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NOÇÕES_DE_ARQUITETURA_E_REPRESENTAÇÃO_GRÁFICA[1]

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NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

Faculdade de Engenharia Civil
SITE DA DISCIPLINA ± www.stcecilia.br/projeto

Professor Titular Arquiteto Francisco José Carol

Professores assistentes Arquiteta Andréa Ribeiro Gomes Arquiteto Fernando José R. Carol

SUMÁRIO CRONOGRAMA CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO ........................... INSTRUMENTOS DE DESENHO ................. REPRESENTAÇÃO DE UM PROJETO ....................................................... COBERTURAS ..................................... CIRCULAÇÃO VERTICAL ......................... LEGISLAÇÃO .............................. PROJETO FINAL - Roteiro .......................................................... URBANISMO BIBLIOGRAFIA 03 04 05 11 18 26 41 53 59 69

01 02 03 04 05 06 07

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CRONOGRAMA DO 1º SEMESTRE DE 2.005
Mês / Dia FEVEREIRO 6 13 20 27 MARÇO 6 13 20 27 ABRIL 3 10 17 24 MAIO 1 8 15 22 29 JUNHO 5 12 19 26 ATIVIDADE Recepção aos alunos / apresentação do conteúdo programático 1º Exercício ± perguntas / perspectivas 2º Exercício ± projeto: mudança de escala (planta + corte) CARNAVAL 3º Exercício ± fechamento de telhado 4º Exercício ± projeto de uma escada Projeto Final ± programa / partido Semana de Provas - P1 Projeto Final ± pavimento tipo Projeto Final ± pavimento tipo Projeto Final - térreo Projeto Final - subsolo Dia do Trabalho Projeto Final ± Subsolo (opcional mezanino) Projeto Final ± Ático / Caixa d'água / telhado Aula Teórica / Projeto Final ± cortes / fachadas Semana de Provas P2 + ENTREGA DO TRABALHO FINAL Semana de Provas P3 Revisão de Provas

DATAS SUJEITAS A ALTERAÇÃO CONFORME A SECRETARIA CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA APROVAÇAO DO ALUNO: Não faltar as aulas, o aluno poderá ter o máximo de xx faltas. Será feita chamada oral de presença. FALTAS DEVEM SER JUSTIFICADAS. Entregar todos os exercícios, do 1º ao 4º, ao final de cada aula. (ver critério de notas) Para o Projeto Final: ACOMPANHAMENTO EM CLASSE - ter todas as folhas do desenvolvimento do projeto VISTADAS e REGISTRADaS na lista de controle da profª Andréa. O projeto deverá ser entregue no dia da prova P2 , em papel manteiga ou ³plotado´ se feito em CAD (MicroStation ou Auto CAD), dobrado em formato A4 e em pasta ou envelope; Entregar TODOS OS RASCUNHOS E FOLHAS VISTADAS COM O PROJETO; Ter feito as provas programadas pela Universidade,   

   

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO P1
1 ±Prova teórica e prática com matéria dos módulos 01 a 04 2.1 - Perguntas / perspectivas 2 - Exercícios 2.1 - Projeto / mudar escala 2.3 - Telhado 2.4 - Escada NOTA FINAL P1 = Média de exercícios + prova / 2 P2 1 -Prova teórica com matéria dos módulos 03, 04, 05, 06 e 07. * prazo máximo para entrega do Projeto Final Cálculos Tipo (*) Térreo 2 ± Acompanhamento do projeto durante as aulas Subsolo Atico Corte/Fachada Freqüência (+ 75%) Rascunhos com vistos Cálculos Tipo Térreo Subsolo Atico Cobertura Corte Fachada NOTA FINAL P2 = 1 + 2 + 3 / 3 P3 1 ±Prova teórica e prática com toda matéria ** para participar da P3 é necessário ter entregue o Projeto Final até a data marcada 10,0 1,0 3,0 2,0 1,0 1,0 10,0 1,0 1,0 1,0 1,0 2,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0 10,0

10,0

3 ± Projeto Final

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2.ATENÇÃO 1. INSTRUMENTOS DE DESENHO 01 INSTRUMENTOS DE DESENHO NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. exercício que não apresente cálculo. os alunos envolvidos serão reprovados. . projeto final igual (mesmo de outro semestre. exercícios iguais. ambos terão nota ZERO. não será considerado. quando solicitado. pois temos os projetos catalogados).

circulação. determinado por um programa estabelecido. PÉ-DIREITO: é a altura livre entre o piso e o teto de um compartimento.00 triângulo com um vértice apontando a indicação do nível de referência escolhido. com cheios e vazios alternados. PLANTA DO PAVIMENTO: é o corte horizontal feito acima do piso. . CORTES: são planos secantes verticais para mostrar partes internas do edifício. a fim de mostrar no desenho. equipamentos fixos e móveis (opcionais). a distância variável.7 mm Escala Triangular Durex ou fita crepe Prancheta A3 ou A4 (opcional) Esquadros de acrílico não graduados 60º e 45 Minas H / HB Borracha Papel manteiga fosco-SEM BRILHO DEFINIÇÕES PLANTA: é o desenho do objeto visto na sua projeção sobre o plano horizontal. equacionando com arte e técnica. ALINHAMENTO: é a linha projetada. visando a obtenção do objetivo desejado. PERSPECTIVA: é o desenho do objeto visto bi -dimensionalmente. NIVEL: o sinal gráfico da indicação de nível pode ser: 0. isto é.00 y um círculo dividido em quatro setores iguais (quadrantes). CONVENÇÕES Linhas y Espessuras linha grossa linha média linha fina NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. todos os componentes do pavimento. PROJETO ARQUITETÔNICO: é a solução de um problema de edificação. para fixar o limite do lote do terreno em relação ao logradouro público. recuo de fundo e recuos laterais direito e esquerdo ou como costuma s er denominado ³afastamento lateral direito ou esquerdo´). vãos de portas e janelas. y Elementos fixos: terrenos / programa / verba / exigências institucionais.5 e / ou 0. um comumente usado em cortes. geralmente não são contínuos. marcada ou indicada pela Prefeitura Municipal. iluminação e ventilação do pavimento. em projeções sobre dois planos verticais ortogonais.Disquete 3 ½´ Régua ³T´ ou régua paralela Lapiseira 0. RECUO: é a distância da construção a divisa considerada (recuo de frente. os elementos fixos e variáveis existentes. de modo a dar uma perfeita compr eensão das divisões. ELEVAÇÃO / FACHADA: é o desenho do objeto visto na sua projeção sobre um plano vertical. y Elementos variáveis: programa / partido arquitetônico / funcionabilidade / estética / volumetria. comumente usado em plantas 0. como paredes.

or the image may hav e been corrupted. certos objetos cujas dimensões não permitem o uso dos tamanhos de papel recomendados pel as ormas cnicas. imensões de pranchas com medidas em milímetros A A A A A3 A A . and then open the file again. uando necessitamos obter representações gráficas maiores ue os objetos utilizamos escalas de ampliação. Restart y our computer. or the image may hav e been corrupted. a demolir e a construir: LEGE A A conservar A demolir A construir C ES Preta Amarela Vermelha Concreto The image cannot be display ed. m² meio metro uadrado). m² um uarto de metro uadrado).y i os linha isí el traço cheio) linha invisível traço interrompido) linha de ei o traços e pontos) aracterização no projeto. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. Your computer may not hav e enough memory to open the image. formato A corresponde ao A dividido em duas partes e tem . If the red x still appears. esses casos empregamos escalas de redução. and then open the file again. A ES ALA: necessidade do emprego de uma escala na representação gráfica. enharia  $ & A A % S IVISÃO O FORMATO A0  ¨ ¢¦ © §  ¢ ¢¤ ¢ ¡ ¥ ¥ ¤£¢ ¡   ' ( " # ! Concreto aparente adeira erra A A3 A4 A4 i il .    NOÇÕES E I E E EP ESENTAÇÃO I A -Facul ade de E Atuali ada em ezembro/ . If the red x still appears. FORMATO E IMENSÕES O PAPE : o ponto de partida o formato A leia A zero) ue tem m² um metro uadrado) de superfície e os lados na razão ½. em muitos casos. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. . and then open the file again. The image cannot be display ed. das partes a conservar. . formato A ori ina-se da divisão do A em duas partes e tem . em verdadeira grandeza. Your computer may not hav e enough memory to open the image. Restart y our computer. Restart y our computer. The image cannot be display ed. or the image may hav e been corrupted. ES ALAS NUMÉRI AS E RÁFI AS a relação entre cada medida do desenho e a sua dimensãoreal no objeto. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. Your computer may not hav e enough memory to open the image. If the red x still appears. surgiu da impossibilidade de representarmos.

mista. portante. Esse trabalho é dispensável quando o desenho é acompanhado de escala gráfica. 10:1 (dez por um). fachadas. perfis de aço. concreto armado.No desenho de arquitetura geralmente só se usam escalas de redução. A clareza do desenho As escalas devem ser lidas 1:50 (um por cinqüenta). aço Elevações. Deve -se pois.02 m. etc. perspectivas. blocos armados. Franki. por exemplo. O tamanho do objeto a representar 2. tijolos. 1:20 (um por vinte) notação atual É lógico que quando se faz a redução ou ampliação fotográfica de um desenho. cortes perspectivas 1:100 = desenhos de ap resentação ± plantas. estrutura. tubulões ESTRUTURAS Rígidas Semi-rígidas Concreto armado. Strauss. instalações. Uma casa desenhada na escala de 1:50.05 (cinco centésimos). a não ser em detal hes. etc. pois 1 metro dividido por 50 é igual a 0.05 = 5 / 100 = 1 / 20. blocos pré -moldados. reduzida fotograficamente em 25% de seu tamanho. ou seja. projeto para Prefeitura 1:50 = execução (desenhos bem cotados) 1:10. A escala gráfica correspondente a 1:50 é representada por seg mentos iguais a 2 cm. Se fizermos as operações. fachadas. . encontraremos: 0. bloco armado pedra corrido Madeira. ficará representada na escala de 1:66. ESCALA GRÁFICA: é a representação da escala numérica. A escolha de uma escala deve ter em vista: 1. 1:20 e 1:25 = detalhes y y 1:50 = projetos especiais ± fundações. 1:10 (um por dez). cortes. alvenaria auto NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. ter o máximo cuidado de conferir as escalas numéricas indicadas em livros e revistas. As dimensões do papel 3. Escalas utilizadas para desenhos arquitetônicos: y y y 1:200 ou 1:100 = rascunhos / estudos (papel manteiga) 1:100 = anteprojeto ± plantas. onde aparece algumas vezes a escala real. concreto Indiretas ou profundas: estacas centrifugado. 1:25 (um por v inte e cinco). Em desenhos antigos pode -se encontrar. a escala de 0. TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Componentes e Especificações LEVANTAMENTO: topográfico / planialtimétrico FUNDAÇÕES: exame do terreno / sondagem Diretas: sapatas / baldrame Concreto armado. sua escala fica alterada.6.

cimentado. aço.COBERTURAS Estrutura Telhados Madeira. cerâmica esmaltada. basalto Madeira. pedras naturais. pau à pique Madeira. vernizes Tecidos / Vidros / Carpetes / Forrações INSTALAÇÕES Água fria: pvc marrom. calafetar. pvc. granito. granito. basalto Tacos (acabamento para madeira: raspagem. concreto. resinas. treliça. carpete de madeira REVESTIMENTOS / MAMPOSTERIA Chapisco. laminados. ardósia IMPERMEABILIZAÇÃO Líquida. pvc especial Hidráulicas Esgoto: pvc branco. ardósia. especiais. adobes. borracha. translúcida. metal. concreto pré -moldado. pvc VEDOS Pedras. mantas Asfáltica. ferro Água quente: cobre. fórmica. ardósia. fórmica. hidrantes. vitrificada. polímeros. fibrocimento. arenito. azulejos (lisos ou decorados) ± com junta à prumo ou amarrada Naturais. alumínio. mantas FORROS Madeira. granitine. vidro. forrações. pv a. plástico. bloco de concreto. papel. cera. . reboco (massa fina). taipas. chapa galvanizada Iluminação / Tomadas / Ar condicionado / chuveiro elétrico Telefonia / Intercomunicadores / Lógica / Som / Vídeo / Rádio / Pára raios Elétricas NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. esmaltada. tecidos. látex. acrílica. assoalhos. escama. lambris. tijolos cozidos. fibrocimento. alumínio. plásticos. ferro Proteção contra incêndio: tubo galvanizado. polímeros. mosaico. esmaltada. sinteko). alumínio. estuque. detectores de fumaça. emboço (massa grossa). concreto armado pré-moldado Telha cerâmica: francesa. chapa. fibrocimento. mármore. carpetes. blocos PISOS Fria Quente Alvenarias estruturais Alvenarias auto-portantes: divisórias / painéis Frios Quentes Ladrilho cerâmico. vidro. plan ou capa canal Fibrocimento. colonial. fibra Caiação. compensado. chapa metálica. películas. alumínio. gesso. mista. ferro. splinkers Água pluvial: pvc branco. mármore. galvanizado. massa corrida (acabamento) Cozida.

