10 10 10 Vidro 20 20 20 10 130 130 3 100 10 55 10 10 55 3 150 3 26 CAIXA EXTERNA . .CE -7 152 6 29 2 10 10 10 3 Vidro 20 20 20 10 130 128 128 150 26 10 55 10 10 55 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 119 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 CAIXA INTERNA .

CI -7 10 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 2 130 20 2 150 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .CE -7 156 1 Proteção de metal não ferroso 32 4 1 2 3 10 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 20 2 150 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 120 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .

Figuras

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

122

Figuras de BT FIGURA 1 – COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO
AÉREA

ramal de ligação

ponto de entrega condutor do circuito alimentador

rede secundária de distribuição

condutor do ramal de entrada eletroduto do ramal de entrada poste particular medição eletroduto de aterramento haste de aterramento eletroduto do circuito alimentador

AB - RAMAL DE LIGAÇÃO AC - ENTRADA DE SERVIÇO BC - RAMAL DE ENTRADA BCD - ENTRADA DE ENERGIA CDE - CIRCUITO ALIMENTADOR

SUBTERRÂNEA ponto de entrega rede secundária de distribuição condutor do ramal de entrada subterrâneo

eletroduto de proteção

medição

eletroduto do ramal de entrada

duto do ramal de entrada

curva de raio longo caixa de passagem do ramal de entrada

AB - RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO

pontalete

entrada de veículos (mín. 4,50m) entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

FIGURA 2 – ALTURAS MÍNIMAS DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO SOLO

passeio
trânsito de veículos (mín. 5,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste da rede

pista de rolamento

ramal de ligação

pista de rolamento passeio
poste da rede poste particular

trânsito de veículos (mín. 5,50m)

entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

entrada de veículos (mín. 4,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste particular

muro

123

com uma ligação existente. a) medição na parede frontal do prédio. observado-se a disposição do ramal de entrada conforme figura 04.5m do alinhamento da rua. com acesso lateral e portão recuado. a) medição na parede voltada para rua. 2) O prédio não tem altura suficiente e está no alinhamento da rua. b) medição na parede frontal. com acesso independente dos demais. muro ou mureta. muro ou mureta localizado em área comum. ocupando toda a frente do terreno. b) se o limite do terreno estiver a mais de 30m consultar a concessionária. Nota: 1 As disposições acima também se aplicam para entradas subterrâneas. muro ou mureta. 7) Prédio tipo sobrado com 2 unidades consumidoras. acessos independentes. a) medição no poste. estando até 0. Não tendo altura suficiente usar pontalete. Não tendo altura suficiente utilizar poste ou pontalete no muro. a) permanece a medição existente e as demais em agupamento no poste.5m do alinhamento da rua.5m do alinhamento da rua.5m do alinhamento da rua. a) medição no poste. . muro ou mureta. muro ou mureta. muro ou mureta localizado em área comum. 6) Muro no alinhamento ocupando toda a frente do terreno. a) medição embutida no muro voltado para rua. a) medição em agrupamentos em poste. (agrupamentos) 5) O prédio está até 0. 3) O prédio está até 0. alinhamento da rua 9) Mais de um prédio no mesmo lote. 4) O prédio está a mais de 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 124 FIGURA 3 – DISPOSIÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO 1) O prédio tem altura suficiente e está até 0. b) medição na parede lateral com uso de pontalete. a) medição no poste. a) se o limite do terreno estiver até 30m do ultimo poste da rede. 8) Mais de um prédio no mesmo lote.5m do alinhamento da rua porém a mais de 30m do poste da rede. medição no poste. sem ligação existente.

