VOLUME 1

Apostila homologada pela CGCSP / DPF

ABCFAV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS CURSOS DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DE VIGILANTES

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VIGILÂNCIA (VIG)
VIG – I TIPOS DE VIGILÂNCIA Conceito de Vigilância: A vigilância patrimonial é uma atividade autorizada, controlada e fiscalizada pelo Departamento de Polícia Federal, desenvolvida por pessoas capacitadas através de Cursos de Formação de Vigilantes, vinculadas às Empresas autorizadas, com o fim de exercer preventivamente a proteção do patrimônio e das pessoas que se encontram nos limites do imóvel vigiado, podendo ser em estabelecimentos urbanos ou rurais; públicos ou privados. Outra definição de Vigilância: É uma sensação na qual a pessoa ou empresa emprega recursos humanos capacitados agregando a isso o uso de equipamentos específicos e estabelecendo normas e procedimentos a fim de produzir um ESTADO DE AUSÊNCIA DE RISCO. Cabe salientar que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06, do DPF (Departamento de Polícia Federal) a atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos imóveis vigiados, portanto das barreiras perimetrais para o interior do estabelecimento. Perfil do Vigilante: O vigilante é a pessoa capacitada a zelar pela ordem nos limites do seu local de trabalho, visando à satisfação do usuário final do seu serviço. Dentro das normas aplicadas sobre segurança privada, temos que o vigilante deve exercer suas atividades com urbanidade (civilidade, cortesia, boas relações públicas), probidade (honestidade) e denodo (coragem, bravura, mostrando seu valor). As próprias exigências estabelecidas pelo órgão controlador da segurança privada nos revelam que o vigilante deve ser pessoa de conduta reta, sendo, portanto, pessoa de confiança. Além do aspecto moral, no que tange à conduta de retidão, o vigilante é uma pessoa que deve estar o tempo todo alerta a tudo e a todos, tendo total controle da situação local, através da própria inspeção visual em todo perímetro de segurança, como forma primordial de prevenção e demonstração de controle.
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A atuação do vigilante é de caráter preventivo, de modo a inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa, mostrando-se dinâmico nas suas atitudes. Outro aspecto importante do perfil do vigilante é o conhecimento técnico de sua área de atuação, que se observa pelo vasto conteúdo programático do seu curso de formação, que envolve assuntos gerais como a própria segurança, como também temas específicos, como primeiros socorros, prevenção e combate a incêndios, legislação aplicada, relações humanas no trabalho, entre outras. Conceito de Área de Guarda: A área de guarda sob a responsabilidade do vigilante envolve todo o imóvel vigiado, tendo pontos fixos, como, por exemplo, controles de acessos e demais áreas cobertas através de serviço móvel de fiscalização e vigilância, com total controle das instalações físicas. Integridade Patrimonial e das Pessoas: A Constituição Federal de 1988 estabelece em seu artigo 144 que: A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio... Seguindo o mandamento constitucional e, considerando que a segurança privada é complemento da segurança pública, conclui-se facilmente que as atividades do vigilante patrimonial voltam-se para a proteção da integridade do patrimônio e das pessoas, nos locais em que os órgãos de segurança pública não se fazem permanentemente presentes, pois tais órgãos não visam ao interesse pessoal e particular e sim ao interesse público. Nesse sentido, a atuação preventiva do vigilante patrimonial, nos limites do imóvel vigiado tem por finalidade a garantia da segurança das instalações físicas e de dignitários (pessoas que se encontram no interior do imóvel no qual o vigilante exerce a atividade preventiva de segurança, controle e proteção). Vigilância em Geral: O vigilante patrimonial é profissional capacitado, registrado no Departamento de Polícia Federal e autorizado a exercer a vigilância patrimonial, desde que vinculado a uma empresa autorizada, em qualquer estabelecimento, seja da iniciativa privada (instituições financeiras, empresas, shopping-centers, hospitais, escolas etc.), seja da Administração Pública Direta (órgãos federais, estaduais, municipais ou distritais) ou Indireta (autarquias, empresas públicas, empresas de
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economia mista e fundações). Nestas últimas, empregam-se vigilantes contratados por empresas especializadas em segurança, que forem vencedoras em procedimento licitatório e celebrarem o contrato de prestação de serviços de segurança. Em todos esses locais em que o vigilante atua, seu objetivo deve estar voltado à garantia da ordem interna, à preservação da integridade patrimonial, à proteção da integridade pessoal, à constatação de irregularidades com as correspondentes providências e a satisfação do usuário final. Vigilância em Bancos: Por força da Lei 7.102/83, as instituições financeiras são obrigadas a possuir sistema de segurança com pessoas adequadamente preparadas, denominadas vigilantes. Logo, não se trata de uma faculdade e sim de uma obrigação a que todos os estabelecimentos financeiros devem se submeter, mantendo vigilância ininterrupta durante seu horário de funcionamento. Por se referir a local em que há guarda de valores e movimentação de numerários, é inegável que se trata de um ponto visado pelos criminosos e que exige do vigilante atuação atenta para garantir a prevenção e, por conseguinte, a proteção das pessoas e do patrimônio. Na vigilância dos estabelecimentos financeiros o vigilante deve sempre procurar posicionar-se em pontos estratégicos, o que lhe permitirá maior ângulo de visão, de modo que sua retaguarda esteja sempre protegida, impedindo dessa forma que seja alvo de criminosos que sempre se valem do fator surpresa. Os deslocamentos para fazer a rendição do ponto estratégico (cabines ou similares) devem ser feitos em momento oportuno, sem seguir rotinas, procurando a ocasião de menor movimento na agência, deslocando-se com as costas protegidas, o coldre aberto e mão na arma, a arma no coldre e o dedo fora do gatilho. No ato da rendição, primeiro entra o vigilante que está substituindo para depois sair o vigilante que foi rendido. Ao entrar na cabine, fazer de modo que o coldre fique à frente do corpo e o vigilante entre olhando para o público e com as costas protegidas. A vigilância constante e a observação em todo perímetro de segurança, com atenta inspeção visual, principalmente na entrada da agência são fatores inibidores e que fatalmente irá desencorajar o criminoso. Antes de assumir o serviço, o vigilante deve fazer vários testes para verificar o funcionamento da porta giratória de segurança, que
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tem por objetivo detectar massa metálica e com isso impedir o acesso de pessoas armadas. Vigilância em Shopping-Centers: Os shoppings são as principais opções de passeio, compras, diversões infantis, alimentação, e uso de caixas eletrônicos dos grandes centros urbanos, justamente por ser considerado um lugar de maior circulação de pessoas e que possui segurança. A atuação do vigilante patrimonial nos shoppings, como em todo e qualquer estabelecimento, tem caráter preventivo de modo a coibir ações criminosas pela sua própria presença reconhecida pelo uso de uniforme. Por se tratar de local aberto ao público e com grande circulação de pessoas, o vigilante deve ficar atento ao comportamento e atitude das pessoas, agindo com muita discrição, de modo a fazer segurança sem constranger aqueles que buscam nos shoppings um passeio em um ambiente seguro e protegido. O vigilante não deve considerar seu trabalho como um lazer, simplesmente por estar em um shopping. Seu comportamento deve ser o mais responsável possível, estabelecendo um meio de comunicação com os lojistas em situações de anormalidades e/ou pessoas com comportamento suspeito. Todos que ali se encontram contam com a proteção que se inicia com a entrada no estacionamento e se prolonga pelos corredores, lojas, praça de alimentação, playland e caixas eletrônicos, que por ser considerado um ambiente seguro e movimentado, são constantemente visitados da abertura ao fechamento dos shoppings. Vigilância em Hospitais: Outra instituição que utiliza o serviço de vigilância patrimonial para proteger o patrimônio e pessoas são os Hospitais. Nestes locais, os principais delitos são furtos de medicamentos, seqüestro e troca de recém-nascidos, assassinatos e seqüestro de criminosos internados. O vigilante empregado neste local de trabalho deve estar atento a todos os movimentos internos, em especial nas dependências em que o acesso seja restrito a determinadas pessoas e horários préestabelecidos pela Direção. O equilíbrio emocional é de fundamental importância, pois se trata de local onde as pessoas constantemente entram em desespero e, por vezes, demonstrando real insatisfação em relação ao atendimento dos médicos e seus auxiliares, sendo, portanto, propício ao conflito e desgaste psíquico.
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Para melhor abordarmos este assunto dividiremos este tópico em vigilância em prédios residenciais e comerciais. impressões digitais). funcionários de empresas prestadoras de serviços etc. com o devido registro de dados. • Banco de dados de funcionários. em todos os pontos possíveis. são as melhores maneiras de evitar qualquer ocorrência no estabelecimento de ensino. onde traficantes se aproveitam da pouca experiência e imaturidade dos jovens. membros do corpo docente e pessoas devidamente autorizadas. O controle de acesso e as rondas permanentes é que garantirão a segurança e irão impedir a prática de atos ilegais. A utilização de medidas de segurança. • Controle de acesso com base na biometria (impressões digitais. pulseiras com código de barras pelos pacientes. • Revista moderada de funcionários de acordo com a legislação vigente. 7 Vigilância na Indústria: A atuação do vigilante patrimonial nas indústrias é importantíssima para impedir. são as principais medidas para inibir a ação criminosa. Vigilância em escolas: A vigilância em estabelecimentos de ensino é a que requer o melhor preparo. etc. o vigilante deve ficar atento quanto à presença de pessoas estranhas nas imediações da escola. As principais medidas de segurança para uma indústria são: • Na entrada de veículos instalar clausuras (espaços entre dois portões). com monitoramento e acesso controlado eletronicamente através de senhas pessoais. para “vender” drogas. circuito fechado de TV. o vigilante deve relatar o fato ao Diretor da escola a fim de que sejam adotadas providências junto à Secretaria de Segurança Pública. Caso perceba tal ação. inclusive nos berçários. em que a atenção deve ser redobrada. pois os grupos criminosos que praticam delitos em hospitais são estrategistas e na maioria das vezes se passam por enfermeiros. Vigilância em prédios: Outros locais de atuação da segurança privada são os limites dos prédios residenciais e comerciais. devendo o vigilante ficar atento às vias de acesso para a parte interna das instalações que são restritas a funcionários e pessoas autorizadas. • Palestras aos funcionários buscando a conscientização de todos. Vigilância em Prédios Residenciais: A atuação do vigilante em um prédio residencial visa em primeiro plano a segurança e tranqüilidade dos moradores. com sala de monitoramento 24 horas por dia. juntamente com um efetivo e permanente serviço móvel de fiscalização e vigilância (rondas). • Instalação de circuito fechado de TV. a instalação de medidas de segurança é de fundamental importância para prevenir as ações criminosas. médicos. desde pequenos furtos praticados até mesmo por funcionários. íris etc. • Barreiras perimetrais que impeçam a invasão. câmeras nas farmácias. suas atitudes coerentes e discretas permitirão o sucesso no relacionamento com os alunos. Outro momento crítico é o horário das visitas. como por exemplo. pois qualquer tipo de liberdade ou brincadeira pode comprometer a boa imagem de toda a equipe de segurança. como por exemplo: Circuito Fechado de TV. veículos e materiais. Um dos grandes focos dos criminosos têm sido os condomínios residenciais em razão da real carência de medidas de segurança aliado ao fato da displicência dos moradores. pois nestes locais o profissional de segurança é mais que um vigilante.).A portaria é o local de acesso ao público em geral. Como em todos os locais de vigilância. funcionários. É um auxiliar direto dos educadores. de modo que o ingresso ou a permanência sem consentimento de quem de direito configura crime de 8 . A casa é o asilo inviolável protegido pela Constituição Federal e faz parte da vida privada de cada pessoa. Os problemas nos estabelecimentos de ensino não são apenas internos. sabotagens e invasões por quadrilhas ou bandos. podendo inclusive utilizar cercas eletrificadas. após ser analisada a real necessidade de acesso. controle de visitantes através de identificação e biometria (íris. portanto. O acesso deve ser restrito aos alunos matriculados. • Revistar todos os veículos que forem adentrar ao pátio interno. Sua postura. seu comportamento maduro. pois ocorrências de tráfico de entorpecentes são bastante comuns nestes locais. como colaboradores da funcionalidade do sistema de segurança. uso de uniforme pelos alunos e vigilantes controlando acesso e realizando rondas permanentes. • Investigação social de candidatos às vagas da indústria. catracas eletrônicas. a espionagens industriais. O controle do acesso de pessoas.

de sua própria segurança. o 9 controle do material sob sua responsabilidade. visitantes. o controle das entradas proibidas. o devido zelo com a apresentação pessoal. sob pena de perder o controle do acesso ou até mesmo facilitar uma invasão. São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades. estando sempre comprometido com a segurança. valendo-se do fator surpresa. das entradas permitidas. é um verdadeiro alvo de observação. treinamento permanente do vigilante e conscientização dos moradores são os melhores recursos para garantir a segurança nos prédios residenciais. pois o delinqüente não busca o confronto e sim a rendição de forma covarde. caso necessite dar informações. sala de monitoramento de imagens.invasão de domicílio. Visando não perder a atenção da área vigiada. o controle da circulação interna. clausuras etc. catracas eletrônicas. munição e colete a prova de balas. Como exemplo de posto fixo. clientes e das instalações físicas. clausuras tanto na entrada de veículos como na de pessoas. circuito fechado de TV. a imediata comunicação ao seu superior de qualquer incidente. num primeiro momento. por trabalhar uniformizado. Ao lado do controle de acesso. central de comunicação operacional etc. com ordem judicial. deve ser o mais breve possível e cuidando. de costas para a rua etc. o sistema de segurança deve ser planejado de acordo com as peculiaridades locais. Contra a vontade de quem de direito o acesso somente poderá ocorrer em caso de flagrante delito ou desastre. O uso de tecnologias modernas (circuito fechado de TV. utilização de manobristas para evitar a entrada de visitantes por pontos em que não seja o de acesso de pessoas. VIG – II FUNÇÕES DO VIGILANTE Identificar e Compreender as Funções do Vigilante: O vigilante patrimonial é a peça mestra do sistema de segurança. o vigilante não deve permitir aglomeração de pessoas em seu posto. botão de pânico. Cabe ao vigilante o efetivo controle de tudo que diz respeito à ordem interna. para prestar socorro ou. de modo que os principais pontos de segurança sejam os controles de acessos de pessoas e veículos. Caso o posto fixo não seja somente de vigilância deve ainda fazer o devido controle de acordo com as peculiaridades locais. a ronda é um dos serviços mais importantes realizados pelo profissional de segurança na vigilância 10 . O acesso restrito e controlado com emprego de tecnologias modernas. A atuação do vigilante no posto fixo exige atenção redobrada. A conscientização e a disciplina consciente do profissional de segurança quanto a sua função é indispensável para que se possa fazer o controle e a fiscalização do imóvel vigiado com a real sensação de segurança por todos. sistema de alarmes. o fiel cumprimento das normas emanadas por quem de direito. é indispensável à realização de rondas para constatar quaisquer irregularidades e adotar as correspondentes providências. controlar e vigiar. de onde o vigilante tem maior campo de visão. Vigilância em Prédios Comerciais: Nos prédios comerciais a atuação do vigilante visa a proteção e segurança dos funcionários. Funções do Vigilante na Rondas: As rondas são serviços móveis de fiscalização e vigilância que tem por finalidade cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. A utilização de barreiras perimetrais. Neste caso. principalmente irregularidade com armamento.). com a dignidade da pessoa humana e a satisfação do usuário final. Sua postura e demonstração de observação crítica são fatores fundamentais para inibir a ação criminosa. o registro das ocorrências internas. Funções do Vigilante em Postos Fixos: Posto fixo é aquele do qual o profissional de segurança não pode se afastar. dentre outras atribuições peculiares à sua função. posicionando-se em pontos estratégicos. a regularidade das instalações. a postura e o comportamento de acordo com os padrões sociais. instalação de portinholas (passagens de objetos). conscientizando-se que. podemos citar: guaritas ou cabines instaladas em pontos estratégicos. Visando complementar a atividade de segurança. controles de acesso pela biometria. Sua função é primordial para que a política da segurança privada seja efetivada.) tem sido os principais recursos utilizados para garantir a segurança destes locais. não utilizar aparelhos sonoros estranhos ao equipamento de comunicação fornecido pelo empregador e manter a adequada postura. As técnicas e táticas de atuação para a funcionalidade do sistema de segurança são de fundamental importância. normas internas e rondas constantes garantirão a prevenção nos prédios comerciais. durante o dia. O vigilante deve ser organizado e disciplinado nas suas funções de modo a nunca se omitir de fiscalizar. de modo a nunca estar exposto à ação do inimigo (desatento.

De todos os materiais que existem no posto de serviço. Dentre os equipamentos que o vigilante utiliza nas rondas podemos citar: revólver cal. reconhecimento das pessoas que circulam internamente pelo crachá. terminais eletrônicos etc. Desempenho do Vigilante A fim de que o vigilante desempenhe suas função de acordo com os ditames estabelecidos pela política da segurança privada adotada pela Policia Federal. observa-se que o artigo 13. Somente um profissional capacitado profissionalmente terá condições de agir de acordo com as expectativas do usuário final do serviço. 32 ou 38. como por exemplo. observação de presença de veículos e pessoas em atitude suspeita pelas imediações etc. deve anotar no livro de ocorrências de serviço e comunicar a quem de direito. Nesse sentido. parágrafo único da Lei Federal 10. munições e colete a prova de balas). lanterna.patrimonial. Todo vigilante deve fazer a conferência dos materiais que se encontram sob sua guarda. Visando não receber o posto sem saber a normalidade local. o vigilante deve ser crítico e observador ao realizá-la. de propriedade da Empresa de Segurança. Uma das formas mais eficientes para se fazer uma ronda sem esquecer qualquer detalhe é o chamado check-list (uma lista com todos os itens que o vigilante deverá observar ao fazer a ronda). pois é a atividade que permitirá ao vigilante o efetivo controle das instalações em geral. Portanto. é de suma importância o treinamento permanente e a conscientização do próprio profissional.. fiscalização e promoção da ordem interna do estabelecimento vigiado. Rondas Periféricas: São aquelas realizadas no espaço compreendido entre a área construída e as barreiras perimetrais. pessoas circulando após o término do expediente. 11 Sede do Guarda Considera-se sede do guarda o local onde os vigilantes fazem a assunção do serviço. Não sendo possível. abordagem de pessoas com comportamento suspeito. Constituem verdadeiros obstáculos. equipamento de controle de rondas e colete a prova de balas. bem como da observância da circulação interna de pessoas. ser externa. no que tange a seu dever de controle. sejam de propriedade do tomador do serviço (cliente). se possível. por determinação do órgão controlador. pois o furto. de modo que o vigilante que está passando o posto transfira sua responsabilidade àquele que está assumindo. tudo com o objetivo de mostrar à supervisão como transcorreu o serviço de rondas realizado pelo vigilante. Tais materiais devem ser controlados e registrados em livro próprio. VIG – III SEGURANÇA FÍSICA DE INSTALAÇÕES Medidas de Segurança: São medidas necessárias para garantir a funcionalidade do sistema preventivo de segurança. os que merecem atenção redobrada são aqueles controlados pela Polícia Federal e Comando do Exército (armamentos. não sendo possível resolver tal questão apenas internamente. o vigilante deverá realizar sua primeira ronda antes da assunção do serviço e. algemas. como por exemplo: relógio-vigia. Normalmente as empresas utilizam equipamentos de controle das rondas dos vigilantes. pessoas circulando internamente aparentando estarem perdidas e desorientadas. quer seja por 12 . é necessário que se invista de maneira sólida em seu treinamento e capacitação profissional. Considerando que nos termos do artigo 13 da Portaria 387/06 do DPF a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado. verificação dos veículos estacionados. rádio transceptor portátil. roubo ou qualquer forma de extravio de armamento. não podendo. tudo deve ser alvo de observação. como forma de controle.826/03 prevê a responsabilidade criminal do dono ou diretor da empresa de segurança que deixar de fazer a ocorrência policial e comunicar à Polícia Federal em 24 horas o furto. veículos e materiais. observação de pontos vulneráveis no perímetro de segurança. roubo ou extravio de qualquer um desses equipamentos obriga a empresa de vigilância a fazer o Boletim de Ocorrência e a comunicação imediata ao Departamento de Polícia Federal. bem como permanecem os materiais e livros de registro de recebimento e passagem do serviço e de ocorrências. procurando envidar esforços para solucionar as irregularidades constatadas. fiscalização das instalações físicas em geral. Isso evita que se esqueça de fiscalizar algum ponto. munições e acessórios. Portanto. Por ser a ronda uma diligência para se verificar irregularidades. Rondas Internas: São aquelas realizadas no interior das instalações. as rondas podem ser divididas em Internas e Periféricas. sejam de propriedade do empregador. bastão eletrônico. cassetete de madeira ou borracha. sensores de presença. para que sejam adotadas as providências pertinentes. em companhia daquele que estiver passando o posto. nos setores desativados por ocasião do encerramento expediente.

Sua eficácia depende da ação do vigilante ao sistema de iluminação. Ex: Identificação pessoal. no perímetro de segurança. • Medidas Dinâmicas: É a atuação inteligente do vigilante. veículos e materiais. locais visados para o planejamento de ações criminosas. quer seja pela ação humana.). 2) servir como dissuasivo psicológico contra entradas não permitidas. canalizando as entradas e saídas de pessoas. O comprometimento profissional e o equilíbrio emocional proporcionarão o sucesso de sua atuação.rios. não deixando prevalecer a emoção nos momentos críticos. O vigilante deve se conscientizar da responsabilidade que assume no tocante à segurança física das instalações e da integridade das pessoas que se encontram no local sob sua guarda. de modo a inibir e impedir qualquer ação criminosa. corrente. de modo a se mostrar espontâneo e imparcial. que permitem ao vigilante proporcionar sua própria segurança. A fiscalização. Pontos Estratégicos de Segurança: São pontos. o controle e a vigilância devem ser constantes e abranger todos os pontos do perímetro de segurança. tendo o propósito de: ajuda na proteção das áreas de 1) delimitar área geográfica pertencente à instalação. a vigilância constante executada pelo homem ainda é a mais importante. vigilância atenta. 3) impedir ou retardar tentativas de invasões. Controle de Entradas Permitidas: As entradas permitidas são pontos fixos de segurança. sinalização entre os integrantes da equipe de segurança em casos de pessoas em atitude suspeita. via de regra. ao mesmo tempo. no perímetro de segurança. obter maior ângulo de visão. sendo. tirocínio. mesmo as pesquisas indicando que. 14 . No entanto. circuito fechado de TV. catracas eletrônicas. ressaltando que a atividade de vigilância patrimonial tem caráter preventivo. que é justamente o que os grupos criminosos evitam em suas ações. posicionar-se em pontos estratégicos (pontos que permitam visão ampla do perímetro de segurança). • Medidas Estáticas: São barreiras e equipamentos utilizados no sistema de segurança que visam inibir e impedir ações criminosas. que permitem fácil acesso. contato telefônico com empresas fornecedoras e prestadoras de serviços para confirmar dados de funcionários. etc. que antecedem a entrada de veículos e pessoas. matas. para inibir. denominados de PORTARIA. portas giratórias detectoras de metais. por conseguinte. abordagem à distância. evitando assim o fator surpresa e. raciocínio rápido. pois quaisquer acessos por esses pontos chamam a atenção. sistemas de alarmes. ausência de medidas de segurança etc. A portaria é um dos principais pontos de segurança de qualquer estabelecimento vigiado. as invasões ocorrem pelas entradas permitidas. As barreiras podem ser: 1) Naturais . como pessoa capacitada para fazer a segurança física das instalações e dignitários. de onde o vigilante pode observar todo perímetro de segurança e suas imediações. dificultar e impedir qualquer ação criminosa.barreiras e equipamentos. distribuição adequadas de guaritas. íris) etc. em que o vigilante deve controlar e fiscalizar a entrada e saída de pessoas. de modo a se antecipar a um evento futuro e possível. Pontos Vulneráveis ou de Riscos: São pontos. garantindo maior eficiência na execução das atividades preventivas de vigilância. clausuras (espaço entre dois portões. Ex: Acessos não controlados. 13 Proteção de Entradas não Permitidas: As entradas não permitidas não são os maiores alvos das invasões. 2) Artificiais .cercas. incluindo restrição de acesso. Trata-se de um ponto que exige do vigilante conhecimento efetivo de suas atividades. etc. telas. Várias medidas de proteção devem ser adotadas. o maior erro do profissional de segurança é não acreditar na audácia do criminoso. 4) aumentar o poder de detectar do pessoal da segurança. BARREIRAS: Representam uma segurança. etc. ficando em evidência. Sua atuação tem caráter preventivo. Ex: Pontos elevados. montanhas. redobrar a atenção quanto aos pontos vulneráveis (pontos que permitam fácil acesso) etc. Ex: Barreiras perimetrais. muros. materiais e veículos. portinholas (passagem de objetos). bem como garantir maior eficiência da atividade de vigilância patrimonial. aparelhos de controle de acesso com base na biometria (impressão digital.