de correr. acrílico. basculante. floreiras REPRESENTAÇÃO DE UM PROJETO De acordo com LEI COMPLEMENTAR Nº 84 DE 06 DE JULHO DE 1993 (ver módulo 05 Legislação). II . borracha clorada VIDROS Lisos. no mínimo: a) Planta de situação do terreno na quadra. efetuadas por particulares ou entidade pública. colorido. laminados (acabamento: incolor ou transparente. devidamente cotada. temperados. no que couber. b) Implantação da edificação no terreno. obedecidas. pivotante. persiana CAIXILHOS METÁLICOS Contramarcos / Alumínio Portas e Alumínio anodizado. jardineira. é regulada pela presente lei complementar. pva. comuns. O projeto completo de uma edificação compõe -se dos seguintes elementos: I . além de todo elemento existente no passeio fronteiriço. especiais Vidro.ESQUADRIAS DE MADEIRA Batentes Portas Janelas Maciças. guilhotina. folhadas. relhadas. toda construção.projeto arquitetônico. e o projeto arquitetônico do edifício compreende. com todos os elementos que caracterizam o terreno. 02 REPRESENT ÇÃO DE UM PROJETO NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. reentrantes. Janelas persiana / metálica Sistema de De abrir. de enrolar PINTURA Caiação. veneziana. vasos. suas dimensões. na escala adequada. a qualquer título. recuos de todos elementos salientes. . bem como demolição parcial ou total. cristais. áreas e poço s. ampliação de edifícios. óleo. revestidas. pantográfica. vidro / veneziana. lisas. látex. abertura sanfonada. têmpera. reforma. III . espelhado) LIMPEZA GERAL DA OBRA / PAISAGISMO Jardim. almofadadas.projetos complementares.especificações A representação gráfica dos projetos deve seguir as diretrizes da ABNT. pontilhados. epoxi. max -ar. as disposições federais e estaduais relativas à matéria e as normas vigentes da ABNT. ferro e chapa galvanizada. contendo a orientação Norte ±Sul e a distância para a esquina mais próxima.

05m sala 2 16. 5.65 a. verificada mostrará a muro h=1.20 DIVISA LATERAL ESQUERDA Recuo do fundo 6.55 FRENTE DO LOTE 2.30 abrigo P2 1. com as dimensões dos ambientes. se necessário as construções vizinhas. 2 4. As escalas indicadas para a planta de locação são as 1:100 ou 1:200.48m +.20 P1 2. ocupação máxima do representada pelo da área do lote A¶ receber edificação.60m efeito de parcelamento. sua altura e todos os elementos salientes ou reentrantes. máxi mo pelo sua área em área II.c) Planta de todo pavimento.20 P2 8.50 J3 J3 1. devidamente cotada. e da esc ada.60m 20.60m de: DIVISA DE FUNDO I. e a posição de todas as divisas do lote. que contenham a posição da edificação a ser construída. de lote de ser +. portões. vãos de iluminação e ventilação.000 (ver módulo 05) a ocupação do solo fica condicionada a índices urbanísticos definidos a partir do estabelecimento muro h=1.00m Recuo lateral direito 0.00 Alinhamento principal PLANTA . Pode -se fazer um desenho único com a locação e a planta de cobertura. com indicação dos respectivos níveis. a identificação precisa do número de pavimentos.50 III.32 1.35 Recuo de frente J2 4. as dimensões e áreas dos vãos de iluminação. muro lote mínimo para h=1.00 J4 2.00 Portão de correr muro h=1. Não seria correto indicar o afastamento entre o muro e a extremidade da cobertura. Ela deve mostrar os muros. Todas as fachadas distintas do edifício com a respectiva indicação dos materiais a serem utilizados. deve ser com levantamento topográfico que geometria do lote.52m P1 5. PLANTA BAIXA Indica o destino de cada compartimento e suas dimensões: as áreas dos pavimentos.95 dormitório 2 12. Recuo lateral esquerdo percentual A que pode coeficiente do número pode construída. Observe a figura que os afastamentos da construção são me didos do muro (ou do seu eixo) até a parede. aproveitamento PROJEÇÃO DA EDIFICAÇÃO representado Telhado vezes que reproduzida IV. fio ou guia meio 5.50 banho. taxa de lote. a calçada ou passeio e.50 cozinha 2 7.48m 2. 2 4.80 J1 +. Essas medidas prevalecerão no caso de divergência com as medidas tomadas no desenho. Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2.00 proj.20 Atualizada em Dezembro/2005.50 constante do título de propriedade. sua destinação e área. na escala adequada.serv.00 metragem quadrada do DIVISA LATERAL DIREITA +. quando houver.00  a terreno. além da indicação dos níveis dos pisos. longitudinais e transversais.00 que a edificação deve relação aos limites do edificações no mesmo alinhamento NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil calçada ou passeio Rampa Sobe +.PLANTA DE LOCAÇÃO Indica a posição da construção dentro do terreno. 20.65 2.80 2.33 P3 1.50 +. A planta de locação não se limita a casa ou construção. d) cortes ou perfis. recuos mínimos obedecer em lote e entre lote. árvores existentes ou a plantar.33 P2 J3 2. As cotas constantes dos projetos deverão ser escritas em caracteres claros e facilmente legíveis.90 +. da cobertura 1.60m RUA calçada 10.

com a finalidade de permitir esclarecimentos ue venham facilitar a execução da obra. As linhas indicando onde devem ser feitos os cortes são traçadas SE P E nas plantas do projeto ver página ). VIS A E CORTE PERSPECTIVA O A RESI Ê CIA sem escala) I I A E A SVE SA . y ou may hav e to delete the image and then insert it again. If the red x still appears. do forro. uase sempre uma nica seção não suficiente para demonstrar todos os detalhes do interior de um edifício.30 8 8 @ 9 8 7 5443 0 1 6 2 ) . Assinalamos os cortes por letras mai sculas. cujas paredes sejam revestidas por azulejos. WC ORTE AA BA 1. portas e lajes. As paredes secionadas devem ser representadas tal como aparecem nas plantas.SERVIÇO COZI A +0. Restart y our computer.32 A.70 m 2. and then open the file again. Indicamos as seções nas plantas por traços grossos interrompidos por pontos e terminados por setas ue indicam a situação do observador em relação ao plano da seção. sendo necessários. no mínimo dois cortes.60 +0. Your computer may not hav e enough memory to open the image. dos detalhes de cobertura e dos alicerces. or the image may hav e been corrupted. NOÇÕES E ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO RÁFI A -Faculdade de Engenharia Civil 2.ORTE OU SEÇÃO São obtidos por planos verticais ue interceptam as paredes. janelas. representamos duas seções: eve-se sempre passar um dos cortes por um dos compartimentos ladrilhados.73 Atualizada em ezembro/ m . portas. sempre ue The image cannot be display ed. janelas. teremos um desenho demonstrativo das diferentes alturas de peitoris. vergas e das espessuras das lajes do piso.35 +0. Se desenharmos a vista do edifício secionado em um plano vertical. apresenta-se um projeto. Por esse motivo.

2. Elevação perspectivada é a que recorre a perspectiva. uma só declividade (uma água ou pano). relacionando -as com a planta. das superfícies. cobertura por similares. dos materiais e sua textura e da cor. cobertura por (convenientemente Quanto a forma as 03 OBERTUR S elementos estruturados impermeabilizado) coberturas podem possuir: elementos apoiados ± telhas e ± laje FACHADA LATERAL ESQUERDA a. Na linguagem mais comum. Com esses elementos o arquiteto trabalha e compõe uma fachada. dos cheios e vazios. da modernatura. esse caso. constitui apenas. Reduzir a espessura dos traços na medida em que eles estão mais distantes do primeiro plano COBERTURAS A proteção zenital é detalhe importante num projeto. FACHADA PRINCIPAL . serviço banho cozinha 1. Notar a aplicação da conv enção para os traços nas fachadas. 2. a fisionomia do edifício. em volume. Fachada: designação de cada face de um edifício. As outras serão denominadas de fachada posterior. As partes mais próximas do observador são desenhadas com traço grosso. a que dá para a rua.ELEVAÇÃO OU FACHADA Elevação: nome que se dá à representação gráfica das fachadas ou frontispícios dos edifícios. quatro (a mais comum). Quanto ao sistema construtivo classifica -se em: 1. 3. a ³fachada principal´. Essa composição das fachadas é feita através do tratamento do plano. duas. a disposição das quatro fachadas de uma construção. ou fachada lateral.Damos a seguir. forma poligonal. A escolha de solução para a cobertura. dando expressão final à criação arquitetônica. três. Quando a elevação constitui mera projeção ortogonal chama -se elevação geométrica ou ortográfica. Frontaria ou frontispício é geralmente o nome que se dá à fachada da frente. abrigo para auto FACHADA LADERAL DIREITA dormitório living TELHADOS USUAIS NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. forma especial. O conjunto de fachadas e sua composição plástica darão. determina o equilíbrio no conjunto. economia de material e de mão -de-obra. a caráter.

cumeeira escora terça caibro 5 x 16 cm empena ripa 1 x 5 cm tirante pendural frechal linha ou tensor estribo ESFORÇOS QUE ATUAM NOS ELEMENTOS DE UMA TESOURA DE MADEIRA NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. . e estas nos caibros que se apóiam nas terças que por sua vez são apoiadas nas pernas (ou empenas) da tesoura. de alumínio ou de concreto. Os elementos de cobertura (telhas) apoiam -se em estruturas de madeira (as mais usuais). devem ser obtidas nos catálogos dos fabricantes.As tesouras comuns são as peças principais das estruturas de madeira e que irão suportar o peso dos elementos da cobertura (telhas) que serão fixados nas ripas.TIPO DA TELHA N.10 m Maiores informações quanto as coberturas. o cálculo da porcentagem da mesma deve ser feito considerando a metade do vão total.º / m² 13 a 15 18 a 25 PESO COM MADEIRAMENTO (kg / m²) 40 / 50 50 / 70 INCLINA ÃO (graus) 16 a 25 13 a 16 07 a 10 DECLIVIDADE (%) 30 a 45 25 a 30 13 a 16 Francesa Colonial Ondulada (fibrocimento) Em telhados de duas declividades. de igual comprimento. Exemplo : p=h/m 30% = h/ 700 h m h = 2. de ferro.

.. panos. Linha ou tensor 4.............. Escora 3. Os esforços que atuam em cada peça de uma tesoura. Pendural 1 C/4 2 4 3 C/4 C/8 1/4 1/4 1/4 1/4 Temos que as peças 1 e 2 (empena e escora) trabalham em compressão (flexo -pressão) e que as peças 3 e 4 (tensor e pendural) trabalham em t ração.. ......Esquematicamente a figura abaixo mostra esses esforços... têm pequenas inclinações.. Peso Próprio Telhas Francesas E = 25 (inclinação) e p = 45% (declividade) Telhas Coloniais E = 15 (inclinação) e p = 25% (declividade) 45 kg / m² 90 kg / m² Vento 62 kg / m² 45 kg / m² Água da Chuva 13 kg / m² 15 kg / m² Total 120 kg / m² 150 kg / m² TRAÇADO USUAL DOS TELHADOS As águas..... Sendo as peças: C/4 1....... pod e ser admitida como carga adicional a carga permanente..... podem ser determinados com o uso do Diagrama de Cremona (da Grafostática) e da fórmula de Euler.. a solução baseia -se no seguinte teorema: ³A interseção de dois planos de igual inclinação é a bissetriz do ângulo formado pelas horizontais de mesma cota dos planos´.. o que é permitido para pequenas inclinações e uma vez que as águas do telhado...receptor de água inclinada água-furtada cumeeira espigão espigão cumeeira NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005......... A pressão do vento. considerando -se a direção do mesmo inclinada de 10 º em relação a horizontal............... FORMAS USUAIS DOS TELHADOS As linhas principais de um telhado são:  Cumeeira. nos casos das telhas francesas e coloniais...divisor da água horizontal  Espigão. Empena 2...........divisor de água inclinado  Água-furtada (ou rincão)........ sendo de igual inclinação..................

