VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

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VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
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A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
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economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
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tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
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Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. para “vender” drogas. em que a atenção deve ser redobrada. A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. Outro momento crítico é o horário das visitas. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). câmeras nas farmácias. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. em todos os pontos possíveis. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários. portanto. como por exemplo. O controle do acesso de pessoas. após ser analisada a real necessidade de acesso. médicos. Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. catracas eletrônicas. íris etc. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. Sua postura. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. funcionários de empresas prestadoras de serviços etc. veículos e materiais. • Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. seu comportamento maduro. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). • Banco de dados de funcionários. o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. com o devido registro de dados. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. impressões digitais). podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. com sala de monitoramento 24 horas por dia. inclusive nos berçários. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. A utilização de medidas de segurança. pulseiras com código de barras pelos pacientes. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens. etc. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante. Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. funcionários. • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. Caso perceba tal ação. • Instalação de circuito fechado de TV. Como em todos os locais de vigilância. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. circuito fechado de TV. É um auxiliar direto dos educadores. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. a espionagens industriais.A portaria é o local de acesso ao público em geral. O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais.). • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente.

a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 . clientes e das instalações físicas. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. controles de acesso pela biometria. posicionando-se em pontos estratégicos. dentre outras atribuições peculiares à sua função. Como exemplo de posto fixo.invasão de domicílio. é um verdadeiro alvo de observação. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento. com ordem judicial. de onde o vigilante tem maior campo de visão. pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. deve ser o mais breve possível e cuidando. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. botão de pânico. O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. A utilização de barreiras perimetrais. clausuras etc. controlar e vigiar. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. instalação de portinholas (passagens de objetos). O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. munição e colete a prova de balas. Ao lado do controle de acesso. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. o devido zelo com a apresentação pessoal. para prestar socorro ou. catracas eletrônicas. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. central de comunicação operacional etc. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. Visando não perder a atenção da área vigiada. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. principalmente irregularidade com armamento. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos. durante o dia. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. sala de monitoramento de imagens. o controle da circulação interna. valendo-se do fator surpresa. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais. a regularidade das instalações. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. de costas para a rua etc.) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. de sua própria segurança. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada. Neste caso. num primeiro momento. por trabalhar uniformizado. circuito fechado de TV. Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. sistema de alarmes. Visando complementar a atividade de segurança.). a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final. conscientizando-se que. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. o controle das entradas proibidas. visitantes. caso necessite dar informações. o registro das ocorrências internas. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. das entradas permitidas. estando sempre comprometido com a segurança.

como forma de controle.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. cassetete de madeira ou borracha. como por exemplo. em companhia daquele que estiver passando o posto. veículos e materiais. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo. sejam de propriedade do empregador. Visando não receber o posto sem saber a normalidade local. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional. De todos os materiais que existem no posto de serviço. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. de propriedade da Empresa de Segurança. nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente. para que sejam adotadas as providências pertinentes. munições e acessórios. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. como por exemplo: relógio-vigia. pessoas circulando após o término do expediente. algemas. parágrafo único da Lei Federal 10. Portanto. bastão eletrônico. fiscalização das instalações físicas em geral. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço. terminais eletrônicos etc. não podendo. se possível. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito. 32 ou 38. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. tudo deve ser alvo de observação. Não sendo possível. bem como da observância da circulação interna de pessoas. sensores de presença. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. Constituem verdadeiros obstáculos. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. ser externa. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. observa-se que o artigo 13. é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. no que tange a seu dever de controle. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal. rádio transceptor portátil. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. verificação dos veículos estacionados. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. abordagem de pessoas com comportamento suspeito.. roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal. por determinação do órgão controlador. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. quer seja por 12 . munições e colete a prova de balas). lanterna. Nesse sentido. Portanto. pois o furto.patrimonial.

No entanto. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. quer seja pela ação humana. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. Ex: Barreiras perimetrais. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. por conseguinte. contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. que antecedem a entrada de veículos e pessoas. tirocínio. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. obter maior ângulo de visão. não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. canalizando as entradas e saídas de pessoas. incluindo restrição de acesso. etc. em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas. ao mesmo tempo. montanhas. sendo. mesmo as pesquisas indicando que. íris) etc. corrente. etc. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. para inibir. evitando assim o fator surpresa e. • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. As barreiras podem ser: 1) Naturais . clausuras (espaço entre dois portões. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. etc. abordagem à distância. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial. 14 . Sua atuação tem caráter preventivo. matas. Ex: Pontos elevados. Ex: Acessos não controlados.cercas. Ex: Identificação pessoal. via de regra.barreiras e equipamentos. BARREIRAS: Representam uma segurança. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. portinholas (passagem de objetos). no perímetro de segurança. aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital.rios. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. dificultar e impedir qualquer ação criminosa. posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). A fiscalização. circuito fechado de TV. veículos e materiais. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. raciocínio rápido. materiais e veículos. locais visados para o planejamento de ações criminosas. telas. tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa. Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. distribuição adequadas de guaritas. portas giratórias detectoras de metais. denominados de PORTARIA.). 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. que permitem fácil acesso. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. catracas eletrônicas. 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação. ausência de medidas de segurança etc. 2) Artificiais . de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. muros. sistemas de alarmes. vigilância atenta. ficando em evidência. no perímetro de segurança. Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação.

453/97. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar. identidades funcionais etc. deve-se agir com maior critério. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado. Ex: RG.553/68. • Verificar a quem se destina. etc. • Nunca julgar as pessoas pela aparência.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. dinâmica e boa capacidade de comunicação.) e treinamento constante dos profissionais de segurança. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes. • Fazer a abordagem. da mercadoria que entrou. e mesmo sendo conhecida.organização. reservista. Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos. • É conveniente que. • Cumprir às normas estabelecidas internamente. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. se for necessário. Obs. nova CNH. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção.) como também em treinamento de pessoal. • Anunciar o visitante ao visitado e. mostrando-se atento. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. Obs. caso esteja acompanhada de desconhecido. • Fazer o registro do entregador. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. antes do ingresso no estabelecimento. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. passaporte. fornecedores etc. aparelhos de controle com base na biometria. • Fazer o registro dos dados. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados. preferencialmente à distância. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais. procurando obter e confirmar todos os dados e. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. pela nota fiscal.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV. clausuras. o veículo adentre apenas com o condutor. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. visitantes.). 16 . Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. etc. • Fazer a identificação pessoal. bem como o comportamento e atitude dos últimos. • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. à distância. Por isso. • Fazer o devido registro dos dados. • Fazer a abordagem. caso seja autorizado o acesso. pois tal comportamento garante a prevenção. inclusive do responsável pelo recebimento. Botão de Pânico.: A Lei Federal 5. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização. 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador. de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança. clientes. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia. procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência. Obs. alterada pela Lei Federal 9. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. muitos desses locais são alvo de invasões.

etc. 17 . deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. plantas ou quaisquer equipamentos. Espionagem Está relacionada com a sabotagem. ofício ou profissão. f) corrupção. principalmente com uso de veículos clonados. O profissional de segurança. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. é viável que se determine seu ingresso de ré. Cumprir rigorosamente as normas internas. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). Métodos de espionagem: a) infiltração. segredo. e) fotografia. d) armamento utilizado. Caso o estabelecimento não disponha de clausura e. “Revelar alguém. de modo que seja aberto o baú. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. b) escuta. salvo com a devida permissão. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. é dever. d) chantagem. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes. ou fato ocorrido. c) numerários. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento. não é virtude. c) roubo e furto. nem ocorra invasão.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público.9. antes da abertura do portão. Portanto. Pela sua condição de "Homem de Segurança". Mesmo fora do horário de serviço. sem a devida autorização. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. b) número de elementos que compõe a equipe. 3. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. g) observação (acompanhamento). caso contrário todos devem ser identificados. A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. que visa destruir. Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço.154. de que tem ciência em razão de função. 18 Obs. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. sem justa causa. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. À segurança cabe impedir a saída de projetos. pela natureza de seu serviço. ministério. O sigilo profissional para o homem de segurança. Basicamente. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. identificar o condutor.

Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. ameaça de bomba. incêndio. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta. • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. líquido ou gasoso.). Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. estabelecer atividades. sem causar pânico. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. greve de funcionários etc. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. isto é. caso ocorra o evento crítico. com produção de alta pressão e elevada temperatura. de forma rápida e discreta. acionar a polícia. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. com a satisfação do usuário final. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público. conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. são qualidades que devem existir em um segurança”. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. com emprego de equipamentos e táticas adequadas. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. logo. com a participação da equipe. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. transforma-se instantaneamente em gás. em todos os momentos. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. de modo a evitar o fator surpresa. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. treinamento permanente. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. instalação de medidas estáticas. sem causar pânico. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. a imparcialidade. Para tanto. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos. sem que haja pânico. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. que sofrendo uma reação química violenta. • Agir de maneira imparcial. • Evacuar o local de forma rápida e discreta.“Falar pouco. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. atue com calma. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. com a adoção de um plano de abandono. 20 . ouvir com atenção. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos.

pois em se tratando de ameaça. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). Justiça. • Compressão de tempo (urgência). a fim de assegurar uma solução aceitável. podendo se manifestar através de motins em presídios. ano e hora em que o fato ocorreu). Ao acionar 190 e 197. • Ameaça de vida. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta. abalar a estrutura do poder público constituído. evitando causar pânico. com quem aconteceu. Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. evacuar o local e acionar a polícia. sobretudo. • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas.A. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho.E . de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. Por se tratar de ações típicas de terrorismo. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira. Gerente. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. Diretor).T. logo. mês. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. que exige resposta especial da Polícia. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. cada central de operações saberá. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. afastando grupos de curiosos. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural. de acordo com a natureza da ocorrência. • Acionar as autoridades competentes (G. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. como situação crucial. exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. • Isolar a área. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. como Órgão de Segurança Pública. roubos a bancos com reféns. qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. seqüestros. Ministério Público. seja estranho ou comum ao local. o vigilante não deve arriscar sua vida. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. todo objeto passa a ser suspeito. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. Embaixadas e Instituições Financeiras. principalmente aqueles ligados à Polícia. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. Características de uma crise: A crise.Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. tentativa de suicídio. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos. • Não tocar qualquer objeto. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. sem suposições). • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. dentre outras ocorrências de grande vulto. atos de terrorismo. O melhor a fazer é isolar a área. Aeroportos e Shoppings. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190). ou seja. Nesta situação. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. 22 . Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias.

