VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

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VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
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A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
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economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
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tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
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etc. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários.A portaria é o local de acesso ao público em geral. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. A utilização de medidas de segurança. impressões digitais). médicos. seu comportamento maduro. a espionagens industriais. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. Outro momento crítico é o horário das visitas. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. catracas eletrônicas. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino. Caso perceba tal ação. • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo.). o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. em que a atenção deve ser redobrada. funcionários. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente. Sua postura. A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. veículos e materiais. câmeras nas farmácias. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. após ser analisada a real necessidade de acesso. portanto. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. pulseiras com código de barras pelos pacientes. em todos os pontos possíveis. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. com sala de monitoramento 24 horas por dia. • Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. íris etc. Como em todos os locais de vigilância. inclusive nos berçários. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). funcionários de empresas prestadoras de serviços etc. podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. É um auxiliar direto dos educadores. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante. para “vender” drogas. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais. como por exemplo. circuito fechado de TV. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . • Instalação de circuito fechado de TV. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. com o devido registro de dados. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). O controle do acesso de pessoas. • Banco de dados de funcionários. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros.

sistema de alarmes. é um verdadeiro alvo de observação. com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final. A utilização de barreiras perimetrais. posicionando-se em pontos estratégicos. o devido zelo com a apresentação pessoal. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa.) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. munição e colete a prova de balas. para prestar socorro ou. das entradas permitidas. o controle das entradas proibidas. controles de acesso pela biometria. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. de onde o vigilante tem maior campo de visão. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos. o controle da circulação interna. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. de costas para a rua etc. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. valendo-se do fator surpresa. pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. clausuras etc.). deve ser o mais breve possível e cuidando. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. num primeiro momento. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. circuito fechado de TV. principalmente irregularidade com armamento. O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. de sua própria segurança. caso necessite dar informações. sala de monitoramento de imagens.invasão de domicílio. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. dentre outras atribuições peculiares à sua função. Visando complementar a atividade de segurança. com ordem judicial. visitantes. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. Neste caso. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. a regularidade das instalações. por trabalhar uniformizado. o registro das ocorrências internas. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. controlar e vigiar. instalação de portinholas (passagens de objetos). O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. estando sempre comprometido com a segurança. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. Visando não perder a atenção da área vigiada. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. Como exemplo de posto fixo. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento. a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 . clientes e das instalações físicas. botão de pânico. sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. conscientizando-se que. catracas eletrônicas. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. central de comunicação operacional etc. durante o dia. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. Ao lado do controle de acesso. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada.

Visando não receber o posto sem saber a normalidade local. bastão eletrônico. verificação dos veículos estacionados. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. Portanto. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal. é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. no que tange a seu dever de controle. veículos e materiais. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. Não sendo possível. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio. se possível. quer seja por 12 . roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal. procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. sejam de propriedade do empregador. observa-se que o artigo 13. nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. pois o furto. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. como por exemplo.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. para que sejam adotadas as providências pertinentes. fiscalização das instalações físicas em geral.patrimonial. tudo deve ser alvo de observação. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. bem como da observância da circulação interna de pessoas. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito. Nesse sentido. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. Portanto.. parágrafo único da Lei Federal 10. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. munições e colete a prova de balas). não podendo. sensores de presença. o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. pessoas circulando após o término do expediente. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). de propriedade da Empresa de Segurança. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. como forma de controle. lanterna. algemas. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. cassetete de madeira ou borracha. abordagem de pessoas com comportamento suspeito. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. 32 ou 38. Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo. Constituem verdadeiros obstáculos. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. rádio transceptor portátil. como por exemplo: relógio-vigia. De todos os materiais que existem no posto de serviço. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). ser externa. por determinação do órgão controlador. terminais eletrônicos etc. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. em companhia daquele que estiver passando o posto. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço. munições e acessórios.

posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). que antecedem a entrada de veículos e pessoas. denominados de PORTARIA. que permitem fácil acesso. sistemas de alarmes. quer seja pela ação humana. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. mesmo as pesquisas indicando que. corrente.). etc. ao mesmo tempo. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. ausência de medidas de segurança etc. portas giratórias detectoras de metais. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. catracas eletrônicas. incluindo restrição de acesso. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. Ex: Identificação pessoal. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. materiais e veículos. circuito fechado de TV. obter maior ângulo de visão. telas. matas. portinholas (passagem de objetos). Sua atuação tem caráter preventivo. canalizando as entradas e saídas de pessoas. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações.barreiras e equipamentos. veículos e materiais. tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. muros.cercas. As barreiras podem ser: 1) Naturais . aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. etc. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial. dificultar e impedir qualquer ação criminosa. vigilância atenta. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. evitando assim o fator surpresa e. não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. A fiscalização.rios. Ex: Pontos elevados. no perímetro de segurança. montanhas. No entanto. locais visados para o planejamento de ações criminosas. via de regra. tirocínio. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa. para inibir. etc. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. 14 . Ex: Acessos não controlados. clausuras (espaço entre dois portões. BARREIRAS: Representam uma segurança. íris) etc. como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. abordagem à distância. raciocínio rápido. contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. no perímetro de segurança. Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação. distribuição adequadas de guaritas. Ex: Barreiras perimetrais. 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. por conseguinte. ficando em evidência. 2) Artificiais . sendo. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação. em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas.

antes do ingresso no estabelecimento. nova CNH. • É conveniente que. mostrando-se atento. de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres. • Fazer o registro dos dados. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. pela nota fiscal. • Fazer a abordagem. Obs. etc. • Fazer a abordagem. • Verificar a quem se destina. • Fazer o registro do entregador. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos. • Cumprir às normas estabelecidas internamente. aparelhos de controle com base na biometria. o veículo adentre apenas com o condutor. reservista. preferencialmente à distância. • Nunca julgar as pessoas pela aparência. identidades funcionais etc. bem como o comportamento e atitude dos últimos. alterada pela Lei Federal 9.). e mesmo sendo conhecida. • Fazer o devido registro dos dados. etc. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. visitantes. 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador. Obs.organização. • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. pois tal comportamento garante a prevenção. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes. da mercadoria que entrou. caso esteja acompanhada de desconhecido. deve-se agir com maior critério. clientes.) e treinamento constante dos profissionais de segurança. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais.) como também em treinamento de pessoal. procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. Botão de Pânico. Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. inclusive do responsável pelo recebimento. • Anunciar o visitante ao visitado e. procurando obter e confirmar todos os dados e. dinâmica e boa capacidade de comunicação. fornecedores etc. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência. Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual.553/68. caso seja autorizado o acesso. • Fazer a identificação pessoal. se for necessário. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização. Obs. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. à distância. 16 . clausuras. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado.453/97. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar.: A Lei Federal 5. passaporte. muitos desses locais são alvo de invasões. Por isso. Ex: RG.

b) número de elementos que compõe a equipe. deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. O profissional de segurança. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. Basicamente. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. 3. que visa destruir. Pela sua condição de "Homem de Segurança". principalmente com uso de veículos clonados. d) armamento utilizado. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. é dever. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa. antes da abertura do portão. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. ou fato ocorrido. Métodos de espionagem: a) infiltração. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. e) fotografia. segredo. Cumprir rigorosamente as normas internas. b) escuta. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. d) chantagem. não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. etc. c) roubo e furto. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. ministério. nem ocorra invasão. sem justa causa. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. Espionagem Está relacionada com a sabotagem. sem a devida autorização. À segurança cabe impedir a saída de projetos. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. g) observação (acompanhamento). ofício ou profissão. O sigilo profissional para o homem de segurança. Mesmo fora do horário de serviço. é viável que se determine seu ingresso de ré. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes.154. de que tem ciência em razão de função. plantas ou quaisquer equipamentos. não é virtude. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço. c) numerários. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. de modo que seja aberto o baú. caso contrário todos devem ser identificados. pela natureza de seu serviço. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”. 17 . salvo com a devida permissão. identificar o condutor. Portanto. 18 Obs. Caso o estabelecimento não disponha de clausura e. f) corrupção.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento. “Revelar alguém.9.

de modo a evitar o fator surpresa. estabelecer atividades. obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. com a satisfação do usuário final. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. acionar a polícia. sem causar pânico. com a participação da equipe. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. sem que haja pânico. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. • Agir de maneira imparcial. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física. logo. com a adoção de um plano de abandono. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos. treinamento permanente. • Evacuar o local de forma rápida e discreta. que sofrendo uma reação química violenta. O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. com emprego de equipamentos e táticas adequadas.). ameaça de bomba. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. em todos os momentos. Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. com produção de alta pressão e elevada temperatura. • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. caso ocorra o evento crítico. são qualidades que devem existir em um segurança”. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos. 20 . pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. sem causar pânico. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções. conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. líquido ou gasoso. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. atue com calma. Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. Para tanto. incêndio. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. instalação de medidas estáticas. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. transforma-se instantaneamente em gás. greve de funcionários etc. isto é. a imparcialidade. de forma rápida e discreta.“Falar pouco. ouvir com atenção. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva.

como situação crucial. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. seja estranho ou comum ao local. Gerente.Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. logo. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. • Acionar as autoridades competentes (G. Embaixadas e Instituições Financeiras. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. • Isolar a área. pois em se tratando de ameaça. a fim de assegurar uma solução aceitável. • Compressão de tempo (urgência). ano e hora em que o fato ocorreu). abalar a estrutura do poder público constituído. Justiça. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). ou seja. Ministério Público. apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. cada central de operações saberá. evacuar o local e acionar a polícia. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. 22 . com quem aconteceu. todo objeto passa a ser suspeito. roubos a bancos com reféns. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. • Não tocar qualquer objeto. atos de terrorismo. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190).A. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. sobretudo. Por se tratar de ações típicas de terrorismo. como Órgão de Segurança Pública. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural.T. sem suposições). exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. Nesta situação. Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias. inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas. qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. Características de uma crise: A crise. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. O melhor a fazer é isolar a área. • Ameaça de vida. tentativa de suicídio. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. dentre outras ocorrências de grande vulto. de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. Ao acionar 190 e 197. afastando grupos de curiosos. Diretor). principalmente aqueles ligados à Polícia. • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. de acordo com a natureza da ocorrência. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira.E . que exige resposta especial da Polícia. mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho. podendo se manifestar através de motins em presídios. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. evitando causar pânico. o vigilante não deve arriscar sua vida. mês. Aeroportos e Shoppings. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. seqüestros. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta.

já adotará as providências necessárias. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. obter e aplicar. Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. Lembre-se! “Escreveu. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. virou documento!”. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia. Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas. sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. e dos setores de inteligência policial. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador. prevenção e/ou resolução. a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. 24 . Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira. sejam medidas de antecipação. Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. assinou . A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. Considerações legais especiais. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. no entanto. que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência. a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. com ameaça de vidas. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis. A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo.

