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Ficha Resumo

Matemática A 12º ano

FR1

Tema 1: Probabilidades e Combinatória
• Conjuntos Notações de conjuntos para representar relações entre acontecimentos
Relação entre conjuntos Acontecimento certo Acontecimento impossível O acontecimento A não ocorre Ocorre o acontecimento A e ocorre o acontecimento B Ocorre o acontecimento A ou ocorre o acontecimento B ou ocorrem ambos Se C ocorre, então D também ocorre (C implica a realização de D) Os acontecimentos E e F são incompatíveis Notação de conjuntos

Se B é subconjunto próprio de A, escreve-se: B ⊂ A (B implica A). Reunião e intersecção de conjuntos S A B

Ω, S, E Ø
A

A

U

B

A ∪= : x ∈ B {x A ∨∈ x B}

A∩ B

Nota:

# ( A ∪= + − A ∩ B) # A # B #( B)

A∪ B

S A
A∩ B

B

C ⊆D

E∩F =∅

A ∩= : x ∈∧∈ B {x A x B}

Cardinal de um conjunto Ao número de elementos de um conjunto chama-se cardinal do conjunto e representa-se pelo símbolo # (“cardinal”). A={1, 2, 7}; #A=3 Igualdade entre os conjuntos
(A =) ⇔ B ( x ∈⇔ B ) A x ∈

Conjuntos disjuntos (incompatíveis) A e B são conjuntos disjuntos se A∩B=Ø. S A B

Subconjunto de um conjunto
(A ⊆ ⇔ B) ( x ∈⇔ B ) A x ∈

S B A Diagrama de Venn Propriedades das operações com conjuntos

8

As tabelas de dupla entrada são úteis para identificar todas A∪ A = A A∩ A = A A ∪ ( B ∩ C ) = ( A ∪ B) ∩ (∩ ∪ C ) C ) = ( A ∩ B) ∪ ( A ∩ Cpor produzirem o mesmo resultado. Lançar dois dados.º . O complementar de B relativamente a A representa-se por A\B e tem-se: A \ B = {x : x ∈ A ∧ x ∉ B} A S B Só se realiza se e só se A se realiza sem que B se realize. ainda que as experiências sejam realizadas sob as mesmas condições (i.: lança um dado e observar a face que fica voltada para cima. Acontecimento elementar – Se o resultado de uma experiência consta de um só elemento do conjunto de resultados (i.º . 9. furar um balão cheio de ar e verificar que rebenta). 3. Conjunto de resultados Ao conjunto formado por todos os resultados possíveis de uma experiência aleatória chama-se conjunto de resultados ou espaço amostral e representa-se por S.: no lançamento de um dado. Acontecimento de uma experiência aleatória é cada um dos subconjuntos do conjunto de resultados.e. 8. retirar de um saco mais de uma bola são experiências compostas porque envolvem mais do que uma experiência simples.: B={1. Acontecimento A qualquer subconjunto de S chamamos acontecimento.e.: A={8}). tirar um carta de um baralho e verificar se sai vermelha).A ∪ A = S 3. Leis de De Morgan 8 .e. 2. S A A 1. 5. Acontecimento composto . S={1. 11. 3.º .º . 5.Se o resultado de uma experiência consta de dois ou mais elementos do conjunto de resultados (i. U ou Ω (i. 12}).e.A = { x : x ∉ A} 2. 4.A = A Complementar de um conjunto relativamente a outro Seja A e B dois conjuntos. 6. 10.Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 Propriedade comutativa Propriedade associativa Elemento neutro Elemento absorvente Idempotência Propriedade distributiva A∪ B = B∪ A A∩ B = B ∩ A Seja A e B dois subconjuntos quaisquer: e A ∩= ∪ B A B A ∪= ∩ B A B ( A ∪ B ) ∪ C = A ∪ ( B ∪ C )∩ B) ∩ C = A ∩ ( B ∩ C ) (A A∪∅ = A A∪S = S A∩S = A A∩∅ = ∅ • Termos e conceitos probabilísticos Experiência determinista As experiências deterministas ou causais caracterizamsejam repetidas sob as mesmas condições (i.e.:lançar uma pedra ao mar e verificar que vai ao fundo. um dado e uma moeda. desde que A A (B ∪ se ) Complementar de um conjunto O complementar de um conjunto A representase A . Experiência aleatória As experiências aleatórias ou casuais caracterizam-se pela impossibilidade de prever o resultado que se obterá. 7. 7}).A ∩ A = ∅ 4.

