Direito Constitucional II

Expediente
Curso de Direito – Coletânea de Exercícios Coordenação Nacional do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá Coordenação do Projeto Núcleo de Qualificação e Apoio Didático-Pedagógico Presidente: Professor Sérgio Cavalieri Filho Coordenação Pedagógica Prof.ª Tereza Moura Prof. Marcelo Machado Lima Organização da Coletânea Professores da disciplina, sob a coordenação do Prof. Francisco de Assis Maciel Tavares

entendemos que não é papel do Curso de Direito da Universidade Estácio de Sá tão-somente oferecer conteúdos de bom nível. a análise de conceitos. permitindo o exercício constante da pesquisa. O objetivo é preparar os alunos para a busca de resoluções criativas a partir do conhecimento acumulado. é centrada na articulação entre teoria e prática. Na formação dos futuros profissionais. A excelência do curso será atingida no momento em que possamos formar profissionais autônomos. Ela contempla a solução de uma série de casos práticos a serem desenvolvidos pelo aluno. é necessário que o aluno adquira o costume de estudar previamente o conteúdo que será ministrado pelo professor em sala de aula. Para alcançarmos esse propósito. conseqüentemente. Desta forma. Desta forma. terá subsídios para enfrentar e solucionar cada caso proposto. Ela abarca o estudo interdisciplinar dos vários ramos do Direito. aplicada em nosso Curso de Direito. críticos e reflexivos. apresentamos a Coletânea de Exercícios. Como regra primeira. de forma a adquirir conhecimento sobre o tema. com vistas a desenvolver o raciocínio jurídico. acreditamos ser possível tornar as aulas mais interativas e. O mais importante não é encontrar a solução correta. .Caro Aluno A Metodologia do Caso Concreto. instrumento fundamental da Metodologia do Caso Concreto. bem como a discussão de suas aplicações. com a sustentação por meio de argumentos coerentes e consistentes. com auxílio do professor. melhorar a qualidade do ensino oferecido. mas pesquisar de maneira disciplinada.

Neste sentido. No que se refere à concepção formal do presente material. O período letivo semestral do nosso curso possui 22 semanas. sendo que a cada uma delas chamaremos de “Semana”. suficientes para a resolução das questões práticas a ele confiadas. a partir de um pré-entendimento acerca do tema abordado. conseqüentemente. por exemplo. assim.A tentativa de solucionar os casos em momento anterior à aula expositiva aumenta consideravelmente a capacidade de compreensão do discente. Este. Há. esclarecemos que o conteúdo programático da disciplina a ser ministrada durante o período foi subdividido em 15 partes. e tendo como referência o seu futuro profissional. incentivando-o à pesquisa e. Um segundo a ser ressaltado é o de que o método estimula o desenvolvimento da capacidade investigativa do aluno. há outros motivos para a adoção desta Coletânea. per si. sucessivamente. As constantes mudanças no mundo do conhecimento – e. na segunda. O fato de termos dividido o programa da disciplina em . desde cedo. E isto é proporcionado pela Metodologia do Estudo de Casos. enfrentar situações nas quais os seus conhecimentos teóricos acumulados não serão. proporcionando-lhe maior grau de independência intelectual. e. consideramos imprescindível que. no exercício de suas atividades. por conseqüência. mas também dialogar de forma coerente e madura com o professor. o professor ministrará o conteúdo condizente com a Semana nº 1. criando um ambiente acadêmico mais rico e exitoso. um terceiro motivo a ser mencionado. desenvolva hábitos que aumentem sua potencialidade intelectual e emocional para se relacionar com essa realidade. Na primeira semana de aula. Além desse. com a Semana nº 2. terá melhores condições de não só consolidar seus conhecimentos. no universo jurídico – exigem do profissional do Direito. ainda.

seja por ter observado na turma um nível insuficiente de compreensão. há estudo com perseverança e determinação. A aquisição do hábito do estudo perene e perseverante não apenas o levará a obter alta performance no decorrer do seu curso. que agora chega a outras localidades do Brasil. seja por sua complexidade. Por todas essas razões. Coordenação Geral do Curso de Direito . por intermédio das Coletâneas de Exercícios. após a implantação da metodologia em todo o curso no Estado do Rio de Janeiro. o desempenho e os resultados obtidos pelo aluno nessa disciplina estão intimamente relacionados ao esforço despendido por ele na realização das tarefas solicitadas. principalmente.15 partes não foi por acaso. não há milagres. Lembre-se: na vida acadêmica. em conformidade com as orientações do professor. mas. Recente convênio firmado entre as Instituições que figuram nas páginas iniciais deste Caderno permitiu a colaboração dos respectivos docentes na feitura deste material. Hoje. A certeza que nos acompanha é a de que não apenas tornamos as aulas mais interativas e dialógicas. Isto porque o nosso projeto pedagógico reconhece a importância de destinar um tempo extra a ser utilizado pelo professor – e a seu critério – nas situações na qual este perceba a necessidade de enfatizar de forma mais intensa uma determinada parte do programa. Levou-se em consideração não somente as aulas que são destinadas à aplicação das avaliações ou os eventuais feriados. é possível observar o resultado positivo deste trabalho. Bom trabalho. como também potencializará suas habilidades e competências para um aprendizado mais denso e profundo pelo resto de sua vida. disponibilizado aos alunos. como se mostra mais nítida a interseção entre os campos da teoria e da prática no Direito. as necessidades pedagógicas de cada professor.

