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Caderno de Exercícios - Direito Constitucional II

Caderno de Exercícios - Direito Constitucional II

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Direito Constitucional II

Expediente
Curso de Direito – Coletânea de Exercícios Coordenação Nacional do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá Coordenação do Projeto Núcleo de Qualificação e Apoio Didático-Pedagógico Presidente: Professor Sérgio Cavalieri Filho Coordenação Pedagógica Prof.ª Tereza Moura Prof. Marcelo Machado Lima Organização da Coletânea Professores da disciplina, sob a coordenação do Prof. Francisco de Assis Maciel Tavares

permitindo o exercício constante da pesquisa. entendemos que não é papel do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá tão-somente oferecer conteúdos de bom nível. Ela contempla a solução de uma série de casos práticos a serem desenvolvidos pelo aluno. com vistas a desenvolver o raciocínio jurídico. melhorar a qualidade do ensino oferecido. bem como a discussão de suas aplicações. terá subsídios para enfrentar e solucionar cada caso proposto. Desta forma. mas pesquisar de maneira disciplinada. conseqüentemente. críticos e reflexivos. O mais importante não é encontrar a solução correta. apresentamos a Coletânea de Exercícios. instrumento fundamental da Metodologia do Caso Concreto. O objetivo é preparar os alunos para a busca de resoluções criativas a partir do conhecimento acumulado. aplicada em nosso Curso de Direito. é centrada na articulação entre teoria e prática.Caro Aluno A Metodologia do Caso Concreto. . Como regra primeira. acreditamos ser possível tornar as aulas mais interativas e. Para alcançarmos esse propósito. com auxílio do professor. Na formação dos futuros profissionais. a análise de conceitos. de forma a adquirir conhecimento sobre o tema. A excelência do curso será atingida no momento em que possamos formar profissionais autônomos. Desta forma. com a sustentação por meio de argumentos coerentes e consistentes. é necessário que o aluno adquira o costume de estudar previamente o conteúdo que será ministrado pelo professor em sala de aula. Ela abarca o estudo interdisciplinar dos vários ramos do Direito.

per si. a partir de um pré-entendimento acerca do tema abordado. sendo que a cada uma delas chamaremos de “Semana”. um terceiro motivo a ser mencionado. consideramos imprescindível que. conseqüentemente. na segunda. criando um ambiente acadêmico mais rico e exitoso. e tendo como referência o seu futuro profissional. ainda. sucessivamente. suficientes para a resolução das questões práticas a ele confiadas. com a Semana nº 2. enfrentar situações nas quais os seus conhecimentos teóricos acumulados não serão. Na primeira semana de aula. proporcionando-lhe maior grau de independência intelectual. O período letivo semestral do nosso curso possui 22 semanas. Além desse. Há. por conseqüência. no universo jurídico – exigem do profissional do Direito.A tentativa de solucionar os casos em momento anterior à aula expositiva aumenta consideravelmente a capacidade de compreensão do discente. terá melhores condições de não só consolidar seus conhecimentos. mas também dialogar de forma coerente e madura com o professor. assim. o professor ministrará o conteúdo condizente com a Semana nº 1. e. Um segundo a ser ressaltado é o de que o método estimula o desenvolvimento da capacidade investigativa do aluno. As constantes mudanças no mundo do conhecimento – e. desde cedo. por exemplo. desenvolva hábitos que aumentem sua potencialidade intelectual e emocional para se relacionar com essa realidade. E isto é proporcionado pela Metodologia do Estudo de Casos. Este. há outros motivos para a adoção desta Coletânea. No que se refere à concepção formal do presente material. Neste sentido. incentivando-o à pesquisa e. O fato de termos dividido o programa da disciplina em . no exercício de suas atividades. esclarecemos que o conteúdo programático da disciplina a ser ministrada durante o período foi subdividido em 15 partes.

Bom trabalho.15 partes não foi por acaso. Coordenação Geral do Curso de Direito . Isto porque o nosso projeto pedagógico reconhece a importância de destinar um tempo extra a ser utilizado pelo professor – e a seu critério – nas situações na qual este perceba a necessidade de enfatizar de forma mais intensa uma determinada parte do programa. Lembre-se: na vida acadêmica. o desempenho e os resultados obtidos pelo aluno nessa disciplina estão intimamente relacionados ao esforço despendido por ele na realização das tarefas solicitadas. como se mostra mais nítida a interseção entre os campos da teoria e da prática no Direito. em conformidade com as orientações do professor. Hoje. não há milagres. mas. Recente convênio firmado entre as Instituições que figuram nas páginas iniciais deste Caderno permitiu a colaboração dos respectivos docentes na feitura deste material. A certeza que nos acompanha é a de que não apenas tornamos as aulas mais interativas e dialógicas. há estudo com perseverança e determinação. Por todas essas razões. A aquisição do hábito do estudo perene e perseverante não apenas o levará a obter alta performance no decorrer do seu curso. como também potencializará suas habilidades e competências para um aprendizado mais denso e profundo pelo resto de sua vida. disponibilizado aos alunos. seja por ter observado na turma um nível insuficiente de compreensão. Levou-se em consideração não somente as aulas que são destinadas à aplicação das avaliações ou os eventuais feriados. as necessidades pedagógicas de cada professor. principalmente. que agora chega a outras localidades do Brasil. é possível observar o resultado positivo deste trabalho. após a implantação da metodologia em todo o curso no Estado do Rio de Janeiro. seja por sua complexidade. por intermédio das Coletâneas de Exercícios.

