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Cultura Do Abacaxi

Cultura Do Abacaxi

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Cultura e cultivo do abacaxi, doenças, pragas, manejo, colheita e pós colheita.
Cultura e cultivo do abacaxi, doenças, pragas, manejo, colheita e pós colheita.

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Categories:Types, Research, Science
Published by: Nelson Antonio Bruscato on Jun 19, 2011
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O ABACAXIZEIRO

Segundo maior produtor mundial da fruta, com 1,717 milhão de toneladas/ano, o Brasil ainda perde espaço no mercado mundial pela má aparência dos frutos. Transporte inadequado, com os frutos amontoados em carrocerias de caminhões ao invés de embalados em caixas/paletizados e sob condições de refrigeração. Também há falta de mudas de boa qualidade, livres de pragas e doenças, grande variação na densidade de plantio e pequenas capacidade instalada para beneficiamento. A soma de todos esses fatores tem feito o Brasil perder espaço no mercado internacional, que exige, antes de mais nada, produtos de qualidade. Para agravar situação, a produção nacional está concentrada na variedade Pérola, enquanto o mercado Externo ainda clama pelas variedades Smooth Cayenne e Queen – a variedade Pérola, predominante no Brasil, produz fruto cônico, com polpa branca e sabor pouco ácido em comparação com a variedade Smooth Cayenne.

Apesar dessas condições, nos últimos 20 anos, o abacaxi no Brasil ganhou maior rendimento produtivo, passando de 8.000 frutos/ha para 23.000 frutos/ha, devido a introdução de técnicas em algumas regiões do País, que passaram a utilizar ferramentas como a irrigação, adubação, a indução floral, o controle de plantas invasoras e a densidade de plantio. Mesmo assim, a liderança na produção mundial está com a Tailândia, que colhe 2,3 milhões de toneladas/ano do fruto. O Brasil vem em segundo com 1,717 milhões de toneladas/ano, seguido das Filipinas, com 1,5 milhões de toneladas/ano. informa o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura, da Cruz das Almas (BA), José da Silva Souza.

CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA
• SUBCLASSE: Monocotiledoneae • FAMÍLIA : Bromeliaceae{46 gêneros e 1.600 espécies} • GÊNERO ANANAS:{A. Monstrosus, A. Anassoides, A.nanus, A. Parguazensis, A. Lucidus, A. Bracteatus var. bracteatus e tricolor} • GÊNERO AFINS : A.. Fritzmuelleri, A.. Cosmosus, Pseudoananas e Bromelia.

Grupos Horticulturais de Ananas Cosmosus
• • • • • Grupo 1 : Cayenne Grupo 2 : Spanish Grupo 3 : Queen Grupo 4: Pernambuco Grupo 5 : Maipure

CULTIVARES DE ABACAXI
Cultivares de folhas sem espinhos: Smooth Cayenne ou Havaí Imperial Cultivares de folhas com espinhos: Pérola, Jupi IAC Gomo de Mel

• • • •

Área plantada, produção e receita da cultura do abacaxi, no Brasil, em Rondônia e nos principais municípios do Estado no ano de 2001.
Área (ha) Produção (1.000 frutos) Produtividade (frutos/ha) Receita (R$)

Localidade

Brasil

62.597

1.430.018

22.845

690.356.000,00

Rondônia

245

4.578

18.686

2.288.000,00

Pimenta Bueno

78

1.950

25.000

975.000,00

Porto Velho

45

1.109

24.644

555.000,00

Rio Crespo

25

300

12.000

149.000,00

Alto Paraíso

20

300

15.000

149.000,00

DISTRIBUIÇÃO DA CULTURA DO ABACAXI

DISTRIBUIÇÃO POR MUNICÍPIOS

Clima

A temperatura ideal para se produzir frutos de boa qualidade está entre 21° e 23°C, sendo que temperaturas acima de 40°C e abaixo de 5°C causam sérios problemas na planta. A planta é exigente em luz, necessitando de 2.500 a 3.000 horas de luz por ano, ou seja 6,8 a 8,2 horas de luz diária e precisa de 1.200 a 1500mm de chuva bem distribuída durante o ano. Em locais com períodos secos prolongados, recomenda-se o uso de irrigação. A umidade do ar de 70% ou superior é o ideal para a cultura.