30m caixa de passagem caixa de passagem alinhamento da rua . 2% máx.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 125 FIGURA 4 – DISPOSIÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA SUBTERÂNEO passeio Pista de Rolamento passeio alinhamento da rua Queda de tensão: máx.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 126 FIGURA 5 (A) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA (VISTA SUPERIOR) COMPARTIMENTO ABERTO portão muro ou mureta mín. 100cm mín. 100cm mín. 80cm medição grade ou muro poste alinhamento da rua COMPARTIMENTO FECHADO muro ou mureta medição mín. 100cm poste grade ou muro alinhamento da rua acesso com chave padrão .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 127 FIGURA 5 (B) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. . observadas as posturas municipais. PORTÃO DA EDIFICAÇÃO MURO FRONTAL ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL PORTÃO RECUADO ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL MURO FRONTAL FECHADURA PADRÃO ALINHAMENTO DA RUA CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO FECHADO CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO ABERTO Nota: 1 Para fixação da caixa de medição em muro frontal ver figura 9B.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 128 FIGURA 6 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM POSTE PARTICULAR ramal de ligação multiplex braçadeira ou parafuso passante condutor singelo 30 10 10 circuito alimentador N 30 F1 F2 F3 curva 90° (quando de aço colocar bucha) braçadeira ou parafuso passante poste particular fita metálica. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de cobre 2. VISTA LATERAL eletroduto de aço ou PVC rígido preto caixa para medidor 50 máx. conforme figura 39. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. eletroduto de PVC rígido preto condutores de cobre isolado 160±15 cavidade de inspeção ver figua 38 haste de aterramento DETALHE DE ATERRAMENTO Mín. O isolador para a ancoragem do circuito alimentador deve ser fixado a 30cm abaixo do último isolador do ramal de ligação.5mm. Medidas em centímetros. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. exceção feita para caixas CPO em uso externo.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. .

. conforme figura 39. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada. Medidas em centímetros. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.20x20x20 condutor proteção saída condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx. Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 129 FIGURA 7 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO MONOFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.

20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 130 FIGURA 7 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO POLIFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 20±5 20±5 saída DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. conforme figura 39. Medidas em centímetros. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada. Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada. 5 .

20x20x20 condutor proteção poste particular compartilhado condutor de aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. 100 medição mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. Medidas em centímetros. 80 portão medição mín. exceção feita para caixas CPO em uso externo. 100 grade ou muro grade ou muro acesso com chave padrão poste alinhamento da rua VISTA FRONTAL ramal de ligação multiplex DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. conforme figura 39.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 131 FIGURA 8 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA LATERAL COM POSTE COMPARTILHADO VISTA SUPERIOR COMPARTIMENTO FECHADO COMPARTIMENTO ABERTO mín. 160±15 . 100 muro ou mureta mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

132

FIGURA 8 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL COM POSTE COMPARTILHADO

muro ou mureta

medição

grade ou muro

alinhamento da rua

poste

VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

133

FIGURA 8 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO
VISTA SUPERIOR

muro ou mureta

medição

alinhamento da rua poste VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada, exceção feita para caixas CPO em uso externo, quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

134

FIGURA 9 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA
braçadeira ou parafuso passante ramal de ligação multiplex ramal de ligação condutor singelo
30 10 10mín.

pingadeira poste particular

curva 90° quando de aço colocar bucha

eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente

30

Deve ser construida de concreto, telha, lajota ou material equivalente.

fita metálica, braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2,5mm.

caixa para medidor

mureta

50 máx. 160±15

saída subterrânea ou embutida

condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção
Mín.20x20x20
condutor proteção

eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38

condutor aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medida em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 135 FIGURA 9 (B) – ENTRADE DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL braçadeira ou parafuso passante 30 10 ramal de ligação multiplex 2. conforme figura 39. eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente caixa para medidor mureta saída subterrânea ou embutida eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 160±15 Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.5 à 5 poste particular curva 90° quando de aço colocar bucha fita metálica.5mm. Recomenda-se o uso de grade. A medição frontal pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. .

. observadas as posturas municipais. Na medição frontal. Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Recomenda-se o uso de grade. Medidas em centímetros. conforme figura 39. Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 136 FIGURA 9 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.

