VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

1

2

VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
3

A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
4

economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
5

tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
6

médicos. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). íris etc. • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. com o devido registro de dados. A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. portanto. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. Caso perceba tal ação. a espionagens industriais. Como em todos os locais de vigilância. • Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. • Banco de dados de funcionários. sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . em que a atenção deve ser redobrada. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. veículos e materiais. É um auxiliar direto dos educadores. impressões digitais). inclusive nos berçários.). • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. Outro momento crítico é o horário das visitas. Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. após ser analisada a real necessidade de acesso. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais. câmeras nas farmácias. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. • Instalação de circuito fechado de TV. circuito fechado de TV. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. funcionários. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. para “vender” drogas. funcionários de empresas prestadoras de serviços etc.A portaria é o local de acesso ao público em geral. Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. catracas eletrônicas. pulseiras com código de barras pelos pacientes. com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. etc. A utilização de medidas de segurança. onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. com sala de monitoramento 24 horas por dia. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais. Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. O controle do acesso de pessoas. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. em todos os pontos possíveis. seu comportamento maduro. Sua postura. como por exemplo.

) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. deve ser o mais breve possível e cuidando. o devido zelo com a apresentação pessoal. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. principalmente irregularidade com armamento. clientes e das instalações físicas. valendo-se do fator surpresa. a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. a regularidade das instalações.). sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. com ordem judicial. munição e colete a prova de balas. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. controles de acesso pela biometria. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. instalação de portinholas (passagens de objetos). visitantes. controlar e vigiar. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. de onde o vigilante tem maior campo de visão. A utilização de barreiras perimetrais. sala de monitoramento de imagens. é um verdadeiro alvo de observação. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada. conscientizando-se que. Como exemplo de posto fixo. Neste caso. para prestar socorro ou. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. o controle das entradas proibidas. dentre outras atribuições peculiares à sua função. circuito fechado de TV. Ao lado do controle de acesso. estando sempre comprometido com a segurança. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 .invasão de domicílio. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. num primeiro momento. o registro das ocorrências internas. de sua própria segurança. pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. clausuras etc. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. posicionando-se em pontos estratégicos. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. o controle da circulação interna. durante o dia. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. sistema de alarmes. de costas para a rua etc. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. central de comunicação operacional etc. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. Visando não perder a atenção da área vigiada. por trabalhar uniformizado. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. catracas eletrônicas. Visando complementar a atividade de segurança. das entradas permitidas. botão de pânico. O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos. com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final. caso necessite dar informações.

Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. pois o furto. Visando não receber o posto sem saber a normalidade local.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. quer seja por 12 . VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. no que tange a seu dever de controle. 32 ou 38. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. parágrafo único da Lei Federal 10. fiscalização das instalações físicas em geral. rádio transceptor portátil. Portanto. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. ser externa. não podendo. pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. veículos e materiais. De todos os materiais que existem no posto de serviço. bem como da observância da circulação interna de pessoas. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. Constituem verdadeiros obstáculos. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. cassetete de madeira ou borracha. para que sejam adotadas as providências pertinentes. procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. pessoas circulando após o término do expediente. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio. se possível. é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. munições e acessórios. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. verificação dos veículos estacionados. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito. sensores de presença. bastão eletrônico. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. Portanto. abordagem de pessoas com comportamento suspeito. por determinação do órgão controlador. tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. algemas. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. sejam de propriedade do empregador. munições e colete a prova de balas). de propriedade da Empresa de Segurança. terminais eletrônicos etc. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal. observa-se que o artigo 13.. como por exemplo: relógio-vigia. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço.patrimonial. como forma de controle. Nesse sentido. tudo deve ser alvo de observação. Não sendo possível. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. como por exemplo. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. lanterna. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. em companhia daquele que estiver passando o posto. Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal.

ao mesmo tempo. A fiscalização. dificultar e impedir qualquer ação criminosa. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial.barreiras e equipamentos. telas.). sistemas de alarmes. para inibir. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. raciocínio rápido. distribuição adequadas de guaritas. etc. no perímetro de segurança. por conseguinte. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. denominados de PORTARIA. circuito fechado de TV. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação. canalizando as entradas e saídas de pessoas. As barreiras podem ser: 1) Naturais . bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. Sua atuação tem caráter preventivo. etc. ausência de medidas de segurança etc. portinholas (passagem de objetos). que antecedem a entrada de veículos e pessoas. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. montanhas. Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação. Ex: Identificação pessoal. matas. 14 . portas giratórias detectoras de metais. veículos e materiais. Ex: Acessos não controlados.cercas. sendo. quer seja pela ação humana. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital. no perímetro de segurança. tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. locais visados para o planejamento de ações criminosas. corrente. vigilância atenta. Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. tirocínio. Ex: Barreiras perimetrais. 2) Artificiais . clausuras (espaço entre dois portões. incluindo restrição de acesso. via de regra. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. materiais e veículos. catracas eletrônicas. Ex: Pontos elevados. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. muros. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações.rios. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. abordagem à distância. 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. etc. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa. de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações. BARREIRAS: Representam uma segurança. não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. ficando em evidência. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. evitando assim o fator surpresa e. que permitem fácil acesso. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. No entanto. mesmo as pesquisas indicando que. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. íris) etc. posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). obter maior ângulo de visão.

antes do ingresso no estabelecimento. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. muitos desses locais são alvo de invasões. passaporte. 16 . 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador.: A Lei Federal 5. • Fazer a abordagem. Obs. de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar. alterada pela Lei Federal 9. fornecedores etc. clientes. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia. clausuras. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados. o veículo adentre apenas com o condutor. procurando obter e confirmar todos os dados e. • Verificar a quem se destina. preferencialmente à distância. • Cumprir às normas estabelecidas internamente. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes.). procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. • Fazer a abordagem. etc. Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização. nova CNH. identidades funcionais etc. à distância. • Fazer o devido registro dos dados. • Fazer o registro dos dados. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro.) como também em treinamento de pessoal. e mesmo sendo conhecida. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais. • Anunciar o visitante ao visitado e. dinâmica e boa capacidade de comunicação. bem como o comportamento e atitude dos últimos. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. pois tal comportamento garante a prevenção. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência. caso seja autorizado o acesso. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. Por isso. deve-se agir com maior critério. pela nota fiscal. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. reservista. etc.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. • Fazer o registro do entregador. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. Botão de Pânico. aparelhos de controle com base na biometria. se for necessário.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV.553/68. • É conveniente que. • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. visitantes. mostrando-se atento.) e treinamento constante dos profissionais de segurança.453/97. Obs. da mercadoria que entrou. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. caso esteja acompanhada de desconhecido. • Nunca julgar as pessoas pela aparência.organização. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. Ex: RG. Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. inclusive do responsável pelo recebimento. Obs. • Fazer a identificação pessoal.

O profissional de segurança. A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. é viável que se determine seu ingresso de ré. ou fato ocorrido. nem ocorra invasão. de que tem ciência em razão de função.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. salvo com a devida permissão. e) fotografia. Espionagem Está relacionada com a sabotagem. de modo que seja aberto o baú. À segurança cabe impedir a saída de projetos. Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço. b) número de elementos que compõe a equipe. “Revelar alguém. c) numerários. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público. c) roubo e furto. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. 18 Obs. b) escuta. identificar o condutor. plantas ou quaisquer equipamentos. d) chantagem. f) corrupção.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. sem a devida autorização. O sigilo profissional para o homem de segurança. segredo. caso contrário todos devem ser identificados. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). principalmente com uso de veículos clonados. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. d) armamento utilizado. 17 . sem justa causa. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. Cumprir rigorosamente as normas internas. é dever. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. Portanto. Basicamente. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. antes da abertura do portão. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. Mesmo fora do horário de serviço. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem. etc. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento. não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. que visa destruir. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes.9. ofício ou profissão. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”. Métodos de espionagem: a) infiltração. deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. Pela sua condição de "Homem de Segurança". 3. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. Caso o estabelecimento não disponha de clausura e.154. g) observação (acompanhamento). pela natureza de seu serviço. ministério. não é virtude.

obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. de modo a evitar o fator surpresa. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. logo. acionar a polícia. transforma-se instantaneamente em gás. treinamento permanente.). sem causar pânico. são qualidades que devem existir em um segurança”. incêndio. greve de funcionários etc. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. isto é. com a adoção de um plano de abandono. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações.“Falar pouco. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. 20 . que sofrendo uma reação química violenta. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física. • Evacuar o local de forma rápida e discreta. com a satisfação do usuário final. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. com emprego de equipamentos e táticas adequadas. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. com a participação da equipe. • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. Para tanto. a imparcialidade. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. ameaça de bomba. Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções. caso ocorra o evento crítico. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. estabelecer atividades. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. sem causar pânico. de forma rápida e discreta. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta. instalação de medidas estáticas. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. • Agir de maneira imparcial. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. atue com calma. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. com produção de alta pressão e elevada temperatura. líquido ou gasoso. Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos. ouvir com atenção. em todos os momentos. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. sem que haja pânico. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público.