•ADUBAÇÃO DO ABACAXI

Solos
Os solos para plantio do abacaxi devem ser de textura média ou arenosa, bem drenados, de preferência planos ou com pouca declividade, profundidade do lençol freático superior a 90 cm e pH na faixa de 4,5 as 5,5. Os solos não podem estar sujeitos ao encharcamento. Solos argilosos também podem ser utilizados desde que apresentem boa aeração e drenagem. Preparo do Solo O preparo do solo deve ser no sistema convencional uma aração e duas gradagens. Deve-se evitar solos que tenham sido plantados com abacaxi na última safra. Não sendo possível, deve se fazer a incorporação do material ao solo, ou em áreas com histórico de alta incidência de pragas e doenças, faz-se a queima dos restos vegetais.

Correção da Acidez
Apesar do abacaxizeiro ser conhecido como planta resistente à acidez do solo, recomenda-se a calagem com o intuito de fornecer principalmente o magnésio, nutriente importante para o desenvolvimento da planta. A quantidade de calcário deve ser recomendada de acordo com a análise do solo, tomando-se o cuidado de não se elevar o pH do solo a valores superiores à faixa ideal da cultura (4,5 a 5,5), pois, isso acarretaria a redução da disponibilidade de certos nutrientes à cultura e favoreceria o desenvolvimento de fungos prejudiciais ao abacaxizeiro como os fungos do gênero Phytophthora. Recomenda-se realizar a calagem com cerca de 30 a 90 dias de antecedência ao plantio.

Época do Plantio
Em culturas de sequeiro, recomenda-se realizar o plantio no final da estação seca e início da estação chuvosa. Em culturas irrigadas, o plantio pode ser realizado durante o ano todo.

Cultivares (variedades) Na escolha da variedade deve-se levar em conta o destino da produção (consumo "in natura" ou indústria). As cultivares mais conhecidas no Brasil são: Pérola ou Branco de Pernambuco, Smooth Cayenne, Perolera e Primavera. Entretanto, a cultivar mais plantada em Rondônia é a Quinari. 1 - Smooth Cayenne: É a cultivar mais plantada no mundo, correspondendo a 70% da produção mundial, conhecida também por abacaxi havaiano. É uma planta robusta, de porte semi-ereto e folhas praticamente sem espinhos. É adequada para industrialização e consumo in natura. Mostra-se susceptível à murcha, associada à cochonilha e à fusariose. 2 - Pérola: Também conhecida, como Pernambuco ou Branca de Pernambuco. Caracteriza-se por apresentar plantas eretas, folhas longas providas de espinhos, pedúnculos longos, numerosos filhotes e poucos rebentões. O fruto é cônico com casca amarelada, polpa branca, pouco ácida, suculenta, saborosa, peso médio entre 1 e 1,5 kg e apresenta coroa grande. Suscetível à fusariose e à cochonilha, porem menos que a Smooth Cayenne. 3 - Perolera: A planta caracteriza-se por apresentar altura em torno de 51 cm, folhas verdes claras, sem espinhos, com uma faixa prateada bem visível pedúnculo longo, grande produção de filhotes e pouca produção de rebentões. É resistente à fusariose.

4 – Primavera: A planta apresenta porte semi-ereto, folhas de cor verde-clara, sem espinhos nos bordos, produz em média oito filhotes e um rebentão. O fruto apresenta tamanho médio, forma cilíndrica, casca amarela quando maduro, polpa branca e peso em torno de 1,5 kg, com sabor agradável. É resistente a fusariose. 5 – Quinari: Cultivar muito parecida com a variedade "Pérola", apresenta porte ereto, produz em média 12 filhotes e nenhum rebentão precoce. Apresenta fruto cilíndrico, com frutilhos pequenos, peso médio sem coroa de 1,7 kg, casca e polpa amarelas quando maduro, apresenta sabor agradável para consumo "in natura", com alto teor de sólidos solúveis totais (13,4°Brix) e média acidez total titulável (10,1 ml NaOH 0,1 N/10 ml suco). Possui coroa pequena (17,7 cm de comprimento). Apresenta tolerância à cochonilha do abacaxi (Dysmicoccus brevipes) e suscetibilidade a fungos causadores de podridões no fruto e ao ataque do percevejo do abacaxi (Thiastocotis laetus).