. transmitir e receber mensagens. por essa razão não há como se falar em vida humana. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante. 25 26 . além das funções mencionadas. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. com dupla função. oferecendo mais recursos. assegurado no artigo 117. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. uma vez que nossas expressões faciais. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe. inciso IV. No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. sem comunicação. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos. postura emitem mensagens. capacidade. Hoje. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente. alcance e recursos. da Portaria 387/06 do DPF. funções e garantindo maior alcance nas comunicações. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil. tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. nossos gestos. através de métodos (fala. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. radiocomunicação e telefone. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. mímicas etc.). como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil. O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra.RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. sinais sonoros. A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. Por outro lado. olhares.

• utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. Manter a efetiva disciplina na rede. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). ocorrerá o recebimento da onda portadora. cumprimento cordial (bom dia. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). o telefone é um processo elétrico. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado. como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. boa tarde. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. nome do atendente. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. funcionando inclusive como forma de comando. • nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. antes de iniciar uma transmissão. • nunca transmitir informações pessoais. • Ter o devido zelo com o aparelho. o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. interessado e compreensivo no que ouve. Essa onda traz o sinal elétrico. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. com o máximo de abreviações (uso do código Q). boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. evitando utilização para fins pessoais. não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. 28 . conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. ou involuntariamente por linhas cruzadas. pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. o operador deve escutar por algum tempo. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. mostrando-se atencioso. com a designação do nome da empresa. mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. portátil. com uso de antenas apropriadas. podendo ser interceptado através de grampo. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. nos deslocamentos. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. Ex: HT. aéreos e aquáticos. mesmo quando se encontra em operação. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. Móveis e Portáteis. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. Ao falarmos. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. • ter sempre relações de telefones úteis. pausada. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. Independente do padrão adotado pela empresa. através de uma antena. • falar sempre de forma clara. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. que funciona através de ondas magnéticas. bem como rotinas diárias de quem quer que seja.

No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. Primo.Juliet S .Quebec R .Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. 9.Oscar T . Quarto.Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado.Alpha J . Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. 4. sendo assinada em 5 de julho de 1912. 7. Nono Operações com telefone.Índia P .Papa Q . meia dúzia.Hotel I . 3. empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional). Sexto. grato NIHIL (NIL) – Nada. problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local.Yankee Z . Má QTY – Estou a caminho e 1. Sétimo. 3. como uma lista de abreviações. 2. QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA . 1. Oitavo. meia. O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico.Sierra B – Bravo C . 2. A . por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. 5. Segundo.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K . O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes. Péssima. 29 30 . devendo sempre que possível codificar as mensagens. como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns.Tango U . nulo.November O . Boa. Regular. que aconteceu em Londres. endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. 8.Kilo L . QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. entrando em vigor em 1 de julho de 1913. escutar.Romeu Y .Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H . Primeiro.Zulu 5. sem utilizar código “Q”. o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. Quinto. Ótima. 4.Victor W . todas começando com a letra “Q”.Lima M – Mike (maique) N . que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. uno. nenhum Numerais 0 – Negativo. 6.Uniform V . Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta. Terceiro.

em decorrência do tamanho da área a ser protegida. é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. Ronda dos Vigilantes. e constitui-se uma atividade operacional. estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger. os alarmes. etc. cercas. a ronda dos vigilantes. tem-se as barreiras físicas (muros.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância. e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”. os procedimentos operacionais. é necessário que o vigilante saia circulando pela área. fazendo inspeções e averiguações. os circuitos fechado de televisão (CFTV). é preciso o entendimento de mais um ensinamento. os sistemas de proteção. os sistemas de comunicação (Rádios). Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. são especificadas num documento organizado. etc. O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. denominado plano de segurança. Geralmente. o controle eletrônico da ronda. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. o conceito de sistemas de proteção. determinado no plano de segurança. 31 32 . Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. Como exemplo de sistema de proteção. entre vários. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas. Em muitas instalações físicas. Geralmente.). com objetivos de manutenção do grau de segurança. os controles de acesso.

os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. com um número reduzido de homens. para o contratante dos serviços. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações. poderá fazer contato com o cliente. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. poderá significar racionalização dos recursos de segurança. ao longo dos trajetos.) em seus postos de serviço. 12 h. Controle Eletrônico de Rondas. e a gerencia da empresa. quando acionados. Em seguida. atendentes. Em seguida. Em instalações físicas com áreas muito extensas. Nesta função. Também nesta função. substituição de vigilantes.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . utilizado pelos vigilantes e supervisores. Finalmente. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. 24 h. devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. anotando suas reivindicações. ocorrências nos postos. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. diurno. o ponto de partida para a implantação desse sistema. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. reclamações sobre não conformidades. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades. locais. o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas. 1) é um sistema de proteção. situações de anormalidade e não conformidades. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. para ações de intervenção da segurança. a referência será: posto de vigilância com ronda. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). dandolhes suporte e orientação. circulam pelas áreas e instalações físicas. é a exercida pela supervisão. permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. ao longo dos percursos de ronda. Artefatos mecânicos. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. as atividades dos vigilantes nos postos. além de marcar presença e observar. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. com a função de supervisão. Os homens de segurança. extremamente robusto. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. com eventuais economias financeiras. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). A implantação de postos de vigilância com ronda. Da mesma forma.. durante sua ronda. muitas vezes permitindo que. etc. etc. facilitando e padronizando suas atividades. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. deverá verificar. o supervisor rondante. No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. etc. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. etc. após então. circulam pelos postos de serviço. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. fechamento de pontos dos vigilantes. O bastão de ronda (Fig. Do ponto de vista técnico. seja garantido um nível satisfatório de segurança. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda. para a supervisão. Muitas vezes nesta função. isto é. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. Em contrapartida. fazer parte de uma força de reação. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. Geralmente. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. 34 Ronda dos Supervisores. como na ronda dos vigilantes. porteiros. noturno. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. Podem também. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. bastante encontrada nos serviços de vigilância. Muitas vezes. poderá existir também a atividade de supervisor interno. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem.

2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. Em seguida. campos eletromagnéticos. através de uma interface (Fig. será gravada a identificação (número de série). 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas. incluindo os ambientes hostis. 2. a hora em que ele esteve lá e. uma base estatística ao longo do tempo. o ponto de partida para a implantação desse sistema. juntamente com o registro de data e hora. 1. O “button” é um circuito eletrônico (chip). devem ser definidos pontos de checagem/controle. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. quem as fez. incluindo datas e horários. traduzindo-se. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. com um mínimo de risco de fraudes. os sistemas mecânicos. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). Com a transferência dos dados do bastão para um computador. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. trazendo esta atividade para a era da informática. ele não necessita de alimentação elétrica. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. chuva. formando. por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. . serão registradas a passagem do vigilante pelo local.Com o passar do tempo. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. Ao encostar o bastão no button. etc. Finalmente.Button /Chip. que permitem um maior nível de controle. Do mesmo modo. o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. e consolidados ao final de cada mês. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa.Bastão de Ronda . com poeira. 3) conectada a ele. e principalmente. podendo ser instalado em qualquer ambiente. Tais relatórios. com os dados registrados. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. 3. podem ser totalizados e analisados. Além da alta resistência mecânica. Com a operação de contato bastão/button. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda). período em que algumas funções são executadas. ao longo do trajeto da ronda. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. assim. em base semanal. mais agilidade. assim. lama. e a freqüência de determinado evento.4).

associando cada button a um local. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical. 6 com item 3. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. 2. Este sistema geralmente é formado por sensores. Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. sirene e central de alarme. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. sem variação de temperatura e movimento. grades. corredores. Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes. Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . considerados nos processos de segurança. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe. de acordo. Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. locais fechados. Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. 1. 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. a central de monitoramento e os usuários. botão de pânico. Com característica próxima do sensor passivo comum. pois captam calor em movimento. onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor).

locais altos e longe do alcance das crianças. grades. balcões. alçapão. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. fachadas. Ele funciona com fio e sem fio. movimento e calor. Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. sua utilização esta restrita a esta situação. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas. que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. 39 40 . portões.questão do disparo. janelas. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. de embutir e industrial. tais como: portas. através de uma combinação de imãs. fácil de ser utilizado e discreto. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. confirmado através de uma senha e contra-senha. por isso é conhecido como dupla tecnologia. aparente. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos. Suas aplicações mais comuns são: muros. através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). podendo ser do tipo blindado. Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado.

depósitos e outros. cozinhas industriais. Exemplo: CPD.. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão.. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos. Frigorífico. Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas. locais com materiais de alta combustão. sua aplicação mais comum em áreas internas. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V. nela são ligados todos os periféricos do sistema. elemento surpresa no invasor. através da fumaça.. como por exemplo: Joalherias. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido.. Lojas de Shopping. 41 42 . Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico. Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros. (o Cérebro do Sistema).Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio.

4. São eles: Linha telefônica. 7.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. Senha e contra – senha Como sabemos. tanto no auxilio de operação do sistema. Rádio Freqüência. conectada a um modem. senha e contra senha. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. o operador se apresenta e relata o ocorrido. tais como: endereço. se a resposta do cliente for a correta. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. a comunicação e os procedimentos. imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). 3. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. que por sua vez transmite as informações para um computador. etc. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. ponto de referência. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. como em caso de alarme ou pânico. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. se a resposta não for correta. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. telefones úteis. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento. 5. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema. a fim de testar os equipamentos. Quando um alarme chega na central de monitoramento. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos. Backup celular.

Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. 8. 8 mm.e ou acionamento do botão de pânico. pois sua lente é fixa. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco.8mm. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. assim como. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. e a inovação. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190.05 Lux. Existem vários tipos de câmeras. Com cerca de 0. para que a imagem fique mais homogênea. diminuem o ângulo de visão. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. Estas lentes na medida em que aumentam a distância. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. 12 mm. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras. 12 e 25 mm. devido o seu tamanho. realiza o procedimento de senha e contra-senha. 46 . a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. 9. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”. 25 mm. 16 mm. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa. é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente. As lentes também variam de tamanho. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. com a gravação das imagens. com a diferença de que em caso de alarme real. as digitais de boa qualidade. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos. é possível ver determinados objetos ou pessoas. 6 mm. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD. 8. que começa com 2. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. que são as que trocam as lentes para 4. A Lente Zoom. e não absorve claridade externa. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. 4 mm. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. 10. entre outras. autoíris e íris manual. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. e também a Lente Varifocal. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local.

Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. uma câmera completa chega a custar US$ 7. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios. pois. duoquad. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. seqüencial e tela cheia.00. onde o operador seleciona uma área. recepção e outros. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso. data e outros. com a diferença no tempo de gravação. Por essa razão. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem. pois para o público em geral. Outro recurso existente é o detetor de movimento. a de metal e também as blindadas.000. não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. desembaçador. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada. devido à perda de imagens. com Pan-tilt. colocando hora. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. avisando assim o operador. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. no tempo de intervalo definido pelo operador. além de muitos recursos. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. ela serve para locais internos e pequenos: elevadores. ela é muito utilizada em aeroportos. permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. uma após outra. Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete. ou seja. pode variar de quatro até oito câmeras. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. conforme a instalação. e em alguns casos até doze. bancos. hipermercados. Quanto à quantidade de câmeras. e quando houver movimento naquele local. Por ter todos esses recursos e ser discreta. ou seja. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. Zoom óptico e digital. a pequena. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. lojas de conveniência e outros.

ininterruptos. Central de Monitoramento 11. grava.17” e 29 polegadas. mantendo a qualidade das imagens. passível de controle remoto. utilizando uma fita de vídeo comum. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. . velocidade de gravação. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux. controle de câmeras móveis (PTZ). Internet. capacidade de gravação por detecção de movimento. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada. porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido. Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. assim o uso de fitas não é mais necessário. A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado. pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências. qualidade de gravação superior. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. rápida localização das imagens gravadas. que é bem inferior para as placas de captura. local ou remotamente. 12. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. agendamento e outros. Ela captura. conectividade. etc. disquete. isto é. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial. linha discadas.) em um único módulo. comparados com o sistema analógico.). gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. grava. etc. versatilidade. controladores. DAT. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). T/L. trata. e também em diversos tamanhos 12”. faz tratamento e transmite imagens.14”.

O Promotor. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. que existe desde o inicio da humanidade. Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas. assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial.CRIMINALISTICA Criminalística . visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. a colheita de provas e as perícias respectivas. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza. A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. confissões. Entre suas atribuições. razões nem sempre justificáveis. Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime. A criminalística não se completa. esperamos que sim. contam-se o levantamento do local do delito. testemunhais. analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça.Estudo da investigação criminal. tendo em vista que como dissemos. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. laudos periciais. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais. 51 52 . porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas.

bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. Elaborar o relatório. seu veículo ou local de trabalho. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. quais são as providências? 1.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio. 4. Se o policial assumiu a ocorrência. etc. Acionar a polícia. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. Ocorreu o crime ou algum evento crítico. 54 . da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. até a chegada da Policia. o que não garante as condições para a realização do exame pericial. Salvar vidas. seqüestro. Arrolar testemunhas. até a chegada da polícia. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. bem como manchas de sangue. do policial.. 2. 8. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. 3. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. impressões em geral etc. Observar e descrever pessoas. roubo. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. a alimentação de caixas eletrônicos. veículos. vítimas. O vigilante atua imediatamente. Deter as partes envolvidas. como assalto a carro-forte e roubo de cargas. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. O despreparo do vigilante. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. o vigilante não atua. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. etc. o policial e o vigilante devem tomar providências. área. armas. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. 7.) é muito importante. coisas. locais específicos. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. 6. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime. Voltamos a afirmar. 5. objetos. Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. Isolar o local do crime.. ou seja.

que não se pode duvidar de sua verdade. Qualidade daquilo que é evidente. Ex. pois durante seu turno de serviço. evidência. declarações e interrogatórios. chegando até. que é clara e manifesta por si mesma. Aquilo que foi visto de imediato. fotografia. através dos meios técnicos conhecidos. elemento material encontrado no local do crime (corpo. principalmente rolo de fita de isolamento.: Tipo de cabelos.: Aspectos físicos. casaco. boca. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO.: Uso de óculos. Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. vestígio provado em relação ao fato e autoria. barba e etc. Indício: é o vestígio. sinais de nascença. o vigilante deve observar esses pontos básicos. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. etc. circunstância conhecida. Isso por vários motivos. tipo de nariz. Portanto. de indícios e de provas. sem muitos detalhes. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada. pausada e bem feita. mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. pegada. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. Vestígios se diferenciam de evidências. evidentemente. manchas. altura. em casos específicos. possibilitará. consubstanciada em laudo pericial. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação. garantindo o bem estar de todos. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. numa situação embaraçosa ou de assalto. daquilo que todos podem verificar. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. pericial quando produzida por peritos criminais. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo.É preciso que as autoridades policiais. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. uma observação direta. terá formato irregular. Ex. Assim. não podendo ser contestada ou refutada. cicatrizes. formulário. É material quando há elemento físico. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. idade e etc. documental quando há documento escrito. a um retrato falado. a princípio. Para tanto. Comprova o fato e indica o autor do crime. seus agentes e. cor dos olhos. Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. Ex. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. se for o caso. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. tipo de bigode. Também. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. raça. defeitos físicos. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. possivelmente. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. vestuário. Essa área. bolsa). MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . testemunhal quando resultante de depoimentos.

que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. frio). Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. os chamados locais mediatos. É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. Realmente. devendo esta realizar a identificação da testemunha. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. fogo.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. como placa de veículo. Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado. 57 58 . mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. calor. por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva. vento. é um incômodo. Somente o policial.

traduzi-lo em palavras ou escrita. não deve “apertar” o entrevistado. medicina. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. para depois. com o fim de coletar dados. é também útil nas investigações de fatos subjetivos. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. Finalidade• Recolher dados (obter informes). A entrevista.). gravar no cérebro e memorizar. 60 . A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. áreas. às vezes até com maior precisão. como se verá no tópico que trata do assunto. voz. portanto. tatuagens. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto. armas e calibres. deve manter o “sangue frio”. vestimentas. etc. Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. tom de voz. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. advocacia. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas. O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. cor. idade. aconselhar. Para tanto. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. equipamentos e petrechos). perceber o que está acontecendo. sua atitude e sua conduta. sexo. coisas. identificando as situações em que a medida é cabível. Uso . Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. nem fazer jogo psicológico. Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares.ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. como estatura. tais como opiniões. É geralmente utilizada com testemunhas. Em alguns. Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. cabelos. compleição física. A entrevista investigativa é. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. orientar. Por não ser investido no poder de polícia. passa-se à fase do interrogatório. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado. Para tanto. veículos.). ela se situa como uma atividade auxiliar. Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. persuadir. rosto e olhos. com o fim de reproduzir retrato falado. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia. para notar como reage às perguntas. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação. Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. circunstâncias. uma conversação mais ou menos formal. • Informar (fornecer conhecimento). interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. hesitações. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. sendo que o assaltante entra na agência. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos. equipamentos. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. seqüência dos fatos e locais. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. etc.

Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil). poderemos ter uma sub-raça. com as subseqüentes gerações de usuários. A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs. mental ou social. Encaminhar relatório à DELESP/CV. Por isso. o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias. Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor. Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências. N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo. Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). acarretando problemas de natureza física.Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 . recomendam-se exercícios em aula.G. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R.

DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). Até hoje. etc. de overdose em barbitúricos. podendo chegar à morte. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. em virtude de uma dose excessiva de calmantes. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial. falha e acaba parando. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. heroína. a pessoa não consegue controlar bem a respiração.Há mais de 8. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas.000 anos atrás o ópio (morfina. 64 . a pessoa não consegue controlar bem a respiração. doces. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. média de 30 comprimidos por dia. podendo sofrer a overdose. Em 1903. cigarros. TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. revira os olhos. com o uso regular. O coração passa a bater fora do ritmo. em muitos lugares no mundo. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. Fugir do tédio. com isso. a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. a pessoa enrola a língua. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. o seu consumo foi proibido. resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro.000 comprimidos. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. para sentir o mesmo efeito. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos. •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. Morreu em 1970. o cérebro já não consegue controlar o coração. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. CONVULSÕES: Durante a crise. Demonstrar independência ou hostilidade. o organismo necessita de doses cada vez maiores. Ter novas experiências. insegurança. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. com isso. Em 1914. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses. aos 36 anos. IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. com isso. •DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo.

segue-se a participação fundamental da família. cólicas intensas. •DROGAS DEPRESSORAS:. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). ela sofre a síndrome de abstinência. que só funciona normalmente sob efeito delas. abandono progressivo do trabalho. anfetaminas. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. causando fortes dores de cabeça. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. já na cultura muçulmana. álcool. Fase do usuário freqüente ou habitual. sedução do sexo oposto. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. rouba. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício. violenta diarréia. vômitos. hemorragia digestiva.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas.É quando o organismo sente a falta da droga. utilizam não só a propaganda. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. Como o viciado tem medo dessa síndrome. nicotina. Fase do usuário ocasional. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. vômito. riqueza e etc. crack. a dependência física. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. inalantes. medicamentos. mata. sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. azia. cocaína. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. mas para a sua família e sociedade. são aquelas que deixam as pessoas calmas. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento.Que reduzem a atividade mental. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. o álcool é proibido. como brigas com a (o) namorada (o). dependendo da droga e do tempo de uso. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA . cafeína. força. para associar o uso do fumo e do álcool com beleza. com faltas freqüentes. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. pode causar ainda. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras. de algum tipo de bebida alcoólica. Ex: cocaína. tranqüilizantes. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. ÊXTASE. ILÍCITAS: Maconha. não controla o consumo. São as drogas perturbadoras. para justificar os seus momentos de excesso. LSD.DEPENDÊNCIA FÍSICA . Pensa que o vício nunca o atingirá. Compulsão ou intenso desejo de beber. mas também as novelas e os filmes. pois o organismo adquire tolerância. MACONHA. coração e no cérebro. cirrose e pode levar a morte. a pessoa não tem cansaço e nem fome. sonolentas. calmantes. crack. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. diarréia. sucesso profissional. ecstasy. ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. perdendo o interesse pelo sexo. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. desentendimento familiar e etc. Ex: LSD. 65 66 . Diminui a atividade do sistema nervoso. se prostitui. cigarros de tabaco. heroína. convulsão. todos os dias. a pessoa passa a ter insônia. por coma alcoólico. causando assim. levando a síndrome de abstinência. emagrecimento. Ex: inalantes. ficando impotente sexualmente. náuseas. aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. Culpa seus problemas. ele causa problemas no fígado. DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. No Brasil é uma droga lícita. Fase do usuário dependente.