• É conveniente que. procurando obter e confirmar todos os dados necessários ao efetivo controle do acesso.: Para a efetiva segurança no controle de acesso é indispensável a instalação de medidas estáticas (Circuito Fechado de TV. • Verificar a quem se destina. 15 Entrada de Materiais: • Fazer inspeção visual e identificar de forma completa o entregador. uma vez que qualquer pessoa mal intencionada perde o interesse de agir quando percebe que foi observada antes de se aproximar. inclusive do responsável pelo recebimento. Por ausência de medidas de segurança e de profissionais treinados. alterada pela Lei Federal 9. passaporte. bem como o comportamento e atitude dos últimos.). Para tanto seguem alguns mandamentos indispensáveis: • Fazer a inspeção visual. pois tal comportamento garante a prevenção. da mercadoria que entrou. • Nunca julgar as pessoas pela aparência. • Fazer o devido registro dos dados. exigindo a apresentação de documento emitido por órgão oficial e que possua fotografia. • Cumprir às normas estabelecidas internamente.organização. pois as quadrilhas de criminosos procuram induzir o vigilante a erro. clausuras. à distância. sendo autorizado seu acesso certificar-se de quem partiu a autorização.553/68. • Fazer a abordagem. Controle do acesso de materiais: No tocante ao acesso de materiais. pois não há melhor forma de controle e de prova que o registro.: A Lei Federal 5. nova CNH. ligar para a empresa dos ocupantes do auto para fazer a confirmação. caso esteja acompanhada de desconhecido.453/97. confirmando a previsão de entrega e solicitando seu comparecimento para o recebimento. aparelhos de controle com base na biometria. Criminosos constatam as falhas do sistema de segurança e encontram extrema facilidade para agir. procurando obter e confirmar todos os dados e. etc. Saída de Materiais: • Fazer a inspeção visual e a identificação de quem está saindo com o material. Portanto o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. de modo que os demais ocupantes desembarquem e acessem pela entrada de pedestres.) e treinamento constante dos profissionais de segurança. Controle de acesso de Veículos: Outro ponto crítico em um estabelecimento é o acesso de veículos. Levar sempre em consideração se é pessoa desconhecida. • Fazer a abordagem. Ex: RG. 16 .: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. antes do ingresso no estabelecimento. Obs. • Fazer a identificação pessoal. e mesmo sendo conhecida. reservista. dinâmica e boa capacidade de comunicação. identidades funcionais etc. tanto na entrada como na saída do estabelecimento. Controle do Acesso de Pessoas: No controle do acesso de pessoas o vigilante deve seguir determinados procedimentos que garantam a segurança das instalações e de todos que estejam envolvidos no sistema (colaboradores. mostrando-se atento. caso seja autorizado o acesso.) como também em treinamento de pessoal. fornecedores etc. Botão de Pânico. procurando analisar e memorizar as características das pessoas. se for necessário. Obs. deve-se agir com maior critério. • Fazer o registro dos dados. Obs. muitos desses locais são alvo de invasões. visando garantir a proteção do patrimônio e também moralizar a atividade de segurança através da demonstração de eficiência. A falta de controle neste ponto revela a ausência total de segurança. Por isso. trata-se de ponto que exige investimento da empresa tanto no que tange às medidas estáticas (CFTV. o veículo adentre apenas com o condutor. • Fazer o registro do entregador. preferencialmente à distância. visitantes. estabelece que nos locais onde for indispensável a apresentação de documento para o acesso será feito o registro dos dados e o documento imediatamente devolvido ao interessado. etc. • Fazer a conferência do material de acordo com o documento de autorização de saída. • Anunciar o visitante ao visitado e. Procedimentos: • Fazer inspeção visual com atenção voltada às características do veículo e ocupantes. deve haver um rígido controle por parte da equipe de segurança. pela nota fiscal. clientes.

que visa destruir. g) observação (acompanhamento). Mesmo fora do horário de serviço. Nenhum visitante deverá portar qualquer volume sem que a segurança tome conhecimento do seu conteúdo. ou fato ocorrido. as medidas de controle de portaria são as principais para se prevenir um ato de sabotagem. caso contrário todos devem ser identificados. Portanto. bem como não permitir a entrada de filmadoras ou máquinas fotográficas por parte de visitantes. em se tratando de veículo com compartimento fechado (baú). não cabendo a ele avaliar o caráter sigiloso ou não da informação. a fim de que o vigilante não se exponha ao vistoriar o veículo e. d) chantagem. SIGILO PROFISSIONAL Violação do segredo profissional: art. A melhor maneira de prevenção à sabotagem é o rígido controle do acesso e fiscalização permanente com vistas à circulação interna de pessoas com a atenção voltada às atitudes e comportamentos individuais ou coletivos. identificar o condutor. ofício ou profissão. c) roubo e furto. O sigilo profissional para o homem de segurança. 3. não é virtude. deve estar atento para não comentar assuntos de serviço em público. À segurança cabe impedir a saída de projetos. tem acesso a um maior número de informações que a maioria das outros empregados da empresa. sem justa causa. Métodos de espionagem: a) infiltração. segredo. b) escuta. plantas ou quaisquer equipamentos. de modo que seja aberto o baú. pela natureza de seu serviço. Cumprir rigorosamente as normas internas. f) corrupção. desmantelar o sistema ao passo que a espionagem visa à coleta de dados e informações. antes da abertura do portão. A instalação de clausuras tem sido uma das principais formas de proteger o vigilante e evitar invasões. b) número de elementos que compõe a equipe. Fazer o devido registro dos dados de acordo com normas estabelecidas. sem a devida autorização. 18 Obs. deve manter sigilo sobre todas as informações que lhe forem confiadas. é dever. etc. nem fornecer dados da segurança a familiares ou amigos. Caso o estabelecimento não disponha de clausura e. o vigilante deve fazê-lo com corretamente e sem qualquer exceção. e) sistema de alarmes existentes no estabelecimento.154.• • • • • Sendo adotado o procedimento acima. 17 . nem ocorra invasão. ministério. d) armamento utilizado. Pela sua condição de "Homem de Segurança". Espionagem Está relacionada com a sabotagem. Prevenção de Sabotagem: Sabotagem é a ação humana que visa abalar a ordem interna no estabelecimento com a provocação de danos e sinistros que atingem a produção e o bom andamento do serviço. O profissional de segurança. e) fotografia. Jamais deve informar a pessoas alheias ao serviço sobre: a) horário de chegada e saída do carro forte. Basicamente. é viável que se determine seu ingresso de ré. Deve desconfiar de quem muito pergunta e encaminhar os interessados na informação ao setor próprio da empresa. e cuja revelação possa produzir dano a outrem”.9. conforme estudado no controle do acesso de pessoas. c) numerários. salvo com a devida permissão.: O registro dos dados é a única forma de controle e a melhor forma de produção de provas para diversas finalidades. de que tem ciência em razão de função. “Revelar alguém. principalmente com uso de veículos clonados.

transforma-se instantaneamente em gás. evitar o pânico e fazer a comunicação a Polícia na primeira oportunidade. Planejar a atuação de acordo com a ocasião. com a adoção de um plano de abandono. • Observação atenta de tudo que se passa: O quê? Quando? Onde? Como? Quem? Quais foram as rotas de fuga? • Preservação do local para permitir à Polícia Científica a análise e levantamentos devidos. que sofrendo uma reação química violenta. ouvir com atenção. com emprego de equipamentos e táticas adequadas. em todos os momentos. com conseqüências danosas a quem se encontre pelas imediações. Naturalmente o bem maior que cuidamos não é o patrimônio e sim a vida e a integridade física.). O treinamento integrado entre profissionais de segurança e funcionários de outros setores de uma empresa é de fundamental importância para o sucesso da evacuação do local em situações emergenciais. estabelecer atividades. são qualidades que devem existir em um segurança”. • Reação somente se houver oportunidade total de sucesso. treinamento permanente. situações emergenciais que destoam da rotina do local de trabalho. 20 . líquido ou gasoso. conscientizando-se que em ocorrência em que há pessoas com os ânimos exaltados. incêndio. a fim de que se garanta o sucesso da atuação da segurança. ameaça de bomba. a imparcialidade. é necessário que o profissional de segurança controle suas emoções.“Falar pouco. cujo objetivo é a padronização dos procedimentos. transmitindo sensação de segurança a todos que ali se encontram. obedecendo as peculiaridades locais e as situações de normalidade e de anormalidade. greve de funcionários etc. atue com calma. instalação de medidas estáticas. • Evacuar o local de forma rápida e discreta. Explosivos: Explosivo é todo composto sólido. com a participação da equipe. lembrando-se que a atuação do vigilante é preventiva. Trata-se de uma ocorrência onde um erro na atuação poderá ser fatal. isto é. sem causar pânico. Plano de Segurança: A fim de otimizar a atuação preventiva da equipe de segurança é indispensável a elaboração de um plano de segurança. portanto requer a atuação de profissionais capacitados. Para tanto. • Agir de maneira imparcial. com a satisfação do usuário final. se as peças não estiverem em harmonia a máquina não funciona de acordo com o esperado. coerência e tenha bom poder de persuasão e convencimento. nossa maior preocupação deve centrar-se na evacuação do local e interdição da área de forma rápida e discreta. logo. • Não sendo possível manter a ordem interna pelos recursos próprios. acionar a polícia. pois dessa forma o emocional dos ocupantes daquela área já foi previamente preparado em caso de ocorrência de um evento crítico. caso ocorra uma situação emergencial previsível (invasão. As simulações realizadas no dias de normalidade garantirão o sucesso da desocupação da área em ocasiões de anormalidade. sem causar pânico. 19 Evacuação do Local: A principal medida a ser adotada em situação de emergência é a evacuação do local. O profissional de segurança atuando desordenadamente não conseguirá atingir o objetivo da vigilância patrimonial que é a prevenção de qualquer ato contra a pessoa e o patrimônio. sem que haja pânico. de modo a evitar o fator surpresa. Planos Emergenciais: Os planos de emergências são formulados pelo responsável pela segurança. VIG – IV EMERGÊNCIA E EVENTO CRÍTICO Atuação do vigilante diante das principais situações de emergência: a) roubo: • Manter a calma. de forma rápida e discreta. A eficiência da atuação operacional da equipe de segurança é comparada à de uma engrenagem. A filosofia de um plano emergencial é atribuir a cada integrante da equipe de segurança uma missão específica. dividir funções e atribuir responsabilidades são as maneiras mais eficientes para garantir a segurança e a paz interna em um estabelecimento. • Contato com o Plantão da Empresa de Segurança. Ocorrências com explosivos são consideradas de grande vulto e de alto isco. caso ocorra o evento crítico. o equilíbrio emocional e o diálogo são os melhores recursos. com produção de alta pressão e elevada temperatura. b) tumulto e pânico: • Manter a calma e controlar o público.

qual o grupo policial que melhor se adequará para a solução do evento critico. sobretudo. evacuar o local e acionar a polícia. • Acionar as autoridades competentes (G. dentre outras ocorrências de grande vulto. de modo que os maiores alvos de ataque são os edifícios da administração pública. afastando grupos de curiosos. atos de terrorismo. seqüestros. que exige resposta especial da Polícia. Características de uma crise: A crise. Relatório de Ocorrência: Ocorrência e o acontecimento de um fato que foge da rotina normal do trabalho. de forma que o leitor encontre resposta para as seguintes perguntas: • Quando? (dia. exigindo a adoção de providências por parte do profissional de segurança e o correspondente registro do fato. o vigilante não deve arriscar sua vida. com quem aconteceu. considerar que se trata de um explosivo e tomar todas as precauções necessárias para a preservação das vidas e da integridade física de todos os que ali se encontram. • Onde? (em que lugar aconteceu o fato) • O que? (especificar o fato ocorrido. Outros pontos visados são os de grandes aglomerações de pessoas como Estações de Metrô e Trem. O histórico de um relatório de ocorrência deve seguir um roteiro de elaboração. Ministério Público. podendo se manifestar através de motins em presídios.E . todo objeto passa a ser suspeito. logo. Procedimentos do Vigilante em Casos de Ameaça de Bomba: • Acreditar que a ameaça é verdadeira. a fim de assegurar uma solução aceitável. Diretor). O melhor a fazer é isolar a área. Nesta situação. • Isolar a área. devendo tomar apenas as primeiras medidas e acionar a polícia a fim de que a central de operações envie para o local uma equipe especializada no assunto. o isolamento da área e o isolamento do local devem ser as primeiras medidas. Acionamento da Polícia Especializada em cada caso de evento crítico: As Polícias. • Não tocar qualquer objeto.A. 22 . tentativa de suicídio. apresenta as seguintes características: • Imprevisibilidade. Detecção de Artefatos e Objetos Suspeitos: Há casos em que não se recebe a ameaça. principalmente aqueles ligados à Polícia. Gerente. A elaboração de um relatório de ocorrência compreende o cabeçalho e o histórico. • Ameaça de vida. em razão da possibilidade de agravamento conjuntural.Indubitavelmente o vigilante patrimonial não é o profissional capacitado para atuar efetivamente em ocorrências envolvendo explosivos ou com ameaças de bomba. como Órgão de Segurança Pública.T. • Comunicar o fato ao superior imediato ou ao responsável local (Supervisor. de acordo com a natureza da ocorrência. mês. Por se tratar de ocorrência que exige conhecimento específico. roubos a bancos com reféns. ou seja. Grupo de Ações Táticas Especiais – Via 190). inclusive com risco a vida das pessoas envolvidas. • Por que aconteceu? (explicar os fatos que antecederam. cabe ao vigilante o registro da situação do posto de serviço em todos os turnos de trabalho. VIG –V CRISE Conceito de crise: Crise é todo incidente ou situação crucial não rotineira. Ao acionar 190 e 197. como situação crucial. cada central de operações saberá. o vigilante deve sempre acreditar na pior hipótese. ano e hora em que o fato ocorreu). Embaixadas e Instituições Financeiras. Justiça. • Como ocorreu? (de que maneira o fato aconteceu). mas encontram-se artefatos ou objetos suspeitos. abalar a estrutura do poder público constituído. No caso da Polícia Militar (190) e da Polícia Civil (197). de modo que o destinatário tenha plenas condições de entender o que realmente ocorreu e quais providências foram adotadas quando da ocorrência. O fato de ser um artefato de pequena dimensão não significa que não pode causar dano irreparável à integridade física e a saúde da pessoa. O acionamento do órgão policial para cada caso de evento crítico sempre será através da 21 Central de Operações. seja estranho ou comum ao local. evitando causar pânico. sem suposições). dispõem de grupos especializados para atuar nas mais diversas ocorrências. seus principais agentes são integrantes de facções criminosas que visam. que é a narração dos fatos de maneira clara e objetiva. • Procurar evacuar o local de forma rápida e discreta. constar a identificação e a descrição dos envolvidos). Por se tratar de ações típicas de terrorismo. • Quais providências foram tomadas? Além da elaboração do relatório de ocorrência. • Compressão de tempo (urgência). pois em se tratando de ameaça. Aeroportos e Shoppings.

A vida como bem jurídico de maior valor é o principal alvo de proteção no gerenciamento de crises. as medidas internas em uma empresa devem se restringir a manter a calma e acionar imediatamente a Polícia a fim de que sejam adotadas as providências adequadas e aceitáveis por parte do grupo especializado. Quando o atendente da central de operações recebe a informação e toma conhecimento da natureza da ocorrência. O acionamento de qualquer dos Grupos especializados sempre se dá através da Central de Operações. Planejamento analítico especial e capacidade de implementação. Fontes de Informações em uma Crise: Sendo a crise uma situação crucial não rotineira e imprevisível que requer uma atuação urgente e aceitável da Polícia. Conceito de Gerenciamento de crises: É o processo eficaz de se identificar. Autoridades que devem ser imediatamente comunicadas: Considerando que a segurança pública é dever do Estado. obter e aplicar. cujas funções principais são atuar em ocorrências com reféns e explosivos. cada uma tem seu grupo especializado em casos de ocorrência de situação crucial que exige uma resposta rápida e aceitável. sejam medidas de antecipação. No que tange ao gerenciamento de crise no Estado de São Paulo. no caso da Polícia Civil pelo telefone 197 e no caso da Polícia Militar 190. assinou . sendo exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. 24 . a Polícia Civil e a Polícia Militar atuam de maneira integrada. Já a Polícia Militar dispõe de Grupos de Ações Táticas.• • • Necessidade de postura organizacional não rotineira. Objetivos do Gerenciamento de Crises: O objetivo do gerenciamento de crises é preservar a vida e aplicar a lei. prevenção e/ou resolução. a fim de assegurar o completo restabelecimento da ordem pública e da normalidade da situação. O profissional de segurança privada deve se conscientizar que qualquer decisão precipitada e inadequada pode resultar em prejuízos irreparáveis e irreversíveis. urgência e necessidade de atuação especializada organizacional não rotineira. Plano de Segurança da Empresa: 23 Por se tratar de ocorrências de grande vulto. Lembre-se! “Escreveu. Considerações legais especiais. de conformidade com a legislação vigente e com emprego das técnicas especializadas os recursos estratégicos adequados para a solução da crise. que é função exclusiva da Polícia Militar e da Polícia Civil. A Polícia Civil irá atuar nas situações de crise com emprego de Grupos de Resgate. com ameaça de vidas. virou documento!”. os órgãos policiais se estruturaram e se especializaram de acordo com a natureza da ocorrência. no entanto. as fontes de informações serão resultados do trabalho do negociador. e dos setores de inteligência policial. já adotará as providências necessárias.

O tempo todo estamos nos comunicando mesmo sem falar qualquer palavra. No que tange a comunicação do dia-dia do profissional de segurança. a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento é direito do vigilante. através de métodos (fala. sem qualquer possibilidade de solicitar apoio da equipe. Em 1997 começou a NEXTEL começou a operar no Brasil. funções e garantindo maior alcance nas comunicações. O sistema organizacional se viabiliza graças à comunicação nele existente. inciso IV. havendo equipamentos que permitem acesso internet e envia mensagens eletrônicas. Por outro lado. tal operadora de comunicação móvel oferece cobertura nacional e internacional. postura emitem mensagens. com dupla função. escrita) e/ou sinais convencionados (gestos. A atividade de segurança sem comunicação seria inoperante e seus integrantes estariam isolados pela distância que separa um posto do outro. o equipamento de rádio comunicação é o mais utilizado. que permitirá sua realimentação e sua vital sobrevivência frente aos desafios e obstáculos cotidianos. Conceito e Apresentação: A comunicação é o processo através do qual podemos emitir. 25 26 . por essa razão não há como se falar em vida humana. sem comunicação. O homem é um ser político e a sua sobrevivência depende da vida em sociedade e. olhares. como forma moderna de comunicação através de equipamento portátil. possibilitando comunicação para qualquer parte do mundo. sinais sonoros.. assegurado no artigo 117.RADIOCOMUNICAÇÃO E ALARMES (RD&AL) RD&AL-I EQUIPAMENTOS DE COMUNICAÇÃO Noções Gerais: A comunicação é imprescindível para qualquer organização social. nossos gestos. além das funções mencionadas. capacidade. Hoje. radiocomunicação e telefone. da Portaria 387/06 do DPF. mímicas etc. No entanto a tecnologia tem aprimorado cada vez mais esses equipamentos quanto à funcionalidade. pelo baixo custo e por atender às necessidades internas de um estabelecimento. transmitir e receber mensagens. uma vez que nossas expressões faciais.). oferecendo mais recursos. alcance e recursos.

bem como relações telefônicas internas e externas visando prestar serviço de melhor qualidade e eficiência. • nunca transmitir informações pessoais. • Estações Móveis: são aquelas instaladas em veículos terrestres. mostrando-se atencioso. o telefone é um processo elétrico. evitando utilização para fins pessoais. • utilizar a linha telefônica apenas o tempo necessário. antes de iniciar uma transmissão. Embora seja considerado seguro não é totalmente confiável. em diversos casos os vigilantes utilizam meios naturais de comunicação. Ao falarmos. ou involuntariamente por linhas cruzadas. interessado e compreensivo no que ouve. 27 • Estações Portáteis: São aquelas facilmente portadas por uma só pessoa. • Ter o devido zelo com o aparelho. Em um transceptor ligado e sintonizado para receber ondas portadoras de freqüência igual ao do transmissor. pausada. Rádio Transceptor Portátil: É um equipamento elétrico. A fim de evitar interferências na transmissão de outrem. nome do atendente. que permite maior discrição e sigilo das mensagens. o atendimento telefônico deve obedecer às seguintes regras: • atender e/ou falar sempre de forma educada e cortes. mandando para o transceptor que fará com que a onda portadora o transporte até o receptor. como por exemplos sinais convencionados entre a equipe de segurança. que funciona através de ondas magnéticas. ocorrerá o recebimento da onda portadora. Transmitir sempre de forma clara e pausadamente. Somente usar a rede rádio para assuntos de serviço. o microfone transforma nossa voz de freqüência de áudio em sinal elétrico. Ao comprimir a tecla ocorre o desligamento da recepção do equipamento e o sistema de transmissão será ativado. Ex: HT. mesmo quando se encontra em operação. Ao apertarmos a tecla PTT o aparelho passa a gerar e propagar ondas através de sua antena. bem como rotinas diárias de quem quer que seja. • falar sempre de forma clara. Móveis e Portáteis. funcionando inclusive como forma de comando.Considerando as peculiaridades da atividade de segurança. não fazendo brincadeiras nem a utilizando desnecessariamente com assuntos estranhos ao serviço. Regras a serem observadas na Radiocomunicação: • • • • • • Fazer as transmissões tão breves quanto possível. com o máximo de abreviações (uso do código Q). cumprimento cordial (bom dia. através de uma antena. Responder prontamente a qualquer chamado que exija resposta imediata. Independente do padrão adotado pela empresa. 28 . Essa onda traz o sinal elétrico. na atenção redobrada com a presença de pessoas que despertem alguma suspeita etc. Telefone / Atendimento Inventado em 1875 por Alexandre Grahan Bell. com ou sem fio que permite a comunicação entre duas pessoas. pois é muito importante que a rede esteja livre em casos de eventuais emergências ou solicitação de apoio por qualquer integrante da segurança. Manter a efetiva disciplina na rede. portátil. conforme segue: • Estações Fixas: são aquelas instaladas nas dependências dos prédios. que ao entrar no transceptor será novamente transformado em freqüência de áudio (quando ouvimos o rádio). boa noite) e/ou dizendo “às suas ordens”. com a designação do nome da empresa. Radiocomunicação Estações de Rádio As estações de radiocomunicação podem sem classificadas em: Fixas. podendo ser interceptado através de grampo. o operador deve escutar por algum tempo. de forma a ocupar a freqüência ou o canal por um mínimo de tempo possível. • ter sempre relações de telefones úteis. Normalmente as empresas e instituições estabelecem um padrão uniforme de atendimento telefônico. certificando que a freqüência ou canal está livre e desocupado. Funcionamento: Os equipamentos de radiocomunicação são dotados de microfone do tipo “PUSH TO TALK” (aperte para falar). aéreos e aquáticos. boa tarde. • nunca transmitir informações sobre assuntos de segurança. com uso de antenas apropriadas. nos deslocamentos.

meia dúzia. 2. 5. radiofonia e central de rádio Na operação com aparelho telefônico o profissional de segurança obedecerá aos procedimentos de atendimento adotados pela empresa. Má QTY – Estou a caminho e 1.Papa Q . Oitavo.Notícia QUB – Informar visibilidade TKS – Obrigado. No tocante à radiofonia e central de rádio o ideal é que a operação seja breve e precisa. O código “Q” facilitou a comunicação entre operadores de rádios marítimos que falam línguas diferentes. 1.Quebec R .Yankee Z .Zulu 5. Primo. que foi incluído no serviço de regulação afixado à Terceira Convenção Internacional de Radiotelegrafia. o alfabeto fonético se destina a dar a precisão necessária em certos tipos de comunicação. Um total de quarenta e cinco códigos “Q” aparece na “lista de abreviações para ser usadas na radiocomunicação”. 9.Kilo L . Nono Operações com telefone. 6. problema QRV – Estou à disposição QRX Aguarde QSA – Intensidades dos sinais: QSP – Ponte auxílio QTA – Cancele a ultima mensagem QTC – Mensagem QTH – Local.Alpha J .Sierra B – Bravo C . 4.Romeu Y .Oscar T . sendo assinada em 5 de julho de 1912.Lima M – Mike (maique) N . grato NIHIL (NIL) – Nada. entrando em vigor em 1 de julho de 1913. Primeiro. Códigos mais utilizados: QAP – Na escuta. escutar. 29 30 .Juliet S . como no caso de transmissão de letras e de nomes pouco comuns.Índia P .Tango U .Victor W . sem utilizar código “Q”. Terceiro.Charlie D – Delta E – Echo (Eco) F – Fox-trot K .Whiskey X – Xingu *X-Ray (Eksrey) G – Golf H . empregando o padrão universal de comunicação (código “Q” e Alfabeto Fonético Internacional). 8. O Código “Q” original foi criado por volta de 1909 pelo governo britânico. 3. Segundo.Código “Q” O código “Q” é uma coleção padronizada de três letras. que aconteceu em Londres. Quinto. endereço QTI – Rumo verdadeiro QTJ – Velocidade do veículo QTO – Sanitário QTR – Hora certa QTU – Horário de funcionamento Alfabeto Fonético Embora aumente o tempo de transmissão. nenhum Numerais 0 – Negativo. Regular. meia. Sétimo.Uniform V . Sexto. 7. Boa. Ótima. Quarto. 3. Péssima.November O . 2. 4. QSJ – Dinheiro QSL – Entendido QSM – Repita a mensagem QSO – Contato Pessoal QUA . A . todas começando com a letra “Q”. nulo. QAR – Abandonar a escuta QRA – Nome do operador QRM – Interferência QRT – Parar de transmitir QRU – Novidade. por isso foi adotado internacionalmente tão rapidamente. uno.Hotel I . devendo sempre que possível codificar as mensagens. como uma lista de abreviações.

Para reforçar a definição de segurança apresentada acima. e/ou por razões de especificações nas atividades de segurança. determinado no plano de segurança. Em muitas instalações físicas. os controles de acesso. fazendo inspeções e averiguações. 31 32 . Relembrando: “Segurança é um conjunto coordenado de medidas. tem-se as barreiras físicas (muros. em decorrência do tamanho da área a ser protegida. cercas. pois é através do que está contido nesta definição é que ele vai exercer suas atividades de vigilância. são especificadas num documento organizado.). Ronda dos Vigilantes. estão especificados e/ou instalados nas áreas físicas para a qual o homem de segurança foi contratado a proteger. é preciso o entendimento de mais um ensinamento. denominado plano de segurança. Geralmente. e constitui-se uma atividade operacional. as medidas a serem adotadas para a proteção das áreas físicas. etc. os procedimentos operacionais. etc. adotado por empresas públicas e privadas para preservar e proteger suas instalações”. O conceito da ronda está baseado na capacidade que os recursos humanos têm de poderem se movimentar. é necessário que o vigilante saia circulando pela área. Esta atividade é denominada de ronda da vigilância.CONTROLE ELETRÔNICO DE RONDA UM SISTEMA DE PROTEÇÃO Introdução Como já estudado em outra seção. Como exemplo de sistema de proteção. tal qual: “Sistemas de proteção são dispositivos e atividades implantadas nas empresas para compor as medidas de segurança física”. os sistemas de proteção. os alarmes. Geralmente. os circuitos fechado de televisão (CFTV). entre vários. Todos estes sistemas são dependentes da intervenção do homem de segurança e/ou são operados por ele. os sistemas de comunicação (Rádios). o conceito de sistemas de proteção. é importante que o homem de segurança tenha entendido bem a definição de segurança física das instalações. a ronda dos vigilantes. o controle eletrônico da ronda. com objetivos de manutenção do grau de segurança.

