COLETÂNEA DE EXERCÍCIOS DE TEORIA GERAL DO PROCESSO

TEORIA GERAL DO PROCESSO CIVIL

COLETÂNEA DE EXERCÍCIOS DE TEORIA GERAL DO PROCESSO

CURSO DE DIREITO Ementa: Noções básicas de Direito Processual Civil, Penal e do Trabalho. Leis Processuais: Civil, Penal e do Trabalho. Jurisdição. Ação. Condições da ação. Processo. Princípios gerais do processo. Pressupostos processuais. Procedimentos. Estrutura judiciária federal e estadual. Competência. Teoria Geral do Processo TEMA Nº. 01: Compreensão, autonomia e instrumentalidade do processo; natureza das leis processuais; relações do direito processual com os outros ramos do direito; finalidade do processo civil, processo penal e do trabalho; leis processuais no tempo e no espaço; CASO Nº. 01: Na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro encontra-se em votação um projeto de lei que visa limitar o alcance dos procedimentos estabelecidos na lei 11.419 de 19/12/2006, que dispõe sobre a informatização do processo judicial, alterando vários dispositivos, sob o argumento da inexistência de condições práticas específicas, sobretudo no interior, para atendê-los. Indaga-se: a) A Assembléia Legislativa estadual pode legislar sobre matéria processual? Justifique indicando o dispositivo legal pertinente. Justifique a resposta. b) E quanto aos procedimentos administrativos de apoio ao processo? Justifique a resposta. c) Este projeto seria constitucional? Justifique. Pesquise na doutrina: 1) Ada Pelegrini Grinover. Teoria Geral do Processo. 23ª edição. Rio de Janeiro, Malheiros, 2007. pág. 114. 2) Alexandre Freitas Câmara. Lições de Direito Processual Civil. Vol. 1. 14ª ed. Ed. Lumen Iuris, pág. 18. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. Gabarito: a) Não. Trata-se de matéria exclusiva da União ± artigo 22, I da CRFB. A Assembléia

Legislativa pode legislar concorrentemente sobre procedimentos em matéria processual (art. 24, XI da Constituição da República). A União somente legisla concorrentemente sobre matérias indicadas no art. 24 da CRFB, e que estabelece normas gerais. Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados da Federação exercem a competência legislativa plena, para atender as suas peculiaridades. Uma vez, no entanto, editada lei federal e entrando em vigor ficará suspensa a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário. b) Sim, nessa hipótese é possível concorrentemente. Artigo 24, XI da CRFB. c) Não, estaríamos diante de um projeto inconstitucional por conta do disposto no artigo 22, I da CRFB, que dita a sua competência privativa. CASO Nº. 02: Antenor e Alice, brasileiros, prósperos empresários do ramo da construção civil, casados há cinco anos, apresentam problemas de fertilidade apesar de vários tratamentos em modernas clínicas especializadas. Decidem então congelar embriões para uma inseminação artificial futura. Ocorre que Antenor falece, vítima de um desastre de avião em uma de suas viagens de negócios. Viúva, Alice procura a clínica para submeter-se a fertilização, porém a clínica diante da notícia do falecimento de Antenor se nega a fazêlo. Indignada, Alice busca amparo para sua pretensão junto ao Poder Judiciário. O magistrado, por sua vez, deixa de apreciar a questão alegando que tal situação não encontra amparo legal no ordenamento jurídico brasileiro. Indaga-se: Agiu de forma correta o magistrado? Por quê? Fundamente. Pesquise na doutrina : 1) Ada Pelegrini Grinover. Teoria Geral do Processo. 23ª edição. Rio de Janeiro, Malheiros, 2007, página 109. 2) Moacyr Amaral Santos. Primeiras linhas de Direito Processual Civil. São Paulo. Saraiva, 2007, v. 1, pág. 30; 3) Humberto Dalla Bernardina de Pinho. Teoria Geral do Processo Civil Contemporâneo. 1ª ed. Rio de Janeiro. Lumen Iuris. 2007, página 23. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. GABARITO O magistrado não agiu corretamente, diante da falta de previsão legal específica para o caso concreto, deveria aplicar o disposto no artigo 126 CPC, fenômeno da integração, recorrendo, portanto, à analogia, aos costumes e aos princípios gerais do Direito. Jurisprudência: ³Tanto a Lei de Introdução do CC (art. 4º) como o CPC (art. 126) determinam ao julgador, em face da lacuna da lei, decidir a lide de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito. Entendo esses dispositivos como sendo uma determinação ao Juiz no sentido de verificar se o caso trazido à sua apreciação é ou não vedado por lei, se afronta ou não a ordem jurídica e os bons costumes, e, em caso negativo, deve dar a ele uma solução jurídica e justa´ (Ac. un. da 2ª Câm. do TJRJ de

08.11.1994, na Ap. 5.629/94, rel. Des. Sergio Cavalieri Filho). CASO Nº. 03: Carlos promoveu ação de conhecimento em face de Antonio. Postula a condenação do réu a pagar a importância de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a título de dano moral. O feito correu até a sentença, que julgou procedente o pedido do autor. Houve recurso, no segundo grau, o relator designado na 2ª Câmara Civil constata que o autor foi interditado no curso do processo. Determina, de imediato, a regularização do feito, com intimação pela imprensa oficial para no prazo de 10 dias ser eliminado o vício, conforme art. 515, § 4º do CPC. A análise da abordagem histórica do Direito Processual é necessária para que possamos entender e valorizar as reformas do Código de Processo Civil, cujo objetivo precípuo é garantir expressivo acesso à justiça. Pergunta-se: a) Quais são as fases de evolução do Direito Processual? Justifique a resposta. b) O que se entende por instrumentalidade do processo? Fundamente a resposta. Pesquise na doutrina: 1) Ada Pellegrini Grinover. Teoria Geral do Processo. 23ª edição. Rio de Janeiro, Malheiros, 2007. pág. 48. 2) Humberto Theodoro Junior. Curso de direito processual civil. 43ª ed. Rio de Janeiro, Forense, 2005, v. 1: pág. 48. Moacyr Amaral Santos. Primeiras linhas de Direito Processual Civil. São Paulo, Saraiva, 2007, v. 1. pág. 37 ± 62. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. Consultar também ±Teoria Geral do Processo- Ada Pellegrini Grinover ± 23 ed- Ed. Malheiros ± 2007 ± páginas 47 e 48 e Moacyr Amaral Santos ± Primeiras linhas de direito processual civil. GABARITO a) Segundo estes autores existem basicamente três fases metodológicas: imanetista, autonomista ou conceitual e instrumentalista. b) Segundo a jurisprudência que se segue, a instrumentabilidade está bem explicada: ³Caracterizando-se o processo civil contemporânea pela sua instrumentalidade, não se deve declarar a nulidade do ato quando alcançado o seu objetivo sem prejuízo para as partes. Segundo proclamou o recente Congresso Mundial de Direito Processual, é em dispositivo do nosso CPC que se encontra a mais bela regra do atual Direito Processual, a saber, a insculpida no art. 244, onde se proclama que, µquando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o Juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, lhe alcançar a finalidade (Ac. un. da 4ª T do STJ no REsp 7.184, rel. MIn. Sálvio de Figueiredo Teixeira). O processo é o meio de realização do direito material que visa compor a lide, e não mero repositório de regras a serem cumpridas literalmente.

Questões objetivas Questão Nº. 01 Julgue as alternativas abaixo: I) o Direito Processual Civil tem por objeto o estudo das normas jurídicas que regem a atividade jurisdicional do Estado. II) o Direito Processual Civil é ramo do direito público. III) Obrigações são medidas estabelecidas pelo Direito, como conseqüência da desobediência de um imperativo legal. IV) O Direito Processual Civil, como ramo do direito acessório, submete-se ao direito material. São corretas as alternativas: a) I, II e III. b) I e II. c) II, III e IV. d) I, III e IV. Gabarito : Letra B ± Alternativas I e II. A alternativa III está equivocada, pois se trata de sanção e a alternativa IV está errada, porque o direito processual civil é autônomo. Questão Nº. 02 Quanto à interpretação da lei processual indique a alternativa incorreta: a) são métodos de interpretação da lei processual: literal, sistemático, histórico, comparativo e teleológico. b) o chamado fenômeno da integração não encontra previsão no ordenamento jurídico brasileiro. c) A atividades interpretativa pode ser classificada em declarativa, restritiva, extensiva ou ab-rogante. d) O método teleológico objetiva alcançar a finalidade social da norma. e) O método comparativo visa comparar as previsões do ordenamento jurídico brasileiro e estrangeiro. Gabarito: letra B Existe previsão no artigo 126 do CPC. Não pode o juiz deixar de julgar o conflito sob alegação de inexistência de norma legal, cabe-lhe aplicar as normas legais, e se essas não existem no ordenamento jurídico, deve recorrer à analogia, aos costumes e aos princípios gerais do direito, resultando no fenômeno da integração.

Questão Nº. 03 Assinale a alternativa incorreta: a) Jurisdição, ação e processo formam a trilogia fundamental do direito processual. b) a ação é um direito subjetivo e autônomo. c) Os Estados e municípios têm competência concorrente para legislar sobre normas de organização judiciária. d) O direito processual civil mantém relações com os demais ramos do Direito. e) aplica-se o princípio da territorialidade quanto tratamos da aplicação da lei processual no espaço. GABARITO: letra C. ± artigo 24, XI CRFB. Os Municípios não dispõem de poder judiciário, logo não podem legislar sobre lei processual. Os Estados podem legislar concorrentemente sobre procedimentos em matéria processual, cabendo-lhes editar o Código de Organização Judiciária, dentro do seu poder de administração, na tarefa de distribuir os quinhões de competência de seus órgãos investidos de jurisdição. TEMA Nº. 02 - Princípios informativos do direito processual; Distinção entre ação, jurisdição e processo; a informatização do processo judicial ± noções gerais. CASO Nº. 01 O Direito Processual Civil foi objeto de profundas alterações recentes, entre elas citamos a lei 11.277 de 7/2/2006 que criou o artigo 285-A que estabelece no seu caput: ³Quando a matéria controvertida for unicamente de direito e no juízo já houver sido proferida sentença de total improcedência em outros casos idênticos, poderá ser dispensada a citação e proferida sentença, reproduzindo-se o teor da anteriormente prolatada´. Pergunta-se: Este dispositivo ofende os princípios do contraditório e da ampla defesa? Justifique a resposta. Pesquise na doutrina: 1) Cássio Scarpinella Bueno. A nova etapa da reforma do Código de Processo Civil. Vol. II, São Paulo, Ed. Saraiva. 2006, pág. 55. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. GABARITO Não há ofensa ao princípio do contraditório e da ampla defesa. A doutrina indica que trata-se de uma forma eficaz de debelar processos repetitivos, justificando ainda que não haverá prejuízo para a parte ré. (Consultar: A nova etapa de reforma do Processo Civil ± Cássio Scarpinella Bueno ± Vol. 1- página 55) . No caso, o contraditório poderá ficar diferido, porque o autor inconformado com a decisão tem o direito de recorrer da

Isto constitui ofensa ao chamado Princípio da Igualdade das Partes? Justifique a resposta. como fazia todas as manhãs. Rio de Janeiro. Malheiros. ingressou em juízo pleiteando a anulação da decisão administrativa ao argumento de que não foram garantidos os princípios do contraditório e da ampla defesa esculpidos no artigo 5º. . pág. Teoria Geral do Processo. 60) CASO Nº. GABARITO: a) Princípio do Duplo grau de jurisdição. defende-se afirmando que esta decisão na esfera administrativa não pode ser modificada. 23ª edição. foi punido em procedimento administrativo disciplinar com a suspensão de suas atividades por trinta dias. (Consultar: TGP ± Ada Pellegrini Grinover.23ª ed. Não poderá o juiz decidir unicamente em razão de suas decisões precedentes e. portanto. condenando-o ao pagamento de R$ 80. II.00 ( oitenta mil reais ) à título de indenização por danos materiais e morais. Através de seu procurador. dirigia seu veículo em direção ao trabalho. II. 60 e 81. 2007 ± pág. Malheiros 2007 ± pág. 81). pois considerou que o Município é responsável pela conservação dos postes de iluminação pública. morador de Petrópolis.decisão e o tribunal reformar a sentença. tornando-se. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. 105. sim. II) .23ª ed . funcionário público estadual. b) Esta sentença tendo em vista o disposto no artigo 475. devido ao péssimo estado de conservação. LV da CRFB. com base em sentenças que proferiu e que apresentam fundamentação legal em Súmulas dos Tribunais Superiores ou de jurisprudência dominante neles. b) Não constitui ofensa ao princípio da igualdade das partes. pois operou a chamada coisa julgada administrativa. Diante disto. 108. Malheiros. apesar da própria Constituição atribuir efeito recursal a vários órgãos da jurisdição ± 102. Indaga-se: a) Qual o Princípio do Direito Processual Civil que permite um novo julgamento das decisões de primeiro grau? Este princípio tem sede constitucional? Justifique a resposta. o que permite a consagração do contraditório. o Estado. Pergunta-se: Procede o argumento do procurador ? Justifique a resposta. imutável. Pesquise na doutrina: 1) Ada Pellegrini Grinover. Por conta do acidente. Decidiu então ajuizar Ação de Indenização por danos materiais e morais em face do município de Petrópolis. 03 Lourenço. I do Código de Processo Civil está sujeita a chamada revisão obrigatória. bem como em Uniformização de Jurisprudência nos Tribunais locais ou de jurisprudência dominante neles sobre a questão jurídica. Justifica-se pelo interesse público. Antônio Marcos restou seriamente lesionado. quando foi atingido por um poste de iluminação pública que tombou na avenida onde trafegava. 02: Antônio Marcos. Não há previsão expressa deste princípio na Constituição (Consultar: TGP ± Ada Pellegrini Grinover. 2007.000. O juiz na sentença julgou procedente o pedido. CASO Nº.