Your computer may not hav e enough memory to open the image. A seguir. ELEVAÇÃO dos planos. If the red x still appears. As águas-furtadas ou rincões) formam ngulos de com as projeções das paredes e saem dos cantos internos. BC e CA do tri ngulo ABC. As cumeeiras são linhas paralelas a uma direção das paredes e perpendiculares a outra direção.O telhado de duas águas tem duas empenas ou oitões. ELEVAÇÃO PLANTA NOÇÕES E ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO RÁFI A -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em ezembro/ . vários exemplos de traçados a seta indica o sentido do caimen da água). to COBERTURA E SUPERFÍCIES TRIANGULARES As três bissetrizes indicadas na figura abaixo são as interseções. Restart y our computer. denominadas espigões´. R IHHG D E F Q ELEVAÇÃO Telh o com 3 águas ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO S S R ELEVAÇÃO P Q C . and then open the file again. y ou may hav e to delete the image and then insert it again.Tendo em atenção as 3 regras práticas a. a superfície de apoio vez da tesoura) no final da cobertura e formando parte da fachada. pode -se traçar ual uer projeto de telhado por mais recortado e complicado ue seja. isto . com igual declividade e contendo os lados horizontais AB. São o encontro de dois planos águas). ue faz a caimento oit o OITÃO Ao projetarmos um telhado devemos nos lembrar de algumas regras práticas: . Os espigões formam ngulos de com as projeções das paredes e saem dos cantos externos. The image cannot be display ed. or the image may hav e been corrupted. .

. SUPERFÍCIE COM PÁTIO INTERNO OU JARDINS NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. and then open the file again. Restart y our computer. na figura a baixo temos uma cobertura irregular onde as bissetrizes dos ângulos das horizontais são os cinco espigões do telhado. or the image may hav e been corrupted. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. If the red x still appears. If the red x still appears. If the red x still appears. or the image may hav e been corrupted. Restart y our computer. Your computer may not hav e enough memory to open the image. and then open the file again. Your computer may not hav e enough memory to open the image. tipo quatro espigões ou as outras duas indicadas abaixo: The image cannot be display ed.Analogicamente. and then open the file again. The image cannot be display ed. or the image may hav e been corrupted. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. The image cannot be display ed. Restart y our computer. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. há quatro soluções para uma certa declividade: tipo duas águas. Your computer may not hav e enough memory to open the image. COBERTURA DE SUPERFÍCIES QUADRADAS Para cobertura dessas superfícies com telhado clássico.

B Largura do NOÇÕES DET. especialmente as do telhado Cano que sai da calha até o Escoar as águas pluviais solo que vêm do telhado A seguir são apresentados exemplos ilustrados dessas peças para melhor compreensão CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas / Rampas / Elevadores Projeção da Edificação 04 IR UL ÇÃO VERTI telha calha pluvial platibanda Caimento platibanda cachorro calha pluvial rufo telha Tesoura L DET.pátio interno PEÇAS COMPLEMENTARES TIPO Beiral Platibanda Rufo Calha Condutor DESCRI ÃO É a distância entre a parte externa da parede e a extremidade do telhado Parede de pouca altura e acima da cobertura Peça de arremate entre as telhas ou calhas e a parede Cano que lembra um sulco FUN ÃO Evita o excesso de umidade nas paredes Destinada a encobrir o telhado Vedação. edif. evitar infiltração de água Recebe as águas pluviais. Condutor descida pluvial CORTE ESQUEMÁTICO DETALHE A CORTE ESQUEMÁTICO DETALHE B . Beiral PLANTA DO TELHADO COM PLATIBANDA PLANTA DO TELHADO COM BEIRAL proj. A beiral calha pluvial Laje DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Parede Atualizada em Dezembro/2005.

Soma-se a altura do pé -direito + a espessura da laje do piso superior = pé-esquerdo NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. 2. 3. 5. .18 m (dezoito centímetros). Patamar Dados experimentais fizeram concluir que: y A altura recomendável para o espelho de uma escada deve ser no máximo de 0. y A profundidade recomendável deve ser no mínimo de 0. estabeleceu uma fórmula empírica que permite calcular a largura do piso em função da altura do espelho e vice -versa.64 = constante CÁLCULO DE UMA ESCADA Deve-se considerar: y y 2h + p = 0. Piso é a parte horizontal do degrau (p) Espelho é a parte vertical do degrau. 4.A concentração das construções nas grandes cidades criou exigências de aproveitamento cada vez maior dos terrenos. ESCADAS 1. Espessura do piso superior (laje). Assim expandiu -se a construção de edifícios com pavimentos superpostos servidos por uma circulação vertical. Esta fórmula é a seguinte: Onde: h = espelho P = piso a ser determinado 0. 6. Bomba é o espaço entre os dois lances da escada.64 m Altura do pé -direito. Blondell.25 m (vinte e cinco centímetros). perpendicular ao piso (h) Bocel é a saliência (balanço) do piso sobre o espelho (b) Banzo é a peça ou viga lateral de uma escada Linha de Bomba é a linha de contorno da parte interna de uma escada entre os degraus quando estes fazem um giro de 180º. arquiteto francês.

espelho (h) = 0.28 4 mPara completar o cálculo da escada devemos determinar a distância em projeção horizontal. logo a distância d será igual ao produto da largura do piso encontrado pelo número de degraus menos 1.18 m (máximo permitido para h) = 15.Divide-se o resultado encontrado por 0.15 m = 2. a largura do piso do degrau (p). Ora.64 p = 0.64 0.18 m (altura máxima permitida para espelho) Por exemplo.17 8m (NUNCA arredondar esse valor) = h (altura do espelho) Isto é.28 4 m Finalizando temos uma escada com: 16 degraus.70 m y Espessura da laje do piso superior = 0.64 ± 0. o número de degraus é igual a altura do pé -direito mais a espessura do piso superior.17 8 m e piso (p) = 0. pela fórmula de Blondell.83 (arredondar SEMPRE para mais) = 16 degraus  Logo: 2.85 m : 0. uma escada de n degraus possui n ± 1 pisos.15 m  Temos: 2.85 m (pé-esquerdo) : 16 degraus = 0.64 (constante) 2 x 0.356 m + p = 0.85 m : 0.70 m + 0. piso superior 7 6 5 4 3 2 1 Tem-se: Na figura: d = (n ± 1) p d = 6p piso inferior d NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005.  Assim: 2. considerando: y Altura do pé -direito = 2. 2h (altura do espelho) + p (piso do degrau) = 0. .356 m p = 0. dividido pela altura do espel ho.17 8 m + p = 0. entre o primeiro e o último degrau.85 m (pé -esquerdo) 2.17 8 m = 16 degraus Calcula-se em seguida.

 as escadas deverão ter as seguintes larguras mínimas úteis: y 0.000 (ver módulo 05) das normas técnicas das edicações em geral.20 m em edifícios residenciais com até três pavimentos y 1. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. fica e stabelecido que:  As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e passagem com altura mínima nunca inferior a 2. medida na vertical. Esta altura nunca deve ser inferior a 2. o As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incê ndio devem ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077. Em caso de uso secundário ou eventual. entre o piso do degrau e o teto. a laje intermediária entre um pavimento e o outro.50 m em edifícios de mais de três pavimentos. o o Algumas recomendações  nas escadas com mais de 19 (dezenove) degraus.: consultar o Código de Edificações e de Posturas do Município de Santos.00 m (dois metros). com a profundidade mínima igual a largura da escada.Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2. salvo disposição contrária existente em norma técnica. .90 m em edifícios residenciais unifamiliares y 1. será permitida a redução de sua largura até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros). Trata -se da distância. será obrigatório intercalar um patamar.18 m em escadas internas y 0. Ou seja. conforme mostra a figura abaixo. A instalação de elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada ou rampa.15 m em escadas externas Obs.00 m (dois metros).ALTURA LIVRE Nos projetos de escada é necessário examinar a altura li vre de passagem. destinados a locais de reunião com capacidade de até 150 (cento e cinqüenta) pessoas  as escadas deverão ter as seguintes alturas de espelho: y 0.

do pé -direito do edifício. Deve ser amplamente iluminada com luz direta do exterior através de janelas em plano vertical. DESCE LINHA DE CORTE PARA A PLANTA DO PAVIMENTO SUPERIOR 16 15 14 Corrimão H = 1. na planta do pavimento de onde parte a escada.20 Piso inferior CAIXA DE ESCADA É o compartimento em que a escada é colocada. por conseguinte.30 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 PAVIMENTO SUPERIOR 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 LINHA DE CORTE PARA A PLANTA DO PAVIMENTO TÉRREO 6 5 4 3 2 1 16 15 14 13 12 11 10 9 CORREMÃO sobe Desce Planta esquemática SOBE Sem escala 8 7 6 5 4 3 2 1 PAVIMENTO TÉRREO CORTE ESQUEMÁTICO DE ESCADA NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. apenas quatro ou cinco degraus com traço cheio. pois se obtém a planta por uma seção feita a mais ou menos um metro do piso. com uma seta a direção de subida da escada. Indicar sempre na planta. REPRESENTAÇÃO As escadas são obrigatoriamente representadas nos cortes e na planta de cada um dos pavimentos. Representar também. Os degraus acima da seção devem ser tracej ados. . As suas dimensões dependem do desenvolvimento da escada e.Piso Superior Piso superior Corrimão 2.

64 Corrimão h = 1.30 p p 1.TIPOS DE ESCADAS A seguir. À seguir.15 1. respeitando o Código de Obras de cada município e devem ser aprovadas pelo Corpo de Bombeiros previamente.30 5 4 3 8 7 6 5 4 3 2 1 S 2 1 S Blondel: 2h+p=0. elevador elevador sem escala elevador sem escala . dois exemplos de escada enclausurada: ESCADA COM ILUMINAÇÃO NATURAL ESCADA INTERNA RAMPAS 1.20 0. algumas plantas de escadas de tipos diferentes ESCADAS ENCLAUSURADAS OU DE SEGURANÇA Essas escadas devem ser projetadas em edifícios residenciais e comerciais que tenham mais de 5 andares.20 8 7 6 0.20 Hall de circulação 1.20 9 10 11 12 13 14 9 10 11 D 12 13 14 15 16 15 16 p p Blondel: 2h+p=0.64 Corrimão h = 1.20 1.80 1.90 1.20 1.20 D 1.20 ante câmara Hall de serviço NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005.

muito maior espaço para seu desenvolvimento. 3. classificam -se em: 1. de 6º a 12º.00 da rua:  Teoricamente: B = 1.  O piso das rampas deve ser revestido com material antiderrapante e obedecer às seguintes declividades máximas: I .40 m tendo como referência o nível 0. Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2. As rampas de acordo com a sua inclinação.40 A A = 7.00m : 20% x = 7.  O elevador em uma edificação não dispensa a construção de es cada ou rampa. que exigem um pavimento com ressaltos transversais ou a subdivisão do plano da rampa em largos degraus de pouca inclinação. . Substituindo a escada tradicional.  Em caso de uso secundário ou eventual.000 (ver módulo 05) das normas técnicas das edificações em geral.20 = 1. Rampas de pouca inclinação .  As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077. Superfície inclinada que constitui.00 m (dois metros).40 Sen E = B_ A A E = 12º onde Sen 12º = 1. de 12º a 25º.25% (vinte e cinco por cento) se o uso for exclusivo de veículos automotores. exige. 2. fica e stabelecido que:  As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e passagem com altura mínima nunca inferior a 2. dentro ou fora dos edifícios.Declive. será permitida a redução de sua largura até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).00 m 0. elemento de circulação vertical.00 m 0. se precisarmos vencer uma altura de + 1.12% (doze por cento) se o uso for destinado a pedestres. no entanto. Inclinações maiores são possíveis nos acessos a garagens.ou seja: 1. Rampas inclinadas . que requerem um pavimento rugoso que ev ita o deslizamento. sua inclinação máxima tolerável é de 15%. II . a declividade aconselhada é de 20%.00 + 1. Rampas de média inclinação .40m = 20% x 100% x = 14. que não requerem um pavimento especial contra o deslizamento. A separação entre os ressaltos transversais deve ser constante ao longo da ramp a e igual ao comprimento do passo normal.40 m o Regra de 3 : 1.40 A  Na prática: 7.00 m Temos ainda: 100% : 20% = 5 multiplicar esse valor pela altura a ser vencida. salvo disposição contrária existente em norma técnica.40 m x 5 = 7. Para pedestres. EXEMPLO: ao calcularmos uma rampa para automóveis.00 mELEVADORES NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. de até 6º.