Acontecimentos incompatíveis e acontecimentos contrários – dois acontecimentos. Designemos por p(A) a probabilidade do acontecimento A.º . sugeridas pela nossa intuição ou experiência. usando raciocínios lógicos.º - No caso dos acontecimentos A e B. Por esta razão também se chama a A e B acontecimentos contrários (a intersecção é um acontecimento impossível e a reunião é um acontecimento certo).0 ≤ p(A) ≤ 1 2. O diagrama de árvore usa-se para o mesmo efeito mas pode ser utilizado para duas ou mais experiências.e. Provar ou demonstrar uma proposição é mostrar. verifica-se que A ∪ B é o acontecimento certo ( A ∪ B = S ). B é o acontecimento contrário de A e representa-se por A . além de serem incompatíveis ( A ∩ B = ∅ ). 4.º . A relação entre frequência relativa e a probabilidade de um acontecimento permite desde já estabelecer as seguintes conclusões: 1. 5. ou seja. 6. 2.º .º .: C={1. Acontecimento certo – Se o resultado de uma experiência consta de todos os elementos do conjunto de resultados (i.e.Se A e B são dois acontecimentos quaisquer do mesmo espaço amostral S .p(acontecimento certo) = p(S) = 1 3. a probabilidade de um acontecimento A é igual ao quociente entre o número de casos favoráveis ao acontecimento e o número de casos possíveis. Ou seja: p ( A) = n mro ú e d c s s fa o v is e ao v rá e n mro ú e d cs s e ao a a o te im o cn c e fa o v is v rá e n to A • Definição axiomática de probabilidade A B Axiomas são proposições. X ∩Y = ∅ (a realização de um acontecimento não implica a realização do outro). Acontecimento impossível – Se o resultado de uma experiência não tem qualquer elemento do conjunto de resultados (i. X e Y. S • Lei de Laplace Se os acontecimentos elementares são equiprováveis. 3. dizem-se incompatíveis se a sua verificação simultânea for o acontecimento impossível.Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 as probabilidades de saídas quando se trata de duas experiências simples. 8 .º .p(acontecimento impossível) = p(Ø) = 0 4. S X Y • Definição frequencista de probabilidade Lei dos grandes números Ao número à volta do qual estabiliza a frequência relativa de um acontecimento quando o número de repetições da experiência cresce consideravelmente chama-se probabilidade do acontecimento. 6}=S). que não se demonstra e se aceitam como verdadeiras. p ( A ∪ B ) = p ( A) + p ( B ) − p ( A ∩ B ) p ( A ∪ B ) = p ( A) + p ( B ) p ( A ) =1 − p ( A) 5.: D=Ø).Se A e B são incompatíveis. que ela resulta de outras consideradas verdadeiras.