T. Nesta situação. com quem aconteceu. • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). abalar a estrutura do poder público constituído. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. Características de uma crise: A crise. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. podendo se manifestar através de motins em presídios. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias. dentre outras ocorrências de grande vulto. exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. Gerente. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. Por se tratar de ações típicas de terrorismo. todo objeto passa a ser suspeito. ano e hora em que o fato ocorreu). Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. 22 . Diretor).E . de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. como Órgão de Segurança Pública. • Compressão de tempo (urgência). dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho. de acordo com a natureza da ocorrência. evitando causar pânico. • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. sobretudo. seqüestros. considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. • Ameaça de vida. atos de terrorismo. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. pois em se tratando de ameaça. Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190). ou seja. mês. O melhor a fazer é isolar a área. apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. cada central de operações saberá. evacuar o local e acionar a polícia. Aeroportos e Shoppings. de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. seja estranho ou comum ao local. como situação crucial. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. Ao acionar 190 e 197. que exige resposta especial da Polícia. sem suposições). Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem.Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. tentativa de suicídio. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. • Isolar a área. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. principalmente aqueles ligados à Polícia. mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos. Ministério Público. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). Justiça. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). o vigilante não deve arriscar sua vida.A. roubos a bancos com reféns. • Não tocar qualquer objeto. logo. qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. Embaixadas e Instituições Financeiras. a fim de assegurar uma solução aceitável. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural. • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto. afastando grupos de curiosos. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. • Acionar as autoridades competentes (G.

que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas. Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo. Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. Lembre-se! “Escreveu. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. 24 . Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador. sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira. sejam medidas de antecipação. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. e dos setores de inteligência policial. no entanto. virou documento!”. A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. obter e aplicar. cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. assinou . a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. com ameaça de vidas. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. Considerações legais especiais. já adotará as providências necessárias. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. prevenção e/ou resolução.

sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos. capacidade. Por outro lado. tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. inciso IV. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil. nossos gestos. Hoje. A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. da Portaria 387/06 do DPF. uma vez que nossas expressões faciais. através de métodos (fala. sem comunicação. 25 26 . No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. por essa razão não há como se falar em vida humana. alcance e recursos. assegurado no artigo 117. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil. oferecendo mais recursos. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante.). com dupla função. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente. sinais sonoros.. funções e garantindo maior alcance nas comunicações. postura emitem mensagens. transmitir e receber mensagens. além das funções mencionadas. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. olhares.RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. radiocomunicação e telefone. mímicas etc.

conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. • falar sempre de forma clara. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. • ter sempre relações de telefones úteis. ou involuntariamente por linhas cruzadas.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. Ex: HT. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. portátil. podendo ser interceptado através de grampo. nos deslocamentos. funcionando inclusive como forma de comando. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. interessado e compreensivo no que ouve. mostrando-se atencioso. que funciona através de ondas magnéticas. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. pausada. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. Manter a efetiva disciplina na rede. o telefone é um processo elétrico. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. com o máximo de abreviações (uso do código Q). o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. • nunca transmitir informações pessoais. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. bem como rotinas diárias de quem quer que seja. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. Móveis e Portáteis. 28 . • utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. • Ter o devido zelo com o aparelho. em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência. como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança. Ao falarmos. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. através de uma antena. aéreos e aquáticos. boa tarde. Essa onda traz o sinal elétrico. não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. o operador deve escutar por algum tempo. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. com a designação do nome da empresa. cumprimento cordial (bom dia. antes de iniciar uma transmissão. Independente do padrão adotado pela empresa. ocorrerá o recebimento da onda portadora. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). • nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. com uso de antenas apropriadas. na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. evitando utilização para fins pessoais. nome do atendente. mesmo quando se encontra em operação.

9. empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional). Primo. 2.Alpha J . escutar.Hotel I . que aconteceu em Londres.Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. Boa. Oitavo. sendo assinada em 5 de julho de 1912.Papa Q . como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns.Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H .Kilo L .Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado. 4.Tango U .Sierra B – Bravo C . todas começando com a letra “Q”. uno. 3. O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico. 3. Segundo.Quebec R .Romeu Y . que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA . O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes. Quinto. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. nenhum Numerais 0 – Negativo.Juliet S . o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação. Péssima. 8. Quarto. Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. meia.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K . 6. devendo sempre que possível codificar as mensagens.Oscar T . 5.Índia P . por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. Má QTY – Estou a caminho e 1. Regular.November O . endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. Terceiro. 1. Nono Operações com telefone. Ótima.Victor W . 2. Sexto. 29 30 . Primeiro. sem utilizar código “Q”. grato NIHIL (NIL) – Nada. problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local.Zulu 5. QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. A . meia dúzia. como uma lista de abreviações. 4.Uniform V . nulo. entrando em vigor em 1 de julho de 1913. 7. Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta.Lima M – Mike (maique) N .Yankee Z . Sétimo.

o controle eletrônico da ronda. em decorrência do tamanho da área a ser protegida. os sistemas de proteção. Em muitas instalações físicas. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância. Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. e constitui-se uma atividade operacional.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. Geralmente.). é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. determinado no plano de segurança. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas. os sistemas de comunicação (Rádios). estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger. 31 32 . os alarmes. Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. é necessário que o vigilante saia circulando pela área. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”. Como exemplo de sistema de proteção. tem-se as barreiras físicas (muros. o conceito de sistemas de proteção. a ronda dos vigilantes. Geralmente. entre vários. O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. é preciso o entendimento de mais um ensinamento. os procedimentos operacionais. cercas. fazendo inspeções e averiguações. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. denominado plano de segurança. etc. os controles de acesso. e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança. Ronda dos Vigilantes. com objetivos de manutenção do grau de segurança. etc. os circuitos fechado de televisão (CFTV). são especificadas num documento organizado.

O bastão de ronda (Fig. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. anotando suas reivindicações. Geralmente. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. locais. Podem também. etc. poderá fazer contato com o cliente. ao longo dos percursos de ronda. o ponto de partida para a implantação desse sistema. para o contratante dos serviços. No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. com a função de supervisão. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. o supervisor rondante. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. 24 h. fazer parte de uma força de reação. etc. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”.. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . bastante encontrada nos serviços de vigilância. Em seguida. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. situações de anormalidade e não conformidades. Os homens de segurança. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. com eventuais economias financeiras. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. diurno. extremamente robusto. é a exercida pela supervisão. etc. deverá verificar. Muitas vezes nesta função. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. após então. a referência será: posto de vigilância com ronda. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades. substituição de vigilantes. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. utilizado pelos vigilantes e supervisores. Em instalações físicas com áreas muito extensas. como na ronda dos vigilantes. para a supervisão. 1) é um sistema de proteção. durante sua ronda. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda. atendentes. com um número reduzido de homens.) em seus postos de serviço. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. Do ponto de vista técnico. 12 h. Muitas vezes. fechamento de pontos dos vigilantes. circulam pelos postos de serviço. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. dandolhes suporte e orientação. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. etc. Em seguida. Em contrapartida. além de marcar presença e observar. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem. noturno. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. poderá existir também a atividade de supervisor interno. Finalmente. Da mesma forma. as atividades dos vigilantes nos postos. e a gerencia da empresa. ocorrências nos postos. os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. isto é. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. poderá significar racionalização dos recursos de segurança. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. Controle Eletrônico de Rondas. A implantação de postos de vigilância com ronda. circulam pelas áreas e instalações físicas. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. reclamações sobre não conformidades. facilitando e padronizando suas atividades. 34 Ronda dos Supervisores. o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. seja garantido um nível satisfatório de segurança. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações. Artefatos mecânicos. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. porteiros. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. quando acionados. para ações de intervenção da segurança. muitas vezes permitindo que. ao longo dos trajetos. Também nesta função. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados. Nesta função.

4). devem ser definidos pontos de checagem/controle. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. lama.Com o passar do tempo. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda). podendo ser instalado em qualquer ambiente. os sistemas mecânicos. Com a operação de contato bastão/button. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa. e a freqüência de determinado evento. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. formando. podem ser totalizados e analisados. Tais relatórios. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. 2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. Além da alta resistência mecânica. em base semanal. com um mínimo de risco de fraudes. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. assim. 2. Do mesmo modo. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. a hora em que ele esteve lá e. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. quem as fez. Em seguida. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais. assim. período em que algumas funções são executadas. O “button” é um circuito eletrônico (chip). com os dados registrados. que permitem um maior nível de controle. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. uma base estatística ao longo do tempo. através de uma interface (Fig. será gravada a identificação (número de série). juntamente com o registro de data e hora. Finalmente. . serão registradas a passagem do vigilante pelo local. traduzindo-se. o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. etc.Bastão de Ronda . por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). ao longo do trajeto da ronda. o ponto de partida para a implantação desse sistema. 3. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. ele não necessita de alimentação elétrica.Button /Chip. 3) conectada a ele. incluindo os ambientes hostis. mais agilidade. e consolidados ao final de cada mês. 1. incluindo datas e horários. trazendo esta atividade para a era da informática. e principalmente. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. Ao encostar o bastão no button. com poeira. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. Com a transferência dos dados do bastão para um computador. campos eletromagnéticos. chuva. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas.

Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. considerados nos processos de segurança. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe. pois captam calor em movimento. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical. grades. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . Este sistema geralmente é formado por sensores. associando cada button a um local. a central de monitoramento e os usuários. Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). 2. sirene e central de alarme. Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros. sem variação de temperatura e movimento. Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. Com característica próxima do sensor passivo comum. 1. locais fechados. Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. corredores. onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor). Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes. 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. de acordo. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. 6 com item 3. Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. botão de pânico.

fachadas. aparente. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. podendo ser do tipo blindado. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. portões. Suas aplicações mais comuns são: muros. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos. grades. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. movimento e calor. que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. Ele funciona com fio e sem fio. janelas. ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. sua utilização esta restrita a esta situação. Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. alçapão. locais altos e longe do alcance das crianças. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas.questão do disparo. confirmado através de uma senha e contra-senha. por isso é conhecido como dupla tecnologia. de embutir e industrial. tais como: portas. através de uma combinação de imãs. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. 39 40 . Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. balcões. através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). fácil de ser utilizado e discreto. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado.

cozinhas industriais. Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. Lojas de Shopping. Frigorífico. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico. elemento surpresa no invasor. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão.. 41 42 .. Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas. locais com materiais de alta combustão. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis. como por exemplo: Joalherias.. sua aplicação mais comum em áreas internas. nela são ligados todos os periféricos do sistema. Exemplo: CPD. através da fumaça. Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros. depósitos e outros.. (o Cérebro do Sistema). Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física.Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V.

o operador se apresenta e relata o ocorrido. a fim de testar os equipamentos. a comunicação e os procedimentos. etc. se a resposta não for correta. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos. São eles: Linha telefônica. Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento. ponto de referência. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. telefones úteis. O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. Quando um alarme chega na central de monitoramento. 5. Senha e contra – senha Como sabemos. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. que por sua vez transmite as informações para um computador. Backup celular. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. 4. tanto no auxilio de operação do sistema. 7. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . senha e contra senha.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. 3. o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. como em caso de alarme ou pânico. conectada a um modem. Rádio Freqüência. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. se a resposta do cliente for a correta. imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). tais como: endereço. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação.

o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. que começa com 2. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco. 16 mm. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. com a gravação das imagens. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos. 12 mm. realiza o procedimento de senha e contra-senha. 4 mm. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. Com cerca de 0. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”.05 Lux. 6 mm. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD. A Lente Zoom. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. 8.e ou acionamento do botão de pânico. 25 mm. Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa. Estas lentes na medida em que aumentam a distância. Existem vários tipos de câmeras. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente. 46 . que são as que trocam as lentes para 4. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. assim como. bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. e a inovação. 8. pois sua lente é fixa. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. 8 mm. as digitais de boa qualidade. devido o seu tamanho. autoíris e íris manual. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. é possível ver determinados objetos ou pessoas. entre outras.8mm. Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. com a diferença de que em caso de alarme real. As lentes também variam de tamanho. e também a Lente Varifocal. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. 9. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. 10. 12 e 25 mm. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. diminuem o ângulo de visão. para que a imagem fique mais homogênea. e não absorve claridade externa. é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual.