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A entrega tempestiva dos trabalhos será obrigatória. independentemente do comparecimento do aluno às provas. e apresentar soluções. o aluno depositará sobre a mesa do professor o material relativo aos casos pesquisados e pré-resolvidos para que o docente rubrique e devolva no início da própria aula. envolvendo a legislação. necessariamente. devidamente identificado. A pontuação relativa à Coletânea de Exercícios na AV3 (zero a dois) será a média aritmética entre os graus atri- . para efeito de lançamento dos graus respectivos (zero a dois). 2. Antes do início de cada aula. 5. Após a discussão e solução dos casos em sala de aula. utilizando. Até o dia da AV1 e da AV2. para atribuição de pontuação (zero a dois). respectivamente. anexando os originais rubricados pelo professor. 3. 4. preparando-se para debates em sala de aula.Procedimentos para Utilização das Coletâneas de Exercícios 1. que será somada à que for atribuída à AV1 e à AV2 (zero a oito). bem como o aperfeiçoamento dos mesmos. o aluno deverá entregar o conteúdo do trabalho relativo às aulas já ministradas. a doutrina e a jurisprudência. em pasta ou envelope. citações de doutrina e/ou jurisprudência pertinentes aos casos. organizado de forma cronológica. o aluno deverá aperfeiçoar o seu trabalho. com o professor. por meio da resolução dos casos. O aluno deverá desenvolver pesquisa prévia sobre os temas objeto de estudo de cada semana. 6.

AV2 e AV3 valerão até oito pontos e conterão. no mínimo. 7. três questões baseadas nos casos constantes da Coletânea de Exercícios. As AV1.Procedimentos para Utilização das Coletâneas de Exercícios buídos aos exercícios apresentados até a AV1 e a AV2 (zero a dois). Coordenação Geral do Curso de Direito .

Sumário Semana 1 Organização do Estado brasileiro Semana 2 Repartição de Competências Semana 3 Repartição de Competências – continuação Semana 4 Repartição de Competências – continuação Semana 5 Organização do Estado brasileiro Semana 6 Organização do Estado brasileiro – continuação Semana 7 Defesa do Estado e das Instituições democráticas – Forças Armadas e segurança pública Semana 8 Poder Legislativo Semana 9 Poder Legislativo – continuação Semana 10 Processo Legislativo – continuação .

Sumário Semana 11 Processo Legislativo – continuação Semana 12 Poder Executivo Semana 13 Ministério Público Semana 14 Advocacia. Imunidade Semana 15 Ordem econômica e financeira 10 .

pesquisar a jurisprudência do STF. inicialmente. determinado prefeito de um município que se enquadrava na hipótese prevista no dispositivo da Constituição estadual formula-lhe consulta sobre a validade daquela norma. Silva e Neto. tudo sob o argumento de possível afronta à autonomia municipal assegurada pelo art. 195 da Constituição do Estado do Amapá realmente afronta a autonomia municipal. 182. fusão e o desmembramento de municípios 11 . instrumento básico da política de desenvolvimento econômico e social e de expansão urbana. 18 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Sob o argumento de que o dispositivo da Constituição estadual seria inconstitucional. que. Alexandre de. é princípio constitucional sensível. Para a resolução dos casos. 2003. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional.gov.Direito Constitucional II Semana 1 Organização do Estado brasileiro. que o plano diretor.stf. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Manoel Jorge e. CASO 1 Tema: Autonomia dos Entes Federativos A Constituição do Estado do Amapá estabelece. 195. Ed. faça. conforme previsão constante no inciso VII. a leitura dos capítulos 9. § 1º. deveria ser obrigatoriamente observado pelos municípios com mais de cinco mil habitantes.br. 34 da Constituição da República de 1988? CASO 2 Tema: Criação. Encontraria amparo constitucional a tese do prefeito. alínea c. 10. Moraes. inclusive. Ed. 2006. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Atlas: São Paulo. se observado o disposto no art. incorporação. e os Informativos do STF – www. do art. devidamente aprovado pela Câmara Municipal. no caput do art. da Constituição da República de 1988? O art.