se A1 ∩ A2 = ∅ . A ⊆ S • Acontecimentos independentes Dois acontecimentos são independentes quando a probabilidade de realização de um deles não interfere na probabilidade da realização do outro. P(S) = 1.p(S|B) = 1 3.) Dois acontecimentos são independentes se e só se: Teorema 4 – probabilidade da reunião de dois acontecimentos p ( A ∪= A) + B ) − A ∩ B) p( p( p( B) Teorema 5 - p ( A) = A ∩ p( B) + A ∩ p( B) 8 . p( A ∪ B ) = A) + B ) p( p( . isto é. 0 ≤ ( A) ≤ A ⊆ p 1 . (Exemplos: lançamentos consecutivos de 2 dados/moedas. A ⊆ S . Axiomas das probabilidades (Axiomática de Kolmogorov) Axioma 1 – A probabilidade de qualquer acontecimento A do conjunto de resultados S é um número não negativo.Se A1 e A2 são acontecimentos incompatíveis.º . 1].Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 Teoremas são proposições que se demonstram a partir dos axiomas ou de outras proposições já demonstradas. e tem-se (probabilidade de A sabendo que B ocorre): p( A | B) = p ( A ∩B ) . p(Ø) = 0 Teorema 2 – a probabilidade de qualquer acontecimento A é um número do intervalo [0.º . p( A) ≥ 0.º . p ( B ) ≠0 p( B) Axioma 2 – A probabilidade do acontecimento certo é 1.p(A|B) ≥ 0 2. A ⊆ S Teorema 6 Teorema 7 Teorema 8 - B ⊂ A ⇒ p(A \ B) = p(A) − p(B) B ⊂⇒ ) ≤ ( A) A p( B p p ( A) +B ) + A ∩ p( p( B ) = p( A ∩ 1+ B) • Probabilidade condicionada (acontecimentos dependentes) Representa-se por p(A|B) a probabilidade de ocorrência de A. p(A|B) satisfaz os 3 axiomas da teoria das probabilidades se: 1. S Teorema 3 – a probabilidade do acontecimento contrário de A ( A ) é igual à diferença entre 1 e a probabilidade de A.º .º . B ⊆ S e p(B)>0. S é o acontecimento certo Axioma 3 – A probabilidade da reunião de dois acontecimentos incompatíveis (disjuntos) é igual à soma das probabilidades desses acontecimentos. na hipótese de B se ter realizado. s e (A ∩ B) = ∅ 1. com reposição.p ( A ∩ B ) = p ( B ) × p ( A | B ) 2. então: p[( A1 ∪ A2 ) | B] = p ( A1 | B ) + p ( A2 | B ) Teorema 1 – a probabilidade de um acontecimento impossível é zero. p ( A ) = p ( A) 1− . tirar consecutivamente bolas/cartas.p( A ∩ B ) = p( A) × p ( B | A) • Probabilidade condicionada e axiomática Sendo S o conjunto de resultados.

.. xi ..º . Dados obtidos através de aparelhos de medida (i.. x 2 .º - p ( A) = p ( A | B1 ) × p( B1 ) + p( A | B2 ) × p ( B2 ) + .... x 2 .. …. em % fi Frequência absoluta de xi pi Probabilidade de xi μ. n 2...: nº de pessoas atendidas num hospital).. então as probabilidades pi = P( X = xi ) . + p ( A | Bn ) × p ( Bn ) • Teorema de Bayes p ( B | A) = p( A ∩ B) p ( A | B1 ) × p ( B1 ) + p ( A | B2 ) × p ( B2 ) + . x n .. x n Média aritmética x1 .. que assume um número finito de valores distintos x1 ..0 ≤ p i ≤ n. ∑p i =1 n i =1 População Variável aleatória X que toma valores Amostra Variável estatística X que toma valores x1 .e. discreta.... xi . x Média σ Desvio-padrão 2 Variância σ Chama-se distribuição de probabilidades de uma variável aleatória X à aplicação que a cada valor xi da variável X faz corresponder a respectiva probabilidade pi . n. + p ( A | Bn ) × p ( Bn ) • Variável aleatória e distribuição de probabilidades Uma variável aleatória é uma variável cujo valor é um resultado numérico associado ao resultado de uma experiência aleatória... xi . ….. devem satisfazer as seguintes condições: 1. Dados obtidos por contagem (i.... Variável aleatória contínua – pode assumir um número infinito não numerável de valores. i = 1.: temperatura).. x 2 .Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 p ( A | B ) = ( A) p p ( A ∩= A) × B ) B) p( p( • Teorema das probabilidades totais p ( A) = p ( A | B) × p ( B ) + p ( A | B ) × p ( B ) ou Notação Descrição X Variável aleatória N Nº de elementos da população xi Valores que pode tomar a variável X fr i Frequência relativa de xi .e. x n Valor médio ou esperança n x= ∑x i =1 n n i × ni N = ∑ xi × fri i =1 n µ = ∑ xi × pi i =1 Variância amostral σ = 2 n ∑x i =1 2 i × ni Variância populacional 2 2 2 − x = ∑ x × σ i − x 2 =i × p i − µ fr = ∑ x 2 2 i n N i =1 n n ( xi − x ) 2 × ni = ∑ ( x i − x ) 2 2 = ∑ ( xi − µ ) 2 × p i σ × fri ∑ N i =1 i =1 i =1 Ou Desvio-padrão amostral σ= σ 2 Desvio-padrão populacional σ = σ2 Notação 8 . Dada uma variável aleatória X. Pode ser discreta ou contínua: Variável aleatória discreta – pode assumir um número finito ou infinito numerável de valores. i = 1.....