A questão pode ser analisada pelo Poder Judiciário ± art. do que resulta na concentração dos atos na audiência e na irrecorribilidade das decisões interlocutórias. Saraiva.. da simetria e da simplicidade. contido no art. 5º da CRFB). 77 ± TGP ± Ada Pellegrini Grinover. Vol.. 1ª ed. bem como no procedimento sumaríssimo dos Juizados Especiais de Causas Cíveis. onde há concentração dos atos na audiência de conciliação. porém proposta a ação cabe ao juiz impulsioná-lo rumo à solução da lide (impulso oficial). O princípio da oralidade está presente em todos os procedimentos. motivação das decisões judiciais. d) princípio da lealdade processual. Lumen Iuris . marcantemente oral. c) princípio da efetividade. dos atos processuais e da publicidade. GABARITO: Letra D. Teoria Geral do Processo. 0 2 O princípio que impõe deveres de moralidade e probidade a todos os que participam do processo é chamado de : a) princípio do devido processo legal.2007 ± pág. da eventualidade e da impugnação especificada. 30) Questões objetivas Questão Nº. d) Princípio do impulso oficial. 2007. 2) Cássio Scarpinella Bueno. 5º. Teoria Geral do Processo Civil Contemporâneo. Curso Sistematizado de Direito Processual Civil. da substitutividade e da instrumentalidade c) princípios da identidade física do juiz. b) princípio do contraditório e da ampla defesa. da oralidade. uma garantia que se encontra nos direitos fundamentais do cidadão brasileiro (art. A motivação de suas decisões resulta no princípio da persuação racional ou do livre convencimento motivado. da CRFB ± princípio da inafastabilidade do controle jurisdicional ± acesso à justiça. b) princípio da inércia. instrução e julgamento. . XXXVI. Lumen Juris. (Consultar: Teoria Geral do Processo de Conhecimento ± Humberto Dalla Bernardina de Pinho ± Ed. pág. podendo a contestação ser feita oralmente. pág. 30. São Paulo. 101. I. especialmente de forma marcante no sumário. 2ª edição. GABARITO: letra C ± Princípio da lealdade processual ± pg. 131 do CPC. GABARITO Não é procedente o argumento do procurador. 2007. Questão Nº. 01 São princípios informativos do processo: a) princípio da concentração da defesa. e) princípio do duplo grau de jurisdição. e) princípio da economia processual.Pesquisa na doutrina: 1) Humberto Dalla Bernardina de Pinho. Rio de Janeiro. Vigora o princípio da demanda ou dispositivo.

d) do livre convencimento motivado e) da motivação das decisões judiciais. não suportando mais a convivência comum.O processo de conhecimento é dialético. v. caráter substitutivo. As partes não devem faltar com a verdade. 03: Jurisdição. 2) Athos Gusmão Carneiro. Pesquisa na doutrina: 1) Moacyr Amaral Santos. Tal disposição traduz o princípio : a) dispositivo b) do devido processo legal. substitutivos da jurisdição. limitações e características. Questão Nº. 01 Cláudio e Marlene. alegações e peças instrutórias que tenham relevância para a causa. TEMA Nº. princípios Fundamentais. de seis e doze anos respectivamente. por tal razão. Ed. Jurisdição e Competência. dois filhos menores. após quinze anos de casados. São Paulo. 76 ± 80. ou seja. Jurisdição contenciosa e voluntária no processo civil e penal. poderes. Jurisdição de direito e de equidade. O princípio do livre convencimento motivado obriga ao juiz apreciar e a relevar apenas os fatos. logo presente a possibilidade do contraditório. c) Este casal poderia obter a separação por via administrativa nos termos da lei? Por quê? Justifique. Indaga-se: a) Trata-se de jurisdição voluntária ou contenciosa? Justifique. 2005. b) Neste caso está presente o caráter substitutivo da jurisdição? Justifique. CASO Nº. c) do juiz natural. pág. A dignidade da pessoa deve estar presente em todo o curso do itinerário processual. 24ª ed. 1. conceito. GABARITO: letra D ± artigo 131 do CPC. 2007. podendo tomar em consideração outros elementos e provas constantes dos autos para solucionar o conflito. São Paulo. um agir com respeito à moral e de forma probo. . amparo no Poder Judiciário. Malheiros. não está adstrito ao laudo pericial para formar o seu convencimento. Saraiva. nem deve usar de meios fraudulentos para justificar as pretensões deduzidas em juízo. pág. O juiz. através de advogado comum. poderes compreendidos na jurisdição espécies de tutela jurisdicional. Primeiras linhas de Direito Processual Civil. agindo com absoluta lealdade. por exemplo. devendo desconsiderar todos aqueles impertinentes e sem qualquer valor probante. finalidades. 43 ± 47. resolvem separar-se amigavelmente e buscam. 03 O juiz é livre para apreciar e avaliar as provas produzidas nos autos formando o seu convencimento. Distinção entre Funções do Estado.

Doente. Lições de Direito Processual Civil. substituindo a atividade do particular pela intervenção do Estado. chamada Aurora. Não há conflito de interesses existindo apenas interessados no provimento jurisdicional. Pergunta-se: Intercomunicam-se. b) Para grande parte da doutrina a substitutividade está presente na jurisdição voluntária. 03 A jurisdição segundo CHIOVENDA pode ser definida como a função estatal que tem por finalidade a atuação da vontade concreta da lei. vive com dificuldades. entretanto. portanto não se aplica a lei 11. Lumen Iuris. a classifica quanto à pretensão em jurisdição cível e criminal. por sua vez. pois sustenta-se sozinha com o valor da pensão do INSS do falecido marido. sob o argumento que tal medida afasta-se do ideal de justiça. Lumen Iuris ± 2007). 24ª ed. que deve nortear as decisões emanadas do Poder Judiciário. A doutrina. c) Não neste caso é impossível. ajuizou ação de cobrança junto ao juízo cível. Pergunta-se: a) Agiu corretamente o magistrado? Justifique a resposta . Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. CASO Nº. gastou suas economias com tratamentos e remédios e com isso deixou de pagar as cotas condominiais durante nove meses.Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema.441 /07. O magistrado deixou de terminar a penhora do bem. Vol. que culminou com um pedido de penhora do imóvel. b) Trata-se de jurisdição de direito ou de equidade? Fundamente a resposta Pesquisa na doutrina: 1) Alexandre Freitas Câmara. 02 No condomínio Morada do Sol. O condomínio. localizado no subúrbio do Rio de Janeiro. reside uma senhora de noventa e dois anos de idade. (Consultar: O novo procedimento da separação e do divórcio ± Cristiano Chaves de Farias ± Ed. pois os filhos do casal são menores. Ed. as mesmas repercutindo uma na outra? Justifique . GABARITO: a) Trata-se de jurisdição voluntária. GABARITO CASO Nº. 75 e 76. Apenas para Galeno de Lacerda a substitutividade não está presente. que apesar de ser proprietária de três outros pequenos imóveis nesta cidade. 2005 pág. I. para facilitar a nossa compreensão.

03 . 02 A jurisdição contenciosa caracteriza-se pela: a) ausência de substitutividade. Jurisdição e Competência. 01 Consideram-se elementos da jurisdição : a) parte. Questão nº. e) nenhuma das alternativas anteriores. c) presença de um conflito de interesses qualificado por uma pretensão resistida ± lide. c) jurisdição de direito e de equidade. A jurisdição se divide em contenciosa e voluntária e nesta não há possibilidade de conflito a ser solucionado pelo juiz. vocatio e coercio.indicando os dispositivos legais pertinentes. parágrafo 5º do CPC. (Ver: Teoria do Direito Processual contemporâneo . d) homologação da vontade dos interessados. IV do CPC. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. juditio e executio. o interesse de agir e a possibilidade jurídica do pedido. Gabarito: letra D São os cinco elementos da jurisdição com base no Direito Romano. Gabarito: A resposta é afirmativa. b) legitimidade ad causam. São Paulo. Da mesma forma que o processo pode ficar sobrestado enquanto aguarda a solução de alguma questão prejudicial. objeto e a causa de pedir. Ed. Possibilidade porque pode o réu não oferecer contestação. que afirma ser competente o juízo cível para executar as sentenças penais condenatórias. e) nenhuma das alternativas anteriores. 24ª ed. 2005. Pesquise na doutrina: 1) Athos Gusmão de Carneiro. GABARITO : letra C A jurisdição contenciosa se caracteriza pela possibilidade de conflito entre as partes. Questões objetivas Questão nº. ± 265. d) cognitio. tornando-se revel. Verificar a hipótese do artigo 575. Lumen Iuris 2007) Questão nº. b) presença de interessados e de um procedimento.Humberto Dalla Bernardina de Pinho ± Ed. pág. 28. Malheiros.

TEMA Nº. (Consultar: Cássio Scarpinella Bueno ± Curso Sistematizado de Direito Processual Civil ± Teoria Geral do Direito Processual Civil ± vol. 04 . Solução de Conflitos trabalhistas: autodefesa. ( ) jurisdição é o meio pelo qual a parte provoca a atividade do Estado . Humberto Dalla. estabelecendo expressamente a cláusula arbitral e indicando o foro do Japão como o responsável para dirimir eventuais controvérsias. a mediação e conciliação. em 1994. 01 O projeto de lei 94/2002 da Câmara dos Deputados regula a chamada ³mediação paraprocessual. CASO Nº. 01 ± Ed. . b) Quais são as espécies de mediação existentes? Fundamente a resposta. 02 Uma empresa japonesa e outra brasileira celebram um contrato no Japão. Saraiva. Consultar: Teoria Geral do Processo Civil Contemporâneo. coerção e documentação. Curso Sistematizado de Direito Processual Civil ± Teoria Geral do Direito Processual Civil ± vol. 01 ± Ed. autocomposição. a arbitragem só foi regulamentada algum tempo depois pela 9307/96. Pesquise na doutrina: 1) Cássio Scarpinella Bueno. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema.Julgue os seguinte itens CERTO (C) ou ERRADO (E) : ( ) a jurisdição compreende três poderes : o de decisão.Meios alternativos de solução de conflitos (Arbitragem e a conciliação nos Juizados Especiais Cíveis e Criminais). Diante disto: Indaga-se: a) Quais são os chamados meios alternativos de pacificação de conflitos? Justifique a resposta. Do Judiciário Trabalhista: O Poder Judiciário. 2007). a mediação poder ser classificada em mediação prévia ou incidental e em judicial ou extrajudicial. CASO Nº. Segundo a doutrina. No Brasil. ( ) quanto ao grau em que é exercida pode ser classificada em superior e inferior. Páginas 39 ± 46. 2007. Gabarito: Os meios alternativos na solução de conflitos são: a arbitragem. pág. Comissões de conciliação prévia (noções).´ Sabemos que a mediação é uma forma alternativa de solução de conflitos em que o mediador deverá estimular os envolvidos a alcançarem um resultado pacífico e que a idéia é a oportuna e ampla utilização deste instrumento. ( ) a jurisdição é atividade preponderantemente estatal podendo ser delegada ao particular. 12 ± 15. sua organização e o Ministério Público. Saraiva. Gabarito: C / E / E / C.

O magistrado. Ed. a autora apresentou 08 (oito) testemunhas do fato. por sua vez. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. na AIJ (Audiência de Instrução e Julgamento). (precedente STJ ± Ministra Eliana Calmon) b) Não. enquanto dirigia-se ao trabalho. Curso de Direito Processual Civil. C) Cabe a revisão pelo poder judiciário das decisões proferidas no procedimento de arbitragem? Justifique. Pergunta-se: a) É possível afirmar que o Juizado Especial Cível é meio facilitador do acesso à justiça? Justifique a resposta. c) No caso em tela. Arbitragem.Pergunta-se: A) Aplicam-se as disposições da lei de arbitragem neste contrato? Fundamente a resposta. se neles estiverem inseridas a cláusula arbitral. XXXV da CRFB? Justifique a resposta. limitou-se a ouvir apenas 03 (três) testemunhas. decidindo e proferindo a sentença na própria audiência de acordo com o artigo da lei 9099/95. c) Não. Lumen Iuris ± 2005) CASO Nº.000. Artigo 31 da lei 9307/95. É de opção dos interessados. GABARITO: a) Sim. ocorrida em 05 de outubro de 2007.´ por dano materiais perante o juizado especial cível requerendo a condenação ao pagamento de R$ 10.00 (dez mil reais) por conta de uma colisão com seu veículo. que abrem mão da solução do conflito através a jurisdição exercida pelo Estado-Juiz. B) A arbitragem ofende o chamado princípio do acesso à justiça esculpido no artigo 5º. b) Quais são os princípios basilares dos juizados especiais cíveis? Fundamente indicando o dispositivo legal pertinente. Pesquise na doutrina : 1 ) Alexandre Freitas Câmara. (Consultar: Arbitragem ± Alexandre Freitas Câmara ± 4ª ed. a parte não é compelida a dirimir as questões na arbitragem. têm incidência imediata nos contratos celebrados anteriormente. 03 Ana Paula promove ação de indenização em face da viação ³Boa viagem Ltda. Lumen Iuris. páginas: 9 ± 20. 2005. Pesquise na doutrina: Humberto Theodoro Junior. Frustrada a conciliação. agiu corretamente o magistrado? Justifique a resposta. 4ª ed . .

Forense. Gabarito: letra C ± artigo 10. assinado por duas testemunhas. pela singeleza da causa. Foram criados para permitir o acesso à justiça da camada social mais desamparada de nossa sociedade. b) Os princípios informativos estão esculpidos no artigo 2º da Lei 9099/95. que dão ao JEC condições de prestar justiça com rapidez. Ao contrário. envolvendo direito disponível. ouvir mais do que três testemunhas. 01 Quanto à arbitragem é incorreto afirmar: a) cláusula compromissória é a convenção através da qual as partes em um contrato comprometem-se a submeter à arbitragem os litígios que possam vir a surgir. 10. informalidade. Questões objetivas Questão nº. e) o compromisso arbitral extrajudicial será celebrado por escrito particular. celeridade. 1. b) O compromisso arbitral é uma convenção celebrada pelas partes que submetem um litígio. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. o art. Páginas 28 ± 36. Não há necessidade. delimitando a atuação dos árbitros. estatuir a respeito. Gabarito: a) Os juizados especiais cíveis são considerados meios facilitadores do acesso à justiça. caberá ao juiz. atendendo os princípios previstos no art. sem abrir mão da segurança. c) Agiu corretamente o magistrado ao limitar o número de testemunhas (artigo 34 da lei 9099/95). ou por instrumento público. Ed. . I da mencionada lei é expresso em determinar que no compromisso arbitral é necessário constar a matéria que será objeto de arbitragem. da tempestividade e da celeridade. economia processual e simplicidade. 47ª ed. podendo ser judicial ou extrajudicial. pena de afrontar o princípio da economia processual. 5º. d) Se a cláusula compromissória nada dispuser sobre a nomeação de árbitros. c) é desnecessário constar do compromisso arbitral a matéria que será objeto da arbitragem. ouvidas as partes. à arbitragem de uma ou mais pessoas. relativamente a tal contrato. oralidade.Vol. inciso LVXXVIII da CRFB. I da lei 9307 / 96.