e em alguns casos até doze. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado. que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. pois. pode variar de quatro até oito câmeras. Por ter todos esses recursos e ser discreta. avisando assim o operador. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento. com a diferença no tempo de gravação. a pequena. com Pan-tilt. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. seqüencial e tela cheia. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. e quando houver movimento naquele local. uma após outra. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. lojas de conveniência e outros. a de metal e também as blindadas.000. Por essa razão. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. pois para o público em geral. permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. hipermercados. além de muitos recursos. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. colocando hora. ela é muito utilizada em aeroportos. data e outros. onde o operador seleciona uma área. ou seja. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. desembaçador. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras. ou seja. recepção e outros. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. Zoom óptico e digital. conforme a instalação. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local.00. Quanto à quantidade de câmeras. no tempo de intervalo definido pelo operador. duoquad. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. devido à perda de imagens. foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios. Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete. ela serve para locais internos e pequenos: elevadores. Outro recurso existente é o detetor de movimento. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. bancos. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. uma câmera completa chega a custar US$ 7.

passível de controle remoto. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado. grava. grava. isto é. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux. utilizando uma fita de vídeo comum. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). etc. rápida localização das imagens gravadas. que é bem inferior para as placas de captura. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências. velocidade de gravação. gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. Internet. comparados com o sistema analógico. mantendo a qualidade das imagens. e também em diversos tamanhos 12”. local ou remotamente.14”. controladores. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada.).ininterruptos. A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo. etc. assim o uso de fitas não é mais necessário.) em um único módulo. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. versatilidade. qualidade de gravação superior. T/L. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. controle de câmeras móveis (PTZ). disquete. porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. linha discadas. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial. conectividade. 12. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. capacidade de gravação por detecção de movimento. Ela captura. . DAT.17” e 29 polegadas. agendamento e outros. trata. Central de Monitoramento 11. faz tratamento e transmite imagens.

Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. O Promotor. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas. contam-se o levantamento do local do delito. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza.Estudo da investigação criminal. Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime. Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. que existe desde o inicio da humanidade.CRIMINALISTICA Criminalística . razões nem sempre justificáveis. a colheita de provas e as perícias respectivas. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. A criminalística não se completa. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. testemunhais. laudos periciais. confissões. pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial. tendo em vista que como dissemos. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas. esperamos que sim. Entre suas atribuições. 51 52 . analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça.

ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio. O vigilante atua imediatamente. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados.. 54 . até a chegada da polícia. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. bem como reconstituir mentalmente a ocorrência. roubo. bem como manchas de sangue. do policial. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. armas. veículos. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. ou seja. Voltamos a afirmar. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. a alimentação de caixas eletrônicos. da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. etc. locais específicos.. o que não garante as condições para a realização do exame pericial. O despreparo do vigilante. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. impressões em geral etc. quais são as providências? 1. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. 5. Observar e descrever pessoas. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto.) é muito importante. seu veículo ou local de trabalho. etc. Deter as partes envolvidas. Isolar o local do crime. Se o policial assumiu a ocorrência. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. área. objetos. Salvar vidas. até a chegada da Policia. 3. o vigilante não atua. Arrolar testemunhas. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime. vítimas. Elaborar o relatório. 2. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. Acionar a polícia. Ocorreu o crime ou algum evento crítico. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. coisas. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial. como assalto a carro-forte e roubo de cargas. 8. seqüestro. Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. 7. 4. 6. o policial e o vigilante devem tomar providências.

chegando até. barba e etc. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. evidentemente. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. garantindo o bem estar de todos. não podendo ser contestada ou refutada. Também. Ex. se for o caso. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. Comprova o fato e indica o autor do crime.É preciso que as autoridades policiais. de indícios e de provas. que não se pode duvidar de sua verdade. elemento material encontrado no local do crime (corpo. formulário. a princípio. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. Isso por vários motivos. declarações e interrogatórios. Indício: é o vestígio. vestuário. documental quando há documento escrito. tipo de bigode. pericial quando produzida por peritos criminais. terá formato irregular. numa situação embaraçosa ou de assalto. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada. Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. Assim. pois durante seu turno de serviço. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado. pegada. Para tanto. Portanto. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas. É material quando há elemento físico.: Aspectos físicos. Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. principalmente rolo de fita de isolamento. etc. daquilo que todos podem verificar. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. em casos específicos. Essa área. idade e etc. mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. bolsa). fotografia. seus agentes e. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. cicatrizes. Ex. tipo de nariz.: Uso de óculos. pausada e bem feita. consubstanciada em laudo pericial. possivelmente. manchas. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. a um retrato falado. altura. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação.: Tipo de cabelos. evidência. cor dos olhos. Aquilo que foi visto de imediato. vestígio provado em relação ao fato e autoria. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. sem muitos detalhes. boca. que é clara e manifesta por si mesma. defeitos físicos. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. uma observação direta. MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . possibilitará. testemunhal quando resultante de depoimentos. o vigilante deve observar esses pontos básicos. sinais de nascença. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. Qualidade daquilo que é evidente. casaco. circunstância conhecida. através dos meios técnicos conhecidos. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. Ex. raça. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. Vestígios se diferenciam de evidências.

Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. Somente o policial. é um incômodo. Realmente. exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. fogo. devendo esta realizar a identificação da testemunha. frio). mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. 57 58 . este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. vento. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados. como placa de veículo. calor. os chamados locais mediatos. tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva.

Para tanto. equipamentos. para notar como reage às perguntas. persuadir.). A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos. não deve “apertar” o entrevistado. uma conversação mais ou menos formal. etc. com o fim de reproduzir retrato falado. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia. para depois. passa-se à fase do interrogatório. coisas. com o fim de coletar dados. como estatura. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. às vezes até com maior precisão. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. traduzi-lo em palavras ou escrita. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. equipamentos e petrechos). 60 . tatuagens. compleição física. rosto e olhos.). circunstâncias. deve manter o “sangue frio”. Para tanto. Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. Uso . Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. orientar. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato. Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. A entrevista investigativa é. Em alguns. Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. armas e calibres. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. Por não ser investido no poder de polícia. vestimentas. perceber o que está acontecendo. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. idade. • Informar (fornecer conhecimento). voz. Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. identificando as situações em que a medida é cabível. tom de voz. aconselhar. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. portanto. A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos. medicina. é também útil nas investigações de fatos subjetivos. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. ela se situa como uma atividade auxiliar. sendo que o assaltante entra na agência. sua atitude e sua conduta. gravar no cérebro e memorizar. cabelos. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado.ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. nem fazer jogo psicológico. advocacia. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. como se verá no tópico que trata do assunto. A entrevista. interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. hesitações. seqüência dos fatos e locais. Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas. É geralmente utilizada com testemunhas. veículos. etc. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. áreas. cor. Finalidade• Recolher dados (obter informes). O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. sexo. tais como opiniões.

Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências. recomendam-se exercícios em aula. o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias. Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil). A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento. mental ou social. Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor. poderemos ter uma sub-raça. com as subseqüentes gerações de usuários.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs. CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo. N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. Encaminhar relatório à DELESP/CV.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço.Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão. acarretando problemas de natureza física. QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 . Por isso.G. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R.

Morreu em 1970. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. cigarros. com isso. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. de overdose em barbitúricos. TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos. com o uso regular. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo. a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. para sentir o mesmo efeito. média de 30 comprimidos por dia. em virtude de uma dose excessiva de calmantes. Em 1903. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS. a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro. O coração passa a bater fora do ritmo. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. a pessoa enrola a língua. em muitos lugares no mundo. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas. Em 1914. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. Até hoje. podendo chegar à morte. 64 . resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses.000 comprimidos. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial.Há mais de 8. insegurança. revira os olhos. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. com isso. com isso. podendo sofrer a overdose. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. doces. resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. o seu consumo foi proibido. falha e acaba parando.000 anos atrás o ópio (morfina. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. aos 36 anos. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. Demonstrar independência ou hostilidade. •DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. CONVULSÕES: Durante a crise. Ter novas experiências. o cérebro já não consegue controlar o coração. heroína. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. Fugir do tédio. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. etc. o organismo necessita de doses cada vez maiores. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos.

DEPENDÊNCIA FÍSICA . ecstasy. 65 66 . tranqüilizantes. cirrose e pode levar a morte. a pessoa passa a ter insônia. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício. emagrecimento. inalantes. mas também as novelas e os filmes. cocaína. ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. anfetaminas. No Brasil é uma droga lícita. LSD. ela sofre a síndrome de abstinência. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. utilizam não só a propaganda. sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. vômitos. azia. de algum tipo de bebida alcoólica. náuseas. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga. Fase do usuário dependente. levando a síndrome de abstinência. se prostitui. riqueza e etc. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. sedução do sexo oposto. para justificar os seus momentos de excesso. crack. Ex: cocaína. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. ficando impotente sexualmente. álcool. segue-se a participação fundamental da família. não controla o consumo. vômito. sucesso profissional. perdendo o interesse pelo sexo. rouba. Ex: inalantes. como brigas com a (o) namorada (o). por coma alcoólico. pois o organismo adquire tolerância. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento. cafeína. pode causar ainda. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. •DROGAS DEPRESSORAS:. ILÍCITAS: Maconha. ele causa problemas no fígado. a pessoa não tem cansaço e nem fome. calmantes. coração e no cérebro. cólicas intensas. a dependência física. Ex: LSD. desentendimento familiar e etc. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras. cigarros de tabaco.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas.Que reduzem a atividade mental. aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. São as drogas perturbadoras. Como o viciado tem medo dessa síndrome.É quando o organismo sente a falta da droga. causando fortes dores de cabeça. Fase do usuário ocasional. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. o álcool é proibido. DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. nicotina. abandono progressivo do trabalho. sonolentas. MACONHA. Compulsão ou intenso desejo de beber. Diminui a atividade do sistema nervoso. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA . As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. diarréia. Culpa seus problemas. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). todos os dias. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. Pensa que o vício nunca o atingirá. convulsão. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. violenta diarréia. medicamentos. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. ÊXTASE. já na cultura muçulmana. crack. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. são aquelas que deixam as pessoas calmas. mata. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. hemorragia digestiva. com faltas freqüentes. heroína. que só funciona normalmente sob efeito delas. causando assim. mas para a sua família e sociedade. dependendo da droga e do tempo de uso. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. Fase do usuário freqüente ou habitual. força. para associar o uso do fumo e do álcool com beleza.