mas estão enganados. tonturas. alcatrão. sendo que 60% dos fumantes são homens. INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. fala emboladas. O lança-perfume. vômitos. congestão. causando à perda de consciência e a amnésia. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. sonolência. mas nem imagina que. causando dor de garganta e tosse crônica.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. muitos pensam que por ser uma droga natural. monóxido de carbono. já na Argentina ele é permitido. que são encontradas na fumaça do cigarro. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. causando euforia e excitação. só perde para o álcool. o suicídio. Ex.: lança-perfume. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. danos nos rins. diminui 68 .FUMO: desde o descobrimento das Américas. ataques epilépticos. hemorragias nos pulmões. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis.700 substâncias tóxicas. fumada como cigarro. alucinações. diarréia). inicialmente indo para o sistema respiratório. danos irreversíveis no cérebro. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. estar com um cigarro na mão. tintas vernizes. dores de cabeça e no peito. anemia. palidez. passando por processos alucinógenos (delírio. removedores. fluido de isqueiro. depois vem o estado de depressão (desorientação. esmaltes. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda. laringite. ingere mais de 4. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes. cola de sapateiro. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO . gasolina. no Brasil é proibido. com isso. o pior é que tem gente que acha o máximo. morrem por ano no Brasil 80. Segundo dados da OMS. náuseas. por doenças decorrentes do uso do cigarro. o fumo já era utilizado pelos índios. a cada tragada. éter. é uma droga desmotivante. perturbações auditivas e visuais). arsênico. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. acetona. perda do autocontrole. EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões. pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. clorofórmio. tais como: nicotina.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo. corantes. não faz mal. inflamações nos brônquios e traquéia. etc. 1/4 da população brasileira são fumantes.

acentuadamente a vontade de estudar. se transforma em um pó branco. amido de milho. podendo ser batizado. seus efeitos são praticamente os mesmos. a pessoa pode ter infartos cerebrais. cansaço. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. ele pode matar. ou seja. 69 70 . sal. bem como o desinteresse por tudo. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. Depois vem a ansiedade. desânimo. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. Por ser uma droga derivada da maconha. misturado com talco. tristeza. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. eles são mais intensos. pó de mármore. convulsões. com febre muito intensa seguida de morte. força e poder. pois dá a sensação de bem estar. pó de giz e diversos outros produtos. de relacionar-se com a família. HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha. depressão. pó de gesso. aspirina. mas pela alta concentração de THC. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. roubar e se prostituir para conseguir a droga. de trabalhar. Que é feita a partir da planta da maconha. que dura em torno de 15 minutos. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito.

produz um aquecimento no organismo e. que dura pouco tempo. fará qualquer coisa. podendo levar a morte. debilita o organismo. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína. É mais barato que a cocaína. porém muito mais rápido e intenso. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. emagrece acentuadamente. mas causa também a insuficiência renal. Tendo como princípio ativo o MDMA.CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. aumentando o consumo rapidamente. pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. levando a dependência. alguns fumam até mais. produzida na EUROPA. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. é cinco vezes mais forte. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. tem este nome. depressão e convulsões. Causando: irritabilidade. com isso. depressão e paranóia. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. ele pode gastar com o seu vício. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. mas o seu efeito. hepática e cerebral. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. cerca de três mil reais por mês. O usuário de crack vive em média seis meses. ele vai matar. ECSTASY É uma droga sintética. ou mais. 71 72 . ataques de pânico.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
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RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
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N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
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plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I . especializar e reciclar os vigilantes. cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão.empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada.CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada . CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 . responsáveis pela execução das atividades de segurança privada. bens ou valores. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada.empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas.CV. III . com a finalidade de proteger os bens patrimoniais. com as alterações posteriores. III .Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva. urbanos ou rurais. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho. registrados no DPF.494/04-MJ. segurança pessoal e cursos de formação. V . mediante a utilização de veículos. Art. compostas por. 1. autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial.escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores.DELESP e Comissões de Vistoria . presidido pelo Diretor-Executivo do DPF. bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas. especialmente na análise de procedimentos recebidos. IV . sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP. no âmbito de suas circunscrições. composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada.vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. ocupantes de cargo da carreira policial do DPF.segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas.CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF.Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada . serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança.546/95-MJ e 2.transporte de valores – consiste no transporte de numerário. II .Delegacias de Controle de Segurança Privada . IV . públicos ou privados. no âmbito de suas circunscrições. comuns ou especiais. controle. Art. 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I .vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria. II . III . § 1º As Comissões de Vistoria. no mínimo.Comissões de Vistoria .DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal. coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada. § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I . IV . transporte de valores. bem como a participação em atividades externas de fiscalização. responsável pela regulação. autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores.crescimento sustentado em todas as áreas do negócio. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes. § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão.curso de formação – tem por finalidade formar. II . regulamentado pelas Portarias nº. escolta armada.

02 (dois) veículos comuns. obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I . devidamente habilitados.prova de que os sócios. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. Requisitos de autorização Art. comprovadas mediante certificado de segurança. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. 7º desta portaria. administradores. o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. assim consideradas aquelas onde estão guardadas. § 1º Aprovadas as instalações físicas.contratar. II . por parte da empresa.possuir capital social integralizado mínimo de 100. no entanto. conforme disposto no art. no entanto. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança. IV . submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional.possuir instalações físicas adequadas. devendo o local. ficando. dependerá de autorização prévia do DPF. com um único acesso. funcionando ininterruptamente. no mínimo. com sistema de comunicação. b) dependências destinadas ao setor administrativo. com porta de ferro ou de madeira. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. 102 desta portaria. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . eletrônicos ou de filmagem. c) dependências destinadas ao setor operacional. No caso das outras instalações. II . 05 (cinco) armas de fogo. V . III . d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. prevista no art. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. dotada de fechadura especial. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. 82 . 81 Certificado de Segurança Art. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. e manter sob contrato. dotado de sistema de comunicação. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo.apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. conforme disposto no art.realização de vistoria. construído em alvenaria. no máximo.DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art. 6º desta portaria. Art. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. II . consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação.000 (cem mil) UFIR. somente. reforçada com grade de ferro. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros.comprovar a posse ou a propriedade de.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial. § 1º A comprovação. devendo: I . Parágrafo Único. III . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos.comprovar o recolhimento da taxa correspondente. sob laje. e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos.

IV . notificando-se o interessado da decisão. V . 83 . coloridas. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. estadual e municipal. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. logotipo da empresa. lateral. devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente.fotografias coloridas dos veículos.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. XII . relativamente aos sócios. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. onde houver.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. relativamente aos sócios.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. VII . o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. dotados de sistema de comunicação. identificados e padronizados. o encaminhará ao DiretorExecutivo. contendo nome e logotipo da empresa. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. anexando os seguintes documentos: I .certidões negativas de débito do FGTS. de frente. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. dirigido ao Superintendente Regional. acompanhado de fotografias. § 7º Na hipótese de reprovação. Estadual. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. II .cópia da Carteira de Identidade.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. costas e lateral. III . 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. 8º Para obter autorização de funcionamento. Militar dos Estados e da União. e Eleitoral. § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. VI .certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. IX .cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. demonstrando o nome e logomarca da empresa. X . VIII . em 10 (dez) dias. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. XI . gerentes e sócios. mencionando apito com cordão. administradores. no mínimo. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado.fotografias das instalações físicas da empresa. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. traseira e do sistema de comunicação veicular. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. obrigatória e previamente. da Previdência Social.000 (cem mil) UFIR.§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. da frente.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. XIII . diretores e gerentes. que. XIV . em especial da fachada. plaqueta de identificação. diretores.

outros esclarecimentos considerados úteis.atividade econômica exercida anteriormente. poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido. III . das armas. encerrada ou extinta. V . depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV. encerrada ou extinta. administrador ou proprietário. Art.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada. mencionados no art. 10. diretor.os documento previstos nos incisos I. III. § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e.proprietários da empresa. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.O.existência de dívida fiscal. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento. as quais. II . para decisão.eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada. caso possuam. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV . a DELESP ou CV. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.. Art. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. a extensão. 11. visando a obter as seguintes informações: I . § 2º Analisadas as informações obtidas. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada.U. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida. 8º desta portaria.certificado de segurança válido. II . fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes.origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Processo de revisão de autorização 85 86 . VI e VII. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. IV . em todos os casos previstos nesta portaria. Art. V . VI . das munições e dos veículos utilizados. considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo. posteriormente. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I . ao Diretor-Executivo. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias. tributária. III . a partir da data de sua publicação no D. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e. como sócio.relação atualizada dos empregados. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. IV. V. serão.

comprovar a propriedade de. com rapidez e segurança. com os dispositivos de segurança necessários. § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. reforçada com grade de ferro. i) sistema de comunicação próprio. 88 Requisitos de autorização Art. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. 5° desta portaria. no entanto. 12. Atividade Art. 13. e manter sob contrato. c) dependências destinadas ao setor operacional. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. e) garagem exclusiva para. ficando. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. no mínimo. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. com porta de ferro ou de madeira.possuir instalações físicas adequadas. 14.autorização em vigor. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. com um único acesso. dotado de sistema de comunicação. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP. comprovadas mediante certificado de segurança. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. dotada de fechadura especial.possuir capital social integralizado mínimo de 100. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. eletrônicos ou de filmagem. g) alarme capaz de permitir. somente. Art. dependerá de autorização prévia do DPF. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições.prova de que os sócios. funcionando ininterruptamente. 02 (dois) veículos especiais. sob laje. II . Art. construído em alvenaria. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores. III .contratar. 15. obrigadas a proceder conforme o art. no mínimo. administradores. IV .000 (cem mil) UFIR. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. § 2º A comprovação. O exercício da atividade de transporte de valores. b) dependências destinadas ao setor administrativo. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. V . 87 . h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. que fará comunicação à CGCSP. por parte da empresa.

documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. § 7º Na hipótese de reprovação. § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso. tendo validade de 01 (um) ano. § 1º Aprovada a vistoria. dirigido ao Superintendente Regional. Após a vistoria do veículo especial. Art. em 10 (dez) dias.cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria. 17. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. quando da primeira expedição. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. horário e local em que 89 . cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado. o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. o encaminhará ao Diretor-Executivo. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório. por veículo. traseira e do sistema de comunicação veicular.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. 6º e 7º desta portaria. após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial. incluindo sistema de comunicação. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. conforme estabelecido nos arts. 16. V . § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. que. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa.será realizada a vistoria. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas.264/MJ. e alterações posteriores. Art. comunicará ao interessado a data. de 29 de setembro de 1995. de frente. bem como em regulamentação do Comando do Exército. III . 18.fotografias dos veículos especiais. IV . afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. devendo anexar: I . § 2º A DELESP ou CV. 1. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. coloridas. lateral. 17 desta portaria. 19. Certificado de Segurança Art. 90 Certificado de Vistoria Art. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. II .comprovante do recolhimento da taxa correspondente. Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso.