O processo de desmembramento deu-se amparado na redação originária do parágrafo 4º do art. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. inicialmente. favoráveis à criação. vários abaixo-assinados e declarações de associações comunitárias. 12 . Manoel Jorge e. dependente de complementação infraconstitucional. Lumen Juris: Rio de Janeiro. que foi incorporada ao território do município limítrofe. A alteração deu-se em atenção ao clamor da população do município que sofreu o desmembramento. são capazes de suprir os requisitos constitucionais de validação do ato? b) Como deveria ocorrer a manifestação popular como forma de democracia participativa. Ed. determinado município teve seus limites territoriais redefinidos em decorrência do desmembramento de parte do seu território. Alexandre de. Moraes. Atlas: São Paulo. a leitura dos capítulos 9. 2006. 10. 18 da Constituição da República? Semana 2 Repartição de Competências. Ed. A validade do desmembramento foi questionada perante o Supremo Tribunal Federal. anseio constatado através de pesquisa de opinião. faça. Cabe ressaltar que o desmembramento fez-se por lei estadual. atendendo aos requisitos previstos em Lei Complementar estadual. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional.Coletânea de Exercícios Em outubro de 1996. indispensável ao pretendido desmembramento? c) Como a questão do desmembramento deveria ser enfrentada à luz da eficácia e da aplicabilidade da norma contida no § 4º do art. uma vez que a Emenda Constitucional nº 15/96 revestiu o mencionado parágrafo de eficácia limitada. 2003. 18 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. à incorporação ou ao desmembramento de município. Indaga-se: a) Pesquisas de opinião. abaixo-assinados e declarações de organizações comunitárias. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. Silva e Neto.

principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”.00 (três reais) a cobrança de estacionamentos em shopping.br. defendendo a possibilidade de legislação municipal versar sobre o tema. Inconformado. CASO 1 Tema: Repartição de competências Lei municipal determinou tempo máximo de espera em fila para atendimento em agência bancária.stf.gov. é também matéria suscetível de ser disciplinada por legislação federal. objetivando que suas agências e seus postos de serviços bancários sejam desobrigados do cumprimento das exigências impostas pela Lei Municipal. assim como aquela referente ao horário de funcionamento dos estabelecimentos bancários. Indaga-se: a) Qual o princípio que norteia a repartição de competências dentro de um Estado Federal? b) Com base no princípio apontado. uma vez que não está sendo disciplinado o horário de funcionamento dos bancos. alega a instituição financeira que o tempo de atendimento ao cliente das agências bancárias. Nos autos da ação constitucional. 30. 13 . um banco impetrou Mandado de Segurança preventivo contra atos do Prefeito e do Coordenador do Procon do Município. sim.Direito Constitucional II Para a resolução dos casos. independente do tempo de utilização pelos usuários dos espaços destinados à guarda dos veículos. da Carta da República. o tempo máximo de espera em fila. mas. pesquisar a jurisprudência do STF. correntista ou não. e os Informativos do STF – www. o Prefeito e o Coordenador do Procon local asseguram inexistir usurpação de competência por parte do Município. estando a norma dentro da órbita do art. estaria correta a tese defensiva do Prefeito e do Coordenador do Procon local? CASO 2 Tema: Repartição de competências O Governador de determinado Estado da federação apresentou projeto de lei que tem por escopo limitar em R$ 3. assim como na jurisprudência do STF. inciso I. Em síntese. O projeto converteuse em lei.

Indaga-se: a) Quais as matérias objeto da questão? b) A quem caberia legislar sobre as matérias apontadas? Semana 3 Repartição de Competências – continuação. nas hipóteses que menciona. Lumen Juris: Rio de Janeiro. por achá-la inconstitucional. faça. podemos afirmar que referida a Lei estadual compatibiliza-se formalmente com a CRFB/88? 14 . isenta do pagamento de multas.gov. Atlas: São Paulo. 2006. a leitura dos capítulos 9.387/2000. Manoel Jorge e. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Para a resolução do caso. Alexandre de. 2003. e o faz alicerçando sua tese na possível usurpação de competência pela lei estadual. Ed.Coletânea de Exercícios Indignada com a edição da lei. À luz do critério e da técnica empregados pelo legislador constituinte originário para partilhar as competências entre os Entes da Federação. a Associação dos Administradores de Shopping afora a medida judicial cabível no sentido de assegurar a livre estipulação de valores e cobrança pela utilização dos espaços destinados à guarda de veículos nestes estabelecimentos comerciais. Moraes. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. Ed. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional.br. CASO 1 Tema: Repartição de competências A Lei nº 11. Silva e Neto. do Estado de Santa Catarina. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. pesquisar a jurisprudência do STF. e os Informativos do STF – www.stf. os motoristas infratores da lei de trânsito. inicialmente. 10.

