Astronomia Maia

E estudos Matemáticos
Os Maias aperceberam-se, quase nos alvores da sua história, de que para obter elementos exactos onde basear o seu calendário teriam de efectuar as suas observações durante longos períodos. O Códice de Dresden revelou, ao ser decifrado, alguns factos surpreendentes sobre o rigor das medidas matemáticas deste povo. Por exemplo, para determinar o mês Lunar, é necessário efectuar observações durante um período de 405 luas cheias., ou sejam 32 ¾ anos. Os Maias calcularam que 405 luas cheias correspondiam a um período de 11 960 dias. Os astrónomos actuais atribuem-lhe uma duração de 11 959,888. Deste modo, o erro de cálculo dos Maias era de apenas um dia em cada 292 anos, isto é, menos de 5 minutos por ano. Os cálculos para o estabelecimento do ano de Vénus – o tempo que o planeta demora a perfazer uma órbita em torno do sol – são igualmente extraordinários, pois as necessárias observações são ainda mais complexas. As estimativas efectuadas pelos Maias parecem ter-se baseado num período total de 384 anos de observações. A determinação de 584 dias para o ano de Vénus é também quase exacta, pois calcula-se actualmente que tenha uma duração de 583,92 dias, sendo a margem de erro de 72 minutos por ano terrestre ou de 6 minutos por mês. Esta precisão, com um lapso inferior a 12 segundos por dia, constitui um mistério numa cultura que não dispunha dos meios necessários para medir o tempo, nem mesmo de um sistema elementar, uma ampulheta ou uma clepsidra, desconhecendo o telescópio astronómico ou outro instrumento óptico. O ciclo de Vénus inspirou a matemática Maia devido provavelmente ao facto deste astro, o mais brilhante do firmamento, ser visível antes do pôr-do-sol e continuar a brilhar durante algum tempo após o alvorecer. Esta característica permite o estudo da posição do planeta acima da linha do horizonte no momento do nascer e do ocaso do sol. Mediante observação meticulosa, os astrónomos maias terão possivelmente verificado que durante o período de 8 anos terrestres Vénus completava exactamente 5 ciclos de movimento no

firmamento. estas medições apresentam uma margem de erro máxima de 2 graus de ângulo. Dividindo 2920 – o número de 8 anos terrestres de 365 dias – por 5. como. Os Maias aperceberam-se. A determinação de 584 dias para o ano de Vénus é também quase exacta. Os Maias calcularam que 405 luas cheias correspondiam a um período de 11 960 dias. quase nos alvores da sua história. constitui um mistério numa cultura que não dispunha dos meios necessários .92 dias. As estimativas efectuadas pelos Maias parecem ter-se baseado num período total de 384 anos de observações. Os cálculos para o estabelecimento do ano de Vénus – o tempo que o planeta demora a perfazer uma órbita em torno do sol – são igualmente extraordinários. O Códice de Dresden revelou.. Segundo parece. Por exemplo. pois as necessárias observações são ainda mais complexas. Deste modo.888. é necessário efectuar observações durante um período de 405 luas cheias. embora em ruínas. ao ser decifrado. o erro de cálculo dos Maias era de apenas um dia em cada 292 anos. obtidos pelos maias. permitiu aos arqueólogos modernos a verificação das suas conclusões. isto é. O observatório Maia de Chichén Itzá. segundo se crê há mais de 5000 anos. ao que se julga. porém. o povo maia ainda não se desligara de outras tribos da Meso.América. o teodolito. Os astrónomos actuais atribuem-lhe uma duração de 11 959. sem qualquer recurso a instrumento óptico. para determinar o mês Lunar. de que para obter elementos exactos onde basear o seu calendário teriam de efectuar as suas observações durante longos períodos. com um lapso inferior a 12 segundos por dia. por exemplo. não excedendo muitas vezes os 0. extremamente rigorosos. Estes resultados. menos de 5 minutos por ano. volto a frisar. pois calcula-se actualmente que tenha uma duração de 583. foram. os Maias obtiveram o número correspondente à duração de cada ciclo de Vénus: 584 dias. Os Maias estabeleceram a sua cronologia a partir da data de inicio da sua era.005 de grau. Esta precisão. iniciando-se seguidamente um outro ciclo. em épocas míticas em que. ou sejam 32 ¾ anos. sendo a margem de erro de 72 minutos por ano terrestre ou de 6 minutos por mês. alguns factos surpreendentes sobre o rigor das medidas matemáticas deste povo.

volto a frisar. nem mesmo de um sistema elementar. Estes resultados. o povo maia ainda não se desligara de outras tribos da Meso. estas medições apresentam uma margem de erro máxima de 2 graus de ângulo. O ciclo de Vénus inspirou a matemática Maia devido provavelmente ao facto deste astro. o mais brilhante do firmamento.América. extremamente rigorosos. o teodolito. O observatório Maia de Chichén Itzá. Esta característica permite o estudo da posição do planeta acima da linha do horizonte no momento do nascer e do ocaso do sol. foram. porém. Dividindo 2920 – o número de 8 anos terrestres de 365 dias – por 5. permitiu aos arqueólogos modernos a verificação das suas conclusões.005 de grau.para medir o tempo. os Maias obtiveram o número correspondente à duração de cada ciclo de Vénus: 584 dias. segundo se crê há mais de 5000 anos. ao que se julga. os astrónomos maias terão possivelmente verificado que durante o período de 8 anos terrestres Vénus completava exactamente 5 ciclos de movimento no firmamento. ser visível antes do pôr-do-sol e continuar a brilhar durante algum tempo após o alvorecer. sem qualquer recurso a instrumento óptico. Os Maias estabeleceram a sua cronologia a partir da data de inicio da sua era. por exemplo. obtidos pelos maias. como. iniciando-se seguidamente um outro ciclo. uma ampulheta ou uma clepsidra. em épocas míticas em que. Mediante observação meticulosa. Segundo parece. desconhecendo o telescópio astronómico ou outro instrumento óptico. . não excedendo muitas vezes os 0. embora em ruínas.