Controle Eletrônico de Rondas. com a função específica de registrar os dados das atividades de rondas. Os homens de segurança. para o contratante dos serviços. noturno. dar apoio operacional e logístico aos postos fixos e eventualmente. Em seguida. Outra modalidade de aplicação das atividades de ronda. etc. fazendo assim o elo entre a “linha de frente operacional”. poderá fazer contato com o cliente. facilitando e padronizando suas atividades. fechamento de pontos dos vigilantes. o supervisor usa uma lista com eventos padrões a serem inspecionados (checklist). etc. Nesta função. locais. Em instalações físicas com áreas muito extensas. também incluídas nas atividades dos supervisores rondantes. Muitas vezes nesta função. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. utilizando as atividades de ronda para os homens de segurança. com a função de supervisão. agora se faz necessária a apresentação do sistema de proteção conhecido como “bastão de ronda”. como na ronda dos vigilantes. devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. a definição dos eventos a serem monitorados nos postos de trabalho e finalmente os procedimentos operacionais para suas atividades. nas especificações para a contratação de serviços de vigilância. as atividades dos vigilantes nos postos. poderão estar responsabilidades sobre entrega de documentações.. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex.) em seus postos de serviço. porteiros. cuja função é a verificação e acompanhamento dos trabalhos dos vigilantes e demais profissionais de segurança (ex. ao longo dos trajetos. 1) é um sistema de proteção. circulam pelos postos de serviço. devem ser distribuídos os postos que ele deve visitar dentro de seu período de trabalho. O bastão de ronda (Fig. substituição de vigilantes. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). com eventuais economias financeiras. 24 h. Também nesta função. inspecionando a regularidade das atividades exercidas por seus subordinados. eventos suspeitos e em desconformidades com os padrões de funcionamento dos locais. Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. Nos pontos estabelecidos para a passagem dos vigilantes e realização das verificações e inspeções. Do ponto de vista técnico. além de marcar presença e observar. acionados através de chaves posicionadas nos locais de checagem. poderá significar racionalização dos recursos de segurança. Finalmente. garantindo assim a segurança de uma maior área nas instalações físicas a qual ele esta alocado para proteger. situações de anormalidade e não conformidades. os vigilantes devem colher informações sobre eventos anormais. eram utilizados para o controle das rondas os “relógios de vigia”. isto é. após então. Geralmente. muitas vezes permitindo que. No passado (às vezes ainda hoje encontrados em operação). e a gerencia da empresa. o bastão de rondas é um coletor eletrônico de dados. etc. atendentes. numa rotina de fiscalização e de inspeções periódicas. poderá existir também a atividade de supervisor interno. para o controle eletrônico da execução de suas tarefas de ronda. quando acionados. Na seção anterior foram definidas as atividades de ronda. Muitas vezes. a referência será: posto de vigilância com ronda. Da mesma forma. Artefatos mecânicos. fazer parte de uma força de reação. durante sua ronda. reclamações sobre não conformidades. é a exercida pela supervisão. permite com que o vigilante aumente a abrangência de sua atuação. anotando suas reivindicações. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. deverá verificar. Em seguida. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos supervisores. seja garantido um nível satisfatório de segurança. com um número reduzido de homens. Em contrapartida. ao longo dos percursos de ronda. Podem também. para a supervisão. extremamente robusto. dandolhes suporte e orientação. utilizado pelos vigilantes e supervisores. ocorrências nos postos. 34 Ronda dos Supervisores. A implantação de postos de vigilância com ronda. além de checar as condições de segurança dos postos e o desempenho dos vigilantes nos 33 . o ponto de partida para a implantação de um sistema de rondas. bastante encontrada nos serviços de vigilância. o supervisor rondante. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. 12 h. diurno. o ponto de partida para a implantação desse sistema.pela qual os vigilantes da segurança patrimonial. para ações de intervenção da segurança. etc. o supervisor interno nas suas tarefa de ronda pelos postos. circulam pelas áreas e instalações físicas.

chuva. Com a operação de contato bastão/button.Bastão de Ronda . incluindo datas e horários. por meio de uma cartela com eventos programados (Fig. com um mínimo de risco de fraudes. serão registradas a passagem do vigilante pelo local. o ponto de partida para a implantação desse sistema. e a freqüência de determinado evento. o que fazer quando se deparar com uma situação anômala). Ao encostar o bastão no button. a posição de cada ponto de ronda e o horário em que o vigilante/rondante passou no ponto de controle. com um número de série único gravado a laser e encapsulado num invólucro de aço inox. e principalmente. etc. assim. Com a transferência dos dados do bastão para um computador. 3. campos eletromagnéticos. Do mesmo modo. é a definição dos trajetos a serem percorridos pelos vigilantes. e com a emissão dos relatórios sobre as rondas. a hora em que ele esteve lá e. ele não necessita de alimentação elétrica. Para a melhor compreensão do sistema de controle eletrônico de rondas. através de uma interface (Fig.4). 1. traduzindo-se. mais agilidade. Interfaces Nos relatórios emitidos pelo sistema são contabilizados os pontos pelos quais o rondante passa. Tais relatórios. onde são afixados os “botões” (buttons/chips – Fig. a seguir estaremos apresentando um desenho (diagrama de blocos) com a seqüência de tarefas que deverão ser executadas para sua implantação. com os dados registrados. 3) conectada a ele. Instruções Práticas Sobre Um Sistema de Controle de Rondas. 35 36 Uma vez definida a utilização do sistema de ronda dos vigilantes. foram substituídos pelos sistemas eletrônicos (bastões de ronda). 2. quem as fez. podem ser totalizados e analisados. nas suas rotinas de averiguações e inspeções no percurso de ronda (ex. assim. Para a implantação do controle eletrônico de ronda. incluindo os ambientes hostis. trazendo esta atividade para a era da informática. tal sistema numa ferramenta poderosa para o aumento da qualidade do serviço e da segurança do local. O “button” é um circuito eletrônico (chip). devem ser distribuídos os pontos de controle para a fiscalização e inspeção. 2) nos quais o vigilante deverá fazer contato com o bastão toda vez que passar pelo ponto. período em que algumas funções são executadas. Além da alta resistência mecânica. lama. poderá registrar ocorrências associadas a esses locais. em base semanal.Com o passar do tempo. o sistema de ronda permitirá à supervisão acompanhar e demonstrar quando e onde o vigilante esteve em cada momento no cumprimento de suas atribuições e quais eventos foram registrados. será gravada a identificação (número de série). e consolidados ao final de cada mês. o homem de segurança deverá tomar conhecimento dos procedimentos operacionais estabelecidos a serem seguidos. os sistemas mecânicos. podendo ser instalado em qualquer ambiente. é registrado o número específico de rondas conduzidas em cada trajeto. devem ser definidos pontos de checagem/controle. que permitem um maior nível de controle. uma base estatística ao longo do tempo. após então devem ser definidos os eventos a serem monitorados durante o percurso e nos pontos de controle. Em seguida.Button /Chip. juntamente com o registro de data e hora. Finalmente. formando. ao longo do trajeto da ronda. com poeira. .

Equipamentos do sistema de alarme e seu funcionamento Sensor Infra Vermelho Passivo: Sua aplicação consiste em proteger as áreas periféricas. Este sistema geralmente é formado por sensores. nos percursos de ronda e nos pontos de controle Cadastramentos dos Buttons X Locais no Software 5 Cadastrar os buttons no software de gerenciamento do sistema. onde uma parte emite o raio infravermelho (transmissor) e a outra recepciona (receptor). a central de monitoramento e os usuários. Nesta apostila vamos aprender o funcionamento de cada um desses equipamentos e como é a sua interação com a central de alarme. 8 Inicio da utilização do sistema Sensor Infra Vermelho Passivo Dual: Este equipamento é utilizado principalmente em áreas externas. 6 com item 3. Com característica próxima do sensor passivo comum. Sistema de Alarme Um sistema de alarme nada mais é do que um sistema de segurança eletrônica com o objetivo de proteger o patrimônio. de acordo. este equipamento se diferencia dos demais na 37 38 . Os locais mais comuns de sua aplicação são: muros. Este equipamento pode funcionar com ou sem fio através de um receptor de sinais. Instalar os buttons nos locais definidos no item 3 Instalar buttons nos locais de controle. Funciona como uma barreira invisível composta por um duplo feixe. Exemplo: Definição do Percurso 2 Definir o percurso ou itinerário a ser realizada pelos vigilantes rondantes. botão de pânico. locais fechados. grades. Início 1 Início – Decisão de implantação do Controle Eletrônico de Ronda. corredores. 2. pois captam calor em movimento. sirene e central de alarme. Definição dos Pontos de Controle 3 Definir quais os pontos serão os de controle – Locais onde serão instalados os buttons. associando cada button a um local. considerados nos processos de segurança. sem variação de temperatura e movimento. Definição dos Eventos Para Controle 4 Definir quais eventos serão controlados. Seu alcance gira em torno de 12m de distância e 85º de abertura horizontal e vertical.EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ( Alarmes e CFTV). Sinal infravermelho Cadastramento da Cartela de Eventos no Software 7 Iniciar a utilização do sistema de controle eletrônico de ronda Cadastrar no software os eventos definidos no item 4 Sensor Infra Vermelho Passivo: É um equipamento usado para proteção de áreas internas. 1.

grades. Geralmente fixo em locais diversos como: mesas. aparente. Suas aplicações mais comuns são: muros. de embutir e industrial. balcões. ele só irá disparar se houver ao mesmo tempo. locais altos e longe do alcance das crianças. Por ser portátil pode ser levado para qualquer lugar dentro do raio de alcance do receptor. podendo ser do tipo blindado. através de uma cerca eletrificada ( Alta Voltagem e Baixa Amperagem). janelas. Uma central de choque emite choque pulsativo em toda fiação. Botão de Pânico fixo: Como o próprio nome diz. através de uma combinação de imãs. é o contato imediato entre o usuário e a central de monitoramento. Sensor Magnético: Tem como finalidade proteger locais específicos. a diferença é que ele está imune à presença de animais de até 15 kg e preparado contra rastejo de pessoas. tais como: portas. o disparo ocorrerá quando houver o corte da tensão. 39 40 . Sensor Infra Vermelho Passivo Pet Imunet: Com característica comum aos demais sensores passivos. alçapão. fachadas.questão do disparo. que pode ocorrer no rompimento dos fios ou aterramento da fiação. portões. sua utilização esta restrita a esta situação. Funcionamento da cerca Pulsativa: Cerca Pulsativa (Cerca elétrica): A Cerca Pulsativa tem como objetivo proteger o perímetro e os acessos. fácil de ser utilizado e discreto. confirmado através de uma senha e contra-senha. Sua especificação é determinada pelo local que será instalado. Ele funciona com fio e sem fio. por isso é conhecido como dupla tecnologia. movimento e calor. Botão de Pânico Móvel: Um pequeno Chaveiro portátil.

Seu alcance varia de acordo com seu fabricante e a existência de barreira física. como por exemplo: Joalherias. cozinhas industriais. (o Cérebro do Sistema).. Exemplo: CPD. Sensor de quebra de vidro: Este sensor é usado para detectar quebra de vidros através do som emitido. através da fumaça. através do ruído sonoro que gira em torno de 120 decibéis. 41 42 . Central de Alarme: É o equipamento que gerencia todos os eventos. transmitindo para a central de alarme os eventos ocorridos dentro dos sistemas. Ela é responsável por enviar todos os eventos para Central de Monitoramento e disparar a sirene no local quando houver invasão. Frigorífico.Receptor de sinais: Este equipamento tem como objetivo recepcionar os eventos emitidos pelos botões portáteis e sensores sem fio. depósitos e outros. nela são ligados todos os periféricos do sistema. Ele é encontrado em locais em que existem bastante vidros. A central de alarme é composta por transformador e bateria gel 12 V. Sensor de fumaça: Utilizado para detectar principio de incêndio. locais com materiais de alta combustão. Lojas de Shopping. sua aplicação mais comum em áreas internas... Sensor de temperatura: Este sensor funciona como um termômetro controlado e é utilizado em locais em que a temperatura precisa estar sempre monitorada para não causar problemas.. elemento surpresa no invasor. Sirene eletrônica: A sirene tem como objetivo disparar em caso de invasão e criar uma situação de pânico.

Rádio Freqüência. Zoneamento O Zoneamento do sistema de alarme nada mais é do que a divisão por zonas ou locais dos equipamentos existentes no sistema. em um sistema de alarme a maioria dos acionamentos são falsos. 5. 3. tais como: endereço. Transmissão de Eventos A transmissão de eventos nada mais é do que o modo em que a central de alarme manda todos os seus eventos para a central de monitoramento.Painel de controle (teclado): É o equipamento que realiza a interface entre a central de alarme e o usuário. etc. pois contém informações importantes e restritas para serem utilizadas em caso de alarme 44 . O Zoneamento é feito na central de alarme e serve para auxiliar o monitoramento na hora de tomar decisões e dar informações sobre o local. pois é nela que são preenchidos todos os dados do cliente. Estes procedimentos são individuais e contém particularidades de cada cliente. telefones úteis. Ficha de procedimentos A ficha de procedimento é o item mais importante para a central de monitoramento. Outra função da Central de monitoramento é a realização de testes periódicos em todos os clientes. Exemplo: Linha telefônica e backup celular. como em caso de alarme ou pânico. Mas como fazer para diferenciar um alarme falso de um alarme verdadeiro? O procedimento de senha e contra-senha serve justamente para isso. Esta transmissão de eventos da central de alarme para a central de monitoramento pode ser realizada por diferentes meios de comunicação. ponto de referência. 7. Senha e contra – senha Como sabemos. o operador se apresenta e relata o ocorrido. Quando um alarme é recebido pela central de monitoramento. a fim de testar os equipamentos. Backup celular. A ficha deve se preenchida pela pessoa responsável do local. Quando um alarme chega na central de monitoramento. tanto no auxilio de operação do sistema. Central de Monitoramento Este serviço consiste em dar atendimento ao cliente através do telefone. o operador seguirá os procedimentos pré-definidos para uma situação de alarme real. a comunicação e os procedimentos. Para que o sistema de alarme esteja realmente seguro é recomendável pela segurança que a transmissão deve ser feita por no mínimo dois desses sistemas. 4. Tem como finalidade mostrar o Status do sistema para o usuário e programar a central de alarme. São eles: Linha telefônica. imediatamente o operador recebe na tela do monitor uma série de procedimentos que devem ser seguidos passo a passo. que por sua vez transmite as informações para um computador. Os sinais ou eventos de alarme emitidos pelo sistema de segurança são recebidos pela central de monitoramento através de uma linha telefônica 43 6. se a resposta não for correta. se a resposta do cliente for a correta. imediatamente o operador liga para o cliente e lhe faz uma pergunta ( que já foi definida previamente ). conectada a um modem. Todos esses dados irão abastecer o software do computador da Central de monitoramento. senha e contra senha.

e a inovação. as lentes autoíris absorvem a variação de claridade do local e compensa. 25 mm. cuja eficiência está atrelada à atenção do operador. O que estudaremos neste curso são os diferentes equipamentos que podem compor este sistema. Estas lentes na medida em que aumentam a distância. e também a Lente Varifocal. CFTV Analógico e seus equipamentos Câmera CCD P&B / Color: A câmera funciona como um olho observador de um determinado local. ou 5% de uma lâmpada de 60 watts. As lentes também variam de tamanho. com a gravação das imagens. para que a imagem fique mais homogênea. e não absorve claridade externa. Todas as rondas realizadas são registradas através de um bastão de ronda. 16 mm. É imprescindível o total preenchimento desta ficha. diminuem o ângulo de visão. autoíris e íris manual. onde operador aproxima a imagem conforme sua preferência. 8. uma viatura da empresa de monitoramento se desloca até o local do alarme para fazer acompanhamento e fornecer informações à central de monitoramento. CFTV – Circuito Fechado de Televisão Todo sistema de segurança formado por câmeras ou micro câmeras.8mm. As melhores micro câmeras são em Preto e Branco quanto à definição de imagem.05 Lux. é possível ver determinados objetos ou pessoas. Existem as color com utilização restrita às áreas com bastante iluminação. mas em áreas onde não há variação de luz ou pouca variação. devido o seu tamanho. optando por varias vezes ao dia pelo período de 24 horas ou por “Serviço de Fechamento”. Existem vários tipos de câmeras. que consiste na presença da Ronda na chegada e saída do responsável pelo local. Tipos de Monitoramento Simples: No caso de alarme. 9. realiza o procedimento de senha e contra-senha. 12 e 25 mm. entre outras. e ao fim do mês é apresentado um relatório ao cliente. É utilizada com o mesmo objetivo das câmeras CCD.e ou acionamento do botão de pânico. onde são monitoradas e gravadas as imagens geradas. Micro câmera P&B / Color: A Micro câmera tem sua aplicação em áreas internas e a facilidade de se esconder da identificação do público em geral. Com cerca de 0. 46 . pois sua lente é fixa. bem como os diferentes sistemas de CFTV existentes no mercado da segurança eletrônica. Ronda diária: Este tipo de monitoramento obedece à mesma rotina do monitoramento especial e acrescenta o procedimento de ronda. 12 mm. com a diferença de que em caso de alarme real. 6 mm. que começa com 2. assim como. pode ser chamado de um sistema de circuito fechado de televisão. inclusive para locais com muita ou pouca claridade. Especial: Neste tipo de prestação de serviço o procedimento obedece à mesma rotina do monitoramento simples. que são as que trocam as lentes para 4. Estas rondas diárias são feitas segundo os critérios das empresas de monitoramento. 8. as digitais de boa qualidade. e se necessário entra em contato com a policia pelo telefone 190. A Lente Zoom. já as lentes manuais têm o seu íris fixo. a sem fio com a utilização de um transmissor e um receptor de sinal. 10. a mais eficiente para segurança é a 45 câmera Preto e Branco. devido à quantidade de luz necessária para uma boa visualização de um determinado local. o operador entra em contato no local através dos telefones registrados. 8 mm. 4 mm. é um recurso para melhorar a visualização a distância através de um controlador manual. Lentes: As lentes são divididas em dois grupos.

ela serve para locais internos e pequenos: elevadores. devido à perda de imagens. Multiplexador: Este equipamento de alta tecnologia serve para multiplexar as imagens. bancos. que varia de nove até dezesseis câmeras ao mesmo tempo. lojas de conveniência e outros. esta câmera permite que se tenha uma boa visualização de imagem. o propósito é desviar atenção do ladrão e não permitir que leve a fita verdadeira. Zoom óptico e digital. e em alguns casos até doze. avisando assim o operador. O multiplexador também permite personalizar o sistema através da nomeação de câmeras. uma após outra. Time Lapse: O time lapse funciona como um vídeo cassete.Câmera Speed Dome: Com tecnologia avançada e com alguns acessórios. com Pan-tilt. Quanto à quantidade de câmeras. mostrar na tela do monitor múltiplas imagens. recepção e outros.000. pode variar de quatro até oito câmeras. Seqüencial de imagens: Serve para visualizar várias câmeras de forma seqüencial. ou seja. com a diferença no tempo de gravação. hipermercados.00. por isso em alguns casos utiliza-se outro tipo de equipamento mais apropriado. Quad: Dividir a tela do monitor em quatro partes é a função deste equipamento. Pode ser em preto e branco ou color dependendo do tipo de câmera instalada. a utilização dessa câmera tem como objetivo inibir ações que prejudiquem o patrimônio. ou seja. foi inserido no mercado de segurança o vídeo falso. Por ter todos esses recursos e ser discreta. a pequena. Não é recomendado o uso de uma grande quantidade de câmeras. pois. a de metal e também as blindadas. Caixa de Proteção: Existem vários modelos: a grande. não há diferença alguma entre a falsa e a verdadeira. Por essa razão. pois aquilo que é visto no monitor será gravado. seqüencial e tela cheia. uma câmera completa chega a custar US$ 7. no tempo de intervalo definido pelo operador. permitindo visualizar todas ao mesmo tempo. colocando hora. onde o operador seleciona uma área. Já para micro câmera existe um modelo apropriado chamado Dome. desembaçador. pois para o público em geral. Vídeo Falso: Com finalidade de preservar as imagens gravadas no local. ela é uma câmera de grande aceitação no mercado. ela é muito utilizada em aeroportos. e quando houver movimento naquele local. além de muitos recursos. Estas pequenas imagens podem aparecer no monitor no formato de quad. conforme a instalação. Câmera Falsa: Com aspecto bem parecido com a câmera verdadeira. para que não seja prejudicada a identificação do autor do delito. uma mini cúpula com detalhes de plástico de cor escura. data e outros. que vão de 12 a 960 horas ou 40 dias 47 48 . soará um bip que exibirá em tela cheia a câmera que teve a sua área demarcada invadida. com utilização de vídeo de uso doméstico e com uma instalação básica. duoquad. porém a questão custo ainda é um fator determinante na aquisição. Outro recurso existente é o detetor de movimento.

etc. local ou remotamente. disquete. porém agregam recursos que os diferencia dos sistemas analógicos: espaço físico reduzido. trata. versatilidade. T/L. CFTV Digital e seus equipamentos Os sistemas de CFTV digitais têm como principal objetivo atuar com recursos semelhantes aos equipamentos convencionais. com uma durabilidade de 8 a 10 anos aproximadamente sem ser desligado. . que é bem inferior para as placas de captura. Monitor de imagens: Este equipamento profissional consiste em mostrar ao usuário as imagens captadas pelas câmeras ou micro câmeras. diminuindo espaço físico para armazenamento e ainda menor manutenção nos mecanismos. porém com menos recursos e qualidade em suas imagens. etc. conectividade. controladores. grava. exibe e transmite as imagens assim como o DVR. que é espetada no slot do computador com uma configuração apropriada. É de responsabilidade da Central de Monitoramento também realizar backup de imagens importantes para investigação policial ou até mesmo para controle de ocorrências. Internet. DAT. e também em diversos tamanhos 12”. Ela captura. A principal diferença entra as duas tecnologias está no custo.) em um único módulo. comparados com o sistema analógico. gravação das imagens em disco rígido ou outros meios de back up (CD-R. Placa de captura: A placa de captura funciona como uma placa de vídeo. transmissão das imagens através dos meios de comunicação mais utilizados no mundo: redes (LAN/WAN). faz tratamento e transmite imagens. pois consegue ver pontos que a segurança patrimonial não consegue. grava. isto é. agendamento e outros. 49 50 A central de Monitoramento para o CFTV funciona com um grande olho e tem como principal função apoiar a segurança patrimonial.ininterruptos. podendo se colorido ou preto e branco conforme o tipo das câmeras. rápida localização das imagens gravadas. velocidade de gravação. mantendo a qualidade das imagens. linha discadas.14”. passível de controle remoto. 12. capacidade de gravação por detecção de movimento. Outra diferença está na qualidade da gravação de imagens que é muito superior à do vídeo cassete. qualidade de gravação superior. DVR (Digital Vídeo Recorder): O DVR nada mais é do que um servidor fechado de imagens de alta resolução com aplicativos diferenciados que captura. controle de câmeras móveis (PTZ). utilizando uma fita de vídeo comum.17” e 29 polegadas. assim o uso de fitas não é mais necessário.). Central de Monitoramento 11. temos praticamente todos os equipamentos que compõe um sistema analógico (Mux.

assim como o Juiz podem determinar mais investigações e podem também requisitar a presença do perito para esclarecer as razões pelas quais ele chegou às conclusões expostas no laudo pericial. Conceito: Duas ciências se dedicam ao estudo do crime. Não chegamos a nenhuma conclusão definitiva o que na realidade é impossível. Essas pesquisas são sempre discutidas e nunca se chegou a uma conclusão se é que chegaremos algum dia.Estudo da investigação criminal. antes muitos cientistas já gastaram anos e fortunas em pesquisas. laudos periciais. testemunhais. pela falta de recursos para uma vivencia folgada ou até mesmo luxuosa. o individuo estaria livre dessa tendência criminosa. visando o levantamento de provas com o objetivo de identificar o criminoso ou criminosos para colaborar com a investigação. 51 52 . O Promotor. razões nem sempre justificáveis. Entre suas atribuições. contam-se o levantamento do local do delito. esperamos que sim. As razões pessoais já passaram por inúmeras pesquisas como a de LOMBROSO que chegou a conclusões que o individuo já nascia com características fisionômicas e corporais que indicavam já no berço que ele seria um criminoso indicado pelo formato do rosto. A criminalística não se completa. Essas razões podem ser pessoais ou sócio-econômicas. a colheita de provas e as perícias respectivas. a coleta de provas materiais vão fazer parte da investigação por isso cabe a autoridade policial (Delegado) que juntará todas as provas materiais. A criminalística por outro lado estuda o crime depois de praticado. O Professor PELETIER dizia que o homem nasce com as células no cérebro que o dirigem para o crime e que se forem identificadas àquelas células e eliminadas. que existe desde o inicio da humanidade. As razões sócio-econômicas são as necessidades impostas pela pobreza. Ciência que objetiva o esclarecimento dos casos criminais. analisará todos e após formar um juízo encaminhará a justiça. são eles: CRIMINOLOGIA e a CRIMINALÍSTICA.CRIMINALISTICA Criminalística . porque vemos pobres criminosos assim como ricos também envolvidos em crimes de varias naturezas. A criminologia se dedica a estudar as razões que levaram o individuo a cometer um crime ou a viver no crime por toda sua vida. confissões. tendo em vista que como dissemos.

o policial e o vigilante devem tomar providências. locais específicos. na vigilância patrimonial é dentro do prédio e/ou do terreno vigiados. etc. a alimentação de caixas eletrônicos. ou seja. 53 A preservação das peças a serem submetidas a exame pericial consiste em não tocar em armas. A curiosidade das pessoas contribui muito para o desaparecimento de vestígios e provas. como assalto a carro-forte e roubo de cargas. a carga e descarga dos valores ou dos bens escoltados. Dentre os problemas mais graves para os peritos criminais em realizar a perícia em local de crime é o mau isolamento e preservação adequada do cenário. 5.. vítimas. roubo. Elaborar o relatório. móveis ou roupas existentes no local em que ocorreu o crime. o vigilante não atua. quais são as providências? 1. seu veículo ou local de trabalho. até a chegada da Policia. 4. a fim de que não se percam os vestígios que tenham sido produzidos pelos sujeitos ativos da cena do crime. LOCAL DO CRIME Sempre que ocorre um crime.) é muito importante. 3. área. bem como manchas de sangue. nas atividades em deslocamento em via pública ou espaços públicos (transporte de valores. vez que a segurança privada é atividade complementar à segurança pública. b) na modalidade de segurança pessoal é toda a ocorrência que envolva a pessoa do segurado. Coletar provas que estão fora do perímetro de isolamento e que podem desaparecer antes da chegada da polícia técnica. há crime mal investigado” e isso pode ocorrer entre outros motivos pela não preservação do local do crime. O vigilante atua imediatamente. seqüestro. 2. Ocorreu o crime ou algum evento crítico. Se o policial assumiu a ocorrência. etc. Exemplos: a) nas modalidades de transporte de valores e escolta armada é todo o local da ocorrência que envolve o carro-forte ou veículo especial. O isolamento do local do crime tem por providências não alterar o estado de conservação das coisas até a chegada dos peritos criminais. Arrolar testemunhas. o que não garante as condições para a realização do exame pericial. podendo apenas auxiliar a pedido daquele. 54 .. do policial. o cofre da empresa onde são guardados temporariamente os valores ou depósitos de cargas. Salvar vidas. coisas. Isolar o local do crime. Deter as partes envolvidas. bem como reconstituir mentalmente a ocorrência.Por tudo isso vemos que a responsabilidade de um Vigilante que chega a um local onde houve um crime (homicídio. Um dos grandes requisitos básicos para que os peritos criminais possam realizar um exame pericial satisfatório é o isolamento do local do crime. Observar e descrever pessoas. escolta armada e segurança pessoal) é o perímetro de cada modalidade verificado ao caso concreto. 7. nem permitir que outra pessoa o faça até a chegada da polícia e a passagem da ocorrência. armas. objetos. Há um principio importante a ser conhecido: “ Não há crime perfeito. O despreparo do vigilante. IMPORTANTE: a atividade do vigilante deve ser somente no local vigilado e ficar adstrita ao conceito “intramuros”. 6. Acionar a polícia. da autoridade policial também pode concorrer para inviabilizar a boa perícia. ele deve estar preparado para preservar esse local para que sejam mantidos intactos os vestígios e indícios ali existentes. 8. até a chegada da polícia. veículos. impressões em geral etc. Voltamos a afirmar.