Produção de Mudas Para aumentar as chances de êxito na exploração comercial de abacaxi é fundamental o uso de material propagativo de alta qualidade. Para se obter mudas de boa qualidade, estas devem ser retiradas de plantas sadias, livres de ataques de pragas e doenças, vigorosas, devendo-se descartar rigorosamente, aquelas que apresentarem sinais de goma ou resina. Para implantação da cultura pode-se utilizar vários tipos de mudas (figura 1).

A – Coroa. Muda pouco utilizada, pois, permanece no fruto, quando vendido nos mercados de frutas frescas. É menos vigorosa, apresenta ciclo mais longo (em comparação às mudas do tipo rebentão e filhote). Plantios com este tipo de muda, originam plantas de porte e desenvolvimento mais uniformes. B – Filhote. Muda de vigor e ciclo intermediários, menos uniformes que as coroas e mais que os rebentões, de fácil colheita e abundante na variedade Pérola. C – Rebentão. Muda de maior vigor, ciclo mais curto, de colheita mais difícil, origina lavouras com menor uniformidade em tamanho e peso. Tem baixa disponibilidade na variedade Pérola e grande na variedade Smooth Cayenne. D – Filhote-rebentão. Muda muito pouco utilizada, pois, é de difícil produção. Apresenta características intermediárias entre filhote e rebentão. Além destes tipos citados existem outras formas de se produzir mudas de abacaxi, como as mudas produzidas por seccionamento do caule e as produzidas in vitro. Porém estes tipos são geralmente mais caros e dependem da existência de produtores de mudas especializados na região, sendo portanto recomendados em plantios com alto nível tecnológico. No Brasil os tipos mais utilizados são filhotes e rebentões. Em Rondônia o tipo de muda mais utilizado é o filhote.

•MANEJO CONVENCIONAL DAS MUDAS
Compreende as etapas de ceva, colheita, cura, seleção e tratamento fitossanitário. •A – Ceva. Após a colheita dos frutos deve-se manter as mudas ligadas à planta mãe até que estas alcancem o tamanho adequado para o plantio, ou seja de 30 a 45 cm. Este período varia de 1 a 6 meses, sendo menor nos filhotes e maior nos rebentões. Neste período, visando melhorar o vigor e o estado fitossanitário das mudas, pode-se continuar usando a irrigação, pulverização para controle de ácaros e cochonilhas e adubação suplementar, via pulverização foliar, com uréia a 3% e cloreto de potássio a 2%. •B – Colheita. É feita quando a maioria das mudas atingirem o porte satisfatório. Nesta operação é recomendado se descartar as mudas com sintomas de ataque de pragas e doenças e eliminar o fruto pequeno, frequente na base dos filhotes.

C-- Cura . Consiste na exposição das mudas ao sol, com a base virada para cima, sobre as próprias plantas-mãe ou espalhandoas sobre o solo em local próximo ao do plantio, entretanto as mudas nunca devem ser amontoadas. Esta prática é recomendada visando acelerar a cicatrização da lesão oriunda da colheita, reduzir a população de cochonilhas e eliminar o excesso de umidade da muda. D – Seleção. Nesta fase deve-se eliminar todas as mudas com sintomas de doenças, danos mecânicos e ataque de pragas. Deve-se ainda padronizar as mudas em função do tipo (filhotes e rebentões) e tamanho (30 a 40cm, 40 a 50 cm e maiores que 50cm). E – Tratamento fitossanitário. Caso as mudas tenham alta infestação de cochonilhas estas devem ser mergulhadas em uma solução acaricida-inseticida (Paration metílico ou Etion) por 3 a 6 minutos. Após este período as mudas são esplalhadas e mantidas à sombra por 10 dias, quando é feita outra seleção às vésperas do plantio.