resolveu inserir no texto de sua Lei Orgânica normas sobre o seu próprio Tribunal de Contas. 31 da CRFB/88. 2006. Atlas: São Paulo. pesquisar a jurisprudência do STF. ipsis litteris. § 4º. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. CASO 1 Tema: Repartição de competência e Tribunais de Contas municipais Entendendo que a norma contida no art.gov. e por constatar que há. da mesma Carta Política referência expressa aos Tribunais de Contas municipais. a leitura dos capítulos 9. Manoel Jorge e. Para a resolução do caso.stf. a Câmara de Vereadores de um determinado município mineiro. a íntegra do art.Direito Constitucional II Semana 4 Repartição de Competências – continuação. Moraes. Alegando inconstitucionalidade da referida disposição normativa. 31. faça. § 1º. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. inicialmente. que reproduzia. o Governador do Estado de Minas Gerais ajuizou Representação de Inconstitucionalidade para impugná-la perante a Carta Estadual. Deveria a Corte Constitucional ratificar a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais? 15 . por ferir de morte o princípio da isonomia entre os Entes da Federação. criado em 1992. Silva e Neto. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. da CRFB/88 é inconstitucional. 2003. e os Informativos do STF – www. Alexandre de. a fim de suscitar a manifestação daquela Corte sobre a validade da norma de sua Lei Orgânica. Ed. 10. no art. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Julgada procedente a Representação no âmbito do Tribunal de Justiça. Ed. 31. o Prefeito do referido Município interpôs recurso extraordinário para o Supremo Tribunal Federal.br.

Manoel Jorge e.gov. 16 . autoriza. Ed. 15 da Lei nº 8. o Presidente da República editou Decreto declarando o estado de calamidade pública do setor hospitalar do Sistema Único de Saúde – SUS. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. 10. 2003. dentre outras determinações. faça. inicialmente. o Presidente da República decide não lançar mão da extraordinária prerrogativa de decretar a intervenção federal (CRFB. dos bens. Silva e Neto. e. a requisição. Após tomar ciência do fato. nos termos do inciso XIII do art. CASO 1 Tema: Intervenção federal Diante do impasse quanto à criação de um município em área disputada por Estados-membros. a leitura dos capítulos 9. Moraes. o que autorizaria o Tribunal a ordenar a decretação da medida. II). Entende o chefe do Poder Executivo estadual que a abstenção presidencial quanto à concretização da intervenção aflige o vínculo federativo e a integridade do território nacional. Atlas: São Paulo. pelo Ministro da Saúde. Lumen Juris: Rio de Janeiro.stf. art. um deles decide incorporar a parte do território que cabia ao outro. o que motiva o Governador do Estado prejudicado a impetrar Mandado de Segurança no Supremo Tribunal Federal. 34.080/90. pesquisar a jurisprudência do STF. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. serviços e servidores afetos a hospitais do Município ou sob sua gestão. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. 2006. e os Informativos do STF – www.Coletânea de Exercícios Semana 5 Organização do Estado brasileiro. Ed. Alexandre de.br. Para a resolução dos casos. A tese do Governador tem procedência? CASO 2 Tema: Intervenção federal Diante da total falência do sistema de saúde no Município do Rio de Janeiro.

a leitura dos capítulos 9. o Governo Federal aponta possível equívoco na posição do Governo local. de calamidade pública ou de irrupção de epidemias. Para a resolução do caso. Moraes. Com base na jurisprudência do STF. a autoridade competente da esfera administrativa correspondente poderá requisitar bens e serviços. Silva e Neto.” Diante do impasse.br.stf.. o que faz com escopo na vedação constitucional que inibe a possibilidade de a União intervir no Município. o Distrito Federal e os Municípios exercerão. os Estados. Alexandre de. e do capítulo 8 do livro Curso de Direito Constitucional. o Prefeito do Rio de Janeiro manifestou-se argüindo a inconstitucionalidade da medida. aponte as possíveis inconstitucionalidades encontradas no caso que revestem de vício a intenção do Governo Federal. faça. sustentando que apenas se aplicou o disposto na Lei nº 8. as seguintes atribuições: .Direito Constitucional II Indignado com a medida adotada pelo Governo Federal. 2006. 10.gov. Lumen Juris: Rio de Janeiro. 15. tanto de pessoas naturais como de jurídicas. 17 .080/90: “Art. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. e os Informativos do STF – www. Ed. sendo-lhes assegurada justa indenização. Ed. pesquisar a jurisprudência do STF. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Por outro lado. XIII – para atendimento de necessidades coletivas. Atlas: São Paulo. 2003. o Governo local impetrou Mandado de Segurança distribuído perante o Supremo Tribunal Federal. urgentes e transitórias. inicialmente. 11 e 12 do livro Curso de Direito Constitucional. em seu âmbito administrativo. A União. decorrentes de situações de perigo iminente. Semana 6 Organização do Estado brasileiro – continuação. Manoel Jorge e..