Tentando facilitar a observação que contribuirá em um futuro reconhecimento. altura. descreveremos alguns aspectos que possibilitarão esta identificação. O correto seria uma completa descrição da cena e/ou situação. a empresa deve fornecer ao vigilante os equipamentos de isolamento. É material quando há elemento físico. Assim cabe ao vigilante procurar trabalhar em condições físicas adequadas e iluminadas para sua melhor percepção visual e auditiva. pois durante seu turno de serviço.É preciso que as autoridades policiais. que não se pode duvidar de sua verdade. O que são vestígios? Marca ou sinal deixado. evidência. fotografia. Também. boca. em casos específicos. confissão quando o criminoso confessa o crime e esta circunstância é condizente com as demais provas dos autos do processo. declarações e interrogatórios. vestuário. consubstanciada em laudo pericial. casaco. Prova: é a demonstração da existência da verdade real. formalmente trazidos aos autos do inquérito policial para se constituir em prova a fim de se chegar ao conhecimento do fato delituoso e apuração da autoria. defeitos físicos. A área a ser isolada parte do ponto onde estiver a maior concentração de vestígios até além do limite onde se encontre o último detalhe visualizado numa primeira observação. Essa área. a um retrato falado. daquilo que todos podem verificar. Isso por vários motivos. a princípio.: Aspectos físicos. MEMORIZAÇÃO E DESCRIÇÃO O que se deve observar em uma pessoa com fins de uma futura identificação? 55 . pegada. pausada e bem feita. seus agentes e. uma observação direta. principalmente rolo de fita de isolamento. Evidências: é a certeza obtida pela observação e raciocínio. sem muitos detalhes. produzir os traços fisionômicos de qualquer pessoa. Ex. Ex. manchas. documental quando há documento escrito. que estão aparentes e podem ser descritas se bem observadas. os vigilantes tenham condições de fazer um correto isolamento e conseqüente preservação dos vestígios nos locais de crime. possivelmente. tem a responsabilidade de preservar a integridade de pessoas e patrimônio. formulário. o vigilante deve saber identificar os vestígios para estabelecer o perímetro de isolamento. raça. Comprova o fato e indica o autor do crime. testemunhal quando resultante de depoimentos. possibilitará. cor dos olhos. elemento material encontrado no local do crime (corpo. sobretudo porque no momento da observação ele pode estar em pânico total a ponto de nem saber ao certo se tratar de uma pessoa de meia idade ou idade avançada. O Vigilante no desempenho de suas atividades deve estar sempre atento a tudo que ocorre à sua volta. Aspectos Gerais São características gerais do indivíduo. evidentemente. tipo de bigode. Assim. garantindo o bem estar de todos. que é clara e manifesta por si mesma. se for o caso. cicatrizes. circunstância conhecida. vestígio provado em relação ao fato e autoria. instrumento do crime que pode vir a provar a autoria ou a culpabilidade do acusado. sinais de nascença. idade e etc. Ex. Portanto. tipo de nariz. Aspectos Pormenorizados São características mais detalhadas. Aquilo que foi visto de imediato. Qualidade daquilo que é evidente. 56 MÉTODOS DE OBSERVAÇÃO. numa situação embaraçosa ou de assalto. Sinais Particulares São verdadeiros detalhes que diferenciam uma pessoa das demais e que são de fundamental importância para sua identificação. não podendo ser contestada ou refutada. barba e etc. Para tanto. mas nem sempre o observador sabe fazê-lo. Vestígios se diferenciam de evidências. etc. chegando até. circunstancial quando surge de um complexo de indícios analisados pela autoridade competente que por dedução conclui da existência da verdade. o vigilante deve observar esses pontos básicos. através dos meios técnicos conhecidos. de indícios e de provas.: Tipo de cabelos. bolsa).: Uso de óculos. Indício: é o vestígio. pericial quando produzida por peritos criminais. A visão e a audição são os sentidos mais utilizados na observação. terá formato irregular.

por ação de pessoas curiosas ou eventos da natureza (chuva. se lhe for negada resta-lhe tão somente gravar suas características e passálas à polícia logo que se faz presente no local. 57 58 . tendo que se fazer presente no inquérito policial e depois no processo penal. Arrolamento de testemunhas: a maioria das pessoas que presenciam a uma cena de crime tende a desaparecer para não servir de testemunha. devendo esta realizar a identificação da testemunha. fogo. Tão logo chega a polícia o objeto é entregue e relatadas as circunstâncias em que foi arrecadado.não se podendo estabelecer tamanho ou espaços prévios. frio). exemplo: num assalto a banco os bandidos fogem e deixam cair um casaco na rua. é um incômodo. os chamados locais mediatos. mas é dever de cidadão e não há nenhum constrangimento em se efetuar o arrolamento. este deve ser recolhido imediatamente senão os transeuntes acabam por carregar o vestígio. Se a testemunha se afastou do local o vigilante deve procurar relacionar elementos para sua localização. Somente o policial. calor. Às vezes alguns vestígios podem desaparecer antes do isolamento do local ou da chegada da polícia. o vigilante apenas pode solicitar a identificação. Realmente. É mais prudente proceder ao isolamento tomando-se um pequeno espaço além do limite dos últimos vestígios visualizados. vento. como placa de veículo. que é investido no poder de polícia de segurança pública pode exigir a identificação do cidadão.

seqüência dos fatos e locais. A operacionalização da entrevista tem a tarefa de produzir informações relevantes e coletar dados sobre os fatos. Para tanto. uma conversação mais ou menos formal. compleição física. hesitações. informações e ajudar na apuração dos fatos e autoria de um evento criminoso. não deve “apertar” o entrevistado. tais como opiniões. passa-se à fase do interrogatório. advocacia. veículos. podendo levar o entrevistador ao convencimento se o entrevistado está falando a verdade e se suas declarações condizem com a realidade. etc. para notar como reage às perguntas. circunstâncias.A entrevista é uma técnica aplicada em vários campos de atividades profissionais. • Informar (fornecer conhecimento). • Influir sobre a conduta do entrevistado (motivar. identificando as situações em que a medida é cabível. mas nada impede que seja também empregada com pessoas potencialmente suspeitas de terem cometido o crime sobre o qual se desenvolve a investigação. Por não ser investido no poder de polícia. Para tanto. deve manter o “sangue frio”. Descrição é o ato de descrever com exatidão as observações pessoais de um fato que se memorizou. sendo que o assaltante entra na agência. A participação resulta na coleta de informações e dados quando duas ou mais pessoas trocam idéias e formam um convencimento sobre a verdade dos fatos. Técnicas de arrecadação de vestígios quando podem desaparecer antes do isolamento do local e da chegada da polícia. às vezes até com maior precisão. Uso . Ex: um faxineiro que participou indiretamente a um assalto a banco. Impressão é a capacidade de imprimir no cérebro o fato percebido. freqüentemente a entrevista se impõe para que se possa conhecer a reação do indivíduo sobre um determinado fato. A observação se dá sobre o comportamento da pessoa do entrevistado. sexo. como se verá no tópico que trata do assunto. sua atitude e sua conduta. é também útil nas investigações de fatos subjetivos. embora comumente utilizada para conhecimento de fatos relevantes e objetivos. cor. por este caminho pode chegar ao constrangimento ao entrevistado. Entrevista é um método de investigação aplicada em conjunto com a observação e participação. introduzindo previamente uma arma e escondendo-a atrás de um armário do banheiro. armas e calibres. ela se situa como uma atividade auxiliar. vai ao banheiro e se arma para praticar o 59 assalto. etc. o vigilante não pode ficar nervoso diante de um evento crítico. Mesmo que esses dados possam ser obtidos por meio de outras fontes. voz. equipamentos e petrechos). 60 . Uma boa técnica é escrever imediatamente as palavras chaves em uma caderneta de apontamentos pessoais. aconselhar. portanto. com o fim de reproduzir retrato falado. traduzi-lo em palavras ou escrita. áreas. vestimentas.). cabelos. perceber o que está acontecendo. Método de observação e descrição de pessoas envolvidas (características e sinais particulares. A entrevista. ao passo que em outros representa uma das principais técnicas (jornalismo. idade. interpretações e atitudes da pessoa entrevistada. Percepção é a capacidade de entender e compreender o fato para o qual dedicou sua atenção sem ficar cego pelo nervosismo. O que a distingue da simples conversação é a existência de um propósito definido (o objetivo). equipamentos. orientar. persuadir.). com o fim de coletar dados. São circunstâncias que devem ser descritas no relatório do entrevistador. para depois. Finalidade• Recolher dados (obter informes).ENTREVISTA – conceito “Entrevista é uma conversação relativamente formal com o propósito de obter informação”. tatuagens. nem fazer jogo psicológico. coisas. Ex: o vigilante troca idéias com o colega e os funcionários da agência bancária que acabou de ser assaltada. Na abordagem é dever do entrevistador “quebrar o gelo” e manter o bom nível durante toda a entrevista. Em alguns. Se a suspeita recai sobre o faxineiro e ao ser entrevistado fica nervoso e começa a dar respostas evasivas. medicina. O vigilante deve se ater a perguntas lógicas e diretas. Uma vez confirmado tratar-se de suspeito. como estatura. A entrevista investigativa é. rosto e olhos. tom de voz. É geralmente utilizada com testemunhas. o entrevistador deve manter um bom relacionamento pessoal com a pessoa que está entrevistando. gravar no cérebro e memorizar.

G. Procedimento da empresa de posse do relatório: Preencher os campos do relatório no PGD (ainda não disponível). o professor pode criar situações de risco simulado em sala de aula e ver como os alunos se comportam (“sangue frio”) e como descrevem o fato e suas circunstâncias. N° CNV: Celular: Grau de instrução: TRÁFICO DE DROGAS POR QUE SE COMBATE AS DROGAS? Porque elas interferem no desenvolvimento psicomotor da pessoa humana e. mental ou social.: UF: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Histórico da ocorrência declarado: OCORRÊNCIA Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: 61 Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Bens subtraídos: Valores subtraídos: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.Memorização é o ato de manter fixados na memória a percepção e a impressão. QUANDO SURGIRAM AS DROGAS? 62 . CONCEITO DE DROGA Toda substância natural ou artificial que altera a estrutura ou o funcionamento do organismo. A capacidade de memorização aumenta gradativamente com o treinamento. Procedimento da DELESP/CV: Analisar os dados do relatório e relacionar com outras ocorrências para verificar a incidência de participação das partes em outras ocorrências. recomendam-se exercícios em aula. com as subseqüentes gerações de usuários. Encaminhar relatório à DELESP/CV. Remeter o relatório analisado à autoridade policial do inquérito (Polícia Federal ou Polícia Civil). acarretando problemas de natureza física.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Ex: passar um vídeo de um assalto de depois o aluno descreve detalhes solicitados pelo professor. Por isso. RELATÓRIO DO VIGILANTE RESPONSÁVEL PELA EQUIPE Nome do vigilante: Endereço residencial: Telefones: Empresa: Telefones: ENTREVISTAS ( ) AUTOR DA OCORRÊNCIA ( ) VÍTIMA ( ) VIGILANTE ( ) FUNCIONÁRIO ESTABELECIMENTO ( ) TESTEMUNHA ( ) OUTROS Nome: R. poderemos ter uma sub-raça.

resultado a pessoa fica sem 63 oxigênio e começa lentamente.Há mais de 8. MOTIVOS QUE LEVAM A PESSOA A USAR DROGAS. falha e acaba parando. 64 . a sentir uma falta de ar que aumenta TONTURA: A falta de ar no sangue afeta o cérebro. podendo chegar à morte. o organismo necessita de doses cada vez maiores. Ter novas experiências. com isso. Quando a convulsão dura mais que 03 minutos a pessoa sofre lesões irreparáveis no cérebro. SINTOMAS DA OVERDOSE FALTA DE AR: A droga afeta o cérebro. ELVIS PRESLEY: Morreu em 1977. Estão insatisfeitas e não valorizam sua vida. •A partir da Segunda Guerra Mundial a droga passa a ser utilizada em maior escala. média de 30 comprimidos por dia. podendo sofrer a overdose.000 comprimidos. o seu consumo foi proibido. constatou-se o potencial dessa droga em criar dependência. DOR: A pessoa sente uma forte dor no peito. •CURIOSIDADE: Não tem informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos.000 anos atrás o ópio (morfina. a droga é usada em muitos rituais religiosos e seus efeitos são encarados como mensagens dos Deuses. em virtude de uma dose excessiva de calmantes. em muitos lugares no mundo. •PRESSÕES DE GRUPOS: Influência dos amigos mais próximos. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. que passaram seus conhecimentos para os Persas e os Egípcios. IDOLOS QUE MORRERAM DE OVERDOSE MARILYN MONROE: Morreu na década de 60. Em 1914. codeína) era usado como analgésico pelos babilônicos. a pessoa enrola a língua. a pessoa não consegue controlar bem a respiração. Nos dois nos que precederam a sua morte tomou mais de 10. •ANOS 50 – Iniciou a fabricação das drogas sintéticas. o cérebro já não consegue controlar o coração. fica se debatendo no chão e sente dores em todo o corpo. heroína. JIMI HENDRIX: Foi mais uma das celebridades a cair vítima do abuso de drogas. a cocaína começou a ser extraída das folhas da coca. Demonstrar independência ou hostilidade. cigarros. •ANOS 60 – A maconha entra nos EUA. METADE DO SÉCULO XIX: Em 1860. Até hoje. de overdose em barbitúricos. e foi usada na fabricação de refrigerantes (coca-cola). TAMBÉM USAM PARA: Fugir de problemas e insatisfações. Existem pessoas que chegam a usar doses até 50 vezes maiores que a dose inicial. com isso. O coração passa a bater fora do ritmo. com isso. CONVULSÕES: Durante a crise. resultado a pessoa fica sem oxigênio e começa a sentir uma falta de ar que aumenta lentamente. há uma divulgação para o mundo do movimento HIPPIE e da cultura das drogas. •DISPONIBILIDADE: Tem fácil acesso as drogas. vazio interior e falta de perspectiva e objetivos. •DESESTRUTURA FAMILIAR: Carência Afetiva. A dor aumenta porque a pessoa faz muito esforço para respirar. •ANOS 70 – São feitos grandes festivais de rock nos EUA. aos 36 anos. insegurança. etc. para sentir o mesmo efeito. da timidez e da O QUE É A TOLERÂNCIA? É quando o corpo promove uma resistência aos efeitos da droga e no decorrer do tempo. Fugir do tédio. SÉCULO XX É O SÉCULO DAS DROGAS. doces. com o uso regular. acabou a vida paranóico e viciado em BARBITÚRICOS e ANFETAMINAS. revira os olhos. Morreu em 1970. Em 1903.

sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. pode causar ainda. Das drogas estimulantes o CRACK é o mais forte. o álcool é proibido. ILÍCITAS: Maconha. cólicas intensas. com faltas freqüentes. pois o organismo adquire tolerância. não controla o consumo. coração e no cérebro. Compulsão ou intenso desejo de beber.Ocorre quando o organismo do usuário torna-se tão acostumado com as drogas. convulsão. dependendo da droga e do tempo de uso. já na cultura muçulmana. rouba. segue-se a participação fundamental da família. ALCOÓLATRA: é a pessoa que já está entregue no vício. para justificar os seus momentos de excesso. desentendimento familiar e etc. Ex: inalantes. causam graves problemas e sofrimentos não só para o usuário. medicamentos. como brigas com a (o) namorada (o). São as drogas perturbadoras. DROGAM MAIS UTILIZADAS ÁLCOOL E FUMO: Sendo o álcool a droga mais utilizada no mundo. ela sofre a síndrome de abstinência. calmantes. mas para a sua família e sociedade. perdendo o interesse pelo sexo. •DROGAS ALUCINÓGENAS: Que atingem a mente produzindo distorções e desvios de percepção de tempo e espaço. ecstasy. violenta diarréia. são aquelas que deixam as pessoas calmas. utilizam não só a propaganda. Ex: cocaína. SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA .DEPENDÊNCIA FÍSICA . anfetaminas. ÊXTASE. Ex: LSD.Que reduzem a atividade mental. tornando-se uma pessoa nervosa e antipática. tranqüilizantes. Culpa seus problemas. Das drogas depressoras a HEROÍNA é a mais forte. DIFERENÇAS ENTRE AS DROGAS LÍCITAS: Álcool. que só funciona normalmente sob efeito delas. se prostitui. No Brasil é uma droga lícita. causando fortes dores de cabeça. álcool. Esta síndrome é um dos principais motivos que levam os usuários a continuarem na droga. cirrose e pode levar a morte. por coma alcoólico. Segundo a OMS aproximadamente 10% da população mundial faz uso. ele é tentado a fazer o possível e o impossível para conseguir a droga. abandono progressivo do trabalho. nicotina. O alcoolismo é o terceiro maior causador de morte em todo o mundo. Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser. barbitúricos e os narcóticos (morfina e heroína). As drogas que mais causam dependência física são as depressoras. LSD. a pessoa não tem cansaço e nem fome. o efeito pode chegar até duas semanas de sofrimento. sedução do sexo oposto. crack. causando assim. vômitos. 65 66 . sucesso profissional. vômito. Como o viciado tem medo dessa síndrome. ficando impotente sexualmente. cocaína. azia. cigarros de tabaco. todos os dias. mata. Pensa que o vício nunca o atingirá. mas também as novelas e os filmes. emagrecimento. ele causa problemas no fígado. riqueza e etc. hemorragia digestiva.É quando o organismo sente a falta da droga. sonolentas. heroína. crack. MACONHA. força. aquelas que fazem ser ouvidos sons inexistentes e serem vistas figuras irreais. Diminui a atividade do sistema nervoso. levando a síndrome de abstinência. cafeína. a pessoa passa a ter insônia. Fase do usuário dependente. Fase do usuário ocasional. tendo uma dificuldade de relacionamento social e familiar. inalantes. náuseas. Fase do usuário freqüente ou habitual. •DROGAS DEPRESSORAS:. Das drogas alucinógenas o LSD é o mais forte. ESCALA DA DROGADIÇÃO • • • • Fase de experimentação. de algum tipo de bebida alcoólica. CLASSIFICAÇÃO DAS DROGAS: •DROGAS ESTIMULANTES: – São aquelas que estimulam o organismo. diarréia. para associar o uso do fumo e do álcool com beleza. Ela pensa que pode controlar o uso do álcool. a dependência física. Quando a pessoa está dependente fisicamente e quer sair do vício. ALCOOLISTA: é a pessoa que está começando. Os meios de comunicações estimulam o uso do álcool e do fumo mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras.

Segundo dados da OMS. causando dor de garganta e tosse crônica. alucinações. não faz mal. esmaltes. causando à perda de consciência e a amnésia. anemia. O grande problema da MACONHA é que ela é a porta de entrada para outras drogas mais fortes. monóxido de carbono.: lança-perfume. no Século XIX na guerra da Criméia os oficiais ingleses e franceses aprenderam e descobriram o uso do cigarro. EFEITOS INICIAIS: Começa com um efeito estimulante. daí a distribuição para outros órgãos através da corrente sangüínea. sonolência. perturbações auditivas e visuais). pois ele necessita de oxigênio e a fumaça da maconha faz chegar pouco oxigênio no coração. agrotóxicos e ainda várias substâncias radioativas. passando por processos alucinógenos (delírio. danos nos rins. ingere mais de 4. arsênico. tais como: nicotina. vômitos. clorofórmio. 1/4 da população brasileira são fumantes. já na Argentina ele é permitido. tonturas. congestão. dores de cabeça e no peito. é uma droga desmotivante. podendo levar à morte por asfixia em decorrência de aspiração profunda. inicialmente indo para o sistema respiratório. •PRESSÃO CARDÍACA: Aumenta o trabalho do coração. fala emboladas. cola de sapateiro. palidez. •SISTEMA NERVOSO: Provoca ansiedade. no Brasil é proibido.700 substâncias tóxicas. éter. causa também 67 A MACONHA AFETA: •O SISTEMA RESPIRATÓRIO: Geralmente o dependente tem problemas de sinusite. INALANTES: São produtos que em suas fórmulas contém substâncias químicas que se evaporam facilmente. EFEITOS MAIS SÉRIOS: convulsões. corantes. atualmente o fumo é a segunda droga mais utilizada. o fumo já era utilizado pelos índios. etc. que são encontradas na fumaça do cigarro. alcatrão. causando euforia e excitação. sendo que 60% dos fumantes são homens. laringite. hemorragias nos pulmões. o pior é que tem gente que acha o máximo. ataques epilépticos. não chega quase nada de oxigênio no restante do corpo. perda do autocontrole. acetona. só perde para o álcool. fumada como cigarro. confusões mentais e pode levar a psicoses incuráveis. com isso. estar com um cigarro na mão. fluido de isqueiro.000 pessoas e no mundo 4 milhões de pessoas. mas estão enganados. gasolina. danos irreversíveis no cérebro. Ex. a cada tragada.THC -TETRAHIDROCANABINOL •MACONHA: É a droga mais consumida por estudantes. removedores. MACONHA – CANNABISSATIVALINEU PRINCÍPIO ATIVO . por doenças decorrentes do uso do cigarro. diarréia).FUMO: desde o descobrimento das Américas. o suicídio. morrem por ano no Brasil 80. diminui 68 . tintas vernizes. muitos pensam que por ser uma droga natural. O lança-perfume. inflamações nos brônquios e traquéia. mas nem imagina que. náuseas. depois vem o estado de depressão (desorientação.

ou seja. HAXIXE: É uma preparação mais concentrada da maconha. sal. ele pode matar. amido de milho. desânimo. tristeza. Que é feita a partir da planta da maconha. pois dá a sensação de bem estar. cansaço. pó de giz e diversos outros produtos. mas pela alta concentração de THC. 69 70 . de trabalhar. aspirina. misturado com talco. Como o usuário não quer sentir esses efeitos. com febre muito intensa seguida de morte. a pessoa pensa que virou o super homem e que nada poderá atingi-lo. a pessoa pode ter infartos cerebrais. força e poder.acentuadamente a vontade de estudar. que dura em torno de 15 minutos. Por ser uma droga derivada da maconha. eles são mais intensos. Até vidro de lâmpadas fluorescentes O grande problema da cocaína é o seu primeiro efeito. roubar e se prostituir para conseguir a droga. Depois vem a ansiedade. ele faz qualquer coisa para conseguir a droga. se transforma em um pó branco. TRÊS VIAS PARA CHEGAR AO CÉREBRO COCAÍNA: estimulante do sistema nervoso central É uma planta que depois de vários processos químicos. seus efeitos são praticamente os mesmos. convulsões. pó de gesso. pó de mármore. é uma resina oleosa endurecida em forma de bolotas escuras. depressão. bem como o desinteresse por tudo. podendo ser batizado. de relacionar-se com a família.

CRACK É uma mistura de cocaína em pó com amônia ou bicarbonato de sódio. mas o seu efeito. porém muito mais rápido e intenso. com isso. Tendo como princípio ativo o MDMA. ECSTASY É uma droga sintética. podendo levar a morte. Causando: irritabilidade. tem este nome. ele pode gastar com o seu vício. levando a dependência. depressão e convulsões. debilita o organismo. depressão e paranóia. METILENO-DIMETOXI-METAMFETAMINA. alguns fumam até mais. fará qualquer coisa. emagrece acentuadamente. ele vai matar. ataques de pânico. 71 72 . cerca de três mil reais por mês. roubar ou se prostituir para conseguir a droga. hepática e cerebral. sem motivo algum a pessoa fica muito desinibida. É fumado em cachimbos e produzem efeitos basicamente iguais ao da cocaína. causa derrames cerebrais e leva à morte com rapidez. que dura pouco tempo. É mais barato que a cocaína. produz um aquecimento no organismo e. é cinco vezes mais forte. ou mais. Os efeitos podem durar de quatro a seis horas. cada pedra custa em torno de cinco a dez reais. pois faz um pequeno estalo na combustão quando é fumado. O usuário chega a fumar vinte pedras de crack por dia. mas causa também a insuficiência renal. produzida na EUROPA. O usuário de crack vive em média seis meses. por ai percebe-se que a dependência sai caro e a pessoa quando não tem dinheiro. aumentando o consumo rapidamente.

DROGAS DURANTE A GRAVIDEZ

•Queda do aproveitamento escolar; •Isolamento (a pessoa se isola de tudo e de todos); •Mudança de hábito e insônia (a pessoa passa a dormir de dia e ficar acordado de noite); •Existência de objetos estranhos entre os seus pertences (seringas, comprimidos, cigarros, etc.); •Desaparecimento de objetos de valor ou ainda incessantes pedidos de dinheiro. Para manter o seu vício o jovem precisa cada dia, de mais dinheiro; •Más companhias.