relação atualizada dos empregados. Polícia Federal. IV. Estadual. As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. IV . no mínimo. diretores e gerentes. lateral. mencionando apito com cordão. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. relativamente aos sócios. XII .os documentos previstos nos incisos I. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições.fotografias das instalações físicas da empresa.fotografias coloridas dos veículos especiais. 20. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. VII . da frente. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. 20 desta portaria. XIV . instruído com: I . 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. mencionados no art. III. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. contendo nome e logotipo da empresa.certificado de segurança de segurança válido. da Previdência Social. V. costas e lateral.cópia dos documentos de propriedade de. IV . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. onde houver. 92 . gerentes e sócios. XIII . de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. dotados de sistema de comunicação. identificados e padronizados. em especial da fachada. estadual e municipal. das munições e dos veículos especiais utilizados. 22. plaqueta de identificação. anexando os seguintes documentos: I .cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. VIII . traseira e do sistema de comunicação veicular. caso possuam. II .000 (cem mil) UFIR. Art. de frente.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. Para obter autorização de funcionamento.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. Processo de revisão de autorização Art. V . III . XI . assim como pela Justiça Federal.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. IX . logotipo da empresa. administradores.Processo de autorização Art. Militar dos Estados e da União. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. das armas. e Eleitoral. 91 X . as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. III .certidões negativas de débito do FGTS. acompanhado de fotografias coloridas. VI . 21. V .memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. demonstrando o nome e logomarca da empresa. VI e VII. relativamente aos sócios. diretores. II .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal.cópia da Carteira de Identidade.

Parágrafo único. As empresas de transporte de valores. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis.§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.000 (vinte mil) UFIR. II . as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si. observando o procedimento previsto nos arts. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial. No transporte de valores de instituições financeiras. Art. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. III . quer seja aéreo. por mais de uma modalidade de veículo. Parágrafo único.000 (sete mil) e inferior a 20. fluvial ou por outros meios. Art. Art. no mínimo. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea. Art. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20. por ocasião do embarque e desembarque dos valores.adotar as medidas de segurança necessárias. a qualquer título. Atividade Art. 27. observando-se o procedimento previsto nos arts. devendo: I . deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. 24. sempre com a presença de. § 1° A desativação do veículo especial. 29. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal. 23. conforme o caso. já incluído o condutor.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. e a eventual reativação. 17 e 18. fluvial ou por qualquer outro meio. 17 e 18. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. IV . a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado. todos com extensão em transporte de valores.000 (vinte mil) UFIR. embarcações ou outros veículos. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores.utilizar. a extensão. no mínimo. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. isto é. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. § 2° No caso de desativação temporária. § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. de sua posse ou propriedade. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação.observar as normas da Aviação Civil. 25. Art. As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. 28. de seus veículos especiais. Art. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. 26. poderá ser utilizado veículo comum. junto às aeronaves.

contendo nome e logotipo da empresa. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. identificados e padronizados. 33.fotografias coloridas dos veículos pela frente. traseira e do sistema de comunicação veicular. mencionados no art. de frente. VI.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. no mínimo. dotados de sistema de comunicação.contratar. Parágrafo único. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . no mínimo. II . c) ser identificados e padronizados.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. 02 (dois) veículos. 32.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. IV . 31. O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF. todos especialmente habilitados.Art. das armas. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. 96 . mencionando apito com cordão. a critério do contratante. já incluído o condutor. por veículo. b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. anexando os seguintes documentos: I . III . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. Para obter autorização de funcionamento na atividade. das munições e dos veículos utilizados. III . IV. V .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade. 8º desta portaria. logotipo da empresa. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes.comprovar a posse ou propriedade de. III. Processo de autorização Art. §2° Os vigilantes deverão estar com a formação.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. VI . §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. 30. costas e lateral. Atividade II . os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso. 95 Art. V. 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa. e manter sob contrato.os previstos nos incisos I. Art. VII .cópia dos documentos de posse ou propriedade de. VIII .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. IX . VII e XIV. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. plaqueta de identificação.relação atualizada dos empregados. com inscrições externas que contenham o nome. o logotipo e a atividade executada pela empresa. lateral.

deverão comunicar a operação. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Art. Atividade Art. Art. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. V. previamente. O exercício da atividade de curso de formação.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. Os vigilantes deverão estar com a formação. das munições e dos veículos utilizados. transitar por outras unidades da federação. III . Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . VII e XIV. com logotipo. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. 37. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. 38. Para obter autorização de funcionamento. 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. IV . 8º desta portaria. 36. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. 35.Art. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. no exercício das atividades. 41. e manter sob contrato. obrigatoriamente. das armas. visível ou não.contratar. III.relação atualizada dos empregados. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. obrigatoriamente. estabelecido pela empresa. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão.DPRF. dependerá de 98 . no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. anexando os seguintes documentos: I . Art. mencionados no art. Processo de autorização Art. §2°. VI.os previstos nos incisos I. 34. A execução da segurança pessoal iniciar-se-á. II . As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem. previamente. II . às unidades do DPF e do DPRF. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal . §1°. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública. 40.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. deverão comunicar a operação. A execução da escolta armada iniciar-se-á. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. IV. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. 39. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas.

cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. Militar dos Estados e da União. III . possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes. b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. gerentes e empregados. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete. com um único acesso. A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança. e Eleitoral. estadual e municipal. com igual número de raias sinalizadas. mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. Parágrafo único. dotada de fechadura especial. III . e) no mínimo. Estadual. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. construído em alvenaria. policial ou clube de tiro. conforme estabelecido nos arts.possuir capital social integralizado mínimo de 100.comprovar a idoneidade dos sócios. reforçada com grade de ferro.000 (cem mil) UFIR.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. eletrônicos ou de filmagem.possuir instalações físicas adequadas. Para obter autorização de funcionamento. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula.autorização prévia do DPF. II . § 1º Possuindo estande de tiro próprio. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I . diretores. II . IV . às atividades de curso de formação. g) sala de instrutores. somente.distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança. 6º e 7º desta portaria. 42. d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. com porta de ferro ou de madeira. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. 100 . funcionando ininterruptamente. Processo de autorização Art. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. onde houver. Certificado de Segurança Art. III . comprovadas mediante certificado de segurança. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar.certidões negativas de débito do FGTS. administradores. da Previdência Social. II . anexando os seguintes documentos: I . sob laje. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. 43. 03 (três) salas de aula adequadas.

XII . X . encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. gerentes e sócios.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. em especial da fachada.prova de que os sócios.os documentos previstos nos incisos I.informar ao DPF. VI e VII mencionados no art. II .matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. 109. V . 51 e 74. 43 desta portaria. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. do local de guarda de armas e munições. IV . anexando cópia da Carteira de Identidade. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados. documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada.IV .relação dos instrutores. As empresas de curso de formação deverão: I . V . As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada. Atividade Art. a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados.manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes. desta portaria. instruído com: I . IV.fotografias das instalações físicas da empresa. parágrafo único. das armas.relação atualizada dos empregados.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar. com as exceções previstas nos arts.cópia da Carteira de Identidade. 45. 46. VI . se houver. Art. diretores. em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. II . 101 . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. IX . do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores. extensão ou reciclagem. III . pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos.utilizar somente armas e munições de sua propriedade.000 (cem mil) UFIR. administradores. XI .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. relativamente aos sócios. VI . a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. 44. VIII . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. IV . III . caso possuam. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem. V. policial ou clube de tiro. III.informar ao DPF. das munições e dos veículos utilizados. em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão. bem como os respectivos certificados para registro. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada. das salas de aula. se for o caso. 102 Processo de revisão de autorização Art.informar ao DPF.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. VII . 109.certificado de segurança válido. Para obter a revisão da autorização de funcionamento.

VII . As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria. Art. Os líderes classistas mencionados neste artigo. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos. diretores. mediante autorização. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. 48. Parágrafo único.adquiram.comprovar que os administradores. III .sejam utilizadas na formação. que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. 51. a 103 quaisquer pessoas interessadas. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas. Art. deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. conforme normatização específica do DPF. Art. que deverão conter os dados de identificação do vigilante. comprovadas mediante certificado de segurança. Não serão autorizados os cursos de formação. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional. 52. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . as munições que irão substituir as que serão utilizadas. A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. extensão ou reciclagem de seus vigilantes. informando ao DPF sua utilização. desde que: I . Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. em até de 48 (quarenta e oito) horas. As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida. com uso de armas e munições de propriedade destas. o período de duração e a carga horária.exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores. As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso. observando-se: 104 .utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. II . Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. IV .obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas.possuir instalações físicas adequadas. II . no prazo de 10 (dez) dias. III . 47. Parágrafo único. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. Parágrafo único. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional. cuja falta impedirá os registros. Art. vedando-se. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. Art. após devidamente registrados pela DELESP ou CV. Art. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. 49. Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV. 53. Parágrafo único. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares. 50. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais. no caso. vedando-se. no caso. 54. Art. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores.comunicar. inclusive.

memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. se houver. Civil ou empresa de segurança privada. poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante. 56. V . observados os termos do art. Parágrafo único. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. porte das instalações e sua localização. da frente. de frente. XIII . se houver veículos especiais. alíneas “a” e “b”. 55. onde houver. conectado com a unidade local da Polícia Militar. As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. lateral. b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica. IX .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança. manter o referido armamento em cofre exclusivo. Certificado de Segurança Art. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. II . VIII .certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. 58.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. extensão da área. estadual e municipal. costas e lateral. Para obter autorização de funcionamento. IV .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. tais como número de vigilantes. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. devendo. plaqueta de identificação.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. anexando os seguintes documentos: I . Processo de autorização Art.a) dependências destinadas ao setor operacional. dos Estados e da União. Art. do vigilante devidamente fardado. logotipo da empresa. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança. no máximo.fotografias coloridas dos veículos especiais. e Eleitoral. dotado de sistema de comunicação. nesta hipótese. em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições. mencionando apito com cordão. VI .cópia da Carteira de Identidade. III . 105 106 . c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. traseira e do sistema de comunicação veicular. ficando dispensados no caso de possuir.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. VII . Militar. As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. 57. Os requisitos do inciso IV. Estadual. acompanhado de fotografias coloridas. 6º e 7º desta portaria. 56. Art. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.fotografias das instalações físicas da empresa. 05 (cinco) armas de fogo. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. de corpo inteiro. conforme estabelecido nos arts. XII .

instalação e manutenção. área. § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts. V .a quantidade e a disposição dos vigilantes. III . sob a responsabilidade de empresas idôneas. assim como das residências de seus sócios ou administradores. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. se exigível. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. bancário ou não. devendo.Processo de revisão de autorização Art. integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V. comunicação com outro estabelecimento. com rapidez e segurança. II . A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. em qualquer caso. 59. Art. empresa de segurança ou órgão policial. 24 a 28. Parágrafo único. § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança. desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança. de forma imperceptível. instalações e encaixe.os documentos previstos nos incisos I.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. permitindo sua perseguição.artefatos que retardem a ação dos criminosos. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. 61.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. contudo. a extensão ou a reciclagem. constando: I . e o seguro de vida dentro do prazo de validade. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias.relação atualizada dos vigilantes. das armas. II . autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. que abrangerá toda a área do estabelecimento. devendo. IV. Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança. observadas as Atividade Art. identificação ou captura. III. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. sua localização. 57 desta portaria. IV . Os vigilantes deverão estar com a formação. § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art. da mesma instituição financeira. instruído com: I . das munições e dos veículos especiais utilizados. ou contratar empresa especializada. adequadas às peculiaridades do estabelecimento. V e XIII mencionados no art. 62.equipamentos hábeis a captar e gravar. 60. III . as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.certificado de segurança válido.alarme capaz de permitir. § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. IV .

64. sob a responsabilidade de empresa idônea. Art. 63 desta portaria. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. local de guarda de numerário. a ser utilizado em casos excepcionais. 65. consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação. em caso de renovação. devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial. ostensivos e com coletes à prova de balas. pelo menos.descrição de toda a área do estabelecimento. o qual expedirá a respectiva portaria. a aprovação de seu plano de segurança. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. 110 . quando necessária a revista pessoal.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. será o mesmo submetido ao Superintendente Regional. em 10 (dez) dias. Art. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados.os projetos de construção. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. 69.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. 109 Execução dos planos de segurança Art. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. Processo de análise do plano de segurança Art. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição. indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais. caberá recurso.cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. II . VI . para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. deverá ser efetuado conforme o art. As salas de auto-atendimento. de sua circunscrição. instalação e manutenção do sistema de alarme. 66. 63 desta portaria. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. conforme o caso. 68. 63. quando contíguas às agências e postos bancários. ostensivo e com colete à prova de balas. O transporte de numerário.cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança.a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil. 25 desta portaria. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. Art. Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados. § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso. integram a sua área e deverão possuir. 01 (um) vigilante armado. III . § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. 67. que terá validade de 01 (um) ano. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. IV . seguindo o procedimento previsto no art. Art. devendo anexar: I . V . Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. dirigido ao Superintendente Regional. Art.

autorizar. com 03 (três) cargas de munição correspondente. 112 . § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . até 10 (dez) armas. bem como material e petrechos para recarga. somente serão autorizadas as aquisições de armas. 72. 70.65 mm. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores. sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. e as demais empresas de segurança privada poderão. § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. § 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. em procedimentos separados. munições. 16 ou 20. além do previsto no § 1º deste artigo. conforme a autorização que possuir. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. poderão ser solicitadas.65 mm. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. adquirir carabinas de repetição calibre 38. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. ainda. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX. de revólver calibre 32 ou 38. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX). § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. além de algemas. excepcionalmente. 111 Requisitos para aquisição Art. 71. uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. § 7º As empresas de transporte de valores deverão. munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias. para cada veículo especial adquirido.380 "Short" e 7. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas. Os requerimentos de aquisição de armas. cassetete de madeira ou de borracha.380 "Short" e 7. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. neste caso. espingardas de uso permitido nos calibres 12. em caráter excepcional e individual. podendo ser solicitadas. quando em efetivo serviço. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas.Parágrafo único. no mínimo. e pistolas semi-automáticas calibre . § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo. Art. com exceção das empresas de curso de formação. § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. 04 (quatro) espingardas calibre 12. conforme as características da área vigilada.

Art. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. Art. observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I . 76. Art.380 "short" ou 7. 73. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. Parágrafo único.sejam adotadas as providências previstas no art. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses. limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade. constante de cada anexo desta portaria. subtraído do total o estoque remanescente da requerente. II . devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV. por turno de trabalho. no mínimo. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir. Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas. Art. 114 .III . Parágrafo Único.tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros. Art. sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores. II .00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. Em se tratando de primeira autorização. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. Art. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. exceto as empresas de curso de formação. 79. 74. 78. munições ou coletes à prova de balas. 93 desta portaria. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas).20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. de acordo com o calibre respectivo. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações. 75. pistolas semi-automática .65 mm. quando necessário. de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea. 113 Art. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem. Parágrafo único. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. de acordo com o tipo de calibre antes descrito. multiplicada por 1. As empresas de segurança especializadas. 80. logo após o recebimento da autorização respectiva. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima.revólveres calibre 38. inservíveis ou imprestáveis. desde que: I . Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições. e as características da área vigilada. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição. Art. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima.a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. 77. até 6 (seis) meses após os fatos.

70 desta portaria. anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art.os termos de abertura e encerramento. número e data de emissão da nota fiscal. extravio. munições. incluindo razão social. no máximo. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. especificando a natureza e a quantidade.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. em vigor há. § 1º Além da documentação acima relacionada. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. IV .relação alusiva aos incidentes de roubo. incluindo espécie. II . 84. Art. anexando os seguintes documentos: I . IV .relação das armas e munições que possui. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. número de série e número de registro no SINARM. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. observando-se o disposto no art. § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. munições. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. e histórico do consumo e utilização. dados da arma adquirida. calibre. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. 115 . CNPJ e endereço. projétil. incluindo razão social. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. furto. Somente será autorizada a aquisição de armas. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. e coletes à prova de balas.quanto ao livro de registro e controle de armas. equipamentos e materiais para recarga. informando a quantidade e especificações das armas e munições. 82. ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. número no SINARM. 81. número e data de emissão da nota fiscal. o local ou posto de serviço onde estão situadas. 06 (seis) meses.cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições. contendo o número de vigilantes. Parágrafo único. dados do fornecedor. 83. podendo utilizar sistema informatizado. e histórico de ocorrências. quantidade consumida e total. número de série.quanto ao livro de registro e controle de munições. incluindo calibre. V . Art. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências.numeração e rubrica das folhas.relação atualizada dos vigilantes. § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança. III .Art. tais como estojo. marca. descrevendo o calibre. que será verificado pela DELESP ou CV. quantidade adquirida. dados da munição adquirida. 80 desta portaria. espoleta e pólvora. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. dados do fornecedor. estoque anterior. bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. marca. II . CNPJ e endereço. III . local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. observando-se: I . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento.

os termos de abertura e encerramento.relação das armas e munições a serem transferidas.I . número e data de emissão da nota fiscal.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. marca. firmada pelo seu representante legal. do Comando do Exército. o procedimento previsto no art. CNPJ e endereço. V . ainda.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. estoque anterior. incluindo espécie. descrevendo o calibre. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. o procedimento previsto no art. e histórico do consumo e utilização. contendo CNPJ.relação das armas e munições que possui. publicada em D. válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação. 85. A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo.relação alusiva aos incidentes de roubo. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. marca. furto. quantidade adquirida. II . dados da 117 munição adquirida. 86. podendo utilizar sistema informatizado. III . IV . razão social e endereço da empresa. § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar. Parágrafo único. e histórico de ocorrências.comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação. ou declaração de que não as possui. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas. incluindo razão social.O. 84 desta portaria. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. calibre. número no SINARM. IV .comprovante do recolhimento da taxa correspondente. Art. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. dados do fornecedor. dados da arma adquirida. quantidade consumida e total. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC. III . Art. Além da documentação acima relacionada. IV . a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. III . número de série e número de registro no SINARM. § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. número de série e número de registro no SINARM. II .cópia da portaria de cancelamento da empresa. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. anexando os seguintes documentos: I .quanto ao livro de registro e controle de munições.quanto ao livro de registro e controle de armas. incluindo calibre. II .numeração e rubrica das folhas. dados do fornecedor. extravio. CNPJ e endereço.U. número e data de emissão da nota fiscal. incluindo razão social. perda e recuperação de armas. 83 desta portaria.documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento. número de série. se for o caso. bem com os materiais de recarga. que será verificado pela DELESP ou CV. descrevendo o calibre. mencionando o número de salas de aulas. munições de propriedade da empresa. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . ainda. observando-se: I . declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento.

extravio. § 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício. modelo e nível de proteção. especificando quantidade. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. 88.a descrição das armas e munições a serem transportadas. Transporte de armas e munições Art. ou declaração de que não os possui. Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV. se for o caso. III . com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. constando CNPJ. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço. Art. 91. 87. IV . especificação e quantidade dos coletes autorizados. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . descrevendo o fabricante. II .documento de anuência da empresa cedente em negociar o material. perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa. descrevendo o fabricante. bem com o motivo da necessidade do transporte. quando entre municípios não contíguos. o prazo de validade e o nível de proteção. tamanho. em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV. com validade de 30 (trinta) dias. ou em outras situações que se fizerem necessárias. com o prazo de validade previsto no caput.relação dos coletes à prova de balas que possui.relação atualizada dos vigilantes. a requerente deverá solicitar autorização 120 . ou entre municípios de uma região metropolitana.cópia da portaria de cancelamento da empresa.relação alusiva aos incidentes de roubo. que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. a data de fabricação.a descrição dos endereços de origem e destino. II . II . furto. 90. III . anexando os seguintes documentos: I . III . providenciando a destinação dos coletes substituídos. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente.relação dos coletes a serem transferidos. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército. o número de série. o número de série. Parágrafo único. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. razão social e endereço da empresa. prorrogáveis uma vez e por igual prazo.o trajeto do material a ser transportado. o prazo de validade e o nível de proteção. a data de fabricação. Art. 119 Art. bem como acompanhadas da respectiva guia. 89. sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. devendo ser anexados os seguintes documentos: I . firmada pelo seu representante legal. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa.Art.