Atlas: São Paulo. II. se seria necessário o ajuizamento de uma ação direta interventiva para decretar a intervenção federal. no art. 2003. por várias vezes. faça. inicialmente. 25ª ed. estabelece que a segurança pública será exercida pelas Polícias Civil e Militar. na qualidade de Advogado-Geral da União. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. capítulo 13 do livro Curso de Direito Constitucional. Alexandre de. Aponte os possíveis vícios que poderiam amparar a pretensão do Governador. Para a resolução dos casos. deixou de cumprir decisões e ordens judiciais. pelo Corpo de Bombeiros Militar e pelo Departamento de Trânsito.stf. o Presidente da República lhe questiona. Malheiros: São Paulo.br. e seus incisos I. Como você responderia à consulta? E se a mesma consulta fosse formulada por um Governador de Estado que pretendesse decretar a intervenção em um determinado município? Semana 7 Defesa do Estado e das Instituições democráticas – Forças Armadas e segurança pública. 117. a leitura do capítulo VI do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.. e os Informativos do STF – www. pesquisar a jurisprudência do STF. Silva.Coletânea de Exercícios CASO 1 Tema: Intervenção Federal e descumprimento de decisão judicial Preocupado com a situação de um determinado Estado que. CASO 1 Tema: Segurança pública A Lei Orgânica do Distrito Federal. José Afonso da. Ed. O Governador do Distrito Federal propõem ação de inconstitucionalidade em face da lei por vício de inconstitucionalidade. III e IV. Moraes. 18 .gov. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. 2005.

Silva e Neto. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional.Direito Constitucional II CASO 2 Tema: Segurança pública A Constituição do Estado da Paraíba.br. o Procurador-Geral da República oferece denúncia contra o Senador no Supremo Tribunal Federal. João Donato. candidato ao cargo de Senador da República. Moraes. À luz da distribuição de competências entre os Entes da Federação e do poder residual da polícia dos Estados. 2006. a leitura dos capítulos 13 e 14 do livro Curso de Direito Constitucional. seria inconstitucional a norma estadual? Semana 8 Poder Legislativo. Em sua defesa. faça. 2003. Em conseqüência. capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. Silva. CASO 1 Tema: Imunidade parlamentar Durante a campanha eleitoral. Manoel Jorge e. foi argüida no STF a inconstitucionalidade da referida norma constitucional estadual. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. 25ª ed. inicialmente.stf. Malheiros: São Paulo. José Afonso da. Ed. o parlamentar argumenta que se encontra 19 . Atlas: São Paulo. e os Informativos do STF – www. Logo em seguida. acusa seu principal opositor de financiar a atividade de um grupo de extermínio. Depois da posse. 2005. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. VIII. sob o fundamento de que o policiamento do espaço aéreo somente poderia ser realizado pela Policia Federal e pela Força Aérea Brasileira. Lumen Juris: Rio de Janeiro. em seu art. atribui à Polícia Militar a função de radiopatrulha “aérea”. Ed.gov. ainda que demonstrada a absoluta improcedência da acusação. Para a resolução dos casos.. 148. pesquisar a jurisprudência do STF. João Donato é eleito. Alexandre de.

Atlas: São Paulo. seria admissível a incidência da imunidade material em favor do Senador? CASO 2 Tema: Composição do Parlamento estadual – Autonomia política da Assembléia Legislativa A Assembléia Legislativa de um dos Estados da Federação aprova proposta de emenda à Constituição Estadual. Ed.stf. Alexandre de. Silva. José Afonso da. Malheiros: São Paulo. razão pela qual não poderia responder pelo crime de calúnia. Na hipótese. no sentido de instituir o voto aberto nas deliberações sobre a perda de mandato dos parlamentares que a integram. inicialmente. Silva e Neto. 2005. CASO 1 Tema: Comissão Parlamentar de Inquérito Uma Comissão Parlamentar Inquérito foi instalada pela Câmara dos Deputados para apurar o envolvimento de parlamentares da Casa em esque- 20 . 2006. 2003. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. Para a resolução dos casos. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. do capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.gov. Lumen Juris: Rio de Janeiro. e os Informativos do STF – www. Moraes. faça. pesquisar a jurisprudência do STF. a leitura dos capítulos 13 e 14 do livro Curso de Direito Constitucional.br.Coletânea de Exercícios amparado pela inviolabilidade quanto a suas opiniões. Ed.. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. suas palavras e seus votos. Em face da sistemática adotada pela Constituição Federal acerca da perda de mandato dos parlamentares federais. 25ª ed. Manoel Jorge e. encontraria amparo constitucional a norma constitucional estadual? Semana 9 Poder Legislativo – continuação.