000 (ver módulo 05) das normas técnicas das edificações em geral.80 PCF 0. no mí nimo. do poço do elevador 0.00m proj. dependências d e zelador.90 m PLANTA DO POÇO DO ELEVADOR (Mínimo) Escala 1:25 Dimensões mínimas para casa de máquinas referente a dois elevadores para edifício residencial NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. e de. ainda. no caso de mais de sete pavimentos acima do térreo. compatíveis com as normas da ABNT.Segundo a LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2. fica e stabelecido que:  É obrigatória a instalação de.70 1.70 0.50 m 1. Além destas exigências deve ser apresentado projeto de instalação e cálculo de tráfego. quando de uso exclusivo do penúltimo.50 m (um metro e cinqüenta centímetros). Os espaços de acesso ou circulação fronteiriços às portas dos elevadores devem ter dimensão não inferior a 1. ou destinado a dependências de uso comum do condomínio ou. . o Na contagem do número de pavimentos não é computado o último.80m x 2.10m 1. um elevador nas edificações de mais de três pavimentos acima do térreo.00m 1.00m 1.23 0. definir a capacidade (lotação da cabina) e a velocidade dos elevadores. Esse cálculo de tráfego deve obedecer a Norma NB -596 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). no mínimo.00m 1. Devem ser consultadas também as empresas fornecedoras dos elevadores. o o Para o projeto da caixa de elevadores e das casas de máquinas é necessário antes de mais nada. dois elevadores. Dimensões mínimas para caixa de elevador para um edifício residencial: Dimensões mínimas para casa de máquinas referente a um elevador para edifício residencial CONTRAPESO PLANTA DA CASA DE MÁQUINAS PARA 01 ELEVADOR Escala 1:50 ELEVADOR 1.

espaço técnico barrilete Vazio do 8 7 6 5 4 3 2 1 9 10 11 12 13 14 15 16 05 LE ISL ÇÃO Vazio do poço do Hall de circulação A LEI COMPLEMENTAR N. conforme Laje Impermeabilizada determina a Lei Orgânica.50 m DESENHO ESQUEMÁTICO DAS PLANTAS DO 0.500 1. E DÁ tráfego é PROVIDÊNCIAS. 60 75 90 105 120 m/s 1.50 m proj.75 1. do poço do elevador 4.00m MIN.00 1.Fica instituído o Plano Diretor de Desenvolvimento e Expansão Urbana do poço do Município de Santos.º 311 DE 23 DE NOVEMBRO DE 1998 QUE INSTITUI O PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO E EXPANSÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE SANTOS E ÚLTIMA PARADA DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. definitivos ou cálculos de OUTRAS LEI COMPLEMENTAR N.500 2.10m ÁTICO (sem escala ) DESENHO ESQUEMÁTICO DO CORTE xDO ÁTICO (sem escala) PLANO DIRETOR FÍSICO 1.Dos Índices Urbanísticos e Demais Condicionantes telhado barrilete circ. espaço técnico telhado Artigo 18 . Ático ± pav.25 1.º 312 DE 23 DE NOVEMBRO DE 1998 QUE DISCIPLINA O ORDENAMENTO DO USO E DA OCUPAÇÃO DO SOLO= NA ÁREA INSULAR DO T MUNICÍPIO DE SANTOS.500 PÉ DIREITO MÍNIMO: Espaço Q (do piso da última parada ao piso da casa de Espaço Técnico = 1.500 1.00m Máquinas m) 2.900 4. elevad or Última parada do elevador Projeção do NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil poço do elevador Atualizada em Dezembro/2005. cujos princípios básicoselevador melhoria da qualidade de vida da são a 2.50 casa de máquinas A Corte AA¶ 1 d 16 A¶ . lote mínimo para efeito de parcelamento.500 2.10m população e o pleno desenvolvimento das funções social e eco nômica do Município. Artigo 1º .00m 1.500 2.50 1.A ocupação do solo fica condicionada a índices urbanísticos definidos a partir do Poço estabelecimento de: do V.500 2.PLANTA DA CASA DE MÁQUINAS PARA 02 ELEVADORES Escala 1:50Exemplos de dimensões mínimas verticais para o poço do elevador e casa de máquinas VELOCIDADE m / min.00m H (pd mínimo 2.50 m máquinas mín.DO USO E DA OCUPAÇÃO DO SOLO Capítulo III . MIN.= 4. TÍTULO II .500 1.50m LEI COMPLEMENTAR N.900 1. P (mm) Q (mm) H (mm) 1.500 Casa de 1. MIN. projetos MUNICÍPIO DE SANTOS.500 2.500 4.80m 2.000 QUE ALTERA DISPOSITIVOS DA empresas especializadas.50 1.50) Técnico PCF Casa de Máquinas = 2. inferior percurso sem escala necessário consultar técnicos de Caixa d¶água circulação casa de máquinas LEI COMPLEMENTAR Nº 387 DE 13 DE ABRIL DE 2.00 4. caixa d¶água 8 7 6 9 10 11 12 13 14 15 5 4 3 2 P Primeira parada do elevador 1.500 4.º 312 sDE 23 DE NOVEMBRO DE 1998 QUE DISCIPLINA O A¶ elevador Para informações USO E DA OCUPAÇÃO DO SOLO NA ÁREA INSULAR DO ORDENAMENTO DOdetalhadas.500 1.

e as áreas privativas referentes à terraços e jardineiras. Vicente de Carvalho.. desde qu e esta não esteja voltada para as vias citadas nos incisos I. dutos de ventilação.no caso de lotes com mais de uma frente deverão ser observados os recuos frontais mínimos estabelecidos para cada via.Define-se como recuo mínimo a menor distância entre o limite da edificação e a divisa do lote. Bartolomeu de Gusmão e Saldanha da Gama em toda a sua extensão.00 m (três metros) ao longo da maior extensão. II ou III deste artigo (. V. poços de elevadores e de iluminação.No cálculo da taxa de ocupação do lote não serão computadas as áreas relativas a beirais de até 1. tais como jardineiras. em função das condições geotécnicas e topográficas. quando localizado na zona dos morro s. caso em que poderá ser reduzido para 3.00 m (sete metros) para as avenidas Dona Ana Costa em toda a sua extensão e Conselheiro Nébias desde sua interseçã o com a Rua Bittencourt até a Av..00 m (cinco metros) para as vias públicas não citadas nos incisos anteriores. Rodovia dos Imigrantes e Rodovia dos Caiçaras (antiga Piaçagüera). VII. circulação. áreas de lazer. Parágrafo único . e caixas de ar c ondicionado.VI. coeficiente de aproveitamento máximo do lote representado pelo número de vezes que sua área pode ser reproduzida em área construída.00 m (dez metros) para as avenidas Presidente ilson. circulações externas cobertas e abrigos individuais de autos de passeio quando erigidos em estrutura removí vel e cobertura leve sem fechamentos laterais. II.. taxa de ocupação máxima do lote. Artigo 23 . VIII.os imóveis integrantes dos Corredores de Proteção Cultural . Artigo 24 .CPC. 25. medida ortogonalmente a esta ou a menor distância entre duas edificações.00 m (um metro) de largura. ficam condicionados aos níveis de proteção e aproveitamento específicos detalhados nesta lei complementar. zeladoria. além de terraços quando possuírem área inferior a 20% (vinte por cento) da área do ambiente que lhe dá acesso. bem como elementos arquitetônicos decorativos. pergolados. marquises. espaço técnico. 10.No cálculo do coeficiente de aproveitamento do lote em condomínios não serão computadas as áreas de uso comum da edificação tais como garagens. a critério do órgão competente. 5. Artigo 20 . III. Artigo 19 . recuos mínimos que a edificação deve obedecer em relação ao s limites do lote e entre edificações no mesmo lote. rampas de autos descobertas e subsolos.O recuo frontal mínimo exigido é de: I. Vicente de Carvalho.00 m (vinte e cinco metros) para as vias de trânsito rápido: Rodovia Anchieta.) § 2º . exceto quando de esquina.. . 7. IV.) NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. (. serviços. representada pelo percentual da área do lote que pode receber edificação.

40 (um metro e quarenta centímetros). Pavimentos Até o 3º Até o 4º Até o 5º Até o 6º Até o 7º Até o 8º Até o 9º Até o 10 º Até o 11º Até o 12º Até o 13º Até o 14º Andar 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º Afastamento/recuo 1. b) guaritas. c) abrigo de gás.00 m (cinco metros). ocupem somadas no máximo 25% (vinte e cinco por cento) da área do recuo.40 m 2. e) portaria. em relação ao meio fio. Artigo 25 . II. desde que observado o pé -direito mínimo exigido pelo Código de Edificações do Município de Santos.30 m (trinta centímetros) por pavimento. e acima disso obedecerão a um acréscimo na razão de 0. com as seguintes dimensões: a) 1. f) circulações externas cobertas.00 m (um metro) quando o recuo frontal for igual ou inferior a 5. Sejam subterrâneas com altura externa.00 m 3.60 m 3. máxima de 1.80 m 2. se acostado às divisas laterais. d) depósito de lixo.30 m 3. respeitando eventual faixa prevista para o alargamento da via. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. no mínimo. destinadas aos usos abaixo especificados. Sejam erigidas em estrutura removível.50 m 4. b) Abrigo para mesas em restaurantes e atividades de cunho turístico. de cobertura leve.Observem a altura máxima de 3.Os recuos em relação às divisas laterais e de fundos ser ão de. III.10 m 2.50 m 1.é permitido o balanço no recuo frontal da edificação. desde que: I. acima do pavimento térreo.50 m (um metro e cinqüenta centímetros) até o terceiro pavimento.70 m 3.80 m § 1º .§ 5º .00 m (cinco metros). b) 1.Será considerado pavimento o espaço contido entre dois pisos e/ou piso e cobertura. . sem fechamentos laterais e garantida a iluminação e ventilação naturais da edificação principal para: a) Abrigo de autos de passeio.São admitidas construções no recuo frontal. e respeitada eventual faixa prevista para o alargamento da via para: a) casa de força e medidores.90 m 4.50 m (três metros e cinqüenta centímetros) em relação ao piso mais baixo. Artigo 26 .20 m 4.50 m (um metro e cinqüenta centímetros) quando o recuo exigido for superior a 5. exclusiv amente em residências unifamiliares e casas sobrepostas. 1. limitada pelas divisas e pela projeção máxima da edificação.

§ 3º .Os subsolos poderão ocupar os recuos laterais e de fundos.00 m (dois metros) para área principal. § 12 . que satisfaçam às seguintes exigências: I.40 m (um metro e quarenta centímetros) em relação ao meio fio. incluindo o mezanino. III. observando a altura m áxima de 1. b) D = 1.Toda e qualquer edificação.Para o pavimento térreo será admitido o pé -direito máximo de 7. quando destinadas a compartimentos de permanência prolongada. Permitir acima do segundo pavimento. em hipótese alguma o recuo do imóvel vizinho. Afastar do centro de qualquer abertura à face da parede oposta.Os subsolos e o mezanino integrante do pavimento térreo não são considerados pavimento. 1. medido sobre a perpendicular traçada em plano horizontal. ou quando de uso coletiv o.50 m (um metro e cinqüenta centímetros) para área coletora. denominadas principal. poderá dispor de áreas fechadas internas (poços) de iluminação e ventilação. junto à divisa desde que permitam a iluminação e ventilação naturais dos compartimentos de permanência prolongada.00 m + h / 5 para área principal.50 m + h / 10 para área coletora. ao nível de cada piso a inscrição de um círculo cujo diâmetro "d" seja dado pelas seguintes fórmulas. Recuo Lateral Direito APA Recuo de Fundo ACF APF Recuo Frontal AC A Recuo Lateral Esquerdo Projeção da Edificação calçada NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil rua Atualizada em Dezembro/2005. serão permitidas ao nível do térreo. pergolados e proteção para portas. § 13 . no caso de condomínio.50 m (s ete metros e cinqüenta centímetros). nos demais casos. n ão se computando. respeitadas as dimensões máximas de 6. onde ³h´ representa a altura medida do piso do pavi mento considerado ao piso do segundo pavimento: a) D = 2. bem como permitir a inscrição de um círculo de diâmetro igual a: a) 2.00 m² (seis metros quadrados) para a área coletora. abrigos de auto.5 0 m (três metros e cinqüenta centímetros) de altura. assim como a cobertura quando vinculada ao pavimento imediatamente inferior.No recuo lateral. II. Artigo 27 . independentemente das dimensões do lote.Ter a superfície mínima de 10.00 m² (dez metros quadrados) para área principal e 6.§ 2º . alinhamento . e coletora.00 m (seis metros) de extensão e 3. Parágrafo único .No caso de áreas principal e coletora abertas serão suficientes os recuos estabelecidos no artigo anterior. além dos recuos mínimos exigidos por esta lei complementar.

