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Relatório de Leitura - aula 9 megiani

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Relatório de Leitura - Aula 9 História Ibérica I Aluno: Pedro Altenfelder Silva Dias Texto: A estrutura administrativa estadual nos

séculos XVI e XVII Autor: J. Vicens Vives O texto em questão trata das dinâmicas de poder e do papel das instituições na construção e desenvolvimento do Estado Moderno espanhol. O autor expõe diversos aspectos da doutrina política e sobre as reações intelectuais e ideológicas provocadas pela afirmação do poder monárquico, ele foca sua atenção na investigação da evolução das instituições administrativas. Estudar a história das instituições por si só, não nos leva a conclusões concisas, pois ela descreve as características de um aparelho de poder já consolidado (em um dado momento específico) ignorando seu processo de formação e a realidade que o envolve. A análise da burocracia como elemento determinante da estrutura interna do Estado é o melhor modo de caracterizar a passagem do absolutismo doutrinal da Idade Média ao absolutismo efetivo e realizador nos séculos XVI e XVII. Ao executar tal análise e entender a formação das mentalidades dos burocratas é o melhor caminho para a compreensão do poder moderno e de seus resultados nos fatos econômicos e sociais do ponto de vista histórico. Após uma analise social e politica da sociedade e da burocracia e do papel de certas ferramentas na formação do Estado, o autor apresenta um estudo sobre as instituições fragmentadas e as dinâmicas entre conselhos e as suas relações hierárquicas. É então que J. VicensVivens propõe hipóteses de trabalho. A primeira aborda a dificuldade de adaptação que os oficiais medievais ao modelo de funcionário moderno. A segunda proposição trata da burguesia como fonte potencial para cargos administrativos. Temos que considerar que tal burguesia ainda não tem uma identidade reconhecida e não defende exclusivamente seus próprios interesses. A terceira hipótese de trabalho foca a dificuldade que existia em recrutar pessoal administrativo competente, essa questão aborda os desígnios de classe portantose torna algo complexo. O quarto tópico é sobre a rentabilidade material e moral como atração dominante de cargos da administração, essa questão é relevante pois trata-se de uma possível ascensão hierárquica social, politica e econômica que era desejada. O quinto e o sexto tópico tratam da corrupção nos aparelhos burocráticos. O termo pode ser considerado anacrônico pois as relações baseadas nas redes de contatos e influências era algo completamente reconhecida e não era ilegal. A sociedade não era de caráter igualitário e matinha os privilégios.

onde a centralização foi mais concisa devido às raízes tradicionalmente (feudais entre outros fatores). . nobreza e clero (Igreja) no processo de consolidação do Estado Moderno. foi sobre o processo de centralização que teve caráter polissinodal. O poder central tem a grande influencia e soberania. O ponto principal. língua. dominante. a unidade é mantida permitindo tais particularidades. A centralização polissinodal significa um processo político em que há multiplicidade de jurisdições e poderes. O importante é haver um equilíbrio entre o poder central e seus fragmentos. Há um poder central. Tal equilíbrio teve que existir da mesma forma que se deu entre burguesia. mas os poderes locais podem manter as características típicas de cada lugar. Tal característica faz com que o caso espanhol se destaque em relação aos casos da Europa Central. e que de certa forma define de maneira geral o reino espanhol. costumes e em alguns casos até certas leis. sistemas de poder. porém existe um respeito pelas particularidades e fragmentos do reino. hierarquias.As discussões que surgiram em sala se focaram nas questões que determinam as peculiaridades do Estado Moderno espanhol (e da administração de suas instituições) que em algumas visões nem se quer pode ser chamado de absolutista.

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