ainda. Considerando a jurisprudência do STF acerca dos limites ao poder de investigação parlamentar. 133 da Constituição Federal de 1988? 21 . fiscal e telefônico e ordenou busca e apreensão em sua casa e escritório. empresa investigada pela CPI. de gestão ou de administração na empresa Ouro Verde S/A. da Lei nº 8. Alega. inciso X. seria o ato legal por ter sido efetivado no escritório do impetrante. ou seria o ato ilegal à luz dos dispositivos legais mencionados na defesa? b) Com relação à ordem de busca e às apreensões domiciliares. As questões a serem enfrentadas no presente caso são as seguintes: a) Têm as CPIs poderes para determinar a quebra dos sigilos bancário. 5º. Direitos Fundamentais e relatividade Antonio impetra Mandado de Segurança contra ato do senhor Presidente de CPI que determinou a quebra dos sigilos bancário. a decretação da indisponibilidade de bens encontraria amparo constitucional? CASO 2 Tema: CPI. e 133 da Constituição Federal de 1988. 5º da Constituição Federal de 1988? c) A ordem de busca e apreensões cumprida no escritório do impetrante contrariaria o disposto no art.906/94. A medida atacada destinava-se a apurar fatos do conhecimento do Senado Federal. envolvendo a prática de ilícitos praticados pelo impetrante junto às instituições financeiras. O impetrante alega ser apenas advogado e não exercer qualquer cargo de direção. 7º. escudado nos arts.Direito Constitucional II ma de recebimento de propina em troca de emendas ao orçamento da União para a realização de obras superfaturadas. fiscal e telefônico do impetrante. a referida Comissão deliberou no sentido de expedir decreto de indisponibilidade de bens do investigado. e não na sua residência. veiculados pela imprensa nacional. Diante de indícios de que o presidente da construtora beneficiada pelas emendas parlamentares estaria na iminência de alienar bens imóveis adquiridos com verbas públicas desviadas. não havendo contrariedade ao inciso XI do art. sociedades de crédito. que o ato impugnado é ilegal. inciso II. financiamento e investimento que constituem o Sistema Financeiro Nacional. assim como no art.

2006. CASO 1 Tema: Processo legislativo – competência O Governador do Estado do Rio Grande do Norte. que visava conceder melhoria salarial aos servidores de nível superior da administração direta (Lei nº 6. que assim dispõe: “Art. com a seguinte redação: Parágrafo 4º – Estende-se aos Policiais Militares os mesmos percentuais alcançados pelos professores com diploma de nível superior no caput deste artigo. 2005. 25ª ed. a leitura do capítulo 15 do livro Curso de Direito Constitucional. 22 . faça. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Para a resolução dos casos. Malheiros: São Paulo. que a emenda parlamentar sofreu veto. inciso V.615. 1º Fica aditado ao artigo 1º da Lei nº 6. por vício de inconstitucionalidade. pesquisar a jurisprudência do STF.619. fundamentadamente. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. ao conferir aumento de remuneração aos policiais militares. ainda. Alexandre de. se a intenção do Governador encontraria amparo constitucional.615/94). objetivando a declaração de inconstitucionalidade da Lei nº 6. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. tendo o mesmo sido rejeitado pela Assembléia Legislativa. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Ainda nas razões da impugnação. com sérias repercussões na normalidade administrativa. 2003.gov. 103. de 1º de julho de 1994. propõe Ação Direta de Inconstitucionalidade. José Afonso da. da Constituição da República.” Informa que o texto normativo impugnado altera lei de iniciativa do Poder Executivo. amparado pelo art. inicialmente. do capítulo II do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. Atlas: São Paulo. Esclarece. e os Informativos do STF – www. de 27 de maio de 1994.Coletânea de Exercícios Semana 10 Processo Legislativo – continuação. Moraes. Silva. assim como no princípio da simetria. Ed.. Manoel Jorge e. Ed. o § 4º. informe.stf. sustenta que o mencionado ato legislativo.br. Com base no devido processo legislativo. ensejou acréscimo de despesa para o erário estadual. Silva e Neto.

a competência deste e. a leitura do capítulo 15 do livro Curso de Direito Constitucional. em razão de a MP ter invadido campo reservado à lei complementar. 52. b) alínea b do inciso I do § 1º do art. Silva e Neto. d. e art. d) art. por conseguinte. Os requerentes apontam ofensa aos seguintes dispositivos constitucionais: a) art. uma vez que a MP viabilizaria a nomeação do Presidente do Bacen sem a prévia aprovação do Senado. e da Lei nº 9. por ausência de discussão no âmbito da Comissão Mista. a pretensão dos partidos políticos? Semana 11 Processo Legislativo – continuação.683. ante o claro objetivo de alterar o regime de competência para processar e julgar o Presidente do Bacen.650. convertida na Lei nº 11. 62. transformando o cargo de Presidente do Banco Central do Brasil – Bacen – em cargo de Ministro de Estado. 62. por tratar a MP de direito processual. Manoel Jorge e. c) § 9º do art.036/2004. por ausência dos requisitos de relevância e urgência da MP. 2006. que “Altera disposições da Lei nº 10. tendo em vista que o Presidente do Bacen passaria a deter as prerrogativas constitucionais de seu superior hierárquico. do capítulo II 23 . 192. ainda. III. 84. 62. perante o Supremo Tribunal Federal. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Ed.Direito Constitucional II CASO 2 Tema: Medida Provisória e inconstitucionalidade Os Partidos da Frente Liberal – PFL – e da Social Democracia Brasileira – PSDB – ajuízam. através dos pontos acima alinhados. de 28 de maio de 2003. Indaga-se: Estaria bem sedimentada. inicialmente. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. de 27 de maio de 1998”. anulando. o Ministro de Estado da Fazenda. e) art. I e XIV. Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a Medida Provisória nº 207/2004. faça.