Esta alternativa pode ser utilizada para qualquer tipo de fornecimento. Na medição frontal instalada em grade deve ser observada uma distância máxima de 5 cm entre a CM e o alinhamento (grade). conforme figura 39. Para a utilização de abertura na grade (tipo janela) para acesso a medição. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. PASSEIO PÚBLICO (CALÇADA) grade PROPRIEDADE CLIENTE cavidade de inspeção no passeio público Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 4 5 6 7 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. com qualquer modelo de caixa de medição externa ou de policarbonato lacrável e em postes de aço. . Quando da utilização desta alternativa é obrigatório o uso de cadeado padrão. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 137 FIGURA 9 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO FRONTAL INSTALADA EM GRADE Deve ser observado uma distância mínima de 10 cm entre as laterais. Medidas em centímetros. é necessário observar código de postura municipal. concreto armado e madeira. parte superior e inferior da CM em relação a armação da abertura (janela). É dispensado o uso do cadeado padrão quando tratar-se somente de abertura na grade.

A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 138 FIGURA 10 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE FRONTAL CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço 30 curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto 160±15 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. conforme figura 39. .

conforme figura 39.20x20x20 condutor proteção condutores de cobre isolado condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 139 FIGURA 11 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE LATERAL. CASA NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço Vista Superior curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor 160±15 eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 Poste da rede Portão passeio via pública máx. 30 Caixa de medição eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Medidas em centímetros. 50 mín. . A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.

Medidas em centímetros. 20 20 mín 30 fixação junto ao madeiramento DETALHE PONTALETE isolador castanha 60x40mm eletroduto de aço zincado caixa para medidor 160±15 mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 60 mín. PRÉDIO NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO curva 90° de aço zincado com bucha ou PVC rígido 120 máx. . somente em caso de reforma da instalação consumidora e que esteja do mesmo lado da rede da concessionária. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². Poderá ser mantido o pontalete de 20mm. 30 máx.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 140 FIGURA 12 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA NA PAREDE COM PONTALETE.20x20x20 condutor proteção eletroduto de PVC rígido condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição do isolador castanha deve ser de acordo com o detalhe acima e figura 14.

pelos lados e por baixo da caixa de medição. Medidas em centímetro. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 141 FIGURA 13 (A) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Consumidor 00 UV ? PC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.

Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição. . Medidas em centímetro.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 142 FIGURA 13 (B) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. pelos lados e por baixo da caixa de medição.

Medidas em centímetro.20x20x20 condutor proteção Caixa com Tomada de espera de 3 pinos condutor de aterramento haste de aterramento 300 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 143 FIGURA 13 (C) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição e Disjuntor com DR DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. . pelos lados e por baixo da caixa de medição. Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.

20 LEGENDA Curva Isolador Notas: 1 2 Para a ancoragem do ramal de ligação em poste. 20 30 . deve ser observado um afastamento de 10 cm entre o topo e o primeiro isolador. Medidas em centímetro. 20 N 20 30 N 20 N F1 20 20 mín.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 144 FIGURA 14 – DISPOSIÇÕES DOS ISOLADORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO COM CONDUTOR MULTIPLEXADO / SINGELO POSTE 3 condutores 2 condutores Multiplexado F1 30 4 condutores N 20 N 20 F1 F2 20 20 N 20 F1 F2 30 30 F1 F3 30 20 PAREDE 20 20 20 20 20 F1 30 N F1 2 condutores N 20 N F1 F2 3 condutores N 20 N F1 20 20 N F1 F2 F3 4 condutores 20 20 20 F1 F1 F2 Multiplexado F2 F3 PONTALETE Multiplexado 2 condutores 3 condutores 4 condutores 30 30 F1 mín. 20 F1 F1 F2 mín. 20 F2 F3 20 mín.

passeio mínimo 1 volta de cabo fita de identificação conforme item 8. 5 5 5cm mínimo caixa de passagem do ramal de entrada declíve mínimo 2% duto de entrada .2. Medidas em centímetros.2. B 60cm mín.2. fixado na extremidade superior do mesmo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 145 FIGURA 15 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO rede secundária de distribuição A ponto de entrega condutor do ramal de entrada subterrâneo terminal para cabo multipolar (copo de bloqueio) AB-RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO fita metálica ou braçadeira bucha n° do prédio cabo multipolar / unipolar medição eletroduto aço carbono galvanizado a fogo fixar em 3 pontos ver nota 1 270 cm eletroduto do ramal de entrada de aço ou PVC 30cm mín. mediante a utilização de material não corrosivo.c) 30cm 5 5 Envelopamento de concreto para eletroduto de PVC ou duto corrugado. do solo. Ver 8.3.3-c Notas: 1 2 3 O eletroduto junto ao poste deve ser de diâmetro nominal de no mínimo 50mm.3 .Nota 2 pista de rolamento curva de raio longo areia caixa de passagem do ramal de entrada mínimo 50x50x60 aterramento do eletroduto de aço carbono galvanizado a fogo caixa de passagem curva de raio longo em PVC aterramento do eletroduto (conexão) brita duto subterrâneo (ver item 8.70m. O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado. com altura mínima de 2.

