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Refluxo Gastro-Esofagico

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Refluxo Gastro-Esofagico

Epidemiologia 

DRGE e uma doença comum na comunidade Frequente nas consultas de Clinica Geral 10% a 20% dos doentes nos Paises Ocidentais tem queixas de DRGE A prevalência da DRGE tende a aumentar   

Factores de Risco 

Obesidade - IMC - > 30Kg/m2 Consumo de álcool-> 7 copos/semana Familiares do 1. grau com sintomas  

Evolução 
     

Doença crónica Períodos de exacerbação e remissão Sintomas severos ocorrem diariamente Variabilidade de apresentação Manejo é por longo tempo Responsabilidade do clínico geral Enviar complicações ao gastro

Diagnóstico 

Essencialmente baseado nos sintomas 

Pirose, regurgitação e dor retro-external

Definição da DRGE Montreal 

DRGE é uma condição que se desenvolve, quando o conteúdo do estomago (ácido, bilis), causam alterações sintomáticas e complicações, do conteúdo refluxado para o 1/3 inferior do esofago

Complicações 

Esofago de Barrett Adenocarcinoma Sintomas Extra-Esofagicos  

Diagnóstico  

  

Nivel Primário- Dor retro-external e regurgitação Iniciar T.T.O. sem investigação adicional Sintomatico moderado- 2 episódios/dia Sintomas severos->2 episódios/dia Alteram a qualidade da vida do doente

Sintomas de Alarme Referência ao Gastro 
    

Disfagia Odinofagia Hemateméses Sensação de globus Perda de peso Disfagia intermitente e frequente não requere referência²alterações motilidade

Sintomas atípicos 
   

Dor cardíaca atípica Tosse Ronquidão Soluços, arrotos, naúseas Desconforto abdominal não especifico

Diagnóstico Diferencial 

Esofagites caústicas Esofagites medicamentosas Sindrome de Mallory-Weiss Sindrome de Plummer-Wilson   

Cont« 

Anel de Schatzki Estricturas pós radiação e pós caústicas Sindrome de Boerhaavee' s- perfuração esofagica espontanea Dispepsia Funcional e Colon irritavel   

Prova Terapêutica 

Dose standard dos IBP Dose dupla dos IBP Iniciar T.T.O. logo na primeira consulta Sensibilidade da prova pode se comparar a outros métodos de diagnóstico   

Investigação 

Numa minoria dos pacientes Para clarificar : Diagnóstico Severidade da Doença Detectar complicações Definir estratégias T.T.O. 

Investigação  

 



Endoscopia Digestiva Alta-Menos de metade tem alterações endoscopicas Verificar severidade da esofagite Identificar complicações de refluxo- Úlcera de Barrett, Hérnia Hiatal, Estricturas, Não é necessário fazer EDA evolutiva Papel dos IBP

Quando Investigar doentes com RGE 
   

Diagnóstico não claro Sintomas persistem Agravamento dos sintomas com T.T.O. Sintomas de alarme Sintomas com outras possíveis causas de esofagite, malignidade, úlceras pépticas e esofagicas

Outros Exames 

Phmetria de 24 horas Impedanciometria para refluxo não ácido Papa Baritada do Esofago  

Objectivos do T.T.O. 

Alívio dos sintomas Restaurar a qualidade de vida do doente Promover a cicatrização da esofagite Reduzir complicações   

T.T.O. Inicial 

Reassegurar a natureza benigna dos sintomas- Dça coronária e Cancro Medidas dietético-higiênicas T.T.O. medicamentoso-IBProtões  

Inibidores da Bomba de Protões IBP 

EsomeprazolEsofagite Erosiva-40 mg/-4-8 semanas Esofagite Não Eros-20 mg/ 4 semanas Manut- 20 mg/dia

IBP 

Omeprazol Esofagite erosiva-40 mg/dia-4semanas Esof não eros- 20 mg/dia Manut------------ 10 mg/dia

IBP 

RabeprazoleEsof erosiva-20 mg/dia-4-8 semanas Esof não erosiv-10 mg/dia 4 semanas Manut-10 mg/dia

IBP 

Pantoprazole-40 mg/dia Manutenção-20 mg/dia 

Lansoprazol 

Esofagite erosiva-30 mg/dia

Esquemas de T.T.O. 
  

T.T.O. contínuo T.T.O. ³ on demand ³ ou intermitente T.T.O. Com redução da dose paulatina Cirurgia Anti-Refluxo- Fundiplicatura de Nielssen-em jovens que requerem T.T.O. contínuo com dose elevada de IBP,por períodos prolongados

Esofago de Barrett 

Transformação do tecido escamoso para epitelio colunar tipo intestinal surge em cerca de 10 a 15% com RGE Fazer EDA de 3 em 3 anos para detecção de displasia 

Manifestações ExtraEsofagicas 
  

Tosse Laringite Asma Erosão dentaria

São manifestações resultantes do refluxo

Associação com H.pylori 

Nao existe associação entre a infecção do H.pylori e DRGE Não necessita de erradicar o H.pylori em doentes com DRGE 

DRGE   

 

É uma patologia frequente e o clinico geral tem de saber manejar Terapêutica medicamentosa- IBP- constitui a pedra do toque no manejo dos pacientes Medidas anti-refluxo Verificar compliance dos doentes Não melhoram ou agravam- enviar ao Gastro

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