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com o professor. 6. bem como o aperfeiçoamento dos mesmos. necessariamente. A entrega tempestiva dos trabalhos será obrigatória. o aluno deverá entregar o conteúdo do trabalho relativo às aulas já ministradas. organizado de forma cronológica. anexando os originais rubricados pelo professor.Procedimentos para Utilização das Coletâneas de Exercícios 1. 2. O aluno deverá desenvolver pesquisa prévia sobre os temas objeto de estudo de cada semana. independentemente do comparecimento do aluno às provas. o aluno deverá aperfeiçoar o seu trabalho. a doutrina e a jurisprudência. devidamente identificado. citações de doutrina e/ou jurisprudência pertinentes aos casos. utilizando. 5. para atribuição de pontuação (zero a dois). que será somada à que for atribuída à AV1 e à AV2 (zero a oito). 3. Após a discussão e solução dos casos em sala de aula. para efeito de lançamento dos graus respectivos (zero a dois). por meio da resolução dos casos. Até o dia da AV1 e da AV2. preparando-se para debates em sala de aula. A pontuação relativa à Coletânea de Exercícios na AV3 (zero a dois) será a média aritmética entre os graus atri- . Antes do início de cada aula. envolvendo a legislação. e apresentar soluções. o aluno depositará sobre a mesa do professor o material relativo aos casos pesquisados e pré-resolvidos para que o docente rubrique e devolva no início da própria aula. 4. respectivamente. em pasta ou envelope.

Procedimentos para Utilização das Coletâneas de Exercícios buídos aos exercícios apresentados até a AV1 e a AV2 (zero a dois). no mínimo. As AV1. 7. três questões baseadas nos casos constantes da Coletânea de Exercícios. Coordenação Geral do Curso de Direito . AV2 e AV3 valerão até oito pontos e conterão.

Sumário Semana 1 Organização do Estado brasileiro Semana 2 Repartição de Competências Semana 3 Repartição de Competências – continuação Semana 4 Repartição de Competências – continuação Semana 5 Organização do Estado brasileiro Semana 6 Organização do Estado brasileiro – continuação Semana 7 Defesa do Estado e das Instituições democráticas – Forças Armadas e segurança pública Semana 8 Poder Legislativo Semana 9 Poder Legislativo – continuação Semana 10 Processo Legislativo – continuação .

Imunidade Semana 15 Ordem econômica e financeira 10 .Sumário Semana 11 Processo Legislativo – continuação Semana 12 Poder Executivo Semana 13 Ministério Público Semana 14 Advocacia.

pesquisar a jurisprudência do STF. 34 da Constituição da República de 1988? CASO 2 Tema: Criação. devidamente aprovado pela Câmara Municipal. Lumen Juris: Rio de Janeiro. é princípio constitucional sensível. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. Encontraria amparo constitucional a tese do prefeito. 2006. do art. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. que o plano diretor. Atlas: São Paulo. Sob o argumento de que o dispositivo da Constituição estadual seria inconstitucional. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. Ed. Ed. CASO 1 Tema: Autonomia dos Entes Federativos A Constituição do Estado do Amapá estabelece. Moraes.br. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Manoel Jorge e. 10.Direito Constitucional II Semana 1 Organização do Estado brasileiro. no caput do art. conforme previsão constante no inciso VII. 182. determinado prefeito de um município que se enquadrava na hipótese prevista no dispositivo da Constituição estadual formula-lhe consulta sobre a validade daquela norma. fusão e o desmembramento de municípios 11 . 2003. 195. instrumento básico da política de desenvolvimento econômico e social e de expansão urbana. Para a resolução dos casos. faça. Alexandre de. tudo sob o argumento de possível afronta à autonomia municipal assegurada pelo art. alínea c. § 1º. inicialmente. deveria ser obrigatoriamente observado pelos municípios com mais de cinco mil habitantes. inclusive. incorporação. a leitura dos capítulos 9.stf. da Constituição da República de 1988? O art. se observado o disposto no art. que.gov. e os Informativos do STF – www. 195 da Constituição do Estado do Amapá realmente afronta a autonomia municipal. 18 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Silva e Neto.

10. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. 18 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Indaga-se: a) Pesquisas de opinião. Ed. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. abaixo-assinados e declarações de organizações comunitárias. Moraes. 2003. Cabe ressaltar que o desmembramento fez-se por lei estadual. Ed. favoráveis à criação. faça.Coletânea de Exercícios Em outubro de 1996. uma vez que a Emenda Constitucional nº 15/96 revestiu o mencionado parágrafo de eficácia limitada. Lumen Juris: Rio de Janeiro. indispensável ao pretendido desmembramento? c) Como a questão do desmembramento deveria ser enfrentada à luz da eficácia e da aplicabilidade da norma contida no § 4º do art. anseio constatado através de pesquisa de opinião. 12 . são capazes de suprir os requisitos constitucionais de validação do ato? b) Como deveria ocorrer a manifestação popular como forma de democracia participativa. Silva e Neto. dependente de complementação infraconstitucional. determinado município teve seus limites territoriais redefinidos em decorrência do desmembramento de parte do seu território. atendendo aos requisitos previstos em Lei Complementar estadual. Alexandre de. 2006. que foi incorporada ao território do município limítrofe. O processo de desmembramento deu-se amparado na redação originária do parágrafo 4º do art. 18 da Constituição da República? Semana 2 Repartição de Competências. Manoel Jorge e. à incorporação ou ao desmembramento de município. A alteração deu-se em atenção ao clamor da população do município que sofreu o desmembramento. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. A validade do desmembramento foi questionada perante o Supremo Tribunal Federal. Atlas: São Paulo. vários abaixo-assinados e declarações de associações comunitárias. a leitura dos capítulos 9. inicialmente.

stf. o tempo máximo de espera em fila.gov. 13 . mas. Em síntese.Direito Constitucional II Para a resolução dos casos. sim. CASO 1 Tema: Repartição de competências Lei municipal determinou tempo máximo de espera em fila para atendimento em agência bancária. assim como na jurisprudência do STF. uma vez que não está sendo disciplinado o horário de funcionamento dos bancos. pesquisar a jurisprudência do STF. inciso I. alega a instituição financeira que o tempo de atendimento ao cliente das agências bancárias. e os Informativos do STF – www. um banco impetrou Mandado de Segurança preventivo contra atos do Prefeito e do Coordenador do Procon do Município. assim como aquela referente ao horário de funcionamento dos estabelecimentos bancários. estaria correta a tese defensiva do Prefeito e do Coordenador do Procon local? CASO 2 Tema: Repartição de competências O Governador de determinado Estado da federação apresentou projeto de lei que tem por escopo limitar em R$ 3. correntista ou não. O projeto converteuse em lei. Inconformado. independente do tempo de utilização pelos usuários dos espaços destinados à guarda dos veículos. defendendo a possibilidade de legislação municipal versar sobre o tema. 30.00 (três reais) a cobrança de estacionamentos em shopping. objetivando que suas agências e seus postos de serviços bancários sejam desobrigados do cumprimento das exigências impostas pela Lei Municipal. é também matéria suscetível de ser disciplinada por legislação federal. o Prefeito e o Coordenador do Procon local asseguram inexistir usurpação de competência por parte do Município.br. da Carta da República. Nos autos da ação constitucional. Indaga-se: a) Qual o princípio que norteia a repartição de competências dentro de um Estado Federal? b) Com base no princípio apontado. estando a norma dentro da órbita do art. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”.

Manoel Jorge e. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. a leitura dos capítulos 9. Para a resolução do caso. Alexandre de. Lumen Juris: Rio de Janeiro. do Estado de Santa Catarina. Ed. 2003.stf. Silva e Neto. 10. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. Ed. nas hipóteses que menciona.br. podemos afirmar que referida a Lei estadual compatibiliza-se formalmente com a CRFB/88? 14 . Atlas: São Paulo. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. Moraes. e os Informativos do STF – www. a Associação dos Administradores de Shopping afora a medida judicial cabível no sentido de assegurar a livre estipulação de valores e cobrança pela utilização dos espaços destinados à guarda de veículos nestes estabelecimentos comerciais. pesquisar a jurisprudência do STF. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”.Coletânea de Exercícios Indignada com a edição da lei. Indaga-se: a) Quais as matérias objeto da questão? b) A quem caberia legislar sobre as matérias apontadas? Semana 3 Repartição de Competências – continuação. faça. inicialmente. À luz do critério e da técnica empregados pelo legislador constituinte originário para partilhar as competências entre os Entes da Federação. CASO 1 Tema: Repartição de competências A Lei nº 11.387/2000.gov. 2006. e o faz alicerçando sua tese na possível usurpação de competência pela lei estadual. por achá-la inconstitucional. os motoristas infratores da lei de trânsito. isenta do pagamento de multas.