O QUE FAZER NA FAMÍLIA: •Não viver espiando seus filhos, mas deve haver um amor exigente; •Fique atento a sinais de fraqueza e sirva sempre de exemplo; •Manter a calma e agir com serenidade, compreensão e amor; •Buscar o diálogo mais franco e aberto possível, converse de tudo com o seu filho; •Respeitar os valores e sentimentos de seus filhos; •Evitar tratar o adolescente como se fosse uma criança; •Agir com autoridade de pais, sem serem autoritários; •Fortalecer os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre os irmãos; •Conhecer bem os amigos de seus filhos, facilitando que seu filho traga seus amigos para dentro de casa. DEZ MOTIVOS PARA NÃO USAR DROGAS: Há dados estatísticos de grande incidência de morte súbita entre bebês nascidos de mães dependentes. As crianças que foram afetadas e que conseguem sobreviver, podem apresentar problemas físicos e mentais que variam de intensidade de acordo com a quantidade de drogas que a mãe usou durante a gestação. 01 - Por que sou jovem e não sou careta. 02 – Por que escolho amizades saudáveis. 03 – Por que não sou alienado e não me deixo influenciar. 04 – Por que não devo fugir dos meus problemas, mas enfrentá-los. 05 – Por que ocupo o meu tempo para não ficar ocioso. 06 – Por que gosto de estar bem informado. 07 - Por que é bom saber que tem alguém que se preocupa comigo. 08 – Por que respeito a minha vida e detesto a violência. 09 – Por que tenho valor, portanto me amo. 10 – Por que sou único e muito especial para Deus.

O consumo de drogas durante a gestação pode trazer conseqüências para o recém-nascido, sendo que, quanto maior o consumo, maior a chance de prejudicar o feto. É recomendável que toda gestante evite o consumo de drogas, não só ao longo da gestação como também durante todo o período de amamentação, pois a droga pode passar para o bebê através do leite materno.

COMO IDENTIFICAR UM DROGADO
•Mudança brusca na conduta do adolescente; •Inquietação motora. Sem nenhum motivo aparente o jovem apresenta-se impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento. •Depressões, estado de angústia;
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RELATÓRIO DO VIGILANTE PARA TRÁFICO DE DROGAS Nome do vigilante: Telefones: Empresa: Telefones: O QUE IDENTIFICOU? ( ) TENTATIVA DE COOPTAÇÃO PELO CRIME ORGANIZADO ( ) TRAFICANTE VIVIANDO JOVENS/CRIANÇAS ( ) BOCA DE FUMO ( ) IDENTIFICAÇÃO DE TRAFICANTE Nome: R.G.: UF: Grau de instrução: Pai: Mãe: Data de Nascimento: Profissão: Endereço residencial: Telefones: Celular: Endereço comercial: Telefones: Local do fato: Data do fato: Hora do fato: Quantos meliantes atuaram: Características físicas dos meliantes: Veículo(s) utilizado(s) pelos meliantes: Outros veículos envolvidos: Vítimas não entrevistadas: Nome e lotação dos policiais que atenderam a ocorrência: Hora que assumiram a ocorrência: Número do Boletim de Ocorrência da PM: Número da Ocorrência na Polícia Civil: Vestígios apresentados à polícia e histórico da arrecadação de cada um: Histórico da ocorrência pelo vigilante responsável: Obs.: É importante que a empresa forneça formulários deste relatório em todos os postos de serviço. Procedimento da empresa de posse do relatório: Encaminhar relatório à DELESP/CV. Procedimento da DELESP/CV: remeter relatório à DRE (DELESP); ao Chefe da Delegacia Descentralizada (CV).
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N° CNV: Celular:

COMO IDENTIFICAR TRAFICANTES
CRIME ORGANIZADO: crime organizado (definido como a associação ilícita transnacional ou não, com controle de área, potencial ofensivo, intimidação, ameaça, corrupção, influência política, infiltração e sofisticação, ocasiona dano social e visa o lucro, traz no seu bojo a pluralidade de agentes, planejamento empresarial, cadeia de comando, compartimentação, código de honra, estabilidade, usa tecnologias avançadas de vigilância eletrônica, informática e comunicações, desenvolve modalidades de tráfico de drogas e armas, assalto a banco, roubo de cargas e transporte de valores, seqüestro, contrabando, falsificações, moeda falsa, tráfico de animais silvestres, tráfico de mulheres, crianças e órgãos, biopirataria, crimes cibernéticos, espionagem industrial, sonegação fiscal, desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro, etc.). Quadrilhas, que não chegam a se caracterizar como crime organizado, até por que não têm alcance empresarial e domínio das tecnologias, têm se proliferado audaciosamente, vez que o prêmio é maior que a efetiva punição, isto é, quando há punição, porque na maioria das vezes não são sequer processadas, seja pela inoperância da máquina policial ou beneficiadas pela corrupção.

NÃO SE TORNE ALVO DO CRIME ORGANIZADO, AJUDE A POLÍCIA A COMBATÊ-LO.

HINO NACIONAL BRASILEIRO Letra de Joaquim Osório Duque Estrada Música de Francisco Manuel da Silva I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico, o brado retumbante E o sol da Liberdade em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante. Se o penhor dessa igualdade Conseguimos conquistar com braço forte, Em teu seio, ó Liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza És belo, és forte, impávido colosso, E o teu futuro espelha essa grandeza. Terra adorada, Entre outras mil, És tu Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

II
Deitado eternamente em berço esplêndido, Ao som do mar e à luz do céu profundo, Fulguras, ó Brasil, florão da América, Iluminado ao Sol do Novo Mundo! Do que a terra mais garrida Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; “Nossos bosques têm mais vida” “Nossa vida”, no teu seio “mais amores”. Ó Pátria amada, Idolatrada, Salve, Salve! Brasil, de amor eterno seja símbolo O lábaro que ostentas estrelado, E diga o verde-louro desta flâmula Paz no futuro e glória no passado. Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora a própria morte. Terra adorada, Entre outras mil És tu Brasil, Ó Pátria amada. Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL PORTARIA No. 387/2006 - DG/DPF, de 28 de AGOSTO de 2006. Altera e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada.

O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 27, inciso V, do Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº. 1.300/MJ, de 04 de setembro de 2003, resolve:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º A presente portaria disciplina, em todo o território nacional, as atividades de segurança privada, armada ou desarmada, desenvolvidas pelas empresas especializadas, pelas que possuem serviço orgânico de segurança e pelos profissionais que nelas atuam, bem como regula a fiscalização dos planos de segurança dos estabelecimentos financeiros. § 1° As atividades de segurança privada serão reguladas, autorizadas e fiscalizadas pelo Departamento de Polícia Federal - DPF e serão complementares às atividades de segurança pública nos termos da legislação específica. § 2° A política de segurança privada envolve a gestão pública e as classes patronal e laboral, obedecendo aos princípios da dignidade da pessoa humana, das relações públicas, da satisfação do usuário final, da prevenção e ostensividade para dar visibilidade ao público em geral, da proatividade para evitar ou minimizar os efeitos nefastos dos eventos danosos, do aprimoramento técnico-profissional dos seus quadros, inclusive com a criação de divisões especializadas pelas empresas para permitir um
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CV – unidades vinculadas às Delegacias de Polícia Federal descentralizadas. II . § 3° São consideradas atividades de segurança privada: I . III . regulamentado pelas Portarias nº. IV .transporte de valores – consiste no transporte de numerário. § 2º Os funcionários do quadro administrativo do DPF poderão também integrar a composição das DELESP e CV para auxílio nas funções internas do órgão. IV . especialmente na análise de procedimentos recebidos.DELESP e Comissões de Vistoria . no âmbito de suas circunscrições. coordenação e fiscalização das atividades de segurança privada. V . presidido pelo Diretor-Executivo do DPF.CV. II . bens ou valores. cujas atribuições são as constantes desta portaria e demais normas internas do órgão.empresas possuidoras de serviços orgânicos de segurança – são empresas não especializadas.vigilância patrimonial – exercida dentro dos limites dos estabelecimentos. 03 (três) membros titulares e respectivos suplentes. com as alterações posteriores. especializar e reciclar os vigilantes. escolta armada.empresas especializadas – são prestadoras de serviço de segurança privada. sendo-lhes vedado o desempenho de atividades privativas do presidente ou chefe da CV ou DELESP. Art. com a finalidade de proteger os bens patrimoniais.CGCSP – unidade central vinculada à Diretoria-Executiva do DPF. controle.vigilantes – são os profissionais capacitados pelos cursos de formação. responsável pela regulação. no mínimo. II .segurança pessoal – exercida com a finalidade de garantir a incolumidade física de pessoas. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada.escolta armada – visa a garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valores. ocupantes de cargo da carreira policial do DPF. autorizadas a constituir um setor próprio de vigilância patrimonial ou de transporte de valores. transporte de valores.curso de formação – tem por finalidade formar. III . comuns ou especiais. Art.Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada CCASP – órgão colegiado de natureza deliberativa e consultiva. 2º Para os efeitos desta portaria são utilizadas as seguintes terminologias: I . responsáveis pela execução das atividades de segurança privada. 1.Delegacias de Controle de Segurança Privada .Coordenação-Geral de Controle de Segurança Privada . no âmbito de suas circunscrições. da viabilidade econômica dos empreendimentos regulados e da observância das disposições que regulam as relações de trabalho. responsáveis pela fiscalização e controle das atividades de segurança privada.494/04-MJ. autorizadas a exercer as atividades de vigilância patrimonial. III .crescimento sustentado em todas as áreas do negócio. empregados das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. 3º O controle e a fiscalização das atividades de segurança privada serão exercidos pelos órgãos e unidades abaixo indicados: I .546/95-MJ e 2. sujeito ao exame e aprovação na forma desta portaria. composto por representantes de entidades de classes patronal e laboral que atuam na segurança privada.Comissões de Vistoria . bem como a participação em atividades externas de fiscalização. CAPÍTULO III CAPÍTULO II DAS UNIDADES DE CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 79 80 .DELESP – unidades regionais vinculadas às Superintendências de Polícia Federal nos Estados e no Distrito Federal.plano de segurança de estabelecimento financeiro – conjunto de informações que detalha as condições e os elementos de segurança dos estabelecimentos financeiros que realizam guarda ou movimentação de numerário. segurança pessoal e cursos de formação. § 1º As Comissões de Vistoria. IV . urbanos ou rurais. bem como por representantes de órgãos públicos exercentes de atividades correlatas. mediante a utilização de veículos. públicos ou privados. serão constituídas por ato do Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal. assim como pelo acompanhamento das atividades desenvolvidas pelas Delegacias de Controle de Segurança Privada . compostas por. registrados no DPF.

dependerá de autorização prévia do DPF. II . no mínimo. com um único acesso. somente. conforme disposto no art. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. com sistema de comunicação. conforme disposto no art.DAS EMPRESAS ESPECIALIZADAS Seção I Da Vigilância Patrimonial Art. no entanto. comprovadas mediante certificado de segurança.expedição do alvará de funcionamento com certificado de segurança. 4º O exercício da atividade de vigilância patrimonial. por parte da empresa. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. § 1º A comprovação. administradores. tendo validade até a próxima revisão de autorização de funcionamento do estabelecimento. dispensam-se as obrigações dos incisos I e III. assim consideradas aquelas onde estão guardadas. c) dependências destinadas ao setor operacional. no máximo.possuir capital social integralizado mínimo de 100.apresentar o livro destinado ao registro de armas e munições. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer. com porta de ferro ou de madeira. ficando. No caso das outras instalações. IV . prevista no art. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. construído em alvenaria. e manter sob contrato. 7º Após a verificação da adequação das instalações físicas do estabelecimento. devidamente habilitados. obrigadas a requerer à DELESP ou CV: I . 6º desta portaria. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. reforçada com grade de ferro. o certificado de segurança será autorizado pelo Superintendente Regional. III . 5º As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. b) dependências destinadas ao setor administrativo.contratar.autorização para alteração de atos constitutivos visando à abertura de nova filial.000 (cem mil) UFIR.possuir instalações físicas adequadas. 02 (dois) veículos comuns. dotado de sistema de comunicação. Art. Parágrafo Único. 81 Certificado de Segurança Art. II . III . diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. sob laje.prova de que os sócios. 7º desta portaria. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. 82 . o mínimo de 30 (trinta) vigilantes. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. ser provido de cofre para a guarda do armamento mencionado neste parágrafo. 6º As empresas que pretenderem obter autorização de funcionamento nas atividades de segurança privada deverão apresentar requerimento dirigido ao Superintendente Regional do Departamento de Polícia Federal solicitando a realização de vistoria nas instalações físicas de seus estabelecimentos. funcionando ininterruptamente. no entanto. e) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso.realização de vistoria.comprovar a posse ou a propriedade de. 102 desta portaria. Requisitos de autorização Art. § 1º Aprovadas as instalações físicas. eletrônicos ou de filmagem. devendo: I . devendo o local.comprovar o recolhimento da taxa correspondente. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . 05 (cinco) armas de fogo. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. V . dotada de fechadura especial. II .

registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. contendo nome e logotipo da empresa. diretores. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. em especial da fachada. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. 83 . que. traseira e do sistema de comunicação veicular. II . em 10 (dez) dias. VI . lateral. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. XI . XIII .comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. XII . das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. anexando os seguintes documentos: I .fotografias coloridas dos veículos. Militar dos Estados e da União. demonstrando o nome e logomarca da empresa. X .comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. ouvir em termo de declarações os sócios ou 84 Processo de autorização Art. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar as instalações físicas ensejará a lavratura do auto de infração correspondente. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo.fotografias das instalações físicas da empresa. XIV . 02 (dois) veículos comuns para uso exclusivo da empresa. notificando-se o interessado da decisão. IX .cópia da Carteira de Identidade. coloridas.certidões negativas de débito do FGTS. § 3º Do ato que reprovar as instalações físicas caberá recurso. identificados e padronizados. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. logotipo da empresa. V . relativamente aos sócios. mencionando apito com cordão. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. § 7º Na hipótese de reprovação. da Previdência Social.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. estadual e municipal.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. dirigido ao Superintendente Regional. onde houver. III . VIII . diretores e gerentes. gerentes e sócios. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. dotados de sistema de comunicação. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. acompanhado de fotografias. VII . 8º Para obter autorização de funcionamento.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. no mínimo. costas e lateral. de frente.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. Estadual. da frente.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. e Eleitoral. § 1º Na instrução do procedimento a DELESP ou CV deverá. o encaminhará ao DiretorExecutivo. obrigatória e previamente.000 (cem mil) UFIR.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.cópia dos documentos de posse ou propriedade de. administradores. IV . o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. devendo ser requerido juntamente com o processo de revisão mediante a comprovação do recolhimento da taxa correspondente. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.§ 2º A renovação do certificado de segurança constitui requisito para a revisão da autorização de funcionamento do estabelecimento. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. plaqueta de identificação. relativamente aos sócios.

encerrada ou extinta. a extensão. poderão implicar a exclusão do entrevistado do quadro societário da empresa ou o indeferimento do pedido. em sendo incompatíveis com a atividade de segurança privada. ao Diretor-Executivo.O. § 2º O requerimento de revisão da autorização de funcionamento deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do vencimento da autorização que estiver em vigor. III. as empresas de vigilância patrimonial deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo instruído com: I . inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. a partir da data de sua publicação no D. Art. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. V. § 2º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades.proprietários da empresa. em todos os casos previstos nesta portaria. § 1º Os alvarás de funcionamento terão validade de 01 (um) ano. para decisão. V . VI e VII.U.razões pelas quais a empresa anterior foi cancelada. II . considerando qualquer delas relevante para a instrução do processo.eventual participação anterior ou atual em empresa de segurança privada cancelada. Processo de revisão de autorização 85 86 . § 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. diretor. II . VI . fará constar do parecer conclusivo as observações pertinentes.existência de dívida fiscal. 8º desta portaria. 11.certificado de segurança válido.outros esclarecimentos considerados úteis. administrador ou proprietário. IV. a DELESP ou CV. encerrada ou extinta.os documento previstos nos incisos I. depois de analisados e instruídos pela DELESP ou CV. não havendo qualquer decisão até a data de vencimento da IV . posteriormente.atividade econômica exercida anteriormente. § 2º Analisadas as informações obtidas. das munições e dos veículos utilizados. § 3º Protocolado o requerimento no prazo disposto no parágrafo anterior e.origem dos recursos financeiros apresentados para a formação e/ou constituição do capital social da empresa. trabalhista ou em cartório de protesto de títulos em nome do declarante. as quais. serão. bem como proceder a outras diligências que se fizerem necessárias. 9º As empresas de vigilância patrimonial autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação.. mencionados no art. visando a obter as seguintes informações: I .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. das armas. como sócio. caso possuam. Art. V . III . III . Para obter a revisão da autorização de funcionamento. vinculando-os ao total de quotas integralizadas no capital social. Os processos administrativos de autorização e de revisão de funcionamento.relação atualizada dos empregados. encaminhados à CGCSP com parecer conclusivo e. IV . 10.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Art. autorizando a empresa a funcionar nos limites da unidade da federação para o qual foi expedida. tributária.

funcionando ininterruptamente. Seção II Do Transporte de Valores f) cofre para guarda de valores e numerários. II . V . eletrônicos ou de filmagem. dotado de sistema de comunicação. 5° desta portaria. § 2º A comprovação. com rapidez e segurança. A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos vigilados. 87 . cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. Atividade Art. administradores. 88 Requisitos de autorização Art. que permita a comunicação ininterrupta entre seus veículos e a central da empresa. obrigadas a proceder conforme o art. 13. e manter sob contrato. com um único acesso. h) vigilância patrimonial e equipamentos elétricos. no entanto. por parte da empresa. somente. 14. construído em alvenaria. da contratação do efetivo mínimo de vigilantes poderá ser feita até 60 (sessenta) dias após a publicação do alvará de funcionamento. b) dependências destinadas ao setor administrativo. 02 (dois) veículos especiais. dependerá de autorização prévia do DPF. observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. comunicação com órgão policial próximo ou empresa de segurança privada. com porta de ferro ou de madeira. g) alarme capaz de permitir. o mínimo de 16 (dezesseis) vigilantes com extensão em transporte de valores. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . § 3º O objeto social da empresa deverá estar relacionado.possuir instalações físicas adequadas. comprovadas mediante certificado de segurança. e) garagem exclusiva para. com os dispositivos de segurança necessários. 15. poderá ser expedida declaração da situação processual pela CGCSP. As empresas de vigilância patrimonial não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que estejam autorizadas. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. i) sistema de comunicação próprio. 12. Art.contratar. no mínimo. às atividades de segurança privada que esteja autorizada a exercer.000 (cem mil) UFIR.possuir capital social integralizado mínimo de 100. § 1º Caso adote um sistema de comunicação complementar. d) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. c) dependências destinadas ao setor operacional. além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. III . no mínimo. As empresas que desejarem constituir filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. IV .autorização em vigor. dotada de fechadura especial. Art. reforçada com grade de ferro. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores.comprovar a propriedade de.prova de que os sócios. ficando. O exercício da atividade de transporte de valores. a empresa deverá comprovar a sua aquisição à DELESP ou CV. que fará comunicação à CGCSP. sob laje.

documentação que comprove a regularidade junto ao órgão de trânsito competente. que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. § 6º O trânsito em julgado da decisão que reprovar o veículo especial poderá ensejar a lavratura do auto de infração correspondente. coloridas. e alterações posteriores. § 1º Aprovada a vistoria. III . 19. Art. devendo anexar: I . horário e local em que 89 . o certificado de vistoria será expedido pelo Superintendente Regional.fotografias dos veículos especiais. Certificado de Segurança Art. o interessado que desejar solucionar a irregularidade deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento. Após a vistoria do veículo especial. § 5º O Diretor-Executivo decidirá o recurso com base na documentação existente. § 1º O veículo especial deverá atender às exigências contidas na Portaria nº. § 3º Não será expedido certificado de vistoria para os veículos especiais que não estiverem em perfeitas condições de uso.cópias autênticas dos certificados de qualidade e de conformidade. em 10 (dez) dias. 18. § 2º O requerimento de renovação do certificado de vistoria deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório. lateral. quando da primeira expedição. juntamente com a guarnição e o armamento utilizado. de frente. cuja expedição ou renovação deverá ser requerida pelo interessado à DELESP ou CV da circunscrição do estabelecimento ao qual o veículo especial estiver vinculado.264/MJ. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de transporte de valores deverá possuir certificado de segurança. consignando a aprovação ou os motivos que ensejaram a reprovação. § 2º A DELESP ou CV. 17 desta portaria.será realizada a vistoria. desde que esteja com a autorização de funcionamento em vigor. § 7º Na hipótese de reprovação. IV . dirigido ao Superintendente Regional. tendo validade de 01 (um) ano. podendo designar uma Comissão Especial para vistoria definitiva. conforme estabelecido nos arts. de 29 de setembro de 1995. II . traseira e do sistema de comunicação veicular. § 3º Do ato que reprovar a vistoria caberá recurso. Os veículos especiais de transporte de valores somente poderão trafegar acompanhados da via original ou cópia autenticada do respectivo certificado de vistoria. bem como em regulamentação do Comando do Exército. afixado na parte de dentro do pára-brisa do veículo. comunicará ao interessado a data. 90 Certificado de Vistoria Art. Os veículos especiais utilizados pelas empresas de transporte de valores deverão possuir Certificado de Vistoria.cópia do documento que comprove a posse ou propriedade do veículo especial. Art. 6º e 7º desta portaria. 16. o encaminhará ao Diretor-Executivo. V . que. incluindo sistema de comunicação. após analisar o requerimento de vistoria do veículo especial. 17. § 4º O recurso poderá ser instruído com a prova do saneamento das irregularidades apontadas. se não reconsiderar a sua decisão no prazo de 05 (cinco) dias. 1. por veículo. submetendo-o à apreciação do Superintendente Regional. devendo ser instruído com os documentos previstos no art.

relação atualizada dos empregados. IX .autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. Processo de revisão de autorização Art. XI . anexando os seguintes documentos: I . V.cópia dos documentos de propriedade de. 91 X . IV . 20 desta portaria.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores.cópia da Carteira de Identidade. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos administradores. identificados e padronizados.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes.fotografias das instalações físicas da empresa. II . Polícia Federal. III . 21. Art. XIII . contendo nome e logotipo da empresa.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. XII . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. lateral. dotados de sistema de comunicação.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. setor operacional e do local de guarda de armas e munições. estadual e municipal.000 (cem mil) UFIR. Militar dos Estados e da União.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal.os documentos previstos nos incisos I. 20. II . mencionando apito com cordão. VII . diretores. demonstrando o nome e logomarca da empresa. relativamente aos sócios. mencionados no art. caso possuam. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. gerentes e sócios. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. 22.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. V . diretores e gerentes. III. onde houver. no mínimo. VI e VII.certificado de segurança de segurança válido. IV. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. XIV .comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. Para obter autorização de funcionamento.fotografias coloridas dos veículos especiais. das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa.certidões negativas de débito do FGTS. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. e Eleitoral. das armas. acompanhado de fotografias coloridas. VIII . As empresas de transporte de valores autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. 02 (dois) veículos especiais de transporte de valores de uso exclusivo. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo estado. V .Processo de autorização Art.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. relativamente aos sócios. plaqueta de identificação. costas e lateral. das munições e dos veículos especiais utilizados. instruído com: I . IV . em especial da fachada. de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. VI . logotipo da empresa. as empresas de transporte de valores deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. administradores. da frente. 92 . da Previdência Social. Estadual. traseira e do sistema de comunicação veicular. assim como pela Justiça Federal. III . de frente.

desde que haja a devida comunicação à DELESP ou CV em até 05 (cinco) dias úteis. quer seja aéreo.000 (vinte mil) UFIR. As empresas de transporte de valores não poderão desenvolver atividades econômicas diversas das que estejam autorizadas. Art. por ocasião do embarque e desembarque dos valores. e a eventual reativação. As empresas de transporte de valores deverão utilizar uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes por veículo especial. fluvial ou por qualquer outro meio.000 (vinte mil) UFIR. junto às aeronaves. Art. embarcações ou outros veículos.adotar as medidas de segurança necessárias. no mínimo.utilizar. Atividade Art. de seus veículos especiais. As empresas de transporte de valores. as que possuem serviço orgânico de transporte de valores e os estabelecimentos financeiros poderão proceder à alienação entre si. 93 Seção III Da Escolta Armada Requisitos de autorização 94 . 28. 17 e 18. § 3º As empresas que possuírem autorizações específicas em escolta armada ou segurança pessoal deverão observar também os requisitos respectivos destas atividades. fluvial ou por outros meios.comprovar que possui convênio ou contrato com outra empresa de transporte de valores devidamente autorizada. da Capitania dos Portos ou de outros órgãos fiscalizadores. 17 e 18. As empresas que exercerem atividade de transporte de valores poderão transitar por outras Unidades da Federação. Art. observando o procedimento previsto nos arts. No transporte de valores de instituições financeiras. Art. quando não possuir autorização na(s) unidade(s) da federação por onde necessite transitar durante o transporte. Art. Aplicar-se-á o disposto neste artigo aos casos em que for necessário realizar o transporte de forma intermodal. já incluído o condutor. conforme o caso. poderá ser utilizado veículo comum. 27. isto é. § 2° No caso de desativação temporária. 29. no mínimo. nos casos em que o numerário a ser transportado seja igual ou superior a 20. Parágrafo único. Nos casos em que o numerário a ser transportado for maior que 7. devendo: I .000 (sete mil) e inferior a 20. III . de sua posse ou propriedade. as empresas de transporte de valores poderão ser autorizadas a efetuar o transporte por via aérea. II . § 2º Os veículos especiais deverão estar com os certificados de vistoria válidos. sempre com a presença de. 23. a qualquer título. observando-se o procedimento previsto nos arts. deverá ser precedida de expedição do Certificado de Vistoria respectivo. devendo o adquirente requerer a renovação dos certificados de vistoria correspondentes. as empresas de transporte de valores deverão utilizar veículos especiais. Parágrafo único. 26. a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. a empresa comunicará à DELESP ou CV o motivo da desativação bem como o local onde o veículo especial poderá ser encontrado.observar as normas da Aviação Civil.§ 1º Os vigilantes deverão estar com a formação. Art. a extensão. IV . 25. § 1° A desativação do veículo especial. A mudança do local onde o veículo especial estiver operando deverá ser previamente comunicada à DELESP ou CV. todos com extensão em transporte de valores. 24. Nas regiões onde for comprovada a impossibilidade do uso de veículo especial. 02 (dois) vigilantes especialmente habilitados. de posse ou propriedade das empresas de transporte de valores. por mais de uma modalidade de veículo.

