VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

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VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
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A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
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economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
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tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
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• Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. pulseiras com código de barras pelos pacientes. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo. inclusive nos berçários. Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. impressões digitais). Como em todos os locais de vigilância. câmeras nas farmácias. em todos os pontos possíveis. etc. Outro momento crítico é o horário das visitas. íris etc. com o devido registro de dados. médicos. • Instalação de circuito fechado de TV. • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente. onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens.). funcionários.A portaria é o local de acesso ao público em geral. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). seu comportamento maduro. após ser analisada a real necessidade de acesso. Caso perceba tal ação. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . catracas eletrônicas. A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. para “vender” drogas. Sua postura. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. • Banco de dados de funcionários. como por exemplo. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino. O controle do acesso de pessoas. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. com sala de monitoramento 24 horas por dia. desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. funcionários de empresas prestadoras de serviços etc. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. em que a atenção deve ser redobrada. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. A utilização de medidas de segurança. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais. É um auxiliar direto dos educadores. O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais. a espionagens industriais. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. circuito fechado de TV. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. veículos e materiais. podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. portanto. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros. Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante.

sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. circuito fechado de TV. deve ser o mais breve possível e cuidando. controlar e vigiar. conscientizando-se que. a regularidade das instalações. central de comunicação operacional etc. valendo-se do fator surpresa. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. o registro das ocorrências internas. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada. de costas para a rua etc. com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final.invasão de domicílio. munição e colete a prova de balas. A utilização de barreiras perimetrais. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. Ao lado do controle de acesso. a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada. Como exemplo de posto fixo. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. posicionando-se em pontos estratégicos. sala de monitoramento de imagens. botão de pânico. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. o devido zelo com a apresentação pessoal. com ordem judicial. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. Visando complementar a atividade de segurança.) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. clausuras etc. durante o dia. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa. principalmente irregularidade com armamento. de sua própria segurança. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. caso necessite dar informações. instalação de portinholas (passagens de objetos). visitantes. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. o controle da circulação interna. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. clientes e das instalações físicas. para prestar socorro ou. a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 . Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. dentre outras atribuições peculiares à sua função. catracas eletrônicas. Visando não perder a atenção da área vigiada. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. estando sempre comprometido com a segurança.). controles de acesso pela biometria. das entradas permitidas. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. num primeiro momento. sistema de alarmes. pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. de onde o vigilante tem maior campo de visão. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. por trabalhar uniformizado. é um verdadeiro alvo de observação. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. Neste caso. o controle das entradas proibidas.

o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. Portanto.patrimonial. bastão eletrônico. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. em companhia daquele que estiver passando o posto. como por exemplo. De todos os materiais que existem no posto de serviço. se possível. tudo deve ser alvo de observação. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. Visando não receber o posto sem saber a normalidade local. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. como forma de controle. munições e acessórios. rádio transceptor portátil. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. quer seja por 12 . tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. terminais eletrônicos etc. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. lanterna. Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. munições e colete a prova de balas). ser externa. no que tange a seu dever de controle. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. Constituem verdadeiros obstáculos.. verificação dos veículos estacionados. veículos e materiais. de propriedade da Empresa de Segurança. cassetete de madeira ou borracha. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal. pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito. VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. por determinação do órgão controlador. Portanto. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. sensores de presença. Nesse sentido. parágrafo único da Lei Federal 10. para que sejam adotadas as providências pertinentes. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). bem como da observância da circulação interna de pessoas. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. abordagem de pessoas com comportamento suspeito. fiscalização das instalações físicas em geral. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal. pessoas circulando após o término do expediente. 32 ou 38. como por exemplo: relógio-vigia. algemas. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. não podendo. observa-se que o artigo 13. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. pois o furto. nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente. sejam de propriedade do empregador. Não sendo possível. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo.

mesmo as pesquisas indicando que. distribuição adequadas de guaritas. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. sendo. muros. Ex: Identificação pessoal. tirocínio. aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. quer seja pela ação humana. locais visados para o planejamento de ações criminosas. Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. 14 . não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa.cercas. Ex: Pontos elevados. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. ao mesmo tempo. etc. No entanto. denominados de PORTARIA. íris) etc. no perímetro de segurança. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. para inibir. contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. telas. 2) Artificiais . Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação.). BARREIRAS: Representam uma segurança. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. matas. como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. no perímetro de segurança. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação. 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. As barreiras podem ser: 1) Naturais . canalizando as entradas e saídas de pessoas. bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. portinholas (passagem de objetos). tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação.barreiras e equipamentos. sistemas de alarmes. etc. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. vigilância atenta. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. ficando em evidência. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. Ex: Acessos não controlados. incluindo restrição de acesso. dificultar e impedir qualquer ação criminosa. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial. evitando assim o fator surpresa e. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações. obter maior ângulo de visão. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. etc. raciocínio rápido. Sua atuação tem caráter preventivo. A fiscalização. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas. ausência de medidas de segurança etc. por conseguinte. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. corrente. materiais e veículos. montanhas. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. Ex: Barreiras perimetrais. via de regra. veículos e materiais. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. abordagem à distância. circuito fechado de TV. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. catracas eletrônicas. clausuras (espaço entre dois portões. portas giratórias detectoras de metais.rios. que antecedem a entrada de veículos e pessoas. 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. que permitem fácil acesso.

o veículo adentre apenas com o condutor. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. • Anunciar o visitante ao visitado e. alterada pela Lei Federal 9. preferencialmente à distância. • Cumprir às normas estabelecidas internamente. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. clausuras. • É conveniente que. aparelhos de controle com base na biometria.553/68. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia. 16 . de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres.453/97. identidades funcionais etc. antes do ingresso no estabelecimento. Obs. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. mostrando-se atento. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes. • Fazer o devido registro dos dados. caso esteja acompanhada de desconhecido. • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. bem como o comportamento e atitude dos últimos. • Fazer a identificação pessoal. 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador. clientes. muitos desses locais são alvo de invasões. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais. inclusive do responsável pelo recebimento. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização. Por isso. • Nunca julgar as pessoas pela aparência. Obs. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança. procurando obter e confirmar todos os dados e. caso seja autorizado o acesso. • Fazer a abordagem. Obs. fornecedores etc. e mesmo sendo conhecida. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência.: A Lei Federal 5. à distância.organização. da mercadoria que entrou. etc. passaporte. se for necessário. • Fazer a abordagem. visitantes. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. pois tal comportamento garante a prevenção. Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual. • Fazer o registro do entregador.) e treinamento constante dos profissionais de segurança. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. • Verificar a quem se destina.) como também em treinamento de pessoal. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. deve-se agir com maior critério. pela nota fiscal. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado. Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. Botão de Pânico. procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados. etc. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV. nova CNH. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. Ex: RG.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. • Fazer o registro dos dados. reservista. dinâmica e boa capacidade de comunicação.).

Cumprir rigorosamente as normas internas. À segurança cabe impedir a saída de projetos.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. nem ocorra invasão. não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. d) chantagem. deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. é dever. segredo. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. sem justa causa. g) observação (acompanhamento). d) armamento utilizado. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. b) escuta. “Revelar alguém. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. etc. c) numerários. O profissional de segurança. pela natureza de seu serviço. A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento. f) corrupção. 17 . Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. que visa destruir. Métodos de espionagem: a) infiltração. 3. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. identificar o condutor. Portanto. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). principalmente com uso de veículos clonados. O sigilo profissional para o homem de segurança.9. sem a devida autorização. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. e) fotografia. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. Mesmo fora do horário de serviço. de modo que seja aberto o baú. Espionagem Está relacionada com a sabotagem. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa. Basicamente.154. plantas ou quaisquer equipamentos. b) número de elementos que compõe a equipe. antes da abertura do portão. ministério. de que tem ciência em razão de função. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. c) roubo e furto. não é virtude. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. salvo com a devida permissão. ou fato ocorrido. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem. é viável que se determine seu ingresso de ré. 18 Obs. Caso o estabelecimento não disponha de clausura e. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. ofício ou profissão. Pela sua condição de "Homem de Segurança". caso contrário todos devem ser identificados.

conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta.“Falar pouco. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. em todos os momentos. caso ocorra o evento crítico. logo. isto é. de modo a evitar o fator surpresa. que sofrendo uma reação química violenta. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações. • Evacuar o local de forma rápida e discreta. sem causar pânico. estabelecer atividades. 20 . • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. Para tanto. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. com produção de alta pressão e elevada temperatura. Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. instalação de medidas estáticas. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. com a adoção de um plano de abandono. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções. incêndio.). com a participação da equipe. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. acionar a polícia. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. treinamento permanente. ameaça de bomba. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. ouvir com atenção. com a satisfação do usuário final. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física. sem que haja pânico. são qualidades que devem existir em um segurança”. com emprego de equipamentos e táticas adequadas. obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. transforma-se instantaneamente em gás. sem causar pânico. a imparcialidade. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. atue com calma. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos. líquido ou gasoso. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. de forma rápida e discreta. • Agir de maneira imparcial. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. greve de funcionários etc. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos.

abalar a estrutura do poder público constituído. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural. • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. logo. de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. Ministério Público. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho. Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190). Características de uma crise: A crise. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). O melhor a fazer é isolar a área. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira. afastando grupos de curiosos.A. de acordo com a natureza da ocorrência. Nesta situação. roubos a bancos com reféns. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). Ao acionar 190 e 197. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. dentre outras ocorrências de grande vulto. • Não tocar qualquer objeto. o vigilante não deve arriscar sua vida. • Isolar a área. Por se tratar de ações típicas de terrorismo. Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. principalmente aqueles ligados à Polícia. inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas. a fim de assegurar uma solução aceitável. mês. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. evacuar o local e acionar a polícia. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. evitando causar pânico. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta. Gerente. qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. Aeroportos e Shoppings. como Órgão de Segurança Pública. sem suposições). • Acionar as autoridades competentes (G. atos de terrorismo. sobretudo. que exige resposta especial da Polícia. podendo se manifestar através de motins em presídios. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. • Compressão de tempo (urgência). • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). cada central de operações saberá. • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. todo objeto passa a ser suspeito. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto. tentativa de suicídio. pois em se tratando de ameaça. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. • Ameaça de vida.T. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. seja estranho ou comum ao local. mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos.E . seqüestros. ou seja. 22 . Justiça.Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem. Embaixadas e Instituições Financeiras. ano e hora em que o fato ocorreu). como situação crucial. exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. Diretor). com quem aconteceu.

