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A nacionalidade compreende a situação do indivíduo em face do Estado, podendo ser, nacional ou estrangeiro.

Trata -se, na realidade, de um direito superior, garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Já Nacional é o sujeito natural do Estado que, em seu con junto, constitui o povo. O estrangeiro se define por exclusão, sendo aquele ao qual o direito do Estado não atribui a qualidade de nacional. Dentro do contexto do direito de nacionalidade há categorias intituladas de: polipátrida e heimatlos ( ou apátrida). Os indivíduos que se enquadram na categoria polipátrida são aqueles que tema mis de uma pátria, ou seja, ele consegue a segunda nacionalidade não excluindo a segunda. Um brasileiro por e xemplo, só pode ter duas pátrias, politpátrida, se o segundo país co nceda-lhe a nacionalidade, reconhecendo a sua primeira nacionalidade, que no caso é a brasileira , ou seja, os critérios estabelecidos para o direito à nacionalidade de ambas as pátrias não sejam excludentes. Já Heimatlos, consiste na situação da pessoa que , dada a circunstância de nascimento, não se vincula a nenhum daqueles critérios, que lhe determinariam uma nacionalidade ; geram um conflito de nacionalidade, que pode ser positivo ou negativo.Podemos citar como o exemplo o seguinte Caso: suponhamos que um casal de brasileiros tenha ido morar em um país onde a nacionalidade só é aceita por meio do jus sanguinis e que esse casal tenha ido a trabalho por uma firma particular, ou seja, não foram a serviço do estado brasileiro, se esse casal vir a ter um filho nessa patris, o recém-nascido será apádrido, ou seja, hematlus. Por fim, deixamos a informação que o sistema constitucional

brasileiro, oferece um mecanismo adequado para solucionar os confli tos de nacionalidade negativa em que se vejam envolvidos filhos de brasileiros (art. 12, I, b e c).