VIII .contratar. costas e lateral. IV.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. no mínimo. com inscrições externas que contenham o nome. todos especialmente habilitados.comprovar a posse ou propriedade de. b) 04 (quatro) portas e sistema que permita a comunicação ininterrupta com a central da empresa. 02 (dois) veículos. o logotipo e a atividade executada pela empresa. 96 . III. 33.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. de frente. identificados e padronizados. por veículo. mencionados no art. a guarnição referida no caput poderá ser reduzida até a metade. as empresas que desejarem exercer a atividade de escolta armada deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. Para obter autorização de funcionamento na atividade. §2° Os vigilantes deverão estar com a formação. dotados de sistema de comunicação. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. contendo nome e logotipo da empresa. traseira e do sistema de comunicação veicular.fotografias coloridas dos veículos pela frente. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em escolta armada e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. Atividade II .cópia dos documentos de posse ou propriedade de. das armas. VII . acompanhado de fotografias coloridas de corpo inteiro do vigilante devidamente fardado. III .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. lateral.Art. mencionando apito com cordão. III . 02 (dois) veículos de escolta para uso exclusivo da empresa. das munições e dos veículos utilizados. VI . VII e XIV. §1° Os requisitos dos incisos III e IV somente serão exigidos caso a empresa pretenda utilizar uniforme diverso do já autorizado pelo DPF em suas atividades de segurança privada. IX .os previstos nos incisos I. no mínimo. plaqueta de identificação. Parágrafo único. os quais deverão possuir as seguintes características: a) estar em perfeitas condições de uso. Processo de autorização Art. c) ser identificados e padronizados. II .declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. anexando os seguintes documentos: I . As empresas autorizadas a exercer a atividade de escolta armada deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. V. e manter sob contrato. 30. a critério do contratante. Art. VI. IV . 31.relação atualizada dos empregados. já incluído o condutor.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 32. 8º desta portaria. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. Os vigilantes empenhados na atividade de escolta armada deverão compor uma guarnição mínima de 04 (quatro) vigilantes. Nos casos de transporte de cargas ou valores de baixo valor. 95 Art. logotipo da empresa. O exercício da atividade de escolta armada dependerá de autorização prévia do DPF. V .

O vigilante deverá utilizar em serviço traje adequado à missão. Art. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. As empresas que exercerem a escolta armada cujos veículos necessitarem. no exercício das atividades.DPRF. e às Secretarias de Segurança Pública respectivas. 39. Processo de autorização Art. às unidades do DPF e do DPRF. Seção IV Da Segurança Pessoal Requisitos de autorização Art. portando todos os documentos aptos a comprovar a regularidade da execução do serviço de segurança pessoal contratado. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização.possuir autorização há pelo menos 01 (um) ano na atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores. Art. no âmbito da Unidade da Federação em que a empresa possua autorização. previamente. As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal cujos vigilantes necessitarem transitar por outras unidades da federação. V. Atividade Art.os previstos nos incisos I. e manter sob contrato. §2°. O exercício da atividade de segurança pessoal dependerá de autorização prévia do DPF. VI. às unidades do DPF e do Departamento de Polícia Rodoviária Federal . anexando os seguintes documentos: I . III. previamente. das munições e dos veículos utilizados. 97 Seção V Dos Cursos de Formação Requisitos de autorização Art. VII e XIV. as empresas que desejarem exercer a atividade de segurança pessoal deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. dependerá de 98 . deverão comunicar a operação. cuja propriedade e administração são vedadas a estrangeiros. Art. Para obter autorização de funcionamento.contratar. transitar por outras unidades da federação. 8º desta portaria. 37. 40. com logotipo. §1°. IV. mencionados no art. Os vigilantes deverão estar com a formação. não assemelhado ao uniforme das forças de segurança pública. visível ou não.comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. obrigatoriamente. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I . III .comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria.Art. A execução da segurança pessoal iniciar-se-á. a extensão ou a reciclagem e o seguro de vida dentro do prazo de validade. As empresas autorizadas a exercer a atividade de segurança pessoal deverão comunicar o início de suas atividades à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. O exercício da atividade de curso de formação.relação atualizada dos empregados. o mínimo de 08 (oito) vigilantes com extensão em Segurança Pessoal e experiência mínima de um ano nas atividades de vigilância ou transporte de valores. 35. II . 41. das armas. IV . 36. 38. obrigatoriamente. A execução da escolta armada iniciar-se-á. deverão comunicar a operação. II . 34. estabelecido pela empresa.

observando-se: a) uso e acesso exclusivos ao estabelecimento. Processo de autorização Art. às atividades de curso de formação.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores. § 1º Possuindo estande de tiro próprio. limitando-se o número de 45 (quarenta e cinco) alunos por sala de aula. comprovadas mediante certificado de segurança. III . administradores.distância mínima de 10 (dez) metros da linha de tiro até o alvo. Para obter autorização de funcionamento.possuir capital social integralizado mínimo de 100. eletrônicos ou de filmagem. A empresa de curso de formação só poderá desenvolver suas atividades no interior das instalações aprovadas pelo certificado de segurança. reforçada com grade de ferro.certidões negativas de débito do FGTS. com porta de ferro ou de madeira. II . policial ou clube de tiro. da Previdência Social. II .000 (cem mil) UFIR. funcionando ininterruptamente. d) vigilância patrimonial ou equipamentos elétricos. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .possuir instalações físicas adequadas. III . mediante a apresentação de certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal. 43. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União. estadual e municipal. dotada de fechadura especial. O interessado que pretender autorização para funcionamento de empresa de curso de formação deverá possuir certificado de segurança. sob laje.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. h) estande de tiro próprio ou convênio com organização militar. g) sala de instrutores. registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica.04 (quatro) ou mais boxes de proteção. IV . somente. b) dependências destinadas ao setor administrativo c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições.comprovar a idoneidade dos sócios. e) no mínimo. diretores. conforme estabelecido nos arts. III . além de sistema de combate a incêndio nas proximidades da porta de acesso. e Eleitoral. anexando os seguintes documentos: I . 100 .pára-balas disposto de maneira que impeça qualquer forma de ricochete. Estadual. 6º e 7º desta portaria. f) local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal. possuindo capacidade mínima para formação mensal simultânea de 60 (sessenta) vigilantes. com um único acesso. sua aprovação e autorização dependerão da observância das seguintes especificações e dispositivos de segurança: 99 I . onde houver. gerentes e empregados. Parágrafo único. construído em alvenaria. Militar dos Estados e da União. quando se tratar de recinto fechado localizado em área urbana.sistema de exaustão forçada e paredes revestidas com proteção acústica. com igual número de raias sinalizadas.autorização prévia do DPF. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao DiretorExecutivo. Certificado de Segurança Art. 03 (três) salas de aula adequadas. 42. § 2º O objeto social da empresa deverá estar relacionado. II .

extensão ou reciclagem. Art. em até 05 (cinco) dias após a conclusão de cada curso de formação. anexando cópia da Carteira de Identidade. das munições e dos veículos utilizados.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União. 109. Título de Eleitor e Certificado de Reservista ou dos administradores. bem como os respectivos certificados para registro.relação atualizada dos empregados. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. se for o caso.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. 43 desta portaria. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. III . encaminhando-se os documentos que comprovem os requisitos do art. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. III. as empresas de curso de formação deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. XI .cópia da Carteira de Identidade.informar ao DPF. das salas de aula. em até 24 (vinte e quatro) horas após o início de cada curso de reciclagem.fotografias das instalações físicas da empresa. 45.IV . caso possuam. V. As empresas de curso de formação deverão: I . 101 . pelo prazo mínimo de 02 (dois) anos. desta portaria.matricular apenas alunos que comprovem os requisitos do art. relativamente aos sócios. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. II .000 (cem mil) UFIR. informando-se também a quantidade de munição efetivamente utilizada.prova de que os sócios.informar ao DPF. do local de guarda de armas e munições. 44.os documentos previstos nos incisos I. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. em especial da fachada. IV . 46. documentos que comprovem a habilitação necessária para seu credenciamento junto ao DPF e prova de que não tenham condenação criminal registrada. se houver. a relação nominal e a qualificação dos candidatos aprovados. VI .relação dos instrutores.cópia dos documentos que comprovem o convênio com organização militar. X . Atividade Art.certificado de segurança válido.utilizar somente armas e munições de sua propriedade. em até 05 (cinco) dias após o início de cada curso de formação ou de extensão. instruído com: I . 51 e 74. das armas. policial ou clube de tiro. As empresas de curso de formação não poderão desenvolver atividade econômica diversa da que esteja autorizada. V . IX . V . VII . gerentes e sócios. III . VI e VII mencionados no art. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado.cópia do modelo dos certificados de conclusão dos cursos a serem ministrados.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. com as exceções previstas nos arts. diretores. VIII . parágrafo único. XII . VI .informar ao DPF. diretores e gerentes da empresa de segurança privada não tenham condenação criminal registrada. 109. II . administradores. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. IV .manter em arquivo a documentação apresentada pelos vigilantes.comprovante do capital social integralizado mínimo de 100. 102 Processo de revisão de autorização Art. IV.

as munições que irão substituir as que serão utilizadas. Art. Parágrafo único. CAPÍTULO IV DO SERVIÇO ORGÂNICO DE SEGURANÇA Requisitos de autorização Art.comprovar que os administradores. a 103 quaisquer pessoas interessadas. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão repassar às empresas de curso de formação as munições que pretender substituir por novas. Art. observando-se: 104 . o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso. no prazo de 10 (dez) dias. desde que comuniquem com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas aos dirigentes dos cursos. informando ao DPF sua utilização. em até de 48 (quarenta e oito) horas. Os novos instrutores das empresas de curso de formação deverão ser previamente credenciados pela DELESP ou CV. conforme normatização específica do DPF. 49. 47. IV . Art. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade por ocasião de suas visitas. no caso. inclusive. que deverão conter os dados de identificação do vigilante. mediante autorização. comprovadas mediante certificado de segurança. gerentes e empregados que sejam responsáveis pelo serviço orgânico de segurança não tenham condenação criminal registrada. Os certificados de conclusão terão validade em todo o território nacional. As empresas de curso de formação expedirão certificados de conclusão de curso. extensão ou reciclagem de seus vigilantes. 50. Os instrutores de armamento e tiro terão credenciamento especial. o período de duração e a carga horária. participar como observadores dos exames finais e formatura dos vigilantes. com uso de armas e munições de propriedade destas. o descredenciamento de qualquer de seus instrutores. vedando-se. Art. 51. mediante o preenchimento dos seguintes requisitos: I .exercer atividade econômica diversa da vigilância patrimonial e transporte de valores.sejam utilizadas na formação. Art. vedando-se.obtenham prévia autorização para o transporte das munições que serão utilizadas. o registro profissional e o registro do certificado de conclusão do curso.VII . II . Os líderes classistas mencionados neste artigo. 53. extensão e reciclagem de vigilantes realizados por instituições militares e policiais.utilizar os próprios empregados na execução das atividades inerentes ao serviço orgânico de segurança. 52. Art. diretores. cuja falta impedirá os registros. Parágrafo único. Art. Os representantes sindicais dos empresários e empregados das atividades de segurança privada terão acesso às instalações das empresas de curso de formação podendo. no caso. III . 48. Parágrafo único.comunicar. cujo indeferimento poderá ser objeto de recurso dirigido ao Superintendente Regional. III .adquiram. deverão formular suas representações por escrito à DELESP ou CV. Parágrafo único. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de supervisão de segurança ou similares. desde que: I . após devidamente registrados pela DELESP ou CV. A empresa que pretender instituir serviço orgânico de segurança deverá requerer autorização prévia ao DPF. que verificará se a empresa de curso de formação possui autorização e certificado de segurança válidos. As empresas de curso de formação poderão ministrar cursos de segurança não previstos nas grades curriculares anexas a esta portaria. 54. Não serão autorizados os cursos de formação.possuir instalações físicas adequadas. II . As empresas de curso de formação deverão registrar a munição recebida.

das unidades da federação onde mantenham domicílio e pretendam constituir a empresa. 05 (cinco) armas de fogo. do vigilante devidamente fardado. IX . logotipo da empresa. da frente. Os estabelecimentos das empresas com serviço orgânico de segurança deverão possuir certificado de segurança. dotado de sistema de comunicação. c) local seguro e adequado para a guarda de armas e munições. 56.fotografias das instalações físicas da empresa. Art. As empresas com serviço orgânico autorizadas a funcionar na forma desta portaria deverão informar o início da sua atividade de vigilância patrimonial ou transporte de valores à Secretaria de Segurança Pública da respectiva Unidade da Federação. 58. Art.certidões negativas de registros criminais expedidas pela Justiça Federal.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes.comprovante de inscrição nos órgãos fazendários federal. se houver. traseira e do sistema de comunicação veicular. dos Estados e da União. não necessitarão de nova autorização do Diretor-Executivo. II . nesta hipótese. V . 56. As empresas que desejarem constituir serviço orgânico em filial ou outras instalações na mesma unidade da federação onde houver um estabelecimento da empresa já autorizado. devendo apenas comunicar à DELESP ou CV e requerer a expedição de novo certificado de segurança. estadual e municipal. conectado com a unidade local da Polícia Militar. XIII .comprovante da contratação de seguro de vida dos vigilantes. Parágrafo único. manter o referido armamento em cofre exclusivo. acompanhado de fotografias coloridas. Título de Eleitor e Certificado de Reservista dos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. b) sistema de alarme ou outro meio de segurança eletrônica.a) dependências destinadas ao setor operacional. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. Estadual. alíneas “a” e “b”. Os requisitos do inciso IV. de corpo inteiro. plaqueta de identificação.fotografias coloridas dos veículos especiais. Para obter autorização de funcionamento. Militar.autorização para utilização de freqüência concedida pelo órgão competente ou contrato com prestadora de serviço. porte das instalações e sua localização. de frente. VIII . informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições. anexando os seguintes documentos: I . poderão ser dispensados pelo Superintendente tendo em vista as peculiaridades da empresa solicitante. extensão da área.declaração das Forças Armadas e Auxiliares ou das DELESP e CV. se houver veículos especiais.cópia da Carteira de Identidade. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. onde houver. Civil ou empresa de segurança privada. Processo de autorização Art. 6º e 7º desta portaria. devendo. VII . no máximo. IV . VI . mencionando apito com cordão. observados os termos do art. tais como número de vigilantes. 57. relativamente aos responsáveis pelo serviço orgânico de segurança. Certificado de Segurança Art. lateral. e Eleitoral. XII . registrados na Junta Comercial ou Cartório de Pessoa Jurídica. em especial do setor operacional e do local de guarda de armas e munições. conforme estabelecido nos arts. III . ficando dispensados no caso de possuir.cópia ou certidão dos atos constitutivos e alterações posteriores.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. costas e lateral. 55. 105 106 .

61. instalações e encaixe. § 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios. Os vigilantes deverão estar com a formação. as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento. V e XIII mencionados no art. III. desde que devidamente autorizada e exclusivamente em proveito próprio. II . Parágrafo único. inclusive de suas filiais e outras instalações no mesmo Estado. a extensão ou a reciclagem. IV. sob a responsabilidade de empresas idôneas. CAPÍTULO V DA FISCALIZAÇÃO DOS PLANOS DE SEGURANÇA DOS 107 108 .a quantidade e a disposição dos vigilantes.certificado de segurança válido. as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias. área.os documentos previstos nos incisos I. 24 a 28. em qualquer caso. § 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção. Os estabelecimentos financeiros que realizarem guarda de valores ou movimentação de numerário deverão possuir serviço orgânico de segurança. identificação ou captura.anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento. das munições e dos veículos especiais utilizados. 62. com rapidez e segurança. 60. observadas as Atividade Art. comunicação com outro estabelecimento. se exigível. instruído com: I . contudo.equipamentos hábeis a captar e gravar. possuir plano de segurança devidamente aprovado pela DELESP ou CV. devendo. V . II . sua localização. da mesma instituição financeira. bancário ou não.artefatos que retardem a ação dos criminosos. e o seguro de vida dentro do prazo de validade. ou contratar empresa especializada. assim como das residências de seus sócios ou administradores. III . que abrangerá toda a área do estabelecimento. 57 desta portaria.Processo de revisão de autorização Art. 59. autorizado a executar vigilância patrimonial ou transporte de valores. IV . de forma imperceptível. Para obter a revisão da autorização de funcionamento. Art. IV . § 1º A atividade de vigilância patrimonial somente poderá ser exercida dentro dos limites dos estabelecimentos da empresa com serviço orgânico de segurança.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança.relação atualizada dos vigilantes.alarme capaz de permitir. constando: I . das armas. adequadas às peculiaridades do estabelecimento. empresa de segurança ou órgão policial. permitindo sua perseguição. A empresa com serviço orgânico de segurança poderá exercer as atividades de vigilância patrimonial e de transporte de valores. instalação e manutenção. as empresas com serviço orgânico de segurança deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. devendo. III . § 2º A atividade de transporte de valores observará o disposto nos arts. integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V. ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS Requisitos Art.

65. III . a aprovação de seu plano de segurança. instalação e manutenção do sistema de alarme. local de guarda de numerário. § 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso. 68. Processo de análise do plano de segurança Art. para suprimento ou recolhimento do movimento diário dos estabelecimentos financeiros. 66. indicando os pontos de acesso de pessoas e de veículos especiais.cópia da última portaria de aprovação do plano de segurança. devendo ser adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária. Os estabelecimentos financeiros que utilizarem portas de segurança deverão possuir detector de metal portátil. O transporte de numerário. 01 (um) vigilante armado. 25 desta portaria. devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial.especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência. 109 Execução dos planos de segurança Art. Art. IV . deverá ser efetuado conforme o art. conforme o caso. O estabelecimento financeiro deverá requerer à DELESP ou CV. II . Art. VI . Os estabelecimentos financeiros que realizem guarda de valores ou movimentação de numerário somente poderão utilizar vigilantes armados. 110 .cópia do alvará do serviço orgânico de segurança ou resumo do contrato de prestação de serviço com empresa de segurança. 63. em caso de renovação.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. § 1º Aprovado o plano de segurança pela DELESP ou CV. bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência. dirigido ao Superintendente Regional.descrição de toda a área do estabelecimento. 69. As salas de auto-atendimento. integram a sua área e deverão possuir. em 10 (dez) dias. 63 desta portaria. seguindo o procedimento previsto no art. caberá recurso. Após análise do plano de segurança e a vistoria do estabelecimento financeiro. devendo ser instruído com os documentos previstos no art. 64. ostensivos e com coletes à prova de balas. § 2º Reprovado o plano pela DELESP ou CV. assim como o transcurso do prazo para recurso sem a sua interposição.os projetos de construção. V . Art. a DELESP ou CV lavrará o respectivo relatório de vistoria. § 4º A decisão do Superintendente que mantiver a reprovação do plano de segurança. que terá validade de 01 (um) ano. o qual expedirá a respectiva portaria. Art.a descrição da quantidade e da disposição dos vigilantes. conforme análise feita pela DELESP ou CV por ocasião da vistoria do estabelecimento. Qualquer alteração nos planos de segurança deverá ser previamente autorizada pelo DPF. § 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança. de sua circunscrição. Art. ensejarão a lavratura do auto de infração correspondente. devendo anexar: I . consignando a proposta de aprovação ou os motivos que ensejaram a sua reprovação. sob a responsabilidade de empresa idônea. ostensivo e com colete à prova de balas. localização dos vigilantes e dos dispositivos de segurança adotados. 67. será o mesmo submetido ao Superintendente Regional. pelo menos. § 3º O requerimento de renovação do plano de segurança deverá ser apresentado no prazo de até 30 (trinta) dias antes da data do seu vencimento. quando necessária a revista pessoal. a ser utilizado em casos excepcionais. podendo ser instruído com o saneamento das faltas que motivaram a reprovação. quando contíguas às agências e postos bancários. 63 desta portaria.

§ 7º As empresas de transporte de valores deverão. dotar seus vigilantes de coletes à prova de balas. § 4º As empresas de curso de formação poderão adquirir todas as armas e munições previstas neste artigo. adquirir carabinas de repetição calibre 38. a aquisição e uso pelas empresas de outras armas e equipamentos. 16 ou 20. sendo dispensada para empresas com serviço orgânico de segurança. além do previsto no § 1º deste artigo. de revólver calibre 32 ou 38. § 1º A comprovação do efetivo mínimo de que trata o caput deverá obedecer às disposições específicas para cada atividade autorizada. cabendo ao Diretor-Executivo do Departamento de Polícia Federal (DIREX).380 "Short" e 7.65 mm. § 6º As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão. podendo ser solicitadas. Os requerimentos de aquisição de armas. espingardas de uso permitido nos calibres 12. autorizar. 112 . com 03 (três) cargas de munição correspondente. § 1º No caso de empresas de transporte de valores. e as demais empresas de segurança privada poderão. em caráter excepcional e individual. além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo. munições e coletes à prova de balas das empresas especializadas. CAPÍTULO VI DOS PRODUTOS CONTROLADOS E ACESSÓRIOS Art. poderão ser feitos simultaneamente ao requerimento de autorização para funcionamento. 72. uma arma longa para cada dois integrantes da guarnição. 04 (quatro) espingardas calibre 12. com até 03 (três) cargas de munição para cada uma delas. e pistolas semi-automáticas calibre . munições e coletes à prova de balas se estiverem com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança válidos. 71. ainda. bem como material e petrechos para recarga. considerando as características estratégicas de sua atividade ou sua relevância para o Interesse Nacional.Parágrafo único. conforme as características da área vigilada. Art. excepcionalmente. 111 Requisitos para aquisição Art. poderão ser solicitadas. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente serão autorizadas a adquirir armas. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança somente poderão utilizar as armas. em procedimentos separados. além de algemas. vedando-se o uso de quaisquer outros instrumentos não autorizados pelo DIREX. no mínimo. 70. e desde que haja a comprovação de contratação do efetivo mínimo de vigilantes.380 "Short" e 7. quando em efetivo serviço. § 3º As empresas que exercerem a atividade de segurança pessoal poderão dotar seus vigilantes de pistolas semi-automáticas calibre . § 5º As empresas com serviço orgânico de segurança poderão adquirir as armas e munições previstas para as empresas de vigilância patrimonial e as de transporte de valores. neste caso. até 10 (dez) armas. observando-se a regulamentação específica do Comando do Exército. § 2º No caso de empresas de transporte de valores e de empresas com serviço orgânico de transporte de valores.65 mm. somente serão autorizadas as aquisições de armas. Configura também alteração do plano de segurança qualquer mudança de endereço ou alteração física das instalações bancárias. com exceção das empresas de curso de formação. coletes à prova de balas e outros equipamentos descritos nesta portaria. para cada veículo especial adquirido. munições. § 8º Cada veículo especial de transporte de valores ou de escolta armada deve contar com uma arma curta para cada vigilante e. munições e coletes à prova de balas para uso em veículos especiais se os certificados de vistoria correspondentes estiverem válidos. cassetete de madeira ou de borracha. § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38. § 1º As empresas de vigilância patrimonial poderão dotar seus vigilantes. conforme a autorização que possuir.

III . observar-se-ão os quantitativos abaixo indicados: I . devendo ser feita prévia comunicação à DELESP ou CV.02 (duas) espingardas calibre 12 para cada veículo especial. sendo a retirada das demais autorizada conforme a necessidade operacional da empresa. 114 . Art. As munições obsoletas de que trata o caput poderão ser doadas aos cursos de formação para fins de realização dos cursos de formação. de acordo com a quantidade e o tipo de calibre descritos no programa de matéria de Armamento e Tiro. constante de cada anexo desta portaria. multiplicada por 06 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. tomando-se por base a média mensal de alunos formados nos últimos 06 (seis) meses. bem como nos veículos especiais e de escolta que possuírem. logo após o recebimento da autorização respectiva. subtraído do total o estoque remanescente da requerente. e as características da área vigilada. 76.a análise do histórico das ocorrências assim recomendar. As empresas com serviço orgânico de segurança terão seus requerimentos analisados observando-se a quantidade de vigilantes. II . Em se tratando de primeira autorização. permanecer em depósito na DELESP ou CV da respectiva circunscrição. situação em que deverão ser entregues à DELESP ou CV. assim como realizados os competentes registros de saída da munição da empresa doadora e entrada da munição no curso de formação.380 "short" ou 7. Art. pistolas semi-automática . As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir pelo menos 02 (duas) e no máximo 03 (três) cargas para cada arma que possuírem. de acordo com o tipo de calibre antes descrito. 77. 93 desta portaria. 113 Art. com exceção do armamento e respectiva munição necessários à defesa das próprias instalações.20 (um inteiro e vinte centésimos) – fator de crescimento médio semestral – e depois por 6. exceto as empresas de curso de formação. 79.65 mm. 73. multiplicada por 1. no mínimo. Art.00 (seis) – correspondente à munição prevista para 06 (seis) meses de atividade. 78. reciclagem ou extensão dos vigilantes da empresa doadora. Art. inservíveis ou imprestáveis. Art. Art. Art.revólveres calibre 38. por turno de trabalho. A quantidade mínima de munição das empresas de transporte de valores deverá ser de 02 (duas) cargas completas por cada arma que a empresa possuir. § 2º As armas e munições adquiridas pelas novas empresas poderão. II . limitando-se o quantitativo de armas a 30% (trinta por cento) dessa capacidade. 75. As empresas de curso de formação poderão adquirir munição em quantidade máxima. 74. terão seus requerimentos de aquisição de armas e munições analisados com base nos contratos de prestação de serviço que justifiquem as respectivas aquisições.sejam adotadas as providências previstas no art. sendo 01 (uma) arma para cada vigilante da guarnição do veículo especial. até 6 (seis) meses após os fatos. desde que: I . Parágrafo único. quando necessário. As empresas de curso de formação poderão adquirir armas conforme a sua capacidade de formação simultânea. para serem encaminhados ao Comando do Exército para destruição. de acordo com o calibre respectivo. Parágrafo único. 80.tenham sido adotadas providências no sentido de coibir e inibir tais sinistros. Parágrafo Único. As empresas de segurança especializadas. tomando-se por base a capacidade de formação simultânea (número de alunos por sala de aula multiplicado pelo número de salas de aulas). Os requerimentos poderão ser formulados com a finalidade de substituir armas e munições obsoletas. Os requerimentos poderão ser formulados com base em ocorrências de furtos ou roubos de armas. munições ou coletes à prova de balas. Nos requerimentos de aquisição de armas de fogo das empresas de transporte de valores. comprovada mediante a apresentação de contratos que justifiquem a sua utilização em postos de serviço ou outro documento que justifique a utilização do material. a empresa de curso de formação poderá adquirir munição em quantidade máxima.