Manoel Jorge e. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. ipsis litteris. Atlas: São Paulo. Lumen Juris: Rio de Janeiro. 31 da CRFB/88. a leitura dos capítulos 9.Direito Constitucional II Semana 4 Repartição de Competências – continuação. Julgada procedente a Representação no âmbito do Tribunal de Justiça. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. § 4º. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. faça. pesquisar a jurisprudência do STF. o Prefeito do referido Município interpôs recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal. e os Informativos do STF – www. 2003. que reproduzia. Ed. Silva e Neto. 31. CASO 1 Tema: Repartição de competência e Tribunais de Contas municipais Entendendo que a norma contida no art. por ferir de morte o princípio da isonomia entre os Entes da Federação. da CRFB/88 é inconstitucional.br. criado em 1992. Moraes. o Governador do Estado de Minas Gerais ajuizou Representação de Inconstitucionalidade para impugná-la perante a Carta Estadual.gov. Deveria a Corte Constitucional ratificar a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais? 15 . resolveu inserir no texto de sua Lei Orgânica normas sobre o seu próprio Tribunal de Contas. 10. no art. 31. inicialmente. e por constatar que há. Para a resolução do caso. § 1º. Alexandre de. Ed. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. da mesma Carta Política referência expressa aos Tribunais de Contas municipais. a fim de suscitar a manifestação daquela Corte sobre a validade da norma de sua Lei Orgânica. 2006. Alegando inconstitucionalidade da referida disposição normativa. a íntegra do art.stf. a Câmara de Vereadores de um determinado município mineiro.

principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. a leitura dos capítulos 9. dentre outras determinações. inicialmente. A tese do Governador tem procedência? CASO 2 Tema: Intervenção federal Diante da total falência do sistema de saúde no Município do Rio de Janeiro. autoriza. o Presidente da República decide não lançar mão da extraordinária prerrogativa de decretar a intervenção federal (CRFB. pesquisar a jurisprudência do STF.gov. serviços e servidores afetos a hospitais do Município ou sob sua gestão. Silva e Neto. Alexandre de. 2003. 10. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional.br. art. II).080/90. e. nos termos do inciso XIII do art. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. dos bens. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. pelo Ministro da Saúde. Para a resolução dos casos. o que autorizaria o Tribunal a ordenar a decretação da medida. o que motiva o Governador do Estado prejudicado a impetrar Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal. Após tomar ciência do fato. e os Informativos do STF – www. 2006. Atlas: São Paulo. Entende o chefe do Poder Executivo estadual que a abstenção presidencial quanto à concretização da intervenção aflige o vínculo federativo e a integridade do território nacional. um deles decide incorporar a parte do território que cabia ao outro.stf. o Presidente da República editou Decreto declarando o estado de calamidade pública do setor hospitalar do Sistema Único de Saúde – SUS. 16 . a requisição. Ed. Manoel Jorge e. faça. CASO 1 Tema: Intervenção federal Diante do impasse quanto à criação de um município em área disputada por Estados-membros. Moraes. 34.Coletânea de Exercícios Semana 5 Organização do Estado brasileiro. Ed. Lumen Juris: Rio de Janeiro. 15 da Lei nº 8.

em seu âmbito administrativo. inicialmente. de calamidade pública ou de irrupção de epidemias. o Governo Federal aponta possível equívoco na posição do Governo local. Ed.stf. Com base na jurisprudência do STF. a leitura dos capítulos 9. o Prefeito do Rio de Janeiro manifestou-se argüindo a inconstitucionalidade da medida. 17 . as seguintes atribuições: . faça. Ed. Semana 6 Organização do Estado brasileiro – continuação. 10. sustentando que apenas se aplicou o disposto na Lei nº 8. sendo-lhes assegurada justa indenização. Por outro lado. A União. Lumen Juris: Rio de Janeiro.080/90: “Art. pesquisar a jurisprudência do STF. 2003. 2006. tanto de pessoas naturais como de jurídicas. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. Silva e Neto. decorrentes de situações de perigo iminente. 15. o que faz com escopo na vedação constitucional que inibe a possibilidade de a União intervir no Município. aponte as possíveis inconstitucionalidades encontradas no caso que revestem de vício a intenção do Governo Federal. urgentes e transitórias. Para a resolução do caso. a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. Moraes.Direito Constitucional II Indignado com a medida adotada pelo Governo Federal. e os Informativos do STF – www. os Estados. o Governo local impetrou Mandado de Segurança distribuído perante o Supremo Tribunal Federal. o Distrito Federal e os Municípios exercerão. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. Manoel Jorge e..gov..br. Alexandre de. XIII – para atendimento de necessidades coletivas. Atlas: São Paulo.” Diante do impasse.

gov. Alexandre de. e seus incisos I. Para a resolução dos casos. por várias vezes. II. pelo Corpo de Bombeiros Militar e pelo Departamento de Trânsito. Silva. Aponte os possíveis vícios que poderiam amparar a pretensão do Governador.Coletânea de Exercícios CASO 1 Tema: Intervenção Federal e descumprimento de decisão judicial Preocupado com a situação de um determinado Estado que. no art. Como você responderia à consulta? E se a mesma consulta fosse formulada por um Governador de Estado que pretendesse decretar a intervenção em um determinado município? Semana 7 Defesa do Estado e das Instituições democráticas – Forças Armadas e segurança pública. pesquisar a jurisprudência do STF. Malheiros: São Paulo. faça. na qualidade de Advogado-Geral da União. José Afonso da. deixou de cumprir decisões e ordens judiciais. se seria necessário o ajuizamento de uma ação direta interventiva para decretar a intervenção federal. O Governador do Distrito Federal propõem ação de inconstitucionalidade em face da lei por vício de inconstitucionalidade. o Presidente da República lhe questiona. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”.stf. III e IV.. 25ª ed. capítulo 13 do livro Curso de Direito Constitucional. e os Informativos do STF – www. Atlas: São Paulo. a leitura do capítulo VI do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. 2003.br. 2005. 117. Ed. inicialmente. 18 . estabelece que a segurança pública será exercida pelas Polícias Civil e Militar. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. Moraes. CASO 1 Tema: Segurança pública A Lei Orgânica do Distrito Federal.

À luz da distribuição de competências entre os Entes da Federação e do poder residual da polícia dos Estados. Alexandre de. e os Informativos do STF – www. candidato ao cargo de Senador da República.gov. 2006. Depois da posse. VIII. Moraes. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. ainda que demonstrada a absoluta improcedência da acusação. João Donato é eleito. Manoel Jorge e. em seu art. o parlamentar argumenta que se encontra 19 . seria inconstitucional a norma estadual? Semana 8 Poder Legislativo. atribui à Polícia Militar a função de radiopatrulha “aérea”. Atlas: São Paulo. faça. sob o fundamento de que o policiamento do espaço aéreo somente poderia ser realizado pela Policia Federal e pela Força Aérea Brasileira. Logo em seguida. 2005. 148. Silva e Neto. a leitura dos capítulos 13 e 14 do livro Curso de Direito Constitucional. acusa seu principal opositor de financiar a atividade de um grupo de extermínio. o Procurador-Geral da República oferece denúncia contra o Senador no Supremo Tribunal Federal. inicialmente. capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. Ed. foi argüida no STF a inconstitucionalidade da referida norma constitucional estadual. Silva.stf. João Donato. Malheiros: São Paulo. Para a resolução dos casos. Ed. José Afonso da. 25ª ed.. pesquisar a jurisprudência do STF. Em conseqüência. Lumen Juris: Rio de Janeiro.Direito Constitucional II CASO 2 Tema: Segurança pública A Constituição do Estado da Paraíba. 2003. CASO 1 Tema: Imunidade parlamentar Durante a campanha eleitoral.br. Em sua defesa.

. seria admissível a incidência da imunidade material em favor do Senador? CASO 2 Tema: Composição do Parlamento estadual – Autonomia política da Assembléia Legislativa A Assembléia Legislativa de um dos Estados da Federação aprova proposta de emenda à Constituição Estadual. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. e os Informativos do STF – www. faça. encontraria amparo constitucional a norma constitucional estadual? Semana 9 Poder Legislativo – continuação. Em face da sistemática adotada pela Constituição Federal acerca da perda de mandato dos parlamentares federais. no sentido de instituir o voto aberto nas deliberações sobre a perda de mandato dos parlamentares que a integram.br. inicialmente. suas palavras e seus votos.stf. Ed. Ed. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Silva. Silva e Neto. Para a resolução dos casos.Coletânea de Exercícios amparado pela inviolabilidade quanto a suas opiniões. 2006. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. 25ª ed. do capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.gov. Malheiros: São Paulo. José Afonso da. pesquisar a jurisprudência do STF. Na hipótese. a leitura dos capítulos 13 e 14 do livro Curso de Direito Constitucional. Manoel Jorge e. Moraes. CASO 1 Tema: Comissão Parlamentar de Inquérito Uma Comissão Parlamentar Inquérito foi instalada pela Câmara dos Deputados para apurar o envolvimento de parlamentares da Casa em esque- 20 . 2005. Atlas: São Paulo. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. razão pela qual não poderia responder pelo crime de calúnia. Alexandre de. 2003.

inciso X.Direito Constitucional II ma de recebimento de propina em troca de emendas ao orçamento da União para a realização de obras superfaturadas. ainda. que o ato impugnado é ilegal. fiscal e telefônico do impetrante. Direitos Fundamentais e relatividade Antonio impetra Mandado de Segurança contra ato do senhor Presidente de CPI que determinou a quebra dos sigilos bancário. inciso II. assim como no art. e não na sua residência. escudado nos arts. a referida Comissão deliberou no sentido de expedir decreto de indisponibilidade de bens do investigado. não havendo contrariedade ao inciso XI do art. de gestão ou de administração na empresa Ouro Verde S/A. a decretação da indisponibilidade de bens encontraria amparo constitucional? CASO 2 Tema: CPI. 5º da Constituição Federal de 1988? c) A ordem de busca e apreensões cumprida no escritório do impetrante contrariaria o disposto no art. 133 da Constituição Federal de 1988? 21 . empresa investigada pela CPI. O impetrante alega ser apenas advogado e não exercer qualquer cargo de direção.906/94. Considerando a jurisprudência do STF acerca dos limites ao poder de investigação parlamentar. fiscal e telefônico e ordenou busca e apreensão em sua casa e escritório. envolvendo a prática de ilícitos praticados pelo impetrante junto às instituições financeiras. Diante de indícios de que o presidente da construtora beneficiada pelas emendas parlamentares estaria na iminência de alienar bens imóveis adquiridos com verbas públicas desviadas. 7º. As questões a serem enfrentadas no presente caso são as seguintes: a) Têm as CPIs poderes para determinar a quebra dos sigilos bancário. ou seria o ato ilegal à luz dos dispositivos legais mencionados na defesa? b) Com relação à ordem de busca e às apreensões domiciliares. 5º. veiculados pela imprensa nacional. seria o ato legal por ter sido efetivado no escritório do impetrante. sociedades de crédito. e 133 da Constituição Federal de 1988. financiamento e investimento que constituem o Sistema Financeiro Nacional. da Lei nº 8. A medida atacada destinava-se a apurar fatos do conhecimento do Senado Federal. Alega.

2006. Alexandre de.br. inicialmente. que visava conceder melhoria salarial aos servidores de nível superior da administração direta (Lei nº 6. Atlas: São Paulo. Esclarece. faça. 25ª ed. sustenta que o mencionado ato legislativo. propõe Ação Direta de Inconstitucionalidade. ensejou acréscimo de despesa para o erário estadual. objetivando a declaração de inconstitucionalidade da Lei nº 6.Coletânea de Exercícios Semana 10 Processo Legislativo – continuação. Para a resolução dos casos.615. fundamentadamente. Silva e Neto. 2003. Ed. a leitura do capítulo 15 do livro Curso de Direito Constitucional. assim como no princípio da simetria. com a seguinte redação: Parágrafo 4º – Estende-se aos Policiais Militares os mesmos percentuais alcançados pelos professores com diploma de nível superior no caput deste artigo. ao conferir aumento de remuneração aos policiais militares. Lumen Juris: Rio de Janeiro. ainda. 2005. pesquisar a jurisprudência do STF. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. José Afonso da. se a intenção do Governador encontraria amparo constitucional. Malheiros: São Paulo. inciso V. do capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.stf.615/94).. de 1º de julho de 1994. que assim dispõe: “Art. Com base no devido processo legislativo. por vício de inconstitucionalidade. Manoel Jorge e. Silva. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. tendo o mesmo sido rejeitado pela Assembléia Legislativa. 103. Ainda nas razões da impugnação. informe. Ed. amparado pelo art. o § 4º. que a emenda parlamentar sofreu veto. e os Informativos do STF – www.” Informa que o texto normativo impugnado altera lei de iniciativa do Poder Executivo. CASO 1 Tema: Processo legislativo – competência O Governador do Estado do Rio Grande do Norte. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. 22 . 1º Fica aditado ao artigo 1º da Lei nº 6. de 27 de maio de 1994. com sérias repercussões na normalidade administrativa.619. Moraes. da Constituição da República.gov.

de 28 de maio de 2003. Silva e Neto. 62. Manoel Jorge e. por ausência de discussão no âmbito da Comissão Mista. d) art. através dos pontos acima alinhados.650. Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a Medida Provisória nº 207/2004. uma vez que a MP viabilizaria a nomeação do Presidente do Bacen sem a prévia aprovação do Senado. anulando. ante o claro objetivo de alterar o regime de competência para processar e julgar o Presidente do Bacen. 2006. perante o Supremo Tribunal Federal. c) § 9º do art. convertida na Lei nº 11. a competência deste e. 62. 52.683. e) art. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. e da Lei nº 9. b) alínea b do inciso I do § 1º do art. a pretensão dos partidos políticos? Semana 11 Processo Legislativo – continuação. inicialmente. I e XIV. 192. Ed. o Ministro de Estado da Fazenda. Os requerentes apontam ofensa aos seguintes dispositivos constitucionais: a) art. em razão de a MP ter invadido campo reservado à lei complementar. de 27 de maio de 1998”. 62. a leitura do capítulo 15 do livro Curso de Direito Constitucional. que “Altera disposições da Lei nº 10. tendo em vista que o Presidente do Bacen passaria a deter as prerrogativas constitucionais de seu superior hierárquico. e art. Lumen Juris: Rio de Janeiro. por conseguinte. por tratar a MP de direito processual.036/2004. ainda. 84. Indaga-se: Estaria bem sedimentada. do capítulo II 23 . por ausência dos requisitos de relevância e urgência da MP.Direito Constitucional II CASO 2 Tema: Medida Provisória e inconstitucionalidade Os Partidos da Frente Liberal – PFL – e da Social Democracia Brasileira – PSDB – ajuízam. faça. transformando o cargo de Presidente do Banco Central do Brasil – Bacen – em cargo de Ministro de Estado. III. d.

2005. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. CASO 1 Tema: Processo Legislativo O Presidente da República encaminhou um projeto de lei ao Congresso Nacional. 24 . Ed. Manoel Jorge e. em patamar remuneratório equivalente e que.br. 2006. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. 25ª ed. Malheiros: São Paulo. Silva e Neto. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. para sanção ou veto e. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. e do capítulo III do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. a leitura do capítulo 16 do livro Curso de Direito Constitucional.stf.stf. pesquisar a jurisprudência do STF. Atlas: São Paulo. Aprovado o referido projeto de lei com a mencionada emenda parlamentar.Coletânea de Exercícios do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. e os Informativos do STF – www. Moraes. Para a resolução do caso.gov.. Ed. eventual sanção supre tal vício? Semana 12 Poder Executivo. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Silva. Malheiros: São Paulo. se fosse o caso. 2005. posterior promulgação e publicação.gov. pesquisar a jurisprudência do STF. o mesmo foi encaminhado ao Presidente da República. 25ª ed. concedendo aumento à determinada categoria do serviço público. no caso.br.. Alexandre de. Indaga-se: a) Há. José Afonso da. vício de iniciativa? b) Em havendo vício de iniciativa. 2003. mereciam o mesmo benefício. inicialmente. por desempenharem atribuições da mesma natureza e complexidade. faça. Silva. antes. e os Informativos do STF – www. José Afonso da. Para a resolução dos casos. Mas os parlamentares entenderam que tal aumento deveria ser estendido a outros servidores que se encontravam.

inicialmente. Juiz da Quarta Vara Federal do Estado do Amazonas. 117 (“valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. através de interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário. Diante da situação hipoteticamente descrita. por força de portaria assinada pela então Ministra de Minas e Energia. notadamente o inciso IX do art. surgiram indícios de que sua campanha foi parcialmente financiada com dinheiro ilícito. capitulados na Lei nº 8. Inconformado com a penalidade sofrida. foi preso preventivamente. assim como se deu. Da sindicância emergiu o processo administrativo disciplinar. só poderia sair da caneta do Presidente da República. Ciente do fato. em fevereiro de 2006. logo após o inicio da atual legislatura. entretanto.Direito Constitucional II CASO 1 Tema: Representação em face de Ministro de Estado João Máximo foi reeleito deputado federal em 2006 pelo povo do Estado de Goiás. Ocorre que. culminando com a demissão do impetrante. em detrimento da dignidade da função pública”). para investigar a suposta prática de tráfico de influência em licitações federais. ou realmente assiste razão ao impetrante quando alega a incompetência da Ministra? 25 .429/92. que. De outro lado. foi nomeado Ministro de Estado pelo Presidente da República. Indaga-se: A Constituição faz alguma previsão normativa que legitime o ato de demissão. o “barnabé” impetrou mandado de segurança. alegando. segundo ele. caracterizando crime eleitoral. revelariam comportamento do servidor incompatível com as diretrizes do Regime Jurídico Único. por ordem do MM. tendo em vista que os fatos narrados na denúncia constituiriam atos de improbidade administrativa. deverá o Ministério Público oferecer denúncia à justiça eleitoral? CASO 2 Tema: Delegação de atribuições Antonio era fiscal da Agência Nacional do Petróleo e. a autarquia abriu sindicância interna. incompetência da autoridade coatora para lavrar o ato demissório.

mediante pagamento de fiança. Ed. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. Manoel Jorge e. 25ª ed. entendo o MP que a hipótese não configurava tráfico de substância tóxica. Silva e Neto.gov. O Promotor de Justiça designado ofereceu denúncia contra Maria e Joana. Lumen Juris: Rio de Janeiro. CASO 1 Tema: Princípios Institucionais do Ministério Público Maria e Joana foram presas em flagrante. imputando o crime de tráfico de substância tóxica.stf. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. José Afonso da. faça. acusadas de envolvimento no crime de tráfico de substância tóxica.. Diante do caso. Malheiros: São Paulo. e os Informativos do STF – www. a leitura do capítulo 19 do livro Curso de Direito Constitucional. tendo o Promotor Público titular opinado pela concessão de liberdade provisória a Maria e Joana. Contrariado com a postura do Promotor de Justiça titular da 5ª Vara Criminal. Silva. vislumbra-se alguma afronta a princípio institucional do Ministério Público? 26 . como resultado da operação policial “celacanto provoca maremoto”. Para a resolução do caso. inicialmente. O procedimento policial foi distribuído ao Juiz de Direito da 5ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. 2006. assim como todos os demais inquéritos resultantes da operação “celacanto provoca maremoto”. o Procurador-Geral de Justiça do Estado editou portaria designando outro Promotor de Justiça para acompanhar o inquérito de Maria e Joana.br. pesquisar a jurisprudência do STF.Coletânea de Exercícios Semana 13 Ministério Público. 2005. e do capítulo V do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.

gov.. Os honorários que seriam devidos ao advogado foram pactuados. o pedido do Condomínio na ação foi julgado improcedente. diz ser a mesma “caloteira”. e. o advogado vai ao apartamento de Maria. 2005. tudo na forma do contrato de prestação de serviços advocatícios firmado pelas partes. faça. A imunidade advocatícia ampararia o advogado contra a decisão que lhe condenou ao pagamento pelo dano moral? 27 . 2006. aos brados. Florêncio Perfumado. Silva. Silva e Neto. condenado ao pagamento pelo dano moral. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. Indignado. Ed. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Em sede de defesa. a leitura do capítulo 19 do livro Curso de Direito Constitucional. pesquisar a jurisprudência do STF. além de ofendê-la frente a outros condôminos com palavras de baixo calão. 133 da Constituição da República. obtendo o mesmo resultado. Manoel Jorge e. Imunidade. tudo sob o argumento de que a ação foi fácil demais. Em decorrência do excelente trabalho desenvolvido pelo Dr.stf. inicialmente. Cobrado os honorários. Para a resolução do caso. e os Informativos do STF – www. o advogado ampara-se no disposto no art. mesmo assim. e do capítulo V do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. sendo.Direito Constitucional II Semana 14 Advocacia. 25ª ed. Maria resolve não pagá-los. Maria ajuíza ação de responsabilidade civil por danos morais. José Afonso da. CASO 1 Tema: Imunidade advocatícia Maria contratou os serviços do advogado Florêncio Perfumado para defendê-la nos autos da ação de cobrança de cotas condominiais aforada pelo Condomínio Estrela do Norte.br. Malheiros: São Paulo. Lumen Juris: Rio de Janeiro. e qualquer um a defenderia.

Assim. nas cidades com mais de 30. Como advogado(a) dos proprietários da fazenda. pesquisar a jurisprudência do STF. por decreto. 25ª ed. declarando-a como passível de desapropriação para fins de reforma agrária. a leitura do capítulo 28 do livro Curso de Direito Constitucional. há alguma medida judicial que possa ser utilizada em defesa da manutenção de sua propriedade? Quais argumentos poderiam ser usados nesta ação? CASO 2 Tema: Da Ordem Econômica – Livre-iniciativa O Governador do Estado de São Paulo ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade em face da Lei Estadual nº 10. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. quarta parte. que lá permaneceram por mais de 10 anos.307. Tal norma fixava..stf. inicialmente. 2005. Lumen Juris: Rio de Janeiro. uma distância mínima de duzentos metros entre as farmácias já estabelecidas e novos estabelecimentos farmacêuticos que viessem a ser abertos. Ocorre que a fazenda foi invadida por sem-terra.Coletânea de Exercícios Semana 15 Ordem econômica e financeira. 2006. Manoel Jorge e. faça.000 habitantes. Não obstante a Justiça ter concedido reintegração de posse aos proprietários. e os Informativos do STF – www.gov. em razão do lapso temporal. de 06 de maio de 1999. CASO 1 Tema: Desapropriação A Fazenda Viva Feliz plantava algodão e exportava quase toda a sua produção para Estados Unidos e Europa. José Afonso da. o Estado nunca cumpriu com a ordem. 28 . principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Silva. e do capítulo II. considerou a área improdutiva.br. Silva e Neto. Ed. do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. Para a resolução dos casos. Malheiros: São Paulo. o Presidente da República.

170. Encontraria amparo constitucional a intenção do Governador? 29 . da Constituição da República.Direito Constitucional II Alegou o Governador a possibilidade de concentração econômica em prejuízo do consumidor. IV e V. havendo ofensa ao art.

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