Art. Art.cópia do registro da arma. quando utilizado em serviço. em seu estabelecimento. Art. após receber e analisar a documentação referida no § 1°. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido. 121 CAPÍTULO VII 122 . Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . ainda que não previstos no caput deste artigo. 92. as ocorrências de furto. 93. Parágrafo único. munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro. instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional. 98. Art. 94. Comunicação de ocorrências Art. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. extravio ou recuperação das armas. As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços.ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. munições e coletes à prova de balas Art. Parágrafo único.cópia do boletim de ocorrência policial. no próprio posto de serviço. I . em local seguro. devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia. 97. II . roubo. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. 96. "Kanil Club" ou empresa de curso de formação. III . Utilização de cães adestrados Art. em órgão militar ou policial. salvo fora do horário de atendimento ao público. conforme disposto no art. Parágrafo único.informações sobre as apurações realizadas pela empresa.à DELESP ou CV de origem. 73. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato. ou de canil de organização militar. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. por qualquer meio hábil. contendo logotipo e nome da empresa. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. As armas. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar. II . deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. perda. de "Kanil Club" ou particular. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço. 95. O cão.

Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. III . As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo. Parágrafo único. na forma do art. 100.cópia da Carteira de Identidade. Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos. No caso de alteração de endereço. desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor. a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. assim como pela Justiça Federal. capital social. a DELESP ou CV. quando referentes à razão social. e Eleitoral. II . O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ. As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica. 124 . indicando o que se quer alterar e anexando: I . II .as fotografias das instalações físicas. a cargo da DELESP ou CV. ainda: I . Razão social § 1º No caso de alteração de razão social. Art.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. bem como do local de guarda de armas e munições. Parágrafo único. Art. relativamente a este: I . III . Polícia Federal. 99. será observado o procedimento previsto nos arts. apresentando. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos. conforme o caso. ainda. em se tratando de empresas especializadas. ficando as alterações de sócios. dos setores administrativo e operacional. a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. bem como do local de guarda de armas e munições. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. em especial da fachada. § 1º. da Previdência Social. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa. 56 desta portaria. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 123 § 3º No caso de alteração de endereço. endereço.DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS. Título de Eleitor e Certificado de Reservista. Militar dos Estados e da União.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. 8º. Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. 6º e 7º desta portaria. sendo mantido o prazo de validade original. e as demais. quadro societário. devendo-se anexar.cópia do contrato social consolidado ou equivalente.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados. 101. Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. Parágrafo único. IV . endereço e responsável pelo setor de segurança. apresentando as fotografias das instalações físicas. 102.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. onde houver. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. Estadual. a empresa deverá observar o disposto no art. em especial da fachada.

logotipo da empresa. Art. §1º. observadas as regras de segurança do serviço a ser executado. III . do vigilante devidamente fardado. autenticada pela empresa. do local de guarda de armas e munições. ou acréscimo de um novo. a requerente deverá juntar. 105. § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade. de frente.declaração das Forças Armadas e Auxiliares. ou da DELESP ou CV. tais como capacetes. 108.000 (cem mil) UFIR. mencionando apito com cordão. Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. 107. II .emblema da empresa. com validade de 06 (seis) meses. Art.plaqueta de identificação do vigilante. § 2º. podendo um deles ser terno ou paletó. deverá adotar. plaqueta de identificação. 103. as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias. O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. das salas de aula. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço. Art. além do uniforme.memorial descritivo das alterações propostas. ainda. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. 103. o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho. o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . acompanhado de fotografias coloridas. aeroportos. aplicando-se quanto a estes o disposto no art.apito com cordão.II . em especial da fachada. de corpo inteiro. bem como os requisitos do art. Art. 126 . botas. devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. 104. constando o nome. 37. navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. cintos especiais e outros necessários. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. II . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. IV . em se tratando de empresas de curso de formação. óculos. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares. usinas. Art. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. 125 III . portos.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 106. costas e lateral. anexando: I . se houver.as fotografias das instalações físicas. procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança.

que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art. IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV). dispensado no caso dos cursos de formação.ter sido aprovado em curso de formação de vigilante.CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. exceto o disposto no inciso IV.ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais.ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental. 110. escolta armada ou segurança pessoal. VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI). Para o exercício da profissão. VIII . o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos.ser brasileiro.ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS. extensão ou reciclagem. realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica. comprovados documentalmente: I . VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII). V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). V . III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). VI . extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art. conforme normatização específica. § 1° Para a matrícula nos cursos de formação. São cursos de formação. de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores. VII . § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. por ocasião do registro do certificado de curso de formação. § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. ll . 109 desta portaria. extensão e reciclagem Art. nato ou naturalizado. implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). IV . § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente. III . 128 . 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I). reciclagem e extensão de vigilante.estar quite com as obrigações eleitorais e militares. a ser executado pela DELESP ou CV. § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF. às expensas do empregador. 109. sem registros de indiciamento em inquérito policial.

114.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. antes da data do seu vencimento. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período. As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos.CNV Art. devendo-se anexar: I . § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais. para fins de controle e destruição.Carteira de Identidade e CPF. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. A Carteira Nacional de Vigilante . será de uso obrigatório pelo vigilante. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. 130 Carteira Nacional de Vigilante . O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. além dos documentos previstos no art.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. 111. 112. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art. Nos casos de perda. caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. 116. Parágrafo único. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. Art. Parágrafo único. destruição. II . Art. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV. Parágrafo único. de frente. IV . às expensas do empregador. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior. Art.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP. ou em cópias autênticas. Art. no ato do recebimento da nova carteira. quando em efetivo serviço.CTPS. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. Art. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. no ato do recebimento da carteira retificada. § 2º O protocolo do requerimento. 113. estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. furto ou roubo. escolta armada e segurança pessoal. III . 115. colorida. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. às expensas do empregador. A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV. § 7º Os cursos de formação. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. sendo estes 129 . e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. de fundo branco. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. extravio. e possuir curso de formação. conforme a atividade exercida. tamanho 2 x 2 cm. 112 desta portaria.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. 112 desta portaria.CNV . restituídos após conferência pelo órgão recebedor. na forma do “caput”. ou através das entidades de classe. 109 desta portaria.

VI .treinamento regular nos termos previstos nesta portaria.utilizar. não se eximindo o empregador do dever de fiscalização. III . observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores.multa. IV . IV .prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. em especial quanto ao armamento.apurar. adequadamente. assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza. II . Apuração das condutas dos vigilantes Art.manter-se adstrito ao local sob vigilância. VII . para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada.Direitos Art. feito pelo empregador.000 (cinco mil) UFIR. quando em efetivo exercício. São deveres dos vigilantes: I .comunicar. inclusive armas e munições. juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato. II . II . em nível nacional. As empresas de segurança privada deverão: I .a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação. o envolvimento de seus vigilantes. em procedimento interno.a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento. 120. escolta armada e segurança pessoal.cancelamento da autorização de funcionamento.exercer as suas atividades com urbanidade. V . de 500 (quinhentas) a 5. ao seu superior hierárquico. quando no exercício de suas atividades.CNV. munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. devidamente autorizado. probidade e denodo.encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP.o recebimento de uniforme. 118. através da DELESP ou CV. 117. IV . conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . colete à prova de balas. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 .porte de arma. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. III .proibição temporária de funcionamento. 119.portar a Carteira Nacional de Vigilante . II . apenas em serviço. III . o uniforme autorizado. CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art.advertência.seguro de vida em grupo. às expensas do empregador. quaisquer incidentes ocorridos no serviço. V . nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho. Assegura-se ao vigilante: I .

multa. 121. cintos especiais e outros necessários.advertência.000 (mil) a 20. em seu quadro. III . sem prévia autorização do DPF. em tempo hábil.deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento. IV . 122. para fins de controle ou fiscalização. IV . VI . II . II . botas. duzentas e cinqüenta) UFIR. VII .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço. a renovação do Certificado de Vistoria. na forma da legislação vigente. tais como capacetes.deixar de apresentar qualquer informação ou documento. DELESP ou CV.permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria. CGCSP. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . em tempo hábil. 134 Pena de Advertência Art. manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições. II .000 (vinte mil) UFIR.não possuir. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I .250 (um mil. de 1. V .possuir. de 500 (quinhentas) a 1.Art. quando solicitado pela CCASP.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade.deixar de providenciar. É punível com a pena de multa. Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art.deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo. óculos. VII . a renovação do certificado de segurança. ou equivalente. 133 . VI .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme.interdição. O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades. É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .deixar de providenciar. III . VIII .reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante. 123. V . III .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações.alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes.

os certificados de conclusão de curso.deixar de devolver ao vigilante interessado. XIV . IX . a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.VIII . como vigilante.dar destinação diversa da prevista no art. IV . o seu Certificado de Conclusão do Curso.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante. 28 desta portaria. XII . de 1. Art. XVI . II .possuir. ou fora do prazo de validade.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . XI . XVIII . 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido.251 (um mil. 124. XVII . XIII . o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas.deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação. para fins de registro .deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. em seu quadro. que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento.exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado. em até 05 (cinco) dias após os registros.alterar o local onde o veículo especial estiver operando. III . bem como a quantidade de munição a ser utilizada. IX . quando devidos. em até 05 (cinco) dias. sem prévia comunicação à DELESP ou CV. em desacordo com o procedimento previsto no art. mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. os exames de saúde e de aptidão psicológica. X . munições. duzentas e cinqüenta e uma) a 2. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem.500 (duas mil e quinhentas) UFIR.contratar. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. quando solicitada pelo interessado. em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso.deixar de encaminhar ao DPF. ou outros equipamentos. X .não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento.deixar de promover a reciclagem do vigilante. extensão ou reciclagem. a relação nominal e a qualificação dos concludentes. VI . bem como a quantidade de munição utilizada.proceder à desativação ou reativação do veículo especial. XIII .deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante.deixar de encaminhar ao DPF. É punível com a pena de multa. V .exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes.a empresa de curso de formação. jurídica e materialmente. XII .deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço.exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício.deixar de encaminhar ao DPF. coletes à prova de balas. para fins de registro profissional. 136 . em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão.deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial. XV .deixar de assistir.deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV. XI . VII . VIII . bem como a quantidade de munição a ser utilizada.

