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Mvc - Apostila Vigilante

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VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

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VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
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A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
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economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
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tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
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com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. • Banco de dados de funcionários. • Instalação de circuito fechado de TV. funcionários. o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. a espionagens industriais. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais.). onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. em que a atenção deve ser redobrada. com o devido registro de dados. Sua postura. funcionários de empresas prestadoras de serviços etc. • Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. circuito fechado de TV. em todos os pontos possíveis. catracas eletrônicas. O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. pulseiras com código de barras pelos pacientes. íris etc. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. como por exemplo. • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente. câmeras nas farmácias. após ser analisada a real necessidade de acesso. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. médicos. Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo. para “vender” drogas. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. Caso perceba tal ação. Outro momento crítico é o horário das visitas. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. com sala de monitoramento 24 horas por dia. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. veículos e materiais. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros. seu comportamento maduro. É um auxiliar direto dos educadores. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . impressões digitais). sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. etc. A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. portanto. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. A utilização de medidas de segurança.A portaria é o local de acesso ao público em geral. O controle do acesso de pessoas. Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. Como em todos os locais de vigilância. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). inclusive nos berçários. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino.

pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. o controle das entradas proibidas. controles de acesso pela biometria. de costas para a rua etc. a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 . com ordem judicial. sala de monitoramento de imagens. deve ser o mais breve possível e cuidando. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada. visitantes. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais.invasão de domicílio. A utilização de barreiras perimetrais. sistema de alarmes. botão de pânico. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. Ao lado do controle de acesso. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. de onde o vigilante tem maior campo de visão. O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. catracas eletrônicas. Visando não perder a atenção da área vigiada. com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos.).) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento. o registro das ocorrências internas. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. posicionando-se em pontos estratégicos. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. dentre outras atribuições peculiares à sua função. munição e colete a prova de balas. caso necessite dar informações. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. de sua própria segurança. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. das entradas permitidas. Visando complementar a atividade de segurança. para prestar socorro ou. num primeiro momento. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. central de comunicação operacional etc. sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. o controle da circulação interna. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. clientes e das instalações físicas. principalmente irregularidade com armamento. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. é um verdadeiro alvo de observação. valendo-se do fator surpresa. Neste caso. a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. estando sempre comprometido com a segurança. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. durante o dia. a regularidade das instalações. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. circuito fechado de TV. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa. clausuras etc. por trabalhar uniformizado. controlar e vigiar. Como exemplo de posto fixo. o devido zelo com a apresentação pessoal. conscientizando-se que. Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. instalação de portinholas (passagens de objetos).

sensores de presença. veículos e materiais. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. se possível. rádio transceptor portátil. para que sejam adotadas as providências pertinentes. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo. roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal. Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. fiscalização das instalações físicas em geral. de propriedade da Empresa de Segurança. Não sendo possível. Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. bem como da observância da circulação interna de pessoas. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. cassetete de madeira ou borracha. no que tange a seu dever de controle. observa-se que o artigo 13. como forma de controle. abordagem de pessoas com comportamento suspeito. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio. como por exemplo. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). não podendo. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. Nesse sentido.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço. é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal.. Portanto. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. munições e colete a prova de balas). 32 ou 38. pessoas circulando após o término do expediente. verificação dos veículos estacionados. VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional. Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. pois o furto. munições e acessórios. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente. o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. De todos os materiais que existem no posto de serviço. em companhia daquele que estiver passando o posto. Portanto. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito.patrimonial. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. Constituem verdadeiros obstáculos. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. terminais eletrônicos etc. por determinação do órgão controlador. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. tudo deve ser alvo de observação. como por exemplo: relógio-vigia. quer seja por 12 . lanterna. bastão eletrônico. sejam de propriedade do empregador. Visando não receber o posto sem saber a normalidade local. algemas. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. ser externa. parágrafo único da Lei Federal 10.

Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. tirocínio. corrente.barreiras e equipamentos. dificultar e impedir qualquer ação criminosa. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. Ex: Barreiras perimetrais. montanhas. obter maior ângulo de visão. de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações. etc. no perímetro de segurança. etc. ficando em evidência. denominados de PORTARIA. que antecedem a entrada de veículos e pessoas. veículos e materiais. ausência de medidas de segurança etc. muros.rios. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. etc. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. Ex: Pontos elevados. Ex: Acessos não controlados. sistemas de alarmes. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. No entanto. íris) etc. posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. BARREIRAS: Representam uma segurança. não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. 2) Artificiais . contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. portas giratórias detectoras de metais. telas. evitando assim o fator surpresa e. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial. • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. materiais e veículos. 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. ao mesmo tempo. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. Sua atuação tem caráter preventivo. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação. sendo. locais visados para o planejamento de ações criminosas. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. circuito fechado de TV. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. mesmo as pesquisas indicando que. aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. no perímetro de segurança. incluindo restrição de acesso. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. que permitem fácil acesso. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações. portinholas (passagem de objetos). para inibir.). Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. As barreiras podem ser: 1) Naturais . tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação. abordagem à distância. canalizando as entradas e saídas de pessoas. como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. distribuição adequadas de guaritas. via de regra. 14 . vigilância atenta. quer seja pela ação humana. em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas.cercas. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. Ex: Identificação pessoal. A fiscalização. matas. catracas eletrônicas. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. por conseguinte. clausuras (espaço entre dois portões. raciocínio rápido. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa.

: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. inclusive do responsável pelo recebimento. à distância.organização. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. • Anunciar o visitante ao visitado e. • Fazer o registro do entregador. fornecedores etc. reservista. procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso. Obs. • Cumprir às normas estabelecidas internamente. muitos desses locais são alvo de invasões.553/68. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. visitantes. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. passaporte. Ex: RG. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. aparelhos de controle com base na biometria. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes. pois tal comportamento garante a prevenção. se for necessário. clausuras. de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres. Botão de Pânico. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. etc. • Fazer o devido registro dos dados. • É conveniente que. • Fazer o registro dos dados. etc. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar.453/97. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. preferencialmente à distância. alterada pela Lei Federal 9.) como também em treinamento de pessoal. Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. • Fazer a abordagem. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. o veículo adentre apenas com o condutor. deve-se agir com maior critério. Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização. Por isso. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado. Obs. Obs. clientes. • Fazer a identificação pessoal.) e treinamento constante dos profissionais de segurança.: A Lei Federal 5. e mesmo sendo conhecida. • Fazer a abordagem. pela nota fiscal. antes do ingresso no estabelecimento. bem como o comportamento e atitude dos últimos.). 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador. identidades funcionais etc. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. caso esteja acompanhada de desconhecido. • Nunca julgar as pessoas pela aparência. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência. nova CNH. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro. dinâmica e boa capacidade de comunicação. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. da mercadoria que entrou. • Verificar a quem se destina. mostrando-se atento.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. procurando obter e confirmar todos os dados e. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos. 16 . • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. caso seja autorizado o acesso. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados.

g) observação (acompanhamento). Basicamente. antes da abertura do portão. Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. ou fato ocorrido. sem a devida autorização. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem. Mesmo fora do horário de serviço. é dever. À segurança cabe impedir a saída de projetos. sem justa causa. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”. O sigilo profissional para o homem de segurança. Pela sua condição de "Homem de Segurança". ofício ou profissão. Espionagem Está relacionada com a sabotagem. nem ocorra invasão. 18 Obs. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. Métodos de espionagem: a) infiltração.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. c) roubo e furto. não é virtude. O profissional de segurança. segredo. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa. principalmente com uso de veículos clonados.154. 17 . Caso o estabelecimento não disponha de clausura e. caso contrário todos devem ser identificados. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. d) chantagem.9. não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. “Revelar alguém. de que tem ciência em razão de função. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público. que visa destruir. deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. 3. ministério. Portanto. de modo que seja aberto o baú. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). b) número de elementos que compõe a equipe. d) armamento utilizado. f) corrupção. salvo com a devida permissão. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. Cumprir rigorosamente as normas internas.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. é viável que se determine seu ingresso de ré. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. b) escuta. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. e) fotografia. pela natureza de seu serviço. c) numerários. identificar o condutor. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. etc. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. plantas ou quaisquer equipamentos.

incêndio. sem que haja pânico. em todos os momentos. instalação de medidas estáticas. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. com produção de alta pressão e elevada temperatura. isto é. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. caso ocorra o evento crítico. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. com a satisfação do usuário final. treinamento permanente. são qualidades que devem existir em um segurança”. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. de forma rápida e discreta. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos. 20 . com emprego de equipamentos e táticas adequadas. • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público. conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. greve de funcionários etc. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações. estabelecer atividades. obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. acionar a polícia. com a participação da equipe. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. que sofrendo uma reação química violenta. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. transforma-se instantaneamente em gás. Para tanto.). com a adoção de um plano de abandono. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. sem causar pânico. ouvir com atenção. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. líquido ou gasoso. Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. sem causar pânico. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. • Evacuar o local de forma rápida e discreta.“Falar pouco. a imparcialidade. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. de modo a evitar o fator surpresa. pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. • Agir de maneira imparcial. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. logo. atue com calma. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta. ameaça de bomba.

Justiça. como Órgão de Segurança Pública. sem suposições). ano e hora em que o fato ocorreu). apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. • Não tocar qualquer objeto. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta. • Acionar as autoridades competentes (G. tentativa de suicídio. O melhor a fazer é isolar a área. seja estranho ou comum ao local. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. abalar a estrutura do poder público constituído. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho. evacuar o local e acionar a polícia. principalmente aqueles ligados à Polícia. Nesta situação. sobretudo. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. Características de uma crise: A crise. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. ou seja. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. a fim de assegurar uma solução aceitável. • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. 22 . roubos a bancos com reféns. afastando grupos de curiosos. evitando causar pânico. podendo se manifestar através de motins em presídios. com quem aconteceu. mês. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas. todo objeto passa a ser suspeito. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. dentre outras ocorrências de grande vulto. atos de terrorismo. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. pois em se tratando de ameaça. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. Embaixadas e Instituições Financeiras. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. de acordo com a natureza da ocorrência. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias. cada central de operações saberá. Diretor). seqüestros. dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. Por se tratar de ações típicas de terrorismo. • Isolar a área. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. que exige resposta especial da Polícia.E .Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. logo. • Compressão de tempo (urgência). de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. Gerente. Ministério Público. Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190).T. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira. Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem. o vigilante não deve arriscar sua vida. mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto.A. como situação crucial. Aeroportos e Shoppings. Ao acionar 190 e 197. exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. • Ameaça de vida.

Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. assinou . Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. obter e aplicar. no entanto. virou documento!”. prevenção e/ou resolução. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei. A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. com ameaça de vidas. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo. a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. Lembre-se! “Escreveu. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. Considerações legais especiais. que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. já adotará as providências necessárias. 24 . Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia. sejam medidas de antecipação. e dos setores de inteligência policial. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência.

funções e garantindo maior alcance nas comunicações. inciso IV. por essa razão não há como se falar em vida humana. como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil. Por outro lado. olhares. transmitir e receber mensagens. nossos gestos.RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. 25 26 . A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. capacidade. assegurado no artigo 117. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. com dupla função. uma vez que nossas expressões faciais. alcance e recursos. Hoje. O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos. da Portaria 387/06 do DPF. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. através de métodos (fala. sem comunicação. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. mímicas etc. sinais sonoros.. No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. radiocomunicação e telefone. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante. oferecendo mais recursos. sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe.). postura emitem mensagens. além das funções mencionadas.

aéreos e aquáticos. antes de iniciar uma transmissão. • ter sempre relações de telefones úteis. interessado e compreensivo no que ouve. conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. Independente do padrão adotado pela empresa. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. Móveis e Portáteis. • utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. nos deslocamentos. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. bem como rotinas diárias de quem quer que seja. nome do atendente. que funciona através de ondas magnéticas. ocorrerá o recebimento da onda portadora. portátil. • Ter o devido zelo com o aparelho. evitando utilização para fins pessoais. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. • nunca transmitir informações pessoais. mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança. ou involuntariamente por linhas cruzadas. boa tarde. bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. • nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. 28 . na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. mesmo quando se encontra em operação. Essa onda traz o sinal elétrico. • falar sempre de forma clara. com o máximo de abreviações (uso do código Q). pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. Manter a efetiva disciplina na rede. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. o telefone é um processo elétrico. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. o operador deve escutar por algum tempo. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. com a designação do nome da empresa. através de uma antena. podendo ser interceptado através de grampo. Ex: HT. pausada. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. mostrando-se atencioso. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. com uso de antenas apropriadas. não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. cumprimento cordial (bom dia. funcionando inclusive como forma de comando. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. Ao falarmos.

Primo. Péssima. uno. Quarto. Quinto. todas começando com a letra “Q”. Primeiro. Regular. 2. como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns.Yankee Z . Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta. nulo. Sétimo. 4.November O .Hotel I . empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional). Terceiro. grato NIHIL (NIL) – Nada. devendo sempre que possível codificar as mensagens.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K . problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local.Quebec R . No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente.Uniform V . sendo assinada em 5 de julho de 1912. 29 30 .Juliet S . 7. QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. Nono Operações com telefone. meia. como uma lista de abreviações. QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA . nenhum Numerais 0 – Negativo. O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes.Alpha J . Boa.Oscar T .Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. 4.Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado.Lima M – Mike (maique) N . Sexto. escutar. endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. A . Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. 5. 3.Zulu 5. 1.Romeu Y . o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação.Tango U . 9. Má QTY – Estou a caminho e 1. sem utilizar código “Q”.Sierra B – Bravo C .Kilo L . entrando em vigor em 1 de julho de 1913. Segundo.Índia P . Ótima. 3. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. 2.Papa Q . que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. meia dúzia.Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H . Oitavo. 6. que aconteceu em Londres.Victor W . 8. O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico.

determinado no plano de segurança.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. entre vários. os alarmes. os controles de acesso. o conceito de sistemas de proteção. cercas. é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. Como exemplo de sistema de proteção. os sistemas de proteção. a ronda dos vigilantes. tem-se as barreiras físicas (muros. os sistemas de comunicação (Rádios). o controle eletrônico da ronda. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”. os procedimentos operacionais. em decorrência do tamanho da área a ser protegida. os circuitos fechado de televisão (CFTV). é preciso o entendimento de mais um ensinamento. O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. fazendo inspeções e averiguações. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. e constitui-se uma atividade operacional. com objetivos de manutenção do grau de segurança. Em muitas instalações físicas. 31 32 . e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança.). Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. Geralmente. etc. Ronda dos Vigilantes. Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. são especificadas num documento organizado. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas. etc. é necessário que o vigilante saia circulando pela área. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância. Geralmente. denominado plano de segurança. estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger.

34 Ronda dos Supervisores. etc. anotando suas reivindicações. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. 12 h. é a exercida pela supervisão. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações. Controle Eletrônico de Rondas. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. com um número reduzido de homens. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. poderá existir também a atividade de supervisor interno. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda. para a supervisão. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. como na ronda dos vigilantes. com eventuais economias financeiras. ao longo dos trajetos. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). o supervisor rondante. os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. etc. Muitas vezes nesta função. as atividades dos vigilantes nos postos. deverá verificar. além de marcar presença e observar. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades. permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. para o contratante dos serviços. diurno. atendentes. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem. Em seguida. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. situações de anormalidade e não conformidades. 24 h. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). 1) é um sistema de proteção. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. bastante encontrada nos serviços de vigilância. o ponto de partida para a implantação desse sistema. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”. circulam pelos postos de serviço. poderá fazer contato com o cliente. Em contrapartida. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. reclamações sobre não conformidades. quando acionados. Do ponto de vista técnico.) em seus postos de serviço. dandolhes suporte e orientação. Os homens de segurança. Nesta função. fechamento de pontos dos vigilantes. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. muitas vezes permitindo que. após então. Em instalações físicas com áreas muito extensas. Podem também. No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). substituição de vigilantes.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. etc. locais. circulam pelas áreas e instalações físicas. O bastão de ronda (Fig. também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. com a função de supervisão. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. a referência será: posto de vigilância com ronda. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. Geralmente. seja garantido um nível satisfatório de segurança. facilitando e padronizando suas atividades. Da mesma forma. extremamente robusto. e a gerencia da empresa. etc. noturno. para ações de intervenção da segurança. Também nesta função. isto é. durante sua ronda. Artefatos mecânicos. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância. utilizado pelos vigilantes e supervisores. Em seguida. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . ao longo dos percursos de ronda. porteiros. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. Finalmente. fazer parte de uma força de reação. poderá significar racionalização dos recursos de segurança.. A implantação de postos de vigilância com ronda. ocorrências nos postos. Muitas vezes.

2. formando. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. trazendo esta atividade para a era da informática. quem as fez. e consolidados ao final de cada mês. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas.Com o passar do tempo. período em que algumas funções são executadas. por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. campos eletromagnéticos. Tais relatórios.4). incluindo datas e horários. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. serão registradas a passagem do vigilante pelo local. podem ser totalizados e analisados. o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. com um mínimo de risco de fraudes. Finalmente. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais. traduzindo-se. Ao encostar o bastão no button. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda).Bastão de Ronda . o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. Além da alta resistência mecânica. assim. juntamente com o registro de data e hora. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. chuva. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa. 1. com os dados registrados. e principalmente. ao longo do trajeto da ronda. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. que permitem um maior nível de controle. Em seguida. 3. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. O “button” é um circuito eletrônico (chip). mais agilidade. incluindo os ambientes hostis. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. Com a transferência dos dados do bastão para um computador. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. ele não necessita de alimentação elétrica. o ponto de partida para a implantação desse sistema. . 2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. podendo ser instalado em qualquer ambiente. os sistemas mecânicos. e a freqüência de determinado evento. uma base estatística ao longo do tempo. devem ser definidos pontos de checagem/controle. com poeira. Com a operação de contato bastão/button. etc. em base semanal. Do mesmo modo. 3) conectada a ele. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). através de uma interface (Fig. lama. a hora em que ele esteve lá e.Button /Chip. será gravada a identificação (número de série). assim.

Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle. Com característica próxima do sensor passivo comum. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). 1. Este sistema geralmente é formado por sensores. Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. sirene e central de alarme. 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. associando cada button a um local. de acordo. botão de pânico. Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas. locais fechados. Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. pois captam calor em movimento. grades. Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. corredores. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe. a central de monitoramento e os usuários. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor). Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. considerados nos processos de segurança. 6 com item 3. sem variação de temperatura e movimento. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . 2. Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros.

Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil. confirmado através de uma senha e contra-senha. grades. balcões. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos.questão do disparo. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. 39 40 . janelas. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. locais altos e longe do alcance das crianças. tais como: portas. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado. podendo ser do tipo blindado. que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. através de uma combinação de imãs. fácil de ser utilizado e discreto. Suas aplicações mais comuns são: muros. por isso é conhecido como dupla tecnologia. portões. Ele funciona com fio e sem fio. aparente. de embutir e industrial. Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. sua utilização esta restrita a esta situação. alçapão. fachadas. movimento e calor.

41 42 . Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos. Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. sua aplicação mais comum em áreas internas... locais com materiais de alta combustão. elemento surpresa no invasor. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. Lojas de Shopping. Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis..Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio. cozinhas industriais. nela são ligados todos os periféricos do sistema. Frigorífico. depósitos e outros. Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física. Exemplo: CPD. como por exemplo: Joalherias. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V. através da fumaça. Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros.. (o Cérebro do Sistema).

imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). Senha e contra – senha Como sabemos. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . telefones úteis. a comunicação e os procedimentos. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. o operador se apresenta e relata o ocorrido. senha e contra senha. Rádio Freqüência. conectada a um modem. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema. se a resposta não for correta. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. etc. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos. tanto no auxilio de operação do sistema. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. ponto de referência. como em caso de alarme ou pânico.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. 5. Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento. 3. O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. Quando um alarme chega na central de monitoramento. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. que por sua vez transmite as informações para um computador. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. 4. a fim de testar os equipamentos. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. se a resposta do cliente for a correta. 7. tais como: endereço. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. Backup celular. São eles: Linha telefônica.

o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas. é possível ver determinados objetos ou pessoas. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. para que a imagem fique mais homogênea. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente. e também a Lente Varifocal. 8 mm. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação. 16 mm. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”. Existem vários tipos de câmeras. assim como. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras. diminuem o ângulo de visão. e a inovação. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa. Com cerca de 0. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos. 8. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. com a gravação das imagens.e ou acionamento do botão de pânico. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. 9. é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual. A Lente Zoom. devido o seu tamanho. que são as que trocam as lentes para 4. as digitais de boa qualidade.8mm. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. 10. Estas lentes na medida em que aumentam a distância. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. 12 e 25 mm. 46 . bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. e não absorve claridade externa.05 Lux. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. autoíris e íris manual. realiza o procedimento de senha e contra-senha. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. 6 mm. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema. 8. com a diferença de que em caso de alarme real. que começa com 2. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. 25 mm. 12 mm. pois sua lente é fixa. entre outras. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. As lentes também variam de tamanho. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD. 4 mm.

que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. além de muitos recursos. Quanto à quantidade de câmeras.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios. a de metal e também as blindadas. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso. bancos. soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. seqüencial e tela cheia. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. lojas de conveniência e outros. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. onde o operador seleciona uma área. no tempo de intervalo definido pelo operador. colocando hora. hipermercados. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. ou seja. ela serve para locais internos e pequenos: elevadores. avisando assim o operador. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento. pois para o público em geral. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. conforme a instalação. a pequena. Por ter todos esses recursos e ser discreta. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada.000. pois. não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira. e quando houver movimento naquele local. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. ela é muito utilizada em aeroportos. duoquad. recepção e outros. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. com a diferença no tempo de gravação. ou seja. data e outros. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras. uma após outra. pode variar de quatro até oito câmeras. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem.00. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. Por essa razão. Zoom óptico e digital. e em alguns casos até doze. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. Outro recurso existente é o detetor de movimento. devido à perda de imagens. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado. desembaçador. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. com Pan-tilt. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. uma câmera completa chega a custar US$ 7. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete.

etc. local ou remotamente. . Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. comparados com o sistema analógico. velocidade de gravação. isto é. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. grava. Internet.ininterruptos. mantendo a qualidade das imagens. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada. pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. Central de Monitoramento 11. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. controle de câmeras móveis (PTZ). assim o uso de fitas não é mais necessário.) em um único módulo. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo. linha discadas. e também em diversos tamanhos 12”.17” e 29 polegadas. rápida localização das imagens gravadas. etc. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial. trata. grava. capacidade de gravação por detecção de movimento. porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido. conectividade. faz tratamento e transmite imagens. 12. controladores. utilizando uma fita de vídeo comum. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux. Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. Ela captura. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências.).14”. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado. passível de controle remoto. gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. DAT. agendamento e outros. que é bem inferior para as placas de captura. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). T/L. versatilidade. disquete. qualidade de gravação superior.

que existe desde o inicio da humanidade. laudos periciais.Estudo da investigação criminal.CRIMINALISTICA Criminalística . 51 52 . Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas. Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia. tendo em vista que como dissemos. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza. visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. O Promotor. confissões. contam-se o levantamento do local do delito. a colheita de provas e as perícias respectivas. razões nem sempre justificáveis. porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. A criminalística não se completa. Entre suas atribuições. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. esperamos que sim. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. testemunhais. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais.

ou seja. Ocorreu o crime ou algum evento crítico. 6. roubo. objetos. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. coisas. 5. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados. o vigilante não atua. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. quais são as providências? 1. o policial e o vigilante devem tomar providências. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. o que não garante as condições para a realização do exame pericial. área. a alimentação de caixas eletrônicos. locais específicos. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto. O vigilante atua imediatamente. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. do policial. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime. Arrolar testemunhas. vítimas. Elaborar o relatório. até a chegada da Policia. Salvar vidas. Deter as partes envolvidas. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. Voltamos a afirmar. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. 7. ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. etc. Isolar o local do crime. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. seu veículo ou local de trabalho. 8. veículos. Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. como assalto a carro-forte e roubo de cargas. armas. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial.. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. Se o policial assumiu a ocorrência. 3. até a chegada da polícia. bem como manchas de sangue. O despreparo do vigilante. etc. 2. seqüestro. Observar e descrever pessoas. Acionar a polícia. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime. impressões em geral etc.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. 54 . 4.) é muito importante..

pegada.É preciso que as autoridades policiais. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada.: Aspectos físicos. idade e etc. pausada e bem feita. boca. bolsa). Também. sem muitos detalhes. barba e etc. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo. Essa área. circunstância conhecida. MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . em casos específicos. chegando até. através dos meios técnicos conhecidos. principalmente rolo de fita de isolamento. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. terá formato irregular. vestígio provado em relação ao fato e autoria. numa situação embaraçosa ou de assalto. testemunhal quando resultante de depoimentos. possibilitará. daquilo que todos podem verificar.: Uso de óculos. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado. tipo de nariz. Vestígios se diferenciam de evidências. Ex.: Tipo de cabelos. seus agentes e. Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. não podendo ser contestada ou refutada. de indícios e de provas. mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. Portanto. Ex. Ex. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. Para tanto. vestuário. consubstanciada em laudo pericial. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. elemento material encontrado no local do crime (corpo. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. Aquilo que foi visto de imediato. raça. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. pois durante seu turno de serviço. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. formulário. que é clara e manifesta por si mesma. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. sinais de nascença. casaco. garantindo o bem estar de todos. o vigilante deve observar esses pontos básicos. etc. fotografia. É material quando há elemento físico. pericial quando produzida por peritos criminais. tipo de bigode. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. Isso por vários motivos. manchas. Qualidade daquilo que é evidente. uma observação direta. cicatrizes. Indício: é o vestígio. que não se pode duvidar de sua verdade. defeitos físicos. declarações e interrogatórios. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. possivelmente. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação. documental quando há documento escrito. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. a um retrato falado. evidentemente. Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. Assim. Comprova o fato e indica o autor do crime. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. altura. a princípio. evidência. se for o caso. cor dos olhos. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas.

devendo esta realizar a identificação da testemunha. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. vento. calor. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. os chamados locais mediatos. Somente o policial.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados. exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. fogo. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. Realmente. por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva. é um incômodo. que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão. como placa de veículo. 57 58 . Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado. frio). mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento.

Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares. É geralmente utilizada com testemunhas. gravar no cérebro e memorizar. para depois.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. armas e calibres. equipamentos. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia. A entrevista investigativa é. com o fim de reproduzir retrato falado. tais como opiniões. traduzi-lo em palavras ou escrita. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. etc. interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato.). etc. sendo que o assaltante entra na agência. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. • Informar (fornecer conhecimento). portanto. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas. circunstâncias. é também útil nas investigações de fatos subjetivos. para notar como reage às perguntas. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado. orientar. Em alguns. cabelos. A entrevista. aconselhar. vestimentas. persuadir. seqüência dos fatos e locais. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. uma conversação mais ou menos formal. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. deve manter o “sangue frio”. veículos. Por não ser investido no poder de polícia. tatuagens. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. coisas. equipamentos e petrechos). áreas. Uso . 60 . medicina. sua atitude e sua conduta. Finalidade• Recolher dados (obter informes). Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. às vezes até com maior precisão. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. voz. Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. nem fazer jogo psicológico. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. cor. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos.ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. Para tanto. perceber o que está acontecendo. como estatura. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. com o fim de coletar dados. passa-se à fase do interrogatório. A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos. sexo. O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). Para tanto. rosto e olhos.). Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. idade. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação. como se verá no tópico que trata do assunto. advocacia. tom de voz. identificando as situações em que a medida é cabível. hesitações. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. não deve “apertar” o entrevistado. ela se situa como uma atividade auxiliar. compleição física.

Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor. Encaminhar relatório à DELESP/CV. A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento. N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 . Por isso. acarretando problemas de natureza física. mental ou social.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão. CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo. Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil).G. com as subseqüentes gerações de usuários. recomendam-se exercícios em aula. o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias. poderemos ter uma sub-raça. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R.

•DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. falha e acaba parando. IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. O coração passa a bater fora do ritmo. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. em virtude de uma dose excessiva de calmantes. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. CONVULSÕES: Durante a crise. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos. etc. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. com isso. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. Fugir do tédio. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. com o uso regular. a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. o cérebro já não consegue controlar o coração. Em 1914. Ter novas experiências. Até hoje. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas. média de 30 comprimidos por dia. 64 . Morreu em 1970. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo.000 anos atrás o ópio (morfina. Em 1903.Há mais de 8. em muitos lugares no mundo. resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. Demonstrar independência ou hostilidade. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses. doces. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. revira os olhos.000 comprimidos. TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. com isso. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. a pessoa enrola a língua. heroína. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. o organismo necessita de doses cada vez maiores. de overdose em barbitúricos. o seu consumo foi proibido. insegurança. aos 36 anos. podendo sofrer a overdose. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. com isso. podendo chegar à morte. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. cigarros. a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro. para sentir o mesmo efeito. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS.

para justificar os seus momentos de excesso. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. cocaína. por coma alcoólico. MACONHA. anfetaminas. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. sonolentas. convulsão. com faltas freqüentes. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. todos os dias. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento. Fase do usuário ocasional. Ex: cocaína. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. ecstasy. a pessoa não tem cansaço e nem fome. calmantes. Compulsão ou intenso desejo de beber. que só funciona normalmente sob efeito delas. perdendo o interesse pelo sexo. causando fortes dores de cabeça. a pessoa passa a ter insônia. ÊXTASE. vômito. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. cigarros de tabaco. coração e no cérebro. •DROGAS DEPRESSORAS:. violenta diarréia. cólicas intensas. já na cultura muçulmana. mas para a sua família e sociedade. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. diarréia. hemorragia digestiva.DEPENDÊNCIA FÍSICA . emagrecimento. No Brasil é uma droga lícita. o álcool é proibido. ela sofre a síndrome de abstinência. inalantes. pode causar ainda. causando assim. desentendimento familiar e etc. força. Fase do usuário dependente. utilizam não só a propaganda. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. crack. não controla o consumo. 65 66 . ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. abandono progressivo do trabalho. Culpa seus problemas. tranqüilizantes. de algum tipo de bebida alcoólica. Pensa que o vício nunca o atingirá. Ex: LSD. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. medicamentos. ele causa problemas no fígado. Diminui a atividade do sistema nervoso. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA .Que reduzem a atividade mental. a dependência física. Fase do usuário freqüente ou habitual. nicotina. mata. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras. LSD. ficando impotente sexualmente. como brigas com a (o) namorada (o). são aquelas que deixam as pessoas calmas. riqueza e etc. sucesso profissional. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga. cafeína. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. São as drogas perturbadoras. álcool. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. para associar o uso do fumo e do álcool com beleza. vômitos. Como o viciado tem medo dessa síndrome. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. segue-se a participação fundamental da família. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. náuseas. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. crack.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas. pois o organismo adquire tolerância. azia. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. heroína. Ex: inalantes. sedução do sexo oposto. ILÍCITAS: Maconha. se prostitui. dependendo da droga e do tempo de uso. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício.É quando o organismo sente a falta da droga. levando a síndrome de abstinência. cirrose e pode levar a morte. rouba. mas também as novelas e os filmes.

700 substâncias tóxicas.FUMO: desde o descobrimento das Américas. vômitos. hemorragias nos pulmões. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis. perturbações auditivas e visuais). o pior é que tem gente que acha o máximo. tais como: nicotina. pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. passando por processos alucinógenos (delírio.: lança-perfume. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. cola de sapateiro. tonturas. acetona. gasolina. estar com um cigarro na mão. danos nos rins. não faz mal. corantes. fala emboladas. Ex. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. ataques epilépticos. alucinações. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. mas estão enganados. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo. removedores. monóxido de carbono. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. clorofórmio. só perde para o álcool. muitos pensam que por ser uma droga natural. dores de cabeça e no peito. arsênico. com isso. ingere mais de 4. causando dor de garganta e tosse crônica. O lança-perfume. congestão. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes. morrem por ano no Brasil 80. o suicídio. que são encontradas na fumaça do cigarro. diarréia). laringite. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. inflamações nos brônquios e traquéia. já na Argentina ele é permitido. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda. no Brasil é proibido. inicialmente indo para o sistema respiratório. palidez. o fumo já era utilizado pelos índios. causando euforia e excitação. danos irreversíveis no cérebro. tintas vernizes. 1/4 da população brasileira são fumantes. anemia. causando à perda de consciência e a amnésia. sonolência. Segundo dados da OMS.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. éter. mas nem imagina que. etc. é uma droga desmotivante. depois vem o estado de depressão (desorientação. fluido de isqueiro. fumada como cigarro. náuseas. diminui 68 . alcatrão. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade. INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. a cada tragada. perda do autocontrole. sendo que 60% dos fumantes são homens. por doenças decorrentes do uso do cigarro. EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. esmaltes. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO .

cansaço.acentuadamente a vontade de estudar. de relacionar-se com a família. com febre muito intensa seguida de morte. HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha. pó de mármore. sal. amido de milho. se transforma em um pó branco. roubar e se prostituir para conseguir a droga. força e poder. a pessoa pode ter infartos cerebrais. convulsões. de trabalhar. Que é feita a partir da planta da maconha. podendo ser batizado. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. seus efeitos são praticamente os mesmos. pois dá a sensação de bem estar. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito. 69 70 . pó de giz e diversos outros produtos. desânimo. bem como o desinteresse por tudo. ou seja. misturado com talco. mas pela alta concentração de THC. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. pó de gesso. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. ele pode matar. depressão. eles são mais intensos. tristeza. Por ser uma droga derivada da maconha. aspirina. Depois vem a ansiedade. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. que dura em torno de 15 minutos.

O usuário de crack vive em média seis meses. podendo levar a morte. depressão e paranóia. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. debilita o organismo. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína. pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. alguns fumam até mais. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. Causando: irritabilidade. tem este nome. emagrece acentuadamente. ele pode gastar com o seu vício. ECSTASY É uma droga sintética. mas o seu efeito. ele vai matar. com isso.CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. hepática e cerebral. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. produzida na EUROPA. depressão e convulsões. cerca de três mil reais por mês. ataques de pânico. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. é cinco vezes mais forte. É mais barato que a cocaína. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. mas causa também a insuficiência renal. porém muito mais rápido e intenso. que dura pouco tempo. aumentando o consumo rapidamente. 71 72 . ou mais. fará qualquer coisa. Tendo como princípio ativo o MDMA. levando a dependência. produz um aquecimento no organismo e.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
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RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
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N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
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CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 . § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria. controle. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I . autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada . no âmbito de suas circunscrições.empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada. 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I . com as alterações posteriores.Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada .CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. III . § 1º As Comissões de Vistoria. registrados no DPF.plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário. responsável pela regulação.escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores. 1. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança.vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos. serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores. coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada. V .segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas.546/95-MJ e 2.curso de formação – tem por finalidade formar. § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I . transporte de valores.empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas.494/04-MJ. mediante a utilização de veículos. públicos ou privados. II . com a finalidade de proteger os bens patrimoniais. especialmente na análise de procedimentos recebidos. ocupantes de cargo da carreira policial do DPF. urbanos ou rurais. bem como a participação em atividades externas de fiscalização.DELESP e Comissões de Vistoria .Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva.crescimento sustentado em todas as áreas do negócio.vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. IV .Delegacias de Controle de Segurança Privada . IV . segurança pessoal e cursos de formação. no âmbito de suas circunscrições. III .CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. II . composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada. especializar e reciclar os vigilantes. compostas por. bens ou valores. IV . no mínimo. II . Art.CV. sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP.DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal.transporte de valores – consiste no transporte de numerário. cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes. responsáveis pela execução das atividades de segurança privada. presidido pelo Diretor-Executivo do DPF. Art. regulamentado pelas Portarias nº. III . comuns ou especiais. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho.Comissões de Vistoria . bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas. escolta armada.

dotada de fechadura especial. III . devendo o local. construído em alvenaria. no máximo. III .comprovar o recolhimento da taxa correspondente. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos. Parágrafo Único. devendo: I . d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. 102 desta portaria. ficando. comprovadas mediante certificado de segurança.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. 02 (dois) veículos comuns. eletrônicos ou de filmagem. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. Art. c) dependências destinadas ao setor operacional. devidamente habilitados. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo.apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. 6º desta portaria. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação.DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art.possuir instalações físicas adequadas. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. assim consideradas aquelas onde estão guardadas. V . mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. b) dependências destinadas ao setor administrativo. conforme disposto no art. com porta de ferro ou de madeira. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo. administradores. Requisitos de autorização Art. obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I . cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros.possuir capital social integralizado mínimo de 100. 82 . funcionando ininterruptamente. 81 Certificado de Segurança Art. § 1º A comprovação. dependerá de autorização prévia do DPF. por parte da empresa. sob laje. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. somente. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento.comprovar a posse ou a propriedade de. II . No caso das outras instalações.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial. com um único acesso. e manter sob contrato.contratar. no mínimo. no entanto. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. reforçada com grade de ferro. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. dotado de sistema de comunicação. 7º desta portaria. II .realização de vistoria. II .prova de que os sócios. § 1º Aprovadas as instalações físicas. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III. com sistema de comunicação. 05 (cinco) armas de fogo. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional.000 (cem mil) UFIR. conforme disposto no art. 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. no entanto. IV . o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. prevista no art.

§ 7º Na hipótese de reprovação.certidões negativas de débito do FGTS. costas e lateral. onde houver. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. plaqueta de identificação. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. VIII . V . identificados e padronizados. que.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. demonstrando o nome e logomarca da empresa. § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. Militar dos Estados e da União. administradores. VI . Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores.§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. estadual e municipal. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. dirigido ao Superintendente Regional. II . IV . § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente. XI . § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa. 8º Para obter autorização de funcionamento.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. XII .cópia da Carteira de Identidade. dotados de sistema de comunicação. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. lateral. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. contendo nome e logotipo da empresa. X . anexando os seguintes documentos: I . III . § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. mencionando apito com cordão.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. relativamente aos sócios.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. XIII . relativamente aos sócios. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. acompanhado de fotografias. em 10 (dez) dias. traseira e do sistema de comunicação veicular. Estadual.000 (cem mil) UFIR.fotografias coloridas dos veículos. logotipo da empresa.fotografias das instalações físicas da empresa. da frente. diretores.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. de frente. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. VII . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. e Eleitoral. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente. gerentes e sócios. diretores e gerentes. da Previdência Social. coloridas. notificando-se o interessado da decisão. obrigatória e previamente. 83 . no mínimo.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. em especial da fachada. o encaminhará ao DiretorExecutivo. XIV . § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. IX .

origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV. VI e VII. poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido. em todos os casos previstos nesta portaria. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. as quais. Para obter a revisão da autorização de funcionamento.U. Art. VI .O. Art. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. II . § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. Art. para decisão.. IV .outros esclarecimentos considerados úteis. 8º desta portaria. visando a obter as seguintes informações: I . III. das munições e dos veículos utilizados. diretor. § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. das armas. § 2º Analisadas as informações obtidas.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada.eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada.atividade econômica exercida anteriormente. encerrada ou extinta. III .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. tributária. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano. Processo de revisão de autorização 85 86 . a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. administrador ou proprietário. 11. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I . a partir da data de sua publicação no D. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada. caso possuam. 10. ao Diretor-Executivo.os documento previstos nos incisos I. V . a DELESP ou CV. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. posteriormente. II . encerrada ou extinta. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e.existência de dívida fiscal. V . § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV . III .certificado de segurança válido.proprietários da empresa.relação atualizada dos empregados. mencionados no art. como sócio. considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo. IV. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida. serão. fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias. a extensão. V.

5° desta portaria. funcionando ininterruptamente. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. 87 . As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. III . 15. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. dependerá de autorização prévia do DPF. 88 Requisitos de autorização Art. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. obrigadas a proceder conforme o art. com um único acesso. h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. 02 (dois) veículos especiais. V . O exercício da atividade de transporte de valores. e) garagem exclusiva para. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento.contratar. 12. com os dispositivos de segurança necessários. g) alarme capaz de permitir. Art. II . administradores. com rapidez e segurança. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. sob laje. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. e manter sob contrato.possuir instalações físicas adequadas. dotada de fechadura especial. no entanto. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. somente.prova de que os sócios. ficando. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. § 2º A comprovação. reforçada com grade de ferro. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . com porta de ferro ou de madeira. eletrônicos ou de filmagem. construído em alvenaria. no mínimo. dotado de sistema de comunicação. Atividade Art.000 (cem mil) UFIR. que fará comunicação à CGCSP.comprovar a propriedade de. 13. no mínimo.possuir capital social integralizado mínimo de 100. 14. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores. comprovadas mediante certificado de segurança. por parte da empresa. As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. b) dependências destinadas ao setor administrativo. c) dependências destinadas ao setor operacional. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP. i) sistema de comunicação próprio. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores. Art.autorização em vigor. IV .

cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade.será realizada a vistoria. 1. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. o encaminhará ao Diretor-Executivo. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria. § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. Certificado de Segurança Art. V . coloridas. incluindo sistema de comunicação. Após a vistoria do veículo especial. Art. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. III . § 2º A DELESP ou CV. em 10 (dez) dias. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. de 29 de setembro de 1995. 18. Art. afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. IV .264/MJ. II . de frente. por veículo. devendo anexar: I . tendo validade de 01 (um) ano. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. 16. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. 19. horário e local em que 89 .comprovante do recolhimento da taxa correspondente. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. lateral. conforme estabelecido nos arts. 6º e 7º desta portaria. após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial. 17 desta portaria. 17. § 1º Aprovada a vistoria. quando da primeira expedição. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. traseira e do sistema de comunicação veicular. que.fotografias dos veículos especiais. § 7º Na hipótese de reprovação. 90 Certificado de Vistoria Art. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. dirigido ao Superintendente Regional. comunicará ao interessado a data. cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado.documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional. § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. e alterações posteriores. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. bem como em regulamentação do Comando do Exército.

certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. XII . Polícia Federal. assim como pela Justiça Federal.cópia dos documentos de propriedade de. 20 desta portaria. demonstrando o nome e logomarca da empresa. mencionando apito com cordão.certidões negativas de débito do FGTS. lateral.cópia da Carteira de Identidade.fotografias coloridas dos veículos especiais. V . dotados de sistema de comunicação. IV . Estadual. 91 X . instruído com: I . diretores e gerentes. VI . diretores.fotografias das instalações físicas da empresa. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. IV . relativamente aos sócios.certificado de segurança de segurança válido. costas e lateral.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. Para obter autorização de funcionamento. Militar dos Estados e da União. 21. logotipo da empresa. III . IV. estadual e municipal. mencionados no art. das armas. da Previdência Social. XIV . Para obter a revisão da autorização de funcionamento. onde houver.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. da frente. V. gerentes e sócios. VI e VII.000 (cem mil) UFIR. Processo de revisão de autorização Art. administradores.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. das munições e dos veículos especiais utilizados. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado.os documentos previstos nos incisos I. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. III.Processo de autorização Art. III . As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. plaqueta de identificação. contendo nome e logotipo da empresa.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 22. 20. traseira e do sistema de comunicação veicular. XI . Art.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. identificados e padronizados. XIII . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. V . no mínimo. relativamente aos sócios. caso possuam. e Eleitoral. II . IX . de frente. VIII . anexando os seguintes documentos: I .relação atualizada dos empregados. acompanhado de fotografias coloridas.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. VII .comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. II . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. 92 . em especial da fachada.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública.

25. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. embarcações ou outros veículos. poderá ser utilizado veículo comum. já incluído o condutor.000 (sete mil) e inferior a 20. As empresas de transporte de valores.000 (vinte mil) UFIR. As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação. Art. a extensão. Art. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores. observando o procedimento previsto nos arts.observar as normas da Aviação Civil. II . 17 e 18. sempre com a presença de. Parágrafo único. Art.000 (vinte mil) UFIR. Art. IV . no mínimo. junto às aeronaves. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. Atividade Art. conforme o caso.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado. por ocasião do embarque e desembarque dos valores. Parágrafo único. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte. Art. a qualquer título. desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. todos com extensão em transporte de valores. No transporte de valores de instituições financeiras. por mais de uma modalidade de veículo. 27. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. 28. III . 24. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial. 26. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. 29. § 2° No caso de desativação temporária. no mínimo. 23. quer seja aéreo. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . 17 e 18. de sua posse ou propriedade.utilizar. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. fluvial ou por outros meios. e a eventual reativação. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores. § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. de seus veículos especiais. as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si. § 1° A desativação do veículo especial. observando-se o procedimento previsto nos arts. isto é.§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.adotar as medidas de segurança necessárias. devendo: I . As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. Art. fluvial ou por qualquer outro meio.

contratar. IX . mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. Parágrafo único. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes. III. VIII . §2° Os vigilantes deverão estar com a formação. VI. de frente. dotados de sistema de comunicação. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 32. 02 (dois) veículos. a critério do contratante.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. III .fotografias coloridas dos veículos pela frente. todos especialmente habilitados. a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. no mínimo. lateral. V. identificados e padronizados. VII e XIV. As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. no mínimo. Atividade II .os previstos nos incisos I.relação atualizada dos empregados. com inscrições externas que contenham o nome. logotipo da empresa. 96 . plaqueta de identificação. das munições e dos veículos utilizados. o logotipo e a atividade executada pela empresa. já incluído o condutor.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço.comprovar a posse ou propriedade de. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. Processo de autorização Art. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. c) ser identificados e padronizados.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. II . costas e lateral. os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso. 8º desta portaria. Para obter autorização de funcionamento na atividade. mencionados no art. §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. VI . mencionando apito com cordão. III . acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. 30. e manter sob contrato. O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF. das armas. IV. VII . 95 Art. 31. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. Art. 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa. traseira e do sistema de comunicação veicular. V . por veículo. contendo nome e logotipo da empresa. 33. anexando os seguintes documentos: I .possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. IV .Art.

39. transitar por outras unidades da federação. §2°. no exercício das atividades. As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem.relação atualizada dos empregados. com logotipo.DPRF. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. 8º desta portaria. obrigatoriamente. das armas. A execução da segurança pessoal iniciar-se-á.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Art. às unidades do DPF e do DPRF. A execução da escolta armada iniciar-se-á. O exercício da atividade de curso de formação. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. dependerá de 98 . deverão comunicar a operação. 38. 36.Art. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. previamente. estabelecido pela empresa. 34. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. Art. e manter sob contrato. IV. III. Art. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. 35. V. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. IV .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. deverão comunicar a operação. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública. obrigatoriamente. O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão. III . 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. II . II . §1°. previamente. Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. VII e XIV. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. VI. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. das munições e dos veículos utilizados.contratar. Processo de autorização Art. 37.os previstos nos incisos I. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. anexando os seguintes documentos: I . 40. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. visível ou não. 41. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. Os vigilantes deverão estar com a formação. mencionados no art. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal . Atividade Art. Para obter autorização de funcionamento.

e) no mínimo. A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. IV . b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. Estadual. Processo de autorização Art. f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. conforme estabelecido nos arts. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. III .pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. sob laje. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana. Para obter autorização de funcionamento. Certificado de Segurança Art.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. às atividades de curso de formação. e Eleitoral. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. 42. Parágrafo único. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento.certidões negativas de débito do FGTS. funcionando ininterruptamente.comprovar a idoneidade dos sócios. 43. gerentes e empregados.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. 100 . eletrônicos ou de filmagem. mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. com um único acesso. II .000 (cem mil) UFIR. comprovadas mediante certificado de segurança. construído em alvenaria.possuir instalações físicas adequadas. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar. administradores. III . sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I .distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo. onde houver. § 1º Possuindo estande de tiro próprio. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . Militar dos Estados e da União. estadual e municipal. 03 (três) salas de aula adequadas. da Previdência Social. possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes. com porta de ferro ou de madeira. reforçada com grade de ferro.autorização prévia do DPF. anexando os seguintes documentos: I . dotada de fechadura especial. 6º e 7º desta portaria. II . policial ou clube de tiro. somente. g) sala de instrutores. III . com igual número de raias sinalizadas. II .possuir capital social integralizado mínimo de 100. diretores.

os documentos previstos nos incisos I. das salas de aula.relação dos instrutores. em especial da fachada. VI . bem como os respectivos certificados para registro. 102 Processo de revisão de autorização Art. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. As empresas de curso de formação deverão: I . desta portaria.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. III. IV . se houver. 43 desta portaria. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem. documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada. parágrafo único. 45. das munições e dos veículos utilizados. V . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. das armas.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar.certificado de segurança válido. instruído com: I . administradores. a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. com as exceções previstas nos arts.manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes. III . As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada. X . anexando cópia da Carteira de Identidade. VI .cópia da Carteira de Identidade. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. XI . 109. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. relativamente aos sócios. 44. II .IV . 46. do local de guarda de armas e munições. diretores. caso possuam. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada. em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. 109. VIII . II . 101 .000 (cem mil) UFIR. Atividade Art. policial ou clube de tiro. extensão ou reciclagem.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria.utilizar somente armas e munições de sua propriedade. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores. Art. XII . do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. V . VI e VII mencionados no art. VII . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. 51 e 74. se for o caso.informar ao DPF.informar ao DPF.matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art. IV. V. IV . inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão.informar ao DPF. IX . encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. gerentes e sócios.prova de que os sócios.fotografias das instalações físicas da empresa.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.relação atualizada dos empregados. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. III .

49. 54. desde que: I .exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores.VII . Art. deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos.adquiram. Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. Não serão autorizados os cursos de formação.comunicar. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . Art.sejam utilizadas na formação. no caso. cuja falta impedirá os registros. após devidamente registrados pela DELESP ou CV. IV . observando-se: 104 . Parágrafo único. 53. inclusive. III . o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional.possuir instalações físicas adequadas. Art. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria. a 103 quaisquer pessoas interessadas. Parágrafo único. diretores. 48. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional. Art. Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. 47. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores. 51.obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas. II . Parágrafo único. no prazo de 10 (dez) dias. III . no caso. Os líderes classistas mencionados neste artigo. em até de 48 (quarenta e oito) horas. extensão ou reciclagem de seus vigilantes.utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. o período de duração e a carga horária. 52. mediante autorização. Parágrafo único. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. vedando-se. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art. informando ao DPF sua utilização. as munições que irão substituir as que serão utilizadas. conforme normatização específica do DPF. As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida. vedando-se. Art. Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV. que deverão conter os dados de identificação do vigilante. Art. com uso de armas e munições de propriedade destas.comprovar que os administradores. Art. que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes. comprovadas mediante certificado de segurança. 50. A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. II .

certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. porte das instalações e sua localização. logotipo da empresa. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. costas e lateral. no máximo. observados os termos do art. 6º e 7º desta portaria. anexando os seguintes documentos: I . 05 (cinco) armas de fogo.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. estadual e municipal.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. IX . As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. do vigilante devidamente fardado. extensão da área. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança. XIII . Certificado de Segurança Art. mencionando apito com cordão. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. 105 106 . alíneas “a” e “b”.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. VI .fotografias das instalações físicas da empresa. II .comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. Art. dotado de sistema de comunicação. de corpo inteiro. tais como número de vigilantes. 57. V . poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante. Militar. conectado com a unidade local da Polícia Militar. manter o referido armamento em cofre exclusivo.cópia da Carteira de Identidade. acompanhado de fotografias coloridas. 58. Os requisitos do inciso IV. Art. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. conforme estabelecido nos arts. se houver veículos especiais. se houver. VIII . e Eleitoral.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Estadual. de frente. ficando dispensados no caso de possuir. nesta hipótese. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. IV . Processo de autorização Art. dos Estados e da União. devendo. III . As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. 56.a) dependências destinadas ao setor operacional. XII . 56. Civil ou empresa de segurança privada. lateral. Parágrafo único. onde houver. Para obter autorização de funcionamento. em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições.fotografias coloridas dos veículos especiais. traseira e do sistema de comunicação veicular. 55. VII .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. plaqueta de identificação. b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica. da frente.

certificado de segurança válido. comunicação com outro estabelecimento. da mesma instituição financeira. constando: I . integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V.alarme capaz de permitir. a extensão ou a reciclagem. identificação ou captura. instalações e encaixe. instruído com: I . devendo. 62. 59. de forma imperceptível.artefatos que retardem a ação dos criminosos. empresa de segurança ou órgão policial. que abrangerá toda a área do estabelecimento. 61. sob a responsabilidade de empresas idôneas. desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio. V e XIII mencionados no art.Processo de revisão de autorização Art. sua localização. II . as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 . Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias. § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança.a quantidade e a disposição dos vigilantes.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. bancário ou não.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. IV. III.relação atualizada dos vigilantes. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. 60. autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. das munições e dos veículos especiais utilizados. se exigível. II . § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. Parágrafo único. ou contratar empresa especializada. V . III . O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança. ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art. 57 desta portaria. Os vigilantes deverão estar com a formação. das armas. com rapidez e segurança. instalação e manutenção. 24 a 28. Art. IV . observadas as Atividade Art.equipamentos hábeis a captar e gravar. assim como das residências de seus sócios ou administradores. adequadas às peculiaridades do estabelecimento. área. permitindo sua perseguição. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. e o seguro de vida dentro do prazo de validade. III . § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts. IV . § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. em qualquer caso. devendo.os documentos previstos nos incisos I. contudo.

ostensivos e com coletes à prova de balas. a ser utilizado em casos excepcionais. 64. § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil. de sua circunscrição. 63 desta portaria. Art.cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança. V . Art. consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. 65. podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. integram a sua área e deverão possuir. 25 desta portaria.os projetos de construção.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. conforme o caso. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. As salas de auto-atendimento. quando contíguas às agências e postos bancários. 69. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial. VI . Art. instalação e manutenção do sistema de alarme. que terá validade de 01 (um) ano. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados. em 10 (dez) dias.cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. em caso de renovação. sob a responsabilidade de empresa idônea. IV . 63 desta portaria. 109 Execução dos planos de segurança Art. local de guarda de numerário. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. seguindo o procedimento previsto no art. devendo anexar: I .a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. 63. dirigido ao Superintendente Regional. o qual expedirá a respectiva portaria. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. pelo menos. II . será o mesmo submetido ao Superintendente Regional. Processo de análise do plano de segurança Art. a aprovação de seu plano de segurança. III . 68.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. 110 . Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados. 67. 66. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. quando necessária a revista pessoal. deverá ser efetuado conforme o art. assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição. O transporte de numerário. Art. devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. ostensivo e com colete à prova de balas. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. 01 (um) vigilante armado. Art. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. caberá recurso. indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais.descrição de toda a área do estabelecimento.

§ 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. e pistolas semi-automáticas calibre . dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. Art. adquirir carabinas de repetição calibre 38. munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. poderão ser solicitadas. espingardas de uso permitido nos calibres 12. sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. em caráter excepcional e individual. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX). excepcionalmente. com 03 (três) cargas de munição correspondente. § 7º As empresas de transporte de valores deverão.65 mm. § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . 72. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. conforme as características da área vigilada. bem como material e petrechos para recarga. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. 16 ou 20.380 "Short" e 7. Os requerimentos de aquisição de armas. 112 . § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes. e as demais empresas de segurança privada poderão. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. conforme a autorização que possuir. cassetete de madeira ou de borracha. com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas. neste caso. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. em procedimentos separados. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. 70. podendo ser solicitadas. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. 111 Requisitos para aquisição Art. de revólver calibre 32 ou 38. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX. 71. no mínimo. para cada veículo especial adquirido. ainda. quando em efetivo serviço. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo. munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada.65 mm. com exceção das empresas de curso de formação.Parágrafo único. § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. além de algemas. munições. somente serão autorizadas as aquisições de armas. uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. além do previsto no § 1º deste artigo. até 10 (dez) armas.380 "Short" e 7. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias. 04 (quatro) espingardas calibre 12. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores. § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. autorizar. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas.

de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. Parágrafo único. 78.tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros. 73. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses. multiplicada por 1. Art. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea. reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. munições ou coletes à prova de balas. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima. Art. 113 Art. 74.380 "short" ou 7. Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores. 77. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes. Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas. 75. Parágrafo Único. inservíveis ou imprestáveis. logo após o recebimento da autorização respectiva. 93 desta portaria. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima. e as características da área vigilada. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. As empresas de segurança especializadas. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição.III . situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. Em se tratando de primeira autorização. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas). constante de cada anexo desta portaria. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. exceto as empresas de curso de formação. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. Art. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. II . pistolas semi-automática . por turno de trabalho. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação. no mínimo. Art.20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. II . 76. limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade.sejam adotadas as providências previstas no art.revólveres calibre 38.a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. 80. devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV.00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações. até 6 (seis) meses após os fatos. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem. Art. 114 . 79. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. Parágrafo único. Art.65 mm. desde que: I . subtraído do total o estoque remanescente da requerente. Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. de acordo com o calibre respectivo. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições. Art. quando necessário. observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I . de acordo com o tipo de calibre antes descrito.

Somente será autorizada a aquisição de armas. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição.os termos de abertura e encerramento. furto. incluindo calibre. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.quanto ao livro de registro e controle de armas. em vigor há.relação alusiva aos incidentes de roubo. Parágrafo único. calibre. no máximo. anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. 83. contendo o número de vigilantes. CNPJ e endereço. podendo utilizar sistema informatizado.numeração e rubrica das folhas. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. IV .quanto ao livro de registro e controle de munições. quantidade consumida e total. incluindo razão social. estoque anterior. dados do fornecedor. descrevendo o calibre. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. informando a quantidade e especificações das armas e munições. Art. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. e coletes à prova de balas. número de série. bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. V . número de série e número de registro no SINARM. e histórico do consumo e utilização. 84. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. número e data de emissão da nota fiscal. IV . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. dados da arma adquirida. dados do fornecedor. perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. quantidade adquirida. e histórico de ocorrências. equipamentos e materiais para recarga.cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. § 1º Além da documentação acima relacionada. tais como estojo. o local ou posto de serviço onde estão situadas. 81. munições. munições. Art.relação das armas e munições que possui. 70 desta portaria. marca. anexando os seguintes documentos: I . As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições.relação atualizada dos vigilantes. em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. observando-se o disposto no art. número no SINARM. 82. local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. II . III . § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. II . 115 . § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. especificando a natureza e a quantidade. número e data de emissão da nota fiscal. espoleta e pólvora. incluindo espécie. 06 (seis) meses. dados da munição adquirida.Art. extravio. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança. projétil. 80 desta portaria. CNPJ e endereço. III . deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. incluindo razão social. marca. observando-se: I . que será verificado pela DELESP ou CV. ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências.

relação das armas e munições a serem transferidas. ainda. IV . perda e recuperação de armas. número de série. dados do fornecedor.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. dados do fornecedor. anexando os seguintes documentos: I . incluindo razão social. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas. número de série e número de registro no SINARM. descrevendo o calibre.quanto ao livro de registro e controle de armas. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. Parágrafo único. se for o caso. podendo utilizar sistema informatizado. calibre. que será verificado pela DELESP ou CV.U. número no SINARM. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . dados da 117 munição adquirida. bem com os materiais de recarga. o procedimento previsto no art. razão social e endereço da empresa. § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar. publicada em D. e histórico de ocorrências.comprovante do recolhimento da taxa correspondente.relação das armas e munições que possui. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições.cópia da portaria de cancelamento da empresa. IV . 85. marca. CNPJ e endereço. número e data de emissão da nota fiscal. A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo. § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. Art. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar. mencionando o número de salas de aulas. furto. e histórico do consumo e utilização. incluindo espécie. III . Além da documentação acima relacionada. 84 desta portaria. 83 desta portaria.os termos de abertura e encerramento. ainda. II .relação alusiva aos incidentes de roubo. ou declaração de que não as possui. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. marca. III . firmada pelo seu representante legal. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. V . contendo CNPJ. número e data de emissão da nota fiscal. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. incluindo calibre. observando-se: I . munições de propriedade da empresa.quanto ao livro de registro e controle de munições.comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação. IV . II . dados da arma adquirida. do Comando do Exército.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes. estoque anterior. extravio.documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento. o procedimento previsto no art. Art. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. descrevendo o calibre.numeração e rubrica das folhas. quantidade adquirida.O. incluindo razão social. número de série e número de registro no SINARM. válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC.I . assinado pelo dirigente ou representante da empresa. II . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. quantidade consumida e total. III . CNPJ e endereço. 86. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento.

Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa. 89. bem com o motivo da necessidade do transporte. a data de fabricação. descrevendo o fabricante. Transporte de armas e munições Art. II . furto. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. 119 Art. III .a descrição das armas e munições a serem transportadas. firmada pelo seu representante legal. o número de série. tamanho. se for o caso. que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. IV . e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. II . a requerente deverá solicitar autorização 120 . ou entre municípios de uma região metropolitana. 90. em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades. providenciando a destinação dos coletes substituídos. III . quando entre municípios não contíguos. para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa. II . o prazo de validade e o nível de proteção. com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. extravio. Art. modelo e nível de proteção. Art.relação dos coletes à prova de balas que possui. razão social e endereço da empresa. ou em outras situações que se fizerem necessárias.relação atualizada dos vigilantes. com o prazo de validade previsto no caput. sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. especificando quantidade. As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. Parágrafo único. ou declaração de que não os possui. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa. devendo ser anexados os seguintes documentos: I . constando CNPJ. § 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício. o prazo de validade e o nível de proteção. o número de série.Art.relação dos coletes a serem transferidos. bem como acompanhadas da respectiva guia.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições.o trajeto do material a ser transportado.cópia da portaria de cancelamento da empresa. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército. anexando os seguintes documentos: I . com validade de 30 (trinta) dias. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço.relação alusiva aos incidentes de roubo. 87. 88. especificação e quantidade dos coletes autorizados.documento de anuência da empresa cedente em negociar o material. descrevendo o fabricante. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV.a descrição dos endereços de origem e destino. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . a data de fabricação. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV. III . 91. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. prorrogáveis uma vez e por igual prazo.

97. Art. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido. expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. 96. Parágrafo único. instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. em local seguro. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . após receber e analisar a documentação referida no § 1°. ainda que não previstos no caput deste artigo.informações sobre as apurações realizadas pela empresa. de "Kanil Club" ou particular.cópia do boletim de ocorrência policial. por qualquer meio hábil. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. 98. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. 73. I . As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar.cópia do registro da arma.à DELESP ou CV de origem. Utilização de cães adestrados Art. Parágrafo único. Art. munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro. em órgão militar ou policial.ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. As armas. no próprio posto de serviço. munições e coletes à prova de balas Art. II . "Kanil Club" ou empresa de curso de formação. contendo logotipo e nome da empresa. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. as ocorrências de furto. 93. conforme disposto no art. perda. em seu estabelecimento. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. roubo. II . ou de canil de organização militar. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. 121 CAPÍTULO VII 122 . Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. 92. quando utilizado em serviço. O cão. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. 94. Parágrafo único. Comunicação de ocorrências Art. salvo fora do horário de atendimento ao público. extravio ou recuperação das armas. Art. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia. III . Art. deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. 95.

a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. será observado o procedimento previsto nos arts. Polícia Federal. Parágrafo único. Razão social § 1º No caso de alteração de razão social.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. Parágrafo único. desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor.cópia do contrato social consolidado ou equivalente. apresentando. No caso de alteração de endereço. e as demais. II . Título de Eleitor e Certificado de Reservista. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. sendo mantido o prazo de validade original. ainda. quando referentes à razão social. a cargo da DELESP ou CV. e Eleitoral. Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. III . 99. 8º. endereço. ficando as alterações de sócios.cópia da Carteira de Identidade. 123 § 3º No caso de alteração de endereço.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados. II . conforme o caso. Art. III . devendo-se anexar. O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ. IV . 124 . em especial da fachada. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. endereço e responsável pelo setor de segurança. Militar dos Estados e da União. As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo. Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. ainda: I . onde houver. em se tratando de empresas especializadas. a DELESP ou CV. Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. Estadual. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa. dos setores administrativo e operacional. indicando o que se quer alterar e anexando: I . 101. assim como pela Justiça Federal.DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art. em especial da fachada. § 1º. 6º e 7º desta portaria. relativamente a este: I . capital social. As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica. a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos. da Previdência Social. 102. Art. quadro societário.as fotografias das instalações físicas. Parágrafo único. a empresa deverá observar o disposto no art.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. bem como do local de guarda de armas e munições. na forma do art. 100. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV. bem como do local de guarda de armas e munições. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 56 desta portaria. apresentando as fotografias das instalações físicas. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos.

o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . em se tratando de empresas de curso de formação.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. podendo um deles ser terno ou paletó. Art. ou acréscimo de um novo. óculos. logotipo da empresa.plaqueta de identificação do vigilante. de frente. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. aeroportos. Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. Art. usinas. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. Art. do local de guarda de armas e munições. tais como capacetes. 107. 103. 106. portos. 126 . ou da DELESP ou CV. cintos especiais e outros necessários. o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 105.apito com cordão.000 (cem mil) UFIR. § 2º. 103. § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias. Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. bem como os requisitos do art. II . procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. de corpo inteiro. aplicando-se quanto a estes o disposto no art. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço.as fotografias das instalações físicas. plaqueta de identificação. a requerente deverá juntar. Art. O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço. do vigilante devidamente fardado. 108. se houver. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. anexando: I . Art.II . observadas as regras de segurança do serviço a ser executado.declaração das Forças Armadas e Auxiliares. IV . §1º.memorial descritivo das alterações propostas. constando o nome. acompanhado de fotografias coloridas. autenticada pela empresa. botas. além do uniforme. III . navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares. deverá adotar. 37. costas e lateral. II . equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho. as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. das salas de aula. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. ainda. mencionando apito com cordão. com validade de 06 (seis) meses.emblema da empresa. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. 104. em especial da fachada. 125 III .

109 desta portaria. implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. nato ou naturalizado. VII . realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada. extensão e reciclagem Art. o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos. Para o exercício da profissão. § 1° Para a matrícula nos cursos de formação. exceto o disposto no inciso IV.ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental. 128 . extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art. sem registros de indiciamento em inquérito policial. dispensado no caso dos cursos de formação. II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI). VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII). § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores. escolta armada ou segurança pessoal. V . reciclagem e extensão de vigilante. V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV).estar quite com as obrigações eleitorais e militares. VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. extensão ou reciclagem. 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I). § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS. 110.ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais. conforme normatização específica. comprovados documentalmente: I . ll . III . por ocasião do registro do certificado de curso de formação.CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art.ser brasileiro. 109. às expensas do empregador. a ser executado pela DELESP ou CV. que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional. VIII . VI .ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF.ter sido aprovado em curso de formação de vigilante. São cursos de formação. IV .

A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. restituídos após conferência pelo órgão recebedor. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF.CNV . destruição. para fins de controle e destruição. de frente. 115. além dos documentos previstos no art. § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV. 114. extravio. caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. 112 desta portaria. antes da data do seu vencimento.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. Parágrafo único. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. de fundo branco. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período. sendo estes 129 . colorida. O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. Art. Parágrafo único. 111. § 7º Os cursos de formação. ou através das entidades de classe. na forma do “caput”. ou em cópias autênticas. tamanho 2 x 2 cm. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. 112 desta portaria. IV . no ato do recebimento da carteira retificada. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior. e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. 109 desta portaria. quando em efetivo serviço. 112. será de uso obrigatório pelo vigilante. às expensas do empregador. II . às expensas do empregador. A Carteira Nacional de Vigilante . 130 Carteira Nacional de Vigilante . e possuir curso de formação. Art.Carteira de Identidade e CPF. Art. no ato do recebimento da nova carteira.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. Art. escolta armada e segurança pessoal. As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos. A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. devendo-se anexar: I . estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. Nos casos de perda. Art. revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. § 2º O protocolo do requerimento. III .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 113. furto ou roubo. Parágrafo único. 116. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. conforme a atividade exercida.CNV Art.CTPS.

III .000 (cinco mil) UFIR. II . III . em especial quanto ao armamento. CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art. 117.CNV.a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento. feito pelo empregador. 118.utilizar. probidade e denodo.a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação.o recebimento de uniforme. VII .seguro de vida em grupo. IV . não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.advertência. quaisquer incidentes ocorridos no serviço. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 .multa. juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato. nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho. adequadamente. inclusive armas e munições. As empresas de segurança privada deverão: I . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. Assegura-se ao vigilante: I . VI . III . observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores.cancelamento da autorização de funcionamento. quando em efetivo exercício. II .comunicar. São deveres dos vigilantes: I . em nível nacional. às expensas do empregador. através da DELESP ou CV. ao seu superior hierárquico. V .treinamento regular nos termos previstos nesta portaria. devidamente autorizado. assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza. em procedimento interno.portar a Carteira Nacional de Vigilante .Direitos Art. quando no exercício de suas atividades.porte de arma. IV . apenas em serviço.encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP. para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada. 119. II .prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade.exercer as suas atividades com urbanidade. 120. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . colete à prova de balas. de 500 (quinhentas) a 5. V .proibição temporária de funcionamento. II . IV . Apuração das condutas dos vigilantes Art.manter-se adstrito ao local sob vigilância. escolta armada e segurança pessoal. o uniforme autorizado. o envolvimento de seus vigilantes.apurar. munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art.

ou equivalente. para fins de controle ou fiscalização.000 (vinte mil) UFIR.multa. II . em seu quadro. de 1. tais como capacetes. III . 133 . É punível com a pena de multa. III .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações.deixar de apresentar qualquer informação ou documento. a renovação do certificado de segurança. II . 122.deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento.não possuir. óculos. IV .permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . V .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade. duzentas e cinqüenta) UFIR. VII . 121. Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art.interdição. manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições.250 (um mil. V . em tempo hábil. CGCSP. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . VII . em tempo hábil. É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .deixar de providenciar. na forma da legislação vigente.alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes. 123.reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante. 134 Pena de Advertência Art. III . botas. quando solicitado pela CCASP.advertência.000 (mil) a 20.Art. a renovação do Certificado de Vistoria.deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. VIII . VI .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço. cintos especiais e outros necessários. DELESP ou CV. IV . sem prévia autorização do DPF. VI . II . de 500 (quinhentas) a 1.possuir. O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades.deixar de providenciar.permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria.

que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento.deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. ou outros equipamentos.deixar de encaminhar ao DPF.deixar de assistir.a empresa de curso de formação. bem como a quantidade de munição a ser utilizada.deixar de encaminhar ao DPF. bem como a quantidade de munição a ser utilizada.deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço. IV . de 1. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem. bem como a quantidade de munição utilizada. XIII . em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso. para fins de registro . extensão ou reciclagem. jurídica e materialmente. 124. 136 .deixar de promover a reciclagem do vigilante. em até 05 (cinco) dias.exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante. em desacordo com o procedimento previsto no art. 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido. IX .dar destinação diversa da prevista no art.possuir. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. II . a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .alterar o local onde o veículo especial estiver operando.proceder à desativação ou reativação do veículo especial. XVII . É punível com a pena de multa. quando devidos.contratar. os certificados de conclusão de curso.deixar de devolver ao vigilante interessado. XIII . XII . X . munições.500 (duas mil e quinhentas) UFIR. V . XI . mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. quando solicitada pelo interessado.deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial. coletes à prova de balas.não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante. o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço. XVI . sem prévia comunicação à DELESP ou CV. como vigilante.VIII . os exames de saúde e de aptidão psicológica. para fins de registro profissional. XVIII . XI .exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado. em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão. duzentas e cinqüenta e uma) a 2. XIV . o seu Certificado de Conclusão do Curso. X . ou fora do prazo de validade.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido. XII . VIII . XV . III . Art. VI .deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV. VII . em seu quadro.deixar de encaminhar ao DPF. IX .251 (um mil. em até 05 (cinco) dias após os registros.exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. a relação nominal e a qualificação dos concludentes. 28 desta portaria.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas.deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação.

escolta armada e segurança pessoal. IV .permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço. em curso de formação. XXIII . em seu quadro.000 (cinco mil) UFIR. II .utilizar veículo especial ou comum. sem a presença de. munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. reciclagem ou extensão de vigilantes. armas.501 (duas mil.XIV . quinhentas e uma) a 5. a qualquer título. munições ou outros produtos controlados.deixar de aplicar a grade curricular. VI . previstos nos anexos desta portaria. fluvial ou por outros meios. XV .permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação. 125. candidato que não preencha os requisitos necessários. armas. no mínimo.utilizar veículo especial ou comum. 137 XXVI .promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina. XXII .possuir. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias.permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço.guardar armas. 138 . sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina. XXVII . munições ou outros produtos controlados em local inadequado. VII . em serviço. de 2. III . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . a qualquer título. XXI .alienar.realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização. 154 desta portaria. extensão ou reciclagem. IX .guardar armas. em serviço. conforme prescrição do art.utilizar em serviço armamento. VIII . respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. XIX . 25. XX .utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes. XXVIII . XVIII . 02 (dois) vigilantes.deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF.utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados. É punível com a pena de multa. munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. munições ou outros produtos controlados. XVII . V . XXV .matricular. XXIV .deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação. Art. os exames teóricos e práticos. munições ou outros produtos controlados. contendo nome e logotipo da empresa. e a carga de tiro mínima. sem a autorização competente. fluvial ou por outros meios.adquirir.negligenciar na guarda ou conservação de armas. sem prévia autorização do DPF.

XVII . dentro do prazo de cumprimento da pena.não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego. permanecendo. excetuando-se as hipóteses dos arts. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição. XV .dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação.utilizar veículos comuns. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração.ter na constituição societária. desta portaria. extravio ou a recuperação de armas. de armas ou munições que não sejam de sua propriedade. pelo período que durar a proibição. II . 93 desta portaria. ou em desacordo com as regras de segurança necessárias. ao DPF.possuir.impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações. XII . XX . em desacordo com o art. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. roubo.deixar de comunicar à DELESP ou CV. 33 desta portaria. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art. XIV . XVIII . É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento. coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF. em seu quadro. que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias. a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores.permitir a utilização.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa. será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento. XVI . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . e antes do trânsito em julgado da decisão. no valor máximo previsto no art.permitir a realização de cursos de formação. no prazo de 05 (cinco) dias. destinados à atividade de escolta armada. munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. mediante lavratura de termo de fiel depositário. parágrafo único.X .utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário. XIX .transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores. XXIII . § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar. reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada.declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF. 126. em poder da empresa.deixar de comunicar furto. mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV. reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa. 139 XXII . munições. III . XIII . ou com a CNV vencida. sem amparo legal. 125. XXI . Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 . ou em serviço de transporte de valores. Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. de qualquer forma. como sócio ou administrador. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. por alunos e instrutores. 51 e 74. as armas.executar ou contribuir. XI . pessoas que tenham condenação criminal registrada. quando em fiscalização.continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento.

85 desta portaria. nos termos do art. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração.seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. comunicando o cancelamento. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. Art. munições. 125. contados do trânsito em julgado da decisão. a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade. contrárias. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. contrários. III .possuir capital social integralizado inferior a 100. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias. II . às Receitas Federal. 4º. procedendo-se ao registro no SINARM. no valor máximo previsto no art. necessário à atividade autorizada. espontaneamente. após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. encerrar suas atividades. XXIII. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes. devendo ser observado o procedimento previsto no art. as armas. fundamentadamente. se quiserem. Estadual e Municipal. nos prazos previstos nos arts.deixar de sanar.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art. conforme previsto no art. 125. 127. § 1º e 14.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada.102/83 e 120 desta Portaria. VI . § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento. e antes do trânsito em julgado da decisão. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão. 11 desta portaria. exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. § 2º. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. VIII . alienar suas armas. 23 da Lei n° 7. 129. VII .Art. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos.a contumácia. a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. e à Secretaria de Segurança Pública.000 (cem mil) UFIR. após a lavratura do auto de infração correspondente. V . dentro do prazo de cumprimento da pena. conforme aprovado pelo certificado de segurança. É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .deixar de comprovar. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. coletes à prova de balas e veículos especiais. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização. 128. se. Art. contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias. Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem. IV . Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 .

quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro. conforme previsto no plano de segurança aprovado.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. § 3º No caso de ser aplicada. É punível com a pena de multa.Pena de Advertência Art. notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. bens ou valores em desacordo com a legislação.permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores. II . de 10.000 (dez mil) UFIR. o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado.deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo. Art.funcionar sem plano de segurança aprovado. de 1. III .deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. ou III . nos termos do art. IV . 7º da Lei n° 7. captadas e gravadas pelo circuito interno de TV. É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I .permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado. conforme previsto no art.000 (mil) a 10. III . a pena de interdição. fundamentadamente. se reprovado. IV . 133. se aprovado. É punível com a pena de multa.não obter a aprovação do plano de segurança apresentado.001 (dez mil e um) a 20.promover o transporte de numerário. implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art. Art. com trânsito em julgado. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que.deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar. 130. § 2º Na hipótese do § 1°. 143 144 II . o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . II . III .000 (vinte mil) UFIR.dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. 63 desta portaria.impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações.retardar. II . Art.102/83 e 121 desta Portaria. ensejará o prosseguimento do processo punitivo. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. 134.dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente. 132 desta portaria. 132. quando em fiscalização. . injustificadamente. É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I . Pena de Interdição Art. conforme o caso. e. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento. 131. o cumprimento de notificação da DELESP ou CV.

II . genérica ou específica. 140. § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. Na fixação da pena de multa.a primariedade. § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas. II . aplicar-se-á a pena prevista no art.as conseqüências.a gravidade da conduta. § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal.Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço). 123 ou 129 desta portaria. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 . Art. serão consideradas: I . Circunstâncias agravantes Art. 137. A reincidência.colaborar. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. individualmente. § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras. Contumácia Circunstâncias atenuantes Art.omitir. ainda durante as diligências. e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. II . com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. por qualquer meio. III . III . enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada. 138. Dosimetria da pena de multa Art. São consideradas circunstâncias atenuantes: I . eficientemente. ocorridas durante o período de 01 (um) ano.a condição econômica do infrator. São consideradas circunstâncias agravantes. ainda que potenciais. por cada estabelecimento financeiro infrator. a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. 145 Art. ou 05 (cinco) genéricas. 135. intencionalmente. Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição. da infração. dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração.corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção. III . a reincidência será determinada. havendo reincidência genérica ou específica. a depender do ente infrator. 136. quando não constituírem infração: I . a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência. 139.impedir ou dificultar.

a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data. II . cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes. Após o prazo da defesa.Art.mediante solicitação da CGCSP. contados da sua publicação no D. 143. Parágrafo único. 146. Para fins de prova da infração. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . Art.de ofício. Parágrafo único. ouvida a CCASP. Art. no próprio auto. pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros.mediante representação. Art. assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. 144. para a apresentação de defesa escrita. cuja decisão será publicada no D. realizar fotografias. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. Art. a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados. Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. de qualquer sócio ou empregado da autuada. 142. 147. mediante aviso de recebimento. 145. Art. nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. mediante recibo. Parágrafo único. concedendo o prazo de 10 (dez) dias. a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP.U. munições e coletes à prova de balas.por meio da ciência. 147 II . tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. Constatada a prática de infração administrativa.U. ao endereço da autuada. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório.por qualquer outro meio hábil. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. indicando o dispositivo normativo infringido. de uma via do auto lavrado. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. Para os fins deste capítulo. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. Parágrafo único. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I . hora. inclusive armas.U.O. O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. ininterruptos. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro.873. de 23/11/1999. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento. contados da publicação da portaria punitiva no D. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. Art. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias. A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo. 9.pelo envio de cópia do auto. ou III . A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega. Parágrafo único. local e descrição do fato.O. 141.O. iniciando-se: I . III . com ou sem a sua apresentação. Parágrafo único.

148. ainda. § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. deverá a DELESP ou CV: I .Art. § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF. entregando cópia do auto respectivo. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. IV . desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. à segurança do Estado e à coletividade. bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita.oficiar aos contratantes da empresa encerrada. à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. arrecadar as armas e munições utilizadas.a não utilização de nome de fantasia. e à Secretaria de Segurança Pública. para fins de prova. Sociedades anônimas de capital fechado Art. notificando o autuado. 152. no prazo de 10 (dez) dias. a DELESP ou CV: I . 151.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada. podendo realizar fotografias. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes.instaurar o procedimento penal cabível. observando-se: I . Art. caso haja. através de qualquer forma. III . entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados. Art. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica.deverá.notificará o responsável pela atividade. o procedimento instaurado será arquivado. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua. cientificando o autuado após a decisão final. A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social. de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa. 150 . II . § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. II . III . § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados. 149. para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. em caso de recalcitrância. os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia.a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública.notificará.a não utilização de termos contrários. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. nocivos ou perigosos ao bem público.comunicar à CGCSP. o tomador dos serviços. III . § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior. às Receitas Federal. Estadual e Municipal. de transporte de valores. § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. caberá recurso ao Superintendente Regional. de qualquer modo. II . 150. comunicando o encerramento. As atividades de vigilância patrimonial.

162. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento. Sócios pessoas jurídicas Art. Multas e taxas Art. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas. às expensas do requerente.dpf. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta). para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento.§ 2º As empresas de que trata este artigo. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. a qualquer tempo. junto à Imprensa Nacional. IV . de 18/08/2000.º 89. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados. n. 159. 154. que poderá. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www. caso existam.Diretor-Geral 152 . a serem consignados no Orçamento do DPF. Ficam revogadas as Portarias nº.001 Operação do Policiamento Federal. de 13/04/98. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional. III . de 30 de março de 1995 e.030. e n. n. 160. munições e coletes à prova de balas.017. Parágrafo único. no Programa de Trabalho 06. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D. V .0174. 157. Art.O. de 24 de novembro de 1983. contados da ciência da notificação.relação de todos os seus estabelecimentos. n. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias. Art. 155. de 15/12/1995.U. apresentar novo requerimento.relação de armas. Processos administrativos em geral Art. através da Guia de Recolhimento da União – GRU. Art. Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF. dando-se ciência ao interessado. apresentando mensalmente ao DPF: I .º 836. de 03/03/2005. deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas. 153. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo.gov. Prestação de informações Art.º 76. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. 156. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial.º 1.relação dos postos de serviço.129.relação de veículos comuns e especiais. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação. 151 Art. de 25/10/95. 158. 14 e 40 do Decreto n. 161. Art. Art.056. no caso de multas.relação dos empregados contratados e dispensados.br).2081. II . 9. de acordo com os valores estabelecidos nos arts. deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº.º 277. 992. o processo administrativo será arquivado.

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