Mas os parlamentares entenderam que tal aumento deveria ser estendido a outros servidores que se encontravam.stf. 2005. e os Informativos do STF – www. pesquisar a jurisprudência do STF. Silva e Neto. Malheiros: São Paulo. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula. Manoel Jorge e. Para a resolução dos casos.Coletânea de Exercícios do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. e dos capítulos 10 e 11 do livro Curso de Direito Constitucional. Lumen Juris: Rio de Janeiro. Ed. José Afonso da. a leitura do capítulo 16 do livro Curso de Direito Constitucional. Silva. em patamar remuneratório equivalente e que. Malheiros: São Paulo. Alexandre de. inicialmente. Moraes. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Aprovado o referido projeto de lei com a mencionada emenda parlamentar.gov. e os Informativos do STF – www. faça.stf. vício de iniciativa? b) Em havendo vício de iniciativa.. Silva. 2003. CASO 1 Tema: Processo Legislativo O Presidente da República encaminhou um projeto de lei ao Congresso Nacional. 25ª ed. concedendo aumento à determinada categoria do serviço público. 24 . e do capítulo III do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. pesquisar a jurisprudência do STF. 25ª ed. Indaga-se: a) Há. para sanção ou veto e.gov. 2005.br. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. mereciam o mesmo benefício. Para a resolução do caso. antes. no caso. 2006.br. Ed. José Afonso da. Atlas: São Paulo. por desempenharem atribuições da mesma natureza e complexidade.. o mesmo foi encaminhado ao Presidente da República. posterior promulgação e publicação. se fosse o caso. eventual sanção supre tal vício? Semana 12 Poder Executivo.

só poderia sair da caneta do Presidente da República. por força de portaria assinada pela então Ministra de Minas e Energia. Ciente do fato. surgiram indícios de que sua campanha foi parcialmente financiada com dinheiro ilícito. por ordem do MM. que. logo após o inicio da atual legislatura. foi nomeado Ministro de Estado pelo Presidente da República. o “barnabé” impetrou mandado de segurança. a autarquia abriu sindicância interna.Direito Constitucional II CASO 1 Tema: Representação em face de Ministro de Estado João Máximo foi reeleito deputado federal em 2006 pelo povo do Estado de Goiás. revelariam comportamento do servidor incompatível com as diretrizes do Regime Jurídico Único. para investigar a suposta prática de tráfico de influência em licitações federais. através de interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário. 117 (“valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem. segundo ele. entretanto. incompetência da autoridade coatora para lavrar o ato demissório. Juiz da Quarta Vara Federal do Estado do Amazonas. em fevereiro de 2006. assim como se deu.429/92. em detrimento da dignidade da função pública”). Diante da situação hipoteticamente descrita. culminando com a demissão do impetrante. caracterizando crime eleitoral. deverá o Ministério Público oferecer denúncia à justiça eleitoral? CASO 2 Tema: Delegação de atribuições Antonio era fiscal da Agência Nacional do Petróleo e. ou realmente assiste razão ao impetrante quando alega a incompetência da Ministra? 25 . foi preso preventivamente. Indaga-se: A Constituição faz alguma previsão normativa que legitime o ato de demissão. alegando. Ocorre que. notadamente o inciso IX do art. Da sindicância emergiu o processo administrativo disciplinar. capitulados na Lei nº 8. De outro lado. Inconformado com a penalidade sofrida. tendo em vista que os fatos narrados na denúncia constituiriam atos de improbidade administrativa. inicialmente.