A curva normal é em forma de sino e denomina-se por Curva de Gauss. constante de experiência para experiência A distribuição binomial é um modelo probabilístico aplicável em problemas onde se consideram repetidas provas de Bernoulli.É simétrica relativamente ao valor médio μ da variável.Tem um máximo para x = μ. a realização de um determinado acontecimento A.º . f ( µ − x0 ) = f ( µ + x 0 ).A probabilidade de sucesso p não varia de prova para prova. o gráfico da função densidade e as rectas x = xi e x = x j . 4.Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 • Modelo binomial (variáveis discretas) Distribuição binomial Designa-se por modelo de distribuição binomial uma experiência aleatória com as seguintes características: 1.É constituída por n provas idênticas. 6. mais achatada é a curva. 7. Representa-se por N(μ. Provas repetidas O problema das provas repetidas consiste na determinação da probabilidade de que em n 8. ….º .q n −k x = k – acontecimento n – nº de vezes que a experiência se repete k – nº de vezes de sucesso p – probabilidade de sucesso q – probabilidade de insucesso • Modelo normal (variável contínua) Uma distribuição normal é caracterizada pela média μ e pelo desvio-padrão σ. Se X tem distribuição binomial de parâmetros n e p. chama-se variável aleatória com distribuição binomial de parâmetros n e p. com probabilidade P(A)=p. Características da curva normal 1.º . 2.º . p ( x = k ) =n C k p k .º .A área abaixo da curva distribui-se em intervalos da seguinte forma: 8 .º .Em cada prova apenas são possíveis dois resultados: sucesso ou insucesso.º .º . a probabilidade para qualquer valor X = r da variável aleatória X é dada por: n r P( X = )= r p r × − ) n− r C (1 p 3.O eixo das abcissas é assimptota da curva.A probabilidade de que a variável tome valores no intervalo [ xi .σ). 2. que representa o número de sucessos nas n provas.º . realizações de uma dada experiência determinado acontecimento se verifique k vezes. Representa-se por B (n. n. p). 4. À variável aleatória X.A concavidade da curva muda de sentido para x1 = µ − σ e x 2 = µ + σ ( x1 e x 2 são abcissas dos pontos de inflexão).º . 5. Provas de Bernoulli Sucessão de experiências aleatórias independentes. em cada uma das quais se observa ou não. 3.Os resultados das provas são independentes uns dos outros.º . x j ] é igual à área compreendida entre o eixo Ox. ∀x 0 ∈ℜ 2.º .Quanto maior for o desvio-padrão σ.A área compreendida entre a curva e o eixo Ox é igual a 1. A variável X pode tomar os valores 1.