Questão nº. A lei infraconstitucional. e) nenhuma das alternativas anteriores. de regra. baseada na lei 9099/95 é correto afirmar: a) Admite-se a reconvenção b) Tem competência para conciliação. Organização da Justiça Estadual. 3º da Lei 9099/95 fixou a competência dos Juizados Especiais em razão da matéria.Questão nº. Juízes de Direito. no art. logo em razão da matéria. assim consideradas na forma do artigo 3º da lei 9099/95. b) proferida nos limites da convenção da arbitragem. TEMA N º 05: Estrutura Judiciária Brasileira. 98 da CRFB é expressa em prever a criação de Juizados Especiais para processar e julgar causas de menor complexidade. c) o incapaz pode ser parte no processo instituído pela lei 9099/95. Justiça Federal. As Justiças Especiais. a conseqüência é a nulidade da sentença arbitral. porque o ato nulo. TRF e Juizes Federais. Gabarito: letra B ± artigo 3º da Lei 9099 / 95. Juizados Especiais Cíveis Estaduais e da Justiça Federal. não sendo a competência em razão do valor a hipótese do inciso I. Pergunta-se: Qual é o juízo competente para processar e julgar a referida demanda? Justifique a sua . Órgãos da Justiça Estadual. O art. 01 A empresa Tubo S/A deseja impetrar um mandado de segurança contra ato de comissão de licitação da Petrobrás S/A por ter sido inabilitada para o certame. Câmaras Cíveis. CASO Nº. e) nenhuma das alternativas anteriores. porque até 40 salários mínimos é critério de menor complexidade. não produz efeitos jurídicos. Gabarito: letra C ± artigo 32. Órgãos Especiais das Justiças Estaduais. Entende que cumpriu com as exigências previstas no edital da licitação por concorrência pública. 03 Quanto aos juizados especiais cíveis estaduais. d) decidir integralmente todo o litígio submetido à arbitragem. Turmas Recursais. Se o compromisso é nulo. I da Lei 9307/96. c) quando for nulo o compromisso.02 É nula a sentença arbitral: a) quando for emanada por árbitro escolhido pelas partes. d) A contestação só poderá ser apresentada na forma escrita. em todos os seus incisos. processo e julgamento das causas cíveis de menor complexidade.

Tendo em vista as modificações trazidas pela EC nº. Humberto Júnior. CASO Nº. 109. Página 178. Rio de Janeiro. Editora Forense. compete à justiça comum estadual julgar mandado de segurança contra ato da comissão de licitação de sociedade de economia mista. 2007. Indaga-se: . 15 do STJ e 501 do STF. entendem que a competência para processar e julgar ação previdenciária buscando a concessão de auxílio-acidente. página 246. THEODORO. Rio de Janeiro.resposta: Pesquise na doutrina 1. inserido em ato de gestão. CASO Nº. as preditas pretensões não poderão ser deduzidas em uma mesma demanda. esta demanda deverá ser ajuizada na Justiça do Trabalho em virtude do disposto no art. decorrente de acidente do trabalho. VI da CRFB/88 modificado pela EC nº. ed. 109. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. I da CRFB/88 excluiu expressamente a referida demanda da competência da Justiça Federal. tendo em vista que o art. 03: Maria. 45/04. 45/04. sofreu um acidente de trabalho. 2007. Com o intuito de receber o benefício previdenciário auxílio-acidente e pleitear danos morais e materiais. Portanto. Página 410 / 414. GABARITO: De acordo com o entendimento do STJ (AgRg no CC33399/AM). Ada Pellegrini Grinover . 47ª edição. 2007. I da CRFB/88. No que tange ao pedido de indenização contra o empregador. residente e domiciliada em Casimiro de Abreu. I. Curso de Direito Processual Civil Vol.Teoria geral do processo. Isto porque a Petrobrás S/A é pessoa jurídica de direito privado e. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. decidiu demandar em face do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do seu empregador. empregado da empresa Cimento S/A. São Paulo: Malheiros. 23. GABARITO: As Súmulas nº. Indaga-se: É possível a cumulação dos referidos pedidos em uma mesma demanda? Justifique sua resposta: Pesquise na doutrina 1 ) Humberto Theodoro Júnior. Curso de Direito Processual Civil Vol. embora faça parte da Administração Pública indireta federal. Editora Forense. não poderá ser processada e julgada pela Justiça Federal já que não está incluída no rol do art. 114. I. 47ª edição. ante a ausência de um dos requisitos para a cumulação de pedidos. é da Justiça Estadual. deseja mover uma ação em face do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) uma vez que a predita autarquia federal se negou a lhe conceder a aposentadoria sob o fundamento de que não tinha preenchido os requisitos constitucionais e legais. 02 João.

os membros do Congresso Nacional. se o domicílio do segurado não for sede de Vara Federal. Portanto. Todavia. 01 Compete ao Supremo Tribunal Federal: a) Processar e julgar. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. I da CRFB/88. o Vice-Presidente. Questões Objetivas Questão nº. o próprio constituinte originário previu uma hipótese constitucional de delegação de competência no art. 109. em única ou última instância. Assim. os dos Tribunais Regionais Federais. Rio de Janeiro. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. as causas decididas. c) Julgar. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. em regra. e. todas as demandas nas quais o INSS seja parte deverão ser ajuizadas na Vara Federal que tenha jurisdição no domicílio do beneficiário ou do segurado. d) Julgar. 47ª edição. Editora Forense. em recurso especial. originariamente nos crimes comuns. . b) Processar e julgar. o Presidente da República. quando a decisão recorrida contrariar tratado ou lei federal. § 3º da CRFB/88 segundo o qual. GABARITO: O INSS tem natureza jurídica de autarquia federal. originariamente nas infrações penais comuns. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 2007. a demanda poderá ser ajuizada no juízo estadual. julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal ou der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal.Qual é o juízo competente para apreciar tal demanda? Justifique sua resposta: Pesquise na doutrina : 1 ) Humberto Theodoro Júnior. os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. ou negar-lhes vigência. I. do Distrito Federal e Territórios. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. 109. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. em recurso ordinário. página 185. é possível que Maria ajuíze sua ação na Comarca de Casimiro de Abreu. os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. do Distrito Federal e Territórios. quando denegatória a decisão. Curso de Direito Processual Civil Vol. nestes e nos de responsabilidade. conforme o art. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República.

A competência dos Tribunais Superiores (STF. 03 Assinale a alternativa incorreta a respeito da competência dos Tribunais Regionais Federais: a) processar e julgar. 02. após a Ementa Constitucional nº. b) processar e julgar. b) processar e julgar. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição ou julgar válida lei local contestada em face de lei federal. TST. GABARITO A competência. a partir de sua publicação na imprensa oficial. na forma estabelecida em lei. Questão nº. TSE e TSM) tem assento na Constituição da República.GABARITO: Art. inciso I. 45. alínea ³i´). estadual e municipal. originariamente. c) processar e julgar. originariamente. nas esferas federal. originariamente. originariamente. d) aprovar súmula que. d) julgar. STJ. a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: a) processar e julgar. ³b´ da CRFB Trata-se de competência originário do STF. 102. não podendo norma infraconstitucional criar novas competências para esses Tribunais. Questão nº. quando a decisão recorrida contrariar dispositivo desta Constituição: declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho. c) julgar. as causas decididas em única ou última instância. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal. os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal e juízos estaduais. e os membros do Ministério Público da União. I. em grau de recurso. os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. 105. originariamente. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. os juízes federais da área de sua jurisdição. as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes . que tratou da Reforma do Poder Judiciário transferiu a competência para conhecer dessa matéria para o STJ I (art. nos crimes comuns e de responsabilidade. mediante recurso extraordinário.

Portanto. Editora Forense. ³a´. 01 Mário alugou seu apart-hotel para João durante um período de um ano. Ada Pellegrini. 4. 2) Humberto Theodoro Junior. Específicas Positivas e Negativas. Mário propôs ação de despejo por falta de pagamento cumulada com cobrança em face do locatário. Cândido Rangel Dinamarco. 62. Teoria geral do processo. 2007. DINAMARCO. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. 1º. 06: Ação. 8. GRINOVER. o meio processual adequado para reaver o imóvel é a ação de reintegração de posse. alínea ³e´ da CRFB só prevê a competência do TRF para conhecer dos conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal.ú.estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. I. Condições de Legítimo Exer cício da Ação. Teoria geral do processo. Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco. Indaga-se: Estão presentes as condições para o legítimo exercício da ação? Justifique a sua resposta. São eles: legitimidade das partes. inciso I. pág. GABARITO Segundo os ensinamentos de Antônio Carlos de Araújo Cintra. ed. Condições Genéricas e Específicas. GABARITO O art. página 274. como a locação de apart hotel não é regulamentada pela Lei nº. São Paulo: Malheiros. TEMA N º. 2007. ed. São Paulo: Malheiros.245/91 conforme art. Curso de Direito Processual Civil Vol. Antônio Carlos de Araújo. Pesquise na doutrina: 1) Ada Pellegrini Grinover. 2005). 108. p. está ausente o interesse de agir na sua modalidade adequação uma vez que. 02 . Passados dois meses da assinatura do contrato de locação. Cândido Rangel. Com o intuito de rescindir o referido negócio jurídico e reaver o imóvel. Rio de Janeiro. 21. No caso em análise. CASO Nº. CASO Nº. interesse de agir (necessidade e adequação) e possibilidade jurídica do pedido (CINTRA. 47ª edição. 23. João deixou de pagar o aluguel e demais encargos locatícios. existem três condições para o exercício regular do direito de ação. Conceito.

ed. é exatamente a que inspirou o legislador a vetar a legitimatio do Parquet com alteração do parágrafo único do art.915/MG. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. José Delgado. DJ de 06/12/2004). 2) Humberto Theodoro Júnior. RESP 419. estão presentes todas as condições para o legítimo exercício da ação? Justifique a sua resposta: Pesquise na doutrina: 1) Ada Pellegrini Grinover . Tendo em vista o disposto na Lei nº. . Data de julgamento: 14/02/2007. Alforria fiscal indevida é objeto de ação popular. atinge os demais contribuintes. Rio de Janeiro. apenas. CASO Nº. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema.180/2001). 47ª edição. página 274. ainda que não ostente tipicidade estrita tributária. Min. Rel. I. Rio de Janeiro. 2007. 23. que o deslegitima a veicular "pretensões que envolvam tributos". qualquer ação. o Ministério Público não ostenta legitimidade para propor ação civil pública com objetivos tributários.257/01. 1ª Seção. São Paulo: Malheiros.08. 2007. 1º da Lei da Ação Civil Pública. Eliana Calmon. atua como custos legis. na hipótese de desistência. 1º § único da Lei 7. qual é a providência a ser tomada pelo juiz ao apreciar a petição inicial? Justifique sua resposta: Pesquise na doutrina: 1 ) Ada Pellegrini Grinover. São Paulo: Malheiros. por via oblíqua. Denise Arruda. 2007. (Art. página 63. RESP 701913/DF. Min. Deveras. Data de Julgamento: 28/02/2007. assumindo a demanda. Teoria geral do processo. in casu. AgRg no REsp 710. que não se confunde com ação civil pública. que. Curso de Direito Processual Civil Vol. Rel. interditando a legitimatio ad causam ativa originária ao Ministério Público. Min. 10. 1ª Seção. 183 da CRFB/88 e do art. a premissa do pedido do Ministério Público de que a estratégia fiscal. (Precedentes: RESP 845034/DF. consoante dicção legal. Francisco Falcão. 23. Humberto Júnior. mas que envolva "pretensão tributária". Min.TARE. DJ 29.347/85 e o entendimento do Superior Tribunal de Justiça sobre o assunto. Editora Forense. Diante do disposto no art. Teoria geral do processo. ed. 9º da Lei nº. AgRg no REsp 495. 47ª edição. página 64. 7. Curso de Direito Processual Civil Vol. 03 João propôs ação de usucapião especial urbano com o intuito de ver declarada a aquisição do direito de propriedade de um imóvel que mede 350m² sob o fundamento de que não é proprietário de nenhum outro prédio e possui o referido bem por cinco anos ininterruptamente e sem oposição. 2007. I. Editora Forense. página 274. revelando interesses transindividuais violados. DJ de 04/04/2005.347/85. GABARITO: Conforme REsp 780320 / DF julgado em 17 de maio de 2007 pela Primeira Turma do STJ e com relatório elaborado pelo Ministro Luis Fux. Consectariamente.847/RS.2005. Min. José Delgado. DINAMARCO. Candido Rangel Dinamarco. escopo visado na demanda com pedido pressuposto de nulificação do Termo de Adesão a Regime Especial .O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro propôs uma ação civil pública com o intuito de impugnar as novas alíquotas do IPVA impostas pelo Governo Estadual. Cândido Rangel. utilizando-o para a sua moradia. Rel. torna interditada a legitimatio ad causam do Ministério Público. Rel. THEODORO. Rel. com a redação dada pela Medida Provisória 2.298/RS.

A ré contestou o pedido alegando prescrição dos direitos do autor. não comportando. Questão nº. prevê o usucapião especial urbano. 267. 01 Quando uma das ³condições da ação´ não estiver presente. f) Extinguir o processo sem resolução do mérito. Indaga-se: No processo do trabalho é cabível afirmar que ocorre prescrição do direito de ação relativo aos créditos resultantes das relações de trabalho? Fundamente. Tanto o constituinte quanto o legislador estabeleceram como um dos pressupostos do reconhecimento do referido meio originário de aquisição da propriedade o fato de a área do imóvel ser inferior a 250 m2. com carteira assinado até o presente. por tal razão. No caso concreto não ocorre a prescrição enquanto mantido o vínculo empregatício. 02 Sobre o direito de ação. Ocorre a prescrição nos termos do artigo 11 da CLT. deve o Juiz reconhecer a falta da referida condição da ação. 183 da CRFB/88. Portanto. 04 Adão. regulamentado pelo Estatuto da Cidade. h) Extinguir o processo com resolução do mérito. GABARITO As condições para o legítimo exercício da ação (LIP). VI do CPC. promoveu ação em face da Metalúrgica Carioca perante a 1ª Vara da Justiça do Trabalho da comarca da Capital postulando direitos decorrentes de salários. possibilidade de eliminação do vício. férias e 13º salário de ano de 2002. Assim sendo. seu pedido é juridicamente impossível. Questões Objetivas Questão nº. VI). g) Corrigir a petição inicial do autor. é incorreto afirmar que: a) O reconhecimento da autonomia do direito de ação constitui conquista definitiva da .GABARITO: O art. 267. como João pleiteia o usucapião especial urbano de uma área de 350m². quando não se fazem presentes acarretam a extinção do processo sem resolução do mérito (art. por se tratar de vício insanável. GABARITO: A resposta é afirmativa. empregado. extinguindo o processo sem exame do mérito ± art. CASO Nº. o juiz deverá: e) Determinar que o autor corrija a petição inicial.

em nome próprio. Natureza jurídica. por três vezes.ciência processual. TEMA Nº. b) será extraordinária e exclusiva quando apenas o legitimado ordinário puder ir a juízo. Questão nº. Dá-se a perempção quando o autor abandona o processo por mais de 30 dias. Penal e do Trabalho. Na quarta vez o juiz de ofício deve extinguir o processo sem resolução do mérito. d) A teoria da substanciação pode ser definida como aquela em que o demandante deve provar que as ³condições´ da ação estão presentes. Maria Amália. Na contestação. GABARITO A perempção é condição específica negativa para o legítimo exercício da ação. sendo caso em que o autor fica com o direito material. Compreensão e conceito. Relação jurídica processual e seus sujeitos. 267. Sra. c) A teoria da asserção é aquela segundo a qual a presença das ³condições´ da ação será verificada à luz das afirmações feitas pelo demandante em sua petição inicial. 01 O Condomínio Copa Estrela promoveu ação de cobrança de cotas condominiais em face do proprietário da unidade 201. o que acarreta a extinção do processo sem resolução de mérito (art. d) será extraordinária e subsidiária quando o legitimado ordinário só pode ir a juízo diante da omissão do legitimado extraordinário em demandar. a ré sustenta a . porém esse não tem mais exigibilidade. quando a Sociedade Anônima pode propor ação de responsabilidade em face de seus diretores. na defesa de interesse alheio. b) A ausência de qualquer das condições para o seu regular exercício importa em perempção. podendo apenas alegá-lo em defesa em outra ação proposta pelo réu em face do mesmo autor da ação originária. pode-se dizer que: a) será ordinária quando. sendo considerado independente do direito subjetivo material. por autorização legal. Pressupostos processuais de existência e de validade. c) será extraordinária e concorrente quando tanto o legitimado extraordinário quanto o legitimado ordinário puderem ir a juízo isoladamente ou em conjunto. GABARITO Podemos citar como exemplo clássico de legitimação extraordinária concorrente. O MP no processo civil. V do CPC). havendo omissão da sociedade. No caso a sociedade é legitimada ordinária e os acionistas legitimados extraordinários. alguém vai à juízo. como os acionistas também. penal e do trabalho. CASO Nº. 03 Sobre a legitimidade das partes. 07: Processo Civil.

nos termos do art. tolera-se a alteração. não podendo o jurisdicionado. Trata-se de procedimento em que há ausência de lide. do CPC. de partes e de sentença de mérito e coisa julgada material. b) O jurisdicionado pode. qual a conseqüência processual resultante. se as . previsto. v. Rio de Janeiro. 1. considerando o art. nos termos do art. inc. Curso de direito processual civil. Página 375 e 378. 1: Parte V ± Processo e Procedimento. 47ª ed.inadequação de rito. do CPC. Luciano. 2007. b) No caso. 2007. não ficando ao arbítrio da parte autora escolher o rito. a partir do artigo 1. b) Não. o procedimento correto deveria ser o sumário. II. µb¶. não podendo ser alterado em nome da celeridade processual. 275. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. De acordo com o art. Indaga-se: a) A defesa da ré deve ser acolhida pelo juiz. 267. No entanto.103. I. com a conseqüente extinção do processo sem resolução de mérito. Pesquisa na doutrina: Humberto Theodoro Junior. salvo exceções previstas na lei. livremente. Página 374. CASO Nº. 295. atualmente. Rio de Janeiro. As normas sobre procedimento são de ordem pública. a interdição de seu pai. em algumas situações. 02 Pedro Matias requereu. 47ª ed. se o juiz acolher as razões da ré. do CPC. escolher livremente o procedimento. afrontando o CPC. o procedimento é estabelecido pela lei processual para atender o interesse público. Forense. Pesquisa na doutrina: Humberto Theodoro Junior. b) Indeferimento da inicial. inc. do CPC. Fundamente a resposta. em tratamento em clínica psiquiátrica. inc. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. como é o caso do rito sumaríssimo no JEC ao invés do sumário do CPC.177. qual o procedimento a ser observado? Fundamente a resposta. Forense. Indaga-se: a) No caso. Curso de direito processual civil. GABARITO a) Procedimento especial de jurisdição voluntária. Trata-se de norma cogente. Justifique a resposta. escolher o procedimento a ser adotado para a medida a ser proposta? Fundamente a resposta. tendo o autor adotado o procedimento ordinário. GABARITO: a) Sim. que se encontra. v. 1: Parte V ± Processo e Procedimento. V. II.

Curso de direito processual civil. Pesquisa na doutrina: Humberto Theodoro Junior. Os atos administrativos estão sujeitos ao controle do Judiciário quanto à legalidade. aplicandolhe sanções fiscais e administrativas. pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. Espírito Santo. 47ª ed. de um determinado período de apuração. assegurando-se aos litigantes. no caso. Nesse sentido autua a empresa. XXXV. v. Indaga-se: a) O procedimento administrativo fiscal está sujeito ao princípio do contraditório e da ampla defesa? Fundamente a resposta b) Caso. constatando que as pendências não foram regularizadas. o interesse coletivo. ao visitar a empresa. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. notifica o contribuinte para regularizar o pagamento devido ao fisco. 5º. Forense. Rio de Janeiro. no prazo de trinta dias. b) Poderá com fundamento no art. 03 Decorações Sol Ltda. com plenitude do direito de defesa. inclusive avaliar o mérito administrativo. para apresentar guias de importação. Deve-se observar o rito adequado. com notificação e dando oportunidade de impugnar a acusação.partes não se insurgem contra a mudança na tramitação do processo. agente fiscal do órgão fazendário. a isonomia processual e a bilateralidade dos atos procedimentais. com sede em Vitória. reexaminar a decisão administrativa. valendo-se. é notificada. mantenha o auto de infração. qual à medida que o contribuinte poderá utilizar? Fundamente a resposta. 01 . não só em relação à conformação do ato com a lei. As formas instrumentais devem ser adequadas. CASO Nº. com produtos importados. a administração fazendária. com os meios e recursos a ela inerentes. na data prevista. nos termos da legislação aplicada ao caso. da CRFB. e desde que não haja prejuízo e respeitadas as garantias constitucionais do processo.. em decisão final. empresa que atua no segmento de decorações. Ângelo Pimenta. LV da CRFB. GABARITO a) Sim. 2007. verifica irregularidades na arrecadação do imposto. 5º. dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade. em processo administrativo o contraditório e a ampla defesa. na esfera do Judiciário. 1: Parte V ± Processo e Procedimento. Página 373. do imposto de importação. conforme impõe o art. Questões Objetivas Questão nº. após esse período. mas também com a moral administrativa. retorna ao estabelecimento.

Competência.099/95. quando não há expressa limitação pela lei. b) A inadequação de procedimento. c) A falta de capacidade postulatória. em todos as situações previstas no cinco II. c) Questões envolvendo acidentes de trabalho em que não haja morte e ações de alimentos de valor até 40 salários mínimos. 3º. CASO Nº. do CPC. d) A cumulação de pedidos. II e III da Lei 9. Competência das Justiças Especiais.Nos juizados especiais cíveis podem processar-se. Natureza Jurídica. 01: Plínio. 295. Trata-se de competência em razão da matéria. 02 É caso de indeferimento da petição inicial: a) A falta de capacidade da parte. decide visitar sua mãe Aline. Há Enunciado no Rio de Janeiro no sentido de limitar o valor a 40 salários mínimos. caberá ao juiz. 08. vizinho de Aline. ao realizar uma manobra com sua picape. Chegando lá tem conhecimento que o Sr. podendo o seu valor ultrapassar a 40 salários mínimos. GABARITO: Letra µb¶. aplicando-se os princípios do aproveitamento dos atos processuais e o da economia processual. Nesse caso. b) Causas de valor inferior a 40 salários mínimos e questões trabalhistas de qualquer valor. em férias. GABARITO: Letra µd¶. bateu no muro da casa da mesma. Competência Internacional e Interna. entre outras as seguintes ações: a) Apenas causas com valor inferior a 20 salários mínimos. De acordo com o art. V. d) Ações de despejo para uso próprio e de indenização por acidentes de veículos de via terrestre. do art. derrubando-o causando o desabamento do telhado da garagem sob o qual estava estacionado o carro de sua mãe. antes de indeferir a petição inicial mandar emendá-la no prazo de 10 dias (art. 3º. Competência da Justiça Comum Federal e dos Estados. que reside em Petrópolis. Aborrecido Plínio . Waldemar. De acordo com o art. Questão nº. 284 do CPC). Conceito. TEMA Nº.

2) Alexandre de Freitas Câmara. Forense. tendo em vista que por exclusão a matéria não se encontra prevista no art. páginas 186/187. como a possibilidade jurídica. páginas181/184/185 e 190. b) A ação deverá ser proposta perante a justiça comum Estadual. 2) Alexandre de Freitas Câmara. de acordo com os artigos: ³Art. Lumen Juris. CASO Nº.´ ³Art. vol. 267. b) A ação será proposta. Lições de Direito Processual Civil.Sabendo-se que o autor não reside no Brasil e o réu é domiciliado Petrópolis. Plínio não tem legitimidade. vol.quando não concorrer qualquer das condições da ação. sem resolução de mérito´. Curso de Processo Civil.´ Segundo Alexandre Câmara: ³legitimidade das partes ou legitimatio ad causam. Para propor ou contestar ação é necessário ter interesse e legitimidade.procura o vizinho e diante da recusa deste em recebê-lo. Pergunta-se: a) Em relação às condições exigidas pela lei para o legítimo exercício da ação está correta a propositura da ação por Plínio? Fundamente a resposta.´ No caso concreto. Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior.Necessitando retornar ao seu País.no processo. Vol. a legitimidade das partes e o interesse processual.encontrou Severino que alegou ser o proprietário. b) Trata-se de competência de foro ou de juízo? Por quê? Indique o dispositivo legal. 109. Lições de Direito Processual Civil. Forense. adquire um terreno na Barra da Tijuca . perante a justiça Estadual ou Federal? Fundamente a resposta. 3º. em férias no Rio de Janeiro. resolve propor uma ação pleiteando a reparação de danos sofridos por sua mãe. Extingue-se o processo. Curso de Processo Civil. pois o verdadeiro titular do direito material controvertido é sua mãe Aline. 47ª edição. Ö Pesquisa de Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior.para construir uma casa. francês e residente em Paris.ou seja tem ³legitimidade para a causa os titulares da relação jurídica deduzida pelo demandante. 3) Cintra. . 47ª edição. pode ser definida como a pertinência subjetiva da ação´. I. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. 1. 1. páginas128/129 . I 16 ª edição. vol. ³Vl .Pretende promover adequada ação a fim de ter reconhecido seu direito de propriedade. 02: Jacques. páginas100/101. INDAGA-SE: a) A competência para conhecer da ação reivindicatória pertence a autoridade judiciária estrangeira? Fundamente a resposta.portanto a ação deveria ter sido ajuizada por ela.deixa seu amigo Denis encarregado de contratar os profissionais necessários para a elaboração e execução da obra. 16ª edição. GABARITO: a) Não.CF/88 que delimita a competência da Justiça Federal.Informado pelo amigo que ao visitar o imóvel .

Grinover e Dinamarco. não recaindo o litígio sobre direito de propriedade. 95. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. a) Apesar de o autor residir em outro país. sendo inútil propor a demanda em outro país que também se declare competente. 03 A empresa brasileira Seguro e Vida S/A foi citada por carta rogatória advinda da Justiça da Espanha. do CPC. página 181. local da situação do imóvel.: ³Art. II . situados no Brasil. página 246. ³Art. 89 e art. entretanto. Assim doutrina na obra abaixo citada: ³A competência da autoridade brasileira é exclusiva. 95. Teoria Geral do Processo. CASO Nº.A hipótese está prevista no art. CPC. Ed. por inobservância do critério funcional ou por desrespeito ao disposto no art. GABARITO: Base legal. 1. com exclusão de qualquer outra: I . tendo em vista que tratar-se de ação real. servidão. posse.89. enquanto que o juízo incompetente em razão da natureza da causa. porque não será admissível aqui a execução do julgado´ (Cintra. 95 in fine. 23ª edição.a competência pertence a autoridade brasileira com exclusividade. Alexandre de Freitas Câmara.conhecer de ações relativas a imóveis situados no Brasil. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. do CPC. 89. Compete à autoridade judiciária brasileira. art. Forense. GABARITO . 1998:149). vol. 95 do CPC. optar pelo foro do domicílio ou de eleição. da Companhia de Resseguros Espanhola. Grinover e Dinamarco. INDAGA-SE: a) A jurisdição brasileira seria a competente? Fundamente a resposta. 2007. divisão e demarcação de terras e nunciação de obra nova. contudo é absoluta. a competência no caso em tela é determinada pelo local onde se encontra o imóvel. ser absolutamente incompetente.´ b) A competência é de foro. 89. Pode o autor. B) Trata-se de competência exclusiva ou concorrente da justiça brasileira? Justifique a resposta Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior.CPC.proceder a inventário e partilha de bens. ainda que o autor da herança seja estrangeiro e tenha residido fora do território nacional. 47ª edição. o juízo incompetente m razão do valor ou do território é relativamente incompetente.´ Segundo. Malheiros. art. A causa envolve alegação de descumprimento de obrigação contratual entre a autora e a ré. vizinhança. Nas ações fundadas em direito real sobre imóveis é competente o foro da situação da coisa. de acordo com o art. Curso de Processo Civil. como autora.

884-DF. b) A competência. assistente ou opoente. no caso. por meio de exceção. a possibilidade de o interessado não aceitar a jurisdição estrangeira não obsta à concessão do exequatur. a regra do art. Do STF. conforme art. AgRG na C. Rog. 89 ± podendo. CPC e Art. Aplica-se.10. sem sessão plenária de 28. Questão nº. 01 O deslocamento da competência da justiça local para a federal terá lugar. sendo irrelevantes as alterações de competência em razão da matéria ou da hierarquia. c) Quando a União Federal manifestar interesse na solução da demanda. na justiça francesa. rel. 99. é concorrente conforme previsto no art. Min. cumprindo-se a diligência de citação no Brasil. ré. 88. 88 do CPC ± e não absoluta ± art. 109. I do CPC. Na ação em que se discute o inadimplemento de contrato de resseguro. GABARITO: art. a competência é concorrente das duas justiças. Assim. Sidney Sanches. c) Argúi-se. no caso. podendo a ação validamente ser proposta. a incompetência relativa e.a) A justiça brasileira é também a competente para conhecer e processar esta causa. obstando a que autoridade judiciária brasileira conheça da mesma causa e das que lhe são conexas. como foi. 5. É firme a jurisprudência do STF neste sentido. pois. sem violação à ordem pública nacional. (ver Ac. b) A ação intentada perante Tribunal estrangeiro induz litispendência. a competência da Justiça brasileira é concorrente-relativa: art. d) Quando a União Federal for admitida como autora. como preliminar de . CF/88 O ingresso aos autos da União acarreta o deslocamento da competência para a Justiça Federal. 109. Um. Questões Objetivas: Questão nº. sempre: a) Quando a União Federal for intimada para se manifestar em processo de seu interesse. b) Quando a matéria for de interesse público. ser ajuizada perante a Justiça Francesa.1992. diante do princípio do Juízo Natural. 88 do CPC. 02 Assinale a alternativa correta: a) É determinada a competência no momento em que a ação é proposta. inciso I da CRFB.

Critério Territorial. o interesse de agir e a possibilidade jurídica do pedido. em ação de cobrança . Seu vasto patrimônio é constituído por dois imóveis no Rio de Janeiro. enquanto a incompetência absoluta de ser conhecida de ofício pelo juiz (art. ou por provocação da parte. Indique a alternativa correta: a) Caberia a justiça portuguesa por três motivos: a falecida era portuguesa. 33 do STJ. Critério Objetivo e Funcional. porque a matéria não se submete à preclusão. de jurisdição exclusiva da Justiça brasileira. uma exceção à Súmula nº. conforme dispõe o art. d) Tendo em vista que a maior parte do patrimônio de Maria Angélica encontra-se na Espanha. deixou bens neste país e o único herdeiro reside em Portugal. GABARITO A competência para processar o inventário dos bens situados no Brasil é da Justiça Brasileira. uma vez que a falecida possuía bens em ambos os países. a qualquer tempo por simples petição. Questão nº. § 2º do CPC). A incompetência relativa deve ser argüida por meio de exceção (art. 113.contestação. Competência. 03 Manoelina. Competência de Juízo. portuguesa. GABARITO: Artigos 113 c/c 112. 89. Competência de Foro. Manoelina veio a falecer vítima de acidente automobilístico. CASO Nº. após viver longo período no Brasil. por ser de ordem pública. a rigor. 112. Hoje. pois somente a autoridade judiciária brasileira pode decidir acerca da partilha de bens situados em território nacional. ambos do CPC. Incompetência Relativa e Absoluta. Critérios de Fixação da Competência. I do CPC. o juiz pode conhecer de ofício da incompetência relativa quando a questão jurídica envolve contrato de adesão. cinco na Espanha e três em Portugal. c) Seria exclusivamente da Justiça Brasileira. em preliminar contestação ou. com a introdução do parágrafo único ao art. Dois meses após desembarcar em Portugal. a incompetência absoluta. b) Os herdeiros podem optar entre justiça brasileira ou portuguesa. ainda. para viver ao lado de seu único irmão. decide voltar a sua terra natal. Trata-se. 112 do CPC) em peça à parte. TEMA Nº. d) São condições da ação a capacidade e legitimidade das partes. 09. a justiça deste país seria competente para processar o inventário. 01: Carla domiciliada na Comarca da Capital (Rio de Janeiro) é citada. Mesmo sendo a autora da herança portuguesa e com residência fora do território nacional.

para afastá-lo da relação processual. páginas 190/191. no caso relativa. casou-se com Eduardo. I c/c112. Pesquisa de Doutrina: Humberto Theodoro Júnior. o casal fixou residência nesta cidade. 2) Alexandre de Freitas Câmara. 02: Dalva. Comarca de São Gonçalo. A ação foi proposta no domicilio do advogado. quais são os critérios de competência que violados acarretam o vício da incompetência absoluta? Fundamente a resposta. b) Consoante doutrina de Humberto Theodoro Júnior: ³Se a incompetência do juiz que tomou conhecimento da causa for apenas relativa. sujo procedimento se acha regulado pelos arts. Lições de Direito Processual Civil. c) Segundo o CPC.190/1. Indaga-se: a) Em relação ao foro em que foi proposta a ação. (art. páginas186. I.de honorários promovida por seu advogado. Curso de Processo Civil. Vol. b) Se a ação fosse proposta perante juízo incompetente. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. natural de Niterói. Forense. Ataulfo sob o fundamento que com a mesma celebrou contrato verbal de honorários que não foram pagos. verifica-se alguma irregularidade? Justifique a resposta. para morar com sua irmã. Pergunta-se: a) Desejando Eduardo. b) Qual o procedimento adequado para a citada ação? Fundamente a resposta. separando-se judicialmente de seu marido. vol. I. CASO Nº. páginas103/4/5 . Pesquisa de Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior. . 94. 304 a 311. 16ª edição. portanto ação pessoal. Após alguns anos Denise retorna à sua terra natal. GABARITO: a) Trata-se de ação de cobrança. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. Vol. em razão do critério territorial de que modo Denise poderia argüir a incompetência? Esta alegação esta sujeita a algum prazo ou forma? Fundamente a resposta. 47ª edição. 14ª edição. dessa forma deveria ter sido ajuizada no domicílio do autor. natural de Barbacena-MG. 1. Lumen Juris. Lumen Juris. Lições de Direito Processual Civil. GABARITO: Base legal: art. obra citada.112). páginas106/7. 2) Alexandre de Freitas Câmara. 91c/c 93 c/c113.deverá instaurar o incidente denominado exceção de incompetência. segundo a regra do art. Verificando-se então a incompetência do juízo.100. propor ação de divórcio direto. esta deverá ser proposta perante a justiça especial ou comum? Estadual ou Federal? Fundamente a resposta.

. vol. § 4º do CPC. deverá instaurar o incidente denominado exceção de incompetência. a incompetência relativa. 03: Antonio Carlos ajuizou ação anulatória de contrato de compra e venda de um imóvel situado na Comarca de Friburgo. 306. ´Na jurisdição ordinária (civil penal). Essa competência é dessa forma residual. 94 § 4º. vol. 2) Alexandre de Freitas Câmara.112). 115. páginas 106/7/8. 47ª edição. por inobservância do critério funcional ou por desrespeito ao disposto no art. CPC.sujo procedimento se acha regulado pelos artigos. b) Havendo divergência entre dois juízes acerca da competência para julgamento de uma determinada causa.a) Perante a justiça comum estadual.´ c) Segundo. as questões não atribuídas à Justiça Federal. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. são da competência das Justiças Estaduais ou locais´. pela Constituição. GABARITO: Base legal: art. B) A hipótese está prevista no art. CASO Nº. qual a providencia que a ser adotada? Fundamente a resposta. No prazo da resposta. Lições de Direito Processual Civil. CPC. através de exceção de incompetência relativa. Forense. 112. A ação foi distribuída para a 2ª vara cível da Comarca de Friburgo. o juízo incompetente m razão do valor ou do território é relativamente incompetente. Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior. os réus apresentam exceção de incompetência relativa. enquanto que o juízo incompetente em razão da natureza da causa. 115.(art. devendo ser ajuizada no domicílio de um dos réus. 94. Curso de Processo Civil. por meio de exceção. Segundo Humberto Theodoro Júnior. Alexandre de Freitas Câmara. para afastá-lo da relação processual. 112. argüindo a incompetência do juízo tendo em vista tratar-se de ação pessoal. Pergunta-se: a) Sendo acolhida à exceção. b) Dalva poderia argüir o vício da incompetência territorial. deverá o juiz suscitar o conflito de competência perante o tribunal. em face de Pedro. 1. a) Sendo acolhida a exceção a providência prevista em lei será a suspensão do processo e a remessa dos autos ao juízo competente. Argúi-se. páginas 206/7/8. Silvio e Flavio. Segundo o CPC: ³Art. 95 in fine. conforme art.seria absolutamente incompetente. 304 a 311 do CPC.do CPC. qual a providência a ser adotada pelo juiz? Fundamente a resposta. I 16 ª edição. b) Consoante a doutrina Humberto Theodoro Júnior: ³Se a incompetência do juiz que tomou conhecimento da causa for apenas relativa.

Segundo. 112 e 113. e) Deve ser argüido por meio de exceção. b) A extinção do processo com julgamento de mérito.Questões Objetivas: Questão nº. d) Não acarreta nenhum efeito em relação ao processo. Alexandre de Freitas Câmara. 95 in fine. 01 Segundo o Código de Processo Civil. Segundo. c) Acarreta nulidade absoluta. GABARITO: art. CPC. devendo ser alegada mediante exceção de incompetência. enquanto que o juízo incompetente em razão da natureza da causa (competência em razão da matéria). POR QUE: não envolve matéria de ordem pública. a) se as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira. CPC. a parte pode alegar a incompetência em qualquer fase do processo. ³o juízo incompetente m razão do valor ou do território é relativamente incompetente. 03 Pelo critério de competência ± Territorial ± podemos afirmar que não sendo observado: a) Acarreta sempre a incompetência absoluta. A afirmativa correta é: Letra A. 113 do CPC: Questão nº. CPC. no prazo legal. do CPC. b) se as duas são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira. 112. A afirmativa correta é: C. Art. d) se a primeira é falsa e a segunda é verdadeira GABARITO: art. c) A remessa dos autos do processo ao juízo competente. 112. Humberto Theodoro Júnior: ´em tal caso o juiz deve declarar-se incompetente ex officio´. 02 A falta de competência do juízo acarreta: a) A extinção do processo sem julgamento de mérito. por inobservância do critério funcional ou por desrespeito ao disposto no art. GABARITO: art. b) Acarreta um vício que pode ser argüido em qualquer tempo. Questão nº. sob pena de preclusão e prorrogação. c) Pode ser adaptado pelo juiz de ofício. Se não o fizer. será absolutamente incompetente´. a incompetência relativa não pode ser declarada de ofício. . c) se a primeira é verdadeira e a segunda é falsa.

Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior. Denise volta a residir na sua terra natal. separando-se de seu marido. natural de Juiz de Fora. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. artigo 113. 113. A afirmativa correta é: D. b) 10 dias. a parte pode alegar a incompetência em qualquer fase do processo. 01 Denise.sujo procedimento se acha regulado pelos arts. casou-se com Denílson. o casal fixou residência nesta cidade. vol. Forense.´ TEMA Nº. 217 / 220. contados da data do despacho liminar positivo.deverá instaurar o incidente denominado exceção de incompetência. Segundo. Se não o fizer. natural do Rio de Janeiro. Critério Territorial. . páginas 184. 2007. em razão do critério territorial de que modo Denise poderia argüir a incompetência? Esta alegação esta sujeita a algum prazo ou forma? Fundamente a resposta. b) Se a ação fosse proposta perante juízo incompetente. Pergunta-se: a) Desejando Denílson. 113. CPC. 04 O prazo para o juiz declarar a incompetência absoluta: a) 15 dias. Incompetência Relativa e Absoluta. Critério Objetivo e Funcional. Curso de Processo Civil. Competência de Juízo. CPC´: ³Art. Humberto Theodoro Júnior: ³em tal caso o juiz deve declarar-se incompetente ex officio. independentemente de exceção. Critérios de Fixação da Competência.para afastá-lo da relação processual. 47ª edição. contados da data do despacho liminar positivo. Questão nº. esta deverá ser proposta perante a justiça especial ou comum? Estadual ou Federal? Fundamente a resposta. em qualquer tempo e grau de jurisdição. 10 (Continuação) Competência. c) Segundo o CPC.(art.112). 1. CASO Nº.A afirmativa correta é: ³E´. Após alguns anos. c) Antes de proferir a sentença. Segundo. para morar com sua irmã. quais são os critérios de competência que violados acarretam o vício da incompetência absoluta? Justifique a resposta. propor ação de separação. GABARITO: art. Humberto Theodoro Júnior:´Se a incompetência do juiz que tomou conhecimento da causa for apenas relativa. 304 a 311. Competência de Foro. d) Não existe prazo previsto em lei. A incompetência absoluta deve ser declarada de ofício e pode ser alegada.

1. o réu alega em preliminar. Fundamente a resposta. b) A incompetência argüida é de foro ou de juízo? Justifique a resposta. CASO Nº. a parte responderá integralmente pelas custas. Citado. porém. CASO Nº. vol. . O justificante reside na comarca da capital do Estado do Rio de Janeiro.´ § 1º Não sendo. Humberto Theodoro Júnior: ´em tal caso o juiz deve declarar-se incompetente ex officio. Segundo. Lições de Direito Processual Civil. a) Sendo acolhida a preliminar. 2) Alexandre de Freitas Câmara. Forense.GABARITO: Base legal: art. a parte pode alegar a incompetência em qualquer fase do processo. I 16 ª edição. b) Se o justificante tivesse domicílio na comarca de Sumidouro. 91c/c 93 c/c113. a) Sendo acolhida a preliminar. na contestação. 47ª edição. tendo sido distribuída para a 2ª Vara Cível da Comarca de Petrópolis. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. Art. de período em que sua carteira de trabalho não estava assinada pelo empregador da época (ano de 1970). Se não o fizer. para efeito de alcançar a aposentadoria. Indaga-se: a) Qual Justiça comum é a competente? Fundamente a resposta. vol. I c/c112. CPC: b) A incompetência é absoluta e é de juízo. Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior. 113. porque em razão da matéria. qual a providência a ser adotada pelo juiz? Fundamente a resposta. GABARITO: Base legal: artigos 113. que órgão do judiciário seria o competente. 113. 301. ³Art. II. 03: Ângelo pretende fazer prova de relação de trabalho. deverá o juiz providenciar a remessa os autos ao juízo competente. 02 Danubia promoveu ação de investigação de paternidade em face de seu pai Edésio. em conta que o objeto da ação diz respeito à matéria de competência de uma das varas de família da mesma comarca. independentemente de exceção.100. a incompetência absoluta do juízo. A incompetência absoluta deve ser declarada de ofício e pode ser alegada. páginas 344/5. páginas 427/8. ou na primeira oportunidade em que Ihe couber falar nos autos. em qualquer tempo e grau de jurisdição. conforme o CODJERJ. que fixa competência em razão da pessoa ou da matéria. CPC. deduzida no prazo da contestação. Curso de Processo Civil.

109. d) a ré terá juízos privativos na Comarca da Capital.GABARITO a) Compete à Justiça Federal processar justificações judiciais destinadas a instruir pedidos perante autoridades que nela têm exclusividade de foro. Havendo Vara Federal no domicílio do justificante a competência é da Justiça Federal. em se tratando de juízos com a mesma competência territorial. b) a ré não desfrutará de foro privilegiado nem de juízos privativos na Comarca da Capital. devendo o Juiz declinar. Questão nº. aquele que despachou em primeiro lugar. Pode o réu. 113. c) a prevenção é o critério utilizado para determinar em que juízo ocorrerá a reunião de ações conexas. reputando-se prevento. A incompetência absoluta o juiz conhece de ofício. 02 Proposta em face do Estado do Rio de Janeiro. Questões objetivas Questão nº. c) a ré terá foro privilegiado na Comarca da Capital.. b) a identidade quanto às partes e à causa de pedir. 113. b) Tendo o justificante domicílio na comarca de Sumidouro. em preliminar. CPC. para tal demanda: a) a ré terá foro privilegiado na Comarca da Capital. da Lei 5010/66. porque a matéria não preclui. 01 Relativamente à competência. aliada ao fato do objeto de uma abranger o das demais. é incorreto afirmar: a) dá-se a conexão entre duas ou mais ações quando lhes for comum o objeto ou a causa de pedir. A razão disto é que não existe nesta comarca Justiça Federal. a competência é da Justiça Estadual. § 3º da Constituição da República. por força do art. 15. conforme art. arguí-la ou a qualquer tempo. 301 c/c art. em Comarca do Interior. da competência. Segundo o art. GABARITO: art. ressalvada a aplicação do art. II. sendo que o recurso da decisão deve ser dirigido para o TRF. d) a competência absoluta será reconhecida pelo juízo desde que argüida pelo réu. na contestação. § 2º do CPC. ação de reparação de dano moral ali ocorrido. em sede de preliminar. devendo o Juiz declinar. cujo reconhecimento dependerá da apresentação de exceção declinatória. II da Lei 5010/66. na contestação. . 15. de ofício. entre duas ou mais ações. de ofício. caracteriza a continência. da competência. conforme Súmula 32 do STJ.

qual a providência que a ser adotada? Fundamente a resposta. GABARITO: Base legal: artigos 306. Severino e Fábio. Exceção de Incompetência e Conflito de Competência. TEMA Nº. 2007. qual a providência a ser adotada pelo juiz? Justifique a resposta. b) Havendo divergência entre dois juízes acerca da competência para julgamento de uma determinada causa. e) a distribuição. Competência. Saraiva. se for o caso. Ed. CPC. devendo ser ajuizada no domicílio de um dos réus. a) Sendo acolhida à exceção. d) o valor da causa.Artigo 69 do Código de Processo Penal. Pesquise na doutrina: Athos Gusmão de Carneiro. Conexão. Jurisdição e Competência. No interior. em face de Paulo. b) o domicílio ou residência do réu. por livre distribuição. Controle da Competência e seus Instrumentos: Controle de Ofício. Questão nº. 11. 112 e 94 § 4º CPC. No prazo da resposta. Prorrogação e Perpetuação. Indaga-se: a) Trata-se de competência de foro ou de juízo? Fundamente a resposta. No processo penal determinará a competência jurisdicional: a) o lugar da infração. CASO Nº. o CODJERJ prevê a competência de Vara Cível. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. c) a natureza da infração. GABARITO: Letra D . Continência. argüindo a incompetência do juízo tendo em vista tratar-se de ação pessoal. conforme art. 94 § 4º. Página 264. 03 Assinale a alternativa INCORRETA. conexão ou continência. Modificações da Competência. os réus apresentam exceção de incompetência relativa. 14ª ed. A ação foi distribuída para a 2ª vara cível da referida Comarca. .GABARITO A competência das Varas de Fazenda Pública da comarca da capital abrange apenas as ações a serem propostas na comarca da capital. 01 Camilo ajuizou ação anulatória de contrato de doação de um imóvel situado na Comarca de São Gonçalo. Prevenção.

indicando os dispositivos legais pertinentes. por exemplo. c) A hipótese está prevista no art. mesmo sem ter colhido a prova oral em audiência. deverá o juiz suscitar o conflito de competência perante o tribunal. do CPC). Assim. 94 do CPC). b) Sendo acolhida a exceção a providência prevista em lei será a suspensão do processo e a remessa dos autos ao juízo competente. em razão da matéria. já cumprido pelo autor. Página 96. As normas de organização judiciária regem a competência também em razão da matéria. Curso de Processo Civil. fixando-se a competência no momento em que a ação é proposta e para o réu ela está proposta quando é feita a sua citação válida (art. conforme art. passando a residir na comarca vizinha de São João de Meriti. b) A matéria está disciplinada no art. CPC. 1. que não a supressão do órgão judiciário. Em razão da matéria a competência é absoluta. ou em razão da hierarquia.c o art. Jurisdição e Competência. sendo irrelevantes as modificações de direito ou de fato ocorridas posteriormente. narrando como causa de pedir que é credor do réu em razão de contrato de prestação de serviços. 2007. 02: Mário César promoveu ação em face de Ricardo Marques. o réu argüiu em preliminar que dois dias após a sua citação mudou de endereço. no caso. 87 c. vol. Indaga-se: a) A preliminar do réu deverá ser acolhida? Fundamente a resposta. não tem força para alterar a competência fixada no momento da propositura da ação. CASO Nº. circunstâncias outras. Forense. ambos do CPC. salvo havendo a supressão de órgão judiciário ou alteração de competência em razão da hierarquia ou da matéria. Saraiva. logo. 87 do CPC revela que fatos. Ed. Nestas situações fica afastado o princípio da identidade física do juiz. páginas 190. 263.a) Trata-se de competência de foro. 47ª edição. Pesquisa na Doutrina: 1) Humberto Theodoro Júnior. fazendo o julgamento da causa o novo juiz. se nessa há juízos múltiplos. 94 do CPC. 2007. critério territorial. certo que a competência é de foro. Definida a comarca. obedecendo-se a regra de vigência da lei processual nova. 263. . na Comarca de Duque de Caxias. critério territorial. não será processado no Juízo onde a ação originária teve o seu pedido julgado por sentença. ratione materiae. parte final. B) Qual o significado da Perpetuatio Jurisdicionis? Fundamente a resposta. 14ª edição. 2) Athos Gusmão de Carneiro. GABARITO a) Não. Não recebeu os valores ajustados no pacto. então a fixação da competência passar a ser de juízo. para onde os autos deverão ser remetidos. A norma do art. aplicando-se o disposto no art. Citado. 87 do CPC. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. domicílio dos réus (art. o processo de execução. 115. alterando-se esta. a competência é fixada no momento da propositura da ação.

atraindo para o seu âmbito todos os processos que fossem do interesse da massa falida. reunidos. modificando a competência originalmente determinada. o foro em que se processa a concordata não é obrigatório.´ Esse princípio. Jurisdição e Competência. que faz com que se justifique a reunião dos processos que estavam antes tramitando em juízos diversos. para que. Fixa o art. levantamento da interdição de seu filho Anselmo. e determina que a competência não se modifica por alterações de fato ou de direito relativas às partes. da CRFB . . Saraiva. (decreto-lei 7662/45). foram adotados pelo nosso CPC e refletem nítida preocupação com a estabilidade do processo. são estranhas todas as matérias não referentes ao patrimônio empresarial do devedor. passem a tramitar em conjunto e sejam decididos concomitantemente´. ³Outro exemplo seria a intervenção da União no processo. 87 o princípio da inalterabilidade objetiva. inciso I. ³Luiz Rodrigues Wambier. sujeito à curatela de sua mãe. Maria Isabel. que institui a universalidade do juízo para as hipóteses de ocorrências falimentares. também uma das situações em que pode ocorrer a modificação legal da competência.a modificação do domicílio do réu é irrelevante para os fins de modificar a competência. para todas as ações e não se reveste de indivisibilidade. como por exemplo. necessariamente. Uma outra exceção é aquela prevista no artigo 7º. 2007. Pesquise na doutrina: 2 ) Athos Gusmão de Carneiro. comporta algumas exceções. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. sob regime da concordata´. da lei de falências. É. deve ser ressalvado que para a doutrina empresarial majoritária. e com ela residente nesta cidade do Rio de Janeiro. Este princípio é de origem latina. o juízo universal (aquele onde foi decretada a falência da empresa). § 2º. Ao juízo da concordata. Arruda Alvim a define como sendo ³a cristalização e subsistência dos elementos (de fato e de direito) em decorrência dos quais determinou-se a competência. portanto. 03 Alexandre requereu perante o Juízo da 1ª Vara de Órfão e Sucessões. diferentemente do que ocorre na falência. De acordo com este dispositivo. Ed. fato este que desloca a competência para a Justiça Federal. 14ª ed. contudo. exerceria a vis attractiva. ou seja. E complementa: ³essa possibilidade significa exceção ao princípio da perpetuatio jurisdictionis. consoante previsão do artigo 87. Discorrendo sobre o tema. esclarece que a conexão e a continência tratam-se ³de dois liames de afinidade existentes entre duas ou mais ações. por imposição do art. Este instituto. diz respeito ao órgão judicial (juízo) e não à pessoa do juiz. É que existem hipóteses em que a competência é modificada em momento superveniente à sua fixação. do CPC´. onde a interdição fora decretada. Entretanto. Página 137. parte final. INDAGA-SE: A manifestação do órgão de atuação do Ministério Público está correta? Fundamente a resposta. ao tratar das causas modificativas da competência. bem como o da perpetuatio libeli e o da perpetuatio legitimationis. O Ministério Público oficiou no sentido de que o foro competente para conhecer do pedido seria o da Comarca de Macaé-RJ. inclusive do próprio critério legal. 109. ou quando se alterar a competência em razão da matéria ou da hierarquia.88´. ocorridas após a fixação da competência jurisdicional. CASO Nº. da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro. quando o órgão judiciário competente para a causa é suprimido por lei posterior.

Havendo mudança de domicílio do interditado deve-se dar preferência. neste sentido: ³Para efeito de distribuição não há vinculação entre a causa nova e a causa finda´. b) A ação fundada em direito pessoal e a ação fundada em direito real sobre bens imóveis serão propostas. a regra da perpetuação da jurisdição. o pedido de levantamento da interdição não é um pleito acessório. A regra prevista no art.186. Não incide a regra do artigo 108 do CPC. A competência em razão do valor nunca pode ser derrogada pelas partes. IV. 01 Marque a opção correta: a) A ação fundada em direito pessoal e a ação fundada em direito real sobre bens móveis serão propostas. c) A ação fundada em direito pessoal e a ação fundada em direito real sobre bens móveis serão propostas. conforme art. A ação que versar sobre imóvel situado no Brasil é de competência exclusiva da autoridade judiciária brasileira. no foro do domicílio do réu. III. assim. A incompetência em razão da matéria é absoluta e deve ser declarada de ofício pelo . aqui. CPC. Não tem aplicação. Questão nº. A incompetência em razão da hierarquia não precisa ser argüida mediante exceção. no foro do domicílio do réu. Questões objetivas Questão nº. Cabe ao interessado solicitar a carta de sentença e promover o levantamento da interdição no foro do novo domicílio do interditado. com a edição da Proposição nº. V. no foro do domicílio do autor. I. para o pedido de levantamento da interdição. § 1º do CPC pressupõe que o interditado continua domiciliado na Comarca onde se deu a sua interdição. 02 Competência no processo civil. no foro do domicílio do autor. em regra. para o novo domicílio e residência do interditado. em regra. em regra. A competência para conhecer das ações pessoais e as ações reais sobre bens móveis é de foro. prevista no artigo 87 do CPC. A incompetência em razão do território deve ser argüida em preliminar da contestação. II. GABARITO: artigo 94. em regra. 1. 28. o princípio da facilitação do acesso à justiça. critério territorial. 94 do CPC. d) A ação fundada em direito pessoal e a ação fundada em direito real sobre bens imóveis serão propostas.GABARITO A jurisprudência está sedimentada em nosso Tribunal de Justiça. Atende-se. para fins de levantamento desta.

Prorrogação e Perpetuação. ambos do CPC. V) Segundo. do art. d) São condições da ação a capacidade e legitimidade das partes. d) II. (Continuação) Competência. Artigo113. a parte pode alegar a incompetência em qualquer fase do processo. de acordo com o art. Artigo 113.CPC: IV) Assim doutrina na obra abaixo citada: ³A competência da autoridade brasileira é exclusiva. o interesse de agir e a possibilidade jurídica do pedido. prorrogando-se. III e V estão corretas. como preliminar de contestação. Exceção de Incompetência e Conflito de Competência. Hoje. conforme art. Trata-se de direito do réu em se omitir. porque não será admissível aqui a execução do julgado´ (Cintra. sendo inútil propor a demanda em outro país que também se declare competente. pelo réu. 03 Assinale a alternativa correta: a) Determina-se a competência no momento em que a ação é proposta. Grinover e Dinamarco. do CPC. Prevenção. Continência. II e IV estão corretas. 112 c. Se não o fizer. 299. IV e V estão corretas. b) A ação intentada perante Tribunal estrangeiro induz litispendência. por petição. a) I. por meio de exceção. nesse caso. a incompetência relativa e. . TEMA Nº. a parte pode alegar a incompetência em qualquer fase do processo. GABARITO: Artigos 113. b) I. sendo irrelevantes as alterações de competência em razão da matéria ou da hierarquia. 112 do CPC) pode de ofício conhecer da incompetência.c art. obstando a que autoridade judiciária brasileira conheça da mesma causa e das que lhe são conexas. c) Argúi-se. II e III estão corretas. Humberto Theodoro Júnior: ´em tal caso o juiz deve declarar-se incompetente ex officio. 89. diante do princípio do Juízo Natural. Conexão. Humberto Theodoro Júnior: ´em tal caso o juiz deve declarar-se incompetente ex officio.89 E 91 C/C 113 I) Segundo. 12. 1998:149). c) I. CPC A incompetência do juízo de ser argüida por exceção. quando a questão de direito material está envolta em contrato de adesão. GABARITO: Artigos 113 c/c 112. Modificações da Competência.juiz. a competência do juízo. Controle da Competência e seus Instrumentos: Controle de Ofício. o juiz (parágrafo único.CPC: Questão nº. Se não o fizer. a incompetência absoluta.

se situa em área de abrangência funcional do Foro Central. 120. discordar da remessa ordenada pelo outro juiz. Art. § único do CPC. aqui se fixa a competência para conhecimento e processamento do feito.DECIMA OITAVA CAMARA CIVEL Conflito negativo de competência. deverá determinar alguma providência? Fundamente a resposta. Se a sede da demandada. pelas normas internas deste Tribunal.CASO Nº. 576 e 111 do CPC.008. obra citada. Exceção de incompetência decorrente de foro de eleição constante do contrato. 2) Alexandre de Freitas Câmara. o último à competência funcional. GABARITO: a) O foro de eleição contratual é relativo e derrogável por convenção das partes. Portanto incorreta a remessa ordenada pelo juiz. e não ao juízo. Citados. desde que obedecendo às normas legais cabíveis. Decisão nos termos do art. Demanda judicial aforada no foro da Capital.CONFLITO DE COMPETENCIA JDS.O magistrado. por não se poder confundir foro com juízo. DES. sendo então correta a remessa ordenado pelo juiz? Justifique a resposta. Armando e Sérgio. Pesquisa de Doutrina: Humberto Theodoro Júnior. Indaga-se: a) A eleição de foro contida no contrato alcança também o juízo. Lumen Juris. Deve a eleição de foro se limitar à comarca. por não se poder confundir foro com juízo. I. Inteligência dos arts. Conflito suscitado. Inadimplemento contratual.00503 . 115. b) Na hipótese do juiz da Vara Regional da Barra da Tijuca. Acolhimento do conflito suscitado e fixação da competência do juízo da 25ª Vara Cível da Comarca da Capital para processamento do feito. 14ª edição. páginas115/116 . Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. desde que obedecendo às normas legais cabíveis. Deve a eleição de foro se limitar à comarca. ao receber a exceção determina imediatamente a remessa dos autos para o juízo indicado pelos réus. no prazo da resposta oferecem exceção de incompetência decorrente de foro de eleição constante do contrato. PEDRO FREIRE RAGUENET . que é absoluta. e não à regional. páginas: 217/218 e 222/3. b) Neste caso deverá o juiz suscitar o conflito de competência. 01: Flávio alegando inadimplemento contratual propõe demanda no Foro Central da Comarca da Capital.Julgamento: 24/09/2007 . como sendo a Regional da Leopoldina. CPC 2007. . O foro de eleição contratual é relativo e derrogável por convenção das partes. Aquele diz respeito à competência territorial. como sendo a Vara Regional da Barra da Tijuca. Vol. Lições de Direito Processual Civil.

.apesar de despachada . como se trata de Comarcas diferentes aplica-se a regra do art.tendo sido elas ajuizadas perante juízos diversos. Dois dias após este propões em face de Cássio. Segundo Alexandre Freitas Câmara:´sendo conexas duas ou mais demandas. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. 03: Antônio comprou o Sítio São José. Vol. CPC. com a concordância do vendedor Benedito.00.´Sendo porém. A conexão se encontra na causa de pedir. com perícia.000 metros quadrados. com o registro do título no Registro Imobiliário.A ação de Cássio foi despachada em 1º lugar. Indaga-se: a) Constata-se a existência de conexão entre as ações?De que espécie?Justifique a resposta.também na Justiça Estadual de primeira instância. O critério a ser adotado é o estabelecimento do juízo prevento. para estabelecer o juízo que conhecerá de ambas? Fundamente a resposta. Realizada a compra e venda.. 219. arts.diferente a competência territorial de um e outro juízos.000.CPC)´ CASO Nº.poderão ser reunidas para julgamento conjunto pelo juízo prevento(artigos 105/106).CASO Nº. b) Sendo possível a reunião das ações qual o critério a ser utilizado. a) A resposta é afirmativa. ³Art. CPC. na cidade de São Paulo. Antônio constatou.106 e 219. será possível a reunião das mesmas. prevento seria aquele onde se realizou a primeira citação válida (art. que a área adquirida só . 02: Cássio propôs ação de cobrança. páginas.ação declaratória de inexistência de relação jurídica. perante Justiça Estadual de primeira instância. na comarca de Petrópolis pelo preço de R$ 500. quando Ihes for comum o objeto ou a causa de pedir. para nele instalar uma empresa. Antônio fez constar da escritura de aquisição. páginas 108/9.enquanto que a de Demetrio.posteriormente obteve a citação antes da ação ajuizada por Cássio. Reputam-se conexas duas ou mais ações. 103.´. com área de 22. que essa área é a mínima necessária ao estabelecimento de referida empresa. ao cabo de seis meses após esse registro. obra citada. Lições de Direito Processual Civil. Lumen Juris. GABARITO: Base Legal. Pesquisa de Doutrina: Humberto Theodoro Júnior.na qual questiona a legalidade do crédito cobrado por Cássio em sua ação.219. 2) Alexandre de Freitas Câmara. No caso em tela. I.´ b) Havendo conexão.na cidade de Araraquara. que tramita sob o rito ordinário em face de Demetrio. 103. 14ª edição.

GABARITO: art. 95 CPC. CPC (Exceção ao princípio da aderência) .000 metros quadrados. podendo a ação ser ajuizada em qualquer delas e estendendo-se a competência sobre a totalidade do imóvel. c) pelo foro do lugar em que estiver localizada a maior parte da área do imóvel. tendo em vista que o compra do imóvel foi celebrada de acordo com o disposto no art.94 segs). a) A Ação é pessoal. a competência passa a ser de juízo se nela houver mais de um órgão investido de jurisdição para conhecer da matéria. d) pelo foro do lugar em que estiverem localizadas as principais benfeitorias. obra citada. GABARITO: Base legal: art.500 CC/02. o juiz declina para a Comarca de Petrópolis sob o fundamento do art. Pesquisa de Doutrina: Humberto Theodoro Júnior. A competência é de foro utilizando o critério territorial. páginas . Indaga-se: a) Trata-se de ação real ou pessoal? Fundamente a resposta. 500 CC/02. 94. b) De acordo com o art. determinar se a competência: a) pela prevenção. regula a competência de foro. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. 14ª edição. critério territorial. Vol.107. que pretende desfazer o negócio. Depois de definida a comarca. mesmo que não se localize em uma das comarcas onde está situado o imóvel. páginas 4. 94 CPC/ Art. as ações pessoais serão ajuizadas no domicílio do réu. Lumen Juris. Humberto Theodoro Júnior: ³O código de Processo Civil (art. Lições de Direito Processual Civil. o empreendimento de Antônio. b) Trata-se de competência de foro ou de juízo? Por quê?Indique o dispositivo legal. o autor quer desfazer o negócio celebrado com Benedito. parcialmente. I. 2) Alexandre de Freitas Câmara. conforme art. o que inviabilizou. Segundo. Distribuída a ação perante a 4ª vara cível d Friburgo domicilio do réu. 01 Para uma ação de reintegração de posse de imóvel cuja área esteja situada em mais de uma comarca. Questões Objetivas: Questão nº. 94 e seguintes do CPC. b) pelo foro do domicílio do réu.possuía 18.

porém. entre juízos de comarcas distintas. na mesma comarca. GABARITO: art. ³Art. em juízos diversos.219. proposta pelo locador. prevento seria aquele onde se realizou a primeira citação válida (art. 02 Assinale a opção correta: a) as competências territorial e funcional podem ser modificadas pela conexão e continência. inexistindo conexão pelo objeto ou pela causa de pedir. b) dá-se a continência entre duas ou mais ações sempre quando há identidade de partes e de objeto. Conceito. Conseqüências da Falta de Capacidade processual. D) Não há prevenção. em litisconsórcio ativo. grávidas. é correto afirmar: A) Prevento é o juízo da causa continente. estendendo-se a competência sobre a totalidade do imóvel. em prevenção de juízo. CPC. E) Não há que se falar. 219. Lucia Pereira e a segunda Helena Silva. Sujeitos da Lide (Distinção). 107.´ Questão nº. diferente a competência territorial de um e outro juízos. Capacidade. Reputam-se conexas duas ou mais ações. Se o imóvel se achar situado em mais de um Estado ou comarca. cumprindo pena na Carceragem . quando Ihes for comum o objeto ou a causa de pedir.´. neste caso. tendo sido elas ajuizadas perante juízos diversos. representados por suas respectivas mães. determinarse-á o foro pela prevenção. C) Prevento é aquele juízo onde se deu em primeiro lugar o despacho de ³cite-se´. poderão ser reunidas para julgamento conjunto pelo juízo prevento (artigos 105/106). Capacidade de ser Parte e Capacidade de estar em Juízo. ´Sendo.³Art. 13: Partes. B) Prevento é o juízo onde se deu em primeiro lugar a citação válida.CPC)´ TEMA Nº. c) a prevenção. dar-se-á em favor do juízo que despachar primeiro a petição inicial. 01 Dois fetos. a primeira. pois entre as ações inexiste conexão pela de pedir remota. Segundo Alexandre Freitas Câmara: ´sendo conexas duas ou mais demandas. 103.´ Questão nº. GABARITO: art. CASO Nº. d) a conexão ocorrerá quando duas ou mais ações tiverem o mesmo objeto ou a mesma causa de pedir. 103. 03 Correndo uma ação de consignação em pagamento pelo locatário e uma outra de despejo. Sujeitos do Processo. CPC.

significa capacidade processual. noticia-se que o TJ-SP. no mérito. devidamente representado pelas mães. de assumir direito e obrigações na ordem civil. Indaga-se: a) Indique.069/90) e também do feto. RT. preliminarmente. Rio de Janeiro. portanto. p. os sujeitos do processo são as respectivas mães dos fetos. figurar como autor da ação. dependendo da representação ou assistência ± art. sem examinar. essas duas ³capacidade´ estão juntas (Luiz Rodrigues Wambier e outros. menor de treze anos. 8º. propõem ação em face do Estado de São Paulo. com o objetivo de resguardar o direito de atendimento pré-natal. pode pleitear judicialmente seus direitos. b) Está correta a decisão do Juízo da Vara da Infância e Juventude de São Bernardo do Campo? Justifique a resposta. Página 86. Em regra. ³reconheceu a possibilidade do nascituro vir a Juízo. portanto. determinando que a inicial fosse emendada em nome das mães. No entanto. Falar-se em sujeito do processo.uol. de estar em juízo defendendo direitos e obrigações. há situações em que a pessoa tem capacidade civil e. da Lei 8. no caso. 2007. 47ª ed. 8º. mas não tem capacidade de estar em juízo porque não está no exercício de seus direitos. para o regular desenvolvimento do processo? Fundamente a resposta. sustentando que o feto. de sua legitimidade. Estado de São Paulo. desde que devidamente representado. . pela Defensoria Pública. do CPC. o réu alega.br ) os magistrados afirmam que. Citado.01. O sujeito da lide envolve a capacidade de ser parte. Curso de direito processual civil.com. contudo. 02 Pedro Henrique. qual a providência que deve tomar o juiz. objetivando a condenação deste em danos materiais e morais. Forense. examinando o recurso de agravo de instrumento interposto. GABARITO a) Os sujeitos da lide são os fetos e as respectivas mães. CASO Nº. Indaga-se: a) No caso. v. 1: Parte II ± Sujeitos do Processo ± partes e procuradores. a incapacidade de Pedro para figurar no pólo ativo. órfão de pai e mãe. através da Defensoria Pública. Pesquise na doutrina: Humberto Theodoro Junior.07± www.203). podendo ser parte.Pública Feminina de São Bernardo do Campo. garantindo a vida e a saúde da mãe (art. pode o feto. No entanto. na medida em que são titulares do direito material de atendimento ao pré-natal adequado. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. b) Qual a conseqüência processual da incapacidade processual do autor para o processo? Fundamente a resposta. ainda que desprovido de personalidade jurídica. 2006. No acórdão (segundo informações publicada em ³última instância´ em 05. Curso Avançado de Processo Civil V. No caso.ultimainstancia. move ação de indenização em face de José Antonio. b) A questão é discutível. 8ª ed. O Juízo da Vara da Infância e Juventude de São Bernardo não aceitou que a ação fosse proposta em nome do feto. que os representa em juízo. capaz de direitos. 1 ± Teoria Geral do Processo e Processo de Conhecimento. os sujeitos do processo e da lide? Fundamente a resposta. isto é.

GABARITO a) Sim. 10. que revela a perda da capacidade processual. 1: Parte II ± Sujeitos do Processo ± partes e procuradores. dá-se um vício processual sanável. a qualquer tempo.591/64 ± art. ora em fase de execução. b) Está correta a tese do executado? Justifique a resposta. pois não se dá o fenômeno da preclusão. na doutrina. sustenta o executado que o Condomínio teve cancelada sua inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas da Receita Federal ± CNPJ ± e. 267. tem evoluído a fim de considerar como legitimados para estar em juízo. 1. I e 791. § 1º. Nesses termos. GABARITO a) Nomear ao autor um curador especial ± art. O motivo é a conveniência de que a lei lhes atribua a postulação ou a defesa de determinados interesses em juízo (Marcus Vinicius Rios Gonçalves. p. portanto. requer o executado a suspensão da execução até a regularização da inscrição do exeqüente no CNPJ. 3ª ed. entes sem personalidade jurídica. 03 Em ação de cobrança de cotas condominiais.Pesquise na doutrina: Humberto Theodoro Junior. p. Saraiva. 3ª ed. o condomínio será representado pelo administrador ou síndico ± art. não é o representante judicial do autor e. do CPC. de curador à lide. Pesquise na doutrina: Marcus Vinicius Rios Gonçalves. 116.. Não deixe de examinar a jurisprudência sobre o tema. tem capacidade de ser parte. Forense. 22. cabendo ao juiz mandar emendar a inicial ou regularizar a representação. CASO Nº. em face dos fenômenos contemporâneos que a cercam. 2007 v. Faltando capacidade de estar em juízo. b) A extinção do processo. 2006.Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. Novo curso de direito processual civil. ambos do CPC. apenas. quer dizer. vol. Indaga-se: a) O condomínio tem capacidade de ser parte? Fundamente a resposta. 2006. possuidores. sem resolução de mérito ± art. No caso. O condomínio. 9º. Saraiva. ente despersonalizado. sim o representante legal que visa suprir a incapacidade de estar em juízo. Página 89. Curso de direito processual civil. ³A ciência processual.. Em juízo. I do CPC. portanto. 116). b) Não. 54). Esse curador. 1. 265. Rio de Janeiro. II. 47ª ed. p. Novo curso de direito processual civil. a ausência de personalidade jurídica agrava-se ainda mais por esse fato o. vol. Humberto Gomes de Barros ± DJ 22/03/99. µa¶ da Lei 4. também chamado. Min. ³o cancelamento da . IX. nos termos do art. de personalidade judiciária´ (STJ ± 1ª Turma ± RMS 8967/SP ± Rel. movida pelo Condomínio Comary em face de Nelson de Souza. IV. com capacidade de ser parte.

alínea ³n´ da Lei 11. Espécies de procedimento. Atos Atentatórios ao Exercício da Jurisdição. Des. Princípios Gerais do Processo e do Procedimento. CPC. Art. marcará prazo razoável para ser sanado o defeito. Penal e do Trabalho. d) Verificando a incapacidade processual ou a irregularidade da representação das partes. Hoje. b) O condomínio por síndico residente no prédio. porém precisa da representação de seu curador. Na verdade a herança jacente é um ente desprovido de personalidade jurídica. Garantias Constitucionais Processuais.101/05. A informatização do processo judicial. d) O Distrito Federal por seu governador. 01 Sobre capacidade processual é falso afirmar que: a) Toda pessoa que se acha no exercício dos seus direitos tem capacidade para estar em juízo. Sucessão e substituição processual. mas que tem capacidade de ser parte.002. ativa e passivamente.25472 ± Rel. Formação do processo. o juiz. Maria Henrique Lobo). Art. CPC. 22. Questões Objetivas Questão nº. 02 Serão representados em juízo: a) A herança jacente por seu curador. segundo art. GABARITO: Letra µc¶. Questão nº. A representação é uma forma de suprir a incapacidade de estar em juízo. por acidente ocorrido durante . Espécies de processo. III. 14 ± Processo e Procedimento: Civil. suspendendo o processo. GABARITO: Letra µa¶. b) Ao réu preso o juiz dará curador especial. 12. 01 Karina Bastos propõe ação acidentaria em face do INSS. c) O administrador representa apenas passivamente a massa falida. Caso Nº. c) O Município por um de seus Secretários. 12. o administrar representa a massa falida em juízo. Tratamento especial ao idoso.inscrição do autor no CNPJ não tem o condão de lhe retirar a legitimação processual ou mesmo o interesse em prosseguir na execução para o recebimento do seu redito já definido por coisa julgada´ (TJRJ ± 7ª CC ± Agravo de Instrumento 2007. IV. inciso III. TEMA Nº.

2006: Cap. condenando a ré ao benefício pretendido. trata do princípio da inafastabilidade do Poder Judiciário.200. A ré. v. dependendo das circunstâncias. 475.atividade laborativa. ainda. Página 66. Curso avançado de processo civil. XXXV da Constituição Federal que. fixados em oito salários mínimos. afirma: ³ . com os meios e recursos inerentes´. Indaga-se: a) Após a decisão negativa na esfera administrativa. 128 e 460. O duplo grau de jurisdição obrigatório ± art. b) A decisão judicial. Páginas 28 2) Luiz Rodrigues Wambier e Outros. São Paulo. c) A decisão judicial está correta? Justifique a resposta. ao tutelar nos processos judicial e administrativo.. Contudo. CRFB. nos termos do parágrafo 2º do art. no caso. a autora pode submeter à matéria ao Judiciário? Fundamente a resposta.. 1: Parte I ± Noções Fundamentais ± princípios informativos do direito processual. No entanto. 1. 5º. condena a ré. Pesquisa na doutrina : 1 ) Humberto Theodoro Junior. hoje. no valor de R$ 4. diante de uma ameaça ou lesão a um direito individual e coletivo.. 5º. GABARITO a) Sim. quando no inciso LV do art. b) O princípio do duplo grau de jurisdição(facultativo) não consta no art. 3: Princípios processuais. por isso. 8ª ed. caput. objetivando a concessão de auxílio doença. pelas conseqüências que o acidente resultou para a autora. No entanto. sob pena de negar o princípio da inafastabilidade do Judiciário ± art. na medida em que se exige . na defesa nega a existência de nexo causal entre o acidente e a atividade profissional desenvolvida pela Autora segurada e. 2007. Rio de Janeiro.direito público. não está correta a decisão judicial. o juiz deveria limitar-se ao que foi provocado ± princípio da demanda ou da inércia. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. vol. do CPC. Forense. 43ª ed. benefício negado pela Autarquia em processo administrativo. I. desde a citação e. julga procedente o pedido. em indenização por danos morais. RT. c) Em relação à condenação na indenização por danos morais. 5º. submete-se ao duplo grau de jurisdição obrigatório? Fundamente a resposta. afinal. os princípios do contraditório e ampla defesa. não se pode negar que este se encontra implícito na ordem constitucional quando essa prevê a competência dos tribunais para julgamento de recursos e. subjetivo ± e provocar o exame da questão pelo Judiciário. ainda. A autora pode valer-se do direito de ação . de que a matéria foi apreciada definitivamente na esfera administrativa. 475.00(quatro mil e duzentos reais). II ± não se aplica quando a condenação à Fazenda Pública for de valor não excedente a 60 salários mínimos. porque a autora não requereu. nos termos do art. Desse modo. mitigado. XXV. na sua pretensão inicial.Curso de direito processual civil. 5º da CF e. 2º. por igual. teoria geral do processo e processo de conhecimento. O Juízo. do CPC. pode-se falar que o princípio da inércia acha-se. consagrado no art. a doutrina não o considera uma efetiva garantia individual.

267. jul. 8ª ed. requerendo a extinção da execução. Benedicto Abicair. 03 O Estado do Rio de Janeiro ajuíza execução fiscal em face de Comesa ± Comércio e Importação Ltda. sob o fundamento de nulidade da inscrição na Dívida Ativa da Fazenda.680115/SP). julga extinto o processo sem resolução de mérito. GABARITO: a) Sim. ambos representados por seu inventariante. a empresa oferece embargos à execução. 23. Curso avançado de processo civil. inconformados com a decisão do Juiz que. 02: Espólios de Moacyr Colombo e Rosalina Martins Colombo. 2º. Indaga-se: a) Admite-se a concessão do benefício da assistência judiciária a espólio. no caso.08738. sob pena de não recebimento dos embargos. 1. fundada em título executivo extrajudicial. 1: Parte I ± Noções Fundamentais ± princípios informativos do direito processual. da CRFB e na Lei nº. 3: Princípios processuais. a fim de assegurar o amplo acesso ao Judiciário. Páginas 27 ± 36. não obstante a falta de garantia do juízo. RT. b) Sim. Pesquisa na doutrina: 1) Humberto Theodoro Junior. mesmo intimada pessoalmente. Curso de direito processual civil. vol.002. previsto no art. Fernando Gonçalves. o juiz cassar o benefício à gratuidade. 43ª ed. Rel. 5º. sob o rito ordinário. São Paulo. teoria geral do processo e processo de conhecimento. CASO Nº. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. 2007. É pacífico o entendimento no STJ e no TJRJ quanto à admissibilidade da concessão do benefício da assistência judiciária às pessoas jurídicas. O juízo. Consta nos autos que a empresa. para reforma da decisão. mais uma vez. no caso. A qualquer tempo poderá ser reapreciado o pedido de gratuidade diante da alteração das condições apresentadas. desde que seja comprovada a impossibilidade financeira de se atender às despesas do processo. 2007. no prazo de 72 horas. LXXIV. recorrem da decisão para o Tribunal. não cumpriu a determinação judicial. 2006: Cap. com os bens que compõem o monte inventariado (TJRJ ± 6ª CC ± Agravo de instrumento nº.08. 4ª Turma.AgRg no Ag 2005/007876-1. por seu representante legal. b) Poderia. em ação de conhecimento. CASO Nº. 1060/50 ± arts. condomínios e.. se antes foi concedido? Fundamente a resposta. nos termos do art. IV do . o espólio. determina sejam efetuados os depósitos referentes à penhora da renda deferida. Rio de Janeiro. Página 66. STJ . cassou a gratuidade de justiça inicialmente deferida aos autores. sendo determinada pelo juízo a penhora de 5% do faturamento da empresa. Ocorre que. nos autos do processo de execução. Des. Min. para assegurar o acesso ao Judiciário.uma postura ativa dos órgãos do Judiciário. O juízo.2005. v. afinal. Forense. 4º e § 1º? Fundamente a resposta. 2) Luiz Rodrigues Wambier e Outros.

GABARITO a) Sim. GABARITO: Letra µc¶. II. com respaldo nos artigos 600. condenando. Trata-se de sanção de índole processual aplicada a parte que descumpre. resistindo às ordens judiciais e não garantindo o juízo. A pretensão da empresa constitui ato atentatório ao exercício da jurisdição. 2007.CPC. 1º da Lei 6. do CPC. Questões objetivas Questão nº. que consagra os debates orais em audiência culminando pela sentença. 1: página 96. b) Não. no final da audiência. III e IV e 601 do CPC. ³porque se opõe maliciosamente à execução. empregando ardis e meios artificiosos para evitar a constrição de bens e a continuação dos atos de execução. à condenação acerca da multa. pois essa multa reverte-se para a Fazenda Pública. Pesquisa na doutrina: 1) Humberto Theodoro Junior. aplicável por força da regra do art. vez que estará em melhores condições de proferir a sentença aquele que tomou as provas. Camilo Ribeiro Ruliére). AC nº. diz respeito ao princípio: a) Da imediatidade. 2007. Rel. 01 O princípio regulado pelo art. parágrafo único do CPC. independente da parte contrária requerer. ainda. c) Da identidade física do juiz.830/80´.830/80. Em realidade. opondo embargos de devedor flagrantemente protelatórios e incabíveis. Trata-se de uma verdadeira garantia aos jurisdicionados (partes). possibilitando a aplicação de multa de até 20% sobre o débito total. ainda. fixada em 20%. Indaga-se: a) A conduta processual da empresa pode ser considerada como ³ato atentatório ao exercício da jurisdição´? Fundamente. 132. imotivadamente a ordem jurisdicional.29364. considerando os artigos 9º e 16. no art. b)Da concentração. da Lei nº. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. expressamente. b) Está correta a decisão do juiz? Fundamente. Forense. deveria o juízo manifestar-se. 6. d) Da oralidade. 43ª ed. respaldado nos dispositivos legais referidos e. na sentença. face ao liame vinculatório estabelecido pelo próprio ato de realização da audiência. Rio de Janeiro. que vincula o juiz da audiência ao subseqüente julgamento da lide.Curso de direito processual civil. Dês. v. a empresa. Esse princípio leva em conta o fato de que o juiz que presidiu a audiência e colheu as provas é o que está em melhor condição de proferir a decisão. 14.001. além do que não se trata de princípio . parágrafo 1º. ao pagamento das despesas processuais (TJRJ ± 17ª CC.

em sua defesa. inconformada. 2007. Pesquisa na doutrina: 1 ) Humberto Theodoro Junior. proferida em audiência. 15: Procedimentos e suas Estruturas. que indeferiu a conversão do rito em ordinário e a realização de provas pericial e testemunhal. Rio de Janeiro. c) O princípio do devido processo legal. página 375. rel. pelo rito sumário. A sentença proferida por juiz removido. GABARITO a) Sim. 01 Sandra propõe ação de adjudicação compulsória. na esfera da ordem constitucional. Márcia. a celeridade processual ou da prestação jurisdicional: a) O princípio da motivação das decisões judiciais. Questão nº. 43ª ed. com a decisão. recorre da decisão para que o tribunal examine a questão. mesmo que tenha concluído a audiência de instrução e julgamento é nula (RE 95889-4-PR. 1. daí a implantação desse princípio na ordem constitucional de nosso país (E. não só por força do valor dado à . 02 Assinale a alternativa que traduz. dando à causa valor de R$ 4. 45/2004. Djaci Alves Falcão).C. Esse princípio trata da duração razoável (tempestividade) e da celeridade processual.500. a ser adotado nos processos administrativos e judiciais. b) No caso. nº. 5º. inserido pela EC nº. O tempo é o maior entrave à prestação jurisdicional. da CRFB. 45/2004). eis que a própria norma processual estabelece exceções. Indaga-se: a) Está correta a decisão do juiz? Fundamente. em que momento deve a ré ter apresentado sua contestação? Fundamente. b) O princípio da recorribilidade. GABARITO: Letra µd¶. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. Forense. Procedimento Ordinário. com quitação de preço. objetivando a regularização da cadeia sucessória dos atos notariais relativo ao seu direito ao domínio do bem recebido em doação de Clementina dentre os quais se encontra a promessa de cessão. A Conversão dos Procedimentos Especiais para o Ordinário. Art. d) O princípio da razoável duração do processo. Sumário e os Especiais. por ela requeridos. TEMA Nº.00(quatro mil e quinhentos reais) em face de Márcia. CASO Nº. feita pela ré à referida doadora. visto que o procedimento sumário é o adequado para ação em tela. LXXVIII. Não se há de falar em conversão do rito de sumário para ordinário. Min.absoluto.Curso de direito processual civil. v.

69. depois de encerrada a fase postulatória. b) Sim. v. ficou satisfeito. da entrega dos serviços. No tocante às provas. incabíveis por que a ré cedeu os seus direitos com quitação de preço e em caráter irrevogável e irretratável. A partir da fase postulatória não há previsão de procedimento especial específico para o caso. No art. 278. do CPC. CASO Nº. 926 e seguintes do CPC. I.causa (art. GABARITO a) Procedimento especial de jurisdição contenciosa ± art. mas também porque é o previsto. 02 Helena promoveu ação de reintegração de posse em face de Marcelo. . 928 do CPC. 03 Pedro está em vias de propor ação objetivando a condenação de Carlos a lhe pagar a importância de R$ 7. previsto no art. Indaga-se: a) Pedro para propor a pretendida ação deverá valer-se do procedimento sumário ou sumaríssimo de que trata a Lei 9. Forense.099/95? Justifique a resposta.200. O juiz determinou a audiência de justificação prévia da posse.00(sete mil e duzentos reais). 931 do CPC há previsão. b) Aponte as características do procedimento sumaríssimo? Fundamentando a resposta. expressamente. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema. Lei 58/37). qual o procedimento adotado por Helena? Justifique a resposta. correndo o prazo para oferecer contestação. CASO Nº. na época. após ouvir as testemunhas arroladas pela autora. 275. no entanto. do CPC). Rio de Janeiro. o juiz deferiu o mandado de reintegração. 43ª ed. b) Caso o réu apresente contestação. No rito sumário vigora o princípio da oralidade em sua maior amplitude. não cumpriu com a obrigação de pagamento.380/64 e art. que é o da concentração dos atos na audiência. Indaga-se: a) No caso. que admite a concessão de liminar. que. nos termos do art. 22. da Lei 4. há mudança no rito? Justifique a resposta. porque de natureza satisfativa. 1: página 375. para a ação de adjudicação compulsória (art. do que resulta na adoção de outro princípio. Segue-se que na audiência. do Dec. 2007. b) Na audiência designada. Esse é o rito a ser adotado nas ações possessórias de força nova. Pesquisa na doutrina: 1) Humberto Theodoro Junior. menos de ano e dia. que é verdadeira tutela antecipada. da aplicação do rito ordinário. Curso de direito processual civil. em razão de reforma do telhado da casa de praia de Carlos.

a mesma causa de pedir do autor. Admite a lei excepcionalmente que o autor possa optar entre o rito sumário do CPC e o sumaríssimo da Lei 9099/95. 1: Página 382. proporcionando à efetividade da prestação jurisdicional e restaurando o papel da justiça. simplicidade. Questão nº. O pedido contraposto deverá abranger os mesmos fatos referidos na inicial. não se afasta o procedimento sumário ± art. ou seja. 275. . Gabarito: Letra µa¶. GABARITO: a) Poderá. em contrapartida a lei admite o pedido contraposto. c) Admite-se no procedimento sumário pedido em favor do réu. c) O rito sumário não é obrigatório. em momento posterior à propositura da ação. v. No procedimento sumário não cabe reconvenção. 01 Assinale a alternativa correta: a) Admite-se no procedimento sumário a reconvenção. § 1º do CPC). O rito é de ordem pública e estabelecido para atender interesse público preponderante. informalidade. I. 2º. d) O rito ordinário é adotado nas ações até o valor de 45 salários mínimos. Curso de direito processual civil. permite-se que as testemunhas sejam arroladas. Forense. Contudo. em razão de maior celeridade.Pesquisa na doutrina: 1) Humberto Theodoro Junior. celeridade e a economia processual. Gabarito: Letra µc¶. 02 Assinale a alternativa correta: a) O autor não pode livremente optar por um determinado rito. escolher o procedimento sumaríssimo. do CPC. 278. Questões objetivas Questão nº. da lei referida. que é feito na própria contestação do réu (art. d) No procedimento sumário. em atenção à facilitação ao acesso à justiça das pessoas integrantes da camada social mais desprotegida da nossa população. b) O autor pode livremente adotar o rito que desejar imprimir à ação proposta. Suas normas são cogentes. 278. no caso. 43ª ed. b) Oralidade. do CPC. características previstas no art. Rio de Janeiro. 2007. § 1º. b) Admite-se no procedimento sumário a ação declaratória incidental. e à efetividade da prestação jurisdicional. Art. Não deixe de examinar a jurisprudência relacionada ao tema.