quantidade consumida e total. número de série e número de registro no SINARM. ou declaração de que não as possui firmada pelo seu representante legal. 84.quanto ao livro de registro e controle de munições. local da prestação do serviço e total de armas previsto para a execução do contrato. 70 desta portaria. Art. estoque anterior. V . e histórico do consumo e utilização.relação alusiva aos incidentes de roubo. 83. § 4º A empresa de transporte de valores deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. dados da arma adquirida. e histórico de ocorrências.Art. equipamentos e materiais para recarga deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. número de série. 82.quanto ao livro de registro e controle de armas. número no SINARM. As empresas de curso de formação poderão adquirir materiais para recarga de munições. marca. anexando os seguintes documentos: I . informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. extravio. bem como os respectivos certificados de vistoria em vigor. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir armas e munições deverão apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. 81. dados da munição adquirida. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. III . tais como estojo. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. descrevendo o calibre. podendo utilizar sistema informatizado. incluindo razão social. munições. espoleta e pólvora. 115 . equipamentos e materiais para recarga. 80 desta portaria. incluindo espécie. observando-se: I . dados do fornecedor. Art. em vigor há. projétil. especificando a natureza e a quantidade.cópia do contrato firmado com o contratante do serviço. III . anexando os seguintes documentos: 116 Processo de aquisição de armas e munições Art. número e data de emissão da nota fiscal. Parágrafo único. incluindo razão social. furto. quantidade adquirida. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. assinado pelo dirigente ou representante da empresa. Somente será autorizada a aquisição do equipamento de recarga destinado ao manejo dos calibres previstos no art. munições. contendo o número de vigilantes. perda e recuperação de armas e munições de propriedade da empresa. a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições. CNPJ e endereço. observando-se o disposto no art. 06 (seis) meses. calibre. IV . e coletes à prova de balas. que será verificado pela DELESP ou CV. As empresas de curso de formação que desejarem adquirir armas. IV . incluindo calibre. § 3º A empresa autorizada a exercer a atividade de escolta armada deverá apresentar a documentação de posse ou propriedade dos veículos utilizados na atividade. dados do fornecedor. II . deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. CNPJ e endereço. número e data de emissão da nota fiscal.relação atualizada dos vigilantes.numeração e rubrica das folhas. em estabelecimentos comerciais autorizados pelo Comando do Exército. no máximo. ou de empresas de segurança privada autorizadas pelo DPF. cujo quantitativo também será considerado na análise de aquisição de armamento. Somente será autorizada a aquisição de armas.os termos de abertura e encerramento. informando a quantidade e especificações das armas e munições. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento.relação das armas e munições que possui. o local ou posto de serviço onde estão situadas. § 1º Além da documentação acima relacionada. II .comprovante do recolhimento da taxa correspondente. § 2º O disposto no inciso III do caput não se aplica às empresas com serviço orgânico de segurança. marca.

mencionando o número de salas de aulas. dados da 117 munição adquirida. firmada pelo seu representante legal. perda e recuperação de armas. Além da documentação acima relacionada.declaração da capacidade simultânea de formação de vigilantes. do Comando do Exército.documento de anuência da empresa cedente em negociar o armamento. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. contendo CNPJ. publicada em D. assinado pelo dirigente ou representante da empresa.O. CNPJ e endereço. 83 desta portaria. II . número e data de emissão da nota fiscal. munições de propriedade da empresa. deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição. dados do fornecedor.relação alusiva aos incidentes de roubo. incluindo razão social. que será verificado pela DELESP ou CV. V . deverá conter informações mencionando número e data de publicação do alvará de autorização de aquisição.I . número no SINARM. 85. III . § 1º As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão observar. ainda. e histórico de ocorrências. IV .U. número de série e número de registro no SINARM. Parágrafo único. II . incluindo calibre. A autorização para compra de armas e munições será expedida mediante alvará assinado pelo Diretor-Executivo. quantidade consumida e total. válida por um período de 60 (sessenta) dias a contar de sua publicação. § 2º As empresas de curso de formação deverão observar.cópia da portaria de cancelamento da empresa. quantidade adquirida.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. número de série e número de registro no SINARM. e histórico do consumo e utilização. Art. § 3º No caso de as armas a serem adquiridas pertencerem a empresas com serviço orgânico de segurança.comprovação de que o estoque atual está igual ou inferior a 30 % (trinta por cento) de sua capacidade simultânea de formação.quanto ao livro de registro e controle de munições. II .numeração e rubrica das folhas. devendo apresentar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo.quanto ao livro de registro e controle de armas.relação das armas e munições a serem transferidas.comprovante do recolhimento da taxa correspondente. incluindo razão social. dados da arma adquirida. incluindo espécie. marca. descrevendo o calibre. bem com os materiais de recarga. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. natureza e quantidade das armas e munições autorizadas. observando-se: I . IV . referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. Processo de aquisição de coletes à prova de balas 118 . marca. ou declaração de que não as possui. anexando os seguintes documentos: I . calibre. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão adquirir armas e munições de outras empresas especializadas e com serviço orgânico que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. ainda. o procedimento previsto no art. podendo utilizar sistema informatizado. III . a empresa deverá apresentar os livros de registro e controle de armas e de munições.relação das armas e munições que possui. IV . número e data de emissão da nota fiscal. razão social e endereço da empresa. se for o caso. CNPJ e endereço.os termos de abertura e encerramento. III . 86. Art. deverá ser anexado documento de anuência deste órgão. furto. originalmente compradas com autorização da Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados – DFPC. extravio. dados do fornecedor. descrevendo o calibre. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. número de série. estoque anterior. 84 desta portaria. o procedimento previsto no art.

As empresas obrigadas a possuir coletes deverão providenciar a aquisição de novos coletes à prova de balas. furto. II . Poderão ser adquiridos coletes à prova de balas de empresas especializadas ou das que possuem serviço orgânico de segurança. o prazo de validade e o nível de proteção. prorrogáveis uma vez e por igual prazo. quando entre municípios não contíguos. especificação e quantidade dos coletes autorizados. ou em outras situações que se fizerem necessárias. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem transportar armas e munições entre estabelecimentos da mesma empresa ou para suprimento de postos de serviço.cópia da portaria de cancelamento da empresa. sendo que as armas deverão estar desmuniciadas e acondicionadas separadamente das munições. informando as medidas adotadas para inibir e/ou impedir novas ocorrências. Parágrafo único. com o prazo de validade de até 30 (trinta) dias. ou declaração de que não os possui. o número de série. III .relação alusiva aos incidentes de roubo.a descrição das armas e munições a serem transportadas. referente aos últimos 12 (doze) meses que antecederem a data do requerimento. bem como acompanhadas da respectiva guia. a data de fabricação.o trajeto do material a ser transportado. 87. II . devendo ser anexados os seguintes documentos: I . 90. firmada pelo seu representante legal. A autorização para compra de coletes à prova de balas será expedida pela DELESP ou CV. razão social e endereço da empresa. ou entre municípios de uma região metropolitana. nos termos disciplinados pelo Comando do Exército. Art.relação dos coletes à prova de balas que possui.Art. III . perda e recuperação de coletes à prova de balas de propriedade da empresa.relação dos coletes a serem transferidos. providenciando a destinação dos coletes substituídos. o prazo de validade e o nível de proteção. III . constando CNPJ. e as medidas disciplinares adotadas quanto à caracterização de dolo ou culpa dos profissionais possivelmente envolvidos. com validade de 30 (trinta) dias. § 3º Quando se tratar de transferência definitiva de armas e munições entre estabelecimentos da empresa.relação atualizada dos vigilantes. As empresas de segurança especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que desejarem adquirir coletes à prova de balas deverão apresentar requerimento dirigido a DELESP ou CV. extravio. bem com o motivo da necessidade do transporte. descrevendo o fabricante. 119 Art. que estejam em atividade ou que as tenham encerrado. para suprimento de postos de serviço no âmbito do município da empresa. § 2º O transporte deverá ser efetuado em veículo da empresa e por sócio ou funcionário portando documento comprobatório do vínculo empregatício. 91. IV . o número de série. 88. A guia de autorização para o transporte de armas e munições será expedida pela DELESP ou CV. Transporte de armas e munições Art. § 1º Poderá ser expedida autorização para transporte de armas e munições. 89.a descrição dos endereços de origem e destino. a data de fabricação. declarando a inexistência de penhora sobre este ou de qualquer outro impedimento. deverão apresentar requerimento à DELESP ou CV em que conste: I . com o prazo de validade previsto no caput. descrevendo o fabricante.documento de anuência da empresa cedente em negociar o material. especificando quantidade. tamanho. se for o caso. a requerente deverá solicitar autorização 120 . modelo e nível de proteção. anexando os seguintes documentos: I . em até 30 (trinta) dias antes do final do prazo de suas respectivas validades. Art.o comprovante do recolhimento da taxa correspondente. II .

As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança comunicarão ao DPF. contendo logotipo e nome da empresa. § 3º Outros incidentes com armas de fogo ou munição. em órgão militar ou policial. II . munições e coletes à prova de balas de propriedade das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança serão guardados em local seguro. perda. salvo fora do horário de atendimento ao público. as ocorrências de furto. 121 CAPÍTULO VII 122 . munições e coletes à prova de balas Art. o comunicante terá o prazo de 10 (dez) dias úteis para encaminhar à DELESP ou CV: I . em seu estabelecimento.ser adequadamente adestrados por profissionais comprovadamente habilitados em curso de cinofilia. § 4º No caso do parágrafo anterior o pedido será encaminhado à DELESP ou CV de destino. Art. Art. O adestramento a que se refere o inciso I deste artigo deverá seguir procedimento básico e técnico-policial-militar semelhante ao adotado pela Polícia Militar. munições ou coletes à prova de balas de sua propriedade. roubo. Art. deverá possuir peitoral de pano sobre o seu dorso. Parágrafo único.cópia do boletim de ocorrência policial. de "Kanil Club" ou particular. 73. 95. A atividade de vigilância patrimonial com cão adestrado não poderá ser exercida no interior de edifício ou estabelecimento financeiro. 96. I .à DELESP ou CV de origem. Parágrafo único. devem também ser comunicados à DELESP ou CV no prazo de 10 (dez) dias. de acesso restrito a pessoas estranhas ao serviço. conforme disposto no art. III . Comunicação de ocorrências Art. Parágrafo único. restituindo o expediente à DELESP ou CV de origem para a expedição da guia ou notificação do interessado do indeferimento do pedido. § 1º Após a comunicação de que trata o caput. 98. O cão. desde que possuam autorização de funcionamento e certificado de segurança válido. As armas. por qualquer meio hábil. instruindo-o com documentação que justifique a necessidade operacional. ou de canil de organização militar. Art. 92. expedindo-se declaração ou certificado de conclusão de curso. 97.ser de propriedade da empresa de vigilância patrimonial ou da que possui serviço orgânico de segurança. A habilitação a que se refere este artigo deverá ser obtida em treinamento prático. em local seguro. quando utilizado em serviço. após receber e analisar a documentação referida no § 1°. "Kanil Club" ou empresa de curso de formação. 93. II . ainda que não previstos no caput deste artigo.informações sobre as apurações realizadas pela empresa. Os cães adestrados deverão estar sempre acompanhados por vigilantes devidamente habilitados para a condução do animal. As empresas de vigilância patrimonial e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão utilizar cães em seus serviços. Utilização de cães adestrados Art. Os materiais mencionados neste artigo e que estejam sendo empregados na vigilância de estabelecimentos financeiros poderão ser guardados. extravio ou recuperação das armas. em até 24 (vinte e quatro) horas do fato. que elaborará parecer conclusivo acerca da necessidade operacional do estabelecimento destinatário. Os cães a que se refere o artigo anterior deverão: Guarda de armas. § 2º A DELESP ou CV providenciará o registro da ocorrência no SINARM. 94.cópia do registro da arma. no próprio posto de serviço.

ainda. será observado o procedimento previsto nos arts. apresentando as fotografias das instalações físicas. IV . a cargo da DELESP ou CV. a requerente deverá anexar também as certidões negativas de débito do FGTS. Título de Eleitor e Certificado de Reservista. da Previdência Social. e as demais. Estadual. As alterações que impliquem mudanças na razão social e CNPJ dependerão de autorização do Diretor-Executivo. 123 § 3º No caso de alteração de endereço. em especial da fachada. Art. Art. desde que estejam com a autorização de funcionamento e o certificado de segurança em vigor. dos setores administrativo e operacional. quando referentes à razão social. bem como do local de guarda de armas e munições. indicando o que se quer alterar e anexando: I . 6º e 7º desta portaria.DA ALTERAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS Art. Sócios § 2º No caso de alteração do quadro societário. As empresas que possuem serviço orgânico de segurança deverão comunicar previamente ao DPF as alterações de seus atos constitutivos. quadro societário. ainda: I . Parágrafo único. Parágrafo único. 124 . e Eleitoral. II . em se tratando de empresas especializadas. capital social. § 1º. III . As empresas especializadas que desejarem efetuar alterações em seus atos constitutivos deverão requerer autorização específica. devolvendo o ato devidamente registrado à DELESP ou CV. da Receita Federal e da Dívida Ativa da União.cópia do contrato social consolidado ou equivalente. 100. III .certidões negativas de registros criminais expedidas pela Secretaria de Segurança Pública. Razão social § 1º No caso de alteração de razão social. 102. No caso de alteração de endereço. apresentando. 8º. a empresa deverá observar o disposto no art. Polícia Federal.cópia da Carteira de Identidade. a empresa especializada deverá levá-la a registro perante a Junta Comercial ou Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. a DELESP ou CV. devendo-se anexar. na forma do art. inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas. endereço e responsável pelo setor de segurança. 56 desta portaria. onde houver. relativamente a este: I . a DELESP ou CV ouvirá em termo de declarações o sócio que pretender ingressar na sociedade. 99. sendo mantido o prazo de validade original. das unidades da federação de seu domicílio e da empresa.certidão negativa de débito da Dívida Ativa da União.comprovante de quitação das penas de multa eventualmente aplicadas à empresa por infração administrativa aos dispositivos desta portaria. 101.cópia da minuta dos atos constitutivos a serem alterados. Expedida a autorização para alteração de atos constitutivos. Para obterem a autorização para alteração de atos constitutivos. endereço. Parágrafo único. as empresas especializadas deverão protocolar requerimento dirigido ao Diretor-Executivo. conforme o caso. ficando as alterações de sócios. assim como pela Justiça Federal.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.as fotografias das instalações físicas. bem como do local de guarda de armas e munições. Processo de alteração de atos constitutivos Endereço Art. Militar dos Estados e da União. II . em especial da fachada. O alvará de autorização ou de revisão de funcionamento será novamente publicado no caso de alterações de razão social e CNPJ.

o número da Carteira Nacional de Vigilante e fotografia colorida em tamanho 3 x 4. O modelo de uniforme dos vigilantes não será aprovado quando semelhante aos utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares.memorial descritivo do uniforme dos vigilantes. II . o uniforme deverá conter os seguintes elementos: I . 103. III .declaração das Forças Armadas e Auxiliares. 106. do local adequado para treinamento físico e de defesa pessoal e do estande de tiro próprio. observadas as regras de segurança do serviço a ser executado. bem como os requisitos do art. Art. IV . devendo protocolar requerimento à DELESP ou CV. óculos. Art. logotipo da empresa. §1º. de modo a não prejudicar o perfeito exercício de suas atividades profissionais. ainda. além do uniforme. do local de guarda de armas e munições. com validade de 06 (seis) meses. em se tratando de empresas de curso de formação.emblema da empresa. ou acréscimo de um novo. cintos especiais e outros necessários. a requerente deverá juntar. § 2º O traje dos vigilantes empenhados na atividade de segurança pessoal não necessitará observar o caráter da ostensividade. portos. 103. devendo possuir características que garantam a sua ostensividade. deverá adotar. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança poderão possuir mais de um uniforme autorizado. 37. § 2º.II .000 (cem mil) UFIR. 125 III . Para obterem a autorização para modificação de uniforme já autorizado. CAPÍTULO VIII DO UNIFORME DO VIGILANTE Art. constando o nome. autenticada pela empresa. aeroportos. do vigilante devidamente fardado. 104. das salas de aula. tais como capacetes. aplicando-se quanto a estes o disposto no art. navios fundeados em águas nacionais ou em outros estabelecimentos que venham impor riscos à incolumidade física de seus vigilantes. plaqueta de identificação. costas e lateral.as fotografias das instalações físicas. 108. botas. equipamentos de segurança necessários ao desempenho do trabalho. Art. observadas as peculiaridades da atividade e o local de prestação do serviço. anexando: I . Art. 105. podendo um deles ser terno ou paletó. § 1º A fim de garantir o caráter ostensivo. se houver. informando que o modelo de uniforme apresentado não é semelhante aos utilizados por aquelas instituições.plaqueta de identificação do vigilante.memorial descritivo das alterações propostas. usinas. acompanhado de fotografias coloridas. Art. O uniforme do vigilante é obrigatório e de uso exclusivo em serviço. 126 . procedimento dispensável às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. ou da DELESP ou CV. documento que comprove a integralização do capital social mínimo de 100. as empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão possuir alvará de autorização e certificado de segurança válidos. O uniforme será adequado às condições climáticas do lugar em que o vigilante prestar serviço.apito com cordão. de frente. 107. Capital social § 4º No caso de alteração do capital social. em especial da fachada. II . de corpo inteiro. mencionando apito com cordão. A empresa que prestar serviços de vigilância em indústrias.comprovante de recolhimento da taxa correspondente.

São cursos de formação. § 4º A freqüência e avaliação seguirão as regras estabelecidas em cada programa de curso constante nos anexos desta portaria. o candidato deverá preencher os requisitos previstos no art. § 5º O candidato aprovado fará jus ao certificado de conclusão do curso. V – curso de extensão em escolta armada (Anexo V). escolta armada ou segurança pessoal.possuir registro no Cadastro de Pessoas Físicas. que deverá ser registrado pela DELESP ou CV para ser considerado válido em todo o território nacional. extensão e reciclagem: Requisitos profissionais Art. § 3º A realização de extensão e reciclagem em transporte de valores. VI . comprovados documentalmente: I . a ser executado pela DELESP ou CV. exceto o disposto no inciso IV.ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica. § 2° O exame psicológico será aplicado por profissionais previamente cadastrados no DPF. VII – curso de extensão em segurança pessoal (Anexo VII). § 2° O curso de formação de vigilante será pré-requisito para os cursos de extensão e cada curso será pré-requisito para a reciclagem correspondente.ter idoneidade comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais. extensão ou reciclagem. 128 .CAPÍTULO IX DO VIGILANTE Cursos de formação. 109. extensão e reciclagem Art. nato ou naturalizado. VII .ser brasileiro. III – curso de extensão em transporte de valores (Anexo III). II – curso de reciclagem da formação de vigilante (Anexo II). § 3º Os vigilantes aptos a exercer a profissão terão o registro profissional em sua CTPS. V . implicará a reciclagem do curso de formação do vigilante. reciclagem e extensão de vigilante.ter sido aprovado em curso de formação de vigilante. dispensado no caso dos cursos de formação. § 1° Para a matrícula nos cursos de formação.estar quite com as obrigações eleitorais e militares. o vigilante deverá preencher os seguintes requisitos. realizado por empresa de curso de formação devidamente autorizada. Para o exercício da profissão. 110. § 1º Os exames de saúde física e mental e de aptidão psicológica serão renovados por ocasião da reciclagem do vigilante. IV . ll . de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal. conforme normatização específica. sem registros de indiciamento em inquérito policial.ter instrução correspondente à quarta série do ensino fundamental. 127 I – curso de formação de vigilante (Anexo I). III . por ocasião do registro do certificado de curso de formação. IV – curso de reciclagem em transporte de valores (Anexo IV). VIII . 109 desta portaria. às expensas do empregador. VIII – curso de reciclagem em segurança pessoal (Anexo VIII).ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos. VI – curso de reciclagem em escolta armada (Anexo VI).

revalidando por esse período o prazo constante do protocolo de entrega do formulário. As CNV vencidas e as que tenham sido expedidas com erro serão encaminhadas pela DELESP ou CV à CGCSP. Parágrafo único. tamanho 2 x 2 cm. sendo estes 129 . será de uso obrigatório pelo vigilante. o vigilante poderá requerer a segunda via de sua CNV. devendo ser instruído com os documentos previstos no art.CTPS. extravio. mediante apresentação obrigatória do boletim de ocorrência policial ou equivalente. A Carteira Nacional de Vigilante . devendo-se anexar: I .Carteira de Identidade e CPF. 112 desta portaria. Art. destruição. 114. para fins de controle e destruição. A CNV deverá ser requerida pela empresa contratante à DELESP ou CV. antes da data do seu vencimento.§ 6º O curso de formação habilitará o vigilante ao exercício da atividade de vigilância patrimonial e os cursos de extensão prepararão os candidatos para exercerem as atividades específicas de transporte de valores. Art. 111. constando seus dados de identificação e as atividades a que está habilitado. II . e possuir curso de formação. As CNV que contenham erro material serão retificadas e novamente expedidas sem a necessidade do recolhimento da taxa correspondente. Art. 112. de frente.comprovante de recolhimento da taxa correspondente. As CNV serão expedidas pela CGCSP com o prazo de validade de 04 (quatro) anos. A CNV com prazo de validade vencido será obrigatoriamente entregue à DELESP ou CV. terá validade de 60 (sessenta) dias a partir do recebimento do pedido pelo DPF. extensão ou reciclagem dentro do prazo de validade. após o que os vigilantes deverão ser submetidos a curso de reciclagem. Art. 109 desta portaria. § 3º Não sendo expedida a Carteira Nacional de Vigilante no prazo fixado no parágrafo anterior. § 7º Os cursos de formação. § 1º A CNV somente será expedida se o vigilante preencher os requisitos profissionais previstos no art. e comprovará a regularidade do vigilante durante esse período. colorida. no ato do recebimento da nova carteira. 115.CNV Art. ou através das entidades de classe. escolta armada e segurança pessoal.02 (duas) fotografias recentes do vigilante. 113. Parágrafo único. Parágrafo único. § 2º O protocolo do requerimento. estiver vinculado à empresa especializada ou a que possua serviço orgânico de segurança. III . ou em cópias autênticas. de porte obrigatório pelo vigilante enquanto não expedida a CNV. às expensas do empregador. Art. e sendo as cópias anexadas ao formulário de requerimento. conforme a atividade exercida. furto ou roubo. Nos casos de perda. extensão e reciclagem são válidos por 02 (dois) anos. o Chefe da DELESP ou Presidente da Comissão de Vistoria poderão prorrogá-lo por mais 60 (sessenta) dias. de fundo branco. até 30 (trinta) dias após a contratação do vigilante. O pedido de renovação da CNV deverá ser apresentado no prazo de até 60 (sessenta) dias. às expensas do empregador. 130 Carteira Nacional de Vigilante .CNV . caso em que possuirão o mesmo prazo de validade da anteriormente expedida. no ato do recebimento da carteira retificada. 112 desta portaria. na parte que identifique o vigilante e comprove vínculo empregatício com empresa especializada ou executante de serviços orgânicos de segurança autorizada a funcionar pelo DPF. quando em efetivo serviço. 116. § 1º Os documentos mencionados nos incisos I e II deste artigo deverão ser apresentados em cópias reprográficas e originais. na forma do “caput”.instituída pela Portaria 891/99 -DG/DPF. As CNV com erro serão obrigatoriamente entregues à DELESP ou CV. restituídos após conferência pelo órgão recebedor. além dos documentos previstos no art. IV .

II . munições e 131 Penas aplicáveis às Empresas Especializadas e às que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art.exercer as suas atividades com urbanidade.encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP. 118. para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada.manter-se adstrito ao local sob vigilância. em procedimento interno.proibição temporária de funcionamento. quando em efetivo exercício. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança que contrariarem as normas de segurança privada ficarão sujeitas às seguintes penalidades. em nível nacional. apenas em serviço. através da DELESP ou CV. Assegura-se ao vigilante: I . adequadamente.treinamento regular nos termos previstos nesta portaria.comunicar.porte de arma. o envolvimento de seus vigilantes.000 (cinco mil) UFIR. devidamente autorizado. ao seu superior hierárquico. em especial quanto ao armamento.cancelamento da autorização de funcionamento.advertência. IV .o recebimento de uniforme.a utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação. II . CAPÍTULO X DAS PENALIDADES Deveres Art. III . juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros documentos esclarecedores do fato. Penas aplicáveis aos Estabelecimentos Financeiros 132 . III . assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza. V . às expensas do empregador. escolta armada e segurança pessoal. probidade e denodo.Direitos Art. quaisquer incidentes ocorridos no serviço. III . V . II . o uniforme autorizado. VII . feito pelo empregador. observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores. Apuração das condutas dos vigilantes Art. 119. II . São deveres dos vigilantes: I . nas ocorrências de crimes contra o patrimônio e contra a organização do trabalho.apurar. inclusive armas e munições.utilizar.CNV.multa.a utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento. 117. não se eximindo o empregador do dever de fiscalização. As empresas de segurança privada deverão: I .prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade. IV . IV . conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . de 500 (quinhentas) a 5.seguro de vida em grupo. colete à prova de balas.portar a Carteira Nacional de Vigilante . 120. quando no exercício de suas atividades. VI .

permitir a utilização de cães que não atendam às exigências específicas previstas nesta portaria. VI . 123. CGCSP. VIII . 133 . VI . II . manter desatualizado ou utilizar irregularmente os livros de registro e controle de armas e de munições.000 (vinte mil) UFIR.Art. duzentas e cinqüenta) UFIR. para fins de controle ou fiscalização. cintos especiais e outros necessários. O estabelecimento financeiro que contrariar as normas de segurança privada ficará sujeito às seguintes penalidades. a renovação do certificado de segurança. botas. a renovação do Certificado de Vistoria. É punível com a pena de advertência a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .deixar de providenciar. VII .permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores desacompanhado de cópia do Certificado de Vistoria respectivo.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem os equipamentos de proteção individual necessários ao desempenho do trabalho em ambientes que possam causar riscos à sua incolumidade.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora das especificações.250 (um mil. sem prévia autorização do DPF.000 (mil) a 20. É punível com a pena de multa.permitir que o vigilante exerça suas atividades sem o uniforme. até 5 % (cinco por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. IV .interdição. quando solicitado pela CCASP. em seu quadro. IV . II . 134 Pena de Advertência Art. Pena de Multa CAPÍTULO XI DAS INFRAÇÕES ADMINISTRATIVAS Seção I Das Infrações cometidas pelas Empresas Especializadas e pelas que possuem Serviço Orgânico de Segurança Art. conforme a gravidade da infração e levando-se em conta a reincidência e a condição econômica do infrator: I . V .deixar de reconhecer a validade de certificado de conclusão de curso devidamente registrado pela DELESP ou CV. V .advertência. 121. de 500 (quinhentas) a 1. 122. de 1. ou equivalente.deixar de fornecer ao vigilante os componentes do uniforme ou cobrar pelo seu fornecimento. DELESP ou CV.deixar de apresentar qualquer informação ou documento. em tempo hábil. III . óculos. em tempo hábil. III . a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I .multa.reter certificado de conclusão de curso ou CNV pertencente ao vigilante.alterar seus atos constitutivos ou o modelo do uniforme dos vigilantes. VII . tais como capacetes. III . II .deixar de providenciar.permitir que o vigilante utilize o uniforme fora do serviço. na forma da legislação vigente.possuir.não possuir.