ZI e ZCII (4) (1) Será admitida a taxa de ocupação máxima de 60% nos 4 primeiros pavimentos para os edifícios com mais de 10 pavimentos. 10. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. .DAS DIFERENÇAS ZONAIS Capítulo I .00 m (dez metros) de testada. no caso de lote de esquina. na forma prevista pela legislação referente.APA = Área Principal Aberta e APF = Área Principal Fechada ACA = Área Coletora Aberta e ACF = Área Coletora Fechada Artigo 36 ± As edificações geminadas só serão permitidas quando o lote tiver as seguintes dimensões mínimas: I. prestação de serviços. § 1º . TÍTULO III . desde que sua utilização seja destinada a comércio. II.a cada unidade deve corresponder uma testada mínima de 5.Da Ocupação e Aproveitamento do Lote COEFICIENTE DE APROVEITAMENTO MÁXIMO 5x (3) ZONA ZO ZI ZCI ZCII ZNI ZNII ZNIII ZMI ZMII ZMIII ZP zona da orla zona intermediária zona central I zona central II zona noroeste I zona noroeste II zona noroeste III zona dos morros I zona dos morros II zona dos morros III zona portuária TAXA DE OCUPA ÃO MÁXIMA 40% acima de 6 pavimentos 50% até 6 pavimentos 60% até 4 pavimentos (1) 40% acima de 10 pavimentos 60% até 10 pavimentos (1) 40% acima de 10 pavimentos 85% até 10 pavimentos (2) 40% acima de 10 pavimentos 60% até 10 pavimentos (1) 40% acima de 10 pavimentos 60% até 10 pavimentos (1) 40% acima de 10 pavimentos 60% até 10 pavimentos 40% acima de 10 pavimentos 85% até 10 pavimentos (2) 5x 6x 5x 4x 2x 5x ZPP zona de preservação paisagística CPC corredores de proteção cultural CDRU .00 m (doze metros) para uma das testadas.00 m (cinco metros). § 2º . poderá ser efetuado o desmembramento d o lote. 12. tendo em vista os níveis de proteção A mesma taxa da zona em que estiver localizado 4 x na ZNI 5 x nas ZO.corredores de desenvolvimento e renovação urbana 5% De acordo com a Zona e restrições. ou atividades comuns do edifício.No caso de edificações geminadas.

no que couber. c) planta de todo pavimento.DOS PROJETOS Artigo 5º .O projeto arquitetônico do edifício compreende.DAS NORMAS DE PROCEDIMENTO CAPÍTULO I . com as dimensões dos ambientes.(2) Será admitida a taxa de ocupação máxima de 85% nos 4 primeiros pavimentos para os edifícios com mais de 10 pavimentos. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005..especificações § 1º . bem como demolição parcial ou total.Fica instituído o Código de Edificações que estabelece as normas e os procedimentos administrativos para o controle das obras no Município de Santos. com indicação dos respectivos níveis. longitudinais e transversais. é regulada pela presente lei complementar. efetuadas por particulares ou entidade pública. sua destinação e área. nas construções em substituição a prédios em desaprumo. e da escada. II . na e scala adequada. contendo a orientação Norte ±Sul e a distância para a esquina mais próxima. Artigo 2º .DOS OBJETIVOS Artigo 1º . com todos os elementos que caracterizam o terreno. (3) Será admitido o coeficiente de aproveitamento máximo até 7 vezes a área do lote.projetos complementares. ou atividades comuns do edifício. .Toda construção. § 2º . devidamente cotada. CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES DO MUNICÍPIO LEI COMPLEMENTAR Nº 84 DE 06 DE JULHO DE 1993 QUE INSTITUI O CÓDIGO DE EDIFICAÇÕES NO MUNICÍPIO DE SANTOS E ADOTA PROVIDÊNCIAS CORRELATAS. no mínimo: a) planta de situação do terreno na quadra. ampliação de edifícios. na escala adequada. além de todo elemento existente no passeio fronteiriço. reentrantes. que contenham a posição da edificação a ser construída. (.projeto arquitetônico. as disposições federais e estaduais relativas à matéria e as normas vigentes da ABNT. devidamente cotada. desde que sua utilização seja destinada a comércio. suas dimensões. d) cortes ou perfis. áreas e poços. prestação de serviços.DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO I . sua altura e todos os elementos salientes ou reentrantes. vãos de iluminação e ventilação. a qualquer título. reforma. TÍTULO I . além da indicação dos níveis dos pisos. Será permitido o emprego de adicional oneroso de coeficiente de aproveitamento superior ao permitido na Zona de uso até o limite de 2 vezes a área do lote.A representação gráfica dos projetos deve seguir as diretrizes da ABNT. b) implantação da edificação no terreno.) TÍTULO II . III . a identificação precisa do número de pavimentos. obedecidas. recuos de todos elementos salientes.O projeto completo de uma edificação compõe -se dos seguintes elementos: I .. quando houver.

O piso das rampas deve ser revestido com material antiderrapante e obedecer às seguintes declividades máximas: I . ou coletivo. para acesso à unidade. excetuado quando de uso para deficiente físico.O acesso às edificações. § 3º .As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077. ter largura mín ima de 70cm (setenta centímetros). no mínimo. no mínimo.DAS NORMAS TÉCNICAS CAPÍTULO I . II ..A instalação de elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada ou rampa. Artigo 30 . (.. salvo disposição contrária existente em norma técnica. um elevador nas edificações de mais de três pavimentos acima do térreo. c) quando de acesso a gabinetes sanitários. .12% (doze por cento) se o uso for destinado a pedestres.25% (vinte e cinco por cento) se o uso for exclusivo de veículos automotores. às passagens ou corredores. ter largura mínima de 1. ter largura mínima de 1. Artigo 29 . ou corresponder ao estabelecido em cálculo de fluxo para a lotação do compartimento. ter largur a mínima de 80cm (oitenta centímetros). § 4º . b) quando de uso comum.os corredores: a) quando interno às unidades habitacionais. no caso de mais de sete pavimentos acima do térreo. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005.Em caso de uso secundário ou eventual. de acordo com norma da ABNT.00 m (dois metros). será permitida a redução de sua la rgura até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).É obrigatória a instalação de. ter largura mínima de 90cm(noventa centímetros). banheiros e armários privativos.) Artigo 28 . dois elevadores. b) quando de uso comum ou coletivo. § 2º . d) as demais.as portas: a) quando de uso privativo.. e de.As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e passagem com altura mínima nunca inferior a 2.. no mínimo.DAS EDIFICAÇÕES EM GERAL (. ter largura mínima de 60cm (sessenta centímetros).20m (um metro e vinte centímetros).20m (um metro e vinte centímetros) ou correspo nder ao estabelecido através de norma ou legislação sanitária. § 1º .e) todas as fachadas distintas do edifício com a respectiva indicaç ão dos materiais a serem utilizados. devem ter largura suficiente para o escoamento dos compartimentos ou setores da edificação e atender às seguintes condições:I . que devem ser de 90cm (noventa centímetros). II .) TÍTULO III .

caixas fortes. II . quando de uso exclusivo do penúltimo. dependências de zelador.Na contagem do número de pavimentos não é com putado o último. tais como vestíbulos. § 4º . salas de espera. compatíveis com as normas da ABNT.Além destas exigências deve ser apresentado projeto de instalação e cálculo de tráfego. devem ter: I . NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005.ser iluminados e ventilados. II . corredores.ter um pé direito mínimo de 2.São compartimentos de utilização especial os destinados à permanência por tempo mínimo e estritamente necessário. (.pé direito mínimo de 2. salvo disposição de caráter mais restritivo constante em normas técnicas ou legislação sanitária. salas em geral e locais de trabalho.Os compartimentos de utilização prolongada. salvo disposição de caráter mais restritivo constante em normas técnicas ou legislação sanitária.Os compartimentos de utilização transitória.Para os compartimentos de utilização prolongada destinados ao trabalho. caixas de escada. ficam permitidas a iluminação artificial e ventilação mecânica. § 2º .São compartimentos de utilização transitória os destinados ao uso ocasional ou temporário.Artigo 31 . que se enquadrarão como compartimentos de utilização prolongada .São compartimentos de utilização prolongada os destinados à permanência confortável por tempo longo e indeterminado. áreas de serviço e cozinhas .00m 2 (seis metros quadrados).00m (dois metros) de diâmetro. Parágrafo Único .de utilização transitória. câmaras frigoríficas. § 3º . tais como dormitórios .ventilação natural.§ 1º .) § 3º .Os espaços de acesso ou circulação fronteiriços às portas dos elevadores devem ter dimensão não inferior a 1. II . gabinetes sanitários. § 1º . III .50 m (um metro e cinqüenta centímetros). por abertura voltada para espaço exterior.de utilização especial. exceto estas últimas quando construídas em imóveis de uso comercial de gêneros alimentícios. . IV .Para efeito desta lei complementar os compartimentos são classificados em: I . ainda. ou destinado a dependências de uso comum do condomínio ou.50m (dois metros e cinqüenta centímetros). diretamente. III . devem: I . mediante projeto específico que garanta a eficácia do sistema para as funções a que se destina o compartimento.ter forma tal que permita a inscrição de um círculo de 2.. Artigo 33 .70 m (dois metros e setenta centímetros). garagens e congêneres.ter área útil mínima de 6. saunas.de utilização prolongada.. tais como adegas. câmaras escuras. Artigo 32 .

....80m por 2.. . II . § 1º .. CAPÍTULO II .. especificamente.ser dotados de garagem ou abrigo para estacionamento de automóveis na proporção mínima de uma vaga para cada unidade habitacional. destinando -se para cada vaga.. chaminés de tiragem e espaços exteriores. as aberturas.... o espaço de 4..... as edificações residenciais classificam -se em: I .... repouso.20 Lavatório/chuveiro/ mictório. físico...... lavatório e chuveiro. quando destinado à utilização de deficiente físico..24 Artigo 34 . cozinha e área de serviço.. compartimento sanitário. Artigo 35 . no mínimo..... desde que a área do compartimento resultante corresponda..III . à soma das áreas previstas para cada um deles. exceto casas sobrepostas ou geminadas...40m (um metro e quarenta centímetros). nos termos do artigo 38..80m por 2.1... NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. (.81(p/peça) Bacia e lavatório.ter tubulação seca para instalação de antena coletiva para recepção de rádio e teledifusão..1... devem satisfazer as disposições constantes do Plano Diretor Físico e da legislação sanitária pertinente..2..40m quando não houver obstáculo entre duas ou mais consecutivas...A sala pode ser conjugada à cozinha e ao dormitório..50m. sendo o somatório das suas áreas. devem atender às seguintes disposições: I .. constituída pelo menos por ambientes destinados a estar. § 2º .. s uperior a 30 m 2 (trinta metros quadrados).DAS EDIFICAÇÕES RESIDENCIAIS Artigo 36 .unihabitacionais . (. além da área de manobra e circulação..00 Bacia p/uso def....Residência ou habitação é a edificação destinada exclusivamente à moradia. II ...2. até qualquer número de habitações caracterizando o condomínio..Para garantia de iluminação e ventilação de compartimentos. para o uso pretendido.Os edifícios plurihabitacionais..... e a área de serviço conjugada à cozinha ou ao banheiro.forma tal que permita a inscrição de um círculo de 90 cm (noventa centímetros) de diâmetro ou 1. . permitind o a redução para 4.Os compartimentos sanitários devem ser dimensionados em razão do tipo de peças que contiverem conforme a seguinte tabela:PEÇAS ÁREAS MÍNIMAS / (m2) Bacia.Para efeito desta lei complementar.........) § 3º ..Os compartimentos de utilização especial devem obedecer às normas técnicas vigentes..plurihabitacionais ... sendo constituídas de unidades independentes construtivamente e como tal aprovadas e executadas.. dutos..) Artigo 38 .abrangem desde duas habitações em uma única edificação (sobrepostas ou geminadas sem desmembramento do terreno).....50 Bacia... § 1º .abrangem as edificações para uso residencial de uma única família.Nos compartimentos de utilização transitória.. aprovadas e executadas conjuntamente...0. é admitida a ventilação mecânica nas mesmas condições fixadas no parágrafo único do artigo anterior.