24 . cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. virou documento!”. A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. com ameaça de vidas. obter e aplicar. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis. a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. no entanto. sejam medidas de antecipação. assinou . Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. Lembre-se! “Escreveu. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. Considerações legais especiais. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência. e dos setores de inteligência policial. Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. prevenção e/ou resolução. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo. já adotará as providências necessárias. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira.

por essa razão não há como se falar em vida humana. radiocomunicação e telefone. assegurado no artigo 117. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos. sinais sonoros. com dupla função. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. 25 26 . da Portaria 387/06 do DPF. uma vez que nossas expressões faciais. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente.. funções e garantindo maior alcance nas comunicações. Hoje. postura emitem mensagens. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. além das funções mencionadas. sem comunicação. sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe.RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. olhares. transmitir e receber mensagens. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. capacidade. A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante. através de métodos (fala. alcance e recursos. inciso IV. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. Por outro lado. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil.). oferecendo mais recursos. nossos gestos. tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. mímicas etc. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil.

• nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. funcionando inclusive como forma de comando. bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência. cumprimento cordial (bom dia. Independente do padrão adotado pela empresa. que funciona através de ondas magnéticas. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. • Ter o devido zelo com o aparelho. Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. interessado e compreensivo no que ouve. conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. com a designação do nome da empresa. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. antes de iniciar uma transmissão. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. Essa onda traz o sinal elétrico. não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. Ao falarmos. pausada. com uso de antenas apropriadas. • ter sempre relações de telefones úteis. pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. o telefone é um processo elétrico. • utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. com o máximo de abreviações (uso do código Q). como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança. aéreos e aquáticos. nome do atendente. podendo ser interceptado através de grampo. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). 28 . mesmo quando se encontra em operação. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. • falar sempre de forma clara. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). • nunca transmitir informações pessoais. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. Ex: HT. ou involuntariamente por linhas cruzadas. ocorrerá o recebimento da onda portadora. evitando utilização para fins pessoais. através de uma antena. o operador deve escutar por algum tempo. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. mostrando-se atencioso. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. nos deslocamentos. bem como rotinas diárias de quem quer que seja. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. Manter a efetiva disciplina na rede. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. portátil. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. boa tarde. Móveis e Portáteis.

Quebec R .November O . uno. Terceiro. O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes. Ótima.Hotel I . QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA .Yankee Z .Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado. Nono Operações com telefone. devendo sempre que possível codificar as mensagens. nenhum Numerais 0 – Negativo.Papa Q .Oscar T .Índia P .Lima M – Mike (maique) N . Regular. nulo. No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. entrando em vigor em 1 de julho de 1913. 3.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K . escutar. 2. 3. que aconteceu em Londres. Má QTY – Estou a caminho e 1. Péssima. 1. 9. Quinto.Kilo L .Tango U . Sexto.Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. sem utilizar código “Q”. A . O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico. Primo.Uniform V .Zulu 5. 29 30 . Oitavo. meia dúzia. 8. sendo assinada em 5 de julho de 1912. Quarto. Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta. empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional).Alpha J . que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. como uma lista de abreviações. meia.Victor W . por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. Segundo. QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. 7. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local. Primeiro. 5. 2. endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns. o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação.Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H .Juliet S . 4.Romeu Y . Sétimo. Boa. todas começando com a letra “Q”. grato NIHIL (NIL) – Nada. 4. 6.Sierra B – Bravo C .

entre vários. os procedimentos operacionais. Geralmente. 31 32 . é preciso o entendimento de mais um ensinamento. Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. os sistemas de proteção. O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”. Em muitas instalações físicas. Ronda dos Vigilantes. o controle eletrônico da ronda. denominado plano de segurança. determinado no plano de segurança. os sistemas de comunicação (Rádios). o conceito de sistemas de proteção. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância. fazendo inspeções e averiguações. a ronda dos vigilantes. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. são especificadas num documento organizado. os circuitos fechado de televisão (CFTV). estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger. cercas. e constitui-se uma atividade operacional. Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. os controles de acesso. Como exemplo de sistema de proteção. é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. etc. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas.). é necessário que o vigilante saia circulando pela área. etc. tem-se as barreiras físicas (muros. e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança. os alarmes. com objetivos de manutenção do grau de segurança.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. em decorrência do tamanho da área a ser protegida. Geralmente.

Finalmente. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. anotando suas reivindicações. para o contratante dos serviços. além de marcar presença e observar. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). e a gerencia da empresa. Muitas vezes. os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. Em contrapartida. quando acionados. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações. utilizado pelos vigilantes e supervisores. Em seguida. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. ao longo dos trajetos. 12 h. após então. facilitando e padronizando suas atividades.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. circulam pelas áreas e instalações físicas. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. Também nesta função. deverá verificar. poderá existir também a atividade de supervisor interno. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. durante sua ronda. poderá fazer contato com o cliente. como na ronda dos vigilantes. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. 1) é um sistema de proteção. A implantação de postos de vigilância com ronda. Em seguida. a referência será: posto de vigilância com ronda. reclamações sobre não conformidades. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. 24 h. o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas. é a exercida pela supervisão.) em seus postos de serviço. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. Podem também. seja garantido um nível satisfatório de segurança. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). ao longo dos percursos de ronda. etc. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. etc. etc. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda.. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. 34 Ronda dos Supervisores. extremamente robusto. poderá significar racionalização dos recursos de segurança. diurno. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades. permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. atendentes. bastante encontrada nos serviços de vigilância. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . Geralmente. fazer parte de uma força de reação. isto é. com um número reduzido de homens. fechamento de pontos dos vigilantes. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. para a supervisão. devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. Nesta função. locais. situações de anormalidade e não conformidades. Da mesma forma. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. O bastão de ronda (Fig. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. as atividades dos vigilantes nos postos. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. com a função de supervisão. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. Controle Eletrônico de Rondas. circulam pelos postos de serviço. etc. com eventuais economias financeiras. porteiros. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. noturno. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. muitas vezes permitindo que. Muitas vezes nesta função. Artefatos mecânicos. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. o ponto de partida para a implantação desse sistema. também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. Do ponto de vista técnico. dandolhes suporte e orientação. substituição de vigilantes. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”. Os homens de segurança. para ações de intervenção da segurança. ocorrências nos postos. o supervisor rondante. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem. Em instalações físicas com áreas muito extensas.

uma base estatística ao longo do tempo. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. chuva. a hora em que ele esteve lá e. podem ser totalizados e analisados. serão registradas a passagem do vigilante pelo local. período em que algumas funções são executadas. Com a transferência dos dados do bastão para um computador. incluindo os ambientes hostis. juntamente com o registro de data e hora. 2. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda). Ao encostar o bastão no button. 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. Em seguida. trazendo esta atividade para a era da informática. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. assim. . o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). Tais relatórios. com os dados registrados. assim. podendo ser instalado em qualquer ambiente. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. formando. Além da alta resistência mecânica. etc. ele não necessita de alimentação elétrica. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas. lama. com um mínimo de risco de fraudes. através de uma interface (Fig.Button /Chip. Do mesmo modo. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. 3) conectada a ele. e principalmente. devem ser definidos pontos de checagem/controle. 2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. campos eletromagnéticos. traduzindo-se. mais agilidade. em base semanal. ao longo do trajeto da ronda. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. será gravada a identificação (número de série). devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. quem as fez. e a freqüência de determinado evento. com poeira. Com a operação de contato bastão/button.Com o passar do tempo. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. 1. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. que permitem um maior nível de controle. Finalmente. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais. os sistemas mecânicos. 3. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. e consolidados ao final de cada mês. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. incluindo datas e horários. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. o ponto de partida para a implantação desse sistema.4).Bastão de Ronda . O “button” é um circuito eletrônico (chip).

Com característica próxima do sensor passivo comum. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor). Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. a central de monitoramento e os usuários. corredores. botão de pânico. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros. 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. considerados nos processos de segurança. 2. Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. grades. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. associando cada button a um local. Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical. Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas. de acordo. sirene e central de alarme. locais fechados. pois captam calor em movimento. 1. Este sistema geralmente é formado por sensores. 6 com item 3. sem variação de temperatura e movimento.

Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. fachadas. grades. 39 40 . através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). podendo ser do tipo blindado. janelas. através de uma combinação de imãs. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. de embutir e industrial. balcões. fácil de ser utilizado e discreto.questão do disparo. Suas aplicações mais comuns são: muros. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. tais como: portas. aparente. ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. locais altos e longe do alcance das crianças. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. sua utilização esta restrita a esta situação. Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil. movimento e calor. por isso é conhecido como dupla tecnologia. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado. confirmado através de uma senha e contra-senha. alçapão. que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. Ele funciona com fio e sem fio. portões. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos.

. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. sua aplicação mais comum em áreas internas. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas. (o Cérebro do Sistema). Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física. depósitos e outros.. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão. locais com materiais de alta combustão. Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico. Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V. 41 42 . nela são ligados todos os periféricos do sistema. Frigorífico. como por exemplo: Joalherias.Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido.. Lojas de Shopping. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis. Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos.. elemento surpresa no invasor. Exemplo: CPD. cozinhas industriais. através da fumaça.

o operador se apresenta e relata o ocorrido. O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). Backup celular. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. que por sua vez transmite as informações para um computador. tanto no auxilio de operação do sistema. a fim de testar os equipamentos. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. se a resposta do cliente for a correta. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema. Quando um alarme chega na central de monitoramento. 4. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. conectada a um modem. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. se a resposta não for correta. Senha e contra – senha Como sabemos. ponto de referência. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. 5. a comunicação e os procedimentos. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. 3. São eles: Linha telefônica. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . 7. Rádio Freqüência. etc. como em caso de alarme ou pânico. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. telefones úteis. tais como: endereço. senha e contra senha.

e também a Lente Varifocal. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. que são as que trocam as lentes para 4. 12 mm. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. 8. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa.e ou acionamento do botão de pânico. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”. 25 mm. Existem vários tipos de câmeras. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas.8mm. para que a imagem fique mais homogênea. As lentes também variam de tamanho. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. as digitais de boa qualidade. a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. autoíris e íris manual. realiza o procedimento de senha e contra-senha. e não absorve claridade externa. devido o seu tamanho. A Lente Zoom. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente.05 Lux. 4 mm. 9. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. 10. com a diferença de que em caso de alarme real. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos. 16 mm. pois sua lente é fixa. o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras. com a gravação das imagens. assim como. 8 mm. é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem. diminuem o ângulo de visão. 6 mm. Com cerca de 0. que começa com 2. 12 e 25 mm. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco. entre outras. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190. 46 . e a inovação. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. Estas lentes na medida em que aumentam a distância. 8. é possível ver determinados objetos ou pessoas. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema.

foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. pode variar de quatro até oito câmeras. soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. e quando houver movimento naquele local. pois para o público em geral. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada. pois. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. Por essa razão. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem. a de metal e também as blindadas. onde o operador seleciona uma área. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. bancos. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. desembaçador. Por ter todos esses recursos e ser discreta. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. hipermercados. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. ou seja. duoquad. a pequena. uma câmera completa chega a custar US$ 7. data e outros. Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras. Zoom óptico e digital. colocando hora. Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. com Pan-tilt. com a diferença no tempo de gravação. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento.000. Quanto à quantidade de câmeras. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado. e em alguns casos até doze. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. avisando assim o operador.00. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. no tempo de intervalo definido pelo operador. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. ela é muito utilizada em aeroportos. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. devido à perda de imagens. lojas de conveniência e outros. que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local. Outro recurso existente é o detetor de movimento. uma após outra. ou seja. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. além de muitos recursos. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. conforme a instalação. seqüencial e tela cheia. recepção e outros. ela serve para locais internos e pequenos: elevadores.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios.

17” e 29 polegadas. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada. versatilidade. e também em diversos tamanhos 12”. controladores. . mantendo a qualidade das imagens. controle de câmeras móveis (PTZ). conectividade. que é bem inferior para as placas de captura. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. trata. gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. Internet. faz tratamento e transmite imagens. 12. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. T/L. etc. grava. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado.) em um único módulo. agendamento e outros. Ela captura. etc. rápida localização das imagens gravadas. linha discadas. qualidade de gravação superior. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. utilizando uma fita de vídeo comum. capacidade de gravação por detecção de movimento.). Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux. Central de Monitoramento 11. passível de controle remoto. grava. local ou remotamente. disquete. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. DAT. A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências.ininterruptos. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial. velocidade de gravação. assim o uso de fitas não é mais necessário. comparados com o sistema analógico. porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido.14”. isto é.

pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. tendo em vista que como dissemos. razões nem sempre justificáveis. porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas. visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. confissões. a colheita de provas e as perícias respectivas. 51 52 . Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas.CRIMINALISTICA Criminalística . A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. testemunhais. Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia. O Promotor. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. A criminalística não se completa. contam-se o levantamento do local do delito. que existe desde o inicio da humanidade. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. esperamos que sim. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial. analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça. laudos periciais. Entre suas atribuições. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime.Estudo da investigação criminal. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza.

o que não garante as condições para a realização do exame pericial. veículos. Se o policial assumiu a ocorrência. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto. 2. 54 . 6. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. objetos. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas. quais são as providências? 1. Acionar a polícia. a alimentação de caixas eletrônicos. do policial. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. 4. coisas. Deter as partes envolvidas. Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. Isolar o local do crime. bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. etc. 3. Arrolar testemunhas. O vigilante atua imediatamente. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. seqüestro. o policial e o vigilante devem tomar providências. como assalto a carro-forte e roubo de cargas.) é muito importante. bem como manchas de sangue. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial. ou seja. impressões em geral etc. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. Salvar vidas. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. Voltamos a afirmar. o vigilante não atua. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. área. etc. 7. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. locais específicos. ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes. armas. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados. seu veículo ou local de trabalho. O despreparo do vigilante. 8. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime. até a chegada da Policia.. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. Elaborar o relatório. até a chegada da polícia. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. Observar e descrever pessoas. 5. Ocorreu o crime ou algum evento crítico.. vítimas. roubo.

mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. numa situação embaraçosa ou de assalto. tipo de nariz. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. Para tanto. manchas. seus agentes e. MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . através dos meios técnicos conhecidos. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação. Ex. pausada e bem feita. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. circunstância conhecida. etc. Qualidade daquilo que é evidente. vestuário. a um retrato falado.: Aspectos físicos. cicatrizes. sinais de nascença. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO. Ex. chegando até. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. boca. a princípio. sem muitos detalhes. bolsa). barba e etc. Assim. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. que é clara e manifesta por si mesma. formulário. documental quando há documento escrito. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado.: Tipo de cabelos. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. cor dos olhos. possibilitará. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. evidência. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. idade e etc. possivelmente. se for o caso. altura. É material quando há elemento físico. evidentemente. vestígio provado em relação ao fato e autoria. tipo de bigode. Aquilo que foi visto de imediato. raça.É preciso que as autoridades policiais. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo. pericial quando produzida por peritos criminais. daquilo que todos podem verificar. Vestígios se diferenciam de evidências. não podendo ser contestada ou refutada. consubstanciada em laudo pericial. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas. Também. de indícios e de provas. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. Isso por vários motivos. Essa área. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. Indício: é o vestígio. que não se pode duvidar de sua verdade. o vigilante deve observar esses pontos básicos.: Uso de óculos. fotografia. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. principalmente rolo de fita de isolamento. Comprova o fato e indica o autor do crime. Ex. casaco. em casos específicos. defeitos físicos. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. garantindo o bem estar de todos. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada. pegada. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. pois durante seu turno de serviço. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. declarações e interrogatórios. Portanto. Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. elemento material encontrado no local do crime (corpo. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. uma observação direta. testemunhal quando resultante de depoimentos. terá formato irregular.

os chamados locais mediatos. é um incômodo. frio). Somente o policial. que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão. 57 58 . mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento. exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. como placa de veículo. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado. fogo. É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. calor. Realmente. devendo esta realizar a identificação da testemunha. tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. vento.

não deve “apertar” o entrevistado. sua atitude e sua conduta. traduzi-lo em palavras ou escrita. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas.). Por não ser investido no poder de polícia.ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. veículos. para depois. voz. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato. A entrevista investigativa é. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. identificando as situações em que a medida é cabível. coisas. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia. Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. cor. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. como estatura. compleição física. nem fazer jogo psicológico. rosto e olhos. com o fim de coletar dados. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. seqüência dos fatos e locais. passa-se à fase do interrogatório. uma conversação mais ou menos formal. Uso . A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos. ela se situa como uma atividade auxiliar. perceber o que está acontecendo. portanto. 60 . é também útil nas investigações de fatos subjetivos. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. circunstâncias. Em alguns. hesitações. A entrevista. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. persuadir. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. etc. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. orientar. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. tais como opiniões.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. às vezes até com maior precisão. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. para notar como reage às perguntas. medicina. equipamentos e petrechos). Para tanto. Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares. deve manter o “sangue frio”. tatuagens. gravar no cérebro e memorizar. Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. É geralmente utilizada com testemunhas. • Informar (fornecer conhecimento). Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. sendo que o assaltante entra na agência. como se verá no tópico que trata do assunto. equipamentos. A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos.). sexo. vestimentas. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. etc. cabelos. Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto. armas e calibres. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. áreas. idade. tom de voz. aconselhar. Para tanto. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado. com o fim de reproduzir retrato falado. advocacia. interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação. Finalidade• Recolher dados (obter informes).

N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. com as subseqüentes gerações de usuários. Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências. Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil).Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão. Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor.G. recomendam-se exercícios em aula. QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 . Encaminhar relatório à DELESP/CV. CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs. mental ou social. acarretando problemas de natureza física. Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). poderemos ter uma sub-raça. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R. A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Por isso. o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias.

média de 30 comprimidos por dia. com isso. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. o organismo necessita de doses cada vez maiores. O coração passa a bater fora do ritmo. Fugir do tédio. Ter novas experiências. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial. resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente. podendo sofrer a overdose. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. heroína. IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). com o uso regular. aos 36 anos. de overdose em barbitúricos. etc.Há mais de 8. a pessoa enrola a língua. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva.000 comprimidos. com isso. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. 64 . a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. podendo chegar à morte. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. Demonstrar independência ou hostilidade. doces. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. em virtude de uma dose excessiva de calmantes. •DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. revira os olhos. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. o seu consumo foi proibido. DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo. falha e acaba parando. para sentir o mesmo efeito. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas. TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. Em 1903. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. Morreu em 1970. cigarros. CONVULSÕES: Durante a crise.000 anos atrás o ópio (morfina. insegurança. Em 1914. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. com isso. Até hoje. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. em muitos lugares no mundo. o cérebro já não consegue controlar o coração. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro. resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. a pessoa não consegue controlar bem a respiração.

Ex: inalantes. se prostitui. ecstasy. o álcool é proibido. cólicas intensas. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. desentendimento familiar e etc. Fase do usuário freqüente ou habitual. causando fortes dores de cabeça. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. hemorragia digestiva. Fase do usuário dependente. náuseas. cigarros de tabaco. segue-se a participação fundamental da família. crack. LSD. heroína. perdendo o interesse pelo sexo. sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer.DEPENDÊNCIA FÍSICA . MACONHA. violenta diarréia. 65 66 . sonolentas. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. riqueza e etc.É quando o organismo sente a falta da droga. álcool. por coma alcoólico. ficando impotente sexualmente. levando a síndrome de abstinência. já na cultura muçulmana. cafeína. a pessoa não tem cansaço e nem fome. pode causar ainda. ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. Pensa que o vício nunca o atingirá. aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. No Brasil é uma droga lícita. coração e no cérebro. medicamentos. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. pois o organismo adquire tolerância. cirrose e pode levar a morte. São as drogas perturbadoras. cocaína. não controla o consumo. azia. dependendo da droga e do tempo de uso. Ex: cocaína. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. Ex: LSD. com faltas freqüentes. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). para associar o uso do fumo e do álcool com beleza. sedução do sexo oposto. todos os dias. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras. anfetaminas. nicotina. são aquelas que deixam as pessoas calmas.Que reduzem a atividade mental. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. rouba. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA . mas também as novelas e os filmes. •DROGAS DEPRESSORAS:. utilizam não só a propaganda. vômitos. convulsão. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga. Como o viciado tem medo dessa síndrome. vômito. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. causando assim. a pessoa passa a ter insônia. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. emagrecimento. ela sofre a síndrome de abstinência. sucesso profissional. a dependência física. como brigas com a (o) namorada (o). DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. ÊXTASE. Diminui a atividade do sistema nervoso. Compulsão ou intenso desejo de beber. Culpa seus problemas. tranqüilizantes. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. que só funciona normalmente sob efeito delas. mas para a sua família e sociedade.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas. mata. diarréia. ILÍCITAS: Maconha. As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. crack. para justificar os seus momentos de excesso. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício. ele causa problemas no fígado. força. inalantes. Fase do usuário ocasional. abandono progressivo do trabalho. de algum tipo de bebida alcoólica. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. calmantes.

monóxido de carbono. causando euforia e excitação. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo. estar com um cigarro na mão. corantes. pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. ingere mais de 4. já na Argentina ele é permitido. Ex. fluido de isqueiro. morrem por ano no Brasil 80. sendo que 60% dos fumantes são homens. causando à perda de consciência e a amnésia. causando dor de garganta e tosse crônica. etc. gasolina. tintas vernizes. por doenças decorrentes do uso do cigarro. fumada como cigarro. a cada tragada. que são encontradas na fumaça do cigarro. hemorragias nos pulmões. laringite. tais como: nicotina. diminui 68 . perda do autocontrole. ataques epilépticos.FUMO: desde o descobrimento das Américas. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis. 1/4 da população brasileira são fumantes. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. náuseas. EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões. depois vem o estado de depressão (desorientação. só perde para o álcool. no Brasil é proibido. dores de cabeça e no peito. sonolência.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. o pior é que tem gente que acha o máximo. alcatrão. danos irreversíveis no cérebro. é uma droga desmotivante. congestão. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. acetona. diarréia). esmaltes. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. palidez. com isso. o fumo já era utilizado pelos índios. não faz mal. Segundo dados da OMS. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. alucinações. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. fala emboladas. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade.: lança-perfume. danos nos rins. removedores. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. arsênico. anemia.700 substâncias tóxicas. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes. tonturas. inicialmente indo para o sistema respiratório. o suicídio. mas nem imagina que. clorofórmio. passando por processos alucinógenos (delírio. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO . INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. inflamações nos brônquios e traquéia. mas estão enganados. muitos pensam que por ser uma droga natural. vômitos. cola de sapateiro. éter. perturbações auditivas e visuais). O lança-perfume.

HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha. pois dá a sensação de bem estar. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. que dura em torno de 15 minutos. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. com febre muito intensa seguida de morte. a pessoa pode ter infartos cerebrais.acentuadamente a vontade de estudar. pó de gesso. Que é feita a partir da planta da maconha. cansaço. ou seja. desânimo. ele pode matar. depressão. Por ser uma droga derivada da maconha. pó de mármore. misturado com talco. Depois vem a ansiedade. podendo ser batizado. pó de giz e diversos outros produtos. 69 70 . aspirina. tristeza. roubar e se prostituir para conseguir a droga. força e poder. amido de milho. se transforma em um pó branco. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. eles são mais intensos. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. convulsões. sal. de relacionar-se com a família. de trabalhar. bem como o desinteresse por tudo. mas pela alta concentração de THC. seus efeitos são praticamente os mesmos.

hepática e cerebral. porém muito mais rápido e intenso. com isso. Causando: irritabilidade. podendo levar a morte. depressão e paranóia. depressão e convulsões. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. tem este nome. é cinco vezes mais forte. ele vai matar. que dura pouco tempo. fará qualquer coisa. mas o seu efeito. emagrece acentuadamente. 71 72 . pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. produzida na EUROPA. aumentando o consumo rapidamente. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. ou mais. alguns fumam até mais. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. ele pode gastar com o seu vício. O usuário de crack vive em média seis meses. É mais barato que a cocaína. cerca de três mil reais por mês. levando a dependência.CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. ECSTASY É uma droga sintética. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. mas causa também a insuficiência renal. produz um aquecimento no organismo e. debilita o organismo. ataques de pânico. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. Tendo como princípio ativo o MDMA. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
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RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
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N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
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no âmbito de suas circunscrições. III .Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva. segurança pessoal e cursos de formação. 1. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes. responsáveis pela execução das atividades de segurança privada.vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. bens ou valores. urbanos ou rurais. IV .empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas.escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores. bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas.546/95-MJ e 2. cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão. V . § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria.CV. mediante a utilização de veículos.Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada . compostas por. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada.vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos. § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I . Art. autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial. presidido pelo Diretor-Executivo do DPF. autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I . ocupantes de cargo da carreira policial do DPF. no mínimo. § 1º As Comissões de Vistoria. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. escolta armada.plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário. no âmbito de suas circunscrições. especialmente na análise de procedimentos recebidos.Delegacias de Controle de Segurança Privada . registrados no DPF.DELESP e Comissões de Vistoria . públicos ou privados.CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. transporte de valores. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho. comuns ou especiais. com a finalidade de proteger os bens patrimoniais. IV . 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I . sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP. IV . III . coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada.segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas. regulamentado pelas Portarias nº. CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 .494/04-MJ. bem como a participação em atividades externas de fiscalização. Art.curso de formação – tem por finalidade formar. responsável pela regulação. II . com as alterações posteriores. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada .DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal. especializar e reciclar os vigilantes.transporte de valores – consiste no transporte de numerário. II .CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF. II . III .crescimento sustentado em todas as áreas do negócio. serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. controle. composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada.empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada.Comissões de Vistoria .

82 . 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. no entanto. devidamente habilitados. construído em alvenaria. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. conforme disposto no art. administradores. com sistema de comunicação. 102 desta portaria.DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art.comprovar a posse ou a propriedade de. conforme disposto no art. no entanto. § 1º A comprovação.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança. ficando.apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. no mínimo. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo. Parágrafo Único. 81 Certificado de Segurança Art. 05 (cinco) armas de fogo. sob laje. c) dependências destinadas ao setor operacional. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. III . funcionando ininterruptamente. eletrônicos ou de filmagem. No caso das outras instalações. com um único acesso. devendo: I . por parte da empresa. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. II .possuir instalações físicas adequadas. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III.contratar. assim consideradas aquelas onde estão guardadas. e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos.000 (cem mil) UFIR.comprovar o recolhimento da taxa correspondente. dependerá de autorização prévia do DPF. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. somente. § 1º Aprovadas as instalações físicas. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . Requisitos de autorização Art. IV . dotada de fechadura especial. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. dotado de sistema de comunicação. com porta de ferro ou de madeira. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. no máximo. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. reforçada com grade de ferro. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado.realização de vistoria. devendo o local. V . comprovadas mediante certificado de segurança. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada.prova de que os sócios. b) dependências destinadas ao setor administrativo. prevista no art. Art. 02 (dois) veículos comuns. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. e manter sob contrato. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. II .possuir capital social integralizado mínimo de 100. II . 6º desta portaria. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. III . 7º desta portaria.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial. obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I .

gerentes e sócios. relativamente aos sócios. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. obrigatória e previamente. de frente. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. V . § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. plaqueta de identificação. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. coloridas. acompanhado de fotografias. o encaminhará ao DiretorExecutivo. XII . em 10 (dez) dias.fotografias das instalações físicas da empresa. XIII . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. traseira e do sistema de comunicação veicular.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. onde houver.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. 83 .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. no mínimo. II . identificados e padronizados. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. dotados de sistema de comunicação.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. administradores. VIII . XI . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições.cópia da Carteira de Identidade. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art. notificando-se o interessado da decisão. relativamente aos sócios. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. estadual e municipal.fotografias coloridas dos veículos. Estadual. Militar dos Estados e da União.§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. lateral. da Previdência Social. XIV .certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. IX . 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa. IV . Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. diretores. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. 8º Para obter autorização de funcionamento. e Eleitoral.certidões negativas de débito do FGTS. em especial da fachada.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. VI . logotipo da empresa. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. que. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. contendo nome e logotipo da empresa. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. diretores e gerentes. § 7º Na hipótese de reprovação. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente.cópia dos documentos de posse ou propriedade de.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço.000 (cem mil) UFIR.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. X . se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. anexando os seguintes documentos: I . VII . dirigido ao Superintendente Regional. III . mencionando apito com cordão. da frente. demonstrando o nome e logomarca da empresa. costas e lateral. § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá.

III. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.existência de dívida fiscal.certificado de segurança válido. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento. caso possuam. 11. a DELESP ou CV.os documento previstos nos incisos I.O. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano. Processo de revisão de autorização 85 86 . visando a obter as seguintes informações: I . Art. tributária. considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. V . administrador ou proprietário. III .origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa. das armas. encerrada ou extinta. como sócio. V. a extensão. encerrada ou extinta.. em todos os casos previstos nesta portaria. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV . III .eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. mencionados no art. VI e VII. ao Diretor-Executivo. a partir da data de sua publicação no D. serão. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. II . V . IV . poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada. § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e. depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV. VI . § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. § 2º Analisadas as informações obtidas. diretor.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades.relação atualizada dos empregados. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. Art. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I . as quais. II . posteriormente. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias. 8º desta portaria.U.proprietários da empresa. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.outros esclarecimentos considerados úteis. Art. fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes. das munições e dos veículos utilizados. 10.atividade econômica exercida anteriormente. IV. para decisão. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida.

sob laje.possuir capital social integralizado mínimo de 100. reforçada com grade de ferro. O exercício da atividade de transporte de valores. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. IV . 12. i) sistema de comunicação próprio. 02 (dois) veículos especiais. § 2º A comprovação. e) garagem exclusiva para. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. ficando. V . no entanto. Art. comprovadas mediante certificado de segurança. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. construído em alvenaria. As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP.autorização em vigor. somente.000 (cem mil) UFIR. com os dispositivos de segurança necessários. 88 Requisitos de autorização Art. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo.prova de que os sócios. 13. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . Atividade Art. c) dependências destinadas ao setor operacional.contratar. 5° desta portaria. dotado de sistema de comunicação. 14. que fará comunicação à CGCSP. funcionando ininterruptamente. no mínimo. com rapidez e segurança. por parte da empresa. III . As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. no mínimo. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. Art. dotada de fechadura especial. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. com um único acesso. obrigadas a proceder conforme o art. II . d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. 15. § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. com porta de ferro ou de madeira. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. g) alarme capaz de permitir. dependerá de autorização prévia do DPF.comprovar a propriedade de. e manter sob contrato.possuir instalações físicas adequadas. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. b) dependências destinadas ao setor administrativo. eletrônicos ou de filmagem. administradores. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. 87 .

Art. § 1º Aprovada a vistoria. § 2º A DELESP ou CV. 17 desta portaria.será realizada a vistoria. 1. § 7º Na hipótese de reprovação.264/MJ. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria. em 10 (dez) dias. Após a vistoria do veículo especial. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado. tendo validade de 01 (um) ano. horário e local em que 89 . afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional. e alterações posteriores. Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria. de 29 de setembro de 1995.fotografias dos veículos especiais. V . dirigido ao Superintendente Regional. que. o encaminhará ao Diretor-Executivo. de frente. devendo anexar: I . bem como em regulamentação do Comando do Exército. II . § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso. 18. 6º e 7º desta portaria. por veículo. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. coloridas. Art. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. IV . III . O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. traseira e do sistema de comunicação veicular.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. conforme estabelecido nos arts. quando da primeira expedição. 19.cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade. incluindo sistema de comunicação. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. 16. cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. Certificado de Segurança Art. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. 17. após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial.documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório. comunicará ao interessado a data. 90 Certificado de Vistoria Art. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. lateral. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso.

lateral.Processo de autorização Art. III. logotipo da empresa. gerentes e sócios. plaqueta de identificação. mencionando apito com cordão. anexando os seguintes documentos: I . 92 .000 (cem mil) UFIR. 20 desta portaria. V .fotografias das instalações físicas da empresa.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. II .os documentos previstos nos incisos I. Militar dos Estados e da União.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. XII . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. estadual e municipal.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes.certificado de segurança de segurança válido. 21. das munições e dos veículos especiais utilizados. 20. Para obter autorização de funcionamento.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. V. da frente. 91 X . da Previdência Social. IX . no mínimo. dotados de sistema de comunicação. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. relativamente aos sócios. demonstrando o nome e logomarca da empresa.certidões negativas de débito do FGTS.relação atualizada dos empregados. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. 22. administradores. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. IV.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. XIII . setor operacional e do local de guarda de armas e munições.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. das armas.fotografias coloridas dos veículos especiais. assim como pela Justiça Federal. V . diretores e gerentes. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. diretores. XIV . das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. de frente. relativamente aos sócios. mencionados no art. XI .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. VI e VII. instruído com: I .declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. Processo de revisão de autorização Art. VIII . IV . VII . Art.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. III . caso possuam. Polícia Federal. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. IV . em especial da fachada.cópia dos documentos de propriedade de. III . acompanhado de fotografias coloridas.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. Estadual. e Eleitoral.cópia da Carteira de Identidade. contendo nome e logotipo da empresa. II . VI . identificados e padronizados. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. costas e lateral. traseira e do sistema de comunicação veicular. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado. onde houver.

e a eventual reativação. isto é. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. a qualquer título. no mínimo. 23. Art. 24. embarcações ou outros veículos. § 2° No caso de desativação temporária. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . Art. quer seja aéreo. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea. de sua posse ou propriedade. deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. já incluído o condutor. Atividade Art. fluvial ou por qualquer outro meio. por mais de uma modalidade de veículo. § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. junto às aeronaves. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20. Art. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte. As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação. observando-se o procedimento previsto nos arts. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados.utilizar. a extensão. devendo: I . Art. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas.§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. Parágrafo único. III . As empresas de transporte de valores. no mínimo. por ocasião do embarque e desembarque dos valores. desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. poderá ser utilizado veículo comum. todos com extensão em transporte de valores. sempre com a presença de. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal. fluvial ou por outros meios.observar as normas da Aviação Civil. § 1° A desativação do veículo especial.000 (sete mil) e inferior a 20.000 (vinte mil) UFIR. Art. as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si. 25. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores. IV . 17 e 18. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado. 28. Parágrafo único. 26. de seus veículos especiais.000 (vinte mil) UFIR. observando o procedimento previsto nos arts. 27.adotar as medidas de segurança necessárias. conforme o caso. 29. II . Art. 17 e 18. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. No transporte de valores de instituições financeiras.

Art.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. 32. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. das armas. 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa. a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. VIII . III . das munições e dos veículos utilizados. no mínimo. todos especialmente habilitados. c) ser identificados e padronizados. 8º desta portaria.os previstos nos incisos I. §2° Os vigilantes deverão estar com a formação. Atividade II . VI . III. VI.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. VII e XIV. III . no mínimo. Processo de autorização Art. os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso. Parágrafo único. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. 95 Art. dotados de sistema de comunicação. contendo nome e logotipo da empresa. já incluído o condutor. com inscrições externas que contenham o nome.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV.relação atualizada dos empregados. costas e lateral. IV. IX . o logotipo e a atividade executada pela empresa. 96 .contratar. 33. Art. As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. por veículo. a critério do contratante. 30. anexando os seguintes documentos: I . §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. logotipo da empresa. lateral. V . O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF. VII . V. mencionados no art. acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes. plaqueta de identificação. identificados e padronizados. e manter sob contrato.fotografias coloridas dos veículos pela frente. de frente.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. 02 (dois) veículos.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . II . IV .comprovar a posse ou propriedade de. mencionando apito com cordão. traseira e do sistema de comunicação veicular. 31. Para obter autorização de funcionamento na atividade.

IV . III. A execução da escolta armada iniciar-se-á. obrigatoriamente. previamente. 38. Art. estabelecido pela empresa. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade.contratar. no exercício das atividades. As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem. §2°. II . obrigatoriamente. às unidades do DPF e do DPRF. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização.os previstos nos incisos I. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. 41. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. Art. Atividade Art. A execução da segurança pessoal iniciar-se-á. IV. 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. II . mencionados no art. 8º desta portaria. 36. previamente.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. dependerá de 98 .relação atualizada dos empregados. O exercício da atividade de curso de formação. Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. deverão comunicar a operação. das munições e dos veículos utilizados. 34. VII e XIV. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública. 39. §1°.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. V.DPRF. anexando os seguintes documentos: I . O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. Processo de autorização Art. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Art. deverão comunicar a operação. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. e manter sob contrato. visível ou não. III . com logotipo. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .Art. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. 40. 37. das armas. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. VI. 35. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. Os vigilantes deverão estar com a formação. Para obter autorização de funcionamento. transitar por outras unidades da federação.

6º e 7º desta portaria. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. construído em alvenaria.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. com igual número de raias sinalizadas.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. § 1º Possuindo estande de tiro próprio. d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. com porta de ferro ou de madeira. Processo de autorização Art. funcionando ininterruptamente.distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo.certidões negativas de débito do FGTS. 43. II . A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança.000 (cem mil) UFIR. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar. 100 . administradores. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. IV . estadual e municipal. II . O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica. às atividades de curso de formação. possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes. III . onde houver. policial ou clube de tiro. comprovadas mediante certificado de segurança. reforçada com grade de ferro. 03 (três) salas de aula adequadas. dotada de fechadura especial. eletrônicos ou de filmagem.pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana. gerentes e empregados. sob laje. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. III . III . e Eleitoral. e) no mínimo. Para obter autorização de funcionamento.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal.possuir instalações físicas adequadas. f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. Estadual. b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. II . mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. Certificado de Segurança Art. conforme estabelecido nos arts. 42. da Previdência Social. Parágrafo único. Militar dos Estados e da União. diretores. anexando os seguintes documentos: I .possuir capital social integralizado mínimo de 100. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula.autorização prévia do DPF. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. com um único acesso. sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I . g) sala de instrutores.comprovar a idoneidade dos sócios. somente.

diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100.certificado de segurança válido. pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. VIII . em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. XI . das salas de aula. parágrafo único. 44. 101 . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. instruído com: I . a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. policial ou clube de tiro.IV . em especial da fachada. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada.relação atualizada dos empregados. 45. As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada.relação dos instrutores.informar ao DPF. IV . administradores. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. relativamente aos sócios. V . em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem.manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes. IX . III . VII . as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. IV. VI . 46.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 109. encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. As empresas de curso de formação deverão: I . com as exceções previstas nos arts. do local de guarda de armas e munições. XII .matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art. caso possuam.os documentos previstos nos incisos I. X .prova de que os sócios. das armas. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. se houver.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada. VI e VII mencionados no art. III . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. diretores. Art. Atividade Art.000 (cem mil) UFIR. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.informar ao DPF.fotografias das instalações físicas da empresa. em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. das munições e dos veículos utilizados. V . bem como os respectivos certificados para registro. II . gerentes e sócios. VI . IV .informar ao DPF.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar. 43 desta portaria.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores. extensão ou reciclagem. II . 102 Processo de revisão de autorização Art.utilizar somente armas e munições de sua propriedade. V. desta portaria. se for o caso.cópia da Carteira de Identidade. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. 109. 51 e 74. anexando cópia da Carteira de Identidade. III. a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados.

mediante autorização. vedando-se. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso.VII . Art. no caso. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. que deverão conter os dados de identificação do vigilante. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. III . As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria. Parágrafo único. 52. As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida. com uso de armas e munições de propriedade destas. no caso. Art. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais. IV . Art. 53. inclusive. Parágrafo único. Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. Art. o período de duração e a carga horária. Não serão autorizados os cursos de formação.comprovar que os administradores. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores.adquiram. extensão ou reciclagem de seus vigilantes. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos.exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores. informando ao DPF sua utilização. Os líderes classistas mencionados neste artigo. Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. após devidamente registrados pela DELESP ou CV. II . comprovadas mediante certificado de segurança. deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. 48. Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV.utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. no prazo de 10 (dez) dias. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional. em até de 48 (quarenta e oito) horas. 51. As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso.possuir instalações físicas adequadas. as munições que irão substituir as que serão utilizadas. III . 49. Art. Art. Parágrafo único.obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. vedando-se. Parágrafo único. observando-se: 104 . Art. 54. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas. diretores. 50.sejam utilizadas na formação. 47. cuja falta impedirá os registros. a 103 quaisquer pessoas interessadas. conforme normatização específica do DPF. desde que: I .comunicar. II .

do vigilante devidamente fardado. poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante. no máximo. logotipo da empresa. e Eleitoral. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. 55. 56. Para obter autorização de funcionamento.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. II . 57.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. ficando dispensados no caso de possuir. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. costas e lateral. Art. IV . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições.cópia da Carteira de Identidade.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. estadual e municipal. c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança.fotografias coloridas dos veículos especiais. tais como número de vigilantes. devendo. VIII . 105 106 . b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica. observados os termos do art. alíneas “a” e “b”. IX .a) dependências destinadas ao setor operacional. extensão da área. se houver. plaqueta de identificação. Estadual.fotografias das instalações físicas da empresa. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança. Civil ou empresa de segurança privada. mencionando apito com cordão. dos Estados e da União. XIII . XII . em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições. Art. conforme estabelecido nos arts. de corpo inteiro. porte das instalações e sua localização. de frente. III . da frente. 05 (cinco) armas de fogo. 58. 6º e 7º desta portaria. Certificado de Segurança Art. Militar. onde houver. V . Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. manter o referido armamento em cofre exclusivo. 56. Os requisitos do inciso IV. se houver veículos especiais. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. Processo de autorização Art. traseira e do sistema de comunicação veicular. nesta hipótese.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. VII . anexando os seguintes documentos: I . conectado com a unidade local da Polícia Militar. lateral. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. VI . dotado de sistema de comunicação.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. acompanhado de fotografias coloridas.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. Parágrafo único.

II .os documentos previstos nos incisos I.a quantidade e a disposição dos vigilantes. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança. comunicação com outro estabelecimento. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. da mesma instituição financeira. III . § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. Os vigilantes deverão estar com a formação. Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança.certificado de segurança válido. V . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. 62. § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. II . 61. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. ou contratar empresa especializada.alarme capaz de permitir. integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. V e XIII mencionados no art. sob a responsabilidade de empresas idôneas.artefatos que retardem a ação dos criminosos. das armas. devendo. bancário ou não. observadas as Atividade Art. que abrangerá toda a área do estabelecimento. constando: I . se exigível. IV. das munições e dos veículos especiais utilizados. 57 desta portaria. desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio. devendo. identificação ou captura. adequadas às peculiaridades do estabelecimento. e o seguro de vida dentro do prazo de validade. de forma imperceptível. 60. Para obter a revisão da autorização de funcionamento.Processo de revisão de autorização Art.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 24 a 28. 59. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 . empresa de segurança ou órgão policial. IV . contudo. instalações e encaixe. § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts. sua localização. ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art. instruído com: I . assim como das residências de seus sócios ou administradores. com rapidez e segurança. IV .relação atualizada dos vigilantes. área.equipamentos hábeis a captar e gravar. permitindo sua perseguição. III . § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. Parágrafo único. em qualquer caso. a extensão ou a reciclagem. Art. A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. III. autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. instalação e manutenção.

indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais. Art. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. VI . em caso de renovação. deverá ser efetuado conforme o art. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. 25 desta portaria. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial. Art. quando contíguas às agências e postos bancários. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. caberá recurso. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. Art. IV .descrição de toda a área do estabelecimento. ostensivo e com colete à prova de balas. 109 Execução dos planos de segurança Art. 69. 110 . 65. § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. em 10 (dez) dias. quando necessária a revista pessoal. assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição. podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. V . devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. Art. integram a sua área e deverão possuir. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. dirigido ao Superintendente Regional. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. 63 desta portaria. que terá validade de 01 (um) ano. o qual expedirá a respectiva portaria. 63.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados. 67. local de guarda de numerário. III . devendo anexar: I . § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. 64. As salas de auto-atendimento. pelo menos. O transporte de numerário.os projetos de construção. Processo de análise do plano de segurança Art. conforme o caso. Art. a aprovação de seu plano de segurança. 63 desta portaria. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. seguindo o procedimento previsto no art. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. II . será o mesmo submetido ao Superintendente Regional. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil.a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. de sua circunscrição. sob a responsabilidade de empresa idônea. ostensivos e com coletes à prova de balas. a ser utilizado em casos excepcionais.cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. 68. 01 (um) vigilante armado. consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação.cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança. instalação e manutenção do sistema de alarme. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. 66.

380 "Short" e 7. autorizar. § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada. de revólver calibre 32 ou 38. ainda. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. bem como material e petrechos para recarga. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes. § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. espingardas de uso permitido nos calibres 12.Parágrafo único. uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. no mínimo. 71. Art.65 mm. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias. quando em efetivo serviço. § 7º As empresas de transporte de valores deverão. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional. em caráter excepcional e individual. adquirir carabinas de repetição calibre 38. 04 (quatro) espingardas calibre 12. § 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. podendo ser solicitadas. munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. neste caso. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX. munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. conforme a autorização que possuir. Os requerimentos de aquisição de armas. 16 ou 20. além de algemas. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas. poderão ser solicitadas. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. com exceção das empresas de curso de formação. em procedimentos separados. com 03 (três) cargas de munição correspondente. e as demais empresas de segurança privada poderão. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX). somente serão autorizadas as aquisições de armas. § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. conforme as características da área vigilada. até 10 (dez) armas. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores. 111 Requisitos para aquisição Art. além do previsto no § 1º deste artigo. cassetete de madeira ou de borracha. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo. 70. 72. 112 .65 mm. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. munições. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. para cada veículo especial adquirido. § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. e pistolas semi-automáticas calibre .380 "Short" e 7. excepcionalmente.

Art. no mínimo. Art. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições. Art. exceto as empresas de curso de formação. Parágrafo único. 113 Art. Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade. subtraído do total o estoque remanescente da requerente. As empresas de segurança especializadas. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação. Em se tratando de primeira autorização. 74. até 6 (seis) meses após os fatos. por turno de trabalho. de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. quando necessário. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas). inservíveis ou imprestáveis.00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. 77. Art. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição. reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. Parágrafo Único. Art. constante de cada anexo desta portaria. Parágrafo único.sejam adotadas as providências previstas no art. de acordo com o calibre respectivo. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. 76.20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem. de acordo com o tipo de calibre antes descrito. devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV.III .a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. e as características da área vigilada. logo após o recebimento da autorização respectiva. Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores.tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir. pistolas semi-automática . sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. desde que: I . Art. 80. situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I . 75. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima. Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses.revólveres calibre 38. 114 . munições ou coletes à prova de balas. Art. multiplicada por 1. II . 78. 93 desta portaria.380 "short" ou 7. 73. II .65 mm. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes. 79. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima.

84. III . em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. marca. número de série e número de registro no SINARM. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento.relação alusiva aos incidentes de roubo. CNPJ e endereço. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Somente será autorizada a aquisição de armas. anexando os seguintes documentos: I .cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. 80 desta portaria. 81. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. IV . descrevendo o calibre. extravio. 06 (seis) meses. incluindo espécie. marca. quantidade adquirida. estoque anterior. dados do fornecedor. número e data de emissão da nota fiscal. Parágrafo único. perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. CNPJ e endereço. V . § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. munições.os termos de abertura e encerramento. dados da munição adquirida. tais como estojo. especificando a natureza e a quantidade. incluindo calibre. III . § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. dados da arma adquirida. podendo utilizar sistema informatizado. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. 83. IV . projétil. 70 desta portaria. o local ou posto de serviço onde estão situadas. ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. 115 . contendo o número de vigilantes. munições. § 1º Além da documentação acima relacionada. número de série. informando a quantidade e especificações das armas e munições. número e data de emissão da nota fiscal.quanto ao livro de registro e controle de munições. II . assinado pelo dirigente ou representante da empresa.quanto ao livro de registro e controle de armas. Art. 82. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. em vigor há. dados do fornecedor. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. e histórico de ocorrências. observando-se: I . que será verificado pela DELESP ou CV.Art. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art.relação atualizada dos vigilantes. II .comprovante do recolhimento da taxa correspondente. Art. número no SINARM. bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. e histórico do consumo e utilização. As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições. calibre. § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança. observando-se o disposto no art. furto. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. quantidade consumida e total. incluindo razão social. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências.relação das armas e munições que possui. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. e coletes à prova de balas.numeração e rubrica das folhas. espoleta e pólvora. incluindo razão social. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. no máximo. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. equipamentos e materiais para recarga.

numeração e rubrica das folhas. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC. V . anexando os seguintes documentos: I . assinado pelo dirigente ou representante da empresa. § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança. que será verificado pela DELESP ou CV. descrevendo o calibre. furto. bem com os materiais de recarga. número no SINARM. II . CNPJ e endereço. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. Art.cópia da portaria de cancelamento da empresa. incluindo razão social. incluindo calibre. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. número de série e número de registro no SINARM. do Comando do Exército. dados do fornecedor. 84 desta portaria. incluindo razão social. o procedimento previsto no art. 85. quantidade adquirida. extravio. 83 desta portaria. dados da arma adquirida. dados da 117 munição adquirida. II . válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação. perda e recuperação de armas. ainda. o procedimento previsto no art. estoque anterior. munições de propriedade da empresa. número de série e número de registro no SINARM.relação alusiva aos incidentes de roubo. ainda.I .relação das armas e munições a serem transferidas.documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes.quanto ao livro de registro e controle de munições. razão social e endereço da empresa. § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar.quanto ao livro de registro e controle de armas. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. IV . incluindo espécie. II . e histórico de ocorrências. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. dados do fornecedor. III . mencionando o número de salas de aulas.relação das armas e munições que possui. 86. Parágrafo único. número e data de emissão da nota fiscal. marca. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. marca. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado.O.U.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. IV . ou declaração de que não as possui. e histórico do consumo e utilização. observando-se: I .os termos de abertura e encerramento. número de série. número e data de emissão da nota fiscal. calibre. CNPJ e endereço. III . firmada pelo seu representante legal. Art. descrevendo o calibre. III .comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. quantidade consumida e total. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. publicada em D. Além da documentação acima relacionada. podendo utilizar sistema informatizado. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . contendo CNPJ. se for o caso. IV . A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo.

§ 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício. se for o caso. 119 Art. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército. bem com o motivo da necessidade do transporte. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço. constando CNPJ. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. Parágrafo único. a data de fabricação. especificando quantidade. o número de série. Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. a data de fabricação. extravio.cópia da portaria de cancelamento da empresa. devendo ser anexados os seguintes documentos: I . razão social e endereço da empresa. ou entre municípios de uma região metropolitana. perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV. especificação e quantidade dos coletes autorizados. modelo e nível de proteção.relação dos coletes à prova de balas que possui. o prazo de validade e o nível de proteção. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. III . 88. IV . descrevendo o fabricante. a requerente deverá solicitar autorização 120 . com validade de 30 (trinta) dias. em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades.a descrição dos endereços de origem e destino. anexando os seguintes documentos: I . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. 91. com o prazo de validade previsto no caput. II . o prazo de validade e o nível de proteção. III . 90.a descrição das armas e munições a serem transportadas. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . Transporte de armas e munições Art. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa. tamanho. sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. II . para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa. furto. III . descrevendo o fabricante. quando entre municípios não contíguos. que estejam em atividade ou que as tenham encerrado.relação atualizada dos vigilantes.relação dos coletes a serem transferidos. prorrogáveis uma vez e por igual prazo. 89. Art. II . e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. ou declaração de que não os possui. ou em outras situações que se fizerem necessárias. bem como acompanhadas da respectiva guia. o número de série.relação alusiva aos incidentes de roubo. Art. providenciando a destinação dos coletes substituídos.Art. 87.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente.o trajeto do material a ser transportado. firmada pelo seu representante legal. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições.documento de anuência da empresa cedente em negociar o material.

98. quando utilizado em serviço. em órgão militar ou policial. II . no próprio posto de serviço. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. em seu estabelecimento. "Kanil Club" ou empresa de curso de formação. Parágrafo único. Parágrafo único. por qualquer meio hábil. munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro. 96. III . As armas. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. Utilização de cães adestrados Art. salvo fora do horário de atendimento ao público.informações sobre as apurações realizadas pela empresa. 94. em local seguro. ainda que não previstos no caput deste artigo. devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias. as ocorrências de furto. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional.cópia do registro da arma. desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. II . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido. Art. expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. conforme disposto no art. Art. 92. As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços. ou de canil de organização militar. Parágrafo único. 93. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . após receber e analisar a documentação referida no § 1°. 97. Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. munições e coletes à prova de balas Art. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar. roubo. O cão. contendo logotipo e nome da empresa. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. de "Kanil Club" ou particular. 121 CAPÍTULO VII 122 . Art.à DELESP ou CV de origem. Comunicação de ocorrências Art. I . 95. perda.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia.ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. Art. 73. extravio ou recuperação das armas.cópia do boletim de ocorrência policial. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato.

da Previdência Social. endereço e responsável pelo setor de segurança. bem como do local de guarda de armas e munições. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. em especial da fachada. Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. III . Parágrafo único. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS. e Eleitoral. indicando o que se quer alterar e anexando: I .cópia da Carteira de Identidade. As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo.as fotografias das instalações físicas. sendo mantido o prazo de validade original. Parágrafo único. a empresa deverá observar o disposto no art. Parágrafo único. Estadual. capital social.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 102. Razão social § 1º No caso de alteração de razão social. O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ. devendo-se anexar. a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. conforme o caso. quadro societário. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV. Polícia Federal. ficando as alterações de sócios. apresentando as fotografias das instalações físicas. Art. Art. 123 § 3º No caso de alteração de endereço. ainda: I . II . IV . Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos. Título de Eleitor e Certificado de Reservista. e as demais. Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. em especial da fachada. dos setores administrativo e operacional. a DELESP ou CV. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos.cópia do contrato social consolidado ou equivalente. será observado o procedimento previsto nos arts. 6º e 7º desta portaria. em se tratando de empresas especializadas. 124 . 99.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 8º. 100.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados. endereço. desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor. ainda. onde houver. a cargo da DELESP ou CV. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. na forma do art. 101. 56 desta portaria. No caso de alteração de endereço. Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. relativamente a este: I . apresentando. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Militar dos Estados e da União. III . quando referentes à razão social.DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art. bem como do local de guarda de armas e munições. assim como pela Justiça Federal. § 1º. II . As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica. a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública.

A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias. em especial da fachada. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade.000 (cem mil) UFIR.II . do vigilante devidamente fardado. usinas. § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade. ou acréscimo de um novo.emblema da empresa. de frente. das salas de aula. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. costas e lateral. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. bem como os requisitos do art. botas. 107. 125 III . autenticada pela empresa.plaqueta de identificação do vigilante. 108.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. Art. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. tais como capacetes. do local de guarda de armas e munições.apito com cordão. constando o nome. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. Art. Art. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. aeroportos. podendo um deles ser terno ou paletó. II . aplicando-se quanto a estes o disposto no art. ainda. anexando: I . óculos. III . § 2º. Art.declaração das Forças Armadas e Auxiliares. portos. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço. o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4. em se tratando de empresas de curso de formação. observadas as regras de segurança do serviço a ser executado. 37.memorial descritivo das alterações propostas. 103. mencionando apito com cordão. a requerente deverá juntar. II . Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. Art. o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. com validade de 06 (seis) meses. se houver. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. logotipo da empresa. Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. 104. IV . de corpo inteiro. além do uniforme. procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares.as fotografias das instalações físicas.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. 126 . deverá adotar. ou da DELESP ou CV. cintos especiais e outros necessários. devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. §1º. plaqueta de identificação. 103. 106. O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço. equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. acompanhado de fotografias coloridas. 105.

nato ou naturalizado. § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. conforme normatização específica.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica. extensão e reciclagem Art. VIII . V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). por ocasião do registro do certificado de curso de formação. exceto o disposto no inciso IV. IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV). ll . III . Para o exercício da profissão. § 1° Para a matrícula nos cursos de formação.ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental. § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF. 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I). São cursos de formação. § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores. implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. dispensado no caso dos cursos de formação. reciclagem e extensão de vigilante. a ser executado pela DELESP ou CV. extensão ou reciclagem. às expensas do empregador. comprovados documentalmente: I .ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais. extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art.estar quite com as obrigações eleitorais e militares. § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. V .ter sido aprovado em curso de formação de vigilante. VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI). o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art. de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). 109 desta portaria. § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII). VI . 110. IV . VII . VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). 109.ser brasileiro.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. 128 .CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. escolta armada ou segurança pessoal. § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS.ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos. realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada. III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente. que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional. sem registros de indiciamento em inquérito policial.

111. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. ou através das entidades de classe. Art.CTPS. tamanho 2 x 2 cm. II . revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art. O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. 113. 112 desta portaria. além dos documentos previstos no art. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período. A Carteira Nacional de Vigilante . terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. Parágrafo único. será de uso obrigatório pelo vigilante. As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos. § 2º O protocolo do requerimento. Art. no ato do recebimento da nova carteira. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior.CNV Art. escolta armada e segurança pessoal. de fundo branco. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV.CNV . Parágrafo único. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. Nos casos de perda.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. na forma do “caput”. extravio. devendo-se anexar: I . conforme a atividade exercida. destruição. 115. 112. ou em cópias autênticas. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. § 7º Os cursos de formação. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. às expensas do empregador. 112 desta portaria. antes da data do seu vencimento. Art. quando em efetivo serviço. 109 desta portaria.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. e possuir curso de formação. às expensas do empregador. para fins de controle e destruição. Art. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. furto ou roubo. estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. colorida. § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais. Art. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. no ato do recebimento da carteira retificada. restituídos após conferência pelo órgão recebedor. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP.Carteira de Identidade e CPF.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. sendo estes 129 . 130 Carteira Nacional de Vigilante . 114. A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. III . caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. IV . A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. Parágrafo único. 116. de frente.

As empresas de segurança privada deverão: I . quando no exercício de suas atividades. V .prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade.exercer as suas atividades com urbanidade. munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. apenas em serviço.portar a Carteira Nacional de Vigilante . Assegura-se ao vigilante: I . II .utilizar. de 500 (quinhentas) a 5. observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores. escolta armada e segurança pessoal.Direitos Art. II . IV .multa. V . colete à prova de balas.000 (cinco mil) UFIR. quaisquer incidentes ocorridos no serviço.cancelamento da autorização de funcionamento.comunicar. ao seu superior hierárquico. o envolvimento de seus vigilantes.a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação. o uniforme autorizado.treinamento regular nos termos previstos nesta portaria. III . quando em efetivo exercício. Apuração das condutas dos vigilantes Art. II .seguro de vida em grupo. 117. III . feito pelo empregador. adequadamente. inclusive armas e munições. em especial quanto ao armamento.o recebimento de uniforme. em nível nacional. às expensas do empregador. CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art. IV . probidade e denodo. 120. em procedimento interno. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 .advertência. juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. III .a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento. VI .apurar. VII .CNV.porte de arma.encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP. para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada.manter-se adstrito ao local sob vigilância. IV . II . através da DELESP ou CV. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . 119. devidamente autorizado.proibição temporária de funcionamento. 118. nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho. São deveres dos vigilantes: I . não se eximindo o empregador do dever de fiscalização. assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza.

possuir. em seu quadro. a renovação do Certificado de Vistoria. O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades. É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .multa. cintos especiais e outros necessários. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . DELESP ou CV. 123.advertência. III . manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições. 121. 133 . tais como capacetes. III .permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria. na forma da legislação vigente.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme.interdição. sem prévia autorização do DPF.000 (vinte mil) UFIR.250 (um mil. de 1. VIII . IV . VI . óculos. para fins de controle ou fiscalização. em tempo hábil.deixar de providenciar. II .deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento. Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art.reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante. VII . a renovação do certificado de segurança.deixar de providenciar.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações. IV .não possuir. CGCSP. 134 Pena de Advertência Art. É punível com a pena de multa.000 (mil) a 20.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.deixar de apresentar qualquer informação ou documento. II . conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . em tempo hábil. ou equivalente.alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes. 122. V .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço. V .Art. VII .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade. duzentas e cinqüenta) UFIR. quando solicitado pela CCASP. III . II . de 500 (quinhentas) a 1.deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. botas. VI .

munições.deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação. XI . o seu Certificado de Conclusão do Curso.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido. XI . 136 . em seu quadro. bem como a quantidade de munição utilizada. XII . a relação nominal e a qualificação dos concludentes. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.deixar de devolver ao vigilante interessado. 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido. de 1. jurídica e materialmente. que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento. XIII . É punível com a pena de multa.deixar de encaminhar ao DPF. V . XV . para fins de registro .deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial.dar destinação diversa da prevista no art. 124.deixar de promover a reciclagem do vigilante. X . em até 05 (cinco) dias. mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes. III . a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . em até 05 (cinco) dias após os registros.deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas. VII . IV . XVII . em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso.contratar.deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem.não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento.alterar o local onde o veículo especial estiver operando. XIII . quando devidos.a empresa de curso de formação. como vigilante. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV. IX . quando solicitada pelo interessado. em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão.exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado. XIV .deixar de encaminhar ao DPF. XVI . 28 desta portaria. em desacordo com o procedimento previsto no art. VI . duzentas e cinqüenta e uma) a 2. X .exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício. para fins de registro profissional. extensão ou reciclagem.deixar de encaminhar ao DPF.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante. sem prévia comunicação à DELESP ou CV. os exames de saúde e de aptidão psicológica. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. ou outros equipamentos.251 (um mil. coletes à prova de balas.VIII .possuir. bem como a quantidade de munição a ser utilizada. ou fora do prazo de validade.deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço. os certificados de conclusão de curso.500 (duas mil e quinhentas) UFIR. XII . bem como a quantidade de munição a ser utilizada. VIII .proceder à desativação ou reativação do veículo especial. Art. IX .deixar de assistir. XVIII . II .