VIII . 88 desta portaria aos seus coletes à prova de balas com prazo de validade vencido. em até 05 (cinco) dias após os registros. XVI . em seu quadro. IX .deixar de devolver ao vigilante interessado. duzentas e cinqüenta e uma) a 2. ou fora do prazo de validade.deixar de encaminhar ao DPF. quando solicitada pelo interessado. XV . ou outros equipamentos.VIII . mais de 5% (cinco por cento) e menos de 20 % (vinte por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida.permitir que o vigilante exerça suas atividades com a utilização de armas. XVIII .deixar de apurar administrativamente o envolvimento do vigilante nos crimes ocorridos em serviço. IX . em até 05 (cinco) dias após o início do curso de formação ou de extensão. 136 . X . XVII .deixar de expedir a segunda via do certificado de curso de formação. para fins de registro .dar destinação diversa da prevista no art. o seu Certificado de Conclusão do Curso.permitir o tráfego de veículo especial de transporte de valores com o Certificado de Vistoria vencido.deixar de assistir. munições. Art. de 1.possuir. a 135 empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . XII .deixar de encaminhar a CTPS do vigilante à DELESP ou CV. XIII . X . É punível com a pena de multa.deixar de comunicar à DELESP ou CV a desativação temporária de veículo especial. XI . bem como a quantidade de munição utilizada. que não estejam em perfeito estado de conservação e funcionamento. jurídica e materialmente.deixar de encaminhar ao DPF. sem prévia comunicação à DELESP ou CV. para fins de registro profissional. a relação nominal e a qualificação dos concludentes.500 (duas mil e quinhentas) UFIR. 28 desta portaria.deixar de expedir e encaminhar à DELESP ou CV.deixar de efetuar as anotações e os registros devidos na CTPS do vigilante.exercer a atividade de segurança privada em unidade da Federação na qual não está autorizado.exercer quaisquer das atividades de segurança privada sem dispor do efetivo mínimo necessário de vigilantes. XII .deixar de encaminhar ao DPF.deixar de contratar o seguro de vida em grupo para o vigilante. VI . extensão ou reciclagem. como vigilante. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. II . V . coletes à prova de balas. bem como a quantidade de munição a ser utilizada. 124.alterar o local onde o veículo especial estiver operando. em desacordo com o procedimento previsto no art.deixar de promover a reciclagem do vigilante. a relação nominal e a qualificação dos candidatos matriculados. em até 05 (cinco) dias.contratar. VII . XIII . IV .251 (um mil. os certificados de conclusão de curso.a empresa de curso de formação. pessoa que não preencha os requisitos profissionais exigidos. XIV . XI . em até 24 (vinte e quatro) horas após o início do curso de reciclagem. quando devidos.proceder à desativação ou reativação do veículo especial. III .exercer atividade de segurança privada com vigilante sem vínculo empregatício. o vigilante quando em prisão por ato decorrente de serviço. em até 05 (cinco) dias após o término de cada curso. bem como a quantidade de munição a ser utilizada.não possuir sistema de comunicação ou possuí-lo com problemas de funcionamento. os exames de saúde e de aptidão psicológica.

XVIII . 154 desta portaria. XXVIII . XXII .deixar de aplicar a grade curricular. em serviço. XXVII . a qualquer título.alienar. XIX . XXV . escolta armada e segurança pessoal.utilizar veículo especial ou comum. em serviço. os exames teóricos e práticos.000 (cinco mil) UFIR. sem a autorização competente. entre 20 e 50 % (vinte e cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV ou com a CNV vencida. fluvial ou por outros meios. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . sem a guarnição mínima de vigilantes ou em irregular estado de conservação.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. conforme prescrição do art. II . contendo nome e logotipo da empresa.permitir que o vigilante utilize armamento ou munição fora do serviço. armas. sem prévia autorização do DPF. munições ou outros produtos controlados. XVII .501 (duas mil.permitir que instrutor não credenciado ministre aulas nos cursos de formação. XXI . munição ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. VII . É punível com a pena de multa. de pessoas físicas ou jurídicas não autorizadas à sua comercialização. munições ou outros produtos controlados que não sejam de sua propriedade. munições ou outros produtos controlados.utilizar em serviço armamento.XIV .utilizar veículo especial ou comum. XVI – realizar transporte de valores em desacordo com o disposto no art.guardar armas. XXIII .utilizar veículo especial de transporte de valores sem os equipamentos exigidos ou em desacordo com as normas vigentes. desprovido de um sistema de comunicação ou com sistema que apresente problemas de funcionamento.possuir. III . 138 . munições ou outros produtos controlados em local inadequado.realizar o transporte de armas ou munições sem a competente guia de autorização. fluvial ou por outros meios.exercer a atividade de transporte de valores por via aérea. de 2. ou deixar de observar as normas e as medidas de segurança necessárias. XV .permitir que o vigilante desempenhe suas funções fora dos limites do local do serviço. candidato que não preencha os requisitos necessários. 125. no mínimo. XX . IV . respeitadas as peculiaridades das atividades de transporte de valores. 02 (dois) vigilantes. VI .adquirir. armas. em seu quadro.utilizar veículos comuns sem que estejam devidamente identificados e padronizados. Art.negligenciar na guarda ou conservação de armas.promover a avaliação final do candidato que não houver concluído o curso com freqüência de 90 % (noventa por cento) da carga horária em cada disciplina. sem a presença de.deixar de atualizar mensalmente seus dados perante o DPF.matricular. VIII . munições ou outros produtos controlados. 25.deixar de informar aos órgãos de segurança o serviço a ser executado com passagem por outras Unidades da Federação.guardar armas. quinhentas e uma) a 5. extensão ou reciclagem. IX . V . XXIV . reciclagem ou extensão de vigilantes. previstos nos anexos desta portaria.promover a aprovação do candidato que não obtiver o índice mínimo de aproveitamento de 50 % (cinqüenta por cento) em cada disciplina. a qualquer título. 137 XXVI . e a carga de tiro mínima. em curso de formação.

XXI .utilizar vigilante desarmado ou sem coletes à prova de balas em estabelecimentos financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário. 125. dentro do prazo de cumprimento da pena.utilizar veículos comuns. XVIII . mediante lavratura de termo de fiel depositário. XVI .possuir. as irregularidades apontadas no processo administrativo que deu origem à punição.deixar de comunicar furto. ou em desacordo com as regras de segurança necessárias. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração.transferir a posse ou propriedade de veículo especial à empresa que não possua autorização para atuar na atividade de transporte de valores.impedir ou dificultar o acesso dos policiais da DELESP ou CV às suas dependências e instalações.dar outra destinação às armas e munições adquirida para fins de formação.incluir estrangeiro na constituição societária ou na administração da empresa. a pena de proibição temporária de funcionamento poderá ser convertida na pena de multa. XII . por alunos e instrutores. no prazo de 05 (cinco) dias. II . III . É punível com a pena de proibição temporária de funcionamento. a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . e antes do trânsito em julgado da decisão. roubo. XXIII . a transferência da posse ou da propriedade de veículo especial de transporte de valores. bem como deixar de adotar as providências referidas no § 1º do art. como sócio ou administrador. ou em serviço de transporte de valores. permanecendo. pelo período que durar a proibição. 126. XVII . XI .ter na constituição societária.executar ou contribuir. para as empresas que exerçam a atividade de transporte de valores. para o exercício da atividade de segurança privada não autorizada. munições. § 1º No caso de aplicação da pena de proibição temporária de funcionamento. 33 desta portaria.executar atividade de segurança privada em desacordo com a autorização expedida pelo DPF. quando em fiscalização. sem amparo legal. munições e coletes à prova de balas de sua propriedade. reciclagem ou extensão de vigilantes fora das dependências autorizadas da empresa.deixar de comunicar à DELESP ou CV.não possuir pelo menos 02 (dois) veículos especiais em condições de tráfego.declarar fato inverídico ou omitir fato verdadeiro ao DPF. coletes à prova de balas e os veículos especiais deverão ser lacrados pela DELESP ou CV. 51 e 74. XIX . ou com a CNV vencida. Pena de Cancelamento da Autorização de Funcionamento 140 . Pena de Proibição Temporária de Funcionamento Art. § 3º Se a empresa temporariamente proibida de funcionar não sanar. as armas. em seu quadro. mais de 50 % (cinqüenta por cento) de vigilantes sem CNV. extravio ou a recuperação de armas. excetuando-se as hipóteses dos arts. em poder da empresa.permitir a realização de cursos de formação. em desacordo com o art.continuar funcionando durante o período de proibição temporária de funcionamento. destinados à atividade de escolta armada. XIII . reciclagem ou extensão dos vigilantes ou para o exercício da atividade de segurança privada autorizada. de armas ou munições que não sejam de sua propriedade. no valor máximo previsto no art. de qualquer forma. desta portaria.permitir a utilização. XV . que variará entre 03 (três) e 30 (trinta) dias. 139 XXII . será instaurado o competente processo de cancelamento da autorização de funcionamento. pessoas que tenham condenação criminal registrada. no prazo de 24 (vinte e quatro) horas da ocorrência. XIV . parágrafo único. XX . 93 desta portaria.X . ao DPF.

11 desta portaria. procedendo-se ao registro no SINARM. a empresa de segurança privada poderá requerer nova autorização de funcionamento.Art. XXIII. encerrar suas atividades. nos prazos previstos nos arts. e à Secretaria de Segurança Pública. coletes à prova de balas e veículos especiais. nos termos do art. VI . V . se. se quiserem.000 (cem mil) UFIR. 128. no valor máximo previsto no art. e não regularizar a situação após 30 (trinta) dias. 129. II .deixar de comprovar. hipótese em que o prazo será de 05 (cinco) anos. Seção II Das infrações cometidas pelos Estabelecimentos Financeiros que realizam guarda de valores ou movimentação de numerário 142 . 125. as armas. às Receitas Federal. § 1º No caso de serem constatadas irregularidades quando da análise de processo de revisão de autorização de funcionamento.deixar de possuir quaisquer outros requisitos para o seu funcionamento. VII . 4º. contados do trânsito em julgado da decisão. conforme aprovado pelo certificado de segurança. § 4º As empresas terão o prazo previsto no § 3° para. § 2º. § 5º Com o trânsito em julgado da pena de cancelamento. IV . alienar suas armas.ter sido penalizado pela prática da infração prevista no art. a pena de cancelamento poderá ser convertida na pena de multa. § 1º e 14. § 2º Na hipótese de regularização após a lavratura do auto de infração. munições. exceto se tiver sofrido a pena por exercer atos ilícitos. a DELESP ou CV oficiará à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. 125. a contratação do efetivo mínimo de vigilantes. contrárias. após o quê serão encaminhados ao Comando do Exército para destruição.102/83 e 120 desta Portaria. fundamentadamente. § 6º Transcorridos 180 (cento e oitenta) dias da publicação da portaria de cancelamento da autorização de funcionamento. conforme previsto no art.deixar de sanar. nocivas ou perigosas ao bem público e à segurança do Estado e da coletividade. É punível com a pena de cancelamento da autorização de funcionamento a empresa especializada e a que possui serviço orgânico de segurança que realizar qualquer das seguintes condutas: I . VIII . comunicando o cancelamento. 85 desta portaria. necessário à atividade autorizada. a empresa autuada desejar solucionar a irregularidade. Art. contados do trânsito em julgado da decisão administrativa de cancelamento de autorização. nocivos ou perigosos ao bem público do Estado e da coletividade. deverá fazê-lo por meio da apresentação de novo requerimento de revisão. 23 da Lei n° 7. III .seus objetivos ou circunstâncias relevantes indicarem a prática de atividades ilícitas. Estadual e Municipal.possuir capital social integralizado inferior a 100. Art. Aplicar-se-á o disposto no § 3º do artigo anterior às empresas especializadas e às que possuem serviço orgânico que pretenderem.deixar de possuir instalações físicas adequadas à atividade autorizada. munições e coletes à prova de balas serão arrecadados e permanecerão custodiados na DELESP ou CV pelo prazo de 90 (noventa) dias. espontaneamente. as irregularidades que ensejaram a proibição temporária de funcionamento. 127.a contumácia. e antes do trânsito em julgado da decisão. dentro do prazo de cumprimento da pena. após a lavratura do auto de infração correspondente. contando-se o prazo de 90 (noventa) dias a partir da publicação da portaria de cancelamento de autorização. contrários. 141 § 3º Nos casos de cancelamento de autorização para funcionamento das empresas especializadas e das que possuem serviço orgânico de segurança. devendo ser observado o procedimento previsto no art. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos.

dispor de um sistema de alarme que não atenda aos critérios de rapidez e segurança. captadas e gravadas pelo circuito interno de TV. implicará a conversão da pena de interdição na pena de multa prevista no art.impedir ou dificultar o acesso de Policiais Federais às suas instalações. ou usar de meios para procrastinar o seu cumprimento. Art. ensejará o prosseguimento do processo punitivo.promover o transporte de numerário. quando em fiscalização. injustificadamente. e. a pena de interdição. IV . Art.102/83 e 121 desta Portaria. 132 desta portaria. quando solicitadas em até 30 (trinta) dias da ocorrência de qualquer ação criminosa havida no interior do estabelecimento financeiro. III .000 (mil) a 10.000 (vinte mil) UFIR. É punível com a pena de interdição o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: Pena de Multa I .000 (dez mil) UFIR. § 1º Após a lavratura do auto de infração correspondente. se aprovado. 133. notificandose o responsável e cientificando-se o Banco Central do Brasil. com trânsito em julgado. .permitir que o vigilante realize atividades diversas da vigilância patrimonial ou transporte de valores. III .deixar de atender à notificação para apresentar as imagens de vídeo. de 1. o processo punitivo instaurado será sobrestado até a decisão final do novo plano apresentado que. III . se reprovado. É punível com a pena de multa. 131. 130. o cumprimento de notificação da DELESP ou CV.deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os veículos especiais de sua posse ou propriedade. o estabelecimento financeiro que desejar solucionar a irregularidade deverá fazêlo por meio da apresentação de novo plano de segurança. IV .deixar de comunicar à DELESP ou CV o encerramento de suas atividades. Pena de Interdição Art.não obter a aprovação do plano de segurança apresentado. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . É punível com a pena de multa. § 3º No caso de ser aplicada. 143 144 II .funcionar sem plano de segurança aprovado. Os casos não previstos nesta seção serão analisados e decididos. II .deixar de comunicar à DELESP ou CV quaisquer irregularidades ocorridas com os vigilantes que prestam serviço nas suas instalações. 132. conforme o caso.Pena de Advertência Art.permitir o funcionamento do estabelecimento financeiro com desacordo do plano de segurança aprovado. II . conforme previsto no plano de segurança aprovado.dispor de vigilantes no estabelecimento financeiro em número insuficiente ao mínimo necessário. de 10. fundamentadamente. II . o estabelecimento financeiro será devidamente lacrado. bens ou valores em desacordo com a legislação. nos termos do art. 63 desta portaria. o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . § 2º Na hipótese do § 1°.retardar. 7º da Lei n° 7.deixar de apresentar o plano de segurança no prazo regulamentar.001 (dez mil e um) a 20. Art. ou III . É punível com a pena de advertência o estabelecimento financeiro que realizar qualquer das seguintes condutas: I . conforme previsto no art. 134.

136. A reincidência.impedir ou dificultar. § 2º No caso de infrações puníveis com a pena de advertência. São consideradas circunstâncias agravantes. ainda durante as diligências. 138. Transcorridos 05 (cinco) anos do trânsito em julgado da última punição. Circunstâncias agravantes Art.deixar de proceder de forma ética perante as unidades de controle e fiscalização do DPF. II . ocorridas durante o período de 01 (um) ano. aplicar-se-á a pena prevista no art. II . enquanto a reincidência específica implicará o aumento de metade da pena aplicada. e genérica quando tipificadas em dispositivos diversos. § 1º Considera-se específica a reincidência quando as infrações anteriores e posterior tiverem a mesma tipificação legal. da infração. por cada estabelecimento financeiro infrator.a condição econômica do infrator. III .corrigir as irregularidades constatadas ou iniciar de forma efetiva a sua correção. III .Seção III Das Disposições Comuns Reincidência Art. a reincidência será determinada. 137. Considera-se contumácia a prática de 03 (três) ou mais transgressões específicas. intencionalmente. São consideradas circunstâncias atenuantes: I .a primariedade. caracteriza-se pelo cometimento de nova infração depois de transitar em julgado a decisão administrativa que impôs pena em virtude do cometimento de infração anterior. Dosimetria da pena de multa Art.as conseqüências. Na fixação da pena de multa. individualmente. II .omitir. § 3º No caso de infrações puníveis com a pena de multa. a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. § 4º No caso de infrações cometidas pelas instituições financeiras. a depender do ente infrator.a gravidade da conduta. 139. ainda que potenciais. ou 05 (cinco) genéricas. 135. 145 Art. a reincidência genérica implicará o aumento de 1/3 (um terço). por qualquer meio. eficientemente.colaborar. genérica ou específica. CAPÍTULO XII DO AUTO DE INFRAÇÃO 146 . III . 140. quando não constituírem infração: I . Contumácia Circunstâncias atenuantes Art. serão consideradas: I . com a ação fiscalizadora da DELESP ou CV. Art. a empresa de segurança privada não mais se sujeitará aos efeitos da reincidência. dado ou documento de relevância para o completo esclarecimento da irregularidade em apuração. 123 ou 129 desta portaria. havendo reincidência genérica ou específica.

Art. 147 II .873. com ou sem a sua apresentação. observar-se-ão os prazos prescricionais previstos na Lei nº. 9.Art. Art. iniciando-se: I . tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. Para os fins deste capítulo. nas que possuem serviço orgânico de segurança e nos estabelecimentos financeiros. de uma via do auto lavrado. Art. realizar fotografias. ouvida a CCASP. ao endereço da autuada. Parágrafo único. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. ou III . O Auto de Constatação de Infração e Notificação iniciará o processo administrativo punitivo. a DELESP ou CV poderá arrecadar os materiais utilizados. a DELESP ou CV lavrará o respectivo Auto de Constatação de Infração e Notificação contendo data. 145. Parágrafo único. CAPÍTULO XIII DA EXECUÇÃO NÃO AUTORIZADA DAS ATIVIDADES DE SEGURANÇA PRIVADA 148 . Para fins de prova da infração. contados da publicação da portaria punitiva no D.de ofício. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. 142. 143. Parágrafo único.O. Parágrafo único. das entidades de classe ou dos órgãos de segurança pública. mediante aviso de recebimento. cancelamento da autorização de funcionamento ou interdição de estabelecimento financeiro. de qualquer sócio ou empregado da autuada.mediante solicitação da CGCSP.U. a qualquer tempo ou por ocasião dos requerimentos apresentados pelas empresas especializadas. Parágrafo único. A CGCSP enviará o processo administrativo punitivo à apreciação do Diretor-Executivo.O. em que serão assegurados ao autuado a ampla defesa e o contraditório. ressaltando-se que em caso de concurso material de infrações será lavrado um ACI para cada infração constatada. a DELESP ou CV elaborará parecer conclusivo e encaminhará o processo administrativo punitivo à CGCSP.por qualquer outro meio hábil. concedendo o prazo de 10 (dez) dias. Parágrafo único. II . Da decisão do Diretor-Geral caberá recurso ao Ministro da Justiça no prazo de 10 (dez) dias. Da decisão do Diretor-Executivo caberá recurso ao DiretorGeral no prazo de 10 (dez) dias.U. hora. qualificação dos vigilantes e outras circunstâncias relevantes. cuja decisão será publicada no D. mediante recibo.pelo envio de cópia do auto. ininterruptos. A notificação de que trata o caput poderá ser realizada: I . pelas que possuem serviço orgânico de segurança ou pelos estabelecimentos financeiros. de 23/11/1999. Art. III .mediante representação. inclusive armas. 147. A DELESP ou CV realizará fiscalizações nas empresas especializadas. Art.por meio da ciência. que assegure a certeza da ciência do ato por parte da autuada. Após o prazo da defesa. para a apresentação de defesa escrita. contados da sua publicação no D. propondo a aplicação da pena ou o seu arquivamento. no próprio auto. havendo suspeita da prática de infrações administrativas. local e descrição do fato. 146.O. A DELESP ou CV notificará o autuado através da entrega. 141. Constatada a prática de infração administrativa. indicando o dispositivo normativo infringido. munições e coletes à prova de balas. O recurso de que trata o caput somente terá efeito suspensivo quando se tratar de aplicação das penas de proibição temporária de funcionamento. 144. Art.U. assim como realizar outras diligências que se fizerem necessárias.

consignando o prazo de 10 (dez) dias para a apresentação de defesa escrita. de que poderá ser igualmente responsabilizado caso contribua.a não utilização de nome de fantasia. § 2º Findo o prazo previsto para a apresentação da defesa. de transporte de valores. § 1º No caso de constatação de serviços não autorizados. Nas empresas especializadas constituídas sob a forma de sociedades anônimas de capital fechado. o tomador dos serviços. a DELESP ou CV decidirá fundamentadamente sobre o encerramento das atividades. As empresas e profissionais que não realizem atividades típicas de segurança privada não são disciplinados por esta portaria. comunicando o encerramento. a DELESP ou CV: I .comunicar à CGCSP. II . em caso de recalcitrância. no prazo de 10 (dez) dias. III . para a prática de infrações penais possivelmente praticadas pelo contratado. II . Art. instruindo-se o procedimento com os documentos que comprovem os requisitos exigidos nesta portaria para os administradores da empresa de segurança privada. A execução não autorizada das atividades de segurança privada por pessoa física ou jurídica.a não utilização de termos de uso exclusivo pelas instituições militares ou órgãos de segurança pública. 151. através de qualquer forma. Estadual e Municipal. implicará a lavratura do auto de encerramento respectivo. entregando cópia do auto respectivo. podendo realizar fotografias. nocivos ou perigosos ao bem público. cientificando o autuado após a decisão final. tomar depoimentos de testemunhas ou vigilantes. o procedimento instaurado será arquivado. 152. III .notificará. os requisitos exigidos aos sócios para a autorização e revisão da autorização de funcionamento somente deverão ser observados pelas pessoas físicas que participam da administração da companhia. de escolta armada e de segurança pessoal poderão ser executadas por uma mesma empresa. desde que devidamente autorizada em cada uma destas atividades. 149 CAPÍTULO XIV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. As atividades de vigilância patrimonial. § 5º Se a decisão do processo não reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. III . Art. 148. e à Secretaria de Segurança Pública.notificará o responsável pela atividade. arrecadar as armas e munições utilizadas. bem como realizar outras diligências que se fizerem necessárias. § 3º Da decisão de que trata o parágrafo anterior. § 1º As modificações na composição da administração da companhia deverão ser comunicadas no prazo de até 5 (cinco) dias ao DPF. 149.oficiar aos contratantes da empresa encerrada. à Junta Comercial ou Cartório de Registro das Pessoas Jurídicas. Sociedades anônimas de capital fechado Art.a não utilização de firma ou razão social idêntica ou similar a uma outra já autorizada. ainda. notificando o autuado. IV . deverá a DELESP ou CV: I . às Receitas Federal.Art. à segurança do Estado e à coletividade.instaurar o procedimento penal cabível. entregando cópia do auto de encerramento e dos autos de arrecadação lavrados. caso haja.a não utilização de termos contrários. caberá recurso ao Superintendente Regional. 150 . § 4º Transitada em julgado a decisão administrativa que reconhecer a atividade como sendo de segurança privada não autorizada. para fins de prova. II . 150. de qualquer modo. observando-se: I . A empresa especializada nas atividades de segurança privada adotará firma ou razão social.deverá.

Os procedimentos previstos nesta portaria observarão as formas e os meios disciplinados em normatização específica do DPF.U. conforme disponibilizado no endereço eletrônico do Departamento de Polícia Federal (www. Constatada a falta ou imprestabilidade de qualquer documento. de 25/10/95.001 Operação do Policiamento Federal. 159. no caso de multas. Sócios pessoas jurídicas Art. Decorrido o prazo estabelecido no "caput" deste artigo sem que tenha havido o atendimento integral e tempestivo da notificação. n. de 30 de março de 1995 e. o processo administrativo será arquivado. caso existam. que poderá. Ficam revogadas as Portarias nº. Art. 154. V .129. Multas e taxas Art. 992. apresentando mensalmente ao DPF: I . Parágrafo único. junto à Imprensa Nacional.056. às expensas do requerente. dando-se ciência ao interessado.017. n. Os casos omissos serão resolvidos pela CGCSP e submetidos à aprovação do Diretor-Executivo. para obtenção da autorização e revisão da autorização de funcionamento. 151 Art. apresentar novo requerimento.relação de armas. 157.2081. e n. de 24 de novembro de 1983.º 1.O. no Programa de Trabalho 06. 158. 160.gov. de 18/08/2000. Os emolumentos mencionados no artigo anterior serão recolhidos em moeda corrente nacional. PAULO FERNANDO DA COSTA LACERDA . contados da ciência da notificação.º 76.dpf. de acordo com os valores estabelecidos nos arts. a serem consignados no Orçamento do DPF. a qualquer tempo. As empresas especializadas e as que possuem serviço orgânico de segurança deverão manter atualizados seus dados. munições e coletes à prova de balas. § 3º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança.§ 2º As empresas de que trata este artigo.relação dos postos de serviço. 9.0174.º 836.º 277. Todos os atos administrativos que necessitarem de publicação em D. Art. Prestação de informações Art.br). de 15/12/1995. Processos administrativos em geral Art. § 1º Os titulares das pessoas jurídicas sócias das empresas de segurança privada. § 2º O disposto neste artigo não se aplica às empresas que possuem serviço orgânico de segurança. de 13/04/98. de 03/03/2005.º 89. 155. deverão preencher os mesmos requisitos dos sócios destas. As multas e taxas decorrentes da atividade de fiscalização das empresas de segurança privada constituirão recursos diretamente arrecadados na Fonte 150 (cento e cinqüenta). n. Art. 161.relação dos empregados contratados e dispensados. Art. deverão comprovar a nacionalidade brasileira de todos os seus acionistas. 156. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação oficial. II . III . 162. 14 e 40 do Decreto n.Diretor-Geral 152 . deverão ser precedidos de recolhimento do preço público correspondente às despesas. As empresas de segurança privada poderão ter pessoas jurídicas como sócios. com o(s) valor(es) mencionado(s) na Tabela do Anexo da Lei nº. 153. através da Guia de Recolhimento da União – GRU. IV .relação de veículos comuns e especiais. o interessado será notificado a cumprir as exigências no prazo de 30 (trinta) dias. Art.relação de todos os seus estabelecimentos.030.

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