e 6..30m (dois metros e trinta centímetros).20m (um metro e vinte centímetros). além das seguintes exigências: I . (.V . II .As áreas destinadas à garagem em edifícios plurihabitacionais. os trechos que não permitam a inscrição de um círculo de diâmetro inferior a 1. através de rampas até o elevador. .possuir acesso para pessoas deficientes que usem cadeiras de rodas. quando existir. c) área de serviço: área de 2.ter pé direito mínimo de 2. independente do número de pavimentos.. para efeito da área dos ambientes destinados a repouso. § 1º .não ter comunicação direta com compartimentos de permanência prolongada.Considera-se atendido o disposto no parágrafo anterior quando a área da abertura de ventilação natural corresponder a 5% (cinco por cento) da área do piso.) § 3º . NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. e forma tal que permita a inscrição de um círculo de diâmetro de 2.As dependências destinadas à ga ragem em geral devem atender às disposições da presente lei complementar que lhes forem aplicáveis.60m (um metro e sessenta centímetros).É permitido veículo em vaga presa desde que se desloque somente um veículo para que o mesmo tenha acesso à área de manobra. para cada um dos demais.ter compartimentos ou ambientes cujas dimensões não podem ser inferiores aos val ores abaixo: a) quando destinados a repouso e estar: área de 20.ter sistema de ventilação permanente.. d esde que isolado da área de tráfego de veículos.00m (dois metros) em cada ambiente. ainda. (. às seguintes disposições: I .50m (dois metros e cinqüenta centímetros).. quando separados ou juntos.00m 2 (quatro metros quadrados) e forma tal que permita a inscrição de um círculo de diâmetro mínimo de 1.) Artigo 51 .00m (três metros).ser dotados de local destinado à recreação com área mínima de 2. § 4º . podendo ser coberto ou descoberto. por meio natural ou mecânico.Não serão computados.III . III . estar e área de serviço.ter corredor de circulação com largura mínima de 3.Quando a garagem for construída em pavimento localizado no subsolo deve ser assegurada a perfeita renovação do ar. comerciais ou de serviços devem atender.00m 2 (dois metros quadrados) por unidade habitacional.50m 2 (dois metros e meio quadrados) . II . quando coletiva.DAS EDIFICAÇÕES NÃO RESIDENCIAIS (. b) cozinhas: área de 4.00m 2 (seis metros quadrados).00m 2 (vinte metros quadrados) relativa à soma de sala e dormitório.. IV .) CAPÍTULO III ..ter vão de entrada com largura mín ima de 2. § 2º . § 1º .

além desses limites. com capacidade que permita acúmulo de volume equivalente a 50 (cinqüenta) litros por unidade.§ 5º . 06 PROJETO FIN L Roteiro SEU PROJETO CÁLCULO DA ÁREA DO TERRENO (m2) O Divida seu terreno em formas que facilitem o cálculo da metragem quadrada NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005.Nos edifícios a construir. de acordo com as normas da ABNT e legisl ação estadual pertinente.DAS INSTALAÇÕES PREDIAIS (.) TÍTULO V .de 1..) Artigo 58 . nesse recuo.00 m (sete metros) no mínimo.30 m (trinta centímetros). a 2% (dois por cento) da área do piso. além da reserva para combate a incêndios.. (.)CAPÍTULO V ..Todo edifício deve ter reservatório regulador de consumo de água com capacidad e de cumulação no mínimo igual ao volume do consumo previsto para 2 (dois) dias. caixas de ar condicionado e jardineiras. (. devendo este último ter capacidade mínima de 40% (quarenta por cento) do total estabelecido no parágrafo anterior. os seguintes balanços acima do pavimento térreo.. para ornamentos. Parágrafo Único .DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS CAPÍTULO I .Edifícios com mais de uma unidade autônoma devem prever local para depósito de lixo.. II ..de 1.. até o máximo de 0. § 2º .00 m (um metro). a área de abertura para a ventilação natural corresponderá..DAS RELAÇÕES COM A LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO (. independente da ventilação mecânica.) Artigo 96 .50 m (um metro e cinqüenta centímetros).) Artigo 66 .Toda edificação deve possuir instalação preventiva de combate a incêndio.Somente serão permitidas saliências em qualquer fachada. em zonas onde é obrigatório o recuo frontal. quando o referido recuo for de 3. § 1º . LEIA ATENTAMENTE ESTE ROTEIRO ANTES DE INICIAR p O PROJETO DEVERÁ SER DESENVOLVIDO EM SALA DE AULA COM ACOMPANHAMENTO DOS PROFESSORES DE ACORDO COM O CRONOGRAMA p DATA DE ENTREGA NO DIA DA P2. de maneira conjugada. no mínimo.Toda edificação deve ser dotada de instalações para abastecimento de água e coleta de esgotos. I .... projetadas e executadas de acordo com as normas da ABNT. quando esta for obrigatória. (. serão permitidos. quando o referido recuo for 7. . § 1º ..) Artigo 65 .Edifícios de mais de dois pavimentos devem contar com reservatórios inferior e superior. (.Fica vedada a instalação de tubo coletor de lixo em edifícios.Para atender ao disposto no parágrafo 3º .00 (três metros) no mínimo.

OCUPAÇÃO MÁXIMA DO LOTE Ou seja: a área calculada do seu lote x a porcentagem de ocupação máxima permitida de acordo com a zona onde o lote está situado (ver tabela pág. 50) e: NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1. hall social com elevador social (pág.50m. ver os recuos mínimos permitidos por lei (pág. 43) Marcando esses recuos no lote. PAVIMENTO TIPO y y y Área do lote x % permitida = ocupação máxima permitida do lote Área total do lote x índice de ocupação = total de área construída permiti da unidade(s) habitacionais. de acordo com o partido do projeto págs. Ou seja o espaço onde será projetado o pavim ento tipo. 32 e 33) Estando definida a LÂMINA do seu projeto. 27 a 37)  Agora determine quantos apartamentos serão por andar e projete -os de acordo com o Artigo 38 item V (pág. . 3.ou = lado x lado = base x altura 2 = base maior + base menor x h 2 1. 45) = o máximo permitido a ocupar do lote. ATENÇÃO: esse valor de ocupação máxima do lote deve ser igual ou menor que a LAMINA definida anteriormente. você estará definindo a LÂMINA do seu projeto. APROVEITAMENTO MÁXIMO DO LOTE Ou seja: a área calculada do seu lote x o coeficiente de aproveitamento máximo permitido de acordo com a zona onde o lote está situado (ver tabela pág.50 m hall de serviço com elevador de serviço (pág. 45) = o máximo permitido de área total construída 4. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1. DEFINIR OS RECUOS MÍNIMOS PERMITIDOS Depois de escolher o número de pavimentos do seu projeto. é nece ssário marcar a área de circulação vertical (escada e elevador) ver módulo 4 (págs. 2. compartimento para lixo e caixa de escada (enclausurada o não. ATENÇÃO: esse valor de aproveitamento máximo do lote deve ser igual ou menor a LAMINA definida anteriormente (itens 2 e 3) multiplicada pelo número de andares do seu projeto.

rampa de acesso ao térreo para deficiente físico com inclinação de 10% e largura mínima = 1. de acordo com o partido do projeto págs.20 m 2 2 2 2 y natural 2.50m. chuveiro e mictório Bacia e lavatório Bacia. garagens e congêneres.brPAVIMENTO TÉRREO y y y y y y y y y y hall social com elevador social (pág. 34). quando juntos ou separados 20. depósito para material de limpeza (mínimo 2. para o uso pretendido 5. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. 32 e 33). centro de medições distante do recuo frontal até 15 m (mínimo 6. rampa de acesso ao térreo e subsolo para automóveis com inclinação de 20% e largur a mínima de 3.81 m por peça 1.00 m sala + dormitório. vestiário/sanitário para funcionários (mínimo 6. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1.50 m 2 2. . jardim. lavatório e chuveiro Bacia p/ uso de deficiente físico 4.00 m 2. ATENÇÃO: SEMPRE consultar o Plano Diretor Físico.00 m²). especificamente.50 m. 34).90 m 2 ou 1. entrada social do prédio (guarita. apartamento para zelador com aproximadamente 40 m 2 composto no mínimo de sala.40 m quando utilizado por deficiente físico Bacia Lavatório.24 m 2 UTILIZAÇÃO ESPECIAL Adegas Câmaras escuras Caixas fortes câmaras frigoríficas.20 m (pág. etc.60 2 m 2 Demais 0. acessos.00 m (pág. Devem obedecer às normas técnicas vigentes.00 m 2 2. Código de Edificações.santos. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1.00 m²).CONDIÇÕES MÍNIMAS DOS COMPARTIMENTOS Pé direito Inscrição de círculo Iluminação Ventilação Área mínima UTILIZAÇÃO PROLONGADA dormitórios e salas em geral Voltada para o exterior Voltada para o exterior 2.50 m 1.).sp. 41 a 51) ou na íntegra no site http://www.70 m 2. cozinha e banheiro (pode ser projetado também no mezanino ou junto com o ático ± conforme partido arquitetônico).00 m 2 UTILIZAÇÃO TRANSITÓRIA vestíbulos corredores caixas de escada salas de espera gabinetes sanitários áreas de serviço e cozinhas y Cozinha Área de serviço Cozinhas 1. saunas. quarto. hall de serviço com elevador de serviço (pág. depósito de lixo (mín imo 4 m2 ).gov.00 m²). Código de Posturas do Município de Santos (resumo págs.50 m 0. caixa de escada (enclausurada ou não.

elevador de serviço (pág. 01 vaga de automóvel por apartamento (mínimo) = 2. 37 e 39) . y cobertura social particular ou coletiva (OPCIONAL).local imediatamente abaixo da caixa d¶água onde existe o encanamento de distribuição da água para as unidades habitacionais (págs. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1.00 m²) (pode ser locado no recuo frontal).80 m (ver Artigo 38 item II pág. MEZANINO (opcional) y hall social com elevador social (pág.50 m y hall de serviço com elevador de serviço (pág. y espaço técnico .80 m (ver Artigo 38 item II pág. de acordo com o partido do projeto págs.50 m por 4. 49) y 01 vaga de automóvel por apartamento (mínimo) = 2. 34).00 m por unidade habitacional (ver Art. 37 e 39) y barrilete . 38 item III pág. 32 e 33).38 item III pág. cozinha e banheiro (OPCIONAL). 50 ). SUBSOLO y y y y y y Subsolo poderá ocupar o espaço total do terreno com exceção do recuo frontal (no caso do terreno ser de esquina. deve ter iluminação e ventilação diretas(págs. y apartamento para zelador com aproximadamente 40 m 2 composto no mínimo de sala. 56). 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1. 56). 2 y play-ground / área de lazer de 2. 7. 38 e 39) y fechamento do telhado do último pavimento tipo (págs. quarto. y apartamento para zelador com aproximadamente 40 m 2 composto no mínimo de sala. y projeção no recuo frontal da caixa d¶água subterrânea (ver cálculo em ÁTICO pág.00 m 2 por unidade habitacional (ver Art. 32 e 33). y salão(ões) de festas e jogos (opcional).80 m (ver Artigo 38 item II pág. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1. y 01 vaga de automóvel por apartamento (mínimo) = 2. de acordo com o partido do projeto págs.50 m por 4.50 m por 4. y rampa de acesso vindo do térreo para automóveis com inclinação de 20% e largura mínima de 3. y salão(ões) de festas e jogos (opcional) 8.local imediatamente abaixo da casa de máquinas onde o técnico faz a manutenção do(s) carro(s) do elevador(es) (págs. play-ground/área de lazer de 2. 19 a 25). 32 e 33).50m. . 32 e 33) y casa de máquinas . 49)ÁTICO É a parte técnica do edifício composta de: 1º pavimento com: y caixa de escada (enclausurada ou não. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. quarto. 49 e § 2º e Artigo 51 pág. 50 ). 50 e Artigo 51 pág.local onde fica o motor e guincho de sustentação do(s) carro(s) do(s) elevador(es). 2º pavimento com: y caixa de escada (enclausurada ou não. 35) e corredor a sua frente de no mínimo 1. 50 ). 49 e § 2º pág. de acordo com o partido do projeto págs. caixa d¶água inferior (ver cálculo em ÁTICO pág. caixa de escada (pág. 6. caixa de escada (enclausurada ou não.50 m (OPCIONAL).00 m (pág. 49 e § 2º e Artigo 51 pág. é necessário respeitar os dois recuos) elevador social (pág. cozinha e banheiro (pode ser projetado na cobertura ou junto com o ático ± conforme partido arquitetônico).y abrigo para botijões de gás com abertura frontal FORA da projeção do edifício (min3.50m.