conforme prescrição do art.deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação. sem a autorização competente. munições ou outros produtos controlados. munições ou outros produtos controlados. escolta armada e segurança pessoal. XVIII .permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação. fluvial ou por outros meios. munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. XXIV . candidato que não preencha os requisitos necessários.000 (cinco mil) UFIR. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias. 137 XXVI . XXVII . munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. 25.deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF. de 2. XXI .501 (duas mil. II .utilizar veículo especial ou comum.guardar armas. IX . XX . no mínimo. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art. a qualquer título. VIII . VII . Art. munições ou outros produtos controlados em local inadequado. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. IV .utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados. É punível com a pena de multa.permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço. XXV .adquirir. XV .utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes. em serviço. e a carga de tiro mínima. III . XXII . extensão ou reciclagem. XIX . armas.realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização. 02 (dois) vigilantes. de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização.matricular. respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. VI . quinhentas e uma) a 5.XIV . armas. 138 .promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina.promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina.permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço. XVII . XXIII .deixar de aplicar a grade curricular. fluvial ou por outros meios. sem prévia autorização do DPF. sem a presença de.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. V .guardar armas. munições ou outros produtos controlados.utilizar veículo especial ou comum. XXVIII . 125. 154 desta portaria. previstos nos anexos desta portaria.alienar.negligenciar na guarda ou conservação de armas.utilizar em serviço armamento. sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento. em seu quadro. em curso de formação. contendo nome e logotipo da empresa. os exames teóricos e práticos.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea.possuir. a qualquer título. em serviço. reciclagem ou extensão de vigilantes. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .

será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento. reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa. extravio ou a recuperação de armas. pelo período que durar a proibição. ou em serviço de transporte de valores. roubo.permitir a realização de cursos de formação. de armas ou munições que não sejam de sua propriedade.ter na constituição societária.transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores. mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV. 33 desta portaria. Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 .possuir. no valor máximo previsto no art. II . XIV . munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada. XXI . em desacordo com o art. XIX . Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. III .continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento. § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar.não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego.utilizar veículos comuns.executar ou contribuir. 51 e 74. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição.utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário. XI .X . quando em fiscalização. XIII . a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa.impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações. pessoas que tenham condenação criminal registrada. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. XX . É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento. permanecendo. XXIII . desta portaria. de qualquer forma. 126. 139 XXII .deixar de comunicar furto. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. excetuando-se as hipóteses dos arts. parágrafo único.permitir a utilização. as armas. sem amparo legal. e antes do trânsito em julgado da decisão. XVII . munições. XVI . XVIII .declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento.deixar de comunicar à DELESP ou CV. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa. 125. em seu quadro. mediante lavratura de termo de fiel depositário. no prazo de 05 (cinco) dias. por alunos e instrutores. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores. ou com a CNV vencida. como sócio ou administrador. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art. 93 desta portaria. ao DPF. ou em desacordo com as regras de segurança necessárias. XV .dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação. dentro do prazo de cumprimento da pena. destinados à atividade de escolta armada. coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. XII . em poder da empresa. que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF.

às Receitas Federal. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. espontaneamente. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão. e à Secretaria de Segurança Pública. 127. coletes à prova de balas e veículos especiais.000 (cem mil) UFIR. contados do trânsito em julgado da decisão.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art. II .deixar de sanar. IV . a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas.possuir capital social integralizado inferior a 100. contrários. conforme aprovado pelo certificado de segurança. 23 da Lei n° 7. nos prazos previstos nos arts. se quiserem. exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização.deixar de comprovar. Estadual e Municipal. no valor máximo previsto no art. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias. e antes do trânsito em julgado da decisão. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento. 85 desta portaria. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. XXIII. fundamentadamente. encerrar suas atividades. necessário à atividade autorizada. comunicando o cancelamento. § 1º e 14. VI . 128. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento. Art. se. § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. 4º. É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . 11 desta portaria.102/83 e 120 desta Portaria. Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem. dentro do prazo de cumprimento da pena. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. V . após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição. 125. munições. Art. 129. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada. as armas. devendo ser observado o procedimento previsto no art. VIII . 125. alienar suas armas.seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. após a lavratura do auto de infração correspondente. VII . III . nos termos do art. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. procedendo-se ao registro no SINARM. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade. § 2º. Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 . a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento.Art.a contumácia. contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos. contrárias. conforme previsto no art.

7º da Lei n° 7. o cumprimento de notificação da DELESP ou CV. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento. É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I .deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente. 130.000 (mil) a 10. III .dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário.000 (dez mil) UFIR. conforme previsto no plano de segurança aprovado. 63 desta portaria.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos.dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que.001 (dez mil e um) a 20. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. fundamentadamente. ensejará o prosseguimento do processo punitivo. II .deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar. 131. III . captadas e gravadas pelo circuito interno de TV. a pena de interdição. IV .deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. Art. implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I .não obter a aprovação do plano de segurança apresentado. II . bens ou valores em desacordo com a legislação. ou III . notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I .impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações. conforme o caso.deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . nos termos do art.promover o transporte de numerário. 132 desta portaria. se aprovado. § 2º Na hipótese do § 1°.retardar. . quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro.funcionar sem plano de segurança aprovado. II . É punível com a pena de multa. É punível com a pena de multa. 133. o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado. 132. e. injustificadamente. quando em fiscalização.000 (vinte mil) UFIR.permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores. Art. de 1. Pena de Interdição Art.102/83 e 121 desta Portaria. se reprovado. 143 144 II . com trânsito em julgado. conforme previsto no art. 134. IV . Art. III .Pena de Advertência Art. § 3º No caso de ser aplicada. de 10.permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado.

Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. 139. e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. 138. individualmente. a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. eficientemente. São consideradas circunstâncias agravantes.a condição econômica do infrator. da infração. Circunstâncias agravantes Art. a reincidência será determinada. 135. ainda durante as diligências.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF.a gravidade da conduta. 136. a depender do ente infrator. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 . A reincidência. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas. enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada. ocorridas durante o período de 01 (um) ano. ainda que potenciais. havendo reincidência genérica ou específica. genérica ou específica. serão consideradas: I . Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição. aplicar-se-á a pena prevista no art. § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal.omitir. 140.a primariedade. Dosimetria da pena de multa Art. intencionalmente. por cada estabelecimento financeiro infrator. a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço). por qualquer meio. São consideradas circunstâncias atenuantes: I . § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. 137. a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência. III . dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração. Contumácia Circunstâncias atenuantes Art. II . ou 05 (cinco) genéricas. III . 123 ou 129 desta portaria. com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV.colaborar. § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras. II . 145 Art.impedir ou dificultar. Na fixação da pena de multa. quando não constituírem infração: I .as conseqüências. III .corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção. Art. II . § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência.

141. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº. realizar fotografias. Parágrafo único. A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega. Art. II . Parágrafo único.U. Após o prazo da defesa.de ofício. a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data. 144. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública. Parágrafo único. a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP. Art. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório.O.Art. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. Constatada a prática de infração administrativa. ao endereço da autuada. para a apresentação de defesa escrita. iniciando-se: I . a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados. com ou sem a sua apresentação. contados da publicação da portaria punitiva no D. A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo.por meio da ciência.pelo envio de cópia do auto. cuja decisão será publicada no D. 146. hora. assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento. 147. III .mediante solicitação da CGCSP. Art. 145. O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. ouvida a CCASP. munições e coletes à prova de balas. de uma via do auto lavrado. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias. indicando o dispositivo normativo infringido. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes.873.O. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . local e descrição do fato. Parágrafo único. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I . de qualquer sócio ou empregado da autuada.mediante representação. no próprio auto. de 23/11/1999. inclusive armas.por qualquer outro meio hábil. Art. Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes. Parágrafo único.U. Para os fins deste capítulo. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. 9. pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros. nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. mediante aviso de recebimento. concedendo o prazo de 10 (dez) dias. Art. mediante recibo. 143.U. Parágrafo único. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. contados da sua publicação no D. ininterruptos. Para fins de prova da infração. Art. 142. ou III .O. 147 II . cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro.

notificando o autuado. 149. através de qualquer forma. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. cientificando o autuado após a decisão final. As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. Sociedades anônimas de capital fechado Art. o procedimento instaurado será arquivado. II . § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua. 151. bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. III .a não utilização de termos contrários. A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social. nocivos ou perigosos ao bem público. II . Art.notificará. Estadual e Municipal. caso haja. II .deverá. às Receitas Federal. instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. 150 . observando-se: I . III . para fins de prova. arrecadar as armas e munições utilizadas. § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. Art.a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública. § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados.comunicar à CGCSP. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. 152. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes.notificará o responsável pela atividade. caberá recurso ao Superintendente Regional. 150. em caso de recalcitrância. 148.Art.instaurar o procedimento penal cabível. consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita. As atividades de vigilância patrimonial. comunicando o encerramento. § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. de qualquer modo. § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa. de transporte de valores. os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia. III . a DELESP ou CV: I . ainda. à segurança do Estado e à coletividade. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. o tomador dos serviços. entregando cópia do auto respectivo.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica. entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados. IV .a não utilização de nome de fantasia. e à Secretaria de Segurança Pública. podendo realizar fotografias.oficiar aos contratantes da empresa encerrada. deverá a DELESP ou CV: I . § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior. no prazo de 10 (dez) dias. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art.

IV .§ 2º As empresas de que trata este artigo. Prestação de informações Art. Art. Processos administrativos em geral Art. de 24 de novembro de 1983. 157. 154. junto à Imprensa Nacional. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo. apresentando mensalmente ao DPF: I .relação de todos os seus estabelecimentos. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www.U. V . 155. Ficam revogadas as Portarias nº. deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento. apresentar novo requerimento. 162. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . no Programa de Trabalho 06. munições e coletes à prova de balas.001 Operação do Policiamento Federal. o processo administrativo será arquivado.dpf. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial.relação dos empregados contratados e dispensados. a qualquer tempo. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D. dando-se ciência ao interessado. 158. Sócios pessoas jurídicas Art. de 15/12/1995. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº. de 25/10/95. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas.056. 161. n. a serem consignados no Orçamento do DPF. § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança.relação de armas. às expensas do requerente. 14 e 40 do Decreto n.º 836. Parágrafo único. de 03/03/2005.O. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados. 151 Art. n.br). Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF. III . Multas e taxas Art. 159. Art. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação. para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento. no caso de multas.º 89. n.Diretor-Geral 152 . de acordo com os valores estabelecidos nos arts. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. II .relação dos postos de serviço. 160. Art.0174. 156.º 76.129. caso existam. através da Guia de Recolhimento da União – GRU.017. de 30 de março de 1995 e. deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas. 992.gov. e n. 9.2081. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta).relação de veículos comuns e especiais. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada. de 18/08/2000. Art. 153. de 13/04/98.º 1. contados da ciência da notificação. Art.º 277. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. que poderá.030.

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