IX . em serviço.adquirir.000 (cinco mil) UFIR. II . quinhentas e uma) a 5.deixar de aplicar a grade curricular. munições ou outros produtos controlados.alienar. XXII .promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento. candidato que não preencha os requisitos necessários. É punível com a pena de multa. reciclagem ou extensão de vigilantes. armas.guardar armas. armas. sem a presença de.utilizar veículo especial ou comum.utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes. no mínimo. os exames teóricos e práticos. munições ou outros produtos controlados em local inadequado.utilizar em serviço armamento. IV .possuir. de 2.matricular.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. sem a autorização competente. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias. em curso de formação.XIV .deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF. XXIV . sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação. 137 XXVI .realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização. VIII . VI . Art. escolta armada e segurança pessoal.guardar armas.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. 125. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. a qualquer título.permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço. XXIII . XX . III . sem prévia autorização do DPF. e a carga de tiro mínima. munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade.promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina. 02 (dois) vigilantes.utilizar veículo especial ou comum. extensão ou reciclagem. XXI .negligenciar na guarda ou conservação de armas.utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados. a qualquer título. em serviço. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art. previstos nos anexos desta portaria. conforme prescrição do art. fluvial ou por outros meios. XXVIII . 25. munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. V . 154 desta portaria. XVIII . XXVII . 138 . em seu quadro.deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação. fluvial ou por outros meios.permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço. XIX .permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação. contendo nome e logotipo da empresa. XVII . XXV . de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . munições ou outros produtos controlados. munições ou outros produtos controlados. XV . VII .501 (duas mil.

ou em desacordo com as regras de segurança necessárias.permitir a utilização.deixar de comunicar à DELESP ou CV. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art. desta portaria. XII . parágrafo único. II . 33 desta portaria. 139 XXII . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações. 51 e 74. ou em serviço de transporte de valores. XX .deixar de comunicar furto.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa. e antes do trânsito em julgado da decisão.declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF.permitir a realização de cursos de formação. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento. ao DPF. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição. Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. XXIII . a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores. sem amparo legal. mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV. munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. no prazo de 05 (cinco) dias. como sócio ou administrador. ou com a CNV vencida. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. XVIII . Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 . de armas ou munições que não sejam de sua propriedade. XVII . pelo período que durar a proibição.dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação. reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa. coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV. em seu quadro. XIV . XI . em desacordo com o art. § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar. extravio ou a recuperação de armas. reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada. munições. mediante lavratura de termo de fiel depositário. XIII . III . 126. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa. XXI . em poder da empresa. 93 desta portaria. que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias. É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento.continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento. no valor máximo previsto no art. por alunos e instrutores. 125. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. XV . permanecendo. de qualquer forma. excetuando-se as hipóteses dos arts. quando em fiscalização.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF. XVI .não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego. dentro do prazo de cumprimento da pena. será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento. roubo. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores.utilizar veículos comuns. as armas.transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores.possuir. pessoas que tenham condenação criminal registrada. XIX .utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário. destinados à atividade de escolta armada.executar ou contribuir.ter na constituição societária.X .

e antes do trânsito em julgado da decisão. a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade. contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização. se. § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento. as armas.Art. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. 128. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art. contrárias. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento.a contumácia. 129. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias. Art.102/83 e 120 desta Portaria. espontaneamente. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização. 127. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. no valor máximo previsto no art. Art. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento. dentro do prazo de cumprimento da pena. § 1º e 14. conforme previsto no art.seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. devendo ser observado o procedimento previsto no art. IV . nos prazos previstos nos arts. VI . § 2º. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem. 4º.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada.000 (cem mil) UFIR. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. 125. V . exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. alienar suas armas. necessário à atividade autorizada. conforme aprovado pelo certificado de segurança. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias. VII . 85 desta portaria. Estadual e Municipal. 125. III . após a lavratura do auto de infração correspondente. munições. se quiserem. XXIII. II . comunicando o cancelamento. às Receitas Federal. encerrar suas atividades. e à Secretaria de Segurança Pública. nos termos do art. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. contados do trânsito em julgado da decisão.deixar de sanar. procedendo-se ao registro no SINARM. coletes à prova de balas e veículos especiais. contrários. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento. 11 desta portaria.deixar de comprovar. VIII . fundamentadamente.possuir capital social integralizado inferior a 100. É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 . 23 da Lei n° 7. a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição.

63 desta portaria. conforme o caso. Pena de Interdição Art. quando em fiscalização. a pena de interdição. conforme previsto no art. É punível com a pena de multa.000 (dez mil) UFIR. bens ou valores em desacordo com a legislação. 134.deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo. se reprovado. IV . Art. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento.deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar. o cumprimento de notificação da DELESP ou CV.102/83 e 121 desta Portaria. o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado. injustificadamente.retardar.001 (dez mil e um) a 20. de 10.dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . nos termos do art. IV . II . conforme previsto no plano de segurança aprovado. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos.000 (vinte mil) UFIR. 130. 131. É punível com a pena de multa. 133.Pena de Advertência Art.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. III .dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. Art. implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente. quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro.deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. § 2º Na hipótese do § 1°. captadas e gravadas pelo circuito interno de TV. notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. Art.funcionar sem plano de segurança aprovado. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. 132. .permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado. 143 144 II . fundamentadamente. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I . 7º da Lei n° 7. III .não obter a aprovação do plano de segurança apresentado. ensejará o prosseguimento do processo punitivo.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade. II . e. É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I .000 (mil) a 10. ou III . II . 132 desta portaria. com trânsito em julgado.promover o transporte de numerário. se aprovado.impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações. III . de 1. § 3º No caso de ser aplicada.permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores.

Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras. Contumácia Circunstâncias atenuantes Art. dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração. ainda que potenciais. § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal.a primariedade. Circunstâncias agravantes Art. a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço).colaborar. 140. Art. III . individualmente.a gravidade da conduta. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 . II . 139. quando não constituírem infração: I . ainda durante as diligências. intencionalmente. III . a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência. ocorridas durante o período de 01 (um) ano. com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. II . e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. 136. III . da infração. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. 135.impedir ou dificultar. eficientemente. a reincidência será determinada. Na fixação da pena de multa. São consideradas circunstâncias atenuantes: I . A reincidência. 138. 123 ou 129 desta portaria. 137. a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência.omitir. aplicar-se-á a pena prevista no art. serão consideradas: I . § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. II .as conseqüências. genérica ou específica. enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada. São consideradas circunstâncias agravantes. 145 Art.corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção.a condição econômica do infrator.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF. por qualquer meio. ou 05 (cinco) genéricas. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas. por cada estabelecimento financeiro infrator. havendo reincidência genérica ou específica. Dosimetria da pena de multa Art. a depender do ente infrator. Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição.

A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo. para a apresentação de defesa escrita. concedendo o prazo de 10 (dez) dias. Parágrafo único. Art. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. realizar fotografias. ou III . Após o prazo da defesa. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº.Art. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I . nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. ininterruptos. Art. Art. contados da publicação da portaria punitiva no D. hora. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. II . Parágrafo único. assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data.de ofício. qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes.por meio da ciência. A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega.U. de uma via do auto lavrado.mediante representação. 147 II . local e descrição do fato. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias.U.873. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública.O.U. O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. de 23/11/1999. cuja decisão será publicada no D. inclusive armas. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas.pelo envio de cópia do auto. contados da sua publicação no D. 142. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. Art. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. 145. Parágrafo único.por qualquer outro meio hábil. iniciando-se: I . 141. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . indicando o dispositivo normativo infringido. 146. Para fins de prova da infração. Parágrafo único. 144. Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. munições e coletes à prova de balas. com ou sem a sua apresentação. mediante recibo. Art. 147. ouvida a CCASP. de qualquer sócio ou empregado da autuada. 143. pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. 9. no próprio auto. Constatada a prática de infração administrativa. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. III . Art.O. Para os fins deste capítulo. Parágrafo único. a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados. mediante aviso de recebimento. a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP. Parágrafo único. ao endereço da autuada. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento.mediante solicitação da CGCSP.O.

os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia. IV . de qualquer modo. Art. 148. podendo realizar fotografias. deverá a DELESP ou CV: I . e à Secretaria de Segurança Pública. comunicando o encerramento.instaurar o procedimento penal cabível. § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF. II .a não utilização de nome de fantasia. em caso de recalcitrância. III . desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica. II . no prazo de 10 (dez) dias. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa. entregando cópia do auto respectivo. cientificando o autuado após a decisão final. entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados.notificará.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada.notificará o responsável pela atividade. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua.a não utilização de termos contrários. A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social.a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública. para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior. consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita. caso haja. de transporte de valores. nocivos ou perigosos ao bem público. Estadual e Municipal.Art. notificando o autuado. às Receitas Federal. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. a DELESP ou CV: I .oficiar aos contratantes da empresa encerrada. instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. arrecadar as armas e munições utilizadas. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. 152. As atividades de vigilância patrimonial. III . para fins de prova. 151. § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. à segurança do Estado e à coletividade. II . As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. o tomador dos serviços. ainda.comunicar à CGCSP. através de qualquer forma. 149. à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. III . bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. Sociedades anônimas de capital fechado Art. § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. caberá recurso ao Superintendente Regional. o procedimento instaurado será arquivado. observando-se: I . 150 .deverá. Art. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. 150.

e n.056.dpf. 156.º 1. de 13/04/98. munições e coletes à prova de balas. Processos administrativos em geral Art. a qualquer tempo.§ 2º As empresas de que trata este artigo. Multas e taxas Art. Parágrafo único.º 836. 160. junto à Imprensa Nacional. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada.relação dos empregados contratados e dispensados. Ficam revogadas as Portarias nº. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação.017.gov. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº. 992. de 18/08/2000. de 03/03/2005. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados. de 25/10/95.relação dos postos de serviço. 161. de 24 de novembro de 1983. de acordo com os valores estabelecidos nos arts. II . 14 e 40 do Decreto n. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento. Art.relação de todos os seus estabelecimentos. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D.U.relação de armas.relação de veículos comuns e especiais. § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. que poderá. V . apresentando mensalmente ao DPF: I . Art. deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas. 159. no Programa de Trabalho 06. 158.2081. n.001 Operação do Policiamento Federal.O. IV . deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas.º 89. Art. Prestação de informações Art. a serem consignados no Orçamento do DPF. dando-se ciência ao interessado. 151 Art. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta). de 30 de março de 1995 e. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento.º 277.129. Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF. 9. 157.º 76. caso existam. através da Guia de Recolhimento da União – GRU.0174. 162. Art.Diretor-Geral 152 . III . Sócios pessoas jurídicas Art. n. 155. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial. 153. 154. o processo administrativo será arquivado. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo. apresentar novo requerimento. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . de 15/12/1995. no caso de multas. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas.br). contados da ciência da notificação. Art.030. às expensas do requerente. n.

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