50 50 . Medida em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 146 FIGURA 16 – AFASTAMENTO MÍNIMO PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO 120 50 120 120 120 50 120 Notas: 1 2 A ancoragem do ramal de ligação na fachada. só é permitida fora da área delimitada. se atender as alturas mínimas dos condutores ao solo.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 147 FIGURA 17 – ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COM FURAÇÃO POSTE SEM FURAÇÃO cinta armação com um estribo haste cinta armação com dois estribos isolador roldana 76x80mm parafuso passante Ø 16mm usado também em parede PAREDE DE ALVENARIA OU MADEIRA PONTALETE isolador castanha 60x40mm Ver nota chumbador ou parafuso passante mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG Notas: 1 2 3 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador no pontalete deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². Em parede de madeira usar parafuso passante para fixação da armação secundária. Os isoladores devem ser confeccionados conforme NBR 6248 e NBR 6249. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 148 FIGURA 18 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE AÇO parafuso cabeça abaulada Ø 6mm Ø 16mm Ø 6mm cinta suporte braçadeira suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) travessa de madeira 4x5cm Ø 6mm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). Dispensável em caixas de fibra. Ø 6mm suporte Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Nota 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

. DE Ø 6mm ROSCA SOBERBA PASSANTE ALVENARIA PASSANTE OU COM BUCHA Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 149 FIGURA 19 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm Ø 6mm travessa metálica suporte parafuso passante Ø 16mm Ø 6mm suporte PAREDE DE MADEIRA PAREDE DE ALVENARIA (com eletrodutos embutidos) afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm) suporte FIXAÇÃO PAREDE MADEIRA PARAF.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 150 FIGURA 20 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES PAREDE ALVENARIA ALVENARIA parafuso passante Ø 16mm ou chumbador afastador (isolador roldana 76x80mm) parafuso passante de Ø 16mm (com eletroduto embutido) parafuso passante Ø 6mm ou com bucha parafuso passante Ø 6mm suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 POSTE parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm braçadeira ou cinta parafuso passante Ø 6mm afastador (isolador roldana 76x80mm) suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 151 FIGURA 21 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) parafuso cabeça abaulada Ø16mm Ø 6mm cinta suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) parafuso passante Ø6mm travessa de madeira 4x5cm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). parafuso passante Ø16mm POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm suporte parafuso passante Ø 16mm Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. Dispensável em caixas de fibra. .

: A entrada sempre será por trás. A entrada e saída da caixa modelo CPO. A entrada poderá ser por baixo. As junções entre os eletrodutos e as caixas. quando instalada ao tempo deve ser por baixo ou por trás. devem ser vedadas com massa de calafetar. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 152 FIGURA 22 – DISPOSIÇÃO DOS ELETRODUTOS INSTALAÇÃO EM POSTE OU PAREDE ( Caixa externa ) saída saída entrada aterramento aterramento OBS. e pela lateral quando embutida. MURO OU MURETA ( Caixa interna ) saída saída DETALHE arruela bucha ver detalhe eletroduto entrada aterramento entrada entrada aterramento Notas: 1 2 3 4 Pode ser feito o alargamento de furos existentes ou a confecção de outros nas posições opcionais indicadas. INSTALAÇÃO EM PAREDE. quando for ramal de entrada subterrânea. Os furos não utilizados devem ser vedados. quando ao tempo.

a CED deve ser no mínimo uma CP – 02 com disjuntor geral tripolar com alavanca de acionamento exposta. Nos agrupamentos para mais de quatro medidores. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas internas (CI) deve ser de acordo com figura 22. . Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento. conforme item 9.5. Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 153 FIGURA 23 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES MONOFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos para caixas tamanho 4 e 5.