Mudas distribuídas para o plantio, ao lado de mudas recém-plantadas.

Plantio de abacaxi consorciado com milho, nas entrelinhas de pomar cítrico em pequena propriedade.

Os espaçamentos recomendados para o abacaxi são os seguintes:

Tipo de Plantio

Distâncias entre filas e plantas (m) 0,80 x 0,30 0,90 x 0,30 0,90 x 0,35

Plantas ha-1

Fila simples

41.600 37.000 31.700

Fila dupla

0,90 x 0,40 x 0,35 0,90 x 0,40 x 0,40 1,00 x 0,40 x 0,40 1,20 x 0,40 x 0,40

44.000 38.400 35.700 31.250

O abacaxizeiro necessita de adubações? Sim, trata-se de planta bastante exigente em nutrientes, sobretudo em nitrogênio (N), potássio (K) e magnésio (Mg), o que requer a realização de três adubações ao longo do ciclo, em geral feitas no segundo mês (NPK), quinto ou sexto mês (NK) e oitavo ou nono mês (NK) após o plantio. Quais os adubos mais usados? A uréia e o sulfato de amônio (N), o superfosfato simples ou triplo (P) e o cloreto de potássio. Quais as doses usadas na adubação do abacaxizeiro? Estas são variáveis em função do suprimento de nutrientes pelo solo (determinado pela análise do solo antes da implantação da cultura) e as exigências em relação à qualidade dos frutos, inclusive a sua resistência ao transporte que deve ser maior no caso dos frutos se destinarem a mercados distantes. Em geral, as doses totais (ciclo) variam de 6 a 10 g por planta para o nitrogênio, 1 a 4 g por planta para o fósforo e de 4 a 15 g por planta para o potássio.

CULTIVAR VITÓRIA,

UMA NOVA VARIEDADE

Abacaxi em gomos
O abacaxi é muitas vezes intitulado como uma 'fruta feia' e até mesmo 'azeda', devido à alta acidez da sua polpa, mas, para os agricultores preocupados em desenvolver a 'fruta perfeita', isto já não é problema. O Abacaxi IAC Gomo-de-mel, também conhecido como 'abacaxi em gomos' é mais atraente que o convencional: sabor mais doce, maior suculência e textura mais macia são algumas das suas vantagens. O nome da fruta (Gomo-demel) foi criado, pois é possível consumi-la em gomos e a sua doçura é incomparável.

Peso dos frutos da cultivar Pérola
Classe
1 2 3 4

Peso do Fruto (g)
900 a 1.200 1.201 a 1.500 1.501 a 1.800 acima de 1.800

Peso dos frutos cultivar Smooth Cayenne
Classe 1 2 3 4 5 6 Peso do Fruto (g) 900 a 1.200 1.201 a 1.500 1.501 a 1.800 1.800 a .2.100 2.101 a 2.400 acima de 2.400

Tratamento de indução (TIF) A época do florescimento e da colheita do abacaxizeiro pode ser antecipada e homogeneizada por meio da aplicação de certas substâncias químicas (fitorreguladores) na roseta foliar (olho da planta) ou da sua pulverização sobre a planta. Esta técnica chamada de tratamento de indução floral (TIF) é uma prática cultural essencial para o bom manejo e o sucesso econômico no cultivo do abacaxi. Quando bem planejada e executada, permite melhor distribuição das operações e uso de mão-de-obra na propriedade e a colheita de frutos em épocas mais favoráveis à sua venda.

Aplicação do carbureto de cálcio sob a forma sólida, na roseta central do abacaxizeiro.