alcatrão. removedores. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo.FUMO: desde o descobrimento das Américas. não faz mal. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda. pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. éter. por doenças decorrentes do uso do cigarro. congestão. inicialmente indo para o sistema respiratório. depois vem o estado de depressão (desorientação. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. dores de cabeça e no peito. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade. já na Argentina ele é permitido. o suicídio. fala emboladas. o pior é que tem gente que acha o máximo. corantes. estar com um cigarro na mão. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. O lança-perfume. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO . muitos pensam que por ser uma droga natural. monóxido de carbono. mas nem imagina que. gasolina. causando dor de garganta e tosse crônica. ingere mais de 4. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. no Brasil é proibido. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. a cada tragada. fumada como cigarro. arsênico. danos irreversíveis no cérebro. diarréia). etc. cola de sapateiro. hemorragias nos pulmões. sendo que 60% dos fumantes são homens. clorofórmio. causando euforia e excitação. mas estão enganados. diminui 68 . que são encontradas na fumaça do cigarro. 1/4 da população brasileira são fumantes.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. ataques epilépticos. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes. danos nos rins. Segundo dados da OMS. com isso.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. tais como: nicotina. alucinações. perda do autocontrole.700 substâncias tóxicas. vômitos. inflamações nos brônquios e traquéia. é uma droga desmotivante. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. perturbações auditivas e visuais). EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões. passando por processos alucinógenos (delírio. sonolência.: lança-perfume. causando à perda de consciência e a amnésia. INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. o fumo já era utilizado pelos índios. só perde para o álcool. acetona. náuseas. fluido de isqueiro. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis. morrem por ano no Brasil 80. Ex. tonturas. palidez. laringite. esmaltes. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. anemia. tintas vernizes.

pois dá a sensação de bem estar. seus efeitos são praticamente os mesmos. convulsões. ele pode matar.acentuadamente a vontade de estudar. Por ser uma droga derivada da maconha. se transforma em um pó branco. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito. aspirina. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. sal. que dura em torno de 15 minutos. roubar e se prostituir para conseguir a droga. tristeza. HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha. Que é feita a partir da planta da maconha. depressão. de relacionar-se com a família. pó de mármore. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. mas pela alta concentração de THC. misturado com talco. amido de milho. de trabalhar. pó de gesso. desânimo. com febre muito intensa seguida de morte. Depois vem a ansiedade. cansaço. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. bem como o desinteresse por tudo. pó de giz e diversos outros produtos. podendo ser batizado. força e poder. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. ou seja. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. eles são mais intensos. 69 70 . a pessoa pode ter infartos cerebrais.

CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. hepática e cerebral. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. produzida na EUROPA. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. que dura pouco tempo. porém muito mais rápido e intenso. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. depressão e paranóia. é cinco vezes mais forte. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. ou mais. ele pode gastar com o seu vício. emagrece acentuadamente. com isso. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. mas causa também a insuficiência renal. ECSTASY É uma droga sintética. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. mas o seu efeito. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. 71 72 . levando a dependência. É mais barato que a cocaína. Tendo como princípio ativo o MDMA. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína. Causando: irritabilidade. produz um aquecimento no organismo e. ele vai matar. fará qualquer coisa. ataques de pânico. podendo levar a morte. depressão e convulsões. debilita o organismo. cerca de três mil reais por mês. aumentando o consumo rapidamente. tem este nome. O usuário de crack vive em média seis meses. alguns fumam até mais.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
73

74

RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
75 76

N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
77 78

Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada . especialmente na análise de procedimentos recebidos. bem como a participação em atividades externas de fiscalização. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I .DELESP e Comissões de Vistoria .empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada.curso de formação – tem por finalidade formar. serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. 1. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho. CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 . controle. transporte de valores. coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada. Art. sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP.DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal.segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas. especializar e reciclar os vigilantes. V . composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada. § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I .Delegacias de Controle de Segurança Privada . II . ocupantes de cargo da carreira policial do DPF.empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas.Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva. mediante a utilização de veículos.transporte de valores – consiste no transporte de numerário. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. II .escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores.vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos. no âmbito de suas circunscrições. III . públicos ou privados.plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário. IV . autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial. compostas por.crescimento sustentado em todas as áreas do negócio. § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria. comuns ou especiais. segurança pessoal e cursos de formação. registrados no DPF. Art. III . IV . responsáveis pela execução das atividades de segurança privada. no âmbito de suas circunscrições. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada .546/95-MJ e 2.vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. responsável pela regulação. com a finalidade de proteger os bens patrimoniais. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada. presidido pelo Diretor-Executivo do DPF.Comissões de Vistoria . autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores. bens ou valores. IV . III .CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF. II . urbanos ou rurais. escolta armada. § 1º As Comissões de Vistoria. no mínimo. bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas. 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I .CV.CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. regulamentado pelas Portarias nº. com as alterações posteriores. cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão.494/04-MJ. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes.

comprovar a posse ou a propriedade de. com um único acesso. e manter sob contrato. conforme disposto no art. 05 (cinco) armas de fogo. 6º desta portaria. comprovadas mediante certificado de segurança. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. Parágrafo Único.contratar. dotado de sistema de comunicação.possuir instalações físicas adequadas. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. No caso das outras instalações. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. III . dependerá de autorização prévia do DPF. assim consideradas aquelas onde estão guardadas. prevista no art. Art.possuir capital social integralizado mínimo de 100. 102 desta portaria. 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. § 1º Aprovadas as instalações físicas.comprovar o recolhimento da taxa correspondente. sob laje. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. II . não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. eletrônicos ou de filmagem. e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. devendo o local.realização de vistoria. b) dependências destinadas ao setor administrativo. devendo: I . 82 . c) dependências destinadas ao setor operacional. II . a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial. no mínimo. somente. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III. por parte da empresa. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. § 1º A comprovação.prova de que os sócios. no máximo. devidamente habilitados. conforme disposto no art. com porta de ferro ou de madeira. com sistema de comunicação.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança.apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo.DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art. administradores. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos. II . ficando. V . obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I . 7º desta portaria. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. funcionando ininterruptamente. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. no entanto. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. reforçada com grade de ferro. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . no entanto. o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. 02 (dois) veículos comuns. Requisitos de autorização Art. dotada de fechadura especial. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. IV . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada.000 (cem mil) UFIR. III . 81 Certificado de Segurança Art. construído em alvenaria.

obrigatória e previamente. dirigido ao Superintendente Regional. costas e lateral. XII . 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa. relativamente aos sócios.fotografias das instalações físicas da empresa. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. da Previdência Social. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. identificados e padronizados.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. no mínimo. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. V . X . anexando os seguintes documentos: I . XIV .autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. plaqueta de identificação.certidões negativas de débito do FGTS.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. Militar dos Estados e da União. acompanhado de fotografias. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. o encaminhará ao DiretorExecutivo. notificando-se o interessado da decisão. 8º Para obter autorização de funcionamento. relativamente aos sócios. VI . onde houver.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. III . § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá. mencionando apito com cordão. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.cópia da Carteira de Identidade. IV . de frente.fotografias coloridas dos veículos.000 (cem mil) UFIR. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. VII . VIII . que. § 7º Na hipótese de reprovação. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. diretores. Estadual. XIII . em especial da fachada. administradores. lateral.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. 83 . estadual e municipal. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. demonstrando o nome e logomarca da empresa. coloridas. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. II . devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente. traseira e do sistema de comunicação veicular.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. da frente. em 10 (dez) dias. diretores e gerentes. gerentes e sócios. IX . XI .§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. contendo nome e logotipo da empresa. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. e Eleitoral. logotipo da empresa. dotados de sistema de comunicação. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente.

V . caso possuam.eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano.outros esclarecimentos considerados úteis. VI .U.existência de dívida fiscal. II . a DELESP ou CV. III. considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e. encerrada ou extinta. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada. a extensão. mencionados no art. administrador ou proprietário. depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV. como sócio.certificado de segurança válido. poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias.proprietários da empresa. 10.atividade econômica exercida anteriormente. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. posteriormente. 11. § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. Art. § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. das munições e dos veículos utilizados. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. visando a obter as seguintes informações: I . tributária. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV . a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. em todos os casos previstos nesta portaria.. serão. V . para decisão. das armas. ao Diretor-Executivo. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I . § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e. diretor. encerrada ou extinta. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.O. VI e VII. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. as quais. Processo de revisão de autorização 85 86 . IV .os documento previstos nos incisos I. IV. III .origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa. 8º desta portaria.relação atualizada dos empregados. Art. fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes. V. § 2º Analisadas as informações obtidas. III . Art. II . a partir da data de sua publicação no D.

poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP. b) dependências destinadas ao setor administrativo. no entanto. com um único acesso. e manter sob contrato.contratar. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. e) garagem exclusiva para. por parte da empresa. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. V .possuir instalações físicas adequadas. 5° desta portaria. h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. 15.000 (cem mil) UFIR. IV . funcionando ininterruptamente. O exercício da atividade de transporte de valores. ficando. sob laje. g) alarme capaz de permitir. administradores. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. III . mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .comprovar a propriedade de. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. dotado de sistema de comunicação. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. Atividade Art. Art. dotada de fechadura especial. eletrônicos ou de filmagem.possuir capital social integralizado mínimo de 100. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. 87 . comprovadas mediante certificado de segurança. 12. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. no mínimo. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores. no mínimo. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. com rapidez e segurança. com os dispositivos de segurança necessários. obrigadas a proceder conforme o art. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores.prova de que os sócios. reforçada com grade de ferro. 02 (dois) veículos especiais. 13. dependerá de autorização prévia do DPF. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. com porta de ferro ou de madeira. § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. c) dependências destinadas ao setor operacional. § 2º A comprovação. construído em alvenaria. 14. somente. As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. 88 Requisitos de autorização Art. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. Art. que fará comunicação à CGCSP. i) sistema de comunicação próprio. II .autorização em vigor.

Após a vistoria do veículo especial. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. § 2º A DELESP ou CV. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. Certificado de Segurança Art. 6º e 7º desta portaria. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. comunicará ao interessado a data. 17. § 1º Aprovada a vistoria. por veículo. Art. bem como em regulamentação do Comando do Exército. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. que. 90 Certificado de Vistoria Art. após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. IV .documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. de frente. V . de 29 de setembro de 1995. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria. cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso. incluindo sistema de comunicação. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. § 7º Na hipótese de reprovação. Art. 1. lateral.será realizada a vistoria. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado. afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. tendo validade de 01 (um) ano. coloridas. II . Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria. devendo anexar: I . conforme estabelecido nos arts. III . 18. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório. § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. 17 desta portaria. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento.fotografias dos veículos especiais. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. horário e local em que 89 . traseira e do sistema de comunicação veicular. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. 16. o encaminhará ao Diretor-Executivo. o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional. quando da primeira expedição. § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso. e alterações posteriores. dirigido ao Superintendente Regional. 19.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. em 10 (dez) dias.cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade.264/MJ.