. mediante pagamento de fiança.stf. o Procurador-Geral de Justiça do Estado editou portaria designando outro Promotor de Justiça para acompanhar o inquérito de Maria e Joana. O Promotor de Justiça designado ofereceu denúncia contra Maria e Joana. 25ª ed. Lumen Juris: Rio de Janeiro. e os Informativos do STF – www. entendo o MP que a hipótese não configurava tráfico de substância tóxica. como resultado da operação policial “celacanto provoca maremoto”.Coletânea de Exercícios Semana 13 Ministério Público. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula. inicialmente. Diante do caso. José Afonso da. imputando o crime de tráfico de substância tóxica. acusadas de envolvimento no crime de tráfico de substância tóxica. Silva. faça. tendo o Promotor Público titular opinado pela concessão de liberdade provisória a Maria e Joana.br. assim como todos os demais inquéritos resultantes da operação “celacanto provoca maremoto”. CASO 1 Tema: Princípios Institucionais do Ministério Público Maria e Joana foram presas em flagrante. Manoel Jorge e. Malheiros: São Paulo. 2006. O procedimento policial foi distribuído ao Juiz de Direito da 5ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. e do capítulo V do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. a leitura do capítulo 19 do livro Curso de Direito Constitucional.gov. vislumbra-se alguma afronta a princípio institucional do Ministério Público? 26 . Contrariado com a postura do Promotor de Justiça titular da 5ª Vara Criminal. 2005. Ed. pesquisar a jurisprudência do STF. Silva e Neto. Para a resolução do caso.

Silva e Neto. obtendo o mesmo resultado. diz ser a mesma “caloteira”. Maria ajuíza ação de responsabilidade civil por danos morais. tudo sob o argumento de que a ação foi fácil demais. tudo na forma do contrato de prestação de serviços advocatícios firmado pelas partes.. 25ª ed. Ed. condenado ao pagamento pelo dano moral. CASO 1 Tema: Imunidade advocatícia Maria contratou os serviços do advogado Florêncio Perfumado para defendê-la nos autos da ação de cobrança de cotas condominiais aforada pelo Condomínio Estrela do Norte. Para a resolução do caso. Em sede de defesa. Maria resolve não pagá-los. e. Silva. Cobrado os honorários. pesquisar a jurisprudência do STF. Florêncio Perfumado. o advogado ampara-se no disposto no art. Indignado. Imunidade. 2006. o pedido do Condomínio na ação foi julgado improcedente. Observação importante: Para a resolução do caso desta aula.br. faça. Manoel Jorge e. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”.Direito Constitucional II Semana 14 Advocacia. Os honorários que seriam devidos ao advogado foram pactuados. além de ofendê-la frente a outros condôminos com palavras de baixo calão. 133 da Constituição da República. Lumen Juris: Rio de Janeiro. mesmo assim. o advogado vai ao apartamento de Maria. A imunidade advocatícia ampararia o advogado contra a decisão que lhe condenou ao pagamento pelo dano moral? 27 . a leitura do capítulo 19 do livro Curso de Direito Constitucional.stf. e qualquer um a defenderia. aos brados. sendo. e do capítulo V do livro Curso de Direito Constitucional Positivo. José Afonso da. e os Informativos do STF – www. inicialmente. Em decorrência do excelente trabalho desenvolvido pelo Dr.gov. Malheiros: São Paulo. 2005.

a leitura do capítulo 28 do livro Curso de Direito Constitucional. nas cidades com mais de 30.br. Para a resolução dos casos.stf. o Estado nunca cumpriu com a ordem. há alguma medida judicial que possa ser utilizada em defesa da manutenção de sua propriedade? Quais argumentos poderiam ser usados nesta ação? CASO 2 Tema: Da Ordem Econômica – Livre-iniciativa O Governador do Estado de São Paulo ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade em face da Lei Estadual nº 10. principalmente no recurso “a Constituição e o Supremo”. Como advogado(a) dos proprietários da fazenda. José Afonso da. por decreto. do livro Curso de Direito Constitucional Positivo.000 habitantes.Coletânea de Exercícios Semana 15 Ordem econômica e financeira. Não obstante a Justiça ter concedido reintegração de posse aos proprietários. 2005. pesquisar a jurisprudência do STF. Assim. e do capítulo II. Ocorre que a fazenda foi invadida por sem-terra. Malheiros: São Paulo. Silva e Neto. Lumen Juris: Rio de Janeiro. e os Informativos do STF – www. considerou a área improdutiva. uma distância mínima de duzentos metros entre as farmácias já estabelecidas e novos estabelecimentos farmacêuticos que viessem a ser abertos. Observação importante: Para a resolução dos casos desta aula.. 28 . que lá permaneceram por mais de 10 anos.307. de 06 de maio de 1999. CASO 1 Tema: Desapropriação A Fazenda Viva Feliz plantava algodão e exportava quase toda a sua produção para Estados Unidos e Europa. em razão do lapso temporal. 2006. quarta parte. declarando-a como passível de desapropriação para fins de reforma agrária. o Presidente da República. Manoel Jorge e. Ed. Tal norma fixava. inicialmente. Silva. faça. 25ª ed.gov.

Encontraria amparo constitucional a intenção do Governador? 29 . da Constituição da República. IV e V. 170.Direito Constitucional II Alegou o Governador a possibilidade de concentração econômica em prejuízo do consumidor. havendo ofensa ao art.

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