a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. já adotará as providências necessárias. a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador. obter e aplicar. sejam medidas de antecipação. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei. assinou . no entanto. virou documento!”. Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira. Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência. 24 . Lembre-se! “Escreveu. Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas. e dos setores de inteligência policial. prevenção e/ou resolução. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. com ameaça de vidas. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo. Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. Considerações legais especiais. que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe. por essa razão não há como se falar em vida humana. mímicas etc. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. através de métodos (fala. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. 25 26 . tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil. da Portaria 387/06 do DPF. Hoje. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente. com dupla função.). Por outro lado. além das funções mencionadas. transmitir e receber mensagens. radiocomunicação e telefone. postura emitem mensagens. sinais sonoros. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil. funções e garantindo maior alcance nas comunicações. assegurado no artigo 117. uma vez que nossas expressões faciais. No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. olhares. A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra..RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. nossos gestos. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. sem comunicação. inciso IV. alcance e recursos. oferecendo mais recursos. capacidade. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos.

não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. nos deslocamentos. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. pausada. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. com a designação do nome da empresa. nome do atendente. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. aéreos e aquáticos. com uso de antenas apropriadas. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. que funciona através de ondas magnéticas. 28 . mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. Manter a efetiva disciplina na rede. • nunca transmitir informações pessoais. • nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). • Ter o devido zelo com o aparelho. evitando utilização para fins pessoais. Móveis e Portáteis. boa tarde. através de uma antena. bem como rotinas diárias de quem quer que seja.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. • utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. ou involuntariamente por linhas cruzadas. o telefone é um processo elétrico. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. mostrando-se atencioso. bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência. ocorrerá o recebimento da onda portadora. funcionando inclusive como forma de comando. Ao falarmos. interessado e compreensivo no que ouve. o operador deve escutar por algum tempo. com o máximo de abreviações (uso do código Q). Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. mesmo quando se encontra em operação. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). cumprimento cordial (bom dia. na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. antes de iniciar uma transmissão. boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. • falar sempre de forma clara. em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. • ter sempre relações de telefones úteis. Essa onda traz o sinal elétrico. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. portátil. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. podendo ser interceptado através de grampo. conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. Ex: HT. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. Independente do padrão adotado pela empresa. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado. como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança.

Ótima.Alpha J . 5. 3.Victor W . nenhum Numerais 0 – Negativo. sem utilizar código “Q”. Sexto. uno. que aconteceu em Londres. entrando em vigor em 1 de julho de 1913. Terceiro.Uniform V . que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. Boa. QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. 9. 6. Quarto. QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA . 7.Kilo L . sendo assinada em 5 de julho de 1912.Lima M – Mike (maique) N . Primeiro. meia dúzia. O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. nulo.Yankee Z .Zulu 5.Papa Q . problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local. A . como uma lista de abreviações. grato NIHIL (NIL) – Nada. 29 30 .Hotel I . 2. Nono Operações com telefone.Tango U . O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico. todas começando com a letra “Q”. 1. 4.Índia P .Sierra B – Bravo C .Romeu Y .Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H . 4. 2. Quinto.Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado.Oscar T . 3.Juliet S . Sétimo. meia. No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. Segundo. Oitavo.Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K . devendo sempre que possível codificar as mensagens. Má QTY – Estou a caminho e 1.November O . Péssima. Regular. endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta. Primo. escutar. por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. 8.Quebec R . empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional). como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns.

é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança. os sistemas de proteção. estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas. Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. cercas. os alarmes. é preciso o entendimento de mais um ensinamento. os circuitos fechado de televisão (CFTV). O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. 31 32 . é necessário que o vigilante saia circulando pela área. Ronda dos Vigilantes. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância. Geralmente.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. o controle eletrônico da ronda. em decorrência do tamanho da área a ser protegida. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. denominado plano de segurança. com objetivos de manutenção do grau de segurança.). determinado no plano de segurança. os sistemas de comunicação (Rádios). Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. etc. os controles de acesso. Em muitas instalações físicas. os procedimentos operacionais. Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. entre vários. tem-se as barreiras físicas (muros. Como exemplo de sistema de proteção. fazendo inspeções e averiguações. e constitui-se uma atividade operacional. são especificadas num documento organizado. Geralmente. o conceito de sistemas de proteção. a ronda dos vigilantes. etc. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”.

após então. Os homens de segurança. fazer parte de uma força de reação. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”. isto é. 24 h. os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. é a exercida pela supervisão. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). poderá existir também a atividade de supervisor interno. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. para o contratante dos serviços. as atividades dos vigilantes nos postos. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. Também nesta função. e a gerencia da empresa. poderá significar racionalização dos recursos de segurança. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. muitas vezes permitindo que. 34 Ronda dos Supervisores. durante sua ronda. o supervisor rondante. fechamento de pontos dos vigilantes. facilitando e padronizando suas atividades. ocorrências nos postos. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. Do ponto de vista técnico. também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. para a supervisão. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância.) em seus postos de serviço. circulam pelas áreas e instalações físicas. Nesta função. Em seguida. bastante encontrada nos serviços de vigilância. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. Muitas vezes. circulam pelos postos de serviço. poderá fazer contato com o cliente. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. Em seguida. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem. porteiros. substituição de vigilantes. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . Da mesma forma. com eventuais economias financeiras. etc. deverá verificar. como na ronda dos vigilantes. locais. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). diurno. seja garantido um nível satisfatório de segurança. situações de anormalidade e não conformidades. o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas. com a função de supervisão. Em contrapartida. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades.. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. etc. O bastão de ronda (Fig. Muitas vezes nesta função. ao longo dos trajetos. Finalmente. devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. o ponto de partida para a implantação desse sistema. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. utilizado pelos vigilantes e supervisores. No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. quando acionados. etc. permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. A implantação de postos de vigilância com ronda. atendentes. Em instalações físicas com áreas muito extensas. extremamente robusto. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda. anotando suas reivindicações. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. para ações de intervenção da segurança. 1) é um sistema de proteção. ao longo dos percursos de ronda. dandolhes suporte e orientação. reclamações sobre não conformidades. Podem também. Controle Eletrônico de Rondas. Geralmente. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações. Artefatos mecânicos. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. com um número reduzido de homens. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. além de marcar presença e observar. etc. noturno. a referência será: posto de vigilância com ronda. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. 12 h.

o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. com um mínimo de risco de fraudes. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). Além da alta resistência mecânica. ao longo do trajeto da ronda. formando. com os dados registrados. em base semanal. 1. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. Do mesmo modo. mais agilidade. e principalmente. e a freqüência de determinado evento. assim. 2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. juntamente com o registro de data e hora. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. uma base estatística ao longo do tempo. Tais relatórios. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa. campos eletromagnéticos. O “button” é um circuito eletrônico (chip). quem as fez. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. Ao encostar o bastão no button. 2. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. assim. etc. que permitem um maior nível de controle. Com a operação de contato bastão/button. trazendo esta atividade para a era da informática.Bastão de Ronda . lama. traduzindo-se. serão registradas a passagem do vigilante pelo local. devem ser definidos pontos de checagem/controle. será gravada a identificação (número de série). o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda). ele não necessita de alimentação elétrica. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. chuva. 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. 3) conectada a ele. podem ser totalizados e analisados. os sistemas mecânicos. incluindo os ambientes hostis. com poeira. Em seguida.Com o passar do tempo. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. incluindo datas e horários. . Finalmente. através de uma interface (Fig. podendo ser instalado em qualquer ambiente.4). 3. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. Com a transferência dos dados do bastão para um computador. a hora em que ele esteve lá e. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. o ponto de partida para a implantação desse sistema. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais.Button /Chip. período em que algumas funções são executadas. e consolidados ao final de cada mês. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção.

sem variação de temperatura e movimento. Com característica próxima do sensor passivo comum. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. pois captam calor em movimento. Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. 2. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. grades. Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle. Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas. de acordo. sirene e central de alarme.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). locais fechados. 6 com item 3. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical. Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. a central de monitoramento e os usuários. associando cada button a um local. corredores. onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor). considerados nos processos de segurança. Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. Este sistema geralmente é formado por sensores. Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. 1. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe. botão de pânico.

Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. balcões. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos. sua utilização esta restrita a esta situação. ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. de embutir e industrial. locais altos e longe do alcance das crianças. podendo ser do tipo blindado. 39 40 . que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas. fachadas. portões. janelas. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. aparente. fácil de ser utilizado e discreto. grades. alçapão. Ele funciona com fio e sem fio.questão do disparo. por isso é conhecido como dupla tecnologia. confirmado através de uma senha e contra-senha. tais como: portas. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. através de uma combinação de imãs. através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). Suas aplicações mais comuns são: muros. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado. movimento e calor.

elemento surpresa no invasor.. Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física. cozinhas industriais. nela são ligados todos os periféricos do sistema. locais com materiais de alta combustão. Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico. Frigorífico.. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. sua aplicação mais comum em áreas internas..Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio. como por exemplo: Joalherias. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V. Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido. depósitos e outros.. Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas. Exemplo: CPD. através da fumaça. Lojas de Shopping. 41 42 . (o Cérebro do Sistema). Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros.

Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. se a resposta não for correta. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. etc. Senha e contra – senha Como sabemos. O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. Backup celular. senha e contra senha. conectada a um modem. o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. a fim de testar os equipamentos. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. a comunicação e os procedimentos. 5. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. São eles: Linha telefônica. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. Quando um alarme chega na central de monitoramento. que por sua vez transmite as informações para um computador. tanto no auxilio de operação do sistema. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . 3. 4. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. o operador se apresenta e relata o ocorrido. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. tais como: endereço. Rádio Freqüência. se a resposta do cliente for a correta. imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento. como em caso de alarme ou pânico. telefones úteis. 7. ponto de referência. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos.

Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas. realiza o procedimento de senha e contra-senha. pois sua lente é fixa.e ou acionamento do botão de pânico. assim como. as digitais de boa qualidade. 8. As lentes também variam de tamanho. 12 mm. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190. 4 mm. que são as que trocam as lentes para 4. entre outras. e também a Lente Varifocal. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras. 25 mm. Estas lentes na medida em que aumentam a distância.8mm. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. e não absorve claridade externa. 8. 9. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. para que a imagem fique mais homogênea. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. 10.05 Lux. 16 mm. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. devido o seu tamanho. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa. que começa com 2. o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente. autoíris e íris manual. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. com a gravação das imagens. é possível ver determinados objetos ou pessoas. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem. com a diferença de que em caso de alarme real. a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. A Lente Zoom. 6 mm. e a inovação. 8 mm. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. 12 e 25 mm. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema. 46 . é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos. Com cerca de 0. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. diminuem o ângulo de visão. Existem vários tipos de câmeras. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco. Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação.

seqüencial e tela cheia. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local. colocando hora. Por essa razão. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira.00. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. e em alguns casos até doze. permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. ou seja. Zoom óptico e digital. Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. avisando assim o operador. Por ter todos esses recursos e ser discreta. conforme a instalação. pode variar de quatro até oito câmeras. com Pan-tilt. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. uma após outra. com a diferença no tempo de gravação. uma câmera completa chega a custar US$ 7. lojas de conveniência e outros. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado.000. pois para o público em geral. que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete. data e outros. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. e quando houver movimento naquele local. a pequena. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. além de muitos recursos. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento. devido à perda de imagens. soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. duoquad.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. Quanto à quantidade de câmeras. ela é muito utilizada em aeroportos. ela serve para locais internos e pequenos: elevadores. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. a de metal e também as blindadas. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras. hipermercados. pois. desembaçador. Outro recurso existente é o detetor de movimento. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. bancos. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. onde o operador seleciona uma área. recepção e outros. no tempo de intervalo definido pelo operador. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada. ou seja.

porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido. etc. que é bem inferior para as placas de captura. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux. disquete. agendamento e outros. . controladores. comparados com o sistema analógico. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. Ela captura. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. passível de controle remoto.14”. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial. Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. controle de câmeras móveis (PTZ). local ou remotamente. Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado. qualidade de gravação superior. faz tratamento e transmite imagens. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. utilizando uma fita de vídeo comum. capacidade de gravação por detecção de movimento. versatilidade. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. T/L. pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências. rápida localização das imagens gravadas. grava. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada. assim o uso de fitas não é mais necessário.17” e 29 polegadas. DAT.). A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo. etc. Central de Monitoramento 11. 12. grava. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). isto é. conectividade. Internet.ininterruptos. linha discadas. mantendo a qualidade das imagens. e também em diversos tamanhos 12”. velocidade de gravação. trata.) em um único módulo.

O Promotor.CRIMINALISTICA Criminalística . pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. laudos periciais. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas. que existe desde o inicio da humanidade. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. razões nem sempre justificáveis. visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. Entre suas atribuições. analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça. 51 52 . Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza. contam-se o levantamento do local do delito. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. esperamos que sim. assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial. a colheita de provas e as perícias respectivas. porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas. A criminalística não se completa.Estudo da investigação criminal. tendo em vista que como dissemos. testemunhais. A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime. confissões. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais.

Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados. Ocorreu o crime ou algum evento crítico. veículos. 8. quais são as providências? 1. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. impressões em geral etc. Elaborar o relatório. O despreparo do vigilante.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio.. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. locais específicos. ou seja. etc. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas.. Observar e descrever pessoas. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial.) é muito importante. coisas. 5. 2. Acionar a polícia. o que não garante as condições para a realização do exame pericial. a alimentação de caixas eletrônicos. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime. Se o policial assumiu a ocorrência. seqüestro. até a chegada da Policia. Salvar vidas. Deter as partes envolvidas. objetos. roubo. ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes. 7. Arrolar testemunhas. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. 54 . até a chegada da polícia. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto. O vigilante atua imediatamente. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. Isolar o local do crime. o vigilante não atua. armas. seu veículo ou local de trabalho. Voltamos a afirmar. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. bem como manchas de sangue. etc. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. do policial. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. o policial e o vigilante devem tomar providências. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. 6. área. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. como assalto a carro-forte e roubo de cargas. 4. 3. vítimas.

cor dos olhos. pericial quando produzida por peritos criminais. Essa área. pois durante seu turno de serviço. bolsa). Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. vestígio provado em relação ao fato e autoria. Indício: é o vestígio. principalmente rolo de fita de isolamento.É preciso que as autoridades policiais. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada. testemunhal quando resultante de depoimentos. defeitos físicos. a um retrato falado. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. Aquilo que foi visto de imediato. tipo de bigode. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. fotografia.: Aspectos físicos. Comprova o fato e indica o autor do crime. terá formato irregular. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. É material quando há elemento físico. raça.: Tipo de cabelos. Isso por vários motivos. barba e etc. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. sinais de nascença. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO. pegada. numa situação embaraçosa ou de assalto. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação. consubstanciada em laudo pericial. manchas. uma observação direta. Vestígios se diferenciam de evidências. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . formulário. cicatrizes. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. idade e etc. circunstância conhecida. o vigilante deve observar esses pontos básicos. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. possibilitará. que não se pode duvidar de sua verdade. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas. através dos meios técnicos conhecidos. daquilo que todos podem verificar. elemento material encontrado no local do crime (corpo. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo. Ex. tipo de nariz. que é clara e manifesta por si mesma. em casos específicos. possivelmente. evidentemente. não podendo ser contestada ou refutada. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. documental quando há documento escrito. Para tanto. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado. pausada e bem feita. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. declarações e interrogatórios. Também. chegando até. seus agentes e. sem muitos detalhes. se for o caso. Portanto. Qualidade daquilo que é evidente. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. Ex. a princípio. evidência. etc. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. Ex.: Uso de óculos. garantindo o bem estar de todos. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. casaco. boca. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. de indícios e de provas. altura. Assim. vestuário.

exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. é um incômodo. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão. frio). tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. devendo esta realizar a identificação da testemunha. Somente o policial. mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento. como placa de veículo. calor. fogo. os chamados locais mediatos.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. Realmente. este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. vento. 57 58 . É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados.

sexo. Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos. Uso . sendo que o assaltante entra na agência. Por não ser investido no poder de polícia. com o fim de reproduzir retrato falado. veículos. não deve “apertar” o entrevistado. equipamentos. tom de voz. Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado. coisas. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. Finalidade• Recolher dados (obter informes). seqüência dos fatos e locais. aconselhar. áreas. às vezes até com maior precisão. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. como estatura. hesitações. portanto. medicina. sua atitude e sua conduta. Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. uma conversação mais ou menos formal. cabelos. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. cor. Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. advocacia. • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. traduzi-lo em palavras ou escrita. tatuagens. • Informar (fornecer conhecimento). 60 . nem fazer jogo psicológico. A entrevista investigativa é. idade. Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. com o fim de coletar dados. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. Em alguns. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. passa-se à fase do interrogatório. orientar.). como se verá no tópico que trata do assunto. rosto e olhos. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia.ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. vestimentas. circunstâncias. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas. para notar como reage às perguntas. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato. persuadir. Para tanto. gravar no cérebro e memorizar. É geralmente utilizada com testemunhas. etc.). perceber o que está acontecendo. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. Para tanto. para depois. ela se situa como uma atividade auxiliar. compleição física. identificando as situações em que a medida é cabível. Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. deve manter o “sangue frio”. é também útil nas investigações de fatos subjetivos. O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). A entrevista. interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos. etc. voz. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. equipamentos e petrechos). armas e calibres. tais como opiniões.

: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências. poderemos ter uma sub-raça.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão. recomendam-se exercícios em aula. acarretando problemas de natureza física. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R. A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento. Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). Por isso.G. N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. com as subseqüentes gerações de usuários. Encaminhar relatório à DELESP/CV. mental ou social. Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor. o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias. CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo. Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil). QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 .

em virtude de uma dose excessiva de calmantes. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos. podendo sofrer a overdose. Em 1914. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. em muitos lugares no mundo. TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. falha e acaba parando. Fugir do tédio. resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente. 64 . IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. com o uso regular. Em 1903. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. Demonstrar independência ou hostilidade. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. média de 30 comprimidos por dia. de overdose em barbitúricos. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. para sentir o mesmo efeito. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. o seu consumo foi proibido. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva. a pessoa enrola a língua. Morreu em 1970. com isso. o organismo necessita de doses cada vez maiores. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. podendo chegar à morte. •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. etc.000 comprimidos.Há mais de 8. cigarros. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS. Até hoje. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses. aos 36 anos. insegurança. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. Ter novas experiências. DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. O coração passa a bater fora do ritmo. CONVULSÕES: Durante a crise. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. doces. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. revira os olhos. a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro. o cérebro já não consegue controlar o coração. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. com isso. heroína. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. com isso.000 anos atrás o ópio (morfina. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos. •DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas.

aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. a pessoa não tem cansaço e nem fome. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. náuseas. já na cultura muçulmana. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento. •DROGAS DEPRESSORAS:. Ex: inalantes. ela sofre a síndrome de abstinência.Que reduzem a atividade mental. diarréia. segue-se a participação fundamental da família. mas também as novelas e os filmes. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. para associar o uso do fumo e do álcool com beleza. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. a dependência física. vômito. tranqüilizantes. causando fortes dores de cabeça. vômitos. LSD. sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras. Culpa seus problemas. perdendo o interesse pelo sexo. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício. heroína. cafeína. coração e no cérebro. cocaína. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA . riqueza e etc. que só funciona normalmente sob efeito delas. sucesso profissional.DEPENDÊNCIA FÍSICA . sonolentas. mas para a sua família e sociedade. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. Ex: cocaína. Diminui a atividade do sistema nervoso.É quando o organismo sente a falta da droga. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. nicotina. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. pois o organismo adquire tolerância. para justificar os seus momentos de excesso. MACONHA. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. Ex: LSD. todos os dias. álcool. desentendimento familiar e etc. ILÍCITAS: Maconha. dependendo da droga e do tempo de uso. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas. abandono progressivo do trabalho. medicamentos. pode causar ainda. sedução do sexo oposto. força. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). No Brasil é uma droga lícita. calmantes. cirrose e pode levar a morte. Como o viciado tem medo dessa síndrome. levando a síndrome de abstinência. crack. a pessoa passa a ter insônia. azia. o álcool é proibido. 65 66 . ficando impotente sexualmente. ÊXTASE. de algum tipo de bebida alcoólica. Fase do usuário freqüente ou habitual. ele causa problemas no fígado. Compulsão ou intenso desejo de beber. As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. convulsão. rouba. anfetaminas. violenta diarréia. com faltas freqüentes. inalantes. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. se prostitui. não controla o consumo. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. ecstasy. hemorragia digestiva. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. por coma alcoólico. crack. emagrecimento. Pensa que o vício nunca o atingirá. mata. cigarros de tabaco. cólicas intensas. DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. são aquelas que deixam as pessoas calmas. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. São as drogas perturbadoras. Fase do usuário ocasional. Fase do usuário dependente. como brigas com a (o) namorada (o). utilizam não só a propaganda. causando assim.