O etefon (Ethrel, Arvest ou similar) pode ser aplicado no olho da planta, da mesma forma que é feito com o carbureto de cálcio, ou em pulverização total sobre as plantas, na proporção de 50ml da sua solução aquosa por planta. Prepara-se a solução na concentração de 0,5ml a 1ml do produto comercial para cada litro de água, mais uréia a 2% do produto comercial e 0,30g a 0,35g de hidróxido de cálcio (cal de pedreiro) por litro de água. No caso desse produto, a operação deve ser repetida se chover até seis horas após a sua aplicação. Um inconveniente, às vezes observado, em resposta à indução floral com etefon, é a redução do número de muda tipo filhote produzido pelas plantas.

•PRAGAS •DO •ABACAXI

Tecla basalides (Lepidoptera: Lycaenidae)

•PRINCIPAIS DOENÇAS DO ABACAXI
• Das doenças do ABACAXI, a de maior importância é a FUSARIOSE.
• Abordaremos as doenças em ordem de importância para a cultura.

PLANTAS DANINHAS

CONTROLE DO MATO
O abacaxizeiro se ressente da concorrência do mato?
Sim, muito, o mato lhe tira água, nutrientes e luz, o que exige que o abacaxizal deve ser mantido no "limpo" , sobretudo durante os primeiros meses após o plantio.

Quais são os principais métodos de controle do mato na cultura do abacaxi?
Capinas manuais, sempre com o cuidado de se chegar terra para os abacaxizeiros; Capinas mecânicas, usando-se cultivadores à tração animal, sobretudo durante os primeiros meses após o plantio; Cobertura morta nas entrelinhas da plantação, usando-se materiais disponíveis na propriedade (palhas diversas, folhas de abacaxizais velhos etc.); Aplicação de herbicidas seletivos para a cultura do abacaxi. Estes podem controlar o mato eficientemente por dois a quatro meses. Recorrer à orientação técnica para a aplicação correta dos herbicidas, pois doses baixas não têm eficiência e doses altas podem causar danos às plantas.

Plantações de abacaxi de Itaberaba são favorecidas pela acidez do solo e baixo índice de chuvas. Notese a ausência de plantas daninhas nas entrelinhas

• COLHEITA DO ABACAXI

A mudança de coloração do verde para o amarelo do fruto iniciase na base do fruto e avança progressivamente com o amadurecimento até atingir o ápice. Py & Tisseau (1965) denominaram de maturação de coloração da casca e propuseram as seguintes classes de maturação, atribuindo notas de zero a três, conforme o esquema a seguir:

•O — região basal do fruto começando a passar da cor verde-escura para verde-cara; • 1 — região basal do fruto amarela sem atingir, porém maisque duas fileiras de olhos; • 2 — cor amarela envolvendo mais que duas fileiras de olhos, sem ultrapassar a metade da superfície total da casca; • 3 — cor amarela envolvendo mais da metade da suprefície total da casca.

Fruto para indústria é colhido maduro; para consumo in natura é colhido "de vez". A colheita é feita com facão, e os frutos são acondicionados em cestas, balaios. Frutos de plantas que sofreram indução são colhidos entre 12 e 14 meses pós plantio; frutos de plantas sem indução são colhidos aos 18 meses. Rendimento - O rendimento médio - 1 colheita - está em 80%; No espaçamento 0,8 m x 0,3 m, 41.600 plantas/hectare, com rendimento de 80% obtêm-se 33.200 frutos comercializáveis (75% frutos de 1ª qualidade e 25% frutos inferiores). Embalagem/Transporte - Colhidos os frutos são levados a galpões, selecionados quanto qualidade e sanidade, classificados por tamanho/peso (segundo destino); após tratamento contra podridões são embalados em caixa de papelão ou de madeira (520 mm x 290 mm x 290 mm) para exportação ou à granel para mercados ou indústrias. No transporte para exterior os porões de navio devem estar com 85 - 90% de umidade e 8 - 12°C de temperatura em seu ambiente

FIM
Autor: Nelson Antonio Bruscato Email: nelson.antonio4151@itelefonica.com.br

Disciplina: Produção Vegetal III
Estab. de Ensino: CEETEPS

Data:04/2007

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