V. costas e lateral.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. da Previdência Social. Para obter autorização de funcionamento.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. relativamente aos sócios.os documentos previstos nos incisos I. 21. das armas. logotipo da empresa. III . de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. Militar dos Estados e da União. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. IX . V . lateral. XII . Processo de revisão de autorização Art. 20 desta portaria. 91 X .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. identificados e padronizados.cópia dos documentos de propriedade de.certificado de segurança de segurança válido. mencionados no art. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. IV.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. acompanhado de fotografias coloridas. e Eleitoral.certidões negativas de débito do FGTS. Art. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado. As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. IV .declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. III. no mínimo.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. caso possuam.Processo de autorização Art.fotografias das instalações físicas da empresa. V . setor operacional e do local de guarda de armas e munições. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores.cópia da Carteira de Identidade. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. II . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. administradores. II . III . onde houver. 22. mencionando apito com cordão. IV .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. VII . diretores e gerentes. relativamente aos sócios. dotados de sistema de comunicação. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. das munições e dos veículos especiais utilizados. assim como pela Justiça Federal.000 (cem mil) UFIR. estadual e municipal. XIII . VI e VII. VIII . 20. instruído com: I . em especial da fachada.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. XIV . contendo nome e logotipo da empresa. de frente.fotografias coloridas dos veículos especiais.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Estadual. traseira e do sistema de comunicação veicular. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. VI . as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 92 .certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. diretores. Polícia Federal.relação atualizada dos empregados. demonstrando o nome e logomarca da empresa. XI . da frente. gerentes e sócios. plaqueta de identificação. anexando os seguintes documentos: I .

02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. As empresas de transporte de valores. No transporte de valores de instituições financeiras. poderá ser utilizado veículo comum. Art. desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis.000 (vinte mil) UFIR. § 2° No caso de desativação temporária. Art. embarcações ou outros veículos. no mínimo. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. Atividade Art. IV . de seus veículos especiais. observando o procedimento previsto nos arts. Art. Art. As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação. III .000 (sete mil) e inferior a 20. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores.000 (vinte mil) UFIR. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. II . 25. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte.§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. todos com extensão em transporte de valores. a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado. junto às aeronaves. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. isto é. 17 e 18. 17 e 18.adotar as medidas de segurança necessárias. fluvial ou por outros meios. já incluído o condutor. de sua posse ou propriedade. deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. 24. 29. fluvial ou por qualquer outro meio.observar as normas da Aviação Civil. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea. a extensão. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. Parágrafo único. quer seja aéreo. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. no mínimo. Art. por ocasião do embarque e desembarque dos valores. As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. 28. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. observando-se o procedimento previsto nos arts. conforme o caso. 26. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . por mais de uma modalidade de veículo. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal. a qualquer título. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores. Parágrafo único. Art. 23. as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si.utilizar. § 1° A desativação do veículo especial. devendo: I . e a eventual reativação. sempre com a presença de. 27. § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20.

96 . 95 Art. Atividade II . 30. a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade. IV . 31.comprovar a posse ou propriedade de. 8º desta portaria. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. e manter sob contrato. o logotipo e a atividade executada pela empresa. traseira e do sistema de comunicação veicular. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 33. mencionando apito com cordão. mencionados no art.contratar. a critério do contratante. Para obter autorização de funcionamento na atividade. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. II . mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . Parágrafo único. V. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. VI. plaqueta de identificação. por veículo.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.os previstos nos incisos I.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. logotipo da empresa. Processo de autorização Art. costas e lateral. lateral.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. Art. IX . O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF. b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. VII . c) ser identificados e padronizados. 02 (dois) veículos.relação atualizada dos empregados. §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. III. das armas. V . §2° Os vigilantes deverão estar com a formação. dotados de sistema de comunicação. no mínimo. VI . de frente. III .fotografias coloridas dos veículos pela frente. 32. os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. com inscrições externas que contenham o nome. acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. identificados e padronizados.Art. IV. já incluído o condutor. no mínimo. VIII .possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. contendo nome e logotipo da empresa. As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. todos especialmente habilitados. VII e XIV. anexando os seguintes documentos: I . das munições e dos veículos utilizados.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. III .autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa.

38. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 35. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública. dependerá de 98 . Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. A execução da escolta armada iniciar-se-á. Para obter autorização de funcionamento. deverão comunicar a operação. Os vigilantes deverão estar com a formação. e manter sob contrato. 37. 36. IV. 39. com logotipo. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. 40. §2°. II . V. Art.os previstos nos incisos I.Art. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal . IV . visível ou não. Art. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. às unidades do DPF e do DPRF.relação atualizada dos empregados. §1°. anexando os seguintes documentos: I . obrigatoriamente.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. VII e XIV. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. A execução da segurança pessoal iniciar-se-á. obrigatoriamente. As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem.contratar. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. previamente. 34. estabelecido pela empresa. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. deverão comunicar a operação. previamente. III . no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. transitar por outras unidades da federação. O exercício da atividade de curso de formação. 41. 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. VI. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. 8º desta portaria. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . no exercício das atividades. Processo de autorização Art. mencionados no art. II . das munições e dos veículos utilizados. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. Atividade Art.DPRF. III. Art. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. das armas. O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão.

da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. Certificado de Segurança Art. g) sala de instrutores. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I . 03 (três) salas de aula adequadas. estadual e municipal. administradores. Militar dos Estados e da União. 43.autorização prévia do DPF. policial ou clube de tiro.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. onde houver. III . d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos.distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo. 100 . II . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. Para obter autorização de funcionamento. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes.possuir instalações físicas adequadas. construído em alvenaria. gerentes e empregados. Processo de autorização Art. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. III . além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula. III . e Eleitoral. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. anexando os seguintes documentos: I . com igual número de raias sinalizadas. IV . da Previdência Social.possuir capital social integralizado mínimo de 100.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar. diretores. reforçada com grade de ferro.pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete. às atividades de curso de formação. A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança. dotada de fechadura especial.certidões negativas de débito do FGTS. eletrônicos ou de filmagem. com um único acesso. 6º e 7º desta portaria. somente. Parágrafo único. 42. comprovadas mediante certificado de segurança. § 1º Possuindo estande de tiro próprio.comprovar a idoneidade dos sócios. mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. sob laje.000 (cem mil) UFIR. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. II . II . f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança. Estadual. funcionando ininterruptamente. b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. conforme estabelecido nos arts. com porta de ferro ou de madeira. e) no mínimo.

000 (cem mil) UFIR.fotografias das instalações físicas da empresa. V . IX . se houver. policial ou clube de tiro. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. gerentes e sócios. diretores. parágrafo único.relação dos instrutores. III. 109.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. V. 44. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio.IV . relativamente aos sócios. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. XII . em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas.cópia da Carteira de Identidade. VI .comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada.certificado de segurança válido. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada. IV . VI e VII mencionados no art. pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. III . 109.informar ao DPF. em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão. das armas.relação atualizada dos empregados.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar. II .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. desta portaria. IV . das salas de aula. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem. do local de guarda de armas e munições. com as exceções previstas nos arts. 102 Processo de revisão de autorização Art. III . XI .informar ao DPF. Art. caso possuam. instruído com: I . encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. 51 e 74. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. II . As empresas de curso de formação deverão: I . a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados. VI . administradores. documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada. 45.informar ao DPF. anexando cópia da Carteira de Identidade. Atividade Art. se for o caso. das munições e dos veículos utilizados. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. V .os documentos previstos nos incisos I. em especial da fachada.matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art. 46. extensão ou reciclagem.utilizar somente armas e munições de sua propriedade. 43 desta portaria.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados. bem como os respectivos certificados para registro. As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada. VII . 101 . IV. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores. VIII .prova de que os sócios. X .

que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. Art. Art. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional. inclusive. 49. As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida. Os líderes classistas mencionados neste artigo. vedando-se. no prazo de 10 (dez) dias.adquiram. observando-se: 104 . que deverão conter os dados de identificação do vigilante. 48.utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . a 103 quaisquer pessoas interessadas. as munições que irão substituir as que serão utilizadas. 54. cuja falta impedirá os registros. após devidamente registrados pela DELESP ou CV. Art. Parágrafo único. 51.VII . A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. II .sejam utilizadas na formação. desde que: I . Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes.comprovar que os administradores. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais. vedando-se. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. extensão ou reciclagem de seus vigilantes. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares.obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas. comprovadas mediante certificado de segurança. III . Não serão autorizados os cursos de formação. Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores. 53. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria. no caso. 52. o período de duração e a carga horária. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos. diretores. Parágrafo único.exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores. mediante autorização. conforme normatização específica do DPF. Art.possuir instalações físicas adequadas. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. 47. com uso de armas e munições de propriedade destas. III . informando ao DPF sua utilização. Art. 50.comunicar. Art. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. Parágrafo único. II . Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. em até de 48 (quarenta e oito) horas. IV . As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art. Parágrafo único. Art. no caso.