CÁLCULO DA CAPACIDADE DAS CAIXAS D ÁGUA 1. terá seus índices calculados na base de um habitante por 7. ILUM DENSIDADE DEMOGRÁFICA INAÇ ÃO E N. CÁLCULO DAS CAIXAS D¶ÁGUA É necessário definir o número de pessoas que um edifício plurihabitacional pode abrigar.º de habitantes do edifício : área total do lote = habitantes por metro quadrado VEN TILAÇÃO Todo compartimento deve ter. Para uso comercial adota -se: sala de área = 14. ao menos uma abertura para o exterior. . 2. Essas aberturas devem ser dotadas de persianas ou dispositivos que permitam a renovação do ar. n. Pôr exemplo: uma cozinha de 2.000 de segurança (incêndio) Caixa d¶água inferior = 60% da capacidade total 9. em plano vertical. banheiros etc. 51) ± deve ser dividida em duas partes para a limpeza periódica e seus cantos chanfrados para que não aconteça o acúmulo de impurezas (pág.00 m² será equiparada a um dormitório sala de área superior a 14. y 1/5 (um quinto) para áreas de permanência prolongada (salas.00 m². e variáveis conforme o destino dos cômodos.º de habitantes por aptº x n.00 m². pois é necessário assegurar nesse compartimento sombra e ventilação simultaneamente.00 m x 3. As áreas dessas aberturas serão proporcionais às áreas dos compartimentos a iluminar e ventilar.º andares + 2 habitantes zeladoria = USUÁRIOS USUÁRIOS x 200 litros x 2 dias (sem água) = CAPACIDADE TOTAL DAS CAIXAS D¶ÁGUA Caixa d¶água superior = 40% da capacidade total + 10.00 m. Os vãos de janelas deverão ter: y 1/6 (um sexto) da superfície de cada compartimento de utilização transitória (copa/cozinha. 3. tem 6. ou seja 1.) quando derem para áreas abertas ou diretamente para o exterior. 38 e 39).º de apt os por andar x n.) quando derem para áreas abertas ou diretamente para o exterior.00 m². logo n ão poderá ter janelas cuja área seja menor que 1/6 de 6. considerando-se o número de dormitórios de cada apartamento inclusive o dormitório de empregada e apartamento do zelador: 1 dormitório = duas pessoas 2 dormitórios = três pessoas 3 dormitórios = cinco pessoa s 4 dormitórios = sete pessoas 5 dormitórios = nove pessoas etc. não será permitido o uso de materi al translúcido. dormitórios etc.00 m² ou fração. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. Nos compartimentos destinados a dormitórios.y caixa d¶água (ver artigo 58 pág.00 m².

br TABELA DE DIMENSIONAMENTO MÍNIMO PARA VÃOS DE PORTAS Altura mínima livre Uso privativo para acesso a unidade Uso comum/coletivo ou de acordo com norma da ABNT Acesso a gabinetes sanitários. prática.60 m 0.80 m 1.20 m 2 para áreas de utilização prolong ada y 0. 39 a 49) ou na íntegra no site http://www. CONCEITO Urbanismo é a ciência.40 m².60 m 2 para áreas de utilização transitória.00 m².70 m Para detalhes consultar NBR 6492 . Quanto à iluminação e à ventilação. a distância recomendável e ntre elas deve ser menor ou igual a 1/4 (um quarto) da largura da janela. Em hipótese alguma serão permitidas aberturas destinadas a ventilar e iluminar com áreas inferiores a: y 1. SEMPRE consultar o Plano Diretor Físico. Código de Edificações. circular e recrear.20 m 0. trabalhar. ocupar os espaços.sp. a técnica e a arte de dispor. As janelas devem.50 m x 4.Representação de projetos de arquitetura URBANISMO DEFINI ÃO Urbe = do latim ³cidade´ Ismo = sufixo grego. os aglomerados humanos objetivando o atendimento da melhoria das condições de vida.90 m p/ def. ORIGEM DAS CIDADES 07 URB NISMO A pré-história não conheceu a cidade. escola etc.santos. b anheiros e armários privativos Demais 2.gov. físico 0. por uma questão de equilíbrio na composição interior. ou seja 2.Pôr exemplo: uma sala de 2. que não eram fixas e mudavam de lugar com a exaustão do solo. e iluminação artificial e indireta. ficar situadas no centro das paredes.00 m². se possível. tem 12. tendo em vista as funções de habitar.80 m. Código de Posturas do Município de Santos (resumo págs.00 m 0. arrumar. . Quando houver mais de uma janela em uma mesma parede. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. a fim de que a iluminação se torne uniforme. Com janelas altas consegue -se iluminar melhor as partes mais afastadas da abertura. apenas aldeias rurais. logo não poderá ter janelas cuja área seja menor que 1/5 de 12.

CIDADE RURAL A moeda é criada para facilitar as trocas. Tigre e Eufrates. mai s ou menos retangulares em sua forma mais rudimentar da divisão do uso do solo. com a exaustão do solo. Começaram então a aparecer os PONTOS DE TROCA. polir a pedra e fabricar objetos de cerâmica. caracterizado pela economia de caça. descobrir processos agrícolas racionais. O pastor precisava dos produtos agrícolas. Então junto aos pontos de troca. onde pastores e agricultores permutavam seus produtos. Um traçado tão antigo quanto o reticular é o circular. domesticar animais. Talvez a trama retilínea de divisão dos terrenos tenha originado a disposição que se encontra na maioria dos traçados das cidades de hoje. A proto -cidade começa a existir. em resumo. As atividades agrícolas tornam -se incompatíveis com a criação de gado na mesma área. era necessário uma remarcação do solo para sua reutilização. passando da selvageria à barbárie. Nas áreas de transbordamento dos rios Nilo. A idade do ferro surge no fim do período Neolítico e o início do estado civilizado. Mesolítico e o Neolítico. a especialização profissional. . NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. esse é o mais antigo conhecimento que se tem da divis ão do solo.As primeiras manifestações de arranjo do solo aconteceram nas sociedades agrícolas que são os mais primitivos agrupamentos humanos. conhecer as estações do ano. Mas o aglomerado pré -urbano ainda continua a mudar de lugar. Acontecia que nem sempre a troca poderia ser realizada de fato: não era época da colheita ou não havia pronta disponibilidade de gado. para a circulação transversal. leva ao surgimento da proto-cidade. selecionar sementes. surgiu o traçado em xadrez usado desde os primeiros te mpos até a atualidade. estabelecendo as divisões das parcelas. construídas geralmente e m torno do cume de uma colina ou em ilhas sempre com a finalidade de proteção. originário das cercas de proteção feitas pelos pastores ao seu gado. Com o arado o homem traçou as primeiras linhas sobre a superfície do solo. Os agrupamentos humanos desde os tempos primitivos eram protegidos por vedação circundante em forma aproximadamente circular. foram surgindo aglomeração de pessoas como sacerdotes. Com a cidade surgiu a HISTÓRIA E CIVILIZA ÃO. isto é. o círculo é a fórmula ideal de abranger o máximo de terreno com o mínimo de cerca. e a primeira divisão social do trabalho: o agricultor e o pastor. observar épocas propícias ao plant io de alguns vegetais.No fim do período Neolítico. se bem que com menor freqüência. N os dois primeiros o homem vivia em estado de selvageria. pessoas que sabiam representar palavras e números com símbolos. pesca e coleta de alimentos ³In natura´ e por um artesanato rudimentar de fabricação e instrumentos de pedra lascada e ossos. o homem começou a arar e irrigar. o homem passou a cultivar os solo. No período Neolítico. e o agricultor necessitava dos produtos animais. o embrião da c idade. a revolução urbana eclode nos fins do período Neolítico e princípios do período histórico. Os períodos da pré-história são o Paleolítico. soldados. que posteriormente evoluíram para as muralhas fortificadas. Surge então a separação entre a agricultura e o pastor eio. O traçado reticulado é ori ginário do agricultor e o circular do pastor. Como conseqüência. o homem passa a colher excedentes agrícolas e começa a sedentarizar-se. surgiu o aparecimento da e scrita e do escriba. Daí a necessidade de e registrarem as trocas combinadas e as entregas dos produtos. REVOLU ÃO AGRÍCOLA Graças a uma evolução. enfim. artesãos.

que utilizava as praças abertas e o traçado das ruas em xadrez. CIDADES MEDIEVAIS NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. Roma. . dotavam as cidades de uma infra -estrutura adequada. polo de irradiação da cidade foi se transformando em espaço cívico. Primeiro se construíam os muros. A Ágora. Construíram grandes aquedutos para o transporte de águas para a cidade. A escala da arquitetura grega era a humana enquanto a romana era a heróica. Com o aparecimento de outras células em volta e abaixo dos muros. As cidades fortificadas desenvolveram em torno de suas portas de ingresso. isto é. Paris. os romanos preocupavam-se com o sentido de grandiosidade e de organização política e militar. Tradicionalmente utilizavam um arado na cerimônia de demarcar os muros. jônica e corintia) arquitetônicas. e politicamente manejáveis. pequenos agrupamentos que cresciam e requeriam a construção de uma nova muralha. terminava o crescimento dessa cidade e surgia o utra chamada ³neópolis´ não muito longe daquela que passava a chamar -se ³paeleópolis´. Preocupavam-se com a relação com o homem. CIDADES GREGAS Obedecem ao esquema geomórfico.C. encerradas em muros de proteção. as cidades eram reticuladas. originariamente praça do mercado. introduziram o sistema de pavimentação nas estradas e vias públicas. Para as novas cidades os gregos propunham o sistema reticulado recomendado pelo Legislador Hipodamus de Mileto. Além disso.A derivada imediata da forma circular das aglomerações humanas foi a RADIOCÊNTRICA. por um crescimento extrínseco pelas rotas radiais.000 habitantes. aperfeiçoaram o sistema de construção de arcos. chamavam -se ³cardo´ e ³decumanos´. Roma no século IV possuía 1 milhão de habitantes. Quando a cidade atingia sua dimensão considerada máxima. a natureza e topografia. As portas eram cercadas por muralhas. aumentando as ár eas em forma de cunha entre as zonas radiais. permitindo que as cidades crescessem sem limites. foram executados outros muros fortificados. Roma em si cresceu espontaneamente e mesmo com essa infra -estrutura era uma cidade boa para morar somente para os ricos e nobres. com a Ágora situada longe do porto. utilizavam o módulo. abrangendo essas células irregulares de crescimento espontâneo. cruzando em ângulo reto. os edifícios vinham depois. Viena etc. O Fórum romano cumpria praticamente as mesmas funções da Agora na Grécia. Essa inspiração talvez tenha origem na Babilônia. que partindo do circular. abóbadas e cúpulas e construíram em Roma o sistema de esgotos mais amplo do mundo antigo ± a Cloaca Máxima. rememorando simbolicamente as origens da forma retilínea da cidade. desenvolviam -se obedecendo a topografia. obrigand o a construção de uma nova muralha circundante assim aconteceu em Atenas. Os romanos dando ênfase ao traçado da cidade introduziram a idé ia de via principal e secundária. As duas vias principais da cidade. Nela os gregos discutiam seus problemas e votavam suas leis. dentro do alcance da visão humana. Organizavam suas cidades com o sentido militar de defesa. baseado no tamanho da coluna. porque na periferia não existiam melhoramentos urbanos. CIDADES ROMANAS Enquanto a preocupação das cidades gregas era o seu sentido finito. que dava a proporção para todos os outros elementos das ordens (dórica. no século V a. Os romanos foram grandes engenheiros. com até 10. e dividiam a cidade em quatro quartos. Os gregos imaginavam as cidades como áreas de dimensões finitas. determinada pela capacidade de áreas calculáveis existentes no entorno. Atenas cresceu em torno da Acrópole ± cidade fortificada situada no topo de uma elevação. e esse fenômeno se repetia ao longo do tempo.

Fontana valorizou os pólos de interesse sobre as colinas. O traçado reticulado era usado em postos avançados que posteriormente vieram a se desenvolver em cidades. À semelhança das cidades gregas. Esses conceitos urbanos não tardaram a chegar a França e Inglaterra. a salubridade e a defesa. como a cidade de Monzapier construída em 1. Ferrara e Roma. o mercado. resultando ruas sinuosas. uma delas a da proporção. Muitos arquitetos seguiram esta proposta com variantes diversas. dando origem a cidades reticuladas. A expansão da cidade se dava com a construção de novas muralhas. o traçado das ruas era na realidade muito funcional. de dimensões finitas e não se expandiam além dos limites que eram definidos pela área concreta de terreno suficiente para atender o sustento da população dependente. e o perímetro murado e fortificado. .A decadência do poderio romano permitiu que numerosos acampamentos militares em toda a Europa se transformassem em núcleos de novas cidades. Muitas das fortalezas militares deram surgimento a cidades fortificadas e núcleos urbanos. atuavam como pólos de atração das artes e ciências. com ruas que irradiam desde o centro onde se situa a igreja ou o castelo. Roma passou a 20. Os mosteiros eram de um modo geral de traçado retilíneo. Como urbanista. A ligação da porta de ingresso (muralhas) até a praça principal é reta e adequada. o castelo. Siena. colocando neles obeliscos do Império Romano. superando a fase de cultivo para subsistência. A expansão das cidades com mosteiros ou castelos como núcleo. cujas principais cidades estavam expandindo -se rapidamente. As praças quando muito extensas deveriam ter fontes para diminuir a extensão do interesse. NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. como aconteceu em Milã o. enquanto as cidadelas geralmente construídas em elevação eram rodeadas por muros circulares dando na sua expansão o modelo radiocêntrico. as cidades medievais primitivas eram pequenas. a igreja ou edifícios dos grêmios. Bolonha. Surgiram diversas teorias.284 na França. também se expandiram no modelo radiocêntrico ou geomorfológico.000 habitantes na época de Carlo Magno. sendo os pontos focais o mosteiro. valorizando as perspectivas. A reforma renascentista de Roma. que eram em si como uma cidade. O desenvolvimento era espontâneo. Com a queda do Império Romano no ocidente. Com o crescimento do tráfego foram se definindo as vias mais favoráveis. que somente aparece quando da criação de artesanatos diferentes. projeta cidades ideais com planta em forma de estrela. a segurança do cidadão medieval dependia da resistência das muralhas e dos diversos grêmios que existiam na comunidade. melhorando as lig ações entre eles. Os mosteiros. Já havia a preocupação de melhorar as cidades quanto a circulação. O mercado das cidades medievais passou a ser lugar de reuniões semelhante a Ágora (grega) ou o Forum (romano). não só na circulação. as estátuas deveriam ser colocadas em pedestais bem altos para que fossem vis tas silhuetas contra o céu. A primeira característica da formação da cidade é a criação do mercado. houve o esvaziamento das cidades. As cid ades medievais não possuíam diferenciações de tipos de vias públicas por não necessitarem. No seu livro ³De Architectura´ dá a conhecer as primeiras experiências urbanísticas no mundo e apresenta novas idéias. a Europa dominada pelos bárbaros. Leonardo Da Vinci impressionou -se com a imundice e insalubridade da cidade de Milão. CIDADES RENASCENTISTAS Leon Battista Alberti foi talvez o principal teórico de ³Arquitetura e Urbanis mo´ do início do Renascimento. também atuaram como núcleos de novas cidades. Muito embora a planta de uma cidade medieval se apresente normalmente como um labirinto em forma lógica. deve-se ao Papa Xisto V. não deveriam ter o comprimento muito maior que a largura. que incumbiu o arquiteto Domênico Fontana de projetar a melhoria do sistema viário de Roma. A praça do Renascimento é um dos elementos urbanísticos por excelência. mas também criando pontos focais com esses obeliscos. e projetou obras de urbanização e propôs a construção de cidades satélites em torno de Milão para abrigar trabalhadores.

Vila e jardim era um binômio correspondente a Palác io e Praça da Cidade. . estavam condicionados ao clima e a topografia montanhosa. resultando jardins em terraços. recursos naturais  Dolmen / Pinturas Rupestres / Abrigo CARTA DE ATENAS  Habitação / Circulação / Trabalho / Recreação + Preservação do meio ambiente ARQUITETURA AMERICANA (Pré-Colombiana ou Pré -Colombina)  Incas / Maias / Aztecas ARQUITETURA ORIENTAL    Índia . fantasiar. viadutos edifícios Planejar.Taj-Majal China . criar o clima com o entorno CONDICIONANTES PARA IMPLANTA ÃO DE UMA CULTURA / CIVILIZA ÕA / POVO / DO HOMEM  Clima. topografia. Na Itália.A Grande Muralha Japão .No Renascimento os jardins foram tratados como o prolongamento das habitações nobres. NOÇÕES DE HISTÓRIA DA ARQUITETURA E URBANISMO ARQUITETURA  arte de construir edifícios em proporções.Pagodas AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO    As Pirâmides do Egito O Colosso de Rodes O Farol de Alexandria NOÇÕES DE ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civil Atualizada em Dezembro/2005. palácios. igrejas. os jardins não eram geralmente grandes. idear. pontes. resolve abrir grandes claros retilíneos nos bosque s para facilitar a movimentação na caça. e topografia mais suave conduziu ao traçado de jardins mais elaborados e mais extensos. também climaticamente mais fáceis de serem tratados. muito amiga da caça. tramar. A nobreza francesa. Na França os primeiros jardins seguiram esta sistemática. seguindo regras determinadas ARQUITETAR   Planejar e edificar casas. mas com a natureza exuberante e clima mais ameno no verão. templos.

vitrificado ± esmalte d. or the image may hav e been corrupt ed. espaços T he im a ge ca nnot be displa y ed.000 d. / .C. y ou m a y ha v e to delete the im age a nd then insert it a ga in. Fórum de Roma. The image cannot be display ed. Zigurate. isolamento t de São Pedro. a nd then open the file a ga in. 00 d.  Os ardins Suspensos da Babilônia O Túmulo de ausolo EGITO 4. estradas. mamposteria. T he im a ge ca nnot be displa y ed. pouca iluminação. nnot ycom puter em a y our com puter to aopen the v e aenoughthe em ory to a y hathe ge med. Brasília.C. Your computer may not hav e enough memory to open the image. the im aa y ha v the im a ge m a y ha v e e beenacorrupt rt be displa puter. and then open the file again. m open im e beenacorrupte been corrupt rt y our then R esta the our aopen I f file athen open the rs. and then open the file again. Catedral Aparecida. thethe red x stillf athe red x still m a y f ha v e to x still the T he be ge ca nnot be im a yputerY m a benot ha v ed. Pedro no Vaticano ladrilho vitrificado ármore. naves.000 a. iluminação. Combinou de forma nova elementos clássicos . been corrupted. R esta rt y our com puter. cúpula. and then open the file again.it yaou in. I the red delete Y our com ca our displa y enough ha v e enough not ory to open m im a ge or the v a im a ge. Restart y our computer. esenho de i chelangelo da ANIBA Engenheiro Arquiteto Fachada CLE ENTE in memoriam) FENÍCIA Arquiteto FRANCISCO OSÉ CAROL 3. iluminação / vitrais com ame ao planejamento da cidade e ao traçado das paisagens em grandes jardins de Paris. 00 a. / . and then open the file again. récia ARTINS T he im a ge ca nnot be displa y ed. y ou may hav e to delete the image and the n insert it again. astabas primeiras sepulturas). predominou um estilo mais clássico e aquedutos. ROMÂNICA mosaico. y a ga in. arco. I f ed. Your computer may not hav e enough memory to open the image. . gênios 3.C. Restart y our computer. T he im a ge ca nnot im adispla y ed. castrum Cardo e ecumano). or the im a ge. enoughredem still a ppea rs. If the red x still appears. tais NOÇÕES E ARQUITETURA E REPRESENTAÇÃO GRÁFICA -Faculdade de Engenharia Civilcolunas. or the image may hav e been corrupted. Restart y our computer.000 a. Restart y our computer.300 d. Rios Eufrates e Tigre.C. BARROCO . revestimento. estão os italianos ian orenzo GÓTICA XWWV U ` Y Parthenon. open im a ge a nd then ppea rs. The image cannot be display ed.C. y ou may hav e to delete the image and then insert it again.C. a nd then open the file a ga in. abóbadas com nervuras. 3. r Remanescente de um grande cidades: Bublos / Tiro / Sidon The image cannot be display ed.C. Rio ilo. 0 d. Your computer may not hav e enough memory to open the image.C.C. Catedral Batistério. a. templos. y ou m a y ha v e to delete the im a ge a nd then insert it a ga in. Engenharia. or the im a ge m a y ha v T he imed. colônias. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. anfiteatro. naturalismo. cloacas. 00 a. or the im a ge m a y ha v e been corrupt rt y our com puter. Your computer may not hav e enough memory to open the image. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. If the red x still appears. escala humana. Pisa. or the image may hav e been corrupt ed. GRÉCIA 00 a.de Col nia). Rca nnot y our com y ed. and then open the file again.comy ha v ea nd com puter. Pantheon Entre os melhores arquitetos que desenvolveram o barroco. a nd then open the file a ga in. or the image may hav e been corrupt ed. altura. or the image may hav e been corrupt ed. / . y ou m a y ha v e to delete the im a ge a nd then insert it a ga in. I f ed. faraó. O interesse pela harmonia entre prédios e ambiente conduziu a uma ênfase maiorNotre relação arcobotantes. If the red x still appears. Na França.C. and then open the file again.C. 900 a. and then open the file again. ipodamus de ileto urbanista). R esta y ou m a y ha v e to delete the im a ge a nd then insert it a ga in. viadutos. e Campanário. ed. / 400 d. Your computer may not hav e enough memory to open the image. Y our com puter m a y not ha v e enough m em ory to open the im a ge.a y a ppeato delete the ha v geto nd thenthe im ait a ga in.C. Your computer may not hav e enough memory to open the image. R esta the red x still a ppea rs. topografia. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. urbanismo. Your computer may not hav e enough memory to open the image. If the red x still appears. 0 d. em ezembro/ capit is. art y thencom in. El-Kar-Nac The image cannot be display ed. simetria. If the red x still appears. T he im a ge ca nnot be displa y ed. Basílica rmico±hidrófugo.C. or v y ha the y our m esta ge R a puter. Ágora. Y not m em ory m y m em ha im ge. feudos: castelos / igrejas / peregrinações Santiago de Compostela). tomavam o lugar de elementos retangulares e . Babil nia. / . Restart y our computer. harmônicos. / . Circo áximo. b T b a b The image cannot be display ed. Reims Áustria. Catedral abóbada. ROMANA S. Vaticano Zigurates. a nd ga in. . R esta rt y our com puter. ladrilho. or the image may hav e been corrupted. escala heróica. I f the red x still a ppea rs.C. R esta rtim a ed. or the image may hav e been corrupted. Y our com puter m a y not ha v e enough m em ory to open the im a ge. l orada por: The image cannot be display ed. or the image may hav e been corrupted. telhados. alfabeto. If the red x still appears. anfiteatro. T hedisplageed. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. Templos: uxor. then insert it a ga in. . obelisco. or the image may hav e been corrupted. or e to delete the ge esta im a ge a nd then insert it a ga in. R esta the red x still a ppea rs. ordenado. The image cannot be display ed. I f the red x still a ppea rs. Restart y our computer. Elementos Atualizadaimpetuosos. comerciantes. Sofia de de São Tempo de Santa Basílica Constantinopla. or the im a ge m a y ha v e been corrupt rt y our com puter. Navegantes.C.C. Pedra. ichelângelo). Restart y our computer. Y our com puter m a y not ha v e enough m em ory to open the im a ge. 00 d. Pirâmides: ueops. izerino. Restart y our computer. Restart y our computer.000 a. Pedra. 00 d. Espanha e América atina. been corrupt nd file ga puter. pedra. Y our com puter mthe file a ga in.3 BI ANTINA 0 d. Torre de Pisa The image cannot be display ed. 00 colorido. Y our com puter m a y not ha v e enough m em ory to open the im a ge. Pedra. externos. a nd then open the file a ga in. monast rios.C. termas. espaços inter colunios. rosáceas. Y our com puter m a y not ha v e enough m em ory to open the im a ge. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. arcos e OSCAR NIE EYER E LUCIO COSTA curvos. Acrópoles.C. Brasil etropolitana N. and then open the file again. or the im a ge m a y ha v e been corrupt rt y our com puter. canhão corrido. y ou may hav e to delete the image and then insert it again. Ordens: órica / nica / Corintia MESOPOTÂMIA T he im a ge ca nnot be displa y ed. Your computer may not hav e enough memory to open the image. Itália Ogiva. y ou m a y im a e a delete insert ge a nd  O Templo de iana A Estátua de Zeus Fídias) The image cannot be display ed. I f the red x still a ppea rs. mausol u. or the im a ge m a y ha v e been corrupted.C. and then open the file again. If the red x still appears. If the red x still appears. Partenon. I ppea file ou ed. natureza. 400 a. / 00 a. CONTEMPORÂNEA Apostil 1789 até os dias de hoje RENASCIMENTO . 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