devem ser fixadas conforme figura 20. Nas medições diretas com CP4 deve ser previsto sobra de 50cm por fase para interligação dos medidores.3”a”. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas externas (CE) deve ser de acordo com a figura 22. Medidas em centímetros.2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 154 FIGURA 24 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES POLIFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 6 7 As caixas externas (CE) tamanho 7. A conexão do condutor de aterramento com o neutro de saída da medição deve ser feita por meio de conector tipo parafuso fendido de cobre ou cobreado e devidamente isolado. Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento. . Para a montagem da caixa tamanho 3 observar item 9.

Medidas em centímetros. conforme item 9.5. O circuito de emergência deve ser independente.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 155 FIGURA 25 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos.4. . Instrução para a montagem da CED conforme item 9.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio.

Medidas em centímetros. . conforme item 9. O circuito de emergência deve ser independente.4.5.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 156 FIGURA 26 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos. Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.

Instrução para a montagem da CED conforme item 9.5.3 “a”.4. Para a medição de serviço observar item 9.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio. Medidas em centímetros. conforme item 9. O circuito de emergência deve ser independente.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 157 FIGURA 27 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO DUAS PAREDES Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos.2. .

.nº circuito de distribuição 240 mínimo CED 5 60 60 CD DPS 40 40 40 140 40 20 20 40 120 40 20 20 40 40 90 330 40 40 40 condutor de entrada.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio..mm rede da concessionária Rua "C" Rua "B" B C dispositivo para desligamento à distância Rua "A" . conforme item 9.5. Medidas em centímetros.4... Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.. 5 5 .2.mm 2 2 condutor de aterramento.mm eletroduto Ø.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 158 FIGURA 28 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO TRÊS PAREDES barra para derivação dos condutores de proteção individuais de cada unidade consumidora C B A 10 60 CP-2 Emergência CP-2 Serviço CP-2 AP...... O circuito de emergência deve ser independente. Para a medição de serviço observar item 9.m A 120 mínimo prédio a ser ligado PLANTA DE SITUAÇÃO prédio nº LOCALIZAÇÃO DO PAINEL Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos.3 “a”.mm eletroduto Ø.

2 pintura em vermelho distribuição disjuntor geral entrada CED DIAGRAMAS UNIFILARES COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA 1 2 3 DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 159 FIGURA 29 – SISTEMA DE EMERGÊNCIA iluminação elevadores bombas letras cor branca sistema de emergência CP .

8 marca do engastamento 110/120/130/135 500/600/700/750 Ø 1. Dimensões em centímetros. 23 20 20 .8 marca do engastamento 110/120/130/135 110/120/130/135 160±15 marca do engastamento 20 20 500/600/700/750 23 20 SEÇÃO DUPLO T 160±15 13 SEÇÃO QUADRADA SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Os postes devem ser confeccionados conforme ANEXO Y.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 160 FIGURA 30 (A) – POSTE PARTICULAR Concreto Armado 10 10 variável conforme tipo do ramal de ligação 20 10 20 Ø 1.8 500/600/700/750 160±15 13 Ø 1. Especificações conforme ANEXO K.8 identificação 15 15 identificação identificação Ø 1.8 Ø 1.8 20 20 Ø 1.

8 23 13 160±15 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Postes de madeira devem ser de eucalipto tratado ou cerne.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 161 FIGURA 30 (B) – POSTE PARTICULAR Madeira três voltas de arame de aço 14 BWG 20 10 20 10 20 20 Ø 1. Identificação: − Nome do fabricante. − Comprimento nominal. Dimensões em centímetros. − Data da fabricação.8 20 20 Ø 1. SEÇÃO QUADRADA 4 110/120/130 160±15 13 23 . Especificações conforme ANEXO K.8 Identificação Ø 1. − Diâmetro do topo.8 500/600/700 500/600/700 Identificação Ø 1.