C 0 = C n = 1 Síntese 8 . até à k-ésima etapa. n k maneiras de realizar a k-ésima.. e se existirem n1 maneiras de realizar a primeira alternativa. e assim sucessivamente. O número total de n p sequências representa-se por A p ' = n Combinações sem repetição (tiragens simultâneas) n C p ou   é o número de subconjuntos com p n p elementos que se podem definir num conjunto com n elementos..C p = C n −p n Cp = Ap n Cp = n! . existem n alternativas diferentes. x + 2σ[= 95 . chama-se arranjos sem repetição de n elementos escolhidos arbitrariamente entre os n dados. para cada uma destas.n An = Pn Arranjos com repetição (arranjos completos) Dados n elementos diferentes.26 % * ] x − 2σ.º . chamase arranjos com repetição dos n elementos p a p a todas as sequências de p elementos. n. Se existirem n1 maneiras de realizar a primeira etapa e se. p ∈ N 0 e n≥p p!( n − p )! n n n+ 1 2. a 2 .. p ∈ N e n≥p n 1.. n 2 maneiras de realizar a segunda.C p + C p + = C p + 1 1 n n 3. Consideremos um processo constituído por k etapas.º .º .º . × (n − p +1) n. a n .44 % * ] x − 3σ. Princípio geral da adição (“A ou B”) As várias formas de realizar algo.74 % NOTA: 0!=1 Permutações Chama-se permutação de n elementos a todas as sequências diferentes que é possível obter com os n elementos..A p = n! ( n − p )! 2. O número de todas estas sequências n designa-se por A p = n(n −1)( n − 2) ×. que se podem formar escolhendo os p elementos entre os n dados. + nk maneiras diferentes. ×3 ×2 ×1 Dados n elementos quaisquer. a1 . Factorial de um número natural n Chama-se factorial de um número natural n e representa-se por n! ao produto: n! = n( n −1)( n − 2) ×. então o processo pode ser realizado de n1 + n2 + n3 + .º .. existirem n 2 maneiras de realizar a segunda etapa.. × nk maneiras diferentes. então todo o processo pode ser realizado de n1 × n2 × n3 ×....Ficha Resumo Matemática A 12º ano FR1 * ] x −σ. x + 3σ[ = 99 . x + σ[= 68 . sendo estes diferentes ou não. Se para realizar um processo existirem k alternativas que se excluem duas a duas. n n p! n 1. Pn = n! Arranjos sem repetição (arranjos simples) x − 2σ x −σ x x +σ x + 2σ • Cálculo combinatório Princípio geral da multiplicação (“A e B”) Por cada alternativa.. O número dessas sequências representa-se por Pn (permutação de n).. ….

. +n C n −1 a Cp = n! p!( n − p )! Ou ( a +b) n = ∑n C p a n −p b p n • Triângulo de Pascal 1 1 1 1 1 1 5 4 10 3 6 10 2 3 4 5 1 1 1 1 1 Observações p =0 1. sendo: n n −p p T = C a b ou T p +1 = C p a b n p p− 1 n −+ p 1 p− 1 1 6 15 20 15 6 1 …………………………………… Corresponde aos valores de: 0 1 2 3 4 5 6 6 O binómio de Newton é uma forma rápida de simplificar expressões do tipo (a + b) n .Em cada linha são iguais os termos equidistantes dos extremos: n n C p = n− C p 2.A soma de todos os elementos da n-ésia linha é igual a 2 n : n n n C0 + 1 + + n = n C .A soma de dois números consecutivos de uma linha é igual ao número que na linha seguinte figura entre eles: C + C = C  Regra de Stiefel n p− 1 n n+ 1 p p 8 ..Ficha Resumo A ordem influi? Entram todos os elementos da sequência? Matemática A 12º ano FR1 Pode haver repetição? Combinatória n 3.º . C0 1 2 C0 3 C1 2 C0 4 C1 3 4 C2 3 4 C0 5 C1 C2 6 C2 5 C3 4 C0 6 C1 5 C2 C3 C3 5 C4 5 C0 C1 6 C3 6 C4 6 C5 C0 C6 C1 C2 C4 C5 …………………………………………… Propriedades 1.º ...º .O termo de ordem p é T p .O desenvolvimento de (a + b) n tem n+1 termos. 2.º . C 2 Arranjos com repetição Arranjos sem repetição Permutações Combinações           - Ap ' = n p n Ap = n! ( n − p )! • Binómio de Newton Pn = n! n ( a + b) n =n C 0 a n +n C1 a n −1b +n C 2 a n −2 b 2 +.º .

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