palidez. cola de sapateiro. Ex.700 substâncias tóxicas. perda do autocontrole. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. estar com um cigarro na mão. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO . por doenças decorrentes do uso do cigarro. fala emboladas. sendo que 60% dos fumantes são homens. inflamações nos brônquios e traquéia. náuseas. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo. gasolina. pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. no Brasil é proibido.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. vômitos. perturbações auditivas e visuais). ataques epilépticos. ingere mais de 4. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. depois vem o estado de depressão (desorientação. congestão. esmaltes. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. fumada como cigarro. laringite. o pior é que tem gente que acha o máximo. não faz mal. só perde para o álcool.: lança-perfume. éter. morrem por ano no Brasil 80. O lança-perfume. mas nem imagina que.FUMO: desde o descobrimento das Américas. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. a cada tragada. 1/4 da população brasileira são fumantes. diarréia). causando dor de garganta e tosse crônica. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. acetona. alcatrão. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. sonolência. tais como: nicotina. é uma droga desmotivante. o fumo já era utilizado pelos índios. removedores. causando euforia e excitação. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade. muitos pensam que por ser uma droga natural. passando por processos alucinógenos (delírio. o suicídio. mas estão enganados. danos irreversíveis no cérebro. tonturas. EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões. danos nos rins. que são encontradas na fumaça do cigarro. causando à perda de consciência e a amnésia. INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. já na Argentina ele é permitido. arsênico. hemorragias nos pulmões. inicialmente indo para o sistema respiratório. Segundo dados da OMS. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda. corantes. monóxido de carbono. diminui 68 . com isso. dores de cabeça e no peito. fluido de isqueiro. etc. alucinações. anemia. tintas vernizes. clorofórmio.

pó de mármore. mas pela alta concentração de THC. pó de gesso. depressão. de trabalhar. de relacionar-se com a família. que dura em torno de 15 minutos. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito. a pessoa pode ter infartos cerebrais. aspirina. bem como o desinteresse por tudo. eles são mais intensos. pó de giz e diversos outros produtos. sal. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. ou seja. amido de milho. ele pode matar. com febre muito intensa seguida de morte. convulsões. desânimo. podendo ser batizado. HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha.acentuadamente a vontade de estudar. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. se transforma em um pó branco. roubar e se prostituir para conseguir a droga. força e poder. Depois vem a ansiedade. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. seus efeitos são praticamente os mesmos. Que é feita a partir da planta da maconha. tristeza. pois dá a sensação de bem estar. cansaço. 69 70 . misturado com talco. Por ser uma droga derivada da maconha.

mas causa também a insuficiência renal. depressão e convulsões. podendo levar a morte. ele pode gastar com o seu vício. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. ou mais. debilita o organismo. emagrece acentuadamente. produzida na EUROPA. alguns fumam até mais. porém muito mais rápido e intenso. é cinco vezes mais forte. ECSTASY É uma droga sintética. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. Tendo como princípio ativo o MDMA. Causando: irritabilidade. depressão e paranóia. que dura pouco tempo. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. levando a dependência. ele vai matar. O usuário de crack vive em média seis meses. 71 72 . hepática e cerebral. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. ataques de pânico. É mais barato que a cocaína. produz um aquecimento no organismo e.CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. cerca de três mil reais por mês. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. tem este nome. com isso. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína. mas o seu efeito. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. fará qualquer coisa. aumentando o consumo rapidamente.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
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RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
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N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
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II . mediante a utilização de veículos. no âmbito de suas circunscrições.CV. § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I . bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas.segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes. segurança pessoal e cursos de formação. composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada.empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. IV . cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão.curso de formação – tem por finalidade formar. § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão. ocupantes de cargo da carreira policial do DPF.transporte de valores – consiste no transporte de numerário. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. controle. III .vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. IV . Art.Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva.DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal. bem como a participação em atividades externas de fiscalização. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho. especializar e reciclar os vigilantes.546/95-MJ e 2. 1. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I . III . escolta armada. com as alterações posteriores. no âmbito de suas circunscrições. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria. comuns ou especiais.Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada . regulamentado pelas Portarias nº.494/04-MJ. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada .crescimento sustentado em todas as áreas do negócio. serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial. Art. compostas por.DELESP e Comissões de Vistoria .vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos.plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário.escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores. § 1º As Comissões de Vistoria.CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF.empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas. bens ou valores. urbanos ou rurais. II . CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 . autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores. V . sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP. públicos ou privados.CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. responsáveis pela execução das atividades de segurança privada. IV . especialmente na análise de procedimentos recebidos. com a finalidade de proteger os bens patrimoniais. III . no mínimo. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. responsável pela regulação.Delegacias de Controle de Segurança Privada . coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada. II . registrados no DPF. transporte de valores. 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I . presidido pelo Diretor-Executivo do DPF.Comissões de Vistoria .

DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art. conforme disposto no art. no mínimo. c) dependências destinadas ao setor operacional. devendo o local. Parágrafo Único. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo. eletrônicos ou de filmagem. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. II . e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. sob laje. Requisitos de autorização Art. 02 (dois) veículos comuns. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. e manter sob contrato. dotado de sistema de comunicação. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. com um único acesso. no entanto. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. II . b) dependências destinadas ao setor administrativo. 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. 81 Certificado de Segurança Art. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros.possuir capital social integralizado mínimo de 100. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . § 1º Aprovadas as instalações físicas. obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I . comprovadas mediante certificado de segurança. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. Art. 82 .apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. IV .realização de vistoria. 102 desta portaria.comprovar o recolhimento da taxa correspondente. com sistema de comunicação.000 (cem mil) UFIR. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. prevista no art. reforçada com grade de ferro.comprovar a posse ou a propriedade de. conforme disposto no art. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III. No caso das outras instalações.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial. o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. devidamente habilitados. § 1º A comprovação. III . com porta de ferro ou de madeira. III . 05 (cinco) armas de fogo. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. 7º desta portaria.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança.possuir instalações físicas adequadas. V . 6º desta portaria. funcionando ininterruptamente. ficando. no entanto. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. no máximo. administradores. devendo: I . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. por parte da empresa. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos. assim consideradas aquelas onde estão guardadas.prova de que os sócios. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. II . dependerá de autorização prévia do DPF. dotada de fechadura especial.contratar. construído em alvenaria. somente.

certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. diretores e gerentes. estadual e municipal. XII .cópia da Carteira de Identidade. de frente. IX .memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. VI .declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. VIII . o encaminhará ao DiretorExecutivo. que. dirigido ao Superintendente Regional.000 (cem mil) UFIR. 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa. em especial da fachada. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado.cópia dos documentos de posse ou propriedade de.fotografias coloridas dos veículos. e Eleitoral. diretores. § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá. no mínimo. costas e lateral.§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. § 7º Na hipótese de reprovação.fotografias das instalações físicas da empresa. contendo nome e logotipo da empresa. XIV . devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente. logotipo da empresa. acompanhado de fotografias. XIII . 83 .certidões negativas de débito do FGTS. traseira e do sistema de comunicação veicular. 8º Para obter autorização de funcionamento. V . anexando os seguintes documentos: I . X . § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. identificados e padronizados. administradores. coloridas. da Previdência Social. § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. relativamente aos sócios. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. onde houver. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. relativamente aos sócios. gerentes e sócios. mencionando apito com cordão. em 10 (dez) dias. XI . se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. Militar dos Estados e da União. IV . demonstrando o nome e logomarca da empresa. obrigatória e previamente. II . da frente. notificando-se o interessado da decisão. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. III . Estadual. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. VII . setor operacional e do local de guarda de armas e munições. plaqueta de identificação. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. lateral. dotados de sistema de comunicação. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal.

Art.existência de dívida fiscal. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano. Art. mencionados no art. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação.U. § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e. V . como sócio.os documento previstos nos incisos I. V . fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes. depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV.O. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV .proprietários da empresa. considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo. visando a obter as seguintes informações: I . 11. IV . a DELESP ou CV.atividade econômica exercida anteriormente. VI e VII. § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. a extensão. ao Diretor-Executivo. diretor.eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. III . administrador ou proprietário. caso possuam.origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida. a partir da data de sua publicação no D. Art. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. 10. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento. para decisão. tributária.. das munições e dos veículos utilizados. encerrada ou extinta. encerrada ou extinta. em todos os casos previstos nesta portaria. § 2º Analisadas as informações obtidas. VI .certificado de segurança válido. as quais. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias.outros esclarecimentos considerados úteis. II . posteriormente. Processo de revisão de autorização 85 86 . das armas.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada. V. III . II . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. IV. poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido. § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. 8º desta portaria. III. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. serão. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade.relação atualizada dos empregados.

b) dependências destinadas ao setor administrativo. 13. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. e manter sob contrato. 02 (dois) veículos especiais. com rapidez e segurança. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. administradores. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP. eletrônicos ou de filmagem.comprovar a propriedade de. obrigadas a proceder conforme o art. As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. que fará comunicação à CGCSP. c) dependências destinadas ao setor operacional. dotada de fechadura especial. Art. com um único acesso. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. construído em alvenaria. no mínimo. com porta de ferro ou de madeira. com os dispositivos de segurança necessários. no entanto. IV .autorização em vigor. Atividade Art. 12. somente.contratar. g) alarme capaz de permitir. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. i) sistema de comunicação próprio. 14. h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. dependerá de autorização prévia do DPF. 15. sob laje. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . II . comprovadas mediante certificado de segurança. funcionando ininterruptamente. por parte da empresa. 5° desta portaria. no mínimo. § 2º A comprovação. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. O exercício da atividade de transporte de valores. ficando. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições.possuir instalações físicas adequadas. 87 .prova de que os sócios. reforçada com grade de ferro. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. dotado de sistema de comunicação. 88 Requisitos de autorização Art. III . § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores.000 (cem mil) UFIR. Art. V . e) garagem exclusiva para. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo.possuir capital social integralizado mínimo de 100.

consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. 1. 17 desta portaria. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. V .264/MJ. e alterações posteriores. coloridas. Após a vistoria do veículo especial.cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. de 29 de setembro de 1995. Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. § 7º Na hipótese de reprovação. § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. tendo validade de 01 (um) ano.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. incluindo sistema de comunicação. § 2º A DELESP ou CV. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. Art. 19. Art. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório.documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso. 17. bem como em regulamentação do Comando do Exército. 16. II . § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado. traseira e do sistema de comunicação veicular. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. quando da primeira expedição. 90 Certificado de Vistoria Art. de frente. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. lateral. horário e local em que 89 . § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso.fotografias dos veículos especiais. III . IV . o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. 18. cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado. Certificado de Segurança Art. dirigido ao Superintendente Regional. o encaminhará ao Diretor-Executivo. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. conforme estabelecido nos arts. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. comunicará ao interessado a data. que. 6º e 7º desta portaria. § 1º Aprovada a vistoria. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. por veículo. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. em 10 (dez) dias. devendo anexar: I . após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial.será realizada a vistoria.

declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. II . acompanhado de fotografias coloridas. Militar dos Estados e da União. IX . V. da frente. As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. 22. das armas. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. caso possuam. XI . 20. IV . no mínimo.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. e Eleitoral. Processo de revisão de autorização Art. Estadual. estadual e municipal.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. costas e lateral. VI e VII. Para obter autorização de funcionamento.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. em especial da fachada. logotipo da empresa. de frente. VIII . relativamente aos sócios. 21. contendo nome e logotipo da empresa. III . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. V .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. administradores. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. 92 .certidões negativas de débito do FGTS. VI . 20 desta portaria. diretores.cópia da Carteira de Identidade. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. identificados e padronizados. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. assim como pela Justiça Federal.Processo de autorização Art. plaqueta de identificação. anexando os seguintes documentos: I . XIII . Para obter a revisão da autorização de funcionamento. 91 X .cópia dos documentos de propriedade de. IV .fotografias coloridas dos veículos especiais.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. traseira e do sistema de comunicação veicular. II .relação atualizada dos empregados. XIV . onde houver. Art.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. instruído com: I . das munições e dos veículos especiais utilizados. gerentes e sócios. demonstrando o nome e logomarca da empresa.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. VII . XII . lateral. setor operacional e do local de guarda de armas e munições.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. III. relativamente aos sócios. IV. dotados de sistema de comunicação. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. mencionados no art. mencionando apito com cordão. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. V .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. III .certificado de segurança de segurança válido. Polícia Federal. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.os documentos previstos nos incisos I. da Previdência Social.000 (cem mil) UFIR. diretores e gerentes.fotografias das instalações físicas da empresa.

Art. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. embarcações ou outros veículos. isto é. observando o procedimento previsto nos arts. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis. Parágrafo único. 23. por ocasião do embarque e desembarque dos valores. quer seja aéreo. 17 e 18. 26. por mais de uma modalidade de veículo. fluvial ou por qualquer outro meio. a qualquer título. e a eventual reativação. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. no mínimo. a extensão.000 (vinte mil) UFIR. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea.utilizar. Art. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. As empresas de transporte de valores. 27. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores. Art. Atividade Art. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte. As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. devendo: I .§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. IV . todos com extensão em transporte de valores.000 (sete mil) e inferior a 20. Art. conforme o caso. 24. já incluído o condutor. sempre com a presença de.adotar as medidas de segurança necessárias. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação. Art.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20. poderá ser utilizado veículo comum.observar as normas da Aviação Civil. § 2° No caso de desativação temporária. de sua posse ou propriedade. de seus veículos especiais. No transporte de valores de instituições financeiras. as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si. observando-se o procedimento previsto nos arts. II . 17 e 18. Parágrafo único. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal.000 (vinte mil) UFIR. Art. junto às aeronaves. fluvial ou por outros meios. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. 28. § 1° A desativação do veículo especial. no mínimo. 25. a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado. III . 29.

contendo nome e logotipo da empresa. Atividade II . de frente.Art. Para obter autorização de funcionamento na atividade.comprovar a posse ou propriedade de. III . As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. por veículo. Art. e manter sob contrato. IX . b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. VI .os previstos nos incisos I. VII . anexando os seguintes documentos: I . §2° Os vigilantes deverão estar com a formação. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. todos especialmente habilitados. 33. dotados de sistema de comunicação. Processo de autorização Art. 96 . a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade. 30. 95 Art. VIII . VI. plaqueta de identificação. já incluído o condutor. V. III. c) ser identificados e padronizados.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. 02 (dois) veículos.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. das munições e dos veículos utilizados. 32. logotipo da empresa. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. IV . no mínimo. O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF.contratar. 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa. lateral. os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso. III . no mínimo. mencionados no art. 31. identificados e padronizados. V .relação atualizada dos empregados. IV. VII e XIV.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. o logotipo e a atividade executada pela empresa. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes. das armas. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. mencionando apito com cordão. §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada. 8º desta portaria. com inscrições externas que contenham o nome.fotografias coloridas dos veículos pela frente. costas e lateral. Parágrafo único. a critério do contratante. acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. traseira e do sistema de comunicação veicular. II .

obrigatoriamente. deverão comunicar a operação. anexando os seguintes documentos: I . Atividade Art.DPRF.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. às unidades do DPF e do DPRF. Art. IV . Art. II . As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem. A execução da escolta armada iniciar-se-á. 40. no exercício das atividades. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. previamente. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. Os vigilantes deverão estar com a formação. mencionados no art. Para obter autorização de funcionamento. V. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública.relação atualizada dos empregados. II . III .possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. transitar por outras unidades da federação. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal . VII e XIV. 39. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. obrigatoriamente. 37. III. 41. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão. 35. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. 34.os previstos nos incisos I. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. §2°. dependerá de 98 . A execução da segurança pessoal iniciar-se-á. O exercício da atividade de curso de formação.Art. 8º desta portaria. 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. visível ou não. Processo de autorização Art. e manter sob contrato. das armas. com logotipo. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. §1°. VI. previamente. deverão comunicar a operação. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. das munições e dos veículos utilizados. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. 36. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. Art. 38. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. IV. estabelecido pela empresa. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria.contratar.

onde houver. comprovadas mediante certificado de segurança.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. II . estadual e municipal. sob laje.certidões negativas de débito do FGTS. somente. g) sala de instrutores.possuir capital social integralizado mínimo de 100. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar. Militar dos Estados e da União. 03 (três) salas de aula adequadas. com um único acesso. 42. sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I . as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. eletrônicos ou de filmagem. II . Para obter autorização de funcionamento. conforme estabelecido nos arts. f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. e Eleitoral. b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. Certificado de Segurança Art. diretores. A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança.pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete. Estadual.possuir instalações físicas adequadas.comprovar a idoneidade dos sócios. construído em alvenaria. IV . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica. gerentes e empregados. Parágrafo único.distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo. às atividades de curso de formação. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. com igual número de raias sinalizadas. anexando os seguintes documentos: I .000 (cem mil) UFIR. com porta de ferro ou de madeira. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. III .cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. III . dotada de fechadura especial.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. da Previdência Social. § 1º Possuindo estande de tiro próprio. e) no mínimo.autorização prévia do DPF. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. Processo de autorização Art. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. 6º e 7º desta portaria. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula. funcionando ininterruptamente. possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes. administradores. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana. policial ou clube de tiro. 100 . 43. II . III . reforçada com grade de ferro.

em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. 45. anexando cópia da Carteira de Identidade. caso possuam.utilizar somente armas e munições de sua propriedade. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem. 102 Processo de revisão de autorização Art. VI e VII mencionados no art. As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada.fotografias das instalações físicas da empresa. II .certificado de segurança válido. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. 101 . VIII . policial ou clube de tiro.matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. VI . Para obter a revisão da autorização de funcionamento. se for o caso. III. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada. relativamente aos sócios. VI . IX . 46. Atividade Art. X . documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. diretores. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. administradores. desta portaria. das salas de aula. IV . III . a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados.IV . das armas. II . XI . do local de guarda de armas e munições.manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes.prova de que os sócios. pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. bem como os respectivos certificados para registro. IV. com as exceções previstas nos arts. em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão. VII . extensão ou reciclagem. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. 43 desta portaria.000 (cem mil) UFIR. 51 e 74. instruído com: I .informar ao DPF. parágrafo único.relação atualizada dos empregados.informar ao DPF.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar. em especial da fachada. 44. 109. Art. das munições e dos veículos utilizados.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. 109. XII . V.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados. se houver. gerentes e sócios. III .cópia da Carteira de Identidade.informar ao DPF. IV . As empresas de curso de formação deverão: I . as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. V .relação dos instrutores. encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada.os documentos previstos nos incisos I. V . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.

Os líderes classistas mencionados neste artigo.VII . Art. vedando-se. no prazo de 10 (dez) dias. após devidamente registrados pela DELESP ou CV. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. cuja falta impedirá os registros. comprovadas mediante certificado de segurança. A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. em até de 48 (quarenta e oito) horas. 54. no caso. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional. IV . Art. mediante autorização. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares. extensão ou reciclagem de seus vigilantes. a 103 quaisquer pessoas interessadas. Parágrafo único. 52.utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. 48. Parágrafo único. as munições que irão substituir as que serão utilizadas.comunicar.possuir instalações físicas adequadas. Art. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. Não serão autorizados os cursos de formação. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. Art. II . Art. Parágrafo único. observando-se: 104 . 53. informando ao DPF sua utilização.exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores. 51. Art. Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV. que deverão conter os dados de identificação do vigilante. conforme normatização específica do DPF. com uso de armas e munições de propriedade destas. 49. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais. III . II . o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso. no caso. Parágrafo único. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria.comprovar que os administradores. III . Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida.sejam utilizadas na formação. Art. diretores. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes. inclusive.obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas. desde que: I . que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. 47. vedando-se. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional.adquiram. Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art. 50. o período de duração e a carga horária. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas.

Processo de autorização Art. se houver. mencionando apito com cordão. 6º e 7º desta portaria. conforme estabelecido nos arts. IX . estadual e municipal. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. XII . traseira e do sistema de comunicação veicular. Art. Os requisitos do inciso IV. devendo. Civil ou empresa de segurança privada. IV . alíneas “a” e “b”. 57. As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. plaqueta de identificação.cópia da Carteira de Identidade. do vigilante devidamente fardado. lateral. 105 106 . observados os termos do art.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança. poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. nesta hipótese. 05 (cinco) armas de fogo. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. II . Para obter autorização de funcionamento. manter o referido armamento em cofre exclusivo.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. VI . Certificado de Segurança Art. VIII . Art. Parágrafo único. em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições. logotipo da empresa. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. porte das instalações e sua localização. onde houver. da frente. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. 56.a) dependências destinadas ao setor operacional. c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. V . 56. As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. de corpo inteiro.fotografias das instalações físicas da empresa. tais como número de vigilantes. dos Estados e da União. XIII . Militar. anexando os seguintes documentos: I . Estadual. III . acompanhado de fotografias coloridas. b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. ficando dispensados no caso de possuir. conectado com a unidade local da Polícia Militar. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. e Eleitoral. se houver veículos especiais. dotado de sistema de comunicação. costas e lateral. no máximo. de frente. 55. VII .cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. extensão da área.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. 58.fotografias coloridas dos veículos especiais. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança.

devendo. desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio.a quantidade e a disposição dos vigilantes.os documentos previstos nos incisos I. V .alarme capaz de permitir.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. IV .relação atualizada dos vigilantes. III . as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. em qualquer caso. contudo. 62. III. se exigível. área. III . § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. instalações e encaixe. devendo. II . identificação ou captura. 24 a 28. 61. das armas. instalação e manutenção. instruído com: I . da mesma instituição financeira. § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts.certificado de segurança válido. com rapidez e segurança. 60. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. 59.Processo de revisão de autorização Art. sob a responsabilidade de empresas idôneas. das munições e dos veículos especiais utilizados.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento.equipamentos hábeis a captar e gravar. II . de forma imperceptível. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 . IV . que abrangerá toda a área do estabelecimento. Art. A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. permitindo sua perseguição. IV. sua localização. constando: I . adequadas às peculiaridades do estabelecimento. e o seguro de vida dentro do prazo de validade. § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. Os vigilantes deverão estar com a formação. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias. integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança. 57 desta portaria. Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança.artefatos que retardem a ação dos criminosos. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. bancário ou não. Parágrafo único. ou contratar empresa especializada. observadas as Atividade Art. assim como das residências de seus sócios ou administradores. comunicação com outro estabelecimento. V e XIII mencionados no art. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança. autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. a extensão ou a reciclagem. ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art. empresa de segurança ou órgão policial.

em 10 (dez) dias. 69.a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. integram a sua área e deverão possuir. dirigido ao Superintendente Regional. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. Art. ostensivos e com coletes à prova de balas. quando contíguas às agências e postos bancários. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. a aprovação de seu plano de segurança. VI . Art. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. pelo menos.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. o qual expedirá a respectiva portaria. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso. V .cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança. consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação. IV . deverá ser efetuado conforme o art. que terá validade de 01 (um) ano. Art. instalação e manutenção do sistema de alarme. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. 63.descrição de toda a área do estabelecimento. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil. II . devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. Art.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. As salas de auto-atendimento. 63 desta portaria. 68. caberá recurso. III . Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. 64. ostensivo e com colete à prova de balas. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. a ser utilizado em casos excepcionais. conforme o caso. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial. será o mesmo submetido ao Superintendente Regional. Processo de análise do plano de segurança Art. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados.cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição. O transporte de numerário. 65. quando necessária a revista pessoal. Art. 66. seguindo o procedimento previsto no art. 63 desta portaria. 67. sob a responsabilidade de empresa idônea.os projetos de construção. 01 (um) vigilante armado. 109 Execução dos planos de segurança Art. 25 desta portaria. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. devendo anexar: I . local de guarda de numerário. indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais. em caso de renovação. 110 . podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. de sua circunscrição.

uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas. dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. 112 .65 mm.65 mm.380 "Short" e 7. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. neste caso. 16 ou 20. no mínimo. para cada veículo especial adquirido. em caráter excepcional e individual. e as demais empresas de segurança privada poderão. com 03 (três) cargas de munição correspondente. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes. podendo ser solicitadas.Parágrafo único. com exceção das empresas de curso de formação. bem como material e petrechos para recarga. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX). sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. adquirir carabinas de repetição calibre 38. § 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. excepcionalmente. 70. conforme as características da área vigilada. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. Os requerimentos de aquisição de armas. munições. § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. em procedimentos separados. § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. conforme a autorização que possuir. de revólver calibre 32 ou 38. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . Art. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. e pistolas semi-automáticas calibre . munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. somente serão autorizadas as aquisições de armas. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo. 72. espingardas de uso permitido nos calibres 12. § 7º As empresas de transporte de valores deverão. § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada. munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias.380 "Short" e 7. além de algemas. poderão ser solicitadas. quando em efetivo serviço. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. 04 (quatro) espingardas calibre 12. além do previsto no § 1º deste artigo. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. cassetete de madeira ou de borracha. 71. 111 Requisitos para aquisição Art. ainda. até 10 (dez) armas. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. autorizar.

Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas. 73.00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. subtraído do total o estoque remanescente da requerente. 77. As empresas de segurança especializadas.20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV. quando necessário. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea.tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros. Art. Parágrafo único. 113 Art.III . Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores. inservíveis ou imprestáveis. exceto as empresas de curso de formação. Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. Art. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir. de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. Art. de acordo com o calibre respectivo. observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I . Art. Em se tratando de primeira autorização. II . multiplicada por 1.65 mm. Art. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições. limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição. de acordo com o tipo de calibre antes descrito.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. 80.sejam adotadas as providências previstas no art.revólveres calibre 38. 74. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. 76. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem.380 "short" ou 7. 79. situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. desde que: I . 114 . pistolas semi-automática . reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. munições ou coletes à prova de balas. e as características da área vigilada. Art. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. II . 93 desta portaria. 75. no mínimo. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações. Art. Parágrafo Único. constante de cada anexo desta portaria. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas). até 6 (seis) meses após os fatos. logo após o recebimento da autorização respectiva. 78. Parágrafo único.a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima. por turno de trabalho.

contendo o número de vigilantes. Parágrafo único. equipamentos e materiais para recarga.relação alusiva aos incidentes de roubo. local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. extravio. incluindo calibre. número e data de emissão da nota fiscal. tais como estojo. o local ou posto de serviço onde estão situadas.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. III . § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança.relação atualizada dos vigilantes. calibre. número e data de emissão da nota fiscal. 115 . número no SINARM. CNPJ e endereço. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. 82. informando a quantidade e especificações das armas e munições. incluindo espécie. § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. 70 desta portaria. II . IV . ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. § 1º Além da documentação acima relacionada.quanto ao livro de registro e controle de armas. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. podendo utilizar sistema informatizado. número de série e número de registro no SINARM. no máximo. marca. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. em vigor há. espoleta e pólvora. munições. e coletes à prova de balas. dados do fornecedor. quantidade consumida e total. dados da arma adquirida. estoque anterior. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. e histórico de ocorrências. quantidade adquirida.Art. número de série. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. 80 desta portaria. observando-se o disposto no art. incluindo razão social. em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. observando-se: I . II . perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. projétil. anexando os seguintes documentos: I . bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. marca.cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. munições. V . IV . As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições.quanto ao livro de registro e controle de munições. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. especificando a natureza e a quantidade. dados do fornecedor. III . que será verificado pela DELESP ou CV.os termos de abertura e encerramento. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. e histórico do consumo e utilização. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. CNPJ e endereço. dados da munição adquirida. descrevendo o calibre. 81. 83. Art.numeração e rubrica das folhas. 06 (seis) meses. incluindo razão social. 84. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. furto. Art. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. Somente será autorizada a aquisição de armas. anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art.relação das armas e munições que possui.

e histórico de ocorrências.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. do Comando do Exército. V . incluindo calibre. incluindo espécie.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação.documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes.quanto ao livro de registro e controle de armas. Art. publicada em D. dados do fornecedor. dados da 117 munição adquirida. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. contendo CNPJ. A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo. calibre. bem com os materiais de recarga. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos.I . III . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. perda e recuperação de armas. II . estoque anterior. observando-se: I . extravio. o procedimento previsto no art. dados da arma adquirida. número de série.cópia da portaria de cancelamento da empresa. número e data de emissão da nota fiscal. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. 84 desta portaria. 85. quantidade adquirida. ainda. 86. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. III . 83 desta portaria. que será verificado pela DELESP ou CV. II .comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação. e histórico do consumo e utilização.relação alusiva aos incidentes de roubo. CNPJ e endereço.quanto ao livro de registro e controle de munições. número de série e número de registro no SINARM. Art. marca. incluindo razão social.O. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. Além da documentação acima relacionada. firmada pelo seu representante legal. podendo utilizar sistema informatizado. número e data de emissão da nota fiscal. se for o caso. incluindo razão social. anexando os seguintes documentos: I . munições de propriedade da empresa.numeração e rubrica das folhas. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar. mencionando o número de salas de aulas. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. descrevendo o calibre. IV . a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. ainda. dados do fornecedor. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . o procedimento previsto no art. IV . número de série e número de registro no SINARM. razão social e endereço da empresa. marca. II . declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. Parágrafo único. § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar. ou declaração de que não as possui.relação das armas e munições a serem transferidas. III . CNPJ e endereço.relação das armas e munições que possui. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC.U. furto. descrevendo o calibre. IV . § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança.os termos de abertura e encerramento. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. número no SINARM. quantidade consumida e total.

especificando quantidade. providenciando a destinação dos coletes substituídos. descrevendo o fabricante. 119 Art. sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. se for o caso. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV. a requerente deverá solicitar autorização 120 . firmada pelo seu representante legal. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente. com validade de 30 (trinta) dias. extravio.o trajeto do material a ser transportado. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. a data de fabricação. com o prazo de validade previsto no caput. Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. anexando os seguintes documentos: I . ou em outras situações que se fizerem necessárias.relação dos coletes à prova de balas que possui. § 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício.documento de anuência da empresa cedente em negociar o material. com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. especificação e quantidade dos coletes autorizados. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa. 90. 87. a data de fabricação. III . devendo ser anexados os seguintes documentos: I . bem como acompanhadas da respectiva guia. III .relação dos coletes a serem transferidos.cópia da portaria de cancelamento da empresa. 88. para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa. Art. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades. ou declaração de que não os possui. o número de série. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV. quando entre municípios não contíguos. II .a descrição das armas e munições a serem transportadas. 91. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . o número de série. Parágrafo único. prorrogáveis uma vez e por igual prazo.relação atualizada dos vigilantes. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. III . Art. o prazo de validade e o nível de proteção. II .a descrição dos endereços de origem e destino.Art. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições. ou entre municípios de uma região metropolitana. bem com o motivo da necessidade do transporte. o prazo de validade e o nível de proteção. furto. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. 89. perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa. II . razão social e endereço da empresa. IV . Transporte de armas e munições Art. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. descrevendo o fabricante. modelo e nível de proteção. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço. constando CNPJ. que estejam em atividade ou que as tenham encerrado.relação alusiva aos incidentes de roubo. tamanho.

"Kanil Club" ou empresa de curso de formação. Parágrafo único. Comunicação de ocorrências Art. munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro.à DELESP ou CV de origem. em local seguro. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar. as ocorrências de furto. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. no próprio posto de serviço. ou de canil de organização militar. instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional. Art. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. Parágrafo único. O cão. 97. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. 96. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias. quando utilizado em serviço. perda. I . Art.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia. roubo. de "Kanil Club" ou particular. As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços. em seu estabelecimento. por qualquer meio hábil. 93. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. conforme disposto no art. extravio ou recuperação das armas. Utilização de cães adestrados Art. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço.ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. 94. II . salvo fora do horário de atendimento ao público. munições e coletes à prova de balas Art. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. 73. após receber e analisar a documentação referida no § 1°. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido. Art. Parágrafo único.cópia do boletim de ocorrência policial. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. 92. 95. em órgão militar ou policial. 121 CAPÍTULO VII 122 . desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. As armas. Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. II . expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. 98.cópia do registro da arma. Art. contendo logotipo e nome da empresa. III . ainda que não previstos no caput deste artigo.informações sobre as apurações realizadas pela empresa.

em especial da fachada. Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. sendo mantido o prazo de validade original. As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica. será observado o procedimento previsto nos arts. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos. capital social. 8º. O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados. Militar dos Estados e da União. e as demais. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. da Previdência Social. onde houver. bem como do local de guarda de armas e munições. quando referentes à razão social. II . quadro societário. 124 . 102.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. a empresa deverá observar o disposto no art. III .DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art. 100. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa. Parágrafo único. a cargo da DELESP ou CV. 123 § 3º No caso de alteração de endereço. Título de Eleitor e Certificado de Reservista. ainda: I . 6º e 7º desta portaria. a DELESP ou CV. 99. e Eleitoral.cópia da Carteira de Identidade. Art. Parágrafo único. endereço e responsável pelo setor de segurança.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. em especial da fachada. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. na forma do art. Razão social § 1º No caso de alteração de razão social. § 1º. Art. conforme o caso. Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. dos setores administrativo e operacional. As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo. ficando as alterações de sócios. Estadual.cópia do contrato social consolidado ou equivalente. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV. No caso de alteração de endereço. a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. endereço. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS. 101. II . Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor. III . ainda. Polícia Federal. indicando o que se quer alterar e anexando: I . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos. em se tratando de empresas especializadas.as fotografias das instalações físicas. 56 desta portaria.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. devendo-se anexar. apresentando. bem como do local de guarda de armas e munições. IV . Parágrafo único.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. assim como pela Justiça Federal. apresentando as fotografias das instalações físicas. relativamente a este: I .

§ 2º. constando o nome.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4.declaração das Forças Armadas e Auxiliares. com validade de 06 (seis) meses. IV . § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade.apito com cordão. podendo um deles ser terno ou paletó. se houver. 107.as fotografias das instalações físicas. 37. II . Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. acompanhado de fotografias coloridas. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. deverá adotar. costas e lateral. 126 . de corpo inteiro. botas. §1º.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. portos. A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias.plaqueta de identificação do vigilante. plaqueta de identificação. procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. ou da DELESP ou CV. 105. 106. III . do vigilante devidamente fardado. 103. em especial da fachada. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. ou acréscimo de um novo. devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. Art. aplicando-se quanto a estes o disposto no art. II . O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço. 108. 104. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. Art. o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . autenticada pela empresa. 125 III .memorial descritivo das alterações propostas. Art. tais como capacetes. bem como os requisitos do art. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. 103. de frente. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares. aeroportos. do local de guarda de armas e munições. além do uniforme. Art. equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho.000 (cem mil) UFIR.emblema da empresa. Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. em se tratando de empresas de curso de formação. óculos. Art. anexando: I . das salas de aula. usinas. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. logotipo da empresa. observadas as regras de segurança do serviço a ser executado. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço. a requerente deverá juntar. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. cintos especiais e outros necessários. mencionando apito com cordão.II . as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. ainda.

III . realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada. extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art.ter sido aprovado em curso de formação de vigilante. VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). extensão e reciclagem Art. VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII). § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. a ser executado pela DELESP ou CV. comprovados documentalmente: I . exceto o disposto no inciso IV.ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI).ser brasileiro. implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV). escolta armada ou segurança pessoal. sem registros de indiciamento em inquérito policial. V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). VIII . 128 .estar quite com as obrigações eleitorais e militares. extensão ou reciclagem. nato ou naturalizado. § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente. por ocasião do registro do certificado de curso de formação. ll . § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF. São cursos de formação. § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS. V . § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. 109 desta portaria. VII . IV . reciclagem e extensão de vigilante. § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores. Para o exercício da profissão.CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. às expensas do empregador.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. 109. § 1° Para a matrícula nos cursos de formação. III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art. conforme normatização específica. 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I).ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica. que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional. dispensado no caso dos cursos de formação. 110. VI . o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos.ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental.

escolta armada e segurança pessoal. e possuir curso de formação. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. conforme a atividade exercida. será de uso obrigatório pelo vigilante. ou em cópias autênticas. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. § 2º O protocolo do requerimento. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais.CNV . caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. ou através das entidades de classe. As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos. às expensas do empregador. IV . 113. III . 114. destruição. além dos documentos previstos no art. no ato do recebimento da nova carteira. devendo-se anexar: I . furto ou roubo. na forma do “caput”. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. 111. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. extravio.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. Art. restituídos após conferência pelo órgão recebedor. Parágrafo único. 112 desta portaria. A Carteira Nacional de Vigilante . tamanho 2 x 2 cm. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. Nos casos de perda. Parágrafo único. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. antes da data do seu vencimento. para fins de controle e destruição. 112 desta portaria. de fundo branco. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV. de frente. 112. Parágrafo único. Art. § 7º Os cursos de formação.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF. 109 desta portaria. quando em efetivo serviço. revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. Art. 116. 115. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. Art.Carteira de Identidade e CPF. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. sendo estes 129 . colorida. no ato do recebimento da carteira retificada.CTPS. estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. Art. A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período.CNV Art. 130 Carteira Nacional de Vigilante . às expensas do empregador. II .

Direitos Art.porte de arma. São deveres dos vigilantes: I .manter-se adstrito ao local sob vigilância. apenas em serviço. para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada. Assegura-se ao vigilante: I . colete à prova de balas. em procedimento interno. CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art. o envolvimento de seus vigilantes. 117. 120.exercer as suas atividades com urbanidade. devidamente autorizado. através da DELESP ou CV. IV . V . V . não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.cancelamento da autorização de funcionamento. às expensas do empregador. IV . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. Apuração das condutas dos vigilantes Art. VI . III .encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP. observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores. munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. As empresas de segurança privada deverão: I . quando em efetivo exercício. III .portar a Carteira Nacional de Vigilante . escolta armada e segurança pessoal. inclusive armas e munições. quaisquer incidentes ocorridos no serviço.a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação.a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento. VII . assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza.utilizar. ao seu superior hierárquico. adequadamente.prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. IV . nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho.treinamento regular nos termos previstos nesta portaria.proibição temporária de funcionamento. II .apurar.comunicar. feito pelo empregador. II . III . em nível nacional. juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato.seguro de vida em grupo. 119. o uniforme autorizado. II . 118.CNV. probidade e denodo. de 500 (quinhentas) a 5. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 .multa.000 (cinco mil) UFIR.advertência. em especial quanto ao armamento. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I .o recebimento de uniforme. II . quando no exercício de suas atividades.

É punível com a pena de multa. IV .não possuir. 134 Pena de Advertência Art. 133 . DELESP ou CV. II .reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante. em tempo hábil. IV .deixar de apresentar qualquer informação ou documento. Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. para fins de controle ou fiscalização. II . ou equivalente. quando solicitado pela CCASP. VI . a renovação do Certificado de Vistoria. VII . de 1.000 (mil) a 20.advertência.250 (um mil. VI . conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . tais como capacetes.Art. a renovação do certificado de segurança.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço.deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento. 123.deixar de providenciar.alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes.possuir.000 (vinte mil) UFIR. III . II . sem prévia autorização do DPF. cintos especiais e outros necessários.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade.interdição. óculos. botas. É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria. 122. O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades. na forma da legislação vigente. III .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo.deixar de providenciar. CGCSP. V . V . em seu quadro. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.multa. III . duzentas e cinqüenta) UFIR. manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . VII . em tempo hábil.deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. 121.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações. de 500 (quinhentas) a 1. VIII .

dar destinação diversa da prevista no art. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. VIII . XV .exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado. XVI . ou fora do prazo de validade. XVII . extensão ou reciclagem.deixar de encaminhar ao DPF. em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão. coletes à prova de balas. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. jurídica e materialmente.251 (um mil. XIV .VIII . IV . em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso.contratar. os exames de saúde e de aptidão psicológica. em até 05 (cinco) dias após os registros. que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento. a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . IX .deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV. X .permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido. XIII .deixar de encaminhar ao DPF. X . em seu quadro. munições. bem como a quantidade de munição utilizada.não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento. XIII . 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido.deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. V . bem como a quantidade de munição a ser utilizada. III . VII . duzentas e cinqüenta e uma) a 2. XI . como vigilante. para fins de registro profissional.deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço. XVIII . É punível com a pena de multa. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. o seu Certificado de Conclusão do Curso.deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante.exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes.deixar de devolver ao vigilante interessado.alterar o local onde o veículo especial estiver operando. Art.500 (duas mil e quinhentas) UFIR.proceder à desativação ou reativação do veículo especial.possuir. em até 05 (cinco) dias.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante. sem prévia comunicação à DELESP ou CV. ou outros equipamentos.deixar de encaminhar ao DPF.deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação. 28 desta portaria. de 1. para fins de registro .a empresa de curso de formação. em desacordo com o procedimento previsto no art. 136 . VI . bem como a quantidade de munição a ser utilizada. quando devidos.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas. o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço. a relação nominal e a qualificação dos concludentes.deixar de assistir. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem.deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial. XI .exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício.deixar de promover a reciclagem do vigilante. XII . quando solicitada pelo interessado. mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. II . IX . XII . 124. os certificados de conclusão de curso.