II . da frente. costas e lateral. Art. de corpo inteiro. Certificado de Segurança Art. conforme estabelecido nos arts. se houver. observados os termos do art. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. 05 (cinco) armas de fogo. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. VII . das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. manter o referido armamento em cofre exclusivo. dos Estados e da União. Processo de autorização Art. Para obter autorização de funcionamento. se houver veículos especiais. IV . de frente. 56.fotografias das instalações físicas da empresa. conectado com a unidade local da Polícia Militar. devendo. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. porte das instalações e sua localização. Civil ou empresa de segurança privada. lateral. 6º e 7º desta portaria. XIII . XII . 105 106 . IX . b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica. em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições. onde houver. 55. 56.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Art. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança. Estadual.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. Militar. ficando dispensados no caso de possuir. c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. anexando os seguintes documentos: I . As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. 57. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. VI .comprovante de recolhimento da taxa correspondente. no máximo. V .certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. tais como número de vigilantes. do vigilante devidamente fardado. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. logotipo da empresa.fotografias coloridas dos veículos especiais. estadual e municipal. mencionando apito com cordão. alíneas “a” e “b”. extensão da área. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança. poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante. Parágrafo único. 58.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.a) dependências destinadas ao setor operacional. plaqueta de identificação. traseira e do sistema de comunicação veicular. As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. e Eleitoral.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. nesta hipótese. Os requisitos do inciso IV. dotado de sistema de comunicação.cópia da Carteira de Identidade. acompanhado de fotografias coloridas. III . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. VIII .

permitindo sua perseguição.certificado de segurança válido. III . área. sob a responsabilidade de empresas idôneas. V e XIII mencionados no art. 62.a quantidade e a disposição dos vigilantes.alarme capaz de permitir. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. IV. Art. III. ou contratar empresa especializada. 59. § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança. devendo. das munições e dos veículos especiais utilizados. instalação e manutenção. empresa de segurança ou órgão policial. identificação ou captura. da mesma instituição financeira. 61. comunicação com outro estabelecimento. das armas. constando: I .relação atualizada dos vigilantes. bancário ou não. sua localização. de forma imperceptível. assim como das residências de seus sócios ou administradores. § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança.equipamentos hábeis a captar e gravar.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. II . autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. IV . integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V. e o seguro de vida dentro do prazo de validade. Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias. IV . CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 . ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art.artefatos que retardem a ação dos criminosos. em qualquer caso. V . A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. instruído com: I . Parágrafo único. observadas as Atividade Art.os documentos previstos nos incisos I. se exigível. 60. adequadas às peculiaridades do estabelecimento. 24 a 28. que abrangerá toda a área do estabelecimento. III .Processo de revisão de autorização Art. 57 desta portaria. instalações e encaixe. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. Os vigilantes deverão estar com a formação. a extensão ou a reciclagem. II . desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. com rapidez e segurança. contudo. devendo. § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.

63 desta portaria. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial. 69. quando contíguas às agências e postos bancários.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. a aprovação de seu plano de segurança. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. em caso de renovação. podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. Art. Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. ostensivos e com coletes à prova de balas. sob a responsabilidade de empresa idônea. pelo menos. 110 . quando necessária a revista pessoal. III . seguindo o procedimento previsto no art. consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação. em 10 (dez) dias. Processo de análise do plano de segurança Art. 65. o qual expedirá a respectiva portaria.descrição de toda a área do estabelecimento. 25 desta portaria. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados. O transporte de numerário. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. V . 63. VI . 66. integram a sua área e deverão possuir. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. 68.os projetos de construção. a ser utilizado em casos excepcionais. ostensivo e com colete à prova de balas.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. Art. 64. 109 Execução dos planos de segurança Art. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil. As salas de auto-atendimento. 67. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. conforme o caso. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso. devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento.cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança. caberá recurso. Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados. Art. Art. local de guarda de numerário. de sua circunscrição. Art. 01 (um) vigilante armado. será o mesmo submetido ao Superintendente Regional.a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. instalação e manutenção do sistema de alarme. dirigido ao Superintendente Regional. devendo anexar: I .cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. deverá ser efetuado conforme o art. que terá validade de 01 (um) ano. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. IV . assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. II . 63 desta portaria. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros.

112 . § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. conforme a autorização que possuir. em caráter excepcional e individual. Os requerimentos de aquisição de armas. no mínimo. com exceção das empresas de curso de formação. com 03 (três) cargas de munição correspondente. e pistolas semi-automáticas calibre . e as demais empresas de segurança privada poderão. Art. § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. além de algemas. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores. sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. podendo ser solicitadas. excepcionalmente. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional. somente serão autorizadas as aquisições de armas. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX.380 "Short" e 7. 72. ainda. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX). § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. § 7º As empresas de transporte de valores deverão. § 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. cassetete de madeira ou de borracha. munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias. de revólver calibre 32 ou 38. além do previsto no § 1º deste artigo. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. 16 ou 20. espingardas de uso permitido nos calibres 12. autorizar. § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. em procedimentos separados. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo.65 mm. para cada veículo especial adquirido. quando em efetivo serviço. com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas. conforme as características da área vigilada. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. munições. adquirir carabinas de repetição calibre 38.65 mm. § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . 111 Requisitos para aquisição Art. 70. 71. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes.380 "Short" e 7. 04 (quatro) espingardas calibre 12. bem como material e petrechos para recarga.Parágrafo único. até 10 (dez) armas. poderão ser solicitadas. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. neste caso.

Em se tratando de primeira autorização. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima. devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. 76. subtraído do total o estoque remanescente da requerente. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. pistolas semi-automática . Art. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem. constante de cada anexo desta portaria. quando necessário. de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. inservíveis ou imprestáveis. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea. As empresas de segurança especializadas. Art. de acordo com o calibre respectivo.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. e as características da área vigilada. de acordo com o tipo de calibre antes descrito. 78. 73. munições ou coletes à prova de balas.00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. por turno de trabalho. até 6 (seis) meses após os fatos. II . II . 75.380 "short" ou 7. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores. reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. logo após o recebimento da autorização respectiva. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir. Parágrafo único. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas). Art. 79. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações. Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas.revólveres calibre 38. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses. 113 Art.a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. Art. Parágrafo Único.65 mm. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição. multiplicada por 1. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições. 114 . no mínimo.sejam adotadas as providências previstas no art. sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. 74. 77. Art. Parágrafo único. exceto as empresas de curso de formação. observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I .III .tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. desde que: I .20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. Art. Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima. Art. limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes. 80. 93 desta portaria.

anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art.relação atualizada dos vigilantes. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. anexando os seguintes documentos: I . equipamentos e materiais para recarga. descrevendo o calibre.os termos de abertura e encerramento. dados da arma adquirida. espoleta e pólvora. tais como estojo. furto. 84.relação alusiva aos incidentes de roubo. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. calibre.quanto ao livro de registro e controle de armas. Art. incluindo razão social. bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. em vigor há. ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. extravio. III .numeração e rubrica das folhas. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. no máximo. Art. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento.comprovante do recolhimento da taxa correspondente.Art. dados da munição adquirida. número e data de emissão da nota fiscal. estoque anterior. incluindo razão social. munições. 82. CNPJ e endereço. 83. dados do fornecedor. As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições. marca. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. e histórico de ocorrências.relação das armas e munições que possui. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. observando-se o disposto no art. Somente será autorizada a aquisição de armas. número e data de emissão da nota fiscal. 115 . V . CNPJ e endereço. marca. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. número de série e número de registro no SINARM. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. que será verificado pela DELESP ou CV. quantidade consumida e total. informando a quantidade e especificações das armas e munições. § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança. quantidade adquirida.quanto ao livro de registro e controle de munições.cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. 81. número no SINARM. em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. IV . local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. o local ou posto de serviço onde estão situadas. § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 06 (seis) meses. número de série. 70 desta portaria. § 1º Além da documentação acima relacionada. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. Parágrafo único. projétil. observando-se: I . II . munições. incluindo calibre. incluindo espécie. especificando a natureza e a quantidade. podendo utilizar sistema informatizado. II . dados do fornecedor. IV . e histórico do consumo e utilização. 80 desta portaria. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. e coletes à prova de balas. III . contendo o número de vigilantes.

que será verificado pela DELESP ou CV. marca. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . ou declaração de que não as possui. dados do fornecedor. número e data de emissão da nota fiscal. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. número de série e número de registro no SINARM. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. o procedimento previsto no art. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. CNPJ e endereço. incluindo razão social. calibre. incluindo razão social. IV . estoque anterior. quantidade adquirida. extravio. § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança.quanto ao livro de registro e controle de armas. observando-se: I . As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. incluindo calibre. razão social e endereço da empresa. válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação. número de série. marca.quanto ao livro de registro e controle de munições.cópia da portaria de cancelamento da empresa. incluindo espécie.os termos de abertura e encerramento. do Comando do Exército. podendo utilizar sistema informatizado. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação. II . IV . informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. número no SINARM. munições de propriedade da empresa. dados da 117 munição adquirida. dados da arma adquirida.numeração e rubrica das folhas. perda e recuperação de armas. e histórico de ocorrências. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas. Art. o procedimento previsto no art.relação das armas e munições a serem transferidas. ainda. Além da documentação acima relacionada. e histórico do consumo e utilização. 85. A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. número e data de emissão da nota fiscal. mencionando o número de salas de aulas. furto. II . 86. IV . firmada pelo seu representante legal.I . III .O. número de série e número de registro no SINARM. bem com os materiais de recarga. descrevendo o calibre. contendo CNPJ. III . § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar. descrevendo o calibre. dados do fornecedor. CNPJ e endereço. ainda. V . II . deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. 83 desta portaria. Parágrafo único. Art. 84 desta portaria. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes. anexando os seguintes documentos: I .U. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento.comprovante do recolhimento da taxa correspondente.relação das armas e munições que possui. se for o caso. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. quantidade consumida e total.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. III .documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento. publicada em D.relação alusiva aos incidentes de roubo.

II . ou entre municípios de uma região metropolitana. para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa.Art. o prazo de validade e o nível de proteção. prorrogáveis uma vez e por igual prazo. especificando quantidade. anexando os seguintes documentos: I . que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. III .relação atualizada dos vigilantes. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. a data de fabricação. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa. o número de série. ou declaração de que não os possui. Parágrafo único. II . especificação e quantidade dos coletes autorizados. com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades. 119 Art.a descrição dos endereços de origem e destino. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército. Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. Transporte de armas e munições Art. razão social e endereço da empresa. providenciando a destinação dos coletes substituídos.o trajeto do material a ser transportado. bem como acompanhadas da respectiva guia. 87. o número de série. 88. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. Art. 90. 89. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. 91. com o prazo de validade previsto no caput. descrevendo o fabricante.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente.relação dos coletes à prova de balas que possui. perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa. quando entre municípios não contíguos. com validade de 30 (trinta) dias.relação dos coletes a serem transferidos. se for o caso. As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. bem com o motivo da necessidade do transporte. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências.cópia da portaria de cancelamento da empresa. devendo ser anexados os seguintes documentos: I .documento de anuência da empresa cedente em negociar o material. firmada pelo seu representante legal. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. § 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício. extravio. tamanho. Art. III . a requerente deverá solicitar autorização 120 . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço. a data de fabricação. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV.relação alusiva aos incidentes de roubo. II . descrevendo o fabricante. ou em outras situações que se fizerem necessárias. o prazo de validade e o nível de proteção. III . furto. modelo e nível de proteção.a descrição das armas e munições a serem transportadas. IV . constando CNPJ. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento.

ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia. deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. Utilização de cães adestrados Art. no próprio posto de serviço. III . instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional. em seu estabelecimento. devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias. Art. O cão. Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. I . Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. 97. "Kanil Club" ou empresa de curso de formação. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. em local seguro. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. Parágrafo único. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. 96.cópia do registro da arma. ou de canil de organização militar. expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. Art. perda.informações sobre as apurações realizadas pela empresa. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. extravio ou recuperação das armas. Parágrafo único. 98. por qualquer meio hábil.à DELESP ou CV de origem. munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. contendo logotipo e nome da empresa. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido.cópia do boletim de ocorrência policial. Parágrafo único. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. As armas. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço. roubo. salvo fora do horário de atendimento ao público. Comunicação de ocorrências Art. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato. 95. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços. 94. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. 121 CAPÍTULO VII 122 . II . munições e coletes à prova de balas Art. conforme disposto no art. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. as ocorrências de furto. ainda que não previstos no caput deste artigo. Art. desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. Art. em órgão militar ou policial. de "Kanil Club" ou particular. após receber e analisar a documentação referida no § 1°. 73. 93. quando utilizado em serviço. 92. II .

da Previdência Social. bem como do local de guarda de armas e munições. III . ainda. ainda: I . 124 . devendo-se anexar. Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. Polícia Federal. 6º e 7º desta portaria. onde houver. III . desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. em especial da fachada. Militar dos Estados e da União. Art. indicando o que se quer alterar e anexando: I . quando referentes à razão social. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 100. 101. na forma do art.cópia do contrato social consolidado ou equivalente. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS. assim como pela Justiça Federal. Art. II . Parágrafo único. quadro societário.as fotografias das instalações físicas. 102. endereço e responsável pelo setor de segurança.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. bem como do local de guarda de armas e munições. As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo. a cargo da DELESP ou CV. II . em se tratando de empresas especializadas. IV . Estadual. 99. No caso de alteração de endereço. será observado o procedimento previsto nos arts. sendo mantido o prazo de validade original. apresentando as fotografias das instalações físicas. a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos. Parágrafo único. 8º. § 1º.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. capital social. Parágrafo único. dos setores administrativo e operacional. e Eleitoral. Título de Eleitor e Certificado de Reservista. endereço. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV. em especial da fachada. 56 desta portaria. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos. O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ. a DELESP ou CV. Razão social § 1º No caso de alteração de razão social. relativamente a este: I . Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. apresentando. conforme o caso. ficando as alterações de sócios.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica.cópia da Carteira de Identidade. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa. e as demais. a empresa deverá observar o disposto no art. 123 § 3º No caso de alteração de endereço.

logotipo da empresa. 103. procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. botas. Art. Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. do vigilante devidamente fardado. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. usinas. em especial da fachada. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares. deverá adotar. 126 . 103. 125 III . das salas de aula. O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. do local de guarda de armas e munições.emblema da empresa. portos. equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. Art. 104. II . 108. constando o nome. tais como capacetes. ou acréscimo de um novo. ou da DELESP ou CV. a requerente deverá juntar.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. 106.plaqueta de identificação do vigilante.as fotografias das instalações físicas. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. aeroportos. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço. A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias. Art. IV .memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. óculos. de corpo inteiro. § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade. Art. o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. costas e lateral. aplicando-se quanto a estes o disposto no art. autenticada pela empresa. além do uniforme. o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4. com validade de 06 (seis) meses. 37. Art. observadas as regras de segurança do serviço a ser executado. §1º. 105. 107.declaração das Forças Armadas e Auxiliares. plaqueta de identificação. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. III . bem como os requisitos do art.II . cintos especiais e outros necessários. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. mencionando apito com cordão. anexando: I . se houver.memorial descritivo das alterações propostas. ainda.000 (cem mil) UFIR. devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. II .apito com cordão. de frente. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. § 2º. acompanhado de fotografias coloridas. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. em se tratando de empresas de curso de formação. podendo um deles ser terno ou paletó.

ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental. 128 . comprovados documentalmente: I .ser brasileiro. escolta armada ou segurança pessoal. V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). por ocasião do registro do certificado de curso de formação.ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. São cursos de formação. dispensado no caso dos cursos de formação. 110. IV . § 1° Para a matrícula nos cursos de formação. III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). ll . a ser executado pela DELESP ou CV. nato ou naturalizado. o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos. § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS. § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. 109.ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais. exceto o disposto no inciso IV. o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art. VI . extensão e reciclagem Art. VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI). 109 desta portaria. de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII). § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica. V . III .ter sido aprovado em curso de formação de vigilante. § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. reciclagem e extensão de vigilante. que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional. 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I). § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF. às expensas do empregador. extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art.CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. Para o exercício da profissão. § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente. VII . conforme normatização específica. VIII . extensão ou reciclagem. II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV). VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). sem registros de indiciamento em inquérito policial.estar quite com as obrigações eleitorais e militares.

A Carteira Nacional de Vigilante . § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período. quando em efetivo serviço. sendo estes 129 . A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. 130 Carteira Nacional de Vigilante . conforme a atividade exercida. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP. Art. 112 desta portaria. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. 116. 109 desta portaria. escolta armada e segurança pessoal. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. IV . As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos. devendo-se anexar: I . 113. às expensas do empregador. Parágrafo único. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV. na forma do “caput”. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. restituídos após conferência pelo órgão recebedor. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. de fundo branco. 112 desta portaria.Carteira de Identidade e CPF. ou através das entidades de classe. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. Art. § 7º Os cursos de formação. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. além dos documentos previstos no art.CNV . § 2º O protocolo do requerimento. 115. estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. ou em cópias autênticas. e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. extravio. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. no ato do recebimento da nova carteira. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. colorida. 112. no ato do recebimento da carteira retificada. revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. será de uso obrigatório pelo vigilante. Nos casos de perda. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. para fins de controle e destruição. III . e possuir curso de formação. destruição. antes da data do seu vencimento.CTPS. Parágrafo único. Art. Art. caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. Art. 114. Parágrafo único.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. furto ou roubo. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. 111.CNV Art. de frente.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF. às expensas do empregador.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art. II . tamanho 2 x 2 cm.

119.CNV. inclusive armas e munições. em nível nacional.o recebimento de uniforme. o envolvimento de seus vigilantes. VI . IV . feito pelo empregador. o uniforme autorizado. em especial quanto ao armamento. quaisquer incidentes ocorridos no serviço.encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP.portar a Carteira Nacional de Vigilante .exercer as suas atividades com urbanidade. de 500 (quinhentas) a 5. colete à prova de balas. probidade e denodo.apurar. Apuração das condutas dos vigilantes Art.porte de arma.000 (cinco mil) UFIR. observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores.advertência.multa.comunicar.proibição temporária de funcionamento. VII . para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada. escolta armada e segurança pessoal.prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. II . às expensas do empregador. através da DELESP ou CV. IV .manter-se adstrito ao local sob vigilância. 118.cancelamento da autorização de funcionamento. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 . ao seu superior hierárquico. apenas em serviço. devidamente autorizado. São deveres dos vigilantes: I .a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação.Direitos Art. nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho. IV . V . em procedimento interno. V . CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . III . 120.utilizar.seguro de vida em grupo. III . adequadamente. Assegura-se ao vigilante: I . munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. 117. As empresas de segurança privada deverão: I . juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato. II . II . quando no exercício de suas atividades. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. quando em efetivo exercício.treinamento regular nos termos previstos nesta portaria. assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza. não se eximindo o empregador do dever de fiscalização. II . III .a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento.

a renovação do Certificado de Vistoria. DELESP ou CV. quando solicitado pela CCASP. em tempo hábil. ou equivalente.interdição. É punível com a pena de multa. 134 Pena de Advertência Art.000 (vinte mil) UFIR.advertência.não possuir.deixar de apresentar qualquer informação ou documento.reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante.multa.deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. III . de 1. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo.deixar de providenciar. duzentas e cinqüenta) UFIR. manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições.Art. de 500 (quinhentas) a 1. II .alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes. VII . O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades. III . IV . Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. V . óculos. VI .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço. 123. para fins de controle ou fiscalização. CGCSP. VIII . tais como capacetes. cintos especiais e outros necessários.000 (mil) a 20.deixar de providenciar. sem prévia autorização do DPF. II . na forma da legislação vigente. IV . 122.possuir. em tempo hábil. 121.permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria. botas. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . II . VI .permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações. em seu quadro. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I .deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento. a renovação do certificado de segurança.250 (um mil. III .permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme. V . 133 . É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . VII .

136 . 124.contratar. munições. Art. em desacordo com o procedimento previsto no art. III .não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento.dar destinação diversa da prevista no art. VII .exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes. 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido.proceder à desativação ou reativação do veículo especial. bem como a quantidade de munição utilizada.deixar de encaminhar ao DPF. XII .deixar de encaminhar ao DPF.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas. jurídica e materialmente.deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação. ou outros equipamentos. ou fora do prazo de validade. XVII . XII .deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV. bem como a quantidade de munição a ser utilizada.alterar o local onde o veículo especial estiver operando. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem.deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço. em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão. IX . mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. duzentas e cinqüenta e uma) a 2.deixar de encaminhar ao DPF.exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício.deixar de promover a reciclagem do vigilante.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante. o seu Certificado de Conclusão do Curso.251 (um mil. II . coletes à prova de balas. XIII . em até 05 (cinco) dias. XVIII .VIII . a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido. para fins de registro . É punível com a pena de multa. XI .exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado. VIII . XVI . X . em até 05 (cinco) dias após os registros. que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento. IV . bem como a quantidade de munição a ser utilizada. quando solicitada pelo interessado. para fins de registro profissional. V . IX . os exames de saúde e de aptidão psicológica. como vigilante. o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço. sem prévia comunicação à DELESP ou CV. em seu quadro. os certificados de conclusão de curso. em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso.deixar de assistir. XIII .possuir.deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial. XI . 28 desta portaria. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. a relação nominal e a qualificação dos concludentes. XIV .500 (duas mil e quinhentas) UFIR. quando devidos.a empresa de curso de formação. a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . extensão ou reciclagem.deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante. XV .deixar de devolver ao vigilante interessado. X . de 1. VI .