Especificações do poste com seção circular conforme ANEXO K.) Furo Ø 5mm Identificação 500/600 Furo Ø 30mm para passagem dos condutores 160±15 Marca do engastamento engastamento 110/120 Furo Ø 15mm para fio terra e condutor de proteção 90/100 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 4 SEÇÃO QUADRADA 5 Os postes devem atender as exigências da NBR 6591. Os postes com caixa acoplada devem ser devidamente aprovado pela concessionária. Dimensões em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 162 FIGURA 30 (C) – POSTE PARTICULAR Poste de aço sem caixa e com caixa de medição acoplada 500/700 260/450 (Mín. − Diâmetro do topo. − Comprimento nominal. Identificação: − Nome do fabricante. 5 . − Data da fabricação.

3 . o ramal de entrada deve ser com cabo multipolar isolado para 0. Medidas em milímetros. não sendo aceito condutores unipolares.6/1 kV. Identificação: − Nome do fabricante. − Data da fabricação. − Comprimento nominal. − Registro de responsabilidade técnica (CREA). − Diâmetro do topo. 1:5 DETALHE E-E ESC.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 163 FIGURA 30 (D) – POSTE PARTICULAR Poste de concreto armado com caixa de medição monofásica acoplada CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEX DETALHE B-B D D DETALHE A-A E E CAIXA SUBTERRÂNEA 180X160 Ø34 AES-CEEE-RGE DETALHE A-A DETALHE B-B DETALHE D-D ESC. 1:5 Nota: 1 2 No caso do poste não possuir eletroduto interno.

2. .3. consulte item 9. Para determinar o tamanho.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 164 FIGURA 31 (A) – CAIXAS PARA UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS USO INTERNO CLI USO EXTERNO CLE TAMANHOS 1A e 2A C B A CI CE TAMANHOS 1e2 TAMANHO 3 CPO CPOL 00 UV ? PC MEDIÇÃO INDIRETA USO INTERNO CI USO EXTERNO CE TAMANHO 7 130 24 150 7 CI-CE CI-CE 150 130 24 Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA.

. Para determinar o tamanho.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 165 FIGURA 31 (B) – CAIXAS PARA AGRUPAMENTOS TAMANHO 5 B B A C A B TAMANHO 8 A TAMANHO 9 B A TAMANHOS 10 e 11 B C A TAMANHOS 12 TAMANHOS 13 A B A Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA. consulte item 9.3.2.

com as aletas voltadas para o fundo. inferior e superior. Todas CED´s ou CD´s devem ser dotadas de dobradiças e dispositivos para lacre.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 166 FIGURA 32 – CAIXAS DE PROTEÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Notas: 1 2 3 Para escolha da CP consulte item 9.3. As aberturas para ventilação das CED´s e CD´s devem estar localizadas nas faces laterais. .

Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 167 FIGURA 33 – CAIXAS DE PASSAGEM DE RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Notas: 1 2 3 As caixas devem ser de alvenaria ou concreto revestidas com argamassa.4. . Para cada caso devem atender as condições do item 8. impermeabilizadas e com drenagem. As medidas indicadas são as mínimas exigidas.2. Quando de concreto as paredes devem ter espessura mínima de 6cm.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 168 FIGURA 34 – HASTE DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas em centímetros.

. Medidas em milímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 169 FIGURA 35 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA E SUPORTE Notas: 1 2 As ferragens devem ser confeccionadas conforme especificação da concessionária e atenderem as exigências aplicáveis na NBR 8159.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 170 FIGURA 36 – ISOLADORES Roldana 76 x 80 Roldana Dois Leito Roldana 42 x 42 / 48 x 48 Castanha 60 x 40 Notas: 1 Medidas em milímetros. .

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 171 FIGURA 37 – TUBO DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros.

nos formatos quadrado ou circular.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 172 FIGURA 38 – DETALHE DE ATERRAMENTO Nota: 1 A cavidade de inspeção pode ser confeccionada em alvenaria. policarbonato. concreto armado. provido de tampa adequada com resistência mecânica capaz de suportar trânsito de veículos e/ou passagem de pedestres. . plástico ou produto similar. quando localizado no passeio público.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 173 FIGURA 39 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA POLICARBONATO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros.

br .ceee.com.com.www.br www.ceee.

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