III . previstos nos anexos desta portaria. munições ou outros produtos controlados. no mínimo.permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação.XIV .promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina. a qualquer título.utilizar em serviço armamento. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art. munições ou outros produtos controlados em local inadequado. 137 XXVI .realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização. VII . munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. escolta armada e segurança pessoal.adquirir. em seu quadro. VI .utilizar veículo especial ou comum. 02 (dois) vigilantes. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento. de 2.possuir. II . os exames teóricos e práticos.matricular.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. XVIII . e a carga de tiro mínima. XXI . XXV . XXII . contendo nome e logotipo da empresa. fluvial ou por outros meios. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização. sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação.permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço. extensão ou reciclagem. sem prévia autorização do DPF. armas. V . quinhentas e uma) a 5.permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço. IX .negligenciar na guarda ou conservação de armas. XXIV .guardar armas. É punível com a pena de multa. Art. sem a presença de.deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF. em curso de formação.utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes. armas. VIII . em serviço. a qualquer título. reciclagem ou extensão de vigilantes. XVII . 138 .guardar armas. fluvial ou por outros meios.alienar. 25.501 (duas mil. XV . conforme prescrição do art. respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. XX .deixar de aplicar a grade curricular. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias. IV . sem a autorização competente. em serviço.promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina.utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados. munições ou outros produtos controlados.deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação.utilizar veículo especial ou comum. XXIII .exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. munições ou outros produtos controlados. candidato que não preencha os requisitos necessários. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .000 (cinco mil) UFIR. munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. XXVIII . XXVII . 125. 154 desta portaria. XIX .

desta portaria. de armas ou munições que não sejam de sua propriedade. reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa. 33 desta portaria. roubo. parágrafo único. Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 . 126. dentro do prazo de cumprimento da pena. quando em fiscalização. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. sem amparo legal. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. excetuando-se as hipóteses dos arts.X . coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV. II . XIX . 51 e 74. ou em serviço de transporte de valores. É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento. § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar. por alunos e instrutores. extravio ou a recuperação de armas. mediante lavratura de termo de fiel depositário. no prazo de 05 (cinco) dias. XV .utilizar veículos comuns. XXIII . 139 XXII . XI . XIV . XXI . será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento. XVIII . mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV. permanecendo. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa.impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações.dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação. destinados à atividade de escolta armada. ou em desacordo com as regras de segurança necessárias.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF. em seu quadro. ou com a CNV vencida. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores. de qualquer forma. em desacordo com o art. XVII . XVI .declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores. pessoas que tenham condenação criminal registrada. em poder da empresa. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art. III .executar ou contribuir. Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. XII .utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário.permitir a utilização.continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento. munições.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa. 125. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição.possuir.não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego. XX .deixar de comunicar à DELESP ou CV. as armas. pelo período que durar a proibição.permitir a realização de cursos de formação. XIII . reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada. ao DPF.deixar de comunicar furto. como sócio ou administrador. 93 desta portaria. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento.ter na constituição societária. munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. no valor máximo previsto no art. e antes do trânsito em julgado da decisão. que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias. a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores.

nos termos do art. alienar suas armas. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento. espontaneamente. conforme previsto no art. Art. § 2º. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem. no valor máximo previsto no art. Art. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. após a lavratura do auto de infração correspondente. encerrar suas atividades. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias.a contumácia. XXIII. 127. VI . 11 desta portaria. dentro do prazo de cumprimento da pena. contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento. VIII . 129. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. 128.Art. 85 desta portaria. e antes do trânsito em julgado da decisão. contados do trânsito em julgado da decisão. se. necessário à atividade autorizada. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias.deixar de sanar. nos prazos previstos nos arts.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art.000 (cem mil) UFIR. a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada. munições. exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento. 4º. a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas.deixar de comprovar. fundamentadamente. após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. VII . Estadual e Municipal. Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 . III . É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . 125. devendo ser observado o procedimento previsto no art. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade. procedendo-se ao registro no SINARM. e à Secretaria de Segurança Pública. as armas. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos.possuir capital social integralizado inferior a 100. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento. se quiserem. V .102/83 e 120 desta Portaria. contrárias. conforme aprovado pelo certificado de segurança. comunicando o cancelamento. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão. às Receitas Federal. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes. II .seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. coletes à prova de balas e veículos especiais. § 1º e 14. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. 23 da Lei n° 7. IV . 125. contrários.

deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. § 3º No caso de ser aplicada.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. conforme previsto no plano de segurança aprovado. nos termos do art.não obter a aprovação do plano de segurança apresentado.000 (vinte mil) UFIR. notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. injustificadamente. captadas e gravadas pelo circuito interno de TV.dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento.permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado. II . É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . 131. bens ou valores em desacordo com a legislação.dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário. implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art.Pena de Advertência Art. § 2º Na hipótese do § 1°. . conforme previsto no art. III . o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado. 130. quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro.000 (dez mil) UFIR. ensejará o prosseguimento do processo punitivo. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. 7º da Lei n° 7.impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações. IV . III . o cumprimento de notificação da DELESP ou CV. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . II . se reprovado. É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I . Art. e. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . 143 144 II . se aprovado. II . a pena de interdição. 133. com trânsito em julgado. Art.deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo.102/83 e 121 desta Portaria. ou III .permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores.funcionar sem plano de segurança aprovado. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente. de 10.deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar. 63 desta portaria. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. É punível com a pena de multa.000 (mil) a 10. Art. Pena de Interdição Art. 134. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que. quando em fiscalização. III . 132 desta portaria. 132. fundamentadamente. conforme o caso.promover o transporte de numerário.retardar.001 (dez mil e um) a 20.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade. de 1. IV . É punível com a pena de multa.

Art. III . Dosimetria da pena de multa Art. por qualquer meio. da infração.corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção.colaborar. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas.a gravidade da conduta.as conseqüências. III . a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. eficientemente. aplicar-se-á a pena prevista no art. a reincidência será determinada. II . intencionalmente. ainda que potenciais. Contumácia Circunstâncias atenuantes Art.omitir. São consideradas circunstâncias agravantes. III . ainda durante as diligências. serão consideradas: I . § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal. havendo reincidência genérica ou específica.impedir ou dificultar. § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras.a condição econômica do infrator. ocorridas durante o período de 01 (um) ano.a primariedade. 137. a depender do ente infrator. 138. ou 05 (cinco) genéricas. individualmente. 135. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 . Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição. São consideradas circunstâncias atenuantes: I . e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. Na fixação da pena de multa. II . por cada estabelecimento financeiro infrator. Circunstâncias agravantes Art. A reincidência. a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço). 140. 145 Art. dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração.Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. II . § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência. genérica ou específica. a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF. 139. § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. quando não constituírem infração: I . 136. 123 ou 129 desta portaria. enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada.

a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. munições e coletes à prova de balas. Para fins de prova da infração. A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega. realizar fotografias. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros. no próprio auto. iniciando-se: I . Após o prazo da defesa. hora. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. II .O.U. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I . local e descrição do fato. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública. Parágrafo único. contados da publicação da portaria punitiva no D. ou III . Art. indicando o dispositivo normativo infringido. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas. 145. mediante recibo. 143.Art.por meio da ciência. de 23/11/1999. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. inclusive armas.por qualquer outro meio hábil. Art. de uma via do auto lavrado. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. ininterruptos. mediante aviso de recebimento.mediante representação. contados da sua publicação no D. 147 II . qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes. Constatada a prática de infração administrativa. Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. 141. a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data. Parágrafo único. Art. cuja decisão será publicada no D.mediante solicitação da CGCSP. 146. Parágrafo único. Parágrafo único.de ofício. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias. Parágrafo único. 142.U. com ou sem a sua apresentação. O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. Art. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados.O. Art. A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo.873. 9. 144. Art. Para os fins deste capítulo. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento.pelo envio de cópia do auto. 147. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. ao endereço da autuada. de qualquer sócio ou empregado da autuada. ouvida a CCASP. concedendo o prazo de 10 (dez) dias. III . assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. Parágrafo único. para a apresentação de defesa escrita. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro.O.U.

consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada. de transporte de valores. podendo realizar fotografias. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. caso haja. os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia. bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. Art. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social. II . observando-se: I . As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. cientificando o autuado após a decisão final. 148. no prazo de 10 (dez) dias. deverá a DELESP ou CV: I . II . § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. de qualquer modo.Art. 151.comunicar à CGCSP. a DELESP ou CV: I . nocivos ou perigosos ao bem público. e à Secretaria de Segurança Pública. As atividades de vigilância patrimonial. em caso de recalcitrância. III . II . 149. comunicando o encerramento.notificará.instaurar o procedimento penal cabível. através de qualquer forma. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. caberá recurso ao Superintendente Regional. § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados. 152. entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados. arrecadar as armas e munições utilizadas. Estadual e Municipal.notificará o responsável pela atividade.oficiar aos contratantes da empresa encerrada. § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. III . IV . desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. à segurança do Estado e à coletividade. para fins de prova. § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF. Sociedades anônimas de capital fechado Art. ainda. 150 . de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa.a não utilização de nome de fantasia. § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior.deverá. para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. 150. notificando o autuado. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua. às Receitas Federal. III .a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública. Art. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. entregando cópia do auto respectivo. o procedimento instaurado será arquivado.a não utilização de termos contrários. o tomador dos serviços.

n. de acordo com os valores estabelecidos nos arts. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. III . 153. 157. 151 Art. Ficam revogadas as Portarias nº.º 836.2081. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo.º 89. II . 162. de 18/08/2000. 156. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas. 159.br). de 24 de novembro de 1983. V . n. 161. 154.relação de veículos comuns e especiais. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº. que poderá. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . a serem consignados no Orçamento do DPF.Diretor-Geral 152 . Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial.001 Operação do Policiamento Federal. de 15/12/1995. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta).gov. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. dando-se ciência ao interessado. Art. § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. o processo administrativo será arquivado. caso existam. 992. Multas e taxas Art.relação dos postos de serviço.030. Prestação de informações Art. Processos administrativos em geral Art.º 277. contados da ciência da notificação. apresentar novo requerimento. e n. de 13/04/98. Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional.U. 158. de 25/10/95.º 1. deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas.129. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias. no caso de multas. junto à Imprensa Nacional.relação de armas. para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação. IV .relação dos empregados contratados e dispensados. 160. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados.relação de todos os seus estabelecimentos. Parágrafo único.º 76. apresentando mensalmente ao DPF: I . a qualquer tempo.0174. através da Guia de Recolhimento da União – GRU. Art. Art. de 03/03/2005. de 30 de março de 1995 e. n. às expensas do requerente. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada.§ 2º As empresas de que trata este artigo. munições e coletes à prova de balas.O. 155. Art. Art.056. Sócios pessoas jurídicas Art. 14 e 40 do Decreto n. no Programa de Trabalho 06. deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas.dpf.017. 9.