XIX . conforme prescrição do art. É punível com a pena de multa. escolta armada e segurança pessoal. VII . VIII .utilizar em serviço armamento. em curso de formação.negligenciar na guarda ou conservação de armas.deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação.permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço. XXIV . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .guardar armas. os exames teóricos e práticos. 137 XXVI . 154 desta portaria. XXVII . III . reciclagem ou extensão de vigilantes. munições ou outros produtos controlados.alienar. munições ou outros produtos controlados. VI .exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização. quinhentas e uma) a 5.deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF. XXVIII .utilizar veículo especial ou comum.000 (cinco mil) UFIR. XXI . XXII .possuir. candidato que não preencha os requisitos necessários. de 2. contendo nome e logotipo da empresa. XXV . no mínimo.utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes.promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina. e a carga de tiro mínima. XV .guardar armas.deixar de aplicar a grade curricular. XX .permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação. IV .permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço.promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina. sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação. em serviço. IX . extensão ou reciclagem. munições ou outros produtos controlados. sem prévia autorização do DPF. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. XVIII . fluvial ou por outros meios. 138 .matricular.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea.utilizar veículo especial ou comum.501 (duas mil. munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade.utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados.XIV . sem a presença de.adquirir. 125. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento. armas. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias. munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. XXIII . em serviço. munições ou outros produtos controlados em local inadequado. XVII . armas. V . Art. fluvial ou por outros meios. 25. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art. a qualquer título. a qualquer título. em seu quadro.realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização. II . previstos nos anexos desta portaria. 02 (dois) vigilantes. sem a autorização competente.

93 desta portaria. permanecendo. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. XIV . reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada. III . extravio ou a recuperação de armas.transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores. ou em desacordo com as regras de segurança necessárias. § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar. desta portaria. de qualquer forma. XIX . roubo. XII . dentro do prazo de cumprimento da pena. XXI .ter na constituição societária. munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. munições. no valor máximo previsto no art.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF.dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação. em poder da empresa. XX . 33 desta portaria. em desacordo com o art. pessoas que tenham condenação criminal registrada. as armas. mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa. 125.permitir a realização de cursos de formação. XVI . pelo período que durar a proibição. que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias. em seu quadro. XI .continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento. coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV.executar ou contribuir. por alunos e instrutores. 51 e 74. será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento.possuir. destinados à atividade de escolta armada. É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento.permitir a utilização.X .utilizar veículos comuns. XVIII . a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art.não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego. quando em fiscalização. excetuando-se as hipóteses dos arts.deixar de comunicar furto.impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações. ou em serviço de transporte de valores. II . XVII . no prazo de 05 (cinco) dias. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa. XXIII . 139 XXII . mediante lavratura de termo de fiel depositário. de armas ou munições que não sejam de sua propriedade. sem amparo legal. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. ou com a CNV vencida. e antes do trânsito em julgado da decisão. 126.deixar de comunicar à DELESP ou CV.utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição. ao DPF. Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 . Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. XV . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores. como sócio ou administrador. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. parágrafo único.declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF. XIII .

Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem.102/83 e 120 desta Portaria. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento. IV . conforme aprovado pelo certificado de segurança. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade. VIII . devendo ser observado o procedimento previsto no art. 4º. V . dentro do prazo de cumprimento da pena. 23 da Lei n° 7. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento. às Receitas Federal. Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 . após a lavratura do auto de infração correspondente. se. É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . nos termos do art. Art. e antes do trânsito em julgado da decisão. exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. 125. 85 desta portaria. contados do trânsito em julgado da decisão. fundamentadamente. espontaneamente.deixar de sanar. Estadual e Municipal.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada. 127. as armas. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. § 2º. Art. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. encerrar suas atividades. 125.000 (cem mil) UFIR. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. 129. necessário à atividade autorizada. e à Secretaria de Segurança Pública. II . coletes à prova de balas e veículos especiais. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão.possuir capital social integralizado inferior a 100.a contumácia.deixar de comprovar.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art. a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento.seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. VII . alienar suas armas.Art. 11 desta portaria. após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias. XXIII. § 1º e 14. procedendo-se ao registro no SINARM. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos. comunicando o cancelamento. 128. se quiserem. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. contrários.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento. nos prazos previstos nos arts. contrárias. a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade. VI . no valor máximo previsto no art. conforme previsto no art. munições. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. III . contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização.

Pena de Advertência Art.deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. e. fundamentadamente. 132. É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . quando em fiscalização.deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo. notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. III .000 (mil) a 10. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento.promover o transporte de numerário. 63 desta portaria.000 (dez mil) UFIR. 7º da Lei n° 7. 134.retardar. IV . de 10. ensejará o prosseguimento do processo punitivo.dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. IV . quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro. bens ou valores em desacordo com a legislação.não obter a aprovação do plano de segurança apresentado. 132 desta portaria. captadas e gravadas pelo circuito interno de TV.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. nos termos do art. .001 (dez mil e um) a 20. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . de 1. 130. É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I . o cumprimento de notificação da DELESP ou CV. Pena de Interdição Art. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . Art. II . a pena de interdição.permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado. 131. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. se reprovado. se aprovado.permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores. injustificadamente. II .102/83 e 121 desta Portaria. III . ou III . Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos.impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que. conforme previsto no plano de segurança aprovado. conforme o caso. conforme previsto no art.funcionar sem plano de segurança aprovado. 143 144 II . III . implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art. com trânsito em julgado. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente.000 (vinte mil) UFIR. É punível com a pena de multa. É punível com a pena de multa. o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado. § 3º No caso de ser aplicada. Art.deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar. 133.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade.dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário. § 2º Na hipótese do § 1°. Art. II .

137. e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. da infração. a depender do ente infrator. 140.as conseqüências. por qualquer meio.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF.omitir. 135. enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada. II . por cada estabelecimento financeiro infrator.corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção. § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência. 139. Art. III . § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras. 145 Art. com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. ainda que potenciais. aplicar-se-á a pena prevista no art. havendo reincidência genérica ou específica. ou 05 (cinco) genéricas. Contumácia Circunstâncias atenuantes Art.colaborar. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 .a condição econômica do infrator. Na fixação da pena de multa. São consideradas circunstâncias atenuantes: I . a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço). 123 ou 129 desta portaria. São consideradas circunstâncias agravantes. intencionalmente. a reincidência será determinada. II . a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência.a gravidade da conduta. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas. individualmente. A reincidência. dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração.impedir ou dificultar. Dosimetria da pena de multa Art. 136. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. eficientemente. ainda durante as diligências.a primariedade. 138. genérica ou específica. Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição. § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal. Circunstâncias agravantes Art. serão consideradas: I . III . ocorridas durante o período de 01 (um) ano.Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. III . quando não constituírem infração: I . § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. II .

concedendo o prazo de 10 (dez) dias. Art. de uma via do auto lavrado. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. 147 II . Parágrafo único. para a apresentação de defesa escrita. ao endereço da autuada. qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes. nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. iniciando-se: I .mediante solicitação da CGCSP. hora. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. Parágrafo único. cuja decisão será publicada no D. munições e coletes à prova de balas. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes.O. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento.O. mediante aviso de recebimento. local e descrição do fato.por meio da ciência. contados da publicação da portaria punitiva no D. pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros. indicando o dispositivo normativo infringido. assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. Parágrafo único.Art. 147. 144. Art. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº. realizar fotografias. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. 9. A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega. A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo. ou III . 145.U.por qualquer outro meio hábil. a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data. Parágrafo único. de qualquer sócio ou empregado da autuada. Art. contados da sua publicação no D. 143. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. Para os fins deste capítulo. Art. a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados.U. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. Parágrafo único. com ou sem a sua apresentação. mediante recibo. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . no próprio auto. 146. Após o prazo da defesa. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório.pelo envio de cópia do auto. Para fins de prova da infração.U. Art. de 23/11/1999. Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. ininterruptos. II .873. Art. 141. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas. III . a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP. inclusive armas.mediante representação.O. O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. Constatada a prática de infração administrativa. Parágrafo único. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias. ouvida a CCASP. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento. 142. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I .de ofício.

no prazo de 10 (dez) dias. As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. II . instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. Art. arrecadar as armas e munições utilizadas. II . nocivos ou perigosos ao bem público.notificará. a DELESP ou CV: I . através de qualquer forma. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua. § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados. de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada. cientificando o autuado após a decisão final.oficiar aos contratantes da empresa encerrada. III . 148. A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social. § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados. bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. o procedimento instaurado será arquivado. desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. e à Secretaria de Segurança Pública. os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. observando-se: I . 149.a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF.a não utilização de nome de fantasia. entregando cópia do auto respectivo. 151. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica.a não utilização de termos contrários.instaurar o procedimento penal cabível. caso haja. II .deverá. de qualquer modo. § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior. § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. IV . ainda. em caso de recalcitrância. Art. consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita. para fins de prova.notificará o responsável pela atividade.comunicar à CGCSP. de transporte de valores. o tomador dos serviços. caberá recurso ao Superintendente Regional. comunicando o encerramento. notificando o autuado. III . Sociedades anônimas de capital fechado Art.Art. Estadual e Municipal. podendo realizar fotografias. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. às Receitas Federal. III . 150 . § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. 150. 152. à segurança do Estado e à coletividade. deverá a DELESP ou CV: I . à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. As atividades de vigilância patrimonial.

Art. Art. no caso de multas.º 277. II . caso existam. III . munições e coletes à prova de balas. a qualquer tempo. 160.º 89. junto à Imprensa Nacional.U. Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF. 156. de 03/03/2005. Art. de 24 de novembro de 1983. apresentar novo requerimento.0174.º 1.Diretor-Geral 152 . dando-se ciência ao interessado. através da Guia de Recolhimento da União – GRU. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. Prestação de informações Art. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada. de acordo com os valores estabelecidos nos arts. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias.001 Operação do Policiamento Federal.º 76. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D. n. no Programa de Trabalho 06. deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas. de 30 de março de 1995 e. 161.relação de veículos comuns e especiais.relação dos empregados contratados e dispensados.º 836.br). que poderá.2081. de 13/04/98.dpf. apresentando mensalmente ao DPF: I .relação de armas. IV .017. de 18/08/2000.129. contados da ciência da notificação. Multas e taxas Art. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação.relação dos postos de serviço. o processo administrativo será arquivado.056. 992.gov. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº. 155. n. 9. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo. 153. 157. 151 Art.relação de todos os seus estabelecimentos. Ficam revogadas as Portarias nº. n.O. para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. de 15/12/1995. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento. a serem consignados no Orçamento do DPF. Sócios pessoas jurídicas Art. Art. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . Parágrafo único. 154. e n. Processos administrativos em geral Art.§ 2º As empresas de que trata este artigo. 14 e 40 do Decreto n. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados. deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas. V . 159. 162. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta). 158. Art. § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. às expensas do requerente.030. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www. de 25/10/95.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful